Você está na página 1de 14

UNIVERSIDADE ROVUMA

EXTENSÃO DE NIASSA

Departamento de Letra e Ciências Sociais

Licenciatura Em Ensino de História com Habilitações em Documentação

Cadeira: História do Pensamento Economico

Tema: Administração Privada e Finanças Publicas

Nome: Ofélia Odete João

Lichinga, Abril de 2022


1

UNIVERSIDADE ROVUMA
EXTENSÃO DE NIASSA

Departamento de Letra e Ciências Sociais

Licenciatura em Ensino de História com Habilitações em Documentação

Cadeira: História do Pensamento Economico

Tema: Administração Privada e Finanças Publicas

Trabalho de carácter avaliativo, cadeira de


História do Pensamento Economico, curso de
Ensino de História, 4o ano , para obtenção do grau
de Licenciatura.

Lichinga, Abril de 2022


2

ÍNDICE
I. Introdução......................................................................................................................3

Objetivos............................................................................................................................4

Objetivo Geral................................................................................................................4

Objetivos Específicos....................................................................................................4

Metodologia.......................................................................................................................4

II. Finanças Públicas..........................................................................................................5

III. O Estado e as Finanças Públicas.................................................................................6

IV. Importância das Finanças Públicas Equilibradas Para o Desenvolvimento de Uma


Nação.................................................................................................................................7

V. Administração Privada.................................................................................................8

Características Da Administração Privada....................................................................9

VI. Parcerias Público Privadas.....................................................................................10

VII. Dissonâncias Entre Finanças Públicas e Administração Privada.........................11

VIII. Conclusão...............................................................................................................12

Referencias......................................................................................................................13
3

I. INTRODUÇÃO
As transformações económicas, políticas e tecnológicas surgidas no mundo nos últimos
tempos têm provocado mudanças nas funções do Estado mediante seu papel
hegemónico em torno das decisões relacionadas às finanças públicas, trazendo à tona a
necessidade de participação efectiva da sociedade civil nessas decisões e
responsabilidades, mas sem desvirtualizar a função do Estado como ente regulador da
economia e garantidor dos direitos sociais.

Nesse sentido, entende-se que o Estado deve fazer funcionar de forma adequada a sua
Actividade financeira, a fim de que os serviços públicos sejam ofertados nos termos
presentes na Constituição República de Moçambique sobre a administração privada que
envolve a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Além da
responsabilidade e compromissos com a sociedade.

As finanças públicas são compostas pelas políticas que instrumentam o gasto público e
os impostos, com o objectivo de satisfazer as necessidades do colectivo. As finanças
privadas respondem pela gestão do património familiar ou empresarial. De salientar que
ambas concorrem para objectivos comuns mesmo tendo características diferentes. Com
o crescimento económico e com as reformas a que a função pública foi submetida existe
hoje a necessidade de entidades públicas e entidades privadas se juntarem para atingir
um objectivo comum, parcerias onde uma entidade pública colabora com uma entidade
privada para investimentos de interesse público.

O Estado com as Finanças equilibradas adquire credibilidade ante a sociedade e os


agentes privados quanto ao cumprimento das suas obrigações e para realizar os
investimentos necessários á melhoria da qualidade de vida da sociedade.
4

OBJETIVOS
Objectivo Geral
É fácil para o gerente de administração privada definir metas e medir o sucesso, porque
os objectivos podem ser definidos e medidos com base nos ganhos, com isso,
pretendemos estudar o que é Administração privada e finança pública no seu todo.

Objectivos Específicos
 Estudar a função da administração privada e das finanças públicas;
 Analisar aspectos relevantes como: despesas: déficit e outros; e
 Explorar definição de administração privada e finanças públicas.

METODOLOGIA
De acordo com Vergara, Sylvia C. (2005) a pesquisa bibliográfica é o estudo
sistematizado desenvolvido com base em material publicado em livros, revistas, jornais,
redes electrónicas, isto é, material acessível ao público em geral. Portanto, a
metodologia apresentada, é um papel fundamental para a complementação do trabalho.
5

II. FINANÇAS PÚBLICAS

Dá-se o nome de finanças ao estudo da circulação do dinheiro. Este ramo da economia


trata de analisar a obtenção, a gestão e a administração de fundos. Já, o adjectivo
pública diz respeito ao que é comum a toda a sociedade ou ao que é do conhecimento
geral.

