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Ana Rafael

Belarmina José Verde

Júlio Rafael Quilunze

TÉCNICA DE PESQUISA
(licenciatura em ensino básico)

Universidade Rovuma

Nampula

2022
Ana Rafael

Belarmina José Verde

Júlio Rafael Quilunze

TÉCNICA DE PESQUISA
(licenciatura em ensino básico)

Trabalho em grupo de carácter avaliativo da


cadeira de Métodos de estudo e investigação
Cientifico, do curso de Licenciatura em ensino
Básico, 1º Ano, pós-laboral lecionado por:

dr. Roberto Chaua

Universidade Rovuma

Nampula

2022
ÍNDICE.

1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 3

2. OBJECTIVOS ............................................................................................................... 4

2.1. Objectivo Geral: ......................................................................................................... 4

2.2. Objectivos específicos: .............................................................................................. 4

3. Metodologia ................................................................................................................... 4

4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................... 5

4.1. Técnica ....................................................................................................................... 5

4.2. Técnicas De Pesquisa ................................................................................................ 5

4.2.1. Documentação Indireta .......................................................................................... 5

4.2.2 Pesquisa Documental (Pesquisa de fontes primárias) ............................................... 5

4.2.3 Tipos de Documentos .................................................................................................. 7

4.3.1. Tipos de Fontes Bibliográficas.............................................................................. 8

4.4. Documentação Direta .............................................................................................. 11

4.4.1. Pesquisa de Campo ................................................................................................... 11

4.4.2. Tipos De Pesquisa De Campo .................................................................................. 11

4.4.3. Pesquisa de Laboratório ........................................................................................... 12

4.5. Observação Direta Intensiva ....................................................................................... 12

4.5.1. Observação ................................................................................................................ 12

4.5.2. Entrevista ................................................................................................................... 13

4.5.3. Tipos De Entrevistas ................................................................................................. 13

5. CONCLUSÃO ............................................................................................................. 14

6.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................... 15


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1. INTRODUÇÃO
Para e elaboração ou criação de qualquer tipo de trabalho cientifico e necessário que se
saiba quais são os elementos e as técnicas envolvidas para a sua confeiçoas técnicas de
pesquisa estão relacionadas à coleta de dados (parte prática da pesquisa). Portanto, “as
técnicas são conjuntas de normas usadas especificamente em cada área das ciências,
podendo-se afirmar que a técnica é a instrumentação específica da coleta de dados” (O
presente trabalho de carácter de investigação para a cadeira Metodologia investigação
de trabalhos Científicos a Pessquisa resultou de consultas bibliográfica sobre o conceito
de técnicas de pesquisa e sua importância no processo de ensino e aprendizagem.
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2. OBJECTIVOS
2.1. Objectivo Geral:
 Conhecer as Técnicas de Pesquisa.

2.2. Objectivos específicos:


 Definir as técnicas de pesquisa;
 Identificar as técnicas de documentação indireta;
 Identificar as Técnicas de documentação directa.

3. Metodologia
Para a elaboração do presente trabalho foram usadas consultas nos artigos científicos
que relatam sobre alguns temas e subtemas do trabalho e também foi feita as pesquisas
na internet que serão apresentadas as suas referencia bibliográfica no fim do trabalho.
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4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
4.1. Técnica
Técnica é um conjunto de preceitos ou processos de que se serve uma ciên- cia ou arte;
é a habilidade para usar esses preceitos ou normas, a parte prática. Toda ciência utiliza
inúmeras técnicas na obtenção de seus propósitos.
4.2. Técnicas De Pesquisa
As técnicas de pesquisa estão relacionadas à coleta de dados (parte prática da pesquisa).
Portanto, “as técnicas são conjuntos de normas usadas especificamente em cada área das
ciências, podendo-se afirmar que a técnica é a instrumentação específica da coleta de
dados” (ANDRADE, 1998, p.115).
As técnicas podem ser organizadas em dois tipos de procedimentos:
 documentação indireta e a
 documentação direta.
4.2.1. Documentação Indireta
Toda pesquisa implica o levantamento de dados de variadas fontes, quais- quer que
sejam os métodos ou técnicas empregados. Esse material-fonte geral é util não só por
trazer conhecimentos que servem de background ao campo de interesse, como também
para evitar possíveis duplicações e/ou esforços desne- cessários; pode, ainda, sugerir
problemas e hipóteses e orientar para outras fontes de coleta.
É a fase do levantamento de dados. É o primeiro passo de qualquer pesquisa e pode ser
feito de duas formas:
 Pesquisa de fontes primárias (ou a pesquisa documental) e a;
 Pesquisa de fontes secundárias (ou a pesquisa bibliográfica, incluindo também a
pesquisa na Internet, após a “invenção” do computador).

