Você está na página 1de 10

1

O USO DA MAQUETE NO ENSINO DA CARTOGRAFIA

Gustavo Zen – Universidade Tuiuti do Paraná


gustavo4730@hotmail.com

Carla Costa Morais – Universidade de São Paulo


carlamorais87@yahoo.com.br

RESUMO

A cartografia escolar vem se estabelecendo na interface entre cartografia, educação e geografia. De


acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia (BRASIL, 1998) “Em cada imagem
ou representação simbólica, os vínculos com a localização e com as outras pessoas estão, a todo o
momento, consciente ou inconscientemente, orientando as ações humanas”. Desta maneira, este
trabalho tem por objetivo considerar a aplicação da metodologia para a confecção da maquete do
Estado do Paraná (escala 1:700.000) e sua utilização para o ensino da cartografia, nas séries do ensino
fundamental e/ou médio. Através da maquete, o educando pode fazer comparações de grandeza,
interpretar mapas e fotos, além de fazer a leitura da representação tridimensional, ou seja, das três
dimensões do plano (X, Y e Z), largura, altura e comprimento. Ressalta-se a importância da
construção destes conteúdos cartográficos e didáticos em consonância direta professor-especialista e
professor-aluno, sobretudo para que prevaleça a concepção técnica do professor que produz e utiliza
seus saberes e vivências voltadas ao seu trabalho na sala de aula.

Referência

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: História e Geografia. MEC, Secretaria da Educação,


1998.

Palavras chave: Alfabetização cartográfica; Construção de maquetes; Representação tridimensional.

Apresentação Oral
2

ABSTRACT

The school mapping has been established in the interface mapping, education and geography.
According to the National Curricular Parameters of Geography (BRAZIL, 1998) "In each image or
symbolic representation, the links with location and with other people, all the time, consciously or
unconsciously, guiding human actions." Thus, this study aims to consider the application of the
methodology to construct the model of the State of Paraná (scale 1:10.000) and its use for the teaching
of cartography in the series of basic education and / or medium. Through the model, the student may
make comparisons of size, interpret maps and photos, in addition to the reading of three-dimensional
representation, ie the three dimensions of the plan (X, Y and Z), width, height and length. Emphasized
the importance of building these content and cartographic teaching in direct line-specialist teacher and
teacher-student, to prevail on the technical design of the teacher who produces and uses its knowledge
and experiences geared to their work in the classroom.

KEYWORDS: Literacy Mapping, Construction of models, three-dimensional representation.

Oral Explanation
3

1. Introdução

O presente trabalho apresenta as etapas de construção da maquete do Estado do Paraná,


realizado pelo graduando em Geografia Gustavo Zen, no Curso de Construção de Maquetes, no I
SEMAGEO 2008 – Semana da Geografia – Universidade Tuiuti do Paraná.

Foram consultados os Parâmetros Curriculares Nacionais de Geografia (PCNs) que enfatizam


“em cada imagem ou representação simbólica, os vínculos com a localização e com as outras pessoas
estão, a todo o momento, consciente ou inconscientemente, orientando as ações humanas” (PCN,
Geografia, 1998, p.23).Além de autores da área da Cartografia Escolar com o objetivo de incentivar o
desenvolvimento de práticas pedagógicas com maquetes e outros recursos da cartografia, por meio da
ciência de sua relevância na Geografia Escolar.

Os conhecimentos cartográficos, necessários à vida cotidiana, adquiridos na


sala-de-aula, ocorrem no contexto histórico do espaço geográfico (espaço-tempo),
pela necessidade de representar o processo de maneira que essa produção
possibilite conhecimento para a vida social. No que se refere à representação do
espaço geográfico, a apropriação da linguagem cartográfica é um aspecto de
importância, principalmente quando se trata de pensar na educação do indivíduo
participante na interlocução e na comunicação de sua época. A Cartografia Crítica
através do ensino da representação do espaço e o espaço da representação precisa
ser pensada no contexto do ensino escolar. (FRANCISCHETT, 2007).

Pesquisas na área da Cartografia são necessárias, visto a escassez de materiais disponíveis e a


formação deficitária de muitos professores, que vão para as escolas atuar no ensino fundamental sem o
preparo e conhecimentos mínimos necessários da Cartografia Escolar e do trabalho com maquetes.
Resultado da ausência desses conteúdos nos cursos de formação de Pedagogia, e através do não
incentivo do governo por meio de políticas públicas voltadas para capacitação dos professores atuantes
na rede de ensino na área da Geografia.

