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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação a Distancia

Exercício de Auto - Avaliação

Cândida Chea Consolo, código: 708195096

Curso: Licenciatura em Ensino de Historia


Disciplina: Introdução a filosofia
Ano: 2º Ano

Nampula, Abril, 2020


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Classificação
Categorias Indicadores Padrões Pontuação Nota do
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máxima tutor
 Capa 0.5
 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
 Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
 Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
 Articulação e
domínio do discurso
Conteúdo académico 2.0
(expressão escrita
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão  Revisão bibliográfica
nacional e
internacionais 2.
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.0
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

ii
Folha para recomendações de melhoria
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Índice
Introdução.........................................................................................................................................6
Unidade 1:........................................................................................................................................7
Universalidade e particularidade da Filosofia..................................................................................7
A particularidade da Filosofia..........................................................................................................7
Unidade 2:........................................................................................................................................8
Diferença da filosofia e outras ciências............................................................................................8
Natureza das questões filosóficas.....................................................................................................8
Unidade 3:........................................................................................................................................8
Etapas da Filosofia Grega Clássica..................................................................................................8
Unidade 4:........................................................................................................................................9
Percurso da fase mítica da fase racional...........................................................................................9
Unidade 5:........................................................................................................................................9
Diferença entre ética e a moral.........................................................................................................9
Aspectos da consciência moral.......................................................................................................10
Unidade 6........................................................................................................................................10
Elementos da ética individual.........................................................................................................10
Unidade 7:......................................................................................................................................10
O Fazer e agir.................................................................................................................................10
Unidade 9:......................................................................................................................................11
Bioética e o impacto para a vida humana.......................................................................................11
Unidade 10:....................................................................................................................................12
Caracterização da teoria de conhecimento.....................................................................................12
Unidade 11:....................................................................................................................................12
Princípio da razão humana.............................................................................................................12
Unidade 12:....................................................................................................................................12
Empirismo......................................................................................................................................12
Unidade 13:....................................................................................................................................13
Relação entre a extensão e a compreensão do conceito.................................................................13
Unidade 14:....................................................................................................................................13
Classificação das ciências segundo Augusto Comte......................................................................13
Círculo de Viena.............................................................................................................................13
Unidade 15:....................................................................................................................................14
Princípios da razão.........................................................................................................................14
Unidade 16:....................................................................................................................................14
Dimensão do discurso humano.......................................................................................................14
Unidade 17:....................................................................................................................................14
iv
Classificação do conceitos e termos...............................................................................................14
Unidade 18:....................................................................................................................................15
Conceito de política........................................................................................................................15
Relação entre Filosofia e Política...................................................................................................15
Classificação do Estado..................................................................................................................15
Unidade 19:....................................................................................................................................15
Dimensões do discurso humano.....................................................................................................15
Os novos domínios da Lógica e suas implicações social...............................................................16
Filosofia Política na Antiguidade - Platão (428-347 a.C)..............................................................16
Filosofia política na idade média - Santo Agostinho (354-430).....................................................16
Filosofia na idade moderna............................................................................................................17
A Filosofia Política Contemporânea - John Rawls (1921-2002)....................................................17
Unidade 20:....................................................................................................................................17
Historia e objectivo dos direitos Humanos.....................................................................................17
Definição do estado........................................................................................................................18
Elementos do Estado......................................................................................................................18
Formas de governo.........................................................................................................................18
Importância do conhecimento........................................................................................................18
Importância e perigos do conhecimento científico.........................................................................18
Unidade 21:....................................................................................................................................19
Tipos e forma de conhecimento.....................................................................................................19
Unidade 22:....................................................................................................................................19
Definição de Estética......................................................................................................................19
Unidade 23:....................................................................................................................................19
Obra de arte....................................................................................................................................19
Unidade 24......................................................................................................................................20
A experiência religiosa...................................................................................................................20
Modos de encarar a religião...........................................................................................................20
Conclusão.......................................................................................................................................21
Bibliografia.....................................................................................................................................22

v
Introdução
O presente trabalho é resumo de aspectos filosóficos referente ao conhecimento, lógica,
filosofia política e outros que ao longo da leitura ira se deparar. A Filosofia é uma ciência
com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Ou seja, a Filosofia não serve para
nada. Por isso, se costuma chamar de “filósofo” alguém sempre distraído, com a cabeça no
mundo da lua, pensando e dizendo coisas que ninguém entende e que são perfeitamente
inúteis. Essa pergunta, “Para que Filosofia?”, tem a sua razão de ser. Em nossa cultura e em
nossa sociedade, costumamos considerar que alguma coisa só tem o direito de existir se tiver
alguma finalidade prática, muito visível e de utilidade imediata. Por isso, ninguém pergunta
para que as ciências, pois todo mundo imagina ver a utilidade das ciências nos produtos da
técnica, isto é, na aplicação científica à realidade. Todo mundo também imagina ver a
utilidade das artes, tanto por causa da compra e venda das obras de arte, quanto porque nossa
cultura vê os artistas como génios que merecem ser valorizados para o elogio da humanidade.

