ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM ANÁLISES CLÍNICAS- ESO IV

1. Usar Capa e contra-capa Padrão
2. Separar os assuntos por Módulos no Relatório .

- Módulo 1: coleta de sangue (descrever os procedimentos); - Módulo 2: Bioquímica clínica: descrever os procedimentos técnicos; valores de referência e correlações clínicas; colocar no relatório o que foi realizado; - Módulo 3: Hematologia: importância do hemograma; descrever todos os itens que compõem o hemograma; colocar exemplo de 1 hemograma; - Módulo 4: Uroanálise - Módulo 5: parasitologia: descrever o método de Hoffmann (está no final do livro do NEVES et al. 2005); colocar fotos de ovos e larvas que foram estudadas.

uréia/creatina. uréia. 1. Utilizados em diagnosticos de doenças genéticas.) URINA: Depuração de creatina. LIQUÍDOS: Pleural.( hemorragias. Tipos de amostras biologicas utilizadas nas dosagens bioquimicas. colesterol total. A lesão glomeronular pode ser descoberta através de testes na urina.MÓDULO 1 Relatorio das atividades desenvolvidas no estagio de análise clínica. glicemia com fluoreto de sódio. material utilizado Titular padrão Titular descartavél A diferença entre o titular do uso único e o titular padrão é o adaptador de agulha fora do centro Luer para um ângulo de punção plano. glicemia. T 3. alcoolismo. O soro é utilizado em cerca de 99% das analises. hormônios TSH. LÍQUOR: liquído cefalo raquidiano (LCR) utilizado no diagnostico de menigite bacteriana. Este material é obitido através da punção das arterias. edemas e também faz cultura de pneumonia. T4 e outros. Quando a punção venosa for realizada com sucesso. Ac.o fluxo de sangue pode ser visto através do adaptador Luer translúcido do titular. VLDL. Urico e proteinas. politraumatismo. Pressão de CO 2 (PCO2) Pressão de O 2 (PO2) e PH do sangue. Amemiotico. Trigliceridios. SORO: Utilizado para glicemia de jejum. PLASMA: Dosagen de lítio. Muito comum em casos de hemergência. LDL. . Sinovial. SANGUE TOTAL:. Procedimento padrão para realização da coleta sanguinea em pacientes/clientes dentro do estabelecimento de saúde ou domiciliar. hipoglicemia e etc. frações HDL.

Calibres e comprimentos diferentes das agulhas que estão disponíveis. .Tubo EDTA K2 / K3. . .5" 22G/ 1" 18G/ 1" 18G/ 1.5" Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Agulha da coleção do sangue Amarelo Amarelo Verde Verde Black Black Pink Pink 100/5000 100/5000 100/5000 100/5000 100/5000 100/5000 100/5000 100/5000 2. . TUBOS .Tubo Fluoreto (EDTA / Oxalato).Tubo Heparina Sódica.Tubo Gel (com Ativador de Coágulo).5" 21G/ 1" 22G/ 1. G2015 G2010 G2115 G2110 G2215 G2210 G1810 G1815 20G/ 1.Tubo Citrato de Sódio. .Tubo VHS . .Este modelo de agulhas são predominantemente utilizados na coleta de sangue de rotina e são exclusivamente de uso único. .A cor da capa protetora da agulha simplifica o reconhecimento visual dos tipos individuais.Tubo Siliconizado (Seco).5" 20G/ 1" 21G/ 1.

Esses tubos são geralmente usados para separar o soro das células do sangue.Esses tubos são geralmente usados para testes de soro nos campos da bioquímica sérica e imunologia soro. preservando as características bioquímicas de soro para resultados precisos. . A parede interna dos tubos é revestida com heparina de lítio spray-dried. Tanto o fluoreto de sódio como o acetato iodo são utilizados em tubos como inibidores da glicólise para preservar a glicose quando combinada com um anticoagula nte como o EDTA. A taxa de sedimentação de eritrócitos (ESR) pode ser usado como uma técnica específica de pesquisa não para reações inflamatória se observando o seu desenvolvimento. bloqueando assim a cascata de coagulação. Os tubos são adequados para a determinação de glicose e lactato. que bloqueiam a cascata de coagulação e preveni a c oagulação da amostra de sangue Tubos-citrato é a amostra de exame mais comumente obtida para as determinações de coagulação. leucócitos e trombócitos em uma amostra de sangue anticoagulado com EDTA são estáveis por até 24 horas. O EDTA liga se a íons de cálcio. Eritrócitos. Os tubos são usados para testes em hematologia. O interior da parede do tubo é revestido com Microtube quer di potássico EDTA (K2EDTA) ou tripotássico EDTA (K3EDTA). Citrato de sódio funciona como anticoagulante pelo quelante de cálcio. Tubos ESR são usados para determinação da ESR. oxalato de potássio ou heparina. Os aditivos são anticoagulantes. amônio ou heparina sódica.