Explicitamos passo a passo, as etapas de construção da maquete do Estado do Paraná, bem


como os materiais necessários.

2. Considerações sobre o uso de maquetes na Geografia Escolar

Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de História e Geografia o aluno deve ser capaz
de “perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus
elementos e as interações entre eles” (BRASIL, 1997).

Referindo-se as práticas pedagógicas que favorecem as abordagens da Geografia Crítica, o


PCN sugere procedimentos de permitam a compreensão de diferentes aspectos da realidade e da
relação Sociedade-Natureza. Tais como: problematização, observação, registro e descrição. Além da
documentação, representação e pesquisa dos fenômenos sociais, culturais ou naturais. Portanto, é
sugerido como papel do professor a promoção e formulação de hipóteses e explicações sobre os
fenômenos e transformações que ocorrem no lugar. Para isso, o professor precisa planejar e criar
espaços e situações nas quais os alunos possam conhecer e utilizar esses procedimentos.

Entre os recursos citados, o que possui maior ênfase é a Cartografia. Por meio da linguagem
cartográfica os estudantes podem compreender informações sintetizadas, expressar conhecimentos e
estudar situações específicas.
4

Em pesquisas anteriores (MORAIS, 2008) constatamos que a forma mais usual de trabalho
com a linguagem cartográfica na escola é através da copia de mapas, memorização de informações e
atividades de colorir mapas. Os PCNs de História e Geografia alertam que essa compreensão de
aprendizagem não garante que os estudantes desenvolvam habilidade para ler mapas, representar o
espaço e adquirir autonomia.

A construção de maquetes tem o objetivo principal de fazer com que o educando compreenda
o espaço tridimensional representado por elas, estabelecendo diferenças entre o bidimensional do
mapa e as três dimensões da maquete. As maquetes, neste contexto, aparecem como um recurso de
ensino para o professor, ao permitirem em sua construção o desenvolvimento da noção de
proporcionalidade no ensino da Geografia, bem como noções de altura, profundidade, direito,
esquerdo, frente, atrás, além do aprimoramento de habilidades psicomotoras. É uma forma de registrar
a superfície terrestre de forma reduzida, como na escala de um mapa. Ao observar a maquete
(concreto) os alunos são estimulados a reconhecer especificidades comuns ao conhecimento deles e
desenvolvem sua alfabetização cartográfica.

A criação de maquete por parte dos alunos poderá solucionar o problema da dificuldade na
interpretação de mapas físicos, com representação de altimetria, batimetria, através de cores
hipsométricas, pois o “abstrato” bidimensional do mapa torna-se “real”, nas três dimensões da
maquete (largura, altura e comprimento).

Em sua proposta metodológica para a compreensão da tridimensionalidade, Almeida


(1994) apresenta as vantagens da maquete para se chegar ao domínio sobre o espaço:

a) Contorna a dificuldade da representação plana da terceira dimensão;

b) Permite ver o todo e refletir sobre ele através de um modelo reduzido;

c) Não exige compreensão de relações matemáticas de medida para entender que se trata de uma
redução (uma miniatura);

d) Há, mesmo na forma tridimensional que se aproxima do real, uma eleição de símbolos para
representar os objetos e uma seleção dos mesmos, resultando em um certo grau de generalização,
que é aspecto fundamental da cartografia;

e) Projeta o sujeito para fora do contexto espacial no qual está inserido permitindo-lhe primeiro
estabelecer relações espaciais entre a posição do seu corpo e os elementos da maquete; depois,
com seu deslocamento em torno da maquete, assume perspectivas diferentes e é forçado a se
descentrar para estabelecer relações espaciais entre os elementos na maquete e não mais em
relação ao próprio corpo. (ALMEIDA, 1994, p.71-72).

Ressaltamos, neste tópico, a importância do professor possuir clareza das inúmeras


possibilidades de aprendizagem que proporciona a cartografia no ensino da Geografia. A maquete
é um recurso didático que precisa ser resgatado e valorizado. Deve estar presente nas aulas de
Geografia, não entendida somente como material diversificado em relação ao livro didático, mas
como parte integrante e indissociável do ensino das noções espaciais e da Cartografia.

