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A EMPRESA

Desde quando foi fundada, em 1994, a TROCALOR vem crescendo e se destacando


no mercado por fabricar uma diversificada linha de produtos e componentes para
sistemas de refrigeração, ventilação, exaustão, difusão e condicionamento do ar com
alto padrão de qualidade e moderna tecnologia.

Já em janeiro de 2000, a TROCALOR dava um salto ainda maior, para ampliar sua
linha de produtos, ao adquirir a tecnologia de uma das tradicionais empresas do ramo
de máquinas para condicionamento de ar central do Brasil, a Tempmaster ( com mais
de 35 anos no mercado ).

Conseguindo assim, a passos curtos, porém seguros, conquistar a confiança de


nossos clientes,onde poderão ter a certeza de que estão escolhendo uma empresa
séria, sempre comprometida a principalmente atender bem, com o respaldo técnico
de já ser umas das grandes empresas em refrigeração do país.

Toda a linha de produtos foi desenvolvida com a incorporação de novas técnicas de


fabricação, o que garante excelente relação preço X desempenho, apropriada e
otimizada para cada caso, com atendimento eficiente.

A aplicação dos mais rigorosos testes de inspeção, garantem a confiabilidade e a


segurança necessárias a cada componente, amparadas em um abrangente Programa
de Garantia de Qualidade.

A eficiência e a qualidade dos produtos TROCALOR são sentidas principalmente, em


instalações onde o conforto ambiental é um requisito fundamental para a melhoria das
condições de trabalho e bem estar das pessoas.

Nosso Catálogo tem como objetivo levar aos nossos clientes e usuários informações
necessárias para o conhecimento e a seleção adequada dos produtos da linha de
fabricação TROCALOR.

CATÁLOGO TÉCNICO

Trocalor Indústria Mecânica Ltda


SELF WALL MOUNTED

CARACTERÍSTICAS

CONDICIONADOR DE AR AUTÔNOMO WALL MOUNTED

WALL MOUNTED

CAPACIDADES 2, 3, 4 e 5 TR

TroCalor - Home page: www.trocalor.com.br -e- mail : engenharia@trocalor.com.br -tel: ( 0xx21) 3372-8484
* AS ESPECIFICAÇÕES E DADOS DESSE CATÁLOGO ESTÃO SUJEITOS A MODIFICAÇÕES SEM AVISO PRÉVIO.
SELF WALL MOUNTED

CARACTERÍSTICAS

NOMENCLATURA

A V AW 05 L 03 220 60 S ( AVAW 05 – 22060S )

Onde:

A ⇒ A = Self Contained com condensação a ar incorporado


B= Self Contained com condensação a água
C= Unidade intercambiadora de calor Fancoil
D= Self Contained com condensação a ar remoto
E= Self Contained com condensação a ar incorporado tipo Roof Top
F= Chiller

V ⇒ V = Montagem vertical
H = Montagem horizontal

AW ⇒ AW = Versão Wall Mounted


A = Versão
B = Versão
C = Insuflamento no piso
D = Versão
E = Versão

05 ⇒ Capacidade em TR
02 = 24.000 BTU/h
03 = 36.000 BTU/h
04 = 48.000 BTU/h
05 = 60.000 BTU/h

L ⇒ L ⇒ Condensador com ventilador axial


LP ⇒ Condensador com ventilador axial e plenum no evaporador
LC ⇒ Condensador com ventilador axial e compressor no condensador
D ⇒ Condensador com ventilador centrífugo
DP ⇒ Condensador com ventilador centrífugo e plenum no evaporador
DC ⇒ Condensador com ventilador centrífugo e compressor no condensador

0322060 ⇒ 0322060 = 03 Fases - 220 V - 60 Hz (define os parâmetros do motor elétrico)

S ⇒ Standard (define o status do equipamento)


M (microprocessado)

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CARACTERÍSTICAS

SELF WALL MOUNTED MODELO AVAW

Os condicionadores de ar Trocalor são fabricados visando a satisfação do cliente, do instalador, do


manutendor e confiança do projetista. As especificações abaixo mostram este nosso grande interesse em
oferecer o que há de mais adequado em termos de eficiência, custo-benefício e durabilidade. A
experiência de mais de 35 anos no mercado e o constante investimento em aquisição e
desenvolvimento de tecnologia, tornaram nossos equipamentos com igual qualidade e eficiência aos
fabricados nos países do primeiro mundo. Com eles mantemos permanente intercâmbio e
acompanhamento das inovações tecnológicas, por isso fomos pioneiros no Brasil em muitos
componentes, materiais, concepções etc.

ESPECIFICAÇÕES CONSTRUTIVAS

GABINETE

Em chapa de aço galvanizada, tratado quimicamente com um banho a base de fosfato de zinco e
desengraxante, para proteger contra corrosão e aumentar a aderência da tinta. Pintado eletrostaticamente
com pó epóxi, na cor cinza texturizado, e curado em estufa a 180ºC. As peças internas são fabricadas
com chapa de aço galvanizada. O gabinete é revestido internamente com isolamento termo acústico. Sua
construção visa facilitar a manutenção, com fácil acesso aos componentes internos. As dimensões
externas são as menores possíveis, facilitando a instalação. Todo o acesso necessário para a manutenção
é pela frente do equipamento, tendo uma janela de cada lado nas laterais para tomada de ar externo.

VENTILAÇÃO EVAPORADORA

Ventilador especialmente projetado para condicionamento de ar e não ventilação simples, com a


área da boca de descarga bem maior, resultando em menor velocidade de descarga, maior uniformidade
da velocidade, menor nível de ruído e melhor desempenho.

Com ventilador centrífugo de dupla aspiração, fabricado em chapa de aço galvanizada, com pás
curvadas para frente, balanceados estática e dinamicamente. A carcaça é em chapa de aço galvanizada.

Para a vazão de ar nominal, a velocidade do ar na serpentina é menor que 2,54 m/s (=500 fpm) e a
velocidade de descarga é menor que 10 m/s (=1.968 fpm).

VENTILAÇÃO CONDENSADORA

Para o modelo AVAW a ventilação condensadora é com hélice balanceada estática e


dinamicamente. O acionamento é direto no eixo do motor. O motor é de 6 pólos conforme a capacidade e
com proteção IP 54.

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CARACTERÍSTICAS

SERPENTINA EVAPORADORA E CONDENSADORA

Com aletas em alumínio ou cobre e espessura de 0,12 mm, corrugadas e com bordas serrilhadas,
favorecendo o aumento da turbulência do ar e consequente troca de calor. Elas não têm furos nem rasgos
para a passagem do ar, pois neles acumulam-se sujeiras e dificultam a limpeza. A serpentina
evaporadora tem 3 rows (fileiras) e a condensadora 4 rows. As aletas estão dispostas de forma a terem 12
aletas por polegada.

Os tubos de cobre têm diâmetro de 3/8" e estão dispostos alternadamente em cada row. Eles são
expandidos mecanicamente e é assegurado um perfeito contato entre o tubo e o colarinho da aleta.

As laterais da serpentina são de chapa de alumínio e estampadas cuidadosamente com um


"formato do tipo colarinho", que não degolam os tubos de cobre na expansão nem ficam soltos em relação
a serpentina.

As curvas são feitas com tal cuidado, que não apresentam "rugas" após o dobramento. Garantido
menos perda de carga sem benefício na troca de calor.

Para o teste de vazamento a serpentina é pressurizada com nitrogênio e mergulhada num tanque
de água.

Um distribuidor divide igualmente o refrigerante nos vários circuitos da serpentina evaporadora.

Há subresfriamento na serpentina condensadora.

O fluxo do ar é contrário ao fluxo do refrigerante.

CIRCUITO FRIGORÍFICO

Com tubo de cobre sem costura. A linha de sucção é isolada com tubo de polietileno expandido.

A válvula de expansão termostática tem equalizador externo.

A carga de refrigerante R 22 é completa.

Visor de líquido com indicação de umidade.

O compressor é importado do tipo scroll, fabricante Copeland, montado sobre calços


absorvedores de vibrações. Proteção térmica interna para todos os compressores.

Válvulas de acesso estão localizadas nas linhas de sucção e descarga perto do compressor para
leitura das pressões, dar vácuo no sistema e carga de refrigerante.

O filtro secador está localizado na linha de líquido.

