Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica

Revisão 04 – 12/2008 NORMA ND.54

ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia

Rua Ary Antenor de Souza, 321 – Jd. Nova América Campinas – SP Tel.: (19) 2122 - 1000 E-mail: elektro@elektro.com.br Site: www.elektro.com.br

ND.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica

Campinas – SP, 2008 79 páginas

Aprovações André Augusto Telles Moreira Gerente Executivo de Engenharia Antonio Sérgio Casanova Gerente de Projetos e Obras .

Norma Página 4 Revisão 04 – Dezembro/2008 .ND.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .

ND.Norma Elaboração Clarice Itokazu Oshiro Emerson Ricardo Furlaneto ND.54 Página 5 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .

Norma À ELEKTRO é reservado o direito de modificar total ou parcialmente o conteúdo desta norma.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND. a qualquer tempo e sem prévio aviso considerando a constante evolução da técnica. Página 6 Revisão 04 – Dezembro/2008 . dos materiais e equipamentos bem como das legislações em vigor.

.........  CONDIÇÕES GERAIS ............................................................ 21  6..................... 19  6.........2  Em condições normais de operação ................... 17  6.........  CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS ..... 21  6...................................................................................................................3  Atendimento a mais de um compressor ........ 11  4....................1  Flutuações rápidas de tensão .............................................................................................................................................5  Fator de potência .................................................. 19  6......................... 11  1....................................... 34  TABELAS .........................................................................................................................................  OBJETIVO............. 13  5......................................................... 21  6..................................................6....................... 20  6.........................................................6...4................................................................  CAMPO DE APLICAÇÃO ............................ 12  5.............. 18  6............................................ 21  6..........................................................................6..3  Limites de flutuações de tensão ...................................................................................................................................................2  Definição da potência de partida e de operação do compressor .............................................54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica ..............3............2  Conjunto compressor – motor elétrico ..........................................................2  Redes secundárias e primárias ... 20  6..............6  Procedimentos para análise do atendimento .......................4............... 24  6.......................................................................................... 14  5............................................................................................................... 37  ANEXOS ..................................................1  Transformador de distribuição ..............1  No acionamento do compressor ..2........................................ 18  6.......................Norma INDICE CONTROLE DE REVISÕES ...............6.......................................................2  Metodologia de análise .....................................................................................................2................................................................................................................................................................. 22  6................................ND............................................................. 14  5.......................................................1  Levantamento de dados ................  REFERÊNCIAS NORMATIVAS ..........................  DEFINIÇÕES ........ 55  Página 7 Revisão 04 – Dezembro/2008 ......................................................................................................................................... 12  5......................................................3.... 11  3............................... 33  6..................1  Compressor ........... 22  6......................................................................................................................................................4  Impedâncias dos elementos da rede ................. 9  INTRODUÇÃO .................1  Limitações de atendimento ........................................... 11  2.........................................................2  Motor elétrico...........................................................................................................................4  Medidas preventivas e/ou corretivas .....

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Página 9 Revisão 04 – Dezembro/2008 .ND.54 Revisão 04 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .Norma CONTROLE DE REVISÕES Data 01-12-2008 Descrição Revisão e atualização do documento às diretrizes do SGQ e ao modelo F-SGQ-010.

54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND.Norma Página 10 Revisão 04 – Dezembro/2008 .

8 kV e 34.5 kV ou nas tensões secundárias de 220/127 V e 380/220 V. que provoca nos aparelhos de iluminação o fenômeno do pisca-pisca (flicker) e pode causar interferência no funcionamento e desempenho das instrumentações e aparelhos eletrônicos. quer nas tensões primárias de 13. Ponto de entrega É a barra em que. na qual não existem variações de tensão ou de freqüência. no ponto de entrega de energia. produzida pela ligação de cargas no sistema. aos demais consumidores alimentados pela rede de distribuição. OBJETIVO Esta Norma tem por objetivos básicos estabelecer: . a fim de preservar a qualidade do fornecimento de energia elétrica.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . dependendo de sua intensidade e freqüência. bem como as ações corretivas passíveis de serem implementadas. pode ocasionar flutuações de tensão inconvenientes à rede de distribuição a qual está ligado. DEFINIÇÕES Barra Qualquer ponto significativo do sistema em que se queira destacar qualquer grandeza elétrica. Quando acionado por um motor elétrico de indução e por ter características de funcionamento intermitente. podem prejudicar a qualidade do fornecimento de energia elétrica. Flutuação de tensão Redução transiente de tensão. Barramento infinito É uma barra do sistema que possui potência de curto-circuito infinita.Norma INTRODUÇÃO O compressor é o equipamento básico de um sistema pneumático. Essas flutuações de tensão. Tensão de alimentação É a tensão efetivamente recebida pelo consumidor. o sistema da ELEKTRO se interliga ao circuito do consumidor. 3. acionados por motores elétricos de indução assíncronos. . 2. em condições normais de operação. ocasionadas pelas ligações de compressores nas redes de distribuição. Queda de tensão Qualquer redução verificada no nível de tensão de alimentação. CAMPO DE APLICAÇÃO Os critérios e procedimentos estabelecidos nesta Norma aplicam-se aos estudos e/ ou análises técnicas de flutuações de tensão. Página 11 Revisão 04 – Dezembro/2008 .ND. 1. que atende a esse tipo de equipamento. ocasionadas pelas ligações de compressores.os critérios técnicos e os procedimentos a serem observados nos estudos e/ou análises das flutuações de tensão. nas redes de distribuição.uma metodologia de cálculo que permita quantificar os efeitos causados às redes de distribuição com a utilização de equipamentos desse tipo.

dirige o ar positivamente da entrada para a saída. 5. 4.em regime normal de funcionamento.2 kV. Compressor alternativo É o compressor ao qual os pistões se movimentam alternativamente dentro do cilindro.ND.na partida.10 – Fornecimento de energia elétrica em tensão secundária a edificações individuais – Norma. Compressão de vários estágios É a compressão que ocorre quando há dois ou mais estágios de compressão. regular ou não.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .25 – Projetos de redes aéreas isoladas e protegidas de distribuição de energia elétrica – Norma. girando dentro de uma carcaça.52. ABNT NBR 14039 – Instalações elétricas de média tensão de 1. acionado por um motor de indução assíncrono.12 – Redes Protegidas Compactas – Critérios para projetos e padronização de estruturas – Norma ND. Página 12 Revisão 04 – Dezembro/2008 .Norma Flicker É a impressão visual de uma variação na luminosidade. a saber: . 4. ND. CONDIÇÕES GERAIS A ligação de um compressor. Compressor É uma máquina que aspira o ar entregando-o a uma pressão mais alta. causar irritações à visão do ser humano. Em relação às definições específicas sobre os motores de indução assíncronos.0 kV a 36.1 Normas técnicas brasileiras ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão.2 Normas técnicas da ELEKTRO ND.52 – Ligações de motores nas redes de distribuição de energia elétrica – Norma. Compressão de um estágio É a compressão em que o ar é aspirado e é entregue após uma única compressão. ND. ND.20 – Fornecimento de energia elétrica em tensão primária de distribuição – Norma.22 – Projetos de redes aéreas urbanas de distribuição de energia elétrica – Norma. . que acionam os compressores. face às suas características construtivas e operacionais requer uma análise técnica das flutuações de tensão. deve ser consultada a ND. ND. ND. Compressor rotativo É um compressor de deslocamento no qual um rotor (ou rotores). Pode dependendo do grau.21 – Projeto de redes aéreas rurais de distribuição de energia elétrica – Norma. em duas etapas. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Na aplicação desta norma poderá ser necessário consultar: 4.

. .avaliar os parâmetros do compressor fornecidos pelo consumidor e o comportamento da rede. inclusive catálogo do motor. interessado na ligação de equipamento desse tipo compete: . durante o seu acionamento e a sua operação normal. bem como a necessidade ou não de aplicação de medidas corretivas.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .20 se o consumidor for atendido em tensão secundária ou primária. mantendo as flutuações de tensão dentro dos limites admissíveis. proporcionem queda de tensão mínima e atendam aos requisitos de segurança.dimensionar a sua rede interna de distribuição em conformidade com as normas Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e da ELEKTRO.respeitar os critérios e exigências da ELEKTRO para a ligação. a fim de conciliar os interesses mútuos. a fim de que as instalações projetadas tenham a capacidade adequada. 5. no qual será ligado. que acionam os compressores. que não afetem a qualidade do fornecimento de energia elétrica aos demais consumidores. o compressor realiza trabalho de compressão mecânica intermitente. tais como o compressor.gerenciar a rede de distribuição de modo a viabilizar a ligação do equipamento. . . respectivamente.evitar o acionamento simultâneo do compressor com outros motores.realizar consulta prévia a ELEKTRO antes de adquirir o equipamento. pode provocar variações de tensão significativas na rede de distribuição primária ou secundária.evitar o acionamento do compressor no período de carga máxima (18 h às 21 h). podem provocar flutuações de tensão.Norma Na partida de um compressor. Observamos que a escolha do tipo do compressor. Além dos aspectos relacionados anteriormente é sempre recomendável. de proteções previstas na Norma ND. . .fornecer todas as informações necessárias para a ELEKTRO efetuar a análise técnica do fornecimento. delinear as responsabilidades das partes envolvidas. do motor elétrico que o aciona e do dispositivo para a redução da corrente de partida do mesmo é de competência exclusiva do consumidor. face às novas solicitações e propor as melhorias necessárias para a adequação do fornecimento de energia elétrica. Em regime normal de funcionamento. torna-se oportuna.ND. com a participação do consumidor. Página 13 Revisão 04 – Dezembro/2008 . .1 Flutuações rápidas de tensão Há equipamentos. relacionadas no item 4. com níveis de tensão e continuidade adequados. com custos mínimos para o interessado e para a empresa.10 ou ND. tendo como conseqüência o fIicker. Como o atendimento a um compressor pode envolver a realização de serviços na rede. que provoca flutuações rápidas de tensão na rede de distribuição. que ao serem conectados à rede de distribuição.dotar os motores.efetuar o fornecimento de energia elétrica à instalação consumidora. A análise compreende a avaliação e a definição até que valor a flutuação de tensão pode ser considerada não prejudicial e não afetar os demais consumidores ligados na rede. como o motor de indução assíncrono absorve da rede uma corrente elevada. É de competência da ELEKTRO: . Ao consumidor. que o consumidor observe também os seguintes quesitos: .

cuja energia acumulada pode ser utilizada para impulsionar motores a ar. Através do virabrequim. etc. ao qual se prendem os pistões por meio de bielas. após a entrada em operação dos mesmos.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .1 Compressor alternativo O compressor alternativo é acionado por meio de um motor elétrico. Dentre os vários tipos de compressores existentes.2. que tem por finalidade aumentar a pressão de fluidos como o ar ou gases. dependendo de sua intensidade podem ocasionar perturbações às instalações elétricas dos consumidores. no estágio de estudo para o atendimento ao consumidor. conseguese transformar o movimento giratório do eixo. a iluminação residencial. 5. outros tipos de equipamentos eletrônicos. ligados a mesma rede de distribuição. subjetiva e não deve ser confundido com a flutuação de tensão. Situações como esta geralmente acarretam uma quantidade significativa de reclamações à Empresa. 5. através de transmissão por correia ou por acoplamento direto com o eixo do mesmo. etc.Norma O termo fIicker. de modo regular ou não. Página 14 Revisão 04 – Dezembro/2008 . em movimento alternado em linha reta do pistão no interior do cilindro. antes da ligação do equipamento que a provoca.2 Conjunto compressor – motor elétrico 5. isto é. martelos pneumáticos. pois nem sempre o mesmo terá recursos e/ou interesse em custear as medidas. que são os mais freqüentes e ocasionam flutuações de tensão nas redes de distribuição.1. nesta norma é dado ênfase ao do tipo alternativo ou recíproco. refere-se à impressão visual de uma luminosidade oscilante. que é uma variação do valor de tensão. refrigeração.1 Compressor O compressor é o componente básico de qualquer sistema pneumático. Figura 1 Os compressores alternativos operam com válvulas de ação automática. pintura. que se abrem quando houver adequado diferencial de pressão.ND.2. Um ponto muito importante a esclarecer. é que o problema de flutuação de tensão é mais fácil de ser solucionado. As flutuações de tensão provocadas por equipamentos desse tipo. afetando em conseqüência o funcionamento dos receptores de televisão.

Descarga Admissão Figura C Descarga Admissão Figura D Descarga Admissão Figura E Um compressor obrigatoriamente deve ter um sistema de controle de capacidade. Isto significa que a pressão interna do cilindro venceu a pressão existente no reservatório e a força das molas da válvula. a válvula de admissão abrirá e ar sob pressão atmosférica fluirá para o interior do cilindro até o fim do curso do pistão. Figura A Descarga Admissão Figura B Descarga Admissão Na figura B. haverá conseqüente e gradual expansão do mesmo até o ponto em que a pressão atmosférica supere a pressão interna do cilindro e vença a força das molas da válvula.ND. − sistema de funcionamento contínuo (by-pass). Note-se que a válvula de descarga encontra-se agora aberta. de modo a conciliar a sua produção às condições de consumo. são mostradas as ações de um compressor alternativo. quando então a válvula fechará. o pistão é mostrado completando seu curso. O motor elétrico que aciona o compressor é desligado quando a pressão do reservatório atinge um valor pré-fixado. Nota-se que as válvulas permanecem fechadas.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . Como existe ar sob pressão "aprisionado" entre o pistão e a tampa. Na figura C. Isto é mostrado na figura E. Neste tipo de controle. iniciando-se novo cicIo de operação. a válvula de descarga fechará. O sistema partida e parada é geralmente utilizado em compressores de pequena capacidade e serviço intermitente. Na figura A. Neste ponto. Os tipos básicos de controle de capacidade são: − sistema partida e parada. é esquematizado um cilindro completamente preenchido com ar atmosférico e o pistão totalmente à direita. dotado de pistão de simples efeito. As válvulas de admissão e descarga estão fechadas. dando início ao processo de compressão. Após o pistão ter completado seu curso. A figura D mostra o pistão movimentando-se para a direita.Norma Nas figuras a seguir. pois a pressão interna do cilindro ainda não superou aquela existente no reservatório. o pistão é movimentado para a esquerda. de um cilindro. é necessário um dispositivo que descarregue automaticamente o Página 15 Revisão 04 – Dezembro/2008 .

5.Norma compressor por ocasião da parada. 5. No primeiro estágio.1. Observamos que as considerações apresentadas neste item partiram da premissa que os pistões são de simples efeito.. etc. quando o ar é comprimido diretamente do cilindro para o sistema. Os principais modelos em uso são: 1 Pistão – resulta em 1 compressão por rotação do eixo manivela. A compressão em múltiplo estágio é realizada através de dois ou mais cilindros de diâmetros diferentes. o "V" em cadeia. Assim.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . 3 Pistões – resultam em 3 compressões por rotação do eixo manivela e os pistões costumam estar dispostos em "W'. Quando o consumo diminui e a pressão do reservatório atinge um valor pré-fixado. 5. duas compressões por rotação. através da retirada de calor. e é novamente comprimido e resfriado. entra em funcionamento um dispositivo descarregador que atua sobre as válvulas de admissão. 2 Pistões – resultam em 2 compressões por rotação do eixo manivela e os pistões podem estar dispostos em "V". paralelo. Mais de 3 Pistões – tantas compressões quanto o número de pistões. Entra em seguida no cilindro do segundo estágio. O processo pode ter lugar diversas vezes e tem a finalidade de economizar energia. em relação à posição relativa do mesmo no cilindro. Se forem de duplo efeito. Se não houver essa defasagem.3 Disposições e quantidade de pistões A quantidade de compressões por rotação do eixo manivela é função do número de pistões e sua disposição no compressor. linear oposto.1. se for disposição em "estrela" ou "V" em cadeia defasada por eixo manivela. Desta forma o fluido deixa de ser comprimido. origem ao trabalho intermitente. por apresentar no respectivo cilindro apenas uma tubulação de saída para o fluido comprimido. em extremos opostos do mesmo. de dimensões menores.2 Trabalho do pistão do compressor O trabalho executado por um pistão do compressor é variável. acarretará 2 compressões por rotação. Reconhece-se o pistão de simples efeito. dando assim. Página 16 Revisão 04 – Dezembro/2008 . a qual varia em função do tempo. Entende-se por simples efeito quando a compressão é realizada em apenas uma das faces do pistão e por duplo efeito sempre que a compressão tiver lugar em ambas as faces.2. enquanto o de duplo efeito possui duas tubulações de saída.ND. No sistema de funcionamento contínuo.4 Compressão estagiada A compressão é efetuada em um estágio. o fluido é comprimido até determinada pressão e resfriado. os pistões de simples efeito comprimem uma única vez a cada rotação do eixo manivela (virabrequim) e os de duplo efeito.2. resultariam o dobro de compressões. pois é admitido e descarregado pelas próprias válvulas de sucção que permanecem abertas.2.1. o motor elétrico que aciona o compressor permanece sempre ligado. Os compressores de pistão podem ser construídos para operação em simples ou duplo efeito. a fim de evitar que o mesmo entre em operação com carga.

