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QUANTA GEOTECNOLOGIA

GEOPROCESSAMENTO APLICADO
APLICADO A PESQUISA MINERAL
MIN

João Paulo Caldas

Ouro Preto 2016


GEOPROCESSAMENTO APLICADO A PESQUISA MINERAL

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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................ 1
1.1 JUSTIFICATIVA E NECESSIDADE......................................................................... 1
1.2 SOFTWARES .............................................................................................................. 1
1.3 BANCO DE DADOS .................................................................................................. 1
2 AQUISIÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES ............................................................ 2
2.1 DNPM - SIGMINE - PROCESSOS MINERAIS ........................................................ 2
2.2 GEOBANK - CPRM - DADOS GEOLÓGICOS ........................................................ 3
2.3 GEOPORTAL DO EXÉRCITO - BDGEX ................................................................. 3
2.4 SRTM - BRASIL EM RELEVO ................................................................................. 4
2.5 OUTROS DADOS ....................................................................................................... 5
3 LEGISLAÇÃO MINERAL - AVALIAÇÃO DE PROCESSOS .................................. 6
4 REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA ....................................... 10
4.1 IDENTIFICAR A ÁREA A SER REQUERIDA ...................................................... 10
4.2 CRIAR O POLÍGONO DE INTERESSE ................................................................. 11
4.3 PRÉ - REQUERIMENTO ONLINE ......................................................................... 13
4.4 PLANTA DE SITUAÇÃO ........................................................................................ 16
4.5 PLANO DE PESQUISA ............................................................................................ 19
4.6 ART E TAXAS .......................................................................................................... 20
5 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA ......................................................................... 21
5.1 ESTRUTURA DO RELATÓRIO ............................................................................. 21
5.2 MAPA GEOLÓGICO................................................................................................ 23
5.2.1 Georreferenciamento .......................................................................................... 23
5.2.2 Curvas de Nível .................................................................................................. 23
5.2.3 Drenagens e Acessos .......................................................................................... 27
5.2.4 Litologias e Estruturas ........................................................................................ 28
5.2.5 Finalização - Layout View ................................................................................. 29
5.3 PLANTAS TOPO-GEOLÓGICAS E SEÇÕES PARA CÁLCULO DE
RESERVAS .......................................................................................................................... 31
6 CONCLUSÕES............................................................................................................... 34

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LISTADE FIGURAS

Figura 1 - Detalhamento de como fazer o download dos arquivos dos processos minerais
em SHP e KML pela interface do SIGMINE na página: www.dnpm.gov.br ....... 2
Figura 2 - Download de arquivos vetoriais no Geobank da CPRM. Página da internet:
www.geobank.cprm.gov.br ................................................................................... 3
Figura 3 - Banco de dados geográficos do exército (BDGEX), utilizado para download de
cartas topográficas do IBGE. Página: www.geoportal.eb.mil.br .......................... 4
Figura 4 - Download de imagens SRTM na página:
http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br/ ................................................................ 5
Figura 5 - Localizando um ponto a partir de coordenadas Lat/Long na página do
SIGMINE. ........................................................................................................... 11
Figura 6 - Polígono criado na região selecionada anteriormente, com área total de 163, 42 ... 12
Figura 7 - Poligonal criada e delimitada em shapefile no Gis. ................................................. 13
Figura 8 - Tools - configure - projection. Esse é o procedimento para alterar as
coordenadas da poligonal para Lat/Long ............................................................ 14
Figura 9 - Utiliza-se a ferramenta "Info", seleciona-se o polígono e pede-se a informação
dos vértices como representado acima. ............................................................... 15
Figura 10 - Coordenadas inseridas na página do pré - requerimento online ............................ 15
Figura 11 - Formato final do requerimento de autorização de pesquisa, para ser gravado e
impresso. ............................................................................................................. 16
Figura 12 - Poligonal locada na Carta índice de Minas Gerais, usando a ferramenta de
informação percebe-se que trata-se da carta SF - 23 - X - A - VI ....................... 17
Figura 13 - Planta de situação da área a ser requerida.............................................................. 19
Figura 14 - Tópicos de um relatório final positivo de pesquisa para Granito. ......................... 22
Figura 15 - Imagem do processo mineral georreferenciada a partir dos pontos de controle
1-4........................................................................................................................ 23
Figura 16 - Extração da imagem SRTM usando "máscara", início da geração de curvas de
nível. .................................................................................................................... 24
Figura 17 - Spatial Analyst para converter a imagem SRTM extraída em "features" do tipo
pontos. ................................................................................................................. 25
Figura 18 - Geração de um spline............................................................................................. 26
Figura 19 - Criando os contornos das curvas de nível a partir de um spline gerado
anteriormente. ...................................................................................................... 27
Figura 20 - Delimitação dos acessos de amarelo e drenagens em azul na área pesquisada,
utiliza-se a ferramenta editor. Deve-se atentar ao "target" que é a shapefile
que estará sendo editada, necessário trocar sempre que for alternar dos
acessos pras drenagens. ....................................................................................... 28

