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ENCONTRO DIOCESANO DA PASTORAL DO DÍZIMO 2011

Paróquia N. Sr dos Passos – Cachoeiro de Itapemirim–ES (02/04/2011)


Paróquia N. Sra da Penha – Alegre-ES (09/04/2011)

PROGRAMAÇÃO

13h:30 – Acolhida / Oração Inicial

13h:50 – Objetivos do Repasse / Apresentação do Projeto 2011:


1. Introdução e Apresentação do Tema “Dízimo: Resposta de Amor; Ato de Cuidar”;
Fazer a experiência do Deus que Cuida de todos;
A Partilha do Dízimo – Tesouro escondido, pérola preciosa;
Cuidar das crianças, ensinar o valor da Partilha, Evangelizar pelo Dízimo;
O exemplo dos pais neste aprendizado;
Dízimo na Infância – forma de catequizar o cristão de amanhã;
A presença dos pequenos na vida comunitária;

2. Dízimo e Catequese:
O papel da comunidade na estrutura da catequese;
O testemunho das catequistas;
Levar o Dízimo para todos os ambientes da formação cristã;
Sugestões de dinâmicas e outras ações concretas para animação do mês de julho;
Implantação do Dízimo Mirim em todas as Comunidades.

14h:50 – Momento de Partilha com as Paróquias:


1. Paróquias Convidadas: Divino Espírito Santo (Muniz Freire) e Santo Antônio (Iconha);
2. Espaço para ouvir as Paróquias visitadas pela Equipe Diocesana Pastoral Dízimo;
3. Anotar dados dos Coordenadores Paroquiais do Dízimo;
4. Propor criação de Conselho Pastoral Dízimo Diocesano com reuniões periódicas (equipe ampliada);
Datas sugeridas: 10/09 e 17/09 (sábados)
5. Sugestões de outras ações para animação pastoral do Dízimo.

15h:30 – Evangelizando Através da Liturgia:


1. Apresentação do Celebrando e explicações sobre sua aplicação;
2. A dinâmica para o ofertório: O Jardim do Senhor;
3. Sugestões para animação e organização das celebrações em julho;
4. A participação dos Ministros da Palavra no processo de conscientização.

16h:20 – Evangelizando pelos Círculos Bíblicos e Tesoureiros:


1. Reflexão sobre Mateus e o Dízimo em julho;
2. O Círculo Bíblico como espaço para partilha da vida, do acolhimento e do saber popular;
3. A ação do tesoureiro em conjunto com as demais equipes.

16h:40 – Informes e Avisos:


1. Multiplicação e estudo da apostila nas comunidades;
2. Planejamento e organização: Divisão de tarefas, delegação de compromissos, empenho coletivo;
3. Reflexão sobre Dízimo no Conselho Pastoral Comunitário;
4. O marketing do mês: faixa, cartazes, música, teatro. Despertar o interesse das pessoas pelo tema;
5. O envolvimento das crianças em todos os momentos;
6. Avaliação em anexo na apostila. Prazo para envio:____________.
1. Dízimo, conhecer para Amar:
Abrindo este material de estudo trazemos a seguir um trecho do Estudo nº 08 da CNBB
tratando sobre o Dízimo. Vejamos:

A HORA E A VEZ DA OPÇÃO DIOCESANA

A implantação do dízimo no Brasil tem sido, até agora, uma realidade quase que exclusiva
de paróquias ou comunidades locais. Mas tal medida já se tornou um movimento progressivo e
envolvente, sobretudo a partir do Concílio Vaticano II. Ao lado disso, há uma decisão do
episcopado nacional, que motivou estudos e trabalhos e que aguarda apenas a fixação do tempo
de execução.
Temos, pois, no Brasil, decisões locais e decisão nacional. Curiosamente, faltam decisões
diocesanas. Na realidade, temos conhecimento vago de raros casos desse nível. A implantação
do dízimo, ao nível de uma igreja particular, longe de ser um processo em marcha, como é ao
nível local, é ainda um caso raro e não perfeitamente caracterizado.
O fenômeno, se de um lado apresenta aspectos curiosos, de outro é perfeitamente
compreensível, dado o tipo de opção a ser feito e as conseqüências dela decorrentes. Ao nível
local, a opção é, até certo ponto, fácil. Ela envolve apenas os destinos de uma paróquia ou
comunidade. Ela depende do pároco e de um grupo de leigos conscientizados. Seus
riscos, embora reais, são perfeitamente suportáveis.(...)
No sentido de esclarecer aspectos, para que a opção seja prudente e consciente,
oferecemos aqui algumas reflexões sobre aspectos do dízimo, diante dos quais se constata certa
perplexidade, ao nível da diocese. A questão poderia ser assim formulada:
Afinal, o que pretende o dízimo?
Será possível, através dele, sustentar as comunidades, as dioceses, as obras sociais e os
ministros?
Não irão nossas comunidades definhar na miséria?

1. A motivação última e mais profunda, que leva a uma opção pelo dízimo não é financeira,
mas pastoral. Ninguém se decide pelo sistema do dízimo, isto é, por um sistema
comunitário de sustentação, a partir da premissa de que ele seja mais rendoso do que o
sistema anterior.
Quem opta pelo dizimo o faz porque vê no sistema uma autenticidade maior, em se
tratando de pastoral. Sobretudo, o faz a partir do objetivo máximo de toda a pastoral, que é
a implantação de comunidades de igreja.
Sob esse aspecto, quer se considere o problema do ponto de vista bíblico, teológico ou
sociológico, o sistema do dizimo se impõe como muito mais verdadeiro, seja como instrumento de
construção da comunidade, seja como forma de expressão de sua participação real.
O dízimo é, pois, fundamentalmente, uma opção pastoral e não uma opção
financeira.
Isto não significa que, a médio ou longo prazo, ele não venha se manifestar, inclusive
economicamente, melhor que o sistema anterior.

2. Igualmente, o sistema do dízimo não é mais prático que o anterior se, por praticidade, se
entende a facilidade de captar recursos. É sempre mais fácil receber a espórtula por
ocasião dos atos de culto.

O sistema do dízimo supõe conscientização, formação, educação da fé adulta e da co-


responsabilidade, o que evidentemente é muito mais custoso (trabalhoso).
O sistema do dízimo contradiz, inclusive, até certo ponto, a expectativa do povo, porque supõe
compromisso, o que não está, evidentemente, na aspiração de ninguém Isso supõe que se faça
um grande trabalho para levar os fiéis a compreenderem e a assumirem.
Este ponto é facilmente constatável. O pequeno grupo de cristãos conscientes preferirá o
dízimo; imensa maioria dos “católicos” preferirá pagar espórtulas por ocasião dos atos de culto,
embora o faça de má vontade e comentando que a igreja e os padres só querem dinheiro.
Se, portanto, confundimos o que é pastoral com o que é mais prático do ponto de vista de
funcionamento e aceitação superficial, por parte do povo, o sistema do dízimo revela-se
absolutamente inadequado.
Mas se “pastoral” é essencialmente uma maneira de ser e fazer, que conduza os homens à fé
adulta e responsável numa comunidade de igreja, o sistema do dízimo será o caminho prático
para isso, no que se refere ao aspecto econômico.

3. Qualquer mudança de sistema supõe coragem para correr riscos. Funcionando bem ou
mal, um sistema existente traz segurança: qualquer mudança em direção a algo novo,
acarreta insegurança.
É necessário, porém, que se tenha consciência de que não há subsídio ou trabalho de
conscientização, por mais perfeito que seja, que anule totalmente o risco e a insegurança. Eles
podem reduzir o risco e a insegurança a uma margem aceitável, mas sempre sobrará espaço
para a atitude de despojamento de algo seguro e de caminhar para algo incerto.

