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AR CONDICIONADO

CURSO BÁSICO

1
Arnaldo L. Parra

Eng. Mecânico
Eng. HVACR
Eng. Segurança
MBA
Sabroe
Thermotec
Trane
Consultoria
arnaldo.parra@hotmail.com
11-9-6488-2050
2
Propósito:
Aprender, rever, discutir, opinar sobre
Conceitos Básicos e Fundamentos do ramo
de Ar Condicionado, de modo que estes
conhecimentos possam ter impacto positivo
em nosso trabalho.

3
Módulo I

O que é Ar Condicionado
Fundamentos

4
QUALIDADE

•MELHORIA CONTÍNUA DOS PROCESSOS DE PRESTAÇÃO


DE SERVIÇOS, DE MODO PROFISSIONAL, COM O USO DA
TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO, BUSCANDO A SATISFAÇÃO
DOS CLIENTES E SAÚDE FINANCEIRA DA EMPRESA.

5
HISTÓRIA DO AR CONDICIONADO

• Desde os tempos remotos o homem já procurava abrigo e


conforto nas cavernas . O fogo constituía uma fonte para
propiciar-lhe o conforto

• Os egípcios procuravam construir suas habitações


favorecendo a ventilação natural de forma a propiciar-lhes
conforto térmico .

•Mesmo as construções antigas, já se pensava em maneiras


de transmitir calor para os ambientes, através da
propagação do ar aquecido por lareiras (inverno), e remover
o calor através de fendas, janelas e frestas, no verão.

6
O que é condicionamento
de ar ?
• É o método de resfriamento do ar pelo qual
obtém-se ar sob condições controladas quanto à:
– TEMPERATURA
– UMIDADE
– VELOCIDADE
– PUREZA

7
NORMAS E LEIS
• NBR 16.401 – partes 1, 2, 3
• NBR 13.971 – Manutenção
• NBR 7256 – AC para EAS
• NBR 14.518 – Cozinhas Profissionais
• NBR 16.101 – Filtros de Ar
• Portaria 3.523 – PMOC
• RE 09 – ANVISA
8
TEMPERATURA

ENERGIA

25º C 10º C

TEMPERATURA: É A INTENSIDADE DE CALOR DE UM CORPO OU DE UM


AMBIENTE, SÃO AGITAÇÃO DAS MOLECULAS.

9
CONCEITO FUNDAMENTAL:
CALOR
• Calor é uma forma de energia . O Calor é a
energia em trânsito entre dois corpos com
diferentes níveis de energia (temperatura).

•O Calor / Energia não podem ser destruídos


ou criados.

•O Calor e a Energia só podem ser


transformados ou transferidos.

•O Calor sempre flui do corpo mais quente,


para o menos quente (frio).
10
Carga Térmica:

Noções e conceitos

11
CONCEITO FUNDAMENTAL:
CONFORTO TÉRMICO
•É definido pela Norma ASHRAE 55-64 como “ um Estado de
espírito que reflete a Satisfação com as condições térmicas do
ambiente que envolve a pessoa “. Nesse sentido , o
desempenho durante qualquer atividade deverá ser otimizado
desde que o ambiente propicie condições de conforto , sendo
esse objetivo primeiro dos sistemas de controle ambiental .
•O Conforto Térmico é um conceito subjetivo , isto é , depende
de cada pessoa .

12
13
COMPONENTES DA CARGA
TÉRMICA
• FORMA E ÁREA DAS ZONAS A SEREM
CONDICIONADAS
• INSOLAÇÃO
• NÚMERO E ATIVIDADE DAS PESSOAS
• TRANSMISSÃO
• ILUMINAÇÃO
• EQUIPAMENTOS
• AR EXTERNO

14
CÁLCULO DA CARGA TÉRMICA

• Software fornecido pelos principais


fabricantes:
• Mini Split Assistant – Trane
• E-20 – Carrier
• Tracer – Trane
• Outros...
• Evitar base de 600 Btu/h por m2, ou
20m2/TR
15
CÁLCULO DA CARGA TÉRMICA

• O equipamento deve estar dentro de uma


faixa de +/- 10% da carga térmica.
• Muito acima=> alto ciclo de compressor
• Muito abaixo=> alto super aquecimento