Pressostatos de alta e baixa pressão protegem o circuito, com regulagem de: alta ( desarmar com
360 PSI e rearmar com 280 PSI ) e baixa ( desarmar com 35 PSI e rearmar com 65 PSI ).
O circuito é pressurizado com nitrogênio, as conexões e soldas são saponadas e 24 horas depois
é verificada a queda ou não da pressão. Somente quando há certeza de que não há vazamento, são
dadas 3 séries de vácuo, quebradas com refrigerante R 22.

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CARACTERÍSTICAS

QUADRO ELÉTRICO
Com bornes de entrada de força, disjuntor no circuito de força, contatores, supervisor de tensão
(com controle de falta de fase, inversão de fase, sub tensão, sobre tensão, desbalanceamento entre fases
com retardo e inibição de partida) e relés térmicos, com base na voltagem e amperagem do equipamento.
O comando é protegido por fusíveis com 24 V. Toda fiação do circuito de comando é numerada e são
usados bornes no circuito.
Todos os componentes elétricos são montados sobre uma placa, podendo ser removida para
manutenção em outro local.
A ventilação evaporadora e compressor é acionado por chave seletora. O termostato de retorno de
1 ou 2 estágios tem o bulbo na entrada do ar na serpentina evaporadora. O comando é de fácil acesso e
visualização. Os componentes elétricos de força e comando são de fácil manutenção e substituição.
Os painéis frontais do condicionador são de forma a possibilitar o acesso aos componentes do
quadro elétrico sem alterar a circulação do ar.

CONTROLES
O equipamento poderá ser ligado a um sistema de gerenciamento interno, por meio de
microprocessado que informará e configurará as funções abaixo descriminadas:

• Para compressor e ventiladores, ele gerencia seu funcionamento.


• Controla a temperatura e a umidade relativa do ambiente e faz leituras das temperaturas de
insuflamento.
• Alarme de falta de fase , falta de fluxo de ar, de filtro de ar sujo, temperatura ambiente elevada,
temperatura ambiente baixa, umidade relativa ambiente elevada, umidade relativa ambiente baixa,
pressão de descarga do compressor elevada e falha geral.
• Supervisão da rede elétrica.
• Acionamento da unidade auxiliar em picos de carga térmica.
• Operação manual em caso de falha do controlador.
• Rearme automático, quando da falta de energia.
• Retardamento da partida, ajustável, para o compressor.
• Sequenciamento na partida dos componentes da unidade.
• Quando da falha da unidade principal, ou por tempo de operação, ele interage para a entrar a auxiliar.
BANDEJA DE ÁGUA
Em chapa de aço galvanizada, tratada quimicamente com banho a base de fosfato de zinco, para
proteger contra corrosão e aumentar a aderência da tinta. Revestida internamente com outra camada de
tinta protetora de corrosão. Ela é revestida externamente com isolamento térmico.
FILTRO DE AR - Manta sintética fabricação “aeroglass” de fácil remoção.
CONTROLE DE QUALIDADE
Todos os componentes são testados antes da montagem. Todo o condicionador é testado,
funcionando na fábrica.

MANUTENÇÃO
A manutenção é simples, com fácil acesso aos componentes. Maioria das peças de reposição são
facilmente encontradas no mercado e as de nossa fabricação têm reposição rápida.

RESISTÊNCIA DE AQUECIMENTO
Três resistências aletadas de inox no total de 3.000 W, protegidas com termostato de segurança
regulado para 60º .
FUSÍVEL DE COMANDO - 4 amperes

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CARACTERÍSTICAS

CARACTERÍSTICAS AVAW

AVAW 02 AVAW 03 AVAW 04 AVAW 05

REFRIGERAÇÃO
CAPACIDADE NOMINAL *1 Kcal/h 6.200 10.200 12.700 15.200
COMPRESSOR TR 2 3 4 5
CONTROLE DE CAPACIDADE % 0 - 100% 0 – 100% 0 - 100% 0 – 100%
*1 - Nas condições ARI - com o ar entrando na serpentina evaporadora com temperatura de 26,7ºC de bulbo seco e 19,5ºC de
bulbo úmido e o ar entrando na serpentina condensadora a 35ºC.

VENTILAÇÃO EVAPORADORA
TIPO ventilador centrífugo de dupla aspiração, com pás para frente e
acionamento direto.
VAZÃO DE AR NOMINAL m³/h (CFM) 1.360 (800) 2.040 (1.200) 3.400 (1.600) 3.400 (2.000)
Nº DE ROTORES 02 02 02 02
MOTOR PADRÃO - 6 pólos CV (KW) 0,50 (0,37) 0,50 (0,37) 0,50 (0,37) 0,50 (0,37)

VENTILAÇÃO CONDENSADORA
TIPO ventilador axial acionamento direto – 5 PÁS
VAZÃO DE AR NOMINAL m³/h (CFM) 4.080 (2.400) 4.080 (2.400) 5.260 (3.090) 6.426 (3.780)
MOTOR PADRÃO - 4 pólos - IP 54 CV (KW) 0,20 (0,15) 0,25 (0,18) 0,5 (0,37) 0,5 (0,37)
PRESSÃO DISPONÍVEL mm c a 03 03 03 03

SERPENTINA EVAPORADORA
TIPO aletas de alumínio corrugadas, com bordas serrilhadas, com 0,18 mm
de espessura, com 12 aletas/pol., tubos de cobre ∅ 3/8" e 3 fileiras
(rows).
ÁREA DE FACE ALETADA m² (pe²) 0,278 (3,0) 0,278 (3,0) 0,365 (3,94) 0,451 (4,86)

SERPENTINA CONDENSADORA
TIPO aletas de cobre ou alumínio corrugadas, com bordas serrilhadas, com
0,12 mm de espessura, com 12 aletas/pol., tubos de cobre ∅ 3/8" e 4
fileiras (rows).
ÁREA DE FACE ALETADA m² (pe²) 0,260 (2,80) 0,390 (4,20) 0,480 (5,16) 0,568 (6,12)

ELÉTRICA
ALIMENTAÇÃO 220 V ou 380 V - 3Ø – 60 Hz
COMANDO 220 /24 V - 1Ø - 60 Hz
CORRENTE NOMINAL (220 V) A 15,6 22,2 17,4 20,2
POTÊNCIA NOMINAL KW 2,56 2,90 5,09 6,03

DIVERSOS
DRENO 1/2"
PESO Kg 220 240 290 310

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CARACTERÍSTICAS

SISTEMA DE VENTILAÇÃO PARA FALTA DE ENERGIA

O equipamento possui um sistema de controle de ventilação de emergência através de um damper


motorizado que em caso de falta de energia, o ventilador do evaporador continuará funcionando e o
damper de emergência tomará ar externo de acordo com a temperatura interna determinada.
O motor do ventilador do evaporador e o sistema de controle continuarão funcionando desde que a
alimentação elétrica de emergência da estação entrem energizando o sistema .

VENTILAÇÃO EVAPORADORA

2 TR ⇒ VENTILADOR 631 725 DD ESPECIAL , com motor de ½ CV 6 pólos, dupla ponta de eixo,
fixado
ao conjunto através de uma base em chapa galvanizada aparafusada a estrutura que separa o
interior do equipamento do exterior. A amperagem de funcionamento do motor é 1,8 A.

3 TR ⇒ VENTILADOR 712 725 DD ESPECIAL , com motor de ½ CV 6 pólos, dupla ponta de eixo,
fixado
ao conjunto através de uma base em chapa galvanizada aparafusada a estrutura que separa o
interior do equipamento do exterior. A amperagem de funcionamento do motor é 2,0 A.

4 TR ⇒ VENTILADOR 712 800 DD ESPECIAL , com motor de ½ CV 6 pólos, dupla ponta de eixo,
fixado
ao conjunto através de uma base em chapa galvanizada aparafusada a estrutura que separa o
interior do equipamento do exterior. A amperagem de funcionamento do motor é 2,2 A.

5 TR ⇒ VENTILADOR DF ¾ DD ESPECIAL, com motor de ½ CV 6 pólos, dupla ponta de eixo, fixado


ao conjunto através de uma base em chapa galvanizada aparafusada a estrutura que separa o
interior do equipamento do exterior. A amperagem de funcionamento do motor é 2,4 A.