3. Metodologia de Construção da Maquete do Estado do Paraná

Foi utilizado como base metodológica para construção da maquete do estado do Paraná o autor
Malanski (2007), referenciado nos autores Simielli (1991) e Almeida (2004).
5

O objetivo principal é descrever passo– a– passo as etapas de construção da maquete, os


materiais necessários e alguns cuidados necessários no processo, tanto no manuseio dos materiais
quanto na utilização da técnica junto com os estudantes, pelo professor.

3.1 Materiais utilizados

Para construção da maquete do Estado do Paraná, os seguintes materiais foram utilizados:

· Mapa topográfico do Estado do Paraná na escala 1/1.700.000;


· Placas de isopor de 5mm;
· Papel vegetal;
· Papel carbono;
· Fita adesiva;
· Canetas de diferentes cores;
· Alfinete;
· Cola branca ou de isopor;
· Massa corrida;
· Lixa fina. Recomenda-se a de granulometria P120;
· Tintas acrílicas;
· Pincéis.

Na escolha da espessura das placas de isopor deverá ser levada em conta a escala vertical
pretendida para o modelo tridimensional, uma vez que tal escala será dada pela relação d/D = 1/T,
onde a espessura da folha será representada por “d” e a eqüidistância das curvas de nível será
representada por “D”.
A construção da maquete pode ter diferentes materiais como o papelão e placas de papel jornal
reciclado na substituição das placas de isopor, ressaltando a concepção da importância do
reaproveitamento de materiais, em sala de aula.
Adotaremos a espessura das placas de papelão, similares a de isopor de 5mm (0,5cm). A
eqüidistância das curvas de nível do mapa topográfico do Estado do Paraná é de 200m (20.000cm).
Desse modo, aplicando-se a relação escalar, a escala vertical de nosso modelo será de 1/40.000, onde
1cm representará 40.000cm, ou 400m de altitude do terreno real.

3.2 Confecção da maquete do Estado do Paraná em sete etapas

As sete etapas definidas por Malanski (2007) são apresentadas a seguir:

1º) Desenho das curvas de nível

Ao selecionar os mapas e cartas utilizados para a construção da maquete, constata-se, muitas


vezes, que eles não possuem a escala desejada para o trabalho. Recomenda-se, nesses casos, adequá-
las através dos processos de redução ou ampliação. É possível encontrar com facilidade bases
cartográficas já reduzidas, que podem ser ampliadas ou reduzidas pelo professor através de fotocópias,
até a obtenção da escala desejável.
Após a seleção e adequação da escala no mapa topográfico do Estado do Paraná, sobrepôs-se
uma folha de papel vegetal ao mapa. O mapa foi copiado no papel vegetal utilizando canetas de
diferentes cores (cada cor representando uma cota altimétrica). O recurso do uso de cores diferentes é
recomendado para facilitar a visualização e diferenciação das cotas.
6

2º) Transposição das curvas de nível para as placas de isopor

O papel carbono foi intercalado entre o papel vegetal com as curvas de nível e a placa de
papelão. Para demarcar as curvas de nível na placa de isopor, foi utilizado um alfinete com cabeça,
para perfurar todo o contorno de uma curva na placa. Uma após outra, todas as curvas de nível do
mapa topográfico foram demarcadas, cada qual, em uma placa de papelão diferente.

3º) Recorte das placas papelão

No terceiro passo, as placas papelão foram recortadas seguindo a linha das curvas de nível.
Para o recorte, foi utilizado tesoura com ponta. Outros instrumentos podem ser utilizados, tais como
estiletes, tesouras sem ponta e facas.

4º) Colagem das placas papelão

As curvas de nível recortadas foram coladas utilizando cola branca. A placa que correspondia
a curva de nível mais baixa foi a base para colar as outras, gradativamente da menor para a maior
altitude.

5º) Recobrimento com massa corrida

Como primeira etapa do processo de acabamento, as curvas de nível coladas foram cobertas
com massa corrida. Foi necessário sobrepor mais de uma camada de massa corrida para recobrir
totalmente o modelo. Após a secagem do material, lixou-se suavemente para dar uniformidade ao
acabamento. O objetivo dessa técnica é transmitir a idéia de continuidade do relevo, e suavizar os
traços da maquete, aproximando-se assim a maquete do espaço real representado, e deixando-a com
aparência mais “natural”. Para isso, a massa não deve ser aplicada em excesso, de modo a não alterar
as escalas.