• COMPATÍVEL => CARGA x MÁQUINA

16
CARGA TÉRMICA - ZONAS
Quente! Agradável

Entrada Boss
Sala de Sala Sala Sala Office
Reunião 1 2 3

Recepção
Célula Célula Célula Célula
1 2 3 4

17
PESSOAS

18
TRANSFERÊNCIA DE CALOR

CONDUÇÃO CONVECÇÃO IRRADIAÇÃO


19
Meios de Transferência de
Calor

• Convecção
• Radiação
• Condução

20
Meios de Transferência de
Calor

21
Insolação & Iluminação

22
CARGA TÉRMICA

23
O Ciclo Frigorígeno

Conceitos e exemplos

24
O que é refrigeração ?

Refrigeração é o processo de remoção de calor

(rebaixamento de temperatura) de um determinado

produto ou meio, pela utilização de um fluido refrigerante .

Filtro Secador

Condensador

Sistema de Compressor
Expansão

Evaporador

25
Ar resfriado

26
CICLO FRIGORÍFICO

Reservatório
Condensador

P
r
e
s
s
ã Compresso
o r
Temperatura

Evaporador
27
O CICLO BÁSICO

28
DIAGRAMA DE PH MOLLIER

29
1 KG DE GELO
100
ºC

0
ºC C.S. C.L.

C.S. C.L.

-100
ºC
50Kcal 130Kcal 230Kcal 770Kcal

30
UNIDADE DE MEDIDAS
CELSIUS DIVISÕES
EM 100 PARTES
IGUAIS

100º 212º
C F

0ºC 32ºF

FAHRENHEIT DIVISÕES
EM 180 PARTES
IGUAIS
31
TERMÔMETRO
Escala Celsius e
Fahreintheit

32
CICLO FRIGORÍFICO REAL

33
Superaquecimento útil
(Saída do evaporador)

34
Superaquecimento
(útil / total) & Sub-resfriamento

35
36
Superaquecimento total
(Sucção do compressor)

37
Verificação da performance
do sistema frigorífico

38
Superaquecimento no evaporador

Exemplo com R-22:


Pev= 61 psig  Tev = 3º C
T bulbo = +9º C
Tsa = 9- (3°C) = 6 K (Superaquecimento no Evaporador)
39
Superaquecimento no
evaporador
Superaquecimento do evaporador
É o superaquecimento medido na saída do evaporador e para monitorá-lo devemos seguir os
procedimentos abaixo:
- Obter a pressão na saída do evaporador e transformar em temperatura através de
uma régua ou tabela. Esta é a temperatura de saturação (quando há líquido + vapor).
- Medir a temperatura na saída do evaporador no local onde está instalado o bulbo da
válvula de expansão termostática (no tubo de sucção na mesma direção do bulbo
porém do lado oposto). Para uma leitura precisa desta temperatura, deve-se instalar o
sensor devidamente encostado no tubo e isolá-los termicamente do contato com o ar.
Esta é a temperatura do gás superaquecido.
- Subtrair da temperatura obtida pelo sensor o valor de temperatura convertido da
pressão. A diferença será o valor do superaquecimento no evaporador. Ou seja: a
Temperatura do gás superaquecido menos a Temperatura de saturação é igual ao
Superaquecimento no evaporador.
- Para garantir que exista superaquecimento, o valor obtido não pode ser inferior 3K. A
ausência de superaquecimento indica que o compressor está succionando refrigerante
em estado líquido (fenômeno conhecido por "retorno de líquido"), o que pode causar
sérios danos ao compressor.

40
Superaquecimento total do sistema

Exemplo com R-22:


Psuc= 60 psig  Tev=2º C
T suc= 11º C
Tsa = 11°C - (2°C)
Tsa = 9 K (Superaquecimento total do Sistema) 41
Superaquecimento total do sistema
Superaquecimento do sistema
É o superaquecimento medido na entrada do compressor e para monitorá-lo devemos seguir os
procedimentos abaixo:
- Obter a pressão na sucção do compressor e transformar em temperatura através de
uma régua ou tabela. Esta é a temperatura de saturação (quando há líquido + vapor).
- Medir a temperatura na sucção do compressor (no tubo de sucção a cerca de 10 cm
do compressor). Para uma leitura precisa desta temperatura, deve-se instalar o sensor
devidamente encostado no tubo e isolá-los termicamente do contato com o ar. Esta é a
temperatura do gás superaquecido na sucção do compressor.
- Subtrair da temperatura obtida pelo sensor na sucção do compressor o valor de
temperatura convertido da pressão. A diferença será o valor do superaquecimento na
sucção do compressor. Ou seja: a Temperatura do gás superaquecido menos a
Temperatura de saturação é igual ao Superaquecimento total do sistema.
- Para garantir que exista superaquecimento, o valor obtido não pode ser inferior 3,0 K,
e não deve ser superior ao valor máximo de superaquecimento encontrado no
envelope de aplicação do compressor para a condição de trabalho do sistema.
- Obs.: O superaquecimento de um sistema depende de seu projeto.
- Os fatores que podem alterar o superaquecimento são:
- Isolamento térmico incorreto ou ausência de isolamento térmico na tubulação.
- Bulbo da válvula de expansão instalado em local errado, com mau contato no tubo ou
sem isolamento térmico.
- Falta ou excesso de fluído refrigerante no sistema.
- Selecionamento incorreto da válvula de expansão ou do orifício.
- Válvula instalada na posição errada.
- Ruptura eventual do capilar ou do bulbo da válvula.
- Troca térmica insuficiente ou bloqueio do evaporador. 42
Sub-resfriamento

Exemplo com R-22:


Pcd= 250 psig  Tcd= 47ºC
TLL= 33º C
Tsr = 47°C - 33°C = 14K (sub-resfriamento)
43
Sub-resfriamento
Sub-resfriamento
Primeiramente, define-se "sub-resfriamento" como sendo a diferença de temperatura do fluído
refrigerante no estado saturado (líquido mais vapor) e o fluído sub-resfriado (apenas líquido).

- O sub-resfriamento é medido na saída do condensador e para monitorá-lo devemos seguir os


procedimentos abaixo:
- Obter a pressão de condensação e transformar em temperatura através de uma régua
ou tabela. Esta também é uma temperatura de saturação, pois há líquido + vapor.
- Medir a temperatura no tubo de saída do condensador. Para uma leitura precisa desta
temperatura, deve-se instalar o sensor devidamente encostado no tubo e isolá-los
termicamente do contato com o ar. Esta é a temperatura do líquido subresfriado na
saída do condensador.
- Subtrair do valor de temperatura convertido da pressão de descarga, a temperatura
obtida pelo sensor na saída do condensador. A diferença será o valor do sub-
resfriamento na saída do condensador. Ou seja: a Temperatura de saturação menos a
Temperatura da saída do condensador é igual ao Sub-resfriamento.
- Para garantir que exista sub-resfriamento, o valor obtido não pode ser inferior 3,0 K.
- Obs.: O sub-resfriamento de um sistema depende de seu projeto.
- Os fatores que podem alterar o sub-resfriamento são:
- Falta ou excesso de gás fluído refrigerante no sistema
- Regulagem da válvula de expansão.
- Problemas de troca térmica na condensação.

44
SUPERAQUECIMENTO SUB-RESFRIAMENTO
FAIXA DE 5 À 11 ºC FAIXA DE 3 À 8 ºC

PROVIDÊNCIA AUMENTA DIMINUI AUMENTA DIMINUI

ABRIR VÁLVULA

FECHAR VÁLVULA

COLOCAR FLUIDO

RETIRAR FLUIDO

SUPERAQUECIMENTO 5 11

SUB-RESFRIAMENTO 3 8 45
Funcionamento básico

46
DÚVIDAS??

47
Módulo II

Componentes do Sistema

48
Componentes
Compressor
Evaporador
Condensador
Filtro secador
Óleo e Refrigerante
Válvula de Expansão
Filtro de Ar
Válvula solenóide
Visor de Líquido
Controles
49
COMPRESSORES

Alternativos

50
Compressores Alternativos Semi-herméticos

51
Compressores Alternativos

52
Compressores Alternativos

53
FUNCIONAMENTO DO COMPRESSOR
ALTERNATIVO
Mecanismo Excêntrico-Biela-Pistão
Rotação Nominal de 3595 rpm (60Hz)

Ponto Sucção Ponto Descarga


morto morto
superior inferior
54
55
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
PISTÃO

• O seu desenho proporciona


alta eficiência volumétrica
(menor reexpansão no
cilindro).

56
Placa de válvula

Placa de válvula desenhada para


suportar 205.200 aberturas e
fechamentos por hora.