1 Motor trifásico O tipo de motor mais utilizado para o acionamento de um compressor é o de indução assíncrono trifásico com rotor gaiola. são apresentadas na ND. baixo custo de manutenção. a partida do motor que aciona o compressor. sendo. Em regime. A velocidade do motor pode ser compatibilizada com a requerida pelo compressor através de polias. As vantagens desse tipo de motor consistem em sua grande durabilidade. devido ao trabalho de compressão realizado pelo equipamento é variável. Para minimizar as flutuações de tensão. que aciona o compressor.2 Motor elétrico 5. a menos que os dois estágios de compressão sejam realizados por um pistão de duplo efeito. bem como a definição do dispositivo limitador da corrente de partida a ser utilizado. conseqüente.chave compensadora de partida. mais comuns os compressores de dois estágios. Cumpre-se ressaltar que o dimensionamento do conjunto compressor-motor. . segurança e facilidade de operação. O motor de indução trifásico com rotor gaiola solicita na partida uma corrente da ordem de cinco a oito vezes a nominal do mesmo.2. flutuações de tensão na rede com uma freqüência correspondente à rotação do motor. 5.chave série-paralela.ND.Norma Em aplicações industriais. ou seja: . o número de estágios pode chegar a cinco. Página 17 Revisão 04 – Dezembro/2008 . . deve ser realizada através de um dos dispositivos que limitam a corrente de partida do mesmo.2. há necessidade de aplicação de medidas corretivas na rede de distribuição de modo a restringir os seus efeitos e salvaguardar a qualidade do fornecimento de energia elétrica aos demais consumidores atendidos pela mesma. Esse movimento de vai e vem do pistão provoca um conjugado resistente pulsante e variações da corrente absorvida pelo motor e. O fato de haver compressão estagiada não interfere no cálculo do número de compressões.chave estrela-triângulo. o conjugado resistente. são de responsabilidade exclusiva do consumidor. de modo a minimizar o conjugado resistente e os efeitos da partida do motor.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .2. entretanto. Na Tabela 13 a Tabela 16 e Tabela 20 são apresentadas as características dos motores trifásicos e das chaves de partida. a força que se opõe ao movimento do pistão varia com o volume de fluido sob pressão e quando há descarga do mesmo por uma das válvulas. Se as flutuações de tensão superarem os valores admissíveis. As características de cada um dos dispositivos utilizados para a redução da corrente de partida do motor com rotor gaiola.52. Cumpre-se ressaltar que o acionamento do compressor deve ser realizado em vazio ou com a válvula de admissão fechada. Além disso. que podem ocasionar flutuações de tensão indesejáveis na rede. correias e engrenagens.

chave compensadora de partida. que acionam os compressores são: . 5. Conseqüentemente. face às características de partida dos mesmos e a sua ligação diretamente na rede de distribuição. . As características de cada um desses dispositivos e dos motores monofásicos são apresentados respectivamente na ND.10: Página 18 Revisão 04 – Dezembro/2008 . a aceleração até a uma rotação próxima a nominal. Os dispositivos para limitar a corrente de partida dos motores monofásicos.3 Funcionamento das chaves de partida Para o funcionamento adequado das chaves de partida dos motores.o tempo de comutação da chave de partida. custos iniciais e operacionais superiores.2. na escolha do conjunto compressor-motor. apresentam desempenho técnico inferior. deve ser dimensionado para permitir a aceleração do motor até aproximadamente 90% da rotação nominal. quando comparados aos trifásicos de igual potência. Antes de decidir por um tipo de chave de partida é necessário verificar se o conjugado de partida é suficiente para operar a máquina. necessitam de dispositivos para limitar a corrente de partida para potências superiores a 3 cv. Os motores monofásicos são encontrados com potências até 10 cv e analogamente ao que ocorre com os motores trifásicos. Recomenda-se que o tempo de comutação seja também igual ou inferior a 10 a 15 segundos. geralmente acionados por motores monofásicos com rotor gaiola de fase dividida.52 e na Tabela 17 desta Norma.2 Motor monofásico Os compressores mais susceptíveis de ocasionar perturbações nas redes de distribuição são os de pequeno porte (1 pistão de simples efeito). conforme a Norma ND. o mesmo deve ser menor que o conjugado de partida do motor de forma que.ND.Norma 5. uma vez que os compressores são acionados pelos mesmos. de acordo com a ND. devem sempre ser ligado entre fases. com partida a capacitor. da tensão reduzida para tensão de rede. Na Tabela 18 apresentamos os critérios para aplicação de chaves de partida aplicáveis aos motores trifásicos com rotor gaiola.quando houver conjugado resistente de carga durante a partida.1 Limitações de atendimento As limitações para a ligação de compressores nas redes secundárias de distribuição são análogas às definidas na Norma ND. deve-se avaliar estes parâmetros sob o aspecto técnicoeconômico. Em relação aos compressores acionados por motores monofásicos. 6.2.2.chave série-paralela. deve-se atentar para os seguintes aspectos: . que acionam os compressores alternativos. CONDIÇÕES E ORIENTAÇÕES ESPECÍFICAS 6. estão limitadas às seguintes potências.2.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . ocorra em tempo suficiente para não prejudicar a vida útil do motor (é recomendado que este tempo não ultrapasse 10 a 15 segundos).10. Observamos que os motores monofásicos de potências superiores a 1 cv. .10 para os motores de indução trifásicos com rotor gaiola. Os motores monofásicos utilizados para acionar os compressores.

devendo sempre ser aferida através de análise técnica. deve ser utilizada a potência nominal do motor de indução com rotor gaiola que o aciona. . um fator de redução em conformidade com o tipo utilizado. É sempre recomendável que os motores monofásicos de potências a partir de 1 cv inclusive. que é representado por uma letra nos dados de placa do motor e cujos valores são apresentados na Tabela 22.informações fornecidas pelos consumidores e/ou fabricantes através de catálogos do motor. deve ser aplicado sobre a potência nominal do mesmo. A Norma ND.ND. . nas condições de operação de um compressor. Assim. um dos fatores. Tendo em vista que os compressores são movimentados geralmente por motores de indução com rotor gaiola.2 Definição da potência de partida e de operação do compressor A avaliação da viabilidade de ligação de um compressor na rede de distribuição deve ser realizada em função da potência do motor de indução trifásico ou monofásico.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . devem ser consideradas como orientativas. As limitações constantes da Norma ND. Ressaltamos que o valor da potência de partida. Estamos adotando em caráter experimental a curva tolerável de irritação (3) apresentada no gráfico do Anexo II. com rotor gaiola que o aciona. Na falta de dados reais podem ser utilizados os valores orientativos a constantes nas Tabela 13 a Tabela 17. expressa em kVA. expressa em kVA. 6.10. quando a partida é efetuada através de dispositivos que limitam a corrente inicial deve-se aplicar a potência de partida a plena tensão. que pode ser obtida nos dados de placa do equipamento ou catálogo técnico fornecido pelo fabricante. 6. Para facilitar a avaliação dos limites de flutuações de tensão permissíveis. Para a análise da possibilidade de ocorrência de flutuações de tensões. e dada as características de funcionamento deste tipo de equipamento.20.relação entre a corrente de partida e a corrente nominal do motor Ip/In. estabelece as limitações com relação à tensão secundária do transformador do consumidor e conseqüentemente no que tange a tensão de alimentação dos motores que acionam os compressores.3 cv entre fases (220 V). proposta por uma concessionária norte-americana que flexibiliza os limites permissíveis de flutuações de tensão. para as condições de partida e operação do mesmo.3 Limites de flutuações de tensão Os limites de flutuações de tensão permissíveis para um compressor são determinados com base no gráfico do Anexo II. descritos a seguir: . cuja corrente de partida é elevada. obtida de uma das maneiras acima descritas. consideram o motor partindo em plena tensão. Na definição da potência de partida do motor que aciona um compressor. Página 19 Revisão 04 – Dezembro/2008 . apresentando na Tabela 19.código de partida. . sempre que possíveis reais. há necessidade de serem definidos os limites de flutuação de tensão nas condições de acionamento e operação dos mesmos.Norma .2 cv entre fase-neutro (127 V). sejam ligados na rede entre fases (220 V). os valores do gráfico do Anexo II relativos à curva (3) foram tabelados e são apresentados na Tabela 21.

por unidade de tempo e nos valores tabelados constantes na Tabela 21.3.para os compressores acionados por motores trifásicos e monofásicos com potências superiores a 5 cv e 3 cv respectivamente. em mm. a freqüência das flutuações pode ser calculada também pela seguinte expressão: Nflutuação = Np ⋅ E f ⋅ Sendo: Dpm = diâmetro da polia do motor expresso. Nm = rotação real do motor (síncrona menos escorregamento).Ef = 1. .se simples .3. Caso o consumidor não informe o número de partidas devem ser utilizados os seguintes limites de flutuação de tensão: .2 Em condições normais de operação Para o compressor. Ef = número de efeitos de compressão: . . em rpm.1 e 5.7 da Norma ND. Alternativamente.para os motores trifásicos com potências até 5 cv inclusive e os monofásicos até 3 cv (fase-neutro e fase-fase) é utilizado o limite de flutuação de tensão de 10%. Observamos que o número de partidas do motor deve sempre ser referenciada a uma unidade de tempo (hora. Dvc = diâmetro do volante do compressor.se duplo . Nc = rotação nominal do compressor expressa em rpm (rotações por minuto). que aciona o compressor. Np = número de pistões ou êmbolos de compressão.52.2. que pode ser obtido dos dados de placa ou do catálogo do fabricante. pode obtê-lo na Tabela 13 a Tabela 17.42% (Tabela 21). Página 20 Revisão 04 – Dezembro/2008 Dpm Nm ⋅ Dvc 60 . os limites de flutuações de tensão podem ser calculados da seguinte forma: a) Cálculo da freqüência das flutuações de tensão por segundo. Estes valores estão sendo adotados em função do menor porte dos motores e das considerações constantes dos itens 5.1 No acionamento do compressor Os limites de flutuações de tensão permissíveis para a condição de acionamento do compressor são os mesmos definidos para a partida de motores de indução com rotor gaiola. em mm. 6. São determinados com base no número de partidas do motor. minuto ou segundo). deve ser aplicada a freqüência média de 1 partida por hora que equivale a um limite de flutuação de tensão de 7.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . através da seguinte expressão: Nflutuação = Np ⋅ E f ⋅ Nc 60 Sendo: Nflutuação = freqüência de flutuações de tensão por segundo.Norma 6.3.ND. Caso o consumidor não disponha deste dado. em condições normais de operação.Ef = 2.

na partida .4 Impedâncias dos elementos da rede Na avaliação de viabilidade de ligação dos compressores. considerar o valor unitário. são os transformadores de distribuição as redes urbanas e rurais que são representados através de suas respectivas impedâncias.0. os estudos de viabilidade de ligação de compressores devem ser utilizados nos cálculos. 6.3. apresentamos na Tabela 23 os valores normalizados das impedâncias dos transformadores das classes 15 kV e 36. quando este atinge as suas condições nominais. Para o cálculo da queda de tensão na rede primária devem ser utilizados os valores de resistências e reatâncias. No caso de mais de um compressor no consumidor. .ND.1 Transformador de distribuição A impedância do transformador de distribuição é identificada pela letra "Z" e é expressa em porcentagem (%). apresentados na Tabela 9 a Tabela 12. para as condições nominais do motor. 6.30 indutivo. para o compressor em condições normais de operação através da Tabela 21.em regime . utilizar no cálculo da flutuação de tensão os dados do equipamento de maior potência.4. Assim. Página 21 Revisão 04 – Dezembro/2008 . os parâmetros do sistema de distribuição normalmente considerados. decorrente do funcionamento do equipamento. que levam em consideração a configuração e a modalidade da rede. 6.4. 6. expressas em Ω/km. Esse valor deve ser obtido diretamente da placa de identificação existente em cada transformador.2 kV. À medida que o compressor adiciona carga ao motor. há necessidade de ser verificada a queda de tensão nos circuitos secundários e/ou primários.2 a). o valor do fator de potência vai se elevando. número de fase e fator de potência. os seguintes valores de fator de potência: .20 a 0. A queda de tensão na rede secundária deve ser calculada de acordo com as bitolas dos cabos. valores muito baixos de fator de potência.os valores práticos constantes na Tabela 13 a Tabela 17.2 Redes secundárias e primárias Para o cálculo da viabilidade de ligação de compressores. obter a flutuação admissível de tensão. Como referência. b) De posse do valor da freqüência calculada no item 6.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .Norma Se o valor de Ef (efeito de compressão) não for informado.5 Fator de potência Os motores de indução com o rotor gaiola que acionam os compressores em função de suas características construtivas apresentam na partida. através dos coeficientes de queda de tensão (%/kVA x 100 m) que são apresentados na Tabela 1 a Tabela 8. até atingir o seu valor máximo.

para a realização da análise técnica do atendimento são as seguintes: a) Compressor fabricante.1. corrente nominal. Os dados do compressor podem ser coletados dos dados de placa do equipamento ou do catálogo técnico fornecido pelo fabricante. nº de cilindros (pistões). número de fases. rotação nominal. rotação do compressor (rpm). Página 22 Revisão 04 – Dezembro/2008 . minuto).6 Procedimentos para análise do atendimento 6. fator de potência na partida. b) Motor com rotor gaiola fabricante. fator de potência em regime. número de cilindros (pistões).1 Levantamento de dados 6.6. diâmetro do volante (mm). rotação (rpm). Das informações referentes ao conjunto compressor-motor relacionadas anteriormente. quando aplicável.Norma 6. ocorrências de partidas por unidade de tempo (dia. simples efeito – Ef = 1. classe de temperatura da isolação do motor.ND. as principais. hora. categoria.6. número de efeitos de compressão (Ef). que devem ser fornecidas a ELEKTRO para análise da viabilidade do atendimento por conjunto são: a) Dados do compressor: - fabricante. rendimento nominal. velocidade síncrona ou número de pólos.1 Conjunto compressor-motor As principais informações sobre o conjunto compressor-motor.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . que devem ser apresentadas à ELEKTRO pelo interessado. corrente com rotor bloqueado. diâmetro do volante do compressor (mm). duplo efeito – Ef = 2. regime tipo. tensão nominal. diâmetro da polia do motor em mm. potência nominal. dispositivo de partida – identificar tipo e ajuste (se aplicável).

Esta informação é função direta do regime de operação do equipamento que somente o consumidor tem condições de prestar. chave compensadora no tap (%). diâmetro da polia (mm). por hora.). etc. fator de potência em regime. corrente de partida (A) ou Relação Ip/In (pu). chave série paralelo. b) Dados do motor com rotor gaiola: fabricante. Junto com as informações do(s) equipamento(s) devem ser fornecidos os seguintes dados de localização do consumidor e do responsável pelo levantamento. o consumidor deve adicionar as informações referentes a potência (kVA) do seu transformador.2 ou 3). ocorrência de partidas (por dia. tipo de partida (direta. Se o atendimento for em tensão primária. o consumidor deve informar os dados solicitados para cada uma das unidades separadamente.2 Dados da rede secundária Para a análise da viabilidade do atendimento a um consumidor com compressor(es). número de fases (1. através da rede secundária. bem como a respectiva impedância percentual do equipamento (Z(%)) e o tap que está ligado. Página 23 Revisão 04 – Dezembro/2008 . corrente nominal (A). por minuto. • Localização do consumidor com os equipamentos.fabricante do equipamento de partida. rendimento nominal (%).6. . impedância do transformador do consumidor (%). Sempre que possível. potência nominal (cv). • Bitola dos condutores da rede secundária existente. devem ser obtidos os seguintes dados: . 6. tap a ser ligado. uma vez que está diretamente ligada ao limite da flutuação de tensão permissível.Planta da rede secundária.1. No caso de mais de um conjunto compressor-motor. com chave estrela-triângulo. resistência ou reatância primária no ajuste (%) ou resistência rotórica.nº de efeitos de compressão (simples ou duplo). na escala 1:1 000. atualizada contendo: • Configuração do setor de transformador. tensão nominal (V). • Ponto de abertura do circuito. O número de partidas do compressor é uma informação de suma importância. anexar catálogo do fabricante do equipamento. fator de potência na partida. Caso o consumidor seja atendido em tensão primária deve informar também: potência do transformador do consumidor (kVA).). etc. rotação (rpm).Norma .54 - Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND.