6º) Acabamento

A segunda etapa do acabamento consistiu na pintura da maquete. Foi utilizada a tinta acrílica
devido a sua propriedade de não agredir a massa corrida. A primeira mão de tinta aplicada foi da cor
branca, para servir de base uniforme às outras, selecionadas a partir do tema da maquete: bacias
hidrográficas do estado do Paraná.

7º) Suporte

Foi utilizada como suporte para a maquete uma placa feita com papelão mais duro e resistente.
Além de dar maior sustentabilidade à maquete, o suporte contribui esteticamente, finalizando o
acabamento, e servindo de local para a legenda, fonte, título, orientação e autor.

3.3. Cuidados na confecção de maquetes

As etapas de construção da maquete do Estado do Paraná servem de modelo para construção


de outras maquetes com temas variados. Recomendamos que professor realize oficinas de construção
com seus alunos, desde que alguns cuidados mínimos sejam adotados. Como utensílios cortantes são
utilizados (tesouras, facas, estiletes), devem ser manuseados com atenção e coerência para faixa etária
dos alunos. Ressaltamos que o pó resultante da massa corrida lixada pode causar algum tipo de alergia
7

em algumas crianças. Por isso recomendamos que o ambiente de trabalho seja arejado, bem ventilado
e organizado, com supervisão adequada de responsáveis.

4. Considerações Finais

Algumas observações podem ser feitas após pesquisa nas orientações legais (Parâmetros
Curriculares Nacionais de Geografia - PCNs). Apesar da Cartografia Escolar ser mencionada como
conteúdo a ser ensinado na Geografia, pouco se menciona sobre a questão do trabalho conjunto dos
conceitos cartográficos e outros conteúdos da disciplina. A cartografia, não deve ser compreendida
como um tema a ser ensinado de forma isolada e sem contextualização. Bem como um de seus
recursos, a utilização de maquetes.

Constatamos em pesquisas anteriores, que as condições das escolas, o número reduzido de


aulas destinado à Geografia e o uso quase exclusivo, pelo professor, do livro didático como único
material, prejudicam a assimilação de conceitos geográficos fundamentais por parte dos alunos, o que
desestimula o aprendizado.

A maquete não pode ser considerada como auto-explicativa e nem deve ser trabalhada
separadamente de outros conteúdos e disciplinas na escola. Esse equívoco, comum de muitos
professores, transforma o espaço de trabalho com maquetes, em momentos de educação artística, de
descontração frente aos conteúdos considerados “formais” das aulas ou disciplinas, de entretenimento
pela utilização de instrumentos diferenciados das práticas escolares, como tinta, papelão, canetinhas,
cola, etc. Em outros casos, apenas as noções básicas da Cartografia presentes na maquete são
mencionadas: escala, localização, etc.

O professor possui papel fundamental no processo de aprendizagem, ao proporcionar situações


de observação, interação, comparação e levantando questões sobre o espaço representado na maquete,
o tema trabalhado e suas inter-relações com outros saberes, além de atentar para identificação das
informações presentes na maquete, em linguagem cartográfica (escala, título, autor, ano, tema, etc).

Apontamos algumas noções e fenômenos espaciais que podem ser trabalhados com auxílio de
maquetes: posicionamento, distância, quantidades, recurso para compreensão das representações
planas (2D), entre outros. É, sem dúvida, interessante recurso didático para o desenvolvimento e
domínio dos conceitos espaciais, e de suas representações em diversas escalas. A análise que o aluno
pode fazer do espaço, dos fenômenos sociais que o perpassam para, a partir disso, se posicionar
criticamente e desenvolver os meios para a transformação social (SANTOS, 1994).

Incentivamos a construção de maquetes e materiais pelo professor, de acordo com os objetivos


e conteúdos de ensino por ele definidos. Pois concordamos com Francischett (2007) ao atentar que:

Quase na totalidade, os materiais didáticos específicos dos conteúdos cartográficos


trazem experiências voltadas para a vivência de seu(s) autor(es). Assim, o
professor fica à mercê de trabalhá-los tais como a bibliografia os apresenta, sem
adaptá-los ao seu contexto. (FRANCISCHETT, 2007).