No sentido de evitar justamente a temeridade e caminhar numa linha de transformação


progressiva, é importante que a diocese, ao fazer a opção, o faça com muita consciência e defina
um processo, que inclua uma dinâmica a curto, médio e longo prazo.(...)
Outro ponto a ser considerado é a relação dizimo – sustentação do ministro (padre). Neste
processo de reflexão abordaremos alguns pontos importantes:
a) É bíblico, teológico e pastoral que normalmente a comunidade (e paróquia) sustente o
ministro, que dedica a ela seu trabalho;
b) Até aqui a sustentação dos ministros se fazia, sobretudo, através das taxas;
c) Se o dízimo substituir principalmente as taxas é normal que, independentemente de outras
soluções futuras (plano de manutenção do clero), a sustentação dos ministros seja provida
pelo dízimo;
d) A diocese poderá calcular uma porcentagem igual sobre o dízimo a ser recolhido para
todas as paróquias; recolher o “quantum” (que poderá ser diferente conforme as paróquias)
e fixar um salário igual para todos os padres. Ou simplesmente fixar o salário para os
padres, salário que deve provir do dízimo.
Queremos dizer, com tudo isso, que a discussão da manutenção do clero e
profissionalização não interfere diretamente na implantação do dízimo.
Mas o dízimo terá sempre sentido como sustentação da comunidade local e diocesana, ao menos
na parte que depende da contribuição direta dos cristãos. (...)
Uma última observação, caberia ainda. Ao tratar do problema, ao nível paroquial,
lembrávamos que a mudança do sistema de taxas para o de dízimo, menos que uma opção
econômica, era uma opção pastoral, que contribuiria para uma nova estrutura da comunidade
cristã. Os casos que analisamos nos deixam entrever como, ao nível da igreja diocesana,
igualmente a implantação do dízimo provoca mudanças de estrutura. Ela obriga a uma visão mais
comunitária, mais solidária, mais corresponsável, da missão de igreja. Se o dízimo, na paróquia (e
comunidades), ajuda o cristão a sair de seu individualismo, na diocese ele questiona o
individualismo das paróquias, das capelas e demais organizações.

Fonte: Estudos da CNBB nº 08, Pastoral do Dízimo, Ed. Paulus, 1975.


2. Refletindo Sobre o Texto Apresentado...
Algo que muito nos anima na caminhada cristã é justamente a consciência e a
razoabilidade de nossos bispos ao lançarem documentos pastorais. Ler o Estudo nº 08 da CNBB,
com seus já completos 35 anos, é mergulhar num rico estudo da realidade pastoral do Dízimo e
os desafios de sua implantação em nível nacional, regional e diocesano. Interessante observar
que alguns dos aspectos levantados no texto já estão em amplo processo de implantação em
nossa Diocese, a exemplo da suspensão da cobrança das taxas visando o completo sustento do
clero a partir da entrega do Dízimo em toda a Diocese. Nossa igreja particular já fez a opção
pelo Dízimo e caminha num vigoroso processo de conscientização paroquial e comunitária.
O propósito é valioso, as conquistas já se manifestam, mas o desafio ainda é enorme. Somos um
mundo de comunidades, mais de 1.000, com variadas condições econômicas, sociais e culturais.
Desde as comunidades urbanas, e suas peculiaridades e dificuldades até as pequenas capelas
de distantes recantos agrícolas, passando pelas grandes igrejas repletas de pessoas dos mais
variados locais (realidade comum das Matrizes presentes nas cidades maiores) chegando até
regiões com turistas de todos os cantos desse nosso querido Brasil, a Diocese de Cachoeiro de
Itapemirim é esta profusão de realidades, culturas e desafios!
Nossas equipes de Pastoral do Dízimo precisam estar atentas a estas realidades e enfrentá-las
com toda a coragem própria dos que fazem a experiência do discipulado de Jesus e rumam para
a evangelização com poucas coisas em mãos mas o coração repleto do calor do espírito que arde
e nos leva ao anúncio.

Algumas reflexões:

a) Estamos no caminho certo e todas as medidas até agora aplicadas fazem parte do
proposto pela CNBB;
b) Nossa diocese, firme no propósito de se manter EXCLUSIVAMENTE através do Dízimo
ruma num crescente processo de conscientização e animação pastoral;
c) A evasão pastoral, com constantes mudanças de agentes e lideranças tem sido um desafio
para a continuidade do processo de conscientização do povo porém nossas comunidades
tem conseguido vencer este obstáculo e manter-se firmes no processo de manutenção do
sistema do Dízimo;
d) A grande maioria do clero de nossa diocese abraça a Partilha e deseja que sua Paróquia
amplie o trabalho, conscientize o povo e suste o seu funcionamento pelo Dízimo;
e) Os padres que estão chegando já buscam levar a mensagem do Dízimo para as Paróquias
que lhes são confiadas e mesmo durante o processo de prática pastoral obtém importante
experiência nas comunidades e Paróquias visitadas;
f) Nossos Coordenadores de Pastorais e Serviços sabem da opção diocesana pelo Dízimo e
estão sendo procurados pela Equipe Diocesana da Pastoral do Dízimo para formarem
parcerias no intuito de levar a mensagem do Dízimo para suas áreas de atuação;
g) Aqueles que ainda não foram procurados podem (e devem) antecipar este contato visando
a tão sonhada Pastoral de Conjunto, uniformizando nossa ação pastoral para que Dízimo
seja anunciado em todos os momentos de estudo, reflexão, encontros de animação e
formação, por toda a Diocese.
h) Estamos completando 08 anos consecutivos de “Mês de Conscientização do Dízimo”,
sempre durante o mês de julho, um marco histórico, vitória de nossa Diocese;
i) Iniciamos neste ano um trabalho mais apurado para levar a mensagem do Dízimo para as
crianças, sonho antigo e pioneiro, que visa formar parcerias com a catequese de todas as
comunidades num programa de formação pastoral sobre Dízimo para todas as crianças e
jovens.
E sua Paróquia e Comunidades, o que tem feito para promover o Dízimo?
Já fizeram uma opção concreta pela partilha?
Estão organizados para levar ao povo uma mensagem clara, verdadeira e repleta de
testemunhos educativos?
Há algum trabalho pioneiro com a catequese visando educar nossas crianças para o
valor da Partilha?
Envie para a Equipe Diocesana da Pastoral do Dízimo seu relato, conte-nos como tem sido
seu trabalho e assim estará ajudando outras Paróquias e Comunidades.

E neste ano de 2011. Quais serão nossos novos desafios?

3. Fazer a experiência do Deus que cuida


Um dos grandes desafios da vida moderna é mostrar as pessoas que há um Deus preocupado
com seu bem estar, interessado em tornar real os anseios mais importantes para nossas vidas,
um Pai do Céu, Deus de bondade e amor, que não mede esforços para fazer do ser humano sua
melhor representação de seu imenso amor. Este Deus, que a todos criou, que está presente
desde sempre é o mesmo que enviou seu Filho Jesus, encarregou-o de uma missão difícil,
sacrificante, tudo isto para o bem de toda as pessoas. Tamanho é o amor de Deus por nós e
mesmo assim muitos tem dúvida deste amor. Neste momento convidamos você a parar por um
instante e buscar na memória momentos dos mais diversos onde se sentiu sozinho (a),
desamparado (a), sem saber a quem recorrer ou mesmo tendo recorrido a alguém e não obteve a
ajuda necessária. Isto ocorre o tempo todo, com muitas pessoas, também conosco.