57
Proteção

Válvula de segurança
(30 bar ) Bay pass entre
descarga e sucção.

58
4
A lubrificação das partes
mecânicas é efetuada
2
através da aspiração do
óleo do cárter pela
centrifugação efetuada
3
pelo canal interno do
eixo.
1

59
Protetor térmico.

Protetor térmico interno acoplado ao motor elétrico, abre os contatos


com 105*C e fecha com 60*C.

60
Pré aquecedor de óleo

Pré aquecedor do óleo do


cárter ( serpentina da
descarga ) e no fundo
cerâmicas imantadas para
atrair metais.
61
Resistência de cárter

Mantém aquecido o óleo do cárter +- 45*C, fácil instalação


Sonda PTC com temperatura auto-regulável

62
Visor de óleo.
O visor de óleo já vem instalado no compressor.

Verificar sempre o nível de óleo.


Sistemas com grandes distâncias ou com
condensador remoto, é provável que
tenha a possibilidade de completar o
nível do óleo após o start up.
Após a partida e o sistema entrar em
regime de trabalho é importante verificar
o nível do óleo. Ele deve estar no mínimo
com ¼ e no máximo com ¾ do visor.

63
PROTETOR TÉRMICO
ABERTURA - 105 ºC
FECHAMENTO - (55 ºC a 60ºC)

64
65
Compressor Hermético do tipo alternativo

• Sistema de bombeamento é através de


pistão (sucção e compressão).

• Sucção é através da carcaça do


compressor.

• Conjunto eletro-mecânico
(bomba/motor) ficam suspensos por
molas .

66
67
Compressor Rotativo para
Condicionadores de Ar

• Sistema de bombeamento é através


do movimento excêntrico do eixo em
contato com uma palheta.

• Possui menos componentes


mecânicos em relação ao tipo
alternativo.

• Conjunto eletro-mecânico interno


(bomba/motor) são fixados
diretamente na carcaça.

• Menor nível de ruído

68
FUNCIONAMENTO DO COMPRESOR ROTATIVO

Rotação Nominal de
3595 rpm (60Hz)
69
FUNCIONAMENTO DO COMPRESOR ROTATIVO

70
FUNCIONAMENTO DO COMPRESOR ROTATIVO

71
SCROLL COMPRESSORS

72
SCROLL COMPRESSORS

73
COMPRESSOR SCROLL

MODELOS
SM
OU
SZ

74
75
76
Evaporador

77
Evaporador
FLUXO DE AR

TEV

78
79
80
CONDENSADORES

81
CONDENSADORES

Shell and tube Tube in tube

82
83
Blue Star
Compact line
UNIDADES CONDENSADORAS

LOCALIZAÇÃO DA
UNIDADES
CONDENSADORAS

84
SEM JANELAS DE SAIDA

85
ÁREA DE
ABERTURA

ABA DE RETENÇÃO

86
Óleo e Refrigerante:

Incompreendidos.
Mistura perigosa
Cartomante do Ar Condicionado

87
TIPOS DE ÓLEOS PARA COMPRESSORES
DANFOSS

160 P – MINERAL
160ABM – ALQUIBENZENO
160 PZ - POLIOL ÉSTER COM ADITIVO
160Z - POLIOL ÉSTER SEM ADITIVO
160SZ - POLIOL ÉSTER COM ADITIVO
(SW 32 - POLIOL ÉSTER substituído)
SE 55 - POLIOL ÉSTER (Reniso Triton)
SP 46 - MINERAL

88
TIPOS DE ÓLEOS PARA COMPRESSORES
TRANE

15 – MINERAL
48 – POLIOL ÉSTER
22 – MINERAL - CENTRÍFUGAS
31 – MINERAL – BAIXA TEMPERATURA

CONSULTE O FABRICANTE, PARA SABER QUAL O ÓLEO


MAIS ADEQUADO AO SEU COMPRESSOR.
QUEM DEFINE O TIPO DE ÓLEO?
1- COMPRESSOR
2- REFRIGERANTE
89
VÁCUO

• Retira umidade do sistema.

• Retira gases não condensáveis.

