LEI COMPLEMENTAR N.

º 037/2006
DISPÕE SOBRE NORMAS DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DAS NEVES. O POVO DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DAS NEVES, POR SEUS REPRESENTANTES NA CÂMARA MUNICIPAL, APROVOU, E EU, PREFEITO MUNICIPAL, EM SEU NOME, SANCIONO A SEGUINTE LEI: CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES ART. 1º – Esta Lei tem por objetivo o ordenamento do uso e ocupação do solo no território municipal de Ribeirão das Neves, em consonância com o disposto na Lei Orgânica Municipal, no Plano Diretor, na lei de política ambiental do Município, observadas ainda a Lei Federal 10.257/2001 denominada Estatuto da Cidade, o Código Florestal – Lei Federal 4.771 de 15/ 09/ 65, alterações e regulamento, a Lei Estadual 14.309 de 19/06/2002 e regulamento, que dispõe sobre as políticas florestal e de proteção da biodiversidade no Estado, demais leis ambientais vigentes, e as leis municipais relativas ao Parcelamento do Solo, Código de Obras e Código de Posturas. ART. 2º - Para controle do disposto nesta Lei e para definições sobre os casos omissos, fica criado o Conselho Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano – COPLAN, de caráter consultivo e deliberativo, integrado por representantes do poder público municipal, das sociedade civil organizada, do empresariado, entre outros, garantindo-se a maior representatividade possível nas decisões sobre os aspectos urbano e territorial do município de Ribeirão das Neves. Parágrafo Único – As atribuições, funcionamento e composição do COPLAN serão regulamentados por Lei Municipal específica, no prazo máximo de 090 (noventa) dias a contar da data de sanção desta Lei. ART. 3º – Para o cumprimento do disposto nesta Lei ficam aprovados o Perímetro Urbano conforme descrição constante do Anexo I desta Lei, o uso do solo conforme o Anexo II desta Lei, os parâmetros de ocupação do solo conforme o Anexo III desta Lei, o Mapa de Zoneamento constante do Anexo IV desta Lei e o Mapa Classificação Viária constante no Volume IV (Peças Gráficas).

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CAPÍTULO II DAS ZONAS DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ART. 4º – O território municipal de Ribeirão das Neves compõe-se das seguintes zonas de uso e ocupação do solo: I – Zona Urbana; II – Zona de Expansão Urbana III – Zona Rural. § 1º - A Zona Urbana compreende zonas diferenciadas pela ocupação e uso do solo; § 2º - A Zona de Expansão Urbana é constituída de áreas ainda não ocupadas onde poderá ocorrer o parcelamento do solo para fins urbanos; § 3º - A Zona Urbana e a Zona de Expansão Urbana estão contidas pelo Perímetro Urbano aprovado por esta Lei; § 4º - A Zona Rural compreende o território municipal externo ao Perímetro Urbano. ART. 5º – Para os efeitos de aplicação dos parâmetros urbanísticos de uso e ocupação do solo definidos nesta Lei e em atendimento às necessidades básicas de estruturação do espaço urbano gerando equilíbrio entre o assentamento humano e o meio ambiente, os parcelamentos que forem aprovados nas zonas de expansão urbana serão caracterizados como zonas urbanas de acordo com o disposto na Lei de Parcelamento do Solo. ART. 6º – Para efeito do disposto nesta Lei, as zonas diferenciadas pela ocupação e uso do solo que integram a Zona Urbana estão assim classificadas: I – Zona de Uso Preferencialmente Residencial; II – Zona de Uso Preferencialmente Comercial; III – Zona de Uso Misto; IV – Zona para Atividades Econômicas; V – Zona Especial de Projeto; VI – Zona de Interesse Especial; VII – Zona Especial de Interesse Social; VIII – Zona de Preservação Permanente; IX – Zona de Interesse Ambiental;

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ART. 7º - A Zona de Uso Preferencialmente Residencial compreende: I – Zona de Uso Preferencialmente Residencial 1 – ZUR 1: Áreas a serem ocupadas com baixa densidade, com predominância de lotes ≥ a 200 m² e ≤ 360 m², uso residencial unifamiliar e multifamiliar de interesse social, uso misto residencial, uso institucional relacionado à saúde, educação, recreação e lazer, atividades associativas e comunitárias, comércio e prestação de serviços de pequeno porte. II – Zona de Uso Preferencialmente Residencial 2 – ZUR 2: Áreas com predominância de lotes de 360 m², característica da maior parte dos parcelamentos da malha urbana de Ribeirão das Neves, a serem ocupadas com baixa e média densidade. Na ZUR 2, serão permitidas edificações para o uso residencial unifamiliar e multifamiliar, em lotes ≥ a 360 m² e ≤ 1000 m², bem como uso misto residencial, o uso comercial e de prestação de serviços de pequeno porte, o uso institucional relacionado à saúde, educação, recreação e lazer, atividades religiosas, associativas e comunitárias. III – Zona de Uso Preferencialmente Residencial 3 – ZUR 3: Áreas a serem ocupadas com baixa densidade, parceladas em lotes ≥ a 1000 e < 2000 m². Na ZUR 3 serão permitidas edificações para o uso residencial unifamiliar e multifamiliar, uso misto residencial, o uso misto comercial e de prestação de serviços de pequeno porte, o uso institucional relacionado à saúde, educação, recreação e lazer, atividades religiosas, associativas e comunitárias. IV – Zona de Uso Preferencialmente Residencial 4 – ZUR 4: Áreas a serem ocupadas com baixa densidade, parceladas em lotes ≥ a 2000 m². Na ZUR 4 serão permitidas edificações para o uso residencial unifamiliar o uso institucional relacionado à recreação e lazer, atividades voltadas para a horticultura e/ou atividade de agricultura familiar, com restrições para o uso de agrotóxicos para que não comprometam o meio ambiente, principalmente os recursos hídricos. ART. 8º - A Zona Urbana de Uso Preferencialmente Comercial compreende: I – Zona do Centro Comercial 1 – ZC1: Áreas situadas na sede, com características de área central pela predominância de atividades comerciais e de prestação de serviços, a serem ocupadas com média densidade, destinadas preferencialmente a atividades de comércio e prestação de serviços com nível de pequeno, médio e grande porte, e de atendimento para toda a cidade, onde será permitido edificações em lotes mínimos ≥ 360 m². Nesta zona será permitido uso residencial unifamiliar e multifamiliar, e incentivado o uso misto residencial, uso misto comercial e de serviços, serviços públicos de educação, saúde, cultura e lazer em edificações com, no máximo, 4 (quatro) pavimentos em lotes ≥ 600 m² e no máximo 2 (dois) pavimentos em lotes ≥ 360 e < 600 m². II – Zona do Centro Comercial 2 – ZC2: Áreas adjacentes à principal via arterial de ligação entre o distrito de Justinópolis e a sede, com características de eixo comercial pela predominância de atividades comerciais e de prestação de serviços, a serem ocupadas com média densidade, destinadas preferencialmente a atividades de comércio e prestação de serviços com nível de pequeno, médio e grande porte, e de atendimento para toda a cidade, onde será permitido edificações em lotes mínimos ≥ 300 m².

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Na ZUM serão permitidos o uso residencial multifamiliar com no máximo 3 (três) pavimentos. no máximo. saúde. II . cultura e lazer. Estas áreas deverão ser objeto de projetos de regularização. e ainda o uso institucional relacionado a equipamentos de infra-estrutura.Zona para Atividades Econômicas 2 – ZAE 2: áreas situadas na área de influência direta dos entroncamentos rodoviários e marginais ao futuro anel rodoviário metropolitano. com raio de abrangência de atendimento amplo. nas vias coletoras. com raio de abrangência de atendimento amplo. o multifamiliar com no máximo 3 (três) pavimentos e incentivado o uso misto residencial. o uso institucional em geral. relacionados com atividades atacadistas.000 m². e ainda parcelamentos que apresentam problemas e risco de degradação ambiental. 11 . 4 (quatro) pavimentos em lotes ≥ 600 m² e no máximo 2 (dois) pavimentos em lotes ≥ 300 m² e < 600 m². após sua implantação. atividades comerciais e de serviços relacionadas a produtos tóxicos. ART. 10 compreende: A Zona Urbana Preferencial para Atividades Econômicas I – Zona para Atividades Econômicas 1 – ZAE 1: áreas onde serão permitidos os usos comercial e de serviços. ou implantados em parte. em edificações com. com indústrias não poluidoras e que utilizam tecnologias limpas. Na ZAE 2 não será permitido o uso industrial. inflamáveis e explosivos. constituídos pelas vias coletoras. onde serão permitidos os usos comerciais e de serviços de médio e grande porte. com parcelamentos que tenham parte de sua área situada em municípios limítrofes.000 m². conforme mapa de classificação viária integrante desta Lei. com parcelamentos implantados e não aprovados. e com raio de abrangência de atendimento para a cidade como um todo e cidades vizinhas. vias arteriais e vias de ligação regional. serviços públicos de educação. de estocagem e de distribuição. ART. correspondendo aos principais corredores viários da cidade. 9º . no máximo. e incentivados o uso misto residencial e uso misto comercial e de serviços em edificações com.A Zona de Uso Misto – ZUM compreende áreas destinadas à média densidade de ocupação. uso industrial. projetos de 4 . com exceção da BR 040 e do futuro anel rodoviário metropolitano. ART. e ainda aquelas que sejam consideradas de grande impacto sobre o meio ambiente e a saúde pública.A Zona Especial de Projeto compreende: I – Zona Especial de Projeto 1 – ZEP 1: Áreas dentro do perímetro urbano com parcelamentos aprovados e não implantados. nas vias arteriais e vias de ligação regional.Nesta zona será permitido uso residencial unifamiliar. revisão de projeto quando couber. serviços públicos. 5 (cinco) pavimentos em lotes ≥ 600 m² e no máximo 3 (três) pavimentos em lotes ≥ 300 m² e < 600 m². existentes e previstos. A ZUM é destinada preferencialmente a atividades comerciais e de serviços com raio de abrangência de atendimento para o bairro e conjunto de bairros. com lotes mínimos de 5. e uso institucional relacionado a equipamentos de infra-estrutura com lotes mínimos de 2. uso misto comercial e de serviços.

