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EXÉRCITO BRASILEIRO

ACADEMIA MILITAR
DAS AGULHAS NEGRAS
RESENDE - RJ

CAPELANIA
NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
E DA MEDALHA MILAGROSA

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PÁSCOA ACADÊMICA
2022

RECEPÇÃO
DA IMAGEM PEREGRINA
DE NOSSA SENHORA
APARECIDA
5
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RAINHA E PADROEIRA DO BRASIL
GENERALÍSSIMA
DAS FORÇAS ARMADAS

Da série de artigos marianos sobre os títulos


eclesiásticos e civis concedidos a Nossa Senhora
Aparecida, tem especial destaque o
de Generalíssima do Exército Brasileiro; por
tratar-se de um título completamente civil e único
na história do país, outorgado em 1967, em
comemoração ao jubileu de ouro (250 anos) do
encontro da Imagem de Aparecida nas águas do
rio Paraíba do Sul.

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Em sua vertente masculina – Generalíssimo
– trata-se de uma das mais altas patentes militares,
de caráter exclusivo masculino. O termo, que é
um superlativo da palavra General, é utilizado
para descrever Generais, cujos cargos foram além
do normalmente permitido pelas patentes
militares.

Em 17 de abril de 1965, uma comissão de


militares de Belo Horizonte, encaminhou ao
Reitor do Santuário de Aparecida o pedido de
peregrinação nacional da Imagem, em decorrência
das comemorações dos 250 anos de seu encontro,
a iniciar pela capital mineira Belo Horizonte.

O pedido fora levado à Aparecida (SP), em


pergaminho, pelo Comandante da Polícia Militar
do Estado de Minas Gerais, o
documento, assinado pelo então Presidente da
República Marechal Humberto de Alencar Castelo
Branco, trazia os seguintes dizeres: “O Povo
Mineiro, interpretando o desejo de todo o Povo
Brasileiro, vem, pela comissão abaixo
relacionada, respeitosamente pedir a Vossa
Eminência Reverendíssima e ao D.D. Conselho
Administrativo da Basílica de Nossa Senhora

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Aparecida, que se dignem conceder licença para
que a Imagem de Nossa Senhora Aparecida,
Padroeira do Brasil, seja levada em triunfante
peregrinação às Capitais de todos os Estados do
Brasil, sendo em Brasília aclamada
Generalíssima das Gloriosas Forças Armadas
Brasileiras.”

Porém, o pedido de peregrinação acabou


não sendo atendido, o título de Generalíssima do
Exército foi protelado e, assim, coube
posteriormente ao então Presidente da República,
Marechal Arthur da Costa e Silva, outorgar em
1967 o título, ato que aconteceu na capital
mariana do Brasil, Aparecida (SP), durante as
comemorações dos 250 anos do encontro da
Imagem.

Passando assim, Nossa Senhora da


Conceição Aparecida a ter o reconhecimento civil
conferida pela patente mais alta do Exército
Brasileiro, sendo-lhe prestada às devidas
reverências e honras militares.

Na ocasião das celebrações o legado


pontifício, o Cardeal Amleto Cicognani, entregou
a primeira Rosa de Ouro do Santuário,

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considerada a alta condecoração pontifícia
exclusiva a mulheres. A honraria foi oferecida
pelo Papa Paulo VI em 15 de agosto de 1967.
Autor: Ir. André Luiz Oliveira – Missionário
Redentorista Escritor, Teólogo, Mariólogo,
associado da Academia Marial1.

1
https://www.a12.com/ academia/artigos/os-titulos-de-aparecida.

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ENTRADA DA IMAGEM PEREGRINA
E DA COMITIVA RELIGIOSA
NA IGREJA MATRIZ DA CAPELANIA

VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA,


SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!

AQUI ESTÃO VOSSOS DEVOTOS,


CHEIOS DE FÉ INCENDIDA,
DE CONFORTO E DE ESPERANÇA,
Ó SENHORA APARECIDA!

VIRGEM SANTA, VIRGEM BELA,


MÃE AMÁVEL, MÃE QUERIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS,
Ó SENHORA APARECIDA!

PROTEGEI A SANTA IGREJA,


Ó MÃE TERNA E COMPADECIDA,
PROTEGEI A NOSSA PÁTRIA,
Ó SENHORA APARECIDA!
(REFRÃO)

AMPARAI TODO O CLERO,


EM SUA TERRENA LIDA,
PARA O BEM DOS PECADORES,
Ó SENHORA APARECIDA!

OH! VELAI POR NOSSOS LARES,


PELA INFÂNCIA DESVALIDA,
PELO POVO BRASILEIRO,
Ó SENHORA APARECIDA!

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PREPARAÇÃO PARA A BENÇÃO

Durante o momento em que o Arcebispo se paramenta:

GRAÇAS DEMOS À SENHORA


QUE POR DEUS FOI ESCOLHIDA,
PARA SER A MÃE DE CRISTO,
A SENHORA APARECIDA,
PARA SER A MÃE DE CRISTO,
A SENHORA APARECIDA.

VIRGEM SANTA, VIRGEM BELA,


MÃE AMÁVEL, MÃE QUERIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS,
Ó SENHORA APARECIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS,
Ó SENHORA APARECIDA.

NOS MOMENTOS DE PERIGO


QUE SÃO TANTOS NESTA VIDA,
CONFIANTES RECORRAMOS
À SENHORA APARECIDA,
CONFIANTES RECORRAMOS
À SENHORA APARECIDA,

PROTEGEI A SANTA IGREJA,


NOSSA MESTRA, NOSSA GUIA,
PROTEGEI A NOSSA PÁTRIA,
Ó SENHORA APARECIDA,
PROTEGEI A NOSSA PÁTRIA,
Ó SENHORA APARECIDA.

PELOS LARES BRASILEIROS,


PELA INFÂNCIA DESVALIDA,

12
OH, VELAI MATERNALMENTE,
VIRGEM-MÃE APARECIDA,
OH, VELAI MATERNALMENTE,
VIRGEM-MÃE APARECIDA.

CAMINHANDO COM MARIA

SANTA MÃE MARIA NESSA TRAVESSIA,


CUBRA-NOS TEU MANTO COR DE ANIL.
GUARDA NOSSA VIDA, MÃE APARECIDA,
SANTA PADROEIRA DO BRASIL
AVE, MARIA! AVE, MARIA!

COM AMOR DIVINO


GUARDA OS PEREGRINOS
NESTA CAMINHADA PARA O ALÉM.
DÁ-LHES COMPANHIA
POIS TAMBÉM UM DIA
FOSTE PEREGRINA DE BELÉM
AVE, MARIA! AVE, MARIA!

MULHER PEREGRINA, FORÇA FEMININA,


A MAIS IMPORTANTE QUE EXISTIU
COM JUSTIÇA QUERES
QUE NOSSAS MULHERES
SEJAM CONSTRUTORAS DO BRASIL
AVE, MARIA! AVE, MARIA!

COM SEUS PASSOS LENTOS


ENFRENTANDO OS VENTOS,
QUANDO SOPRAM NOUTRA DIREÇÃO.
TODA A MÃE IGREJA PEDE QUE TU SEJAS
COMPANHEIRAS DE LIBERTAÇÃO.
AVE, MARIA! AVE, MARIA!

13
RITO DA RECEPÇÃO
DA IMAGEM PEREGRINA
E BENÇÃO DO POVO

Adaptação do Rito de coroação


de Imagem da Virgem Maria
dentro de uma Celebração da Palavra de Deus

Reunido o povo na igreja, o bispo, na sacristia ou


noutro lugar adequado, coloca sobre o roquete ou a alva, a cruz
peitoral, a estola e a capa branca ou festiva. Acompanhado por
Diáconos e outros ministros, entra na Igreja enquanto se canta
uma antífona ou outro canto apropriado.

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Quando o bispo chegar ao altar, faz reverência ao altar
e vai para a sede, onde ao terminar o canto, saúda os presentes,
com estas palavras adequadas, tiradas de preferência da
Sagrada Escritura:

O bispo diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo

O povo responde:
AMÉM.

O bispo saúda:
A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo,
nascido da Virgem Maria,
o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco.
O povo responde:
BENDITO SEJA DEUS
QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO

O bispo introduz a celebração com estas palavras

Alegres nos reunimos, filhos caríssimos,


para receber solenemente a imagem da Santíssima
Virgem Maria e seu Filho, nosso Senhor Jesus
Cristo, a Quem Ela nos encaminha hoje, a fim de
fazermos tudo o que Ele nos disser.

15
Desta breve celebração participemos com
espírito atento, sobretudo ouvindo com fé a
Palavra de Deus. Este rito, para quantos olham
para sua íntima natureza, será uma lição daquela
doutrina sagrada que nos ensina serem maiores no
Reino do céu os que foram os primeiros no
serviço e na caridade.

O próprio Senhor nosso não veio para ser


servido, mas para servir, quando foi erguido na
Cruz, atraiu tudo a si e reinou no alto da cruz com
a força do amor e da mansidão.

A Santa Virgem Maria, que hoje


proclamamos gloriosa, foi na erra a serva humilde
do Senhor, vinculada totalmente ao Filho e sua ora
redentora, som ele e sob suas ordens serviu ao
mistério da salvação e elevada à glória celeste não
deixou o encargo salutar em prol dos irmãos de
Cristo, mas solicita pela eterna salvação deles
precede como ministra da piedade e rainha do
amor.

Terminada a exortação, o Bispo diz:


Oremos.

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E todos rezam em silêncio e depois o Bispo continua
Ó Deus, que constituístes a Mãe do Vosso Filho,
nossa Mãe e Rainha,
concedei aos que estamos aqui reunidos
para venerar com afeto filial
a sua veneranda Imagem,
sob o título de Nossa Senhora Aparecida,
Rainha e Padroeira do Brasil,
a graça de alcançar por sua intercessão
o Reino do céu
e a glória prometida aos vossos filhos.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:
AMÉM.

17
LITURGIA DA PALAVRA

Aclamação ao Evangelho

Solo: Aleluia. Aleluia. Aleluia


Todos: ALELUIA. ALELUIA. ALELUIA.

Solo: És feliz porque creste, ó Maria,


pois em ti se cumprirá
o que o Senhor prometeu.

Todos: ALELUIA. ALELUIA. ALELUIA.

18
O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se
diante do bispo, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O bispo diz em voz baixa:


O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu
Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠ e do
Espírito Santo.

O diácono responde:
Amém.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado,


se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e
diz:
O Senhor esteja convosco.

O povo responde:
ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e,


depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,
segundo São Lucas.

O povo aclama:
GLÓRIA A VÓS, SENHOR

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(Lc 1,39-56)

Naqueles dias,
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Maria partiu para a região montanhosa,
dirigindo-se, apressadamente,
a uma cidade da Judeia.
40
Entrou na casa de Zacarias
e cumprimentou Isabel.
41
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria,
a criança pulou no seu ventre
e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
42
Com um grande grito, exclamou:
“Bendita és tu entre as mulheres
e bendito é o fruto do teu ventre!
43
Como posso merecer
que a mãe do meu Senhor
me venha visitar?
44
Logo que a tua saudação
chegou aos meus ouvidos,
a criança pulou de alegria no meu ventre.
45
Bem-aventurada aquela que acreditou,
porque será cumprido
o que o Senhor lhe prometeu”.
Palavra da Salvação.

O povo aclama:
GLÓRIA A VÓS, SENHOR.

20
O diácono leva o Evangeliário ao Bispo, que beija o livro,
rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho
sejam perdoados os nossos pecados.

O povo pode assentar-se.

O Bispo faz uma breve homilia.