Ressaltamos a importância do papel do Professor, principalmente nas séries do ensino


fundamental, na construção e elaboração das vertentes da Geografia Física, utilizando a maquete como
instrumento temático para a aplicação de aulas em climatologia e a direção dos ventos, eventos de
chuvas; na geomorfologia e geologia relacionando a dinâmica das paisagens, relevos, os diferentes
tipos de flora e regiões potenciais para agricultura, na hidrogeografia, contextualizando a formação
dos planaltos, o conceito de bacia hidrográfica e percursos dos rios, a concepção ambiental da
reutilização de materiais, antes inservíveis e descartados pela comunidade, entre outros.
8

A maquete desenvolvida teve como elaboração a reutilização de materiais como o papel jornal
e o papelão, tornaram oportuna a aquisição de outros materiais em maior quantidade, sobretudo pela
economia da compra das placas de isopor.
9

5. Referências Bibliográficas

ALMEIDA, R.D. de Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2007.

ALMEIDA, R.D. Uma proposta metodológica para a compreensão de mapas geográficos. Tese de
Doutorado. Faculdade de Educação. USP. São Paulo. 1994.

ALMEIDA, S. P.; ZACHARIAS, A. A. “A construção de maquete no ensino de Geografia como fonte


diversificada de aprendizagem: o aluno do ensino fundamental e suas dificuldades.” Revista de
Iniciação Científica FFIG/ FACEG. Guaxupé. n. 3, p. 114-12, , 2003.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Geografia –


primeiro e segundo ciclos do ensino fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.

CARLOS, A. F. O lugar no/do Mundo. São Paulo, ed. Hucitec, 1996.

CASTROGIOVANNI, A. C, et al. Geografia em sala de aula: práticas e reflexões. Porto Alegre, 2003.

CAVALCANTI, Lana de Souza. Geografia, escola e construção de conhecimento. Campinas:


Papirus, 1998.

FRANCISCHETT, Mafalda Nesi. Anais do IX° Encontro Nacional de Prática de Ensino de Geografia,
Niteroi, RJ, 2007.

GONÇALVES, A. R Os espaços-tempos cotidianos na Geografia Escolar: do currículo oficial e do


currículo praticado. Rio Claro, 2007. Tese (doutorado em Geografia)- IGCE, UNESP.

LASTÓRIA, A. C. Estudo da localidade e atlas municipal. In: IX Encontro Nacional de Práticas de


Ensino em Geografia- ENPEG. Niterói-RJ, 2007.

______________. A cartografia escolar e a concepção de Atlas escolar municipal. Dialogus (Ribeirão


Preto), v. 3, p. 111-126, 2007.

________________ (org.) Atlas Escolar Histórico, Geográfico e Ambiental de


Ribeirão Preto. USP: Ribeirão Preto, 2008.

LUDKE, M.; ANDRÉ, M.E.D.A.; Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU,
1986.

MALANSKI, Lawrence Mayer. “O uso da maquete no ensino de Geografia”. In LABOGEO,


Universidade Federal do Paraná - UFPR. Curitiba, 2007.

MORAIS, C.C. “Concepções e práticas docentes sobre o ensino do Lugar na Geografia Escolar.
Trabalho de Conclusão de Curso. Ribeirão Preto: Universidade de São Paulo, 2008.

OLIVEIRA, A.R. A cartografia escolar e as práticas docentes nas séries iniciais do ensino
fundamental. São Carlos. Dissertação (mestrado em Educação) – CECH, UFSCar, 2003.

OLIVEIRA, L. de Estudo metodológico e cognitivo do mapa. In: ALMEIDA, R.D. de (org.)


Cartografia Escolar. São Paulo: Contexto, 2007. pp. 15-42.

SANTOS, Enio Serra. “Pesquisar, produzir e refletir sobre o lugar: o desafio de se fazer professora
que também ensina Geografia.” Faculdade de Educação, UFRJ. Rio de Janeiro, 2007.
10

SANTOS, C, Partes Revista Virtual. Disponível em


http://www.partes.com.br/educacao/cartografiaescolar.asp. Acessado em 10 mai 2009.

SANTOS, Milton. “A Natureza do espaço fragmentado”. In Milton Santos et al (orgs). Território:


Globalização e Fragmentação, 1994.

SANTOS, Milton. Metamorfoses do Espaço Habitado. 5ª. ed. São Paulo: Hucitec, 1997.

SIMIELLI, M.E.R.; GIRARDI, G.; BROMBERG, P.; MORONE, R. & RAIMUNDO,


S.L. Do plano ao tridimensional: a maquete como recurso didático. Boletim
Paulista de Geografia, nº 70, AGB, São Paulo, 1991, pp. 5-21.

STRAFORINI, R. Ensinar Geografia: o desafio da totalidade – mundo nas séries iniciais. São Paulo:
Annablume, 2004.

TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 3ª. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.