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Unidade 1:
Universalidade e particularidade da Filosofia
A universalidade da filosofia pode ser entendida em diferentes sentidos:

 Todos os homens são filósofos - este sentido radica no facto de todo o homem ter
razão. Tal universalidade conduziu à distinção entre um filosofar espontâneo, presente,
em todo o homem, e um filosofar sistemático, específico dos filósofos.
 A ciência do universal e do ser - Como afirma Santo Tomás de Aquino: “a filosofia é
sabedoria no sentido em que, conhecendo o universal, ela conhece, através dele, todos
os singulares que revelam desse universal”.
 Construção de um sistema de verdades universais - Foi este o projecto de Descartes
que procurou encontrar um fundamento, evidente e indubitável, a partir do qual
dedutivamente construiu um sistema filosófico.
 existência do homem - Tais problemas, apesar de serem formulados por um filósofo
exprimem inquietações e esperanças que são próprias da humanidade.

A particularidade da Filosofia
Segundo CHAUI (2002) A particularidade da Filosofia reside no facto do que cada filósofo
aborda uma realidade dada baseando-se na sua própria razão: tantos filósofos, tantas maneiras
de abordar uma realidade, isto é, tantos filósofos, tantas filosofias.
Importância da filosofia na vida do homem

A Filosofia é muito importante para nós, embora muitos não saibam da sua importância. Ela
nos ajuda desvendar os mistérios e histórias da nossa existência, e compreender o porquê e a
razão fundamental para tudo o que existe.

A Filosofia permite ao Homem ter mais de uma dimensão, além da que é dada pelo agir
imediato, no qual o Homem “prático” se encontra mergulhado. É a Filosofia que dá o
distanciamento para avaliação dos fundamentos dos actos humanos e dos fins a que eles se
destinam, ALVES (2009).

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Unidade 2:
Diferença da filosofia e outras ciências
Podemos diferenciar a filosofia das outras ciências pelo objecto específico de estudo: à física
cabe investigar os movimentos dos corpos; à biologia, a natureza dos seres vivos; à química,
as transformações substanciais, e assim por diante. (ROSA, s/d, p.28).

A filosofia distingue-se de outras ciências pelas seguintes razões:

 Pela profundidade da investigação: enquanto a ciência procura as causas próximas


imediatas da s coisas, a Filosofia procura as causas últimas e finais das coisas;
 Pela reflexão crítica: enquanto a ciência pressupõe reflexão e crítica, a Filosofia põe
em questão tudo o que se apresenta ao espírito para examinar, discutir, avaliar e
descobrir o seu significado, inclusive o da própria ciência;
 Pelo grau de generalidade e síntese: a ciência limita-se à realidade dos factos e
ocupa-se dos fenómenos, enquanto que a Filosofia procura dar unidade total ao saber e
pretende penetrar na realidade global;
 Pela humanidade e valorização: a ciência ocupa-se em geral, da realidade estranha ao
homem, enquanto que a Filosofia é essencialmente humana e axiológica, ou seja, ela
dá valor à acção e a existência humana.

Natureza das questões filosóficas


O homem primitivo limitava-se a aceitar o mundo e a vida tais como eles eram. Para os
gregos, mito é um discurso pronunciado ou proferido para os ouvintes que recebem como
verdadeira a narrativa, porque confiam naquele que narra; é uma narrativa feita em público,
baseada na autoridade e confiabilidade da pessoa do narrador.

Unidade 3:
Etapas da Filosofia Grega Clássica
A história da Grécia costuma ser dividida pelos historiadores em quatro fases ou épocas:

Período pré-socrático ou cosmológico – a Filosofia se ocupa fundamentalmente com a


origem do mundo e as causas das transformações na Natureza.

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Período socrático ou antropológico - a Filosofia investiga as questões humanas, isto é, a
ética, a política e as técnicas.