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AÇÃO DE GRAÇAS E INVOCAÇÃO

Terminada a homilia, o Bispo, de pé, junto à sede, o bispo diz:


O Senhor esteja convosco.

O povo, de pé, responde:


ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS

O bispo recita a seguinte oração:


Bendito sois, Senhor Deus do céu e da terra!
Misericordioso e justo,
dispersais os soberbos e exaltais os humildes.
Por vosso maravilhoso desígnio
nos destes altíssimos exemplos
no Verbo encarnado e na Virgem sua Mãe:
pois vosso Filho se humilhou voluntariamente

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até a morte de Cruz
e refulgente de glória está sentado à vossa direita,
como Rei dos Reis e Senhor dos senhores.

Assim também a Virgem Maria,


quis chamar-se vossa serva
escolhida para ser a Mãe do Redentor e verdadeira
Mae dos viventes,
foi exaltada sobre todos os coros dos anjos
e reina agora gloriosa com seu Filho
intercedendo por todos os homens
como advogada da graça e rainha de misericórdia.

Olhai benigno, Senhor, para estes vossos servos


que acolhem a sagrada Imagem
da Mãe de vosso Filho, sob o título
de Nossa Senhora da Conceição Aparecida,
proclamam vosso filho Rei do Universo e
invocam a Bem-aventurada Virgem como Rainha.

Seguindo os passos da Mãe e do Filho


e cumprindo a lei do amor,
concedei que vossos fieis servidores
ajudem uns aos outros com generosidade
abnegando a si próprios
e partilhando do que é seu,
alcancem a salvação de seus irmãos

23
e, segundo exemplos de humildade na terra
sejam elevados às alturas do céu,
cingidos por vós com a coroa da vida.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:
AMÉM

Terminada a oração, o fieis da comunidade ofertam um


ramalhete de flores para a Santíssima Virgem Maria,
enquanto o coro entoa o refrão:

VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA,


SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!

OH! VELAI POR NOSSOS LARES,


PELA INFÂNCIA DESVALIDA,
PELO POVO BRASILEIRO,
Ó SENHORA APARECIDA!

VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA,


SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!

24
BENÇÃO FINAL

O bispo termina a celebração dizendo:


O Senhor esteja convosco.

O povo responde:
ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS

O diácono, do ambão, conclama ao povo:


Inclinai-vos para receber a benção.

O bispo diz a seguinte prece:


Ó Deus misericordioso,
ouvi as súplicas de vossos servos;
concedei a todos nós reconhecermos
por esta solene acolhida
da Imagem Peregrina da Virgem Maria,
vossa serva, como nossa Mãe,
Rainha e Padroeira da Pátria brasileira,
para que servindo a vós e aos irmãos na terra,
mereçamos ser recebidos
no eterno Reino dos céus.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:
AMÉM

O Bispo abençoa o povo, dizendo:


Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.

25
O povo responde:
AMÉM

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


Depois, o diácono ou o próprio Bispo diz ao povo, unindo as
mãos:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

O coro entoa o canto final

CAMINHANDO COM MARIA

SANTA MÃE MARIA NESSA TRAVESSIA,


CUBRA-NOS TEU MANTO COR DE ANIL.
GUARDA NOSSA VIDA, MÃE APARECIDA,
SANTA PADROEIRA DO BRASIL

AVE, MARIA! AVE, MARIA!

COM AMOR DIVINO


GUARDA OS PEREGRINOS
NESTA CAMINHADA PARA O ALÉM.
DÁ-LHES COMPANHIA
POIS TAMBÉM UM DIA
FOSTE PEREGRINA DE BELÉM

AVE, MARIA! AVE, MARIA!

MULHER PEREGRINA, FORÇA FEMININA,


A MAIS IMPORTANTE QUE EXISTIU
COM JUSTIÇA QUERES

26
QUE NOSSAS MULHERES
SEJAM CONSTRUTORAS DO BRASIL

AVE, MARIA! AVE, MARIA!

COM SEUS PASSOS LENTOS


ENFRENTANDO OS VENTOS,
QUANDO SOPRAM NOUTRA DIREÇÃO.
TODA A MÃE IGREJA PEDE QUE TU SEJAS
COMPANHEIRAS DE LIBERTAÇÃO.

AVE, MARIA! AVE, MARIA!

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EXÉRCITO BRASILEIRO

ACADEMIA MILITAR
DAS AGULHAS NEGRAS
RESENDE - RJ

CAPELANIA
NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
E DA MEDALHA MILAGROSA

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PÁSCOA ACADÊMICA
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SANTA MISSA
COM O SACRAMENTO
DA CONFIRMAÇÃO

Os batizados prosseguem o caminho de sua


iniciação cristã, por intermédio do sacramento da
Confirmação, pelo qual recebem o Espírito Santo que
o Senhor enviou sobre os apóstolos no dia de
Pentecoste. Por esse dom do Espírito Santo, os fiéis
são configurados mais perfeitamente a cristo e
revestidos de força, a fim de darem testemunho de
Cristo para a edificação de seu Corpo na fé e na
caridade. O caráter ou sinal indelével do Senhor se
imprime neles de tal modo, que o sacramento da
confirmação não pode ser repetido.

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Canto de Entrada

O amor de Deus foi derramado


em nossos corações
pelo Espírito Santo que habita em nós, aleluia!
Que habita em nós, aleluia!

Bendize, ó minha alma, ao Senhor.


Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!
De majestade e esplendor vos revestis
E de luz vos envolveis como num manto.
Louvem o nome do Senhor, louvem-no todos,
Porque somente o seu nome é excelso!
A majestade e esplendor de sua glória
Ultrapassam em grandeza o céu e a terra.
Ele exaltou seu povo eleito em poderio,
Ele é o motivo de louvor para os seus santos.
É um hino para os filhos de Israel,
Este povo que Ele ama e lhe pertence.

33
RITOS INICIAIS

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os


ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal
de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos
se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o


sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:
AMÉM.

34
O Bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja
convosco, diz:
A paz esteja convosco.

E o povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.

Ou se preferir, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-


o com a seguinte fórmula:
A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco.

O povo responde:
Bendito seja Deus
que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado


poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à
penitência:

Irmãos e irmãs, assim como os apóstolos


se reuniram no Cenáculo
para receberem o Espírito Santo,
também nós aqui nos reunimos
para celebrar este momento importante
da vida cristã

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que é o Sacramento da Confirmação.
Reconheçamos nossos pecados
contra o amor e a unidade!
(Pausa)
Peçamos perdão, cantando:

ATO PENITENCIAL (cantado)

Senhor, que na água e no espírito


nos regenerastes à Vossa imagem,
tende piedade de nós, tende piedade de nós.
Kyrie, Kyrie, Kyrie eleison.

Cristo, que enviais o Vosso Espírito


para criar em nós um novo coração,
tende piedade de nós.
Christe, Christe, Christe eleison.

Senhor, que nos tornastes participantes


do Vosso Corpo e do Vosso Sangue,
tende piedade de nós, tende piedade de nós.
Kyrie, Kyrie, Kyrie eleison.

Segue-se a absolvição sacerdotal:


Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.

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O povo responde:
AMÉM.

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o hino:

GLÓRIA 2 - Mons. Frisina

Glória, Glória, Glória a Deus nas alturas,


e paz na terra aos homens por Ele amados.
Nós Vos louvamos, Vos bendizemos,
Vos adoramos, Vos glorificamos,
nós Vos damos graças, por Vossa imensa Glória.
Senhor Deus, Rei dos céus, Deus Pai onipotente,
Senhor, Filho unigênito, Jesus Cristo.
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo, só Vós o Senhor,
só Vós o Altíssimo, Jesus Cristo,
Com o Espírito Santo, na Glória de Deus Pai.
Amém.

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:


Oremos.

37
E todos oram em silêncio, por algum tempo.

Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração;

Ó Deus de poder e misericórdia,


fazei que o Espírito Santo,
vindo habitar em nossos corações,
nos torne um templo da sua glória.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
na unidade do Espírito Santo.

Ao terminar, o povo aclama:


AMÉM.

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39
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos
ouvem sentados.
Is 61,1-3a.6a.8b-9

PRIMEIRA LEITURA

Leitura do Livro do Profeta Isaías


1
O espírito do Senhor Deus está sobre mim,
porque o Senhor me ungiu;
enviou-me para dar a boa nova aos humildes,
curar as feridas da alma,
pregar a redenção para os cativos
e a liberdade para os que estão presos;
2
para proclamar o tempo da graça do Senhor
e o dia da vingança do nosso Deus;
para consolar todos os que choram,

40
3
para reservar e dar aos que sofrem por Sião
uma coroa, em vez de cinza,
o óleo da alegria, em vez da aflição,
o manto do louvor, em vez da capa da tristeza.
6a
Mas vós sois os sacerdotes do Senhor,
chamados Ministros de nosso Deus.
8b
Eu os recompensarei por suas obras
segundo a verdade,
e farei com eles uma aliança perpétua.
9
Sua descendência será conhecida
entre as nações,
e seus filhos se fixarão no meio dos povos;
quem os vir há de reconhecê-los
como descendentes abençoados por Deus.
Palavra do Senhor.

Todos aclamam:
Graças a Deus.

(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para


meditação.)

41
SALMO RESPONSORIAL

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

Salmo 103,1ab e 24.27-28.30-31.33-34 (R/.30)


Solo: Enviai o vosso Espírito, Senhor,
e da terra toda a face renovai.

Todos: Enviai o vosso Espírito, Senhor,


e da terra toda a face renovai.

1
Bendize, ó minha alma, ao Senhor!
Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!
24
Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras,
e que sabedoria em todas elas!
Encheu-se a terra com as vossas criaturas!

Todos: Enviai o vosso Espírito, Senhor,


e da terra toda a face renovai.

27
Todos eles, ó Senhor, de vós esperam
que a seu tempo vós lhes deis o alimento;
28
vós lhes dais o que comer e eles recolhem,
vós abris a vossa mão e eles se fartam.

Todos: Enviai o vosso Espírito, Senhor,


e da terra toda a face renovai.

42
30
Enviais o vosso espírito e renascem
e da terra toda a face renovais.
31
Que a glória do Senhor perdure sempre,
e alegre-se o Senhor em suas obras!

Todos: Enviai o vosso Espírito, Senhor,


e da terra toda a face renovai.

33
Vou cantar ao Senhor Deus por toda a vida,
salmodiar para o meu Deus enquanto existo.
34
Hoje, seja-lhe agradável o meu canto,
pois o Senhor é a minha grande alegria!

Todos: Enviai o vosso Espírito, Senhor,


e da terra toda a face renovai.

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

Solo: Aleluia, Aleluia, Aleluia.


Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Solo: O Espírito Santo, a verdade,
dará testemunho de mim;
depois também vós neste mundo,
de mim ireis testemunhar.
Todos: Aleluia, Aleluia, Aleluia.

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no


turíbulo.

43
O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se
diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:


O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente
o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠
e do Espírito Santo.

O diácono responde:
AMÉM.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar,


reza em silêncio:

Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração


e os lábios, para que eu anuncie dignamente
o vosso santo Evangelho.

44
EVANGELHO

O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno,


pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
O Senhor esteja convosco.

O povo responde:
Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e,


depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,


segundo São Lucas.

O povo aclama:
Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o


livro e proclama o Evangelho.