Veja este relato:

“Certa vez ouvi o desabafo de uma mulher divorciada que ficara com o encargo de terminar de
criar seus três filhos sozinha, praticamente sem nenhuma pensão do ex-marido. Ela dizia: Todo
mundo pensa que eu sou forte, mas eu não sou forte, não. Eu estou cansada de bancar a forte.
Tenho que ser pai e mãe ao mesmo tempo. Além dos meus problemas, as pessoas ainda me
procuram para ajudá-las. Eu estou cansada. Eu não sou forte. Eu cuido de todo mundo, mas
ninguém cuida de mim. Eu preciso de alguém que cuide de mim”.

Alguma vez já se sentiu assim ou ouviu de alguém este tipo de afirmação?

Neste tempo de distanciamento entre as pessoas, de relações superficiais, amizades


frágeis, instáveis. Num tempo onde as pessoas não querem mergulhar no coração umas das
outras é comum vermos situações onde uma pessoa sente-se cansada por carregar fardos muito
pesados, enfrentando realidades duras ao ponto de não conseguir encontrar caminhos ou
suportar tamanha provação. Diante deste cenário ficamos inseguros, as vezes desesperados e
até blasfemamos dizendo que Deus não está olhando por nós. Mas será que estamos certos em
pensar assim? Vejamos:
O Rei Davi, autor do salmo 23, registra um maravilhoso e eterno testemunho:

O Senhor é o meu pastor.


Nada me falta.
Em verdes pastagens me faz repousar;
para fontes tranqüilas me conduz,
e restaura minhas forças.
Ele me guia por bons caminhos,
por causa do seu nome.
Embora eu caminhe por um vale tenebroso,
nenhum mal temerei, pois junto a mim estás;
teu bastão e teu cajado me deixam tranqüilo.
Diante de mim preparas a mesa,
à frente dos meus opressores;
unges minha cabeça com óleo,
e minha taça transborda.
Sim, felicidade e amor me acompanham
todos os dias da minha vida.
Minha morada é a casa de Deus,
por dias sem fim.

Depois de passar por várias guerras, lutas, rebeliões, graves problemas familiares e um
monte de coisas mais, ele olha para trás e percebe que Deus sempre esteve ao seu lado,
cuidando dele. Ao dizer "O Senhor é o meu pastor", na verdade ele está dizendo: DEUS CUIDA
DE MIM!
Na sua juventude Davi tinha sido um pastor de ovelhas, por isso, para retratar o cuidado de
Deus sobre a sua vida, ele utiliza a simbologia do pastoreio para representar esta presença
protetora de Deus, o pastor exemplar, acompanhe:

• Deus que supre as necessidades básicas dos seus filhos:

“O Senhor é o meu pastor, nada me falta”. (V. 1)

Um bom pastor jamais deixa faltar água e alimento para suas ovelhas. Foi o próprio Jesus
quem garantiu em Mateus 6, 31-33, “portanto, não fiquem preocupados, dizendo: O que
vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir? Os pagãos é que ficam
procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de
tudo isso. Pelo contrário, em primeiro lugar busquem o Reino de Deus e a sua justiça, e
Deus dará a vocês, em acréscimo, todas estas coisas”.
Portanto, tranqüilize seu coração, pois DEUS CUIDA DE VOCÊ. DE TODOS NÓS.

• Deus conduz os seus filhos:

“Ele me guia por bons caminhos”. (V. 3)

Um bom pastor jamais deixa de conduzir suas ovelhas. Sempre à frente, garantindo-lhes a
segurança. O profeta Isaías afirma: “Deus será sempre o seu guia e lhe dará fartura até
mesmo em terra deserta; ele fortificará seus ossos e você será como jardim irrigado, qual
mina borbulhante, onde nunca falta água”. (Isaías 58, 11)
Precisamos ser honestos e admitir que às vezes nos sentimos desorientados, mas uma coisa
devemos aprender neste caminhar: A direção de Deus em nossas vidas será como sinais de
trânsito: uma placa de cada vez, no ponto certo do trajeto. Portanto, caminhemos com fé até
encontrarmos a próxima “placa”, a próxima orientação e não soframos pois DEUS CUIDA DE
TODOS NÓS.

• Deus protege os seus filhos e filhas:

“Embora eu caminhe por um vale tenebroso, nenhum mal temerei, pois junto a mim
estás; teu bastão e teu cajado me deixam tranqüilo”. (V. 4)

Um bom pastor jamais deixa de proteger suas ovelhas, lutando contra lobos e ladrões.
Novamente, o profeta Isaías vem nos confortar ao dizer: “ficarão envergonhados e
confundidos todos os que se enfurecerem contra você; serão reduzidos a nada e
perecerão os que lutam contra você. Você vai procurar, mas não encontrará aqueles que o
combatem. Serão reduzidos a nada e deixarão de existir os que guerreiam contra você,
porque eu sou Javé, o seu Deus, que o sustento pela mão direita e lhe digo: “Não tenha
medo; eu mesmo o ajudarei”. (Isaías 41, 11-13).
• Deus mantém com seus filhos e filhas uma relação de amizade:

“Diante de mim preparas a mesa, à frente dos meus opressores; unges minha cabeça
com óleo, e minha taça transborda”. (V. 5)

A simbologia deste trecho do texto eram práticas de um antigo costume que representava
haver ali uma aliança, uma forte amizade entre aquelas pessoas. Um bom pastor, portanto,
mantém com suas ovelhas uma relação de confiança e amizade. O próprio Deus, na pessoa de
Cristo nos diz em João 15, 15: “Eu não chamo vocês de empregados, pois o empregado não
sabe o que seu patrão faz; eu chamo vocês de amigos, porque eu comuniquei a vocês tudo
o que ouvi de meu Pai”.

Alegremo-nos, pois, além de suprir nossas necessidades, no conduzir e nos proteger, Deus
quer manter conosco uma relação de amizade. E, como um bom amigo, sempre cuidará de todos
nós.

• Deus age com bondade e misericórdia para com seus filhos e filhas:

“Sim, felicidade e amor me acompanham todos os dias da minha vida. Minha morada
é a casa de Deus, por dias sem fim”. (V. 6)

No evangelho de Marcos, 5, 19, encontraremos o registro de um destes momentos em que


a misericórdia de Deus se manifesta na vida de um homem: “Jesus, porém, não deixou. E, em
troca, lhe disse: ‘Vá para casa, para junto dos seus, e anuncie para eles tudo o que o
Senhor, em sua misericórdia, fez por você”.

Uma das provas mais claras do quanto Deus cuida de nós é sua infinita misericórdia. Este
amor incondicional se contrapõe a todos os sinais negativos presentes na humanidade e deseja
levarmos a fazer a experiência do Deus que perdoa, nos acolhe, nos compreende e está sempre
de braços abertos para nos receber.

3.1 Estender este ato de cuidar para nossas crianças


Após fazermos a experiência do “Deus que cuida”, trazendo esta graça de ser protegido e
guiado por Deus, somos convidados a levar esta graça para aqueles que por natureza necessitam
de amplos cuidados: as crianças. Ao nos sentirmos protegidos por Deus somos preenchidos da
alegria deste Amor e como ação concreta devemos levar este Amor a todos que dele tanto
precisam, numa dinâmica de “sou amado”, portanto “amo”; “sou protegido” portanto “protejo”;
experimento “ser cuidado”, por efeito “cuido”. De fato, não podemos oferecer aquilo que não
somos, que não temos. Mas, repletos deste Amor Protetor de Deus nossas vidas são de tal
maneira inundadas que não podemos ficar inertes, apenas experimentando esta felicidade, como
na dinâmica daquele que “encontrou um tesouro” e egoisticamente retém esta riqueza para si e
não intenciona partilhar. Todo homem, toda mulher que realmente faz a experiência do Deus
Protetor vai ao encontro do outro e leva toda esta vivência e a transmite, testemunha e luta para
concretamente torná-la real na vida do seu próximo. Durante este mês de conscientização
estamos convidando-o a ser missionário de Deus, cuidando pessoalmente de todas as nossas
crianças e jovens. Façamos juntos esta transformadora experiência.

