TCC FUNDAMENTAÇÂO TEÒRICA

1.1 Educação inclusiva conceito/historia/legislação
A educação inclusiva é um processo em que se amplia a participação de todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos. A Educação Inclusiva atenta a diversidade inerente à espécie humana, busca perceber e atender as necessidades educativas especiais de todos os sujeitos-alunos, em salas de aulas comuns, em um sistema regular de ensino, de forma a promover a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Prática pedagógica coletiva, multifacetada, dinâmica e flexível requer mudanças significativas na estrutura e no funcionamento das escolas, na formação humana dos professores e nas relações família-escola. Com força transformadora, a educação inclusiva aponta para uma sociedade inclusiva. O ensino inclusivo não deve ser confundido com educação especial, a qual se apresenta numa grande variedade de formas incluindo escolas especiais, unidades pequenas e a integração das crianças com apoio especializado. O ensino especial é desde sua origem um sistema separado de educação das crianças com deficiência, fora do ensino regular, baseado na crença de que as necessidades das crianças com deficiência não podem ser supridas nas escolas regulares. Existe ensino especial em todo o mundo seja em escolas de frequência diária, internatos ou pequenas unidades ligadas à escola de ensino regular. De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium - IDDC) sobre a International educação inclusiva, realizado em março de 1998 em Agra, na Índia, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:[1]
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Reconhece que todas as crianças podem aprender; Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia , HIV, TB, hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição); Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças; ; Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva; É um processo dinâmico que está em evolução constante; Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.

Estas perspectivas históricas levam em conta a evolução do pensamento acerca das necessidades educativas especiais ao longo dos últimos cinqüenta anos, no entanto, elas não se desenvolvem simultaneamente em todos os países, e conseqüentemente retrata uma visão

e. eficazmente criando . que tenha o efeito ou propósito de impedir ou anular o reconhecimento. O termo "discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência" significa toda diferenciação. 5. 4. a Convenção Interamericana para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência[8] define em seu Artigo I que: 1. O termo "deficiência" significa uma restrição física. na Guatemala. deficiência. desde que a diferenciação ou preferência não limite em si mesma o direito à igualdade dessas pessoas e que elas não sejam obrigadas a aceitar tal diferenciação ou preferência. que limita a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária. Abordagens Curriculares: (predominou na década de 70) enfatiza o papel do 70) currículo na solução . para alguns escritores. causada ou agravada pelo ambiente econômico e social. e defende uma construção social de necessidades educativas especiais. 3. Nos casos em que a legislação interna preveja a declaração de interdição. exclusão ou restrição baseada em deficiência antecedente de deficiência.histórica global que não corresponde ao mesmo estágio evolutivo de cada sociedade. . Estas perspectivas são descritas por Peter Clough. A resposta sociológica: (predominou na década de 60) representa a crítica ao legado 60) psico-médico. mental ou sensorial. 2. elabora uma resposta política aos efeitos do modelo exclusionista do legado psico-médico. O legado psico-médico: (predominou na década de 50) vê o indivíduo como tendo de 50) algum modo um deficit e por sua vez defende a necessidade de uma educação especial para aqueles indivíduos. 2. Em seu Artigo II afirma que a Convenção tem por objetivo prevenir e eliminar todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência e propiciar a sua plena . Estratégias de melhoria da escola: (predominou na década de 80) enfatiza a 80) importância da organização sistêmica detalhada na busca de educar verdadeiramente. Não constitui discriminação a diferenciação ou preferência adotada pelo Estado Parte para promover a integração social ou o desenvolvimento pessoal dos portadores de deficiência. conseqüência de deficiência anterior ou percepção de deficiência presente ou passada. gozo ou exercício por parte das pessoas portadoras de deficiência de seus direitos humanos e suas liberdades fundamentais. de natureza permanente ou transitória. Crítica aos estudos da deficiência: (predominou na década de 90) frequentemente 90) elaborada por agentes externos à educação. Legislação Aprovada pelo Conselho Permanente na sessão realizada em 26 de maio de 1999. quando for necessária e apropriada para o seu bem-estar. esta não constituirá discriminação.dificuldades de aprendizagem.[2] 1.

