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INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO


LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS

Expressão e Compreensão Oral

Artur Vasco João


11220662

Beira, Abril de 2022


INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E GESTÃO
LICENCIATURA EM GESTÃO DE EMPRESAS

Expressão e Compreensão Oral

Trabalho científico apresentado ao curso de gestão de empresas para avaliação da disciplina


de Técnica de Expressão Oral e Escrita.

O Estudante: Artur Vasco João


11220662

O Docente: Msc Andrade Henriques

Beira, Abril de 2022


Índice

I. Introdução ............................................................................................................................ 1
1.1. Contextualização .............................................................................................................. 1
1.1. Objectivos ........................................................................................................................ 1
1.1.1. Objectivo geral .............................................................................................................. 1
1.1.2. Objectivo específico...................................................................................................... 1
1.2. Metodologias ................................................................................................................... 1
II. Referencial Teórico ............................................................................................................ 3
2.1. Oralidade .......................................................................................................................... 3
2.2. Expressão oral .................................................................................................................. 4
2.3. A comunicação oral ......................................................................................................... 4
2.3.1. Os mecanismos da oralidade ......................................................................................... 4
2.3.2. As estratégias da oralidade ........................................................................................... 5
2.4. Níveis de expressão oral .................................................................................................. 5
2.5. Compreensão oral ............................................................................................................ 6
2.6. Expressão Escrita ............................................................................................................. 7
2.7. A comunicação escrita ..................................................................................................... 7
2.7.1. As estratégias da compreensão na leitura ..................................................................... 7
2.8. Conversação ..................................................................................................................... 8
2.8.1. Princípios orientadores de uma conversação ................................................................ 9
2.8.2. Tipos de tratamento ...................................................................................................... 9
2.8.2.1.Tratamento por intimidade/informal: Tu (você) ......................................................... 9
2.8.2.2. Tratamento formal: (Senhor, senhora, você) ........................................................... 10
2.8.2.3. Tratamento por cortesia: (Meritíssimo, Excelentíssimo, Reverendíssimo) ............. 10
Conclusão.............................................................................................................................. 11
Referências bibliográficas..................................................................................................... 12
I. Introdução

1.1. Contextualização
O presente trabalho fala da expressão e compreensão oral, o surgimento do homem na face da
terra significou a capacidade de uma espécie em comunicar-se através do uso de sons em um
nível de complexidade que nenhuma outra espécie pode realizar.

Na verdade, o homem tem mostrado em inúmeras situações as possibilidades que


esta característica acarreta, de modo que permite transmitir ideias complexas e abstractas.

Sabe-se que cada indivíduo ou grupo social possui de um conjunto de mecanismos


separativos que facultam a comunicação em diferentes ocasiões e personalidades, isso que na
perspectiva linguística.

O presente trabalho aborda questões relacionadas a expressão oral, a oralidade, princípios


orientadores da conversação.

O trabalho está dividido em:

a) Introdução: o autor faz apresentação dos objectivos da pesquisa e também a menção


das metodologias aplicadas.
b) Marco teórico: apresenta-se as ideias de autores, que sustentam a pesquisa.
c) Conclusão: conclui-se a pesquisa.

1.1. Objectivos

1.1.1. Objectivo geral


O presente trabalho tem como objectivo geral: compreender a expressão e compreensão oral
bem com os princípios orientadores de uma conversação.

1.1.2. Objectivo específico


 Descrever a expressão e compreensão oral
 Identificar os princípios orientadores da conversação

1.2. Metodologias
Conforme Gil (1999) a metodologia descreve os procedimentos a ser seguidos pelos
pesquisadores na realização de determinada pesquisa e sua organização vária de acordo com a
necessidade de utilização de cada pesquisa.

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Pesquisa Bibliográfica: é desenvolvida com base em material já elaborado, constituído
principalmente de livros e artigos científicos.