Lc 4, 16-22a
Naquele tempo,
16
Jesus veio à cidade de Nazaré,
onde se tinha criado.
Conforme seu costume,
entrou na sinagoga no sábado,
e levantou-se para fazer a leitura.
17
Deram-lhe o livro do profeta Isaías.
Abrindo o livro,

45
Jesus achou a passagem em que está escrito:
18
“O Espírito do Senhor está sobre mim,
porque ele me consagrou com a unção
para anunciar a Boa Nova aos pobres;
enviou-me para proclamar a libertação aos cativos
e aos cegos a recuperação da vista;
para libertar os oprimidos
19
e para proclamar um ano da graça do Senhor”.
20
Depois fechou o livro,
entregou-o ao ajudante, e sentou-se.
Todos os que estavam na sinagoga
tinham os olhos fixos nele.
21
Então começou a dizer-lhes:
“Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura
que acabastes de ouvir”.
22
Todos davam testemunho a seu respeito,
admirados com as palavras cheias de encanto
que saíam da sua boca.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:


Palavra da Salvação.

O povo aclama:
Glória a vós, Senhor.

O diácono leva o livro ao Bispo que o beija, rezando em


silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho
sejam perdoados os nossos pecados.

46
RITO DA CONFIRMAÇÃO
Cf. Folheto do Ordinariado Militar do Brasil

PRESENTAÇÃO DOS CONFIRMANDOS

O bispo senta-se, com mitra.


O capelão convida os confirmandos a ficarem de pé e diz:

Capelão:
Excelentíssimo Senhor Arcebispo
do Ordinariado Militar do Brasil,
nosso reverendíssimo pai e pastor,
aqui estão os nossos irmãos e irmãs
que, devidamente preparados,
desejam receber o Sacramento da Confirmação.

47
Humildemente solicitamos à Vossa Excelência
dignar-se acolher paternalmente
estes nossos irmãos e irmãs Confirmandos,
a fim de conferir-lhes o Sacramento da Crisma
e firmá-los, por obra e graça do Espírito Santo,
no amor e na fé católica e apostólica.

Dirigindo-se aos Confirmando-os para que se ponham de pé, o


Capelão, se em número conveniente, apresenta-os
nominalmente ao Bispo, após o que, cada um deles, diz:
PRESENTE.

1. Beatriz Gerônimo de Souza


2. Gabriel Macedo Fontoura
3. Isabela Mesquita Mellinger
4. Luan Silva de Souza
5. Luana Paula Mesquita Mellinger
6. Lucas Augusto Rosa Ramos da Silva
7. Luigi Ladeira Puppin
8. Manoel Carlos Gomes da Silva
9. Marcella Moraes Rodrigues
10. Maria Edna Rimes Rangel
11. Maria de Fátima Freire Pinheiro Machado
12. Mariana Arbex Braganholo
13. Miguel Sales de Freitas
14. Milena Sales de Freitas
15. Victor de Carvalho Alcântara Valente
16. Victor Neves Ribeiro dos Santos
17. Vitor Fernandes Gomes
18. Willian Miranda Chessi

48
O Bispo:
Muito me alegro e agradeço a Deus.
De agora em diante,
como cristãos adultos, como apóstolos,
eles serão testemunhas de Jesus
na Comunidade.

O povo aclama:
GRAÇAS A DEUS.

49
HOMILIA

O bispo pode terminar com as palavras contidas para a homilia


no Ritual:

Os apóstolos que, segundo a promessa do


Senhor, receberam o Espírito Santo no dia de
Pentecostes, tinham o poder de completar a obra
do Batismo pela doação do Espírito Santo, como
lemos nos Atos dos Apóstolos. Tendo São Paulo
imposto as mãos sobre alguns dos batizados, o
Espírito Santo desceu sobre eles e começaram a
falar línguas e profetizar.

Os bispos, sucessores dos apóstolos,


possuem o mesmo poder e comunicam o Espírito
Santo àqueles que já renasceram no Batismo.

50
Algumas vezes, os presbíteros são também
constituídos para este ministério.

Embora a vinda do Espírito Santo já não se


manifeste hoje pelo dom das línguas, sabemos
pela fé que esse Espírito que infunde o amor de
Deus em nossos corações e nos congrega na
unidade da fé e na multiplicidade das vocações, é
recebido por nós e opera de modo invisível a
santificação e a unidade da Igreja.

Pelo dom do Espírito Santo que ides


receber, caros filhos e filhas, sereis marcados
espiritualmente para que vos torneis de modo mais
perfeito imagens do Cristo e membros da sua
Igreja.

O próprio Cristo, só depois de receber a


unção do Espírito Santo no batismo dado por
João, foi enviado a realizar sua missão, a fim de
difundir pela terra o fogo desse Espírito.

Por conseguinte, vós que já fostes batizados


recebereis agora a força do seu Espírito e sereis
assinalados na fronte com a sua cruz. Deveis, pois,
dar diante do mundo testemunho de sua Paixão e
Ressurreição, de modo que a vossa vida, como diz
o Apóstolo, seja em toda parte o bom odor de
Cristo. O seu corpo místico, que é a Igreja, povo
de Deus, recebe dele graças diversas, que o

51
mesmo Espírito Santo distribui a cada um para a
edificação do corpo na unidade e na caridade.

Sede, portanto, membros vivos dessa Igreja


e, guiados pelo Espírito Santo, procurai servir a
todos, à semelhança do Cristo, que não veio para
ser servido, mas para servir. Agora, antes de
receberdes o Espírito Santo, recordai a fé que
professastes no Batismo ou que vossos pais e
padrinhos professaram com a Igreja.

52
RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS BATISMAIS

Os catequistas ajudam os confirmandos a acenderem as velas


no Círio Pascal, enquanto o coro entoa um breve hino:

A nós descei, Divina Luz


A nós descei, Divina Luz
Em nossas almas acendei
O amor, o amor de Jesus
Em nossas almas acendei
O amor, o amor de Jesus

Vinde, Santo Espírito, e do céu mandai


Luminoso raio, luminoso raio
Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons
Luz dos corações, luz dos corações
Grande defensor, em nós habitai
E nos confortai, e nos confortai
Na fadiga, pouso, no ardor, brandura
E na dor, ternura, e na dor, ternura

O Bispo interroga os confirmandos, que estão todos de pé, e


com velas acesas nas mãos.
Para viver na liberdade de filhos de Deus,
renunciais ao pecado?

Os confirmandos:
RENUNCIO!

53
O Bispo:
Para viver como irmãos e irmãs, renunciais a tudo
o que vos possa desunir, para que o pecado não
domine sobre vós?

Os confirmandos:
RENUNCIO!

O Bispo:
Para seguir Jesus Cristo, renunciais ao demônio,
autor e princípio do pecado?

Os confirmandos:
RENUNCIO!

O Bispo:
Credes em Deus Pai todo-poderoso, criador do
céu e da terra?

Os confirmandos:
CREIO!

O Bispo:
Credes em Jesus Cristo, que nasceu da Virgem
Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos
mortos e subiu ao céu?

Os confirmandos:
CREIO!

54
O Bispo:
Credes no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida,
que hoje, pelo sacramento da Confirmação, vos é
dado de modo especial, como aos apóstolos no dia
de Pentecostes?

Os confirmandos:
CREIO!

O Bispo:
Credes na santa Igreja Católica, na comunhão dos
santos, na remissão dos pecados, na ressurreição
dos mortos e na vida eterna?

Os confirmandos:
CREIO!

O Bispo:
Esta é a nossa fé, que da Igreja recebemos e
sinceramente professamos, razão de nossa alegria
em Cristo nosso Senhor.

Os confirmandos:
AMÉM.

Apagam-se as velas, em silêncio.

55
IMPOSIÇÃO DAS MÃOS
O bispo depõe o báculo e a mitra e, tendo junto de si os
presbíteros concelebrantes, de pé, com as mãos unidas, diz,
voltado para o povo:

Roguemos, irmãos e irmãs,


a Deus Pai todo-poderoso,
que derrame o Espírito Santo
sobre estes seus filhos e filhas adotivas,
já renascidos no Batismo para a vida eterna,
a fim de confirmá-los pela riqueza de seus dons
e configurá-los pela sua unção
ao Cristo, Filho de Deus.

Todos rezam um momento em silêncio.

56
O bispo (e os presbíteros concelebrantes) impõem as mãos
sobre todos os confirmandos, mas só ele diz:

Deus todo-poderoso,
Pai de nosso Senhor Jesus Cristo,
que, pela água e pelo Espírito Santo,
fizestes renascer estes vossos servos e servas,
libertando-os do pecado,
enviai-lhe o Espírito Santo Paráclito;
dai-lhe, Senhor,
o espírito de sabedoria e inteligência,
o espírito de conselho e fortaleza,
o espírito de ciência e piedade
e enchei-os do espírito do vosso temor.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:
AMÉM.

57
UNÇÃO DO CRISMA

O diácono apresenta ao Bispo o Santo Crisma. Cada


confirmando se aproxima ou, se for oportuno, o Bispo se
aproxima de cada um.

Colocando a mão direita sobre o ombro do confirmando, a


pessoa que o apresentou, diz o nome ao Bispo, ou o próprio
confirmando o declara.

O Bispo, tendo mergulhado o polegar no Crisma, marca o


confirmando na fronte com o sinal da cruz, dizendo:

N., RECEBE, POR ESTE SINAL,


O ESPÍRITO SANTO, DOM DE DEUS.

Os confirmados:
AMÉM.

O Bispo:
A paz esteja contigo.

O confirmado:
E CONTIGO TAMBÉM.

Pode-se cantar durante a unção um canto apropriado.


Terminada a unção, o bispo (e os presbíteros) lavam as mãos.

58
CANTO PARA A UNÇÃO

Senhor e Criador que és nosso Deus,


vem inspirar estes filhos teus.
Em nossos corações derrama tua paz,
e um povo renovado ao mundo mostrarás.

Sentimos que tu és a nossa luz,


fonte do amor, fogo abrasador.
Por isso é que ao rezar em nome de Jesus,
pedimos, nesta hora, os dons do teu amor.

Se temos algum bem, virtude ou dom


não vem de nós, vem do teu favor.
Pois que sem ti ninguém, ninguém pode ser bom.
Só tu podes criar a vida interior.

Infunde, pois agora em todos nós,


que como irmãos vamos refletir,
à luz do teu saber e à força do querer
a fim de que possamos juntos construir.

E juntos cantaremos sem cessar


cantos de amor para te exaltar.
És Pai, és Filho e és Espírito de paz.
Por isso em nossa mente tu sempre reinarás.

Ou
Espírito de Deus, enviai dos céus
um raio de luz!
Vinde, Pai dos pobres,

59
dai aos corações
vossos sete dons!

Consolo que acalma,


hóspede da alma,
doce alívio, vinde!
No labor descanso,
na aflição remanso,
no calor aragem.

Enchei, luz bendita,


chama que crepita,
o íntimo de nós!
Sem a luz que acode,
nada o homem pode,
nenhum bem há nele.

Ao sujo lavai,
ao seco regai,
curai o doente.
Dobrai o que é duro,
guiai no escuro,
o frio aquecei.

Dai à vossa Igreja,


que espera e deseja,
vossos sete dons.
Dai em prêmio ao forte
uma santa morte,
alegria eterna. AMÉM.

60
Ou
A nós descei, Divina Luz
A nós descei, Divina Luz
Em nossas almas acendei
o amor, o amor de Jesus
Em nossas almas acendei
o amor, o amor de Jesus

Vinde, Santo Espírito, e do céu mandai


Luminoso raio, luminoso raio
Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons
Luz dos corações, luz dos corações
Grande defensor, em nós habitai
E nos confortai, e nos confortai
Na fadiga, pouso, no ardor, brandura
E na dor, ternura, e na dor, ternura

Ó Luz venturosa, divinais clarões


Encham os corações, encham os corações
Sem um tal poder, em qualquer vivente
Nada há de inocente, nada há de inocente
Lavai o impuro e regai o seco
Sarai o enfermo, sarai o enfermo
Dobrai a dureza, aquecei o frio
Livrai do desvio, livrai do desvio

Aos fiéis que oram, com vibrantes sons


Dai os sete dons, dai os sete dons
Dai virtude e prêmio, e no fim dos dias
Eterna alegria, eterna alegria
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia

61
Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia

O canto prolonga-se até que o Bispo purifique as mãos e


retorne a sua sede para a Oração Universal.

