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A MOTIVAÇÃO COMO FATOR

ESSENCIAL NO PROCESSO DE
ENSINO E APRENDIZAGEM
A MOTIVAÇÃO COMO FATOR ESSENCIAL NO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM

                        
                                                                                                                       Ozinei dos
Santos Chaves1

 
1-
 Licenciado em Pedagogia pela Faculdade Estácio do Amazonas da cidade de Manaus.
E-mail: ozinei.chaves@gmail.com. Telefone: (92)992174639

RESUMO

A presente pesquisa se funda no objetivo de discutir o aspecto motivacional como fator


essencial no ato de ensinar e aprender. Para tal utilizou-se do método de revisão de
literatura fundamentalmente alicerçada em teorias legítimas e consagrada na temática do
próprio tema por meio de abordagem dialética e qualitativa. Conclui-se que para sentir
motivado o ser humano precisa de uma ação, um motivo que o leve conquistar suas
metas, seus objetivos da vida cotidiana. No processo educacional o professor é a peça
chave nesse processo. O docente precisa estar motivado, estando motivado ele vai ter
toda uma estrutura psicológica e pedagógica de motivar seus alunos em sala de aula.

Palavras-chave: Motivação. Ensino. Aprendizagem

 
MOTIVACIÓN COMO FACTOR ESENCIAL EN EL PROCESO DE
ENSEÑANZA Y APRENDIZAJE

RESUMEN

Esta investigación se basa en el objetivo de discutir el aspecto de motivación como un


factor esencial en el acto de enseñar y aprender. Para ello se utilizó el método arraigado
fundamentalmente revisión de la literatura sobre las teorías legítimas y consagrado en el
tema del sujeto mismo a través enfoque dialéctico y cualitativa. Se concluye que para
sentirse motivados ser humano necesita una acción, una razón para tomar a conquistar sus
metas, sus objetivos de la vida cotidiana. En el proceso educativo del maestro es la pieza
clave en este proceso. Los profesores tienen que estar motivado, ser motivado que tendrá
una estructura psicológica y pedagógica todo para motivar a sus alumnos en el aula.

Palabras clave: Motivación. Educación. Aprendizaje

                                

1 INTRODUÇÃO

Em qualquer contexto social em que o indivíduo se encontra inserido seja familiar,


escolar e profissional sempre existirão fatores motivacionais internos e externos que farão
com que o indivíduo venha a ser motivado e ao mesmo tempo motive as outras pessoas
ao seu redor.

Dessa forma, cada indivíduo possui maneiras de agir e de buscar aquilo que seja
importante e significativo, uns agem pelos seus impulsos, outros são impulsionados a agir
conforme ao ambiente em que estão inseridos, enquanto que outra parcela da sociedade
age de acordo com os motivos de interesse, satisfação, realização pessoal e profissional, e
isso graças a um apalavra conhecida como "motivação" se enquadra.

Do ponto de vista educacional a motivação se torna um fator essencial na prática do


professor quando na busca do conhecimento do educando. Nessa pesquisa será discutida
dialogicamente a motivação numa abordagem psicológica no intuito de compreender sua
função e sua contribuição para o processo de ensino e aprendizagem.

A primeira parte desse estudo direciona-se aos fundamentos etimológico e vocabular da


termologia motivação. Em seguida, encaminha-se a uma abordagem conceitual
destacando as diversas teorias acerca do termo motivação. No último tópico discute-se a
questão da relação da motivação ao processo de ensino e aprendizagem, ou seja, como
fazer com que os alunos se sintam motivados a aprender.

2 COMPREENDENDO O TERMO "MOTIVAÇÃO"

Para iniciar a discussão será necessário que se faça uma análise etimológica e vocabular
do termo motivação. Segundo o Consultório Etimológico da palavra motivação deriva do
latim MOVERE, "deslocar, fazer mudar de lugar". A palavra provém dos termos latino
MOTUS, "movido" e MOTIO, "movimento" (CONCEITO.DE/MOTIVAÇÃO).

A partir das abordagens anteriores relacionadas à etimologia e ao vocabular do termo


compreende-se que a motivação partindo da ótica etimológica é como se o ser humano
tivesse em um estado estático, parado, e de uma hora para outra tivesse que se deslocar,
como se fosse de um time de futebol e tivesse que mudar para outro time movido por
questões salariais, problemas de relacionamento, dentre outras.

Do ponto de vista vocabular o Dicionário Michaelis Online define a palvra motivação


como (motivar+ação) 1ato de motivar. 2 Exposição de motivos. 3 Psicol Espécie de
energia psicológica ou tensão que põe em movimento o organismo humano, de
determinado um dado comportamento. 4 Sociol Processo de iniciação consciente e
voluntária. Por meio da ótica vocabular a termo motivação tem a ver com o verbo
motivar mais a palavra ação, assim sendo, o indivíduo é motivado a agir, como se ele
tivesse em uma situação seja qual for, mas para sair dela tinha que tomar uma atitude.  