As finanças públicas são compostas pelas políticas que instrumentam o gasto público e
os impostos. É desta relação que irá depender a estabilidade económica do país e a sua
entrada em défice ou excedente.

De acordo com Richard Musgrave (1973, p.23), “finanças públicas é a terminologia que
tem sido tradicionalmente aplicada ao conjunto de problemas da política económica que
envolvem o uso de medidas de tributação e de dispêndios públicos”.
Esta definição baseia-se no facto de que a necessidade de actuação económica do sector
público prende-se na constatação de que a simples existência do sistema de mercado
não consegue cumprir adequadamente algumas tarefas e funções que visam o bem-estar
da população.

De acordo com Nunes (1999, p.23) “finanças é um conjunto de recursos materiais e


demais disponibilidades do Estado, provenientes de seus rendimentos e outras fontes,
que ele aplica para fazer funcionar regularmente e aperfeiçoar o seu organismo
económico-administrativo”.

A abrangência das finanças públicas corresponde à actuação política do Estado no


sector económico, utilizando-se, por vezes, de políticas fiscais, tributárias e monetárias
como métodos de intervenção estatal que objective compensar as falhas do sistema de
mercado, ou seja, as finanças públicas abrangem a captação de recursos pelo Estado, sua
gestão e seu gasto para atender as necessidades da colectividade e próprio Estado.

A partir daí, são desenvolvidos estudos, teorias e modelos que procuram explicar:

 A evolução da participação do sector público na economia;


 As formas de intervenção do Estado na actividade económica;

As fontes e origens das receitas públicas bem como a evolução crescente dessas
receitas relativamente ao produto/rendimento nacional.
6

Segundo a teoria das finanças públicas, a existência do Executivo é necessária para


guiar, corrigir e complementar o sistema de mercado, que, sozinho, não é capaz de
desempenhar todas as funções económicas. As razões que levam a existência dos
executivos estão associadas á questões de justiça, defesa, soberania, etc.

É de ressaltar que as finanças públicas, em sentido amplo, compreendem tanto a


arrecadação de impostos, taxas, e outros resultados financeiros quanto à aplicação dos
recursos e os mecanismos de interferência na vida nacional.

O Executivo é consequência natural da evolução da sociedade, de forma a organizar e


disciplinar da melhor forma as relações entre as pessoas.

III. O ESTADO E AS FINANÇAS PÚBLICAS

Pesquisando os conceitos de Estado, verifica-se que cada autor apresenta uma definição
diferente. Segundo Meirelles (1999, p.54), “o conceito de Estado varia segundo o
ângulo em que é considerado”. Por esse motivo, seguem algumas definições de Estado,
levando-se em consideração o campo de pesquisa dos autores.

Silva (1986, p.416), no Dicionário de Ciências Sociais, explica que o Estado é:

“Um grupamento de pessoas que vivem num território definido, organizado de tal modo
que apenas algumas delas são designadas para controlar, directa ou indirectamente, uma
série mais ou menos restrita de actividades desse mesmo grupo, com base em valores
reais ou socialmente reconhecidos e, se necessário, na força”.

No Dicionário Jurídico, Diniz (1998, p.404), com considerações próprias e citações de


outros autores, define Estado como:

a) Organização ou sociedade político-jurídica que resulta do fato de um povo viver em


um território delimitado e governado por leis fundadas num poder soberano, teorias
comungadas por Bastos (2006, p.5);

b) Conjunto de serviços gerais de uma nação;

c) Nação politicamente organizada por leis próprias;

d) Complexo de poderes políticos de uma nação;


7

e) Divisão territorial de certos países.

Segundo Silva (2004, p.240) as finanças públicas podem ser assim classificadas:

 Finanças Positivas: referem-se ao estudo que trata as finanças públicas dentro da


teoria da realidade, observando e explicando as uniformidades do comportamento
do Estado.
 Finanças Normativas: dizem respeito ao estudo das regras e normas que o Estado
deve subordinar-se para melhor atingir os seus fins.