Período sistemático - a Filosofia busca reunir e sistematizar tudo quanto foi pensado sobre a
cosmologia e a antropologia. (ROSA, s/d, p.35).

Período helenístico ou greco-romano - a Filosofia se ocupa sobretudo com as questões da


ética, do conhecimento humano e das relações entre o homem e a Natureza e de ambos com
Deus.

Unidade 4:

Percurso da fase mítica da fase racional

A passagem da concepção mítica para a racionalidade não é o resultado de um salto, um


“milagre”, realizado por um povo privilegiado, mas a culminação de um processo que se fez
através dos tempos e tem sua dívida com o passado mítico.

Unidade 5:

Diferença entre ética e a moral

Ética - É a ciência que tem por objecto o fim da vida humana e os meios para alcançá-los.
Enuanto que Moral é o conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da
tradição e do cotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade.
FREITAG (1984, p.26) “A moral orienta o comportamento do homem diante das normas
instituídas pela sociedade ou por determinado grupo social. Diferencia-se da ética no sentido
de que esta tende a julgar o comportamento moral de cada indivíduo no seu meio. No
entanto, ambas buscam o bem-estar social”.

Aspectos da consciência moral

A consciencia moral é a característica que melhor distingue os homens dos outros animais.
Ela permite o desenvolvimento do saber e de toda essa racionalidade que se empenha em
distinguir o verdadeiro do falso. além dessa consciência lógica, o ser humano possui também
uma consciência moral, isto é, a faculdade de observar a própria conduta e formular juízos
sobre os atos passados, presentes e as intenções futuras.
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Unidade 6

Elementos da ética individual

 Responsabilidade - responder pelos próprios actos e ter a obrigação de prestar contas


pelos actos praticados perante a nossa consciência e perante outras pessoas e a
sociedade.
 O mérito - é definido como sendo a aquisição de valores, em consequência do bem
que se pratica. O seu oposto é o demérito, que é a perda de valor, em virtude dos
factos cometidos.
 A sanção - é o prémio ou o castigo infligido pelo cumprimento ou violação da lei.
 O dever - pode ser entendido como um imperativo, isto é, como uma ordem a que o
indivíduo se terá de submeter.
 Justiça tem-se geralmente entendido a vontade firme e constante de reconhecer e
atribuir o que é devido aos outros.

Unidade 7:
O Fazer e agir
Segundo (ROSA, s/d, p.49) .Aristóteles na ética e na Política, distinguia entre o fazer ou
produzir como a acção tem como finalidade dominar e organizar uma matéria exterior –
produção técnica ou actividade centrada no objecto. o agir, a acção não tem como principal
finalidade transformar uma matéria exterior, mas transformar o próprio agente, pois agir
remete uma actividade centrada no sujeito ou no agente da acção.

Unidade 8

Valores subjectivos e objectiva

Subjectiva: quando designam um padrão de comportamento a que alguém dá importância ou


relevo (por exemplo, a honestidade, a parcimónia no uso dos prazeres, a preocupação com
questões espirituais);

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Objectiva: quando designam padrões de comportamentos reconhecidos e adoptados por um
grupo ou comunidade mais ou menos vasta (a moda de um abraço, uma determinada estação,
a indumentária tradicional de uma região ou os valores de uma mercadoria).

Hierarquia dos valores

A - Valores sensíveis B – Valores espirituais


 . Os valores do agradável e do prazer  . Valores lógicos
 . Valores vitais ou da vida  . Valores éticos
 . Valores de utilidade:  . Valores estéticos, ou do
Belo
 . Valores religiosos

Unidade 9:
Bioética e o impacto para a vida humana

Segundo SEGRE & COHEN (1995), “ bioética é o ramo da ética que enfoca questões
relativas à vida e à morte, propondo discussões sobre alguns temas, entre os quais:
prolongamento da vida, morrer com dignidade, eutanásia e suicídio assistido”.

Em relação à legalização da eutanásia, se relaciona a um suposto aumento do poder dos


médicos na determinação da morte. Por outro lado, os que a defendem retomam o princípio da
autonomia e a priorização do que é qualidade de vida, apontando que na sociedade actual se
observa uma desapropriação da morte. 