4.2.2 Pesquisa Documental (Pesquisa de fontes primárias)


A característica da pesquisa documental é que a fonte de coleta de dados está restrita a
documentos, escritos ou não, constituindo o que se denomina de fontes primárias. Estas
podem ser recolhidas no momento em que o fato ou fenômeno ocorre, ou depois. A
Pesquisa de fontes primárias (pesquisa documental) pode ser feita nas seguintes fontes
de documentos:
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A. Arquivos Públicos
Podem ser municipais, estaduais e nacionais. Em sua maior parte, contêm:
 Documentos oficiais, tais como: ordens régias, leis, ofícios, relatórios,
correspondências, anuários, alvarás etc.
 Publicações parlamentares: atas, debates, documentos, projetos de lei,
impressos, relatórios etc.
 Documentos jurídicos, oriundos de cartórios: registros de nas- cimentos,
casamentos, desquites e divórcios, mortes; escrituras de compra e venda,
hipotecas; falências e concordatas; testamentos, inventários etc.

B. Arquivos Particulares
A primeira distinção a ser feita é entre domicílios e instituições, pela dife- rença de
material que se mantém.
 Domicílios particulares: correspondência, memórias, diários, auto- biografias
etc.
 Instituições de ordem privada, tais como bancos, empresas, sindi- catos,
partidos políticos, escolas, igrejas, associações e outros, onde se encontram:
registros, ofícios, correspondência, atas, memoriais, programas, comunicados
etc.
 Instituições públicas, do tipo delegadas, postos etc., quer voltadas ao trabalho,
trânsito, saúde, quer atuando no setor de alistamento militar, atividade eleitoral,
atividades de bairro e outros, podendo-se colher dados referentes a:
criminalidade, detenções, prisões, livramentos condicionais; registro de automóveis,
adentes; contribuições e benefícios de seguro social; doenças, hospitalizações; registro
de eleitores, comparecimento à votação; registros profis-sionais etc.
C. Fontes Estatísticas
A coleta e elaboração de dados estatísticos, indusive censitários, está a cargo de vários
órgãos particulares e oficiais, entre eles: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), departamentos
munidpais e estaduais de estatística, Instituto Gallup etc. Os dados coletados são os
mais diversos:
 Características da população: idade, sexo, raça, escolaridade, pro- fissão,
religião, estado civil, renda etc.
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 Fatores que influem no tamanho da população: fertilidade, nasci- mentos,


mortes, doenças, suicídios, emigração, imigração etc.
 Distribuição da população: habitat rural e urbano, migração, densidade
demográfica etc.
 Fatores econômicos: mão-de-obra economicamente ativa, desemprego,
distribuição dos trabalhadores pelo setor primário, secundário e terciário da
economia, número de empresas, renda per capita, Produto Interno Bruto etc.
 Moradia: número e estado das moradias, número de cômodos, infra-estruturas
(água, luz, esgoto etc.), equipamentos etc.
 Meios de comunicação: rádio, televisão, telefone, gravadores, carros etc.

Os exemplos citados são os mais comuns, porém as fontes estatísticas abrangem os mais
variados aspectos das atividades de uma sociedade, incluindo as manifestações
patológicas e os problemas sociais.