1. contendo: • Bitola dos condutores e respectivas extensões do alimentador. Basicamente.Plantas atualizadas da rede.Se ao invés da potência de curto-circuito na barra de distribuição for fornecido o valor da potência de curto-circuito na tensão de transmissão (69 kV.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .Dados do consumidor: • Localização. tensões primárias e secundárias.Transformador de distribuição: • Potência nominal. na partida e em condições normais de operação.2. . devem ser obtidos os seguintes dados: .6.Dados da subestação responsável pelo fornecimento à área: • Potência de curto-circuito na barra de 13. para o qual deve ser informada a potência nominal.8 kV ou 34. .1 Rede secundária Na análise das flutuações de tensão provocadas por um compressor alternativo à rede secundária.Localização da compressor(es). Nestas avaliações são levadas em conta. bem como os principais ligados ao alimentador.Norma . • Equipamentos de regulações de tensões e proteção existente. • Pontos de saídas dos principais ramais rurais. . 6. em função de seu valor ser muito pequeno.2 Metodologia de análise 6. identificando os pontos de manobra com outros circuitos. Página 24 Revisão 04 – Dezembro/2008 . .3 Dados da rede primária Para a análise da viabilidade do atendimento a um consumidor com compressor(es). esta análise consistirá nas avaliações das flutuações de tensão provocadas por um compressor. 138 kV).ND. rede primária mais próxima do consumidor com o(s) 6. • Impedância em porcentagem – Z(%) extraída dos dados de placa do equipamento. quando comparados aos valores das impedâncias da rede secundária e do transformador. nas escalas 1:5 000 e/ou 1:10 000 e/ou 1:25 000.5 kV.6. bem como a impedância percentual (Z(%)). em kVA. • Configuração do alimentador. 88 kV. é desprezada a impedância do sistema até o transformador de distribuição. • Transformador particular. através da rede primária.6. a queda de tensão na rede secundária e a queda de tensão interna do transformador de distribuição. devem ser obtidos os seguintes dados adicionais: • Potência nominal do(s) transformador(es) de força. • Localização do consumidor com o(s) equipamento(s). • Impedância do(s) transformador(es) de força – Z(%). acionado por um motor de indução trifásico com rotor gaiola. • Cronograma de demandas. em MVA.

736 ou diretamente das Tabela 13 a Tabela 17.333 Chave compensadora de partida.k = 0. . Pn = potência nominal do motor expressa.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . Partida com resistência-reator . pode ser obtida por uma das seguintes expressões: Smp = Pn Fp ⋅ R n ⎛I ⎞ ⋅⎜ p ⎟ ⋅k ⎜I ⎟ ⎝ n⎠ Sendo: Smp = potência de partida do motor expressa em kVA. em kW.ND.85. Chave estrela triângulo .Norma Cumpre-se ressaltar que estas análises são realizadas com base nas potências de partida e a nominal do motor de indução com rotor gaiola que aciona o compressor.k = 0. Tap .k = 0.80% .65% .640 Chave série-paralela .50% . Rn = rendimento nominal do motor que aciona o compressor a ser obtido nas Tabela 13 a Tabela 17. na partida. kVA = é o fator relacionado ao código de partida. = relação entre a corrente de partida e a nominal do motor obtida na Tabela 13 In a Tabela 17. k = fator devido ao tipo de dispositivo de partida aplicado ao motor que pode assumir os seguintes valores: Partida a plena tensão . devido a ligação de um compressor são as seguintes: a1) Determinação da potência de partida do motor com rotor gaiola que aciona o compressor: A potência absorvida pelo motor da rede.70 a 0.k = 1. cujo valor pode ser obtido na Tabela 13 a Tabela 17 para condição de 100%.25.423.k = 0. As etapas a serem observadas na análise das flutuações de tensão na rede secundária. Ip - A potência de partida pode ser calculada também pela seguinte expressão: Smp = Pn ⎛ kVA ⎞ ⋅⎜ ⎟ ⋅k R n ⎝ cv ⎠ Sendo: Pn = potência nominal do motor.k = 0. Os valores do código de partida são apresentados na Tabela 22. cuja indicação padronizada é cv através de uma letra informada nos dados da placa do motor. em cv (cavalo vapor).250. A conversão da potência do motor de cv (cavalo-vapor) para kW (quilowatt) pode ser feita aplicando o fator 0. Página 25 Revisão 04 – Dezembro/2008 . .k = 0. fp= fator de potência nominal do motor.

mas apenas a do compressor no cálculo é representada pela potência de partida que absorve da rede do motor de indução com rotor gaiola. Sendo: QTtrafo(%) = queda de tensão no transformador devido a partida de motor com rotor gaiola. pode ser calculada por: . Ressaltamos que na avaliação da flutuação da rede. a fim de que a potência de partida calculada para o motor seja um valor representativo. Smp Strafo = potência nominal do transformador de distribuição. para compressores acionados por motores trifásicos. No cálculo da queda de tensão deve ser utilizado o fator de potência e os coeficientes compatíveis com o número de fases do motor com rotor gaiola. = potência absorvida da rede na partida pelo motor. em kVA. Na falta desse dado utilizar os valores apresentados na Tabela 23. que pode ser obtido dos dados de placa do equipamento. S QTtrafo (%) = 6 ⋅ Z(%) ⋅ mp .Norma É importante utilizar. Z(%) = impedância porcentual do transformador de distribuição. para compressores acionados por motores bifásicos S trafo (fase-fase). sempre que possível os dados reais. S Trafo S QTtrafo (%) = 2 ⋅ Z(%) ⋅ mp . a2) Cálculo da queda de tensão interna no transformador A queda de tensão interna percentual no transformador de distribuição trifásico. em kVA. não devem ser consideradas as demais cargas ligadas na rede secundária.ND. a4) Comparação da queda de tensão na rede secundária e no transformador de distribuição com o valor máximo de flutuação permissível: Página 26 Revisão 04 – Dezembro/2008 QTtrafo (%) = Z(%) ⋅ Smp . provocado(s) pela partida do motor com rotor gaiola. constantes de catálogos e manuais fornecidos pelos fabricantes. Smp =potência de partida do motor absorvida efetivamente da rede. em metros.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . A queda de tensão interna porcentual nos transformadores de distribuição pode ser obtida através da utilização dos gráficos apresentados no Anexo IV e Anexo V. L = distância do transformador de distribuição ao ponto da rede onde está localizado o motor. para compressores acionados por motores S trafo monofásicos (fase-neutro). a3) Cálculo da queda de tensão na rede secundária A queda de tensão causada na rede secundária pela ligação do motor deve ser calculada pela seguinte expressão: L QTrede (%) = k ⋅ ⋅ Smp 100 Sendo: k = coeficientes de queda de tensão (%/kVA ⋅ 100 m) apresentado respectivamente na Tabela 1 a Tabela 8. em kVA.

se QTtrafo (%) + QTrede (%) ≤ QTflutuação (%) O compressor pode ser liberado sem a necessidade de implementação de medidas corretivas e/ou preventivas na rede de distribuição. em kVA. b3) Cálculo da queda de tensão na rede secundária QTrede (%) = k ⋅ L ⋅ S ar 100 b4) Comparação da queda de tensão na rede secundária e no transformador de distribuição com o valor máximo de flutuação permissível: . da rede. Pn = potência nominal do motor.6. Deve ser adotada a alternativa que atende aos aspectos técnicos e de menor custo de implantação.Norma . Rn = rendimento nominal do motor. QTtrafo (%) = 6 ⋅ Z(%) ⋅ (fase-neutro).4). que aciona o compressor. b2) Cálculo da queda de tensão interna no transformador QTtrafo (%) = Z(%) ⋅ S ar para compressores acionados por motores trifásicos. em kW.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . . viáveis de serem implementadas na rede. S trafo S ar para compressores acionados por motores bifásicos S trafo S ar para compressores acionados por motores monofásicos S trafo QTtrafo (%) = 2 ⋅ Z(%) ⋅ (fase-fase). (ver item 6.se QTtrafo (%) + QTrede (%) > QTflutuação (%) Analisar e simular as alternativas visando minimizar as perturbações na rede. Página 27 Revisão 04 – Dezembro/2008 . b) Análise em condições normais de operação b1) Determinação da potência absorvida pelo motor. expressa em kVA. S ar = Pn fp ⋅ R n Sendo: Sar = potência que o motor absorve da rede em condições normais de operação. a5) Avaliar sob o aspecto técnico-econômico as alternativas de medidas corretivas. para adequar a queda de tensão secundária (rede + transformador de distribuição) em relação à máxima flutuação permissível.ND.se QTtrafo (%) + QTrede (%) ≤ QTflutuação (%) O compressor pode ser liberado sem a necessidade de implementação de medidas corretivas e/ou preventivas na rede de distribuição.

Deve ser verificado também.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . outras barras notáveis da rede com consumidores susceptíveis ao flicker. compara-se o valor de queda de tensão instantânea com o valor admissível.Norma . distâncias e bitolas dos condutores entre as barras.2. Esta análise consistirá nas avaliações das flutuações de tensão provocadas por um compressor. A flutuação máxima de tensão permissível para as condições normais de operação do compressor. deve ser obtida conforme procedimento constante no item 6.se QTtrafo (%) + QTrede (%) > QTflutuação (%) Analisar e simular as alternativas visando minimizar as perturbações na rede. Observamos que a metodologia é aproximada. rede primária. b5) Aplicar as mesmas diretrizes constantes do item 6.6.2. são desprezadas as cargas existentes ao longo do alimentador e as do próprio consumidor Sendo está instalado esse tipo de equipamento.) subsidiarão a determinação da demanda do mesmo.1 a5). na partida em condições normais de operação. a ser utilizada para esta condição.3. e no cálculo da queda de tensão instantânea.ND. acionado por um motor com rotor gaiola. barra da rede que vai ser ligado o compressor. potência nominal e impedância porcentual .Z%). Na análise do atendimento devem ser observadas as seguintes etapas: a) Análise na partida a1) Elaboração do diagrama unifilar do alimentador mostrando a localização da subestação.6. Barra do consumidor Barra da S/E (n1) L1 #1 Scc3Ø . deve ser utilizada a potência que o motor do compressor absorve da rede. em regime normal. 6. que adicionada às demais existentes no consumidor (iluminação.TR Transformador do consumidor Compressor (n2) L2 #2 (m) Página 28 Revisão 04 – Dezembro/2008 . potência de curto-circuito na barra de distribuição do sistema e dados do transformador do consumidor (tensões. Cumpre-se ressaltar que estas análises são realizadas com base nas potências de partida e a nominal do motor que aciona o compressor. o aumento de carga decorrente da ligação do consumidor com o compressor não implicará em obras de melhoria. Observamos que nos cálculos para a avaliação das condições da rede.2. etc. Para verificar se o compressor causará ou não flutuação de tensão indesejável.2 Rede primária Na presente norma não será apresentada uma metodologia para calcular diretamente as perturbações provocadas pelo motor que aciona o compressor e sim uma que calcule a variação de tensão decorrente da ligação desse tipo de equipamento. se em condições normais de operação da rede. em função da necessidade de adequação da queda de tensão e/ou carregamento do transformador de distribuição.

1 a1).6.. em Ω/km. em MVA. Página 29 Revisão 04 – Dezembro/2008 . em pu.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . que pode ser calculada através da seguinte expressão: xs = j Smp Scc 3 φ − TR pu Em função da componente resistiva da impedância do sistema ser muito menor que a reativa. Sbase = potência de base. que deve ser expressa pela potência de partida do motor com rotor gaiola que aciona o compressor (Smp). a2) Definição dos valores de base Como os cálculos são realizados em pu (por unidade) há necessidade de definirmos os valores de base. #1. R2. = barras sensíveis ao flicker. n2 . #2 = bitola dos cabos entre barras. = impedância do alimentador. em quilômetros (km).8 kV ou 34. que pode ser obtida através da expressão: Zbase (Vbase )2 = Sbase Ω Ibase = corrente de base. z2 . em pu.. expressa em MVA.. Zbase = impedância de base. em ohms (Ω). L2 = distância entre barras.. cujos valores são apresentados na Tabela 9 a Tabela 12. A potência de partida do motor deve ser calculada conforme o procedimento do item 6. L1.Norma Sendo: n1. em kV..5 kV. compatível com a existência ou não de dispositivo de partida. ou seja: Vbase = tensão que deve ser expressa pela tensão primária do transformador do consumidor. = resistência do cabo do alimentador. z1 = R1 ⋅ L1 + jX1 ⋅ L1 = r1 + j x1 pu Zbase R 2 ⋅ L 2 + jX 2 ⋅ L 2 = r2 + j x 2 pu Zbase Sendo: z2 = R1.2. é desprezada nos cálculos de flutuação de tensão: a4) Cálculo da impedância do alimentador z1. em ampères (A). Scc3∅-TR = potência de curto-circuito do sistema na barra de 13. m = barra onde está ligado o transformador do consumidor com compressor. que pode ser obtida da expressão: Ibase = Sbase A 3 ⋅ Vbase a3) Cálculo da impedância do sistema xs = impedância do sistema..ND.

No caso da corrente. no qual são locadas todas as impedâncias do sistema.2 a 0. senϕ = pode ser obtido através da seguinte expressão trigonométrica: v carga icarga pu senϕ = 1 − cos2ϕ a7) Diagrama das impedâncias Para a avaliação da variação de tensão na rede primária. em pu.Norma X1.5.3 indutivo.0 pu. logo: vcarga = 1. Assim: zcarga = rcarga + jx carga = 1⋅ (cosϕ + jsenϕ) pu Sendo: cosϕ = fator de potência de partida do motor do compressor cujo valor a ser utilizado deve ser o informado pelo consumidor e/ou o constante do item 6. Strafo = potência nominal do transformador do consumidor. temos que considerar o fator de potência de partida do motor que provoca uma defasagem angular em relação à tensão (cos ϕ). em Ω/km. L1. = reatância do cabo do alimentador cujos valores são apresentados na Tabela 9 a Tabela 12.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica ....0 pu. icarga = corrente absorvida da rede pelo motor do compressor expressa em pu. X2 . 0. que é igual ao próprio Vbase. há necessidade de ser elaborado um diagrama.ND. em MVA. a5) Cálculo da impedância do transformador do consumidor xtrafo = impedância do transformador. ou seja. = extensão dos trechos entre barras. e vale portanto 1.. até a carga: Página 30 Revisão 04 – Dezembro/2008 . L2 . em quilômetros. a6) Cálculo da impedância da carga z carga = Sendo: vcarga = tensão aplicada ao motor do compressor. cujo módulo é igual à corrente de base. que é representada pela sua reatância e calculada através da seguinte equação: Z(%) Smp x trafo = j ⋅ pu 100 S trafo Sendo: Z(%) = impedância porcentual do transformador do consumidor.

θ eq = ângulo igual ao arc tg ⎜ ⎜r ⎟ ⎝ eq ⎠ ΔV4 (%) = (1 . em graus. ou seja.v 4 ) ⋅ 100 Página 31 Revisão 04 – Dezembro/2008 . a8.Norma 0 1 2 3 4 j xs r1 + j x1 r2 + j x2 j x trafo rcarga + j xcarga a8) Cálculo da flutuação de tensão A flutuação de tensão devido à partida do motor com rotor gaiola que aciona o compressor. ou seja: z eq = (r1 + r2 + rcarga )2 + (x s + x1 + x 2 + x trafo + x carga )2 ⎛ x eq ⎞ ⎟ . z carga = módulo da impedância da carga obtida pela expressão : z carga = (rcarga )2 + (x carga )2 ⎛ x carga ⎞ ⎟. na barra 4 v4 = v4 = rcarga + jx carga jx s + (r1 + jx 1 ) + (r2 + jx 2 ) + jx trafo + (r carga + jx carga ) z carga z eq ϕc arg a θ eq Sendo: v 4 = módulo de tensão da barra 4. em graus.ND. na rede primária pode ser calculada através da aplicação da técnica do divisor de tensão no diagrama de impedâncias constante do item a7).1) Cálculo da flutuação na carga. ϕc arg a = ângulo igual ao arc tg ⎜ ⎜r ⎟ ⎝ carga ⎠ zeq = módulo da impedância obtida pela soma dos valores constantes no denominador da expressão de v4.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .

3) Cálculo da flutuação na barra 2 v2 = v2 = (rcarga + r2 ) + j(x carga + x trafo + x 2 ) jx s + (r1 + jx 1 ) + (r2 + jx 2 ) + jx trafo + (r carga + jx carga ) z carga + trafo + z 2 θ 2 z eq θ eq Sendo: zcarga + trafo + z 2 = (rcarga + r2 )2 + j(x carga + x trafo + x 2 )2 ⎡ (x carga + x trafo + x 2 ) ⎤ θ 2 = ângulo igual ao arc tg ⎢ ⎥ . rcarga + r2 ⎢ ⎥ ⎣ ⎦ ΔV2 (%) = (1 .v1 ) ⋅ 100 Página 32 Revisão 04 – Dezembro/2008 . z carga+ trafo = (rcarga )2 +(x carga + x trafo )2 ⎛ x carga + trafo θ 3 = ângulo igual ao arc tg ⎜ ⎜ r carga ⎝ ΔV3 (%) = (1 .v 2 ) ⋅ 100 a8.2) Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .4) Cálculo da flutuação na barra 1 v1 = v1 = (rcarga + r2 + r1 ) + j(x carga + x trafo + x 2 + x 1 ) jx s + (r1 + jx 1 ) + (r2 + jx 2 ) + jx trafo + (r carga + jx carga ) z carga + trafo + z1 + z 2 z eq θ eq θ1 Sendo: z carga + trafo + z1 + z 2 = (rcarga + r1 + r2 ) 2 +(x carga + x trafo + x 1 + x 2 ) 2 ⎡ (x carga + x trafo + x 1 + x 2 ) ⎤ θ1 = ângulo igual ao arc tg⎢ ⎥. ⎟ ⎠ a8.v 3 ) ⋅ 100 ⎞ ⎟ .ND. em graus. em graus.Norma Cálculo da flutuação na barra 3 v3 = v3 = rcarga + j(x carga + x trafo ) jx s + (r1 + jx 1 ) + (r2 + jx 2 ) + jx trafo + (r carga + jx carga ) z carga + trafo θ 3 z eq θ eq Sendo: v 3 = módulo de tensão da barra 3.54 a8. rcarga + r1 + r2 ⎢ ⎥ ⎣ ⎦ ΔV1(%) = (1 . em graus.