as áreas remanescentes e em condições de serem ocupadas. observando-se ainda a classificação prevista para as ZEUs e as demais disposições constantes na Lei de Parcelamento do Solo. Projeto e Controle. áreas impróprias para parcelamento e áreas de interesse para preservação. III – Zona Especial de Projeto 3 – ZEP 3: Áreas dentro do perímetro urbano reservadas para a implantação de projetos e obras de drenagem e canalizações. serão caracterizadas como ZPP – Zona de Preservação Permanente e as demais áreas remanescentes e em condições de serem ocupadas. As áreas definidas como impróprias para a ocupação. à critério da Secretaria de Planejamento. Essas áreas. V – Zona Especial de Projeto 5 . sendo que neste período a aprovação de novos usos na ZEP 1. poderão ser classificadas como Zona de Expansão Urbana cuja tipologia de parcelamento deverá ser objeto de deliberação da Secretaria de Planejamento. ficará condicionada à deliberação da Secretaria de Planejamento. IV – Zona Especial de Projeto 4 – ZEP 4: Áreas localizadas dentro da Zona Urbana e ocupadas com empreendimentos de extração mineral.ZEP 5: Áreas dentro do perímetro urbano reservadas para a implantação de projetos viários em geral. entretanto. articulações e interseções de vias existentes. interceptores de esgotos e estações elevatórias. com as ZUR. que estarão sujeitas à projetos de recuperação das áreas degradadas pela extração da matéria prima. equipamentos de infra-estrutura urbana como adutoras. observando-se ainda a classificação prevista para as ZEUs e as demais disposições constantes na Lei de Parcelamento do Solo. recreação e práticas esportivas e/ou serem caracterizadas como ZEU – Zona de Expansão Urbana e/ou ZPP – Zona de Preservação Permanente e ou ZC – Zona Urbana de Uso Preferencialmente Comercial e/ou ZR – Zona Rural. de acordo com as disposições da Lei de Parcelamento do Solo. com o objetivo de consolidação do sistema viário municipal e criação de espaços de melhoria das condições de circulação do 5 . As ZEP 1 coincidem. e outras destinações em termos de serviços e equipamentos de infra-estrutura urbana.tratamento e recuperação de terrenos. Após a implantação dos projetos. deverão ser caracterizadas como ZPP – Zona de Preservação Permanente. apresentar lotes com áreas inferiores aos lotes existentes nas zonas limítrofes. ZC que apresentem irregularidades e problemas definidos neste inciso. II – Zona Especial de Projeto 2 – ZEP 2: Áreas não parceladas dentro do perímetro urbano que deverão ser objeto de estudos específicos para a delimitação de áreas de risco. Projeto e Controle.ETE. cuja tipologia de parcelamento deverá ser objeto de deliberação da Secretaria de Planejamento. após esses estudos. no prazo de 12 (doze) meses a partir da data de aprovação desta lei. de acordo com as disposições da Lei de Parcelamento do Solo poderão ser classificadas como Zona de Expansão Urbana – ZEU ou como Zona de Interesse Especial 1 – ZIE 1. obras de recuperação de áreas de risco. no todo ou em parte. Estações de Tratamento de Esgotos . As demais áreas remanescentes que não dispuserem das condições necessárias para o parcelamento. após o encerramento da atividade extrativa e da implementação das ações corretivas. Projeto e Controle e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Projeto e Controle. Esses parcelamentos não poderão. poderão ser destinadas à localização de atividades de lazer. ZUM. sujeitas à parecer dos conselhos municipais afins.

podendo. não sendo permitidos. Projeto e Controle. As demais áreas remanescentes que não dispuserem das condições necessárias para o parcelamento. atividades sociais.ZIE compreende: I . equipamentos culturais. Essas áreas não poderão ser loteadas e devem manter baixa densidade de ocupação. serem desmembradas desde que seja em áreas destinadas a abrigar atividades de uso coletivo. projetos de remanejamento integrados a programas habitacionais. entre outras ocupações irregulares similares. que deverão ser objeto de projeto de cadastramento. bem como centro comercial e de serviços integrado às atividades a serem ali instaladas.Zona de Interesse Especial 2 – ZIE 2: Áreas não parceladas e limítrofes das edificações que hoje abrigam a Penitenciária José Maria Alkimin e que. lazer e práticas esportivas. as áreas remanescentes e em condições de serem ocupadas. culturais. desta Lei. invasões em áreas de risco de desabamentos e inundações. locais de interesse para manifestações culturais. VI – Zona Especial de Projeto VI – ZEP 6: áreas que integram os limites da APA’s. Estas 6 . conforme disposto no Art.Zona de Interesse Especial 1 – ZIE 1 áreas vazias e não parceladas e limítrofes de terrenos ocupados por espaços e equipamentos de uso coletivo voltados para educação. parques urbanos e áreas de preservação. bem como para recreação. incluindo educação de terceiro grau. poderão ser classificadas como Zona de Expansão Urbana cuja tipologia de parcelamento deverá ser objeto de deliberação da Secretaria de Planejamento. após sua desativação deverão ser destinadas à instalação de equipamentos de educação. deverão ser caracterizadas como ZPP – Zona de Preservação Permanente. de acordo com as disposições da Lei de Parcelamento do Solo. entretanto. invasões em áreas de preservação permanente. Após a implantação dos projetos. observando-se ainda a classificação prevista para as ZEUs e as demais disposições constantes na Lei de Parcelamento do Solo. urbanização e regularização fundiária. 13 – A Zona de Interesse Especial . 21. semelhantes e afins com os usos dos terrenos limítrofes acima relacionados. 12 – A Zona Especial de Interesse Social – ZEIS compreende áreas de ocupação irregular como áreas de propriedade pública e/ou privada que sofreram invasões. possibilitando a criação de conjuntos de equipamentos urbanos de uso coletivo e a formação de pontos de encontro da população. apresentar lotes com áreas inferiores aos lotes existentes nas zonas limítrofes. religiosas. no prazo de 12 (doze) meses a contar da data de aprovação desta Lei.pedestre. neste período. no prazo máximo de 12 (doze) meses a contar da data de aprovação desta Lei. entretanto. comunitárias. de propriedade pública e/ou privada ou limítrofes de loteamentos com maior densidade de ocupação e lotes ≤360m2. equipamentos de lazer e práticas esportivas. ART. o parcelamento do solo e a implantação de qualquer tipo de atividade dentro dos limites da ZEP 6. Esses parcelamentos não poderão. ART. descrita no Capítulo III – Das Áreas de Proteção Ambiental. que deverão ser objeto de projeto específico. inciso IV. favorecendo a integração do espaço urbano e a identificação da comunidade com esse espaço. II .

áreas que pelas condições geológicas do solo. que não poderão ser loteadas e deverão manter o uso institucional ligado a equipamentos de segurança pública. de acordo com as normas da COPASA. § 1º . Projeto e Controle. limítrofes de áreas de interesse para preservação. e demais leis ambientais em vigor. 14 – A Zona Urbana de Preservação Permanente – ZUPP compreende áreas não parceladas e/ou não ocupadas dentro do Perímetro Urbano. ART. apresentando faixas de declividade mais altas. no prazo de 12 (doze) meses após a data de aprovação desta Lei. lazer e esportes. e que mantenha as características de espaço e/ou equipamento uso coletivo. as áreas com declividade acima de 30% e as faixas de domínio de rodovias e ferrovias. pela Lei Florestal de Minas Gerais – Lei 14. ART. onde não serão permitidos parcelamento do solo e nenhum tipo de ocupação que as descaracterize como conjunto paisagístico. da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais e do Centro de Reeducação do Jovem Adulto. podendo ali apenas ocorrer atividades de reflorestamento e/ou atividades voltadas para a preservação ecológica do conjunto natural que representam. florestadas em parte.Havendo o encerramento de determinada atividade localizada na ZIE 1 e/ou ZIE 2. no prazo de 12 (doze) meses a partir da data de aprovação desta Lei. devendo qualquer alteração de uso ser objeto de negociações com a Prefeitura e deliberação por parte da Secretaria de Planejamento. 7 . exclusive áreas de preservação permanente ou outras legalmente protegidas.áreas deverão ser objeto de projeto urbanístico específico. alterações e regulamento. Essas áreas deverão ser objeto de projeto ambiental e paisagístico com a definição das taxas de ocupação e dos usos a serem ali permitidos. recursos hídricos e paisagísticos não poderão ser parceladas. 15 – A Zona de Interesse Ambiental compreende: I – Zona de Interesse Ambiental 1 – ZIA 1: Áreas não parceladas e não ocupadas. preferencialmente voltados para atividades de cultura. as faixas de servidão das linhas de transmissão de energia elétrica (LT) que atravessam a área urbana. as áreas reservadas para a implantação de praças e parques urbanos públicos. as faixas de servidão das adutoras de abastecimento de água. bem como as praças e os parques urbanos públicos já implantados. consideradas de preservação permanente pelo Código Florestal – Lei Federal 4771 de 15/09/65. poderá haver substituição somente por outra atividade de uso semelhante e afim com o uso anterior. bem como o zoneamento interno com a definição das tipologias de ocupação e uso.309 de 19/06/2002 e regulamento. indicando o parcelamento e a infra-estrutura necessária. de acordo com as normas da CEMIG. III – Zona de Interesse Especial 3 – ZIE 3: Áreas não parceladas e pertencentes ao Estado de Minas Gerais representadas pelos terrenos da Casa de Detenção Antônio Dutra Ladeira.

