www.ceee.com.

br

Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição Rede de Distribuição Aérea

Regulamento de Instalações Consumidoras
Janeiro 2011

AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica Rio Grande Energia S/A

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

5ª Edição Versão 1.3 Janeiro/2011

Regulamento de Instalações Consumidoras

2

SUMÁRIO
1. 2. 3. Objetivo .................................................................................................................................................... 5 Normas complementares ......................................................................................................................... 5 Terminologias e definições ...................................................................................................................... 6 3.1. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades ........................................................ 6 3.2. Barra de Proteção .............................................................................................................................. 7 3.3. Caixa de distribuição (CD) ................................................................................................................. 7 3.4. Caixa de entrada e distribuição (CED) .............................................................................................. 7 3.5. Caixa de passagem ........................................................................................................................... 7 3.6. Caixa de proteção (CP) ...................................................................................................................... 7 3.7. Caixa para medidor ............................................................................................................................ 7 3.8. Carga instalada .................................................................................................................................. 7 3.9. Cavidade de inspeção ........................................................................................................................ 7 3.10. Centro de medição ............................................................................................................................. 7 3.11. Circuito alimentador ........................................................................................................................... 7 3.12. Circuito de distribuição ....................................................................................................................... 7 3.13. Circuito de interligação ....................................................................................................................... 7 3.14. Concessionária................................................................................................................................... 7 3.15. Condomínio horizontal ....................................................................................................................... 7 3.16. Condutor de aterramento ................................................................................................................... 7 3.17. Condutor de proteção ........................................................................................................................ 7 3.18. Consumidor ........................................................................................................................................ 8 3.19. Disjuntor ............................................................................................................................................. 8 3.20. Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) ..................................................................................... 8 3.21. Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) ............................................................ 8 3.22. Energia elétrica ativa .......................................................................................................................... 8 3.23. Energia elétrica reativa ...................................................................................................................... 8 3.24. Entrada de energia ............................................................................................................................. 8 3.25. Entrada de serviço ............................................................................................................................. 8 3.26. Limite de propriedade ........................................................................................................................ 8 3.27. Livre e fácil acesso ............................................................................................................................. 8 3.28. Medidor .............................................................................................................................................. 8 3.29. Origem da instalação ......................................................................................................................... 8 3.30. Pontalete ............................................................................................................................................ 8 3.31. Ponto de entrega ................................................................................................................................ 8 3.32. Poste concreto armado com caixa de medição embutida ................................................................. 9 3.33. Poste metálico com caixa de medição acoplada ............................................................................... 9 3.34. Poste particular .................................................................................................................................. 9 3.35. Poste particular compartilhado........................................................................................................... 9 3.36. Prédio de múltiplas unidades consumidoras ..................................................................................... 9 3.37. Quadro ou painel de medidores ......................................................................................................... 9 3.38. Ramal de entrada ............................................................................................................................... 9 3.39. Ramal de ligação................................................................................................................................ 9 3.40. Ramal de profundidade ...................................................................................................................... 9 3.41. Unidade consumidora ........................................................................................................................ 9 4. Condições gerais de fornecimento........................................................................................................... 9 4.1. Campo de aplicação .......................................................................................................................... 9 4.2. Tensão de fornecimento .................................................................................................................... 9 4.3. Identificação da unidade consumidora .............................................................................................. 9 4.4. Consulta prévia ................................................................................................................................10 4.5. Localização do ponto de entrega .....................................................................................................10 4.6. Limites de fornecimento ...................................................................................................................10 4.7. Determinação do tipo de fornecimento ............................................................................................10 5. Critério para ligação ...............................................................................................................................13 5.1. Pedido de ligação .............................................................................................................................13 5.2. Ligação provisória (temporária) .......................................................................................................13 5.3. Ligação definitiva..............................................................................................................................13 5.4. Ramal de profundidade ....................................................................................................................14

...................................................................40 ANEXO L ...............................................44 ANEXO R..............................................................................................................................................................41 ANEXO M .............................................................2.56 ANEXO W .........................6............................................................14 6.................. Com ramal de entrada subterrâneo ....................................................2..14 6.................44 ANEXO Q ...........23 9.................................................................................................................................1....26 10....22 9.......................................................................................................................1.................................1..............................................2....................................................................................................... Cálculo da demanda .................... Caixa de entrada e distribuição (CED) .............. Medição .............................24 9.................4. Localização da medição ...........................46 ANEXO T ................................................................................................42 ANEXO N...................................................................... Entrada de serviço da instalação consumidora ................................54 ANEXO U........... Instalação da medição ..........................................................................................................................................25 10.................................................................................................................................................................................................... Condições não permitidas ........................................................................................................................................................................................................................ Projeto .........17 8........................................................................................................................................................................................................................................................18 8.................................................................................................................................................................................................................. Aterramento.................................................36 ANEXO E ..........................33 ANEXO C... Proteção contra sobretensões transitórias ...........................................................................................................................................29 11..........3...............5................... Aspectos construtivos .............. Proteção contra inversão de fases...1...........................................................................18 8..........................................................................32 ANEXO B ........................ Vigência ..................................................... Prédio de múltiplas unidades consumidoras ..............................16 7.....29 10.....................25 9......................20 8................................. Caixas e/ou painéis para medição ...................................................26 10.......................................34 ANEXO D..........................61 ......................................................................................................................................................... Geração própria ................................................................................................................................................................................28 10................................................................................................59 ANEXO Y ................................................3..........................................................................................................................5......................45 ANEXO S ...................30 ANEXOS ANEXO A ....................................................................................................................................................................................................................38 ANEXO I ...............................................................................26 10...........................................................................................................8.......16 7............................................................................................................................ Sistema de emergência .... Apresentação ........................................................23 9..............................................................................................................................................................................................................14 5............................................................2..............................................................43 ANEXO O .............. Caixa de proteção (CP) .................................................... Unidade consumidora .............................. Aspectos construtivos para montagem de quadro ou painéis de medidores .....................................................5.................................................................................1...........37 ANEXO G .......................................................57 ANEXO X ...................................................................................................................................................................37 ANEXO H...............................................4........................................................................................38 ANEXO J .... Tipos .....................................................................3......28 10...............43 ANEXO P ................................................................................................................................................................................39 ANEXO K ........................... Com ramal de ligação aéreo ......................................................................Regulamento de Instalações Consumidoras 3 5...........23 9............................15 7.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................37 ANEXO F .............................................................................................................................................................................................................................................. Localização e instalação da medição ...14 6...............2.............................7................................................................................................. Proteções adicionais ..........................................6.........................................................26 10.............................................................................................................................................................................................29 10................................................ Disjuntor geral ...................................................................................................................................................................................................................................55 ANEXO V ...... Proteção geral ...................................................................................................................................................................................................

................................ Casa no Alinhamento ......................149 FIGURA 20 – Fixação de Caixas para Medidores .......................................133 FIGURA 9 (A) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta ..................................64 ANEXO AA ................................................................................................................................... .......................................................................................................................................147 FIGURA 18 – Fixação de Caixas para Medidores .................................................155 .................................................................................................................Regulamento de Instalações Consumidoras 4 ANEXO Z ..........................................................................................................................................128 FIGURA 7 (A) – Entrada de Energia com Medição Monofásica Instalada em Poste de Aço ......................................................................................................145 FIGURA 16 – Afastamento Mínimo para Ancoragem do Ramal de Ligação ..............................................................................................................124 FIGURA 4 – Disposição do Ramal de Entrada Subterâneo .............................132 FIGURA 8 (C) – Entrada de Energia com Medição Instalada com Poste Compartilhado ......................................................................134 FIGURA 9 (B) – Entrade de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal .................................................................................148 FIGURA 19 – Fixação de Caixas para Medidores .............................................................................................123 FIGURA 3 – Disposição da Entrada de Serviço..............................................................................................................................................................154 FIGURA 25 – Caixas para Agrupamento de Medidores Pertencentes a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com um Centro de Medição .................90 FIGURAS FIGURA 1 – Componentes da Entrada de Serviço ...........................................................................................................................152 FIGURA 23 – Montagem das Caixas para Medidores Monofásicos .......................................................................................136 FIGURA 9 (D) – Entrada de Energia com Medição Frontal Instalada em Grade ....137 FIGURA 10 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Parede Frontal..............139 FIGURA 12 – Entrada de Energia com Medição Instalada na Parede com Pontalete...138 FIGURA 11 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Parede Lateral............126 FIGURA 5 (B) – Medição Independente da Área Privada .......................................153 FIGURA 24 – Montagem das Caixas para Medidores Polifásicos........................125 FIGURA 5 (A) – Medição Independente da Área Privada (Vista Superior) ......129 FIGURA 7 (B) – Entrada de Energia com Medição Polifásica Instalada em Poste de Aço ...................................130 FIGURA 8 (A) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Lateral com Poste Compartilhado ..............................122 FIGURA 2 – Alturas Mínimas do Ramal de Ligação ao Solo..............................................................................................................................................141 FIGURA 13 (B) – Medição Fixada no Poste da Concessionária .....................................146 FIGURA 17 – Ancoragem do Ramal de Ligação ..............................................................135 FIGURA 9 (C) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal ...............140 FIGURA 13 (A) – Medição Fixada no Poste da Concessionária .............................................................................................144 FIGURA 15 – Ramal de Entrada Subterrâneo ..........................................................................................................................................................................................151 FIGURA 22 – Disposição dos Eletrodutos ......................................................................................................131 FIGURA 8 (B) – Entrada de Energia com Medição Instalada em Muro ou Mureta Frontal com Poste Compartilhado ..................................................................................................................................... Prédio no Alinhamento ................................127 FIGURA 6 – Entrada de Energia com Medição Instalada em Poste Particular ........................142 FIGURA 13 (C) – Medição Fixada no Poste da Concessionária ..................................143 FIGURA 14 – Disposições dos Isoladores do Ramal de Ligação com Condutor Multiplexado / Singelo ...150 FIGURA 21 – Fixação de Caixas para Medidores ......................................................

............................. não implicando em qualquer responsabilidade das concessionárias.164 FIGURA 31 (B) – Caixas para Agrupamentos .........161 FIGURA 30 (C) – Poste Particular ........................ NORMAS COMPLEMENTARES Na aplicação deste Regulamento......... vigentes na época da sua utilização..167 FIGURA 34 – Haste de Aterramento ........................................... d) orientar os consumidores. obedecendo recomendações da ABRADEE .......................169 FIGURA 36 – Isoladores .... b) estabelecer as condições gerais de utilização de energia elétrica.......................168 FIGURA 35 – Armação Secundária e Suporte.................... serão objetos de análise e decisão por parte da concessionária.......................................................... 2....................................................... motivo pelo qual os interessados devem.................................................................162 FIGURA 30 (D) – Poste Particular ........................................................................... para o fornecimento de energia elétrica......................................... Os casos omissos ou aqueles que.......... Normas Internacionais e Resoluções da ANEEL...........159 FIGURA 30 (A) – Poste Particular ..................................................................... exijam estudos especiais..... A....157 FIGURA 28 – Painel para Agrupamento de Medidores Ocupando Três Paredes............. bem como sobre os riscos e danos à propriedade............... através de rede aérea................................................. CEEE ...... com relação à qualidade e segurança dos materiais fornecidos por terceiros............... Aplica-se tanto para projetos e/ou instalações novas.......................Regulamento de Instalações Consumidoras 5 FIGURA 26 – Caixas para Agrupamento de Medidores Pertencentes a Prédios de Múltiplas Unidades Consumidoras com Mais de um Centro de Medição .................................................. às unidades consumidoras na área de concessão das empresas AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S......................... poderá ser necessário consultar as Normas da ABNT.................173 1...........................................................Associação Brasileira de Normas Técnicas...........................................................................................166 FIGURA 33 – Caixas de Passagem de Ramal de Entrada Subterrâneo .............Associação Brasileira de Empresas Distribuidoras de Energia Elétrica.............................. As disposições desta Norma visam: a) atender as consultas dos interessados no fornecimento de energia elétrica................ no Estado do Rio Grande do Sul...............160 FIGURA 30 (B) – Poste Particular .........................................Companhia Estadual de Energia de Distribuição de Elétrica e RGE ... bem como da legislação em vigor........ quanto à maneira de obterem ligação. OBJETIVO Este Regulamento tem por objetivo padronizar e estabelecer as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição............. como para reformas............. c) dar orientação técnica para o projeto e execução de entradas de serviço de unidades consumidoras........165 FIGURA 32 – Caixas de Proteção e Distribuição..........................158 FIGURA 29 – Sistema de Emergência............... periodicamente.................................156 FIGURA 27 – Painel para Agrupamento de Medidores Ocupando Duas Paredes ...................... consultar a concessionária quanto a eventuais modificações.........170 FIGURA 37 – Tubo de Aterramento ..........................................172 FIGURA 39 – Armação Secundária Policarbonato ..........................163 FIGURA 31 (A) – Caixas para Unidades Consumidoras Individuais ...A.......171 FIGURA 38 – Detalhe de Aterramento............................................... em qualquer tempo.................... Os órgãos técnicos da concessionária encontram-se à disposição dos interessados para prestar quaisquer esclarecimentos técnicos.................................................................... Os dispositivos deste Regulamento aplicam-se às condições normais de fornecimento de energia elétrica................................................................... das normas da ABNT .................................................................................. Este Regulamento poderá........... .......... sofrer alterações por razões de ordem técnica ou legal............................................ julgados necessários............................................. Os materiais fornecidos devem atender às exigências do INMETRO e observar o “Código de Defesa do Consumidor”.............Rio Grande Energia S............ pelas características excepcionais.......

com revestimento protetor. 3.Regulamento de Instalações Consumidoras 6 Normas da ABNT NBR 5361 Disjuntor de baixa tensão – Especificação NBR 5410 Instalações elétricas de baixa tensão – Especificação NBR 5419 Proteção de estrutura contra descargas atmosféricas . Regulamentação da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) . dimensões e características – NBR 6249 Padronização NBR 6323 Aço ou ferro fundido . formatos.propileno (EPR) para NBR 7286 tensões de 1 a 35kV – Especificações Cabos de potência com isolação sólida extrudada e polietileno reticulado (XLPE) para NBR 7287 tensões de 1 a 35kV – Especificações Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para NBR 7288 tensões de 1 a 20kV – Especificações Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas urbanas e rurais de distribuição de energia NBR 8159 elétrica. dimensões e tolerâncias – Padronização Postes de concreto armado para redes de distribuição de energia elétrica – NBR 8451 Especificação NBR 8456 Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica Postes de eucalipto preservado para redes de distribuição de energia elétrica – NBR 8457 Dimensões Proteção elétrica e compatibilidade eletromagnética em redes internas de NBR 14306 telecomunicações em edificações – Projeto NBR IEC 60050 Instalações elétricas em edificações NR 10 Segurança em instalações e serviços em eletricidade Outros: Regulamento de Instalações Consumidoras com Fornecimento em Tensão Primária de Distribuição (RIC MT). Isoladores de porcelana ou vidro tipo roldana.1.6/1kV sem cobertura – Especificações Cabos de potência isolação sólida estrutura de borracha etileno . com rosca ANSI/ASME – NBR 5597 Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono. .Condições gerais de fornecimento de energia elétrica em vigência. localizadas em um só ponto e que não disponham de área em condomínio com a utilização de energia elétrica. com revestimento protetor e rosca NBR NBR 5624 8133 – Especificação Fios e cabos com isolação sólida estruturada de cloreto de polivinila para tensões até NBR 6148 750V sem cobertura – Especificação NBR 6150 Eletroduto de PVC rígido – Especificação NBR 6231 Poste de madeira – Resistência à flexão NBR 6232 Poste de madeira – Penetração e retenção de preservativo NBR 6248 Isoladores de porcelana tipo castanhas dimensões e características – Padronização.Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades Conjunto de unidades consumidoras caracterizadas por medições individualizadas. com revestimento protetor. TERMINOLOGIAS E DEFINIÇÕES 3. com costura. com rosca NBR 6414 – NBR 5598 Especificação Eletroduto rígido de aço-carbono.Revestimento de zinco por imersão a quente – Especificação NBR 6591 Tubos de aço-carbono com estrutura de seção circular – Especificação NBR 6880 Condutores de cobre para cabos isolados – Padronização Cabos de potência com isolação sólida estrutura de polietileno termofixo para tensões NBR 7285 até 0.

caracterizadas pela existência de mais de uma unidade consumidora e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica. 3.9. Condutor de aterramento Condutor que interliga a haste de aterramento à primeira conexão com o condutor neutro da medição ou Centro de Medição. Caixa de proteção (CP) Caixa metálica ou plástica em PVC antichama. Centro de medição Local onde está situada a medição de duas ou mais unidades consumidoras.10. Caixa para medidor Caixa destinada à instalação de um ou mais medidores. Cavidade de inspeção Caixa ou tubo destinados a possibilitar a inspeção da haste e conexões dos condutores de aterramento e proteção.17.16. com via interna (trânsito de veículo). 3. podendo ainda conter o barramento e os transformadores de corrente para medição.11. 3. 3. prédios de múltiplas unidades consumidoras ou lotes individualizados.2. 3.5. seus acessórios e dispositivos de proteção. destinada a garantir a inviolabilidade das ligações aos terminais de cada medidor. o barramento e os transformadores de corrente para medição. ou similares.12.13. Condutor de proteção Condutor que liga as massas e os elementos condutores estranhos à instalação a um terminal de aterramento principal. Condomínio horizontal Conjunto de unidades consumidoras. Caixa de entrada e distribuição (CED) Caixa metálica destinada a receber o ramal de entrada e as proteções.7. 3.15. 3. 3. expressa em quilowatts (kW).6. 3. 3.8. 3. Circuito de interligação Circuito que interliga a Caixa de Entrada e Distribuição (CED) com a Caixa de Distribuição (CD) ou ainda entre Caixas de Distribuição (CD´s). em condições de entrar em funcionamento. Circuito alimentador Circuito que interliga a medição às instalações internas da unidade consumidora. 3. Carga instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora. Circuito de distribuição Circuito que interliga a Caixa de Distribuição ou a Caixa de Entrada de Distribuição com as Caixas de Proteção ou entre Caixas de Proteção.3.Regulamento de Instalações Consumidoras 7 3.14. podendo conter as proteções dos circuitos de interligação. Barra de Proteção Barra de cobre para a interligação do condutor de proteção das unidades consumidoras com o condutor de proteção da haste de aterramento. 3. Caixa de passagem Caixa destinada a possibilitar mudanças de direção e facilitar a enfiação dos condutores. 3. localizados em áreas fechadas e privativas.4. 3. Caixa de distribuição (CD) Caixa metálica destinada a interligar circuitos. . Concessionária Agente titular de concessão federal para a prestação de serviços públicos de energia elétrica.

26. de áreas de uso comum no caso de condomínios horizontais e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros.25. Entrada de serviço Condutores. a qualquer tempo.19. Livre e fácil acesso Acesso de empregados e prepostos da concessionária no local da medição. até a proteção geral. observada a conveniência técnica da concessionária.30. No caso de prédio de múltiplas unidades. 3. eletrodo de aterramento e ferragens. 3. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da concessionária e a medição. 3. quando o prédio estiver localizado no limite da propriedade com alinhamento da via pública.29. participando . que solicitar à concessionária o fornecimento de energia elétrica e assumir expressamente a responsabilidade pelo pagamento das faturas e demais obrigações regulamentares e/ou contratuais. Ponto de entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da concessionária com as instalações elétricas da unidade consumidora. Medidor Aparelho instalado pela concessionária. no alinhamento designado pelo poder público. 3. desligando imediatamente a alimentação deles. poste particular ou pontalete. 3. expressa em quilowatt-hora (kWh). Dispositivo de proteção contra surtos (DPS) Dispositivo utilizado para limitar as sobretensões transitórias e escoar os surtos de corrente originários de descargas atmosféricas em redes de energia. Dispositivo de proteção a corrente diferencial-residual (DR) Dispositivo utilizado para detectar fugas de correntes que possam existir em circuitos elétricos.27. leitura e inspeções necessárias. Energia elétrica ativa Energia elétrica ativa que pode ser convertida em outra forma de energia. preparada de forma a permitir a ligação de uma ou mais unidades consumidoras à rede das concessionárias. servindo para instalar o ramal de entrada. 3.20. Entrada de energia Instalação de responsabilidade do consumidor. compreendendo ramal de entrada.18. sem qualquer tipo de interferência e/ou impedimento físico.31. com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica. até o qual a concessionária é responsável pelo fornecimento de energia elétrica.28. Limite de propriedade Demarcações que separam a propriedade do consumidor da via pública. 3. equipamentos e acessórios. 3. caixas. 3. 3.Regulamento de Instalações Consumidoras 8 3. 3. Disjuntor Disjuntor termomagnético destinado a proteger o condutor e interromper o fornecimento de energia. suspensão de fornecimento. Origem da instalação A origem da instalação de Baixa Tensão está localizada junto à proteção geral. para fins de ligação. conforme NBR 5361.22. legalmente representada. Consumidor Pessoa física ou jurídica.23. Energia elétrica reativa Energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada.21. sem produzir trabalho. com a finalidade de ancorar e fixar o ramal de ligação.24. dispositivos de proteção. 3. expressa em quilovolt – ampère – reativo – hora (kvarh). ou comunhão de fato ou de direito. Pontalete Suporte instalado no muro ou prédio do consumidor. 3.

na freqüência de 60Hz. como salas.39.41.33. bem como a instalação da medição. seus acessórios e dispositivos de proteção.36. 4. com extensão superior a 40m. qualquer que seja a carga. com fabricantes devidamente cadastrados junto à concessionária. localizado em compartimento de prédio de múltiplas unidades e/ou agrupamento. nas tensões nominais de 220/127V e 380/220V. Poste particular compartilhado Poste instalado na divisa entre duas propriedades com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. lojas.Regulamento de Instalações Consumidoras 9 dos investimentos necessários e responsabilizando-se pela execução dos serviços.37. caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega. 4. No caso de prédio de múltiplas unidades. apartamentos. Identificação da unidade consumidora Toda unidade consumidora deve ser identificada. Ramal de entrada Condutores e acessórios. por número fornecido pelo órgão competente do poder público municipal. com medição individualizada e correspondente a um único consumidor. mediante a utilização de material apropriado.32.38.1.34. bem como a instalação de medição individual. podendo ainda sustentar a linha telefônica e TV a cabo. 3. 3. 3. Poste particular Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. 3. até a proteção geral.35. que viabilize o fornecimento de energia elétrica para unidade consumidora localizada em área rural. compreendidos entre o ponto de derivação da rede da concessionária e o ponto de entrega. Ramal de ligação Condutores e acessórios. 3. Poste concreto armado com caixa de medição embutida Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. operação e manutenção. 3. Ramal de profundidade Caracteriza-se por ramal de profundidade o circuito alimentador.40. caracterizando-se como limite de responsabilidade de fornecimento. compreendidos entre o ponto de entrega e a medição. Prédio de múltiplas unidades consumidoras Prédio que possua mais de uma unidade consumidora. 3. 4. CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 4. e/ou dependências semelhantes. e que disponha de área de uso comum com utilização de energia elétrica. Quadro ou painel de medidores Quadro destinado à instalação dos medidores. 3. Campo de aplicação Aplica-se nas ligações das unidades consumidoras com carga instalada até 75 kW e nas de prédios de múltiplas unidades consumidoras. Tensão de fornecimento O fornecimento de energia elétrica em tensão secundária de distribuição na área de concessão das concessionárias.2. bem como a instalação de medição individual.3. bem como a instalação de duas medições individuais monofásicas. 3. é feito em corrente alternada. Poste metálico com caixa de medição acoplada Poste instalado na propriedade do consumidor com a finalidade de ancorar o ramal de ligação. 3. Unidade consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos. com fabricantes devidamente cadastrados junto à concessionária. .