Os ministros providenciam água, bacia, sabonete, toalha etc.


para a purificação das mãos do Bispo

Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

62
ORAÇÃO UNIVERSAL

Segue-se a oração dos fiéis, conforme o texto seguinte ou outro


semelhante elaborado pela autoridade competente:

O Bispo:
Irmãos e irmãs, roguemos a Deus Pai todo-
poderoso: que seja unânime a nossa oração, como
há uma só fé, esperança e caridade que procedem
de seu Espírito Santo. Rezemos cantando:

O Coro:
OUVI-NOS, SENHOR.

O povo repete, cantando:


OUVI-NOS, SENHOR!

63
O diácono ou o leitor:
Pela santa Igreja de Deus, com o Santo Padre, o
Papa Francisco, por nosso Arcebispo Militar Dom
Marcony Vinícius e por seu Bispo Auxiliar Dom
José Francisco, bem como por todos os bispos d
Igreja, para que, reunida pelo Espírito Santo na
unidade da fé e da caridade, ela se estenda e
cresça até a vinda do Cristo, roguemos ao Senhor.

O povo repete, cantando:


OUVI-NOS, SENHOR!

O diácono ou o leitor:
Pelos que hoje receberam o Dom do Espírito
Santo no sacramento da Confirmação, para que,
vivendo a fé e praticando a caridade, deem por sua
vida testemunho do Cristo, roguemos ao Senhor.

O povo repete, cantando:


OUVI-NOS, SENHOR!

O diácono ou o leitor:
Pelos pais e padrinhos dos que hoje foram
crismados, para que, continuamente os estimulem,
pela palavra e exemplo, a seguir os passos de
Cristo, roguemos ao Senhor.

O povo repete, cantando:


OUVI-NOS, SENHOR!

64
O diácono ou o leitor:
Pelo mundo inteiro, para que todos que têm o
mesmo Criador e Pai, se reconheçam como irmãos
e irmãs, sem discriminação de raça ou nação, e
procurem de coração sincero o Reino de Deus,
que é paz e alegria no Espírito Santo, roguemos ao
Senhor.

O povo repete, cantando:


OUVI-NOS, SENHOR!

O diácono ou o leitor:
Pelo Comando da Academia Militar das Agulhas
Negras, seus mestres, comandantes, instrutores e
monitores, e por toda a Família Acadêmica, a fim
de que cumprindo sua nobre missão, receba de
Deus os dons, habilidades e competências
necessárias para forjar líderes militares imbuídos
dos valores e princípios da Força Terrestre,
roguemos ao Senhor.

O povo repete, cantando:


OUVI-NOS, SENHOR!

O Bispo conclui a oração universal, dizendo:


Ó Deus,
que destes o Espírito Santo a vossos apóstolos
e quisestes que eles e seus sucessores
o transmitissem aos outros fiéis,

65
ouvi com bondade a nossa oração
e derramai nos corações de vossos filhos e filhas
os dons que distribuístes outrora
no início da pregação apostólica.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:
AMÉM.

66
LITURGIA EUCARÍSTICA

Canto de Preparação das oferendas

Ó Pai que, pelo Espírito, dais vida e santidade


a toda criatura, recebe e que te agrade
a oferta que trazemos, o nosso vinho e pão,
sinais de compromisso e dom de tua mão.

Transforma nossa oferta no dom do Filho teu


e os passos do teu povo em luz que se acendeu.

Ó Pai que, pelo Espírito, em rios de água viva


transforma nossa sede recebe, sem esquiva,
a oferta que trazemos o nosso vinho e pão,
sinais do compromisso plantar um mundo irmão.

67
Ó Pai que, pelo Espírito, nos fazes renascer
e tudo nos ensinas, recebe, com prazer,
a oferta que trazemos o nosso vinho e pão
firmeza dos que aprendem a força do perdão.

Preparação das oferendas

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam


no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o
pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons
para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um
pouco sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,


pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.


Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em
voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

68
O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no
cálice, rezando em silêncio:

Pelo mistério desta água e deste vinho


possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco


sobre o altar, reza em silêncio:

Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,


pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos
e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.


Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em
voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:

Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:


De coração contrito e humilde,
sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

69
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o
diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em


silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas


e purificai-me de meus pecados.

70
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo
as mãos, o sacerdote diz:
Orai, irmãos e irmãs,
para que esta nossa família,
reunida em nome de Cristo,
possa oferecer um sacrifício
que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome, para nosso bem
e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre


as oferendas:

Concedei, ó Deus,
que mais perfeitamente configurados
ao vosso Filho,
sejamos sempre mais suas testemunhas,
participando do memorial da redenção,
pela qual ele nos mereceu o vosso Espírito.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:
AMÉM.

71
PREFÁCIO DA MISSA DA CRISMA
Confirmados no selo do Espírito

O Senhor esteja convosco.


Ele está no meio de nós.

Corações ao alto.
O nosso coração está em Deus.

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.


É nosso dever e nossa salvação.

Na verdade, é justo e necessário,


é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo o lugar,
Senhor, Pai santo,

72
Deus eterno e todo-poderoso,
por Cristo, Senhor nosso.
No Batismo nos concedeis o dom da fé,
fazendo-nos participantes
do mistério pascal de vosso Filho.

Pela imposição das mãos


e a unção real do Crisma,
nos confirmais com o selo do Espírito Santo,
para celebrar o milagre de Pentecostes.
Ungidos pelo Espírito,
e alimentados no banquete eucarístico,
nos tornamos imagens do Cristo Senhor,
para anunciar ao mundo a certeza da salvação,
e dar, na Igreja, o testemunho da fé redentora.

Reunidos nesta assembleia festiva,


reconhecemos em vós a fonte de todo o bem
e o fundamento de nossa paz.
Enquanto esperamos a plenitude eterna,
proclamamos a vossa glória,
cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:


Sanctus, Sanctus Sanctus Dominus Deus Sabaoth.
Pleni sunt caeli et terra gloria tua.
Hosana in excelsis.
Benedictus qui venit In nomine Domini.
Hosana in excelsis
Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz
inteligível a Oração eucarística.

73
74
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:


CP Na verdade, ó Pai, vós sois santo
e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:

CC Santificai, pois, estas oferendas,


derramando sobre elas o vosso Espírito,
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao
mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem para nós


o Corpo e ✠ o Sangue de Jesus Cristo,
vosso Filho e Senhor nosso.

75
O povo aclama:
Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote une as mãos.


Estando para ser entregue
e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado
sobre o altar, e prossegue
ele tomou o pão,
deu graças
e o partiu
e deu a seus discípulos,
dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena,
fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo,
ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco
elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos,
deu graças novamente
e o deu a seus discípulos,
dizendo:

76
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA
E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS
E POR TODOS,
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-a sobre o corporal fazendo
genuflexão para adorá-la.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!

O povo aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte
e proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!
Ou:
Todas as vezes que comemos deste pão
e bebemos deste cálice,
anunciamos, Senhor, a vossa morte,
enquanto esperamos a vossa vinda!
Ou:
Salvador do mundo, salvai-nos,
vós que nos libertastes
pela cruz e ressurreição.

77
O sacerdote, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, a memória
da morte e ressurreição do vosso Filho,
nós vos oferecemos, ó Pai,
o pão da vida e o cálice da salvação;
e vos agradecemos
porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

O sacerdote, de braços abertos, diz:


E nós vos suplicamos
que, participando do Corpo e Sangue de Cristo,
sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.

O povo aclama:
Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C Lembrai-vos, ó Pai,
da vossa Igreja
que se faz presente pelo mundo inteiro:
que ela cresça na caridade
com o papa Francisco,
com o nosso bispo Marcony Vinícius
com seu bispo auxiliar José Francisco
e todos os ministros do vosso povo.

O povo aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

78
______________________

Nas missas de fiéis defuntos pode-se acrescentar:


Lembrai-vos do vosso filho(a) N., que (hoje)
chamastes deste mundo à vossa presença.
Concedei-lhe que, tendo participado da morte de
Cristo pelo batismo,
participe igualmente da sua ressurreição.

O povo aclama:
Concedei-lhe contemplar a vossa face!
______________________

2C Lembrai-vos também
dos (outros) nossos irmãos e irmãs
que morreram na esperança da ressurreição
DE NOSSOS MILITARES BRASILEIROS
O soldado executa o Toque de Silêncio.
Após o toque, o concelebrante continua:
e de todos os que partiram desta vida:
acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.

O povo aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C Enfim, nós vos pedimos,


tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna,
com a virgem Maria, mãe de Deus,

79
e São José seu castíssimo esposo,
com os santos apóstolos
e todos os que neste mundo vos serviram,
a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

O povo aclama:
Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:


CP ou CC Por Cristo,
com Cristo,
em Cristo,
a vós, Deus Pai todo poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.

O povo aclama:
AMÉM.

80
RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote


diz unindo as mãos:

Obedientes à palavra do Salvador


e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:
______________________
Ou:
Rezemos, com amor e confiança,
a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ou:
O Senhor nos comunicou o seu Espírito.
Com a confiança e a liberdade de filhos,
digamos juntos:
Ou:
Antes de participar do banquete da Eucaristia,
sinal de reconciliação

81
e vínculo de união fraterna,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
Ou:
Guiados pelo Espírito de Jesus
e iluminados pela sabedoria do Evangelho,
ousamos dizer:
_____________________

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:


Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:


Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto, vivendo a esperança,
aguardamos a vinda do Cristo Salvador.

82
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:


Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai
e o Espírito Santo.
O povo responde:
AMÉM.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:


A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote
acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos e irmãs,
saudai-vos em Cristo Jesus.
________________________

83
Ou:
Como filhos e filhas do Deus da paz,
saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:
Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs
com sua cruz, saudai-vos
com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
No Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.
________________________
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos
outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o
ministro.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena


e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso,
que vamos receber,
nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.

84
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.

Ou
Agnus Dei qui tollis peccata mundi,
miserere nobis.

Agnus Dei qui tollis peccata mundi,


miserere nobis.

Agnus Dei qui tollis peccata mundi,


dona nobis pacem
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do
pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:


Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me dos meus pecados e de todo mal;
pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue,
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;

85
mas, por vossa bondade,
sejam sustento e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre
a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.


________________________

Ou:
Felizes os convidados para ó Banquete nupcial do
Cordeiro.
Ou:
Eu sou a luz do mundo;
quem me segue não andará nas trevas,
mas terá a luz da vida.
Ou:
Quem come minha Carne e bebe meu Sangue
permanece em mim e eu nele.
Ou:
Provai e vede como o Senhor é bom;
feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Ou:
Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu:
se alguém come deste Pão,
viverá eternamente.
________________________

Eis o Cordeiro de Deus,


que tira o pecado do mundo.

86
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em
silêncio:

Que o Sangue de Cristo


me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco


elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.

o que vai comungar responde:


AMÉM.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do
mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito


prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o


canto da comunhão.

Antífona da comunhão Jo 17,11


Pai santo, guarda no teu nome os que me deste,
para que sejam um como nós, diz o Senhor.