309 de 19/06/2002 .000m² com 20m de testada. após a elaboração final do projeto a que se destinam serão convertidas. as normas das concessionárias de energia elétrica e de saneamento. por encostas. e lotes mínimos de 450m² com 15m de testada. sendo proibido o desmembramento e qualquer forma de subdivisão desses lotes em fração ideal. representadas por cristas de morros divisores de águas.Lei 4. 11 desta Lei. 17 . faixas de terreno entre loteamentos e áreas marginais aos fundos de vale classificadas como APP – Áreas de preservação Permanente. para terrenos com declividade acima de 20% até 30%. alterações e regulamento. ou para reflorestamento e recuperação da vegetação nativa. sendo nessas zonas permitidas apenas construções de suporte ao uso a que se destinam como guaritas. para terrenos com declividade até 20%. ocupando faixas de terreno entre áreas parceladas e divisas municipais. quiosques.A Zona de Expansão Urbana compreende: a) Zona de Expansão Urbana 1 . no prazo de 12 (doze) meses a partir da data de aprovação desta Lei. ferrovias e dutos. Na ZEU 3 será permitido o remembramento de lotes apenas para a implantação de espaços e equipamentos de lazer como praças de esportes e campos esportivos. 8 . b) Zona de Expansão Urbana 2 – ZEU 2: lotes mínimos de 450m² com 15m de testada. Seção II Das áreas remanescentes das Zonas Especiais de Projeto ART.879/2005. sanitários e similares. c) Zona de Expansão Urbana 3 – ZEU 3: lotes mínimos de 1. lazer e esportes. Essas áreas não poderão ser loteadas e deverão manter baixa densidade de ocupação e serem objeto de projeto ambiental e paisagístico com a definição das taxas de ocupação e dos usos a serem ali permitidos.Lei Florestal de Minas Gerais. várzeas. o Código Florestal . e ainda. especialmente a Lei Municipal 2. ou áreas livres de proteção ao projeto ali implantado. Seção III Da Zona de Expansão Urbana ART. observando-se. podendo ser utilizadas para parques urbanos destinados ao lazer. e demais dispositivos da legislação ambiental vigente. entre áreas parceladas e faixas de domínio de rodovias. as faixas de domínio de rodovias. ZEP 3 e ZEP 5 e descritas no Art. automaticamente. preferencialmente voltados para atividades de cultura.II – Zona de Interesse Ambiental 2 – ZIA 2: Áreas não parceladas e não ocupadas. remanescentes das Zonas Especiais de Projeto definidas como ZEP 1. clubes recreativos e similares. em Zona de Preservação Permanente – ZPP.ZEU 1: lotes mínimos de 360m² com 12m de testada.771 de 15/ 09/ 65. 16 – As áreas impróprias para o parcelamento do solo. e a Lei Estadual 14. em cada caso. ZEP 2.

sendo este enquadramento definido pelo órgão municipal competente e a Secretaria de Planejamento. ainda. f) Zona de Expansão Urbana 6 – ZEU 6: área destinada exclusivamente a atividades econômicas de grande porte para indústrias. 2. ART. 11. 18 – A Zona Rural compreende: I – Zona Rural de Preservação – ZRP. comércio atacadista.000m² com testada mínima de 20m. transportadoras e similares. sendo proibido o desmembramento dos lotes localizados nesta zona. clubes recreativos e similares. mantenham a taxa de ocupação do terreno e a taxa de permeabilidade definidas para a ZUR 2 no Anexo III desta Lei. a homogeneidade com as zonas limítrofes relativamente à permissão de usos e à densidade máxima determinada pelos modelos de ocupação. § 1º . sendo proibido o desmembramento dos lotes localizados nesta zona. 9 . II – Zona Rural de Desenvolvimento Sustentável – ZRDS. 8º. e destinados à chácaras e a sítios de recreio. sendo proibido o desmembramento e qualquer forma de subdivisão desses lotes em fração ideal. cujo parcelamento deverá permitir módulos com.O uso e ocupação do solo nos parcelamentos aprovados em cada uma das Zonas de Expansão Urbana definidas. e a consolidação da classificação viária definida pelo Plano Diretor e constante da Lei de Parcelamento do Solo. deverão se enquadrar no zoneamento definido nos Artigos 7º. e) Zona de Expansão Urbana 5 – ZEU 5: área destinada exclusivamente a atividades econômicas de indústrias. 5. comércio atacadista. observando-se. Projeto e Controle. 12. serviços como oficinas. como parâmetros de enquadramento. 10º. serviços como oficinas. para uso residencial unifamiliar de acordo com a Lei de Parcelamento do Solo. g) Zona de Expansão Urbana de Interesse Social – ZEU Social: constitui áreas destinadas à implantação de loteamentos de interesse social e deverão atender às exigências constantes da Lei de Parcelamento do Solo. obedeçam às disposições do Código de Obras e demais leis municipais e. 13 e 14 desta Lei. Na ZEU 4 será permitido o remembramento de lotes somente para a implantação de espaços e equipamentos de lazer como praças de esporte e campos esportivos. depósitos. transportadoras e similares. no mínimo. depósitos.000m². 9º.d) Zona de Expansão Urbana 4 – ZEU 4: lotes mínimos de 2. no mínimo. cujo parcelamento deverá permitir módulos com.Os conjuntos residenciais de interesse social a serem implantados na ZEU Social poderão ter as unidades habitacionais agrupadas verticalmente.000m². sejam objeto de Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança e de licenciamento ambiental. desde que mantenham a densidade populacional prevista pelas disposições da Lei de Parcelamento do Solo decorrente do lote mínimo permitido. em cada caso. § 2º .

as áreas marginais a cursos d’água e a lagoas. devendo contemplar o seguinte: I – oferta. práticas esportivas e similares. centros de lazer e centros de treinamento de mão-de-obra rural. ART.A Zona Rural de Desenvolvimento Sustentável – ZRDS compreende as áreas rurais não classificadas com ZRP onde serão permitidas atividades rurais voltadas para a produção agropecuária. 22.A Zona Rural de Preservação – ZRP compreende áreas externas ao Perímetro Urbano. A disciplina do uso e ocupação do solo na Área Rural visa estimular as atividades primárias. a critério do Poder Público Municipal e do COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. ART.309 de19/06/2002 e regulamento. e a Lei Florestal de Minas Gerais Lei 14. clubes campestres para lazer. consideradas de preservação permanente de acordo com o Código Florestal . VI – orientação e articulação junto aos proprietários rurais para criação de corredores ecológicos e de unidades de conservação da natureza e proteção das áreas de preservação permanente. áreas de proteção de mananciais. com diretrizes para cada vila ou localidade. de acordo com a Lei de Parcelamento do Solo. bem como as obras necessárias à instalação dos usos ali permitidos estarão sujeitos ao licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais competentes. III – acesso ao transporte coletivo e às estradas vicinais em boas condições de circulação. preservar as características sócio-econômicas do meio rural e promover a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.000 m². como condição para serem aprovadas pela Prefeitura. Será elaborado um plano de desenvolvimento da área rural. postos de saúde. como as áreas ocupadas por matas nativas e cobertura vegetal de interesse para preservação. e ainda para sítios.ART. evitando a implantação de atividade que induzam as formas de ocupação urbana e a degradação ambiental.Lei 4. podendo as glebas serem desmembradas em módulos mínimos de 20. ART. IV – monitoramento do crescimento urbano em direção a áreas de preservação ou de utilização agrícola. pelo Município. alterações e regulamento. reflorestamento ou similar. sejam consideradas de interesse para preservação tendo em vista o benefício coletivo. 19 . centros de repouso. a qualidade dos recursos hídricos e a conciliação entre as transformações do sítio natural pela localização de atividades com a manutenção do equilíbrio do ecossistema existente. 20. 10 . de acordo com o disposto na Lei de Parcelamento do Solo e em conformidade com o módulo mínimo do INCRA para o município.771 de 15/ 09/ 65. hotéis fazenda. V – sustentabilidade dos sistemas para captação de água para abastecimento das áreas urbana e rural. Os desmembramentos e parcelamentos ali permitidos. 21 . II – implantação de instalações de saneamento básico. de escolas. áreas descritas e protegidas pela legislação ambiental vigente e demais áreas que.

definição e localização de equipamentos urbanos e espaços de uso coletivo. 11 . que deverá ser objeto de projeto especial de revitalização. recreação e práticas esportivas. CAPÍTULO III DAS ÁREAS DE DIRETRIZES ESPECIAIS ART. em atividade. incluindo definição de faixas de estacionamento e sinalização. Projeto e Controle concomitante com o COPLAN e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. bem como a salvaguarda da qualidade da paisagem natural que propicia o desenvolvimento de atividade de lazer e turismo compatíveis. ou com autorização já concedida. ZPP e/ou serem destinadas à localização de atividades de lazer. consolidar e revitalizar a área. valorização e renovação urbana. para as quais deverão ser observadas: a) a legislação ambiental em vigor. à critério da Secretaria de Planejamento. II – Área de Diretrizes Especiais do Centro Comercial do Distrito Sede – ADE Central Sede coincidente com a Zona do Centro Comercial 1 – ZC 1. bem como tratamento paisagístico. a satisfazer a necessidade de espaços verdes. para que se possa avaliar o impacto e o comprometimento do território municipal pela atividade. com o objetivo de melhoria da circulação de veículos e pedestres. caracterizada como área central ou centro comercial do Distrito Sede de Ribeirão das Neves. destinando-se a suprir o abastecimento. 23 – Sem prejuízo das demais Zonas de Uso e Ocupação do Solo ficam instituídas no município as seguintes Áreas de Diretrizes Especiais – ADE: I – Área de Diretrizes Especiais de Atividades de Mineração – ADE Mineração: constituídas pelas áreas comprometidas com empreendimentos de mineração no território municipal. Sua recuperação visará favorecer sua integração com os conjuntos representativos dos patrimônios do município. caso indicado conforme indicações do projeto. principalmente com relação às áreas de preservação permanente e aos impactos sobre o meio ambiente natural e antrópico. podendo ser objeto de legislação complementar específica com relação aos parâmetros urbanísticos de uso e ocupação do solo. após a recuperação prevista no item b. c) a exigência de apresentação de um plano geral de mineração. d) a obrigatoriedade dessas áreas. em processo de implantação. A Área Rural do Município de Ribeirão das Neves desempenha funções complementares às funções urbanas. no prazo de 12 (doze) meses a partir da data de aprovação desta Lei. de forma a valorizar. b) a legislação ambiental em vigor com relação à recuperação das áreas mineradas após o esgotamento das jazidas.Parágrafo único. serem caracterizadas como ZEU.