3 CONCEPÇÕES SOBRE MOTIVAÇÃO

           

            A motivação é, então, aquilo que é susceptível de mover o


indivíduo, de levá-lo a agir para atingir algo e de lhe produzir um
comportamento orientado, sendo assim, motivação é um impulso que
leva a ação. O conceito de Motivação encontra-se associado à
vontade e ao interesse. Vontade para fazer um esforço e alcançar
determinadas metas (ALVES, 2013, p.15).

 
A partir dessas ideias a motivação conduz o indivíduo a agir, a sair de seu conformismo,
agora para que o ser humano saia da situação que se encontra ele precisa ter vontade e o
interesse de querer reverter o quadro, a situação e momento que está enfrentando para
então alcançar suas metas, objetivos, seus anseio e sonhos, até porque não basta apenas
sonhar é preciso correr, lutar e aproveitar as oportunidades que a vida nos oferece para
que a gente conquiste tudo ou quase tudo que almeje.

A motivação tem seu lado tanto pessoal porque eu quero e preciso mudar, tem que partir
da pessoa, mas é claro que às vezes precisamos de um "empurrãozinho" de alguém que
estar ao meu redor, vai ter momentos que seremos motivados por outras pessoas, logo a
motivação tem esse lado social e afetivo.

Dessa forma, [...] motivação torna-se sinônimo de entender como diversos organismos
psicológicos funcionam, o que cada um precisa para satisfazer-se moral e pessoalmente,
motivar é conduzir alguém à satisfação de sentir-se entusiasmado por algo ou alguém
(SOUZA, Mundo Jovem um canal de ideias). A motivação pode ser considerada como
um processo abrangente porque se desenvolve em varias instâncias de vida de um ser
humano, somos motivados em nosso seio familiar, na escola, nas relações sociais com
outras pessoas, no trabalho, em fim, em todos os contextos que estamos inseridos.

 Diante da concepção de Schwartz (2014, p.18):

Motivação é palavra que muitas vezes utilizamos na tentativa de


explicar/compreender o porquê de uma ação. É uma das respostas
possíveis à pergunta referente aos motivos de determinado
comportamento. Porém, as causas que podem determinar uma ação
não são apenas motivacionais. As escolhas de atuação de uma pessoa
podem ser explicadas/compreendidas também por determinantes
sociais, cognitivos, afetivos [...].

4 DISCUTINDO A MOTIVAÇÃO AO PROCESSO DE ENSINO E


APRENDIZAGEM

 
Todo ser humano é motivado a fazer algo. Uns são mais motivados, outros são pouco
motivados, e a outra parcela não possuem motivação alguma. No campo educacional não
é diferente. Existem escolas, professores e instituições que de certa forma consciente ou
inconsciente não se importam por questões de motivação no ato de ensinar e aprender.
Diante disso, vem à pergunta: o que fazer para que o aluno adquira o interesse e se
esforce em aprender?

             Freire; Schor (1987) afirma que a motivação tem que estar e fazer parte sempre
nas ações educativas, ainda ressalta que o professor é motivado quando está atuando, no
ato de ensinar e de apreender. É bem verdade que no contexto escolar a motivação se
torna tão quanto essencial tanto para docente quanto para o educando. Tanto um quanto o
outro possuem papeis fundamentais para a harmonia do ambiente em que estão inseridos.
Mas o professor como mediador e facilitador do processo precisa está motivado, estando
motivado ele se torna a peça chave.

Em suma, o professor é a mais preciosa fonte de motivação em sala de aula [...]


(FREITAS, Revista Brasil Escola). O mestre educador, antes de se tornar um motivador,
deve sentir-se orgulhoso do que faz, produz, reproduz (SOUZA, Mundo Jovem um Jornal
de ideias). "A função de um professor é instigar o estudante a te gosto e vontade de
aprender, de abraçar o conhecimento" (ALVES, 2000).

O processo ensino/aprendizagem exige uma postura desafiadora frente às todas as


questões que envolvem o ato de ensinar e aprender. Esse desafio inclui novas estratégias,
ferramentas, recursos e meios necessários de inserção, apropriação de conhecimento,
intervenção e busca em soluções para a própria transformação do contexto em os atores
do processo estão envolvidos e inseridos.

Diante disso, Schwartz (2014)  diz que uma motivação adequada em todo o processo de
ensino e aprendizagem só vai de fato se concretizar, ou melhor, afirmado pela autora, “se
manifesta quando existem, por parte dos alunos, indicadores de: interesse, envolvimento,
esforço, concentração e satisfação” (Schwartz, 2008, p.18).  

.Entretanto, para que se concretize tudo isso é preciso que os atores do processo
educativo busquem os meios necessários na busca do novo, do interesse e da motivação
tanto para os docentes quanto para os discentes. Dessa forma, Trilla (1996, p.17) ressalta
há que se criar outros meios e entornos educativos complementares à escola para atender
as demandas existentes, como também, o interesse do aluno pelo o aprender.