Esta carga será o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação declaradas. Nota: Por razões de ordem técnica.4.4. Para o atendimento de prédios de múltiplas unidades consumidoras residenciais e/ou mistos com demanda total superior a 115kVA calculada. 4. conforme RIC de MT – Regulamento de Instalações Consumidoras em Média Tensão. c) havendo conveniência técnica por parte da concessionária. Localização do ponto de entrega O ponto de entrega de energia elétrica deverá situar-se na conexão do ramal de ligação com o ramal de entrada.1. A2. o interessado deve consultar a concessionária. conforme o número de fases: Tipo A – monofásico – dois condutores (uma fase e o neutro).7. 4. 4. ressalvados os seguintes casos: a) para unidades consumidoras e prédios de múltiplas unidades consumidoras a serem atendidas diretamente pela rede da via pública em baixa tensão. Para prédios de múltiplas unidades. Tipo B – bifásico – três condutores (duas fases e o neutro). e ANEXO D (fatores de demanda para iluminação. visando obter informações orientativas a respeito das condições de fornecimento de energia elétrica. . deverá ser computada as suas respectivas quantidades e potências individuais.5. Determinação do tipo de fornecimento São três os tipos de fornecimento. o ponto de entrega poderá situar-se dentro do imóvel em que se localizar a unidade consumidora. conforme ANEXOS T e U (área e fator de diversidade dos apartamentos) para a parte residencial e conforme item 7. deverá ser calculada a carga instalada de cada unidade consumidora. informações a respeito do tipo de fornecimento de energia à edificação. 4. 4. tomadas e força motriz) para a parte comercial. Tipo C – trifásico – quatro condutores (três fases e o neutro).1. Reforma Em casos de reforma. o ponto de entrega situar-se-á no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento.6. o ponto de entrega situar-se-á na conexão deste ramal com a rede aérea.1. dependendo de consulta prévia à concessionária com relação às condições técnicas ou de segurança. este Regulamento pode ser aplicado em parte ou no seu todo. Nota: Prédios de múltiplas unidades devem ser atendidos por uma única entrada de energia e ter um só ponto de entrega.7. de segurança ou a critério da concessionária. B1 e B2 Para determinação destes. Quando houver cargas de motores. b) para os condomínios horizontais.Regulamento de Instalações Consumidoras 10 4. Fornecimento tipo A1. Limites de fornecimento O fornecimento deve ser efetuado em tensão secundária nas ligações individuais com carga instalada até 75kW. independente das condições acima. os projetistas devem requisitar junto à concessionária. previamente. deve ser prevista uma área do condomínio para o(s) posto(s) de transformação de uso exclusivo.2. podem ser estabelecidos valores diferentes aos limites mencionados. estética. Consulta prévia Antes de construir ou adquirir os materiais para a execução da entrada de energia. com entrada subterrânea.

conforme exemplos. bem como os limites para a ligação de motores ou aparelhos de solda. 2 Mesmo sendo especificado o fornecimento a dois condutores. caso o consumidor tenha previsão de aumento de carga.Regulamento de Instalações Consumidoras 11 Exemplo: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Aspirador de pó Ferro de passar roupa (regulável) Máquina de lavar roupa Enceradeira Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores 150W Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W CARGA INSTALADA Potência (W) 5. (carga de flutuação brusca de tensão). Sobre a carga total em kVA aplica-se fator de demanda 0. . por faixa de carga instalada ou de demanda.000 200 200 1. refere-se à unidade consumidora localizada em área rural e atendida com transformador monobucha. para cada tipo de fornecimento. etc. Para a determinação da demanda mínima a ser considerada no fornecimento deve-se observar o maior valor entre a demanda calculada e a maior potência dentre os equipamentos a serem ligados. Quando houver cargas de motores.500 1. máquinas de solda.850 No ANEXO J são representados os limites. Para determinar a demanda de cada unidade consumidora. devem ser consideradas as suas respectivas quantidades e potências individuais.000 1.. permite-se a instalação de padrão polifásico. geradores.2. as instalações podem possuir aparelhos que requeiram número de fases superior ao do tipo correspondente a sua carga instalada. Fornecimento tipo A3 O fornecimento do tipo A3. Notas: 1 Em casos especiais.500 350 400 1.5. que é o somatório das potências nominais de placa dos aparelhos elétricos e das potências de iluminação. raios-X. 3 Os limites para aparelhos de eletrogalvanização. 4 As unidades consumidoras atendidas por duas ou três fases. devem ter suas cargas distribuídas entre as fases de modo a obter-se o maior equilíbrio possível. deve ser calculada a carga instalada desta. estão sujeitos a estudo nos diversos tipos de fornecimento.7. 4.300 300 800 300 12.

5 CV = 7. visto que esta é superior à demanda do motor de maior potência. Neste caso a demanda a ser considerada é a demanda total da instalação.Regulamento de Instalações Consumidoras 12 Exemplo 01: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 1 1 1 1 2 8 5 1 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Ferro de passar roupa Máquina de lavar roupa Liquidificador Secador de cabelo Ventiladores 150W Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W Motor monofásico – 7. Neste caso a demanda a ser considerada é a demanda do motor. visto que esta é superior a carga total demandada.5) D = 18. Exemplo 02: (conforme ANEXO C) Quantidade 1 1 1 2 4 1 Aparelhos e Lâmpadas Chuveiro Televisor Refrigerador Lâmpadas 100W Lâmpadas 60W Motor monofásico – 7.5CV CARGA INSTALADA Potência (W) Potência (VA) 5000 200 200 1500 1500 400 1300 300 800 300 5520 17020 5000 200 200 1500 1500 400 1300 300 800 300 7400 18900 Calculo da demanda: D (kVA) = P (kVA) x FD (0. conforme item 7.5 = 9.4 kVA (ANEXO G).2.7.5CV CARGA INSTALADA Potência (W) Potência (VA) 5000 150 150 200 240 5520 11260 5000 150 150 200 240 7400 13140 Calculo da demanda: D (kVA) = P (kVA) x FD (0.45 kVA Demanda do motor monofásico de 7. .3. deve ser calculada a demanda de cada unidade consumidora. 4.5) D = 13.14 kVA x 0.90 kVA x 0.4 kVA (ANEXO G).5 = 6.57 kVA Demanda do motor monofásico de 7. Fornecimento do tipo C1 a C20 Para determinação deste.5 CV = 7.

conforme NBR 5410.Regulamento de Instalações Consumidoras 13 5. visando manter o fornecimento adequado a todos os consumidores da área. Instalação consumidora única A ligação da unidade consumidora fica condicionada à prévia vistoria e aprovação da entrada de energia. 5. 3 Apesar de não ser exigência da concessionária para efetivar a ligação. às expensas do consumidor. onde se encontra a unidade consumidora. Notas: 1 A concessionária deve informar sobre a necessidade de execução de serviços nas redes e/ou instalação de equipamentos de proteção e/ou de transformação. devem ser obedecidas. A concessionária pode considerar como fornecimentos provisórios ou temporários. CRITÉRIO PARA LIGAÇÃO 5. b) o imóvel. 5. A ligação dependerá de verificação e/ou estudo da rede. 2 As condições técnicas. . é recomendável que os consumidores instalem dispositivos de proteção contra a falta e inversão de fases.3. antes da provável data de conclusão da obra do prédio. a critério da concessionária.1. proteção a corrente diferencial-residual (DR). acompanhada da ART referente à execução da entrada de serviço. de segurança e regulamentares. dispensando-se a apresentação de projeto. circos.3. o endereço onde será efetuada a ligação e os dados de identificação do consumidor.2. somente será ligada após a prévia concordância da concessionária. conforme a carga solicitada. que deve providenciar. conforme a legislação vigente. 5. Prédio de múltiplas unidades A solicitação do pedido de fornecimento definitivo deve ocorrer num prazo mínimo de noventa (90) dias. estiver afastado a mais de 30 metros da rede de distribuição.2. Ligação definitiva 5. como máquinas de solda. Este prazo é necessário para elaboração de estudos e/ou execução de obras na rede de distribuição. alterações no sistema elétrico. d) existirem aparelhos com carga de flutuação brusca de tensão. informando a carga instalada discriminada. materiais e transporte são de responsabilidade do consumidor.1. b) Eventos Caracteriza-se por ser efetuada com ou sem medição. devidamente quitada. por prazos pré-estabelecidos com os consumidores. se: a) a carga instalada exigir. 4 Toda a instalação ou carga suscetível de ocasionar perturbações ao fornecimento regular a outras unidades consumidoras. os que se destinarem a festividades. gerador. quanto ao projeto e execução das instalações elétricas internas do prédio. Ligação provisória (temporária) A ligação provisória poderá ser do tipo: a) Obras Caracteriza-se por ser efetuada com medição para o atendimento de obras de construção ou reforma de edificação.3. raios-X e outros aparelhos. aparelhos de eletrogalvanização. exposições e similares. 2 O atendimento do pedido de ligação não transfere a responsabilidade técnica para a concessionária. c) quando a configuração da rede de distribuição da concessionária não for compatível com o tipo de fornecimento solicitado. parques de diversões. Notas: 1 Todas as despesas tais como: mão-de-obra. A ligação das unidades consumidoras fica condicionada à prévia inspeção e aceitação da entrada de serviço de acordo com o projeto liberado pela concessionária. Pedido de ligação O interessado deve entrar em contato com a concessionária.

independente e sem interligação com o circuito da concessionária. Em cada centro deve ser previsto um número mínimo de oito unidades consumidoras.4. . Geração própria Na instalação de geradores particulares para atendimento de emergência. 5. exceto em áreas rurais em que a rede de distribuição da concessionária estiver dentro da propriedade do consumidor. poste particular ou no prédio. d) utilização das tubulações destinadas aos condutores que transportam energia elétrica para quaisquer outras finalidades. e) interferência de pessoas estranhas no equipamento da concessionária. o mais próximo do limite da propriedade com a via pública. em área de uso comum.5.1.o quadro ou painel de medição deve estar localizado. Localização da medição Devem estar localizadas: a) Individuais . LOCALIZAÇÃO E INSTALAÇÃO DA MEDIÇÃO 6. Agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades A ligação das unidades consumidoras que atendam as condições previstas no ANEXO Z. com condutor do ramal de 2 2 entrada de 25mm na tensão de 220/127 V ou 50A e 10 mm na tensão de 380/220 V. . b) Prédios de múltiplas unidades . dependem de encaminhamento de projeto para análise e liberação de carga.embutido no corpo do muro ou mureta. Condições não permitidas a) paralelismo de geradores particulares para atendimento de emergência com o sistema da concessionária.embutido no corpo do prédio. Todas as demais situações não previstas no ANEXO Z.5m do alinhamento da via pública (ver figura 3). com potência nominal superior a 2kVA. desde que a proteção geral fique limitada a 70A. Ramal de profundidade Para utilização desta modalidade de fornecimento. não depende de apresentação de projeto. em prédios construídos junto ao limite da propriedade com a mesma.6. c) aumento da carga instalada. consultar a concessionária. com acesso independente. 6. deve ser apresentado o projeto elétrico da instalação interna.Regulamento de Instalações Consumidoras 14 5.para a instalação de mais de um centro de medição. no máximo a 0. b) construção de um circuito de emergência alimentado por gerador particular. utilizando caixa de medição (ver figura 10). . . f) utilização de aparelhos de solda a transformador monofásicos. exceto o disposto no item 5. b) extensão das instalações elétricas de uma unidade consumidora para além dos seus limites ou à propriedade de terceiros. O projeto deve conter ainda uma das seguintes soluções: a) instalação de um sistema de intertravamento entre o gerador e o disjuntor geral. com o alinhamento da via pública (ver figuras 9B e 9C).1. 5. com a frente voltada para a via pública. além do limite correspondente a sua categoria de fornecimento.5.3.1.na propriedade do consumidor. juntamente com as especificações técnicas do equipamento. o mesmo deve prever o atendimento de mais de quinze unidades consumidoras. mureta. sempre que possível tecnicamente. .no muro. 5. de livre e fácil acesso da concessionária (ver figura 5A a 12). 6.3. sem a prévia autorização da concessionária.

sujeita a trânsito e/ou manobra de veículos. Instalação da medição a) em cada unidade consumidora.em locais sujeitos a gases corrosivos.em subsolos. trailers fixos. . . a medição deve estar localizada na estrutura de sustentação deste. Deve conter ainda.nas proximidades de máquinas. . . 3 É admitido recuo maior por exigência comprovada do poder público.5m do limite de propriedade com a via pública. chaveiros. bombas. .devem estar localizados no muro.1. controlador de velocidade. . Na impossibilidade a medição deve ser fixada no poste da concessionária (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). quando a medição situar-se no poste da concessionária.para telefonia e similares instaladas no passeio público.para TV a cabo e similares instaladas junto à rede de distribuição. limitada a uma distância máxima de 3 m do poste em que está fixada a medição. no máximo a 0. a medição deve ser instalada no poste da rede de distribuição (consultar a concessionária).em locais de difícil acesso. mediante autorização do poder público concedente. 2 A unidade consumidora deve estar localizada no mesmo lado da rede de distribuição. a medição deve ser fixada no poste da concessionária (ver figura 13A e Nota 1 abaixo). mureta ou poste particular. . a mesma deve prever restrição física. etc. a medição poderá estar localizada junto aos módulos correspondentes ou ainda no poste da concessionária (ver figura 13B e Nota 1 abaixo). localizados em via pública. pode ser aceita entrada de energia individualizada. .para unidades consumidoras móveis (trailers. . utilizando compartimento aberto ou fechado. Notas: 1 Quando a medição estiver localizada em área de uso comum. 6. . garagens e depósitos. Na impossibilidade.áreas entre prateleiras. a medição deve ser fixada no poste da rede de distribuição da concessionária. fica a cargo do consumidor a mudança para outro que esteja dentro das especificações deste Regulamento.2. vans). usar caixa de medição provida de fechadura ou cadeado padrão (exceção feita a CPO).1. poeira e trepidações excessivas. que garanta a distância regulamentar mínima para o acesso de pessoal da concessionária. está condicionada a apresentação prévia da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) CREA/RS ou cadastro da empresa na concessionária. . . tomada de espera provida de disjuntor termomagnético e proteção para corrente diferencial residual (DR) (ver figura 13C e Notas 1 e 2 abaixo).pavimento superior de qualquer tipo de prédio com residência única. Não devem estar localizadas: . .para out doors localizados em áreas públicas. com má iluminação e sem condições de segurança. 2 No caso de modificação da situação existente. 3 Para todos os casos acima em que a unidade consumidora ficar em uma área delimitada (cerca ou muro) e com acesso independente. Casos especiais .. a medição deve ser agregada à entrada de energia eventualmente existente.interiores de vitrinas. Neste caso.Regulamento de Instalações Consumidoras 15 c) Agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades .escadarias. devem ser observados os seguintes aspectos: garantia do livre e fácil acesso e a obrigatoriedade do ramal de entrada ser subterrâneo. tanques e reservatórios.para bancas de revistas. que torne o local da medição inacessível. em área comum.3. 6.2. 6.para out doors localizados em propriedades particulares. inundações. terminais de ônibus ou de táxi. Notas: 1 A execução das instalações elétricas.

devidamente quitada e assinada por profissional habilitado e pelo proprietário. Notas: 1 Os profissionais responsáveis pelos projetos e/ou execuções devem estar com sua situação regularizada junto ao CREA . às instalações elétricas de sua propriedade. c) em unidade consumidora que venha a ser subdividida.1. adaptando-se aos padrões da concessionária. dobradas em formato A4) com a área acima do selo reservada para utilização da concessionária. . referentes ao funcionamento dos aparelhos e da instalação.1. pela concessionária. Apresentação O projeto deve ser apresentado. o livre acesso dos representantes da concessionária. de forma a permitir uma única medição. PROJETO Deve ser apresentado nas seguintes situações: a) unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kW (conforme RIC MT).1. devidamente credenciados e identificados. Arquitetura e Agronomia. 2 Toda e qualquer obra que necessite de projeto elétrico para entrada de serviço e quadro ou painel de medição. e suas atribuições específicas anotadas em carteiras expedidas pelo Conselho. As eventuais ressalvas devem ser observadas e conter a anuência do responsável técnico.Regulamento de Instalações Consumidoras 16 b) em prédios de múltiplas unidades consumidoras. em conformidade com a regulamentação emanada do CONFEA . Arquitetura e Agronomia. Validade O projeto tem validade de 02 (dois) anos a contar da data de liberação. 3 O projeto deve atender o que estabelece a NR 10 – Segurança em Projetos. neste período. 3 O consumidor deve permitir a qualquer tempo. Nota: O projeto. 7.3.Conselho Federal de Engenharia. no mínimo. 7. 2 As instalações elétricas de cada unidade consumidora devem obedecer às normas da ABNT. 7. em três vias (padrão ABNT. d) em unidades consumidoras que venham a ser unificadas. Notas: 1 Os medidores e equipamentos destinados à medição são de propriedade da concessionária. as especificações e a construção das instalações elétricas internas do prédio devem obedecer às normas da ABNT. somente após vistoria e aprovação da entrada de serviço. 7.1. Requisitos para análise do projeto de prédio com múltiplas unidades consumidoras O projeto elétrico da entrada de serviço deve ser apresentado independente da carga instalada. da administração ou do proprietário do prédio.Anotação de Responsabilidade Técnica. c) agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades não previstas no item 5. b) prédio de múltiplas unidades consumidoras. fornecendo-lhes os dados e informações solicitadas. e conter.1. uma via será devolvida ao interessado. ficando a seu critério a instalação daqueles que julgar necessários bem como sua substituição quando considerada conveniente. Os mesmos serão instalados. devem ser reformadas ou substituídas. somente poderá ter seu início após a liberação do mesmo pela concessionária. 7. Quando consideradas em desacordo ou prejudiciais aos serviços. Não sendo executado dentro deste prazo.3. num prazo máximo de 180 dias após o pedido da ligação provisória.Conselho Regional de Engenharia. sujeitando-se às possíveis alterações sofridas nos padrões. Análise Após a análise e liberação com ou sem ressalvas. suas instalações elétricas internas devem ser adaptadas. conforme padrões vigentes. a área de uso comum deve ter medição própria e ser de responsabilidade do condomínio.2. acompanhado da ART . de forma a permitir uma medição para cada unidade que resultar da subdivisão. as indicações descritas no ANEXO V. deve ser submetido à concessionária para revalidação. suas instalações elétricas internas devem ser adaptadas. pelo interessado.3. pelo interessado.

através da seguinte expressão: D(kVA) = (a+b+1. os seguintes limites mínimos de potência para força motriz devem ser considerados: a) residências individuais: 1kW (ver Nota 1).5kW/unidade consumidora com área entre 40 e 50m² e 2kW/unidade consumidora com área superior a 50m². além dos valores de carga mínima para iluminação e tomadas. com potência até 3. conforme ANEXO J. ser considerada como um único motor e convertida em CV.600W ou 4 kVA (30. b) para 380/220V – 25 kVA.Regulamento de Instalações Consumidoras 17 7. (c) = demanda dos aparelhos de condicionador de ar. Método de cálculo A demanda para entrada de serviço individual ou agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades. c) salas e escritórios: 1kW/15m² de área construída quando não for prevista refrigeração central (ver Nota 1).2. Serve para determinar a categoria de fornecimento de cada unidade consumidora e do conjunto.1. 4 Não deve ser computada a potência de aparelhos de reserva. com carga instalada superior a 15kW (220/127V) ou 25kW (380/220V). 7. devendo a diferença entre estes valores e a carga instalada em motores (kW) e/ou condicionadores de ar tipo janela (kW). considerando o fator de demanda de 100%. calculada conforme ANEXO G. compatibilizada com as previsões mínimas do ANEXO D e item 7. etc. aquecedores. (b) = demanda dos aparelhos para aquecimento (chuveiros. para efeito de utilização da tabela do ANEXO G. deve ser calculada a partir da carga declarada. (unidade em kW). calculada conforme ANEXO D. Notas: 1 Estas potências se referem à previsão para aparelhos de condicionador de ar tipo janela. Nota: No caso de reforma pode ser usado os dados de placa dos aparelhos existentes para elaboração do cálculo da demanda. sendo: (a) = demanda de iluminação e tomadas.2. Previsão de carga Nos cálculos de demanda.2. Cálculo da demanda O cálculo da demanda deve ser feito para a unidade consumidora atendida a quatro condutores. considerar como aparelho condicionador de ar central. deve ser: a) para 220/127V – 15 kVA. calculada conforme ANEXO I. d) lojas e semelhantes: 3kW/unidade consumidora com até 30m² de área construída e 5kW/unidade 2 consumidora com área construída superior a 30m (ver Nota 3). 5 No cálculo de potência para motores.2. b) unidades consumidoras residenciais de entradas coletivas (ver Nota 2): 1kW/unidade consumidora com até 40m² de área construída. fornos. considerar como sendo de janela. (f) = demanda das máquinas de solda a transformador. 1. Nota: A demanda mínima a ser considerada por unidade consumidora. 3 Estas potências se referem à previsão para motores. . Adota-se a potência em CV mais próxima do valor convertido e sua respectiva carga em kVA. considerar 1 HP = 746 Watts e 1 CV = 736 Watts. 7. tipo janela. 6 As ampliações de carga previstas. quando calculada.000 BTU/h). fogões. 2 No caso de previsão de aparelho condicionador de ar tipo “split”. e para o dimensionamento das entradas de serviço.2. (e) = demanda dos motores elétricos e máquinas de solda a motor. quando positiva. devem ser consideradas. calculadas a partir das respectivas correntes máximas totais (valores a serem fornecidos pelos fabricantes). conforme ANEXO D.2.2c+d+e+f). aparelhos de eletrogalvanização e de raio X. Para potências superiores.). calculada conforme ANEXO H. (d) = demanda das unidades centrais de condicionadores de ar. calculada conforme ANEXOS E e F.

. calculada conforme item 7. 2 Em área servida por rede aérea. Avaí. deve-se utilizar a seguinte metodologia: a) toma-se a demanda individual de cada apartamento em função de sua área.4. 8. 7.1. para aumento de cargas futuras. e) no dimensionamento do circuito de distribuição. comercial e residencial. na área delimitada pelas ruas Duque de Caxias. ENTRADA DE SERVIÇO DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA Em zonas de rede de distribuição aérea devem ser: a) com ramal de ligação aéreo (ver figura 1). No caso de unidades consumidoras com medidas diferentes. Annes Dias e 1º Perimetral (Loureiro da Silva. Notas: 1 A instalação do ramal de ligação é feita exclusivamente pela concessionária.1 Este valor deve ser somado à demanda da parte residencial.1. para este atendimento. ou por motivos estéticos. a qual deve ser calculada conforme a metodologia acima. cabe ao mesmo todo o ônus da instalação inicial e manutenção. Exemplos de cálculos de demanda Ver ANEXO S. admite-se a utilização do fator de diversidade 0. Este produto deve ser multiplicado por 1. deve ser observada a seletividade da proteção. obtendo-se a demanda total. conforme ANEXO J.2. b) toma-se o Fator de Diversidade. c) multiplicam-se os valores obtidos em “a” e “b”. Notas: 1 Na utilização deste critério. 3 Quando o consumidor optar por entrada subterrânea. d) ao valor do produto obtido em “c” acrescenta-se a demanda dos serviços de condomínio. Cálculos de queda de tensão A queda de tensão do circuito alimentador não pode exceder a 2%. Sarmento Leite e Conceição) atendida pela rede de distribuição aérea.2.20 (fator de crescimento vegetativo). Prof. em função do número de apartamentos do edifício.5. fica sob sua responsabilidade as eventuais modificações decorrente de alterações na rede de distribuição da concessionária.2.Regulamento de Instalações Consumidoras 18 7. observando-se a tabela constante do ANEXO X. 6 Para a ligação em Porto Alegre. com carga instalada abaixo dos limites de obrigatoriedade constantes no ANEXO J. Com ramal de ligação aéreo Para atendimento de entrada de energia com demanda até 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. exclusivamente residencial. 7. conforme ANEXO T. 2 Em prédios mistos de múltiplas unidades. b) com ramal de entrada subterrâneo (ver figura 1). para dimensionamento da demanda e entrada de serviço. conforme ANEXO U. 4 Em circuito alimentador com eletroduto embutido no piso ou parede os condutores devem ser no mínimo com a mesma seção do ramal de entrada. o cálculo da demanda da parte comercial deve ser de acordo com item 7. havendo necessidade técnica ou interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo. deve ser prevista entrada para a futura rede subterrânea (Net Work). utilizar a média aritmética das mesmas. 5 Em áreas servida por rede de distribuição subterrânea deve ser consultada a concessionária para obtenção dos padrões de entrada de energia elétrica. Método de cálculo para prédios de múltiplas unidades Em prédios de múltiplas unidades residenciais. 8. conforme NBR 5410.2.75 sobre o somatório das demandas individuais.2.3. A disposição sobre os padrões de entrada podem ser obtidos junto à Gerência Regional de Porto Alegre.