por sua vez. Noutro aspecto. embora não sejam desapropriados.. elas constituem “antes de unidades de conservação. definição e localização de equipamentos urbanos e espaços de uso coletivo. consolidar e revitalizar a área. sua autosustentabilidade ao longo do tempo. cobertas em parte por matas galerias. incluindo definição de faixas de estacionamento e sinalização. considerando as formas alternativas que garantam a durabilidade dos resultados. que deverá ser objeto de projeto especial com o objetivo de melhoria da circulação de veículos e pedestres. além de administrar elementos de diversidade ecológica para fins científicos. ao qual trata-se de compromisso celebrado entre atores governamentais. incluídas áreas de proteção de nascentes e recursos hídricos. que tem como objetivo principal à 12 . (BRUCK et al.1) e subentendem gerenciamento e manejo orientados das terras existentes no âmbito de uma APA. constituído de espécies da flora e fauna. remanescentes de Mata Atlântica e de Cerrado. as paisagens de significativa beleza. floresta tropical e cerrado típico. caracterizada como área central ou centro comercial do Distrito de Justinópolis.é coincidente com a Zona do Centro Comercial 2 – ZC 2. resultado da interação harmoniosa homem-natureza.III – Área de Diretrizes Especiais do Eixo Comercial LMG 806/Av. terão a partir de sua criação e. assim como também. 1992.. constituem-se como instrumentos para frear a especulação imobiliária em regiões estratégicas do município que podem inclusive gerar receitas através do ICMS Ecológico. pertence ao epicentro das intervenções da META 2010 proposta pelo Projeto Manuelzão/UFMG. sem autodestruição. culturais e educacionais. bem como criar espaços que possibilitem oportunidades de recreação. usuários da Bacia do Rio das Velhas e a sociedade civil organizada. principais cursos d´água do município e importantes afluentes do Ribeirão da Mata. IV – Área de Diretrizes Especiais de Interesse Ambiental – ADE Ambiental compreende áreas não parceladas públicas e privadas. um procedimento de ordenamento territorial sobre a propriedade privada (. p. abrangendo topos de morro e encostas. A bacia do Ribeirão da Mata.. uma vez que. estas áreas localizam-se em locais de paisagens notáveis possuindo um rico patrimônio ecológico. cerrado com transição para mata. podendo ser objeto de legislação complementar específica com relação aos parâmetros urbanísticos de uso e ocupação do solo. resgatando as tradições sócioeconômicas e culturais do município.Denise Cristina – ADE Central Justinópolis . As APAS são estabelecidas em áreas de domínio particular . turismo público e educação ambiental. especialmente após a elaboração do plano de manejo. de forma a valorizar. que realizar em seus domínios uma utilização conscienciosa dos recursos e conduzir suas explorações de forma racional e sustentável. Em específico. as APA´s de Ribeirão das Neves. 1985). no prazo de 12 (doze) meses a partir da data de aprovação desta Lei. bem como tratamento paisagístico. conforme indicações do projeto. como as nascentes do Ribeirão das Neves e do Ribeirão das Areias. sendo constituídas por: a) APA´s: O objetivo da criação das APA´s é proteger o patrimônio ecológico representado pela biodiversidade animal e vegetal do município. estas APA´s abrangem áreas de proteção ambiental constituídas por importantes mananciais hídricos.)” (Ibama. ou seja.

b) APP´s: Considera-se área de preservação permanente. o fluxo gênico de fauna e flora. a paisagem. do Volume IV – Peças Gráficas. planos emergenciais. em atuação conjunta do Município com órgãos ambientais. neste período. 30 metros a partir das margens dos cursos d´água. aquelas protegidas nos termos da Lei Federal 4. a estabilidade geológica. dentre outros. com a função ambiental de preservar os recursos hídricos. No caso de Ribeirão das Neves enquadram-se como APP´s os entornos (raio de 50m) das nascentes. à partir da elaboração e consolidação de PTRF´s. Parques Ecológicos Municipais – PEM: Parques ecológicos criados por Decretos Municipais os quais serão objeto de trabalhos de educação ambiental específicos após sua regulamentação. A ADE Ambiental deverá ser objeto de estudos e levantamentos específicos para a definição e delimitação das áreas de preservação acima descritas e das áreas que poderão ser desmembradas e dos usos a serem permitidos. de proteger o solo e de assegurar o bem-estar das populações humanas. As APP´s degradadas foram classificadas a partir da figura da “ocupação antrópica consolidada” prevista na legislação ambiental vigente. As APP´s passíveis de recuperação deverão ser alvos de programas de reabilitação ambiental. não sendo permitidos. o parcelamento do solo e a implantação de qualquer tipo de atividade dentro do perímetro definido para esta Área de Diretrizes Especiais. em função da ocupação antrópica desordenada foram sub classificadas em Passíveis de Recuperação e Degradadas. revestida ou não com cobertura vegetal. As APP´s situadas em áreas urbanas do município que tiveram suas características naturais alteradas devido à intervenção humana e.771/65 e Lei Estadual 14. encostas com declividades iguais ou superiores à 45º e topos de morros. pescar e nadar no Rio das Velhas). parte integrante desta Lei. no prazo de 12 (doze) meses contados a partir da aprovação desta Lei. O arranjo da ADE Ambiental deverá estar em conformidade com o desenho n° 1. c) Áreas de implantação dos Programa Minas Sem Fome – PMSF: Áreas institucionais selecionadas para o desenvolvimento do Programa Minas Sem Fome onde serão desenvolvidas programas sócio-econômicos e de recuperação ambiental geridos pelo município em parceria com órgão estaduais competentes. projetos de reassentamento. sobre tudo. visando a mitigação dos impactos. Projetos de Revitalização. dentre outros. em área delimitada a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura da elevação em relação à base. CAPÍTULO IV DO USO DO SOLO 13 .revitalização desta bacia hidrográfica ampliando seus usos (navegar. apresentação de medidas compensatórias. Tais áreas deverão ser alvos de projetos específicos que abranjam as questões sociais e ambientais. ADE Ambiental. a biodiversidade.309/2002.

com no máximo dois pavimentos acima do nível da rua. materiais de construção. drogarias/ perfumarias. pequenas mercearias. - 14 . com área máxima construída de 50m². pequeno porte. VII – Uso Residencial Misto 4 – URM 4: uso residencial multifamiliar misto. ao nível do bairro ou do loteamento. Móveis. no máximo. V – Uso Residencial Misto 2 – URM 2: uso residencial unifamiliar misto. jóias/ relógios. 24 – Os usos do solo no compreenderão as seguintes categorias: município de Ribeirão das Neves I – Uso Residencial 1 – UR 1: uso residencial unifamiliar entendido como uma única unidade residencial em um lote ou conjunto de lotes. presentes e artesanato. com no máximo. constituído por uma única edificação com. no máximo. armarinhos. farmácias. materiais de informática. IX – Comércio Varejista 2 – CV2. convivendo com atividades comerciais e de prestação de serviços de pequeno e médio porte. artigos importados. VIII – Comércio Varejista 1 – CV1. com área máxima construída de 100 m². livrarias/ papelarias. Padaria. com acesso independente do acesso à residência e voltado diretamente para a via pública. tecidos. convivendo com atividade de produção artesanal de pequeno porte. dois pavimentos acima do nível da rua. convivendo com atividades comerciais e de prestação de serviços de pequeno e médio porte. com área máxima construída de 100 m². com raio de atendimento ao nível de cada distrito. eletrodomésticos. sob a forma de duas ou mais unidades residenciais em uma edificação. butiques em geral. IV – Uso Residencial Misto 1 – URM 1: uso residencial unifamiliar misto. e outros similares. com abrangência de atendimento local.Seção I Das Categorias de Uso do Solo ART. quitandas e doces. dois pavimentos. construída em um lote ou conjunto de lotes. com acesso independente do acesso às unidades residenciais e voltados diretamente para a via pública. onde poderá ser instalada atividades de comércio e de prestação de serviços de pequeno porte e abrangência local. papelaria. produtos alimentícios em geral. com acesso independente do acesso às unidades residenciais e voltados diretamente para a via pública. vestuário e moda em geral. com área máxima construída de 150 m². construída em um lote ou conjunto de lotes. constituído por uma única edificação com. discos e fitas. dois pavimentos. VI – Uso Residencial Misto 3 – URM 3: uso residencial multifamiliar misto. II – Uso Residencial 2 – UR 2: uso residencial multifamiliar sob a forma de duas ou mais unidades residenciais em uma única edificação. brinquedos em geral e outros similares. com mais de dois pavimentos. III – Uso Residencial 3 – UR 3: uso residencial multifamiliar sob a forma de duas ou mais unidades residenciais em uma única edificação. jornais e revistas. com mais de dois pavimentos. com área máxima construída de 50m². calçados. com área máxima construída de 50 m². sob a forma de duas ou mais unidades residenciais em uma edificação.

