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UNOPAR

NUTRIÇÃO

HELENA FORMICA BOHM

COVID-19 E AS ALTERAÇÕES SISTEMICAS DO


ORGANISMO HUMANO

Erechim
2021
UNOPAR
HELENA FORMICA BOHM

COVID-19 E AS ALTERAÇÕES SISTEMICAS DO


ORGANISMO HUMANO

Produção Textual em Grupo apresentado como requisito


da graduação do curso de Nutrição.

Erechim
2021
SUMÁRIO

Sumário
1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................3
2 DESENVOLVIMENTO...........................................................................................5
3 CONCLUSÕES......................................................................................................9
REFERÊNCIAS...........................................................................................................10
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1 INTRODUÇÃO

O denominado SARS-CoV-2, vírus que causa o Covid-19, se tornou


uma grande preocupação mundial desde o final de 2019, quando teve seus
primeiros casos confirmados em Wuhan, China. Esse vírus que é altamente
contagioso, se disseminou de forma muito rápida. No Brasil o primeiro caso foi
confirmado em 26 de fevereiro de 2020.
Quase dois anos após o os primeiros infectados, após um período
extremamente difícil, mais de 600.000 óbitos no Brasil, segundo o Ministério da
Saúde, e já com uma boa parcela da população vacinada, os pesquisadores tem
grandes avanços relacionados a alterações sistêmicas e sequelas deixadas em
pacientes do Covid-19.
Segundo Moraes, Félix, Quirino e Machado (2020) “Do ponto de
vista clínico, a evolução da COVID-19 varia muito entre os indivíduos infectados;
desde pessoas assintomáticas a quadros de pneumonia grave e morte”.
Os casos mais graves, que devido a internação em UTI

“[...]demandam maior atenção assistencial integral e apoio


médico 24horas, principalmente pelas altas taxas de
mortalidade e facilidade no desenvolvimento de patologia
secundárias a COVID19 em decorrência do longo período
de internação.” (Nogueira et al, p.466, 2021)

Levando em consideração o cenário de casos mais graves e os


estudos até aqui realizados, esse texto explora situações ligadas ao que foi acima
citado. Assim o primeiro tópico abordado será as alterações musculoesqueléticas
relacionadas com o covid-19.
O Segundo assunto a abordarmos será a relação da fraqueza
muscular, muito observadas em pacientes que ficam internados por um longo
período de tempo devido o Covid-19, a fraqueza muscular também está relacionada
com os sintomas neurológicos desses pacientes.
Um terceiro aspecto que está relacionado com o SARS-CoV-2 é o
processo inflamatório dos órgãos do corpo humano, esse tópico será analisado e
discutido fazendo com que se entenda de forma clara o processo inflamatório do
organismo.
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Em um quarto momento será analisado o receptor do Covid-19 e de


qual forma ele está interligado com sistemas importantes do corpo humano.

Por fim será discutido a importância vigilância epidemiológica, que é


uma função da vigilância de saúde, em tempos de pandemia, nesse caso o Covid-
19. Quais as principais medidas a serem tomadas para o controle do vírus e como
devem ser implantadas.
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2 DESENVOLVIMENTO

2.1 ALTERAÇÕES MUSCULOESQUELÉTICAS

Quando o vírus Covid-19 entra no organismo humano podem ocorrer


algumas alterações musculoesqueléticas, FERNANDES (p. 4, 2021) aponta em seu
artigo
Em decorrência das disfunções do sistema cardiorrespiratório ocorre
consequências ao sistema musculoesquelético[...]. O sistema
musculoesquelético pode sofrer com a perda de massa e da função
muscular, mialgia, neuropatia e déficit de equilíbrio.

