UNIVERSIDADE ANHANGUERA

CURVA DE AQUECIMENTO DA ÁGUA

FISICA III

GUARULHOS MAIO DE 2011

FÍSICA III Professor: ILOMAR ESTEVAO C. MACHADO Componente: GREGORY INACIO DE OLIVEIRA JOSE DE ARIMATEIA ALVES DE SOUSA MARCUS VINICIUS DE CARVALHO TORQUATO SILVA 211600076 SUMÁRIO .

.........................................................................................................................8 Calcular a quantidade de calor fornecido para a massa de água que evaporou.......................................................................................4 DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL.......................................................................................................................................8 Calcular a quantidade de calor fornecido durante o tempo de aquecimento...........................................................................4 Calor específico..5 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL...................................................................................................................................5 MATERIAL UTILIZADO.................................................................................................................................4 OBJETIVOS................................................4 NORMAS TÉCNICAS PERTINENTES........................4 Capacidade térmica...........................4 INTRODUÇÃO TEÓRICA..................................................................................................................................................................................................1......curva de temperatura por tempo de aquecimento....................................9 .........6 5..................DISCUSSÕES E REFLEXÃO...........................2...9 ERROS..........................................................9 CONCLUSÃO.........INTRODUÇÃO..............................................................................................................9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.....................................................8 2............................................................

Um exemplo típico é quando tentamos regular a temperatura do chuveiro elétrico. OBJETIVOS O experimento teve como objetivo calcular a quantidade total de calor fornecido auma determinada massa de água. utilizamos um calorímetro. ao menos uma vez na vida. [2] CAPACIDADE TÉRMICA A capacidade térmica de um corpo em particular é definida como o produto de sua massa em gramas e seu calor específico em calorias por grama por grau centígrado. não foram utilizadas nenhuma norma técnica da ABNT. necessárias para elevar um grama de uma substância de T1°C a T2°C. INTRODUÇÃO Este relatório apresenta a descrição de um experimento sobre o aquecimento da água realizado por três alunos da disciplina Física III no dia 10 de maio de 2011. A esta resposta específica da água. Para fazermos medidas de calor especifico e capacidade térmica. INTRODUÇÃO TEÓRICA De maneira bem simples. NORMAS TÉCNICAS PERTINENTES Para esta experiência de laboratório. é a quantidade de calor Q. C.1. podemos dar o nome de calor especifico ou capacidade térmica. já tivemos experiências térmicas que. que melhor definiremos abaixo. em calorias. Machado docente da Universidade Anhanguera. Nela estão inseridos uma massa determinada de um liquido. um termômetro. de maneira intuitiva. aumentando ou diminuindo a quantidade de água que flui por ele. apenas foram observadas como referencial as orientações do professor da disciplina. observamos como determinadas substancias respondem ao acréscimo de calor e de como este calor tende a se equilibrar com o meio. e uma resistência elétrica que será responsável pelo ganho de calor constante. que nada mais é que um cilindro de metal isolado do meio externo por uma camada de vácuo para que haja a diminuição da perda de calor por outros fatores. algo parecido com uma garrafa térmica aberta. adotaremos as seguintes definições: CALOR ESPECÍFICO Calor específico de uma substancia. Página 4 de 9 . sob supervisão do professor Ilomar E. Para conceituações mais precisas.

DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL Com o becker de vidro já contendo água 600 gramas de água. a água foi resfriada e medida novamente sua massa. Página 5 de 9 . d. foi ligado e a temperatura da água foi verificada uma vez por minuto. MATERIAL UTILIZADO a. Fonte de aquecimento 127V. Cronômetro digital para uso em laboratórios. o aquecedor foi desligado. o aquecedor. b. Termômetro de Mercúrio graduado 0 a 100ºC. Após 15 minutos. c. Fabricante Cronobio. Fabricante Pyrex. Os dados de temperatura e as conclusões obtidas no processo encontram-se nas próximas seções do relatório. Becker de vidro graduado 1000 ml. posicionado dentro do calorímetro e em contato com a água.

Medir o volume (massa) de água no inicio e no fim do experimento. Q = m * c * ∆ T. Q = m * Lv. Calcular a quantidade de calor fornecido para a massa de água que evaporou. c. Calcular a quantidade de calor fornecido durante o tempo de aquecimento. b. Massa inicial = 600 g. Tempo: t [min]. Temperatura: T [ºC]. Q ⇒ [cal] m ⇒ [g] c ⇒ [cal/g ºC] ∆ T ⇒ [ºC] d. sendo.PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL a. Massa final = 540 g. Levantar a curva de temperatura por tempo de aquecimento. sendo. Q ⇒ [cal] m ⇒ [g] Lv ⇒ [cal/g ºC] .