 
 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

           

            A partir das discussões desse estudo considera-se que a motivação é um processo
de tomada de posição do indivíduo em meio às diversas questões que tenha que enfrentar,
pra se sentir motivado o ser humano precisa de uma ação, um motivo que o leve
conquistar suas metas, seus objetivos da vida cotidiana.

De um ponto de vista pedagógico a escola deve ser um espaço físico harmonioso e


seguro. O professor como facilitador do conhecimento tem um papel fundamental o de
criar um ambiente favorável onde os educandos possam se sentir acolhidos e mediados,
mas para isso, o docente precisa estar motivado, estando motivado ele vai ter toda uma
estrutura psicológica e pedagógica de motivar seus alunos em sala de aula.

REFERÊNCIAS

ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. Ars Poética, 2000.

ALVES, Ironete da Silva. Motivação no contexto escolar: novos olhares. Serra:


Faculdade Capixaba da Serra, 2013. Trabalho de Conclusão de Curso de Pedagogia.
Disponível em: serra.multivix.edu.br. Acesso em: 21 de março de 2015.

CONCEITO. DE. Conceito de Motivação – o que é, definição e significado. Disponível


em: http://www.conceito.de/motivacao. Acesso em: 20 de jun.2016.

FREITAS, Giuliano. Motivação e Educação escolar. Equipe Brasil Escola – Canal do


Educador. Disponível
em: http://www.meducador.brasilescola.uol.com.br/orientacoes/motivacao-educacao-
escolar.htm. Acesso em: 03 de jun. 2016.

FREIRE, Paulo; SCHOR, I. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. 2 ed. Rio de


Janeiro: Paz e Terra, 1987.

MICHAELIS MODERNO DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA ONLINE.


Disponível em:http://www.michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?
lingua=portugues-portugues&palvra=motiva%E530. Acesso em: 20 de jun.2016.
SOUZA, Flaviano Batista. Motivação em Educação? Por onde começar? Mundo Jovem
um Jornal de ideias. Disponível em: http://www.mundo jovem.com.br/artigos/motivacao-
em-educacao-por-onde-comecar. Acesso em: 03 de jun.2016.

SCHWARTZ, Suzana. Motivação para ensinar e aprender: teoria e prática. Petrópolis,


RJ: Vozes, 2014.

TRILLA, Jaume. La educación fuera de la escuela. Barcelona: Editorial Ariel,


S.A.,1996.

. Uma abordagem à Teoria da Atribuição da Causalidade

Uma abordagem à Teoria da


Atribuição da Causalidade
Como refere Boruchovitch (2009), existem problemas motivacionais que são
confundidos com dificuldades de aprendizagem. Actualmente não há uma teoria única que
seja compreensiva e que trate a questão da motivação para a aprendizagem, e sim pequenas
teorias. Uma delas, apontada pela autora, aborda a motivação intrínseca e a extrínseca. O
aluno intrinsecamente motivado concretiza a tarefa apenas pelo prazer, porque se interessa por
ela e se satisfaz verdadeiramente com a actividade em si. No caso do aluno extrinsecamente
motivado realiza-a por causas externas, nomeadamente o receio de punições, o anseio de
reconhecimento e de obtenção de compensações, ou ainda por reconhecê-la como necessária,
embora não seja do seu agrado.
A Teoria da Atribuição da Causalidade (TAC) é um aspecto importante para o estudo
da motivação, cujos princípios foram postulados inicialmente por Heider (1970) nos anos 60
do século XX. Esta teoria considera que o ser humano empreende todos os esforços
necessários para compreender os acontecimentos que vivencia e para tal faz uma
diferenciação entre as causas que podem ser devidas à pessoa (causas disposicionais), como
por exemplo, os factores de personalidade, a motivação para concretizar uma tarefa, o esforço
gasto numa actividade, e aquelas que podem ser atribuídas à situação, designadamente o
impacto das normas e das expectativas sociais. A TAC baseia-se no entendimento de que as
pessoas utilizam os objectos e eventos presentes no seu universo psicológico para elaborarem
modelos causais, indutivos ou dedutivos, nos quais é possível observar relações de causa e
efeito (Martini e Boruchovitch, 2004).
Esta teoria assume-se como um referencial teórico de grande utilidade, uma vez que
permite perceber quais as causas que os alunos atribuem para o êxito e fracasso em diferentes
actividades escolares e os seus efeitos na motivação para a aprendizagem, para as emoções e
para o seu desempenho académico (Martini e Boruchovitch, 1999).
Actualmente as teorias cognitivas da motivação dão preferência ao estudo das crenças,
valores e emoções do sujeito, por considerarem que essas desempenham um efeito mediador
no comportamento e cumprem uma forte influência no processo motivacional. Do conjunto de
crenças relacionadas com a aprendizagem e o desempenho dos alunos sobressai o papel das
atribuições de causalidade, que faz referência às crenças pessoais acerca das causas
responsáveis pelas experiências de sucesso ou de fracasso escolar (Weiner, 1985)