IV. IMPORTÂNCIA DAS FINANÇAS PÚBLICAS EQUILIBRADAS PARA O


DESENVOLVIMENTO DE UMA NAÇÃO. 

As Finanças Públicas têm um papel importante na sociedade, pois o Estado para


cumprir as suas funções que é promover o Bem-estar Social precisa realizar gastos
públicos e estes gastos devem ser custeados pela receita pública. Para tanto, a actividade
financeira do Estado implica no desempenho das actividades políticas, sociais,
económicas e administrativas, consistindo em obter, criar, gerir e despender.
Dessa forma, o conceito de finanças públicas abordado por Matias-Pereira (2012,
p.113), pode nos esclarecer melhor, quando diz:

As finanças públicas de um país estão orientadas para a gestão das operações


relacionadas com a receita, despesa, o orçamento e o crédito público. Preocupa-
se, portanto, com a obtenção, distribuição, utilização e controle dos recursos
financeiros do Estado. Registe-se que a arrecadação dos tributos decorre de uma
manifestação do poder de império do Estado, impondo obrigações pecuniárias à,
retirando-lhes parte da riqueza produzida, com vista a realizar a actividade
financeira. A actividade financeira é desempenhada pela obtenção de receitas,
pela administração do produto arrecadado e, ainda, pela realização de dispêndios
e despesas. 

Se as receitas forem menores que as despesas, o Estado pode se financiar basicamente


de três maneiras:

 Aumentando as suas receitas, os impostos são as maiores fontes;


8

 Emitindo títulos públicos que é ofertado aos particulares; ou


 Emitindo moeda.

Estas três formas causam impactos na sociedade, que se não forem bem administrados
causam enormes prejuízos a médio e longo prazos:

1) O aumento dos impostos retira dinheiro da sociedade, o que leva a uma diminuição
do poder de compra da população, o que levará a uma diminuição da actividade
económica, que a depender da conjuntura económica pode gerar como consequência o
desemprego e recessão;

2)  A emissão excessiva de títulos públicos pode causar uma sensação de desconfiança
da sociedade, fazendo com que o Estado tenha que aumentar os juros pagos. Este fato
aumenta a despesa pública, o que torna um ciclo pernicioso de cada vez mais aumentar
os juros, despesas, juros indefinidamente;

3) Por fim a emissão desmedida provoca um aumento da inflação, pois a moeda perde o
seu valor real, o que prejudica toda a sociedade, principalmente os mais necessitados.
Então, se as despesas forem maiores que as receitas por muito tempo, o Estado vai
perder seu poder de investir, bem como irá retirar dinheiro da economia.
Por outro lado, se as receitas forem maiores que as despesas, por muito tempo, também
pode ser prejudicial, pois demonstra que o Estado está tirando da sociedade mais do que
ele precisa para cumprir as suas obrigações, o que torna prejudicial à economia, já que o
agente privado é também um agente indutor do desenvolvimento.
Então, podemos deduzir que o ideal é o nível de equilíbrio nas finanças públicas, em
que as receitas são iguais aos gastos, de modo a interferir o mínimo possível no
equilíbrio económico.  HUGH (1972) comenta que o gasto público deve observar o
princípio do maior benefício social, pois assim compensaria de maneira eficaz a
intervenção na economia.

V. ADMINISTRAÇÃO PRIVADA
Os principais objectivos da Administração Privada são a rentabilidade, a
competitividade e a integração, para promover o desenvolvimento da organização e o
benefício de pessoas específicas, como os proprietários ou gestores e os funcionários.
Essa área não sofre interferência política, de planos ou projectos governamentais, de
9

modo que sua ligação com o Estado se dá através de legislação específica, diferente
daquela que orienta a Administração Pública. (JACK RABIN, W. ET.AL, 1989)

A gestão privada é a actividade que ocorre em qualquer organização com fins lucrativos
(corporação ou empresa), relacionada às regras internas de operação.