Para este trabalho escolhe-se esse tipo de metodologia, dada a natureza do mesmo e a
complexidade e o mesmo foi feito com base nas referências bibliográficas e da internet, onde
os autores citados, falam do tema em causa.

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II. Referencial Teórico

2.1. Oralidade
A oralidade pode ser entendida como uma actividade verbal presente nas mais diferentes
situações sociais em que o indivíduo possa se inserir ao longo de sua vida, é a transmissão
oral dos conhecimentos armazenados na memória humana.

Com o desenvolvimento dos estudos sobre linguagem e o surgimento de disciplinas voltadas


para sua compreensão, à oralidade tornou-se mais presente no estudo da Linguística. Num
primeiro momento enfatizava-se o estudo das estruturas e sistemas linguísticos, sem haver
uma real preocupação com a fala autêntica (MARCUSCHI, 2003).

Para este autor as disciplinas deram voz a oralidade e assim a mesma começou a tornar-se
mais presente nos estudos realizados, mostrando dessa forma a dificuldade que teria o estudo
da linguagem sem a menção da oralidade.

A linguagem oral é um instrumento fundamental para que os individuo possam ampliar suas
possibilidades de inserção e participação nas diversas práticas sociais.

Em algumas práticas, se considera o aprendizado da linguagem oral, como um processo


natural, que ocorre em função da maturação biológica prescinde-se nesse caso de acções
educativas planejadas com a intenção de favorecer essa aprendizagem.” (BRASIL, 1998,
p.119).

Segundo Roncato (2005), a capacidade de desenvolvimento de linguagem nos individuos é


marcada pelas possibilidades de trocas verbais e discursivas e o adulto ou o professor tem
uma função importante nesse processo no âmbito escolar, podendo promover uma série de
actividades para essa evolução.

O autor mostra na sua afirmação a importância das trocas verbais entre as pessoas,
principalmente de adultos ou professores para crianças.

Segundo Anabela (2020), a natureza da língua falada é descrita por McCarthy (1998) em
quatro grandes áreas: aspectos estruturais, aspectos internacionais, aspectos de género textual
e constrangimentos contextuais.

 Nas características estruturais, o autor aponta a transacção e os pares adjacentes.

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 Relativamente aos aspectos internacionais, o autor refere a tomada de vez, os
marcadores discursivos que delimitam os enunciados orais de cada interlocutor ou
assinalam a partilha de conhecimento e, por fim, a organização sintáctica da
informação (a ordem das palavras e a sua alteração em obediência aos objectivos
comunicativos).
 Quanto ao género textual, dentro do domínio da oralidade, este autor apresenta
exemplos de enunciados socialmente reconhecidos como o sermão na igreja, discurso
em jantares, prelecções, anedotas ou histórias.
 No que diz respeito às limitações contextuais, menciona a elipse situacional e a
variação da densidade lexical (quando a enunciação ocorre em tempo real, e
coincidente com as acções referidas no discurso, haverá uma maior frequência de
deíticos em detrimento do uso de formas com significado lexical).

2.2. Expressão oral


O termo expressão oral se refere a toda comunicação realizada por meio da palavra. No
homem, a expressão oral faz parte do uso de uma faculdade inata que o capacita para articular
os sons de modo sistemático e comunicar-se. (de: https://conceitos.com/expressao-oral/).

A expressão oral é uma das primeiras formas de expressão do individuo, seja desde a história
da humanidade como desde a própria história de cada pessoa, o que significa que os
indivíduos (pessoas), usam da expressão oral para transmitir o seu sentimento (alegria,
tristeza, indignação e mais).

A expressão oral é uma capacidade inata do homem que em boa parte é responsável pela
distância que separa o homem do resto dos animais. De fato, está relacionada com a
capacidade de raciocinar e articular sentido para explicar como funciona a comunicação do
mundo que nos rodeia.