v
Figura 21 - Esboço prévio do mapa geológico com as litologias demarcadas, curvas de
nível, acessos e drenagens. ................................................................................. 29

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

1 INTRODUÇÃO

O curso de Geoprocessamento aplicado a Pesquisa Mineral foi criado no intuito de


acrescentar à graduação dos alunos de Geologia e Eng. de Minas, o conhecimento teórico e prático
sobre tramitações e procedimentos, junto ao DNPM, relacionados à Pesquisa Mineral, utilizando
softwares específicos como: ArcGis, AutoCAD, Global Mapper, Google Earth, Track Maker e,
também, a interface digital da página do DNPM na internet.

O aluno concluinte do curso se tornará capacitado a confeccionar Mapas Geólogicos, Plantas


de Situação, Descrições Macroscópicas, Requerimentos e Relatórios de Pesquisa Mineral dentre
outros. Além disso, irá adquirir conhecimento a respeito de legislação mineral e se tornar
inteiramente capaz de gerir um Processo de Pesquisa Mineral junto ao DNPM.

1.1 JUSTIFICATIVA E NECESSIDADE

Os cursos de graduação do ramo da mineração da UFOP, apesar de possuírem a disciplina


Pesquisa Mineral, não ensinam os estudantes a realizar procedimentos práticos de pesquisa e,
principalmente as tramitações necessárias perante o DNPM para validar todo o processo de
Pesquisa. Dessa forma, o curso ensinará os alunos para que possam oferecer serviços e trabalhar de
maneira autônoma quando formados.

1.2 SOFTWARES

Nos dias atuais, familiaridade e domínio de softwares na área de Geoprocessamento tem


sido um diferencial aos profissionais no mercado de trabalho. No curso, os alunos terão contato
básico com alguns programas como AutoCAD, Global Mapper e Track Maker e, experiência mais
aprofundada nos fundamentos de ArcGis e Google Earth, adquirindo total domínio em
Georreferenciamento e confecção de mapas.

1.3 BANCO DE DADOS

Para realizar trabalhos de Pesquisa Mineral utilizando os softwares citados, é preciso


adquirir um variado banco de dados digitais em formatos SHP, KML, TiFF dentre outros, que
podem ser encontrados em páginas da internet que pautarão nosso próximo capítulo. Além disso,
bancos de dados geológicos em formas de relatórios também são fundamentais.

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Caldas, J. P. P. 2016,

2 AQUISIÇÃO DE DADOS E INFORMAÇÕES

Aqui será mostrado como fazer o download do banco de dados necessário para os
diversos trabalhos a serem feitos ao longo do curso.

2.1 DNPM - SIGMINE - PROCESSOS MINERAIS

A partir da página do DNPM na internet é possível obter informação de todos os


processos minerais vigentes no país através do sistema SIGMINE e do Cadastro Mineiro. O
download dos dados em shapefile e KML para tratamento nos softwares pode ser feito por
estado como mostra a imagem a seguir.

Figura 1 - Detalhamento de como fazer o download dos arquivos dos processos minerais em SHP e KML pela
interface do SIGMINE na página: www.dnpm.gov.br

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

2.2 GEOBANK - CPRM - DADOS GEOLÓGICOS

Na página do Geobank da CPRM é possível encontrar diversos trabalhos realizados pela


própria instituição ou por universidades em formatos shapefile, além disso, notas explicativas e
outros tipos de dados podem ser encontrados, a figura 2 representa como fazer o download de
mapas geológicos.

Figura 2 - Download de arquivos vetoriais no Geobank da CPRM. Página da internet:


www.geobank.cprm.gov.br

2.3 GEOPORTAL DO EXÉRCITO - BDGEX

Na década de 80, alguns trabalhos topográficos foram realizados pelo IBGE e convertidos
em cartas topográficas em escala 1:100.000. Recentemente, o exército brasileiro disponibilizou na
internet o acesso a diversos dados para download do público, basta acessar o BDGEX como mostra
a figura a seguir.