COMPRESSORES

2 TR ⇒ MODELO “SCROLL” , CONSUMO 2.360 W (11,6 A)


3 TR ⇒ MODELO “SCROLL” , CONSUMO 3.540 W (17,4 A)
4 TR ⇒ MODELO “SCROLL”, CONSUMO 4.350 W (12,6 A)
5 TR ⇒ MODELO “SCROLL” , CONSUMO 5.290 W (15,4 A)

CONSIDERAÇÕES

Todas as unidades serão fornecidas com resistência de aquecimento, damper de emergência


motorizado, filtro secador, visor de líquido, válvula de expansão termostática, filtro de ar para o
evaporador (G3) , válvulas de 1/4” para tomada de pressão/vácuo/carga de gás nas linhas de sucção e
descarga, pressostatos de alta e baixa pressão, capacitor para correção do fator de potência, controle da
pressão de condensação ( variador de frequência ).
Quando da queda de energia, as baterias acionam o motor do ventilador do evaporador e abrem o
damper de emergência motorizado, permitindo a troca do calor do interior do container com o ambiente
externo.

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DES. REF. AO MOD. AVAW 05

MODELO A B C D E F G H J K L M N

DIMENSÕES
AVAW 02 500 900 1830 610 320 550 710 225 140 680 300 126 680
AVAW 03 500 900 1830 610 320 550 710 225 140 680 300 126 680
AVAW 04 568 1020 2030 740 330 600 830 230 195 690 300 126 793
AVAW 05 568 1020 2030 740 330 600 830 280 140 870 300 126 793
COMPONENTES

CONDICIONADOR DE AR AUTÔNOMO WALL MOUNTED

WALL MOUNTED

CAPACIDADES 2, 3, 4 e 5 TR

01 – COMPRESSOR SCROLL 02 – SERPENTINA CONDENSADORA


03 – MOTOR DO VENTILADOR DO CONDENSADOR 04 – HÉLICE DO CONDENSADOR
05 – BASE DA HÉLICE 06 – BASE DO MOTOR
07 – BASE DO Q. ELÉTRICO 08 – DAMPER AUTOMÁTICO
09 – SUPORTE DAS TAMPAS LATERAIS 10 – DRENO
11 – FILTRO DO EVAPORADOR 12 – SUPORTE DO FILTRO
13 – SUPORTE DA SERPENTINA EVAPORADORA 14 – SERPENTINA EVAPORADORA
15 – FECHAMENTO DA SERPENTINA EVAPORADORA 16 – COLARINHO DE INSUFLAMENTO DO EVAPORADOR
17 – MOTOR DO VENTILADOR DO EVAPORADOR 18 – VENTILADOR DO EVAPORADOR
19 – BASE DO CONJUNTO DO VENTILADOR DO
20 – COLARINHO DO VENTILADOR
EVAPORADOR
21 – FLANGE EXTERNO DO EQUIPAMENTO 22 – TOMADA DE AR EXTERIOR
23 – TOMADA DE AR DO CONDENSADOR

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INSTALAÇÃO

INSTALAÇÃO

1. MONTAGEM
2. ELÉTRICA
3. VERIFICAÇÕES ANTES DO FUNCIONAMENTO
4. VERIFICAÇÕES DURANTE O FUNCIONAMENTO
5. CÁLCULO DO DESBALANCEAMENTO DA VOLTAGEM
6. DETERMINAÇÃO DO SUB-RESFRIAMENTO
7. DETERMINAÇÃO DO SUPERAQUECIMENTO
8. TABELA PARA R22 "PRESSÃO x TEMPERATURA DE VAPOR E LÍQUIDO SATURADOS"

1. MONTAGEM

INTERIOR

MONTAGEM
INCORRETA

EXTERIOR

ESPAÇO P/ MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO

Espaços mínimos aconselháveis para a manutenção do equipamento.


Desenhos referentes ao modelo AVAW 05.

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ESQUEMAS ELÉTRICOS – MODELOS AVAW 04 e 05
LEGENDA TB1 LIGAÇÃO
RFF Relé falta de fase 1
24 v ( fase )
CCP Contatora do compressor 2
TBF Borneira de força 3 24 v ( fase ) / alim. Princ.
CMC Contator do motor do vent. do condensador
4 24 v ( comum )
REL Resistência elétrica
5 Ventilação
COMP Compressor
Compressor
BDC Banco de capacitores 6
condensador
CRE Contator da resistência elétrica 7 Contato falha
MVC Motor do ventilador do condensador 8 compressor
CAP Capacitor de partida 9 Resistências elétricas
10 Atuador damper
11
Contato falha ventilação C Contatora do compressor RFF Relé falta de fase
12
13 Contato falha CAT Contatora alim. trifásica RT1 Relé de tempo CAT
14 alimentação principal CW Rotação atuador sent.hor. RT2 Relé de tempo CAE
NOTAS COM Compressor TS Termostato de segurança
01 O compressor é protegido internamente por CMM Atuador do damper NA Normalmente aberto
um dispositivo c/ sensor de temp. e corrente CAE Contatora alim. emergência CMC Cont. motor do vent. cond.
02 Os motores são protegidos internamente por F1 Fase 1 RSC Relé de sobrecarga comp.
protetor térmico com rearme automático F2 Fase 2 K1 Relé de intertr. das alim. elét.
03 Bornes 11 e 12 podem ser usados para H Contatora das resistências elétricas K2 Relé atuador do damper
alarme de falha de ventilação
PAP Pressostato de alta pressão K3 Relé Supervisão compressor
04 Bornes 1 e 2 usados como cont. de
PBS Pressostato de baixa pressão K4 Relé auxiliar
desligamento da unidade de emergência
CME Contator do motor vent. evap. K 5R Relé de superv. do equip.
05 Bornes 7 e 9 podem ser usados para alarme
IFA Interruptor falta de fluxo de ar MVE Motor do vent. do evap.
de falha no compressor
PDI Pressostato diferencial inverso CAP Capacitor de partida
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INSTALAÇÃO

2. ELÉTRICA

A alimentação elétrica deve vir de um quadro, próximo do equipamento, com chave seccionadora ou
disjuntor termo magnético dimensionado para 1,75 vezes a corrente a plena carga do equipamento.

O equipamento deve ser aterrado. Atenção para aterrar o equipamento na linha de terra que é fornecida
pela companhia elétrica.

As bitolas dos fios elétricos devem ser dimensionadas levando-se em conta a corrente e a distância.

A resistência do carter do compressor deve ser ligada SEMPRE que o compressor for desligado. A
resistência é alimentada pelo circuito de comando. Se o usuário desligar diariamente o equipamento
também pelo disjuntor ou chave seccionadora, a alimentação do comando deverá ser independente, para
que a resistência não fique desligada.

Verifique a regulagem dos relés.

O fornecimento de energia deve ser interrompido antes de fazer as conexões dos fios. Efetue a instalação
utilizando o esquema elétrico, e verifique-a após seu término. Verifique se a voltagem da linha de
alimentação é adequada. O desbalanceamento da voltagem, quando o equipamento está operando, deve
ser menor que 2%.

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INSTALAÇÃO

3. VERIFICAÇÕES ANTES DE COLOCAR O EQUIPAMENTO PARA FUNCIONAR


. A alimentação elétrica deve ser ligada com antecedência de 6 horas. Esta medida é tomada para a
resistência do carter aquecer o óleo e evitar que refrigerante líquido se acumule no carter do compressor.

. Abra totalmente as válvulas de serviço, para a passagem do refrigerante no circuito.

. Certifique-se de que não há vazamento de refrigerante.

. O equipamento nunca deve funcionar sem o filtro de ar.

. Certifique-se de que a bandeja d'água esteja limpa e despeje água verificando se há vazamento no dreno
e se o caimento está bom.

. Afrouxe os parafusos dos calços do compressor de modo a ele poder se mover livremente.

. Verifique o alinhamento das polias e a tensão das correias.

. Verifique o aperto dos terminais elétricos.

. Todos os painéis de acesso as ventilações devem estar fechados.

. Feche todas as janelas e portas do ambiente a ser condicionado.

. Certifique-se de que não existam obstruções no fluxo de ar tanto do evaporador como do condensador.

4. VERIFICAÇÕES DO EQUIPAMENTO FUNCIONANDO


. Verifique se o sentido de rotação dos ventiladores está correto.
. Verifique se a vazão de ar está suficiente.
. Leia as temperaturas de insuflamento e retorno do ar do evaporador.
. Regule o termostato.
. Leia a amperagem de cada motor e do compressor, elas não devem ultrapassar a amperagem de placa.
Para a leitura da amperagem os painéis do equipamento devem estar fechados, com exceção do painel do
quadro elétrico. Caso contrário a vazão de ar aumenta e a amperagem também, trazendo danos ao motor
e invalidando as leituras.
. Leia a voltagem entre cada fase e certifique-se de que o desbalanceamento não é superior a 2%.
. Leia as pressões e certifique-se que estão dentro dos limites:
. Pressão de baixa: 60 a 80 psig.
. Pressão de alta: 270 a 300 psig., podendo ser mais alta nos dias quentes.