compreendendo. salão de beleza. sem limitação de área construída: Supermercados. calçados. drogarias/ perfumarias. inflamáveis. com raio de atendimento ao nível de todo o município e cidades vizinhas. com abrangência de atendimento local. XIV – Comércio Atacadista e Grandes Depósitos 2 – CA2: compreende atividades de comércio atacadista e de estocagem consideradas de impacto sobre a vizinhança e o meio ambiente. sapateiro. pequeno porte. e de risco para a saúde e a segurança da população. com raio de atendimento ao nível de todo o município e cidades vizinhas. e de risco para a saúde e a segurança da população. artigos importados. com raio de atendimento ao nível do município e localidades vizinhas. já relacionados no inciso IX deste Artigo. ao nível do bairro ou do loteamento. XVI – Prestação de Serviços 2 – PS 2. arquitetura. assistência técnica especializada em eletroeletrônicos. tóxicos. contabilidade. XIII – Comércio Atacadista e Grandes Depósitos 1 – CA1: compreende atividades de comércio atacadista e de estocagem em geral. explosivos e outros similares. b) as de produtos tóxicos. lojas de departamento. revendedoras de veículos. vestuário e moda em geral. grandes depósitos de material de construção. barbeiro. exceto aquelas classificadas como CA2. e outros similares. em instalações sem limite de área construída. sem limite de área construída: Móveis. topografia e ainda consultórios médicos e odontológicos. produtos alimentícios em geral. tecidos. XI – Comércio Varejista Especial 1 – CVE1. loterias. e que estarão sujeitas a licenciamento ambiental tais como: a) atividades cujas instalações tenham área construída superior a 100 m². inflamáveis. e outros similares. Correios e telégrafos. materiais de informática. café e lanchonetes e outros similares. XII – Comércio Varejista Especial 2 – CVE2. materiais de construção. XV – Prestação de Serviços 1 – PS 1. escritórios de profissionais liberais e empresas relacionadas à engenharia. lanchonete. lojas de maior porte para insumos e produtos agrícolas e veterinários. restaurante. butiques em geral. discos e fitas. e outros similares. eletrodomésticos. - - - - - 15 . c) depósitos de sucata e outros produtos não degradáveis. sorveterias. pequena produção artesanal. revendedoras de máquinas em geral. explosivos. brinquedos em geral e outros similares. e que estarão sujeitos a licenciamento ambiental. vídeo locadora. considerados de impacto sobre a vizinhança e o meio ambiente. d) outras modalidades atacadistas e de estocagem que forem consideradas similares e constem de normas expedidas pelos órgãos ambientais competentes. livrarias/ papelarias. sorvetes. bar/ botequim.Comércio Varejista 3 – CV3. sem limitação de área construída: Produtos perigosos. imobiliária.X . médio porte com área máxima construída de 100m². jóias/ relógios. com área máxima construída de 50m²: Costureira e consertos de roupas. consertos de eletrodomésticos.

e outros similares. equipamentos de infra-estrutura urbana e instalações para serviços públicos. com raio de atendimento ao nível do município como um todo. e outros similares. CV2 e CV3 e Prestação de Serviços PS1 e PS2. parques infantis. em instalações sem limitação de área máxima construída : Posto de saúde. serviços de hospedagem em geral e outros similares.XVII – Prestação de Serviços 3 – PS 3. manutenção e conservação de veículos e máquinas em geral. - - - - - 16 . ou à segurança. XXIII – Uso Institucional 2 – UI 2. XXI – Uso Misto Comercial e de Serviços 2 – UMCS 2. atividades religiosas. reparação. atividades associativas. postos de gasolina. espaços culturais para exposições. serviços gráficos. sem limitação e área construída. escolas de 1º e 2º graus. praças e parques urbanos para recreação e lazer. seguradoras. PS2 e PS3. agências de viagem. integrando em uma mesma edificação os usos classificados como Comércio Varejista CV1. XXII – Uso Institucional 1 – UI 1. atividades de assistência social. teatro. abrangência de atendimento ao nível do bairro ou do loteamento. cujas instalações físicas tenham área máxima construída de 200m²: Posto de saúde. creches. pré-escolar. creches.Uso Misto Comercial e de Serviços 1 – UMCS 1. praças e parques urbanos para recreação e lazer. com área máxima construída de 35m² para cada unidade comercial e de serviços. atividades associativas. XX . restaurantes. integrando em uma mesma edificação os usos classificados como Comércio Varejista CV1. atividades religiosas. CV2 e CV3 e Prestação de Serviços PS1. sem limitação de área construída e abrangência de atendimento para todo o município e região: Serviços de recreação e lazer integrados a atividades relacionadas ao turismo ecológico e/ ou rural. sem limitação de área construída e abrangência de atendimento para todo o município e ainda cidades vizinhas: Agências bancárias. garagens para guarda de veículos. comunitárias e de assistência social. maior abrangência de atendimento. serralheria. atividades esportivas. locadoras de veículos. que podem gerar impacto sobre a vizinhança e o meio ambiente. sem limitação de área construída para cada unidade comercial e de serviços. equipamentos de infra-estrutura urbana e instalações para serviços públicos e de utilidade pública. por exemplo: Carpintaria. e que estarão sujeitos ao licenciamento ambiental como. atividades sociais. cinema. com raio de atendimento ao nível de todo o município e região. e ainda os serviços relacionados no inciso XVI deste artigo sem limitação de área construída. com raio de atendimento ao nível de todo o município. ao nível central e/ ou de bairro. ou ao volume de tráfego gerado. com relação a alguma forma de poluição. XIX – Serviços Especiais – SE. garagens de empresas transportadoras de passageiros e cargas. parques infantis. XVIII – Prestação de Serviços 4 – PS 4.

Lei de Parcelamento do Solo e demais leis municipais. sem limitação de área construída. 24 desta Lei. Centro de Saúde. no que couber. as edificações necessárias aos usos a serem ali permitidos para abrigar espaços e equipamentos de uso coletivo e criar atrativos à atividade de turismo ecológico. abrangência de atendimento ao nível de todo o município e região.Os casos omissos serão objeto de análise e definição por parte da Secretaria de Planejamento. Profissionalizantes. Clubes Recreativos. serão licenciadas de acordo com o disposto nos Anexos desta Lei. § 1º . equipamentos com nível de atendimento para a cidade e/ ou cada distrito ou localidade. § 1º . tendo por base os empreendimentos e as atividades listadas na - 17 . XXV – Uso Institucional 4 – UI 4. escolas de 1º e 2º graus.Dada à importância da ADE Ambiental para preservação dos recursos hídricos da bacia do ribeirão das Areias e de conjuntos naturais e paisagísticos de interesse ambiental. estarão sujeitas ao licenciamento ambiental. § 3º . e outros similares.Caberá ao COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável a responsabilidade pelo licenciamento ambiental das atividades e empreendimentos. ressalvadas as condições estabelecidas para as atividades sujeitas a licenciamento ambiental e à apresentação de Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança. Seção II Do Licenciamento do Uso do Solo ART.XXIV – Uso Institucional 3 – UI 3. histórico e rural. em instalações sem limitação de área construída : Cursos Técnicos. ou no âmbito federal ou estadual. conforme Capítulo VI desta Lei e ainda ao disposto no Código de Obras. Código de Posturas. 25 – Nas diferentes subdivisões da Zona Urbana. analisar se a categoria de uso estará sujeita a licenciamento ambiental no âmbito do Município. § 2º . ao Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança – EIV. quando necessário. as categorias de uso do solo descritas no Art. compreendendo: Cemitério. sujeitas a licenciamento ambiental de acordo com a legislação ambiental vigente e a estudos de impacto de vizinhança. hospital. XXVI – Uso Industrial – UIND: compreende atividades de manufatura e produção industrial não poluentes e não impactantes. Faculdades.Caberá ao COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. ouvidos o COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. os órgãos estaduais e federais de meio ambiente. Praças de Esporte. Clubes Sociais. terminais e pontos de parada rodoviários. Projeto e Controle. observando-se ainda a legislação ambiental a respeito. no âmbito do município e. instalações para serviços públicos e outros similares.

II . recreação e lazer. atendendo para isto a critérios de instalação e operação dos órgãos públicos de controle ambiental. devendo o município exercer ação fiscalizadora a respeito. 18 . 27 – O uso do imóvel no Município de Ribeirão das Neves será classificado como: I – “uso conforme” quando se enquadrar nas categorias de uso permitidas na zona onde o imóvel estiver localizado.Zona Rural de Desenvolvimento Sustentável – ZRDS – usos relacionados a atividades agropastoris.O “uso não conforme” será tolerado e sua licença de funcionamento renovada desde que atenda simultaneamente aos seguintes requisitos: I – seja comprovada sua licença para funcionamento até a data de aprovação desta Lei . quando couber. e na Resolução 237/ 97 do CONAMA.Zona Rural de Preservação – ZRP: serão permitidos os usos compatíveis com os objetivos de sua preservação.Para efeito do disposto no parágrafo anterior deverá o COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável regulamentar os procedimentos necessários ao licenciamento ambiental para a localização das atividades e empreendimentos no âmbito do Município. Seção III Da Conformidade de Uso ART. empreendimentos isolados compatíveis com o meio ambiente e com o meio rural. § 1º . turismo rural. os órgãos competentes dos demais níveis de governo. parcelamentos em módulos rurais conforme Art. II – “uso não conforme” quando não se enquadrar nas categorias de uso permitidas na zona onde o imóvel estiver localizado. para as providências que se fizerem necessárias. como turismo ecológico. reflorestamentos. à pesquisas científicas e culturais e ao turismo.lei de legislação da Política Ambiental Municipal. II – não ocorra à ampliação das instalações. 26 – Nas subdivisões da Zona Rural os usos permitidos serão: I . § 2º . 21 desta Lei. informando. na Deliberação Normativa 074/2004 do COPAM. ART. III – sejam respeitadas as normas estabelecidas pelos órgãos ambientais competentes com relação às condições de instalação e de operação da atividade. com base na legislação da Política Ambiental Municipal. Parágrafo Único – As atividades decorrentes dos usos permitidos na zona rural estarão sujeitas ao cumprimento da legislação ambiental vigente e ao licenciamento realizado por meio do COMDES e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. podendo ali serem instalados Parques e Reservas Ecológicas abertos ou não à visitação pública.