87
88
CANTO DE COMUNHÃO

Oh vinde, Espírito Criador,


as nossas almas visitai
e enchei os nossos corações
com vossos dons celestiais.

Vós sois chamado o Intercessor,


do Deus excelso o dom sem par,
a fonte viva, o fogo, o amor,
a unção divina e salutar.

Sois doador dos sete dons,


e sois poder na mão do Pai,
por ele prometido a nós,
por nós seus feitos proclamais.

A nossa mente iluminai,


os corações enchei de amor,
nossa fraqueza encorajai,
qual força eterna e protetor.

O Nosso inimigo repeli,


e concedei-nos vossa paz;
se pela graça nos guiais,
o mal deixamos para trás.

Ao Pai e ao Filho Salvador


por vós possamos conhecer.
Que procedeis do seu amor
fazei-nos sempre firmes crer.

89
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito
purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:


Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um


momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de
louvor.

CANTO PÓS-COMUNHÃO

Adoro-te, ó Cristo, Deus no santo altar


Neste Sacramento vivo a palpitar.
Dou-te sem partilha, vida e coração,
Pois de amor me inflamo, na contemplação.

Tua divindade não se viu na cruz.


Nem a humanidade, vê-se aqui Jesus.
Ambas eu confesso como o bom ladrão
E um lugar espero na eterna mansão.

Dos teus sofrimentos é memorial.


Este pão da vida, pão celestial.
Dele eu sempre queira mais me alimentar.
Sentir-lhe doçura, divinal sem par.

90
Ora, te contemplo sob espesso véu.
Mas desejo ver-te, bom Jesus no céu.
Face a face um dia, ei de te gozar.
Nessa doce pátria, e sem fim Te amar.
AMÉM.

91
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se
ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão".

O Bispo
Ó Deus, esta comunhão na Eucaristia
prefigura a união dos fiéis em vosso amor;
fazei que realize também
a comunhão na vossa Igreja.
Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:


AMÉM.

92
ORAÇÃO A SÃO MIGUEL ARCANJO

São Miguel Arcanjo,


defendei-nos no combate.
Cobri-nos com vosso escudo
contra os embustes e ciladas do demônio.
Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos.
E vós, príncipe da milícia celeste,
pelo divino poder,
precipitai no inferno a satanás
e a todos os espíritos malignos
que andam pelo mundo
para perder as almas. Amém.

93
BENÇÃO SOLENE FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços,


saúda o povo:
O Senhor esteja convosco.

O povo responde:
Ele está no meio de nós.
O diácono ou, na falta dele, o próprio sacerdote poderá fazer o
convite com estas ou outras palavras:
Inclinai-vos para receber a bênção.

Em seguida, o sacerdote estende as mãos sobre o povo, profere


as bênçãos e, ao terminar, todos aclamam: AMÉM.

94
O Bispo:
Abençoe-vos Deus, Pai todo-poderoso,
que vos fez renascer
da água e do Espírito Santo
e vos tornou seus filhos e filhas adotivos,
vos conserve dignos do seu amor de Pai.

O povo responde:
AMÉM.

O Bispo:
Abençoe-vos seu Filho Unigênito,
que prometeu que o Espírito da verdade
permaneceria na Igreja,
e vos confirme com sua força
na profissão da verdadeira fé.

O povo responde:
AMÉM.

O Bispo:
Abençoe-vos o Espírito Santo,
que acendeu o fogo do amor
nos corações dos discípulos,
e vos conduza, unidos num só corpo
e sem tropeço, à alegria do reino de Deus.

O povo responde:
AMÉM.

95
O Bispo abençoa o povo, dizendo:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠Santo.

O povo responde:
AMÉM.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo


as mãos:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
___________________________
Ou:
A alegria do Senhor seja a vossa força;
ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ou:
Glorificai o Senhor com vossa vida;
ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ou:
Em nome do Senhor,
ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Ou:
Levai a todos a alegria do Senhor ressuscitado;
ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
___________________________

O povo responde:
GRAÇAS A DEUS.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no


início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de
despedida.

96
97
CANTO FINAL

O Espírito do Senhor está sobre mim


O Espírito com unção me consagrou
O Espírito me enviou
para anunciar o Evangelho
A alegre mensagem da Salvação

O Espírito do Saber está sobre mim


Para ser a luz a guiar o meu caminho,
Me dá uma língua nova
Para anunciar aos homens
A sua Palavra de Salvação

O Espírito de Fortaleza está sobre mim,


Pra testemunhar ao mundo sua Palavra,
Me dá a sua coragem

98
Para anunciar pelo mundo
A gloriosa vinda do seu Reino.
O Espírito do Temor está sobre mim,
Para que eu testemunhe vosso perdão,
Purifica meu coração
Para anunciar aos homens
As obras grandiosas do Senhor.

99
100
EXÉRCITO BRASILEIRO

ACADEMIA MILITAR
DAS AGULHAS NEGRAS
RESENDE - RJ

CAPELANIA
NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
E DA MEDALHA MILAGROSA

101
102
PÁSCOA ACADÊMICA
2022

103
104
SANTA MISSA

SOLENIDADE DO
SANTÍSSIMO CORPO E
SANGUE DO SENHOR

CORPUS CHRISTI

105
A Solenidade de hoje nos reporta à Quinta-
feira Santa, quando Jesus instituiu a
Eucaristia. O Pão dos Anjos, como muito
oportunamente é chamada a Eucaristia por
Santo Tomás de Aquino, deve fazer-nos
refletir sobre a necessidade deste alimento
para nossa alma e sobre a pureza interior,
condição necessária para que a Eucaristia
realmente nos alimente.

106
PRELIMINARES

O comentarista diz:
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

O povo responde
Para sempre seja louvado!

O comentarista diz:
Solenidade de Corpus Christi, na Páscoa da
Academia Militar das Agulhas Negras. Amados
irmãos e irmãs, sejam bem-vindos. “Como é com,
como é suave, os irmãos viverem juntos e bem
unidos”. A Solenidade de hoje nos congrega
novamente e nos reporta à noite bendita da
Quinta-feira Santa, quando Jesus, nosso Senhor e
Deus, instituiu a Eucaristia, mistério de amor e de

107
vida nova no Espírito Santo. O “Pão dos Anjos”,
como muito oportunamente é chamada a
Eucaristia por Santo Tomás de Aquino, deve
fazer-nos refletir sobre a necessidade deste
alimento para nossa alma e para nossa pureza
interior, condição necessária para que a Eucaristia
realmente nos alimente e nos faça progredir no
amor oblativo. Alegres por causa desta esperança
e certos de que o Senhor Jesus, Rei e Senhor
vitorioso marcha sempre à nossa frente nesta Casa
de Líderes e Escola de Valores, iniciemos a
Solene Santa Missa.

Durante a procissão inicial, a Banda Sinfônica da AMAN


executará o HINO PONTIFÍCIO, ao termino do qual, se
necessário for, a Equipe de música Litúrgica complementará o
ingresso do Celebrante, dos concelebrantes e demais ministros,
com o Canto de Entrada.

CANTO DE ENTRADA COMPLEMENTAR - CORAL


Marcha da Igreja - Pe Adilson J. Kuntzler

Reunidos em torno dos nossos pastores,


Nós iremos a Ti!
Professando todos uma só fé,...
Armados com a força que vem do Senhor,...
Sob o impulso do Espírito Santo,...

108
Igreja Santa, Templo do Senhor
Glória a ti, Igreja Santa!
Ó cidade dos cristãos,
Que teus filhos, hoje e sempre,
vivam todos como irmãos!

Com os romeiros de Nossa Senhora,...


Com os nossos irmãos sofredores,...
Com os Padres que sobem ao Altar,...
Com os Padres que partem em missão,...

De nossas fazendas e nossas cidades,...


De nossas montanhas e nossas baixadas,...
De nossas cabanas e pobres favelas,...
De nossas escolas e nossos trabalhos,...

Com nossos anseios e nossos desejos,...


Com nossas angústias e nossas alegrias,...
Com nossa fraqueza e nossa bondade,...
Com nossa riqueza e nossa carência,...

Curvados ao peso do nosso trabalho,...


Curvados ao peso de nosso pecado,...
Confiantes por sermos os filhos de Deus,...
Confiantes por sermos os membros de Cristo,...

109
Imediatamente após a incensação inicial do Altar, antes da
saudação inicial da Missa, ou seja, assim que o bispo chegar
a sua sede, o comentarista diz:

A Bandeira Nacional entrará neste ambiente


agora sagrado. Convidamos os presentes a se
voltarem para o corredor central, onde dará
entrada o Pavilhão Nacional.

O porta-bandeira e o porta-estandarte (e as bandeiras


históricas, caso haja) se deslocam para o presbitério, conforme
prevê o cerimonial militar.

Chegando ao presbitério e fazendo-se frente à assembleia, a


banda executará o Hino Nacional após o seguinte comentário:

Orgulhosos de formarmos esta Nação, cantemos o


Hino Nacional.

A banda executa o Hino Nacional. Terminado o Hino


Nacional, o comentarista anuncia a entrada do Andor de Nossa
Senhora Aparecida no pátio, rumo ao Presbitério.

Ainda antes da “Saudação inicial” da Missa, o Comentarista


diz:

Irmãos e irmãs, a Imagem Peregrina de Nossa


Senhora Aparecida, presente na cidade de
Resende, desde a manhã de ontem, será agora

110
conduzida por nossos cadetes e também ingressará
neste Pátio Marechal Mascarenhas de Moraes.

A Mãe Aparecida percorre os caminhos da fé a


nosso lado, guiando-nos no caminho da paz. Há
mais de 300 anos ela nos oferece as suas bençãos
às terras e trabalhos resendenses. Há muitas
décadas, ela está aqui nesta data festiva para nos
ofertar o seu amor de Mãe e a sua intercessão
generosa de Rainha Celestial. Com alegria,
recebamos a imagem de Nossa Senhora
Aparecida, cantando.

A Equipe de Música Litúrgica entoa:

VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA,


SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!

AQUI ESTÃO VOSSOS DEVOTOS,


CHEIOS DE FÉ INCENDIDA,
DE CONFORTO E DE ESPERANÇA,
Ó SENHORA APARECIDA!

VIRGEM SANTA, VIRGEM BELA,


MÃE AMÁVEL, MÃE QUERIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS,
Ó SENHORA APARECIDA!

111
Acompanhemos, agora, no silêncio orante, a
saudação inicial da Santa Missa, na voz de nosso
Arcebispo Militar, Dom Marcony Vinícius
Ferreira.

112
RITOS INICIAIS

Antífona de entrada Sl 80,17


O Senhor alimentou seu povo
com a flor do trigo
e com o mel do rochedo o saciou.

Terminado o canto de entrada e as cerimônias militares


regulamentares, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz,
enquanto o sacerdote diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:
AMÉM.

113
O Bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja
convosco, diz:
A paz esteja convosco.

E o povo responde:
O AMOR DE CRISTO NOS UNIU.

Ou se preferir, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-


o com a seguinte fórmula:
A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco.

O povo responde:
Bendito seja Deus
que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado


poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
Segue-se o ato penitencial. O sacerdote convida os fiéis à
penitência:
O Senhor Jesus, que nos convida
à mesa da Palavra e da Eucaristia,
nos chama à conversão.
Reconheçamos ser pecadores
e invoquemos com confiança
a misericórdia do Pai.

114
ATO PENITENCIAL (cantado)

Senhor, verdadeiro corpo,


nascido de Maria Virgem,
tende piedade de nós, tende piedade de nós.

Kyrie, Kyrie, Kyrie eleison. (2x)

Cristo, o pão vivo descido do céu


para a salvação do mundo,
tende piedade de nós.