4.2.3 Tipos de Documentos


A. Escritos
 Documentos o oficiais - constituem geralmente a fonte mais fidedigna de dados.
Podem dizer respeito a atos individuais ou, ao contrário, atos da vida política, de
alcance municipal, estadual ou nacional. O cuidado do pesquisador diz respeito
ao fato de que ele não exerce controle sobre a forma como os documentos foram
cria- dos. Assim, deve não só selecionar o que lhe interessa, como também
interpretar e comparar o material, para tomá-lo utilizável.
 Publicações parlamentares - geralmente são registros tex-tuais das diferentes
atividades das Cámaras e do Senado. Dificilmente pode-se questionar sua
fidedignidade, por contarem com um corpo de taquígrafos qualificados e, já em
diversos países, utilizam-se fitas magnéticas para gravação das sessões
 Documentas jurídicos - constituem uma fonte rica de informes do ponto de
vista sociológico, mostrando como uma sociedade re- gula o comportamento de
seus membros e de que forma se apresentam os problemas sociais. Porem, o
pesquisador deve saber que decisões jurídicas, constantes de documentos, são a
ponta de um iceberg, principalmente quando se trata de julgamento por crimes
políticos: muitos réus chegam ao tribunal com confissões “espontâ­ neas”, que
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servem de base para todo o processo posterior; assim, a decisão jurídica está
viciada desde a base
 .Fontes estatísticas - os dados estatísticos são colhidos diretamente e a
intervalos geralmente regulares, quer abrangendo a totalidade da população
(censos), quer utilizando-se da técnica da amostragem, generalizando os
resultados a toda a população. Em outras palavras, em épocas regulares, as
estatísticas recolhem da- dos semelhantes em lugares diferentes.
B. Outros
 Iconografia - abrange a documentação por imagem, compreendendo gravuras,
estampas, desenhos, pinturas etc., porém exclui a fotografia. É fonte preciosa
sobre o passado, pois compreende os únicos testemunhos do aspecto humano da
vida, permitindo verificar tendências do vestuário e quem o vestia, a forma de
disposição dos móveis e utensílios, assim como outros fatores, favorecendo a
reconstituição do ambiente e estilo de vida das classes sociais do passado, da
mesma forma que o cotidiano de nossos antepassados.
 Fotografias - têm a mesma finalidade da iconografia, porém re- ferem-se a um
passado menos distante.
 Objetos - principalmente para os etnógrafos, os objetos constituem fator
primordial de seus estudos. Mas outras ciências também fazem deles o cerne de
algumas análises ou abordagens.

4.3. Pesquisa Bibliográfica (Pesquisa de fontes secundárias)


A pesquisa bibliográfica, ou de fontes secundárias, abrange toda bibliografia já tomada
pública em relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais,
revistas, livros, pesquisas, monografias, teses, material cartográfico etc., até meios de
comunicação orais: rádio, gravações em fita magnética e audiovisuais: filmes e
televisão. Sua finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo o que foi
escrito, dito ou filmado sobre determina- do assunto, inclusive conferências seguidas de
debates que tenham sido transcritos por alguma forma, quer publicadas quer gravadas.
4.3.1. Tipos de Fontes Bibliográficas
Da mesma forma que as fontes de documentos, as bibliográficas variam, fornecendo ao
pesquisador diversos dados e exigindo manipulação e procedi- mentos diferentes.
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A. Imprensa escrita - era forma de jornais e revistas, para sua utilização necessita
de análise dos seguintes aspectos:
 independência - nos países totalitários, com raras exceções, toda imprensa está
submetida às diretrizes do partido no poder; portanto, a margem de
independência das fontes é praticamente nula. Por sua vez, o pressuposto teórico
dos países democráticos é a independência dos órgãos de informação, pois o
princípio da liberdade de imprensa é considerado corolário da liberdade de
expressão assegurada pelo regime;
 conteúdo e orientação - Vários tipos de investigação podem ser leva- dos a cabo
sob este aspecto: tendências e espaço dedicados à política nacional e
internacional, fatos diversos, notícias locais, exporte, acontecimentos policiais,
publicidade etc.; como se trata de questões relativas à população, como
educação, saúde etc.;
 difusão e influência - Pode-se verificar a zona geográfica de distribuição e o
tipo de população que é influenciada; a correlação entre posições do órgão e os
resultados eleitorais; o prestígio do editorialista e outros profissionais que
assinam suas matérias; o que as pessoas mais lêem e a influência que sobre elas
exercem as opiniões expressas e as informações;
 grupos de interesses - na chamada imprensa alternativa e a específica de
categorias profissionais pode-se verificar como estes grupos sociais apresentam
as ideias dos dirigentes sobre seus objetivos, a atuação dos poderes públicos, os
interesses regionais, nacionais e, até, internacionais etc.
B. Meios audiovisuais - de certa forma, o que ficou dito para a imprensa escrita pode
ser aplicado para os meios audiovisuais, rádio, filmes, televisão. Para ambas as formas
de comunicação é interessante a análise do conteúdo da própria comunicação, que
apresenta os seguintes objetivos (Berelson Apud Selltiz et alii, 1965:377-378):
 “Questões referentes às características do conteúdo;
 Descrever tendências no conteúdo da comunicação.
 Delinear o desenvolvimento da erudição.
 Revelar diferenças internacionais no conteúdo da comunicação.
 Comparar os meios ou ‘níveis’ de comunicação.
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 Examinar o conteúdo da comunicação com relação aos objetivos.