variando com o Coeficiente de Aproveitamento de forma a favorecer condições adequadas para a preservação ambiental.As instalações industriais pré-existentes bem como comércio atacadista. 19 . 31 – Afastamento Frontal é a distância horizontal entre a edificação e o alinhamento do terreno com a via pública de acesso. 29 – A Taxa de Ocupação é a relação entre a projeção da edificação sobre o plano horizontal e a área do terreno a edificar. o conforto e higiene da edificação. da Taxa de Ocupação. parágrafo 1º. 33 – Os valores do Coeficiente de Aproveitamento. medidas perpendicularmente a estas divisas. 30 – Afastamentos Laterais e de Fundo são as distâncias horizontais entre a edificação e as divisas laterais e de fundo do terreno a edificar. a critério Secretaria de Planejamento. 32 – Taxa de Permeabilidade é a relação entre a área não pavimentada e não construída e a área total do terreno a edificar. da Taxa de Permeabilidade e dos Afastamentos Laterais. podendo estar também relacionada à declividade do terreno. Projeto e Controle. § 3º . XIX. solicitar a ampliação de suas instalações desde que sejam cumpridos os requisitos constantes dos incisos III e IV. XXI. comércio especial. 24. medida perpendicularmente ao alinhamento. com licença de funcionamento vigente até a data de aprovação desta Lei. do Art. ART. e a paisagem urbana.IV – sejam cumpridas as exigências do órgão municipal competente e Secretaria de Planejamento. serviços especiais e uso misto comercial e de serviços. CAPÍTULO V DA OCUPAÇÃO DO SOLO Seção I Dos Critérios e Parâmetros de Ocupação do Solo ART. deste artigo. decorrentes dos estudos prévios de impacto de vizinhança. 28 – O Coeficiente de Aproveitamento é a relação entre a área total da construção e a área do terreno a edificar. econômicas e ambientais. XIV. e comprovando-se o benefício econômico e social da atividade para o município. XII. variando em função da capacidade da infraestrutura de saneamento básico e sistema viário. ART. e demais condições sociais. ouvido ainda o COMDES. conforme incisos XI. para as diferentes subdivisões da Zona Urbana. § 2º . poderão. Projeto e Controle. ART. e XXVI. de Fundo e Frontal. ART.O descumprimento das condições acima acarretará a cassação da licença de funcionamento da atividade e as demais sanções cabíveis. XIII. ART. deverão atender ao disposto nos Anexos desta Lei.

as seguintes dependências de acesso e circulação interna. II – áreas dos vestíbulos de acesso geral das edificações. incineradores de lixo no caso de Hospitais e Centros de Saúde. quando de uso em comum. quando destinados. em comum. VI – seja respeitado o afastamento frontal mínimo estabelecido nesta Lei. quando de uso em comum. de uso residencial misto ou uso misto comercial e de serviços. em terrenos com declividade igual ou superior a 30% (trinta por cento). desde que: I – não seja superior a 0.§ 1º .Os pavimentos em subsolo e o pavimento térreo das edificações coletivas. estão excluídas da área máxima de construção permitida pelo Coeficiente de Aproveitamento: I – áreas dos estacionamentos cobertos para veículos. subestações de energia elétrica. em unidades residenciais. instalações hidraúlico-sanitárias. § 3º . poderão ter Taxa de Ocupação maior que as indicadas nos Anexos desta Lei. e as relativas à segurança e à manutenção coletiva da edificação. desde que descobertas e iguais ou inferiores a 5% (cinco por cento) da área útil da unidade. II – não seja superior a 0. casas de máquinas de elevadores.00m (seis metros). bem como a faixa non aedificandi eventualmente exigida para a via pública a que o terreno for lindeiro. VI – áreas de terraços sobre os últimos pavimentos. 20 .7 (sete décimos). III – o terreno a edificar esteja situado nas Zonas Comerciais. medidos em relação ao nível médio do terreno. equipamentos. IV – seja respeitada a altura máxima na divisa definida no parágrafo 3º deste artigo. como reservatórios de água. tendo em vista as taxas de permeabilidade mínima estabelecidas nesta Lei. V – a área não ocupada do terreno seja gramada ou receba tratamento paisagístico. IV – áreas das instalações de interesse comum. V – áreas de pavimentos em pilotis caso houver.6 (seis décimos). em terrenos com declividade inferior a 30% (trinta por cento). conforme Art.Nas edificações de Uso Residencial 3 – UR 3. a estacionamentos e aos usos de comércio e serviços e uso misto comercial e de serviços. § 2º . III – áreas das circulações horizontais e verticais em comum. respectivamente. VII – áreas de varanda ou terraço. quando de uso comum. caso houver. além do disposto nos Anexos desta Lei. no trecho edificado. deverão observar as seguintes condições: I – poderão ser dispensados no pavimento térreo e nos pavimentos em subsolo das edificações coletivas conforme o disposto no parágrafo 2º deste artigo. desde que: a) a altura da edificação na divisa não seja maior que 6. 24 desta Lei.Os afastamentos laterais e de fundo.

o valor mínimo dos afastamentos laterais e de fundo do segundo pavimento poderá ser de 1. estabelecidos pelo Código de Obras do Município. § 8º . bem como relacionadas a faixas de servidão de dutos e linhas de transmissão.Na parte do terreno não pavimentada. 21 . sem prejuízo do disposto no inciso II do parágrafo 3º deste artigo. o afastamento frontal deverá ser considerado em relação ao novo alinhamento resultante. desde que exclusivamente para atender a acessos de veículos e pedestres. deverão ser considerados os valores mínimos dos pés-direitos dos compartimentos. deverá ser: I – mantida a vegetação existente. laterais e de fundo.309 de19/06/2002 e regulamento.Nas edificações com apenas 03 (três) pavimentos. as Taxas de Permeabilidade exigidas nos Anexos desta Lei. § 10º .Quando estiver prevista faixa non aedificandi ao longo da via pública. definidos acima do nível médio do meio-fio da via pública de acesso. § 9º .Nos casos previstos nos incisos I e II do parágrafo 2º deste artigo. exigindo-se pelo menos o plantio de grama.Na ocorrência de faixas non aedificandi relacionadas ao disposto no Código Florestal e na Lei Estadual 14. os afastamentos frontal. § 5º .50m (um metro e cinqüenta centímetros) das divisas laterais e de fundo.Para efeito do disposto nos inciso I e II do parágrafo 3º deste artigo.50m (um metro e cinqüenta centímetros). § 11º . do parágrafo anterior.O afastamento mínimo calculado segundo o disposto no inciso II. abrindo para o terreno vizinho.As paredes providas de vãos de iluminação e ventilação deverão apresentar um afastamento mínimo de 1. § 4º . de acesso. poderão ser reduzidas de 0. II – revegetada a área porventura prejudicada pela construção. § 6º . bem como terraços.b) não haja vãos de iluminação e ventilação. § 7º . II – acima do pavimento térreo os valores mínimos dos afastamentos da edificação às divisas laterais e de fundo serão calculados.05 (cinco centésimos). do primeiro pavimento acima do térreo ao último pavimento. deve ser entendido como igual para toda a edificação. deverão ser medidos a partir da faixa non aedificandi estabelecida. em razão da Taxa de Permeabilidade. conforme o disposto no Código de Obras para áreas de iluminação e ventilação abertas.

criando a possibilidade de formação de um corredor ecológico.A área resultante do Afastamento Frontal. a serem preservadas ou revegetadas. nas seguintes proporções mínimas: I – 1 (uma) vaga no mínimo. calçadas de proteção e de circulação. bem como suas áreas. entende-se como: I – pavimento térreo o que tiver o piso imediatamente acima do nível médio do meio-fio da via pública de acesso ao terreno. no mínimo. § 2º . II – pavimentos em subsolo. 34 – Para efeito do disposto no Art.Para efeito de verificação do cumprimento do disposto nos Anexos desta Lei. 22 . II – 1 (uma) vaga para cada 100m² (cem metros quadrados). ART. por exigência da Taxa de Permeabilidade. ART. III – declividade de um terreno. descontadas as partes pavimentadas.Entende-se como área útil de uma edificação.Nas edificações de usos diversificados deverão ser consideradas cumulativamente as proporções estabelecidas nesse artigo para os usos definidos. 35 – Os valores do Coeficiente de Aproveitamento e da Taxa de Ocupação para a Zona Rural deverão atender ao disposto no Anexo desta Lei. industrial e institucional. ART. para efeito deste artigo. os projetos de edificações a serem aprovados deverão representar todas as benfeitorias a serem executadas no terreno. a Taxa de Permeabilidade deverá ser igual a. como pátios pavimentados. da área útil de edificação ou parte de edificação destinada a categorias de uso comercial. integrará obrigatoriamente a área exigida pela aplicação da Taxa de Permeabilidade. Lei Estadual 14. 36 – Os estacionamentos para veículos serão obrigatórios nas edificações da Zona Urbana. para cada unidade residencial nas edificações destinadas a categorias de uso residencial. § 13º . com relação à Taxa de Permeabilidade.309 de19/06/2002 e regulamento. conforme incisos I e II deste parágrafo. para a zona onde se situa o terreno. quadras de esporte e piscinas. § 14º .Em terrenos localizados dentro da Zona Urbana que apresentem vegetação considerada de preservação permanente pelo Código Florestal. ou fração. a área decorrente da aplicação dos Coeficientes de Aproveitamento previstos nesta Lei. § 1º . devidamente cotadas e niveladas. os que tiverem o piso abaixo do nível médio do meio-fio da via pública de acesso ao terreno. a declividade média da sua linha de maior declive. prestação de serviços. 33 e demais disposições desta Lei. § 12º .III – mantida continuidade com outras áreas limítrofes. à Taxa de Ocupação definida nesta Lei.