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Caldas, J. P. P. 2016,

Figura 3 - Banco de dados geográficos do exército (BDGEX), utilizado para download de cartas topográficas do
IBGE. Página: www.geoportal.eb.mil.br

2.4 SRTM - BRASIL EM RELEVO

Há uma página na internet, da EMBRAPA, onde é possível baixar arquivos SRTM em


formato geotiff. Tais arquivos contêm informações de relevo da superfície brasileira e,
quando tratados podem nos fornecer, por exemplo, curvas de nível. A figura 4 mostra como
fazer o download das SRTM.

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 4 - Download de imagens SRTM na página: http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br/

2.5 OUTROS DADOS

Foram descritas nos itens acima as principais fontes de dados para realização de trabalhos de
pesquisa por geoprocessamento, porém, existem trabalhos a serem realizados que necessitam de
outras informações que talvez não possam ser encontradas nessas páginas. Dessa forma, é sempre
bom procurar na internet por novos elementos e sempre atualizar seu banco de dados para que,
facilite o trabalho na hora de fazê-lo.Alguns trabalhos de mapeamento como Projeto Espinhaço,
Projeto Jequitinhonha, RADAM Brasil serão passados aos alunos que se interessarem.

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Caldas, J. P. P. 2016,

3 LEGISLAÇÃO MINERAL - AVALIAÇÃO DE PROCESSOS

Para trabalhar com processos minerais, fazer requerimentos e relatórios é preciso ter
um conhecimento básico a respeito de legislação mineral. As etapas de um processo mineral
podem ser subdivididas basicamente em: Requerimento de autorização Fase de Alvará de
Pesquisa Apresentação de Relatório Final Fase de concessão de lavra Apresentação
Plano Aproveitamento Econômico, Licença ambiental e demais documentos Lavra.

Vamos lidar aqui apenas com algumas situações características da fase de Alvará de
autorização de pesquisa, situações que devem ser consideradas antes de requerer uma área
onde já há um processo vigente e também durante o período de alvará até apresentação do
relatório final. Segue abaixo alguns conhecimentos básicos, porém importantes, todas as
informações foram adquiridas do Código de Mineração e devidas Portarias do DNPM.

Alvará de Autorização de Pesquisa -O alvará é concedido pelo DNPM por tempo


determinado (depende da variedade e quantidade de substâncias minerais) após aprovado o
requerimento protocolado e executado corretamente segundo determina o Código de
Mineração.

Taxa Anual por Hectare (TAH)– Depois de concedido alvará de pesquisa, o


proprietário do direito mineral deverá pagar anualmente uma taxa de R$ 3,06/ha (para alvarás
no prazo) e R$4,63/ha (para alvarás prorrogados), alvarás concedidos no primeiro semestre
implicarão em pagamento da taxa até 31/07 subsequente e, alvarás concedidos no segundo
semestre implicarão em pagamento da taxa até 31/01 do próximo ano. O não pagamento da
TAH implicará em aplicação de multa com direito a interposição de recurso. Casohaja
recorrência, não interposição de recurso ou indeferimento do mesmo o DNPM poderá declarar
nulidade ou caducidade do processo.

Disponibilidade -Um processo mineral só "cai" ou é anulado imediatamente mediante


a não apresentação do Relatório Final de Pesquisa dentro do prazo estabelecido .Para outras
demais situações onde a área é desonerada, ocorre um processo de Disponibilidade, no qual
durante 60 dias um Edital de Habilitação fica disponível para quem tiver interesse em
apresentar um projeto (mais detalhado que um requerimento de pesquisa) para concorrer ao
direito minerário em questão. Caso haja mais de um interessado, o DNPM promove uma
espécie de julgamento para decidir qual o melhor projeto e quem será o novo titular do
processo, caso não haja candidatos, a área ficará livre.
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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Guia de Utilização - É denominada Guia de Utilização (GU) o documento que admitir, em


caráter excepcional, a extração de substâncias minerais em área titulada, antes da outorga da
concessão de lavra, fundamentado em critérios técnicos, ambientais e mercadológicos, mediante
prévia autorização do DNPM.

Após o conhecimento de alguns conceitos do Código de Mineração, vamos fazer alguns


estudos de casos de alguns processos minerais.