caneta.introduzir a agulha aproximadamente um centímetro até a luz vascular. (lavar mãos e anti-braço) O uso das luvas. Colocar o garrote quatro dedos acima do local escolhido. no freezer em temperatura de -20°c ficando estável por até 30 dias. forma da coleta da urina e fezes e outros. pedir para o paciente/cliente fechar a mão.(tubos. Informa -lo do procedimento a ser realizado. Colocar o garrote e reconhecer o local(braço direito ou esquerdo) que melhor possa se desenvolver o procedimento assim como a veia a ser punçada.garrote. Preparar o material a ser utilizado para a coleta. formando um ângulo de 45°graus. Soltar o garrote.marcadora. a melhor forma é não dobrar o braço. com algodão e alcool 70% no sentido distal/proximal duas a três vezes são suficientes.algodão. quais e quantas amostras serão colhidas.agulha e outros) identificar os tubos com o nome do paciente/cliente. Com uma das mãos segure a seringa e com a outra introduzir o tubo já identificado com o nome do paciente/cliente e com o tipo de exame a ser realizado.3. Após a coleta do sangue. junto a requisição e enviar para análise imediata até 24horas ou armazenar em geladeira na temperatura de 4°c a 8°c por 3 a 7 dias. confirmar a situação do paciente/cliente como: estado de jejum.alcool. claro priorizando as t écnicas de manuseo e utilização da mesma.titular. Fazer a asepcia do local previamente escolhido. retirar a agulha e fornecer ao paciente/cliente um pedaço de algodão. para evitar a evasão de sangue do local de coleta. colocar o material proximo do laboratorista. pedir para abrir a mão e trocar os tubos sempre que a quantidade de sangue necess aria para cada tipo de exame for adiquerida. Procedimento a asepcia do laboratorista é importante para diminuir a possibilidade de infecção do paciente/cliente. O transporte deve ser executado de maneira adquada sem maiores transtornos e alterações de temperaturas para diminuir os riscos de alterações na amostra. posicionar a agulha com o bisel para cima. fita microporosa e etc. Informar a posibilidade de formação de e matoma no local ao dobrar o anti-braço após a coleta. Organizar os tubos com sangue coletado. .

CONCLISÃO O conhecimento desta técnica é essencial para a eficácia da coleta. . armazenamento e processamento do material além de equipamentos calibrados e matéria-prima específica e de qualidade. Deve-se ainda ter boa infra-estrutura de modo a promover uma adquada condição de trabalho. Considerando as três etapas do processo(pré-analiticos. de forma a garantir uma analise do material colhido de forma mais confiavél e diminuindo os erros de todo o processo da analise laboratorial. analiticos e pósanaliticos) esta primeira é crucial para o desenvolvimento das duas ultimas.

o plasma só deve ser utilizado quando a amostra for coletada em tubo contendo fluoreto de sodio este inibe a glicolise sanguinea.5) da seguinte forma: B P1 P2 P3 A1 A2 Agúa destilada 10 µ padrão 10 µ padrão 10 µ padrão 10 µ soro 10 µ soro 10 µ 1000 µ de Reagente de cor nos tubos P 1 P2 P3 A1 A2 e homogeneizar imediatamente. agora leve para o banho maria por 15 min. Na temperatura de 37°C. Após 15 min. identificar os tubos de hemolise (12x7. No banho maria retirar os tubos e proceder da seguinte maneira no aparelho de espectofotômetro. Selecionar o comprimento de ondas em . o tubo possui tampa cinza. 2. PROCEDIMENTO 1. Ideal para material a ser transportado ou que seja analisado ap ós 24 horas da coleta. Após o banho maria.000 rpm. a instabilidade da reação é de 30min. Usa aparelho de centrifuagação por 10 minutos na rotação de 3. seguindo as tecnicas praticadas no modulo 1. Sempre os tubos com mesma quantidade de amostra. Se for só um tubo colocar um tubo com outro liquído do mesmo peso na posição inversa. Separar o soro do sangue por centrifugação. DOSAGEM DE GLICOSE SANGUINEA METODO ENZIMATICO GLICOSE OXIDASE O material utilizado pode ser soro ou plasma. 3. Neste procedimento foi utilizado uma amostra sanguinea colhida no mesmo dia. Ter cuidado na colocação dos tubos.MÓDULO 2 Relatorio das atividades desenvolvidas no estagio de análise clínica. sempre colocando em posições alternadas mantendo um balanciamento do peso do tubo e as posições.