Seção II Das Condições Complementares da Edificação ART. para receber edificação. deverão apresentar um plano de movimentação de terra necessário ao assentamento da edificação e partes complementares. também consideradas de preservação. no que couber. deverá atender ao disposto na Lei de Parcelamento do Solo. no que couber. § 2º . 37 – O terreno. no Código de Obras.Quando o terreno a edificar apresentar cobertura vegetal considerada relevante nos termos da legislação federal.Quando o terreno a edificar estiver situado em mais de uma das zonas definidas nesta Lei. § 2º . no mínimo. estadual e municipal. deverá o COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. favorecendo a formação de um corredor ecológico. 20% da cobertura vegetal. no mínimo: I – a definição planialtimétrica dos planos de assentamento das edificações e partes complementares. definir os critérios para o desmatamento permitido. circulações e espaços de espera dos estacionamentos de que trata este artigo deverão ainda atender ao disposto no Código de Obras do Município. ART. 38 – Os projetos de edificação na Zona Urbana. obrigatoriamente. e ser submetido a licenciamento ambiental junto aos órgãos ambientais competentes no âmbito municipal e. prevalecerá o disposto para a zona que corresponder à sua maior parte. o plano de movimentação de terra deverá apresentar estudos relacionados à vulnerabilidade geotécnica da área. manter continuidade com outras áreas limítrofes.O plano de movimentação de terra compreenderá. 23 . II – a conformação de taludes de estabilização dos maciços resultantes de cortes e aterros.A critério do órgão municipal competente.A área de cobertura vegetal a ser preservada conforme o disposto no parágrafo anterior deverá.§ 3º . § 1º .As vagas. § 3º . além do disposto no Código de Obras. III – o plano de proteção contra a ação de águas pluviais. § 1º . e às demais condições de titularidade e regularização exigidas pelo Município de Ribeirão das Neves. as determinações do Instituto Estadual de Florestas – IEF e a manutenção de. no âmbito estadual. em se tratando de edificações de grande porte e de terrenos com faixas de declividade igual ou superior 20%.

em edificações coletivas.Os taludes resultantes da movimentação de terra deverão atender às seguintes condições básicas: I – a inclinação dos taludes em corte deverá observar um angulo máximo de 45º (quarenta e cinco graus) em relação ao plano horizontal. pela necessidade de alteração do projeto. ou ainda envolvendo solos considerados instáveis. II – respeitado o pé-direito mínimo de 2. podendo-se concluir. para alturas de corte até um máximo de 3.00m (três metros) de altura e/ ou terrenos com mais de 30% (trinta por cento) de declividade. inclusive. 33 desta Lei. Parágrafo Único – Para efeito do disposto no inciso I do caput deste artigo.IV – a concepção de formas artificiais eventualmente necessárias para a contenção dos maciços resultantes de cortes e aterros.40 (dois metros e quarenta centímetros) conforme o disposto no Código de Obras.00m (três metros) e em terrenos com um máximo de 30% (trinta por cento) de declividade. e permitir o lançamento de uma rampa de acesso para pedestres com no máximo 10% (dez por cento) de declividade longitudinal. 39 – Os estacionamentos cobertos para veículos. no trecho correspondente à testada do terreno a edificar.Constituem condições básicas a serem observadas nos planos de movimentação de terra a procura do máximo equilíbrio entre cortes e aterros e a garantia de segurança para os imóveis vizinhos e logradouros públicos. II – a inclinação dos taludes em aterro deverá observar um angulo máximo de 30º (trinta graus) em relação ao plano horizontal. deverão ser objeto de licenciamento ambiental independente da zona onde estiver localizado. observado ainda o disposto no parágrafo 1º deste artigo.Cortes ou aterros envolvendo mais de 3. § 3º .50m (um metro e cinqüenta centímetros) das divisas do terreno.00m (três metros) e em terrenos com um máximo de 30% (trinta por cento) de declividade.20m (um metro e vinte centímetros) em relação ao nível médio do meio-fio da via pública de acesso. para alturas de aterro até um máximo de 3. desde que: I – respeitado o desnível máximo de 1. no trecho correspondente à testada do terreno a edificar. 24 . ART.As linhas de “off-set” dos taludes não poderão distar menos de 1. a soleira de entrada da edificação envolvida poderá apresentar um desnível máximo de 1. poderão se beneficiar das condições estabelecidas no parágrafo 2º do Art. § 4º . § 5º . residenciais ou não. § 6º .10m (um metro e dez centímetros) entre o nível do teto do estacionamento e o nível médio do meio-fio da via de acesso.

desde que: 25 . 39 e no Art. as soleiras de entrada das edificações coletivas. desde que em área livre e de uso em comum dos moradores das diversas unidades previstas. § 4º . que permita uma rampa de acesso para pedestres com no máximo 10% (dez por cento) de declividade longitudinal. considerado de uso coletivo. caixas de escada. § 5º . § 7º . está excluída da área máxima de construção possibilitada pelo Coeficiente de Aproveitamento definido para a zona. quando de uso em comum. residenciais ou não. § 1º .O terraço de que trata este artigo poderá ser coberto até o máximo de 60% (sessenta por cento) de sua área. 40 desta Lei. § 6º . § 1º . portaria.Conforme definido nesta Lei. 40 – De uma maneira geral. de área livre e perímetro aberto. 42 – A cobertura do último pavimento em edificações coletivas poderá ser aproveitada como terraço. consideradas em relação ao nível médio do meio-fio da via pública de acesso.Considera-se como pavimento em pilotis o pavimento apenas estruturado. ou dos usuários. ART. com mais de 3 (três) pavimentos habitáveis. será obrigatória a previsão de um pavimento em pilotis.ART.O pavimento em pilotis em edificações coletivas de uso misto residencial poderá se constituir em pavimento de transição entre os pavimentos não residenciais e os residenciais. quando se tratar de uso comercial e/ ou de serviços. 41 – Nas edificações coletivas.Nos pavimentos em pilotis deverão ser respeitados os parâmetros estabelecidos nos Anexos desta Lei.Quando o nível do piso do pavimento em pilotis corresponder ao da soleira de entrada da edificação. deverão ser observadas as mesmas determinações para estas estabelecidas no parágrafo único do Art. ART. elevadores e afins. uso residencial misto multifamiliar. excetuando-se o caso previsto no parágrafo único do Art. § 2º . a área do pavimento em pilotis.No pavimento em pilotis será permitido o fechamento apenas do espaço necessário à acomodação do vestíbulo de entrada. 39 desta Lei.O pavimento em pilotis em edificações coletivas não residenciais deverá se constituir em pavimento de transição entre o pavimento térreo e os demais pavimentos. deverão ser niveladas ou estar a uma determinada altura em relação ao nível médio do meio-fio. conforme o caso. quando se tratar de uso residencial multifamiliar. § 3º .

45 – O Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança – EIV deverá incluir a análise de.Deverá ser dada publicidade aos documentos integrantes do EIV. ficando a critério da Secretaria Municipal de Planejamento. IV – valorização imobiliária. em conformidade com a Política Municipal de Meio Ambiente. CAPÍTULO VI DA EXIGÊNCIA DE ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA ART. casas de máquinas. deverá obedecer ao disposto no Código de Obras do Município. § 1º .O acesso ao terraço de que trata este artigo. 43 – A obrigatoriedade do uso de elevadores na circulação vertical. § 4º . Coordenação e Controle. recusar o projeto da cobertura se a mesma implicar em desarmonia com a tipologia do conjunto arquitetônico existente em suas vizinhanças. III – uso e ocupação do solo. § 3º . poderá ser feito através apenas de escada de uso comum. para obterem a licença de construção. além de escadas.50m (um metro e cinqüenta centímetros) entre a borda do terraço e a borda da cobertura. VII – paisagem urbana e patrimônio natural e cultural. reservatórios de água. II – tenha o perímetro aberto e a área livre.O projeto da cobertura do terraço deverá ser aprovado e fará parte do conjunto do projeto arquitetônico. excetuados acessos. a partir do último pavimento. 44 – Atividades ou empreendimentos privados ou públicos que. ART. elaborar o Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança .257/01 – Estatuto da Cidade. após análise do COPLAN. vierem a causar impactos negativos à qualidade de vida da população residente na área onde pretendem se localizar e em suas proximidades. 26 .Conforme estabelecido nesta Lei. § 2º . conforme o caso. VI – ventilação e iluminação.I – seja observado um afastamento mínimo de 1. instalações sanitárias de uso coletivo e depósito de material de limpeza. deverão. V – geração de tráfego e demanda por transporte público.EIV em conformidade com a Lei federal 10. caixas de escada. II – equipamentos urbanos e comunitários. ampliação ou funcionamento a cargo do Poder Público municipal. que deverão ficar disponíveis para consulta pública no órgão municipal competente. no mínimo. as seguintes questões: I – adensamento populacional. ART. a área do terraço de que trata este artigo poderá ser excluída da área total de construção possibilitada pelo Coeficiente de Aproveitamento definido para a zona.

A exigência de EIA não elaboração do EIV. e/ ou na Lei de Parcelamento do Solo do Município. II. 27 . III e IV do Capítulo II. de compras e ainda.As penalidades e suas respectivas formas de aplicação. centros zoneamento.As penalidades e suas respectivas formas de aplicação.Estão sujeitas ao EIV as visual.A elaboração do EIV não substitui a elaboração e aprovação dos Estudos de Impacto ambiental nos termos da legislação municipal ambiental vigente. atividades urbanas que causam poluição rádio base de celulares. IV. § 3º . § 2º . III e V deste artigo. no que couber. além de enquadrarem-se. na legislação ambiental municipal e/ ou Código de Posturas do Município. V desta Lei. § 1º . II – o não cumprimento dos parâmetros de ocupação do solo tratados no Capítulo II. V desta Lei. VI – o desrespeito às determinações do Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança exigido nesta Lei. III. 46 – Constituem infrações a esta Lei: I – o desrespeito às limitações de uso do solo de que trata as Seções I. hipermercados. no disposto no Código de Obras. CAPÍTULO VII DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES ART. IV – o desrespeito ao disposto para as Áreas de Diretrizes Especiais – ADE. III. no que couber. no disposto no Código de Obras.No tocante a casos omissos será criada uma Lei municipal específica onde definirá os empreendimentos e atividades privados ou públicos que dependerão do Estudo Prévio de Impacto de Vizinhança – EIV. mudanças de desobriga ao município a exigência de § 4º . considerandose as infrações relativas aos incisos II. II.§ 2º . loteamentos. poluição sonora. § 3º . Seção I. IV. Capítulo V e nos Anexos I. na legislação ambiental municipal. estações de condomínios. V – o desrespeito às determinações dos processos de licenciamento ambiental exigidos nesta Lei. II.As penalidades para as infrações relativas ao inciso IV deste artigo serão caracterizadas nos decretos de regulamentação e legislação complementar decorrentes dos projetos específicos para cada Área de Diretrizes Especiais – ADE. considerandose as infrações relativas ao inciso I deste artigo. além de enquadraremse. III – o desrespeito às demais condições complementares da edificação de que trata a Seção II do Capítulo V desta Lei. II e III do Capítulo IV e nos Anexos I. definidas no Capítulo III desta Lei.

