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Índice

Introdução........................................................................................................................................3

Sistema de sensor.............................................................................................................................4

Angosat-1.........................................................................................................................................4

Fonte de imagem: Angosat-1...........................................................................................................5

Historia............................................................................................................................................5

Lançamento......................................................................................................................................5

Capacidade e cobertura....................................................................................................................6

Há esperança de recuperação total do primeiro satélite angolano AngoSat-1.................................6

AngoSat-2........................................................................................................................................6

Conclusão........................................................................................................................................8

Bibliografia......................................................................................................................................9
Introdução
O presente trabalho teve como principal objectivo geral investigar acerca do satélite AngoSat,
informar as situações adequadas para o uso e a função do mesmo e evidenciar quais são as
limitações. Nesse estágio de investigação, o levantamento bibliográfico é dado a partir de
informações pertinentes encontradas em livros, teses e artigos de revistas especializadas. Os
principais recursos para esta pesquisa foram: a biblioteca – internet e foi realizada uma pesquisa
bibliográfica visando prover o pesquisador de maior conhecimento sobre o assunto em estudo.

Agradecemos a boa compreensão do leitor e aceitamos críticas e elogios para o melhoramento


nos trabalhos futuros.

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Sistema de sensor
É o equipamento capaz de transformar alguma forma de energia em um sinal possível de ser
convertido em informação sobre o ambiente. No caso especifico de sensoriamento remoto, a
energia utilizada e a radiação electromagnética (novo, 1989).

Sensor remoto é um dispositivo capaz de responder a REM de determinada faixa do espectro


electromagnético, registá-la e gerar um produto numa forma adequada para a interpretação do
usuário (Steffen et.al., 1981).
Classificação dos Sensores Remotos:
Quanto ao produto obtido:
 Sensores Imaginadores
 Sensores não Imaginadores
Quanto a Fonte de REM:
 Sensores Activos
 Sensores Passivos

Angosat-1
Foi um satélite de comunicação geoestacionário Angolano construído pela empresa russa RSC
energia que seria operado pela angosat. O satélite foi baseado na plataforma USP bus e sua
expectativa de vida útil era de quinze anos.

Lançamento: 26 de Dezembro de 2017 (7 meses)

Veiculo: Zenit-3F/Fregat-SB

Operador: AngoSat

Vida útil: 15 anos

Fabricante: RSC Energia

Cobertura: África e Europa

Orbita: Geoestacionária

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Peso: 1647,406 kg

Designação: 2017-086A

O AngoSat-1 foi um satélite de comunicação geoestacionário angolano construído pela empresa


russa RSC Energia que seria operado pela AngoSat. O satélite USP Bus e sua expectativa de vida
útil era de quinze anos.

Fonte de imagem: Angosat-1

Historia
O AngoSat-1 foi o primeiro satélite de comunicação de Angola. O contrato foi assinado pelas
partes russas e angolanas no ano de 2009. Nos anos seguintes, ambas as partes realizaram um
trabalho em conjunto para organizar o financiamento do projecto, que tornou possível proceder à
sua aplicação prática. O trabalho sobre o satélite começou no final de 2012.

Lançamento
O satélite foi lançado com sucesso ao espaço no dia 26 de Dezembro de 2017, às 19:00 UTC, por
meio de um veículo Zenit-3F/Fregat-SB, a partir do Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

Passados oito minutos após o lançamento, o propulsor Fregat se separou do foguete, conforme
estava planejado, e colocou o satélite na orbita terrestre. No entanto, posteriormente, foi
informado que o satélite deixou de transmitir dados de telemetria.

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Em Janeiro a empresa RKK Energia revelou problemas com a fonte de alimentação do satélite
entrar na zona de radiovisibilidade.

Houve uma perda primária de contacto tão logo que o satélite entrou em orbita, as comunicações
foram recuperadas e logo perdidas novamente ate ao presente.

Capacidade e cobertura
O AngoSat-1 era equipado com dezasseis transponders de banda C e seis transponders de banda
Ku para fornecer serviços de telecomunicações para Angola. A abrangência de cobertura do sinal
de recepção na banda C deste, poderia afectar toda África e parte da Europa.

Há esperança de recuperação total do primeiro satélite angolano AngoSat-1


Os especialistas conseguiram ligar os motores do satélite AngoSat-1 que está à em orbita desde
Dezembro. Isso da esperança quanto à sua recuperação, revelou à Sputnik uma fonte na indústria
espacial.

Praticamente desde o seu lançamento em 27 de Dezembro o satélite permanece à deriva em


orbita, em regime não controlado. Agora o satélite está fora do alcance da estacão de controle na
Rússia e em Angola. Entrara na zona de alcance no inicio de Abril.

Na primeira metade de Março foi realizado o teste de ligação do sistema de propulsão do


engenho espacial AngoSat-1, o que permite esperar a recuperação do seu funcionamento, disse o
interlocutor da agência.

A corporação russa RKK Energia (Corporação Korolev de Foguetes e Espaço Energia), que
liderou a construção do satélite, ainda não comentou a informação.

AngoSat-2
Ao que o AngoSat-1, apesar de estar em orbita, não apresenta os parâmetros para os quais foi
construído, o ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Angola revelou que o contrato
assinado com a Rússia previa que nessas situações, deveria ser construído um outro satélite,
neste caso AngoSat-2, sem custos para a parte Angolana. Em Abril de 2018, o consórcio russo

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responsável pela construção e lançamento do primeiro satélite angolano, anunciou que a
construção do AngoSat-2 começaria no dia seguinte, com o lançamento previsto para 2020.

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Conclusão
A elaboração deste trabalho permitiu-nos reflectir acerca do AngoSat e a leccionação do mesmo,
traduzindo-se num enriquecimento a nível pessoal e profissional. Inicialmente realizou-se uma
revisão bibliográfica sobre o AngoSat tendo concluído que o estudo levou a descoberta que o seu
lançamento foi o sol de pouca dura, porque um dia depois do seu lançamento as autoridades
russas anunciavam a perda de contacto com o aparelho.

Este trabalho pretende ser uma ferramenta para esse estudo, e destina-se a todos a todos os que
quiserem ter conhecimento do AngoSat. Espera-se que este trabalho sirva como fonte conceitual
e base para compreensão dos principais critérios de adopção do AngoSat. Para o enriquecimento
e ampliação da proposta sugere-se uma pesquisa mais abrangente acerca do AngoSat-1 e 2.

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Bibliografia
GDTA Booklet B 1: Physical bases in Remote Sensing - Toulouse: GDTA, 1992.
Harris R: Satellite Remote Sensing - London: Routledge & Kegan Paul, 1987.
Fom P.: Cours de Télédétection, fasc. 1 - Bases Physiques - Paris: ENSG/IGN, 1988.
Foin P.: Cours de Télédétection, fasc. 2 - Bases sur la connaissance du mi/leu naturel et humain
-Paris: ENSG/ION, 1988.
Rolf Larsson R. & Stromquist L.: Uma Abordagem Prática sobre Análise de Imagens Satélite
para o Monitoramento Ambiental - Maseru SADC ELMS, 1993.

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