Programa de Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiência Lei nº 10.436/02 .Educação Especial Lei nº 8069/90 . o desenvolvimento das diversas línguas de sinais e o trabalho de ensino das línguas orais permitiram aos surdos os meios de desenvolvimento de sua inteligência.A.Estágio Lei nº 10.Educação Especial Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional .899. A dificuldade na comunicação prejudica no seu relacionamento interpessoal. No passado. de 5 de março de 2004 . .853/89 . Entretanto.integração à sociedade.Acessibilidade Lei nº 10. principalmente com a mãe.Libras Lei nº 7. Pode ser de nascença ou causada posteriormente por doenças.Educação Especial 1.CORDE . compreendeu-se que eles. costumava-se achar que a surdez era acompanhada por algum tipo de déficit de inteligência. [9] Legislação que regulamenta a educação especial no Brasil • • • • • • • • • • • • • • Constituição Federal de 1988 . baseadas no princípio de eliminar toda e qualque forma de discriminção baseada em deficiência. Brasil.Apoio às pessoas portadoras de deficiência Lei n. de seu artigo VIII.098/94 . sofre carência de informações necessárias ao seu desenvolvimento intelectual e emocional. nos termos do parágrafo 3.Direitos e proteção às pessoas acometidas de transtorno mental Plano Nacional de Educação . Deficiente auditivo (D. O Congresso Nacional brasileiro aprovou o texto da Convenção Interamericana por meio do Decreto legislativo nº 198. Porém. O conjunto de Artigos desta convenção apresentam medidas práticas. psicológicos e sociais.216 de 4 de junho de 2001 .845. A Convenção entrou em vigor. ou seja. em sua maioria. Enquanto os Artigos III e IV enumeram as ações que os Estados Partes se comprometem a tomar para alcançar o objetivo acordado.2 Deficiência Auditiva: O que é? Como se vê? Como se apresenta? Deficiência auditiva (também conhecida como hipoacusia ou surdez) é a incapacidade parcial ou total de audição.Estatuto da Criança e do Adolescente Lei nº 8859/94 . não tinham a possibilidade de desenvolver a inteligência em virtude dos poucos estímulos que recebiam e que isto era devido à dificuldade de comunicação entre surdos e ouvintes. de 13 de junho de 2001. com a inclusão dos surdos no processo educativo.LDBN Lei nº 9394/96 – LDBN .Passe Livre Lei nº 9424 de 24 de dezembro de 1996 . em 14 de setembro de 2001.º 8.FUNDEF Lei nº 10. de 29 de junho de 1994 .) existe a privação sensorial que afeta os aspectos: eficiente físicos.Educação Especial Lei nº 8069/90 .Estatuto da Criança e do Adolescente . para o 2001.

p. Exógena: causada por infecções viróticas da gestante. como malformações no aparelho auditivo ou ainda o uso de medicamentos. De acordo com Bevilacqua (1998). que define como dever do . A Deficiência Auditiva pode ser causada ainda por estados febris gripais na mãe gestante ou incompatibilidade sangüínea entre os pais (fator RH). sendo que na Educação. traumatismo devido ao parto prolongado. principalmente na aquisição da linguagem como afirmam Redondo e Carvalho (2000). compreensão e expressão ( ). Quando não há intervenção sofre um atraso. • Moderada: é considerada quando existe uma perda de 31 a 60 dB. não causando prejuízo significativo. porém. Godinho (1982) aponta como etiologia: Congênita: pré-natal ou imediatamente pós-natal. ou originadas por agentes quimioterápicos que alterando o meio intra-uterino (ex: sarampo. destaca-se o Inciso III. com perda severa/profunda pode apresentar dificuldades maiores no seu processo de desenvolvimento do que em crianças com perda leve ou moderada. Este aspecto se agrava de acordo com o nível de gravidade da perda auditiva. Krech e Crutchfield apud Godinho (1982. Isso significa que a criança D. sem que haja a necessidade do uso de aparelho. a Deficiência Auditiva qualifica-se em: • Leve: perda auditiva de 15 a 30 dB. com o uso do aparelho auditivo e uma boa intervenção terapêutica. quadros orgânicos no feto. incluem-se as anomalias após o nascimento. rubéola e quimino que ocorrem na mãe gestante) ocasiona ocasionam fetopatias. originando-se de causas  Congênita: endógenas ou exógenas. principalmente da linguagem. Para que ocorra a D. do Artigo 208. Endógenas: herança genética (no par de genes com  complementares). ocorre de acordo com um processo de recepção ( (in put). O parto prematuro ou de gêmeos também são riscos de uma possível anoxia. Além disso. cuja aprendizagem. havendo uma dificuldade de desenvolvimento de fala e linguagem. (out put) do pensamento e da linguagem. ou seja. foram aprovados vários dispositivos referentes aos direitos das pessoas com deficiência. definindo-se no momento da concepção. 19) postulam que aos surdos.A.A.3 Adequações curriculares (adaptação) Na Constituição de 1988. mas que não impede o seu desenvolvimento de fala e linguagem.ocasionando a limitação da troca simbiótica. é capaz de desenvolvê-la. o que ) implica em um prejuízo no desenvolvimento dest desta. O uso do aparelho e as intervenções possibilitam o desenvolvimento praticamente normal da criança. que causa eritroblastose fetal caso não seja detectado logo após o nascimento. nos níveis de gravidade citados acima. • Severa: é caracterizada quando o limiar tonal está entre 61 e 90 dB. “falta-lhes a capacidade de situar atravé do som um objeto de espaço. • Profunda: seu limiar tonal está acima de 90 dB. tanto na educação como em outras áreas. 1. mesmo com as intervenções seu processo de desenvolvimento fica bastante comprometido havendo-se a necessidade de aprender a leitura orofacial (leitura labial).