2.3. A comunicação oral

2.3.1. Os mecanismos da oralidade


Antes de mais, é necessário reconhecer que trabalhar a oralidade implica ter em conta
determinados mecanismos, presentes tanto na compreensão como na expressão/produção
(Luna, 2016):

 Linguísticos, abrangendo o nível lexical e gramatical;

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 Enciclopédicos, ligados ao conhecimento do mundo, que provém das vivências
pessoais e de eventos contextualmente situados;
 De organização textual, ligados ao recurso aos tipos/géneros textuais que traduzem
diferentes propósitos comunicativos.

2.3.2. As estratégias da oralidade


Estas pressupõem a existência de três etapas na compreensão oral (Luna, 2016):

 A pré-escuta, que prepara para a compreensão;


 A escuta, que permite um primeiro acesso ao sentido do texto oral;
 A pós-escuta, que conduz à construção do sentido do texto por parte do ouvinte.

Segundo a autora a primeira etapa implica o recurso a estratégias como a realização de


previsões e a formulação de hipóteses, as outras duas estão associadas a estratégias como a
apreensão das ideias veiculadas pelo texto, a identificação das ideias principais e secundárias,
a realização de inferências e a monitorização da compreensão, que, normalmente, só ligamos
à compreensão do texto escrito.

2.4. Níveis de expressão oral


Por sua vez, a expressão/produção oral contempla diversos níveis apontados por Luna (2016):

 Fonético-fonológico, associado ao uso da entoação, para reforçar a expressividade e


sublinhar alguns aspectos do discurso;
 Léxico-semântico, ligado à capacidade de seleccionar vocabulário adequado à situação
de comunicação oral em causa;
 Morfossintáctico, responsável pela concordância e pelo uso apropriado de conectores
(tão importantes no discurso escrito como no discurso oral);
 Textual, associado à coerência e à coesão, que asseguram a clareza na apresentação
das ideias e na sua articulação; obviamente, depende do nível léxico-semântico e,
sobretudo, do nível morfossintáctico
 A planificação, que implica a reflexão sobre o tema a abordar, a selecção de
informação relevante a incluir no discurso oral, a organização dessa informação
(incluindo a sua hierarquização), a escolha de um tipo/género textual;
 A revisão, que promove a reformulação/melhoria do discurso planeado.

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2.5. Compreensão oral
Para Scarcella e Oxford (1992), a compreensão oral é uma habilidade fundamental que
tipicamente se desenvolve mais rapidamente do que a fala e que, geralmente, influencia as
habilidades de leitura e escrita na nova língua.

A compreensão oral não é mais do que a capacidade para atribuir significado a discursos orais
em diferentes variedades de línguas, ou seja é a capacidade que um individuo tem de ouvir e
atribuir significado ao que ele ouviu, podendo ser a compreensão de uma palavra, de uma
frase, de uma sentença, de um discurso ou mesmo de um sistema.

Para Glenberg et al. (1994), a compreensão de uma mensagem linguística requer que
elementos linguísticos sejam usados para construir um conjunto de entidades representáveis
(pessoas ou objectos), que estão em contacto entre si e apontam para informações contidas na
memória de longo prazo (MLP).

A compreensão oral é uma das habilidades usadas na aprendizagem de uma língua, e está
intimamente ligada a fala e ao seu carácter receptivo, ou seja, de forma individualizada a
mesma fica semelhante a leitura.