diluição conhecida como 2:1 e repete o procedimento todo de pipetagen. mg/dl . Ex.505nm. 4. 500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 tempo linealidade normal hiperglicêmico estado de coma Pega a novamente a amostra do paciente e em um tubo esteril. banho maria e leitura no espectofotômetro anota os valore e encontra um resultado que possa ser lido. deve -se proceder da seguinte forma. zerando o aparelho com o tubo B (agua desti lada) em seguida ler as absorvâncias dos padrões e amostras(soro) dos pacientes. anotar os valores:P 1.a concentração padrão é iqual a 100mg/dl (glicose). 280mg/dl o resultado obtido deve ser multiplicado por 2 então o valor final correto é de 560mg/dl. A linealidade da reação é de 500mg/dl.P3 e A1 e A2. = X P1+P2+P3 / 3 Média das amostras= A1 + A2= X 2 F x média = [ ] mg/dl de glicose no sangue VALORES DE REFERÊNCIA VR: abaixo de 60mg/dl de glicose no sangue é hipoglicêmico 60mg/dl a 99mg/dl de glicose no sangue normal 99mg/dl a 125mg/dl de glicose no sangue pré -diabetico Acima de 125mg/dl de glicose no sangue diabetico hiperglicêmico Obs. apartir deste resultado multiplica -se por 2 (dois) e terá o resultado final. calcular as concentrações de glicose das amostras e o fator de coagulação. adiciona 50µ de soro e 50µ de solução fisiologica somando um total de 100µ no tubo.P2. se o resultado for acima de 500mg/dl não é possivel realizar a leitura. F= [ ] padrão .

doenças hepaticas e em casos de subnutrição entre outros. METODO DE DOSAGEM DA ALBUMINA COLORIMÉTRICO Este metodo é bastante utilizado para testes de gravidez.264 3 W=0. . P 1 P2 P3 e A1 A2 Repetir a ordem do procedimento para a glicose com a mesma quantidade de reagente (branco cresol).242= 93.230 L2=0.303+0340 2 L=0.4mg/dl de glicose no sangue normal Em outras dosagems o procedimento pode ser igual ou com pequenas difernças.303 W2=0.321= 124mg/dl de glicose no sangue pré-diabetico 386 x 0.259 W=0.PRATICA REALIZADA NO LABORATORIO VALORES OBTIDOS NAS LEITURAS.259 F x w= x F x L= x F=386 P= 0.269+0.242 W1=0.230+0.254 2 P=0. Este procedimento segue o mesmo padrão do desenvolvido para a triagen de glicemia. Um bom exemplo é a dosagem de Abumina veja a seguir. e o quadro clinico do paciente pode levar a confirmação.266 P3=0. Sempre sugestivo e claro com ajuda de outros exames. porém é muito importante que estes detales sejam rigorosamente seguidos. Homogeinizar e imediatamente fazer a leitura das absorvâncias + 2 a 10 minutos.340 L1=0.242 386 x 0.321 L=0.266+0.269 P2=0. P1=0. y y y Separar o soro por centrifugação por 10 minutos na rotação de 3000rpm Identificar os tubos: branco.254 F= 100 0. porém pequenas mais importante mudança na técnica o torna singular.