e a necessidade de se ter uma planta cadastral atualizada para a implementação dessas ações. ao disposto na legislação ambiental municipal. bem como de quaisquer benfeitorias que impliquem em alteração do sítio natural. no que couber. e do projeto de lei do Código de Obras. ART. § 5º . mediante taxa a ser fixada. 50 – Na Guia de Lançamento do Imposto Predial e Territorial Urbano IPTU deverá constar a indicação da Zona Urbana ou da Área de Diretrizes Especiais onde o imóvel estiver localizado. nos processos para aprovação de projetos de edificações. ART. deverá proceder à elaboração de uma base cadastral para o município. quando necessário. o COMDES e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. as determinações desta Lei. passível de atualizações sistemáticas. cópias impressas desta Lei e de seus Anexos. 52 – A Prefeitura deverá fornecer ao público. a ser implantada a partir de um sistema cadastral informatizado. ART. a contar da data da publicação desta lei. sendo ouvidos o COPLAN. 51 – As modificações das disposições desta Lei dependerão de Lei Municipal. e observadas a legislação ambiental vigente. seja na Zona Urbana. de forma a se constituir em um instrumento essencial de apoio ao planejamento urbano e ao desenvolvimento municipal. na amplitude de cada núcleo urbano existente. da Lei de Parcelamento do Solo. 53 – A Prefeitura fornecerá aos interessados. 28 . ART.As penalidades para as infrações relativas ao inciso VI deste artigo serão caracterizadas nos decretos de regulamentação e legislação complementar específica. 47 – Fica estabelecido o prazo de até seis (06) meses. georreferenciado e alfanumérico. do Código de Posturas e demais leis municipais. as informações básicas necessárias ao cumprimento desta Lei. deverão ser submetidos à aprovação da Prefeitura através do órgão municipal competente. do Código de Obras. as infrações relativas ao inciso V estarão sujeitas. ART. tendo em vista as ações necessárias à aplicação e à fiscalização desta Lei e demais leis urbanísticas.Sem prejuízo das penalidades de que trata o parágrafo 1º deste artigo. para a elaboração e aprovação dos projetos de Lei de Parcelamento e de Regularização Fundiária. 48 – Todos os projetos de edificação em Ribeirão das Neves. 49 – A Prefeitura. CAPÍTULO VIII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS ART. no prazo de 30 (trinta) dias a partir da data de aprovação desta Lei. ART. quando couber. seja na Zona Rural.§ 4º .

protocolizados até esta data. ART. preservando porém processos relativos ao uso e ocupação do solo. WALACE VENTURA ANDRADE PREFEITO MUNICIPAL 29 . 55 – Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.591/ 64. Ribeirão das Neves.ART. deverão atender também ao estabelecido na Lei Federal 4. em 15 de dezembro de 2006. além do estabelecido nesta Lei. 54 – As habitações multifamiliares. revogadas as disposições em contrário. que dispõe sobre condomínios em edificações.

contornando esse limite até o limite de propriedade do Bairro Franciscadriângela e contornando este limite até o ponto 04 de coordenadas 592924. seguindo em linha reta até o ponto 06 de coordenadas 591076.0807 situada aproximadamente no limite de propriedade do Bairro Sevilha.2935 localizado na divisa dos municípios de Ribeirão das Neves e Vespasiano.7678 e 7817670. seguindo por esta divisa nas direções oeste e noroeste até o ponto 02 de coordenadas 594498.4630 e 7815817.5705 e 7815033. em sua parte situada dentro do território do Município de Ribeirão das Neves. seguindo esse limite na direção sudoeste até a divisa municipal com o Município de Esmeraldas.3554.9440 situado aproximadamente no limite de propriedade do Condomínio Residencial Vale das Acácias contornando esse limite e o limite de propriedade do Condomínio Residencial Vale do Ouro na direção sudeste até o ponto 08 de coordenadas 592263.4324 e 7816966.8141 e 7815622.9963 e 7811868.8635 situado aproximadamente a 500 metros da faixa de domínio da BR 040.3554 situado aproximadamente no limite de propriedade do Bairro Jardim Verona.1806 situado aproximadamente no limite de propriedade do Bairro Vereda. contornando esse limite na direção noroeste.6854 situado aproximadamente a 500 metros da faixa de domínio da BR 040. daí segue na direção noroeste mantendo a distância de 500 metros da rodovia até o limite de propriedade do Bairro Belvedere. seguindo daí na direção noroeste mantendo a distância de 500 m da rodovia. A segunda poligonal contorna áreas do Distrito Sede e Distrito de Justinópolis e tem a seguinte descrição: Começa no ponto 01 de coordenadas 604918. seguindo esta na divisa na direção sudeste até a divisa com o Município de Belo Horizonte e daí seguindo por essa divisa na direção sudoeste até a divisa com o Município de Contagem.3619 e 7808260. A primeira poligonal coincide com os limites de propriedade do Condomínio Residencial Solar das Paineiras.6976 e 7807740. até o limite de propriedade do Bairro Napoli. Daí segue esse limite até o ponto 03 de coordenadas 594979. contornando este limite até o ponto 05 de coordenadas 591674. seguindo este limite na direção nordeste até o ponto 11 de coordenadas 594957.7131 e 7815061.3182 e 7810638. seguindo este limite na direção nordeste e depois na direção sudeste até o ponto 09 de coordenadas 592867.7336 e 7812183.6096. daí segue na direção nordeste até o ponto 10 de coordenadas 593670.6204 situado aproximadamente no limite de propriedade do Estádio de MG/Penitenciária José Maria Alkimim. Daí segue por esta divisa até o ponto 07 de coordenadas 589849.ANEXO I DESCRIÇÃO DO PERÍMETRO URBANO DE RIBEIRÃO DAS NEVES O perímetro urbano de Ribeirão das Neves é definido por duas poligonais. 30 .1790 situado aproximadamente no limite de propriedade da Penitenciária.

8477 e 7812783. passando pela divisa municipal com Pedro Leopoldo e continuando a contornar o limite de propriedade do Bairro Menezes. Daí segue em linha reta na direção nordeste até o ponto 21 de coordenadas 601956. descendo o leito do córrego até sua confluência com o córrego da Foice. até o ponto 22 de coordenadas 602361. Daí segue em linha reta na direção sul até o ponto 19 de coordenadas 599892.0409 e 7815772.9443 e 7814845. segue daí em linha reta na direção sudeste até o ponto 20 de coordenadas 600888.0000. daí segue em linha reta na direção nordeste até o ponto 13 de coordenadas 597659. seguindo este limite na direção norte. Daí segue em linha em linha reta na direção sul até o ponto 17 de coordenadas 599370.5957 situado na divisa com o Município de Pedro Leopoldo. Câmara Municipal de Ribeirão das Neves.9551 e 7813722. 9 de outubro de 2006. situado aproximadamente no leito do córrego da Colina.passando pelo conjunto arco-íris e seguindo ainda os limites de propriedade dos Bairros Rosaneves e Barcelona.1837 situado aproximadamente no limite de propriedade do Bairro Menezes.2036 e 7812416.3460 e 7818000.3832. na direção sudoeste. até o ponto 12 de coordenadas 597000.1844 e 7819285. na direção sudeste. ainda nesta divisa.6566.0000 e 7816540. daí segue em linha reta na direção norte até o ponto 14 de coordenadas 597669. fechando o Perímetro Urbano. Juarez Carvalho de Oliveira Presidente em exercício Primeiro Secretário Célio Eustáquio da Fonseca 31 .7249 situado aproximadamente no cruzamento de antigo caminho de terra com leito do córrego do Serrote.6480 situado aproximadamente no leito do córrego do Açude e daí segue em linha reta na direção nordeste até o ponto 01.1707 e 7816560.9009. seguindo por esse limite até o ponto 16 de coordenadas 598150.8666 e 7813617.3023 situado aproximadamente no limite de propriedade do Bairro Santinho. seguindo esta divisa na direção sul e leste ate o ponto 15 de coordenadas 598643. Daí segue em linha reta na direção nordeste até o ponto 23 de coordenadas 603789.0387 e 7811348.6254 e 7813605.8980.8866.3220 situado na divisa municipal com Pedro Leopoldo seguindo esta divisa na direção leste até o ponto 18 de coordenadas 599771.

Bairro Jardim Verona e o limite do Município com Contagem e Esmeraldas (classificado como ZEU1). Bairro Franciscadriangela. Bairro Alterosa. Bairro Nápoli. 32 .O MAPA 18 – ZONEAMENTO DA LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO INCLUIRÁ AS SEGUINTES ALTERAÇÕES: 1 – Classificar Zona Rural (ZR) parte do território do Município situado entre: Bairro Vereda.

2 – Classificar ZEU5 parte do território do Município situada entre os Bairros Alicante e Santinho.1). N-S 7809 e 7822. 3 – Classificar ZEU2 parte do território do Município situada no quadrante definido pelas coordenada E-0 – 598 E 600. Juarez Carvalho de Oliveira Presidente em exercício Primeiro Secretário Célio Eustáquio da Fonseca 33 . Câmara Municipal de Ribeirão das Neves. 9 de outubro de 2006. (classificar como ZIE. a face sudeste da estrada para o Povoado dos Pereiras (classificado como ZEP6). 4 – Classificar ZEU5 parte do território do Município situada no quadrante definido pelas coordenadas E-0 598 E 600. a face noroeste da estrada para o Povoado dos Pereiras. (classificar como ZEP6). N-S 7809 e 7812.

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