Os músculos esqueléticos do corpo humano desempenham funções


muito importantes para o funcionamento do organismo, essas funções são
basicamente os movimentos do corpo, segundo VAMNPUTTE, REGANM, RUSSO
(2016) “O músculo esquelético[...] é responsável pela locomoção, expressão facial,
postura, funções respiratórias e muitos outros movimentos corporais.” por isso na
maioria das vezes, os pacientes afetados pelo Covid-19 precisam de um longo
processo de reabilitação.
De acordo com VAMNPUTTE, REGANM, RUSSO (2016) “Cada
músculo esquelético é um órgão completo que consiste de células, chamadas fibras
musculares esqueléticas [...]” e que “A principal função das células musculares
esqueléticas é gerar força pela contração, ou encurtamento. [...]”
O processo de contração muscular se dá de uma maneira
extremamente rápida e está sob comando dos nervos motores, então, para a
contração muscular acontecer primeiro é necessário que o musculo receba um
estimulo, que vem do neurônio motor. Esse estimulo é chamado de potencial de
ação.
O mecanismo pelo qual um potencial de ação causa contração de uma fibra
muscular é chamado acoplamento excitação-contração, e envolve o
sarcolema, os túbulos T, o reticulo sarcoplasmático, o Ca 2+ e a troponina
(VAMNPUTRTE, EGANM, RUSSO p. 279, 2016)
No musculo esquelético existe uma unidade funcional, chamada
sarcômero que é responsável por conter as estruturas necessárias para a contração.
Dentro do sarcômero organizam-se as duas principais proteínas envolvidas no
processo de contração muscular: actina e miosina. Em repouso essas duas
proteínas não se encostam, porem existe um local na proteína actina que é o local
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chamado sitio de ligação entre a actina e a miosina. No entanto, existe um


complexo proteico impedindo a ligação entre a actina e a miosina esse é chamado
de complexo troponina-tropomiosina.
Para que a contração muscular ocorra a actina e a miosina precisam
estar ligadas, e para isso é necessário que o complexo troponina-tropomiosina não
enteja entre o sitio de ligação entre a actina e a miosina e para que isso ocorra, a
troponina precisa se ligar a uma molécula de Ca 2+. O processo ocorre da seguinte
forma, de acordo com VAMNPUTRTE, EGANM, RUSSO (p. 279-280, 2016)
O acoplamento excitação-contração começa na junção neuromuscular com a
produção de um potencial de ação no sarcolema. O potencial de ação é
propagado ao longo de todo o sarcolema da fibra muscular e para dentro dos
túbulos T. Os túbulos T transportam os potenciais de ação para dentro da
fibra muscular, onde eles levam os canais de Ca 2+ voltagem-de- pendentes,
na cisterna terminal do reticulo sarcoplasmático, a abrirem. Quando estes
canais se abrem, o Ca2+ difunde-se rapidamente para dentro do sarcoplasma
que envolve as miofibrilas.
Os íons cálcio ligam-se aos sítios de ligação do Ca 2+ nas moléculas de
troponina dos miofilamentos de actina. A combinação do Ca 2+ com a
troponina faz o complexo troponina-tropomiosina mover-se mais
profundamente para dentro do sulco entre os dois filamentos de actina, o que
expõe os sítios ativos nos miofilamentos de actina. Em seguida, as cabeças
das moléculas de miosina ligam-se aos sítios ativos expostos para formar as
pontes cruzadas. O movimento das pontes cruzadas resulta na contração.

Uma das alterações musculoesqueléticas que é observada em


pacientes afetados pelo vírus é a fraqueza muscular, essa alteração pode estar
relacionada ao grande período em UTI ou ao processo inflamatório do organismo
devido a infecção viral. Conforme Disser et al. (2020) “Mialgias e fraqueza generalizada
foram relatados como ocorrendo em um quarto a metade dos pacientes sintomáticos
com COVID-19” considerando o processo inflamatório, pode-se relacionar a questão
de fraqueza muscular com distúrbios na junção muscular.
A junção muscular nada mais é que o locar de ligação entre os
nervos e os músculos, é o que permite o desencadeamento da contração.
[...]uma junção neuromuscular consiste em terminais axonais e na área do
sarcolema da fibra muscular que eles inervam. Cada terminal axonal é o
terminal pré-sináptico. O espaço entre o terminal pré-sináptico e a fibra
muscular é a fenda sináptica[...] (VAMNPUTRTE, EGANM, RUSSO,
p.278, 2016)