Christe, Christe, Christe eleison. (2x)

Senhor, viático da Igreja peregrina


e penhor da glória futura,
tende piedade de nós, tende piedade de nós.

Kyrie, Kyrie, Kyrie eleison. (2x)

Segue-se a absolvição sacerdotal:


Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:
AMÉM.

115
GLÓRIA - (F. Roniel)

Glória a Deus nas alturas


E paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, Rei dos céus,
Deus Pai todo poderoso:
Nós vos louvamos, vos bendizemos,
vos adoramos, vos glorificamos,
Nós vos damos graças, por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
Tende piedade de nós;
Vós que tirais o pecado do mundo,
Acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
Tende piedade de nós.
Só vós sois o Santo, só vós, o Senhor,
Só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo,
Com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai.
Amém!

116
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote, abrindo os braços, reza a oração;

Senhor Jesus Cristo,


neste admirável sacramento,
nos deixastes o memorial da vossa paixão.
Dai-nos venerar com tão grande amor
o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue,
que possamos colher continuamente
os frutos da vossa redenção.
Vós, que sois Deus com o Pai,
na unidade do Espírito Santo.

Ao terminar, o povo aclama:


AMÉM.

117
118
LITURGIA DA PALAVRA
O leitor dirige-se ao ambão (púlpito) para a primeira leitura,
que todos ouvem sentados.

PRIMEIRA LEITURA

Trouxe pão e vinho.

Leitura do Livro do Gênesis 14,18-20


Naqueles dias:
Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho
e como sacerdote do Deus Altíssimo,
abençoou Abrão, dizendo:
'Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo,
criador do céu e da terra!
Bendito seja o Deus Altíssimo,
que entregou teus inimigos em tuas mãos!'
E Abrão entregou-lhe o dízimo de tudo.
Palavra do Senhor.

119
Todos aclamam:
Graças a Deus.

(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para


meditação.)

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

120
SALMO RESPONSORIAL

Sl 109,1.2.3.4 (R. 4bc)

Solo: Tu és eternamente sacerdote


segundo a ordem do rei Melquisedec!
Todos: Tu és eternamente sacerdote
segundo a ordem
do rei Melquisedec!

Palavra do Senhor ao meu Senhor:


'Assenta-te ao lado meu direito
até que eu ponha os inimigos teus
como escabelo por debaixo de teus pés!' R.

O Senhor estenderá desde Sião


vosso cetro de poder, pois Ele diz:
'Domina com vigor teus inimigos; R.

tu és príncipe desde o dia em que nasceste;


na glória e esplendor da santidade,
como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei!' R.

Jurou o Senhor e manterá sua palavra:


'Tu és sacerdote eternamente,
segundo a ordem do rei Melquisedec!' R.

121
122
SEGUNDA LEITURA

Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes


deste cálice proclamais a morte do Senhor.

Leitura da Primeira Carta de São Paulo


aos Coríntios 11,23-26

Irmãos: O que eu recebi do Senhor foi isso que eu


vos transmiti: Na noite em que foi entregue,
o Senhor Jesus tomou o pão
e, depois de dar graças, partiu-o e disse:
'Isto é o meu corpo que é dado por vós.
Fazei isto em minha memória'.
Do mesmo modo, depois da ceia,
tomou também o cálice e disse:
'Este cálice é a nova aliança, em meu sangue.
Todas as vezes que dele beberdes,
fazei-o em memória de mim'.
Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão
e beberdes deste cálice,
estareis proclamando a morte do Senhor,
até que ele venha.
Palavra do Senhor.

Todos aclamam:
Graças a Deus.

123
SEQUÊNCIA DE CORPUS CHRISTI

(Na forma mais longa; ou na forma abreviada, a partir de:


** Eis o pão ...)

Terra, exulta de alegria,


louva teu pastor e guia
com teus hinos, tua voz!

Tanto possas, tanto ouses,


em louvá-lo não repouses:
sempre excede o teu louvor!

Hoje a Igreja te convida:


ao pão vivo que dá vida
vem com ela celebrar!

124
Este pão, que o mundo o creia!
por Jesus, na santa ceia,
foi entregue aos que escolheu.

Nosso júbilo cantemos,


nosso amor manifestemos,
pois transborda o coração!

Quão solene a festa,


o dia, que da santa Eucaristia
nos recorda a instituição!

Novo Rei e nova mesa,


nova Páscoa e realeza,
foi-se a Páscoa dos judeus.

Era sombra o antigo povo,


o que é velho cede ao novo:
foge a noite, chega a luz.

O que o Cristo fez na ceia,


manda à Igreja que o rodeia
repeti-lo até voltar.

Seu preceito conhecemos:


pão e vinho consagremos
para nossa salvação.

125
Faz-se carne o pão de trigo,
faz-se sangue o vinho amigo:
deve-o crer todo cristão.

Se não vês nem compreendes,


gosto e vista tu transcendes,
elevado pela fé.

Pão e vinho, eis o que vemos;


mas ao Cristo é que nós temos
em tão ínfimos sinais...

Alimento verdadeiro,
permanece o Cristo inteiro
quer no vinho, quer no pão.

É por todos recebido,


não em parte ou dividido,
pois inteiro é que se dá!

Um ou mil comungam dele,


tanto este quanto aquele:
multiplica-se o Senhor.

Dá-se ao bom como ao perverso,


mas o efeito é bem diverso:
vida e morte traz em si...

126
Pensa bem: igual comida,
se ao que é bom enche de vida,
traz a morte para o mau.

Eis a hóstia dividida...


Quem hesita, quem duvida?
Como é toda o autor da vida,
a partícula também.

Jesus não é atingido:


o sinal é que é partido;
mas não é diminuído,
nem se muda o que contém.

*Eis o pão que os anjos comem


transformado em pão do homem;
só os filhos o consomem:
não será lançado aos cães!

Em sinais prefigurado,
por Abraão foi imolado,
no cordeiro aos pais foi dado,
no deserto foi maná...

Bom pastor, pão de verdade,


piedade, ó Jesus, piedade,
conservaí-nos na unidade,

127
extingui nossa orfandade,
transportai-nos para o Pai!

Aos mortais dando comida,


dais também o pão da vida;
que a família assim nutrida
seja um dia reunida
aos convivas lá do céu!

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

ALELEUIA 4 - Mons Frisina

Solo: Aleluia, aleluia, aleluia!


Todos: Aleluia, aleluia, aleluia!
Solo: O nosso cordeiro pascal,
Jesus Cristo, já foi imolado.
Celebremos, assim, esta festa,
na sinceridade e verdade.
Todos: Aleluia, aleluia, aleluia!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no


turíbulo.

O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se


diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.

128
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente
o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho ✠
e do Espírito Santo.

O diácono responde:
AMÉM.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar,


reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração
e os lábios, para que eu anuncie dignamente
o vosso santo Evangelho.

129
EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado,


se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e
diz:
O Senhor esteja convosco.

O povo responde:
Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e,


depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,
segundo São Lucas.

O povo aclama:
Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o


livro e proclama o Evangelho.

Lc 9,11b-17

Todos comeram e ficaram satisfeitos.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo


segundo Lucas.
Naquele tempo:
Jesus acolheu as multidões,
falava-lhes sobre o Reino de Deus

130
e curava todos os que precisavam.
A tarde vinha chegando.
Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus
e disseram: 'Despede a multidão,
para que possa ir aos povoados e campos vizinhos
procurar hospedagem e comida,
pois estamos num lugar deserto.'
Mas Jesus disse: 'Dai-lhes vós mesmos de comer.'
Eles responderam:
'Só temos cinco pães e dois peixes.
A não ser que fôssemos comprar comida
para toda essa gente.'
Estavam ali mais ou menos cinco mil homens.
Mas Jesus disse aos discípulos:
'Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta.'
Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram.
Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes,
elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os
e os deu aos discípulos
para distribuí-los à multidão.
Todos comeram e ficaram satisfeitos.
E ainda foram recolhidos doze cestos
dos pedaços que sobraram.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:


Palavra da Salvação.

131
O povo aclama:
Glória a vós, Senhor.

O diácono leva o livro ao Bispo que o beija, rezando em


silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho
sejam perdoados os nossos pecados.

Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a seguinte


profissão de fé:

SÍMBOLO APOSTÓLICO

Creio em Deus Pai todo-poderoso,


criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
que nasceu (todos se inclinam) da Virgem Maria.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da virgem Maria;
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado.
Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus;
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

132
Creio no Espírito Santo;
na Santa Igreja católica;
na comunhão dos santos;
na remissão dos pecados;
na ressurreição da carne;
na vida eterna.
Amém.

133
134
ORAÇÃO UNIVERSAL

O Bispo:
Irmãos e irmãs,
elevemos a nossa oração a Jesus Cristo,
que, antes de Se entregar pelos homens,
celebrou com os discípulos a Ceia Pascal,
e digamos, iluminados pela fé:
Cristo, pão do Céu, dai-nos a vida.

O povo responde:
CRISTO, PÃO DO CÉU, DAI-NOS A VIDA.

135
O leitor diz:
1. Pelas Igrejas de todo o mundo, para que sejam
congregadas na unidade da mesma fé em torno
da Santíssima Eucaristia, oremos ao Senhor.

O povo responde:
CRISTO, PÃO DO CÉU, DAI-NOS A VIDA.

O leitor diz:
2. Pelo Papa, pelos bispos, presbíteros e diáconos,
para que façam, em memória de Jesus, o que
Ele mandou ao celebrar a sua última Ceia,
oremos ao Senhor.

O povo responde:
CRISTO, PÃO DO CÉU, DAI-NOS A VIDA.

O leitor diz:
3. Pelos homens de todos os povos e nações, para
que o Sangue derramado na cruz os purifique
das obras mortas do pecado, oremos ao Senhor.

O povo responde:
CRISTO, PÃO DO CÉU, DAI-NOS A VIDA.

O leitor diz:
4. Pelos pobres, pelos doentes e aflitos, para que
haja quem os defenda e socorra e lhes recorde

136
que só em Deus se encontra a paz, oremos ao
Senhor.

O povo responde:
CRISTO, PÃO DO CÉU, DAI-NOS A VIDA.

O leitor diz:
5. Por todos nós aqui reunidos em assembleia,
para que a celebração da Eucaristia do Senhor
nos dê a esperança de O contemplar na
eternidade, oremos ao Senhor.

O povo responde:
CRISTO, PÃO DO CÉU, DAI-NOS A VIDA.

O Bispo conclui a Oração Universal dizendo:


Senhor Jesus Cristo,
que alimentais continuamente a vossa Igreja
com o mistério do vosso Corpo e Sangue,
concedei-lhe a graça de encontrar
a verdadeira alegria
na riqueza infinita dos vossos dons.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:
AMÉM.

137
138
OFERTÓRIO DE SÍMBOLOS ESCOLARES

Precedendo o pão e o vinho, os cadetes apresentam os


Símbolos das Armas, Quadro e Serviço do Corpo de Cadetes
da Academia Militar das Agulhas Negras.

Sem nada dizerem, depositam os símbolos diretamente no


lugar para eles destinado.

Outros cadetes levam e entregam diretamente às mãos do


Bispo, no Presbitério, os dons para a Santa Missa (pão, vinho e
água). Ao fazerem a entrega, retiram-se do presbitério e
retornam a seus lugares.

Infantaria: Mochila e coturno


Cavalaria: Boina preta e par de botas
Artilharia: Goniômetro-bússola e binóculo
Engenharia: Chapéu de pontoneiro e remo

139
Intendência: Ração operacional e farda
Comunicações: Falcon III e switch militarizado
Material Bélico: Cofre de ferramentas e biela

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Canto de Preparação das oferendas

Que poderei retribuir ao Senhor


Por tudo aquilo que Ele me deu?
Oferecerei o seu sacrifício
e invocarei o Seu santo nome.