3.2- O Dízimo como Experiência de Cuidar


Você pode estar se perguntando: Como o Dízimo pode cuidar de alguém?

Em primeiro lugar, o Dízimo cuida da casa de Deus, (Jo 2,17) possibilita o sustento do
culto, a manutenção dos espaços destinados ao uso da comunidade. Também encontramos o
Dízimo cuidando do carente, através de campanhas de alimentos, mutirões para construção de
casas populares, limpeza de bairros em campanhas ecológicas, levando formação social e
pastoral para muitas pessoas que dedicam parte do seu tempo para o serviço comunitário,
propiciando levarmos missionários (Mc 16,15) para outras regiões deste nosso imenso Brasil,
locais muito distantes, carentes de tudo inclusive da Palavra de Deus.
Neste momento o Dízimo já está cuidando de cada um de nós, na medida em que os recursos
das comunidades, paróquias, dioceses são aplicados corretamente em prol das pessoas em suas
muitas necessidades. O cuidar se faz real, palpável.

Em outro momento, direcionados a certos grupos torna evidente como o Dízimo pode ser
instrumento de cuidado. Um dos mais eficientes exemplos disto são os milhares de agentes
sociais espalhados por todos os municípios de nossa Diocese e de todo nosso País. Estes
incansáveis agentes levam toda espécie de cuidados para uma incalculável quantidade de
pessoas: doentes, idosos, presidiários, gestantes, crianças, desempregados,(Mt 25,40) são
alguns dos exemplos de pessoas que a todo o momento recebem algum tipo de amparo de
nossas comunidades. Ali encontramos o Dízimo presente, propiciando os meios necessários para
a realização destes cuidados.

• Já que o Dízimo cuida de tantas pessoas, como as crianças podem participar?

Sendo evangelizadas para compreenderem a importância do Dízimo para a evangelização,


afinal serão elas os dizimistas adultos do futuro. Mas também as preparando desde já viverem a
experiência de serem dizimistas hoje. O valor não está no quanto estes pequenos entregarão.
Não queremos necessariamente “contabilizar” as moedas de nossas crianças. A importância está
no efeito educativo da prática, neste processo de eliminar o monstro que se torna a entrega do
Dízimo na cabeça dos adultos.
Sabe o velho ditado que diz “é de pequeno que se desentorta o pepino?”. Pois então, os maus
hábitos de hoje serão grandes problemas amanhã. Igualmente, nossa omissão em educar os
pequenos sobre Dízimo hoje será a continuidade da realidade de dificuldades no processo de
conscientização de hoje.

4. JULHO/2011: O DÍZIMO E AS CRIANÇAS

Resposta de Amor; Ato de Cuidar.


“Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais” Mt. 19,14

“Deus os abençoou...” Gen 1,28


“Trarás a casa do Senhor teu Deus as primícias dos frutos de teu solo.” Ex 34,26
“Guarda os preceitos do Senhor, teu Deus, anda em seus caminhos...” I Reis 2,3

Era uma vez Tobit...


Capítulo 1 a 14.
“Enquanto todos iam adoram os bezerros de ouro...só ele(Tobit)dirigia-se ao Templo do
Senhor, oferecendo fielmente as primícias e os dízimos de todos os seus bens...Esta e outras
práticas semelhantes da lei de Deus tinha observado dedse a infância. Tb 1,5-8
“’Quando se tornou adulto, desposou uma mulher, de sua tribo... da qual teve um filho a
quem deu o nome de Tobias. Ensinou-lhe desde a sua mais tenra idade a temer a Deus e a se
abster de todo o pecado” Tb 1,9
“Como havia sempre temido a Deus, desde a sua infância...”Tb 1,113
“Feliz a nação que tem o Senhor por seu Deus, e o povo que ele escolheu para sua
herança” Sl 32, 12.
“Senhor, tua palavra é lâmpada para meus pés e luz para o meu caminho.” Sl 119,105.
“Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se
há de afastar” Pr 22,6
“Meu filho, aceita a instrução desde teus jovens anos; ganharás uma sabedoria que durará
até a velhice” Eclo 6,18
“Teus filhos? Educa-os e curva-os a obediência desde a infância. Eclo 7,25
“Mestre que devo fazer de bom para ter a vida eterna ?
“Com efeito, o reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da
manhã, a fim de contratar operários para a sua vinha...cerca da terceira hora...a sexta hora saiu
de novo...igualmente pela nona hora...finalmente pela undécima hora.” Mt 20, 1-16.
“Aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.”Mc 3,35
“O reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem
o encontra, mas o esconde de novo. E cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar
aquele campo.. O reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas
preciosas. Encontrando uma de grande valor, vai vende tudo o que possui e a compra.Mt 13,44-
46 .
Quem ama, cuida. Partindo desta afirmação podemos concluir que o ato de amar e cuidar
são praticamente sinônimos. Amar e cuidar são também gestos complementares, atos que se
associam automaticamente. Amor sem cuidados não é amor. Cuidar é gesto concreto de quem
carrega sentimentos nobres, como o amor. Esta associação guiará nossa reflexão durante as
cinco semanas do mês de julho, tempo para prepararmos nosso coração para as maravilhas da
partilha do Dízimo e toda a graça que esta experiência transformadora traz para a vida de cada
um.

• Em que o Dízimo tem a ver com o ato de cuidar?

Em tudo. Como entendemos ser o ato de partilhar um amadurecimento na fé, prática


daqueles que compreendem o compromisso de cristãos engajados na comunidade, envolvidos
pela mensagem transformadora de Jesus, estes saberão que sua entrega fiel traz condições para
que a comunidade promova o bem em várias frentes de ação. Desde ações sociais, das
pequenas as grandes realizações de amparo aos desfavorecidos até encontros de formação
pastoral que levam o conhecimento da Verdade, anuncio da Palavra salvadora de nosso Senhor,
todas estas ações, e tantas outras, comprovam que os recursos disponibilizados pela partilha do
Dízimo fomentam a possibilidade de nossas comunidades se organizarem e estruturarem ações
práticas em prol do povo. Comunidades organizadas com agentes preparados, tendo condições
físicas, pastorais e financeiras de investir nas pessoas levam a todos a presença solidária e
comprometida dos homens e mulheres, discípulos do Mestre. Ao contrário, a falta de recursos
prejudica estas ações e limita nossa ação concreta.
Todo dizimista, qualquer que seja o tamanho de sua partilha, promove ações de cuidado
social e pastoral. Este comprometimento faz viva a presença do Reino neste mundo repleto de
demonstrações contrárias ao compromisso público de uns para com os outros.

• Dízimo, fonte de condições para cuidarmos das nossas criança.

Como entendemos que o Dízimo é instrumento para cuidarmos da comunidade, e esta


estende esta ação para todo o povo local há uma parte importante desta unidade que deverá
receber atenção especial: são as crianças. Queremos refletir sobre que presença concreta
nossas comunidades estão apresentando para amparar e preparar nossas crianças.
A atenção para com as crianças começa ainda no seio materno. Nossas famílias precisam
estar preparadas para receber a vida que está sendo gerada. Para tanto, a família precisa
compreender seu papel neste processo fundamental de gerar a vida em todas as suas
necessidades: financeira, afetiva, social e cristã. Através de nossas comunidades e suas ações
pastorais e sociais devemos preparar nossas famílias para a felicidade (e a responsabilidade) de
conceber novas vidas.
Após o nascimento a responsabilidade de cuidar assume nova feição, novos desafios. Os
bebês precisarão de amplos cuidados que vão desde alimentação adequada até carinho e
atenção de todos. Novamente o Dízimo nos levará a refletir sobre como a partilha pode criar
consciência do nosso compromisso com a vida e sua constante proteção.
Crescendo, as responsabilidades se ampliam. Agora precisamos pensar em educação,
lazer, segurança, adequada formação cristã, acolhimento comunitário, testemunho da
solidariedade e do amor que deverão estar presentes na comunidade para permear a vida destas
crianças, levando-as a experimentar concretamente toda a graça de receber a partilha e praticá-la
em suas próprias vidas. A experiência da partilha, vivida ainda por nossos pequenos será um
norteador para toda a sua vida, promovendo uma compreensão mais rica de suas
responsabilidades junto da sociedade.