é exigido pela concessionária ramal de entrada subterrâneo. dimensionado de acordo com o ANEXO J e observadas as disposições das figuras 2 e 3. opcionalmente em caso de ligações provisórias. em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). Nota: Os condutores devem estar fora do alcance de janelas. em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). em poste ou parede. . b) vão livre não deve ser superior a 30 metros.2.1. considerar a frente do terreno.Regulamento de Instalações Consumidoras 19 8. para condutores singelos. para tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148. e) entrar pela frente do terreno. somente em pontaletes e.5. O cruzamento deve ser feito através de extensão de rede de distribuição. rodovias estaduais e federais.3. verde ou verde-amarelo. b) todos os condutores devem estar perfeitamente identificados. caso isso não seja possível. quando possível tecnicamente. consultar ANEXO J. mantendo um afastamento mínimo como mostra a figura 16. deve ser observado o seguinte: a) os condutores devem ser do tipo multiplex. (ver ANEXO W) protegido mecanicamente por eletroduto em toda a sua extensão. de dois estribos com isolador tipo roldana 80x76mm. . a ligação somente pode ser atendida mediante extensão de rede em via pública (ver figura 3). Condutor do ramal de entrada Observar as seguintes condições: a) devem ser de cobre. Condições gerais Para a ligação do ramal. para condutores singelos em postes e pontaletes.50m em entradas particulares com acesso de veículos leves a garagens. c) não cruzar ferrovias.50m em prédios no alinhamento da rua e em locais de circulação exclusiva de pedestres.0. Notas: 1 Para fixação das armações ou dos isoladores. classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR 6880. com isolamento em PVC 70ºC (tipos BW e BWF). .1. também.1. sinalização e congêneres. a partir do poste da rede de distribuição da concessionária. Quando houver acesso por duas ruas.1. para condutores multiplex. b) armação secundária em liga de alumínio. deve ser utilizada outra forma de identificação. sacadas.4. Em caso de identificação por cor. o lado onde está situada a entrada do prédio. 8. Para seção superior a 10mm² é exigido o uso de cabo. terraços ou locais análogos. O uso de condutores singelos fica restrito às regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas) e. para condutores multiplex. estacionamentos.1. o neutro deve ser da cor azul-claro. Os condutores fases devem ser identificados por cores distintas. f) ser visível em toda a sua extensão e estar livre de qualquer obstáculo. saídas de incêndio. consultar figuras 16 e 17.50m em local acessível a veículos pesados e pista de rolamento (travessia de vias públicas ruas).60m dos circuitos de telefonia. c) isolador castanha 60x40mm.3.00m dos circuitos de média tensão. 8. h) manter os seguintes afastamentos verticais mínimos: . Se o terreno for de esquina. d) não passar sobre terreno de terceiros. . Ancoragem Para a ancoragem aérea dos condutores devem ser empregados os seguintes materiais: a) armação secundária de um estribo com isolador tipo roldana 80x76mm. g) devem ser mantidas as seguintes alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo em toda a extensão do ramal (ver figura 2): . é permitido entrar com o ramal por qualquer um dos lados. desde que não seja a cor azul. 2 2 Para ramal de ligação com seção superior a 25mm² de cobre e 35mm de alumínio. No caso de prédio construído em terreno situado a mais de 30 metros do fim da rede. Para dimensionamento. têmpera mole. em poste ou parede.

Com ramal de entrada subterrâneo É obrigatório sua utilização para atendimento de entrada de energia com demanda superior a 47kVA em 220/127V e 82kVA em 380/220V. 8. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas ou litorâneas). as caixas de passagem e as linhas de eletrodutos. preto ou aço zincado a quente. exceto no caso de duas medições monofásicas. de no mínimo 1m para a parte superior e 0. c) não é permitido intercalar caixas ao longo do eletroduto.1.2. 8. classe A. dentro de um mesmo duto só devem ser instalados cabos de um mesmo circuito. (ver figuras 6 a 12) para permitir a conexão ao ramal de ligação e aos terminais dos equipamentos de medição (ver figuras 23 e 24). deve ser observado o seguinte: a) b) c) d) e) respeitar as posturas municipais.2. h) os eletrodutos não podem estar localizados no interior de vigas e colunas. utilizando-se 3 curvas de raio longo de 90º. devem ser dotados de terminais adequados (copo de bloqueio). Condutores Os condutores do ramal de entrada subterrâneo: . 8. 8. obrigatoriamente.2. os eletrodutos devem ser. o raio interno de curvatura dos cabos não deve ser inferior ao recomendado pelo fabricante. devem ser fixados no mínimo em três pontos. Para dimensionamento. tipo rosqueável. com bucha de proteção (acabamento). Nota: Fica a cargo do consumidor a obtenção da autorização do Poder Municipal para execução de obras no passeio público. preferencialmente do mesmo material do eletroduto. e) os eletrodutos. devem ser vedadas com massa de calafetar (ver figura 22). d) na extremidade inicial do eletroduto deve ser empregada curva de raio longo de 90º (duas) ou 180º (uma). não cortar terreno de terceiros. exceto nos casos previstos nesta Norma. ou de aço-carbono conforme as NBR 5597 e NBR 5598 (tipo pesado) e NBR 5624 (tipo leve) (ver ANEXO P). quando o mesmo deve ser bifásico.1. Quando expostas ao tempo. Fica facultativo a sua utilização para limites inferiores. Eletrodutos a) devem ser de PVC rígido. f) entre caixas de passagem as extremidades dos eletrodutos devem ser vedadas com massa de calafetar. braçadeiras. f) as junções entre os eletrodutos e as caixas devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas. h) em entradas coletivas.4. Condições gerais A partir do poste da rede de distribuição. Quando expostos ao tempo.2. e) para fixação das armações ou dos isoladores. especialmente quando atravessar pistas de rolamento. g) devem ser observadas no máximo três mudanças de direção no eletroduto do ramal de entrada. as extremidades dos cabos multipolares. após a passagem dos cabos. consultar figuras 16 e 17.Regulamento de Instalações Consumidoras 20 c) os condutores devem ter sobra nas extremidades. junto à conexão com a rede secundária. indicado pela concessionária para ligação do ramal. g) nas deflexões. quando de aço. amarrações com arame liso de aço zincado 14 BWG ou fio de cobre de 2. o ramal de entrada deve ser trifásico. por meio de fitas metálicas. f) em agrupamentos. devem ser construídas obrigatoriamente em locais de uso comum. ver figuras 6 a 9C. de acordo com NBR 6150. quando aparentes. em travessia de via pública deverá ser perpendicular ao meio-fio. d) os condutores devem correr livremente dentro do eletroduto e não possuir emendas ou o isolamento danificado. b) não é permitida a passagem do eletroduto entre o forro e o telhado. classe A ou B (ver ANEXO O). de PVC rígido.30m para inferior. Este será também o único responsável pela manutenção das características anteriormente encontradas.5 2 mm . devem ser de PVC rígido. consultar ANEXO J.

Em caso de identificação por cor. por eletroduto de aço zincado. com isolamento em EPR. com classe de encordoamento 2 conforme tabelas da NBR 6880 (ver ANEXO W). d) deve ser prevista a reserva de 01(uma) volta de condutor. Para dimensionamento.3. "pesada" ou "extra”. três ou quatro condutores unipolares. b) devem ter as dimensões mínimas conforme o raio permissível dos cabos e pelas necessidades dos trabalhos de enfiação. rígido rosqueável ou soldável. porém nunca inferiores a 0. classe “média”. NBR 7287 ou NBR 7288. observando uma distância mínima de 1. 4 Não deve haver trechos de eletrodutos.70m. a caixa situada na propriedade do consumidor deve possuir dispositivo para lacre e tampa de concreto (ver figura 33).Regulamento de Instalações Consumidoras 21 a) devem ser de cobre. fixado na extremidade superior do mesmo. No passeio público a 0. ou XLPE sem cobertura de acordo com a NBR 7285.60m. revestidas com argamassa ou de concreto. 8. a existência dos eletrodutos deve ser sinalizada com uma fita indicativa de "condutor de energia elétrica". observando o ângulo de 90º. consultar ANEXO J. protegidos por envelope de concreto. consultar ANEXO J. 8.60m (ver figura 15). c) os cabos devem ser protegidos até uma altura de 2. PVC flexível.2. 2 O eletroduto junto ao poste deve ter na sua extremidade superior bucha rosqueável para acabamento. e) para a fixação dos cabos devem ser utilizadas cintas. afastadas 0. o neutro deve ser da cor azul-claro. 3 No passeio público e nas travessias de pista de rolamento. Em qualquer das situações. com espessura de parede classe "média". de material aluminizado tipo pesado.4. conforme NBR 5410. quando em instalações aparentes.50x0. e) nas travessias de pistas de rolamento e entradas de veículos pesados. ou eletroduto corrugado. devidamente aterrado. Podem ser usados dois. porém quando usado cabo multipolar. e em todos os pontos de mudança de direção dos eletrodutos (ver figura 4). Eletrodutos Devem ser de diâmetro nominal mínimo de 50mm e proteger os cabos da seguinte forma: a) junto ao poste por eletroduto rígido de aço carbono. Para dimensionamento. abraçadeiras ou fita metálica. Caixas de passagem a) devem ser de alvenaria. maiores que 30m e para toda a mudança de direção deve ser prevista uma caixa de passagem. dotados de cobertura de PVC de acordo com as NBR 7286. ou “extra”. verde ou verde-amarelo. tipo pesado. Notas: 1 O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado.50x0. XLPE ou PVC. galvanizado a fogo. c) não devem possuir emendas ou isolamento danificado. “pesada”. f) os cabos devem ser protegidos ao longo de paredes e postes. Nos pavimentos em que os eletrodutos forem instalados paralelos as vigas. respectivamente. obrigatoriamente. deve ser utilizada outra forma de identificação. com drenagem (ver figura 33). em toda a sua extensão. mediante a utilização de material não corrosivo. para tensão de 1kV. Os condutores fases devem ser identificados por cores distintas. caso isso não seja possível. com acabamento nas extremidades. desde que não seja a cor azul. b) todos os condutores devem estar perfeitamente identificados.15m e nas travessias de pista de rolamento a 0. c) quando forem usados cabos unipolares. esmaltado ou zincado. instalados a uma profundidade mínima de 0. deve ser sempre a quatro condutores. deve ser observada a profundidade mínima de 0. Podem ser usados eletrodutos de PVC rígido rosqueável ou soldável. Para o aterramento deve ser utilizado conector bimetálico e sua fixação com o mesmo material do eletroduto.30m do poste de derivação da concessionária. . os eletrodutos devem ser.25 m do condutor neutro.30m.30m acima do eletroduto. apoiados e protegidos pelas mesmas. entre caixas de passagem. d) no passeio público por eletroduto de aço zincado. pode ser utilizado eletroduto de PVC rígido. (ver figura 15) b) em regiões com acentuado índice de corrosão (litorâneas ou carboníferas). observado o raio mínimo de curvatura (especificado pelo fabricante) para a primeira e a última caixa de passagem do ramal. por meio de eletroduto rígido de aço-carbono.2.

conforme especificações da figura 30B.2. desde que ofereça condições técnicas e de segurança (ver figura 4). É vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 8. devem ter suas dimensões internas compatíveis com a profundidade mínima de 0. 8. devem ser fornecidos e instalados pelo consumidor. Somente deve ser utilizado em medições não pertencentes a agrupamentos.2. 2 As caixas de passagem. etc. conforme NBR 5410. painéis de propaganda e outros similares no poste particular.4. em tamanho reduzido.3.3. Poste particular compartilhado Pode ser utilizado para fixação de um mesmo ramal de ligação para atender simultaneamente duas unidades consumidoras monofásicas. Aspectos construtivos 8. com ramais de entrada e eletrodutos independentes. e) as caixas de passagem.2.3. 8. deve ter como base a figura 12 e seu dimensionamento conforme ANEXO K.Regulamento de Instalações Consumidoras 22 d) uma única caixa em via pública pode atender a mais de uma unidade consumidora em tensão secundária de distribuição.3. Notas: 1 A construção da caixa de inspeção junto ao painel de medidores pode ser substituída por curva de raio longo. quando o poste estiver na divisa dos terrenos adjacentes. 8. excetuando-se o ramal de ligação e os equipamentos de medição.4.2. 8. prolongamento. conforme padronização contida neste Regulamento e sujeitos à aprovação da concessionária.30. como parte integrante da obra. e a base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A. deve ser encaminhado à concessionária o Termo de Responsabilidade.34. É vedado a sua utilização em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas).3.3. 6231 e 6232. talas.2. Fornecimento dos materiais Os materiais e equipamentos constituintes da entrada de serviço. para a instalação do eletroduto na travessia. letreiros. Nota: Podem também ser confeccionados no local. conforme modelo do ANEXO B. contendo as necessárias especificações técnicas.5. Poste particular Quando necessário para as formalidades descritas no item 3. 8457. b) alteração das características originais.1. assinado pelo profissional habilitado.3. deve ser empregado um dos tipos indicados nas figuras 30A a 30D. 8. Pontalete Quando necessário para as finalidades descritas no item 3.3. conforme figura 30C.1. Neste caso. antes de serem fechadas. conforme figura 30C e ter a base concretada conforme detalhe de engastamento da figura 7A.. observando-se o diâmetro mínimo do eletroduto. Poste de aço Deve ser confeccionado em aço galvanizado a quente com seção circular. e o seu dimensionamento conforme ANEXO K.2. 8.3. tais como revestimento.60m. Poste de concreto Os fabricantes de postes de concreto armado devem atender as recomendações conforme ANEXO Y. conforme figuras 8A a 8C. com o respectivo projeto e ART para avaliação e cadastro na concessionária. utilizadas em travessias de pistas de rolamento. Poste de aço com caixa acoplada Deve ser confeccionado em aço galvanizado a quente com seção quadrada. devem ser inspecionadas pela concessionária. 8.3. devidamente identificado.3.2. observados os requisitos das NBR’s 8456. Condições não permitidas: a) instalação de luminárias. Poste de madeira Deve ser de cerne ou eucalipto tratado. .3. Todo protótipo deve ser encaminhado. 8. ter eletrodutos de PVC instalados externamente.

Regulamento de Instalações Consumidoras

23

Nota: Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas), o pontalete deve ser revestido por duto de PVC. 8.3.5. Responsabilidades É de responsabilidade do consumidor, após o ponto de entrega, manter a adequação técnica e de segurança das instalações internas da unidade consumidora. Sendo constatada qualquer deficiência técnica e/ou de segurança, o mesmo será notificado por escrito, devendo providenciar os reparos necessários dentro do prazo pré-fixado. O consumidor também é responsável pelos equipamentos de propriedade da concessionária e responde por eventuais danos ocasionados aos mesmos, bem como o acesso a estes deve ser mantido limpo, de modo a agilizar as leituras do medidor pela concessionária. 9. MEDIÇÃO 9.1. Tipos São determinados pelo fornecimento e pela demanda calculada, podendo ser: a) Medição direta - em unidades consumidoras atendidas a dois ou três condutores. Incluem-se ainda as atendidas a quatro condutores, com demanda igual ou inferior a 38kVA em 220/127V e 66kVA em 380/220V. b) Medição indireta - em unidades consumidoras atendidas a quatro condutores com demanda superior aos limites estabelecidos na medição direta. 9.2. Caixas e/ou painéis para medição Os fabricantes de caixas de medições devem atender as recomendações do ANEXO AA. 9.2.1. Material Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada, alumínio, resinas poliéster reforçadas com fibra de vidro, policarbonato, polietileno, poliéster ou madeira. Notas: 1 As caixas confeccionadas com madeira de cerne aplainada devem ser pintadas, interna e externamente, com tinta a óleo, esmalte sintético ou envernizadas. Quando forem de uso externo, devem ter a face superior revestida com chapa metálica. 2 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas), não devem ser utilizadas caixas para medição confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. 3 As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável. 4 Os fabricantes de caixas modelos CPO, CPOL, CPOMD e CPOM devem encaminhar seus protótipos para avaliação e cadastro na concessionária. 9.2.2. Modelos Os modelos devem ser: a) b) c) d) e) f) g) h) CI – Caixa Interna; CLI – Caixa Lacrável Interna; CE – Caixa Externa; CLE – Caixa Lacrável Externa; CPO – Caixa de Policarbonato ou Poliéster; CPOL – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Lente; CPOMD – Caixa de Policarbonato ou Poliéster com Módulo para Disjuntor independente; CPOM – Caixa de Policarbonato ou Poliéster Modulada.

Notas: 1 Os modelos CI e CLI devem ser usados embutidos em parede, muro ou mureta. 2 Os modelos CE e CLE devem ser usados ao tempo, junto ao poste e parede. 3 Os modelos CLI, CLE, CPO, CPOL, CPOMD e CPOM dispensam o uso de CP. 4 Os modelos CPO, CPOMD e CPOM podem ser usados embutidos ou ao tempo. Quando frontal, no alinhamento com a via pública, necessariamente embutidos. 5 O modelo CPOL deve ser usado nas situações previstas no item 6.1.3.

Regulamento de Instalações Consumidoras

24

6 Os modelos CPO, CPOMD e CPOM não devem ser usados quando os condutores do ramal de 2 entrada forem de seção superior a 25mm . 7 A Utilização de Caixas de Policarbonato Moduladas, (CPOM), em situações não previstas nos agrupamentos do anexo Z, dependem de apresentação de projeto especifico, contendo todo detalhamento das caixas bem como dos componentes necessários para a sua montagem. Sendo que esta alternativa poderá ou não ser aceita pela concessionária 9.2.3. Aplicação Devem ter seu uso de acordo com as seguintes indicações: a) medição individual (ver figura 31(A)) - tamanho 1 ou 1A – para unidade consumidora atendida a dois condutores; - tamanho 2 ou 2A – para unidade consumidora atendida a três ou quatro condutores, com medição direta; - tamanho 3 – para duas medições polifásicas; - tamanho 7 – para unidade consumidora atendida a quatro condutores com medição indireta. b) medições agrupadas não pertencentes a prédio de múltiplas unidades - tamanhos 4 e 5 (ver figura 31(B)). - demais tamanhos conforme ANEXO Z. c) quadro ou painel de medidores pertencentes a prédios de múltiplas unidades (ver figuras 25 a 28) 9.2.4. Fixação As caixas devem ser fixadas, conforme figuras 18 a 21. 9.2.5. Instalação Deve ser observado o seguinte: a) as caixas para medições individuais devem ser instaladas de maneira que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1,60m com uma tolerância de +/- 0,15m em relação ao piso acabado. b) as caixas para agrupamentos não pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com as combinações 1 a 5, 10 e 17, constantes do ANEXO Z, devem ser instaladas de maneira que a parte superior da face frontal fique a uma altura de 1,60m com uma tolerância de +/- 0,15m em relação ao piso acabado. As demais combinações constantes do mesmo anexo devem ter altura de 1,80m. c) as caixas e painéis para medições pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, devem ser instalados de maneira que a aresta inferior fique a uma altura mínima de 0,40m e a aresta superior a uma altura máxima de 2,20m, em relação ao piso acabado; d) as caixas e painéis para medições pertencentes a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com dois níveis de distribuição (alinhamento de CP’s), deve observar uma altura máxima de 1,8m em relação ao piso acabado. 9.2.6. Conservação As caixas e compartimentos destinados à instalação dos medidores, devem ser mantidas em bom estado de conservação e limpeza, sendo proibida a sua utilização para outras finalidades. 9.3. Caixa de proteção (CP) Os modelos encontram-se na figura 32 sendo instaladas de acordo com as seguintes indicações: a) CP1 - medição individual ou em agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades, atendidas a dois condutores; b) CP2 - medição direta individual atendida a três ou quatro condutores; - medição direta em prédio de múltiplas unidades, independente do número de condutores; - medição indireta.

Regulamento de Instalações Consumidoras

25

9.4. Caixa de entrada e distribuição (CED) Deve ser instalada de acordo com as seguintes indicações: a) medição indireta; b) prédio de múltiplas unidades consumidoras; c) agrupamento não pertencente a prédio de múltiplas unidades consumidoras, com mais de quatro ligações a dois condutores e demais casos previstos no ANEXO Z; Notas: 1 Suas dimensões devem ser compatíveis com a necessidade exigida pelos circuitos de distribuição. 2 Os tamanhos mínimos padronizados encontram-se na figura 32. 9.4.1. Instruções para montagem a) as CED´s devem conter sempre barramentos adequados, exceto aquelas com no máximo 03 circuitos de distribuição com condutores de 10mm²; b) todos os condutores do circuito de distribuição devem ser conectados ao barramento de forma individual, com conectores apropriados; c) para a instalação do disjuntor geral, deve ser observado o item 10; d) deve ser observado um afastamento mínimo de 60mm entre as barras e/ou barras laterais da CED; e) quando não houver necessidade de instalação de barramento, pode ser utilizada uma CED com dimensões mínimas de 300x400x200 mm; 9.5. Aspectos construtivos para montagem de quadro ou painéis de medidores a) os condutores dos circuitos de distribuição, bem como os destinados a ligação dos medidores, devem ter a classe de encordoamento 2 (cabo) e seção mínima de 10 mm²; b) os condutores destinados a ligação dos medidores devem ser de seção máxima de 35mm², tendo um comprimento mínimo de 30 cm e com as extremidades isoladas. A conexão destes ao circuito de distribuição, deve ser feita mediante a utilização de conector tipo parafuso fendido, de cobre ou cobreado, isolados com fita de autofusão e protegidos por fita isolante. No caso de condutores com seção de 10 mm², estes devem ser espiralados (enrolados) aos condutores de distribuição antes da utilização do conector; c) todos os condutores que compõem o circuito de distribuição, inclusive as derivações para a ligação do medidor, devem estar identificados nas cores correspondentes as utilizadas no ramal de entrada; d) os condutores do circuito alimentador devem estar identificados após a curva de saída da caixa de proteção (CP), antes do disjuntor geral; e) o circuito de distribuição e as derivações para a ligação do medidor devem ser a quatro condutores, independentemente do tipo de fornecimento projetado exceção feita aos agrupamentos do ANEXO Z; f) cada circuito de distribuição deve atender, no máximo, a cinco unidades consumidoras residenciais ou a quatro comerciais e mistos. O diâmetro do eletroduto de PVC não deve ser inferior a 32 mm e superior a 40 mm. A seção dos condutores deve ser no máximo 50 mm²; g) numerar a CP de serviço com o número do prédio. Cada unidade consumidora deve ter identificação na tampa da respectiva caixa de proteção (CP), com número pintado em cor contrastante com a mesma. Aptos, lojas e salas não podem ter o mesmo número. Não será aceita a identificação com letras ou outros tipos de códigos (ver figura 25). Nas galvanizadas a identificação deve ser em chapas rebitadas; h) quando houver mais de um centro de medição, deve ser indicado na tampa da CED, junto ao disjuntor correspondente, a localização (andar, bloco, etc.) dos demais centros; i) deve ser instalado no mínimo um ponto de iluminação no quadro ou painel de medição. Quando superior a 3 m deve ser instalado 2 pontos de iluminação. Em painéis de mais de uma face deve ser adotado no mínimo 1 ponto de iluminação por face. O interruptor deve ser localizado junto ao quadro ou painel, alimentado através da medição do serviço, de forma a facilitar a leitura e serviços internos; j) as portas devem possuir venezianas, sem visores, dotadas de fechadura ou cadeado padrão das concessionárias. Podem ser de correr ou com dobradiças de forma a permitir o livre acesso a todos os componentes (CED, CD’s e CP’s). As folhas das portas com dobradiças não devem ter

2. exceto para o caso de prédio com posto de transformação interno. 10. antes do barramento. a distância mínima na face adjacente deve ser igual a profundidade destas. o disjuntor geral deve estar intertravado eletricamente com a seccionadora de média tensão. . não ultrapassando a capacidade de condução de corrente dos condutores do ramal de entrada.painel de tiras orientadas . Não deve interromper o fornecimento de energia ao sistema de emergência. não ultrapassando a capacidade de condução de corrente dos condutores do circuito alimentador da unidade consumidora. Disjuntor geral Deve assegurar a proteção do ramal de entrada ou no caso de prédio com posto de transformação interna. o) a parede utilizada para a fixação do painel de medidores deve ser de uso exclusivo do mesmo. observando–se os códigos de postura dos Municípios. observado o que consta na Nota 4 do item 10. com capacidade de interrupção mínima de 10 kA em 127/220 V e 5 kA em 220/380 V. O valor mínimo para este disjuntor é de 3x50 A.3. conforme figura 24.pinos reflorestados.compensado resinado. No caso de painéis não abrigados. quando este poderá estar localizado na parte inferior. lisa. .3. devem ser empregados os seguintes disjuntores: a) unipolar para unidade consumidora tipo A. Prédio de múltiplas unidades consumidoras 10. na tensão de 380/220V e 3x70A para 25mm² na tensão de 220/127V. e ter dispositivo para desligamento à distância.Regulamento de Instalações Consumidoras 26 mais de 0. Conforme a unidade consumidora.3. A corrente nominal do disjuntor geral deve ser igual ou superior à demanda calculada conforme item 7.80m de largura. Quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno.CP) devem ser executadas por meio de buchas de proteção e arruelas. quando o dimensionamento deve ser efetuado através de cálculo do curto circuito. não devem ser utilizadas portas de correr. macho e fêmea.1.”OSB” . c) tripolar para unidade consumidora tipo C.. k) o fundo do quadro ou painel deve ter no mínimo 2cm de espessura e ser envernizado ou pintado com tinta a óleo na cor cinza. para ramal de entrada com cabo de cobre 10mm². n) em painéis com mais de uma face. 10. exceto nos seguintes casos: a) em instalação com o uso de caixa de policarbonato. PROTEÇÃO GERAL 10.madeira de cerne. m) as junções entre os eletrodutos e as caixas (CED . Unidade consumidora O disjuntor geral deve ser instalado após o medidor. Deve ser certificado pelo INMETRO. não pode conter tubulação de qualquer espécie. . Com um único centro de medição O disjuntor geral deve ser instalado na Caixa de Entrada e Distribuição . p) nos painéis de medidores não abrigados deve-se prever uma pingadeira. l) o espaço mínimo para montagem de caixas e painéis deve ser de 40x60cm para instalação de CP2. constituído dos seguintes materiais: .2.1. de 70x60cm para CP4 e 70x120cm para a CED ou 40x60cm para a CD.2. dos cabos que interligam o transformador ao disjuntor geral. com a largura entre 5 e 15cm. com avanço frontal mínimo de 10 cm. (ver detalhe da figura 22). sempre do lado direito deste. Quando forem utilizadas CED’s ou CD’s. Disjuntor de proteção dos circuitos alimentadores das unidades consumidoras O disjuntor deve ser certificado pelo INMETRO e dimensionado de acordo com o item 7. portanto. a distância mínima entre as dobras e as CP’s deve ser de 20 cm. 10. 10. b) bipolar para unidade consumidora tipo B.CD .CED.3.2. b) em instalação com medição indireta de BT.3.