Unidade 10:

Caracterização da teoria de conhecimento

A teoria do conhecimento é uma área da filosofia voltada para a compreensão da origem,


natureza e a forma que tornam possível o ato de conhecer pelos seres humanos, MENEZES
(2006).
Desde a antiguidade a Filosofia buscou perceber sobre qual era a
origem do conhecimento. Alguns defenderam que o homem nasce com
os conhecimentos, e outros ainda afirmaram que o conhecimento
adquir-se pela experiência. Para os empiristas, o modelo do
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conhecimento verdadeiro é dado pelas ciências naturais ou ciências
experimentais, como a física e a química. O racionalismo afirma que
tudo que existe tem uma causa inteligível, mesmo que não possa ser
demonstrada de fato, como a origem do Universo, (ROSA, s/d, p.78).

Unidade 11:

Princípio da razão humana


Estaremos mediante um principio da razão quando a possibilidade de saber e conhecimento da
causa.

Unidade 12:
Empirismo
Responsável pela existência das ideias na razão e controlando o trabalho da própria razão,
pois o valor e o sentido da actividade racional dependem do que é determinado pela
experiência sensível. Os principais representantes do empirismo são: Francis Bacon, John
Locke e David Hume.

O racionalismo
Privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao
conhecimento. Considera a dedução como o método superior de investigação filosófica. René
Descartes (1596-1650), Spinoza (1632-1677) e Leibniz (1646-1716) introduzem o
racionalismo na filosofia moderna. Friedrich Hegel (1770-1831), por sua vez, identifica o
racional ao real, supondo a total inteligibilidade deste último.

Unidade 13:
Relação entre a extensão e a compreensão do conceito

Chama-se compreensão (conotação ou intenção) de uma ideia: ao conjunto de propriedades


que lhe podem ser atribuídas.

Por exemplo: a ideia de “triângulo” contém uma extensão, figura, três linhas, três ângulos,
etc.

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Chama-se extensão (denotação ou domínio da aplicação) de uma idéia: ao conjunto de seres a
que essa ideia é atribuível.

Por exemplo: o conceito de “Homem” convém a portugueses, franceses, brancos, amarelos,


negros, António, Rute, etc.

A extensão e a compreensão variam em sentido inverso: quanto mais complexa é uma idéia
tanto mais limitada será a sua esfera de aplicação.

Unidade 14:

Classificação das ciências segundo Augusto Comte

Augusto Comte considera a existência de seis ciências fundamentais: a matemática, a


astronomia, a física, a química, a biologia e a física social - a hierarquia que se estabelece
naturalmente entre elas, baseia-se em critérios históricos, lógicos e pedagógicos.

Círculo de Viena

O círculo de Viena foi um grupo de cientistas que marcou a filosofia da ciência. Foi formado
na década de 1920 por cientistas de diversas áreas. O círculo de Viena desenvolveu
positivismo lógico ou ainda empirismo lógico, que enfatizavam as exigências de clareza e
precisão e propuseram o critério da verificabilidade para validar uma teoria científica.

Unidade 15:
Princípios da razão

 Identidade,
 Não-contradição,
 Terceiro Excluído;
 Razão Suficiente.

Unidade 16:
Dimensão do discurso humano

O discurso humano é pluridimensional, isto é, é constituída por diversas dimensões. Dentre


elas destacamos as seguintes:
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1. Dimensão sintáctica - Tradicionalmente, define-se sintaxe, como a parte da gramática que
trata das regras combinatórias entre os diversos elementos da frase, ou seja, trata da relação
intralingüística dos signos entre si.

2. Dimensão semântica a semântica trata das relações dos signos (as palavras ou frases) com
os seus significados (significações) e destes com as realidades a que dizem respeito
(referência).

3. Pragmática - é o estudo do uso das proposições, mas também, pode definir-se como o
estudo da linguagem, procurando ter em conta a adaptação das expressões simbólicas aos
contextos referencial, situacional, de acção e interpessoal.

Unidade 17:

Classificação do conceitos e termos

Conceito é a representação intelectual da essência de um objecto, representa o que de


permanente, imutável e comum em todos os objectos de uma espécie

O termo é como que a ideia exteriorizada e concretizada, visto que, concebido um conceito,
só lhe damos existência depois de encontrarmos o termo que a pode exprimir.

o conceito é a representação intelectual de um objecto, o termo é o que dá existência objectiva


ao conceito; o termo é a expressão externa (verbal) de um conceito ou nada.

Unidade 18:

Conceito de política

Segundo ROSA ( s/d, p.112) “pode ser entendida como arte de governar, isto é, os princípios
directivos da acção de um governo, quer no que diz respeito à sua administração interna,
quer no tocante às relações com os outros Estados”.