O Mês de Conscientização de 2011 tem o ambicioso projeto de esclarecer todas as


comunidades sobre a importância do Dízimo na vida das crianças como instrumento de
construção da personalidade humana em um de seus mais urgentes valores: o desapego. Desta
compreensão mais rica da vida e de nossas responsabilidades surgirão pessoas realmente
comprometidas com o bem comum e atentas ao seu papel frente os desafios da trajetória
humana.
Nascerão também pessoas preocupadas com o destino do planeta, nossa Mãe-Terra, com
sua proteção, preservação e sustentabilidade. Toda pessoa que vive a Partilha em sua amplitude
não destrói o planeta onde vive pois reconhece que tudo que tem vêm de Deus, é dom de vida e
partilha. Cristão dizimista fiel sabe o valor da vida, dos bens e cuida de ambos para que sejam
perpetuados para o amparo de sua vida e dos seus irmãos. Quem destrói o planeta nega o
Dízimo em sua essência pois pratica atos contrários aos ensinamentos do Reino.

• Podemos então concluir...

Agora que entendemos o quanto importante é compreendermos esta presença amorosa de


Deus em nossas vidas, fazendo a experiência do “Deus que Cuida” podemos avançar neste
estudo e nos atermos mais ao trabalho proposto com o tema e o lema para 2011. De forma
alguma desejamos limitar esta maravilhosa oportunidade de anunciar o PROTETOR AMOR DE
DEUS tratando somente dos cuidados que precisamos oferecer as nossas crianças. São elas,
sempre, nosso objetivo enquanto sociedade dada sua evidente característica de carência de
atenção e plenos cuidados. Mas podemos, sem prejuízo do desenvolvimento deste mês, anunciar
a todos a riqueza presente na vivência do Amor Incondicional de Deus para com toda a
humanidade.
Portanto, falaremos da riqueza deste Amor, do tesouro presente no gesto concreto de
cuidar e desejamos que todas as comunidades olhem com carinho redobrado e preocupação real
o tipo de amparo que estamos oferecendo para as crianças. Dentro desta metodologia trazemos o
Dízimo, sinal de amor e gratidão, partilha desinteressada, anúncio de vida comunitária. A partilha
deve ser apresentada aos pequenos da maneira que ela é. Simples, natural, prazerosa.
Devidamente estimulados e educados sobre este tesouro, as crianças compreenderão melhor que
ser dizimista não se trata única e exclusivamente de entregar dinheiro para a comunidade. Isto é
pouco perto da grande deste gesto. Ser dizimista fiel sugere ser um agente transformador, um
membro atuante da comunidade, um católico fervoroso na fé e no testemunho, um cidadão
engajado, atuante: FILHO (A) DE DEUS APAIXONADO, REVELADO EM JESUS.
E porque a escolha deste tema?

Nossa Diocese já está suficientemente madura na caminhada pastoral do Dízimo para fazer
esta opção. Temos equipes pastorais presentes em todas as comunidades, a catequese é
atuante, temos conteúdo e o Dízimo, anos após ano, substitui outras formas de sustento da
evangelização. O que nos falta é um projeto organizado, bem aplicado, que envolva a todos neste
objetivo. Para isto, em 2011, a Equipe Diocesana da Pastoral do Dízimo, convoca todas as
comunidades a fazerem esta opção pela implantação definitiva do Dízimo Mirim e a inclusão no
material de estudo catequético do tema Dízimo. Convocamos ainda nossos catequistas a fazerem
a experiência pessoal de ser dizimista e assim participarem deste tempo novo no crescimento
comunitário de toda a Diocese.

5. EVANGELIZANDO PELA LITURGIA

5.1- SÍMBOLO DO MÊS: JARDIM DO SENHOR

Em nossas celebrações a estação da primavera começará mais cedo este ano! Admiradas
pela beleza que gratuitamente nos oferecem as flores marcam a primavera como a “Estação do
Nascimento”. Igualmente o nascimento de uma criança traz consigo estes mesmos sentimentos
de belo, novo, encantador. As flores nos despertam sentimentos de proteção, amparo... as
crianças também. Flores bem cuidadas trazem alegria e beleza ao passo que jardins
abandonados demonstram tristeza, solidão. Crianças bem cuidadas, cheias de vitalidade
florescem o que há de melhor em nossas vidas, ao passo que outras tantas desprezadas revelam
um dos lados mais cruéis da maldade humana. Nossas crianças são um tesouro inestimável e
como flores carecem de ser sempre cuidadas, protegidas. Em qualquer lugar, qualquer que seja a
situação. Diante desta realidade neste mês meditaremos sobre como o Dízimo pode nos levar a
cuidar melhor de nossas crianças, ensinando-as a experimentar este precioso valor do Reino.
Responda em seu íntimo: Se seu coração fosse um bosque, que tipos de flores estariam sendo
plantadas? Você tem experimentado o Dízimo como um ato de cuidar do outro, sobretudo
daquele que menos dispõem? Alguma vez imaginou que seu Dízimo também precisa ser
instrumento de melhores condições para nossas crianças? Na abertura deste tempo de
conscientização oferecemos este poema que traz a singela mensagem:
FLORES E CRIANÇAS.

“Uma flor, uma linda flor, tradução de poesia, carinho, ternura, amor

As flores são sensíveis, traduzem emoções, são meigas e macias

Falam como uma criança que corre solta, com a pureza no coração

Amo as flores... Amo as crianças... Uma flor é uma vida... É uma criança

Nada é mais belo que a natureza

Um broto se transformando em planta, árvore viva, uma criança nascendo,

Uma mãe nascendo, uma mulher renascendo, um homem se realizando, um mundo novo

A amizade brotando, uma flor... Uma criança

Deus presente em forma de natureza... Tradução de amor.”


(autor desconhecido)
5.2 - ORIENTAÇÕES PARA DINAMIZAR O MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO:

• A proposta deste ano é falarmos sobre o cuidado para com as crianças e utilizaremos a simbologia
das flores para esta mensagem. Portanto, a cada domingo entrarão flores de diversos tipos,
aromas, tamanhos, representando a diversidade de nossas crianças Utilize sempre flores vivas
pois não é litúrgico o uso de flores artificiais.

1º Domingo: 03 de Julho de 2011 – 14º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Ação de Graças: Partilhando aprendemos a aliviar os cansados e aflitos.
• O Cartaz entrará no 1º domingo, na procissão de entrada e deverá permanecer em local visível,
previamente escolhido, durante todo o mês. Ele pode ser ampliado, ou transformado em banner, de
acordo com livre escolha e criatividade das equipes envolvidas.
• Daremos início à dinâmica do mês que, como de costume, ocorrerá durante os ofertórios. Num
primeiro momento entraremos com o um carrinho de mão onde será montando, domingo a
domingo, um canteiro de flores que chamaremos de “Jardim do Senhor”. Caso não seja possível
utilizar o carrinho de mão sugerimos um tablado de madeira, jardineira ou outro material que
prefiram. O tamanho deste canteiro deverá ser proporcional ao tamanho da Igreja para que todos
consigam notá-lo. Atenção: liturgicamente não deve ficar à frente da mesa do altar. Prefira um
local com visibilidade para todos.
• Nesta celebração o tema se liga às crianças bem pequenas nesta sua característica principal da
total dependência nas necessidades fundamentais como vestir, comer, beber. Nesta analogia
entraremos com sacos de terra representando o alimento das plantas e faremos a base onde serão
“plantadas” as nossas flores nos próximos domingos. Ficará bonito na entrada do carrinho de mão
colocarmos crianças dentro dele com os saquinhos de terra.

