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MISSÕES URBANAS

Professor: Chun Kwang Chung

Aluno: Welinton José Antonioli 23/05/2022

Trabalho: Relatório com a tese principal da leitura e 5 implicações práticas para a missão
urbana.

Leitura: LOGAN, Samuel T. (org.). Reformado quer dizer missional. São Paulo: Cultura
Cristã, 2006. Cap 4

Tese principal:

- O evangelho da graça transformadora de Deus e suas implicações para a justiça social e a


pobreza.

Implicações:

- Devemos apresentar uma teologia reformada concentrada na justificação pela fé como o


aspecto central do evangelho, levando à santificação, à busca da justiça social como uma
marca do verdadeiro cristão. Pois uma igreja que prega a graça e promove a justiça social para
todos é uma igreja do coração de Deus e uma zeladora do seu reino.

- O texto estuda apresenta-nos o contexto da África do Sul, contudo, precisamos de cristãos


em todas as esferas da sociedade que busquem deliberadamente ser instrumentos de
reconciliação e paz, falando e mostrando a graça transformadora do evangelho. Os cristãos
devem estar na vanguarda na busca da paz (Cf. Pv 16.7; Hb 12.14) e da justiça (Cf. Mq 6.8).
Pois a paz como um sinal da bênção de Deus é muito frequentemente associada à graça pela
qual Deus estabelece ou restabelece sua aliança (Cf. Êx 34.25; 37.26; Is 54.10).

- Em se tratando de governo secular, o caminho para a paz e o bem-estar é encontrado apenas


onde o poder assume a responsabilidade de promover justiça e é revestido de compaixão,
considerando como sendo preciosa e valiosa a vida de cada cidadão na terra. Sendo que a
plenitude de justiça será manifestada somente no retorno do Senhor Jesus, quando todos
aqueles que tiverem sido justificados também serão glorificados (Cf. Rm 8.30).
- A igreja precisa trazer dentro de seu escopo de compromisso com o Senhor Jesus Cristo o
provérbio que diz que “Os ímpios obtêm vantagem para si mesmos trazendo prejuízo aos
outros, mas os justos trazem prejuízo a si mesmos para obter vantagem para os outros”. Sem a
graça de Deus, nossos melhores esforços sociais são vícios esplêndidos, pois são manchados
pelo interesse próprio.

- No Antigo Testamento, o amor inabalável e constante de Deus é contrastado com


o humor imprevisível e caprichoso das divindades pagãs. A lei prescrevia amor sincero e
gratidão a Deus por ter escolhido e redimido seu povo (Dt 6.20-25). Esse amor devia ser
demonstrado em adoração, mas especialmente no tratamento humano ao pobre, ao indefeso,
ao estrangeiro residente, aos escravos, às viúvas e a todos os que sofrem opressão e crueldade
(Cf. Os 6.6; 7.1-7; 10.12-13). O amor a Deus e “ao teu próximo como a ti mesmo” (Lv 19.18)
é, assim, associado à lei e à profecia de Israel. Embora muito amor de outro tipo esteja dentro
do Antigo Testamento, os pontos principais são a iniciativa amorosa de Deus, a qualidade
moral do amor e a estrita relação entre o amor a Deus e o amor ao próximo.

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