que tomaram força as discussões acerca da Escola Inclusiva. Outros importantes documentos legais pós-constituição. para os educandos com portanto. 1994) onde foram preconizadas as diretrizes da Educação Para Todos. a instituição escolar passa a ser alvo de questionamentos e de conflitos. mas como um conjunto de medidas que a escola regular põe ao serviço de uma resposta adaptada à diversidade dos alunos. e as ações que se seguiram. Ressaltamos que o conceito de Escola Inclusiva conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Especial (MEC/SEESP. e as leis orgânicas de alguns municípios incorporaram o dispositivo constitucional e. prevê a opção pelas escolas especializadas “exclusivamente quando a educação das escolas comuns não puder satisfazer as necessidades educativas ou sociais do aluno ou quando necessário ao bem-estar do educando” (Ferreira & Glat. O Decreto nº 3298 de 1999 (que regulamentou a Lei nº 7853/89). As constituições estaduais subseqüentes. norteando as políticas educacionais desde então. de 1990. correspondendo às necessidades específicas de todos. no currículo. Muitas são as ansiedades que movimentam as transformações em busca do que se julga ser o ideal. inclusive. III). A escola capacita seus professores. Ou seja. por expor a diversidade e o compartilhamento de interesses. preferencialmente na rede regular de ensino” ( Artigo n° 4.Estado “o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. …implica uma nova postura da escola comum. como a Lei nº 7. a necessidade de se pensar um currículo para a escola inclusiva foi oficializada a partir das medidas desenvolvidas junto à Secretaria de Educação . no Brasil. organiza-se e adapta-se para oferecer educação de qualidade para todos. e oferecendo a base legal para a propagação da Educação Inclusiva. provavelmente.Inclusão. na avaliação e na atitude dos educandos. 1998). o complementaram. necessidades especiais. não significa.. ações que favoreçam a integração social e sua opção por práticas heterogenias.853/89.394/96 – de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. que define como dever do Estado o “atendimento educacional especializado aos educandos com necessidades especiais . expectativas e identidades. que propõe no projeto político pedagógico. ignorando suas necessidades específicas. a Educação Especial já não é mais concebida como um sistema educacional paralelo ou segregado. Inclusão. Assim.. Esta proposta foi respaldada na Lei nº 9. chamada “Lei da Integração”. o preferencialmente na rede regular de ensino ensino”. e o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA). Neste contexto.. contradições. Mas foi a partir da Declaração de Salamanca (UNESCO. prepara-se. simplesmente matricular os educandos com necessidades especiais na classe comum. reafirmaram o direito à Educação e a noção de integração social. em alguns casos. 2003). na metodologia de ensino. mas significa dar ao professor e à escola o suporte necessário à sua ação pedagógica (grifo nosso)..