Que poderei oferecer ao meu Deus


Pelos imensos benefícios que me fez?
Oferecerei o seu sacrifício
e invocarei o Seu santo nome.

Eu cumprirei minha promessa ao Senhor


Na reunião do povo santo de Deus.
Oferecerei o seu sacrifício
e invocarei o Seu santo nome.

Vós me quebrastes os grilhões da escravidão


E é por isso que hoje canto o vosso amor.
Oferecerei o seu sacrifício
e invocarei o Seu santo nome.

140
Preparação das Oferendas

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam


no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o


pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons
para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um


pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.


Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em
voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d'água no


cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.

141
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco
sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos
e que para nós se vai tornar vinho da salvação.

Coloca o cálice sobre o corporal.


Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em
voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:

De coração contrito e humilde,


sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o


diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em


silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas
e purificai-me de meus pecados.

142
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo
as mãos, o sacerdote diz:
Orai, irmãos e irmãs,
para que o sacrifício da Igreja,
nesta pausa restauradora
na caminhada rumo ao céu,
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso

O povo responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome, para nosso bem e de toda
a santa Igreja.

143
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre
as oferendas:

Ó Deus,
que pelo pão e vinho
alimentais a vida dos seres humanos
e os renovais pelo sacramento,
fazei que jamais falte este sustento
ao nosso corpo e à nossa alma.
Por Cristo, nosso Senhor.

O povo aclama:
AMÉM.

144
PREFÁCIO DA SANTÍSSIMA EUCARISTIA I
Eucaristia, sacrifício e sacramento de Cristo

O Senhor esteja convosco.


Ele está no meio de nós.

Corações ao alto.
O nosso coração está em Deus.

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.


É nosso dever e nossa salvação.

Na verdade, é justo e necessário,


é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre em todo o lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
por Cristo Senhor nosso.

145
Ele, verdadeiro e eterno sacerdote,
oferecendo-se a vós pela nossa salvação,
institui o Sacrifício da nova Aliança
e mandou que o celebrássemos
em sua memória.

Sua carne, imolada por nós,


é o alimento que nos fortalece.
Seu sangue, por nós derramado,
é a bebida que nos purifica.
Por essa razão, os anjos do céu,
as mulheres e homens da terra,
unidos a todas as criaturas,
proclamamos, jubilosos, vossa glória,
cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:

Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo!


O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana in excelsis! (2x)
Bendito aquele que vem, em nome do Senhor!
Hosana in excelsis! (2x)
Em todas as missas, o sacerdote deverá proferir com voz
inteligível a Oração eucarística; poderão ser cantadas aquelas
partes que, segundo o rito da concelebração, forem apropriadas
ao canto.

146
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, ó Pai, vós sois santo


e fonte de toda santidade.
Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:

CC Santificai, pois, estas oferendas,


derramando sobre elas o vosso Espírito,
Une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao
mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem para nós


o Corpo e ✠ o Sangue de Jesus Cristo,
vosso Filho e Senhor nosso.

147
O povo aclama:
Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote une as mãos.


Estando para ser entregue
e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado
sobre o altar, e prossegue
ele tomou o pão,
deu graças
e o partiu
e deu a seus discípulos,
dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena,
fazendo genuflexão para adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo,
ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco
elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos,
deu graças novamente
e o deu a seus discípulos,
dizendo:

148
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA
E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO
POR VÓS E POR TODOS,
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-a sobre o corporal fazendo
genuflexão para adorá-la.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!

O povo aclama:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte
e proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!
Ou:
Todas as vezes que comemos deste pão
e bebemos deste cálice,
anunciamos, Senhor, a vossa morte,
enquanto esperamos a vossa vinda!
Ou:
Salvador do mundo, salvai-nos,
vós que nos libertastes
pela cruz e ressurreição.

149
O sacerdote, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, a memória
da morte e ressurreição do vosso Filho,
nós vos oferecemos, ó Pai,
o pão da vida e o cálice da salvação;
e vos agradecemos
porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
O povo aclama:
Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

E nós vos suplicamos


que, participando do Corpo e Sangue de Cristo,
sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.

O povo aclama:
Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

1C Lembrai-vos, ó Pai,
da vossa Igreja
que se faz presente pelo mundo inteiro:
que ela cresça na caridade
com o papa Francisco,
com o nosso bispo Marcony Vinícius
com seu bispo auxiliar José Francisco
com Dom Luiz Henrique, (Bispo desta Diocese)
e todos os ministros do vosso povo.

150
O povo aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
______________________

Nas missas de fiéis defuntos pode-se acrescentar:


Lembrai-vos do vosso filho(a) N., que (hoje)
chamastes deste mundo à vossa presença.
Concedei-lhe que, tendo participado da morte de
Cristo pelo batismo,
participe igualmente da sua ressurreição.

O povo aclama:
Concedei-lhe contemplar a vossa face!
______________________

2C Lembrai-vos também
dos (outros) nossos irmãos e irmãs
que morreram na esperança da ressurreição
DE NOSSOS MILITARES BRASILEIROS
O soldado executa o toque de Silêncio.
Após o toque, o concelebrante continua:
e de todos os que partiram desta vida:
acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.

O povo aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

3C Enfim, nós vos pedimos,


tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna,

151
com a virgem Maria, mãe de Deus,
e São José seu castíssimo esposo,
com os santos apóstolos
e todos os que neste mundo vos serviram,
a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

O povo aclama:
Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

CP ou CC Por Cristo,
com Cristo,
em Cristo,
a vós, Deus Pai todo poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda a honra e toda a glória,
agora e para sempre.

O povo aclama:
AMÉM.

152
RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote


diz unindo as mãos:

Obedientes à palavra do Salvador


e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:
______________________

Ou:
Rezemos, com amor e confiança,
a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ou:
O Senhor nos comunicou o seu Espírito.
Com a confiança e a liberdade de filhos,
digamos juntos:

153
Ou: Antes de participar do banquete da Eucaristia,
sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
Ou:
Guiados pelo Espírito de Jesus
e iluminados pela sabedoria do Evangelho,
ousamos dizer:
______________________

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:


Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:


Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto, vivendo a esperança,
aguardamos a vinda do Cristo Salvador.

154
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é O reino,
o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:


Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito
Santo.
O povo responde:
AMÉM.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:


A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote
acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos e irmãs,
saudai-vos em Cristo Jesus.
________________________
Ou:
Como filhos e filhas do Deus da paz,
saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.

155
Ou:
Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs
com sua cruz, saudai-vos
com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
No Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.
________________________
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos
outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o
ministro.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena


e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,


o Cristo e Senhor nosso,
que vamos receber,
nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.

156
Ou
Agnus Dei qui tollis peccata mundi,
miserere nobis.

Agnus Dei qui tollis peccata mundi,


miserere nobis.

Agnus Dei qui tollis peccata mundi,


dona nobis pacem
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do
pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:


Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me dos meus pecados e de todo mal;
pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue,
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;
mas, por vossa bondade,
sejam sustento e remédio para minha vida.

157
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia e, elevando-a sobre
a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
________________________

Ou:
Felizes os convidados
para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Ou:
Eu sou a luz do mundo;
quem me segue não andará nas trevas,
mas terá a luz da vida.
Ou:
Quem come minha Carne e bebe meu Sangue
permanece em mim e eu nele.
Ou:
Provai e vede como o Senhor é bom;
feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Ou:
Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu:
se alguém come deste Pão,
viverá eternamente.
________________________

Eis o Cordeiro de Deus,


que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).

158
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo. Depois, segura o cálice e reza em
silêncio:

Que o Sangue de Cristo


me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco


elevada aos que vão comungar, diz a cada um:
O Corpo de Cristo.

o que vai comungar responde:


AMÉM.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do
mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito


prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o


canto da comunhão.

159
CANTO DE COMUNHÃO

Isto é o meu corpo entregue por vós;


este é o cálice da nova aliança
no meu sangue, diz o Senhor.
Fazei isto em memória de mim.

O Senhor é o pastor que me conduz;


não me falta coisa alguma.
Pelos prados e campinas verdejantes
Ele me leva a descansar.

Para as águas repousantes me encaminha,


e restaura as minhas forças.
Ele me guia no caminho mais seguro,
pela honra do seu nome.

Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,


nenhum mal eu temerei;
estais comigo com bastão e com cajado;
eles me dão a segurança!

Preparais à minha frente uma mesa,


bem à vista do inimigo,
e com óleo vós ungis minha cabeça;
o meu cálice transborda.

Felicidade e todo bem hão de seguir-me


por toda a minha vida;
e, na casa do Senhor, habitarei
pelos tempos infinitos.

160
A BARCA – Pe José Fernandes
Pescador de homens

Tu, te abeiraste na praia


Não buscaste nem sábios, nem ricos
Somente queres que eu te siga

Senhor, Tu me olhaste nos olhos


A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu, sabes bem que em meu barco


Eu não tenho nem ouro, nem espadas
Somente redes e o meu trabalho

Senhor, Tu me olhaste nos olhos


A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu, minhas mãos solicitas


Meu cansaço, que a outros descansem
Amor que almeja seguir amando

Senhor, Tu me olhaste nos olhos


A sorrir, pronunciaste meu nome

161
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Tu, pescador de outros lagos


Ânsia eterna de almas que esperam
Bondoso amigo, que assim me chamas
Senhor, Tu me olhaste nos olhos
A sorrir, pronunciaste meu nome
Lá na praia, eu larguei o meu barco
Junto a Ti, buscarei outro mar

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito


purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um


momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de
louvor.

162
CANTO PÓS-COMUNHÃO

Anima Christi, sanctifica me.


Corpus Christi, salva me.
Sanguis Christi, inebria me.
Aqua lateris Christi, lava me.
Paixão de Cristo, confortai-me.
Ó bom Jesus ouvi-me.
Dentro de vossas chagas,
escondei-me, escondei-me.
Não permitais que eu me separe de Vós.
Do espírito maligno defendei-me.
Na hora de minha morte, chamai-me, chamai-me.
E mandai-me ir para Vós,
para que, com Vossos Santos, Vos louve
Por todos os séculos dos séculos,
Amém. Amém.

163
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se
ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, abrindo os
braços, diz a oração "Depois da comunhão".

O Bispo
Dai-nos, Senhor Jesus,
possuir o gozo eterno da vossa divindade,
que já começamos a saborear na terra,
pela comunhão do vosso Corpo
e do vosso Sangue.
Vós, que viveis e reinais para sempre.
Ao terminar, o povo aclama:
AMÉM.

164
ORAÇÃO A SÃO MIGUEL ARCANJO

São Miguel Arcanjo,


defendei-nos no combate.
Cobri-nos com vosso escudo
contra os embustes e ciladas do demônio.
Subjugue-o Deus, instantemente o pedimos.
E vós, príncipe da milícia celeste,
pelo divino poder,
precipitai no inferno a satanás
e a todos os espíritos malignos
que andam pelo mundo
para perder as almas. Amém.

165
Imediatamente após a Oração a São Miguel Arcanjo, o
comentarista diz:

A Bandeira Nacional retirar-se-á do dispositivo


sagrado. Convidamos os presentes a voltarem-se
para o corredor central, por onde ocorrerá a saída
do Pavilhão Nacional.

Durante a saída do Pavilhão Nacional, a Banda Sinfônica da


AMAN executa os toques e hinos regulamentares necessários.