. Verifique no visor de líquido (opcional) se há formação de bolhas.

. Verifique vibrações e ruídos anormais.

. Calcule o sub-resfriamento, ele deve estar entre 8 e 11ºC.

. Calcule o superaquecimento, ele deve estar entre 4 e 6ºC.

. Preencha o relatório de inspeção e envie para a Trocalor.

ATENÇÃO:
Caso haja irregularidades consulte o manual de manutenção para proceder corretamente.
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INSTALAÇÃO

5. CÁLCULO DO DESBALANCEAMENTO DA VOLTAGEM

O desbalanceamento da voltagem não deve ultrapassar 2%

Exemplo:

Medição da voltagem entre as fases: Voltagem média:


RS = 223 V
ST = 218 V 223 + 218 + 225 = 222
RT = 225 V 3

Diferença entre a voltagem medida e a voltagem média:


223 - 222 = 1
222 - 218 = 4 maior diferença
225 - 222 = 3

4 x 100 = 1,8%
222

Como 1,8% é menor que 2% o desbalanceamento é aceitável.

Caso o desbalanceamento ultrapasse 2% entre em contato com a companhia elétrica.

6. DETERMINAÇÃO DO SUB-RESFRIAMENTO

O sub-resfriamento pode ser considerado como um resfriamento adicional dado ao refrigerante no


condensador. Para o equipamento ter a eficiência desejada, as leituras devem ser feitas com o
condicionador operando nas condições de projeto.

1º. Leia a pressão de alta (descarga) após estabilizado o funcionamento do condicionador.

2º. Lixe o tubo de líquido imediatamente antes da válvula de expansão, limpe e instale um termômetro.
Cuide para que o sensor do termômetro fique bem isolado termicamente, para ter mais precisão na
medida da temperatura do refrigerante neste ponto. Quando a temperatura medida no termômetro
estabilizar, anote-a (TL).

Com a pressão de alta veja na tabela do refrigerante R22 a temperatura de líquido saturado (TLS)
correspondente.

O sub-resfriamento é: TLS - TL (Temp. de Líquido Saturado - Temp. da linha de Líquido)

O sub-resfriamento deve estar entre 8 e 11ºC.

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INSTALAÇÃO

7. DETERMINAÇÃO DO SUPERAQUECIMENTO
O superaquecimento pode ser considerado como um aquecimento adicional dado ao refrigerante no
evaporador. Para o equipamento ter a eficiência desejada, as leituras devem ser feitas com o
condicionador operando nas condições de projeto.
1º. Leia a pressão de baixa (sucção) após estabilizado o funcionamento do condicionador.
2º. Lixe o tubo de sucção na saída do evaporador, perto do bulbo da válvula de expansão, limpe e instale
um termômetro. Cuide para que o sensor do termômetro fique bem isolado termicamente, para ter mais
precisão na medida da temperatura do refrigerante neste ponto. Quando a temperatura medida no
termômetro estabilizar, anote-a (TS).
Com a pressão de baixa veja na tabela do refrigerante R22 a temperatura de vapor saturado (TVS)
correspondente.
O superaquecimento é: TS - TVS (Temp. da linha de Sucção - Temp. de Vapor Saturado)
O superaquecimento deve estar entre 4 e 6ºC.
8. TABELA PARA R22 "PRESSÃO X TEMPERATURA DE VAPOR E LÍQUIDO SATURADOS"
PRESSÃO TEMP. PRESSÃO TEMP. PRESSÃO TEMP. PRESSÃO TEMP.
psig ºC psig ºC psig ºC psig ºC
7 -6,3 132 23,5 220 41,8 308 55,8
46 -5,3 134 24,0 222 42,1 310 56,1
48 -4,3 136 24,5 224 42,5 312 56,3
50 -3,4 138 25,0 226 42,8 314 56,6
52 -2,5 140 25,4 228 43,2 316 56,9
54 -1,6 142 25,9 230 43,5 318 57,2
56 -0,7 144 26,4 232 43,9 320 57,5
58 0,1 146 26,9 234 44,2 322 57,7
60 0,9 148 27,3 236 44,5 324 58,0
62 1,7 150 27,8 238 44,9 326 58,3
64 2,5 152 28,2 240 45,2 328 58,6
66 3,2 154 28,7 242 45,5 330 58,9
68 4,0 156 29,1 244 45,9 332 59,1
70 4,8 158 29,6 246 46,2 334 59,4
72 5,5 160 30,0 248 46,5 336 59,7
74 6,2 162 30,4 250 46,8 338 60,0
76 7,0 164 30,9 252 47,2 340 60,2
78 7,7 166 31,3 254 47,5 342 60,5
80 8,4 168 31,7 256 47,8 344 60,8
82 9,0 170 32,2 258 48,1 346 61,0
84 9,7 172 32,6 260 48,4 348 61,3
86 10,4 174 33,0 262 48,7 350 61,5
88 11,0 176 33,4 264 49,1 352 61,8
90 11,7 178 33,8 266 49,4 354 62,0
92 12,3 180 34,2 268 49,7 356 62,3
94 12,9 182 34,6 270 50,0 358 62,5
96 13,6 184 35,0 272 50,3 360 62,8
98 14,2 186 35,4 274 50,6 362 63,0
100 14,8 188 35,8 276 50,9 364 63,3
102 15,4 190 36,2 278 51,2 366 63,5
104 15,9 192 36,6 280 51,5 368 63,7
106 16,5 194 37,0 282 51,9 370 63,9
108 17,1 196 37,4 284 52,2 372 64,2
110 17,7 198 37,8 286 52,5 374 64,4
112 18,2 200 38,1 288 52,8 376 64,6
114 18,8 202 38,5 290 53,1 378 64,8
116 19,3 204 38,9 292 53,4 380 65,1
118 19,9 206 39,3 294 53,7 382 65,3
120 20,4 208 39,6 296 54,0 384 65,5
122 20,9 210 40,0 298 54,3 386 65,7
124 21,5 212 40,3 300 54,6 388 66,0
126 22,0 214 40,7 302 54,9 390 66,3
128 22,5 216 41,1 304 55,2 392 66,6
130 23,0 218 41,4 306 55,5 394 66,8

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MANUTENÇÃO

MANUTENÇÃO
1. PARA A SUA SEGURANÇA
2. MANUTENÇÃO PREVENTIVA
2.1. PRIMEIRA FASE - LIMPEZA E CHECAGEM
2.2. SEGUNDA FASE - TESTE DE FUNCIONAMENTO
3. MANUTENÇÃO CORRETIVA
3.1. AJUSTE DO SUPERAQUECIMENTO
3.2. AJUSTE DO SUB-RESFRIAMENTO
3.3. VISOR BORBULHANDO
3.4. UMIDADE NO CIRCUITO REFRIGERANTE
3.5. INDICAÇÕES PARA DESCOBRIR A CAUSA DO DEFEITO
3.5.1. CONDICIONADOR NÃO PARTE
3.5.2. COMPRESSOR FICA LIGANDO E DESLIGANDO EM CURTO ESPAÇO DE TEMPO
3.5.3. COMPRESSOR E VENTILADORES FUNCIONAM, POREM NÃO REFRIGERAM
SUFICIENTEMENTE
3.5.4. SERPENTINA EVAPORADORA COM GELO
3.5.5. MOTOR DO VENTILADOR NÃO FUNCIONA
3.5.6. COMPRESSOR NÃO ARRANCA
3.5.7. COMPRESSOR INSISTE EM DESARMAR PELO PRESSOSTATO DE ALTA
3.5.8. COMPRESSOR INSISTE EM DESARMAR PELO PRESSOSTATO DE BAIXA
3.5.9. COMPRESSOR FUNCIONA SEM PARAR
3.5.10. COMPRESSOR COM BARULHO ANORMAL
3.5.11. PRESSÃO DE SUCÇÃO MUITO ALTA
3.5.12. PRESSÃO DE DESCARGA MUITO BAIXA
4. TESTANDO OS COMPONENTES
4.1. TERMOSTATO
4.2. INTERRUPTOR
4.3. MOTOR TRIFÁSICO DA VENTILAÇÃO
4.4. CONTATOR
4.5. RELÉ
4.6. PRESSOSTATO DE ALTA E BAIXA
4.7. BULBO E CAPILAR DA VÁLVULA DE EXPANSÃO
4.8. BOBINA DA VÁLVULA SOLENÓIDE
4.9. FILTRO SECADOR DA LINHA DE LÍQUIDO
5. COMPRESSOR
5.1. TESTE DO ISOLAMENTO
5.2. TESTE DE CONTINUIDADE DAS BOBINAS
5.3. COMPRESSOR NÃO COMPRIME
5.4. COMPRESSOR FUNCIONA, PORÉM COM AMPERAGEM ALTA
5.5. COMPRESSOR TRANCADO
6. TESTE DE VAZAMENTO E CONSERTO
7. LIMPEZA DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO
8. VÁCUO
9. CARGA DE REFRIGERANTE
10. CUIDADOS - ATENÇÃO
11. PLANO DE MANUTENÇÃO