VAMNPUTRTE, EGANM, RUSSO (2016) afirmam que as fibras


nervosas se ligam a uma região especifica da membrana do músculo, essas
chamadas de placas motoras terminais ou membrana pós-sináptica. Os autores
ainda citam que essas placas motoras dispõem de canais iônicos que permitem o
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musculo responder a acetilcolina que é um neurotransmissor que pode promover a


produção de um potencial de ação.
Como já dito anteriormente, o potencial de ação é muito importante
para a contração muscular, estando a par disso, podemos relacionar a fraqueza
muscular a alterações na junção neuromuscular. Pereira, Castro e Brochado (2016)
afirmam em seu artigo “Doenças neuromusculares e bloqueadores
neuromusculares” que “Processos inflamatórios e infecciosos provocam alterações
na JNM (Junção Neuromuscular) [...]”
O SARS-CoV-2 apresenta a capacidade de promover dano e morte de
células e tecidos infectados, como parte do seu ciclo de replicação. No caso
das células, a morte ocorre de forma programada e altamente inflamatória,
conhecida como piroptose. Essa forma de morte programada pode então
promover uma reação inflamatória conduzida por outras células do local,
através de PAMPs (padrões moleculares associados ao patógeno) e DAMPs
(padrões moleculares associados a danos), que irão se ligar aos PPRs
(receptores de reconhecimento de padrões) presentes na superfícies dessas
células, desencadeando a liberação de citocinas e quimiocinas inflamatórias
pela mesma, como IL-6, INFγ - (interferon γ), MCP1 (proteína 1
quimioatraente de monócitos) e IP-10.5

Com essa liberação de citocinas e quimiocinas inflamatórias, outras células


imunes passam a migrar para o local de inflamação, onde foi observado a
indução de super expressão de citocinas pró-inflamatórias e quimiocinas,
além disso, quando infectadas, células como monócitos e macrofágos podem
desencadear uma produção de citocinas exacerbada. Por fim, no local da
inflamação, elas podem mediar o dano no órgão através da secreção
excessiva de proteases e espécies reativas de oxigênio .(ACCORSI et al.,
p. 83-84, 2020)
De maneira geral, o processo inflamatório se caracteriza como um
mecanismo de defesa do nosso organismo, agindo contra microrganismos
As respostas de defesa, incluindo inflamação, são geralmente benéficas ao
organismo, agindo para limitar a sobrevivência e proliferação dos patógenos
invasores, promover a sobrevivência do tecido, reparo e recuperação, e
conservar a energia do organismo. (LIMA et al., p. 29, 2007)

Porem em alguns casos


[...]uma inflamação extensiva, prolongada ou não regulada é altamente
prejudicial ao organismo. Processos pró- inflamatórios são regulados por
uma série equivalente de processos anti-inflamatórios teciduais[...] (LIMA et
al., p. 29, 2007)

Pode-se dizer então, que na maioria dos casos o processo inflamatório


age de forma benéfica ao organismo, porem se estiver desregulada pode
desencadear em agravos ao corpo humano. Existem 5 sinais cardinais que indicam
o processo inflamatório: rubor, tumefação, calor local, dor e perda de função. Esses
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sinais estão presentes em todo tipo de inflamação.