Não há necessidade de colocar as amostras em banho maria como no metodo da glicose. CONCLUSÃO Os metodos de analise laboratoriais são utilizados para avaliar os parâmetros fisologicos. sabendo que a concentração é de 3. Valores de referência são de 3. Erros como má pipetagem e utilização de reagentes improprios são comums e devem ser sempre cuidadosamente evitados. hormônios e bilirrubina.5 g/dl y y y Obs:. Equipamentos sem calibração adquada também são motivos de resultados incorretos e devem estar sempre corretamente instalados e calibrados. Doenças hepáticas sendo necessarios a realização de exames especificos para cada caso. y Em casos com [ ] abaixo do normal devem ser consideradas possíveis casos de Gravidéz. e o reagente utilizado também é diferente. Também ajuda no transporte de Ac.5 a 5. morfologicos e funcional do nosso corpo. Glaxos.y Zerar o aparelho com o branco e utilizar o comprimento de ondas em 630 µm. O comprimento de ondas para a leitura das absorvâncias também é diferente de glicose 505 µm e de Albumina 630 µm . Calcular o fator de calibração. Função da Albumina no plasma é manter o equilibrio osmótico entre o liquído intravascular e o meio intertiscial. Desnutrição. Os res ultados são indicativos e não confirmativos e quando juntados a analise clinica do paciente podem ser muito úteis no diagnostico da patologia.8 g/dl Calcular a concentração de Albumina dos pacientes. y Em situações de desequilibrio a Albumina está presente nos processos de edma e outros. .

Série branca e suas referências: y y y y y y y y LEUCÓCITOS 4 000 a 10 000 ml BASTONETES 0 a 5% ou 0 a 500 ml SEGMENTADOS NEUTROFILOS 40 a 80% ou 2 000 a 7 000 ml EOSINOFILOS 1 a 6% ou 2 a 500 ml BASÓFILOS 0 a 2% ou 0 a 100 ml MONÓCITOS 2 a 10% ou 200 a 1000 ml LINFÓCITOS 20 a 40% ou 1000 a 3000 ml PLAQUETAS 150 000 a 450 000 ml .6 a 14.: Devem ser considerados valores diferênciais para crianças e mulheres. Estes elementos figurados são: Hemácias. Ele pode indicar anemias e processos infecciosos mais não determinar qual tipo de anemia ou qual infecção exatamente estão se desenvolvendo no individuo. E a parte qualitativa é chamada de citológica e faz a contagem diferencial dos elementos figurados do sangue. Série vermelha e suas referências: y y y y y y y HEMÁCIAS 3 800 000 a 5 200 000 milhões / ml HEMOGLOBINA 12 a 16 g/dl HEMATRÓCRITO 35 a 47% VCM 50 a 100 fl HCM 26 a 34 pg CHCM 32 a 36% RDW 11.MÓDULO 3 Relatorio das atividades desenvolvidas no estagio de análise clínica. A parte quantitativa dos elementos também pode ser chamada de analise citometrica. que raliza a analise qualitativa e quantitativa dos elementos figurados do sangue. O hemograma foi dividido em série vermelha (Eritrograma) e série branca (Leucograma). é considerado um exame de triagem. é a contagem global dos elementos do sangue. Leucócitos e Plaquetas. HEMATOLOGIA O hemograma faz a leitura de todos os parâmetros sanguineos.6% OBS.

Neste caso. masculino .F. 48 anos.1 g/dl RDW=26% VCM= 115 fl HCM=33. neutrofilos segmentados.: sempre há necessidade de outros exames complementares para confirmação de patologias. eosinofilos e monocitos.S.: Devem ser considerados valores diferênciais para crianças e mulheres.3 HT=28% HB=8. existe forte indicio de anemia megaloblastica por falta de absorção de vit. .OBS. Obs. B 12.3 pg Apesar da hemoglobina estar distribuida de forma homegênia. Em laboratório foi realizado a leitura de lâminas já preparadas e foi possivel identificar os componentes da serie vermelha como: plaquetas. neste caso os de CTLF. Associando os resultados a clinica do paciente que possui quadro de alcoolismo e provavel estado de restrição dietetica. Ferro serico e Ferretina podem ser necessarios.b 12 e diminuição do metabolismo hepatico são fortes indicios desta patologia. além de todos os parâmetros estarem abaixo do normal. a anamnese com o paciente foi essencial para direcionar o diagnostico. Exemplo de hemograma: J. as hemácias estão macrocísticas ou seja maiores.3pg Através dos dados obtidos na analise laboratorial o resultado pode ser interpretado da sequinte forma: VCM= HT x 10 = X HM HCM= HB x 10= X HM VCM= 115 fl HCM= 33. alcoolico crônico e desempregado foram obtidos os seguintes dados: HM=2. Claro que outras variaveis podem e devem ser consideradas e avaliadas. A dieta pobre em vit.

Conclusão A execusão correta de todos os passos dentro do laboratorio. A utilização do hemograma e outros exames. contribuem de forma eficaz na detecção de patologias e de diversos quadros clinicos colaborando com varios especialistas da area medica. promovendo sempre um resultado confiavel e correto. são importantes para o diagnostico preciso e exato dos dados contidos na amostra. levam a uma melhor capacitação do laboratorista e do laboratorio. . erros ocorridos nesta fase da analise podem ser fatais e na maioria das vezes impossiveis de serem retratados. Concientizar-se de que.