3. b) o segundo. abertura sob carga (sem fusível). ou seja. Partindo da CED. se o disjuntor a montante estiver instalado na mesma sala (espaço físico) e seja visível ao operador. Neste caso. devem ser instalados.: podem ser efetuadas interligações utilizando-se a combinação dos dois exemplos acima. múltiplas saídas da CED com várias derivações em cada uma. no início do circuito. em série.3. O valor mínimo deste disjuntor é definido de acordo com o item 10.2. antes do barramento. dois disjuntores termomagnéticos. com capacidade de condução igual ou inferior a do condutor do referido circuito. c) para o dimensionamento do disjuntor a montante.3. Com dois ou mais centros de medição O disjuntor geral deve ser instalado na CED. Junto a CED deve ser instalada no mínimo uma medição. isoladas com fitas autofusão e isolante plástico. Exemplo 1 – Circuito de interligação com derivações: Sistema de Emergência Conexões conforme 10. a jusante. Havendo dificuldade de coordenação e seletividade. multiplica-se a corrente nominal do disjuntor a jusante pelo fator de ≥1. vários centros de medição. Cada circuito pode ter derivações. os condutores das derivações devem ter a mesma seção do circuito principal. no final do circuito. o disjuntor a jusante pode ser substituído por uma chave seccionadora tripolar. podendo suprir desta forma.3. a montante. . Este pode ser dispensado.3 CD1 Desligamento à distância Observar Nota 4 CD2 CD3 CED Exemplo 2 – Vários circuitos de interligação a partir da CED Sistema de Emergência CD1(na mesma sala da CED) CD2 CD3 Desligamento à distância Observar Nota 4 CED Obs. da seguinte forma: a) o primeiro. Para cada circuito de interligação. As conexões das derivações devem ser com conector tipo parafuso fendido de cobre ou bimetálico.Regulamento de Instalações Consumidoras 27 10. e ter dispositivo para desligamento à distância. pode haver um ou mais circuitos de interligação.20.

50 m com tolerância de + 0. etc. Não é permitido o uso de canalização de água.1. e interligadas através de condutor do mesmo tipo e seção do aterramento. quando a alimentação for a partir do posto de transformação interno. Para dimensionamento do condutor e do eletroduto. exceto o sistema de emergência quando houver (ver detalhe nas figuras 25 a 28). de forma a permitir a utilização do sistema TN-S. ligado antes da proteção geral da edificação.. O valor da resistência de aterramento não deve ser superior a 25 ohms.3. No caso de sinistro.5. no caso de dificuldades para a cravação (cavidade de inspeção).5. a uma altura de 1.5. prevenção e evacuação de prédios sob sinistro ou combate ao fogo. haste de cobre. Este dispositivo deve estar localizado próximo à entrada principal do prédio. com pintura na cor branca (ver figura 29). no mínimo. em caixa fechada com tampa de vidro. gás. 10. 2 O ponto de conexão do condutor de aterramento à haste. as seguintes condições: a) b) c) d) estiver localizado fora de cubículo. 10.4. de comprimento igual a 2000mm ou 2400mm. Podem ser usados outros tipos. Caso não seja possível. CD ou CP) vedada com massa de calafetar ou produtos similares. o fornecimento de energia elétrica a elevadores. 3 O eletroduto do condutor de aterramento deve ter sua extremidade superior (dentro da CED. deve ser acessível por ocasião da vistoria da entrada de energia. 10. distanciadas entre si de dois metros. Notas: 1 O condutor deve estar protegido por eletroduto de PVC rígido. em qualquer época do ano.10 m em relação ao piso acabado. não pertencente a prédio de múltiplas unidades. instalar placa de acrílico com a advertência: “ATENÇÃO! Disjuntor energizado pela parte superior”. 10. simultaneamente. Sistema de emergência Quando necessário. 3 Em agrupamento com até 4 consumidores. no pavimento térreo. uma vez rompido o vidro e acionado o dispositivo. desde que recomendados pela NBR 5410.2. No caso de não ser atingido esse limite com uma única haste. sem emendas ou dispositivos que possam causar sua interrupção. Condutor de aterramento Deve ser de cobre. 10. circuitos de iluminação e de equipamentos destinados à detecção. No entanto. 2 Os disjuntores devem ser energizados pela parte inferior. o mesmo deve interromper o fornecimento de energia de todo o prédio. . Aterramento A haste de aterramento pode ser do tipo cantoneira de aço zincado. consultar ANEXO J. conforme ANEXO A. este dispositivo pode ser dispensado se o disjuntor geral satisfizer. devem ser usadas tantas quantas forem necessárias. deve ser através de circuito distribuição independente e com medição própria. aço zincado ou aço revestido de cobre. para aterrar o condutor neutro. e aprovados pela concessionária no momento da vistoria da entrada de energia. com ligação individual a dois condutores. tão curto e retilíneo quanto possível. não é permitida. a menos de 5 metros da entrada principal. O sistema (CP e disjuntor) deve ser sinalizado com pintura em vermelho e conter os dizeres: “SISTEMA DE EMERGÊNCIA”. pode ser dispensada a instalação do disjuntor geral (ver ANEXO Z fig. Condutor neutro O condutor neutro deve ser de seção igual a dos condutores fase.5. com isolamento para as tensões de 450/750V e atender as exigências da NBR 6148 e NBR 5410.Regulamento de Instalações Consumidoras 28 Notas: 1 Os disjuntores instalados na CED ou CD’s devem ter alavanca de acionamento exposta. ser contínuo. 4 A instalação do dispositivo de comando de desligamento à distância. Esquema de aterramento O condutor neutro e o de proteção devem ser independentes. podendo o consumidor instalar a haste em local situado até 5m da medição. não existir abertura entre a entrada principal do prédio e o centro de medição. bombas de recalque. A e B). não podendo ser instalado nenhum dispositivo capaz de causar sua interrupção. com conector adequado conforme NBR 5410.

nos quais o mesmo pode estar localizado fora do painel. O dimensionamento conforme NBR 5410.5. constituírem um risco calculado e assumido por parte do responsável pela unidade consumidora. conforme estabelece a NBR 5410. desde que as conseqüências dessa omissão.da caixa de proteção (CP) ou compartimento lacrável (ver ANEXO Z fig. A e B e figura 24).7. internas ou externas ao prédio. Proteção contra inversão de fases Recomenda-se a instalação de dispositivos de proteção contra inversão de fases para motores elétricos. Nota: A NBR 5410 estabelece que em nenhuma hipótese a proteção pode ser dispensada.5. com bitola conforme: a) condutor neutro de 6 a 10mm² . nos quais a mesma pode estar localizada fora do painel. 10. Conforme estabelece a NBR 5410.Regulamento de Instalações Consumidoras 29 O condutor neutro da entrada de energia deve ser aterrado num único ponto.1. desde que indicado no projeto. conforme estabelece a NBR 5410.usar a metade da seção do condutor utilizado. Dispositivo limitador de corrente de partida Os motores trifásicos devem possuir dispositivos para redução de corrente de partida. exceto nos prédios de múltiplas unidades consumidoras. 10. devidamente identificado pela cor verde-amarelo ou verde. b) nas medições de prédios de múltiplas unidades e agrupamentos não pertencentes a prédios de múltiplas unidades . Será exigida a instalação de dispositivo limitador de corrente de partida sempre que. 10.8. (ver ANEXO W) protegido mecanicamente por eletroduto em toda a sua extensão. 10. Proteção contra sobretensões transitórias 10. Proteção de sub-tensão e falta de fase Os motores devem possuir dispositivos de proteção para sub-tensão e falta de fase. com a equalização de potencial. toda instalação consumidora deve ser provida de dispositivo de proteção contra sobretensões transitórias. do ponto de vista estritamente material. 10.usar condutor de igual bitola. classe de encordoamento 1 e 2 conforme tabelas da NBR 6880.7. se essas conseqüências puderem resultar em risco direto ou indireto a segurança e a saúde das pessoas. quadro ou painel de medidores.usar condutor de 16mm².7. disponível no mercado.6. exceto nos prédios de múltiplas unidades consumidoras. A NBR 5410 admite que a instalação consumidora não disponha da proteção contra sobretensões citada em 10. 10.6. perigosas em caso de falta fase-massa.4.5. devido a sua potência.6. Os condutores de proteção das unidades consumidoras devem ser conectados adequadamente e individualmente na barra.2.1. Barra de proteção Deve ser instalada junto à caixa de medição. partindo: a) nas medições individuais . Condutor de proteção Deve ser ligado diretamente na haste de aterramento e ser independente do condutor neutro. cujo objetivo é evitar tensões de contato. c) condutor neutro acima de 35mm² .2. Deve também ser disponibilizado dentro da caixa ou painel de medição. .1. Proteções adicionais 10. desde que indicado no projeto. 10. b) condutor neutro de 16 a 35mm² .7.da caixa de entrada e distribuição (CED) ou caixa de distribuição (CD) (ver figuras 25 a 28). através de relés apropriados ou qualquer outro dispositivo de proteção para este fim. Recomenda-se a utilização do condutor de proteção. forem ultrapassados os limites estabelecidos ou quando em condições de partida difícil o tornarem aconselhável (ver ANEXO L). Para seção superior a 10mm² é exigido o uso de cabo.

RGE .Regulamento de Instalações Consumidoras 30 11. VIGÊNCIA Este regulamento anula a versão 1.4 e passa a vigorar a partir desta data. AES Sul Distribuidora Gaúcha de Energia S/A – AES Sul Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica – CEEE Distribuição Rio Grande Energia S/A . 01 de janeiro de 2011.

Anexos .

2mm de espessura e 10m de comprimento 100mm² de seção. Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0.00m ou 2.40m de comprimento 25mm² de seção.60m.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2. Posição horizontal Haste de aço zincado Haste de aço revestida de cobre Haste de cobre Fita de cobre Fita de aço galvanizado Cabo de cobre Cabo de aço zincado Cabo de aço cobreado .4m de comprimento e diâmetro nominal de 25mm Observações Enterramento totalmente vertical Perfil de aço zincado Cantoneira de 20mm x 20mm x 3mm com 2.60m. 3mm de espessura e 10m de comprimento 25mm² de seção e 10m de comprimento 95mm² de seção e 10m de comprimento 50mm² de seção e 10m de comprimento Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Enterramento totalmente vertical Profundidade mínima de 0.00m ou 2. Largura na posição vertical Profundidade mínima de 0.60m.40m de Enterramento totalmente vertical comprimento Diâmetro de 15mm com 2. Posição horizontal Profundidade mínima de 0.40m de comprimento Diâmetro de 15mm com 2.60m.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 32 ANEXO A Eletrodos de Aterramento Convencionais Tipo de Eletrodo Tubo de aço zincado Dimensões Mínimas 2. Posição horizontal Profundidade mínima de 0.60m.00m ou 2.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 33 ANEXO B Formulário Modelo Termo de Responsabilidade Nome e Título Profissional Endereço CPF Cidade CREA Endereço da obra Descrição do poste Cidade Comprimento nominal (m) Resistência nominal (daN) Responsável: Assinatura: data: ____/____/____ .

960 3.200 2.700 1.200 1.500 2.000 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 34 ANEXO C Potência média de aparelhos eletrodomésticos e motores APARELHO Aparelho de som Aquecedor de ambiente Aspirador de pó Aquecedor central de água Balcão frigorífico Batedeira Boiler 40 litros Boiler 80 litros Cafeteira Computador Condicionador de ar Chuveiro elétrico Enceradeira Exaustor Ferro elétrico Forno elétrico Forno de microondas Freezer acima de 200 litros Freezer até 200 litros Freezer balcão Fritadeira Grill Impressora jato de tinta Impressora laser Liquidificador Máquina de lavar louça Máquina de lavar roupa Motor 3 cv/hp Motor 4 cv/hp Motor 5 cv/hp Motor 7. .300 150 120 140 1.300 3. estes devem ser os valores mínimos a considerar.000 900 450 900 1.200 300 350 1.500 1.5 cv/hp Refrigerador Secador de cabelo Secadora de roupa Televisor Torneira elétrica Ventilador Comum Duplex ou freezer Comum Regulável POTÊNCIA (Watt) 200 1.500 5.200 50 400 400 2.000 5.500 200 3.550 200 350 1.700 5.000 350 300 750 1.500 100 Nota: Na falta das potências nominais de placa dos aparelhos.600 5.

000 3.900 2.600 POTÊNCIA VA 1.775 2.5 13 14 18 .100 1.800 3.080 4.500 10.500 W 900 1.300 1.5 9.000 21.000 30.860 3.000 18.500 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 35 Potência média de condicionadores de ar tipo janela (220V) CAPACIDADE BTU/h 7.250 7.000 CORRENTE A 5 7 7.100 8.500 5.500 4.5 8.600 2.000 Kcal/h 1.650 1.000 12.125 2.400 1.000 14.600 1.100 2.550 1.900 2.

salões para exposições e semelhantes Barbearias. por sua natureza.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 36 ANEXO D Carga mínima e fatores de demanda para iluminação e tomadas CARGA MÍNIMA 2 (W/m ) 50 20 15 30 20 15 30 5 500 30 20 30 50 20 DESCRIÇÃO Bancos Clubes e semelhantes Igrejas e semelhantes Lojas e semelhantes Restaurantes e semelhantes Auditórios.2kW por unidade. depósitos. 2 Não estão considerados nesta tabela os letreiros luminosos e a iluminação de vitrinas. áreas de serviço e semelhantes Letreiro luminoso Oficinas Posto de abastecimento Escolas e semelhantes Escritórios e salas Hospitais e semelhantes FATOR DE DEMANDA % 86 86 86 86 86 86 86 86 100 100 para os primeiros 35 para o que exceder de 100 para os primeiros 40 para o que exceder de 86 para os primeiros 50 para o que exceder de 86 para os primeiros 70 para o que exceder de 40 para os primeiros 20 para o que exceder de 50 para os primeiros 40 para os seguintes 30 para o que exceder de Potência 0<P≤1 1<P≤2 2<P≤3 3<P≤4 4<P≤5 P (kW) 86 75 66 59 52 5<P≤6 6<P≤7 7<P≤8 8<P≤9 10 < P 20kW 20kW 40kW 40kW 12kW 12kW 20kW 20kW 50kW 50kW 20kW 80kW 100kW 45 40 35 31 24 Hotéis e semelhantes 20 Residências 30 9 < P ≤ 10 27 Notas: 1 Instalações em que. nunca deve ser inferior a 2. salões de beleza e semelhantes Garagens. 3 O valor da carga para iluminação e tomadas de unidades residenciais. além de satisfazer a condição 2 mínima de 30W/m de área construída. devem ser consideradas com o fator de demanda de 100%. . a carga seja utilizada simultaneamente.

80 50 40.40 1/4 0.01 15 12.40 1 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 37 ANEXO E Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela instalados em residências/apartamentos POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kW) 1 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 75 Acima de 75 FATOR DE DEMANDA (%) 100 85 80 75 70 65 60 ANEXO F Fatores de demanda para condicionadores de ar tipo janela instalados em escritórios / salas POTÊNCIA INSTALADA EM APARELHOS (kW) 1 a 25 26 a 50 51 a 100 Acima de 100 FATOR DE DEMANDA (%) 100 90 80 70 Nota: Quando se tratar de unidade central.40 1/3 0.76 10 9.63 7½ 7.45 5 5.60 3 3.30 1½ 2. . ANEXO G Cargas individuais de motores POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) POTÊNCIA (cv) CARGA (kVA) 1/6 0.80 Fatores de demanda NÚMERO TOTAL DE MOTORES FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 2 90 3a5 80 Mais de 5 70 Nota: A demanda de 1 conjunto de motores será o produto do somatório das cargas individuais pelo fator de demanda correspondente ao número total de motores que compõem o conjunto.00 2 2.00 30 24. deve ser considerado um fator igual a 100% e a demanda em kVA.60 40 30.43 25 20. determinada através dos dados fornecidos pelo fabricante.70 3/4 1.24 20 16.20 1/2 1.

..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 38 ANEXO H Fatores de demanda para aparelhos especiais APARELHO Solda a arco e galvanização Solda a resistência Raio X POTÊNCIA 1º Maior 2º Maior 3º Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais FATOR DE DEMANDA (%) 100 70 40 30 100 60 100 70 Nota: Máquinas de solda tipo motor-gerador devem ser consideradas como motores.. ANEXO I Fatores de demanda para aparelhos de aquecimento resistivos NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) NÚMERO DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA (%) 1 100 14 41 2 75 15 40 3 70 16 39 4 66 17 38 5 62 18 37 6 59 19 36 7 56 20 35 8 53 21 34 9 51 22 33 10 49 23 32 11 47 24 31 12 45 13 43 25 ou mais 30 Nota: Para o dimensionamento de ramais de entrada destinados a atender a mais de uma unidade consumidora. devem ser aplicados fatores de demanda para cada tipo de aparelho. sendo a demanda total de aquecimento o somatório das demandas obtidas: b = chuveiros + aquecedores + torneiras +. separadamente... ..

para fornecimento tipo C7.1. 6 As dimensões dos eletrodutos de aço referem-se ao tipo leve I (NBR 5624).2. 8 No município de Porto Alegre será aceito ramal de ligação aéreo (Q-50mm²).5 10 12 15     5 3 5 5 10 12 12      3 5 15 20 25 30 30 30 30      15 20 25 30 40 50    220/127 C ≤ 15 C ≤ 25   D ≤ 19 19<D≤26 26<D≤32 32<D≤46 46<D≤66 66<D≤82 82<D≤99 99<D≤115 10 10 10 10 10 10 16 25 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 6 10 6 10 10 25 35 50 70 95 10 380/220 C ≤ 75 IND. 3 Para determinar o tipo de disjuntor a ser empregado. consultar o item 10.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 39 ANEXO J Dimensionamento da entrada de serviço FORNECIMENTO PROTEÇÃO TIPO DE MEDIÇÃO CONDUTOR (mm²) Aterramento RAMAL DE LIGAÇÃO RAMAL DE ENTRADA Proteção ELETRODUTO DN (mm) Aterramento / Proteção RAMAL DE ENTRADA LIMITE DE POTÊNCIA MAIOR MOTOR OU SOLDA A MOTOR (CV) CARGA INSTALADA C (KW) TIPO DEMANDA CALCULADA D (KVA) TENSÃO (V) DISJUNTOR TERMOMAGNETICO (A) COBRE ALUMÍNIO COBRE ISOLADO AÇO PVC FN FF FFF A1 B1 C1 C2 C3 C4 C5 C6 C7 C8 C9 C10 C11 C12 A2 B2 C13 C14 C15 C16 C17 C18 C19 C20 220 A3 C ≤ 10 C ≤ 15   D ≤ 10 10<D≤15 15<D≤19 19<D≤27 27<D≤38 38<D≤47 47<D≤57 57<D≤66 66<D≤76 76<D≤86 86<D≤95 95<D≤115 DIRETA 50 50 30 40 50 70 100 125 150 175 200 225 250 300 40 50 30 40 50 70 100 125 150 175 50 DIRETA 10 10 10 10 10 10 16 25 D-10 T-10 Q-10 Q-10 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 10 10 6 10 10 25 35 50 70 95 120 150 185 240 10 10 6 10 10 10 10 16 25 25 35 50 50 70 6 10 6 10 10 10 10 16 25 35 10 10 10 6 10 10 16 16 25 35 50 70 70 95 120 6 10 6 10 10 16 16 25 35 50 10 20 20 20 25 25 32 32 40 50 50 65 100 100 100 20 20 20 25 25 32 32 40 50 65 20 25 25 25 32 32 40 40 50 60 60 75 100 100 100 25 25 25 32 32 40 40 50 60 75 25 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 40 40 40 50 20 20 20 20 20 20 20 25 25 32 20 1 2 1 1 2 2 3 5 7.5 7.5   7. ENTRADA SUBTERRÂNEA  D≤11 DIR 10 D-10 Notas: 1 O valor de "D (kVA)" refere-se à demanda calculada conforme o item 7. 7 A potência máxima para motor ou solda a motor.5 7. .2.5 CV.5    3 3 2 3 3 5 7. devem ser dotados de dispositivo para partida indireta. 2 Os disjuntores foram dimensionados com base na sua capacidade nominal definida para a temperatura de operação de 40ºC. dentro de cada categoria. 10 Motores individuais com potência de 5 ou 7. 11 Para a ligação de motores no fornecimento tipo A3. desde o transformador até o ponto de entrega. no fornecimento A3.5 7. foi determinada em função da sobrecorrente que o disjuntor pode suportar no tempo requerido para a partida do motor.5 7. 9 Recomenda-se para o fornecimento tipo A3 a utilização de disjuntor com curva classe “C”.3 e 8. 5 A especificação dos condutores para cada finalidade. a queda de tensão máxima admitida é de 2%.. 4 Os condutores foram dimensionados para uma temperatura ambiente de 30ºC. consta nos itens 8.5 C ≤ 75 INDIRETA ENTRADA SUBTERRÂNEA  3 2 2 3 5 7.2.

conforme o item 8.10 mm2 Triplex – 10 mm2 Quadruplex – 10 mm2 Altura do poste 5 m/7 m 5 m/7 m 5 m/7 m Esforço mínimo 60 daN 80 daN 80 daN Notas: 1 Para carga nominal de 300daN.10 6. x ESPESS. (mm x mm) 76 x 4.6 sendo: e = parte engastada L = comprimento total 3 1 daN = 1kgf. dependendo da topografia do terreno. Neste caso a parte engastada deve ser obtida através da seguinte expressão: e = L/10 + 0.0 / 1.35 Carga nominal para poste de aço com caixa acoplada Item 1 2 3 Ramal de Ligação Duplex .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 40 ANEXO K Dimensionamento de postes e pontaletes Carga nominal RAMAL DE LIGAÇÃO CONDUTOR (mm²) MULTIPLEX (alumínio) D-10 T-10 T-16 Q-10 Q-16 Q-25 Q-35 Q-50 ---D – Duplex SINGELO (cobre) 2 x 10 3 x 10 4 x 10 4 x 16 4 x 25 CONCRETO ARMADO CARGA NOMINAL (daN) 80 100 200 300 18 x 18 22  POSTE EUCALIPTO (cerne ou tratado) QUADRADO (cm x cm) CIRCULAR ø (cm) TUBO DE AÇO (zincado) Ø EXT.1.5 / 1.5 12 x 12 15 102 x 5.30 7. a fim de que sejam obtidas as alturas mínimas entre o condutor inferior e o solo.0 / 1. .0 50  25 PONTALETE ELETRODUTO DE AÇO (zincado pesado) DIÂMETRO NOMINAL (mm) T – Triplex Q – Quadruplex Comprimento e engastamento RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COMPRIMENTO/ENGASTAMENTO (m) Mesmo lado da rede Lado oposto da rede concessionária CONDUTOR MULTIPLEX SINGELO concessionária 5. 2 Outras alturas e disposições podem ser utilizadas.1g e figura 2. concretar a base.0 / 1.20 7.