A óptica da Teoria da Autodeterminação

A óptica da Teoria da Autodeterminação

Deci e Ryan (1985, 2002) propõem a Teoria de Autodeterminação (TA) na qual


defendem que os objectivos subjacentes à motivação são diferentes de indivíduo para
indivíduo e são um continuum entre a motivação intrínseca e a motivação extrínseca
(Williams et al., 2002), dependendo do nível de interiorização que o sujeito faz das suas
experiências. Uma regulação intrínseca interpreta o tipo de motivação inata e instintiva em
que o indivíduo faz algo pelo interesse e prazer que essa acção lhe proporciona (Ryan, 1995),
pelo contrário, na motivação extrínseca o sujeito actua pela consequência resultante do seu
desempenho.
A motivação intrínseca é o fenómeno que melhor explicita o potencial positivo da
natureza humana, sendo considerada por Deci e Ryan (2000), Ryan e Deci (2000), entre
outros, o suporte para o crescimento, integridade psicológica e coesão social. Representa uma
tendência natural para procurar a novidade, o desafio e para atingir e exercitar as próprias
aptidões. Diz respeito ao empenho numa determinada tarefa por esta ser interessante,
envolvente ou, de certa forma, criadora de satisfação. No entender de Csikszentmihalyi
(1992) este envolvimento é considerado simultaneamente espontâneo, parte do interesse
individual, e autotélico, ou seja, a actividade é um fim em si mesma.
A TA revela três necessidades psicológicas inatas inerentes à motivação intrínseca: (i)
a necessidade de autonomia; (ii) a necessidade de competência; e (iii) a necessidade de
pertencer ou de estabelecer vínculos. Segundo Deci e Ryan (1985) a interiorização pelo
indivíduo destas três necessidades é considerada essencial para um bom desenvolvimento e
saúde psicológica. A autonomia constitui-se como a aptidão de o sujeito se auto-governar; o
direito ou capacidade de se dirigir por leis próprias, assim como a liberdade ou a
independência moral ou intelectual. Nesta perspectiva, as pessoas teriam tendência a realizar
uma actividade por acreditarem que a fazem por vontade própria e não por serem obrigados
devido a pressões externas. Dessa percepção, apresenta um comportamento intrinsecamente
motivado, estabelece metas pessoais, evidencia os seus ajustes e contrariedades, planifica as
acções necessárias para concretizar os seus objectivos e avalia adequadamente o seu
progresso.
Relativamente à necessidade de competência como factor essencial da motivação
intrínseca, esta teve como pilar os trabalhos de White (1975) que usou a expressão
competência para descrever a capacidade do indivíduo interagir de uma forma satisfatória
com o seu meio ambiente. A competência teria um cariz motivacional que nortearia o sujeito
a tentativas de domínio, não podendo ser imputada a impulsos frente a necessidades
específicas ou a instintos. Para o mesmo autor a experiência de controlar uma actividade