 Construir e aplicar padrões de comunicação.
Questões referentes aos criadores ou às causas do conteúdo:
 Identificar as intenções e outras características dos transmissores.
 Verificar o estado psicológico de pessoas e grupos.
 Identificar a existência de propaganda (fundamentalmente com objetivos legais).
 Obter informação política e militar.
Questões referentes a audiência ou efeitos do conteúdo:
 Refletir atitudes, interesses e valores (‘padrões culturais’) de grupos da
população.
 Revelar o foco de atenção.
 Descrever as respostas de atitudes e de comportamento às comunicações.”
C. Material cartográfico - variará segundo o tipo de investigação que se pretende.
Entre os mais importantes que se podem consultar figuram os seguintes:
 Mapa com divisão política e administrativa;
 Mapa hidrográfico;
 Mapa de relevo;
 Mapa climatológico;
 Gráfico de importações e exportações, Produto Interno Bruto etc.
D. Publicações - livros, teses, monografias, publicações avulsas, pesquisas etc. formam
o conjunto de publicações, cuja pesquisa compreende quatro fases distintas:
 identificação;
 localização;
 compilação;
 fechamento
A. Identificação
É a fase de reconhecimento do assunto pertinente ao tema em estudo e que pode ser
feito lançando-se mão de catálogos das bibliotecas, das bibliogra- nas, dos índices e
abstracts especializados.
B. Localização
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Depois de realizado o levantamento bibliográfico nos catálogos e fontes de referência,


passa-se à localização das fichas bibliográficas, a fim de se obte- rem informações
necessárias.

C. Compilação
Trata-se, aqui, de reunir, sistematicamente, referências, informações im- pressas e/ou
inéditas. A obtenção do material pode ser feita por meio de xerox, fotocópias ou mi-
crofilmes (mediante pagamento de pequena taxa), de separatas ou em fichas, nas
bibliotecas em geral.

D. Fechamento
À medida que o pesquisador identifica os documentos, deverá, ao mesmo tempo,
transcrever os dados nas fichas bibliográficas, com o máximo de exatidão e cuidado.

4.4. Documentação Direta


A documentação direta constitui-se, em geral, no levantamento de da- dos no próprio
local onde os fenômenos ocorrem. Esses dados podem ser obtidos de duas maneiras: por
meio da pesquisa de campo ou da pesquisa de laboratório.

4.4.1. Pesquisa de Campo


Pesquisa de campo é aquela utilizada com o objetivo de conseguir informações e/ou
conhecimentos acerca de um problema para o qual se procura uma resposta, ou de uma
hipótese que se queira comprovar, ou, ainda, descobrir novos fenômenos ou as relações
entre eles.
As fases da pesquisa de campo requerem, em primeiro lugar, a realização de uma
pesquisa bibliográfica sobre o tema em questão. Ela servirá, como primeiro passo, para
se saber em que estado se encontra atualmente o problema, que trabalhos já foram
realizados a respeito e quais são as opiniões reinantes sobre o assunto. Como segundo,
permitirá que se estabeleça um modelo teórico inicial de referência, da mesma forma
que auxiliará na determinação das variáveis e elaboração do plano geral da pesquisa.