Administração refere-se à gestão das organizações em geral, para que elas possam
alcançar com eficiência os objectivos propostos. Isso pode ser interpretado a partir de
dois critérios diferentes: o formal, que corresponde à simples presença de uma entidade
reguladora, e o material, que se refere a uma actividade administrativa, onde deve ser
assegurado o cumprimento da missão estipulada. (JACK RABIN, W. ET.AL, 1989)

As empresas privadas compõem o sector privado da economia de uma nação. Em geral,


eles atuam nos sistemas económicos como seu principal pedestal, e é por isso que
exigem uma excelente administração para poder competir e progredir.

A administração privada é responsável por um grande número de actividades,


geralmente relacionadas aos negócios e negócios realizados pela empresa. Isso significa
ter que realizar um conjunto de actividades organizacionais, onde predomina uma linha
de acção previamente determinada.

CARACTERÍSTICAS DA ADMINISTRAÇÃO PRIVADA


 Serve a gerência de uma empresa, instituição ou organização não-
governamental.
 É um sistema individualista.
 O membro com mais autoridade é o director ou gerente.
 Seu regime legal é baseado nos princípios do Direito Privado e nas leis em geral.
 Obtenha renda, benefícios e ganhos.

A administração privada possui um conjunto de vantagens, como a ausência de muitos


regulamentos governamentais ou entidades relacionadas ao governo, excepto em certos
casos em que a lei é violada de alguma forma ou que alguns procedimentos devem ser
seguidos em relação a determinados assuntos.

As Administrações privadas, podem ser classificados em administração Pessoal e


administração Empresariais.
10

É de extrema importância conhecer administração pessoal, para podermos aumentar o


nosso património financeiro, para tomarmos decisões eficazes, além de fazermos
orçamento doméstico levando em conta até mesmo as despesas variáveis, pois temos
que tomar decisões financeiras ao longo de toda nossa vida, a todo o momento, não
somente investidores precisam tomar esse tipo de decisão e sim todo indivíduo; Um dos
aspectos que importa salientar, é sobre o orçamento doméstico, pois ele faz parte da
educação financeira, ele nos ajuda a disciplinarmos e seguirmos um controle, com ele
podemos acompanhar e verificar para onde está indo nosso salário e por que o dinheiro
não dura até o final do mês.
No orçamento doméstico verificamos as despesas até mesmo daquele cafezinho no final
da tarde, pois mostraremos que controlar as conta fixa é bem fácil, o controle
das despesas variáveis é um pouco mais complexa, pois quando fazemos o planeamento
financeiro pessoal, devemos anotar todos os gastos, até mesmo esse cafezinho.
Depois de feito o orçamento doméstico, conseguimos verificar se estamos gastando
mais do que ganhando, se isso ocorrer, mostraremos o que se deve fazer, além de
divulgarmos que o orçamento doméstico eficaz é aquele, que consegue que o saldo seja
positivo, pois com isso iremos investir e aumentar o património da família, ou até
mesmo o planeamento para a viagem de férias e outros sonhos da família. O importante
no orçamento doméstico é que devemos investir, mesmo que tenha sobrado pouco, para
podermos aumentar o património financeiro da família. (JACK RABIN, W. ET.AL,
1989).
VI. PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS

Nem sempre as finanças públicas e as finanças privadas estão dissociadas uma da outra,
existe sim actualmente e devido a situação da economia mundial, uma parceria entre o
sector público e o sector privado visando o bem comum.

As parcerias público-privadas (PPP) consistem em contratos assinados entre uma


entidade pública - administração central ou empresa pública - e uma entidade privada,
para a construção de uma obra vista como um investimento de interesse público.

As entidades privadas que assinam os contratos de parceria com o Estado são


geralmente consórcios compostos por várias empresas privadas e as parcerias podem ser
também atribuídas a uma única entidade.
11

Quando é assinada a parceria, a entidade privada assume o esforço de construção,


financiamento e exploração da uma infra-estrutura ou de um serviço. Aqui, o Estado
fica a pagar uma renda anual que é acordada na altura da assinatura do contrato e que se
prolonga até ao fim deste.

“A nova estratégia é vender companhias que não sejam essenciais, reduzir os seus
custos e a quantidade de subsídios estatais”, declarou Gourgel à agência, adiantando que
o país ganhará eficiência com estas alienações. Contudo, não foi avançado qual o
montante que o Governo pretende arrecadar".