2º Domingo: 10 de Julho de 2011 – 15º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Ação de Graças: Como a Palavra que sempre germina, mas precisa ser anunciada as crianças aprenderão
o certo com o exemplo dos pais.
• Neste domingo o tema são as crianças e o exemplo de seus pais. Sabemos que cabe aos adultos,
sobretudo ao pai e a mãe, esta missão de formadores dos menores. Para esta simbologia teremos
a figura do jardineiro com suas ferramentas como os pais com seu exemplo de vida para o perfeito
crescimento de nossas crianças e a entrada das primeiras flores, lembrando a fragilidade dos
pequenos.

3º Domingo: 17 de Julho de 2011 – 16º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Ação de Graças: O mal existe mas a ação de cuidar pode transformá-lo.
• Hoje fazemos memória do problema das crianças sem família, desestruturadas por viverem em
lares problemáticos e todas as conseqüências que trazem esta triste realidade social. Para
representar utilizaremos plantas e flores que num primeiro momento podem parecer perigosas mas
que não deixam de ser flores, como exemplo o cactos.

4º Domingo: 24 de Julho de 2011 – 17º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Ação de Graças: O cuidar passa pelo ato de partilhar e requer a coragem de se fazer esta escolha.
• Nesta refletiremos a importância de uma boa educação cristã para o perfeito desenvolvimento das
crianças. Neste processo trazemos as equipes de catequistas em todas as suas fases de idade.
Também são estas as pessoas responsáveis pelos primeiros passos das crianças no discipulado
de Jesus. Para representá-los sugerimos plantas maiores, mais robustas.

5º Domingo: 31 de Julho de 2011 – 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM


Ação de Graças: Movidos pelo Mestre aprendemos a cuidar uns dos outros partilhando o pão.
• Teremos a festa de encerramento do mês com a tradicional partilha de um gostoso café da manhã
ou lanche, gentilmente oferecidos pela comunidade, a todos os participantes, neste espírito de vida
em comum. Para o ofertório traremos mais flores de cores fortes, vibrantes, representando a
riqueza da vida comunitária com todo seu entusiasmo e símbolos de transformação como cartão de
vacinação, carnê ou carteirinha do dízimo mirim, livros de catequese, Catecismo e algumas
palavras como DIÁLOGO, FAMILIA, UNIÃO, SOLIDARIEDADE. Para entregá-las durante o
ofertório ficará bonito convidarmos crianças e pessoas da comunidade de diferentes idades, sexo,
quem não participa de nenhum serviço mas que estão presentes na vida da comunidade.
• Ao final do mês o canteiro estará repleto de flores, lindas e coloridas e após o encerramento do
mês de conscientização podemos oferecer estas flores para os aniversariantes do mês (caso sejam
em número suficiente) ou mesmo para alguns membros que mereçam um destaque ou uma
homenagem, aos catequistas por exemplo.

Outras Sugestões Práticas:


A catequese prepare cofrinhos para serem entregues ás crianças e adolescentes no primeiro
domingo
• Preparar lembrancinhas com formato de flores, coloridas, alegres, para serem distribuídas durante
os domingos de Julho, com mensagens direcionadas para os temas dízimo, cuidar, crianças,
catequese, família.
• Promover visitas às famílias, levando mensagens reflexivas sobre a mensagem da partilha para as
crianças. Convidando os pais a fazerem o cadastro das crianças no Dízimo Mirim.
• Confecção de uma faixa a ser colocada na rua próxima à comunidade.
• Em cada celebração, sugerimos o canto de duas músicas relacionadas ao dízimo.
• Que a comunidade use de criatividade e seriedade para esse tempo de conscientização do
dízimo, dando a devida importância ao tema e ao compromisso de todos.

Buscar envolver ao máximo as crianças, adolescentes e jovens durante os domingos nos diversos
momentos da celebração.

6. EVANGELIZANDO ATRAVÉS DOS CÍRCULOS BÍBLICOS

Igualmente importante é a evangelização pelos círculos bíblicos. A metodologia dos grupos


de reflexão com visitas às casas, este espaço reflexivo em torno da Palavra de Deus, o estudo
bíblico, a partilha da vida experimentada pelos seus participantes, testemunhos, são
características muito propícias para o anúncio da partilha do Dízimo.
Estamos muito felizes pelo acolhimento que os grupos de reflexão dedicam ao material
destinado ao mês de julho e convidamos a todos para participarem ativamente durante este
próximo período. Neste ano o material refletirá sobre trechos do Evangelho de São Mateus, do
capítulo 17 ao 21. Conforme orientado pelo Pe Roberto o material seguirá o critério de produção
utilizado pelos Círculos Bíblicos visando o aprofundamento bíblico dos textos indicados,
paralelamente será apresentado algumas reflexões sobre o Dízimo em seus mais diversos
aspectos, sempre buscando total interação com o tema de estudo.
Esperamos que este tempo de partilha da Palavra seja também útil para a partilha do que
temos e do que somos.
Bom mês de estudos!

7. EVANGELIZANDO ATRAVÉS DO DÍZIMO MIRIM

7.1 O Objetivo:

Despertar nas crianças, jovens e adolescentes o desejo em participar da vida comunitária


através da entrega do Dízimo, levando-os a compreender a importância da partilha. Educá-los
para uma entrega responsável e comprometida com a fidelidade, na medida de suas
possibilidades, com amor e alegria.

7.2 A metodologia:

Utilizar todos os meios disponíveis para adequada instrução sempre buscando o anúncio da
verdade, a correta formação dos pequenos e seu amadurecimento na fé. Para isto podemos
utilizar vídeos, textos, teatros, mensagens, palestras, com linguagem clara e acessível, apropriada
ao tema e a idade.
CATEQUESE E Dízimo, - Pe. Jerônimo Gasques