Massa da solução = massa de água (g). ou seja. Como Caloria é a quantidade de calor necessária para elevar em 1º C 1grama de água (ou. utiliza-se a seguinte expressão: Q = quantidade de energia liberada (cal) / Massa do alimento (g) Onde: Q = energia característica do alimento (cal\g). de 14.e. mais precisamente. ΔT = variação da temperatura. gorduras. . conforme a expressão: Q = massa da solução * ΔT Onde: Q = Quantidade de energia liberada (cal). Comparar o valor obtido para a quantidade total de calor fornecida ao sistema com alguns exemplos de alimentos mais comuns. etc). é possível calcular as calorias presentes nestes alimentos.4ºC a 15. A energia liberada neste processo foi transferida na forma de calor para água e a variação de temperatura ocorrida foi detectada pelo termômetro. a quantidade de energia que é liberada por grama de alimento. em graus Celsius (Tfinal – Tinicial) Para se determinar a energia característica do alimento. A quantidade de energia liberada no processo de queima do alimento depende da massa de água e da variação da temperatura ocorrida durante a queima. conhecendo-se a massa de água contida no processo e a variação de temperatura produzida pelo calor liberado no processo de queima dos alimentos testados. Quando acontece a queima dos alimentos. ocorre o rompimento das ligações químicas das espécies presentes nestes alimentos (proteínas.5ºC).

5 [cal/g ºC] Portanto.3 80 5.3 89 9. Q1 ⇒ 9180[cal] M ⇒ 600 [g] c ⇒ 1 [cal/g ºC] ∆ T ⇒ (15.3 94 8. sendo.5 0.3 T [ºC] 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Curva de aquecimento da água t [min] 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 CALCULAR A QUANTIDADE DE CALOR FORNECIDO DURANTE O TEMPO DE AQUECIMENTO Q1 = m * c *∆ T.3 70.3 68 15.3 80 12.3 70 4.5.2 1.CURVA DE TEMPERATURA POR TEMPO DE AQUECIMENTO T [ºC] t [min] 21.5 14.3 48 2.3 92 7.3 87 6.3 76 13. sendo.0 32. Q2 ⇒ 270[cal] m ⇒ 540 [g] Lv ⇒ 0. o total de calor fornecido seria: Q1 + Q2 = 9450 [cal] .3 68 3.2.30 – 0)[ºC] CALCULAR A QUANTIDADE DE CALOR FORNECIDO PARA A MASSA DE ÁGUA QUE EVAPOROU Q2 = m * Lv.3 83 11.3 86 10.

D. cronômetro e fonte). termômetro. Erros sistemáticos: Neste experimento. Erros aleatórios: Houve erros aleatórios no momento de ler a temperatura da água a cada minuto. Consideramos que o experimento foi válido: os dados coletados nos aquecimentos confirmam os dados esperados e o valor encontrado para o calor específico da água também está de acordo com o esperado. erros sistemáticos são causados pela calibração dos aparelhos (balança. Rio de Janeiro: LTC Editora. houveram alguns erros sistemáticos na leitura das medidas (erros de paralaxe e/ou erro na avaliação da indicação na escala). CONCLUSÃO Concluímos que a calor específico da água é 1 cal/g°C e a capacidade térmica do calorímetro é 42. JR. Fundamentos de Física 2: Gravitação.2. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] HALLIDAY. . o erro seria sistemático e seria corrigido). [2] FERENCE. DISCUSSÕES E REFLEXÃO ERROS Erros grosseiros: Não foram detectados erros grosseiros durante os procedimentos. Ondas e Termodinâmica.3cal/°C. Como todos os instrumentos de medida não eram digitais. pois os alunos não conseguiam manter o intervalo de precisamente um minuto. et al. Curso de física: Calor. Pode haver pequenos erros aleatórios decorrentes de trocas de calor entre a água e o ambiente por problemas de vedação do calorímetro e também pela entrada de energia durante o processo de agitação. São Paulo: Editora Edgard Blücher. vemos que são iguais. 2002. em quase todas as medidas houve um pequeno desvio de poucos segundos na duração do intervalo (se o desvio fosse constante. et al. mas deve-se considerar que são iguais por conta de arredondamentos. M. 6º Edição. Comparando-se o calor específico da água que foi obtido no experimento com o valor encontrado na literatura (1cal/g°C).

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