A descrição clássica de um processo inflamatório tem sido transmitida ao longo do
tempo. No século 1 d.C., o médico romano Celsus descreveu a reação local da lesão
em termos atualmente conhecidos como sinais cardinais do processo inflamatório.1
Estes são rubor (vermelhidão), tumefação (edema), calor e dor. No século 2 d.C., o
médico grego Galeno adicionou um quinto sinal cardinal, perda de função.
(NORRIS, p. 222, 2021)

2.2 ECA-2: PROTEÍNA RECEPTORA DO SARS-CoV-2


Para entrar nas células do corpo humano, o vírus Covid-19 precisa de um
receptor, a enzima conversora de angiotensina tipo 2 (ECA-2)
A proteína spike do coronavírus facilita a entrada do patógeno na célula-alvo, ligando-
se ao domínio receptor da enzima conversora de angiotensina-2 (ECA-2). Para que o
processo de endocitose se complete e ocorra a replicação viral intracelular, é
necessária a co-expressão de ECA-2 e de uma protease, denominada TMPRSS2, na
superfície da célula hospedeira. A coexistência destas duas proteínas de membrana
não apenas no trato respiratório, mas também em células miocárdicas, renais,
gastrointestinais, hepatobiliares, pancreáticas e neurológicas, pode explicar, em
parte, a lesão de múltiplos órgãos que ocorre pela ação direta do novo coronavírus.

(GONZALES, p. 11, 2020)

O sistema renal do organismo humano tem relação com o receptor do


covid-19. Os rins podem regular pressão arterial e essa regulação é por meio de um
mecanismo hormonal, o Sistema Renina Angiotensina Aldosterona (SRAA), esse
sistema tem ligação com o receptor do vírus covid-19 a enzima conversora de
angiotensina tipo 2 (ECA-2). Conforme Vaduganathan et al. (p. 1, 2020)
O sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA) é uma elegante cascata de
peptídeos vasoativos que conduzem processos fundamentais na fisiologia humana. A
Síndrome respiratória aguda grave por coronavírus 1 (SARS-CoV-1) e SARS-CoV-2,
as quais foram responsáveis pela epidemia de SARS de 2002 a 2004 e pela mais
recente pandemia da doença de coronavírus em 2019 (Covid-19), respectivamente,
se relacionam com o SRAA por meio da enzima conversora de angiotensina 2
(ECA2), uma enzima que contraria fisiologicamente a ativação do SRAA mas também
funciona como um receptor para ambos os vírus da SARS

Segundo Mendonça (2021) “Os rins podem regular a pressão arterial pelo
aumento ou pela diminuição do volume sanguíneo. Essa regulação é por meio de
um mecanismo hormonal, chamado sistema renina-angiotensina-aldosterona.”

2.3 VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA


Um fator importante para ser destacado, é a maneira como epidemias ou
pandemias, no caso do covid-19, são tratados no Brasil. A vigilância epidemiológica
9

tem um papel muito importante na identificação e monitoramentos de casos positivos


e suspeitos, tempo uma grande importância em fornecer dados corretos para o
controle municipal, estadual e nacional de casos. Além disso a vigilância
epidemiológica se faz importante na informação a população em geral como maneira
de prevenção, já que fornece orientações a população e a profissionais da saúde,
além de realizar o monitoramento de características clinicas e realizar a notificação
de casos, BRASIL (2021).
Uma informação muito importante para ser ressaltada é que segundo o
Ministério da saúde 57,4% da população já está vacinada com 2° dose da vacina, é
um avanço muito significativo, porem os cuidados necessários ainda não podem
parar: evitar aglomerações, usar máscara e fazer uso álcool gel sempre que
possível.
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3 CONCLUSÕES

Assim pode-se concluir com este texto que após o mundo passar por
um período muito difícil devido as milhares de mortes pelo Covid-19, ainda temos
um longo caminho de estudos pela frente para entender cada vez mais o que este
vírus faz ao entrar em contato com as células do corpo humano.
De certa forma, fez-se necessário explorar diversos aspectos do
organismo humano para relacionar algumas sequelas deixadas pelo Covid-19, assim
conclui-se que o corpo humano de um indivíduo saudável trabalha de forma que
faça tudo acontecer de forma extremamente organizada e rápida, porém, um mínimo
desvio pode desencadear em diversos problemas ao sujeito.
Por fim, entende-se que se o sistema de saúde tem um papel
extremamente importante para o controle epidemiológico do covid-19, se fazendo
indispensável para a população.
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REFERÊNCIAS

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