Sempre atento ao prazo de 1 hora entre a coleta e a entrega do material. tempo de coleta e de entrega etc. sempre anotando as possiveis alterações desses requisitos junto ao pedido. O exame é dividido em 4 fases y Avaliação da amostra: asepcia do processo de coleta. Bilirrubina em complicações hepaticas e urobilinogênio em processos hemoliticos ictericia. A necessidade da coleta ser em jejum e entre 4 a 12 horas antes da entregua no laboratorio. Tambem para gravidez. Exame quimico: densidade da amostra (1005 a 1030 ) ph: 5 ± 7. cada exame tem suas especificidade como o da coleta do 1° 2° ou 3° jato de urina.MÓDULO 4 Relatorio das atividades desenvolvidas no estagio de análise clínica. São utilizados ou prescritos com nomes diferentes conforme cidade. castanho. Exame fisico: volume coletado. Exame microscopico: para comprovação dos resultados anteriores e analise qualitativa d os elementos presentes na amostra. com testes vendidos em farmácias e drogarias. corpos cetônicos encontrados em situações de jejum. pois cada jato tem sua caracteristica e função. Muito utilizado na detecção de drogas. São realizados ainda exames de Urocultura e Antibiograma importantes para se identificar qual bacteria esta presente na amostra.no minimo 12 ml. amarelo etc. Dados importantes para a coleta da amostra devem ser passados ao paciente. UROANÁLISE Metodos utilizados: URINA TIPO I ROTINA EAS (ELEMENTOS ANORMAIS E SEDEMENTOS ) Na realidade os três tipos de exames citados tem o mesmo procedimento e mesma função. procedimento de coleta correto. febre. aspectro turvo e outros.região ou profissional da area de saúde. vermelho. Para analises de Ureia. Cor da amostra. Glicemia e Iôns a amostra deve ter no maximo 24 horas após a coleta. y y y . grande exemplo deste uso é em atletas para a confirmação de doping.

passando estes valores para a ficha da amostra. densidade e outros.Nas amostras disponibilizadas no laboratorio foram realizados os testes com a fita e em algumas amostras pode -se observar alterações em ph. EXEMPLO DE LAUDO PARA EAS ASPECTOS FISICOS VOLUME COR ODOR ASPECTO PH DENSIDADE NITRITO PROTEINA GLICOSE CORPOS CETÔNICOS UROBILINOGENIO BILIRRUBINA SANGUE OCULTO LEUCOCITOS RESULTADO 5 ML LARANJADA FORTE TURVO LEVE 6. O proximo passo é observar a amostra em microscopico.5 1016 ---1036 NEGATIVO NEGATIVO NEGATIVO NEGATIVO NORMAL NEGATIVO NEGATIVO NEGATIVO REFERÊNCIA 0 A 3/CAMPO 0 A 3/CAMPO AUSENTE AUSENTE AUSENTE ASPECTOS MICROSCOPICOS RESULTADO LEUCOCITOS HEMACIAS CELULAS EPTELIAIS CRISTAIS CILINDROS OBS: . corpos cetônicos.5 ---7. em cima desta amostra coloca-se a lâminula e leva ao microscopico.5 1068 REFERÊNCIA ++ PRESENTE AMARELO CITRINO SUI GENERIS LIMPIDO 5. coletado a sedmentação e passada algumas gotas do liquido (sedemento da urina) em uma lâmina. Este metodo se chama Citometro de Neubauer. Este procedimento é facil e rápido basta colocar a fita em contato com a amostra e no prazo de 30 segundos a 2 minutos fazer a comparação com os valores contidos na proprioa embalagem da fita. E a contagem deve ser realizada nos 4 quadrantes laterais e multiplicados pro 250. A analise deve ser realizada na lente de aumento de 100 vezes. as amostras devem ser centrifugadas por 10 minutos.

. A correta analise da lâmina trará resultados que se analisados em conjunto com outros exames poderam dar informações importantes para que o profissional de saúde possa fazer o diagnostico preciso e garantir o melhor tratamento para o paciente. rápida e de facil diagnostico para presença de alterações. porém com muita caltela deve ser realizada.CONCLUSÃO A uroanolise é simples.

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