4.4.2. Tipos De Pesquisa De Campo


Para Tripodi et ali (1975:42-71), as pesquisas de campo dividem-se em três grandes
grupos: quantitativo-descritivas, exploratórias e experimentais, com as respectivas
subdivisões:
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A. Quantitativo-Descritivas - consistem em investigações de pesquisa empírica cuja


principal finalidade é o delineamento ou análise das características de fatos ou
fenômenos, a avaliação de programas, ou o isolamento de variáveis principais ou
chave.
B. Exploratórias - são investigações de pesquisa empírica cujo objetivo é a
formulação de questões ou de um problema, com tripla finalidade: desenvolver
hipóteses, aumentar a familiaridade do pesquisador com um ambiente, fato ou
fenômeno para a realização de uma pesquisa futura mais precisa ou modificar e
clarificar conceitos.
C. Experimentais - consistem em investigações de pesquisa empírica cujo objeto
principal é o teste de hipóteses que dizem respeito a relações de tipo causa-efeito.

4.4.3. Pesquisa de Laboratório


A pesquisa de laboratório é um procedimento de investigação mais difícil, porém mais
exato. Ela descreve e analisa o que será ou ocorrerá em situações controladas. Exige
instrumental específico, preciso, e ambientes ade-quados. O objetivo da pesquisa de
laboratório depende daquilo que se propôs alcançar; deve ser previamente estabelecido
e relacionado com determinada ciência ou ramo de estudo. As técnicas utilizadas
também variam de acordo com o estudo a ser feito.

4.5. Observação Direta Intensiva


A observação direta intensiva é realizada por meio de duas técnicas:
 Observação e
 entrevista.

4.5.1. Observação
A observação é uma técnica de coleta de dados para conseguir informações e utiliza os
sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em
ver e ouvir, mas também em examinar fatos ou fenómenos que se deseja estuda. A
observação ajuda o pesquisador a identificar e a obter provas a respeito de objetivos
sobre os quais os indivíduos não têm consciência, mas que orientam seu
comportamento. Desempenha papel importante nos processos observacionais, no
contexto da descoberta, e obriga o investigador a um contato mais direto com a
realidade. É o ponto de partida da investigação social.
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4.5.2. Entrevista
A entrevista é um encontro entre duas pessoas, a fim de que uma delas obtenha
informações a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza
profissional. E um procedimento utilizado na investigação social, para a coleta de dados
ou para ajudar no diagnóstico ou no trata- mento de um problema social. A entrevista
tem como objetivo principal a obtenção de informações do entrevistado, sobre
determinado assunto ou problema.

4.5.3. Tipos De Entrevistas


Há diferentes tipos de entrevistas, que variam de acordo com o propósito do
entrevistador:
 Padronizada ou estruturada: é aquela em que o entrevistador segue um roteiro
previamente estabelecido; as perguntas feitas ao indivíduo são predeterminadas.
Ela se realiza de acordo com um formulário (ver mais adiante) elaborado e é
efetuada de preferência com pessoas selecionadas de acordo com um plano.
 Despadronizada ou não estruturada: O entrevistado tem liberdade para
desenvolver cada situação em qualquer direção que considere adequada. E uma
forma de poder explorar mais ampla- mente uma questão.
 Painel: Consiste na repetição de perguntas, de tempo em tempo, às mesmas
pessoas, a fim de estudar a evolução das opiniões em pe- ríodos curtos.
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5. CONCLUSÃO
Como vínhamos dizendo, realizamos um trabalho com o tema técnicas de pesquisa com
objectivo de explicar o significado do tema a fim de apresentar ao docente da cadeira,
num seminário. A leitura dos apontamentos colhidos a partir da obra que versa sobre o
tema permite concluir que a técnica de pesquisa e uma das etapas muito importante para
a criação e Elaboracao de um trabalho cientifico seja ele de campo ou não .
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6.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico:
elaboração de trabalhos na graduação. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1998.
2. CHIZZOTTI, A. Pesquisa em ciências humanas e sociais. São Paulo: Cortez, 1991.
3. FREITAS, S. M. de. História oral: possibilidades e procedimentos São Paulo:
Humanitas/FFLCH/USP: Imprensa Oficial do Estado, 2002.
4. MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos da metodologia científica.
5.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
5. RIBAS, S. A. Metodologia científica aplicada. Rio de Janeiro: Ed UERJ, 2004

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