Relação entre Filosofia e Política

A relação que se encontra entre a Filosofia e a política está no facto de que, a filosofia procura
deter-se e abarcar nas condições de emergência da coisa pública no homem como animal

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político e na tipologia dos regimes. A filosofia examina o nascimento das instituições
políticas e a sua maturidade

Classificação do Estado

Estado é o modo como o poder está organizado num território e entre uma população. O
Estado tem uma constituição e uma divisão de poderes: poder legislativo, poder executivo e
poder judicial, conforme a norma nas sociedades democráticas.

Unidade 19:
Dimensões do discurso humano

 Dimensão é todo plano, grau ou direcção no qual se possa efectuar uma investigação
ou realizar uma acção.
 Dimensão sintáctica - o conjunto dos meios que nos permitem organizar os
enunciados, afectar a cada palavra uma função e marcar as relações que se
estabelecem entre as palavras.
 Dimensão semântica - a semântica trata das relações dos signos (as palavras ou frases)
com os seus significados (significações) e destes com as realidades a que dizem
respeito (referência).
 Dimensão pragmática - estudo do uso das proposições, mas também, pode definir-se
como o estudo da linguagem, procurando ter em conta a adaptação das expressões
simbólicas aos contextos referencial, situacional, de acção e interpessoal.

Os novos domínios da Lógica e suas implicações social

Informática é a ciência do tratamento racional, nomeadamente por máquinas automáticas, da


informação considerada como suporte dos conhecimentos e das comunicações nos domínios
técnico, económico e social.

Cibernética é a ciência da comunicação e do controlo de homens e máquinas. É no seio deste


movimento de idéias que vimos surgir o primeiro computador da nossa era e será igualmente
fruto do seu trabalho que se desenvolve a posterior robotização.

Inteligência artificial é máquinas que ofereciam enorme possibilidade de armazenamento e


processamento de informações a altas velocidades.
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Filosofia Política na Antiguidade - Platão (428-347 a.C)

Ele sustentava que a política deve-se inspirar na filosofia, por ser ela a via segura de acesso
aos valores de justiça e de bem.

Filosofia política na idade média - Santo Agostinho (354-430)

Para os pensadores medievais, a esfera política se integrava num horizonte muito vasto e
profundo do que no pensamento grego. Aqui transcende-se o hábito natural, isto é, a
compreensão da política como uma necessidade tendente aos bens materiais e aos valores do
homem para o bem do corpo e da alma.

Filosofia na idade moderna

Na Idade Média a vida do espírito é orientada para o mundo sobrenatural. A existência


humana é a preparação para outra vida, na qual se realiza o destino de cada um, e ela se
realiza pela virtude sobrenatural da graça de Deus. A Igreja é a depositária da verdade
revelada e a indispensável intermediária entre a terra e o céu.

A Filosofia Política Contemporânea - John Rawls (1921-2002)


A Justiça para Rawls é equidade no momento inicial do pacto, partindo-se da suposição que
todos são iguais, e que por isso podem determinar a forma de actuar a defesa dos seus direitos,
fixar os direitos, categorizar os bens que interessam ao grupo social.
Num segundo momento a Justiça é vista como um bem, partindo da ideia primária de que
ninguém teria conceitos de bem.

Unidade 20:
Historia e objectivo dos direitos Humanos
Definir também como um conjunto de regras que devem ser respeitadas pelos estados e por
todos os cidadãos para proteger os indivíduos das arbitrariedades e dos abusos de poder. A
Declaração Universal dos direitos do Homem data a 10 de Dezembro de 1948. Só então, o ser
humano viu reconhecidos os seus direitos inalienáveis e seu reconhecimento universal pelas
nações unidas representadas na ONU.

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Os Direitos do Homem representam a aspiração humana à liberdade e o seu nascimento está
associado à concepção individualista da sociedade e à consequente necessidade de limitar o
poder do estado, fazendo-o servir os interesses do indivíduo, por isso, são de certo modo
identificados com a ideia de civilização e com os ideais democráticos.

Igualdade perante a lei, de liberdade de pensamento e de governo democrático, que são hoje,
considerados os princípios básicos da ética política e social do nosso tempo faz parte dos
objectivos.

Definição do estado

é definido estado como sendo uma organização destinada a manter, pela aplicação do Direito,
as condições universais de ordem social.

Elementos do Estado

Alguns autores destacam que os elementos constituintes do Estado são três: população,
território, governo e soberania.