MOTIVAÇÃO PARA O PROCESSO DO


ENSINO-APRENDIZAGEM
Publicado em 17 de maio de 2017 por Alexandre Costa da Silva

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE


Campus Garanhuns                                
Alexandre Costa da Silva
 
MOTIVAÇÃO PARA O PROCESSO DO ENSINO-APRENDIZAGEM 
RESUMO 

O artigo traz uma abordagem sobre a motivação do professor na sala de aula a


partir de um levantamento feito com questionários e entrevistas em 4 (quatro)
escolas públicas Municipais da Cidade de Bom Conselho. Diferentes
concepções sobre os motivos que impulsionam o ser humano a agir, todos
chegam a um consenso que motivar é um fator intenso que integra o
comportamento humano. Segundo Friedmann (1996, p.66), “a motivação é fator
que influencia o desenvolvimento: se a motivação é grande, a criança irá se
esforçar para fazer as coisas mais complexas.” Com isso, dentro do processo de
ensino-aprendizagem, o professor ao tornar sua aula mais atrativa mediante sua
motivação, o aluno se sentirá mais apto e capaz de desenvolver suas atividades
na escola ou fora dela. É preciso ressaltar que a motivação para aprendizagem
deve acontecer naturalmente, pois, o educando motivado será capaz de querer
desenvolver-se em todos os aspectos. Desta forma, ultrapassará todos os
obstáculos para alcançar seus objetivos. Tudo o que ele fizer será bem feito,
porque sentirá prazer em lutar por aquilo que gosta. É por intermédio de gestos
e atitudes de ensinar que o professor na relação com os alunos proporcionam
aos mesmos um exercício de mediação, o encontro com a realidade, com a
motivação, considerando o saber que já possuem e procurando articulá-los a
novos saberes práticos. É fazer o estudante “desejar” aprender aquilo que
precisa aprender, possibilitando-os à formação e o desenvolvimento de
capacidade e habilidades cognitivas e operativas e com isso estimulá-los a
posicionar-se criticamente, diante do instituído. Para Moraes e Varela (2007,
p.7), “motivar os alunos significa encorajar seus recursos interiores, seu senso
de competência de autoestima, de autonomia e de realização.” Na fala do autor
dar-se a entender que todo educando possui recursos e características
especiais e pessoais, como: conhecimentos, talentos e habilidades que poderão
ser investidos em certas atividades. Dessa forma, percebe-se que a motivação é
energia para a aprendizagem, o convívio social, os afetos, o exercício das
capacidades gerais do cérebro, da superação, da participação, da conquista, da
defesa, entre outros. É preciso lembrar que para atrair a atenção do aluno para o
assunto estudado, convém estimular todos os sentidos, lembrar filmes sobre o
assunto, aguçar a curiosidade das crianças; quanto mais jovem o aluno, maior a
necessidade de se utilizar recursos variados. É importante ressaltar que as
escolas precisam ter mais recursos para que o professor dê uma aula mais
atraente, mais significativa e que, de fato, possa acontecer aprendizagem,
elevando assim, a autoestima do aluno, do professor e a qualidade do ensino.
INTRODUÇÃO

Apesar das diferentes concepções sobre os motivos que impulsionam o ser


humano a agir, todos chegam a um consenso que motivar é um fator intenso,
que dá início, dirige e integra o comportamento humano. Motivados somos
capazes de ir ao encontro do que almejamos.
O aluno passa comportamentos que prova que bem ou mal, mediante a função,
emerge de sua motivação, fator bastante delicado. A importância, em especial,
dos alunos, estarem motivados diz respeito ao processo de ensino-
aprendizagem fator que poderá ser bom para o professor em ver que o que
propôs foi válido e que sua aula teve significação e ao aluno que mediante sua
motivação estará apto a mais tarde ter interesse e organização em suas
atividades escolares. Pois, há diferentes maneiras do aluno compreender o
professor, a matéria, o que a escola lhe pede, dependendo somente da
capacidade em constituir uma motivação, onde suas atitudes devem ser
construtivas e estimulantes como também há diferentes maneiras do educador
compreender o aluno, pelo seu maior ou menor domínio de determinadas áreas
do conhecimento.
Para Friedmann (1996, p.66), “a motivação é fator que influencia o
desenvolvimento: se a motivação é grande, a criança irá se esforçar para fazer
as coisas mais complexas.”
A partir daí o professor deverá avaliar seu aluno, observando e refletindo sobre
sua aprendizagem ou não aprendizagem, papel este importantíssimo que será
cabível para que o educador veja o porquê da não aprendizagem. Assim, a
observação da participação ânimo e integração do aluno levarão o professor a
refletir sobre sua prática, onde poderá mudar para que haja motivação e
integração entre os alunos, tornando as aulas mais atraentes e significativas.
É preciso ressaltar que a motivação para aprendizagem deve acontecer
naturalmente, pois, o educando motivado será capaz de querer desenvolver-se
em todos os aspectos.
Desta forma, ultrapassará todos os obstáculos para alcançar seus objetivos.
Tudo o que ele fizer será bem feito, porque sentirá prazer em lutar por aquilo
que gosta.
É por intermédio de gestos e atitudes de ensinar que o professor na relação com
os alunos proporcionam aos mesmos um exercício de mediação, o encontro
com a realidade, com a motivação, considerando o saber que já possuem e
procurando articulá-los a novos saberes práticos. É fazer o estudante “desejar”
aprender aquilo que precisa aprender, possibilitando-os à formação e o
desenvolvimento de capacidade e habilidades cognitivas e operativas e com isso
estimulá-los a posicionar-se criticamente, diante do instituído, transformando-os
se necessário.
Assim, é preciso ter vontade, um sentimento que leve alguém a atingir um fim
proposto por desejo e a motivação está vinculada aos diversos aspectos da
cognição humana, possibilitando aos estímulos do meio, inclusive, que
armazene em sua memória uma maior perfeição, desde que estes estejam
vinculados ao estímulo que desencadeou o processo motivacional. 
REFERENCIAL TEÓRICO 

Segundo Burochovitch & Bzuneck (2004, p. 20) “não se pode contar ainda com
uma teoria geral compreensiva nem da motivação humana nem mesmo da
motivação do aluno”.
O tema exposto está ligado à aprendizagem sempre em evidência nos
ambientes escolares, impelindo professores a se superar ou fazendo-os recuar,
chegando à desistência nos casos mais complexos. Porém, apresentam
tamanho, relevância e importância para ser questionado à luz dos problemas
educacionais.
            Muitas vezes, nós nos preocupamos em saber os motivos que levam os
alunos a se comportar dessa maneira, ou porque está com péssimas notas ou
com falta de concentração, apenas queremos o resultado ótimo sem se
preocupar com o psicológico, o motivo e o social dos educandos. Eis a questão
se o convívio social, familiar e educativo não apresenta importância ou desejo do
aluno em estar e participar das atividades desejadas, como ele vai se interessar,
como terá progresso ensino-aprendizagem.
            Tais questionamentos levam-nos a refletir se estamos agindo ou não
corretamente em sala de aula ou até mesmo rever que tipo de pedagogia esta
sendo aplicado neste ambiente escolar. Será uma educação bancária,
autoritária, fracassada, ultrapassada, tradicional?
Rever os atos continuamente é algo essencial para a prática do professor para
poder mudar a rotina e poder, de fato, propor motivo para os alunos se
interessar e aprender. O interesse mantém a atenção, no sentido de um valor
que deseja o motivo, porém, se tem energia suficiente, vence as resistências
que dificultam a execução do ato. Conforme Bzuneck (2000, p. 10) “toda pessoa
dispõe de certos recursos pessoais, que são tempo, energia, talentos,
conhecimentos e habilidades, que poderão ser investidos numa certa atividade”.
Para Moraes e Varela (2007, p.7), “motivar os alunos significa encorajar seus
recursos interiores, seu senso de competência de autoestima, de autonomia e
de realização.”
 A motivação para aprendizagem pode ser intrínseca ou extrínseca. A primeira
refere-se à escolha e à realização de determinada atividade por sua própria
causa, por esta ser interessante, atraente ou, de alguma forma, geradora de
satisfação e a segunda tem sido definida como a motivação para trabalhar em
resposta a algo externo à tarefa ou atividade, como para a obtenção de
recompensas materiais ou sociais, de reconhecimento objetivando atender aos
comandos ou pressões de outras pessoas ou para demonstrar competências ou
habilidades. 
A motivação extrínseca tem sido definida como a motivação para trabalhar em
resposta a algo externo à tarefa ou atividade, como para a obtenção de
recompensas materiais ou sociais, de reconhecimento, objetivando atender aos
comandos ou pressões de outras pessoas ou para demonstrar competências ou
habilidades [...] diversos autores consideram as experiências de aprendizagem
propiciadas pela escola como sendo extrinsecamente motivadas, levando alguns
alunos que evadem ou concluem seus cursos a se sentirem aliviados por
estarem livres da manipulação dos professores e livros (Burochovitch &
Bzuneck, 2001, p. 45-46). 
Dessa forma, percebe-se que a motivação é energia para a aprendizagem, o
convívio social, os afetos, o exercício das capacidades gerais do cérebro, da
superação, da participação, da conquista, da defesa, entre outros.
Portanto, a motivação é algo que vem de dentro, podendo ser modificada
apenas pelo próprio indivíduo. A educação necessita de uma nova forma de
abordagem para eliminar o problema relacionado à aprendizagem e o problema
do fracasso escolar ser planejada e desenvolvida para atender às necessidades
formativas dos alunos com o objetivo de torná-los capazes e preparados para
enfrentar as mudanças e desafios que o progresso e a evolução social
naturalmente irão trazer. Para isso é preciso considerar que o conhecimento é
uma construção individual e coletiva e a escola sabe o papel de fornecer
condições adequadas a essa construção.
Balancho e Coelho (1996, p.17) reforça que a motivação pode ser entendida
como um processo e, como tal, é aquilo que suscita ou incita uma conduta, que
sustenta uma atividade progressiva, que canaliza essa atividade para um dado
sentido.
 Dentre os mecanismos que podem ser utilizados para motivação da criança, um
dos mais citados é o método expositivo, o verbal, o qual pode ser muito eficiente
se o professor conseguir mobilizar a atividade interna do aluno para que ele
venha a se concentrar e pensar, combinando com outros procedimentos como o
trabalho independente, a conservação e o trabalho em grupo, além da
conjugação com demonstração, ilustração e a exemplificação, possibilitando o
enriquecimento da aula expositiva.
É preciso lembrar que para atrair a atenção do aluno para o assunto estudado,
convém estimular todos os sentidos, lembrar filmes sobre o assunto, aguçar a
curiosidade das crianças; quanto mais jovem o aluno, maior a necessidade de
se utilizar recursos variados.
O conhecimento do processo é outro fator importante para a eficiência da
aprendizagem, pois, sem conhecer o resultado de seu esforço o aluno se
desinteressa do processo de aprendizagem em que está submetido e seu
rendimento será muito menor. É preciso não esquecer que só se consegue
pensar fazer e emocionar na coletividade através da motivação também é
importante ressaltar que as escolas precisam ter mais recursos para que o
professor dê uma aula mais atraente, mais significativa e que, de fato, possa
ocorrer aprendizagem, elevando assim, a autoestima do aluno, do professor e a
qualidade do ensino, o que sempre almejamos, pois, a motivação parte da
satisfação das necessidades mais básicas do indivíduo. Só assim,
desencadeará o processo motivacional para que o aluno desenvolva a
aprendizagem na sala de aula e também no seu meio de convívio externo.
 
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
 
            Esta é uma pesquisa de abordagem qualitativa, enfatizando uma
metodologia que engloba pesquisas bibliográficas, aplicação de questionários e
entrevistas com professores de 1º ao 5º ano dos Anos Iniciais do Ensino
Fundamental, acerca da motivação no processo de ensino-aprendizagem. Após
as pesquisas bibliográficas foram aplicados os questionários com entrevistas a
um total de 24 (vinte e quatro) professores de escolas públicas do Município de
Bom Conselho – PE. Desse total ficaram distribuídos, 6 na Escola Rainha Isabel,
6 Escola Mestre Laurindo Seabra, 6 na escola Marechal Dantas Barreto e 6 na
Escola José Pedro da Silva. Em cada uma dessas escolas participaram 3
professores com questionários e 3 com entrevistas. A pergunta indagada aos
professores tanto no questionário quanto na entrevista foi: Pra você, de que
forma a motivação contribui para o processo do ensino-aprendizagem?
A partir das respostas dadas pelos professores, foram analisados os
questionamentos levantados e as contribuições favorecidas a partir do tema em
foco. 
RESULTADOS ESPERADOS

 Inicialmente serão descritas as respostas dadas pelos professores e, em


seguida, as contribuições favorecidas pelo projeto. Informações adicionais dos
professores envolvidos na pesquisa, como: formação acadêmica, tempo de
serviço e turma que leciona, encontra-se no apêndice do artigo.
Os nomes dos professores estão descritos como P1 ao P24.
P1: A motiv

ação é fundamental, pois, sem ela, os alunos não conseguem sentir entusiasmo
e nem interesse pelo que está sendo estudado.
P2: Elencando pesquisas contemporâneas que refletem sobre as contribuições
da relação entre professor e alunos.
P3: Ela é essencial, porque nos anos iniciais é importante receber estímulos
voltados para motivação, favorecendo o aprendizado.
P4: A motivação pode auxiliar no engajamento do estudante, na dinâmica da
aula, possibilitando uma participação e/ou desenvolvimento ativo da
aprendizagem.
P5: De forma positiva, pois, quando o aluno se sente motivado e com sua
autoestima elevada, ele aceita todos os desafios do processo de ensino
aprendizagem, com entusiasmo.
P6: Contribuir, de forma positiva, pois, temos que motivar nossos alunos e
buscar meios que tornem as aulas significativas, onde aconteça, realmente, a
aprendizagem.
P7: A motivação é de grande importância para o ensino aprendizagem; o
estudante, por mais que apresente dificuldade de aprendizagem, necessita da
motivação. Elogiar é sempre um motivo.
P8: De várias formas, desde o contexto com seu aluno, o modo de trata-lo, o
seu manejo em sala de aula e sempre incentivá-los à aprendizagem.
P9: A motivação contribui de forma muito positiva, pois, quando não existe
motivação, o estudante tende a ser pouco participativo e inquieto.
Desinteressado de um modo geral.
P10: Contribuir para o interesse e aprendizagem, especialmente, quando
problematizadoras.
 
P11: A motivação contribui na autoestima do professor diante da sala de aula,
tornando assim, o ensino aprendizagem muito proveitoso.
P12: Temos que estar sempre motivados para que a contribuição no processo
da aprendizagem seja de grande importância na vida dos estudantes.
P13: É fundamental a motivação em, todos os âmbitos de ensino aprendizagem,
facilitando a atenção, curiosidade, interesse e partilha.
P14: De maneira positiva, permitindo com que os educandos exponham as suas
dificuldades e anseios durante esse processo de ensino aprendizagem.
P15: A motivação dos alunos é fundamental para o processo de ensino
aprendizagem, pois, o aluno motivado se interessa em aprender e adquirir novos
conhecimentos.
P16: A motivação é importante para todos os ensinos, principalmente para a
aprendizagem, que é a base para tudo.
P17: De grande importância. Pois, se como educadores não apresentarmos aos
nossos educandos atividades que lhes causem interesse, jamais serão
motivados a construírem a aprendizagem.
P18: A motivação os alunos é bastante significativa e de extrema importância
para o processo de ensino aprendizagem. O professor interage melhor.
P19: Meu objetivo é auxiliá-lo na execução do meu trabalho, compartilhando
meu esforço diário em fazer com que os estudantes dominem os conhecimentos
de que necessitam, para crescerem como cidadãos, plenamente reconhecidos e
conscientes de seu papel perante a sociedade.
P20: Contribuir, de forma significativa, com um processo que impulsiona e leva o
estudante a atuar e comportar-se de maneira determinada e adequada em
direção ao conhecimento.
P21: Porque tenho vocação, gosto de estar com as crianças.
P22: Uma aula com motivação contribui bastante nas aprendizagens dos
estudantes.  Pois é através da motivação que os mesmos se interessam e
interagem com aquela aula, obtendo assim, um bom resultado.
P23: Porque a cada ano busco mais experiência, gosto do que faço, sempre
renovo minha metodologia de ensino; é com isso que a motivação contribui para
o ensino aprendizagem.
P24: Contribui muito para o desenvolvimento do conhecimento do estudante,
como também, nas habilidades, tanto em grupo, como individual.
Sendo assim, a motivação parte do conhecimento do professor. Professor
desmotivado leva o aluno ao fracasso. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Com o desenvolvimento desse estudo, o professor dos Anos Iniciais do Ensino


Fundamental vai poder realizar também os mesmos procedimentos que
utilizamos nessa concepção de trabalho motivacional docente que integra o
comportamento humano. A motivação é uma atividade que merece ter lugar
central na prática escolar e dessa forma ser ensinada por todo professor de
qualquer área de ensino.
Foi possível perceber que a motivação desenvolvida a partir desse estudo
reforça o conhecimento que temos sobre o estímulo que a criança já carrega
desde sua infância. Com isso, o professor ao tornar sua aula mais atrativa
mediante sua motivação, o aluno se sentirá mais apto e capaz de desenvolver
suas atividades na escola ou fora dela,           despertando nele ainda grandes
emoções. A importância dos alunos estarem motivados diz respeito ao processo
de ensino-aprendizagem fator que poderá ser bom para o professor em ver que
o que propôs foi válido e que sua aula teve significação e ao aluno que mediante
sua motivação estará apto a ter interesse e organização em suas atividades
escolares.
Muitas vezes, nós nos preocupamos em saber os motivos que levam os alunos
a se comportar dessa maneira, ou porque está com péssimas notas ou com falta
de concentração, apenas queremos o resultado ótimo sem se preocupar com o
psicológico, o motivo e o social dos educandos.
A educação necessita de uma nova forma de abordagem para eliminar o
problema relacionado à aprendizagem e o problema do fracasso escolar ser
planejada e desenvolvida para atender às necessidades formativas dos alunos
com o objetivo de torná-los capazes e preparados para enfrentar as mudanças e
desafios que o progresso e a evolução social naturalmente irão trazer.
Esse estudo serve de base justamente para sanar essa dificuldade apresentada
nas escolas, à motivação como uma nova abordagem de ensinar e de aprender.
REFERÊNCIAS

BALANCHO, M. J. S.; COELHO, F. M. Motivar os alunos, criatividade na


relação pedagógica: conceitos e práticas. 2. ed. Porto, Portugal: Texto, 1996.
 
BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. (orgs.). A motivação do aluno:
contribuições da psicologia contemporânea. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
 
BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. (orgs.). A motivação do aluno:
contribuições da psicologia contemporânea. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
 
BZUNECK, J. A. As crenças de auto-eficácia dos professores. In: F.F. Sisto,
G. de Oliveira, & L. D. T. Fini (Orgs.). Leituras de psicologia para formação de
professores. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2000.
FRIEDMANN, Adriana. Brincar: Crescer e aprender. São Paulo: Moderna,
1996.
 
MORAES, Carolina Roberta; VARELA, Simone. Motivação do Aluno Durante o
Processo de Ensino-Aprendizagem. Londrina: Revista Eletrônica de
Educação. Ano I, No. 01, ago. / dez. 2007.

 
 
APÊNDICE
 

 
Tempo que Série que
Professor Sexo Formação
Ensina leciona
P1 F Graduação 09 anos 3º Ano
P2 F Graduação 26 anos 2º Ano
P3 F Graduação 16 anos 1º Ano
P4 M Pós-graduação 06 anos 5º Ano
P5 F Graduação 15 anos 3º Ano
P6 F Graduação 24 anos 1º Ano
P7 F Graduação 07 anos 4º Ano
P8 F Pós-graduação 20 anos 3º Ano
P9 F Graduação 15 anos 3º Ano
P10 F Graduação 06 anos 3º Ano
P11 F Graduação 07 anos 2º Ano
P12 F Pós-graduação 22 anos 2º Ano
P13 F Pós-graduação 22 anos 2º Ano
P14 F Graduação 19 anos 5º Ano
P15 F Pós-graduação 04 anos 4º Ano
P16 F Pós-graduação 22 anos 4º Ano
P17 F Pós-graduação 26 anos 3º Ano
P18 F Graduação 13 anos 1º Ano
P19 F Pós-graduação 22 anos 4º Ano
P20 F Pós-graduação 04 anos 2º Ano
P21 F Pós-graduação 20 anos 3º Ano
P22 F Pós-graduação 23 anos 3º Ano
P23 M Pós-graduação 23 anos 5º Ano
P24 M Pós-graduação 21 anos 4º Ano

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