• Mínimo: 200 micra (-29,913 pol Hg)


(FABRICANTE)

• Mínimo: 500 micra (em campo)

• Capacidade: 1 x 7

• Inimigo #1: Umidade

• Inimigo #2: Oxigênio


90
CARACTERÍSTICAS DO VÁCUO

Temperatura de
evaporação da água
Pressão
1 atm +100°C
ambiente

Vácuo de 100.000µHg +51°C


um compressor

4.600µHg 0°C

Vácuo de uma
200µHg -33°C
bomba de vácuo
Vácuo absoluto

91
Acidez

92
Teste de acidez

93
94
FLUIDOS
FREON ÓLEO APLICAÇÕES
MP 39 R 401 A OM / AB RETROFIT DO R 12 M. B. TEMP.

409 A R 409 A OM / AB RETROFIT


R
12
MP 66 R 401 B OM / AB RETROFIT

POE /
134 A R 134 A EQUIPAMENTOS NOVOS
PAG

407 C R 407 C POE EQUIPAMENTOS NOVOS


R 22
410 A R 410 A POE EQUIP. DESENV. PARA 410 A
95
FLUIDOS
FLUIDOS P. EBULIÇÃO PONTO VAPORIZAÇÃO
A 1,013 bar CRITICO KJ/KG
R 12 R 12 - 29,8 ºC 112ºC 165,3

R 134a R 134a - 26,2 ºC 101,15ºC 215,5

MP 39 R 401a - 33,1ºC 108ºC

MP 66 R 401b - 34 ºC 108ºC

R 409a R 409a - 34,5ºC 106,8ºC 220

96
FLUIDOS

FLUIDOS P. EBULIÇÃO PONTO VAPORIZAÇÃO


A 1,013 bar CRITICO KJ/KG
R 22 R 22 - 40,8 ºC 96,2 ºC 234,7

R 407 c R 407 c - 43,4 ºC 86,2 ºC 249,9

R 410 a R 410 a -51,54 ºC 72,13 ºC 272,95

97
Suva® - Equipamentos Novos
Alternativos ao R-22
Suva 407C Para A/C – Equip. Novos e Retrofit®

Suva 410A Para A/C – Equip. Novos.

 Compressores deslocamento positivo e centrífugas.

 Utiliza óleo POE

Retirar do cilindro na fase líquida.

Page 98
CONDENSADOR

VÁLV.
EXPANSÃO

COMPRESSOR

EVAPORADOR

99
CICLO FRIGORÍFICO

Reservatório
Condensador

Pressão
Compressor

Válvula de
expansão

Entalpia

Evaporador
100
Controle de
capacidade

FLUXOGRAMA DE INSTALAÇÃO
101
102
Controle de
capacidade

FLUXOGRAMA DE INSTALAÇÃO
103
Nova Geração
Eliminator®
Filtros Secador,
Tipo DCR

104
Característica – Núcleos Sólidos
48 - DM: Possui 100 % de Molecular Sieves em seu
núcleo para aplicação de refrigerantes com HFC:
Proporciona alta absorção de mistura tanto em altas
com em baixas temperaturas de condensação.

48 - DC: Possui 80 % de Molecular Sieves e 20 % de


alumina ativada em seu núcleo disponível para
refrigerantes CFC & HCFC e compatível com HFC:
Absorve misturas e ácidos em sistemas os quais
trabalham fora dos limites de aplicação de temperatura.

48 - DA: Possui 30 % de Molecular Sieves e 70 % de


alumina disponível para aplicação após a queima do
compressor com CFC / HCFC / HFC: Todos os Núcleos Sólidos 48 são
Alta capacidade de absorção de ácidos e umidade. Caracterizados por:
Tamanho de partículas uniformes no núcleo
proporcionam a menor perda de carga
48 - F Feltro compatível com todos os refrigerantes: possível.
Retém partículas maiores do que 15 miícrons Proteção efetiva quanto a impurezas
É utilizado na carcaça do DCR Núcleo resistente à pressão e vibração

105
Novo DCR – Vista Geral

Conexão de Cobre
Feltro ou Aço

Orifício

Parafuso

Aste

Core

Mola
Guarnição

Tampa

106
107
Controle de
capacidade

FLUXOGRAMA DE INSTALAÇÃO
108
VISORES DE LÍQUIDO

109
APLICAÇÃO
Os visores de líquido são utilizados para indicar:
• O estado do fluido refrigerante na linha de líquido;
•Visualização do retorno de óleo do separador;
• O nível de umidade presente no sistema;
• Indicar sub-resfriamento insuficiente, ou falta de fluido;
•O visor tipo SGI é indicado para sistemas que operam com
refrigerantes tipo CFC
•O visor tipo SGN é indicado para sistemas que operam com
refrigerantes tipo HCFC , HFC e CFC