As impressões sempre ficam arquivadas naquelas notas que selecionamos ou tomamos contato
para a leitura. Muitas vezes, nos trabalhos de catequese, tanto em particular como em trabalhos de
equipe verificamos certa falta de reparo pastoral de nossos catequistas em relação à opção pelo
dizimo. O que segue é fruto-resultado de alguns encontros que promovemos com catequistas para
falarmos sobre a importância do dizimo na vida da comunidade.
Vejamos estas respostas, em síntese, de alguns encontros com catequistas. Separamos as
principais, pois algumas respostas não tinham sentido algum. Depois faremos algumas observações
pertinentes às respostas para apreciarmos os conteúdos. Foi trabalhada a pergunta “o que é o
dízimo para você?”. Melhoramos a redação de algumas respostas. As respostas dos grupos foram,
aqui, enumeradas para facilitar a identificação. Veja a síntese:
1- devolver a Deus o que ele nos dá;
2- é uma forma de contribuição dos fies à paróquia;
3- é uma retribuição ao próprio Deus por tudo o que ele nos dá e que podemos repartir;
4- o reconhecimento do amor de Deus por nós;
5- devolver um pouco do muito que ele nos dá;
6- uma forma de agradecimento por tudo que ele nos concede;
7-Deus dá o trabalho para nós e devolvemos uma parte para o crescimento da comunidade;
8- é uma parcela de colaboração por tudo que Deus nos dá gratuitamente;
9- dízimo é uma contribuição espontânea dada de coração como dedicação a Deus;
10- dízimo também é o que você pode dar. Por exemplo: os dez por cento para quem pode e os que
não podem um pouco daquilo que puder;
11- retribuição das bênçãos mensais;
12- é uma devolução a Deus daquilo que ele nos dá para manter a igreja;
13- não é só doar dinheiro, pode ser também doações através de cestas básicas ou do que o próximo
estiver precisando;
14- uma parcela do pagamento que recebemos;
15- é uma contribuição à igreja para implementar melhorias e ajudar nas despesas;
16- através de nosso dizimo estamos cumprindo com nossa parte de responsabilidade para com a
sobrevivência de nossa paróquia;
17- dízimo é um ato de amor a Deus por tudo o que ele nos dá. Retribuição;
18- é doação, não é sobra. É partilha;
19- poder colaborar com a igreja. Quem pode colaborar? Nem todos podem (!).
Gostaram das repostas?
A maioria delas nem passou de raspão nos textos bíblicos referentes ao dízimo. Isso denota a
falta de preparação dos catequistas ao se entender o dizimo. Imaginem estes falando sobre o dízimo
nos encontros de catequese!
A maioria é de repostas evasivas. Como que lançadas ao leu. Uma necessidade de simplesmente
responder. Aqui, você faria um bom exercício tentando identificar aquela resposta mais interessada
ao texto bíblico.
O que mais chamou a atenção foi a falta de referencia à Palavra de Deus. Em nenhuma resposta
houve a preocupação de uma citação sequer. Isso se torna grave devido ao fato de que as respostas
vêm de catequistas que, cuja função, seria de trazer a tona a Palavra de Deus na catequese ou nos
encontros de catequese com feitio de formação. Podemos concluir que a catequese, na maioria das
vezes, é simplesmente doutrinaria.
Mais ou menos podemos deduzir algumas conclusões.
Os grupos, também, expressaram certo derrotismo nas repostas (cfr. 10 e 19). Bem encaixada
em algumas atitudes da maioria que assim pensa. A catequese sempre expressa àquilo que vai no
coração do catequista. Com certeza, estes, não conseguiram fazer o caminho do dízimo em sua vida.
Ainda guardam os mesmos sentimentos comuns da maioria dos católicos. Por terem chegado ao
estagio de catequistas poderiam ser diferentes.
As respostas evasivas e sem contextualização são as mais comuns (cfr. 1,2,5,9,17,18). Para citar
a maioria delas. Estas respostas não expressam nada de importante, apenas o que as pessoas, em
geral, dizem quando abordadas para falar sobre o dízimo. São respostas que não afirmam nenhum
compromisso com a comunidade. Nada se refere à experiência de Deus na vida cristã. As respostas
expressam o contexto de desinteresse dos agentes de catequese.
Algumas se aproximam dos textos bíblicos sobre o dizimo (cfr. 1,3a,11). Isso é o máximo que
podemos observar mas, ainda mesmo, com ressalvas. O grupo começava bem mas tinha que
completar com um “e” indicando certa duvida na afirmação (cfr. a 3). Com certeza o grupo
encontrou resistência ao firmar algo sumamente positivo. Faltava-lhe a convicção necessária para a
opção madura. Podemos ate, inclusive, afirmar que a maioria não é dizimista.
Com este quadro, em mãos, podemos retirar varias conclusões e tomar algumas atitudes
positivas da nossa situação. Para observar, verifique:

1- A catequese necessita de formação sobre o dizimo;


2- Os catequistas necessitam fazer a experiência do dizimo em sua vida cristã;
3- Ter (mais) convicção naquilo que abordam nos encontros de catequese com crianças e
adolescentes;
4- Conhecer a Palavra de Deus no que tange ao dizimo;
5- Repensar a reflexão sobre o dizimo na vida da igreja;
6- Cuidar-se para não transmitir uma idéia derrotista sobre a participação na comunidade;
7- A fidelidade ao dizimo a todo custo. O dízimo pesa, certamente;
8- Retirar e observar os preconceitos sobre a questão dinheiro na igreja. A maioria sempre relaciona
o dízimo com dinheiro;
9- Pensar diferente dos demais membros da comunidade quanto ao dízimo. Aqui esta a diferença;
10- Cuidar-se para não fazer do dízimo uma opção melancólica, triste e mesquinha;
11- Refletir o dízimo positivamente. O pior dizimista é aquele triste e sem expressão de
contentamento pela oferta;
12- Crescer na experiência de Deus. Experimentar o dízimo de forma bíblica e não superficialmente;
13- Cuidar para que o dízimo na comunidade seja aberto e todos possam participar dos resultados.
Nada do dízimo encruado, reservando o resultado somente para alguns. Necessidade de
transparência na administração do mesmo;
14- Evitar em falar das dificuldades em colaborar para não se dar a idéia de coitadinho e que nunca
pode colaborar na comunidade. Muitos se comportam assim;

O dízimo não tem limite. Ele sempre será eficiente na comunidade quando a mesma se dispõe a
fazer a experiência de Deus. Quanto mais dizimo houver, mais coisas têm para se fazer (trabalho
pastoral, pastoral social, liturgia, reformas e etc.).

7.3 O Exemplo Familiar e dos Educadores:

Para que consigam aprender corretamente toda a grandeza da partilha do Dízimo os


pequenos precisam ver em seus pais e educadores (catequistas) o exemplo daqueles que já
vivem a prática da entrega do Dízimo e testemunham como esta prática faz parte de suas vidas
de maneira saudável, alegre e fiel.
Sem este testemunho ficará difícil aos pequenos viverem adequadamente a partilha do
Dízimo. Frente esta realidade precisamos formar consciência de partilha em nossas famílias e
entre os agentes comunitários envolvidos com iniciação cristã.

Testemunho
Me chamo Nair, sou casada a 14 anos com Rogério e temos duas filhas, Jéssica (10 anos) Júlia
(6 anos). Participo da Paróquia Santa Rita de Cássia (Capela N. S. Guadalupe) e faço parte da
Pastoral do Dízimo
A EXPERIÊNCIA DO DÍZIMO, é algo que vivi muito forte e ainda vivo. No começo do casamento a
minha visão do dízimo era assim: quando sobrava dinheiro, eu dava, e como é difícil sobrar dinheiro,
eu quase nunca dava o dízimo, era muito infiel nesse ponto.
Um dia tudo começo mudar. Ao entrar na igreja, num momento de solidão, tristeza e sofrimento,
me deparei com um cartaz que dizia “DIZIMO É DEPOSITAR SUA CONFIANÇA EM DEUS“, essa frase não
me saía mais da cabeça e ao mesmo tempo eu pensava: “Como posso contribuir se não tenho nem
para mm? Como fazer essa experiência de confiança em Deus?” Depois de ficar pensando dias
naquela frase, resolvi me entregar e acreditar, fiz o que achei correto. Numa conversa com meu pai,
veio a decisão final – VOU CONFIAR DE TODO MEU CORAÇÃO. Então fiz a experiência e comprovei o
quanto Deus é Fiel. Hoje, antes de pagar minhas contas, primeiro tiro o que é de Deus – Meu Dizimo
– e O QUE SOBRA É MEU. Garanto que a sobra é suficiente para cumprir com meus compromissos.
Hoje não tenho medo de acreditar, pois sei que Deus me dá tudo o que preciso e, em forma de
agradecimento, devolvo o que é Dele. Neste momento que escrevo, estou mais uma vez depositando
minha confiança em Deus, pois como disse no inicio é uma experiência que vivi e ainda vivo e sei
que no tempo de Deus Ele me dará resposta. Amém.
Nair dos Santos Dias