6. deve ser utilizada a potência que o motor do compressor absorve da rede. b2) Substituir nas equações dos itens 6. devem ser observados procedimentos análogos aos expostos no item 6.ND.1 b1). devem ser avaliadas alternativas técnicas. definidos no item 6. a10) Alternativas Analisar e simular todas as alternativas viáveis com base no exposto no item 6.Norma a9) Análise dos resultados Os valores de flutuações calculados em cada barra devem ser comparados com os limites permissíveis. calculada em conformidade com o procedimento constante no item 6. b3) Os valores das flutuações de tensão calculada em cada barra devem ser comparadas com os limites permissíveis. definidos conforme procedimento constante do item 6.3.) subsidiarão a determinação da demanda do mesmo. a3) e a5) o valor da potência de partida do motor. b) Análise em condições normais de operação Para a análise das flutuações de tensão devido ao compressor. Além dos cálculos para a avaliação dos níveis de flutuações de tensão provocados no acionamento e em condições normais de operação. Nos cálculos da rede nessa condição. para a condição normal de operação do compressor.6. em condições normais de operação. para minimizar as perturbações.6.em regime normal de funcionamento Página 33 Revisão 04 – Dezembro/2008 . haverá ou não a necessidade de adequação da rede primária devido à queda de tensão e/ou falta de disponibilidade para o atendimento.na partida . que adicionada às demais cargas existentes no consumidor (iluminação.6. com as seguintes alterações: b1) A potência de base nestas condições é a própria potência absorvida da rede pelo motor (S) expressa em MVA.2. principalmente nas barras da rede.6.2 a).2.6. que aciona o compressor (Smp) pela potência nominal do mesmo (Sar).1.3 Atendimento a mais de um compressor A ligação de um ou mais compressores. b4) Realizar os cálculos e análises conforme procedimentos do item 6.6. b2) e b3). Caso os valores calculados sejam maiores que os limites de flutuações de tensão permissíveis. devendo ser adotada a que melhor atender aos aspectos técnicoeconômicos. a ligação do compressor pode ser liberada.2. deve ser verificado se com esta carga adicional.2.3. passíveis de serem implementadas na rede primária. etc.2 a) observando-se as alterações descritas nos itens b1).2.4. Se os valores calculados forem menores que os permissíveis.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . sendo necessário para tanto. apenas o estudo de fornecimento.2 a2). acionados através de motores de indução com rotor gaiola requerem análises que avaliem duas situações de funcionamento: .

deve-se considerar somente a potência de partida do compressor com o maior motor. pelo fato de ser pequena a probabilidade de coincidência.Norma a) Na partida Para a análise da rede de distribuição. deve ser considerado como maior motor aquele que tiver menor limite de flutuação de tensão.00 (um) para o maior motor.1.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . deve ser efetuado um estudo técnico.50 para os demais. em função da gravidade das perturbações. b) Aumentar a bitola dos condutores da rede secundária Esta alternativa apresenta bons resultados apenas nos casos onde a distância entre o transformador e os compressores. que acionam os compressores. calculada conforme procedimento descrito nos itens 6.3. que pode ser obtida conforme exposto no item 6.1 e 6.4 Medidas preventivas e/ou corretivas Para viabilizar a ligação de consumidores. deve-se somar as potências dos motores que os acionam e considerá-los como um único equipamento. Assim. se no cálculo da queda de tensão for considerado um valor superior aos limites estabelecidos. Cumpre-se ressaltar que mesmo com a aplicação de dispositivos redutores de corrente de partida nos motores dos compressores há casos em que há necessidade de serem implementados simultaneamente uma ou mais medidas descritas a seguir. Portanto. Página 34 Revisão 04 – Dezembro/2008 . quanto maior a potência nominal do transformador.2. Se houver dois ou mais motores de igual potência.2. 0.ND. com compressores nas redes secundárias de distribuição. para o cálculo da flutuação de tensão. mesmo sendo os maiores.2. a fim de serem definidas as medidas corretivas necessárias. em função do tempo de duração da partida (máximo de 10 a 15 segundos). a) Em regime normal de funcionamento Devem ser aplicados os seguintes fatores de demanda sobre as potências dos motores que acionam os compressores: 1.6. ou seja: a) Aumentar a capacidade nominal do transformador de distribuição Geralmente. motores não seja superior a 60 m. no instante da partida. a impedância interna dos transformadores de distribuição é inversamente proporcional à sua potência nominal. As medidas corretivas definidas usualmente visam reduzir a impedância da rede secundária existente. não consideramos a ocorrência de simultaneidade de dois ou mais motores. devem ser minimizadas as perturbações acarretadas por esses tipos de máquinas a outros consumidores. No caso das potências dos mesmos serem iguais. deve-se considerar sempre o limite admissível para o compressor acionado pelo motor de maior potência. mesmo para as maiores bitolas padronizadas para as redes secundárias. Assim. Havendo dois ou mais compressores. 6. menor queda de tensão interna apresentada.6. Com relação à flutuação de tensão. que obrigatoriamente necessitem de partidas simultâneas. considerar apenas um deles como o de maior e o(s) outro(s) como os de menor potência.6.

ou seja.8 kV ou 34. que visam basicamente reduzir a impedância do sistema. troca de bitola dos condutores da rede existente (parcial ou total). . mas esse deslocamento pode tirar o transformador do centro de carga ou do planejamento. 88 kV ou 138 kV). Página 35 Revisão 04 – Dezembro/2008 . Neste caso. seguindo o planejamento proposto para a área.Norma c) Reduzir o comprimento da rede secundária de alimentação O deslocamento do transformador de distribuição para as proximidades do ponto de instalação do compressor oferece bons resultados. Ainda para reduzir o comprimento da rede secundária. para viabilizar o fornecimento. derivado de uma existente. quer o atendimento seja efetuado através da rede secundária ou primária. d) Isolar o consumidor Se as flutuações de tensão e as interferências causadas forem de difícil solução. criando transtornos futuros.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . devem ser avaliadas as diversas alternativas de medidas corretivas viáveis e adotada a que melhor atender aos aspectos técnicoeconômicos. quando há consumidores ligados nesta tensão com compressores. e) Atender o consumidor em tensão primária de distribuição Ainda de acordo com o item d). mais próximo do compressor. locando o novo transformador. Apesar das redes primárias serem menos susceptíveis a perturbações. haverá necessidade de recalcular o carregamento dos transformadores envolvidos e. pode ser solicitado ao consumidor providenciar seu próprio transformador. se for o caso. ou seja: atendimento através de um alimentador exclusivo em 13.5 kV. a única alternativa é atender o consumidor com transformador exclusivo da empresa. pode implicar na adoção de uma das medidas corretivas relacionadas a seguir. pode-se optar pelo desmembramento do setor. atendimento em tensão de transmissão (69 kV. substituir o existente. dependendo das condições.ND. construção de um trecho novo de rede em 13. de preferência. eventualmente.8 kV ou 34.5 kV. como é o caso das provocadas pelo(s) motor(es) do(s) compressor(es).capacitor série. Em ambos os casos.

Norma Página 36 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND.

54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND.Norma TABELAS Página 37 Revisão 04 – Dezembro/2008 .

54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND.Norma Página 38 Revisão 04 – Dezembro/2008 .

066 2 fases (F–F).195 1.Cabos não padronizados e.414 1.170 0.119 0.e – espaçamento equivalente Página 39 Revisão 04 – Dezembro/2008 .Norma Tabela 1 Coeficientes de queda de tensão .250 1.276 0.202 0.078 0.044 0.ND.127 1 fase + neutro.192 0.971 0.590 0.039 0.062 0.540 * .087 0.893 0.634 0.417 0.80 3 fases + neutro.396 0.516 1. = 0.e.e = 0. e.140 0.4 (2/0) Bitola (AWG-MCM) *2 x 4 2x2 *2 x 1/0 2 x 2/0 2 x 4/0 2 x 336.081 0.cabo de alumínio CA (220/127 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) Bitola (AWG-MCM) fp = 1.313 0.92 fp = 0.4 (2/0) Notas: 0.200 m *3 x 4 (4) 3 x 2 (2) *3 x 1/0 (2) 3 x 2/0 (2) 3 x 4/0 (2/0) *3 x 336.968 0.198 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .114 0. e.211 0.630 0.144 0.117 0. = 0.4 Bitola (AWG-MCM) *1 x 4 (4) 1 x 2 (2) *1 x 1/0 (2) 1 x 2/0 (2) 1 x 4/0 (2/0) 1 x 336.099 0.279 0.947 0. e.059 0.132 0.317 0.161 0.249 0.0 fp = 0.230 0.252 m 0.484 0.200 m 1.397 0.581 1.690 1.587 0.198 0.903 1.232 0.e.023 0.603 0.125 0.295 0.

e.581 2x4 0.843 0.279 2 x 2/0 0.162 0.233 1.200 3 x 2 (4) 0.557 0.394 2x2 0.cabo de cobre nu (AWG/MCM) .ND. e. = 0.Norma Tabela 2 Coeficientes de queda de tensão .135 0.200 m (AWG) 1 x 6 (6) 1.680 1. e.180 0.80 Bitola (AWG) 3 fases + neutro.092 0.688 0.393 0. = 0. Página 40 Revisão 04 – Dezembro/2008 .179 0.378 0. e.131 0.368 0.279 0. e.184 0.299 Tabela 3 1.117 0.280 0.198 0.e.252 m 3x 6 (6) 0.089 3 x 4/0 (2/0) 0.140 0.e – espaçamento equivalente.063 2 fases (F–F).452 Coeficientes de queda de tensão .121 0.92 fp = 0.132 Bitola 1 fase + neutro.419 0.281 0.e.142 0.411 0.193 0.200 m (AWG) 2x6 0.068 Bitola 2 fases (F–F).54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .039 0.140 3 x 2/0 (2) 0.675 0.104 0.(220/127 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) fp = 1.207 0.339 3 x 4 (4) 0.248 0.e.034 0.034 1 x 4 (4) 1.066 0.124 0.661 0.191 0.e.184 1 x 2 (4) 0.0 fp = 0.034 1.062 0.122 1 fase + neutro.068 0. = 0.055 0.cabo de cobre nu (mm2) .107 0.288 0.086 0.386 0.200 m 1.839 0.e.92 fp = 0.169 0.80 3 fases + neutro.(220/127 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) Seção (mm2) 3x 25 (25) 3 x 35 (25) 3 x 70 (35) 3 x 120 (70) Seção (mm2) 2 x 25 2 x 35 2 x 70 2 x 120 Seção (mm2) 1 x 25 (25) 1 x 35 (35) 1 x 70 (35) 1 x 120 (70) fp = 1.943 1.006 1 x 2/0 (2) 0.414 1. = 0.574 0.457 Nota: e.252 m 0.721 2. e. e.083 0. = 0.677 1 x 4/0 (2/0) 0.614 0.060 0.0 fp = 0.408 0.302 0.173 2 x 4/0 0.200 m 0.278 0.247 0.747 0.078 0.124 0. = 0.158 1.142 0.

589 0.201 0.397 0.077 0.e = 0.939 0.078 0.140 0.161 0.048 0.212 0.270 0.060 0.106 0.4 (2/0) Notas: 0.054 0. = 0.211 0.411 0.297 0.547 0.200 m *3 x 4 (4) 3 x 2 (2) *3 x 1/0 (2) 3 x 2/0 (2) 3 x 4/0 (2/0) *3 x 336.315 0.323 0.neutro) Tabela 5 Coeficientes de queda de tensão .021 0.105 0.92 fp = 0.114 0.198 0.213 0.029 0.510 0.e.120 0.071 0.057 0.413 0.042 0.039 0.146 0.397 0.135 0.066 0. e.e – espaçamento equivalente Página 41 Revisão 04 – Dezembro/2008 . e.Cabos não padronizados e.106 0.634 0.027 0.356 1.894 0.396 0. = 0.153 0.078 0.020 2 fases (F–F).cabo de alumínio CA .097 0.279 0.138 0.Norma Tabela 4 Coeficientes de queda de tensão .0 fp = 0.e.230 0.133 0.199 0.fase) ΔV1φ (%) – coeficiente de queda de tensão monofásico (fase .4 (2/0) Bitola (AWG-MCM) *2 x 4 2x2 *2 x 1/0 2 x 2/0 2 x 4/0 2 x 336.149 0.121 0.126 0.063 0.076 0.153 0.417 0.0 fp = 0.060 0.084 0.080 1.696 0.133 0.040 0.038 0.099 0.042 0.180 * .80 fp = 1.106 0.336 0.156 0.4 Bitola (AWG-MCM) *1 x 4 (4) 1 x 2 (2) *1 x 1/0 (2) 1 x 2/0 (2) 1 x 4/0 (2/0) 1 x 336.cabo pré-reunido 0.631 0.066 0.506 0.094 0.092 0.047 0.80 fp = 1.026 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .161 0.194 0.013 0.92 fp = 0.073 0. e.810 0.80 0.207 0.033 0.200 m 0.0 fp = 0.92 fp = 0.0 fp = 0.307 0.178 0.92 fp = 0.80 3 fases + neutro.920 0.067 0.252 m 0.022 0.399 Sendo: ΔV3φ (%) – coeficiente de queda de tensão trifásico (3 fases + neutro) ΔV2φ (%) – coeficiente de queda de tensão bifásico (fase .043 1 fase + neutro.043 0.(380/220 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) Bitola (AWG-MCM) fp = 1.550 0.6/1 kV – (220/127 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) Formação (mm2) 3x1x35+50 3x1x50+50 3x1x70+50 3x1x95+70 3x1x120+70 ΔV3φ (%) ΔV2φ (%) ΔV1φ (%) fp = 1.778 0.ND.298 0.211 0.764 0.

54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .195 0.80 Bitola (AWG) 3 fases + neutro.028 3 x 4/0 (2/0) 0.e.e.185 0. e.022 0.036 0. e.093 0. e.e – espaçamento equivalente Página 42 Revisão 04 – Dezembro/2008 .030 0.065 0.581 0.047 3 x 2/0 (2) 0. = 0.152 0.018 0.039 Bitola 1 fase + neutro.614 0.054 2 x 4/0 0.e.013 0.seção mm2 (380/220 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) Seção (mm2) 3x 25 (25) 3 x 35 (25) 3 x 70 (35) 3 x 120 (70) Seção (mm2) 2 x 25 2 x 35 2 x 70 2 x 120 Seção (mm2) 1 x 25 (25) 1 x 35 (35) 1 x 70 (35) 1 x 120 (70) fp = 1.064 0.249 0.023 0.029 0.060 0.200 m (AWG) 1 x 6 (6) 0.200 m 0.bitola AWG-MCM (380/220 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) fp = 1.338 0.368 0.044 0.e.cabo de cobre nu .127 0.020 Bitola 2 fases (F–F).92 fp = 0.574 1 x 4 (4) 0.117 Nota: e.206 0.041 0.031 0.200 m 0.107 0. = 0.048 0.190 0.80 3 fases + neutro.098 0.069 3 x 2 (4) 0.042 0.021 0.138 2x2 0.047 0.0 fp = 0.133 0. = 0.200 m (AWG) 2x6 0.0 fp = 0.094 0.319 0.047 0.252 m 3x 6 (6) 0.279 0. e. e.062 0.057 0.023 0.e.151 Coeficientes de queda de tensão .169 0.100 Tabela 7 0.021 2 fases (F–F).397 0.92 fp = 0.278 1 x 2/0 (2) 0.ND.083 0.058 0.011 0.093 2 x 2/0 0.131 0.026 0.083 0.390 0.393 0.132 0.281 0.103 0.Norma Tabela 6 Coeficientes de queda de tensão .229 0.e.252 m 0. = 0.cabo de cobre nu .041 1 fase + neutro.097 3 x 4 (4) 0.192 2x4 0.378 0.226 0. e.101 0.411 1 x 2 (4) 0.044 0.067 0.123 0.066 0.162 1 x 4/0 (2/0) 0.094 0.041 0. = 0. = 0.