110
CARACTERÍSTICAS

SGRN SGRI
A cápsula que A cápsula que envolve o
envolve o elemento elemento sensitivo possui cor
sensitivo possui cor VERDE
BRANCA

111
112
Controle de
capacidade

FLUXOGRAMA DE INSTALAÇÃO
113
VÁLVULA DE EXPANSÃO
TIPO TE

114
Qual é a função
da válvula de
expansão?
115
FUNÇÃO

• A função básica da VET é manter o


superaquecimento constante no
evaporador, para garantir boa eficiência
do mesmo e proteger o compressor contra
retorno de refrigerante no estado líquido.

116
Superaquecimento no
evaporador

Exemplo com R-22:


Pev= 1,0 bar  Tev = -25º C
T bulbo = -20º C
Tsa = -20°C - (-25°C) = 5 K (Superaquecimento no Evaporador)

117
EQUALIZADOR INTERNO

118
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS

TE

119
Sempre isolar o
bulbo

120
EQUALIZADOR EXTERNO

121
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
V.E.T Tipo TE

122
Sempre isolar o
bulbo

123
EQUALIZADOR EXTERNO

• Se o evaporador possui uma perda de


pressão superior à 0,5 bar recomenda-se a
utilização do equalizador externo.
• Evaporador com distribuidor de líquido
deve utilizar equalizador externo.

124
125
126
PRESSOSTATOS
Tipo KP

127
APLICAÇÃO
Pressostatos Tipo KP

• Os pressostatos KP são utilizados para proteger o sistema de refrigeração contra


pressões demasiadamente baixas no caso de um vazamento de refrigerante ou bloqueio de
alguma parte do sistema
• Contra pressões demasiadamente altas no caso de obstrução da troca de calor no
condensador ou bloqueio de alguma parte do sistema
• No controle do recolhimento do gás
• Controle de condensação
• Em alguns casos podem ser utilizados para controle de temperatura

128
CARACTERÍSTICAS
Pressostatos KP 15
Paraf. de Ajuste
do Set Point BP

Paraf. de Ajuste
do Diferencial
BP

Conexão de baixa
pressão BP

Paraf. De Ajuste
do Set Point AP

Conexão de Alta
Pressão AP
129
130
131
132
INSTALAÇÃO
Pressostatos Tipo KP

133
Pressostatos Tipo CC (Cartucho)

134
Termostatos
Thermo = Temperatura, calor
Stat = Estado, posição

135
Termostato
O que é?
O termostato é dispositivo que controla o
equipamento de ar-condicionado.
Como?
Esse controle é feito depois de determinarmos o
setpoint (temperatura desejada), no qual ele fará
todas as operações possíveis para alcançar a
temperatura desejada.
Quais operações?
Abrindo ou fechando uma válvula, ligando ou
desligando um compressor, etc.
136
Termostatos ON-OFF

137
Termostatos XE70

Os termostatos eletro-mecânico da série XE70


podem ser utilizados para diversas aplicações
para controle on/off.
Modelos com um ou dois estágios para
refrigeração ou aquecimento, possui modelos
com chave liga/desliga, quente/frio, três
velocidades, ventilação automático ou
contínuo.
Trabalham com a tensão de 0 a 230Vac.

138
Termostatos XE70

139
Termostatos XE70

T6372A1018

Chaves
Estágios
ON/OFF 3 Veloc. Q/F
S N N 1

140
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos XE70

T6373A1108

Chaves
Estágios
ON/OFF 3 Veloc. Q/F
S S N 1

T6373A1108

141
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos XE70

T6374C1004

Chaves
Estágios
ON/OFF 3 Veloc. Q/F
N N N 2

142
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos XE70

T6374C1012

Chaves
Estágios
ON/OFF 3 Veloc. Q/F
S N N 2

143
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos XE70

T6376B1004

Chaves
Vent. Estágios
ON/OFF Q/F
Cont./Auto
S S N 1

144
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos XE70

T6377B1003

Chaves
Estágios
ON/OFF 3 Veloc. Q/F
S S S 1

145
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos XE70

T6377B1045

Chaves
Vent. Estágios
ON/OFF 3 Veloc.
Cont./Auto
S S S 2

146
ESQUEMA DE LIGAÇÃO
Termostatos HALO

PartNumber Estágios Luz de Fundo Alimentação


T6861V2WB-M 1Q ou 1F Azul 220 Vac
T6861V2WG 1 Q e 1F Verde 220 147
Vac
Termostatos HALO