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MANUTENÇÃO

1. PARA A SUA SEGURANÇA


. A manutenção dos equipamentos deve ser feita por técnicos qualificados. Curiosos correm o risco de se
machucar e ou danificar o equipamento.
. Nunca se esqueça de desligar a alimentação elétrica do equipamento antes de manusea-lo.
. Proteja sempre os olhos dos jatos de refrigerante.
. Quando for soldar, mantenha um extintor de incêndio próximo.
2. MANUTENÇÃO PREVENTIVA
Primeiro desligue a alimentação elétrica do equipamento, abra-o para limpeza e checagem. Depois religue
e faça o teste de funcionamento.
2.1. PRIMEIRA FASE - LIMPEZA E CHECAGEM
. Limpe todo o equipamento.
. Se houver algum indício de corrosão ou arranhado no gabinete, limpe a área e pinte.
. Troque os parafusos enferrujados.
. Verifique o isolamento do gabinete e da linha de sucção, cole ou reponha quando for o caso.
. Verifique os filtros de ar.
. Lave e desamasse a serpentina, se ela estiver entupida com sujeira, o rendimento do equipamento
diminui. Quando for lavar a serpentina com água, proteja o motor.
. Limpe a bandeja d'água.
. Verifique o dreno, se há entupimento e se a mangueira está amaçada ou deformada. Jogue água na
bandeja para ter certeza.
. Verifique a hélice e o rotor quanto a fixação e deformação.
. Verifique o aperto de todos os parafusos da ventilação. Por ser uma seção móvel do condicionador, a
vibração pode afrouxa-los.
. Verifique se a entrada e saída de ar do evaporador e do condensador não estão obstruídas.
. Certifique-se de que os capilares do termostato e pressostato não estão amaçados nem encostando em
nada. O atrito pode desgastar o capilar, ocasionando vazamento.
. Verifique o aperto das conexões, uniões e porcas de refrigeração para evitar vazamento de refrigerante.
. Com o condicionador desligado verifique se há alimentação elétrica para a resistência do carter do
compressor e se ela está funcionando.

. Verifique se todos os terminais estão bem apertados, não só no quadro elétrico como nos componentes
fora dele. Verifique se os cabos estão deteriorados, se estiverem, troque. Verifique a corrosão nos
terminais, limpe ou troque-os.

. Verifique a regulagem dos relés.

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MANUTENÇÃO

2.2. SEGUNDA FASE - TESTE DE FUNCIONAMENTO

Antes de colocar o aparelho em funcionamento, lembre-se de fechar todos os painéis de acesso a


ventilação, fechar as portas e janelas do ambiente a ser condicionado, abrir todas as válvulas de serviço e
de que o aparelho nunca deve funcionar sem o filtro de ar.

. Meça a tensão e a corrente e certifique-se de que estão de acordo com a nominal. Para a leitura da
amperagem os painéis da ventilação devem estar fechados. Caso contrário, a vazão de ar aumenta e a
amperagem também. Podendo trazer danos ao motor e invalidar a leitura da amperagem.

. Verifique o balanceamento dos rotores e hélices.

. Verifique vibrações e ruídos anormais.

. Verifique se o termostato, comandos de acionamento e sinaleiros estão atuando.

. Verifique a temperatura no ambiente condicionado e regule o termostato.

. Verifique a regulagem e se estão atuando os pressostatos de alta e baixa.

. Verifique se os rolamentos fazem ruídos ou se rolam livremente.

. Verifique se o filtro secador da linha de líquido está entupido.

. Não meça todo mês as pressões do refrigerante, a perda de refrigerante na mangueira pode ser
significativa. Meça apenas quando houver uma queda no rendimento.

3. MANUTENÇÃO CORRETIVA

No caso de haver problema com o equipamento, é muito importante que o mecânico descubra a causa do
defeito e impeça que ele volte a acontecer. A experiência vai contar muito nesse caso. Não basta trocar
uma peça defeituosa sem antes checar o motivo do defeito, para que a nova peça não venha a ter o
mesmo problema.

3.1. AJUSTE DO SUPERAQUECIMENTO

O superaquecimento pode ser considerado como um aquecimento adicional dado ao refrigerante no


evaporador. A finalidade do superaquecimento é de impedir que refrigerante na forma líquida seja
succionado pelo compressor. Foi explicado na seção "instalação" como medi-lo, ele deve estar entre 4 e
6ºC.

Se o superaquecimento estiver abaixo de 4ºC feche a válvula de expansão.

Se o superaquecimento estiver acima de 6ºC abra a válvula de expansão.

ATENÇÃO para fazer as medidas nas condições de projeto da instalação.

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MANUTENÇÃO

3.2. AJUSTE DO SUB-RESFRIAMENTO

O sub-resfriamento pode ser considerado como um resfriamento adicional dado ao refrigerante no


condensador. A finalidade do sub-resfriamento é aumentar o efeito de refrigeração, a capacidade do
condicionador, sem grande aumento do consumo de energia elétrica. Foi explicado na seção "instalação"
como medi-lo, ele deve estar entre 8 e 11ºC.

Se o sub-resfriamento estiver abaixo de 8ºC adicione refrigerante ao sistema.


Se o sub-resfriamento estiver acima de 11ºC retire refrigerante do sistema.
ATENÇÃO para fazer as medidas nas condições de projeto da instalação.

3.3. VISOR BORBULHANDO

O visor da linha de líquido é um instrumento que auxilia a manutenção. Nele vemos se na linha de líquido
está passando somente refrigerante na forma líquida ou uma mistura de líquido e vapor. O vapor fica
caracterizado pelo aparecimento de bolhas no visor. A presença de bolhas pode indicar:

. Falta de refrigerante.

. A existência de algum entupimento na linha de líquido antes do visor. Esse entupimento funciona como
um dispositivo de expansão, vaporizando o refrigerante. Ele pode estar no filtro secador, na válvula
solenóide ou alguma válvula de serviço não aberta totalmente.

. Gazes não condensáveis no circuito refrigerante.

3.4. UMIDADE NO CIRCUITO REFRIGERANTE


A umidade no circuito refrigerante é muito prejudicial ao condicionador. Ela pode causar danos como:
. Formar gelo na válvula de expansão entupindo-a. Com isso o refrigerante não passa pela serpentina
evaporadora, não refrigerando, e diminui a pressão de baixa, desligando o compressor pelo pressostato
de baixa. Quando o gelo derrete e a pressão de baixa aumenta, o compressor volta a ser ligado. Logo
depois a formação de gelo faz com que o compressor desligue. Com o compressor ligando e desligando
não há resfriamento suficiente do ar e o motor do compressor tende a queimar.

. A mistura do refrigerante com a água forma um ácido que corroe as partes metálicas do compressor e do
sistema. Essas partículas podem entupir capilares, válvula de expansão, ficarem presas nas válvulas de
acesso tipo schrader danificando-as.

. A mistura do óleo de refrigeração com a água decompõe o óleo formando uma lama espessa que entope
canais de lubrificação, prejudicando as peças móveis, e podendo causar a queima do motor do
compressor.

3.5. INDICAÇÕES PARA DESCOBRIR A CAUSA DO DEFEITO


3.5.1. CONDICIONADOR NÃO PARTE

. Fusíveis queimados ou não aparafusados corretamente.

. Terminal solto ou fio rompido.

. Algum dispositivo de segurança aberto.

. Contator defeituoso.

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MANUTENÇÃO

3.5.2. COMPRESSOR FICA LIGANDO E DESLIGANDO EM CURTO ESPAÇO DE TEMPO

. Contator do compressor com defeito.

. Falta de refrigerante.

. Algum dispositivo de segurança com defeito.

. Mau contato elétrico.

. Formação de gelo na válvula de expansão.

. Compressor com defeito.

3.5.3. COMPRESSOR E VENTILADORES FUNCIONAM, PORÉM NÃO REFRIGERAM


SUFICIENTEMENTE

. O termostato pode estar desregulado, quebrado ou em lugar incorreto.

. Infiltração de ar externo ou aumento de carga térmica não prevista.

. As serpentinas evaporadora e condensadora podem estar obstruídas por sujeiras, amaçadas, filtro de ar
entupido, ou há algum outro obstáculo na circulação do ar.

. Hélice ou rotores frouxos ou deformados não conseguindo atingir a vazão de ar necessária.

. Na ventilação acionada por polia e correia, a correia pode estar frouxa ou partida.

. Obstrução no fluxo de refrigerante no distribuidor ou na válvula de expansão ou na linha de líquido.

. Válvulas de serviço não estão totalmente abertas para a passagem do refrigerante no circuito.

. Válvula de expansão mal regulada ou com defeito

. Filtro secador de refrigerante obstruído.

. Vazamento de refrigerante, a falta dele diminui o rendimento do equipamento.

. Excesso de refrigerante, as pressões de alta e baixa ficam acima do normal diminuindo o rendimento.

. Sentido de rotação da ventilação condensadora errado. O ar primeiro entra pela serpentina e é jogado
para fora do equipamento pelo lado da ventilação. No motor trifásico, basta trocar a ligação entre 2
terminais do motor para inverter a rotação.

. Sentido de rotação da ventilação evaporadora errado.

. Voltagem da alimentação elétrica baixa.

. Compressor não comprime.

. O ambiente necessita de um aparelho de maior capacidade.

. Instalação incorreta, consulte o manual de instalação e faça as verificações.


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MANUTENÇÃO

3.5.4. SERPENTINA EVAPORADORA COM GELO

. Equipamento com pouco refrigerante, vazamento.

. Ventilação evaporadora com problema, não conseguindo atingir a vazão de ar desejada.

. Filtro de refrigerante obstruído.

. Obstrução na circulação do ar de evaporação.

. Filtro de ar muito sujo.

. Serpentina suja e ou amaçada.

. Obstrução na válvula de expansão

3.5.5. MOTOR DO VENTILADOR NÃO FUNCIONA

. Hélice ou rotor travados ou soltos no eixo.

. Correia frouxa ou rompida

. Polia solta no eixo.

. Motor desarmado pelo relé ou relé com defeito ou contator com defeito .

. Terminais soltos, fios rompidos ou ligação elétrica incorreta.

. Motor defeituoso.

3.5.6. COMPRESSOR NÃO ARRANCA

. Desarmado pelos pressostatos ou relé .

. Terminais soltos, fios rompidos ou ligação elétrica incorreta.

. Voltagem fora do normal.

. Falta de fase.

. Termostato desregulado ou com defeito.

. Contator ou relé do compressor com defeito.

. Pressostato de alta ou baixa com defeito, ou mal conectados ou com regulagem errada.

. Interruptor defeituoso.

. Protetor térmico do compressor defeituoso, ou mal conectado.

. Excesso de refrigerante.

. Compressor defeituoso.

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MANUTENÇÃO

3.5.7. COMPRESSOR INSISTE EM DESARMAR PELO PRESSOSTATO DE ALTA

. Regulagem errada do pressostato de alta, que deve ser de 350 psig.

. Serpentina condensadora suja ou amaçada.

. Hélice ou rotor, da ventilação condensadora, frouxo ou deformado não conseguindo atingir a vazão de ar
necessária.

. Ventilação condensadora com correia frouxa ou partida ou com polia solta no eixo.

. Excesso de refrigerante.

. Sentido de rotação da ventilação condensadora errado. O ar primeiro entra pela serpentina e é jogado
para fora do equipamento pelo lado da ventilação. No caso de motor trifásico, basta trocar a ligação entre
2 terminais do motor, para inverter a rotação.

. Algum obstáculo no fluxo do ar de condensação.

. Ar que entra pela serpentina condensadora com temperatura muito elevada.

. No caso da ventilação condensadora ser com hélice, não pode ser dutada a descarga nem a sucção de
ar. A descarga e sucção do ar têm que estar totalmente livres.

. Principalmente a serpentina condensadora tem que estar protegida dos raios solares a tarde. Esse ganho
de calor aumenta a pressão de alta.

. Temperatura externa muito alta e o condicionador não tem tanque de líquido para armazenar o
refrigerante. Nesse caso, para o condicionador poder funcionar, é necessário tirar um pouco de
refrigerante.
IMPORTANTE: Não insista em deixar o equipamento funcionando nessas condições, nem faça ponte
elétrica eliminando o pressostato.

3.5.8. COMPRESSOR INSISTE EM DESARMAR PELO PRESSOSTATO DE BAIXA

. Falta de refrigerante, vazamento.

. Filtro de ar sujo.

. serpentina evaporadora suja.

. Ventilação evaporadora com polia frouxa no eixo ou correia frouxa ou partida.

. Obstrução na sucção ou descarga do ar do evaporador não prevista, talvez nos dutos ou grelhas.

. Obstrução no distribuidor ou na válvula de expansão.

. Válvula de expansão desregulada ou com defeito.


. Temperatura externa muito baixa e termostato regulado para baixa temperatura.

. Pressostato de baixa com regulagem errada, que deve ser de 35 psig para desarme e 60 psig para
rearme.

. Filtro do refrigerante entupido.

IMPORTANTE: Não insista em deixar o equipamento funcionando nessas condições, nem faça ponte
elétrica eliminando o pressostato.
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MANUTENÇÃO

3.5.9. COMPRESSOR FUNCIONA SEM PARAR

. Termostato ajustado para uma temperatura muito baixa.

. Termostato posicionado em lugar errado, exemplo: recebendo a incidência de raios solares ou


posicionado em parede externa que receba a incidência de raios solares ou perto de uma fonte de calor.

. Termostato com defeito ou ligação elétrica errada.

. Contator do compressor com defeito.

. Falta de refrigerante ou vazamento.

. Carga térmica do ambiente muito alta, infiltração de ar externo não prevista ou equipamento
subdimensionado.

3.5.10. COMPRESSOR COM BARULHO ANORMAL

. Refrigerante na forma líquida no compressor durante a partida.

. Compressor recebendo golpes de refrigerante líquido, por excesso de refrigerante, temperatura do ar


entrando na serpentina evaporadora muito baixa, serpentina evaporadora obstruída ou pouca vazão de ar
no evaporador.

. Compressor com partes internas quebradas.

3.5.11. PRESSÃO DE SUCÇÃO MUITO ALTA

. Carga térmica do ambiente muito alta, ou infiltração de ar externo não prevista.

. Se a pressão de descarga também estiver baixa, o compressor não está comprimindo.

. Excesso de refrigerante.

3.5.12. PRESSÃO DE DESCARGA MUITO BAIXA

. Falta de refrigerante.

. O equipamento está funcionando para refrigerar com a temperatura do ar externo baixa, e o termostato
está regulado para baixa temperatura ambiente. Quando houver necessidade de que o equipamento
funcione nessas condições, é necessário o uso de damper automático na entrada de ar da unidade
condensadora.

. Se a pressão de sucção também estiver alta, o compressor não está comprimindo.

. Excesso de vazão de ar no condensador.

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MANUTENÇÃO

4. TESTANDO OS COMPONENTES

4.1. TERMOSTATO

Ele mantêm a temperatura do ambiente condicionado constante, dentro de uma certa faixa
predeterminada no seu botão de ajuste. De acordo com a temperatura que ele é sensibilizado, ele liga ou
desliga o compressor.

Para testa-lo, gire o botão do termostato totalmente para os 2 lados até ouvir um "clik".

Também, com a ajuda do ohmímetro (escala Rx1) tocando os terminais do termostato e girando o botão
do termostato, o marcador do ohmímetro se movimentará nas posições que precisa do compressor ligado,
e não se movimentará nas posições que precisa do compressor desligado. Caso isso aconteça, o
termostato está bom.

4.2. INTERRUPTOR

Para testa-lo, coloque as duas pontas de teste do ohmímetro (escala Rx1) nos terminais do interruptor
desconectado. Na posição de ligado o marcador deve mover, e na posição de desligado o marcador deve
ficar parado. Caso contrário o interruptor está com defeito.

4.3. MOTOR TRIFÁSICO DA VENTILAÇÃO

Testando a continuidade das bobinas

. Desligue todos os cabos do motor, marcando-os para poder religa-los.

. Coloque uma ponta do ohmímetro (escala Rx1) no cabo 1 outra no cabo 5. O marcador tem que mover,
caso não mova, condene o motor. Faça o mesmo teste com os cabos 2 e 6, e depois com os cabos 3 e 4.

Testando se há curto entre as bobinas e a carcaça

. Desligue todos os cabos do motor, marcando-os para poder religa-los.

. Coloque uma ponta do ohmímetro (escala Rx1) na carcaça do motor e a outra ponta coloque em um dos
cabos do motor ( 1,2,3,4,5 ou 6 ). O marcador do ohmímetro não pode mover, caso mova, condene o
motor. Faça o mesmo teste com todos os cabos restantes do motor.

4.4. CONTATOR

Desconecte todos os fios do contator, marcando-os para poder religa-los. Teste a continuidade da bobina,
colocando as pontas do ohmímetro (escala Rx1) nos terminais da bobina. Se o marcador mover, a bobina
esta boa.

Energize a bobina, prestando atenção na sua voltagem. Se o contator não atracar, é porque está ruim. Se
o contator atracar, teste a continuidade dos seus contatos. Com a bobina energizada, coloque uma ponta
de teste do ohmímetro (escala Rx1) no terminal L1 e a outra no terminal T1. O marcador do ohmímetro
tem que mover, caso não mova, o contator está ruim. Faça o mesmo teste com os terminais L2 e T2 e
depois com os terminais L3 e T3.

Caso o contator apresente defeito, troque-o. Caso o defeito esteja nos contatos, basta trocar os contatos
de acordo com o fabricante.

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MANUTENÇÃO

4.5. RELÉ

Com o equipamento desligado, desconecte os cabos dos terminais 95 e 96 do relé. Coloque uma ponta de
teste do ohmímetro (escala Rx1) no terminal 95 e a outra ponta no terminal 96. Se o marcador do
ohmímetro não mover, o relé está com defeito.

O relé deve ser regulado com 10% a mais da amperagem de placa do motor.

4.6. PRESSOSTATO DE ALTA E BAIXA

Certifique-se de que o pressostato de alta está desarmado, se mesmo assim o compressor não entrar,
verifique os pressostatos.

Com o auxílio do esquema elétrico, verifique quais os bornes do pressostato de alta e baixa.

Verifique os capilares, se estão obstruídos, amaçados ou partidos. Eles não devem encostar em nada e
devem estar bem fixados para o atrito não provocar desgaste e rompimento do capilar.

Faça uma ligação direta entre esses bornes e ligue o equipamento, caso o compressor entre, e as
pressões estejam normais há defeito no pressostato, ou eles estão mal conectados, ou mal regulados.

Para descobrir qual pressostato está com defeito, faça uma ligação direta eliminando apenas o
pressostato de alta e depois o de baixa.

Para testar se o pressostato de alta está atuando, tampe o fluxo de ar da serpentina condensadora com
um plástico ou compensado. O compressor deve desligar quando a pressão de alta atingir 350 psig.

Para testar se o pressostato de baixa está atuando, tampe o fluxo de ar da serpentina evaporadora com
um plástico ou compensado. O compressor deve desligar quando a pressão de baixa atingir 35 psig.

A regulagem do pressostato de alta é para desarmar com 350 psig.

A regulagem do pressostato de baixa é para desarmar com 35 psig e rearmar com 60 psig.

ATENÇÃO: nunca deixe o equipamento funcionando com pontes provisórias nos bornes dos componentes
de proteção. O que foi dito acima é apenas para detectar o defeito, e não uma solução.

4.7. BULBO E CAPILAR DA VÁLVULA DE EXPANSÃO

O bulbo da válvula de expansão é sensibilizado pela temperatura que o refrigerante deixa a serpentina
evaporadora.

Quando a temperatura no bulbo aumenta ele abre a válvula de expansão, fazendo com que mais
refrigerante passe pelo evaporador.

Quando a temperatura no bulbo diminui ele fecha a válvula de expansão, fazendo com que menos
refrigerante passe pelo evaporador.

Quando há entupimento no capilar ou vazamento do gás do bulbo, a válvula de expansão perde a


sensibilidade. Isso também ocorre quando o bulbo não está em contato com a linha de sucção ou o
isolamento inadequado.

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MANUTENÇÃO

Para testar se não há entupimento no capilar ou vazamento do gás, retire o bulbo e coloque num copo
com água e gelo (fecha a válvula de expansão), a temperatura da linha de sucção na saída do evaporador
deve aumentar. Em seguida aqueça o bulbo com a mão (abre a válvula de expansão), a temperatura da
linha de sucção na saída do evaporador deve diminuir.

4.8. BOBINA DA VÁLVULA SOLENÓIDE

Mantenha a bobina na válvula, desconecte apenas as ligações elétricas, marcando os fios para poder liga-
los depois.

Faça uma ligação direta nos terminais da bobina, prestando atenção na voltagem da bobina. Quando a
bobina estiver energizada observe:

. Se a haste da válvula movimentar, você vai escutar um estalo, a bobina está boa.

. Se a haste da válvula ficar vibrando, a bobina está boa e a válvula solenóide está trancada.

. Se nada acontecer, nenhum movimento ou vibração, a bobina está com defeito.

4.9. FILTRO SECADOR DA LINHA DE LÍQUIDO

Para testar se o filtro está entupido basta colocar uma mão na entrada e outra na saída do refrigerante do
filtro. Se o tubo de cobre estiver bem mais frio na saída do refrigerante, o filtro está entupido. Ele está
causando uma obstrução no fluxo, diminuindo a pressão e expandindo o refrigerante. Se não houver
diferença de temperatura o filtro não está entupido.

Convém lembrar que quando o motor do compressor queima ou quando o refrigerante está contaminado,
a troca do filtro é necessária.

5. COMPRESSOR

5.1. TESTE DO ISOLAMENTO

O motor elétrico e a carcaça do compressor devem estar eletricamente isolados entre si.

Com o equipamento desligado, desconecte os 3 cabos do compressor. Coloque uma ponta de teste do
ohmímetro (escala Rx1) na carcaça do compressor e a outra ponta num dos terminais do compressor. Se
o marcador mover, há curto, então condene o compressor. Faça o mesmo teste com todos os outros
terminais do compressor.

5.2. TESTE DE CONTINUIDADE DAS BOBINAS

O compressor tem 3 bornes: comum(C), marcha(M) e arranque(A). Com o ohmímetro na escala Rx1,
encoste as pontas de teste nos bornes A e C. Se o marcador não move, condene o compressor, a bobina
está aberta. Faça o mesmo teste com os bornes A e M e depois com os bornes M e C.

5.3. COMPRESSOR NÃO COMPRIME

Instale o manômetro de alta e baixa pressão no equipamento. Ligue o aparelho de modo que ligue o
compressor também. Se as pressões de alta e baixa permanecerem iguais enquanto o compressor
funciona, a de alta não sobe e a de baixa não desce, o compressor não esta comprimindo. Condene-o.

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MANUTENÇÃO

5.4. COMPRESSOR FUNCIONA, PORÉM COM AMPERAGEM ALTA

As causas para esse defeito podem ser:

. Sentido de rotação da ventilação condensadora errado. O ar primeiro entra pala serpentina e é jogado
para fora do equipamento pelo lado da ventilação. No caso de motor trifásico, basta trocar a ligação entre
2 terminais do motor para inverter a rotação.

. Fluxo de ar da serpentina condensadora obstruído.

. Ar que entra na serpentina condensadora com temperatura elevada.

. Excesso de refrigerante.

. Problemas mecânicos no compressor.

. Voltagem inadequada.

. Serpentina condensadora suja ou amaçada.

. Problema na ventilação condensadora, não conseguindo atingir a vazão de ar necessária.

. No caso da ventilação condensadora ser com hélice, não pode ser dutada a descarga nem a sucção de
ar. A descarga e a sucção do ar têm que estar totalmente livres.

. Principalmente a serpentina condensadora tem que estar protegida dos raios solares a tarde. Esse ganho
de calor aumenta a pressão de alta.

5.5. COMPRESSOR TRANCADO

Quando existe algo internamente no compressor que impede o deslocamento das partes móveis dizemos
que ele está trancado. Com o compressor aprovado nos testes anteriores e quando ele é ligado ele
"ronca" , não parte e a amperagem é alta, ele pode estar trancado.

6. TESTE DE VAZAMENTO E CONSERTO

É opcional o equipamento Trocalor ser fornecido com aditivos da UV detector misturados ao refrigerante.
No caso de suspeita de vazamento, ao passar a luminária ultra violeta, o aditivo se mostra fluorescente.

Outro método mais simples, no caso de ainda haver refrigerante no sistema, é usar espuma de sabão nas
partes onde pode haver vazamento e notar o aparecimento de bolhas. Caso não haja refrigerante no
sistema, pressurize com 200 psig de nitrogênio. É importante lembrar que se for pressurizar o sistema
com mais que 200 psig, é necessário desconectar o capilar do pressostato de baixa. Solde o corte do
capilar, e depois pressurize o sistema. Depois de ter verificado o vazamento recoloque o capilar, tomando
o cuidado de não entupi-lo.

Para detectar vazamento nas serpentinas, pressurize com 200 psig de nitrogênio e mergulhe a serpentina
num tanque de água e verifique o aparecimento de bolhas. Cuidado para não confundir o ar que fica retido
entre as aletas com vazamento.

Localizado o vazamento, tire todo o gás do sistema, e solde o vazamento com solda prata 15% ou
foscoper com banho de prata. Faça passar nitrogênio no interior do sistema, para evitar oxidação interna
no tubo de cobre. Faça outro teste de vazamento.

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MANUTENÇÃO

7. LIMPEZA DO SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO

Quando o motor do compressor queima, ele suja o sistema de refrigeração. Retire uma amostra de óleo
do compressor usado. Se o óleo estiver sujo, antes de instalar o novo compressor, é necessário limpar o
sistema de refrigeração, depois troque o filtro.

Para limpar o sistema, injete R-11 ou R-22 na linha de sucção e deixe sair pela linha de descarga. Esse
refrigerante passa por um filtro e volta ao seu reservatório.

Quando usar R-11 para limpeza, dê um jato de nitrogênio para arrastar o R-11 do sistema.

Depois da limpeza troque o filtro e instale o compressor.

8. VÁCUO

A umidade dentro do sistema de refrigeração é como um veneno para o compressor. E para um bom
rendimento do aparelho, deve haver apenas refrigerante e óleo circulando no sistema. Por isso, sempre
que o sistema for aberto, o ar da atmosfera com umidade que entra no sistema tem de ser retirado,
fazendo-se o vácuo do sistema.

Com a unidade evaporadora e condensadora interligadas, abra todas as válvulas das linhas de
interligação. O vácuo deve ser dado pela válvula de acesso de alta e baixa ao mesmo tempo.

Durante o processo de vácuo, não ligue o compressor.

9. CARGA DE REFRIGERANTE

Terminado o vácuo, dê início a carga de refrigerante R22.

1º. Com o compressor desligado, vire o cilindro de refrigerante com a saída voltada para baixo. Abra
somente a válvula de alta do manifold e a válvula do cilindro de refrigerante. Com o auxílio de uma
balança, quando a carga atingir 70% do valor total, feche a válvula de alta do manifold.

2º. Vire o cilindro, agora com a saída voltada para cima, aguarde uns 5 minutos e ligue o compressor.
Abra a válvula de baixa do manifold e a válvula do cilindro e complete a carga de refrigerante. Quando a
carga de refrigerante se completar, feche a válvula do cilindro e desconecte o manifold.

10. CUIDADOS - ATENÇÃO

1. Antes de fazer a manutenção do equipamento desligue a alimentação de força.


2. Mantenha seu local de trabalho organizado e limpo.
3. Use equipamentos de proteção para o serviço: luvas, óculos, botas etc.
4. Mantenha as válvulas de acesso, tipo schrader, com as tampas e as anilhas de borracha. Qualquer
sujeira que entre na válvula pode danifica-la, causando vazamento.
5. Mantenha as válvulas de serviço com os capacetes.
6. Sempre verifique a abertura das válvulas de serviço para não haver obstrução no fluxo do refrigerante.
7. Nunca dê carga de refrigerante na forma líquida pela linha de sucção, com a válvula do cilindro para
baixo. Para evitar golpe de líquido no compressor.

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MANUTENÇÃO

8. Quando for descarregar refrigerante, faça-o com o ambiente ventilado para evitar intoxicação.

9. No carregamento de cilindro com refrigerante, faça-o em recipiente apropriado. E nunca encha


completamente o cilindro. Com o aumento da temperatura ambiente a pressão interna do cilindro aumenta
podendo estourar.

10. Nunca aqueça um cilindro de refrigerante com maçarico.

11. Para testar vazamento sempre use nitrogênio e manômetro para controlar a pressão.

12. Nunca use acetileno ou oxigênio para teste de vazamento.

13. Nunca ligue o compressor quando estiver fazendo vácuo.

14. Antes de soldar, certifique-se de que o circuito está despressurizado, para não haver explosão. E
circule nitrogênio no interior da tubulação para não haver oxidação e as partículas oxidadas que poluem o
circuito.

15. Ar, água, fluxo de solda, impurezas e limalhas são prejudiciais ao condicionador quando misturados ao
refrigerante.

16. Não deixe o óleo de refrigeração em recipientes abertos. O óleo de refrigeração tem facilidade de
absorver umidade.

17. Compre óleo de refrigeração em recipientes pequenos, para evitar que eles se contaminem.

18. Quando for regular uma polia regulável, de diâmetro variável, ou trocar uma polia, cuide para que a
amperagem do motor não ultrapasse sua amperagem de placa. Sempre faça essa verificação. Consulte as
tabelas e curvas do ventilador para não ficar trabalhando na tentativa. Aproximando as duas partes da
polia regulável a rotação do ventilador aumenta, a vazão de ar aumenta e a amperagem do motor
também.

19. Não ultrapasse a rotação máxima permitida para o rotor.

20. Nunca desative, jampeando ou colocando uma ponte, um dispositivo de segurança.

21. A resistência do carter do compressor deve ficar ligada sempre que o compressor estiver desligado.

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MANUTENÇÃO

11. PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA PERIÓDICA

A – SEMANAL

B – MENSAL

C – TRIMESTRAL

D – SEMESTRAL

E – ANUAL

FREQUÊNCIA
SERVIÇOS
A B C D E

GABINETE
• Verificar isolamento térmico
• Verificar e eliminar pontos de ferrugem
• Verificar e corrigir vedações do gabinete
COMPONENTES ELÉTRICOS
• Verificar aperto, contatos e limpeza ( INSPEÇÃO GERAL )
Verificar tensão, corrente, desbalanceamento entre fases e sequencias ( RELÉ
• DE FALTA DE FASE )
• Verificar atuação e sinalização ( PAINEL DE COMANDO )
• Verificar atuação e regulagem ( TERMOSTATO )
• Verificar funcionamento ( CONTROLES / INTERTRAVAMENTOS )
• Verificar aquecimento dos motores
AQUECIMENTO
• Verificar resistências
• Pressostato diferencial de ar ( FLOW-SWITCH )
• Verificar termostato de segurança
• Verificar conexões - Bornes
FILTRO
• Inspeção
SERPENTINA EVAPORADORA
• Limpeza do aletado
• Limpeza da bandeja
• Limpeza do dreno
SERPENTINA CONDENSADORA
• Limpeza do aletado
• Limpeza da bandeja
• Limpeza do dreno
VENTILADORES
• Verificar folgas do eixo do motor no ventilador
• Verificar mancais
• Verificar corrente elétrica
• Limpeza dos rotores e hélices

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MANUTENÇÃO

FREQUÊNCIA
SERVIÇOS
A B C D E

CIRCUITO REFRIGERANTE
• Verificar visor de líquido ( controle de carga de gás) – umidade / borbulhamento
• Verificar vazamentos
• Verificar filtro secador ( troca, se necessário )
• Verificar válvula de expansão
• Superaquecimento ( medição – regulagem, se necessário )
• Subresfriamento ( medição – regulagem, se necessário )
• Verificar isolamento dos tubos
COMPRESSOR
• Pressão de sucção ( medir )
• Pressão de descarga ( medir )
• Verificar bornes e conexões ( contato )
• Verificar pressostatos
• Verificar dispositivos de proteção
• Verificar correntes ( medir )
• Verificar tensão ( medir )
• Verificar elasticidade dos coxins de borracha dos compressores

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A S S IS TÊ N C IA T É C NIC A
AVAW 0 2 /03 /0 4 /0 5 - 0 6 /01

TroCalor

*FÁBRICA L ID A D E
UA
Av. B ra sil, 20.151 - B arros F ilho Q

Q
C
- T
OL E D E

R io de Janeiro - RJ
RO CA

C E P - 21.51 5-000
TR

O
Fo ne: ( 0 xx21 ) 3 372-8484
R -
CON

Fa x: ( 0 xx 21 ) 2473 -1 492
e-m ail : dgqu alidad e@ trocalor.com .br C E R TIFIC A D O

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