Terminada a saída da Bandeira Nacional, o comentarista


informa ao povo o procedimento a respeito da Procissão
Solene.

O comentarista diz:
Caros irmãos, chegou agora o Momento
Processional por excelência de nossa Páscoa
Acadêmica. Marcharemos com Cristo, seguindo
seus passos, meditando seus exemplos de
compromisso pela missão de salvação da
humanidade, relembrando suas palavras e seus
gestos de amor, solidariedade, justiça e paz.

Agora, de modo muito especial, seguiremos seu


Corpo vivo, que passa entre nós, como passava
pelas vilas, aldeias, casas e vidas na Terra Santa.
Também hoje Ele passa, perfumando de virtudes

166
divinas e de santidade as alamedas e os corações
de nossa abençoada Academia Militar das
Agulhas Negras, que vê em Jesus Cristo, seu
integrante mais ilustre e visitante mais importante.

Logo após a passagem dos ministros desta


Celebração e do Sagrado Pálio para a Trasladação
do Santíssimo Sacramento, que será seguido
primeiramente pela Imagem Peregrina de Nossa
Senhora Aparecida, teremos a nossa Banda e o
veículo com o serviço de som. Os demais irmãos e
irmãs poderão ladear nossa Banda Sinfônica e o
carro de som, ao longo do belo percurso pelas
alamedas de nossa querida AMAN.

Uma vez que tudo estiver disposto para o início da Procissão


Solene, o comentarista diz:
Com nosso Coral, cantemos e iniciemos a Solene
Procissão Acadêmica!

Quando o coral encerrar o primeiro canto (Vamos todos louvar


juntos), a banda executa suas primeiras músicas, alternando-
as, ao longo do percurso, com o serviço de som da viatura.

Será conveniente manter informado o Mestre da Banda e o


operador de som na viatura.

167
CANTO PROCESSIONAL INICIAL

Saída do Pátio Marechal Mascarenhas de Moraes


em direção ao Pátio Duque de Caxias

Enquanto os ministros e cadetes organizam o Pálio e o Bispo


desloca-se para iniciar a procissão Eucarística, o coro entoa o
seguinte hino:

Vamos todos louvar juntos


o mistério do amor,
pois o preço deste mundo
foi o sangue redentor,
recebido de Maria,
que nos deu o Salvador.

168
Veio ao mundo por Maria,
foi por nós que ele nasceu.
Ensinou sua doutrina,
com o povo conviveu.
No final de sua vida,
um presente Ele nos deu.

Observando a lei mosaica,


se reuniu com os irmãos.
Era noite, despedida, numa ceia: refeição.
Deu-se aos doze em alimento,
pelas suas próprias mãos.

A Palavra do Deus vivo


transformou o vinho e o pão,
no seu Sangue e no seu Corpo
para a nossa salvação.
O milagre nós não vemos,
basta a fé no coração

Quando o coral encerrar o canto, a Banda Sinfônica da AMAN


executa suas primeiras músicas, alternando-as, ao longo do
percurso, com o som da viatura.

Durante a procissão, seguem-se interlúdios sucessivos entre a


Banda Sinfônica da AMAN, com hinos variados de cunho
religioso e o carro de som motorizado, com a sequência
abaixo:

169
0. Händel Messiah - Hallelujah Chorus
1. Levantai-vos, Soldados de Cristo
2. Panis Angelicus
3. Povo Sacerdotal
4. Cantemos a Jesus Sacramentado
8. Hino Pontifício
5. Hino a Cristo Rei
6. Glória a Jesus na Hóstia Santa
7. Ave Verum

170
OUTROS HINOS

Chegados ao palanque do Pátio Duque de Caxias, o coral


deve estar em condições de entoar hinos (em substituição à
Banda Sinfônica e ao som da viatura. até que haja condições de
proceder à Benção Solene com o Santíssimo Sacramento.

Podem servir de hino para esse momento intermediário:

Cantemos a Jesus Sacramentado.


Cantemos ao Senhor.
Deus está aqui, dos anjos adorado,
adoremos a Cristo Redentor!

Glória a Cristo Jesus!


Céus e terra, bendizei ao Senhor!
Louvor e glória a Ti, ó Rei da Glória!
Amor eterno a Ti, ó Deus de Amor!

Jesus, acende em nós a viva chama do mais


fervente amor.
Deus está aqui, está porque nos ama,
como Pai, como amigo e benfeitor.

Unamos nossas vozes aos cantares


do coro celestial.
Deus está aqui, ao brilho dos altares,
exaltemos com gozo angelical.

171
Ou:
Glória a Jesus na Hóstia Santa,
que se consagra sobre o altar;
e aos nossos olhos se levanta
para o Brasil abençoar.

Que o Santo Sacramento,


que é o próprio Cristo Jesus,
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.

Glória a Jesus, Deus escondido,


que vindo a nós na comunhão,
purificado, enriquecido,
deixa-nos sempre o coração.
Que o Santo Sacramento,
que é o próprio Cristo Jesus,
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.

Glória a Jesus, prisioneiro


do nosso amor, a esperar,
lá no Sacrário o dia inteiro,
que o vamos todos procurar.
Que o Santo Sacramento,
que é o próprio Cristo Jesus,
seja adorado e seja amado,

172
nesta terra de Santa Cruz.
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.

173
BENÇÃO SOLENE
COM O SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Ao sinal de que tudo está completamente disposto para o início


da Benção Solene, e quando o Bispo começar a depor o
incenso no turíbulo para incensação ao Santíssimo Sacramento,
o coral entoa o hino Tão Sublime Sacramento:

Tão sublime Sacramento,


adoremos neste altar,
Pois o Antigo Testamento
deu ao Novo seu lugar.
Venha a Fé, por suplemento,
os sentidos completar.

174
Ao eterno Pai cantemos
e a Jesus, o Salvador,
Ao Espírito exaltemos,
na Trindade Eterno Amor.
Ao Deus Uno e Trino demos
a alegria do louvor,
Amém! Amém!

O Bispo:
Do céu lhes destes o Pão.

O povo responde:
Que contém todo sabor.

De acordo com as possibilidades, todos permanecem


ajoelhados. O Bispo, de pé, diz a seguinte oração:

Oremos. Ó Deus,
que neste admirável Sacramento,
nos deixastes o memorial da vossa Paixão,
concedei-nos tal veneração
pelos sagrados mistérios de vosso Corpo
e de vosso Sangue
que experimentemos sempre em nós
a sua eficácia redentora.
Vós que viveis e reinais
pelos séculos dos séculos.

175
O povo responde:
AMÉM.

O diácono ajuda o Bispo a se preparar para a Benção com o


Santissimo Sacramento. Entrega a custódia ao Bispo na
posição adequada para a Benção ao Povo.

Durante a Benção Solene, os ministros tocam a campainha de


modo suave e ininterrupto até o fim da Benção.

Em silêncio, o Diácono ajuda o Bispo a recolocar a Custódia


sobre o Altar e preparar-se, com microfone ligado, para as
Fórmulas de Desagravo ao Sacratíssimo Coração de Jesus,
acompanhadas e respondidas pelos cantores.

176
FÓRMULAS DE DESAGRAVO E LOUVOR
ao Sacratíssimo Coração de Jesus
(cantadas)

O bispo canta, em reto tom:


Bendito seja Deus.

O coro entoa com o povo:


Bendito seja seu santo Nome.

Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e


verdadeiro Homem.

Bendito seja o Nome de Jesus.

Bendito seja o seu Sacratíssimo Coração.

177
Bendito seja o seu Preciosíssimo Sangue.

Bendito seja Jesus no Santíssimo Sacramento do


Altar.

Bendito seja o Espírito Santo Paráclito.

Bendita seja a grande Mãe de Deus, Maria


Santíssima.

Bendita seja a sua Santa e Imaculada Conceição.

Bendita seja a sua gloriosa Assunção.

Bendito seja o nome de Maria, Virgem e Mãe.

Bendito seja São José, seu castíssimo Esposo.

Bendito seja Deus nos seus Anjos e nos seus


Santos.

O bispo inicia a oração:


Deus e Senhor nosso, protegei a vossa Igreja,

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O povo continua:
Dai-lhe santos pastores e dignos ministros.
Derramai as vossas bênçãos
sobre o nosso Santo Padre, o Papa,
sobre o nosso Arcebispo e seu bispo auxiliar,
sobre o nosso Capelão, sobre todo o clero,
sobre o Chefe da Nação e do Estado
e sobre todas as pessoas
constituídas em dignidade
para que governem com justiça.
Dai ao povo brasileiro
paz constante e prosperidade completa.
Favorecei, com os efeitos contínuos
de vossa Bondade, o Brasil,
este Ordinariado Militar,
esta Capelania,
a cada um de nós em particular
e a todas as pessoas
por quem somos obrigados a orar
ou que se recomendaram
às nossas orações.
Tende misericórdia das almas dos fiéis
que padecem no Purgatório.
Dai-lhes, Senhor, o repouso eterno
e brilhe para elas a vossa luz!

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O bispo reza: Pai-Nosso...
O povo reza: O pão nosso...

O bispo reza: Ave-Maria...


O povo reza: Santa Maria...

O bispo reza: Glória...


O povo reza: Como era no princípio...

Após estas orações, a Equipe de Música Litúrgica entoa


imediatamente o hino de ação de graças.

Enquanto isso, o Diácono recolhe o Santíssimo Sacramento da


Custódia e o guarda na Teca a fim de guardá-la no Sacrário.

HINO EM AÇÃO DE GRAÇAS

Glória a Jesus

Glória a Jesus na Hóstia Santa,


que se consagra sobre o altar;
e aos nossos olhos se levanta
para o Brasil abençoar.

Que o Santo Sacramento,


que é o próprio Cristo Jesus,
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.

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Glória a Jesus, Deus escondido,
que vindo a nós na comunhão,
purificado, enriquecido,
deixa-nos sempre o coração.
Que o Santo Sacramento,
que é o próprio Cristo Jesus,
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.

Glória a Jesus, prisioneiro


do nosso amor, a esperar,
lá no Sacrário o dia inteiro,
que o vamos todos procurar.
Que o Santo Sacramento,
que é o próprio Cristo Jesus,
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.
seja adorado e seja amado,
nesta terra de Santa Cruz.

Enquanto isso, o Diácono recolhe o Santíssimo Sacramento da


Custódia e o guarda na Teca a fim de guardá-la no Sacrário.

Logo após o recolhimento do Santíssimo Sacramento, o Bispo


pronunciará, ainda no mesmo mezanino de onde ministrou a
Benção Solene, a sua despedida ou o seu agradecimento ao
Comando da AMAN e aos fiéis presentes na Solenidade da
Páscoa Acadêmica.

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Ao final das palavras do Bispo, o coro, entoa festivamente um
breve o louvor mariano, ao final do qual a Banda Sinfônica
da AMAN executará algumas peças musicais, enquanto durar a
dispersão dos fiéis:

VIVA A MÃE DE DEUS E NOSSA,


SEM PECADO CONCEBIDA!
VIVA A VIRGEM IMACULADA,
A SENHORA APARECIDA!

AQUI ESTÃO VOSSOS DEVOTOS,


CHEIOS DE FÉ INCENDIDA,
DE CONFORTO E DE ESPERANÇA,
Ó SENHORA APARECIDA!

VIRGEM SANTA, VIRGEM BELA,


MÃE AMÁVEL, MÃE QUERIDA,
AMPARAI-NOS, SOCORREI-NOS,
Ó SENHORA APARECIDA!

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183
“VIVA CRISTO REI”

M
Militantis
ESPIRITUALIDADE PARA O BOM COMBATE

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