Formas de governo

Governo é conjunto das funções pelas quais, no estado é assegurado a ordem jurídica. Esse
elemento apresenta-se de várias modalidades, quanto à sua origem, natureza e composição, do
qual resultam as diversas formas de governo que pode ser de direito ou de facto.

Importância do conhecimento

O conhecimento científico dispõe de uma linguagem rigorosa cujos conceitos são definidos de
modo a evitar a ambiguidade.

Importância e perigos do conhecimento científico

O nascimento do “método científico” é, ao mesmo tempo, o início de um processo que,


juntamente com outros factores (políticos, sociais, culturais), foi definido como “época
moderna”, ou “modernidade”.

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A ciência proporcionou um avanço tecnológico, que nem sempre se mostrou favorável ao
homem. A crença no progresso vacilou com II Guerra Mundial. Os efeitos do industrialismo
tornam-se assustadoramente evidentes da degradação do meio ambiente, no esgotamento dos
recursos naturais não renováveis e na desorientação da camada do ozono.

Limites do conhecimento científico

As limitações da ciência em responder aos problemas concretos do homem fez com que a
confiança autrora dada à ciência passasse a ser questionada. A classificação tripartida da
história humana, proposta pelo positivismo errou por ter hipertrofiado o método das ciências
experimentais, desvalorizando todo o tipo de saber diferente do proposto pelo seu método.

Unidade 21:

Tipos e forma de conhecimento

As duas formas de conhecimentos mais usados pelo homem são:

 O conhecimento do senso comum


 O conhecimento científico.

Unidade 22:

Definição de Estética

Estética é um ramo da filosofia que tem por objecto o estudo da natureza do belo e dos
fundamentos da arte. Ela estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo.

Modalidade das experiencias estéticas

 Experiência estética da natureza


 Experiência estética da criação artística
 Experiência estética da obra da arte

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Unidade 23:

Obra de arte

Perante a obra de arte, o ser humano pode ser situado como:

 Como criador: o ser humano, por meio da realização da obra, opera, como se disse, a
transfiguração do real; inventa um mundo distinto do que é dado na percepção.
 Como espectador: o ser humano colabora na recriação da obra e também na
transfiguração da realidade.
 Como critico: o ser humano procura, entre outras coisas, interpretar o significado
antropológico da criação artística e determinar os critérios da beleza.

Unidade 24

A experiência religiosa

Experiência religiosa nasce da necessidade que o Homem tem de viver num mundo onde lhe
seja dado discernir o bom do mau, o junto do injusto.

Modos de encarar a religião

 A religião – temor: aquela que surgiu para compensar a fragilidade humana;


 A religião-moral: existe para compensar os mecanismos de controle social;
 A religiosidade – côsmica: expressa o sentimento de maravilha perante a natureza.

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Conclusão

Chegado ao fim deste trabalho conclui-se que A atitude de um filosofo para Platão e a
admiração, pois ela e a condição de onde deriva a condição a capacidade de problematizar
tudo o que marca a filosofia como a busca da verdade. Em relação Teoria do conhecimento é
uma disciplina filosófica que investiga quais são os problemas decorrentes da relação entre
sujeito e objecto do conhecimento, bem como as condições do conhecimento verdadeiro. Já a
palavra razão, do latim ratio e do grego lógos, significam pensar e falar ordenadamente, com
medida e proporção, com clareza e de modo compreensível para outros. Assim, na origem, a
razão é a capacidade intelectual para pensar e exprimir-se correcta e claramente, para pensar e
dizer as coisas tais como são. A razão é uma maneira de organizar a realidade pela qual esta
se torna compreensível. A razão obedece os seguintes princípios: Identidade, Não-
contradição, Terceiro Excluído e Razão Suficiente.

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Bibliografia

ALVES, Patrícia. A importância da filosofia. Brasil 2009.

MENEZES, Pedro. Teoria do Conhecimento (Gnosiologia). São Paulo 2006


CHAUI, Marilene. Introdução à História da Filosofia - dos pré-socráticos a Aristóteles,
Volume 1, São Paulo, Cia. das Letras, 2002.
SEGRE, M., & COHEN, C. (Orgs.). (1995). Bioética. São Paulo
ROSA, António Luís. Introdução a filosofia (Manual de Tronco Comum), 2º ano, módulo
único. Moçambique
FREITAG, Bárbara. Sociedade e consciência. São Paulo: Cortez, 1984

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