VII. DISSONÂNCIAS ENTRE FINANÇAS PÚBLICAS E ADMINISTRAÇÃO


PRIVADA

Tendo em conta os objectivos distintos que pautam a actividade das empresas e do


Estado, cumpre-nos analisar a diferença do conceito de finanças públicas em relação ao
conceito de finanças privadas.

No que diz respeito aos meios de financiamento a diferença é bem visível. A empresa
privada produz bens, presta serviços, para isso tem de incorrer a empréstimos. Ela
espera recuperar o dinheiro investido através da venda dos seus bens e serviços. Logo,
segundo Ribeiro (1997:35), " em derradeira análise, os meios de financiamento das
empresas privadas são os preços recebidos em troca dos bens que produz".

As empresas privadas pautam as suas despesas pelas receitas que possam obter, na
medida em que se as despesas forem superiores ou até mesmo iguais ás receitas, a
empresa começa a ter perdas e pode ir à falência. Como já referimos, o Estado tem ao
seu dispor um poderoso meio de financiamento, que são os impostos, ficando o cidadão
obrigado a entregar-lhe, sem contrapartida, parcelas do rendimento ou capital. Neste
sentido, estes autores referem que o estado determina as receitas e as despesas em
ordem aos fins que pretende atingir.

Existe ainda outra característica que separa estes dois ramos das finanças. Uma empresa
privada pretende obter lucro, logo procura reduzir ao mínimo os seus custos e
transacionar as mercadorias pelo máximo preço, maximizando desta forma os
resultados.
12

VIII. CONCLUSÃO
Em jeito de conclusão após uma breve explanação sobre o assunto, tenho de salientar
que apesar de serem duas áreas distintas de finanças, elas têm alguns pontos em comum,
sendo:

a) O mesmo Objectivo de Bem-estar: ambos os tipos de finanças têm


praticamente a mesma finalidade.
b) A racionalidade: Todos os tipos de finanças são baseados na racionalidade.
c) A escassez de recursos: Ambos têm recursos limitados à sua disposição.
d) Os empréstimos são reembolsáveis: ambos os empréstimos privados e públicos
são obrigados a ser reembolsados.

Há, no entanto, algumas diferenças importantes entre financiamento público e privado.


Eles são:

A renda de um indivíduo determina as suas despesas, enquanto as despesas proposta de


um Estado determina sua renda, A autoridade pública pode variar a quantidade de suas
receitas e despesas dentro dos limites, é claro, mas mais facilmente do que um
indivíduo, A autoridade pública não costuma descontar o futuro a uma taxa tão alta
como um indivíduo, Um homem sábio é aquele que, depois de conhecer suas
necessidades, economiza algo para descansar ao lado, Não há período fixo de tempo
durante o qual um indivíduo equilibra seu orçamento, O financiamento individual é
mantido em segredo, enquanto o financiamento do Estado é tornado público.

Ambas são de tamanha importância para o crescimento económico de um país e no caso


de Angola com a situação actual que se vive o estado tem procurado buscar nas finanças
públicas a sua verdadeira essência. Já há muitos anos que temos vivido do petróleo e
hoje procuramos de forma eficiente fazer funcionar o financiamento público e o
financiamento privado, tendo em atenção todas as situações frisadas neste trabalho.

As finanças públicas e a Administração privada são ferramentas importantes para fazer


face a problemática da crise em angola e muitos contribuem para a diversificação da
economia, pelo que por este facto merecem especial atenção.
13

REFERENCIAS
Definição e o que é (2014). Administração Privada. Retirado de: definicionyque.es.

Tipos de (2020). Administração Privada. Retirado de: typesof.com.

Processo Administrativo (2019). Conceitos de Administração, Administração Privada e


Administração Pública. Retirado de: procesadministrativo2108.wordpress.com.

ANDREW, Lawson. 2015. Gestão Financeira Pública. Texto e referências traduzidas


pelo autor. Disponível em: https://gsdrc.org/professional-dev/publicfinancial-
management/. Acesso em: 01/07/2019.

Você também pode gostar