T6861V2WB-M
T6861V2WB-M

1 F 1 F

2 2
Válvula/Compressor
Válvula/Compressor
3 3
N N
4 4
5 5
6 Ventilador 6 Ventilador

7 7
8 8
Card Key Card Key
9 9

Esquema de ligação típico para controle Esquema de ligação típico para controle
ON/OFF, contato simples ON/OFF, contato duplo

Possui um contato de liga/desliga para abrir ou fechar uma válvula,


acionar uma máquina de ar-condicionado ou uma resistência
elétrica. Possui tecla ON/OFF, Quente/Frio e 3 velocidades (manual
ou automático).
148
Termostatos HALO

T6861V2WG
T6861V2WG
1 1
Válvula
Válvula 2
2
F
3 3 F

4 4
Aquecimento
5 Aquecimento 5
N N
6 6

7 7

8 Ventilador 8 Ventilador

9 9

10 10

11 11
Card Key Card Key
12 12
Sensor Remoto Sensor Remoto

Esquema de ligação típico para controle ON/OFF, contato Esquema de ligação típico para controle ON/OFF, contato
simples duplo

Possui um contato de liga/desliga para aquecimento e outro


contato para resfriamento. Possui tecla ON/OFF, Quente/Frio e 3
velocidades (manual ou automático).

149
Sistemas de Ar Condicionado

Tipos de sistemas disponíveis no mercado

150
TIPOS DE SISTEMAS
• VENTILAÇÃO
– Natural
– Mecânica
• VLE
• VGD
• EXPANSÃO DIRETA
• EXPANSÃO INDIRETA
• ABSORÇÃO

151
VENTILAÇÃO
NATURAL

ABERTURA
JANELA

152
VENTILAÇÃO
MECÂNICA
• AR
VENTILADOR

JANELA
AR

153
154
155
EXPANSÃO DIRETA x
INDIRETA

156
TIPOS DE EQUIPAMENTO
• EXPANSÃO DIRETA
– SELF CONTAINED
– ROOF TOPS
– SPLIT SYSTEM
– MINI SPLIT
– VRV – VRF

157
Sistema com
DUTOS DE AR Self Contained

SELF CONTAINED
AR AR
AGUA

AMBIENTE

158
Self Contained: Remoto e acoplado

159
160
Sistema com Rooftop

161
EXPANSÃO DIRETA
SPLITS

EVAPORADOR

CONDENSADOR
162
Unidade Condensadora
Condensador Remoto

163
EXPANSÃO DIRETA
MINISPLITS

EVAPORADOR

CONDENSADOR

164
MINI-SPLITS – VRV - VRF

165
166
FAN COILS

167
CHILLERS SCROLL

CGAD - COND. A AR CGWD - COND. ÁGUA


20 a 180 TR´s 20 a 180 TR´s

168
CHILLERS COMPRESSOR
PARAFUSO
• CONDENSAÇÃO ÁGUA
• CONDENSAÇÃO AR

169
CHILLERS COMPRESSOR
CENTRÍFUGO
• CONDENSAÇÃO ÁGUA
• CVHE/CVHF/LHCV
• R-123
• 170 A 3000 TR
• FABRICADO NOS EUA
• CVGE
• R-134a
• 230 A 1070 TR
• FABRICADO NA FRANÇA

170
CHILLERS DE ABSORÇÃO
• Utiliza Fontes Alternativas
de Energia ( Vapor / Água
Quente / Gás )
• Simples Estágio : de 110 a
1660 TR .
• Duplo Estágio : de 380 a
1650 TR .
• FABRICADO NOS EUA

171
DÚVIDAS??

172
Arnaldo L. Parra
Eng. Mecânico
Eng. HVACR
Eng. Segurança
MBA

ABRAVA – VP Operações &


Finanças

Consultoria
Arnaldo.parra@hotmail.com
11-9-6488-2050
173
Direitos autorais – Propriedade Intelectual – Copyright
Lei Federal 9.610 de 19 de fevereiro de 1998.

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174

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