A compreensão oral pode obedecer a três fases segundo O'Malley & Chamot (1990), tais
fases são:

 Na primeira fase, ocorre o processamento perceptivo, no qual a atenção se volta para o


texto oral ou escrito, através de nossos órgãos sensoriais receptores. À medida que as
informações chegam, determinados itens são seleccionados, identificados e levados
para a MCP (memoria de curto prazo), onde são armazenados por poucos segundos,
até que sejam sobrepostos por novas informações;
 Análise gramatical, é o segundo processo da compreensão oral, na qual o léxico é
acessado na memória de curto prazo e, através do conhecimento, é acumulado na
memória de longo-termo. Inicialmente, se decodificam as palavras, através da
equiparação do modelo auditivo (ou visual, se for o caso) com seu semelhante, no
conhecimento declarativo armazenado na MLP (memoria de longo prazo).
 A terceira fase é chamada utilização ou elaboração. Consiste em fazer a ligação das
representações do significado do texto com o conhecimento declarativo armazenado
na MLP. Esse conhecimento é armazenado na MLP em termos de proposições ou
esquemas.
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Para que a compreensão oral alcance o sucesso, é importante ter a capacidade de interpretar o
que o emissor este a transmitir quando usa uma determinada palavra ou frase, em uma dada
ocasião.

2.6. Expressão Escrita


Desenvolver os processos linguísticos, cognitivos e metacognitivos necessários à
operacionalização da competência de produção na modalidade escrita. A capacidade de
expressar ideias e pontos de vista por escrito para os outros de forma clara e objectiva. (de:
aetmoncorvo.com).

Para o mesmo site, a expressão escrita produz textos de diferentes tipologias:

 Organizar o texto em períodos e parágrafos, exprimindo apropriadamente os nexos


temporais e lógicos
 Escrever com correcção ortográfica, morfológica, sintáctica e lexical
 Usar vocabulário apropriado e preciso
 Aplicar correctamente regras da pontuação
 Realizar operações de planificação
 Cumprir as propriedades da textualidade (continuidade, progressão, coesão e
coerência)
 Redigir textos com finalidades diversas e destinatários variados, respeitando a matriz
discursiva
 Expressar ideias, opiniões, vivências e factos de forma correta e adequada
 Realizar operações de revisão
 Tomar notas

2.7. A comunicação escrita

2.7.1. As estratégias da compreensão na leitura


Segundo Walter (1977), a compreensão de um texto é um processo complexo, dividido em
várias fases, dependentes de informação de diversas naturezas armazenada na “memória a
longo prazo”

 A identificação das palavras, feita através do recurso ao léxico da língua usada;


 A análise sintáctica do discurso, que fornece a sua estrutura linguística, expressa sob a
forma de frases, e exige o recurso aos conhecimentos de gramática da língua;

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 A análise semântica do discurso, que dá acesso ao conteúdo conceptual e
proposicional do discurso (ou seja, aos conceitos, às ideias e às ligações entre eles) e
requer o recurso à memória semântica e ao “conhecimento do mundo” (vulgarmente
designado pelo termo “experiência”);
 A análise pragmática do discurso, que permite determinar o tópico/tema do discurso e
requer a intervenção de elementos relacionados com o contexto extralinguístico, as
expectativas do receptor do discurso em relação a este e o conhecimento da estrutura
típica de diferentes tipos de textos;
 A análise funcional do discurso, que permite ao receptor determinar as finalidades
com que este foi produzido e agir em conformidade.

O autor desta descrição do processo de compreensão do discurso chama a atenção para o facto
de que, apesar de as várias etapas serem descritas separadamente, para facilitar a explicação
do modo como o processo se desenrola, elas se desenvolvem de forma interactiva.

2.8. Conversação
A conversação é um processo social que requer determinadas condições para que os
participantes a possam identificar enquanto tal, de modo a manter o seu desenrolamento. Por
exemplo, as pessoas olham umas para as outras enquanto falam ou ouvem, fazem perguntas e
respondem a questões, acenam a cabeça, etc. (de: https://www.infopedia.pt).

Quando tais sinais não existem, a conversação acaba, eventualmente, dando lugar a
uma situação social de um outro tipo. Num dado sentido, como refere Berthet (1979), a
principal função da conversação é a função fáctica, já que falar não consiste apenas numa
troca de informações, mas em manter a possibilidade dessa mesma interacção.