DEVERÁ TER CAPACIDADE DE SOBRECARGA DE 200% POR 3 SEGUNDOS SEGUIDA DE 150% POR 60 SEGUNDOS.65 e 80  50 Igual a chave série-paralelo desde que os valores em ohms das resistências ou reatâncias sejam iguais ou maiores que o valor obtido da relação 60  cv (220/127) e 180  cv (380/220) 5 < P ≤ 15 7. sendo a faixa de freqüência de 45 Hz até 66 Hz.5 < P ≤ 50 5 < P ≤ 30 7. alivia os altos conjugados de aceleração de motor e protege a rede das correntes de partida elevadas.5 Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora Resistências ou Reatâncias de Partida Estrela Triângulo Série Paralelo Compensadora 5 < P ≤ 15 7. A tensão de utilização deverá ser na faixa de 200 V – 15% a 500 V + 10%. O COMANDO VETORIAL SEM SENSOR DEVERÁ PERMITIR AO INVERSOR CALCULAR AS ALTERAÇÕES NECESSÁRIAS NA CORRENTE DE SAÍDA E NA FREQÜÊNCIA. Chaves estática de partida e parada de motores (soft-starters): Chave estática ajusta à tensão que chega ao estator do motor através de comando microprocessado que controlará os tiristores através da variação do ângulo de disparo dos mesmos. OUTROS DISPOSITIVOS INVERSOR DE FREQÜÊNCIA: INVERSOR DE FREQÜÊNCIA COM CAPACIDADE DE CONTROLE SEM SENSOR. A FIM DE MANTER A VELOCIDADE DESEJADA DO MOTOR AO LONGO DE UMA EXTENSA FAIXA DE CONDIÇÕES DE CARGA.O número sublinhado é a tensão de funcionamento do motor.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7. ADEQUADO PARA CONTROLAR A VELOCIDADE DE MOTORES TRIFÁSICOS. Desta forma. podendo ter 9 ou 12 terminais. (c) .Podem haver motores com tensões de placa 220/380/440/760V.5 < P ≤ 25 380/220 220/127 380/220 220/127 380/220 220/127 380/220 TENSÃO DE PLACA (V) 380/220 (a) 220 380/220 (b) 380 380/220 (c) 660/380 220/380/440/760 220/380/440/760 380/220 220/380/440/760 ROTOR PARTIDA CHAVE TIPO POTÊNCIA P (cv) NÚMERO DE TERMINAIS  3 Y 6 ∆ 3 Y 6 Y 6 Y 12 ∆s 9 Ys ou 6∆ 3∆  3∆ 6∆ 6∆ 12 ∆// 9 Y// TAP’s TAP’s DE PARTIDA DIRETA ≤5  ou     INDIRETA MANUAL INDUÇÃO GAIOLA 12 Ys 12 Y// 6 Y ou 6 ∆ 12 ∆// ou 12 Y// ou  50.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 41 ANEXO L Dispositivos para redução da corrente de partida de motores trifásicos TENSÃO DA REDE (V) 220/127 ≤ 7. funcionando nas duas tensões de rede. . fornecendo a potência ativa necessária. o motor apresenta cos φ abaixo do nominal minimizando as perdas por reativos. Estando com carga reduzida. (b) .Idêntica a (b).5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 30 7.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7. bastando ligar em estrela paralelo ou triângulo paralelo. devendo porém ter somente 12 terminais.5 < P ≤ 50 INDIRETA AUTOMÁTICA As outras características são idênticas ao das chaves manuais (a) .

0553 0.2100 0.2330 0.8843 0.77 25.0276 0.4 x 1.59 19.1474 0.77 Corrente A 96 128 176 144 208 250 370 340 460 595 400 544 700 850 1000 1130 1250 600 1010 1425 1810 Resistência m /m 0.2430 0.59 25.2280 0.2 x 12.0 x 3.1 x 6.1700 0.6 x 12.0316 0.59 12.2100 0.1474 0.70 101.18 38.1300 Nota: 1 As dimensões em polegadas são para referências comerciais. .1510 0.2430 0.2070 0.35 88.2955 0.0553 0.2 x 6.1450 0.0442 0.35 50.1550 0.4 x 3.35 70.18 19.1110 0.2300 0.4 x 4.8 x 12.1670 0.0982 0.1870 0.4421 0.7 x 1.77 38.18 25.8 x 6.1 x 4.1870 0.7 x 3.1630 0.4 x 12.35 38.9 x 6.0736 0.0276 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 42 ANEXO M Capacidade de condução de corrente para barramentos de cobre sem pintura Dimensões Polegadas 1/2 x 1/16 3/4 x 1/16 1 x 1/16 1/2 x 1/8 3/4 x 1/8 1 x 1/8 1 1/2 x 1/8 1 x 3/16 1 1/2 x 3/16 2 x 3/16 1 x 1/4 1 1/2 x 1/4 2 x 1/4 2 1/2 x 1/4 2 3/4 x 1/4 3 1/2 x 1/4 4 x 1/4 1 x 1/2 2 x 1/2 3 x 1/2 4 x 1/2 Milímetro 12.70 50.8591 0.1450 0.1320 0.1880 0.1 x 3.70 76.35 25.5 x 6.4421 0.0138 Reatância m /m 0.0 x 1.35 101.35 63.0184 0.2210 0.0738 0.18 25.6 x 6.77 50.4 x 6.0400 0.1880 0.8 x 4.

2 75. alvenaria.1 6.8 3.9 36.5 12 17.8 3. 2 Os eletrodutos devem trazer.1 2. .6 CLASSE B Espessura Diâmetro Da Parede Interno 1. classe.2 5.6 2. diâmetro nominal ou referência de rosca. parede de cimento) ou em canaletas (abertas ou ventiladas).0 1.1 26.6 50.0 CLASSE A Espessura Diâmetro da Parede Interno 2.2 47.5 15.5 2. de forma bem visível e indelével: marca do fabricante. embutidos (gesso.2 3.1 1.4 75.6 21.5 24 21 32 28 41 36 57 50 76 68 101 89 125 111 151 134 192 171 232 207 269 239 307 275 353 314 415 370 477 426 EPR – XLPE 90º C 2 Condutores 3 Condutores carregados carregados 21 17.5 ± 0.4 + 0.6/1kV.0 41.1 53.5 4.5 2.8 17.3 21.0 TOLERÂNCIA Diâmetro Espessura Externo da Parede +0.8 2.1 88.2 26.8 67.7 2. ANEXO O Eletroduto de PVC rígido tipo rosqueável (NBR 6150) Diâmetro Nominal 16 20 25 32 40 50 60 75 85 Referência de Rosca 3/8” ½“ 3/4” 1” 1 1/4” 1 ½“ 2” 2 ½“ 3” Diâmetro Externo 16.0 39.5 26 22 34 29 44 37 56 46 73 61 95 79 121 101 146 122 173 144 213 178 252 211 287 240 324 271 363 304 419 351 474 396 Maneira de Instalar: PVC 70º C – Montagens aparentes.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 43 ANEXO N Capacidade de condução de corrente para condutores de cobre isolados instalados em eletrodutos Seção Nominal (mm²) 1. os dizeres: “eletroduto de PVC rígido”.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 PVC 70º C 2 Condutores 3 Condutores carregados carregados 13.8 4.8 13.0 80.5 16.0 3. Isolação 0.2 33.5 64.2 42.6 35.4 3.4 ±0.6 Notas: 1 Medidas em milímetros.0 12.7 27. TEMPERATURA AMBIENTE: 30º C para linhas não subterrâneas e 20º C (temperatura do solo) para linhas subterrâneas.3 + 0.8 59.0 4. Para outras formas de instalações consultar NBR 5410.7 21. EPR – XLPE 90º C – Enterrado no solo. 3 As dimensões em polegadas são para referências comerciais.

8 129.75 3.6 69.3 ±1.25 4.20 81.8 131.46 -0.37 -0.9 ±0.40 17.75 4.00 3.3 125 5“ 141.37 -0.65 13.3 157.7 ±0.35 3.25 ±0.14 ±1.4 42.25 -0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 44 ANEXO P Eletroduto rígido de aço-carbono TIPO PESADO Referência de Rosca Diâmetro Nominal Diâmetro Interno Diâmetro Interno Diâmetro Externo Ø T NBR 5597 Espessura da Parede (mm) 2.40 31.55   (mm) T 10 3/8” 17.20 ±0.7 154.75 42.2 21.2 28.20 ±0.50 87.3 60.00 5.53 -0.37 -0.62 -0.40 20. ANEXO Q Ocupação máxima dos eletrodutos de PVC por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) 1.6 100 4“ 114.1 15 ½“ 21.33 -0.1 36.28 -0.90 94.64 90 3 ½“ 101.25 2.7 165.8 22.25 -0.40 28.68 Medidas em milímetros.15   T ±0.2 32 1 …“ 40 1 ½“ 48.4 48.00 3.25 -0.3 53.35 3.4 93.00 5.75 4.25 2.3 76.30 ±0.39 ±1.50 112.20 69.8 22.46 -0.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 2 16 16 16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 50 50 60 3 16 16 16 20 20 25 32 32 40 40 50 50 60 75 75 4 NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 16 16 16 20 20 20 20 20 20 20 25 25 25 25 25 25 25 32 32 32 32 32 40 40 40 40 40 50 40 50 50 50 50 50 60 60 50 60 60 75 60 75 75 75 75 75 75 85 75 85 85  85 85       9 20 25 25 32 40 40 50 50 60 75 85 85    10 20 25 25 32 40 40 50 60 75 75 85     16 16 20 20 25 25 32 40 40 50 60 60 75 75 85 Diâmetro Interno TIPO LEVE – LI NBR 5624 Espessura Diâmetro da Externo Parede .25 2.5 2.85 58.3 20 3/4“ 26.5 81.25 2.65 3.62 -0.3 139.33 -0.28 -0.53 -0.00 3.2 16.0 80 3’ 88.41 -0.00 3.4 93.9 101.50 2.85   Nota: As dimensões em polegadas são para referências comerciais.70 36.6 114.41 150 6“ 168.40 ±0.4 ±0.00 2.2 42.20 106.9 33. T = Tolerância 13.70 40.75 3.25 2.25 ±0.66 Ø 16.1 105.46 -0.7 25 1“ 33.20 22.88 ±1.10 ±0.18 -0.4 28.3 53.1 T (mm) 2.50 ±0.25 2.6 65.33   13.3 ±1.66 NBR 5598 Espessura Diâmetro da Externo Parede Ø 17.3 65 2 ½“ 73.40 ±0.25 5.41 -0.60 ±0.20 99.53 -0.3 26.30 T -0.00 2.4 36.20 ±0.28 -0.48 ±0.25 4.1 16.37 -0.5 1.40 ±0.70 74.41 -0.20 25.25 5.42 ±0.65 3.4 81.35 54.28 -0.76 ±0.1 105.53 -0.30 T -0.65   -0.28 -0.00 2.3 50 2” 60.28 -0.01 ±1.7 42.75 46.1 88.38 42.

5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 2 10 10 10 10 15 15 20 20 25 32 32 32 40 50 50 3 10 10 10 15 15 20 25 25 32 32 40 50 50 65 65 4 NÚMERO DE CONDUTORES NO ELETRODUTO 5 6 7 8 DIÂMETRO NOMINAL DO ELETRODUTO (mm) 10 10 15 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 10 15 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 90 10 15 15 20 25 25 32 32 50 50 65 65 80 80 90 10 15 20 20 25 32 32 40 50 50 65 65 80 90 100 15 15 20 20 25 32 40 50 50 65 65 80 90 90 100 15 20 20 25 25 32 40 50 65 65 80 80 90 100  15 20 20 25 32 32 40 50 65 65 80 80 90 100  9 10 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 45 ANEXO R Ocupação máxima dos eletrodutos de aço por condutores de cobre isolados com PVC SEÇÃO NOMINAL (mm²) 1.5 2.

adotar 10.000W de iluminação e tomadas.400W Como 5.000W 1 motor de 1/2cv Total = = = = 10.2kW por unidade.1 Iluminações e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 180m = 5.2.000W 2.000W = 10.000W Adotada = 10.000W 2. mínimo 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 46 Exemplos de Cálculos de Demanda Para Consumidores Atendidos na Tensão de 220/127V ENTRADAS INDIVIDUAIS EXEMPLO 1: residência com 180m de área construída. Adotada = 10.000W 10.Nota 3.000W 368W 20. 2 2 .7kVA a = 2.2 (Previsão de Carga) = 1kW Adotada = 1kW 2.400W < 10. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.37kW > 15kW.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 10 x 0. a demanda deve ser calculada. 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.7kVA Conforme ANEXO D .368W 2 ANEXO S Como 20.27 = 2.2 Aparelhos de aquecimento: carga instalada = 2 x 5.000W.4 Motores: carga instalada = 1/2cv Adotada = 1/2cv 3 Cálculo da demanda 3.3 Condicionador de ar tipo janela: mínimo previsto no item 7.

82kVA a = 21.2 (Previsão de Carga).68 > 15kW. não é feita nenhuma exigência.01kVA 4 Demanda total da residência D(kVA) = a + b + 1.680W 2 Como 62.01 x 1.2 Aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = 10 x 0.0 = 1 kW c = 1 kW 3.41kVA EXEMPLO 2: escola com 1000m de área construída.000W 4 aparelhos de condicionador de ar 1 kW 2 bombas de 5cv (sendo 1 reserva) Total = = = = = 35. adotar o de maior valor Adotada = 35.32 + 23 x 0.2.70 + 7.000W Para as demais cargas.5kVA b = 7. 1 Carga instalada Iluminação e tomadas 4 chuveiros de 5.000W < 35.01 = 12.0 = 1.86 + (35-12) x 0.4 Motores: Conforme ANEXO G e = 1. 2 Compatibilização da carga instalada com as previsões mínimas 2.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D 30W/m x 1000m = 30.3 Aparelho condicionador de ar tipo janela: Conforme ANEXO E c = 1 x 1.5 a = 10.75 = 7.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 47 3.50 + (1.680W 62.5 = 21.000W.41kVA D = 12.5kVA 3.000W 4.000W 20.01kVA e = 1. no item 7.000W 3.2c + e D(kVA) = 2. 3 Cálculo da demanda 3.82kVA 2 2 .000W Como 30. a demanda deve ser calculada.1 Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 12 x 0.2x1) + 1.

2 Aparelhos de aquecimento: Conforme ANEXO I b = 4 x 5 x 0.400W 10.2 letra “a”) 1.680W 21.2kVA b = 13.40 < 15kW.2kVA 3.1 Carga instalada por apartamento: Iluminação e tomadas 2 chuveiros de 5.800W Como 21. deve ser calculada a demanda. (conforme item 7.66 = 13.4 kVA Demanda total da escola D(kVA) = a + b + 1.720W 3.2x4) + 5.3 Aparelhos de condicionadores de ar tipo janela: Conforme ANEXO F c = 4 x 1 x 1.400W 14.2 + (1.400W 2 Como 14. Nota: Caso a carga instalada seja superior a 15kW.80 > 15kW. deverá ser calculada a demanda. 1 1 Cargas instaladas 1.22kVA ENTRADAS COLETIVAS EXEMPLO 3: prédio com 24 apartamentos.0 = 4kW c = 4kW 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 48 3. Área construída por apartamento 74m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio) 140m Um único agrupamento de medidores.2 Carga instalada de serviço (condomínio): Iluminação e tomadas 2 elevadores 10cv 2 bombas de 5cv (1 de reserva) Total = = = = 3.000W 1. não é necessário calcular a demanda.22kVA D = 45.000W 14.82 + 13.2c + e D(kVA) = 21.4 Motores: Conforme ANEXO G e = 1x5. Quando o valor resultante for inferior a 15kVA. . Atendidos na tensão de 220/127V. considerar 15kVA.000W 1 condicionador de ar 1kW Total = = = = 3.4 = 45.4 e = 5.

400 W + 18.8 e = (5.400 x 0.2 Motores do serviço (condomínio): 2 elevadores de 10cv (2x10x736) 1 bomba de 5cv (1x5x736) Total Adotada = 18.000W 21.86 = 32.Motores: Conforme ANEXO G e = (1x5.77kVA d = 32.400W 3 Cálculo das demandas 3.2 Demanda do serviço .86 Conforme ANEXO U Área de 74m² demanda 1.000 W) 24 Apto.04kVA = = = 14.92kVA .65 x 19.92kVA a = 2.680W 18.86 = 2.400W 2 2 .4 + 2x9.4 +18.2) x 0. x 1 kW serviço 3.400 W Total = = = = = 81.3 ) Iluminação e tomadas: 24 Apto.400W 2 Compatibilização das cargas instaladas com as previsões mínimas 2. fator de diversidade 19.8 = 19.3 Carga instalada total do prédio: 24 Apto.000W 24.1 Iluminação e tomadas do serviço (condomínio): Conforme ANEXO D 5W/m x 140m = 700W instalada = 3.720W 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 49 1.04kVA e = 19.800W 367.400 W 24 Apto.400W 2.400W Adotada = 3.77kVA 3. x (2 x 5.Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 3.65kVA Conforme ANEXO T d = 1.2.4) x 0. x 3.1 Demanda dos apartamentos (conforme item 7.600W 240.

92 + 19. Área construída por sala 40m 2 Área construída por loja 100m 2 Área construída destinada ao serviço (condomínio) 600m Dois agrupamentos de medidores (um para cada 70 salas e 6 lojas).96kVA D = 21.1 Carga instalada por sala: iluminação e tomadas 1.3) D(kVA) = 61.2 Carga instalada por loja: iluminação e tomadas 4.000W Adotada = 2.d (previsão de carga = 5kW) 2 2 2 Adotada = 5kW 1.2 + demanda do Serviço) D(kVA) = (32. x 1.000W Motores das lojas: Conforme previsto em 7.2.000W compatibilização conforme ANEXO D 5W/m x 600m² = 3.96 = 61.2) + 21.000W Adotada = 4.000W compatibilização conforme ANEXO D 30W/m² x 100m² = 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 50 Demanda total do serviço D(kVA) = a + e D(kVA) = 2.04 = 21.77x1. 1 Cargas instaladas 1.2.000W 2 .000W Adotada = 8.000W 1.96kVA 4 Demanda total do prédio D(kVA) = (demanda dos Aptos.3 Carga instalada de serviço (condomínio): iluminação e tomadas 8.28 (conforme item7.2.28kVA EXEMPLO 4: prédio com 140 salas de escritório e 12 lojas.000W compatibilização conforme ANEXO D 50W/m x 40m = 2.

402 = 470.64kVA a = 101.360W 22.000 x 0.018 W 82.86) + (120. central Total = = = = 8.384 W 42.000W 30.7) salas: 17.86) = 20.672 x 0.84kVA a = 121.2 Carga instalada do serviço (condomínio): Iluminação e tomadas Motores Ar cond.000 x 0.84kVA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 51 - motores: 3 elevadores 10cv 3 x 10cv x 736 = 4 bombas de 5cv (sendo 2 de reserva) 2 x 5cv x 736 2 bombas de 2cv 2 x 2cv x 736 Total Adotada = 32.402 W C(total) = 470.672 VA = = 2.200 + 84.000 = 101.384W = 7.40 kW 3 Cálculo das demandas 3.402 W Carga total = 2x194.000W 24.20kVA lojas: (24.000 + 82.384W ar condicionado central: 1 unidade de condicionador de ar central 120A (conforme nota do ANEXO F) 1.080W - 2 Carga instalada total do prédio C(total) = Carga instalada dos agrupamentos + carga instalada de serviço (condomínio) 2.73 x 220 x 120 = 45.672 VA 45.000W 2.1 Carga instalada de cada agrupamento: 70 salas x 2.000 W 32.944W 32.000W 6 lojas x 4.64 = 121.20 + 20.018 W Adotada = 45.92 (FP) = 42.000W 194.1 Demanda de cada agrupamento: Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D salas: (20.000W 6 lojas x 5000W Total = = = = 140.000 x 0.

67kVA d = 45.52 = 83.7 = 31.7 = 30.08 kVA e = 31.000) = 199.20) = 27.80 + 5.40 x 0.60 x 0.000 = 280.88+45.2 “d” 5 / 0.08 = 152.88kVA Condicionador de ar central: Demanda conforme a nota do ANEXO F d = 45.5 cv 7.84 + 31.80kVA e = (2 x 2.88kVA a = 6.08 kVA Demanda do agrupamento D(kVA) = a + e D(kVA) = 121.0 = 45.40) = 10.79 cv 7.67kVA Motores: Conforme ANEXO G e = (3 x 9.000W (0.60 + 10.79 cv 6.88kVA Salas: 140 x 2.07kVA 5 Demanda total do prédio Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D Serviço: 8.60) = 5.86x8.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 52 - Motores das Lojas: Conforme item 7.2.000 x 0.000W (0.4 kVA conforme ANEXO G e = (6 x 7.86 = 6.67+30.40) = 44.92 kVA D(kVA) = 152.5 cv (adotada) 7.000) + (0.70x260.60kVA e = (2 x 5.67 x 1.60kVA e = 43.86x20.92 kVA 4 Demanda do serviço Iluminação e tomadas: Conforme ANEXO D a = 8.40 kVA e = 44.20kVA e = 27.20 = 43.52kVA Demanda total do serviço D(kVA) = a + d + e D(kVA) = 6.000) = 6.07kVA D(kVA) = 83.20kVA .52kVA e = 30.736 = 6.

000 = 48.71 kVA D(kVA) = 385.36 + 45. central + demanda de motores) D(kVA) = 247.80 kVA e = 27.36kVA - Condicionador de ar central: Conforme ANEXO F d = 45.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 53 - Lojas: 12 x 4.20 kVA e = (12 x 7.80 kVA e = (2 x 2.60 kVA e = (2 x 5.0 = 45.000W (0.67kVA - Motores: Conforme ANEXO G e = (3 x 9.80 + 5.80 = 132.40) = 88.68 = 385.20 + 41.000) = 41.28kVA a = 6.20 + 88.20) = 27.67kVA d = 45.67 x 1. e tomadas + demanda ar cond.40) = 10.60 + 10.71 kVA Nota: Como a demanda de calculada foi de 385.28 = 247.40 x 0.68 kVA e = 92. superior ao limite estabelecido para o fornecimento em BT. aplicar o que estabelece o RIC/MT. .68 kVA D(kVA) = (demanda ilum.40 kVA e = 132.36kVA a = 247.86x48.71kVA .67 + 92.7 = 92.60) = 5.88 + 199.