Tetemunho

“TESTEMUNHO DA COMUNIDADE”
Comecei a contribuir com o “dizimo” na Paróquia Santa Rita, em 1980 no dia do batizado do meu
filho caçula. Quando o Padre falou sobre o dízimo e que os dizimistas teriam todos os sacramentos
sem a cobrança das tradicionais taxas, então comecei a pagar o dízimo, mas não tinha consciência
do que era ser dizimista. Um dia cheguei em casa cansada, triste e revoltada, então eu disse para
mim mesma: Não vou pagar o dízimo e guardei o dinheiro. Liguei a televisão e estava passando um
programa Evangélico, o Pastor estava falando do dízimo. Pensei comigo: A IGREJA VIROU UMA MÁFIA,
SÓ SE FALA EM DINHEIRO, Deus não precisa de dinheiro. Nesse momento o Pastor disse “Ei, você aí,
que está sentada no sofá, pega sua bíblia católica e leia Malaquias 3,8 e veja o que Deus quer que
você faça. Li e vi e fiquei muito feliz. Além do ultimo mês que eu não tinha contribuído, tinha mais
alguns meses que estavam atrasados, então fui até a coletora de Dízimo do setor e paguei 2(dois)
meses, fiquei devendo mais 6 (seis). Á partir daí comecei a receber uns dinheiros que eu tinha dado
por perdido e o dinheiro deu para pagar os 6 meses no valor que eu havia proposto de pagar, ainda
sobrou R$ 30,00. Comecei então a falar para todos sobre o dízimo. Hoje sei que contribuindo com o
Dízimo, estou dando um pouquinho do muito que Deus me dá. Pago todas as minhas contas e não
passo necessidade.
A partir do momento que falei “Senhor Jesus eu quero fazer esta experiência com o Senhor” Minha
vida foi transformada em tudo.
Dou os 10% e nunca mais fiquei sem dinheiro, e não tenho dívidas atrasadas.
Você que está lendo este testemunho, Seja também um dizimista de coração aberto e conheça as
maravilhas de ser dizimista, pois você estará se desapegando das coisas materiais e amando Jesus.
Aparecida do C. Pardal
7.4 Próximos Passos:

a) Formação de uma equipe para organização, acompanhamento e animação do Dízimo


Mirim. Entre seus membros sugerimos que estejam membros da Pastoral do Dízimo,
Catequese, Crisma e Juventude. Este grupo ficará ligado à Pastoral do Dízimo e fará parte
de suas reuniões e planejamentos.

b) Definir uma data para visitas às famílias a fim de levar a mensagem do Dízimo Mirim. As
famílias que não são dizimistas poderão se cadastrar e as crianças terão seu cadastro
individual. Como os pequenos não dispõem de renda caberá orientar aos pais para que
eduquem suas crianças a separar parte do que recebem (mesada, por exemplo) para a
partilha dizimal. As crianças maiores e os jovens que já dispuserem de renda sejam
convidados a também fazer sua partilha.

c) No domingo destinado a Celebração do Dízimo seja organizado um momento para


anunciar o Dízimo Mirim, sua criação e seu funcionamento na comunidade. Sejam
apresentadas mensagens direcionadas aos pequenos e jovens e durante o ofertório que
tenha um local especialmente preparado para eles participarem.

d) O testemunho de jovens que antes não eram dizimistas, a maneira como se tornaram e o
caminhar de sua experiência são bem vindos.

e) Pedir ao Ministro (a) da Palavra ou ao Padre para falar um pouco sobre a importância do
Dízimo para a vida cristã das crianças e sua adequada participação na vida comunitária.

f) Seja feito um cadastramento dos pequenos para envio de mensagens em datas festivas
como aniversário, data de Batismo, 1ª Eucaristia, Crisma, Natal, Páscoa, entre outras.

g) Promover datas de confraternização, ao menos uma vez ao ano, com reflexões de textos,
teatro, música.

h) Que a comunidade crie um carnezinho próprio para os pequenos, envelope ou outra forma
mais adequada para a realidade da comunidade.

i) Que seja criado um campo na prestação de contas para mostrar à comunidade a evolução
do projeto informando o número de dizimistas mirins inscritos, ativos e o valor arrecadado.
Havendo um bom trabalho de conscientização não nos surpreenderá que haja mais
fidelidade por parte dos pequenos se comparado à entrega dos adultos. Isto será uma
forma indireta de conscientizarmos os adultos, habitualmente mais infiéis na entrega do
Dízimo.

Que este tempo de catequese sobre o Dízimo seja um momento rico e reflexivo para vida
da Comunidade.

Sucesso a todos!
JULHO/2011 – MÊS DE EVANGELIZAÇÃO PELO DÍZIMO
QUESTIONÁRIO PARA AVALIAÇÃO DA CAMINHADA
Diocese de Cachoeiro de Itapemirim – ES

Paróquia:__________________________________Regional:________
1 – Quantas Comunidades existem em sua Paróquia? ______________________
2 – Quantas possuem Pastoral do Dízimo atuante? ________________________
3 – Qual a média Paroquial do número de agentes? ________________________
4 – Quanto à formação Paroquial do Dízimo. A freqüência é?
( ) mensal ( ) rara ( ) regular ( ) não acontece.
5 – As reuniões da Equipe Paroquial da Pastoral do Dízimo ocorrem?
( )mensalmente ( )bimestralmente ( )sem data definida.
6 – Há quanto tempo você está coordenando a Pastoral do Dízimo? ___________
7 – Nas Comunidades existe a prática de celebrar o Domingo do Dízimo? ( ) sim ( ) não
7 a – Qual a freqüência? ( ) mensal ( ) sem data definida.
8 – É feita a prestação de contas nas Comunidades? ( ) sim ( ) não.
8 a – Esta prestação de contas é? ( ) mensal ( ) bimestral ( ) sem data certa.
8 b – Onde é feita a prestação de conta?
( ) CPC ( ) Celebrações mensais ( )informativo
outros locais:________________________________________________________
9 – Os Ministros da Palavra anunciam sobre o Dízimo nas Celebrações dominicais?
( ) sim ( ) não.
10 – O(s) Padre(s) de sua Paróquia anuncia(m) a mensagem do Dízimo?
( ) sim ( ) não.
11 – Qual a quantidade de dizimistas inscritos em toda Paróquia? ____________
12 – Qual a quantidade de dizimistas ativos em toda Paróquia, considerando o ano de 2011?
______________________________
13 – Informe a quantidade de novos dizimistas no período do mês de Evangelização pelo Dízimo
a nível Paroquial: _______________________
14 – Quantidade de novos agentes convidados e acolhidos neste mês de Evangelização pelo
Dízimo, a nível Paroquial: ___________________________
15 – Referente à prestação de contas Paroquial, de Junho de 2011:
Total do Dízimo: R$______________________ Total de oferta R$______________
15 a – Referente à prestação de contas Paroquial de agosto 2011:
Total do Dízimo: R$______________________ Total de oferta R$______________
15b – Como a Paróquia avalia as resultados pastorais e financeiros ao término deste mês de
Evangelização pelo Dízimo.
( ) o mesmo ( ) melhorou um pouco ( ) melhorou significativamente.
16 – Todas as Pastorais da Paróquia procuram em suas ações conscientizar sobre a importância
da prática do dízimo para a evangelização? ( ) sim ( ) não
17 – Existe o Dízimo Mirim na Paróquia?
( ) Em todas as comunidades ( ) Em algumas comunidades
( ) Em nenhuma comunidade ( ) Estamos iniciando os preparativos este ano
Fale a respeito:___________________________________________________________
_______________________________________________________________________
18 – Dê a sugestão da Paróquia, em algum ponto não mencionado nos itens acima como
contribuição positiva ou para melhorar esta proposta da Diocese. (obs: anotar no verso da
folha).
_________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________