considerando que o processo de ensinoaprendizagem pressupõe atender à diversificação de necessidades dos alunos na escola (MEC/SEESP/SEB. O currículo favorece certas formas de conhecimento sobre outras e afirmam os sonhos. aptados As adaptações curriculares. A inclusão de alunos com necessidades especiais na classe regular implica o desenvolvimento de ações adaptativas. ele serve. no currículo como um todo. consideradas como: …estratégias e critérios de atuação docente. transcrição de textos anscrição e outros recursos pedagógicos adaptados para deficientes auditivos. As primeiras se referem à eliminação de barreiras arquitetônico e metodológicas. . identificar essas “necessidades” requer que os sistemas educacionais modifiquem não apenas as suas atitudes e expectativas em relação a esses alunos. admitindo decisões que oportunizam adequar a ação educativa escolar às maneiras peculiares de aprendizagem dos alunos. desejos e valores de grupos seletos de estudantes sobre outros grupos. ele representa a introdução de uma forma particular de vida. Estas incluem as “condições físicas. principalmente. De modo geral. de classe ou gênero (p. Neste documento explicita-se o conceito de adaptações curriculares. Mais do que isso. Vale ressaltar que. sendo pré-requisito para que o aluno possa freqüentar a escola regular com autonomia. atividades e formas de avaliação. para que ele possa ser desenvolvido de maneira efetiva em sala de aula. materiais e de comunicação”. essas adaptações curriculares realizam-se em três níveis: • Adaptações no nível do projeto pedagógico (currículo escolar) que devem focalizar. 1998. um texto em sala de aula ou o vocabulário de um curso. em parte. com freqüência discriminando certos grupos raciais. p. para acomodar os alunos com necessidades especiais. para preparar os estudantes para posições dominantes ou subordinadas na sociedade existente. participando das atividades acadêmicas propostas para os demais alunos. propriamente ditas. 116). são modificações do planejamento. pode-se falar em dois tipos de adaptações curriculares. a organização escolar e os serviços de apoio. e atender as necessidades individuais de todos os alunos. rampas de acesso e banheiros adaptados. as chamadas adaptações de acessibilidade ao currículo e as adaptações pedagógicas (SME-RJ. apoio de intérpretes de LIBRAS e / ou capacitação do professor e demais colegas. …representa muito mais do que um programa de estudos. 15).Especial do Ministério da Educação com a criação dos Parâmetros Curriculares Nacionais. objeto das discussões apresentadas no presente relatório. visando à flexibilização do currículo. objetivos. mas que se organizem para construir uma real escola para todos. como por exemplo. que dê conta dessas especificidades. De acordo com o MEC/SEESP/SEB (1998). A realização de adaptações curriculares é o caminho para o atendimento às necessidades específicas de aprendizagem dos alunos. conforme MacLaren (1998). currículo. ou em aspectos dele. 1996). No entanto.

com planejamento difuso e um sistema de avaliação precário e indefinido. que se referem. vivenciado no cotidiano da Educação. pois o professor terá que garantir o aprendizado de alunos com necessidades educacionais diversas dos demais. Essa proposta difere das práticas tradicionais da Educação “Especial” que.. produto de uma construção coletiva. s/d). Ela será facilmente compreendida no conceito de currículo. Oliveira e Costa (2002) afirmam que nas questões referentes ao currículo. . portanto. A implementação da Educação Inclusiva não é tarefa fácil. principalmente. a idéia de uma educação inclusiva plena. nas experiências relatadas e no grande desafio encontrado nas instituições educativas: a avaliação. significa que o aluno com necessidades especiais deve fazer parte da classe regular. à programação das atividades elaboradas para sala de aula. no contexto de suas atividades rotineiras e do planejamento para a turma com um todo. Em texto em que refletem sobre o currículo para a formação de educadores para uma Educação verdadeiramente inclusiva. entendida sob a dimensão curricular. Ele é vivo. através de planilhas rígidas e objetivos estereotipados. Adaptações relativas ao currículo da classe. em função da resistência encontrada por parte dos educadores. Não se constrói um currículo de forma apriorística. Adaptações individualizadas do currículo.. ao enfatizar o déficit do aluno. percebemos a tonalidade da incompletude.sentimos o escorregadio da incerteza. A Educação Inclusiva.• • propiciando condições estruturais que possam ocorrer no nível de sala de aula e no nível individual. aprendendo as mesmas coisas que os outros – mesmo que de modos diferentes – cabendo ao professor fazer as necessárias adaptações (UNESCO. que não entre na escola às escondidas. Não há respostas fechadas quanto à dicotomia entre as perspectivas de inclusão e a manutenção das “identidades coartadas” pela exclusão diária e contumaz. desvinculado da realidade afetivo-social do aluno e da sua idade cronológica. que focalizam a atuação do professor na avaliação e no atendimento a cada aluno. Transversaliza este documento. . acarretam a construção de um currículo empobrecido.

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