63 3.67 1.86 5.05 1.98 6.79 3.38 6.81 3.09 5.49 4.95 4.10 5.06 4.26 5.78 1.94 3.68 5.52 Área Útil m² 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 KVA 2.51 1.80 1.06 2.31 5.44 6.69 5.61 1.21 2.08 1.45 4.23 2.10 6.14 2.49 1.88 2.94 1.30 1.49 5.98 2.57 1.59 3.69 2.96 1.19 2.74 3.61 2.43 5.20 4.91 2.67 4.10 1.52 4.09 2.26 6.88 5.73 5.98 5.14 6.68 4.96 4.99 Área Útil m² 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 kVA 4.47 5.53 1.02 6.38 5.88 3.29 2.40 2.58 4.76 2.78 2.95 5.86 3.54 5.19 4.40 1.80 2.74 4.74 5.17 2.46 2.01 3.27 2.86 1.76 5.71 5.59 4.97 5.33 2.09 Área Útil m² 320 321 322 323 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 344 345 346 347 348 349 350 400 450 500 550 600 700 800 900 1000 kVA 6.57 3.00 6.82 2.20 1.28 4.65 1.26 Área Útil m² 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 kVA 3.03 5.02 5.02 3.92 5.74 2.17 6.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 54 ANEXO T Cálculo da Demanda dos Apartamentos em Função da Área Área Útil m² 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 KVA 1.45 3.93 Notas: 1 Para apartamentos com área intermediária entre as faixas da tabela pode ser aplicado o incremento de 0.03 4.93 4.21 5.36 6.85 4.24 5.67 3.54 4.84 4.69 1.42 2.59 1.66 5.4 16.16 6.55 1.92 1.42 5.34 6.15 3.24 1.13 4.48 3.00 2.08 4.90 3.95 2.28 5.26 1.84 1.50 6.73 1.48 6.10 3.06 3.36 5.43 1.95 3.48 2.89 4.45 1.34 3.23 5.14 5.08 3.29 4.82 1.28 9.71 12.97 3.68 3.24 4.86 15.52 3.10 2.19 6.38 4.22 6.57 5.03 1.75 Área Útil m² 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 kVA 1.38 1.91 4.00 1.19 3.75 4.72 3.02 2.14 1.61 3.30 3.25 2.15 2.22 1.26 4.71 1.59 5.99 3.05 6.55 5.84 2.82 4.56 3.07 6.60 6.13 3.50 2.71 2.93 5.85 5.62 5.83 5.42 4.86 2.44 2.58 6.40 Área Útil m² 280 281 282 283 284 285 286 287 288 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 300 301 302 303 304 305 306 307 308 309 310 311 312 313 314 315 316 317 318 319 kVA 5.32 3.78 5.93 2.43 3.61 7.40 4.37 2.04 6.02kVA/m² sobre a demanda da faixa anterior.33 5.12 1.47 4.41 6.79 4.14 9.01 4.90 1.45 8.04 3. 2 2 Para apartamentos com área inferior a 40m a demanda a ser considerada é 1kVA.10 4.25 3.33 6.90 5.76 3.56 6.65 4.12 2.24 6.39 2.50 5.34 1.43 6.21 3.52 5.21 6.22 4.23 3.73 2.76 1.55 6.16 1.81 4.12 4.35 4. 3 A tabela acima se destina a prédio de múltiplas unidades consumidoras.18 1.67 2.31 4.29 6.54 3.17 4.97 2.00 1.51 4.57 2.50 3.53 6.36 4.31 6.39 3.39 6.77 3.59 2.80 5.63 4.00 5.83 3.12 5.35 5.56 4.56 2.61 5.81 5.12 6.12 3.70 3.04 2.88 1.15 4.17 3.47 1.44 4.86 4.45 5.32 1.29 5.89 2.28 1.01 1.64 5.04 4.31 2.65 3.65 2.3 13.63 1.92 3.05 5.28 3.37 3.51 6.91 10.07 5.16 5.27 6.85 3.41 3.77 4.70 Área Útil m² 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 kVA 4.61 4.19 5.47 3.63 2.54 2.35 2.46 6.36 1. .17 5.36 3.00 1.72 4.33 4.

74 79.1 61.09 69.79 70.69 76.65 19.94 80. 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 Fator 24.54 47.22 34.06 No Apto.97 83.30 44.59 74.34 64.67 No Apto.84 79.82 54.99 74.19 82.87 82.14 81.02 51.84 69.67 22.54 81.42 No Apto.74 77.99 72.99 70.84 64.59 68.76 13.95 82.04 80. 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 124 Fator 59.19 73.09 76.02 37.94 55.64 75.73 82.58 52.49 81.59 67.78 63.72 8.99 81.50 27.34 81.82 40.64 80.25 19.39 72.49 75.59 63.46 51.00 83.44 77.89 81.42 45.78 82.59 71.59 70.74 80.09 66.19 70.91 82.54 14.26 53.47 82.39 76.10 15.09 68.24 82.94 41.86 45.54 33.54 79.04 79.34 66.59 65.90 36.19 72.48 24.57 82.39 70.22 82.84 5.76 82.18 43.29 25.34 67.84 68.59 81.71 28.54 82.89 82.64 78.09 82.04 75.98 60.99 73.84 80.38 54.54 80.73 31.84 82.74 78.10 33.27 22.66 62.46 21.18 57.00 .82 82.81 82.46 37.74 58.92 3.79 82.88 4.14 38.00 83.92 82.93 82.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 55 ANEXO U Fatores de Diversidade de Carga em Função do Número de Apartamentos no Prédio de Múltiplas Unidades No Apto.34 63.34 68. 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 Fator 69.77 82.68 9.44 81.64 79.84 67.80 6.54 78.79 73.59 82.66 17.00 83.99 77.59 73.79 69.96 2.64 81.78 35.14 52.64 82.06 56.75 82.62 43.94 79.34 82.27 82.42 11.10 47.19 78.10 27.79 72.90 82.14 82.66 48. 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 Fator 42.37 82.09 81.90 26.39 81.44 82.52 30.69 No Apto.26 39. 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 Fator 81.34 No Apto.58 38.74 44.22 48.12 30.14 79.09 65.30 58.86 59.84 76.20 11.70 39.44 No Apto.19 74.89 80.34 79.83 82.24 81.34 80.38 40.32 82.88 16.59 66.59 72.09 67.94 76.14 80.88 23.24 80.54 61.39 82.79 81. 156 157 158 159 160 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 Fator 75.90 50.54 76.59 77.96 82.86 82.85 82.44 78.99 71.04 82.89 75.50 42.69 82.19 75.50 56.92 29.12 82.04 78.94 82.62 57.32 15.19 71.64 10.29 81.80 82.74 74.84 78.44 18.24 79.99 82.59 64. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Fator 1.78 49.84 65.31 28.88 82.06 21.89 78.66 34.59 69.39 74.84 81.24 76.34 65.39 71.34 49.94 32.09 64.49 82.70 53.33 31.08 No Apto. 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 Fator 79.44 80.34 35.84 66.94 80.98 46.52 82.42 82.79 71.94 81.69 25.74 82.34 No Apto.19 81.29 82.62 82.34 78.04 81.39 73.86 20.72 82.74 81.00 1.17 82.79 75.98 12.14 77.76 7.04 18.29 77.22 62. 249 250 251 252 253 254 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 280 300 Fator 82.

Especificação do quadro geral para medidores. B0801 e/ou B0803 para projeto de painel de medidores. subestação . devem constar os detalhes das instalações existentes até os medidores (ramal de entrada. .Especificação da carga instalada total e por unidade consumidora. também deverá ser apresentada uma cópia da respectiva ART. detalhe completo dentro da CED. em escala 1:1000. em escala 1:100 ou 1:50. indicação do norte geográfico. ou visto do CREA-RS e assinatura do responsável técnico pelo projeto da instalação elétrica. referente à cabina de subestação e/ou medição. conforme anexo 1 – tabela de códigos do CREA (mais usuais): A0142 instalações elétricas em baixa tensão para fins residenciais e comercias.Cálculo de queda de tensão total no trecho desde o ponto de entrega até o painel. do local da instalação da medição de energia elétrica e da subestação quando houver. dimensões e detalhes necessários. da “Anotação de Responsabilidade Técnica – ART” do profissional que assina o projeto elétrico. condições de acesso de equipamento e pessoal. e) Planta de localização com detalhe completo da entrada de energia pretendida. b) Apresentação do “Memorial Descritivo”. número de registro. e memorial descritivo. bitolas dos condutores. detalhe dos condutores e eletrodutos. indicação das dimensões do painel.Descrição da entrada de serviço de energia elétrica. localização. bem como assinatura do proprietário da edificação.O projeto deve atender o estabelecido na NR 10.Especificação da malha de aterramento. tipos CP’s e CED.Especificação da proteção geral ( tensão. d) Planta de situação da edificação e do lote. em relação aos quarteirões e ruas adjacentes. . 2 . bem como diagrama unifilar). B0302 e/ou B0303 para projeto de rede de distribuição e ramal subterrâneo. deverá ser apresentada uma cópia do projeto das instalações elétricas de todo o prédio. principais características dos materiais e equipamentos. área construída.Cálculo das correntes de curto-circuito no ponto de instalação de proteção geral (método simplificado). . . contendo: . etc. . e. 20 (projeto e execução) ou 53 (execução). espaços destinados para instalação dos TC’s. ramo de atividade.Especificação da tensão de fornecimento. etc. demanda de cada unidade consumidora. no que segue: .Especificação de materiais e equipamentos utilizados na entrada de serviço. corrente nominal e capacidade de interrupção ). g) Desenho dos painéis deverá conter todos os detalhes para sua instalação. .).2 RIC/BT). seção dos condutores (mm ).Códigos de atividade técnica: 12 (projeto). .Cálculo de demanda provável e previsão de futuros aumentos de carga (conforme item 7. h) Em caso de reforma ou ampliação. f) Planta com todos os detalhes das instalações desde o ponto de entrega até as medições. . i) Em caso de projeto de prédio de múltiplas unidades.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 56 ANEXO V Requisitos Mínimos para Análise de Projeto a) Apresentação de uma das vias (original). Nota: Em caso que tenha obra civil.se houver – painel de medidores. B0304 para projeto de subestação transformadora. na escala 1:20. . tipo de medição. intertravamento. caixas de passagem. . em todas as pranchas que compõem o projeto elétrico. lojas. eletrodutos e barramentos. identificação por número das unidades consumidoras. nº de pavimentos. . com indicação da área de construção. . devidamente credenciada pelo CREA. c) Nome. sem escala. com todas as cotas.Descrição sumária da obra (nome do proprietário e/ou condomínio. nº de apartamentos.Códigos de descrição de trabalho. A concessionária poderá solicitar outros detalhes específicos que julgar necessário.

16 0.50 4.124 (A) 2 (A) Condutores sólidos de seção acima de 16mm são para tipos de cabos especiais.70 24.00 50. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 57 ANEXO W Classe de Encordoamento TABELA 1 – Classe 1 – Condutores sólidos para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal mm² 0.727 (A) 0.70 3.100 12.84 1.00 120.20 7.610 4.500 24.75 1.080 3.50 2.00 10.00 150.50 0.830 1.20 12.00 70.00 16.193 (A) 0.268 (A) 0.00 35.524 (A) 0.11 1.56 4.00 1.00 Resistência máxima do condutor à 20ºC Condutores circulares Fios nus Fios revestidos /Km /Km 36.153 (A) 0.410 7.80 18.00 25.387 (A) 0.00 95.150 1.000 36.00 6.100 18.

4100 4.0090 Fios revestidos /Km 36.1000 12. (B) Seções não recomendadas.5 7 6 2.1500 0.0113 0.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 58 TABELA 2 – Classe 2 – Condutores encordoados para cabos unipolares e multipolares Seção Nominal Número mínimo de fios nos condutores Condutor compactado não circular 6 6 6 12 15 18 18 30 34 34 53 53 53 - Resistência máxima do condutor a 20ºC Fios nus /Km 36.8300 1. .0286 0.3870 0.0177 0.0601 0.0366 0.0176 0.0475 0.0113 0.0369 0.1540 0.0151 0.5 7 6 4 7 6 6 7 6 10 7 6 16 7 6 25 7 6 35 7 6 50 19 6 70 19 12 95 19 15 120 37 18 150 37 18 185 37 30 240 61 34 300 61 34 400 61 53 500 61 53 630 91 53 800 91 53 1000 91 53 1200 (A) (A) 1400(B) (A) (A) 1600 (A) (A) 1800(B) (A) (A) 2000 (A) (A) (A) Número mínimo de fios não especificados.7270 0.0470 0.2680 0.0090 Condutor não Condutor compactado compactado mm² circular circular 0.1930 0.0991 0.7000 3.5290 0.0221 0.0754 0.1000 0.6100 3.0000 24.0510 0.8400 1.1950 0.0762 0.0101 0.3910 0.2700 0.0129 0.5 7 0.5240 0.2000 7.5600 4.0101 0.1530 0.0283 0.1260 0.7000 24.0129 0.7340 0.2000 12.1240 0.75 7 1 7 1.0607 0.1000 7.8000 1.5000 18.1600 0.0224 0.8000 18.1100 1.

utilizando-se a seguinte fórmula: Z= R cos φ + jX sen φ Nota: No caso de utilização de cabos em paralelo nos circuitos de interligação. Z é a impedância do condutor. (ver tabela) X é a reatância do condutor. Os valores de resistências elétricas e reatâncias indutivas indicados na tabela a seguir são valores médios e destinam-se a cálculos aproximados de circuitos elétricos. I é corrente da carga.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 59 ANEXO X Cálculos de Queda de Tensão Para aprovação de Painel de Medidores é necessário apresentar o cálculo de queda de tensão desde o ponto de derivação até o disjuntor geral do painel. até o disjuntor geral do painel de medidor. conforme o limite acima citado. Vn é a tensão trifásica nominal do circuito. quando a distância for superior a 20 (vinte) metros. em Ω/km. desde a rede de distribuição secundária da concessionária até o disjuntor geral. Nota: Quando houver mais de um painel de medidores. em km. . R é a resistência do condutor. (ver tabela) cos φ é o fator de potência da carga. a queda de tensão para todos os painéis deverá ser desde a derivação da rede de distribuição até o disjuntor geral de cada painel de medidores. O limite de queda de tensão deve obedecer ao critério estabelecido pela norma NBR 5410. a impedância deve ser dividida pelo números de circuitos. em %. Pode-se adotar o seguinte critério para cálculo de queda de um circuito trifásico com carga concentrada no painel de medidores. d) 2% para painel de medidores alimentado por subestação de transformação ou transformador. em Ampéres. L é o comprimento do circuito. neste caso adotar corrente nominal do disjuntor. desde a derivação secundária destes. Dv(%) = Onde: 3 × I × L × (R cosϕ + Xsen ) ϕ ×100 Vn DV é a queda de tensão. que estabelece: c) 2% para painel de medidores alimentado diretamente por um ramal de baixa tensão. em Ω/km. em Volts.

87 0.075 0.48 0.15 0.063 0.19 0.15 0. (B) Válido para condutores isolados.32 0.095 0.15 5.12 0. .099 0.63 0.14 3.73 0.098 0.037 0.41 4.39 0.13 1.83 1.10 0.060 0.61 3.52 0.08 1.10 0.047 0.089 0.018 (A) Resistência elétrica em corrente contínua calculada a 70 ºC no condutor.052 0.094 0.15 0. EPR e XLPE em Condutos Fechados (Valores em Ω/km) Seção (mm²) 1. cabos unipolares e multipolares instalados em condutos fechados não magnéticos.11 0.028 0.13 2.10 0.043 0.1 7.11 0.022 0.10 0.19 0.093 0.47 0.52 0.033 0.5 2.12 0.16 8.19 0.23 0.69 0.27 0.037 0.12 0.097 0.078 0.12 0.088 Rcc (A) 12.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 60 Resistência Elétrica e Reatância Indutiva de Fios e Cabos Isolados em PVC.38 0.87 0.094 0.5 4 6 10 16 25 35 50 70 95 120 150 185 240 300 400 500 630 800 1000 Condutos não-magnéticos (B) Circuitos FN / FF / 3F Rca XL 14.096 0.

3. 3. 3. Resistência nominal Os postes devem apresentar uma resistência nominal para um esforço aplicado continuamente a 200mm do topo. Ensaios A concessionária.5.1. Objetivo Esta Norma tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a construção de poste de concreto armado para a utilização em entradas de serviço de consumidores. os postes devem ser conforme figura 30A e dimensionados conforme tabela Y1. destinada aos ensaios de rotina.7. 3. bem como a fornecer o resultado dos mesmos. de forma que impeça sua remoção no transporte ou manuseio do mesmo. de forma visível e indelével no concreto antes da cura total. pela rede de distribuição aérea da concessionária.2. data de fabricação. desde que previamente aprovados pela concessionária. devem ser de PVC rígido rosqueável. Podem ser aceitos postes com dimensões diferentes das estabelecidas neste regulamento. Norma complementar Na aplicação desta norma é necessário consultar: NBR 8451 – Poste de Concreto Armado para Redes de Distribuição de Energia Elétrica – Especificação. 3. 3. comprimento nominal (m). Disposições gerais 3. quando embutidos no próprio poste. a título de verificação.3. Identificação Os postes devem ser identificados em baixo relevo ou através de placa não ferruginosas (ANEXO YA). ficando a concessionária obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios. 2. O fabricante deverá fornecer o poste.6.6. 3. retangular ou duplo T. conforme tabela Y1.8. seção conforme tabela Y1. .6. Dimensões Os postes devem ser construídos obedecendo às dimensões mínimas indicadas na tabela Y1. 3. 3. poderá solicitar ao fabricante amostra de poste. atendidas em tensão secundária. Marca para engastamento Os postes devem possuir um traço de referência gravado em baixo relevo com profundidade de 2 a 5 mm. resistência nominal (daN).4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 61 ANEXO Y POSTE DE CONCRETO ARMADO Padronização 1.2. com os seguintes dados: nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. Seção Os postes podem ser de seção circular. A fixação da placa no poste deve ser feita pelo fabricante no local indicado na figura 30A. tirada de sua produção normal. Eletrodutos e Curvas Os eletrodutos e curvas. 3. quadrada. Tipos de postes De acordo com o tipo de atendimento e o padrão de entrada.1. em uma das faces como mostra a figura 30A.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 62 TABELA Y1 Poste de concreto armado Seção quadrada.10 6. circular e duplo T Comprimento Nominal daN Nominal Ruptura 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 80 100 150 200 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 160 200 300 400 m 5.20 230 140 195 100 15 16 7.0 mm Seção Circular Seção Quadrada Base Topo Base Topo 215 140 180 100 mm/m 1.5 1.35 282.0 1.0 1.30 245 140 212 100 7.5 140 220 100 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 32 40 60 75 Furo para Ancoragem (quantidade) 1 1 1 1 2 3 4 4 2 3 4 4 2 3 4 4 Resistência Dimensões Conicidade Eletroduto Embutido (PVC) Ø Nominal (mm) Engastamento .

f) Dimensões em milímetros. 6. . 150. e) As letras e/ou número devem ter no mínimo. b) Espaço 2: para colocação dos números representativos da data (dia. 200 daN). mês e ano) de fabricação dos postes. 100. gravados de forma legível e indelével. 7 e 7. c) Espaço 3: para colocação do número representativo do comprimento do poste (5.5).Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 63 ANEXO YA Placa de identificação 1 NOME OU MARCA CREA: DATA DE FABRICAÇÃO COMPRIMENTO NOMINAL (m) RESISTÊNCIA NOMINAL (daN) 2 3 4 (mín) a) Espaço 1: para colocação do nome ou marca comercial do fabricante com o número do CREA do responsável técnico. 4mm de altura por 3mm de largura. d) Espaço 4: para colocação do número representativo da resistência nominal do poste (80.

desde que mantidas as características e condições previstas na tabela 2. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). As CP’s e CED podem ser substituídas por caixas de policarbonato modulada. . As características de montagem constam nas figuras deste anexo. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 64 Agrupamentos Tabela 1 ANEXO Z Combinações Possíveis Nº Comb. entre CP’s e CPOM’s. Não é permitido a utilização de quadros ou painéis de medição mistos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição modelo CPOM devem ser transparentes. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Tipo 2 MONOF 3 MONOF 4 MONOF 5 MONOF 5 MONOF 6 MONOF 7 MONOF 8 MONOF 8 MONOF 2 BIF 3 BIF 3 BIF 4 BIF 4 BIF 5 BIF 5 BIF 2 TRIF 3 TRIF 3 TRIF 4 TRIF 5 TRIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 BIF 3 MONOF + 3 TRIF 3 MONOF + 3 TRIF Entrada esquerda direita esquerda direita esquerda direita esquerda direita direita esquerda direita esquerda FIGURAS CP Moduladas FIGURA A FIGURA A1 FIGURA B FIGURA B1 FIGURA B FIGURA C1 FIGURA C FIGURA C1 FIGURA D FIGURA D1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA E FIGURA E1 FIGURA F FIGURA F1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA G FIGURA G1 FIGURA H FIGURA H1 FIGURA I FIGURA I1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA J FIGURA J1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 FIGURA K FIGURA K1 FIGURA L FIGURA L1 Nota: 1 2 3 4 5 6 7 8 Estas figuras podem ser utilizadas para maiores combinações. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.

2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 65 LEGENDA Tabela 2 Classe de Tensão Disjuntor Geral Ramal de Ligação A B C D E Ramal de Entrada F H I Circuito de Distribuição J K L M N O P Q R 220/127 V Tripolar 70A .10mm² .PVC 4#10mm² .10mm² . eletroduto de no mínimo φ 50mm. . conforme item 8.750V / φ 20mm – PVC 1#10mm² .AL 2#10mm² .750V (usar mesmo eletroduto do aterramento) 1 x (12 x 2) mm .750V / φ 32mm – PVC PARA RAMAL DE ENTRADA COM TRECHO SUBTERRÂNEO VIDE NOTA 380/220 V Tripolar 50A . total ou parcialmente subterrâneo.750V / φ 25mm – PVC 4#10mm² .COBRE 4 x (12 x 2) mm .PVC 4#10mm² .750V / φ 40mm .750V / φ 20mm .AL Q .PVC 2#6mm² .AL T .750V / φ 25mm – PVC 1#10mm² .750V / φ 20mm – PVC 3#10mm² .16mm² . deve ser empregado condutor isolado para 1kV.750V / φ 32mm . ao invés de 750V.750V / φ 25mm – PVC 8#10mm² .750V / φ 32mm – PVC 2#10mm² .AL 4#25mm² .PVC 4#10mm² .COBRE Circuito Alimentador Aterramento Condutor de Proteção Barra para o Condutor de Proteção Barramento Principal (CED) Nota: Ramal de entrada.10mm² .10kA Q .750V / φ 20mm .750V / φ 32mm – PVC 3#10mm² .10kA Q .

As demais devem conter a numeração 1. 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. anilhas e/ou fita identificação colorida. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 66 ANEXO Z – FIGURA A PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS TAMANHO 4 CE Ramal de ligação D Ramal de entrada H Saída M CP-1 Nº CP-1 M 40 5 I+P 5 1 P 10 Q 60 Condutor de proteção P Aterramento O Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. na sequência lógica. Medidas em centímetros. etc.. 3.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 67 ANEXO Z – FIGURA A1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. conforme figura. .. na sequência lógica. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1. etc. anilhas e/ou fita identificação colorida. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. Ramal de ligação Ramal de entrada Condutor de proteção Aterramento Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 3. 2.. Medidas em centímetros. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

Medidas em centímetros. 2. etc. anilhas e/ou fita identificação colorida.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. na sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 68 ANEXO Z – FIGURA B PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 4 MEDIDORES MONOFÁSICOS Ramal de ligação C Ramal de entrada F TAMANHO 5 CE saída CP-1 Nº M I CP-1 1 M J CP-1 2 10 28 M I+P CP-1 3 5 M P 10 Q Condutor de proteção P Aterramento O 60 Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 80 .. 3.

3. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa.. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Medidas em centímetros. na sequência lógica. 2. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. etc. conforme figura. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). As demais devem conter a numeração 1. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. anilhas e/ou fita identificação colorida.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 69 ANEXO Z – FIGURA B1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. .. Ramal de ligação Ramal de entrada Ponto para conexão do condutor de proteção Disj. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio.

anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros. etc. ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº CED 40x30x20 P disj. geral A DPS J J K 1 I 2 M CP-1 CP-1 M 3 I 4 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.. As demais devem conter a numeração 1. . 3.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 70 ANEXO Z – FIGURA C PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. na poste particular sequência lógica. 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

conforme figura. .. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 71 ANEXO Z – FIGURA C1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. As demais devem conter a numeração 1. na sequência lógica. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. 2. 3. etc. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).

As demais devem conter a numeração 1. etc. . na sequência lógica. Ramal de entrada E Poste particular Barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I 1 J 2 K CED 30x40x20 DPS J P M CP-1 CP-1 M Disj. Medidas em centímetros... 2. anilhas e/ou fita identificação colorida. geral A 3 I 4 Condutor de proteção P Aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 72 ANEXO Z – FIGURA D PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 3. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. conforme figura. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. etc. As demais devem conter a numeração 1. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. na sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 73 ANEXO Z – FIGURA D1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros. . O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. 2. 3. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).

na sequência lógica. etc.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 74 ANEXO Z – FIGURA E PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA poste particular ramal de ligação B ramal de entrada E barra de proteção Q Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. CP-1 M CP-1 M CP-1 M Nº J K CP-1 P M 1 I M CP-1 2 M CP-1 3 J K 4 I 5 CED 40x30x20 disj. .. Medidas em centímetros. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.. anilhas e/ou fita identificação colorida. 3. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. geral A DPS J M CP-1 CP-1 M 6 I 7 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. As demais devem conter a numeração 1. 2.

2. As demais devem conter a numeração 1. etc. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. na sequência lógica. 3. Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. geral condutor de proteção aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. anilhas e/ou fita identificação colorida. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Medidas em centímetros. conforme figura.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 75 ANEXO Z – FIGURA E1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. .