1 - 833.633/2011

Eventos:
Descrição Data

1341 - AUT PESQ/ÁREA DISPONIBILIDADE PARA PESQUISA - EDITAL 20/09/2013

662 - NOTIFICAÇÃO ADM PGTO DÉBITO MULTA 15/02/2013

178 - AUT PESQ/NOTIFICAÇÃO ADM L PGTO DÉBITO TAH 15/02/2013

650 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA CADUCADO -TAH 28/01/2013

641 - AUT PESQ/MULTA APLICADA-TAH 06/12/2012

635 - AUT PESQ/AUTO INFRAÇÃO MULTA-TAH 18/10/2012

322 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA 02 ANOS PUBL 24/04/2012

100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO 16/09/2011

Interpretando o processo mineral acima podemos observar que: houve concessão de alvará
por 02 anos, porém, não houve pagamento da TAH e nem interposição de recurso, o que implicou
em auto de infração, aplicação de multa e posterior caducidade do processo. Apesar disso, o
processo mineral não caiu, entrou em disponibilidade 8 meses depois e, como não houve nenhum
interessado a participar do Edital, a área atualmente encontra-se LIVRE para requerimento.

2 - 872.128/2012

Eventos:
Descrição Data

284 - AUT PESQ/GUIA UTILIZAÇÃO INDEFERIDA PUBLICADA 11/03/2016

261 - AUT PESQ/PEDIDO RECONSIDERAÇÃO PROTOCOL 03/03/2016

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 29/01/2016

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 29/01/2015

283 - AUT PESQ/GUIA UTILIZAÇÃO REQUERIMENTO PROTOC 11/11/2014

207 - AUT PESQ/OFICIO AO JUIZ ENVIADO 14/07/2014

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 30/01/2014

236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO 14/01/2014

283 - AUT PESQ/GUIA UTILIZAÇÃO REQUERIMENTO PROTOC 06/12/2013

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Caldas, J. P. P. 2016,

236 - AUT PESQ/DOCUMENTO DIVERSO PROTOCOLIZADO 06/12/2013

209 - AUT PESQ/INICIO DE PESQUISA COMUNICADO 06/12/2013

323 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA 03 ANOS PUBL 28/11/2013

100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO 09/10/2012

Neste processo mineral o alvará concedido foi de 03 de anos e tem vencimento nesse
ano de 2016, ou seja, até novembro deverá ser apresentado o relatório final de pesquisa. Não
há nenhuma irregularidade com o processo, as TAH foram pagas corretamente e, portanto o
processo ainda está vigente. Curiosidade é a Guia de Utilização que foi solicitada ainda antes
da aprovação do relatório final de pesquisa, provavelmente para iniciar uma lavra
experimental para analisar a viabilidade do material, porém, essa guia foi indeferida. É
possível solicitar ao DNPM uma cópia do processo, se necessário, para descobrir os
problemas que ocorreram e causaram o indeferimento.

3 - 831.959/2013

Eventos:
Descrição Data

794 - AUT PESQ/RELATORIO PESQ POSITIVO APRESENTADO 15/10/2015

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 30/01/2015

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 28/01/2014

209 - AUT PESQ/INICIO DE PESQUISA COMUNICADO 26/12/2013

322 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA 02 ANOS PUBL 13/12/2013

100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO 09/07/2013

Quanto a este processo não há muito o que discutir, está tudo nos conformes. O início
de pesquisa foi comunicado, as taxas foram pagas e o relatório positivo apresentado dentro do
prazo, resta agora esperar aprovação do relatório para seguir para a próxima etapa de
concessão de lavra.

4 - 871.799/2013

Eventos:
Descrição Data

1341 - AUT PESQ/ÁREA DISPONIBILIDADE PARA PESQUISA - EDITAL 25/05/2016

318 - AUT PESQ/RELATORIO PESQ NÃO APV ART 30 II CM PUB 29/02/2016

795 - AUT PESQ/RELATORIO PESQ NEGATIVO APRESENTADO 13/11/2015

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 30/01/2015

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 28/01/2014

209 - AUT PESQ/INICIO DE PESQUISA COMUNICADO 17/12/2013

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

322 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA 02 ANOS PUBL 29/11/2013

100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO 02/08/2013

Este processo também está com tudo nos conformes, porém existem algumas peculiaridades.
No caso o relatório de pesquisa apresentado foi negativo, quando é assim, o DNPM publica a nota
de NÃO aprovação do relatório, dando continuidade ao processo. Uma vez que houve apresentação
de relatório, a área não cai imediatamente, entrou em disponibilidade (depois da apresentação do
relatório negativo) em maio e, encontra-se ainda em processo, podendo haver habilitação de algum
candidato a qualquer momento até completar os 60 dias.

5 - 871.940/2011

Eventos:
Descrição Data

645 - AUT PESQ/PAGAMENTO MULTA EFETUADO-REL PESQ 23/03/2016

638 - AUT PESQ/AUTO INFRAÇÃO MULTA-RELATÓRIO PESQ 02/03/2016

280 - AUT PESQ/BAIXA TRANSCRIÇÃO ALVARÁ 22/09/2014

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 24/01/2014

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 30/01/2013

264 - AUT PESQ/PAGAMENTO TAH EFETUADO 31/01/2012

323 - AUT PESQ/ALVARÁ DE PESQUISA 03 ANOS PUBL 19/09/2011

100 - REQ PESQ/REQUERIMENTO PESQUISA PROTOCOLIZADO 16/05/2011

No caso desse processo, as taxas anuais por hectare foram pagas, porém não houve
comunicação de início de pesquisa e não houve desistência nem apresentação de nenhum tipo de
relatório final após 03 anos de alvará. Dessa forma, aplica-se uma multa e a área fica livre
imediatamente após o último dia do prazo para apresentação de relatório.

Os casos estudados acima são apenas alguns utilizados para ilustrar algumas situações que
ocorrem rotineiramente com quem trabalha com esses processos, muitas vezes acontecem erros por
parte do DNPM e também longa demora em analisar processos ou publicar decisões, por isso é de
extrema importância sempre estar atento a prazos e ao código de mineração, além de manter contato
direto com o DNPM para resolução de quaisquer problemas.

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Caldas, J. P. P. 2016,

4 REQUERIMENTO DE AUTORIZAÇÃO DE PESQUISA

Fazer um Requerimento de Autorização Pesquisa ao DNPM significa solicitar à União


o direito minerário (ou direito de pesquisar o subsolo) de determinada área delimitada. Caso
haja interesse em algum bem mineral encontrado, deve-se protocolizar um Requerimento,
solicitando Alvará para iniciar os procedimentos de pesquisa e, posteriormente comprovar a
existência e viabilidade do recurso mineral.

Para protocolizar um requerimento completo junto ao DNPM são necessários os


seguintes itens:Pré-requerimento online, Planta de Situação, Plano de Pesquisa, ART e Taxas
devidamente pagas (taxa para emissão de ART e taxa de requerimento do DNPM).

Vamos usar como exemplo o requerimento, pesquisa e extração de rochas


ornamentais, por se tratar de procedimento mais simples. A seguir será descrito o passo a
passo para iniciar e finalizar um requerimento de autorização de pesquisa.

4.1 IDENTIFICAR A ÁREA A SER REQUERIDA

Antes de mais nada, é preciso identificar a região na superfície que se deseja requerer
e, conferir na página do SIGMINE qual a situação dessa região, se está livre ou se se trata de
um processo mineral já inativo (a mesma tarefa pode ser feita no Gis ou Google Earth, porém
o SIGMINE está sempre atualizado e é de mais confiança).

Exemplo: Queremos requerer uma área para Esteatito (Pedra Sabão) nas coordenadas
20°32'26.79"S/ 43°37'37.95"O. Região de Ouro Branco e Santa Rita.

O SIGMINE utiliza as coordenadas em Lat/Long no DATUM SIRGAS 2000, o


mesmo que deverá ser utilizado nos softwares durante nosso curso por se tratar de datum
padrão. Caso as coordenadas sejam coletadas em campo em UTM, podemos usar o
Conversor de medidas do DNPM. A imagem a seguir mostra como localizar um ponto de
interesse no SIGMINE.

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 5 - Localizando um ponto a partir de coordenadas Lat/Long na página do SIGMINE.

No exemplo citado, como vemos na figura, a área de interesse encontra-se livre para ser
requerida. Em caso do ponto estar em um dos processos já existentes da figura, o procedimento a
ser feito é checar as informações do mesmo na página do DNPM seguindo os seguintes comandos:
Acesso a sistemas - Cadastro Mineiro - Consulta - Consultar Processos.

4.2 CRIAR O POLÍGONO DE INTERESSE

Tendo escolhido a região de interesse, é necessário criar a poligonal que representará o


futuro Processo Mineral. Para isso, vamos criar o polígono inicialmente no Google Earth, dessa
forma é possível ver na imagem o que realmente esta sendo requerido.

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Caldas, J. P. P. 2016,

Figura 6 - Polígono criado na região selecionada anteriormente, com área total de 163, 42

Tendo feito esse procedimento, salva-se o polígono para que seja aberto no ArcGis no
formato KMZ. A partir de então, cria-se uma shapefile no ArcCatalog da poligonal, para
refazê-la de maneira mais alinhada e correta.

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 7 - Poligonal criada e delimitada em shapefile no Gis.

Agora temos a poligonal do requerimento em SHP, geralmente, exporta-se a shapefile para o


CAD para que lá seja calculada corretamente a área em hectares que será requerida. No caso de
rochas ornamentais, o limite permitido pelo DNPM são 1000 hectares, como a poligonal tem área
pequena, iremos para o próximo passo que é realizar o pré-requerimento online.

4.3 PRÉ - REQUERIMENTO ONLINE

Para dar início ao pré-requerimento online na página do DNPM deve-se seguir os seguintes
passos na página do órgão: Acesso a sistemas - Cadastro Mineiro - Requerimento -
Requerimento de Autorização de Pesquisa.

Tendo feito isso, vamos nos encontrar na página em que será preenchido o requerimento, é
necessário que o requerente (titular da área) possua cadastro no DNPM e que haja um responsável
técnico (Geólogo ou Engenheiro de Minas). Deverão ser preenchidos todos os campos, no nosso
caso a substância é o Esteatito e, na parte de orçamento faz-se uma estimativa dos gastos com os
futuros trabalhos de pesquisa, tal orçamento estará detalhado no Plano de Pesquisa e será passado
em sala para os alunos.

O procedimento que requer um pouco mais de cuidado é a inserção das coordenadas da


poligonal a ser requerida, para realizar tal processo utilizaremos o Global Mapper. Abre-se a

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Caldas, J. P. P. 2016,

shapefile da poligonal clicando em Open your own data files. As imagens a seguir explicarão
como fazer o procedimento.

Figura 8 - Tools - configure - projection. Esse é o procedimento para alterar as coordenadas da poligonal para
Lat/Long

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 9 - Utiliza-se a ferramenta "Info", seleciona-se o polígono e pede-se a informação dos vértices como
representado acima.

A partir de então, deve-se inserir as coordenadas no espaço que lhe compete no pré-
requerimento, importante ressaltar que as coordenadas precisam ser "Rumos verdadeiros", ou seja,
quando se insere uma coordenada, a seguinte deverá ter ou a latitude ou a longitude igual à
coordenada anterior, caso não esteja assim nos vértices do Global Mapper, deve-se fazer a correção
por aproximação. Outro fato importante é que, mesmo a poligonal possuindo 4 vértices apenas,
devem ser inseridas 5 coordenadas, sendo a última idêntica a primeira para fechar o polígono.

Figura 10 - Coordenadas inseridas na página do pré - requerimento online

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Caldas, J. P. P. 2016,

Agora basta prosseguir e conferir se está tudo de acordo com o que for de interesse do
requerente, gravar e imprimir (Sugestão: imprimir usando o navegador Internet Explorer).

Figura 11 - Formato final do requerimento de autorização de pesquisa, para ser gravado e impresso.

4.4 PLANTA DE SITUAÇÃO

Uma Planta de Situação é aquela que situa a área de interesse em uma Carta
Topográfica do IBGE, mostrando os municípios e vilarejos próximos, drenagens, curvas de
nível e demais informações.

Para localizar nosso polígono já criado anteriormente, devemos encontrar a qual carta
ele pertence. Isso é feito adicionando ao Gis a Carta Índice de Minas Gerais, assim é
possível ver a locação da poligonal (pelas coordenadas dos vértices é possível olhar também
na carta em PDF).

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 12 - Poligonal locada na Carta índice de Minas Gerais, usando a ferramenta de informação percebe-se que
trata-se da carta SF - 23 - X - A - VI

Sabendo-se a qual carta topográfica pertence a região a ser requerida, resta adicionar a carta
topográfica do IBGE e montar a estrutura da planta. Nesse caso, trata-se da carta SF-23-X-A-VI,
que se subdivide em diversos municípios e não pode ser encontrada no geoportal do exército. Na
loja do IBGE foi possível descobrir e baixar a carta Ouro Branco (SF-23-X-A-VI 2), a qual foi
GEORREFERENCIADA e trabalhada no ArcGis. Os procedimentos de georreferenciamento,
inserção de grid, norte e cabeçalho são ensinados durante as aulas e o produto final se trata de uma
planta semelhante a da imagem a seguir.

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Caldas, J. P. P. 2016,

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 13 - Planta de situação da área a ser requerida.

4.5 PLANO DE PESQUISA

O plano de pesquisa consiste basicamente em um projeto simples descrevendo a região de


interesse quanto aos aspectos naturais (geologia e aspectos fisiográficos) e também um cronograma
dos trabalhos a serem executados na pesquisa mineral, explicando cada procedimento sucintamente,
ao fim, acompanha um orçamento desses trabalhos de pesquisa que deve condizer com o orçamento
detalhado no pré-requerimento. A imagem a seguir é um print screen do sumário de um plano de
pesquisa listando todos os itens que compõem o mesmo.

Um modelo de plano de pesquisa será passado aos alunos durante o curso para que possam
se familiarizar e executar um projeto como esses.

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Caldas, J. P. P. 2016,

4.6 ART E TAXAS

Juntamente aos demais itens já explicitados que compõem um Requerimento de


Autorização de Pesquisa, deverão constar as taxas devidamente pagas do DNPM e da emissão
da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). A taxa do DNPM pode ser emitida em:
Acesso a sistemas - Emissão de boletos - Emolumentos - Requerimento de Autorização
de Pesquisa (R$ 832,00).

A ART deve ser emitida na página do CREA do estado em que o projeto será
executado, o procedimento é simples e consiste em apenas preencher informações sobre o
trabalho executado. Uma taxa também deve ser paga para validar o documento que, deverá
ser anexado ao projeto de requerimento final.

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

5 RELATÓRIO FINAL DE PESQUISA

"Art. 14 Entende-se por pesquisa mineral a execução dos trabalhos necessários à definição
da jazida, sua avaliação e a determinação da exequibilidade do seu aproveitamento econômico"
(Código de Mineração).

O Relatório Final de Pesquisa consiste na última etapa da Pesquisa Mineral, delimitando o


fim da pesquisa e início do processo de concessão de lavra. O relatório final deverá ser apresentado
ao fim do tempo estipulado pelo alvará de pesquisa e pode ser negativo ou positivo. O relatório
negativo é simples e é realizado para protocolar desistência da área requerida, ou seja, o bem
mineral não mais interesse ao requerente.

O relatório final positivo de pesquisa consiste em um projeto bastante elaborado para


comprovar a existência de recurso mineral que pode ser aproveitado e extraído com lucro, se
tornando assim uma reserva mineral, em outras palavras o relatório positivo apresenta a viabilidade
econômica de um depósito, descrevendo a geologia e os trabalhos de sondagem, análises físicas e
químicas dentre outros.

No âmbito do Geoprocessamento, assunto principal desse curso, são utilizados softwares


principalmente para elaboração de Planta de Situação, Mapa Geológico, Plantas Topogeológicas e
Seções das Reservas Medidas. Dessa forma, a ênfase desse capítulo é a elaboração de um Mapa
Geológico de qualidade, porém, a estrutura de um relatório, bem como seus componentes, será
exibida aqui para conhecimento de todos.

5.1 ESTRUTURA DO RELATÓRIO

Um relatório positivo de pesquisa, para casos de rochas ornamentais como nosso exemplo,
pode ser apresentado ao DNPM com os tópicos existentes na figura a seguir. Os itens serão
trabalhados com os alunos do curso em sala de aula e debatidos a respeito do conteúdo de cada um.
Os trabalhos de geoprocessamento e demais de relevância maior constarão aqui nessa apostila nos
próximos tópicos desse capítulo.

Ao fim do corpo de relatório, seguirão alguns anexos como: Planta de situação, Mapa
geológico, Planta topo geológica, Seções e cálculo de reservas medidas, Planilhas de campo,
Análise Petrográfica, Ensaios Físicos, ART e Fotos descritivas da área.

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Figura 14 - Tópicos de um relatório final positivo de pesquisa para Granito.

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5.2 MAPA GEOLÓGICO

Explicaremos aqui, um passo a passo simplificado de como se fazer um mapa geológico


completo para um relatório final de pesquisa. Utilizaremos uma poligonal de um processo mineral
já existente no município de Minas Novas - MG. O mapeamento geológico, bem como a topografia
foram feitos em campo e, adicionalmente foram utilizados dados da CPRM e EMBRAPA.

5.2.1 Georreferenciamento

Primeiro passo consiste em utilizar uma imagem do Google Earth e, georreferenciá-la no


ArcGis para delimitação de acessos e drenagens no mapa, além do auxílio por Sensoriamento
Remoto, o procedimento é feito demarcando pontos de referencia na imagem e anotando suas
coordenadas, salva-se a imagem, adiciona no ArcGis e pela ferramenta georreferencing confere
aos pontos as coordenadas X e Y anotadas.

Figura 15 - Imagem do processo mineral georreferenciada a partir dos pontos de controle 1-4

5.2.2 Curvas de Nível

Tendo a imagem georreferenciada sobreposta ao processo mineral, iremos gerar as curvas


de nível a partir de uma imagem SRTM. A imagem geotiff SRTM baixada é a SE-23-X-D, deve ser
adicionada ao projeto no arcgis, deve-se criar uma shapefile de polígono no arccatalog denominada
"máscara" e também adiciona-la. A partir de então, no Arctoolbox usa-se a ferramenta Spatial
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Analyst Tools - Extraction e extrai-se uma porção da imagem SRTM a partir da shape
"máscara" para poder criar curvas de nível de uma porção menor do arquivo SRTM.

Figura 16 - Extração da imagem SRTM usando "máscara", início da geração de curvas de nível.

Agora, a imagem extraída será convertida em pontos utilizando o procedimento da


próxima imagem.

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 17 - Spatial Analyst para converter a imagem SRTM extraída em "features" do tipo pontos.

O próximo passo é criar um Spline a partir dos pontos gerados, assim como mostra a
imagem a seguir.

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Figura 18 - Geração de um spline

O Spline formado representa as feições da topografia separadas em cores e, a partir


delas serão extraídas as linhas de curvas de nível utilizando outra função da mesma
ferramenta utilizada (Spatial Analyst).

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Quanta Geotecnologia. Apostila 45p, 2016

Figura 19 - Criando os contornos das curvas de nível a partir de um spline gerado anteriormente.

5.2.3 Drenagens e Acessos

Tendo as curvas de nível, para o mapa, desenhadas, vamos traçar os acessos a área e as
drenagens presentes a partir da identificação dessas feições pela imagem do google earth
georreferenciada e com auxílio das curvas de nível. Criam-se então duas shapefiles de linha no
arccatalog e, utilizando a ferramenta Editor são traçadas as feições de acessos e drenagens.

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Figura 20 - Delimitação dos acessos de amarelo e drenagens em azul na área pesquisada, utiliza-se a ferramenta
editor. Deve-se atentar ao "target" que é a shapefile que estará sendo editada, necessário trocar sempre que for
alternar dos acessos pras drenagens.

5.2.4 Litologias e Estruturas

As litologias do mapa geológico, bem como as estruturas, devem ser desenhadas da


mesma forma que os acessos e drenagens, por cima da imagem que auxiliará na identificação
de lineamentos e contatos. Utiliza-se informações do mapeamento realizado em campo
juntamente com o banco de dados da CPRM, criando shapes para as litologias (polígono) e
estruturas (linhas) se houver.

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Figura 21 - Esboço prévio do mapa geológico com as litologias demarcadas, curvas de nível, acessos e
drenagens.

5.2.5 Finalização - Layout View

A finalização do mapa geológico se trata de acabamentos para melhor apresentação do


mesmo como inserção de cabeçalho, seta de norte, grid de coordenadas, legenda, escala e demais
detalhes. Tais detalhes serão explicados e trabalhados em sala de aula, gerando um mapa geológico
final representado pela figura 22.

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5.3 PLANTAS TOPO-GEOLÓGICAS E SEÇÕES PARA CÁLCULO DE RESERVAS

Juntamente com o mapeamento geológico é realizado um levantamento topográfico das


rochas de interesse (estamos falando de pesquisa para rochas ornamentais) utilizando Estação Total,
a título de informação, o produto desse levantamento será colocado aqui em forma de imagens.
Após o levantamento, os dados são passados para o Topograph e, posteriormente para o AutoCad,
onde deverão ser criadas as plantas e as seções de cada afloramento, que posteriormente serão
usadas para calcular o volume do material rochoso.

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6 CONCLUSÕES

A apostila de Geoprocessamento aplicado a Pesquisa Mineral serviu de auxílio ao


curso aplicado diretamente àqueles que se interessaram em adquirir conhecimentos de
softwares, principalmente o ArcGis, e também conhecimentos de legislação mineral e
interpretação de processos minerais vigentes ou não. O contato inicial com essa área auxilia
os interessados em trabalhar com tais conhecimentos, oferecendo serviços e fazendo valer
sua graduação, seja em qual área for.

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