A conversação é uma actividade imprescindível nas sociedades dos homens. Como afirma
Bakhtin, “o diálogo, a troca de palavras é a forma mais natural da linguagem”. Praticamente
desde o nascimento, nós ficamos expostos a práticas conversacionais.

Como destaca VALLS (1997):

A conversação é uma das actividades mais


caracteristicamente humanas. É a forma primeira e
primária em que existe a linguagem, e temos de
entendê-la também como uma prática social através da
qual se expressam e se fazem possíveis outras
práticas. Por meio das conversações, nós nos
comportamos como seres sociais: mantemos relações
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com outras pessoas conversando, buscamos conseguir
nossos objectivos conversando, cortamos relações
conversando ou deixando de conversar. Mesmo ao
pensar, quando estamos sozinhos, nós o fazemos,
quase sempre, em forma de diálogo.

Para que haja conversação, evidentemente, temos de ter, no mínimo, dois interlocutores numa
interacção face a face; quando três interlocutores se empenham numa interacção verbal,
temos, segundo Orecchioni (2006), um triálogo; mais de três interlocutores, por sua vez,
estabelecem um poliálogo.

2.8.1. Princípios orientadores de uma conversação


A linguagem é um meio para a interacção com outras pessoas, por isso é utilizada todos os
dias e, muitas vezes, as pessoas não compreendem o quanto ela é importante. Como não se
pode desassociar a linguagem da sociedade, é preciso conhecer o conjunto de normas que
regulam o comportamento adequado dos membros de um meio social. (de:
www.docsity.com).

Por isso cada sociedade estabelece regras que regulam esses comportamentos que são
denominados – princípios orientadores de uma conversação.

Segundo Lešková (2012) “as formas de tratamento se constituem nos modos pelos quais nos
dirigimos às autoridades, quer por meio de correspondência oficial, quer de forma verbal em
actos solenes. ”

Elas são palavras ou sintagmas que o usuário da língua emprega para dirigir-se e/ou referir à
outra. A sua função é da natureza relacional.

2.8.2. Tipos de tratamento


Segundo Lešková (2012), as formas de tratamento podem ser agrupadas em três tipologias
que são: por intimidade/informal, formal e por cortesia

2.8.2.1.Tratamento por intimidade/informal: Tu (você)


Este tipo de tratamento é usado para/com as pessoas que se já tenha intimidade, por exemplo:
amigos, família, conhecidos etc. Aqui usa-se muita das vezes a 2ª Pessoa só Singular na
conjugação verbal e demais.

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2.8.2.2. Tratamento formal: (Senhor, senhora, você)
Usa-se para/com pessoas desconhecidas, que tenham mais idade em relação ao emissor, no
trabalho, negócios, reuniões etc. Aqui usa-se muita das vezes a 3ª Pessoa do Singular e a
concordância verbal é de extrema relevância nesta ordem de expressão.

2.8.2.3. Tratamento por cortesia: (Meritíssimo, Excelentíssimo, Reverendíssimo)


O princípio da cortesia refere-se ao conjunto de estratégias, de normas de interacção com as
pessoas de alta atenção respeitosa. Uma das características do estilo da correspondência
oficial e empresarial é a polidez, entendida como o ajustamento da expressão às normas de
educação ou cortesia.

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Conclusão
Com a presente pesquisa chega-se a seguinte conclusão: Para que se compreenda a expressão
e compreensão oral é necessário, antes de tudo, procurar respostas através de estudos a
respeito dos enunciados e suas unidades, os quais apresentam características estruturais
próprias.

Por um lado a expressão e a compreensão oral andam lado a lado, visto que a expressão
oral há transmissão de uma expressão de forma oral onde o receptor tem de ser capas de
ouvir e compreender o que o outro quer dizer.

A conjugação da oralidade, expressão (oral ou escrita) e a compreensão, vai ditar a qualidade


da conversação entre os indivíduos.

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Referências bibliográficas
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