377 0.469 0.597 1.020 0.100 0.367 0.602 0.103 0.00 m.958 0.133 m Condutor Tipo (mm2) (AWG/MCM) 25 35 70 120 2 2/0 4/0 336.412 0.00 metros Cruzeta: 2.134 1.232 0.259 0.060 0.024 0.92 fp = 0.133 0.4 477 R (50 ºC) Ω/km XL (60 Hz) Ω/km COBRE ALUMÍNIO CA ALUMÍNIO CAA 0.307 0.051 0.390 0.neutro) Tabela 9 Rede primária .298 0.497 0.270 0.090 0.80 0.052 0.065 0.429 0.456 0.166 0.182 0.069 0.157 0.0 fp = 0.313 0.402 0.0 fp = 0.512 0.168 Sendo: ΔV3φ (%) – coeficiente de queda de tensão trifásico (3 fases + neutro) ΔV2φ (%) – coeficiente de queda de tensão bifásico (fase .0 fp = 0.377 Página 43 Revisão 04 – Dezembro/2008 .026 0.254 0.071 0.479 0.134 0.040 0.430 0.045 0.378 0.4 477 4 2 2/0 4/0 336.190 0.050 0.021 0.189 0.92 fp = 0.cabo pré-reunido BT (380/220 V) Queda de tensão percentual (%/kVA x 100 m) Formação (mm2) 3x1x35+50 3x1x50+50 3x1x70+50 3x1x95+70 3x1x120+70 ΔV3φ (%) ΔV2φ (%) ΔV1φ (%) fp = 1.138 0.035 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . espaçamento equivalente: 1.características dos condutores nus – cruzeta de 2.ND.556 0.051 0.80 fp = 1.166 0.050 0.032 0.067 0.026 0.fase) ΔV1φ (%) – coeficiente de queda de tensão monofásico (fase .302 0.020 0.049 0.92 fp = 0.80 fp = 1.508 0.Norma Tabela 8 Coeficientes de queda de tensão secundária .170 0.042 0.317 0.040 0.347 0.461 0.119 0.890 0.071 0.360 0.455 0.183 0.036 0.

444 0.188 0.556 0.441 0.367 0.524 0.602 0.152 0.180 0.162 XL (60 Hz) (Ω/km) 0.471 0.467 0.190 0.479 0.302 0.325 0.4 477 4 2 2/0 4/0 336.506 0.40 m.890 0.483 0.485 0.4 477 25 35 70 120 R (50 ºC) Ω/km XL (60 Hz) Ω/km COBRE ALUMÍNIO CA ALUMÍNIO CAA COBRE 1.934 0.094 0.415 Tabela 11 Rede primária .568 0.378 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .423 0.597 1.411 0.299 0.389 0.088 Página 44 Revisão 04 – Dezembro/2008 .402 0. espaçamento equivalente: 1.características dos condutores – cabo pré-reunido (multiplexado) com blindagem metálica 8.188 0.468 0.características dos condutores nus – cruzeta de 2.317 0.489 0.104 0.509 0.465 0.ND.593 0.958 0.391 0.40 metros Cruzeta: 2.134 0.Norma Tabela 10 Rede primária .211 0.424 0.134 1.7/15 kV Formação (mm2) 3 x 1 x 50 + 70 3 x 1 x 70 + 70 3 x 1 x 95 + 70 3 x 1 x 120 + 70 3 x 1 x 185 + 95 3 x 1 x 240 + 95 R (60 ºC) (Ω/km) 0.160 0.822 0.322 m Condutor Tipo (mm2) (AWG/MCM) 6 4 2 2/0 4/0 2 2/0 4/0 336.050 0.441 0.166 0.520 0.

5 kV Classe de tensão (kV) Seção nominal (mm2) Resistência elétrica R (Ω/km) Reatância indutiva XL (Ω/km) 50 70 15 120 185 240 70 35 120 185 Condições de cálculos: 0.8220 0.5682 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .3247 0.ND.1603 0.5682 0. 180 mm Página 45 Revisão 04 – Dezembro/2008 .3334 0.3247 0.2108 0.2635 0.3012 0.8 kV) e 283 mm (34.3041 0.Norma Tabela 12 Rede protegida compacta – características dos cabos cobertos para 13.5 kV).2953 a) Resistência elétrica: temperatura do condutor a 90 ºC. b) Reatância indutiva: espaçamentos equivalentes de (13.2108 0.8 kV e 34.3154 0.2440 0.2795 0.

89 0.5 82.1 30.91 0.57 0.00060 0.15 1.20 7.70 0.20 7.9 93.00550 0.00 1.20 4.0 47.2 83.70 7.49850 1.1 15.4 89.9 3.10 7.7 2.7 3.30 7.0 3.0 90.80 0.82 0.85 0.0 73.02520 0.0 12.7 76.0 90.8 88.50 2.90 8.90 0.10 8.90 0.4 2.50 7.73 0.5 71.00130 0.0 84.60 0.12230 0.0 74.8 20.3 92.92 0.5 2.4 2.64 0.5 68.70 0.50 9.15 1.01990 0.31 0.20 8.72 0.88 0.07300 1.9 3.50 8.7 Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 53.4 91.68 0.7 2.5 2.0 118 126 135 192 242 366 270 384 454 705 735 820 866 1077 50 45.00 5.80 7.0 92.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .55 0.0 18.9 3.5 22.4 71.86 0.00630 0.30 7.82 0.50 7.5 89.00040 0.5 3.91 0.01730 0.15 1.5 89.5 2.15 1.0 40.89 75 0.3 3.90 0.0 23.7 92.00 1.89 0.12 0.37010 1.2 90.0 90.75 1.2 63.50 10.20 9.1 89.0 25.86 0.0 2.0 58.15 0.08 5.0 91.82 0.65 0.18 0.62 0.8 84.0 58.2 2.1 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 4.33580 0.4 83.50 0.1 25.72 0.0 60.4 92.64 0.5 2.00 1.88 0.0 59.05150 0.00 7.90 0.0 92.7 3.0 90.78 0.6 2.0 60.10 1.10 8.00820 0.1 12.0 10.5 15.82 1.50 7.2 65.1 90.10 0.0 70.9 80.0 3.04 2.8 2.00 3.10 7.86 0.9 62.2 3.90 Fator de serviço (FS) 1.7 2.90 0.09 6.3 89.40300 0.0 30.06 0.00 6.5 90.2 91.8 13.40 5.88 0.89 0.48690 1.15 1.0 88.0 55.0 25.ND.0 3.03 0.0 52.50 9.15 1.50 7.5 2.0 15.0 45.4 90.83 0.6 82.76 0.10 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.1 2.19160 0.88 0.8 87.0 40.2 55.00 6.0 90.25 0.4 91.00 Momento de inércia (J) 2 (kg.80 0.15 1.0 67.3 89.23 1.3 85.9 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 4.3 87.25 1.8 83.80 0.90 10.37 0.5 75.2 85.5 91.0 2.80 0.8 2.0 75.0 36.00030 0.00050 0.9 2.15 1.88 0.7 3.88 0.00 3.00030 0.5 79.1 35.42 0.88 0.02 1.6 2.92 0.90 0.00 1.86 0.m ) 0.2 2.4 2.85 0.2 89.15 1.60 7.70 8.84 0.0 97.1 2.0 89.70 5.84 0.90 0.88 0.0 37.07 4.9 68.00030 0.55 3.5 3.1 3.84000 Tempo com rotor bloq.35 1.20 3.76 1.40 3.79 0.0 30.1 85.1 40.84 0.85 0.15 1.7 2.05 0.3 2.9 2.2 89.16 0.1 2.0 2.0 74.85 0.5 93.0 82.75 0.85 0.0 15. (seg) a quente 9 8 8 10 8 6 6 6 6 6 7 6 8 6 6 6 6 6 7 8 9 12 6 10 7 16 25 16 27 25 Nível médio de pressão sonora dB (A) 56 56 56 56 60 60 62 62 67 67 71 69 69 71 71 71 75 75 75 82 82 82 84 84 84 89 89 90 90 90 Rotação (rpm) Carcaça ABNT cv Peso aprox.30 4.20 0.0 91.00 1.70 0.52 0.0 100 58.2 91.0 72.2 3.50 5.50 7.5 77.86 0.50 6.0 31.15 1.78 0.0 78.0 75.0 43.86 0.86 0.6 3.89 100 0.0 110 130 150 185 63 63 63 63 71 71 80 80 90 S 90 L 100L 112M 112M 132S 132M 132M 160M 160M 160L 200M 200L 200L 225S/M 225S/M 250S/M 280S/M 280S/M 315S/M 315S/M 315S/M 3380 3380 3390 3380 3430 3450 3420 3400 3460 3460 3500 3480 3490 3510 3510 3500 3510 3520 3520 3560 3560 3560 3555 3555 3560 3570 3570 3565 3575 3570 Página 46 Revisão 04 – Dezembro/2008 .1 50.20 8.75 1.04 10.1 20.1 61.87 0.83 0.85 0.00150 0.0 86.Norma Tabela 13 Características típicas – motores de indução trifásicos rotor gaiola 3 600 RPM – 60 Hz Potência kW Corrente nominal em 220V (A) 0.2 85.0 3.86 0.0 2.33 0.87 0.0 3.25 0.0 118 140 140 174 228 300 355 418 460 580 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 5.80 0.60 9.2 86.00 7.2 2.84 0.87 0.16560 0.1 12.0 86.0 54.5 50 0.35 1.0 20.25 1.10 7.0 0.0 30.7 2.82 0.35 1.91 0.6 2.87 0.6 92.5 85.89 0.22550 1.75 0.20 11.15 1. (kg) 6.80 0.0 92.0 58.54 2.3 2.0 3.8 2.1 79.00 1.00 1.25 1.8 15.84 0.4 3.9 91.00 7.8 2.90 0.00 4.79 0.00210 0.50 10.7 75.1 91.0 20.70 2.3 90.9 3.15 1.0 45.4 2.70 4.73 0.8 87.85 0.2 90.87 0.00 5.0 89.7 3.30 1.0 65.85 0.50 2.05820 0.82 0.0 14.3 92.15 1.02260 0.60 8.50 7.0 84.00 1.2 70.0 100 125 150 175 200 250 0.04 1.0 50.20500 0.62 0.00 1.85 0.15 1.60 6.0 3.

86 0.2 100 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 3.87 0.50 8.2 3.85 0.4 90.25 0.86 0.8 92.08320 0.90 1.7 3.80 0.00 7.83 0. (seg) a quente 9 9 8 12 6 8 6 6 6 6 6 6 6 6 6 5 6 6 6 8 8 8 8 8 6 12 11 11 15 13 Nível médio de pressão sonora dB (A) 49 49 49 46 46 47 47 52 52 54 54 56 56 61 61 61 66 66 71 74 74 74 81 81 81 81 85 85 85 85 kW cv Corrente nominal em 220V (A) 0.2 87.10 5.4 2.50 7.20 0.4 80.3 84.5 50.0 27.50 2.0 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 3.85 100 0.50 10.40 8.2 3.60 4.00 1.0 75.2 89.04650 0.85 0.80 8.00 1.0 31.0 70.1 91.80 0.0 91.5 84.0 33.0 37.50 6.0 92.2 85.3 90.16 0.80 7.35 1.82 0.50 8.18 0.82 0.63 0.86 0.57 0.75 0.5 65.2 12.77 0.00 3.0 88.9 66.74 0.77 0.86 0.4 90.00 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.48 3.4 2.00 1.25 0.0 78.50 0.7 72.00 1.0 82.0 2.59 11.60 0.30 8.37 0.5 79.0 76.0 2.25 1.80 7.50 9.5 83.0 30.30 8.00850 0.84 0.13 10.0 86.20 5.00 7.84 0.6 2.5 90.8 91.0 60.00050 0.2 2.3 90.25 1.80 0.8 90.59850 3.2 2.5 2.57 0.0 89.9 2.5 90.00060 0.7 77.88 0.00230 0.6 72.17730 0.70 0.87 0.66 0.33 0.3 89.2 85.4 3.5 2.0 41.0 16.01460 0.10 6.73 0.12 8.30 8.66 0.0 45.81 0.0 111 121 150 211 244 270 345 379 442 638 725 841 868 1005 Página 47 Revisão 04 – Dezembro/2008 .6 79.47 0.3 2.13 0.2 92.00 1.0 38.23060 2.85 0.2 2.2 2.50 6.0 74.15 1.2 91.81 0.15 1.7 3.0 2.8 2.00050 0.78660 0.1 2.0 15.82 0.0 60.31 0.00 8.75 1.15 1.0 80.0 91.0 23.2 24.51 0.15 1.00910 0.65 0.6 3.0 3.15 1.25 3.7 91.5 3.0 47.87 0.56 2.00 1.00450 0.60 7.00 1.2 2.76 0.2 85.85 0.7 3.88 0.87 0.0 18.3 56.70 0.40 6.1 20.26 1.0 20.20 11.50 8.0 69.50 7.9 92.89 Momento de inércia (J) (kg.3 85.9 2.4 2.9 2.7 88.15 1.0 2.76 0.3 2.76 0.76 0.8 88.81 0.0 100 125 150 175 200 250 0.12 0.4 13.3 60.5 91.0 90.0 100 123 145 140 175 240 302 354 424 470 580 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 4.64 0.5 2.0 63.60 7.30 8.0 66.00 7.6 16.88 0.00 8.15 1.00 8.3 2.74 0.7 3.15 1.7 3.7 2.00 5.05220 0.8 Fator de serviço (FS) 1.6 2.5 56.0 90.1 60.35 1.2 2.0 100 53.84 0.2 16.79 0.8 3.15 1.00 7.90 0.0 32.6 91.2 24.72 0.20 3.10 0.88 0.29360 0.00580 0.Norma Tabela 14 Características típicas – motores de indução trifásicos rotor gaiola 1 800 RPM – 60 Hz Potência Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 47.80 0.72 0.0 110 130 150 185 63 63 63 63 71 71 80 80 90 S 90 L 100L 112M 112M 132S 132M 132M 160M 160M 160L 200M 200L 200L 225S/M 225S/M 250S/M 280S/M 280S/M 315S/M 315S/M 315S/M 1730 1725 1720 1730 1715 1730 1700 1715 1710 1730 1730 1730 1730 1760 1755 1755 1760 1760 1765 1775 1775 1775 1775 1770 1775 1780 1785 1780 1785 1785 7.0 90.10 4.40 7.7 93.60 7.90 0.0 50.0 2.00270 0.2 3.0 58.m2) 0.07220 0.70 4.60 7.40970 2.15 1.55 0.0 92.0 25.5 2.3 90.85 0.3 92.15 1.56 0.5 93.34500 0.0 90.80 6.0 50.48 0.84 0.66 2.5 50 0.00 3.0 88.0 75.3 50.ND.80 0.50 0.8 90.10 1.0 19.85 0.84 0.26 1.1 69.65 0.3 3.64 0.0 2.83 1.3 89.50 5.0 40.8 2.67590 0.25320 0.0 40.8 86.15 1.89 0.75 1.6 3.04070 0.47 0.79 0.50 5.0 89.0 55.8 3.35360 Tempo com rotor bloq.00 10.84 0.0 87.5 3.0 2.83 0.35 1.15 1.2 70.5 22.0 83.15 1.85 0.0 20.07 2.63 0.0 61.83 0.00 3.00 1.85 0.7 90.0 12.0 55.00 4.4 93.65 0.68 0.3 40.2 2.0 65.70 0.3 2.15 1.58 0.5 15.0 46.3 86.0 89.7 83.15 1.5 3.0 3.6 58.98430 1.3 89.0 45.0 2.83 0.00 5.3 2.9 3.50 2.85 0.5 2.00 Rotação (rpm) Carcaça ABNT Peso aprox.8 50 40.0 70.80 4.5 88.06 0.83 0.5 3.3 80.80 75 0.8 80.7 92.84950 2.2 30.81 0.01770 0.70 0.00 1.00 6.0 15.0 77.2 89.0 11.0 30.76 0.00090 0.07 5.41 0.0 75.00060 0. (kg) 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .0 50.40 7.47 0.83 0.

2 86.38210 0.0 50.0 2.7 93.0 56.17 7.0 2.77 0.96350 1.54 0.80 0.0 Fator de serviço (FS) 1.0 2.20 5.8 87.0 19.15 1.00 1.50 5.6 2.8 3.80 7.53 0.00 1.40 7.6 2.88 0.2 92.82 0.00450 0.00 7.3 60.75 0.0 76.50 2.21 0.1 91.00 8.52 0.6 2.50 9.4 75.0 88.3 2.0 44.50 5.76 0.8 3.9 2.85 0.8 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 2.52900 2.5 22.0 2.9 70.8 2.05260 0.70 4.63 0.2 2.6 88.0 72.70 0.0 82.72 0.84 0.82 0.46 0.75 1.0 37.80 6.00060 0.0 89.1 66.00500 0.3 57.25 1.64 0.15 1.80 8.3 2.0 2.25 1.78 0.5 90.0 85.6 3.09 3.83 Momento de inércia (J) (kg.33640 4.0 75.46 0.0 98.5 90.77 0.0 90.30 10.6 79.70 5.35 1.62 0.16 0.5 92.20 6.1 50 0.8 90.65 0.5 2.3 2.80 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.00060 0.0 2.75 1.90 0.5 73.00 3.58 0.00 1.2 92.5 12.50 10.52 0.82 0.15 1.37 0.15600 1.00 7.72 9.9 3.61 0.75 0.60 7.6 2.0 112 120 139 180 232 244 370 425 453 648 700 820 987 897 Página 48 Revisão 04 – Dezembro/2008 .5 84.2 91.0 75.0 62.95 1.68 0.0 45.25 0.20 3.9 83.26870 2.35 1.0 84.58 0.46 0.0 35.4 58.50 7.7 92.00090 0.4 88.80 0.7 2.25 0.4 22.1 2.52 0.4 50 36.50 3.35540 0.15 1.55 0.90210 3.0 3.09700 0.4 82.80 2.6 2.70 0.4 85.73 0.0 51.0 86.80 7.5 3.3 30.72 0.87 0.4 90.3 90.70 4.0 40.0 27.0 92.62 0.0 40.0 12.9 2.12 0.00100 0.86 0.5 73.3 88.0 68.54 0.70 0.8 15.4 18.3 15.0 90.00 7.6 106 121 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 2.6 18.82 0.62 0.6 2.70 0.0 40.54 0.01160 0.9 2.6 72.72 0.00 1.74 75 0.00320 0.5 2.00 1.2 24.75 0.0 91.50 3.8 2.5 3.5 2.8 87.31 0.58 0.7 3.9 84.75 0.53 0.30 4.0 30.0 100 125 150 175 200 0.38 1.77 0.3 92.50 6.Norma Tabela 15 Características típicas – motores de indução trifásicos rotor gaiola 1 200 RPM – 60 Hz Potência Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 42.70 0.0 2.00 1.10 0.04390 0.0 90.2 85.58 0.15 1.3 89.0 30.72 0.00 1.74 0.00 5.62450 Tempo com rotor bloq.44 0.45 0.0 72.4 2.0 110 130 150 63 71 71 80 80 90S 90S 100L 100L 112M 132S 132S 132M 132M 160M 160M 160L 180L 200L 200L 225S/M 250S/M 250S/M 280S/M 280S/M 315S/M 315S/M 315S/M 1140 1110 1100 1150 1150 1140 1130 1150 1150 1140 1160 1160 1160 1160 1160 1160 1160 1165 1180 1180 1180 1180 1185 1185 1185 1185 1185 1185 7.84 0.00 1.4 2.15 1.00 3.35 1.9 2.81 0.m2) 0.0 100 46.00 7.64 0.15 1.87 2. (kg) 0.03820 0.0 91.2 71.46 0.15 1.0 60.07880 0.82 0.00 1.3 2.76 0.7 2.10790 0.5 76.26960 0.2 88.63 6.10 1.81 0.6 2.79 0. (seg) a quente 16 35 23 7 8 8 6 6 9 6 7 7 6 6 6 6 7 8 10 10 12 12 12 16 17 13 13 14 Nível médio de pressão sonora dB (A) 46 47 47 48 48 48 48 50 50 53 56 56 56 56 62 62 63 62 68 68 70 70 70 76 76 76 76 76 kW cv Corrente nominal em 220V (A) 1.16 0.30 7.0 55.70 7.90 5.30 3.0 20.6 2.80 0.0 59.01030 0.4 45.3 79.3 55.40 6.0 1.5 80.5 92.30 5.0 15.0 2.40 7.87 0.00 3.66 0.25 1.8 2.00 6.33 0.15 1.0 55.00 11.0 81.50 2.0 60.85 0.26 12.61 0.4 2.91 0.ND.0 54.7 89.64 0.02340 0.84 0.0 30.75 0.5 84.0 20.0 14.2 3.3 36.1 2.3 65.8 2.03240 0.51 3.87 0.85 0.0 50.4 90.6 2.0 18.0 25.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .67 0.1 2.0 15.5 2.7 92.82 0.90 7.15 1.0 51.1 62.69 0.79 0.50 9.4 63.8 89.8 79.67 0.15 1.6 91.55 0.1 2.00 Rotação (rpm) Carcaça ABNT Peso aprox.2 90.0 45.50 7.30 4.0 87.62450 4.60 8.1 92.2 73.00 1.15 1.00 11.15 1.0 69.2 90.3 72.0 73.2 91.50 0.0 126 145 185 248 308 382 440 500 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 3.00 4.18 0.15 1.0 30.58 0.5 93.80 100 0.1 3.0 90.5 15.30 5.

60 0.0 73.4 2.5 60.15 1.8 89.71 0.59 0.0 2.2 3.1 2.0 40.00 Momento de inércia (J) 2 (kg.42 0.0 40.2 16.5 20.ND.08610 0.4 2.4 88.14 0.7 79.2 49.80 7.2 16.00 1.27210 2.5 48.05400 0.76 0.0 87.44 0.60 5.50 0.81 0.68 0.50 0.55 0.7 83.5 15.0 34.3 89.46 0.00 1.0 20.14 1.9 2.00 1.3 24.90 7.15 1.0 22.0 2.3 82.68 0.0 2.53 0.5 3.4 80.86250 3.1 2.0 68.3 62.15 1.26960 0.0 18.0 82.9 2.40 0.0 90.6 2.3 2.0 119 120 127 150 163 177 235 330 360 425 449 644 689 888 988 Página 49 Revisão 04 – Dezembro/2008 .1 2.0 85.50 5.45 0.0 2.46 0.15 1.81 0.78 0.0 15.6 3.66 0.06580 0.50 10.88 6.50 9.0 85.15 1.5 83.50 0.00270 0.8 50 0.15 1.3 12.8 2.01160 0.1 1.1 1.0 43.20 3.Norma Tabela 16 Características típicas – motores de indução trifásicos rotor gaiola 900 RPM – 60 Hz Potência kW Corrente nominal em 220V (A) 1.15 1.15 1.3 2.1 2.4 76.8 2.5 22.67 0.40 7.80 6.5 82.2 90.0 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 2.46 0.4 90.54 0.62 0.00 4. (kg) 50 40.35 1.73 0.40 0.0 22.75 0.25 0.5 65.00230 0.1 64.6 36.4 2.54 0.50 0.20 3.8 2.0 50.m ) 0.9 2.8 2.0 45.96700 1.2 2.0 30.96 2.54 0.20 6.60 4.0 25.2 91.77 0.5 56.5 2.2 48.50 2.15 1.0 2.18 0.6 Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 45.65 0.50 0.49200 2.7 78.6 2.2 2.2 2.68 0.55 0.86 1.0 30.0 80.9 58.0 0.0 13.7 89.00 3.4 88.70 6.50 3.0 90.0 88.0 75.4 2.3 81.82 0.75 0.8 59.00540 0.60 10.6 92.8 89.90 6.3 77.10 1.69 0.2 77.79 0.0 2.80 7.57 0.1 2.50 0.6 84.09700 0.2 2.90 5.2 2.0 52.3 51.0 60.37 0.0 21.0 100 125 156 193 264 330 95 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 2.85380 0.0 3.0 64. (seg) a quente 20 16 14 18 16 14 15 13 10 10 10 8 12 7 10 8 6 12 9 9 9 9 12 11 13 12 Nível médio de pressão sonora dB (A) 36 42 42 46 46 46 53 50 50 50 50 55 55 57 60 60 60 68 64 64 64 64 64 64 64 64 Rotação (rpm) Carcaça ABNT cv Peso aprox.0 16.15 1.50 7.0 37.0 2.35 1.2 100 50.00 6.20 3.30 8.1 80.3 64.4 2.30 4.85 0.00 1.0 55.50 0.70 4.50 3.8 86.2 81.08610 0.77 0.00 7.0 75.50 3.14 4.15840 1.6 86.73 0.0 92.75 0.60 3.17 10.85 0.2 44.0 91.0 14.30 6.72 0.30 2.02290 0.60 7.79 0.70 0.16 0.69 0.4 2.62 0.4 40.1 67.45 0.0 19.80 3.27 0.0 74.5 90.85 0.20 0.20 4.00 5.8 74.67 2.61 0.75 1.6 87.7 2.8 2.55 0.62 75 0.14 8.15 1.00 3.7 92.00 1.64 0.0 110 71 80 80 90S 90L 90L 100L 112M 132S 132M 132M 160M 160M 160L 180M 180L 180L 200L 225S/M 225S/M 250S/M 250S/M 280S/M 280S/M 315S/M 315S/M 820 865 860 850 830 830 860 855 860 870 865 880 875 875 870 880 870 880 885 885 885 885 890 890 890 890 10.6 92.4 2.0 100 125 150 0.4 1.5 92.74 0.15 1.35 1.0 90.70 8.50 2.00080 0.79 0.83 0.79 Fator de serviço (FS) 1.90 6.25 1.3 40.3 60.80 0.7 92.2 90.8 3.55 0.55 0.00 1.0 80.35540 0.9 2.81 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .5 92.2 63.61250 Tempo com rotor bloq.3 80.7 38.12 0.80 0.00 11.7 2.00450 0.40 7.78 0.0 69.23740 0.0 90.8 84.22670 0.75 1.6 83.0 53.7 74.60 7.82 0.67 0.9 91.0 78.82 0.74 100 0.9 87.8 47.3 2.68 0.9 87.2 2.74 0.6 32.74 0.00540 0.80 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.50 0.00 1.50 7.33 0.60 7.60 0.25 0.15 1.73 0.4 101 121 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 2.6 89.29 4.66 0.70 7.65 0.15 1.15 1.76 0.0 12.00 1.0 30.07370 0.3 87.87620 4.0 65.0 25.

83 0.m ) 0.81 0.2 3.0 7.85 0.85 0.0180 0.0 6.69 0.89 100 0.91 0.81 0.0020 0.80 0.45 1.8 7.94 0.7 4.79 0. (kg) 50 0.0067 0.0024 0.90 0.77 1. (kg) 50 0.motores de indução monofásicos 3 600 RPM – 60 Hz Potência Corrente nominal em 220V (A) 7.0 6.0 1.0 9.81 1.70 5.84 0.5 7.84 0.5 Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 0.7 6.15 1.90 0.2 3.78 0.5 2.0 6.7 2.0 7.7 4.0 7.4 5.00 1.0 7.88 0.5 10 0.0 3.0220 0.15 Momento de inércia (J) (kg.0180 0.97 1.5 6.25 0.0 6.0220 0.80 0.0 9.82 0.8 6.0 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.60 2.0 7.1 1.61 0.85 0.5 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 25 25 24 25 26 25 24 25 23 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 22 23 23 23 25 25 24 23 23 Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 0.005 0.15 1.83 0.8 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.85 0.4 2.15 1.6 2.7 4.4 5.0 1.0 7.0 3.5 10 0.0024 0.61 0.7 6.8 7.78 0.0 6.0 1.0029 0.m ) 0.70 0.75 0.0 3.00 1.91 0.75 0.004 0.5 2. (kg) 28 32 40 52 70 74 84 88 98 RPM 50 0.1 1.009 0.0 3.0 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 2.65 0.75 1.2 3.020 0.0 7.0 7.62 0.77 0.37 0.0 6.87 0.00 1.75 0.77 0.020 0.00 1.15 1.0 4.0 5.4 3.00 1.15 1.92 0. (seg) a quente 60 60 60 60 60 60 60 60 60 Rotação (rpm) Carcaça ABNT kW cv Peso aprox.81 0.41 0. (seg) a quente 60 60 60 60 60 60 60 60 60 Rotação (rpm) Carcaça ABNT kW cv Peso aprox.75 0.050 0.15 1.90 3.92 0.55 0.5 90S 90S 90L 100L 112M 112M 132S 132S 132M 2900 2900 2870 2870 2880 2900 2890 2890 2900 25 27 30 37 50 62 67 80 92 1 500 RPM – 4 pólos – 50 Hz Carcaça ABNT Potência Corrente nominal em 220V (A) 7.5 10 0.00 1.8 7.0300 0.00 1.7 4.88 0.0 3.70 0.0 1.8 6.90 0.73 0.0 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.2 1.70 0. 2 – Para obter corrente em 110 V multiplicar por 2.00 1.64 0.77 0.75 1.15 1.89 0.5 6.0107 0.056 0.79 0.m2) 0.92 100 0.93 0.31 0.80 0.5 90S 90S 100L 112M 132S 132S 132M 132M 132M 1440 1450 1450 1450 1450 1450 1450 1450 1450 1 – Motores até 2.85 0.86 0.0 cv podem ser fornecidos em 110/220 V ou 127/254 V. em 440V por 0.6 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 2.0 5.6 2.5 2.5 6.81 0.5 6.004 0.0 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 22 22 25 27 25 26 25 25 24 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 20 20 22 24 24 25 24 24 20 Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 0.00 1.0 4.0 5.0 4.90 1.87 0.15 1.84 100 0.5 6.5 2.2 3.7 2.75 1.85 0.4 2.8 6.85 0. (seg) a quente 60 60 60 60 60 60 60 60 60 kW cv Peso aprox.1 1.15 1.5 10 0.0107 0.5 90S 90L 100L 112M 112M 132S 132S 132M 132M 1740 1745 1735 1740 1745 1750 1760 1750 1750 28 32 40 47 52 70 74 84 90 3 000 RPM – 2 pólos – 50 Hz Rotação (rpm) Carcaça ABNT Potência Corrente nominal em 220V (A) 7.6 2.059 Tempo com rotor bloq.92 0.0093 0.80 0.87 0.80 2.5 2.5 7.15 1.00 1.90 0.81 1.67 0.87 1.41 0.15 1.5 2.77 0.89 0.15 Momento de inércia (J) (kg.49 0.040 0.00 1.85 0.40 2.5 2.0 3.15 1.00 1. Acima 2 cv somente 220/440 V ou 254/508 V.0020 0.4 5.5 90S 90S 90L 100L 112M 112M 132S 132S 132M 3520 3520 3510 3500 3520 3510 3500 3500 3500 25 27 30 37 45 50 62 67 80 1 800 RPM – 4 pólos – 60 Hz Potência Corrente nominal em 220V (A) 65 90 11 14 19 24 28 34 63 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 6.84 0.21 0.5 7.1 40 Conjugado com rotor bloqueado (Cp/Cn) 24 24 26 28 27 28 28 27 27 Conjugado máximo (Cmáx/ Cn) 25 25 23 24 25 25 24 24 24 Rendimento (n%) Fator de potência (fp) % da potência nominal 75 0.0 11 14 19 21 28 34 50 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 5.87 50 58 60 60 68 70 72 77 76 74 75 64 69 69 74 76 77 77 80 79 100 69 73 75 78 78 71 78 73 82 Fator de serviço (FS) 1.063 Tempo com rotor bloq.85 0.88 0.5 2.79 0.75 1.87 0. (seg) a quente 60 60 60 60 60 60 60 60 60 kW cv Peso aprox.15 1.016 0.009 0.84 0.74 0.0 3.5 3 – Os valores apresentados são médios esperados e sujeitos a alterações sem aviso prévio Página 50 Revisão 04 – Dezembro/2008 .00 Momento de inércia (J) 2 (kg.035 0.00 1.6 2.0 6.88 0.94 50 56 65 70 70 70 70 68 70 74 75 64 74 75 75 74 75 75 76 80 100 70 78 78 79 80 81 80 81 83 Fator de serviço (FS) 1.2 7.77 0.78 0.0 6.82 0.0067 0.8 2.15 1.0 6.88 0.064 Tempo com rotor bloq.00 1.85 0.81 0.Norma Tabela 17 Características típicas .72 0.00 1.86 50 55 58 60 66 67 69 69 70 69 75 62 65 68 72 74 75 75 75 74 100 66 69 74 78 78 80 79 80 79 Fator de serviço (FS) 1.65 0.005 0.78 0.0 11 14 18 22 27 34 42 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 6.75 0.60 0.040 0.0 9.5 2.88 0.7 2.8 2.91 50 53 60 65 68 68 70 70 72 70 75 63 70 72 74 74 75 75 78 75 100 68 74 75 76 77 79 80 82 79 Fator de serviço (FS) 1.00 1.82 0.050 0.45 1.83 100 0.5 2. (kg) 50 0.83 0.0029 0.1 6.49 0.4 2.0 3.m2) 0.0 6.9 2.70 0.8 2.15 1.84 0.5 6.79 0.75 0.85 0.5 7.0 4.75 0.20 1.85 1.88 0.ND.79 0.035 0.92 2.8 55 Conjugado nominal (Cn) (kgfm) 0.15 1.5 6.80 0.4 5.5 6.00 Momento de inércia (J) 2 (kg.88 0.0 6.0 1.75 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .5 2.85 0.5 7.73 0.0 2.0 11 14 18 22 27 34 42 Corrente com rotor bloqueado (Ip/In) 7.0 6.74 0.78 1.0 5.1 1.20 1.030 Tempo com rotor bloq.

5 < P ≤ 25 Indução Gaiola Indução Gaiola 380 / 220 220 / 127 380 / 220 Indução Gaiola _ _ 380 / 220 220 / 127 380 / 220 220 / 127 Tipo do motor Tipo do rotor Tensão da rede (V) 220 / 127 Tensão de placa do motor (V) 380 / 220 V (a) 220 V 380 / 220 V (b) 380 V 380 / 220 V (c) 660 / 380 V 220 / 380 / 440 / 760 220 / 380 / 440 / 760 380 / 220 V 220 / 380 / 440 / 760 Número de terminais 6Δ 3 Y ou 3Δ 6Y 3 Y ou 3Δ 6 Y ou 6Δ 6 Y ou 6Δ 12Δ ou 12Δ// 9 Y ou 9 Y// ou 12 Y ou 12 Y// 6 Y ou 6Δ 12Δ// ou 12 Y// 50. podendo o mesmo ter 9 ou 12 terminais.5 < P ≤ 40 As outras características são idênticas as chaves manuais Observações: a) O número sublinhado é a tensão de funcionamento do motor.Norma Tabela 18 Chaves de partida . funcionando ambos nas duas tensões de rede. 65 e 80 50 TAP´s (%) TAP´s de partida (%) Igual a chave série-paralelo desde que os valores em ohms das resistências sejam iguais ou maiores que o valor obtido da relação 60 ÷ cv ( 220 / 127) e 180 ÷ cv (380 / 220).5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 Série-paralelo INDIRETA MANUAL Chave compensadora Resistência ou reatâncias de partida Estrela-triângulo INDIRETA AUTOMÁTICA Série-paralelo Chave compensadora 7.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .5 < P ≤ 40 5 < P ≤ 40 7.5 Estrela-triângulo 5 < P ≤ 15 7.5 < P ≤ 25 5 < P ≤ 25 7.ND. b) Pode haver motores com tensões de placas 220 / 380 / 440 / 760 V. devendo porém ter somente 12 terminais Página 51 Revisão 04 – Dezembro/2008 . 5 < P ≤ 40 7.aplicações Tipo de partida Tipo de chave Potência do motor (cv) ≤5 DIRETA ¯ ≤ 7.5 < P ≤ 40 5 < P ≤ 40 7. c) Idêntica a observação b). bastando ligar em estrela-paralelo ou triângulo-paralelo.

Médio custo.Motores que partem praticamente a vazio. • • . Baixo custo. e que necessitam de uma aceleração suave: • Página 52 Revisão 04 – Dezembro/2008 .Conjugado resistente até 1/3 do nominal.Conjugado resistente > 1/3 do CRX nominal.Norma Tabela 19 Valores do fator de atenuação (k) Valores em relação à partida direta (%) Chave Tensão no enrolamento (%) Corrente e potência (1) k (%) Conjugado (%) Estrela-triângulo (CET) 50% Compensadora (CAT) Série-Paralelo (CSP) Resistência reatância 70% a 80% (CRX) 65% 80% 58 50 65 80 50 70 a 85 33 25 42 64 25 70 a 85 33 25 42 64 25 49 a 72 (1) Valores solicitados pelo motor k = fator de atenuação Tabela 20 Aplicação e características das chaves de partida APLICAÇÃO CET CAT CSP CARACTERÍSTICAS • • • • . Proporciona um conjugado de partida ajustável as necessidades.ND. Médio custo. Proporciona baixo conjugado de partida.Conjugado resistente até 1/2 do nominal.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . Baixo custo. . utilizada quando não for possível o uso da CET. Cargas de elevada inércia. . Proporciona baixo conjugado de partida.

26 6.42 6.44 2.92 2.60 6.ND.42 3.42 2.13 6.95 6.00 4.19 5.93 1.52 3.35 2.08 6.78 1.35 3.46 3.26 3.Norma Tabela 21 Limites admissíveis de flutuação de tensão Flutuação de tensão admissível (%) 4.70 2.12 3.51 5.38 Flutuação de tensão admissível (%) 3.42 2.42 5.91 5.13 5.15 3.39 2.23 2.22 5.30 2.40 5.56 5.47 5.15 Freqüência das flutuações p/ minuto 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 Flutuação de tensão admissível (%) 2.63 2.31 2.30 6.69 5.23 5.60 2.48 2.89 2.20 5.33 32 31 30 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Flutuações por minuto 59 58 57 56 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .16 1.66 2.32 2.54 5.27 5.24 2.16 5.59 2.11 1.31 5.04 6.85 2.35 6.72 5.09 5.45 2.36 1.75 3.86 4.57 3.27 Freqüência das flutuações p/ minuto 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Flutuações por hora 59 58 57 56 55 54 53 52 51 50 49 48 47 46 45 44 43 42 41 40 39 38 5.64 1.16 4.50 2.96 3.06 1.33 5.19 Página 53 Revisão 04 – Dezembro/2008 .21 2.00 6.66 5.53 2.77 2.52 2.86 5.73 2.13 3.30 5.23 3.39 3.17 5.50 1.74 5.74 6.38 3.28 5.79 5.04 3.29 2.05 1.81 2.09 5.82 5.65 3.08 3.33 2.36 4.16 2.65 3.22 6.64 5.62 2.17 2.04 3.87 2.00 3.73 2.20 2.54 Freqüência das flutuações p/ segundo 33.14 5.62 5.06 1.49 5.31 3.55 2.37 2.32 4.18 4.18 2.57 2.36 1.22 1.61 5.08 5.78 3.91 3.19 3.50 6.00 2.26 2.12 5.08 Freqüência das flutuações p/ hora 37 36 35 34 33 32 31 30 29 28 27 26 25 24 23 22 21 20 19 18 17 16 15 14 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Flutuação de tensão admissível (%) 5.90 7.05 1.33 2.20 2.11 7.10 5.17 6.35 5.21 1.50 3.25 5.44 5.77 5.59 5.10 5.

0 3.00 a 5.29 6.59 5.4 In 15 Tabela 23 Impedâncias de transformadores de distribuição Potência (kVA) Impedância Z(%) 13.Norma Tabela 22 Códigos de partida de motores – kVA/cv Código kVA/cv Código kVA/cv A B C D E F G H J K 0.0 150 a 300 > 300 até 100 Página 54 Revisão 04 – Dezembro/2008 . podemos determinar a corrente de partida de um motor.20 a 12.40 ou mais - Através do código.ND.85 ⋅ 103 ⋅ 5 = 155.8 kV 34.5 kV Tipo ≤150 Trifásico Monofásico 3.50 a 13.00 a 4.15 a 3.99 10.60 a 6. conforme exemplo a seguir: Exemplo: Motor de indução de 5 cv.49 4.99 5.0 5.49.5 2.49 12.0 5.20 + 12.00 a 17.20 a 12.99 20.99 18.99 8.85 2 Ip 155. corrente nominal de 15 A e letra de código “N” Da letra N temos os valores 11.00 a 8.49 = 11.00 a 11.14 3.39 22.54 3.00 a 15.00 a 9.00 a 3.50 a 4.5 4.5 4.19 11. trifásico. 220 V.10 a 7.99 L M N P R S T U V - 9.09 7.55 a 3.5 A 3 ⋅ 220 11.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .5 4. Adotando o valor médio teremos: Ip = 11.5 = = 10.99 4.30a 7.00 a 22.99 16.99 14.00 a 19.

ND.Norma ANEXOS Página 55 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .

ND.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .Norma Página 56 Revisão 04 – Dezembro/2008 .

CA 45 kVA 50 m 60 m 2 1 3#2 AWG -CA a) Cálculo das flutuações de tensão na partida a1) Cálculo da potência de partida do motor que aciona o compressor Smp = Pn fp ⋅ R n ⎛I ⎞ ⋅⎜ p ⎟ ⋅k ⎜I ⎟ ⎝ n⎠ Sendo: Pn(cv) = 6 cv Pn(kW ) = 6 ⋅ 0. do compressor é de 780 rpm. com êmbolo (pistão) de efeito simples está acoplado a um motor trifásico de 6 cv. devem ser avaliadas todas as alternativas sob o aspecto técnico-econômico.4 (Tabela 14) ⎜I ⎟ ⎝ n⎠ Página 57 Revisão 04 – Dezembro/2008 .42 kW fp = 0.736 = 4. para viabilizar a ligação deste tipo de equipamento. não haverá necessidade de melhorias complementares na rede. O número máximo de partidas é de 4 vezes por hora. Ressaltamos que sempre que houver necessidade de adequação na rede. uma vez que o mesmo será ligado a rede secundária conforme diagrama abaixo: 3#2/0 AWG . sendo dois referentes a ligações de compressores a rede secundária e um na primária. 2. Além da análise da carga flutuante. são apresentados três exemplos de aplicação.ND. como na rede primária de distribuição.86 (Tabela 14) Rn = 0. A seguir. deve ser avaliado também. provocadas por este tipo de equipamento. Exemplo 1 – Ligação de um compressor na rede secundária Um compressor de um cilindro.Norma Anexo I Exemplos de aplicação 1. Avaliar as flutuações de tensão na partida e em condições normais de operação do compressor. através de chave estrelatriângulo. Generalidades Apresentamos alguns exemplos de aplicação. A velocidade em regime.843 (Tabela 14) ⎛ Ip ⎞ ⎜ ⎟ =7. como subsídio para uma assimilação mais fácil da metodologia a ser aplicada nos estudos de flutuações de tensão. que abrangem a ligação de compressores tanto na rede secundária. se com o aumento de carga devido ao compressor.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . 1 730 rpm e 220 V.

95%.02 100 Trecho 1: Transformador – Ponto 1 QTrede1(%) = 0.5 ⋅ Smp S trafo 15.74 % (Tabela 21). b) Partida com chave estrela-triângulo b1) Determinação da potência nominal do motor que aciona o compressor Página 58 Revisão 04 – Dezembro/2008 .17 % a3) Cálculo da queda de tensão na rede QTrede (%) = k ⋅ L ⋅ Smp 100 50 ⋅ 15.202 ⋅ 60 ⋅ 15.86 ⋅ 0.02 45 QTtrafo (%) = 1.42 ⋅ 7.88 % a5) Comparação com limite de flutuação permissível Para um regime de 4 partidas/hora do motor que aciona o compressor.54 Smp = Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .02 kVA Trecho 2: Ponto 1. na partida o compressor na partida.ND.Norma k = 0.89 % Sendo: k = 0. Como a queda de tensão total da rede e do transformador de tensão é de 3.02 kVA 0.333 – partida com chave estrela-triângulo 4.02 100 QTrede2 (%) = 1.17 + 0.89 + 1.843 a2) Cálculo da queda de tensão no transformador QTtrafo (%) = Z(%) ⋅ QTtrafo (%) = 3.82 % a4) Queda de tensão total QTtotal (%) = QTtrafo (%) + QTrede1(%) + QTrede2 (%) QTtotal (%) = 1.82 QTtotal (%) = 3. não ocasionará perturbações de tensão.333 = 15.119 (para cabo 2/0 CA) L = 50 m Smp = 15.4 ⋅ 0.119 ⋅ QTrede1(%) = 0. a flutuação máxima de tensão admissível é de 6.Ponto 2 QTrede2 (%) = 0.

ND.57 % b5) Comparação com o limite de flutuação de tensão A flutuação de tensão admissível para o compressor em condições normais de operação deve ser calculada conforme procedimentos do item 6.74 QTrede (%) = 1. o limite de flutuação de tensão admissível é de 1.2 desta norma.10 + 0.10 45 QTtrafo (%) = 0.54 Sar = S ar = Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .3.119 ⋅ 50 60 ⋅ 6.10 QTtotal (%) = 1.5 ⋅ 6. ou seja: Nflutuação = Np ⋅ E f ⋅ Nflutuação = 1⋅ 1⋅ Nc 60 780 60 Nflutuação = 13 flutuações por segundo Para 13 flutuações/segundo. verificamos que a ligação do compressor pode ser liberada.36 + 0.64 % (Tabela 21).Norma Pn fp ⋅ Rn 4.47 % b3) Queda de tensão na rede QTrede (%) = QTrede1(%) + QTrede2 (%) QTrede (%) = 0.10 % b4) Queda de tensão total QTtotal (%) = QTrede (%) + QTtrafo (%) QTtotal (%) = 0.843 S ar = 6.47 + 1. uma vez que não ocasionará perturbações na rede.86 ⋅ 0.42 0.202 ⋅ ⋅ 6. Página 59 Revisão 04 – Dezembro/2008 .10 100 100 QTrede (%) = 0.10 kVA b2) Cálculo da queda de tensão no transformador QTtrafo (%) = Z(%) ⋅ S ar S trafo QTtrafo (%) = 3. Comparando a queda de tensão total (rede + trafo) com o valor da flutuação admissível.

sem com o aumento da carga da rede. disposição em W. é acionado por um motor de 150 cv (110 kW).5 13. Nesta situação.423 0. não haverá necessidade da realização de melhorias para adequar a queda de tensão e/ou carregamento do transformador de distribuição.89 ⋅ 0. A rede primária que irá suprir ao compressor é representada abaixo: S/E 1 3#336.Norma c) Conclusões A ligação do compressor.92 Smp = 0. que englobam a do compressor. deve ser utilizada a demanda. sem a necessidade de realização de melhorias.92 (Tabela 14) a) Análise do compressor na partida a1) Potência de partida do motor do compressor Smp = 110 ⋅ 8 ⋅ 0. sabendo-se que a partida do motor é realizada através de uma chave compensadora de partida. deve ser verificado também.45462 MVA Página 60 Revisão 04 – Dezembro/2008 . Exemplo 2 – Ligação de um compressor na rede primária Um compressor monoestagiado de 2 cilindros com êmbolos (pistões) de duplo efeito.ND.CA 2 3 km Scc3Ø-13.8/0.CA 4 km 3 Compressor Trafo de 300 kVA Z(%) = 4.30 fp (nom) = 0. trifásico de 1 785 rpm. devido à ligação do compressor. 3.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .8 kV = 250 MVA 3#2/0 AWG . tap 65% e o número de partidas é de 1 por hora. nas condições expostas neste exemplo é viável através da rede existente. A velocidade do compressor é de 450 rpm. em relação ao aspecto flutuação de tensão.22 kV Tap = 13.8 kV Sbase = 0. Entretanto. que efetivamente irá absorver da rede as cargas do consumidor.8 kV Dados do motor que aciona o compressor: ⎛ Ip ⎞ ⎜ ⎟ = 8 (Tabela 14) ⎜I ⎟ ⎝ n⎠ fp (partida) = 0.4 MCM . iluminação.89 (Tabela 14) Rn = 0. outros equipamentos. etc. Verificar as flutuações de tensão para as condições de partida e operação normal do compressor.45462 MVA a2) Valores de base Vbase = 13.

45462 = 418.390 ⋅ 3 = Zbase 418.4 CA) = 0.45462 = j0.429 Ω/km R2 (2/0 CA) = 0.068193 pu a6) Impedância da carga fp part = 0.390 Ω/km z2 = R 2 ⋅ L 2 + jX 2 ⋅ L 2 0.429 ⋅ 4 = Zbase 418.9 X1 (336.004574 + j0.8 )2 Sbase 0.8 ⋅ 10 −3 a3) Cálculo da impedância do sistema (xs) xs = Smp Scc 3φ -13.54 Zbase = Ibase = Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .45462 ⋅ 100 0.45462 = = 19.004096 pu a5) Cálculo da impedância do transformador do consumidor x trafo = j x trafo = j Z(%) Smp pu ⋅ 100 S trafo 4.5 0.4 CA) = R1 (336.8 kV = 0.300 x trafo = j0.001818 pu 250 a4) Cálculo da impedância da rede z1 = R1 ⋅ L1 + jX1 ⋅ L1 0.190 Ω/km z1 = 0.3 + j 0.30 = cos ϕpart sen ϕpart = 1 − (0.001361 + j0.ND.479 ⋅ 4 + j0.9 Ω Sbase 0.954 Página 61 Revisão 04 – Dezembro/2008 .02 A 3 ⋅ Vbase 3 ⋅ 13.9 X(2/0 CA) = 0.479 Ω/km z 2 = 0.002793 pu 0.Norma (Vbase )2 = (13.190 ⋅ 3 + j0.3)2 z carga = rcarga + j x carga z carga = 0.

54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .075337 θ eq 73.9907 0.Norma a7) Diagrama de impedâncias 0 j xs j0.002793 2 r2 + j x2 3 j xtrafo 4 0.075337 73.47º v4 = v4 = z carga z eq ϕcarga θ eq 1 72.17º QT3 = (1 − 0.001818 1 r1 + j x1 0.001361+j0.47º v 4 = 0.ND.0309 pu req = 0.93 % a10) Cálculo da flutuação de tensão na barra 2: v2 = (rcarga + r2 ) + j(x carga + x trafo + x 2 ) z eq θ eq Página 62 Revisão 04 – Dezembro/2008 .068193 rcarga + j xcarga 0.004096 j0.9299) ⋅ 100 QT4 % = 7.64º 73.9907) ⋅ 100 QT3 = 0.93º QT4 % = (1 − 0.065307 1.004574+j0.300 + j 0.54º 1.305935 pu z eq = 1.0.075337 73.9299 .01 % a9) Cálculo da flutuação de tensão na barra 3: v3 = v3 = rcarga + j(x carga + x trafo ) z eq 1.47º v 3 = 0.954 a8) Cálculo da flutuação de tensão na barra 4 v4 = rcarga + jx carga jx s + (r1 + jx1 ) + (r2 + jx 2 ) + jx trafo + (r carga + jx carga ) xeq =1.

13434 250 x s = j0.390 ⋅ 3 1417.075337 73.92 S ar = 134.8 kV Sbase = Sar = 0.54 v2 = Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .34 kVA Sar = 0.190 ⋅ 3 + j0.8 kV pu xs = j 0.9955) ⋅ 100 QT2 (%) = 0.6 Ω Ibase = Sbase 0.000537 pu b4) Cálculo da impedância da rede z1 = 0.13434 MVA b2) Valores de base Vbase = 13.42%.9955 0º QT2 (%) = (1 − 0.8 ⋅ 10 −3 Ibase = 5.47º v 2 = 0.89 ⋅ 0.8 )2 = Sbase 0.13434 = 3 ⋅ Vbase 3 ⋅ 13.62 A b3) Cálculo da impedância do sistema (xs) xs = j Sar Scc 3φ -13. b) Análise do compressor em condições normais de operação b1) Cálculo da potência nominal do motor que aciona o compressor S ar = 110 0. na partida o compressor não ocasionará perturbações aos demais consumidores ligados na rede.6 Página 63 Revisão 04 – Dezembro/2008 .Norma 1.ND.13434 MVA Zbase (Vbase )2 = (13.47º 1. Como os valores de queda de tensão calculados são inferiores ao limite de flutuação admissível.45 % a11) Avaliação Para uma freqüência de 1 partida/hora a flutuação máxima de tensão admissível é de 7.070530 73.13434 Zbase = 1417.

89 senϕ = 1 − (0.10º Página 64 Revisão 04 – Dezembro/2008 .020151 rcarga + j xcarga 0.89 + j0.456 z carga = rcarga + jx carga z carga = 0.1.001210 pu b5) Cálculo da impedância do transformador do consumidor x trafo = j x trafo = j Z(%) S ar pu ⋅ 100 S trafo 4.300 x trafo = j0.000825 pu 0.456 b8) Cálculo da flutuação de tensão na barra 4: v4 = v4 = v4 = rcarga + jx carga jx s + (r1 + jx 1 ) + (r2 + jx 2 ) + jx trafo + (r carga + jx carga ) rcarga + jx carga ϕ carga z eq θ eq 1 27.Norma z1 = 0.54 z2 = Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .890 + j 0.001352+j0.23º v 4 = 0.479 ⋅ 4 + j0.001210 j0.020151 pu b6) Impedância de carga fpnom = 0.000402+j0.13º 1.5 0.001352 + j0.012127 28.9880 .6 z 2 = 0.429 ⋅ 4 1417.89)2 sen ϕnom = 0.000402 + j0.000537 1 r1 + j x1 2 r2 + j x2 3 j xtrafo 4 0.000825 0.456 pu b7) Diagrama de impedâncias 0 j xs j0.ND.13434 ⋅ 100 0.

011129 28. Página 65 Revisão 04 – Dezembro/2008 .17º 1.9990) ⋅ 100 QT2 (%) = 0.23º v 3 = 0. deve ser realizada a análise do atendimento.08º QT3 (%) = (1 − 0.9973 . o funcionamento do compressor não ocasionará perturbações aos demais consumidores atendidos pela mesma.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . para verificar se a rede primária existente tem condições de absorver a essa demanda adicional devido a ligação do consumidor com o compressor.9880) ⋅ 100 QT4 (%) = 1.06º v 2 = 0.0.012127 28. concluímos que a ligação do compressor. b12) Avaliação Comparando as quedas de tensão obtidas nos cálculos da rede com a flutuação de tensão admissível. Além disso.23º .ND.15º 1.0.009366 28.9973) ⋅ 100 QT3 (%) = 0. sob o aspecto de flutuações de tensão é viável.27 % b10) Cálculo da flutuação de tensão na barra 2: v2 = v2 = (rcarga + r2 ) + j(x carga + x trafo + x 2 ) z eq θ eq 1.10 % b11) Cálculo da flutuação em condições normais de operações Nflutuação = Np ⋅ E f ⋅ Nflutuação = 2 ⋅ 2 ⋅ Nc 60 450 60 Nflutuação = 30 flutuações por segundo A flutuação de tensão admissível para uma freqüência de 30/segundo é de 3.012127 28.20 % b9) Cálculo da flutuação de tensão na barra 3: v3 = v3 = rcarga + j(x carga + x trafo ) z eq θ eq 1.9990 QT2 (%) = (1 − 0. c) Conclusão De acordo com os cálculos efetuados.Norma QT4 (%) = (1 − 0. sem a necessidade de realização de obras de adequação da rede.91.

5 partidas/hora. o de 15 cv.3. Smp = Pn fp ⋅ Rn ⎛I ⎞ ⋅⎜ p ⎟ ⋅k ⎜I ⎟ ⎝ n⎠ Sendo: Pn(cv) = 15 cv Pn(kW) = 15 ⋅ 0.84. Exemplo 3 – Ligação de dois compressores na rede secundária Uma indústria solicitou no pedido de ligação. além das cargas de iluminação. Avaliar as flutuações de tensão que estes podem provocar na rede de distribuição.736 = 11. 220 V – 10 cv – 60 Hz – 1 780 rpm. 670 rpm. 780 rpm. 1 cilindro. 3#2/0 AWG .ND. O atendimento será realizado pela rede secundária.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .04 kW fp = 0. Chave estrela-triângulo. Motor trifásico – rotor gaiola – fp = 0. Motor trifásico – rotor gaiola – fp = 0. Pistão efeito simples. 8 partidas/hora.88 (Tabela 14) ⎛ Ip ⎞ ⎜ ⎟ = 8. Chave compressora – tap 65%. conforme procedimento descrito no item 6. 220 V – 15 cv – 60 Hz – 1 755 rpm.3 (Tabela 14) ⎜I ⎟ ⎝ n⎠ Página 66 Revisão 04 – Dezembro/2008 .88. Pistão simples efeito.5 45 m 1 3#2 AWG . a ligação de dois compressores com as seguintes características: a) Compressor 1: 2 cilindros. b) Compressor 2: Não haverá simultaneidade de acionamento dos compressores.CA 20 m 2 a) Cálculo das flutuações de tensão na partida a1) Cálculo da potência de partida do motor que aciona o compressor Como o consumidor tem dois compressores e não haverá simultaneidade de partidas dos mesmos. somente é calculado para o maior motor que aciona o compressor.6. ou seja.Norma 4. conforme mostrado no desenho abaixo.CA 45 kVA Z(%) = 3.

54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .423 Rn = 0.88 100 QT2 (%) = 2. a flutuação de tensão admissível para essa condição é de 6.33 % b1. parte 8 vezes por hora.88 45 QTtrafo (%) = 3.883 a2) Cálculo da queda de tensão no transformador QTtrafo (%) = 3.88 100 Página 67 Revisão 04 – Dezembro/2008 .10 % a4) Queda de tensão total QTtotal (%) = QTtrafo (%) + QT1(%) + QT2 (%) QTtotal (%) = 8.88 75 QTtrafo (%) = 2.2) Queda de tensão na rede QTrede (%) = k (2 CA) ⋅ QTrede (%) = 0.ND.35% (Tabela 21).5 ⋅ 49.3 ⋅ 0.211⋅ L2 ⋅ Smp 100 20 ⋅ 49. b) Alternativas de adequação da rede para as flutuações de partida b1) Locar um transformador de 75 kVA no ponto 1 b1.88 kVA Smp = 0.1) Cálculo da queda de tensão no transformador QTtrafo (%) = 3.88 100 QT1(%) = 2.423 = 49.60 % Tendo em vista que o motor. Como queda de tensão total é superior a flutuação de tensão admissível é necessário avaliarmos algumas alternativas de adequação da rede.62 % Trecho 2: Ponto 1 – Ponto 2 L QT2 (%) = k (2 CA) ⋅ 2 ⋅ Smp( kVA ) 100 20 QT2 (%) = 0.88 ⋅ 0.04 ⋅ 8.211⋅ ⋅ 49.883 11. que aciona o compressor.5 ⋅ 49.88 % a3) Cálculo da queda de tensão na rede Trecho 1: Transformador – Ponto 1 L QT1(%) = k (2/0) ⋅ 1 ⋅ Smp 100 45 QT1(%) = 0.117 ⋅ ⋅ 49.Norma k = 0.

17 % b2.35%) verificamos que a alternativa formulada é viável sob o aspecto técnico.117 ⋅ ⋅ 49.883 S eq = 19.5 ⋅ fp1 ⋅ R n1 fp 2 ⋅ R n2 7.1) Queda de tensão na rede Trecho 1: Transformador – Ponto 1 L QT1(%) = k (2/0) ⋅ 1 ⋅ Smp 100 45 QT1(%) = 0. b2.62 % Trecho 2: Ponto 1 – Ponto 2 L QT2 (%) = k (2 /0) ⋅ 2 ⋅ Smp 100 20 QT2 (%) = 0.88 100 QT2 (%) = 1. Página 68 Revisão 04 – Dezembro/2008 .62 + 1.ND. b2) Substituir o transformador de 45 kVA por um de 75 kVA e substituir o cabo do Trecho 2 para 2/0 CA.Norma QTrede (%) = 2.3) Queda de tensão total QTtotal (%) = QTtrafo (%) + QTrede (%) QTtotal (%) = 2.33 + 2.88 ⋅ 0.2) Queda de tensão total QTtotal (%) = QTtrafo (%) + QT1(%) + QT2 (%) QTtotal (%) = 2.04 + 0.5 ⋅ 0.84 ⋅ 0.117 ⋅ ⋅ 49.88 100 QT1(%) = 2.852 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .33 + 2.10 % b1. na avaliação das condições normais de funcionamento dos compressores já devem ser consideradas as alternativas formuladas no item b) deste exemplo.43 % Comparando com o valor de flutuação admissível (6.36 11.35 kVA Tendo em vista que em função da partida do compressor de maior porte haverá a necessidade de adequação da rede.10 QTtotal (%) = 4.17 QTtotal (%) = 6. c) Cálculo das flutuações de tensão em condições normais de operação c1) Cálculo da demanda equivalente dos motores que acionam os compressores S eq = S eq = Pn1 Pn2 + 0.12 % Comparando com o valor limite de flutuação (6.35%) verificamos que a alternativa formulada é viável sob o aspecto técnico.

a fim de verificar a necessidade de obras de melhoria para adequar a queda de tensão e/ou carregamento do transformador de distribuição. Observamos que no cálculo das flutuações da tensão em condições normais de operação deve ser adotado a do compressor.Norma Por simplicidade. d) Conclusão Para a liberação da ligação do consumidor com os compressores. Página 69 Revisão 04 – Dezembro/2008 . Alternativas de adequação da rede devem ser avaliadas e adotada a que melhor atender aos aspectos técnico-econômicos. o limite de flutuação de tensão admissível é de 2.5 ⋅ 19. c2) Cálculo da queda de tensão no transformador QTtrafo (%) = 3. consideraremos que a alternativa do item b1) seria ideal. verificamos que a ligação do compressor pode ser liberada.72 %) com o valor admissível. ou seja. também.82 QTtotal (%) = 1. cujo valor limite é o menor. a instalação de um transformador de 75 kVA no ponto 1. as condições da rede com relação a carga que será adicionado. há necessidade de serem efetuadas adequações na rede conforme alternativa proposta no item b1) do exemplo.35 75 QTtrafo (%) = 0.33 flutuações por segundo Obs. desde que a rede seja adequada conforme a alternativa do item b1).72 % c5) Comparação com o limite de flutuação de tensão Nflutuação = Np ⋅ E f ⋅ Nflutuação = 2 ⋅ 1⋅ Nc 60 670 60 Nflutuação = 22.82 % c4) Queda de tensão total QTtotal (%) = QTtrafo (%) + QTrede (%) QTtotal (%) = 0.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .90 % c3) Cálculo da queda de tensão na rede QTrede (%) = k (2 CA) ⋅ QTrede (%) = 0.35 100 QTrede (%) = 0.87 % (Tabela 21).33 flutuações/segundo.: cálculo efetuado com os dados de maior potência Para 22. Comparando a queda de tensão total (1. Deve ser avaliado.90 + 0.ND.211⋅ L2 ⋅ Smp 100 20 ⋅ 19.

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Anexo II Limites permissíveis de flutuações de tensão

(1) Curva de possível irritação (2) Curva de possível percepção (3) Curva tolerável de irritação proposta por uma concessionária dos EUA ao EEI, que adotaremos em caráter experimental * 12% é a flutuação máxima permitida para lâmpadas fluorescentes, para evitar a possibilidade de apagamento.
Interpretação:

a) entre as curvas (1) e (2) não haverá reclamação b) entre as curas (1) e (2) poderá haver possibilidade de reclamação
Obs.: o gráfico em questão é aplicável, somente para fenômenos de curta duração da ordem de fração de segundo a cerca de 60 segundos.

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Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica - Norma

Anexo III Cálculo da potência de curto-circuito na barra de 13,8 kV ou 34,5 kV, quando é fornecida a potência de curto-circuito na barra de transmissão (69 kV, 88 kV e/ou 138 kV)

1. Dados: • • • • • Snom - S/E = potência nominal do transformador da subestação, em MVA Scc3φ - TR = potência de curto-circuito trifásico na barra da transmissão, em MVA Z(%) = impedância porcentual do transformador da subestação xtrafo = impedância do transformador da subestação, em pu xs = impedância equivalente do sistema de transmissão, em pu S x s = nom - S/E S cc3φ−TR x trafo = icc Z(%) pu 100 1 = = corrente de curto - circuito, em pu x s + x trafo

scc = icc ⋅ v = potência de curto - circuito, em pu Para v = 1,0 pu, temos: s cc = icc pu Para obter o valor da potência de curto-circuito na barra de 13,8 kV ou 34,5 kV, multiplicar o valor de scc pela potência nominal do transformador da subestação, ou seja: Scc3φ − TR = scc ⋅ Snom − S/E = potência de curto - circuito na barra de 13,8 kV ou 34,5 kV, em MVA 2. Exemplo: Cálculo da potência de curto-circuito 3φ na barra 13,8 kV da subestação • Impedância porcentual do transformador da subestação (Z% = 7,5) • Potência nominal do transformador da subestação (Snom-S/E = 25 MVA) • Potência de curto-circuito trifásico na barra de transmissão (Scc3φ-13,8 kV = 1 200 MVA)

xsistema
1,0

xtrafo
Curto circuito

x sistema = impedância equivalent e do sistema de 138 kV na base do transforma dor, em pu
x sistema = 25 1 200 = 0,020833 pu

x trafo = impedância do transforma dor, em pu
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x trafo = icc =
icc =

Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica - Norma

7,5 = 0,075 pu 100 1 1 = + x trafo 0,020833 + 0,075

x sist

1 = 10,44 pu 0,095833

s cc = icc ⋅ v v = 1,0 pu s cc = 10,44 pu S cc3 φ-13,8kV = s cc ⋅ Snom−S / E S cc3φ-13,8kV = 10,44 ⋅ 25 S cc3φ−13,8kV = 261 MVA

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ND.Norma Anexo IV Queda de tensão interna no transformador Compressor acionado por motor de indução monofásico (fase-fase) Página 74 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .

Norma Anexo V Queda de tensão interna no transformador Compressor acionado por motor de indução trifásico Página 75 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .ND.

motores trifásicos Partida com chave compensadora Partida estrela-triângulo Partida série-paralela Partida com resistência Página 76 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .Norma Anexo VI Diagramas de ligações de motores com tensão reduzida .ND.

Norma Anexo VII Diagramas de ligações .partida com tensão reduzida .ND.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .motores monofásicos Partida com chave compensadora Partida com chave série-paralelo Página 77 Revisão 04 – Dezembro/2008 .

ND.Norma Anexo VIII Diagrama de ligações de motor a plena tensão Partida a plena tensão Página 78 Revisão 04 – Dezembro/2008 .54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica .

bombas. − Conjugado de partida alto − Corrente de partida normal − Categoria H Compressores. rigidez nos processos de materiais ou condições mecânicas similares. carregadores. Características da carga Tipo de motor usado Entre 1 e 1. contra pressão. máquinas ferramenteiras. Não maior que 2 vezes o conjugado nominal. Condições de partidas difíceis podem requerer 3 vezes o conjugado nominal. tais como: Bombas onde o conjugado aumenta em função do quadrado da velocidade até um máximo. baixa inércia ou uso de acoplamentos especiais simplificam a partida. Durante a aceleração. Algumas podem requerer duas velocidades de operação. com pequena corrente de partida. É desaconselhável sujeitar o motor a sobrecargas durante a velocidade nominal. retificadoras. Na velocidade nominal pode estar sujeita a pequenas sobrecargas Conjugado de partida alto para vencer a elevado inércia. − Conjugado normal − Corrente de partida normal − Categoria N Bombas alternativas. compressores. ventiladores. alimentadores. trituradoras Valores máximos entre 200% e 250% do nominal.ND. atrito de parada.Norma Anexo IX Motores utilizados em compressores Conjugado requerido Tipo de carga partida aceleração Condições de partidas difíceis. conseguindo na velocidade nominal.54 Ligações de Compressores nas Redes de Distribuição de Energia Elétrica . Entre 2 e 3 vezes o conjugado nominal. Conjugado de partida alto. − Motores monofásicos com capacitor de partida Página 79 Revisão 04 – Dezembro/2008 . furadeiras. compressores de ar. compressores. tais como: engrenagem intermediária. Muitas aplicações são de velocidade altas (3 600 rpm) para melhores rendimentos. o conjugado exigido cai para o valor do conjugado nominal. Podem estar sujeitas a freqüentes paradas e partidas. Bombas centrífugas. Máquinas centrífugas. É conveniente operação contínua com velocidade constante. transportadores. Os picos de conjugado não excedem a 2 vezes o conjugado nominal.5 vez o conjugado nominal. laminadores de barras.

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