Medidas em centímetros. As demais devem conter a numeração 1. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 76 ANEXO Z – FIGURA F PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA ramal de ligação B Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. etc.. 2. .. anilhas e/ou fita identificação colorida. na sequência lógica. 3. geral A DPS J 3 I 4 J 5 M CP-1 CP-1 M 6 I 7 condutor de proteção P aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. ramal de entrada E poste particular barra de proteção Q M CP-1 CP-1 M CP-1 M Nº I M CP-1 1 J M CP-1 2 K M CP-1 P K CED 30x40x20 disj.

não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. 2. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. anilhas e/ou fita identificação colorida. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias.. etc. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). conforme figura.. Medidas em centímetros. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. 3. geral Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. condutor de proteção aterramento Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. . As demais devem conter a numeração 1. na sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 77 ANEXO Z – FIGURA F1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 8 MEDIDORES MONOFÁSICOS COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta.

conforme ANEXO J. 2. Ramal de ligação B Ramal de entrada Ver Nota 3 Poste particular Circuito Alimentador Ver nota 6 Disjuntor ver Nota 4 CP-2 N CP-2 N Q Nº 1 P Condutor de proteção P Aterramento O Ver Nota 5 PISO Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. . O ramal de entrada deve ser de 4#25mm2 na tensão de 220/127V e 4#16mm2 em 380/220V. As demais devem conter a numeração 1. Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. etc.. 3. na sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 78 ANEXO Z – FIGURA G PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS. Medidas em centímetros. Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A na tensão de 220/127V e 40A em 380/220V. anilhas e/ou fita identificação colorida. O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito.

Furação de passagem dos cabos para o consumidor Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Legenda conforme TABELA 2. BIFÁSICOS OU TRIFÁSICOS COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. na sequência lógica. Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade.. etc. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. Medidas em centímetros. . O ramal de entrada deve ser de 4#25mm2 na tensão de 220/127V e 4#16mm2 em 380/220V. conforme figura. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Medidas em centímetros. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. As demais devem conter a numeração 1.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 79 ANEXO Z – FIGURA G1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 2 MEDIDORES MONOFÁSICOS. O circuito de distribuição deve ser da mesma seção do condutor do ramal de entrada. Para dimensionamento dos condutores do circuito alimentador (N) deve ser observada a característica do tipo de ligação. conforme ANEXO J. Ramal de ligação Ramal de entrada Ver Nota 2 Disjuntor ver Nota 3 Circuito Alimentador Ver nota 5 Condutor de proteção Aterramento Ver Nota 4 Ponto para conexão do condutor de proteção Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. 2. Os disjuntores individuais ficam limitados em 50A na tensão de 220/127V e 40A em 380/220V. 3. anilhas e/ou fita identificação colorida.

2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 80 ANEXO Z – FIGURA H PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Medidas em centímetros. As demais devem conter a numeração 1.. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3. na sequência lógica.. etc. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N Nº K K P K 1 N CED 30x40x20 Barramento R Principal Disj. anilhas e/ou fita identificação colorida. . Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. geral A Condutor de proteção P Aterramento O CP-2 R DPS K 2 Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2.

3. As demais devem conter a numeração 1.. conforme figura. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. etc.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 81 ANEXO Z – FIGURA H1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. anilhas e/ou fita identificação colorida.. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Medidas em centímetros. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 2. na sequência lógica. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. . não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria.

. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 2. As demais devem conter a numeração 1. Medidas em centímetros. geral A 2 K DPS CED 30x40x20 Condutor de proteção P Aterramento O PISO Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. etc. Ramal de ligação B Ramal de entrada E Poste particular Q N N CP-2 CP-2 Nº P K 1 K K Barramento Principal R CP-2 N R Disj. 3. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. na sequência lógica. ..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 82 ANEXO Z – FIGURA I PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. anilhas e/ou fita identificação colorida.

Medidas em centímetros. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 83 ANEXO Z – FIGURA I1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 3 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. anilhas e/ou fita identificação colorida. conforme figura. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. 2. 3. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. na sequência lógica. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.. As demais devem conter a numeração 1. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. etc.. . As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas).

.. 2. na sequência lógica. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. etc. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 K N CP-2 K N Nº Barramento Principal R P CP-2 1 K L 2 N CP-2 R K DPS K N 3 4 Disj.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 84 ANEXO Z – FIGURA J PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Medidas em centímetros.. As demais devem conter a numeração 1. anilhas e/ou fita identificação colorida. geral A Condutor de proteção P Aterramento O CED 30x40x20 Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2. 3.

O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 85 ANEXO Z – FIGURA J1 PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 5 MEDIDORES COM CAIXAS MODULADAS Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada Disj. não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta. As demais devem conter a numeração 1. 2.. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). 3. Medidas em centímetros. geral Condutor de proteção Aterramento Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. etc. conforme figura. Furação na calha para passagem de cabos Vista Superior Notas: 1 2 3 4 5 6 7 Legenda conforme TABELA 2. . Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes.. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. anilhas e/ou fita identificação colorida. utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa. Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. na sequência lógica.

anilhas e/ou fita identificação colorida. As demais devem conter a numeração 1. 2. . Medidas em centímetros. etc. Geral A CED 30x40x20 Condutor de proteção P Aterramento O Notas: 1 2 3 Legenda conforme TABELA 2... Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade. Poste particular Barra de proteção Q N CP-2 CP-2 N CP-2 N Nº Barramento Principal R K P 1 L K 2 M CP-1 CP-1 I M R J DPS I M CP-1 3 4 5 Disj. podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito. 3. na sequência lógica.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 86 ANEXO Z – FIGURA K PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA Ramal de ligação B Ramal de entrada E Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

87

ANEXO Z – FIGURA K1
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA DIREITA COM CAIXAS MODULADAS

Ramal de ligação Ramal de entrada

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor

Disj. geral

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Condutor de proteção Aterramento

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior

Notas:
1 2 3 4 5 6 7
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

88

ANEXO Z – FIGURA L
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA

Ramal de ligação B Ramal de entrada E

Deve ser inscrito na tampa da primeira CP o nº do terreno. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica. Poste particular

Barra de proteção Q

N CP-2 CP-2

N CP-2

N


Barramento Principal R CED 30x40x20 M CP-1 R I DPS P K L

1
K

2

M CP-1 CP-1

M

3

4
J I

5

condutor de proteção P aterramento O Disj. geral A

Notas:
1 2 3
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. Medidas em centímetros.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

89

ANEXO Z – FIGURA L1
PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE 6 MEDIDORES COM ENTRADA PELA ESQUERDA COM CAIXAS MODULADAS

Calha para fixação das caixas e passagem de cabos para o consumidor Ramal de ligação Ramal de entrada

Disj. geral Condutor de proteção Aterramento

Deve ser identificado a primeira CPOM com nº do terreno ou prédio. As demais devem conter a numeração 1, 2, 3... etc; na sequência lógica, utilizando etiquetas adesivas com proteção UV na face interna da tampa, conforme figura.

Furação na calha para passagem de cabos

Vista Superior

Notas:
1 2 3 4 5 6 7
Legenda conforme TABELA 2. Cada unidade consumidora deve ser atendida por circuito de distribuição independente e devidamente identificados por unidade, podendo esta identificação ser mediante a utilização de cores distintas por circuito, anilhas e/ou fita identificação colorida. As caixas de medição modelo CPOM devem ser utilizadas para atender as combinações de agrupamento previstas neste anexo (moduladas). Este modelo de CM bem como os demais componentes necessários para a sua montagem devem ser homologados pelas concessionárias. A utilização da CPOM deve ser exclusivamente sobre posta, não sendo permitida a sua utilização embutida em alvenaria. O espaço entre as caixas de medição moduladas não devem ser preenchidos. Os eletrodutos utilizados para a união das caixas de medição CPOM devem ser transparentes. Medidas em centímetros.

alumínio. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). 3. tampa e porta. 3.2. Materiais Devem ser confeccionadas em chapa de aço oleada ou zincada. 2. sem fendas ou rachaduras. 4. pela rede de distribuição da concessionária. resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro.2cm CE e CI 3. Devem ser pintadas com tinta antiferruginosa na cor cinza. 4. fecho. as partes metálicas (dobradiças. Caixas com chapa de alumínio Devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE. 8. atendida em tensão secundária. CLI. CLI. trinco. 19USG para contorno e divisórias. Disposições gerais 3. trinco.2cm CLE e CLI 1A e 2A 0. . aplainado em ambos os lados.2. 3.1. de cerne ou pinho.15cm. as partes metálicas (dobradiças.) devem ser de material não ferroso. 10 e 11 18USG para o fundo. CLI 1A e 2A 18USG para tampa e porta. 20USG para moldura da porta. CLE devem possuir chapas com espessura mínima de: CLE 1A e 2A 18USG para contorno. policarbonato. As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável.2. O modelo CI deve possuir moldura. 3. 4. 9. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). etc. 2. etc. as caixas de medição devem ser de acordo com as figuras e tabela deste anexo. 3. fecho.4. Caixas com chapa de aço oleada ou zincada Os modelos CI. esmalte sintético ou envernizada. CE.3. Devem ser pintadas interna e externamente com tinta a óleo.) devem ser de material não ferroso. Objetivo Este anexo tem por objetivo estabelecer as condições mínimas para a fabricação de caixas de medição com utilização em entrada de energia de unidade consumidora. Caixas de madeira Devem ser confeccionadas somente nos modelos CI e CE. 7. Caixas de resina de poliéster reforçada com fibra de vidro Os modelos CI. 7. 9. 10 e 11 18USG para a porta. 7. 19USG para o contorno e fundo. CE 1. com espessura mínima de 2cm.) devem ser de material não ferroso. 5. Tipos de caixas Conforme o tipo de fornecimento e entrada de energia. 5. fecho. CLE devem possuir chapa com espessura mínima de: CE e CI 1 e 2 0. porta e face superior. 3. 2. etc.2. O modelo CE deve ter a face superior revestida com chapa metálica. 10 e 11 0. face superior. CI 1. CE. 5. 19USG para divisórias. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). Não devem ser utilizadas em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas). polietileno ou madeira. contorno. com espessura mínima de 0. Características 3. 20USG para a moldura da porta.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 90 ANEXO AA Caixas de Medição Especificações 1. trinco.2. as partes metálicas (dobradiças. 9.2. 3. 8.3cm As caixas modelos CLI e CLE não devem possuir rebites em locais que permitam acesso ao compartimento lacrável.1. 8.

A concessionária. 3. Caixas de policarbonato e polietileno Os fabricantes devem encaminhar seus protótipos para a concessionária.2. abaixo do visor. de compensado resinado.5. . resinas de poliéster reforçadas com fibra de vidro deve ser revestido. Revestimento interno O fundo das caixas em chapa de aço oleada ou zincada. com os respectivos desenhos e especificações técnicas.9. da seguinte forma: − nome do fabricante na parte frontal da porta. tirada de sua produção normal. a título de verificação.8.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 91 3.7. O fabricante deverá fornecer a caixa. para avaliação e cadastro.4cm. alumínio.2. Identificação As caixas devem ser identificadas com o nome do fabricante. 3.4cm de espessura e fixado de forma a garantir sua inviolabilidade e de fácil substituição.6. Visor O visor deve ser de vidro transparente com 0. poderá solicitar ao fabricante amostra de caixa. bem como a fornecer o resultado dos mesmos. mês e ano de fabricação.2. com espessura mínima de 1. de forma visível e indelével. ficando a concessionária obrigada a marcar a data e o local para a realização dos ensaios. internamente. painel de tiras orientadas (OSB) ou madeira de pinho macho e fêmea lisa (largura entre 5 e 15cm).2. Estanqueidade A caixa montada deve ser estanque a penetração de água.2. atendendo as dimensões mínimas estabelecidas nas figuras deste anexo. 3. 3. destinada aos ensaios de rotina. − mês e ano em local a critério do fabricante.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 92 Dimensionamento TABELA TAMANH O 1 1A 2 2A 3 4 5 7 8 9 10 11 MODELO CI CLI CI CLI CI CI CI CI CI CI CI CI CE CLE CE CLE CE CE CE CE CE CE CE CE A 30 30 60 50 80 60 60 150 120 90 120 130 MEDIDAS (cm) B 40 30 60 50 60 40 80 130 90 120 130 120 C 15 15 24 18 24 15 15 24 26 26 26 26 .

7 20.7 3.2 3.2 4.5 7.1 7.1 5.3 8. Medidas em centímetro.0 7.5 I J K L M N P Monofásica 3. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 93 FIGURAS CAIXAS DE POLICARBONATO Dimensões A B C D E F G H Monofásica 33.5 4.4 2.3 6.1 Nota: 1 2 Material de Policarbonato.2 10.4 7.4 2.0 2.3 15.0 5.5 Polifásica 8 8 28.3 3.5 4.3 12.5 Polifásica 53.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 94 CAIXAS DE POLICARBONATO COM LENTE Nota: 1 Medidas em milímetros. .

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 95 CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIESTER MODULADA MONOFÁSICA VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Nota: 1 Medidas em milímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 96 CAIXAS DE POLICARBONATO OU POLIESTER MODULADA POLIFÁSICA VISTA LATERAL VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA INFERIOR Nota: 1 Medidas em milímetros.

CI -1 3 3 12 8 12 8 Vidro 40 6 18 6 40 3 20 3 30 3 15 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 97 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 CAIXA INTERNA .CE -1 32 20 6 8 12 12 8 2 3 Vidro 40 6 18 6 38 30 Nota: 1 Medidas em centímetros. 20 15 .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 98 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CE -1 36 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros. 2 .CI -1 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 40 40 2 20 6 18 6 2 30 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 99 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo 8 / 15 mm M- fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas. . Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.2cm de diâmetro. uma com 2.

uma com 2.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 100 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Medidas em centímetros.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas. .6cm circundada por outra de 4.

uma com 2.4 DETALHE 2 Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 101 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLI FURAÇÃO DA CAIXA DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 2 30x30x1. . Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Medidas em centímetros.

6cm circundada por outra de 4. uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas.4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. .4 20x50x1. Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 102 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1.

uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas. Medidas em centímetros. . Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 103 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo 8 / 15 mm M- marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.2cm de diâmetro.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o fio terra somente uma com 2. . uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 104 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 1A – CLE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. Marca para a furação: Duas estampas. Medidas em centímetros.2cm de diâmetro.6cm circundada por outra de 4.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 105 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 CAIXA INTERNA .CI -2 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA .CE -2 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Nota: 1 Medidas em centímetros. .

CE -2 66 23 Proteção de metal não ferroso 2 1 1 4 3 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.CI -2 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 40 10 2 60 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 106 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .

2cm de diâmetro. Marca para a furação: Duas estampas. . Medidas em centímetros.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o fio terra somente uma com 2.6cm circundada por outra de 4.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 107 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI ver detalhe 1 C´ B´ fixação do vidro e vedação dobradiça vidro 4mm parafuso fixo 8 / 15 mm M- fechadura ou trinco marca p/ furação A A´ parafuso p/fixação da moldura C B CORTE CC´ CORTE BB´ dispositivo regulável p/ fixação da moldura dispositivo p/ lacre parafuso fixo M-8 / 15mm arruela marca p/ furação DETALHE 1 DETALHE 2 ver detalhe 2 MOLDURA CORTE DD´ D D´ Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. uma com 2.

. Marca para a furação: Duas estampas. Medidas em centímetros. uma com 2.6cm circundada por outra de 4.2cm de diâmetro. Para o fio terra somente uma com 2.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 108 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI VISTA ABERTA VISTA SEMI ABERTA PORTA DE CORRER Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.

6cm circundada por outra de 4.4 DETALHE 2 Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra. uma com 2.4 20x50x1. Para o fio terra somente uma com 2.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 109 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLI DETALHE 1 VISTA POSTERIOR DA PORTA DE CORRER Ver detalhe 1 Ver detalhe 1 30x50x1. .6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.2cm de diâmetro. Medidas em centímetros. Marca para a furação: Duas estampas.

6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.2cm de diâmetro.4 20x50x1. . Medidas em centímetros.6cm circundada por outra de 4. Para o fio terra somente uma com 2.4 furo p/ o suporte da caixa Ø8mm Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 110 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR VISTA FECHADA VISTA COM O DISPOSITIVO P/ LACRAR QUADRO DE COMPENSADO RESINADO furo p/ o suporte da caixa Ø8mm 30x50x1. uma com 2. Marca para a furação: Duas estampas.

6cm circundada por outra de 4. . Medidas em centímetros. Marca para a furação: Duas estampas. uma com 2.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos. Para o fio terra somente uma com 2.2cm de diâmetro.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 111 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE VISTA FRONTAL C´ B´ fixação do vidro e vedação vidro 4mm dobradiça parafuso fixo 8 / 15 mm M- marca p/ furação A marca p/ furação fechadura ou trinco A´ C CORTE CC´ B CORTE BB´ marca p/ furação furação p/ aterramento parafuso fixo M-8 / 15mm dispositivo p/ lacre arruela CORTE AA´ DETALHE DO DISPOSITIVO P/LACRE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.

Para o fio terra somente uma com 2. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 112 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 2A – CLE Nota: 1 2 3 Material: Chapa de aço ou fibra.6cm de diâmetro para passagem dos eletrodutos.6cm circundada por outra de 4. Marca para a furação: Duas estampas.2cm de diâmetro. uma com 2. Medidas em centímetros.

CI -3 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro CAIXA EXTERNA .CE -3 Fechadura ou trinco a opção do interessado Vidro Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 113 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 CAIXA INTERNA . .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 114 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 3 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CI -3 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 60 60 2 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA . 2 .CE -3 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 64 30 10 60 10 2 80 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.

20 15 .CI -4 3 8 8 3 Vidro 12 40 8 44 8 40 3 20 12 3 60 3 15 CAIXA EXTERNA .CE -4 62 20 6 8 12 12 8 2 3 Vidro 40 8 44 8 38 60 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 115 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 CAIXA INTERNA .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 116 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 4 – MADEIRA CAIXA INTERNA .CI -4 8 2 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 40 8 44 8 40 2 20 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA . 2 .CE -4 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 8 44 8 40 20 2 60 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.

CI -5 3 8 12 12 8 3 Vidro 8 44 8 30 80 80 30 Vidro 12 18 3 18 12 3 60 3 17 CAIXA EXTERNA .CE -5 62 20 6 2 8 8 3 Vidro 12 8 44 8 30 80 78 12 78 12 30 12 Vidro 18 60 17 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 117 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 CAIXA INTERNA . 18 .

CI -5 8 2 8 2 Massa para Vedação Vidro 12 12 8 80 80 30 8 44 30 Massa para Vedação Vidro 12 12 2 18 18 2 60 2 2 15 2 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 118 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 5 – MADEIRA CAIXA INTERNA . 2 .CE -5 66 Proteção de metal não ferroso 23 2 1 1 4 3 8 8 2 Massa para Vedação 12 12 Vidro 8 44 8 30 80 30 Massa para Vedação Vidro 12 12 18 18 2 60 2 2 15 2 Nota: 1 Medidas em centímetros.

.CE -7 152 6 29 2 10 10 10 3 Vidro 20 20 20 10 130 128 128 150 26 10 55 10 10 55 Nota: 1 Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 119 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 CAIXA INTERNA .CI -7 3 3 10 10 10 Vidro 20 20 20 10 130 130 3 100 10 55 10 10 55 3 150 3 26 CAIXA EXTERNA .

CE -7 156 1 Proteção de metal não ferroso 32 4 1 2 3 10 10 10 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 55 10 10 55 10 130 20 2 150 2 2 24 2 Nota: 1 Medidas em centímetros. 2 .CI -7 10 10 10 2 2 Massa para Vedação Vidro 20 20 10 55 10 10 55 10 130 2 130 20 2 150 2 2 24 2 CAIXA EXTERNA .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 120 CAIXA DE MEDIÇÃO TAMANHO 7 – MADEIRA CAIXA INTERNA .

Figuras

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

122

Figuras de BT FIGURA 1 – COMPONENTES DA ENTRADA DE SERVIÇO
AÉREA

ramal de ligação

ponto de entrega condutor do circuito alimentador

rede secundária de distribuição

condutor do ramal de entrada eletroduto do ramal de entrada poste particular medição eletroduto de aterramento haste de aterramento eletroduto do circuito alimentador

AB - RAMAL DE LIGAÇÃO AC - ENTRADA DE SERVIÇO BC - RAMAL DE ENTRADA BCD - ENTRADA DE ENERGIA CDE - CIRCUITO ALIMENTADOR

SUBTERRÂNEA ponto de entrega rede secundária de distribuição condutor do ramal de entrada subterrâneo

eletroduto de proteção

medição

eletroduto do ramal de entrada

duto do ramal de entrada

curva de raio longo caixa de passagem do ramal de entrada

AB - RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO

pontalete

entrada de veículos (mín. 4,50m) entrada de veículos (mín. 4,50m) circulação de pedestres (mín. 3,50m)

passeio

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

FIGURA 2 – ALTURAS MÍNIMAS DO RAMAL DE LIGAÇÃO AO SOLO

passeio
trânsito de veículos (mín. 5,50m)

circulação de pedestres (mín. 3,50m)

poste da rede

pista de rolamento

ramal de ligação

pista de rolamento passeio
poste da rede poste particular

trânsito de veículos (mín. 5,50m)

entrada de veículos (mín. 4,50m) circulação de pedestres (mín. 3,50m)

passeio

entrada de veículos (mín. 4,50m)

circulação de pedestres (mín. 3,50m)

poste particular

muro

123

muro ou mureta localizado em área comum.5m do alinhamento da rua. muro ou mureta localizado em área comum. b) medição na parede lateral com uso de pontalete. alinhamento da rua 9) Mais de um prédio no mesmo lote. Não tendo altura suficiente utilizar poste ou pontalete no muro. a) se o limite do terreno estiver até 30m do ultimo poste da rede. sem ligação existente. 2) O prédio não tem altura suficiente e está no alinhamento da rua. . a) medição no poste.5m do alinhamento da rua. com acesso independente dos demais. com acesso lateral e portão recuado. acessos independentes. observado-se a disposição do ramal de entrada conforme figura 04.5m do alinhamento da rua. estando até 0. b) se o limite do terreno estiver a mais de 30m consultar a concessionária. muro ou mureta.5m do alinhamento da rua. muro ou mureta. 8) Mais de um prédio no mesmo lote.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 124 FIGURA 3 – DISPOSIÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO 1) O prédio tem altura suficiente e está até 0.5m do alinhamento da rua porém a mais de 30m do poste da rede. 6) Muro no alinhamento ocupando toda a frente do terreno. (agrupamentos) 5) O prédio está até 0. a) medição na parede frontal do prédio. a) medição no poste. Não tendo altura suficiente usar pontalete. b) medição na parede frontal. a) medição no poste. a) medição embutida no muro voltado para rua. 4) O prédio está a mais de 0. muro ou mureta. com uma ligação existente. ocupando toda a frente do terreno. Nota: 1 As disposições acima também se aplicam para entradas subterrâneas. medição no poste. muro ou mureta. a) medição na parede voltada para rua. 3) O prédio está até 0. 7) Prédio tipo sobrado com 2 unidades consumidoras. a) medição em agrupamentos em poste. a) permanece a medição existente e as demais em agupamento no poste.

2% máx. 30m caixa de passagem caixa de passagem alinhamento da rua .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 125 FIGURA 4 – DISPOSIÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA SUBTERÂNEO passeio Pista de Rolamento passeio alinhamento da rua Queda de tensão: máx.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 126 FIGURA 5 (A) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA (VISTA SUPERIOR) COMPARTIMENTO ABERTO portão muro ou mureta mín. 100cm mín. 80cm medição grade ou muro poste alinhamento da rua COMPARTIMENTO FECHADO muro ou mureta medição mín. 100cm mín. 100cm poste grade ou muro alinhamento da rua acesso com chave padrão .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 127 FIGURA 5 (B) – MEDIÇÃO INDEPENDENTE DA ÁREA PRIVADA Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão. PORTÃO DA EDIFICAÇÃO MURO FRONTAL ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO FRONTAL CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL PORTÃO RECUADO ALINHAMENTO DA RUA MURO FRONTAL MURO FRONTAL FECHADURA PADRÃO ALINHAMENTO DA RUA CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO FECHADO CAIXA DE MEDIÇÃO NO MURO LATERAL COMPARTIMENTO ABERTO Nota: 1 Para fixação da caixa de medição em muro frontal ver figura 9B. . observadas as posturas municipais.

quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. eletroduto de PVC rígido preto condutores de cobre isolado 160±15 cavidade de inspeção ver figua 38 haste de aterramento DETALHE DE ATERRAMENTO Mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. exceção feita para caixas CPO em uso externo. VISTA LATERAL eletroduto de aço ou PVC rígido preto caixa para medidor 50 máx. O isolador para a ancoragem do circuito alimentador deve ser fixado a 30cm abaixo do último isolador do ramal de ligação. conforme figura 39. . braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de cobre 2. Medidas em centímetros.5mm. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 5 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 128 FIGURA 6 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM POSTE PARTICULAR ramal de ligação multiplex braçadeira ou parafuso passante condutor singelo 30 10 10 circuito alimentador N 30 F1 F2 F3 curva 90° (quando de aço colocar bucha) braçadeira ou parafuso passante poste particular fita metálica.

Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 129 FIGURA 7 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO MONOFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. 160±15 Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 2 3 4 A haste de aterramento deve ser instalada fora da base concretada.20x20x20 condutor proteção saída condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx. Medidas em centímetros. conforme figura 39. .

Medidas em centímetros. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento haste de aterramento DETALHE ENGASTAMENTO Linha do solo base concreto 50x50x50 50 máx. conforme figura 39. Os condutores de aterramento e proteção devem ser protegidos por eletroduto dentro da base concretada. 5 .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 130 FIGURA 7 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO POLIFÁSICA INSTALADA EM POSTE DE AÇO tampa entrada passagem 10 isolador de 2 leitos 15 20±5 neutro condutor de proteção fase 10 20±5 20±5 saída DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. 160±15 Furo Ø 15mm p/ fio terra e condutor de proteção Notas: 1 2 3 4 A haste de aterramento deve ser instalada fora da base concretada.

20x20x20 condutor proteção poste particular compartilhado condutor de aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. 100 grade ou muro grade ou muro acesso com chave padrão poste alinhamento da rua VISTA FRONTAL ramal de ligação multiplex DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. exceção feita para caixas CPO em uso externo.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 131 FIGURA 8 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA LATERAL COM POSTE COMPARTILHADO VISTA SUPERIOR COMPARTIMENTO FECHADO COMPARTIMENTO ABERTO mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. 160±15 . quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. Medidas em centímetros. 100 muro ou mureta mín. 80 portão medição mín. conforme figura 39. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. 100 medição mín.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

132

FIGURA 8 (B) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL COM POSTE COMPARTILHADO

muro ou mureta

medição

grade ou muro

alinhamento da rua

poste

VISTA FRONTAL

ramal de ligação multiplex

DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção

poste particular compartilhado

condutor de aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medidas em centímetros.

160±15

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

133

FIGURA 8 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA COM POSTE COMPARTILHADO
VISTA SUPERIOR

muro ou mureta

medição

alinhamento da rua poste VISTA FRONTAL

ramal de ligação multiplex

DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção Mín.20x20x20 condutor proteção

poste particular compartilhado

condutor de aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3 4
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada, exceção feita para caixas CPO em uso externo, quando podem ser usadas duas curvas de 180º ou quatro de 90º. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medidas em centímetros.

160±15

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS

134

FIGURA 9 (A) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA
braçadeira ou parafuso passante ramal de ligação multiplex ramal de ligação condutor singelo
30 10 10mín.

pingadeira poste particular

curva 90° quando de aço colocar bucha

eletroduto de PVC rígido preto ou aço zincado a quente

30

Deve ser construida de concreto, telha, lajota ou material equivalente.

fita metálica, braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2,5mm.

caixa para medidor

mureta

50 máx. 160±15

saída subterrânea ou embutida

condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO
cavidade inspeção
Mín.20x20x20
condutor proteção

eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38

condutor aterramento

haste de aterramento

Notas:
1 2 3 4
A disposição dos isoladores deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato, conforme figura 39. Medida em centímetros.

Medidas em centímetros. . eletroduto de PVC rígido preto ou aço zincado a quente caixa para medidor mureta saída subterrânea ou embutida eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 160±15 Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. braçadeira ou em regiões litorâneas 6 voltas de fio de 2 cobre 2. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. A medição frontal pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. Recomenda-se o uso de grade.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 5 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 135 FIGURA 9 (B) – ENTRADE DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL braçadeira ou parafuso passante 30 10 ramal de ligação multiplex 2. conforme figura 39. condutores de cobre isolado DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.5mm.5 à 5 poste particular curva 90° quando de aço colocar bucha fita metálica.

Recomenda-se o uso de grade. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. observadas as posturas municipais. pode ser no alinhamento da rua ou no máximo a 50 cm. Caixa de medição com fechadura padrão embutida no muro ou mureta. . Na medição frontal. Notas: 1 2 3 4 5 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Medidas em centímetros. conforme figura 39.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 136 FIGURA 9 (C) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM MURO OU MURETA FRONTAL Recomenda-se a utilização de grade com cadeado padrão.

A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. com qualquer modelo de caixa de medição externa ou de policarbonato lacrável e em postes de aço. Na medição frontal instalada em grade deve ser observada uma distância máxima de 5 cm entre a CM e o alinhamento (grade). . Utilizar no máximo três (03) curvas de 90º no eletroduto de entrada. parte superior e inferior da CM em relação a armação da abertura (janela). Esta alternativa pode ser utilizada para qualquer tipo de fornecimento. é necessário observar código de postura municipal. Medidas em centímetros. Para a utilização de abertura na grade (tipo janela) para acesso a medição. PASSEIO PÚBLICO (CALÇADA) grade PROPRIEDADE CLIENTE cavidade de inspeção no passeio público Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 4 5 6 7 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. Quando da utilização desta alternativa é obrigatório o uso de cadeado padrão. É dispensado o uso do cadeado padrão quando tratar-se somente de abertura na grade.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 137 FIGURA 9 (D) – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO FRONTAL INSTALADA EM GRADE Deve ser observado uma distância mínima de 10 cm entre as laterais. concreto armado e madeira. conforme figura 39.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 138 FIGURA 10 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE FRONTAL CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço 30 curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto 160±15 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. . conforme figura 39. Medidas em centímetros.20x20x20 condutor proteção condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17.

Medidas em centímetros.20x20x20 condutor proteção condutores de cobre isolado condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 A disposição do isolador deve ser de acordo com a figura 14 e 17. conforme figura 39. CASA NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO ver nota 1 30 30 eletroduto de PVC rígido ou de aço Vista Superior curva 90° quando de aço colocar bucha caixa para medidor 160±15 eletroduto de PVC rígido cavidade de inspeção ver figura 38 Poste da rede Portão passeio via pública máx. 30 Caixa de medição eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 139 FIGURA 11 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA EM PAREDE LATERAL. A armação secundária de um estribo pode ser substituída pela armação secundária de policarbonato. 50 mín. .

60 mín.20x20x20 condutor proteção eletroduto de PVC rígido condutor aterramento haste de aterramento Notas: 1 2 3 4 A disposição do isolador castanha deve ser de acordo com o detalhe acima e figura 14.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 140 FIGURA 12 – ENTRADA DE ENERGIA COM MEDIÇÃO INSTALADA NA PAREDE COM PONTALETE. PRÉDIO NO ALINHAMENTO CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEXADO curva 90° de aço zincado com bucha ou PVC rígido 120 máx. 30 máx. Poderá ser mantido o pontalete de 20mm. Medidas em centímetros. . 20 20 mín 30 fixação junto ao madeiramento DETALHE PONTALETE isolador castanha 60x40mm eletroduto de aço zincado caixa para medidor 160±15 mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG condutores de cobre isolado cavidade de inspeção ver figura 38 eletroduto de PVC rígido preto DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². somente em caso de reforma da instalação consumidora e que esteja do mesmo lado da rede da concessionária.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 141 FIGURA 13 (A) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Consumidor 00 UV ? PC Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. . Medidas em centímetro. pelos lados e por baixo da caixa de medição. Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento 300 haste de aterramento Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás.

Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição.20x20x20 condutor proteção condutor de aterramento 300 haste de aterramento Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás. Medidas em centímetro.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 142 FIGURA 13 (B) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC Caixa de Medição DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín. . pelos lados e por baixo da caixa de medição.

pelos lados e por baixo da caixa de medição.20x20x20 condutor proteção Caixa com Tomada de espera de 3 pinos condutor de aterramento haste de aterramento 300 Eletroduto de PVC Haste de Aterramento Notas: 1 2 3 Eletrodutos de entrada e saída podem ser por trás. Medidas em centímetro. Eletroduto do aterramento sempre por baixo da caixa de medição. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 143 FIGURA 13 (C) – MEDIÇÃO FIXADA NO POSTE DA CONCESSIONÁRIA Neutro Fase A Fase B Fase C Eletroduto de PVC Caixa de Medição e Disjuntor com DR DETALHE ATERRAMENTO cavidade inspeção Mín.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 144 FIGURA 14 – DISPOSIÇÕES DOS ISOLADORES DO RAMAL DE LIGAÇÃO COM CONDUTOR MULTIPLEXADO / SINGELO POSTE 3 condutores 2 condutores Multiplexado F1 30 4 condutores N 20 N 20 F1 F2 20 20 N 20 F1 F2 30 30 F1 F3 30 20 PAREDE 20 20 20 20 20 F1 30 N F1 2 condutores N 20 N F1 F2 3 condutores N 20 N F1 20 20 N F1 F2 F3 4 condutores 20 20 20 F1 F1 F2 Multiplexado F2 F3 PONTALETE Multiplexado 2 condutores 3 condutores 4 condutores 30 30 F1 mín. 20 N 20 30 N 20 N F1 20 20 mín. 20 F2 F3 20 mín. Medidas em centímetro. 20 30 . 20 F1 F1 F2 mín. deve ser observado um afastamento de 10 cm entre o topo e o primeiro isolador. 20 LEGENDA Curva Isolador Notas: 1 2 Para a ancoragem do ramal de ligação em poste.

do solo.3. Ver 8.2.3 .2. O eletroduto junto ao poste deve ser identificado com o número do prédio a ser ligado.Nota 2 pista de rolamento curva de raio longo areia caixa de passagem do ramal de entrada mínimo 50x50x60 aterramento do eletroduto de aço carbono galvanizado a fogo caixa de passagem curva de raio longo em PVC aterramento do eletroduto (conexão) brita duto subterrâneo (ver item 8.c) 30cm 5 5 Envelopamento de concreto para eletroduto de PVC ou duto corrugado.3-c Notas: 1 2 3 O eletroduto junto ao poste deve ser de diâmetro nominal de no mínimo 50mm. passeio mínimo 1 volta de cabo fita de identificação conforme item 8. fixado na extremidade superior do mesmo.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 145 FIGURA 15 – RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO rede secundária de distribuição A ponto de entrega condutor do ramal de entrada subterrâneo terminal para cabo multipolar (copo de bloqueio) AB-RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO fita metálica ou braçadeira bucha n° do prédio cabo multipolar / unipolar medição eletroduto aço carbono galvanizado a fogo fixar em 3 pontos ver nota 1 270 cm eletroduto do ramal de entrada de aço ou PVC 30cm mín.70m.2. Medidas em centímetros. 5 5 5cm mínimo caixa de passagem do ramal de entrada declíve mínimo 2% duto de entrada . com altura mínima de 2. mediante a utilização de material não corrosivo. B 60cm mín.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 146 FIGURA 16 – AFASTAMENTO MÍNIMO PARA ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO 120 50 120 120 120 50 120 Notas: 1 2 A ancoragem do ramal de ligação na fachada. 50 50 . se atender as alturas mínimas dos condutores ao solo. Medida em centímetros. só é permitida fora da área delimitada.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 147 FIGURA 17 – ANCORAGEM DO RAMAL DE LIGAÇÃO POSTE COM FURAÇÃO POSTE SEM FURAÇÃO cinta armação com um estribo haste cinta armação com dois estribos isolador roldana 76x80mm parafuso passante Ø 16mm usado também em parede PAREDE DE ALVENARIA OU MADEIRA PONTALETE isolador castanha 60x40mm Ver nota chumbador ou parafuso passante mínimo 3 voltas com arame de aço 12BWG Notas: 1 2 3 Em regiões com acentuado índice de corrosão (carboníferas e litorâneas) a amarração do isolador no pontalete deve ser feita com a utilização de fio de cobre 10mm². . Os isoladores devem ser confeccionados conforme NBR 6248 e NBR 6249. Em parede de madeira usar parafuso passante para fixação da armação secundária.

Dispensável em caixas de fibra.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 148 FIGURA 18 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE AÇO parafuso cabeça abaulada Ø 6mm Ø 16mm Ø 6mm cinta suporte braçadeira suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) travessa de madeira 4x5cm Ø 6mm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). . Ø 6mm suporte Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Nota 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 149 FIGURA 19 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm Ø 6mm travessa metálica suporte parafuso passante Ø 16mm Ø 6mm suporte PAREDE DE MADEIRA PAREDE DE ALVENARIA (com eletrodutos embutidos) afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm) suporte FIXAÇÃO PAREDE MADEIRA PARAF. DE Ø 6mm ROSCA SOBERBA PASSANTE ALVENARIA PASSANTE OU COM BUCHA Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 150 FIGURA 20 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES PAREDE ALVENARIA ALVENARIA parafuso passante Ø 16mm ou chumbador afastador (isolador roldana 76x80mm) parafuso passante de Ø 16mm (com eletroduto embutido) parafuso passante Ø 6mm ou com bucha parafuso passante Ø 6mm suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 POSTE parafuso passante Ø 16mm parafuso passante Ø 16mm braçadeira ou cinta parafuso passante Ø 6mm afastador (isolador roldana 76x80mm) suporte caixa tamanho 6 ou 7 caixa tamanho 6 ou 7 .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 151 FIGURA 21 – FIXAÇÃO DE CAIXAS PARA MEDIDORES POSTE DE CONCRETO (sem furação) parafuso cabeça abaulada Ø16mm Ø 6mm cinta suporte POSTE DE MADEIRA (com furação) parafuso passante Ø6mm travessa de madeira 4x5cm afastador (isolador roldana 42x42 ou 48x48mm). Dispensável em caixas de fibra. parafuso passante Ø16mm POSTE DE MADEIRA OU CONCRETO (com furação) parafuso passante Ø 6mm suporte parafuso passante Ø 16mm Nota: 1 A fixação da caixa modelo CPO deverá obedecer a especificações do fabricante. .

. quando ao tempo. devem ser vedadas com massa de calafetar. quando for ramal de entrada subterrânea. A entrada poderá ser por baixo. As junções entre os eletrodutos e as caixas.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 152 FIGURA 22 – DISPOSIÇÃO DOS ELETRODUTOS INSTALAÇÃO EM POSTE OU PAREDE ( Caixa externa ) saída saída entrada aterramento aterramento OBS. INSTALAÇÃO EM PAREDE.: A entrada sempre será por trás. MURO OU MURETA ( Caixa interna ) saída saída DETALHE arruela bucha ver detalhe eletroduto entrada aterramento entrada entrada aterramento Notas: 1 2 3 4 Pode ser feito o alargamento de furos existentes ou a confecção de outros nas posições opcionais indicadas. quando instalada ao tempo deve ser por baixo ou por trás. Os furos não utilizados devem ser vedados. e pela lateral quando embutida. A entrada e saída da caixa modelo CPO.

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 153 FIGURA 23 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES MONOFÁSICOS Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos para caixas tamanho 4 e 5. Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento. Medidas em centímetros. . conforme item 9. a CED deve ser no mínimo uma CP – 02 com disjuntor geral tripolar com alavanca de acionamento exposta. Nos agrupamentos para mais de quatro medidores.5. A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas internas (CI) deve ser de acordo com figura 22.

Nas medições diretas com CP4 deve ser previsto sobra de 50cm por fase para interligação dos medidores. Medidas em centímetros. Para a conexão do condutor de proteção pode ser utilizado um barramento.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 154 FIGURA 24 – MONTAGEM DAS CAIXAS PARA MEDIDORES POLIFÁSICOS Notas: 1 2 3 4 5 6 7 As caixas externas (CE) tamanho 7. Para a montagem da caixa tamanho 3 observar item 9. A disposição dos eletrodutos de entrada e saída para caixas externas (CE) deve ser de acordo com a figura 22.3”a”. . devem ser fixadas conforme figura 20.2. A conexão do condutor de aterramento com o neutro de saída da medição deve ser feita por meio de conector tipo parafuso fendido de cobre ou cobreado e devidamente isolado.

Medidas em centímetros. O circuito de emergência deve ser independente.4.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio. conforme item 9. .5.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 155 FIGURA 25 – CAIXAS PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES PERTENCENTES A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos. Instrução para a montagem da CED conforme item 9.

Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio. conforme item 9. O circuito de emergência deve ser independente. . Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 156 FIGURA 26 – CAIXAS PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES PERTENCENTES A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO Notas: 1 2 3 4 5 Aspectos construtivos.5.4.

Medidas em centímetros.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 157 FIGURA 27 – PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES OCUPANDO DUAS PAREDES Notas: 1 2 3 4 5 6 Aspectos construtivos.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio. Instrução para a montagem da CED conforme item 9.2.3 “a”. O circuito de emergência deve ser independente.5. Para a medição de serviço observar item 9.4. . conforme item 9.

.4...nº circuito de distribuição 240 mínimo CED 5 60 60 CD DPS 40 40 40 140 40 20 20 40 120 40 20 20 40 40 90 330 40 40 40 condutor de entrada.1 Numerar a CP de serviço com o número do prédio...mm eletroduto Ø.3 “a”.. Instrução para a montagem da CED e/ou CD conforme item 9..Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 158 FIGURA 28 – PAINEL PARA AGRUPAMENTO DE MEDIDORES OCUPANDO TRÊS PAREDES barra para derivação dos condutores de proteção individuais de cada unidade consumidora C B A 10 60 CP-2 Emergência CP-2 Serviço CP-2 AP..2.5.. 5 5 .mm eletroduto Ø. Para a medição de serviço observar item 9.mm 2 2 condutor de aterramento. conforme item 9..mm rede da concessionária Rua "C" Rua "B" B C dispositivo para desligamento à distância Rua "A" .m A 120 mínimo prédio a ser ligado PLANTA DE SITUAÇÃO prédio nº LOCALIZAÇÃO DO PAINEL Notas: 1 2 3 4 5 6 Aspectos construtivos. O circuito de emergência deve ser independente. Medidas em centímetros.

2 pintura em vermelho distribuição disjuntor geral entrada CED DIAGRAMAS UNIFILARES COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED COM MAIS DE UM CENTRO DE MEDIÇÃO SISTEMA DE EMERGÊNCIA 1 2 3 DESLIGAMENTO À DISTÂNCIA CED .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 159 FIGURA 29 – SISTEMA DE EMERGÊNCIA iluminação elevadores bombas letras cor branca sistema de emergência CP .

Especificações conforme ANEXO K.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 160 FIGURA 30 (A) – POSTE PARTICULAR Concreto Armado 10 10 variável conforme tipo do ramal de ligação 20 10 20 Ø 1.8 marca do engastamento 110/120/130/135 500/600/700/750 Ø 1.8 20 20 Ø 1.8 identificação 15 15 identificação identificação Ø 1. Dimensões em centímetros.8 500/600/700/750 160±15 13 Ø 1.8 Ø 1.8 marca do engastamento 110/120/130/135 110/120/130/135 160±15 marca do engastamento 20 20 500/600/700/750 23 20 SEÇÃO DUPLO T 160±15 13 SEÇÃO QUADRADA SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 Os postes devem ser confeccionados conforme ANEXO Y. 23 20 20 .

− Data da fabricação.8 23 13 160±15 SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 Postes de madeira devem ser de eucalipto tratado ou cerne.8 Identificação Ø 1. Especificações conforme ANEXO K. SEÇÃO QUADRADA 4 110/120/130 160±15 13 23 .8 500/600/700 500/600/700 Identificação Ø 1. − Comprimento nominal.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 161 FIGURA 30 (B) – POSTE PARTICULAR Madeira três voltas de arame de aço 14 BWG 20 10 20 10 20 20 Ø 1. Dimensões em centímetros. − Diâmetro do topo. Identificação: − Nome do fabricante.8 20 20 Ø 1.

Dimensões em centímetros. 5 . Especificações do poste com seção circular conforme ANEXO K.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 162 FIGURA 30 (C) – POSTE PARTICULAR Poste de aço sem caixa e com caixa de medição acoplada 500/700 260/450 (Mín. Identificação: − Nome do fabricante. − Comprimento nominal.) Furo Ø 5mm Identificação 500/600 Furo Ø 30mm para passagem dos condutores 160±15 Marca do engastamento engastamento 110/120 Furo Ø 15mm para fio terra e condutor de proteção 90/100 SEÇÃO CIRCULAR Notas: 1 2 3 4 SEÇÃO QUADRADA 5 Os postes devem atender as exigências da NBR 6591. − Data da fabricação. − Diâmetro do topo. Os postes com caixa acoplada devem ser devidamente aprovado pela concessionária.

não sendo aceito condutores unipolares. 1:5 DETALHE E-E ESC. − Comprimento nominal. − Registro de responsabilidade técnica (CREA). Identificação: − Nome do fabricante. o ramal de entrada deve ser com cabo multipolar isolado para 0.6/1 kV.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 163 FIGURA 30 (D) – POSTE PARTICULAR Poste de concreto armado com caixa de medição monofásica acoplada CONDUTOR SINGELO CONDUTOR MULTIPLEX DETALHE B-B D D DETALHE A-A E E CAIXA SUBTERRÂNEA 180X160 Ø34 AES-CEEE-RGE DETALHE A-A DETALHE B-B DETALHE D-D ESC. − Diâmetro do topo. 1:5 Nota: 1 2 No caso do poste não possuir eletroduto interno. Medidas em milímetros. 3 . − Data da fabricação.

Para determinar o tamanho. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 164 FIGURA 31 (A) – CAIXAS PARA UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS USO INTERNO CLI USO EXTERNO CLE TAMANHOS 1A e 2A C B A CI CE TAMANHOS 1e2 TAMANHO 3 CPO CPOL 00 UV ? PC MEDIÇÃO INDIRETA USO INTERNO CI USO EXTERNO CE TAMANHO 7 130 24 150 7 CI-CE CI-CE 150 130 24 Notas: 1 2 As caixas devem ser confeccionadas conforme as especificações contidas no ANEXO AA.3. consulte item 9.2.

consulte item 9. Para determinar o tamanho. .Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 165 FIGURA 31 (B) – CAIXAS PARA AGRUPAMENTOS TAMANHO 5 B B A C A B TAMANHO 8 A TAMANHO 9 B A TAMANHOS 10 e 11 B C A TAMANHOS 12 TAMANHOS 13 A B A Notas: 1 2 As caixas devem ser confeccionadas conforme as especificações contidas no ANEXO AA.2.3.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 166 FIGURA 32 – CAIXAS DE PROTEÇÃO E DISTRIBUIÇÃO Notas: 1 2 3 Para escolha da CP consulte item 9. com as aletas voltadas para o fundo. Todas CED´s ou CD´s devem ser dotadas de dobradiças e dispositivos para lacre. As aberturas para ventilação das CED´s e CD´s devem estar localizadas nas faces laterais. inferior e superior.3.

4. Quando de concreto as paredes devem ter espessura mínima de 6cm. Medidas em centímetros. . As medidas indicadas são as mínimas exigidas. impermeabilizadas e com drenagem.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 167 FIGURA 33 – CAIXAS DE PASSAGEM DE RAMAL DE ENTRADA SUBTERRÂNEO Notas: 1 2 3 As caixas devem ser de alvenaria ou concreto revestidas com argamassa. Para cada caso devem atender as condições do item 8.2.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 168 FIGURA 34 – HASTE DE ATERRAMENTO Nota: 1 Medidas em centímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 169 FIGURA 35 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA E SUPORTE Notas: 1 2 As ferragens devem ser confeccionadas conforme especificação da concessionária e atenderem as exigências aplicáveis na NBR 8159. Medidas em milímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 170 FIGURA 36 – ISOLADORES Roldana 76 x 80 Roldana Dois Leito Roldana 42 x 42 / 48 x 48 Castanha 60 x 40 Notas: 1 Medidas em milímetros.

.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 171 FIGURA 37 – TUBO DE ATERRAMENTO Nota: 1 Medidas mínimas em milímetros.

nos formatos quadrado ou circular. concreto armado. plástico ou produto similar. provido de tampa adequada com resistência mecânica capaz de suportar trânsito de veículos e/ou passagem de pedestres. policarbonato.Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 172 FIGURA 38 – DETALHE DE ATERRAMENTO Nota: 1 A cavidade de inspeção pode ser confeccionada em alvenaria. quando localizado no passeio público. .

Instalações consumidoras em baixa tensão – ANEXOS 173 FIGURA 39 – ARMAÇÃO SECUNDÁRIA POLICARBONATO Nota: 1 Medidas mínimas em milímetros. .

ceee.com.ceee.com.www.br www.br .

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful