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e INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página 1 de 228

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Simulado I ,(3 ).
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(_ GUIA DA DISCIPLINA
e
e Esse guia tem por objetivo fazer uma apresentação geral acerca da disciplina e do material adotado
e para estudos no primeiro semestre de 2010. Leia os itens abaixo com atenção e procure um monitor em
(
e caso de dúvidas.
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e
e PROGRAMA 1

e O programa da Disciplina de Introdução à Economia é dividido em três módulos que estão


(
e
subdivididos em sete unidades. O primeiro módulo corresponde ao conteúdo da primeira avaliação
e,
e (unidades I e 11}, o segundo módulo (unidades Ili e IV} ao conteúdo da segunda avaliação por fim, o

e terceiro módulo (unidades V, VI e VII} ao conteúdo da terceira e última avaliação. Cada módulo está

e contido em uma apostila (apostila 1, li e Ili}. Todas as apostilas podem ser adquiridas na Copiadora da
e Economia, no ICC Norte.
( Na UnB esta disciplina é tratada em apenas um semestre, diferentemente de muitas universidades
e no Brasil, e abrange um conteúdo vasto e geral das Ciências Econômicas, sendo abordados diversos e
(
principais temas e conceitos dessa ciência, passando por questões microeconômicas (determinação de
(
e preços, tomada de decisões, custo de oportunidade e tradeoff, funcionamento dos mercados, mensuração

e dos preços e outros) e macroeconômicas (contas nacionais, comércio entre países, inflação etc. e passando
( por análise de bem-estar sócio-econômico e qualidade de vida) que darão ao aluno uma visão mais global e
e uma capacidade de entender e analisar melhor, aplicando esses conceitos e temas aprendidos, a economia
(_ da vida real, ao menos em sua forma mais simples.
e
e Esta é uma disciplina unificada, com mais de 1000 alunos de diversos cursos da Universidade de

e Brasília, sendo poucos os que cursam Ciências Econômicas. Por ter esse programa integrado esta disciplina

e requer alguns diferenciais, os quais podem ser vistos melhor na ementa da disciplina, como as provas
( unificadas, as aulas de exercício, a própria equipe de monitoria, o material didático integrado e outros, a
e fim de se obter uma melhor qualidade para um maior número de alunos.
(
e
e Funcionamento da disciplina

e Como disponibilizado na ementa da disciplina, os critérios de avaliação são baseados em três


e provas (cada uma valendo 100 pontos) que ocorrem ao decorrer do semestre com conteúdos já
( determinados acima e vistos nas aulas regulares com os professores e também nas aulas de exercícios
e
e
ministradas pela equipe de monitoria.

e
e 1
O programa é distribuído aos alunos na primeira aula do semestre, e também pode ser encontrado no site da
e disciplina, no HTTP://www.unb.br/face/eco/inteco.
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)
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Essas aulas ocorrem regularmente às terças e quartas-feiras2 (horários disponíveis na ementa) e .)

.)
funcionam para resolução de exercícios (da unidade corresponde) previamente selecionados das listas de
,;J

exercícios disponíveis nas apostilas, fixação da matéria já vista nas aulas regulares e tiragem de dúvidas. É
importante ressaltar que as aulas de exercício são para rever a matéria e resolver exercícios com a
finalidade de tirar eventuais dúvidas, sendo muito importante a resolução, ou pelo menos tentativa de
resolução, prévia desses exercícios. Desse modo, o aluno pode acompanhar muito melhor as aulas de .,,
exercícios e evita que as dúvidas se acumulem para a véspera das avaliações. Outro ponto importante a ser
ressaltado é que as aulas de exercício não são substitutas para as aulas regulares dos professores e para as
leituras dos textos, sendo as mesmas utilizadas como complemento disponível aos alunos. As listas de
exercício, como já dito anteriormente, estão disponíveis ao final das apostilas e seus gabaritos (e elas '
..)

próprias) são disponibilizados na Copiadora da Economia e no site da disciplina no decorrer do semestre.


Além das três provas, que juntas compõem 3/4 da nota final do aluno, os critérios de avaliação
estão baseados em seis controles de leitura (cada um valendo 20 pontos) aplicados em sala de aula e
..,
determinados pelos professores, podendo suas datas de aplicação serem avisadas ou não (fica a critério do
professor da turma). São aplicados dois desses controles antes de cada avaliação e eles são compostos por
questões referentes à matéria dada em sala pelo professor. Porém, na computação da nota final, serão
consideradas somente as cinco maiores notas dos controles, sendo descartada a menor delas
Para compor a nota final há mais um determinante: controles-extras. Esses controles são aplicados
nas aulas de exercício e funcionam como um bônus a ser adicionado às notas dos controles. Antes de cada
prova será aplicado um controle-extra com valor de 5 pontos em cada um dos horários de aulas de
exercícios. Dessa forma, o aluno poderá obter 15 pontos a mais em sua nota correspondente a controles
(com um máximo de 100 pontos que não pode ser ultrapassado) e não perde nada se não os fizer ou
obtiver nota zero. Porém, esses controles não são avisados previamente e cada aluno tem direito de J
responder um antes de cada avaliação (caso ocorra a resolução de dois controles-extras antes de uma .)

avaliação, será considerada a nota do controle de primeira data). Recomenda-se, por não serem avisados,
que o aluno escolha um horário da aula de exercícios e vá regularmente nesse horário para evitar perder os
controles-extras.
,.)

Material Didático
As apostilas do 2º 2009 já haviam sido alteradas substancialmente e as apostilas deste semestre
também foram amplamente alteradas, com inserção de textos novos e retirada de alguns textos mais
antigos, visando, como já iniciado no semestre passado, uma renovação do conteúdo e evitando ao
máximo a confusão trazida por textos conflitantes entre si, buscando adequar melhor o material didático
ao contexto e conjuntura brasileiros. Por isso, continuamos a recomendar que aqueles que estiverem .)

2 .)
Acompanhe as informações a respeito das datas de início e término das aulas de exercícios referentes aos três
módulos da disciplina por meio dos grupos de e-mails e dos avisos em sala. Informações sobre como se cadastrar nos )
grupos de e-mails serão dadas a seguir.

3
(
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e
( utilizando apostilas antigas, até mesmo as do semestre passado, confiram todos os textos por meio da
e ementa da disciplina e por meio da lista disponível no início de cada uma das apostilas deste semestre para
e
e
que possam disponibilizar a cópia dos textos novos para evitar maiores problemas, pois esses textos
diferentes das versões mais antigas, a maioria obrigatória, serão de conteúdos abordados nas avaliações.
Alguns desses textos diferenciados também serão disponibilizados em formato digital no site da disciplina
(
e (www.unb.br/face/eco/inteco).
e Além de textos novos, seguindo a ideia do semestre passado, cada unidade tem um texto inicial
e
e
com os principais tópicos e conceitos a serem vistos nela, servindo de guia para estudos de cada matéria.

e Além dos textos obrigatórios, ao final de cada unidade estão disponibilizados textos complementares e
reportagens comentadas referentes ao assunto estudado nas unidades. Desse modo, o aluno tem uma
(
e visão mais contextualizada e analítica do que foi estudado para o cenário econômico atual. No site da
( disciplina também estarão disponíveis reportagens, sites e leituras complementares referentes à matéria e
e aos temas abordados na disciplina.
e As listas de exercícios também foram alteradas, com exercícios, além daqueles presentes em
e versões antes de 2009, adicionados e mais atualizados com relação à conjuntura mundial atual. Juntamente
(
e com as listas de exercícios, estão disponíveis simulados ao fim de cada módulo com questões selecionadas
de avaliações anteriores para verificação do aprendizado da matéria e preparo para as provas.
(
(
Considerações fina is
e A equipe de monitoria está disponível para os alunos e os acompanha de perto durante todo o
(
semestre nas aulas de exercício, aulas de revisão, aplicação de provas e controles, tiragem de dúvidas, além
de servir como um link entre os alunos e professores e o próprio departamento de economia. Assim,
(
disponibilizamos, além de tudo isso, um grupo de e-mails para cada turma a fim de se agilizar o processo de
passagem de informações importantes e a comunicação entre alunos e monitor correspondente. Para se
e cadastrar nesse grupo de e-mails, entre no site da disciplina e acesse o link "Grupos de E-mails". Selecione
e sua turma e digite seu email para se cadastrar. Esse cadastro é importantíssimo, pois como dito acima, esse
é um canal de passagem de informações oficiais, como aplicação de controles e provas, dentre outros.
(
Cada turma é acompanhada de perto por um ou dois monitores, que estarão disponíveis no grupo
(
de e-mails e em um horário de atendimento semanal na sala da monitoria3, no departamento de Economia
e (ICC ala norte). Desse modo, qualquer dúvida referentes à correção de controles, à matéria ou ao próprio
(_
e
funcionamento da disciplina podem ser solucionadas via e-mail, via site da disciplina (pelo e-mail da
monitoria) ou via pessoal (no guichê da monitoria, nas aulas de exercício etc.).
Além do acesso regular à sua caixa de e-mails para se informar através do grupo de e-mails, é
(
( importante o acesso regular ao site da disciplina, pois lá são divulgadas as notas de provas, controles e

e 3
Os horários de atendimento são divulgados em sala e por e-mail.
(
e
(_
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controles-extras, informações sobre as provas, gabaritos {das listas de exercício e das provas), as próprias
listas de exercício, textos complementares e informações gerais sobre a disciplina e a equipe de monitoria.
É muito importante que o aluno alie as aulas de exercício e de revisão e as atividades da monitoria
com as aulas regulares dos professores, sendo a presença indispensável nestas. Desse modo, nas aulas
regulares há o melhor acompanhamento da matéria, aprofundamento e discussão do conteúdo com
diferentes pontos de vista e prévia experiência dos professores. Aproveitando tanto as aulas como as
outras atividades oferecidas o aluno terá um melhor aproveitamento do curso, tornando-se esse mais
interessante para sua formação.
A equipe de monitoria sempre está presente e é uma ótima oportunidade para aqueles que se
interessam pela matéria e por prática em docência. Na equipe, o monit�r tem a oportunidade de fixar
muito melhor a matéria, de ter mais contato com os professores, de ter a experiência de ministrar aulas
para muitos alunos adquirindo prática de docência, de estar em contato com muitas pessoas e de fazer
novos amigos. Então, aqueles que se interessarem no decorrer do semestre em ser monitor da disciplina
podem se inscrever para o processo seletivo no fim do semestre (mais informações serão dadas
posteriormente).
Procure-nos sempre que tiver quaisquer dúvidas.

Bons estudos e um bom semestre!

Patrícia Costa Rodrigues


Coordenadora Geral - Monitoria de
Introdução à Economia - 1º/2010

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( UNIDADE 1
(
e
e Na unidade 1, serão discutidos conceitos iniciais ao estudo da Economia. Apesar de bastante simples, é

l uma unidade extremamente importante para a compreensão das unidades posteriores, visto que os conceitos
e aqui estudados serão aplicados em várias outras situações.

e
O enfoque da unidade está na definição do que é a Economia, o que ela estuda e é apresentada a noção

de "homem econômico", aquele que adota o chamado "comportamento maximizador'', ou seja, que quer

e maximizar seus benefícios e minimizar seus prejuízos. Essa será a construção teórica que será utilizada para o

estudo da Economia daqui por diante. Embora seja uma noção altamente controversa e haja muitos argumentos
e
que a combatam tenazmente, o "homem econômico" é uma abstração necessária para que a análise econômica
(
( seja desenvolvida.

{ Será inicialmente discutido o conceito de tradeoff, que envolve o conflito entre a escassez e a

e necessidade de se fazer uma escolha. Por meio das noções de produtividade e custo de oportunidade, serão

( estudadas as idéias de vantagem absoluta e vantagem comparativa. Isso será importante na Unidade VI, sobre
( Economia Internacional. Lá, você verá como é possível que os países se beneficiem do comércio internacional por
( meio do princípio das vantagens comparativas, conforme desenvolvido pelo economista David Ricardo no início
(
do século XIX.
(
Além disso, será feita uma divisão conceituai entre os tipos de bens disponíveis, entre bens livres e bens
(
econômicos, bens intermediários e bens finais, bens de capital e bens de consumo. Por fim, será apresentada a
(
representação gráfica das possibilidades de produção e consumo (com a Curva de Possibilidades de Produção -
e
{ CPP - e a Linha de Possibilidades de Consumo - LPC), e a sua relação com a noção de custo de oportunidade e as

de vantagens absoluta e comparativa.

( Por fim, atente para a distinção entre igualdade e equidade, e entre "economia positiva" e "economia

normativa", focando em suas características e aplicabilidades no reconhecimento de uma análise econômica.


e
( Ao término de seus estudos, faça os exercícios da Lista de Exercícios número 1, ao final da apostila, para
( fixar a matéria, aprofundar um pouco o conteúdo e conferir se você entendeu bem os conceitos.
e
e
Bons estudos!
(
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e O CURSO DE INTRODUÇÃO À
e
e ECONOMIA
(_
( Flávio R. Versiani
(, Com a colaboração de Bruno C. Rezende e Patrícia C. Rodrigues
( Março/2010

Você está iniciando agora o curso de Introdução à Economia. O objetivo da disciplina é


( apresentar alguns conceitos e instrumentos de análise que facilitem o entendimento de
( fenômenos econômicos, na realidade que nos cerca.

e
Entendendo a economia. Questões econômicas têm importância evidente na vida de todos
( nós. Por exemplo: a probabilidade de que boa parte de uma turma de formandos na Universidade
(
e obtenha um bom emprego depende, essencialmente, do ritmo de expansão da atividade

( produtiva no País - ou seja, da taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (o PIB, cuja
( definição e forma de medida vamos estudar). Quando a produção aumenta, as empresas
necessitam de mais operários, mais técnicos, mais funcionários administrativos, etc., o que
incrementa a criação de novos postos de trabalho. O crescimento do PIB em geral aumenta
(
também a demanda por serviços do governo, assim como a receita de impostos, o que facilitará a
abertura de concursos para o preenchimento de posições no serviço público.
(
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Num mundo crescentemente globalizado, o crescimento econômico de outros países
e também nos afeta. Por exemplo: o extraordinário desenvolvimento da economia chinesa, no
período recente, tem produzido vários efeitos sobre a economia brasileira, uns favoráveis, outros
(
não. No lado positivo, a demanda chinesa por vários de nossos produtos induziu aumentos de
(
( produção, de emprego e de lucros em setores como o de minério de ferro: a Vale do Rio Doce,
( maior exportadora mundial desse produto, cresceu muito nos últimos anos - gerando empregos
e
e divisas -, em boa parte devido à expansão do mercado chinês, e vai-se tornando uma das
e
(
'- maiores empresas mundiais no setor mineral. No lado negativo, indústrias como a de calçados têm
sido prejudicadas pela concorrência da produção chinesa, especialmente no caso de artigos mais
e baratos; em regiões como Franca, no estado de São Paulo, onde se localizam muitas fábricas de
e
e calçados, isso se reflete em redução do emprego.

e
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e
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Variações de preços podem também, claramente, influenciar o bem-estar de cada um, de


formas diferentes: aumentos de preço em geral sãó ruins para quem compra, mas bons para
quem vende. A alta do petróleo, até recentemente (o preço internacional do produto mais do que
quadruplicou, entre o início de 2004 e meados de 2008), penalizou consideravelmente os
consumidores, ao mesmo tempo em que trouxe grandes ganhos para os países exportadores e as 0·1··.
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empresas exploradoras. Outra alteração importante de preços, nos últimos anos, resultou da
queda no valor do dólar em reais (a taxa de câmbio). Isso tem dificultado a vida dos exportadores
brasileiros (já que suas vendas externas valem menos, em reais), mas favorecido os consumidores
de produtos importados, como computadores ou equipamento industrial (o que tem, aliás,
facilitado a modernização de empresas nacionais}, assim como o turismo no exterior.

Entender melhor o que se passa na economia é, assim, um objetivo importante. É bom


sabermos o que está por trás de uma conjuntura benéfica - empregos abundantes, ausência de
inflação, redução na desigualdade e na pobreza, etc. - ou de uma situação desfavorável. Não só
por uma curiosidade natural - a curiosidade intelectual é um poderoso incentivo à busca do
conhecimento, como sabemos. - mas principalmente por que, como cidadãos, temos a
possibilidade de influir na determinação de políticas governamentais relacionadas ao campo
econômico. O Estado tem uma influência decisiva sobre muitos aspectos da economia de um país.
Se entendermos um pouco melhor os fenômenos econômicos, estaremos mais bem armados para
exercer nossas escolhas quanto às formas de ação do Estado sobre o sistema econômico (por
exemplo: o processo de privatização deve continuar? o que fazer com o déficit da previdência
social? como distribuir os gastos do governo?). E procurar fazer valer tais escolhas pelo voto, nas
eleições.

O Estado e a economia. O Estado intervém de várias formas na economia. Por exemplo: as


três esferas de governo (federal, estadual e municipal) captam, atualmente, quase 40% do total de
rendimentos recebidos pelos brasileiros, sob a forma de impostos. O modo como o governo gasta
essa parcela tão substancial dos recursos disponíveis tem efeito direto sobre o crescimento da
economia: se uma parte importante é aplicada em investimentos (ou seja, no aumento da
capacidade de produção: expansão ou melhoria da infra-estrutura de transportes, da geração e
distribuição de energia, da oferta de serviços básicos de educação e saúde, etc.), isso criará
condições favoráveis ao crescimento; ao contrário, se houver má alocação dos recursos
(
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<� governamentais, assim como ineficiência e desperdício nos gastos públicos, o efeito será
C desfavorável. O tamanho da fatia apropriada pelo governo é também uma questão relevante; uma
redução na carga de impostos (pelo aumento de eficiência no dispêndio governamental, por

( exemplo) poderá estimular a demanda dos consumidores e o investimento privado.

( Outras políticas governamentais também afetam diretamente a economia, como a política ., 3


e
monetária - fixação da taxa básica de juros, regulação do sistema financeiro, etc. -, a política de

C relações com o resto do mundo - envolvendo a forma de determinação da taxa de câmbio, o


lançamento de impostos sobre o comércio exterior, etc.-, e assim por diante.
(
(
Ademais, instituições do Estado têm grande influência sobre os agentes econômicos. O
e Judiciário, por exemplo, intervém de várias formas nas relações econômicas - quando, por
exemplo, arbitra conflitos entre credores e devedores, empregados e patrões, contribuintes e o
(
e fisco -, e a eficiência ou não da prestação de justiça pode ter efeito favorável ou desfavorável

e para o funcionamento do sistema econômico. Analogamente, instituições relativas à regulação de


e certas atividades produtivas, ao aparelho tributário, a normas administrativas variadas - sobre a
abertura e fechamento de empresas, por exemplo -, tudo issa pode ou favorecer ou interpor

r obstáculos a iniciativas dos agentes econômicos privados. Nas últimas décadas, a importância

( econômica do bom funcionamento de instituições, como as mencionadas acima, tem sido


destacada por vários economistas influentes: para alguns autores, por exemplo, esse é um

e elemento central na explicação do crescimento econômico diferenciado dos países da América do

e Norte e Europa Ocidental, ao longo dos últimos séculos.


(

e
Não menos importantes são as ações governamentais visando reduzir a desigualdade na

e distribuição de renda e prestar assistência à parcela mais desfavorecida da população,

( especialmente num país tão desigual como o nosso.

e Assim sendo, é importante procurar entender essas influências de medidas do Estado

e sobre a economia, para que possamos nos posicionar sobre elas.

Pode-se aprender algo relevante em um semestre? Alguns de vocês, em particular os


(
futuros economistas, vão cursar depois outras disciplinas de Economia, e terão acesso a
(
instrumentos de análise mais elaborados do que os vistos nesta disciplina. Mas são uma minoria:
e
(
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para os demais, Introdução à Economia será a única exposição sistemática à teoria econômica, em
seu curso de graduação. Pode-se esperar que, para essa maioria de alunos, o nível de
entendimento dõs questões postas acima (ou de outras igualmente relevantes) tenha um
acréscimo significativo, com uma disciplina apenas? É uma dúvida razoável.

Pode-se dizer que a resposta à questão acima é positiva - num certo sentido. Não que o ,r:t
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curso de Introdução à Economia possa fornecer uma explicação bem definida sobre, por exemplo,
por que a economia brasileira tem crescido pouco, nos últimos vinte anos, depois de ter tido uma
das taxas de crescimento mais altas do mundo, na maior parte do século XX; ou por que o preço
do petróleo cresceu tanto, até 2008. De fato, nem em cursos mais avançados seria possível obter
respostas nítidas a essas perguntas. Em Economia, como em geral nas ciências sociais, não há
certezas matemáticas sobre as causas dos fenômenos estudados; geralmente existem diversos
fatores causais, e não é fácil determinar quais os predominantes, especialmente no caso de
fenômenos mais complexos. Nos casos acima, especificamente, pode-se dizer que não há
consenso entre economistas sobre o que tenha sido a causa principal dos fenômenos indicados.

Por outro lado, há importantes mensagens relacionadas à abordagem analítica adotada em


Economia que podem ser transmitidas, e bem absorvidas, mesmo num curso introdutório. Três
merecem destaque especial.

A busca do maior ganho. A primeira se refere à forma como a teoria econômica


estiliza o comportamento dos agentes econômicos (ou seja, de quem produz, vende, compra,
consome - indivíduos, organizações, empresas produtivas). A hipótese básica adotada é a de que
esses agentes têm o que se pode chamar de comportamento maximizador; suas ações são, em
essência, determinadas pela busca de uma maximização do ganho: maior lucro, maior renda,
maior quantidade de bens para consumo, maior satisfação derivada desse consumo, etc., com o
menor custo possível. Os trabalhadores preferem maiores salários a salários pequenos, e os
capitalistas maiores lucros a lucros menores. Todos buscam maximizar seus ganhos - levadas em
conta, naturalmente, as restrições dadas pelos recursos disponíveis, pelas oportunidades abertas a
esses agentes, e pelas informações de que estes dispõem com relação a tais oportunidades.

Essa idéia tem, sem dúvida, severas limitações como uma explicação geral do
comportamento humano: é fácil pensar em indivíduos, ou coletividades, cujas ações derivam

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· .:dos·:-efeftôs·:: b_e11MJ�qsA_�::su�;.1hj:c:i�tiva.\E_ ó que_"cha�an:iós -:.i; · _ · _-_:. ·
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Página 12 de . 228 . ..
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- �astíssirila:literatu·(� enip_írica- qtJ�,- part_indo.·desse ·pre·;sup-osto; ol:>tém-bons-resàltad'os_;_do -ponio
. -_ d� . vist9 de_ s� á -ad�q�aç��}·º::�__uh-do :;:�_1- e á.ci- s�-rí���-��:�n-J�'.-�-i<::._-::-::�: ,�:. '.- ·..: ·.: .: -�- ·: ·_ :/i/ · -:: ,':_.;_.�: . :: _.· .
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ení. ger a1- ·agi�· buséan:
-

.· - .Orá. ;·isso t�f1i .gr�n_ qe -· refev§�cra- . '.prática.: ,se·i�s:pe_s·


- .s-qas cost��a- � dÓ_ o. · ·_·/_ 6
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.
.
.. . . . . . .

ma.ior- ga-nho - indiviq"µ�I, dãí-déc� ' ��e -qu_�:él�s- re�p·o�derão -� "incentivos econômicos� Por e·x�rJipló: -� . :�--� -
-
-
se 0 preço de-um
-
h�� -�:
·-:�b-�� :·u;to_ s�-� tJ�o a·�;e�tã>. e p�_rt�nto ��de-se· e?;erar;.��e �e- �_- --- :-.- · _=_
d�-
:·co�sl!m<? diminua.,.E o cor-i_trário;- se õ 1:freço. ·t1i: És�iis \ef�çõ:es slm.ple{de c�us�- é efeitô abrerrj_' - __
caminho_ pará. o entend/me_�to de·. ur.il-��pl� -ço.njun}� de. .f.enô�enos _"( e n§o apenas,fenõm�nos -: - : ..

_econô�icos· ) e p�d��.:-ta�:b_�m : ,'.infor��-:�,�e:did��-d:e·�:?;íti�:;:'_ ::_: \_·-::.,: ;.; · . /_·>,,


.- ·:_.-'::<:;�· · '.: -� ·. ·:_,:-.-_ ·__--., · :
...
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. ...·. · ..

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. Dois. e·xempfos�::tóp icps· ·p. odem "il�str}r: e/,. âJiâ��� :.abr· �nger:ite -deÚa . rel_ .cJção·:·e:ntr•e;_::·a_ . -.· :_�... :·
. .- é. c/�;;��-i;6 ·-.._ > /.·
. . .. . .

-6-_. '(oi.J des·i���nt"i��Ve�ó-riõrr/ié6:�:- �-���;�e;ç-ão- subsetjü��t


. .·

: introdução .i�um i�- éenii�


. :

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.
.· - .
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.
·se refere ao ·comp
. · orÚmento
. de pr-ófessores de ·ensino füridame·�tal .nós Estados i.Jn,dos, diarité-�da - : .· - .. .· . . ·.

.
. - . ' .. _, . • . . . . . . -. ·.· . .. . : . . . . . . -=

·-introduç§o de um _. sisteriia ·: de: ; estes. (àd�ta.êlo� ·en � vários _e-?tados>_daquel�. país) . q�é preVl( .:- ·
.;_ . --
í
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-- . ... .
réc�mperis�s - p�ra as·. - e��cola? �ÚjÓ;: �lü�os se _sa íss · : be-
� _ / e jj�r1aliaa _
· _ e m
�.·
des�
. para a'q uelas: �nde .
ok : - _. . ";'
·resultádos fossém :·- rnaüs·..·_-lss�-5. ince!7fivos··· ·(pos-
. . . . . -
. . . . . .. . _ . . . . - . .· - ·· . . . _. .

á_tingiarri .<ta· �
·
- . . - : . - -..

iti0os ---pu -·he


_ gafÍvo_
. s) : .9ém !. 8�
. : .

- . ,. . .. .

professores_ de tur-;,;_as -i�:�ú�i- duais: em. ça?OS extremos,· ele� pÔ'cleriam sér · de-mitidos.,\Jrn - estudo.-, _·-
.

-
: . q�e :u;;,- i�ce�tiv�
- -
��ô�ii;��- f�;� �-�·���-� '�-e;t; 'Q��'�
- . - - -
. rS-d:e�-� ��f�ssor_
.
·
- ��\;;� o-tj_�e� m
- t
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,:j:�:�6 ·�;{�-.��--�:<· :._:·_-�--
· ·
··.c:OrJiporta·m�_�tó .c it.àdo.i6��n�; _;C>r-: ;e-�- -iq�e�i�:s�--P�;s'o a1/�f�d á •- q i;É/i�Ú��º, é:lir�t-��:�-�f;?â: �ti ê:/\:::-·_:'/:.�
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· . ·
Apesar. de o_ grupo:d� · "fra. u.g�dores téCsido :prqporc,io�alrn-erite p_eque□o,·is_so. teve __con·seqüênc,ias:_>.-. / · .- -
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.çãJ��q ��,;�\�i�çõeS Ú c�Us.'�e.efliit� ... -
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- _n�--d�se�ho - d� ��Htic-;s p�:blica�/Dimi��_Ír - -� pr�,�-aga:iifo did6��ç��-:�;�u�l�ente . t- raris-�i��í;�-i� é ::. __..
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_- _ . tertai"nente
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um objetivo impbrt ante -de· pdlítica .:....:: s ive� qe, po _ econôm• i cà,-
.

inçlu _ iftica :p is tais


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- : ,: �oléstias im�;em um �u��ô;�leva�o a -s6�i�d�de: T��:
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- :
.
sido-_ . � - b s��v� - d o que·�- coiis� - m õ d e bebidas .
· . . .

-· : alcóólicas_
.

_ gaçãÓ,- na medid a . .que és-tà associád_o- à uma .maior _>-:_- º�Jm


- .

po/ joyens favorece_. tal pI·opà


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. -
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\nçidência
..
"de(rilàçõe . "
s· séxu�i-s sém -- protéçãc. Ness-É f se-n. tidd; ',..oder-se-iêi supor que um .aument� •. 7.
.
. . . .

seu- .c�nsu -
·

- _ _ - no preço d-e .bebidas,. .desestimular1do_


_ , . .

- · mo;. pudesse:inflúir
: . . .

- �a difusão daquélas �óléstias:


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- _:Pois \im estudo cuidadoso,.tom técni_ cas
. . . .
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es�atís�icas que e:: o ntrolam
. . .. . . .. . .

o efeito d e outros possíveis -


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.fatores cá us is� - che ou·


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exata mente a- essa çóndúsão:- �{ m aior' incidência de - impostos sobre


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- s�xu-alm-en�e trans�issíveis_ 2 -: --_


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c�r�eja. está. ;el�ci;nad� a uma �e n�� ocÔrrência - d � doeriçàs


. - ·- , -
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- EsseS- e><emplÓs suger�m_.que a- h_i pó-tese �ornportamehtal _básica da aná l ise económica não - -
.

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�mpírjcà�
-
r,
- só-tem ·relevância - �:�rl1 situ�ções imais và�iad�s, -éoino . -
pode. indica r i�strUme ntos- para.: - - -- :. --
.

.· -
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à consecução de -obJetivos o_ e :política _ ·Parç1 dar outro exémplO:_:�uitos la-rnent�-ni a p�ática, tão_ - . .. :_
-
. -
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-ou símbo
.. . -

. disseminada em nossas gran - des. _cidades, da pichação dé - paret!es-


. - - com iniciais . . l os,-às
l_ . -

.
. .
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. .

e -v.ezes- cb�:o-formà de c_omp_etição entre-:turnias qe- ãdo_lescerites_> Se. . se. - julgá necessário combat�r:
. . .

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· __ esse· hi·bitó, isso p á derá - sef f - eito com - c -a nj:Í-a-n h as _ educ-ativ-á s (como ã :c ar'. a cterizada pe â fr as�
-

-. -
. .
(
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.

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. .

- :;;Picass_o nao- pichàvá''./adotadà-_eJil Brasilia); r:rià-s Uf:7 fcon6mJstá céttamente -súg-erir_i�,_tarnbém,


. .
( .

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adoção de um a alíquota �ais art_


a no-imposto sobre .â venda de tu -bos de ti�ta - sob pressão. Isso_
(
_ _ .
. ..

º�: ânfrrí�: :dós(pidiadóres �m prdsseg!Jir c�m- - es-fa :- - for _a· __.. f- ãó - - p�


.

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c�'m cert�za -�· re�uz[r.ià_ - m ucq�


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-_ recomendável - - :- . ' - -- - -
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de e xpressão_pesso a_ . i:.: \_-


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_ a _:certa _· -·.:-_.:- _ ·
_ strni_�pfo:� �� :�8 IJc�/:1eu _ âin,he_i�o-/e -u?l
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( _ /-_: -:_ f�-rrn�::--o_bvia�-ent�)-éix9�_ de --â pÍJ�á�tc/lm - - :iri�estim-er:itos-_-.ité-; çi at:i�:os:- � -
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9/,4.lcoho!_ Çonsumprion- an __ .\:-:-- _ . ::- _


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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página 14 de 228

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É�-mà · n;çã·o' :;_i�,p�es� ie\ -��::�odé �t�:a�l-i�-�d�:-�� vi�i;_? c· i���:�-s�â�:tJ9s:_�mas d/���u���;·a
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· s·exta-feira à n_oite provavelmeote.terão um custo de oportunidade maior ôo que . ná s egunda-feira; .'· -. _ .
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p�is �s-�hances d� fazer .
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-· --·. ·.---,::
. --· ·;,.·::. - . . -
,,.-. - ._ ;.:.�- --�-. �:--:'_, ...�.. � --'

' A rel�vâ-�cia d�-�s� corit�Jo·: e�- Éc�:néi:��id�cci;r�. d� fa-�o)�:q�� ás a\i�\s;�s �-;{á;i�t:;s .


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eco·nô·micos -freqüenterrie:nte · env�·ly�rii- esc;lhas; é-· po_rtant_ó:com· p a
· �a_ç õé� entr_ � :: a lt e rri' � _t iv 9 Sé :
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.- .. 'só te�. -ho .R.; $15- ,oÓ:
. rio- ��;º · - . e-:�d��igel� �s
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. �- . :. --- .. · . > .. .
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. . . - - _ · · -. · - --
entrada) ou toma: � : cervej� coni' .Os .amigos, .a idâ � º ció·
e �� " é .ó custo� de o· p ortúnidade -a�
_ . _._ riiinha : · · ·: ..
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escolha de ir ao bar. o.· à_rça_me�ta: anual q-�- U:. niã_o défi�:_e .:umç_ [m�Ortâl'}c;ia_globaL-qüe_:ci_. �ye �o� rk
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tod�s os gastos -d� go��r- no fed--�r· al-;n.aq�eÍ- e �nó; :se id�d��o·:· d� c�nstri;'/u-�: RÚpit;, · ad;-�1b.-· .r· · ta.1 -
.

-- -
·
.
. .. ' ·::·

implicar, suponhamos, ·a· n�o: ·pavimentação · de unia rodovia· aé 30 km,' ess�· _é o·· . ·�u- s��' de:
. :· -
oportu�idade da decisãcfpel� hos pital. : --_,. · _ :_.- :_'.. .. ·.
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Col�cado dessa f�rma; o coriê:eito�ode v1a1:· s·em gra�âe sub�tâ�çia- a�-àlíüc�:/t-ro --� · - -
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enfan�o, VE?mosi com fr�quênciá:: s�r deix�da de:Jadú a_· id_êia 6'ási�a;:aí_ ..�� pr.;ss-�,,·□�\ü/j�,r:�· - f�z�r ·_· .-;-. ·
· d�-i�ai: d�-- f�ze/���â · p:�u�:· - · - _
uma coisa é preciso, q - � ase s. é�p�er . - �nvol'{e :n� ; ces�a�ia�:
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corifro"nto entre alfernàtiva ·s. ·o. uantàs ve. zes n'ão:ouvímôs 'políüc· os . afirmar
. . em que \odas _ é!S _-suas � -. .:..- _·..
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. propostas d°e gasto públic:o. s)o absÓl-u_tamênte necessar.iàs, 'r:,ada é.dispénsá_v_el , ':'��-- imp.oftâ_ric:ii_de
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is·s·a. não é a pe
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· nas retócic�- � m-uit�;- decis-ões soh�e · o orç:a· m
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· ent çi d·o·· gov'erriÓ _si�: tcn:;-idás·;se� -
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· rnnsi: dera�ão -d��-��u - cu�tÓ;_ _têr�6s/:dos·· g�·st�s::qu�_ d�i;·�•m de__. s_�>-�f:iu,�d�/-·-�i�pê�-�io; :� ;·
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. A votàçãO._dó·orç:a· ,rne'.n'téi;ao'..gôiierno-ªélevê (ôu:�dê'vér.i�fsêr· o:M"odiehto:·de!<:ônsfctê:r:a2.êss�s::_,:·-:./··<.
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010
- · - . - · . - : · - . Página 15 de 228
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C: - - : : ' Gà·stos passados'. �fa Um d_�ba'te_;sobre �;-.:tonstr_u_ç·ã"o; Ou "n§o, de:um·a outra .�sina nuclea�
e· _: ->_ ·:p�r;· p�oduçãó - .

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.-de e�érgi�-é;ét:;ici,:_êrr]Â�'gr: d6s Re/s. C�nterÍas de Qiilhões:·de dólares já fora� �'.': __··:; - à -
. - . . . . . . .

e ·:: -__ ·investido$ J)O p_rojetó, e. alguns·_defe.bllai-n·qLJe,.:dado" que j� ·se gastou tânto, mãis vale ·completar a .·.· .• ·�-º'11 ·
. .

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:obr�: ou haverá um en- or;;,e· des- perdíéio: d?s,feçufso _ s jê3 despe_ ndidqs. Ora; di'rá V(?éê, .isso é úm- . :_- -
. . .

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.
-
.

e
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· argumento e · conoinié:amenté falho: Oque :es- tá ga·sto está ga�to; iss-o não de-ve influi_r ·na: deeisão de: - - -_
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·deve-'Jndagar é sê ós bénefícios derivadás do in�estimento


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·finalizar ou não · o · projeto:· ü°Cqúe - >-


e
. . . . . . . . . . .

adicional _ que: s·erá necessárlo pa�a. ·finaiizá•r: o .reator compensarão os custos-_respéctivos, em:_
e
. - . .- ·
' -. . . . . .

to.nfronto coni outras formas - a·e geração :dé �nergia - (O_ü seja, uma cómp ração· desse .
.
e investimento marginal com seu·· custo de oportunidade)°,· Se -isso não for verdade, o ·certQ -é· : ·; ·_ ·:
à

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e
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abandonar o projetá, -e _fnvestir em· outro. ·Poder-se_-á culpar quem tomou decisões erradas no-_
e
. .
- . - .
- , .

· • p�ssadb; mas�i;só ·não deve· servir' de motivo ·pãra ó"utra decisã� errada, no presente. O raciocínio.
e
e v�le -tanto par� inyesti�éntos éstat i�'(conió é jYcasô '.de Arigra}"co·nio p;jrã ·um in�êstidor - privado� -.·.
. . . . •, . - . ' .
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- . ovidci pelo _ l ucro. -"'.: ._ -...

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.. -- �.- - En�rgia ,;velha". Outro ã�gume�t6qúe às\ ezes �e Óuve com relaçao·á investimentos feitOs·
(
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no passado referé-se:a· Lisinas,hidroêlétricas �onstruíâas· anos afr�s: arguri-1enta-se que, como o,:

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- � n� ca.:o: d� u�� .us-in:}�-e; cé�_!io�.s�:r�ída: '.o�;,·,_a uii�� antiga Úoduz -en-�'rgfa; ��raum fluxo):/:_ -- _
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.
-�d/�end�,
- é' pode"rá• sé'r·ve·nçlida·(e
.
· i/e·v_ehtuai compradoºr vai quere'r tira"r d�la" Li� 'r:en_ dimento
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C. :-· .-'.: ::_ó··__ - -��
- . - ·
mp�n-sa·d�· )·.-��-r a �e� .i�j�-st���nt/\ai'::o�/;e ����truí�i�- � flia i�sin�-:�ov-ai., .N â6fa�- á� sentido :_� - __ -
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C - .-. _-:- _- eéon�m ?· ?rç · º _o � : �s n• � _ · :(�� �_::V � : ·o �ró_p ro · g?vefrno) a- t�f um r_éto"rr�o mai· �--- � : _
ic f ar o d o n
· a i vel ha ita e e s r
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C '··b� · decidir ��6_ r q/ �e�dS pel� ' en e·rgiâ - d{ suas
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q� •.co hs Õm,enJ mU ita e leÍr)cÍô a él �, C0 ffio � d é'' /' .

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(gi.-rúJ e; �m,;a dorei s.ão; p�f �xé��fo, ,;d1striis

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e : ,":_ , - se"r;instªládo nú aja fá brita_,()� --�hid{de dé"_p.re:staçãêY�de serviços_(c_or:ncr _um
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA

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custos do - · "mel_hor possível" com os_ .benefícios cleriva_ dos -dessa escolh_a..·_PO?_e ser um que·
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· e��ip�-h1_ento · Ql,Je não sej_a �: -


- últim:a palaV�a, rnas te.11ha t_- 1rn· c�s.t_o_ n:ien9r,· seja � · :· ó pção · mais _ ·
-
·
.'\d_eqüª çla.·. Eficiência, do p_on.tó ;·de vista ecci-nômjco,_ nec:�_?sariame_�t� envolve a c9ns[deraç_ão de.·
custos. -····.

·
_ ma situaçã� comu�,_ nesse �- àntexto,_ de_�ôrre:de\·ª�-�_l}ações téc:nicâs das·cOndições de
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· ·

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operação de
. ·
fábricas .instalaqas no passado.: É freqü�n_te_ ;::esp,eciàfm-.ente no c�s�_- de .indústrias·.
tradic.iónais, como a de._ tecidos, qüe avaliaç�es· desse · tipb, :féit_as por' �ngenhe(ros · ou · técnico�: .
- - .- . ·
- -
.

.
especializados, .produzam relatórios ,m_uito crhiécis�. m_.. e-ncioí:iand:·:o.-· equipamento; ·1/ obsol.et;s";
. . .
. · .
· instala·ções "ultrapassadas',- e aconselhando um .reequipamento' -radical. Esses relatórios.
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ç;stumam servi_r de-
base
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a inic_iativas:_govérrràmentais - . -..tje- e�timular. nielhorias.
·...- -. , nessas _ a
. - - . .

indústrias, como a bectu�êl d�. uma .linha : de crédito .lfreqüe'i:- 1tenie�te.· súbsidiada) para.
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financ:ia_r. .d�r.eequipamento. No entanto, muitas vezes a maquinaria existente, embora de fato .


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tecnicamente obsoleta, pode ainda produzir uma receita acimadé seu custo de operação. Ou_ seja:
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·. - gera lucro p�ra o dono·d_a f_ábrica. Faz sen_ tiçlo substitüÍr �:5sâs.máq�in�s? Pode ser qÚe ó. cústo ·de
. óportunidade desse imí�stiniento séja :excessiv·o: a. fir�a. fariã- - nielhcir aplicando ·_:seus
. r�çursos
.__· ·disponíveis· de outra forrna. . n·a-9
. . .

tornem o .
.

ser quê os· subsídios oferecidos pelo governo


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- ·; mas nesse iasa são Óí.itra vez os co�tribuint�s que--· ·
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reequipamento atraente, para o ·eni f) res�rio


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estarão . ;s:sumindo o ônu�' \, -��;s:/ éas.{ o �n�-�·/d��_:. G:;t\��e�il�- ento :� icorÍ-o mi�;mer{t� ._- '-� -
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. . _: .· :· .-- . -��rso·-�ntr�d utório,. -c�-�o: � �;·s��;,::: q��-:
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pag�m�ntos) e de;> cálculo de _ índices_ : de::pre�os._
·A Q.uarta._Uniçlcid_e trata de noções.de-economia
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(. . _ mo���ária:,_fonçõ"es dá-' �oe·da· - e fe�ô�-éhos: �:ónetá�iô�,-- �sp-eciàlmen�e .-�- -inflá_ção.::.A Quinta
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( :· . :-' : �--·· .m�ci-oecondniià "abert�. fin�l�ente,:-a· Sétim-a: Unid ade úàça: üm. bré�-e panora�a dá·-·- evolu·ç·ão .
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recente da ecoriomi? · brasileira, •ir.,duindo uG7a· vi�âo: sobre -:a ·desigualdadé
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. . . �-·. . ·_ -: ' _-: ..

e ·: <'.. ALGUNS. .ÇONCEITOS


. . -- . . BÁSICOS DE·ECONOMIA
. .·,_- . ... .
· .
.

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Ma rço/2010-.
-
(
"A moral,"pod�-se dJzer, representa o modo con:io as pessoas gostariam que o mundo · . ·
. - . �- ..
- enquanto ·a Économia [repre.senta � modo) como eÍe r.ealmente funciona." . .- .
Stephen J. Freakon·omics_.-New York: HarperTorch,_2006.. :
funcionasse
( _ O LEVITT, Steven D.DUBNER,
.

e
(
Você está ·iniciando seus estudos· de Economia, t e:
( ·O que é Economia?
- -· .

-. . -· alvez. já tenha se.

e perguntado: o que· é Economia? A. Economia é uma.-� ciênci�i-qú� ·:surge a partir; .de �ma·.questã�.
.,

. .
. -.
.

e
. .

_ a afixação de_ recu·rsos esca��os: Põ_r_ recur·sos ,-_ enténde�s� não apen·as
,

ap�rentemente rrí_uito simples:.


.

- -
e. dinheiro_ re·cu�sõs. fi�-anceiros, ·mas t_ àmbérri "diS f:) O�ibilidade d� -- nia.téria�primà� trab�lli�do/es: terrenos
e
e etc. E, como hem s:e sabe, os recursos :são ÍimitadÓs .. Ainda que você
. - -
seja a pess�a'rnals _ric� :do
.
. mu11do; ·su�
- - .. .
(
�arta· bandria_ te_m �m valor que indiéã a qúa.ritidade:má�lrrià de· _�ecu�sôs q�·e você .pôcle éorripr�r (n:,esm_o .
·
.
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(
.· _.
( que _ela séja, n�ss�- ca·so; enorme). Como _ é 'pos_ síve_l:, portanto, viver ef11 um mundo coin- r�cÚ�-sos �scassos? · / :--
.
Escássez n.ão .diz respeito a. pe. nas à· potencial- 'falta de algo,
- .
mas
·si�plesmente à suá iimitaçãd, ·ou seja, ao .. .· .
.
(
.
'fato . de q�e ·esse ,,;lgo"�rião po
-
· d�- - se"r utiliza
..
.
do ·ir re�trit�ment�/lfinitó.
. -- É verdade que existeni alguns ben�� - .� ·<· ..
2 .-
. indispensáveis q todos nó·s, e d_ _ os quái� se p;de dispor· à voritade,);em que _ se chegue a uma · situação de·_ ._·,:::
.

(
. · -
· e�cassez.: .�s. cha����s "ben� lfvf�s". l:xemg)os POáSíveis· sã:ofr;:�r éf�e :r�spiramo--¾ l�z �o s� i'. etc Pa á o_s :_�;-::'.· -; ._- .
. · .· . . .,·..
. . . · . _. . . _ .·. -·.. •:. - _. ..- . .. ... .. ·, . . .-_ . ·· .. .
.
· · . · . ··-·povos primitivos, os. · bens livres eram muito ·
mais
· ... e ___ . .
· ·.
n�merosos:.nê>ssofíndios; ·.. .. . ampla
· de Cabra1;·tinhãnj
antes · ._ · . • ..- .:: ·:· _·..·.
( . . ·
. . ..
e · provisão·��tur�I :d�. á-�ua ou·de �rndut:os d�'�deta �u- dé c;ça,
: de-exaustãi.,/v tóm'
.
· � �r.esci�en�� :.
s��-���-o/
<:JT:'..
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·
( _ .· . :.. - : .- -da 'po.pulação, os b�ns lívres vã�.-ràreahdci; hoje e· m dia,:mes"mo· cfâr p'ur o vài se torr:ian8cj"_:cada · . . · ;:
. vez mais. .·
l-- .. _·_:· · ..... - .. . :- ·_; .._- _.· .· ._·. ·- __.__-. .. ·.._ ._-. ,:,.-·.·. ·_._- º : '.
:·" ·":°:· ..· :, . . ·_ · . . . _..
· · scasso. Os bens não-livres, caracterizados pela escasse0 são éham·ados âe "bens econômicos";_· em. gér�I · ',· .::, ·:·
- � .
·sâq .Õbjet�� tie -tr�ç�·;· e têm: ú�: ; r�çó\Hj° �-ércadq.: Aí s; jn_se- ;.ef<tóà�s os· t.iPO\ d� �:��/q�e: vb�· � ��àer --. : __ �--�-
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- -�r;g��- rias paÍ;vrá{ gréi�}�,:�;kósi,_ (fórf�n/riq;ue;: r·pr��r-ied êÍ d�) :�: ,�· . ..,
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA
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- UnB - 1º/2010
. .
·- . . Página 19 de 228 ·
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Costu"' a-ie de� :ta\I�;, :;�:··� � p rin�ipiO\�� � O . a D�nci: ·;� �\e;,1: •. a al;c�ção,De recu;;�, · .·.' i ·.
-
-- · _-· �scas;os:··· -ou - seja·: _·:qü/_-
_
·
e ;�tJ�� ··c�m�_-6: �-s .::�Q�i��� des: :.'d{pcie"rn:�
-
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��ec·úrs�_s : :��jste_ntei, ·: q�e: são;_ _,.._ -�·--,
-
ev.idéntem�_rite, 1imitadci�, -p�r·a �;rnar disponí" veis. os ·
· b ens. e . se�viços :necessár:i�s-
- · .
à - �atisfação das _
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.
. . .
·. . .

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-·. . -. -. ·-

ne�e-ssidad se deseJos ,_cias- pes'sê:iàs. Se há escássez, se os recurso?_�ão finit�s � e11quanto as neces.sidades' - . - _


- -
s�
0
. � p�eciso .escoLh;:;_· i'sso\�a - d; �-
0

. e d�sejos ' slo ili� itad;s· �/ então -��ve ·


1 i � u
d�vid: á;; V ocê te �
.
·
- . . r �:º U�,:·?-· - �---. -
- . .. . . .. . . . . - .
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.

.tâ-Jo, :ocê:te n(qu�


: . - .

salário �:var'aà_ súperrrieré_ ad6 pa/a gàs d��i_dir. �:que cÓmp .rá;, F/ois não:pode lev;r t0do
.
__

. .
.

. ; que gostaria·; te�á -que esco·lher q.


. . .- . .

_ Liais as netes;idades oú . désejos irá - s�tisfater co� __suas compras. Da


-

- · · .
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. · t
mesma .
f�rm�, se você--�. Úm. erii�re;áriÓ· , terá:�ue · e. r:a ··m�lhor .'rna:ne;ra d� aplicá·� S� JS -r.ecu'rso�
:-�s�olh" -
. - -
. . - ··. .
...:. -· ...-.. .- ..

as · cole
.

escassos: .o que produzir,·éomo ·P : r�duzir, etc.:Tambéri ;i_. t' ividades faLêm


- escolhas,.ª: todo morri-ento,_
. . -- . . . . .

explícita ou im•plicitamen.�e. U�a escolha básica é a que se faz entr� presente e f�turo. Por exe.mplo::deve-.
. .
.

se investir mais em· "aümento de' c;p'aci°dad.e produti�a :(o qu · e · possfbilit�rá êres_cimento' do �
. �ons m; m�·is '; -�·
· -
- . .
ta·rd·e,·.. bene ficiando ge/açoes füt:
. �ras); :ou favo·rec�r · . consúriio:atu;:il�
; · da-�geração pres· ente? _.o .goyeÚ10 _' _.:
.
. - -
- .. . - . . . _. . . . . .
. . - - . ·_ ·

deve construir mais estradas, - - -ou


· conê�der aumentos ao �unciona_ l ismç,? o obj�to da Ecor:iomia é, ·. em: ;
•. -

.
. -. ·. . . : .- - .

. graride par:te;O estu'do de· prÓce_ss_os de es·colhá comó refetid.o"úicima>.


-

· os
Economia positiva� economi� normati�a. A to.macia �fetiva e aecisõe_s qe escolha n�m sempré é ,;_ :::; - _
- - op1[1jô�·s .
fácil, �º�º sabemos� espec. ial�ente q.�andQ :' ,e nvolve ..
.. .
_coletividades.
' - � Dife/e- n te · s :_ p ess
. . :· : .
. ó as tê� -
' � -
e
.
. . ... - . ' . .. -

_ ·
. -: . : . . - : .
inter:esses ·distintos;· a - escolba: · nesie :· caso · envolve . u má -cÔrn patit:Jifizaçã_o .: de . diferêntes� objetivo·s,- ou.
. . ·: . .
- .
•'..
.

·. -juíz��:�:or�is: �qm.o �nà �it�ç-ãsi .ê �e �aina: ;pígreffe ��st� ���t�)_. �iso.\Je�tence


i

· disti�to .
s j�í{os· de V:a lor�(ou
. · . . -. . . . . . . . . .. .

ao campo da chimáda _ Eco�omia "normativa;,. Por outro .la_do, enquànto fazem teorias para explicar a. _._.
. .

. . ...
estão no campo da�.. ·_:-.. �--
·- .·
realidade, analisar e explicar os fenômenos econômicos tais como são, os' economistas
. . ·- r' . . . . . . ..
.., .

chamada Economia "posith@". · - _ � . ··· · ... · .·


.
.
· _ _-,, ·._
.
; .-. -'.- ·. · ·-_·<-�:�.
-_ ·.- . Váni�s _-d.a� -�m-,:�:���';i..:\ -Í �:°a:gin:� ��i . ��c·ê:jeiá\.i /na. � ot- ic;i�� qú:��:�iz:·-.'.'o. Rre- � do·-feij]_/ _:.:···:-
· · ��- ._, .._

-
- -
·
- ·
. -- . .

subi� 15%-�os ultimei.. três .rriese�S, ··o�q.u� ·padis,e(atribu ídÓ._à .r-éd:uçã�.-...·d;t �r-od:uçãO p-�_la ésêa�seZ ,·:,:---:.�:.

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<-�:.:n�2 ��tAA?#;'. ......:.....--


É��1)1"- a�rffiafiv2it�.i���e;;;;;;a�b �;e · �m,,, . ,
e

. .

-
�� ---- ..a�mehto 'çj_e greç95-,_...e��s-é�f��é-�g��rni� ·e·x licàç.ã�� p_ àr{.�L� .. Cpos_ií�·�r qu.e· h-aja. d[ve�g ên:da s�br�:·.-.·. _-
-
- -
.. - .,és_�� -e:;c·a�ã���s -:�-;a-ii��;�-��j:�m J-�:l g��;:: ���;:��;,�l· t�_i�E��_ç�_ ���-�e-�t��-o�:::�.-�-­
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-
. - - -
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.
:· p�eç�o óleo di.esel,··.pór�: �x·e-�pfo,;-o·;ér�ndó f��-�to�de·tr�r:i:�:�� é·:J���j�rgib.�a�p-��d_ei��-��:_-: :: :: . _
. -.. . --�-��::·
-princípio,
· . · ·:_:.
·
� - :·;:: ,:: ·•_�/�.� � ? _- :·_ ::: ; · o :�_;:··_·_-.
i
-ser· dirímidá•·Ror. uma ar-iál se ·c"uidadosa - · dos .d�dós: ;
: ,.�---• "' : : _.:. ,; . _.·, ·.. ·
:resólyendO: .a ·questão de forma
. -. .
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_ ':(_ -: - �t.
- -
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--
objetiva .- Ou não:-poderão'·:p_ersisti( interpretações distintas,_:se os -ê!�alistas oão c_t,egam·_a -u_m _-·· . ._. -·
--

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-· ..
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.. - ... ·--- .·
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INTRODUÇÃO. À ECONOMIA - UnB - 1º/2010


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: .... . . -- . -:_ ... - . - . . --
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- -� .-·. - - - �-- . � .:
. -
Em ·p;iricípio, à� a· nális.e(.dà. Econom_ia-_ posi\i_va -�evem pau_tar-se pela_ obj.etivfdade _-
..::·

-
· .
·.- -·. -·

científica; _efabo"ra:m_=se t_epri�s - e ·ri,o�·elos· explicativos, a p9rtir de.Certos pressupostos, e esses ·


- .
- - í;ii�( peÍ: � - c o�f�ónto �� - c�nclus�es: com ,3,
(_ hí��êlos e
.- té�_� f�s �ã- � ---; ,�b- ��tiÚ�s : {�a: l idação · em� - - - . -.suas
-
___:

e_.
.
. .
..
-
.. - .

-
,.
--
s
_-
_ -
· oiet� - � ·\i�áli � de _:âád9s _e-stat_ ístlcos,_ por - exemplo: Se
·- :·

.realidade· concreta -_ p9r meÍo :âa é


. . - - .. __ _

-
e
- validado?, - .. íevel�m-se conetos; ' _se· não,· ·será-, necessári� ··buscar_ novos ·modeios ·ou teóriàs
.

...

e -
s
�xpliéativa . Tudo sem ã lntro�iss"ãci de juízos-de valor._:

· _
(
e -- . _= ((nec�ssá.rio ::�t�ritir,. n_o ·:�rit�nt o , .pará '"ó fato " dê qu- � 6 ec- ono ni ista: e ·de· - :modo .gera-1 � �
e ·-· - . . . . . . . . .

. c'i-entista" . ;ociai-," dificii�erít �· - pode · s�-r- tão -objetivo e n�u�ró 'q�u�nto. o. físico, por e·xempl�; quanto· .
(
. . - - -· . -· - - . - - .. ·.-. .

(_
-felação. à .el�, �piniõe;"s, - jÜí�os: de-�alõr e
- inte-r es-ses: -�o�:õ-q
- ualquer outro �gênte. - eco�ômié:o.
_
( .
- . . -
-_ ·_s�n_do h·u_:m-ano;- poae, ;evén�ú_ a!ní.ent�; ser influenciado por-'e;��s\uas posições _:_ -�inda que
. - -- . . .

_
.
.
.
(
.

e: - ,0cônscie" ntem�nte _:_ qú.an_â�;fa·z �ma ��álise qué_ -�� preté- �dedentífica_é obfetiva.) -
e -. - · - - .. . .
o e api·,�aç:ão d� políticas e·c�nôm·i�as _: ou-�eja, em açôes
- . - . . . . - . - . . .

.Q�anêio estio" envolvid.


. os no desenh" do
.
. ..
' .
. . -. - .

(
. Governo na área economica -:-- os _ economistas e_starão, tipfc�mente, prática.ndo Economia normativa,.
. .
-· . . . . . .

(
e - "t:iuscando agk·sobre a realidade,. inipul· sionando-a em determitilada ·d_ireção. _ Em qu� dire�ão? Quais · as
-· � - -

(" �etas e· o.bj.efi�Ôs:que�ei&±ende:Btin�i.;? -N;·mai�_


.
-das.v�·ze_ -s, havé:r� posições _divúgen-tes· a ��se r.' espeito. _-
. - - - .. - ..-:p - .
·
: - -.
_
. - . . ·- . . �.
PÚ- exe'n-1plo: vimos qúe o Jalór - óla� e_m-reai"s}a tâx�_-de câ�bio) rédúiiu-�e sig-nificativa·men�e, nos
.

. cl_
do
( . .
; •
'

(
...
.

_ .últ(mós anos: a cotação dá moeda f1Órte-americaria caii.f dé Urrl?J m�dia_ -d�·R$ 3,40 /"US$ 1, no seguh" dó _
.

ç___
( - · \e�estre--�e "io�2,\i�r�-m�tadê ·de�i-/v�IÕ�: (·Rs· _ 1)�- /us$t): dó\frinieirq �e�estré .de 2obs: lss"ê/trouxe --
0

-
-
( _- - - :: --� :_ _ _ _- �:r;�a·- é;· p�rdai/ p�rà 1·1g·���:(�6�;;--�)J;r�a';o�es,•
- ;0 · �-r�d�t� - ris:�: �do·
� 1 -
; s ·a·e " rtig�s-im.port�dos) ega-�h;s·
t

- ·
·
e ..... . ·
��-�:ra ��tros (c�:�;�mi�or�i-d� pr�tj-ü�OS. i�po,rt��;s·,-!uristai ��º- exterior ): Supond o·que o gove.rno:pud�sse.
2 . ·" ...
Cadota' '"�dides p ª;� ,f_õl,f�
ss�)�•d "l)l�·s � posi�ãff d J,ido:a; ca
:
ri, rtam•Me\aVéiia .•
( _ /: ,: __ iritere_�_,ses e posiçõe_s diametràlmen.té.- 0postos� em relação a tal_pol.ítica: E ne_sse sentido q_ue_ se· costuma_· -. __
ªí �,_".º'ª �e .. -.'-

é-··:<:\:-·.
- -
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.
· -
:-diz-�r �ue- "_':à 8pÍític�:i��r\õ�i��--:_é:·j�/ �_ rt�:-:� j;_tf -d�_'.··:é�-n�ÍIJ�r · i�ter· ��-��( /·pO;IÇÕ�_S-_ múifis :-ve2es
. -
( " : - �ÓnÚitant�s, compondo}Úna·resultant'e"°c{�e -seja aceitá�el p�là maiÓria;:e �ar:it�- jbs� pa�à a �oletivid�de.
.
e·. .- -:- .· - . � . ·..._ .- ·_ ·. : -- · ..-··__ .-; . : .·- _- -- . ,-· '· -- . - : . . :· . . .·-- --
2 •.• •. · '._ ·
-.· : ,.··-· ,. -· ••.• t
. - : _··;·:. .; _; .. .

() r,;a;ual int;Odàlór:�•d;•�,Oio'Y Manki:��un;ia , e� seú p;;m�iro • ·


.'A1gu'ri; �ii�cíÓiÓs iJ�;i;oS.
·

.::t;(<-· :·.
ia pitulo, oq uêO aU,� r �há�a de déz �Íind pi os básic�s é Ernno ni! � cPme rtar� m�; aq � i os oito p ;;;;; ei ros ·
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� ·• -�});r· •· •} �SCÇ::}:,:I_it:'.{;J{t;_i_:/'_'.-y-:.Jt}
C _ __ -_.- :,de·sse_s p9ntos, particutarmente relevan�es pai:i3 o nosso _ col'.)texto, __ . __-_ . _ _ ·- · , - , -· - ..
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·i••-··• · ·:: ··• .-,-�.:-•. - -·. -. ·•· ·- - ..-· ·•

J��t,�r;�l!i:::\!ft,i!�àrt··•.· w
_ _- _ _ : - _D �do:q��� -º?_r��- urs�\s_ ão �sc�-:�º?:·:�_:_�·ec:ssâ_ ri_?_ ���col�e��-��:-�_o · v_ i�- o�-- �6?ro é�ss_o"_9e ��-cplha,_ 9s_ : ____ _
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f·e \{r': - -� - /f.·.!M"-�_- 1,- ;iiiit1 f�1; \ >i1 ; �; ilt;, � iti,t
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Um .arquitet�J. por exe��-;o�. freq�� riteme . . ri _ ;�: ehfrenta'�m t��-de-ofi �nú� a tunçio�alidade : _ e a o�l �zà- - :de . . : .._ . - .
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·

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.
.· - - -. - . .

uma -édificação, E- todô� - nÓS;: em no_s?�S decisõ�s --dia:ri_a s: de cónsU�o;: ·ri'os ._ def r_ ontamos co_m:tràde-offs.de·,_· ·:.- '
. .

. .
. . · - · .. · .
. vári�� natureza�: juntaf"d:in-h:�i;o\�:g:à�tar.Ú?-:ga.ts ar:m.�it�:�:�pi�za/ou e m\da�: · a�_bÍne�-a?/ ; . .- : � . .:- :
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Diga, � os q u e �m produtor rürah:oht_ e mpfa f a · z ér um inv stin-fen_ t O p


" a r_ a eipindi" r próçiuç ã
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são limitadós: p·ois\�le� disp�_e _d uma dada )�Üànti� de dinheirQ::


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Contudo, - sua fazenda-. demá_�da ··gastos :· diversos;- "tais. cc:i"rtio· a: éómpra - .de:··novas. �áquinas__ -: �- �
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fertil_izantés __ e sement e_ s,_ :visa - . ' -ndo - ,Isso


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possibilida9e·s exis�e�t;�; :suá infor�Úç_�o s�-�re - ela:�;_ e --� --d;spon ibilida'd�- de re�� r�o;) _E - -é_ �l�r,o· - - . .
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que a opção po/ uma �lterpatÍ°và "-:-: Ú�a .det�rrnin_ada'.· aplic·aç:ãÓ:�de. ·r:ecürsos_ � sig�ifü:;:i _a · -�-ão . - .·_. ,_· .
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ado ãç à d · e. outras. Há.. um. tni de-off é�vo-i "�id�. . - · ·
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A estolha-é ·um·a ·questão · básica. �m erfstica


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Ecoriomi�;. ·- e. trÓde�oJjs .umê! _ c à ra_ç:t iri-tdnsec� . do -. :


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-
sãó . . . . · .

_ processo de escoiha. . ' .. : : , -i_


-

-
2. Trade-offs é o "custo dé oportunidáde;\
-
As es�olha� -do� --�gen·t�;- .éconô�ico� · envolve� tr-ad�-ot/i( �m ��-r�1,--é -�- �cess�;ib--s_��rific;/ U81à_· : . :· _
· - -
- ..���oi h_� �.\:N�s�e-''se:� tido, �- -�-�·d0 e:_·{e\lize;_,;��::--
- ª lternativa, : pa �ª:· �e.· _6bter-·ci: .q-ue�,-�e
' - : p��:io?d�:':,Yis fa_:_:�:.:\- . · d�-:

ernnô� ic��, �--cusi6 d�: ,�\��ti· à�f0�-:��-��;�;-d·�:é ·d a� - o-_p�·;::::��i;r· ���- �i� erÃ;t��a:-- d�i fó. i � ;�te(;da:· •;;�:�;�{�{; _,. :_ :·_ _ ·
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- . -
oporiunÚi à de" é,:c�r:nô· v·i�-0 �-:;ci,. te�t� .à nt�_riôr:;�a-�� - p- ressã� -�'��: 5-�:usà_ p'�rá indicàr: tâ'( for.m-� 'd��ifefi�í/6.:. ·:. ,:_ . ,

.
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ça�t� d� a�a aç�i.: s�- y�6�-�on�lde7ã: â ��ção. de- fic;r"�� -��-s� � �t�ú'd�nd6. o�· :ai;_�o� :�s a� ii��,\-i�-Ítõ�-- __.·\·:--.�
º
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_ ignoraçf o áa prática, dán'd·o- ódg·e:� à:_decisÉ �S::ir:icoúé"ta�/ -2o�Ó--v[rrios .:aritês(--_"cu·stó'1, en(Econó


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. · st�: di��i���\ia' do c���a��r:\�r- �-��-�:-pló·:--i��a-·.-:: ; : :
sigri_ifica, esse�cia;�:e��i-���tü ;de-. bpor� L!-fl Íp�d�.- É ��-� vt
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·
-

. quem custos são,. em p�i[)cípiq_, . os _de n_atur.eza ;,:;onetária. Num invéstimento, por'- ��-e�p-ro,. õs . é üs"tos -� -.:_:__ \:. .
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·, :. obtenção pe informatão: énvblve- c·u$tOS� e,inÚitas
. - -: .• ·_ :. assim.étricas � alg�� s age9;tés ct}tê� - :deéisões1 sao tomada:s"'° forri·Ú:-ifcir.mações-1ncornp"Íetài··ou�- e-e: _):<·'.:_ : .: :- ·•:. · _ '.
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Ô br�- o fundoriame-ntõ dos rfÍ�rêââos:/�:\ -_. �:''/,� _ -- .
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - 1º/2010 Página 22 de 228

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e- ... '· que Ó empresário d·e1xo·- u àe g_anh�/���· o��./fu�1d-ad,es a·l�e· r' na· �i�ás
.....
· ·
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de inves;ime�n�o. Ou, � riu�a· pér�pe��;va· .-•- · ..
e
- . - -·

- ·�ais ampla, o� cu�to: s�ci�is ,: do inv��-tlmento·, q�e inél· �irão, ·por · exemplÔ,\)s d�nos ·�:b m.eio a�bfent�-
0

( · · -trazidos pelo estabelecimento e operaç.ão de uma, nova instalação produtiva..


e 3. EscoJha e decisã� .('na margem" . .- · -:· , . · _, .: · �-. · ·
e
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só têm.sentldo se feitas na. margem, ou seja, considerando não grandezas totais (comei custos ou .receitas),.
-, - - . .- - .· . . - -.. - ..:. - . - .

(
e ·m
. as os acréscimos-a e.sses valorés associados à dedsão considerada
e Uni exemplo,
. ·
já referido a.nfes, torna
-
a Idéia
- .
ma1s é:lará. {ó caso-.de
- .,· -
viagens aéreas quando
- .a venda
gos nos- aviqes.,. Nessé caso/o �usto de trans-portar uma
- - . . . -: . . -

_ prç!çà -�ormaJ;
.
(_ :ie passagens,·a o de·.i;�- lu.gàres:�a·
. .
. -- . .
(
pessoa adicional -: ou seja, o custo marginal - é irrelevante tlara· a companhia aérea. Valérá, a pena,
(
r· . �ntão, oferéc(=r: º? ass�ntos que . f�cafiam yagos a · preços, múito inferiores·_ao nórmal; o qu� traz · para a
.
( . companhia .ganhos de publié:.idade ·e de conquista de ílOYOS passageiros. A. ·venda de · passagens a ·pre.ços
.
( simbólicos e, nesse caso, - umà. decisão economicàmente racionaÍ,- que ·não tr�o · ao empresário, e ·
_· · .
( _não deve: ·assim, Jer �-istà ·c�mo u· ma-prática.de c�nco�rência desl�al· (co�o ol(íôm�in g,tq � e é 1;Jm� v�nda;
e preç�s abaixo do custo).:-·: ,: · · · · _. . . .
·. · ·. . � · · �· · ·
.
.Pode-se rácionali�ar· muitas decisõe·s empresari?is a ·· partir de !Jma comparação entre o custo
( .
( - ma�gi�al e a receita marginal: Sup�.�h�mos: por exemplo,,g_ué u.ma r:nC?ntadora prod�Zê!,· em suàs fábrrcas,
.
e 2OO:.QOQ ..ca-rms· _por-:.a.t,i.ó,. Lom'.:Um. �ume:n� .t9 . de
· · . -� .
demanLla,. cÔnsiderà�se a ·possihilidade
.. . .
dê .�um�ntar ·a
e.
- _ •. .. - - - .

produção, no curto prazo, . pará: 220.UOQ,· s·erri ·expànd·ir-as ·instàlações procfutivas: A·decisão racio.nal sobre·.· ·
. . - - - - ... .

.
isso levará em conta o cUsto · múgir:ial desse au rn éntQ de produção _(que poderia en�olver, por exemplo,·
(
· . .
(
__ · ; ·:turn.os � · xtras) ·e _� :�ec . ê 1t� '� ���ína; . c ;üe:o, pr� du; -;poder� ter com ;� aum: e:�t� â_e· v�nd�s. Quem .:�s�üdar_ . ·
. . .. . ·
;-
. çí
. ·
(
. . · .
•-; · : Mlcro�cono rn i.a. ��r�:. -:a · i-�p6�tin·cildo· cá�cúlo' m·;rginal rr váfia. ·e i" · s ::qúést•ies :: i.rn P. àrtaht�s; �· � b � o na
e .
·
( . . ·determin·ação·de preçbs. < .. - ';:· ··· -· . ·
:-· <
· .
. -
e _., ·�, - °>voú�ind� ao �xem·p·i� ·;��e�{�.��· ág:ua ·e diánfa;�t, -êÚ ci úand"6 �dnsidêr�mds
·.:, • .. • _-=• ·•. • · :
- º be�e'Úcio ·fra:zido por . ·
.
· :.

__ · ·�. :�m b�lâ e de, dj�mantes e um _bald.e �e_ água:. Q·_:-e.l,ev����f,c .onsideràr: .º· bénefício marginal ,ci�:cà da
•• .;.... ·•.·•. • .•. •O·• . •• ••- �·.

. · um,
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· •
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/. : :·,uua·I i;a'z maiof. benefí�io �•àjgj:na-1/oe·pende: . é úrria p êsso'á ê.stivú r:norr��do de_ sede
·s - num . 8esertó_; � não·
( .._ < . . . . . ·
. ·/6t "p9ssív�Í:tro:carJ�fdiat;�;�:n,���•;/di_ã.�·:;:�:t�s- i��.-jgu\,�?::q�· �:·,él:á•�;c9���-r;a�-.Ce·1_a_�en {e::â ig!Ja · ::: q.�·/.
.
(
<· . >. _· põrtanfo, te� pàrá es?e fi-idhiídu9 .u ·rn_,b�ri�fició m·�fgin�1· \upericir a� das: pedras-pre_ciosas.: Más,:) medida_ .
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· implic_ação�do p · ma vei tjuéas pes�oas an.q_lisam. e cb
· on.tc;> 2�,acirri?;:U . mparam cu5-tos e l:íenefícios áo tpm_ar. _:
_ . �- : ·

. ·
. �ecisõé;, ·se� · co�- po:it�"me. nto ,e: su�s- ê��orh·a{R:�-d�� - ;,, ud�>�-u� �-�-� mudam º-� custo� o·u · o· s ben�fí�io�
.
. envolvidos. Ou seja, qüando se altera o sistema d-e incentiveis..
- - . ..
- -
· - · Se o preço d;s ô;��nas sÓb�:há �m
in�ent;�� �aior-;a�a - que as p�ssoa�- -�o�prerr{ otifr�s f;�t;s·, j�' :_ .­
- _--
qué au�en" t ou o cu�tà de �om�r- � r b���nas · -
.-P�r o�� -
rb·i'a��/ p�e�o - � �is �lt� dis bana. rias tra" r á estí��lo . _ � -
�- : ·
aos que · · cultivam a fruta; o·s quais tendérãÓ a· aumentar súa prodüç_ão,- pdssi�elinénte .
ín.ves.tin·éió na - .-
. - � - .
0

expansão da plantação, contratando mais.mão�de-obra, etc., · buscando - gánha_r mais -com· � · uas venda�.. ·
. .· -
- ..- . .
-
.- . . . - . . ·- . - . -· .
. _· . .·. . - .
- -

·Haverá, assim, tanto iné:�nt"ivos âó consu· m� quant ·o-à produç:â_ p.: :_


. - . .

. .
.
- . - . - -- . -

_ Não existem àpe-nas incentivos financeiros: pode haver· ince·ntivos morais," por · exef!lplo. A .
desaprovação · social a: certas· prátic_as:_ CO�Ó-· a cie" jogar deJi:itos- nas ruas, faz.:c"om. que. pessoas· bém­
educa·das. as evitem. - A.- conseientizaçao· _ _q"üanto_ . - · teni: induzido · müdariças . -de
. a _questõ_é s �n:ibTe�tais.
.

- -
. -
. -

portanto, - - -
.

comportamento, .no sentido- da. preservação do-meio arT)biente. - Quando- tomamos


-

_ · deci:S-ões;
.

. . : --

levamos em consideração �ão · apenas·o custo de


.
.
· �poi:.tunidade de cadâ escolh·
. a.
· oü a·análise "marginal" .

·os in·centivÓs,:::POS1tiv�s �'.� n- egativ:oi( a�s6ciâdàs a �e�tas o:p:ções>


- - - - - . - - - -

- dessa ésciolha; mas també�


.

- - - - .
- �
.-
:· - . . .

5. Especiqlizaçã? ria produção e trocas


.
Nu· ma· coie" .tivida.
. - . - . .- ,. -

de onde · há esp·ecialização_ de fu.nções e trocas ehtre produtores, :todos pÓd-em


. . . . . . . . .
. . .
. .
. .- .

viver.melhor do que:nuo, mu_ ndo onde tada Li_m>·produZ:._tuda::o· que éo11some: "_ s_e0 0 padeir6faz �ó ·pães, o
- . . . - ·- ·

:
--
sapateiro sapatos, e: o aifaíate roüpas'.; a prociu"çao. desses itens será l'r)�is efictente do-que_ se.éad
_ a produtor
- . · - .
fabricasse todos �le;.· Com.� �spe-�ia.liza:ção de f�- n�ôe�, �ada �m- s� d,ed;ca à��il� ;-u� s�be- fa��; melhor,'e
a produção s·erá maior do que·
,.
no caso
.
em qué todqs
. .
produzem ·tu,do. A- -,_especi_
alrz�ção
- -. - --
está- a_
· .· s ·soéiaáa à
- _ : '. fr_oca: c_ada ú_n:i pr_oçj�z·s·e,u_ artigó e º -�enâ,é;: e do"� ó"_p_rçidufo d_a·_:v_é�dã co
· m.
, _pf� :6s: d_e�·ãf�:a:ftigo� -p'ar� ,s:eu ·
. .
ccin.su�C>. Co-�o a -�ro�-�çã - ·�-- é m�i��, -�om- \ ���eci�"ii;ação:'_d:; f�nçõ-e:s: �-� ;p�i�-�ípi� t�d· o/�· ôdé\�, \i.iv�( .
--

melhor·. (Todos podem gár-1ha- r c;·m- e�p-ecialização' na· prod�çao e trocas en_t_re _os prodÚtÜr,es, mas _não
. .•
-

ne��s�a eia mente todo� g�_nh�-m/fo��-vbc;: ��r�'. q'Ja:�d- õ _es�ú-��/rp}i'ncf�i(ci";� \a:��aie��-bo� p� r'�ti�as-:i
·-:. � - · : ;·_..:�-->: _ : __::· .�--/--: · ' -- ; .
. -: ·_- . -- - .. · - - - - _ (-
_ - - � - : - - - : - : - - -
->:- :-.·-.:.:. --- - -
- _
-:· · �- ':· ·�- -·- '"·=·- � :-·:>
,_ -: : ' _ � _ __ - ·::__ -_-----:-�: - :· -�:-- �� · ·· _ _-.:
Essa __é uma propos�i_ -.ção
. :·- da_-;�·maio_ rimpç,rt�ncia:· q éom� r�!o:eri _ fre_·p�odutores· po�� melhora_ f:ª :vjda_âe t0_qos.- - ... -'
_ - ·
- -
- 6. Trpcas·e- :me��aaos __:·-_:- �-. - :;_.-_·:. - - :. �-
_ · ·- - -- _ .i,·:_ X° � - .. .--, ·· ·- - ·-<,·:
-
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- ·- -. , .
- _· .
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· . . - -

: ·Qüêll é é!- m-�ii"Pr -for�� :-de _ se. orgariiia:r:' o isistema _ d� e.sp·eçiá"lizaçãó ·d:� funçõe·s �e _trbcas:.e- ntre -_ ,-��- _-
- ·
. , --:� ·..·· - -•;- . :- - .;; ,_
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- - a.rgd��nt�/qu/- - (:�a:� -n�� :tod�_�)/is. -: . . -. -· -· _ _·
produt�;es-? �- od�,-� �· � � - m�.i�daj - � - /� a��s " s o é -f�ito- cl::;�: rm: a
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_ eficienté ,pélo fu�c1 �ã�� " _ livr� d-o{m.


n"tó -. é_ rcado: s;:s��dci' �- �i�caçi�.:.#e.-._r_êàirs �· s� pe te�mína_ d.a,- ."_de fc5
- rma'o'.:- ;- : _ _
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- de�central:iiá·d�,. p�Íainté�a_ çã��e�-tr/oiag��t�� ec��ômi�o


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- t�1,:ra ��:-to maf;d: · o-.d�cisõ�-s �ui"ã·d� p�lo;.-�eus - . .- ·-.::_


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uinê! centraltz-ação _ de decisões


- dessa · prde:m p
_ -rcidu ,_ z_ iri"a, .muito:-pro'{avelmer:ite,· inüi.tif-bur.ocú1cia ·e.· pôuEa ·. _ _, :·- -.
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..iJa . ·- . - r-a-· ··;·?seus
_ ·- p(ótu :preç-o· .s'té·:noe:rãci'a. • :suhi • .. - r. �/.ci, q uê in_dica'rá. ::aosj: fa.d.eir.éis_ qúe -va-leii:í::p:en . a pfoâ-"â"zi- firi ais·:-c.·-. ·:�:·-_ : ·.
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página 24 de 228
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· _� o contrário� s:� u�·aÃ:fgJ;, ;��º ·s�i-da�- �r��eYéi��s�_-D;ess�_ f�rm�:- haverâ teri�ênc-;a a U� �ju�sie -�nt;,e
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e d�-les;
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e . _ � - o:d� pi-ó"d�çã· o. r�duz ,i
6 que:
- é.. prod�;iido
. .. �:
. ás . - d��á-�
.. - d
.. a� -�o�
: . . . . - -. coí)SU�:
. ido: � e�. se·â� . · . nô�o
.. . . . métod
. . . - . :� . . ustos. ie- . ._
· - _ . .
(_ . .-fabricação de pães,· haverá indação pa·�a �dotá-�lo, e quem _ n-ão o adotadi"cará em situação-de inferi ó ridade
. - : - . 0
. . -
( __,: _ · - e� re;ação �6s �e�;fs�prÓd�-t oreS; _ -·ij�ra�d· ó_:.ln.ê�os ou6.erder1dci d1nh eir.o. "É, pelà c-�nco _ r�enciá-�ntre as
. _ _· ' · .
. -
; - -- efi�i�nte -����. retará:qued�:n�s\í-��ço� d/
. da�ias; a adoção · g�n°.érai/�:.a- d
pa: : - :;:J�. u� . rn-étú�: - o·m�is . de:�ro�içã�:
- . . .
e · .. - _venda, b.ene�jci�ndci 9s, �ÓQ
- ·
sC:.;m,_ d ores. E m · s u�a· ; a;
-
--d ecisões de -cada um, orientad a
_ s por
•.
se· u _ próprio-_
- -
.

( ·
- -
( . Jnteresse . inaividual,
. .têm �. . . corno.. -�esultaáo. umá situação . des· e'jável. para a".cÔletividade. . -
e Ficou -famosé)
-
- . .a.expre_ ..ssão
· - .
- us·ada por . . -Adam . Smith: um influente -. . . ec· or)_o. mista·- do final do século
- · -
. . . -XVIII, .
-
· . ·. · :par� de-screver isso:- e!e · d1�se .qqe _t�dó· se.p�ssava� corn·o' se _ as ·ações individuais fossem · gui_adas :por . µma.
(
(
ºmão invisível",-de tal formaique a resultante de· todas elas favorecesse o ·bem comum. (A mão invisível era,
( �-.: Providência Divina; Smith era.. muito
. .·pode�se
- supor . ',. . a m-ão . . .da . - . . . :. . . religioso).
·, Mas, mesmo · para-. os� . não
( . � ·-:-. -
0

· ·
( . . : religiosos/é evidente q_ ue o-funcionamento do. mercado; com. base ein ações �escentralizadas, r1b s· iste�a
.
: : de preços - e. ríà inter�çãÓ
. �ntr- e
. . · o� ferta é dem . anda,
. . .pode,. em
. . inúmeras situações,
. . . . ser . mais efíciente,
. . . ..e levar a· .
: . . : . .
( .· ·
resultãdos superiÓre? Pé!ra·l:Í tolêfi_;idade; do que um · comple·xo SfStema de planejamento goverria·inental. --
-
(

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O

7. Falhas de mercado· 7 f�nções econômicas do-(joverno.


. -
( Em sit�ações: ccirryo,:·a .-idma: - o _ m_el�or é _-deixa_r .-O mé-rcadó fúrié:ic:irÍãr, sêndo desnecessária, ou
_: contraproducente, ·
e .. . a _ intervenção
. ·gpvérnamental
. . . no ·sistema e·có nô.mico:. Em_ . àlguns
. casos, no eritaríto;
. .. ·: . essa
· - -
( . I�terv-en-çio -é n-ec-es:5a_ri•a:_-�0:u ·-o-e� · já�-eL Voçê vai estu�à_r- algumas·•situaç_ões em que·� rn_erê_ê!dO ·não: -­
. ·
e f- unciona adequadamen-te: · ;,fafhas· dê mércado" ·fazem com que- seja indicada Lima·- ação ·correti�a. ou de
codrdenaçã� por pa�te d�·go_�· er;Ó.. l_;só_ s_�ced�:;- po;· �;éf0plo, ·,qú�n�do_ há:um conflit_o entre o_ i. nteresse
(
e -
. - _ . �- - - .
- ÍbcJi_l/idüal ç!_O-_c:oletivó:\�� ·certo� c_asos, se cada um agi� ryi função d_e seu g�óprio iriteresse: o,·;e;ultado é._ ;
e .. , _ ... �.;. . ·· .• .r ··:·
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a-tÕdos, ·o u p�ua.:a_n,_ � 'i;ria. - _ ·,- · . ·.: -_ ..·
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C · - . · · · . · - São também vistãs \:om:6 .desejá;eis ··e - �ecessárias a-· ções-·do: governo rio ;e�Údó redÚzir ,a·e·
(_ <·:_<,.
· ·- -
.
.
\e-s ig_��-ld�des ,: sejà �(�i/ui�
.
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- ·
- _
- ��:o · pod-er d:e �ercádo âe certos :;ge_nt�s (�6�0 um rnonóp.olistã:,·•c; ci e -põde
- - -
- -
� ··: ::-: ,_ . :"i fjxa r" s�üs p;eços s�'r{;\�-s}�íçã� ·t·;d�� ie1;��0��or;êri6�\j� o�t;-�/�r��ú�o�es); s�ja por· - açõe/direfas· ·qe · -
. - · .
· �_,: d: - is�:i:tr�i�ão ·de. re�- d�·:·::�d:·��/��i��;- i�it�u ��-n��s: { - ;b/ 't���é�· : · ab=: g��e;no um papi1: �aicir ci/
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-
- - .
::_ :\�portinci� � - -ª efêti� - aç�_iêfe)i;v�:�ú��i��6s (Je ::i�,f��;s;rµiJ;�::(co�:�t�uç ã�:'d:� e�1ir�das: 9 et�\. � r:to?:·· na_-··:.
. .. .
( - _- pr�·v.isãçj. de s�:í-1.tiço;· .de' ��uf�:çiô·e'saúde .é; geral: e�:a 1:- i'-'.id�des �m q�e, :· , por
-· vá_ ri�:S - es:. não.pód�m �er
:-. razõ
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_s_uprida_s ·de formà_-:'adequ�aâ_,- _-p�Í_a" ·i_ni�iativà -privãélã> T�mb.ém - . o própri� fúh�ioname_nto·. de .m _ e�c_âdo:S
_.; . .:

· -
-
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�pen-d_ e:-a·;_·a�����:�<�;�:����,� g_a;· n
�: �rn_ � _ {--._��i:��xe_if r�,: _�: ��rn pti��-n_t_�- ?ê• c_ �n_ trat-�s eri!ré���en;tes___ _
- -
. -.-<_·0.é:�onôi:n,tos_ _(1�rri? _n9}!=!/� -�e;_·� ��/é�ti 0-º��e fina�:i·ª-��ntos)(-�s 9.i_ti)�os� de ··prôprie_��de, ,di[���os_ do_� __ - - --: ' º!
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 .- Página 25 de 228· _·... _··
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. - •<.• .•; _-. -- •• :-·.: .;- - -•.. �
�·--: . ..:- ·:•:; .. - .•=· . :.. - . .

·publicado em 19_36,-pcidém ·decor.rê r.:de:-ú�a. - - ins�fiéiência getal de deniahda,;.ó ü seja; de um desequilíbrio :, ·-,
_ -.
-
·. entr� � �ue é p"roduzid:� e q-i�pcisiç�b- -d�s ·�gênt�s --�con
- - i- " ô�ic�s- �;,, é�t�àr-�fiastqs d� -c�nsu�:�. ó� "de ."
-
- •• •• - • • • • • • - - ..-.t •

investimento. ·Nesse casó,�o gover�·o-pode 'a.gir - _ n o:.s


•• •

enti � o de aumentar
:

·diretàmente·
t. •

s·eus gasto_s" (em ·


• .

_
.

.
.

·
.

. . ·
· in·vestir:nen"t:ós de. infré1 ��trutú�:a:- por-�e��-in p!�(�u ��ti�ú:iâr",_a -�e�mandlJós ·ag�ntes:_priv�· d_bs (reduztnél�-
'.
-
; et// N�.}�ce�t�"
. . st�s: fa ci I itanao·� ���d tói
i � po: " - � - .� ���i�ka
. . :. c� i � - '�:� �d-;àl,
-
2()�8'--2. �09,.· V� �i�s. góV� .·;�_ os,.· .. e�.
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· -· . : .
.
. .
·. . . : · . . . . _ · .

inclusive_ o brasij-eirn, a.dotaram,_ rriedida·s nesse- sentido.· _-


-
Cabe também:
. mendooú ·que,· na.-história ec-onômica ·
. de vários países; :como b srasil,- há- .exé�pios
- .
. . . ·- . . . . . .

de atuação impotta l") te do góv_erno ·nô sen�ido·dé prom_oyer" inyestimentos · em determinado� setores,_ a
.
.

.partir do pressuposto_de--que a iniciativa privada não teria, por si só, recursos ou incentivos suficientes para .
levar adiante empreendimentos jL;JÍgados necêssários ou-vantajosos, do p·onto de vista da colet,ividade. Na - - _
. - . - ._ .

.,
. -
·
. - . ·-

indu_strialização brasileira �m · s_. �u:· período _in_ii::ial, q�ando · a ·prodLJção · se·'{Oltava


.

·_apenas ao· me�céldo


. . . .

_-
. .

-
. .

_interno, o papel d� ações go"'.ernafn�ntais f�i primordial, no forn·e�imento de in_centivos de várias · ordens •
aos investidores -privado "s, no..Jnvé�timerÍto promovido diretaménte pelo: Está dó ou por. " suas. empr�sas,
. erri
.
- . ; . . .

� . �ssa/ações
- - - . -. . . - - . - - . -

setores- como o- siderúrgico, etc.. Em6 ó- ra .. . tenham


� - .tido. efeito. positivo sobre 0°desenvolvimento
. . ..
. . .
. .- -. . . . ; - . -

.pa indústria e ·ci ·crescimento ·:eco ri õmiéó ' brasileiróno p·assadci,s.especiâlmente no:períodó de vigorosa_.
expansã·o econômica . entre i_9�Ó i:d980, em ger�I se {econ�ece
. - .. -
. :, . -= . - .

qÚ�e.,.. sua eficácia .foi dêcrestente; à m�di_d. a '.


. - . . .

- . . . . . ·.. .

que a éconÓmia se tor[Java m·ais:compléxa ·e, P!"ihcipalmente, rr1ai5: int-egráda _ na economia internacional:.
Nt:- . novci. contexto, a ·inefiêiénc:ia ·de uma graride
. ·sse - - . . . centralizçiçã ó · de decisões·. econômicas .·no âmbito do -
- � :- - . .
.. . . -
- _,. .
·
. . .

·
. .

· - go�erno . foi-se tornando patente. Essa_- p·ercepção. influen�kiú ·a ·reduç�o clo-p·apel do "Estado n:a economia e - ·
. -

. .
.

Ó proc·esso de _.privatização cte en:ipresas.estátaj�, l_evãdo a e_feitô nas· u _ lt_irna_s_ dé çàdas/,:: . ;, ·

-
:._·;.

-_ C�nsider�nd�- o:_.furí�[�i, ���-nt6-'d� e�Ó:ri omiá. c��0° 0··.m:fod- �,=h�--Ú_m� -�-e�g°u:�,�:i./iu: nd�;...ill enti"qu :é
-
é

·
.

- i-e feita: ó 'que expli_ ça a \iéi�ezj,-_ o� pÔbr.eza;· qe•páíse;:ou c:ie<�egiõi�:?·,E: �dJestõe"s p�r�lel�s:·p·or:que· :_ .
: ·.. - .. ·-. -

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h }u� a';ar;aç- ão_ tão·_g (?i_d e-\o�-�:i -�-1� l�?i? u�. :z� ? ;o_r<���-.dif���n--��r tã�: g �á-�:ae�-:n�� :éãd;�é s� �-é '.·v-i.q{:p�I q · . _
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·... , ·.: : "{cia�o. . q. üé'enf- aÍguns -�ai9t·ná ,:�:� a respàst�_ -ób;ia (a�'.�li;;�;�ibil(ciiae. de ce�tosi ·r�é:ú�sos. ;·-.e��-: -. >-�-: ._ .
. . . . . . .- . ·.· _ ·: : ·-. :-·· . · . . . ..:· - : - ..,. ·-?: - , . �.. - .. . . . �- . -:_.: ·. - :: ..-- - . . . .
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.. .
.
,. ·-- .. _- -
pa-íses OLJ reg.iões esp-ecíficas: pode:tri;!Z�r�lhes-gran.de· _ vantagem_ relaÚ�a, · e-_ e·xpli,c"ãr a · n=,�ió� prosp�"ridade -_ _·_:
· -

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.
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. ::.::1:;p;�::: áo,:b:t:::::tzt�:::: :l::xi:'t,l:;ft:x��ti::(j·�:·:&:::tJ:,::;,\ •·-•··•. .
.
-�Efrf�; agriculÚveis,_etc.. . --- ..
com minério de ferro e-g,
r ande_i�;��;ã· ó
� ...- d � .: . ·. �- ·-
-
yim:º-t}��i�,fi :�fr�t\)2�,s\:_;%e.:n�=.\i· 1?1�/���ff{cz:jf �f{::e;�;?�tf -�ii�_?��-�9:���-/:: .: :
. . . . -

-- -__ -, - :· -_ , --
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- --: ____ - :Já 9 0


"

·- . :itª:
"importância que··institúições. .'est'âtarLp.i:idein) er .so
· or'e ·.o .bom -für-ídónar:riento dó 'sistema ecónônüco'·ie/·-,r_; _
-


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r À ECONOMIA -..UnB
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INTRODUÇÃO . - 1º/2010 Página 26 de 228
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ib:á
:e��ifúç;�:: mais 'g��al;._espéci9_l��h1:e· r· eleJah�e
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do· �pont�: d. e: vi�t; ·. de ·· polí;ic�s .
..
. - - .;;..
.
. . - . _. _ .- . -:· .
.
- ô�-'.c· �. O padrão de vida �édio de um país_'depe�d·e de·
-
·
:

( ·- _ ecónômicas visando prómoye.r.Ó ÚéscimentÔ J�on


.;

( -·».ca _acidade de produzir bens;- e éssa capacidade produtiva tem ·relação ·dfreta · co m ·a. efü:iêricia, · a -
-
( -
Jp r6d: u e
�lvidaâ�:d_ ;�� �- c�n� Ó�ia. À pr�â�tividad� é a ;elàçã� -�ritre'a_. ,qÜantidade prodUzida - é a·;q.uantid�de. _
e .
·._.··:�cnes ���-í}F�;Ç'�;-���ª . prodüt!vid_ a�d�:--do · tra.:balho: éá ·· p·_rpdução_ ,por_ . hcirJlem�h�ra; -- -a._.
-
e ·
-
. .
e :prcid�tiy.idad� da terra . é a prbdi. çã� po:r - . _. -_ ·: -�-- .� : .
hecta�e, ·e �ssim p�r .9ia�te.
r
. . -. . . .
.
Dé ·que depende· a produtividad_e? �ui'to da .técnoíogia de produção: máquinas · m- ã is e.
.
:-·
( _ ficiente·s. ·
. . .
.
( :produzem
' niaii;" é claro que um trabalhad.or com. Úm trator mÓvi._menta muitíssimo ·mais tefra_ âo outro que
( · - . - - -
.. ::- - -<��haapen a� Ú:�.a enxada:: E d-e pen-�et�mbém:-do ní�el �d� pre��rição _ �-d� �duc:ção e é;��riênôa da f�rça
· '. de trabalho. Particufarmente nas · fndú�trias moâerrias, o
(
· nde _ as fupções)fos operários ·ern geral não se·
..·
· . -
. a · a:p�rtar- :continuaménte o · me·smo -. pa.rafuso-· num/ linti·f ele· �or:itagem (co��-:ir�nizado no .
( - ·:
-
._ : resuhl�m
(. . .
- . -
-
-�am·o�o._ fi;m�- de Charles_:Chápli�, ,;Te�pos �o�ernos"), o�"ri.ível-�d��:-2��h�cimento e -p�eparaç�o dos -
( - -
e· ..trabalhadoi:es pode fazer énorme diferença, . nó que toca à efii:(ênc[a·.p_ f_odÚtivá·...
,·_ : · -::·.Não é coincidêríCÍa, assim, que fases dé :·auménto ··- expi:e_ssivó-· na · _ prod�tivÍdade tenham
- •
• � • - •• • --- '<.-

(
: • -

· c:0F1s.equências :m�iro favorãveis sobre o crescimento econômico. O �-xtraordinário salto d_ e _produtividade


(. '.
e
·:

· ocorrido nó período da Revolução lnclustrial, na segunda metade. do seéulo.XVlll,


. consequente
- . . .-à introdução
: ":
• ·_ - - •
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do mundo", e para
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pêfr-es-s-e
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ís,na liderança-d,
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economia
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m_undial, ·no século XIX.
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A·1=1osição de ·
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- ·vanguarda
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da economia dos Estados Unidos/ atuâlmen"te, tem ·muito à--ver com a enorm'e capaéidade. de
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geração de progresso técnico em atividades produtivas, ness� país,·a�s_iryi_ como sua lide·ranç· a em-pesquisa
e(·médjo _de�e-dL/câçaoiaa ·'ior_ ça·:
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(e ._"/_< · _·. · ._ - ... No· co�texto._brasileiro,·'pode.:se mencionãr'qüe o rápido- cresêi;:;;·ent·o das exportações agrícolas, nos - -
- . , ·_ . . _. - - - - -. '. . - - - - . - :�- - .. : ·. - , - -_- - . , - - - . . - . - . - . - - . .-
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: . .- :. : últimos quinze anos, tem r!=lação direta com os expressivos aumentos de proautiviélade obticfos em setores··
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_�: pr_olu�i\/1 dade:· re_sulta:���, de forma. êli
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e··:·_�-� : : ,, :·_ . ·ae ci�1va, �ª- �tividade da EMB_RA.PA: u� ór�ão ia��(�ám_e� - ta I pês_q�i�a\g��pecuári�-- -ó q:��-ilustéa �utr; :d�
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- 27 de 228
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·. à:tu�:I me rit�:( i �fe:rrbr-: 2:6� i: ;:� -:�º-�_tras·t�- �� íl]: _·�-· cié:�-� í�.��}�r� -·�6�n�:;i· i :�-�:�)r:e;cidp:·:�:.:;o.(�:�: à��í�;�·cl:� -
nos úÚin:ios anot como a Índia e a qi�a .(com. ·taxas,:de _ ,�:yestC��nt9 da - ordem d é- :3qo/o. �-- 40%;.
respectivam·enti). -: • ·
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.·. Os ·conceit9s e prindpicis.básicos, riu. nidos. àcrma,:_ �.érãó,lbaseâfmtíit6s·. �qhteúdos · -qu·e. virão p ela/'.
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frenté; servindo defundãmento pa·;{a-�_ lises m_ aiÚilab�:�aâas.


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QU_AQRO RE$UMO /___ .-, :·_e-:·/.._·


.·. _ ...· ..- .. Oito Princípio� de Ec_ono
_ niJl: :. ':- é;�_ -- ::�_<.j :··_ . ,
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Princípfo 1 � �o_proces�o:dé fa_zer.e� e�colhas, os-aien_t�s e�onômk�:; "7' indivíd; ;


��s, empresas--:-_e�fie·ntã�..
·. tradeóffs.
Prin�ípio 2 -: O cus!_o �conômi· c� de �-� bem é dad,o pela altérnat.iva de· que se abre mã� para obtê-lo � seú•_··
.

.

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"custo de oportunidade'�: _ -. :
.
.
-

· Princípio 3.:.. Escolhas racicrnais são feitas "na margem" ..


. .. :_··.
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.
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Priri�ípi� 4 :_ Age�tes: econômkcis-re�pondem'� i_ncenti�o{: .·:· ·.· .
.

.
Princípio 5 - O fato de trocas serem po·s�íveis conduz à especiali�{ção n�.'
p ro_d liçãci; e pÔde deixar todos em·
0
.

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melhor situação.
- . . . .. .... ..
.

geral, mas ne_m


.

- Princípio 6 - :o u_so de mercados. é,- em senip're, uma boà,�an�ira· qe' órganiza(i:I. ati'{ígade .:•
·e• .
-
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econômica·
.. - . - - . - . .
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.
. . · .
.

e há ·outro·s papéis.
. .
.

·Princípio 7 -. Quando -o mercad_o-falha, a intérvenção do·:Governo :pode- ser i11dicada;


- .
.

relevantes para o Governo; ,:iuma econ�mià modem-�.'. . : " -. ·- �:· -. .


. -
. . . ..
. . .

_Princípio:s_-- O pa�rão de '(ida �e u� país depencie,· e� princípio, de._sua capacidade de produzir bens; e': é�sa, -
.

capacidade
. .. aúmerita,quandc:i'aúmenta·a-proqUtividade. �:
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010

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· - · Flávio Rabelo Vêrs tani·;j:3rÚno-P�reira Rézende, Patrítia Costa Rodrigues ·
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·. Nlarço/2áro
.
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e . Vimos qu
· e a esco·lha·é \irr, é:ompqnente· fu_ríd_ acn ental das de tisõés dos agentes econ_ômicós,
- 2 · . .
· - -
· e est:udamo� � e:;s-� c�nt�xt�: -� no�ão· �-e:cusipd� �� o�unidad�� Vâ;,,o� - .t ex\�--�xplorar essa�
( n�Úe
(
.. - - .. -·. -

-·· idéias, e fal�r de trocas, um- elemerifo básico da v.i.dá e conôrnka. -


(
( . Antes, . porém, será útil apreséntà�:�alg_um·à s_ d e finiçõ
.
e ?_- d�. terr:nos q� e . usare mos com
'·: . ·..· - .. . ··-
(_ fre quência.
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. .ALGUNS NOVOS CONCEITOS ,_ .: ..
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- e mos com eçar cha·�'a-ndo aténçãci para uma expres_são comumente _·.
(
e us·aqa em_
Ca?terís
- -
paribus.
-- .- , .. - -_ - .

textos de Economfa:_· çceteris.


- -

p a. ábus:
...

· . . · (.. e.m. _latim) Ou,: �m- po�tuguê s, "tudo o mai s


( . . . - -
- .
·
. .

- m tb�a�--s·e- �º�º. �-onstantes todas ..


cc:i� si�n"te �,: É empc�gada _para i_�di�à.r �ue , n� - d �·d; raciocínio;
0

( - - - . - . . -
·
_ ·:· ·_ · - . _·á s variáve is que poderia� te.r i�fluê.ncia no f enôm.e no e m anális� - ·com �xceção da variáve l em

.
( ·__-:�::·:_ : __ · . cons ideração.. Quando � e - afirma,- por exe ry,plo, :qu�·-"se -� ·demanda é i_nelástica, uma redução na
·
( · ··:; . ..:.-: :-· :qu�· ntiéfad e of�rt - ad.a ãu��n�a � re�:;�a d� -��n�--�;·1ista, ·i�d� ; -� a is ÚJmtiint�" (u:ma
. ãfirmâ'�i�à

·.::< _�--_,:. : _ .·. _..


- . . -_
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·.
e �újo s e �tido ficar' á clarq·. ni;_ is· �ta·��ir':a f�ér�· ��
�'1�:;in�-r- ap�n?s_: <·ef�ho d ;:�e dü�ã:o d� ·ofe �à,
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e :�:;· . :·,._.:· . ._ :_. Tipos-de s\�ns. _:E·rn:É·��Qomi�,:o·:co·. nceitO.de.-· ·i,be.m" s _ r�f- r a t�d�. a.q- .ilo quê éo'ntribui.
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s s e e s dese s e e e es s s e e

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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 de 228


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- cas .· do -b��,: ���-:�� .·for:�ª e :c;r�un��in �:�/l��:��:e é il
· �a���t-�rí�tica� :int·�í- �-se mes�o ,_:_�i-:· �-t ·i��-�:�-:�-6·
.. ·bern· ::_p��-e-·ser·u:Ulizà:à"�
. .:·--
<dé - �·��--b-�i b�-� de. :2:��;�at -�-ó�_::��:�pi�\: {·�j�' .� qu- adr�--� _:
tó'�,s��;-·.� .·.• -: .
<·.
-- - - -
seguir.
. . !:

.·.. .... ·.,-; - . i


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1.
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·:·· .

·.. -caráter:·• • fun_ç�o .natu.rezà·
�. · ·· ·<:1·ben.sde.c·apital
bens livres.·
. ._ . berÍs não�escassos ·
:1,...-, - _ n - � -ia,
_ · _ ·_ _i -t ---=- -.· - d - n
- · ;.- ·;o- J,···· :,_:.•:·,_--�à-�:�i:;ª�;;�ª��,e�::
__,
·
:· . ... -·
be s n .e
e e -.� .·. .·f . . · ·�:· ,outrosbens,os bensde.
·_ ·disponíveis s_uficientemente . ·
. · . bens que rrao compor _ .
.·ou , . . · . - • · • •- • ·· ·
rm

. para satisfazer to·d.os-osdesejos � · .·em· outros


.. -se trans,ormar .· · ··. _• .ci:: .· .·:capita i 1r_ao paI31c1par. do
b ens -•· : · ·. . · pro• esso
· · " - •
-_ - · · ·
· de p�oduçaode·
.1 �: 1 . ,

novos bens
..
i ·! ·
�mp l os·k, luz d orol.
&emplo: .. Cri!:ia l utili za do. , .· . . . . ·

.bet���!i����� ·: -�,- �ft. ,: :'\ · .


1
p_ara a . tela d9 MPJ_pla yer.
·, ;�II 1 1 Exempl o: MP3 Player utilizado
--------=------ ·. i ....
·. 'bens
p_or ;:1i-r:ia ,:evista musicá/.·
_

econômicos· /-bens.de.
' bens escass·os : . � . má.is nenhum processode···.·· · 0GónSJm O
. berÍs.cap�iesde iatisfazer.
[

cuj à obtenção impliéa •.._ . ' . transformação ou de agregài;:ãÓ,


.' J

,sémpre um custo,- ·· ·.. ; .• , de- v�!or · · ._ : · i :i.mediatámente as - ·


.
1 O mes-no '.·:. · · .dadesd�s oessoa"
· necessi · . s · . li ·
1 '.; :•M�3 FJ!ayer �iil ifado por. um . _
Exemplo: /J'n MP3 P. l ay:,r_ &emplo: MP3pla y:,r·:·
un,vers,tano comum

· S_egur:,do · o caráter, os b�ns,. podem ser livres ou econôr:nicos. ·liv"r"es· são aque_les -cujà
M -,••••
-

.
quantidad·
. e . é. :suficiente
. para
.:: . .
satisfázer
. . a..todcis:OS iri�ivíduos, esÚntjc/tjisponíveis :Sem' restrição,
· · .. ·. .. .. .
.
Exemplos comuns são o ar que respiramo"s (qua·ndó de· fato disponí_ vel, sem. p_oluição); a· IÚz do sol·.
•·
·•
.•

etc.· Os .bens. éç;nôri1;c�s,· .:n�sso. ��j-etó �.de �a;�r :· i_nter�s��


- :�q·�\, · ca;��;�-rizam-se_ ·por :er�m. �
es•-�assos;: e- p;;��:-�t6�t:en)�-��qú�- P���;�_p·à·r� -�bt�_1;/•ti�·i0m· Pr�ç;
:hr�:�/2ã�;-;·::6\r_·K��; /�-i�•á. O::·'.<:.:·.
'.

- . . .
- :
. ei;. Numa .· .. · · ;.
- su�terr�:�-� a. é -�m b-�m e�onôm;co, e �;� �-� be� - i� �onív
· ' i ivre:.·h�, �u·s- td�\:ara:\�·;_�â�Í� �
0

- -
s_oci�dád�:prinii�1���\om-o_ �·_dos �-º��º�- ín:�-io/�ntés _de �;i���-t�:r9n\· e�- ���al;� i�r�-s-.\:om� · ..: ·. :· ·
C�br��,
.
• : o ª'-'.ànço-da civili"za���◊;,°hé c�q9 �-�-z-�� hSJ s·;�e·;� Vivres., :.
=
-.. :�·:<tt.t�:}�(-/� /. _. �:_·_ · ·:\ ·/�' ;· .·- �- ·-� . '._�:·��: - .
-
· ·.: -·. Já según'q� sua função, o:� -b�ns_ e:çon_ômi�qs:·�,ô�e- �:;_é_c·f�-��ffi�á?��-��ns: in_te���diários· é ·_:_. ··, <.
·. :· ·b��� jí!1I;s. bs;b·��-�\�t'er��-di�r.i�-�-·;ã�-:�a�G�ie� q-�e :?;:�d-ts:6fi;;ã&t�����;.b:1fr;�;õ�i p-��� �nt�o �: �- - : ..
· .
. _ . ·
. di;�o-� veis . ·par;\)· u�o( O.LI :ejal . d ê.iia· �-� :: d/�er">� !g�
tof�-ar�-m r :: �fna :\ois- a.. :��/4/ ;·/ -ti���
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-�ife.ient�)·_Com�. �x�:��16,· t_�-�º�-o �qis;á, lí��i�; _ q�:� - �-���-:--�t_ili;-�:�:o 3. �,��é�.:o·�·�,__·:.--� .
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página 30 de 228
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.

· - ..
e _,.._. - _:::_ bens :_· - ·_in.termediários
· ---.-,-- . .dos-:bens
· ___-,_.de:.·capital �--_ . _:_··::é.-:qüe
_··;·_· :- __ �eris ·_ . ·:.·_tra. nsf9únáção
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,. p/�cesso produti\lo. ·u�a máq�in' dé u�; fá brica --�b-ntadÓ�a de autoniove.is-- .é ·


e . bem fi�al :_:.
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· a·- c·o�posi_çã�,já está. pronta para o uso.


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.. · __ po�que .. _rião s�frerá m'áis trc3:nsfor�açõéi·p.�ra su


. .- . - - . . . . - - . . . -

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( . _·· _ _.:_ ·_ -.-i.· _: . .. . . . · . . . . - _·:.·


( · : __ _- ·. · . Um · au;tomóvel será um bem de á)_n��
-. -- - ·_-:- · _ . .. ..
· mo s�· -uti l izado por parti_cul�res, e UfT! bem - de éa_pital
.
- . .
( -- .· se fo� pàrte_de · um.dr. � tà de táxis. Da·- íT!�im�
. -.· : · .
f.Õ·- rmêj�- o_- Mf3 .p Íayer é um bem_·de cor-isumo qu-�ndo. - " ��·_:_
-· . · .
·
. . - . .-

. usado apenas para le:o�vir m�sica por díversã�;- íl!�:s s�rá úrr,- bem de �apitai sé -1.Jtiliza.do:por.uma
- . .
( ·

revistà _espedalizada
· .
·· �m•· crít_ic·a· mus.
ic� l , por.exempl°Ó, pois. ness.
. -- ·._ - . .
e caso é·fa�o� de. prod ü ção de_ um.
( . .

. serviço· ( �ríticas musicais)..·


. .. . .

.
(
(. .. . Os bens de _consumo podem também ser dàssificãdos em duráveis e não-düráveis. Os
ber1s de consumo duráveis são aque l es_ �ue p
· roduzen:, serviços ou têm uti l idade pçH üm período · · ·: -
. . . ·- . .. .
( .

.
-

(
âe tempO; como ge l � deiras, máquin;;is_ tj� )a�ar; automóveis. :os não-duráveis são inteir-amente · .
· .
·

_
(
e · usados' no _ato _de i::on:sumo� como, fipica_meríte> a l imentos.. Roupas e sapatos, embora possam ...
e . - -
.. .

-
-

.: durar · v-� rios �n:os", i:lã ó : �ãci c l issificados có rnó bei:,� d� ,=� veis' '(às_� veies. sao ref�ridos como
- . - :·

rl .
"se,miduráveis"). Nota·r que casas não são be_ n_s de consumo duráve l : g · astos com a· aq�isição d�_ ·
(
( moradias não são considerados gastos de _consumo, mas sim gastos de investimento das farrií l ias
( . , - (como veremos quand-0--estudarmos Cón.tabilidadé. Na�ion.al).
. .
.• ··

e -

.
- · _· Efü:iência -econômica. _A-idéia d·e· efici_ência, em ü
_ onqmia, tém � :ver com à ó btenção:do . .
(
( .
e ......
- ·
..- possíve l . d·e recursos.· No rado do º cons �� Üi ;, rs�·· c·onsiderà ª· e:S��lh;· de_· um consumi.dor entre:·.
_;-. ··
(
.
. .

-
-

·y·á. ri�s- be _n s,: çl�-da is


.

qma de dinhE;iro::" d isp.


o nív . é . ·
1,:a esco ha s�râ .eficie· r )te :se_-sô - far po ssív_ e1 · =· . - ._.
.

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·
. .. . .

(
-

· · ·
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: ió ri su�i; ma�� .d�--ú-�:'b:e�rr{-;';�idim i i ü'.r�-�-�-�:f;����-d -e 6ütro�:\Jrr, e�pres.ário>d;�po�-do. ê


.e :-:.·.·_·.: :'. , -� u�-:-/_ ,.
- - ·.
( : ·-.<_· ...' .de .f�;ores . d�:p���u�ã;J:c��t�\� � l ��í)�-q a;·pró ��çã�-de dois=- -bi�s,: es;ar�- aioêa�d�i :. � . -:
da�-� �-��J-����
( _: ,:_'._ .· _. e> .. ·., '':- __:· .'. _.··... e_.·.:: .._ ,--. .-·:.. ··,�-- ::-. .-_· __:_ :•/ ._·:.' ·_-. '·- . - ✓ .•_ • · • > .. '· ·." ·. :·
bens- -aca"· r·retà-r ·"
.

_ ficier'it'emerite .os · fator s ·de · pro·dução·' se o · ·aumentô-- de: produç� o :d�- um. dos
-
••

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· ·
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_· -
·
����-�sa�ia·m�i�e--.��m:� re· dÚ; â� ·n� pr.ódJç� o' -d� �utrb. b:e�. - N-�: l ad·ô· da ·cÍistribuiç§o-(d� :be�;,�u de ·.: _. ..·
-
C: .__ _: ._.· -..-;- r�:�-da·). �6�re:�. á-ri.6s�����- -
s: �-
. . e a. l oc�ç�-· �- ��-�á:-e�;�i��té s�
. -·:�ó;fo�poss;��/ �eÍhora.·,r. -�.-c:Óndiçã'o . de ��:. .· ..

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(
.

. - - - �ge�te/ê·ni ..té�·os. d-e:üéri"�·-01:1:ci:�'ré�d�-;-pib:;irr1ó· a:�;r,-d1çi9,d� ��:ütros_: ·kss� c:orçeito de.. e_fi_�iê� cia...... ·> .·.\:
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-�E d� a_ x _ E_g ?a� .�·-:_Jrn :_ �rt?-:.· �Cl!_���â��!9� -� � _. _h�x _ : u..r:n -� �

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CorJ-;_;1�� t�J�a:
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· ·c_.:-- ·--equÍ.�;��::;.i�;or -:- :�:�e: �:pl/:·.{:�_; á n;��e- nto:_,d?:i�:rlsf�i>p�C>�/e:�iy��: - (�i)��:l{::�i:i:/<p� - g�_�do ;_ :· �:::;
. -
· . - _- - _-__ :_ ·-p-rÓp;or�ioni- l mente:m - a�:s de �uar��:da) é�:m pri�. ç:- . í�i� de e�u/dadetrn�s -
.

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essis s°fó�•� �dem


.

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-
efeito negat-i�o- sohre os inéentivos parã- o invéstime�to, e- _ç:ausar, ót;trªs distorçõ�s, impedindo à_
· -

- . -
alocação eficiente :de r- ecurso�s e reduzindo a· produçã�::Scib -,i�as--�; - � d.içõ_�s�:�:d�:i�Jn6st
- rar-q�e ->-},·::
0
- -
-

. . .
• • •

ter.ide . a situ-ações de- eJiciên�ia eco


- • •
•• • - •

. nômica; más não:_ de igu-aldade


uma -economia . de mercado


:.. : ;·_: • - - ---:· • • •
• - • _. : • • �- • - • • • • • : • -.
- - <$ _.:.-;-: • - -:. • •. ••
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- - . �\�ja:_cert; _ri
qu- igu�Í -
ci�de,
-

-0istributi�a:- Se. ã- sÓc;�dad� ju- lga -d�se;á��; í��I :d- � ºsér�-6 _:�ec:;sá;ia' . s�- - ·- :�-:(
. -
- - . .

-'
. . -- · -
- . - -. . - - . . .

medidas de . intervenção ..:._ como os impostos progressivos::..::.. -


- cj'ue: muitâs_veies se é"onfrapõém.
- . á
. :

-
. .
·
. . --- -·. -- -

. - eficiência alcicàti,va: A esco l ha, pe l a socied;de, de uma combinação_j_ulgad; adequada de ehciência


._

· econômica e equidade é tópico estudado na chamada Economia do Bem-Estar, um·r"amó da teoria - -


-- -

.
.
.
- . :.__· .. �
.· . ..:.:: .----�
.
.

- • -� • 'Fatore
- , s de produção. Os fatores-d- e práduçãó -. -
'_- fo�- r�-cu_ rs-�s-pr- odu't/vos) . são-os · elementos
. . -

. básicos Úti l izados _ria produção de- - bens e �erviÇOSi,:Comumente -reu-riidos - ém--"..;tfil�-.:-grarides
- - -.
- -- - pÓde.
categ��i�s:' - tif err�u �e.fer/s'� nâ�:;�
--
- peha � ;;;_ t �r��ç:�� :- q�e - se
. .
terra, capital -�-_ - Ú halhó, . . -
. .- ::- . . . -
à ·. :
� : ::· .
.
. . . - . .. . . . . . ·. - . . . · .

. .

ca l tivar, coristruir.:imóv_e. is etc.;- mastambêm a-os. recursqs_[l.aturai/dispÓriívéis, ,éóÍnd mih�rios, ou


. . .

,
. . . . .
-. -

· - . -água... "Capita l ; Éompreendé os. . :recursos>produzid�s- .:p�l9: homérri - é�destiriàdós _-:-à produção-- de
_
. · '

. .
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-serviços humanos - empregaâos na produção. - - :- - . _-- ·- ._ . .


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_-__ ESCOLHA No coNsuMo/ A LINHA oE· Pos-�. is,úoÁDEs-�E-êo�- ;�M'ri ,:•(�-e(.�_..:-:�-_:--� ·


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- -os age�te- s são �u6rnetidos. - é - sabe- ndo


- .. - . .

- nte à escassez e as es-coÜ11:1s· a• que


-Tendó err,r·m"e
·
. .. -
·
• . • • , -�> ·•, . • • •_. •
: tambem que os m~esmos agern sob a ma_ximização dos-ga-nhqs; podemos agor.a-.fazer. üma an-alise _- -_. __
· . •• •• : • • ••• .
: ."'._•>_ .:- • . . .:•• --�••::��-_ :•,-... � e."._ - . • __ .-• • ;�•.:• �-:-.·
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- ·_ , . -.·•· ·• .inirn1 t:::,;;{:::1:::�:t::i:;:,ts�;,:trtt:ttl1:� �i;:;�{;.'cin5jJJLrC;,a::. c:::·-·


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uni da.do· ccinsumt□or, __com ·dois produtos - qt:Je - _po9em_-se�_ CO r1 SUJJliqàs _ pqf é)é_ ,- �;Nün,''.eixQ e�tãq�- ·, :- -
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orça_rrient� r i. a'!,:;j_ústáh-)ente-:po r_que ·"fepr�sinfa:'à-<rêsfriç'�-ôJmpósta}pel�i': çiú'á"rítTdadê - -dê :;-ê:li ,nherro-·
� - _· - ..... :_� .;- : �- \_. . :: ::. :· �·: __ .- -·;·: - . -- �>- _
- : :� �--·:··:?�::;:·.• :·: / �. :: ·. :·�- �-;_.: -·-. ·=·,:�/_:- .- � -. -·-.;�·�·{: .\�- :_�; :/f\r�·.=.:.;_:.- ··:::-:;:�:: �-J:>/r.�:�__-:·�t):-:·_��--���- \:.::-/ -�-:.: �;"}::�.:::·.-: �-�:;�::_ . : r.���:'!' ·\�: �;_:.-:·_ �� "! .�J��- ::: _.-
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ii!�if�ti�iíiifffi��t�r1:�;; 2f>
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_' -- ·. ,- : -_ dispo11íve l {orçam,�ilN) para·sua a l ocação1entre a:compra,qe -dóis bêns-disffnfàs-:' :�;- ::>_., ,-.. -.; _ -/ -_:: -_- -: �:, ·, r

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- 1º/2010 Página 32 de 228
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·• mensalmeÍ,te, à qu� �;;a. ��·· t� m é,, •• di �h Oiró, pdd e 0$co Ih� ntr� d Uai a Ite mativáS,
Rsls�:?�-
·�
( ou uma compinação_... de_l�s: ·c"c�Jn. _ e� ·Qci _ Restaurant� :uniyersitário (. RU), · por- -R$-2,50, Ou -comer em
.· _
- . -·- . - - . - - .

(R.$150)"
. . .

: -:_::·_c"_�·ma réd� de_ jàst�fo_Ó�, po ' r,R$�.2�_�o: Sa_�end_6.-és•s�s �fados; e:sabend.ó·qúeitoça' � ssa r�nda
-

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';açar:�ua:�;--i::r �\: .· . . . :< _: . : .
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i_ ada-· ;-;,i�ent �é3: · �t oi/: d � os t .
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( O ponto" .A.-é·.aque l. e -�im- :q·�-e jÓã_o-escolhe .., ,


- - -• - <
-gastar �;eus ·Rs 150,ÓO -_ sônién�e-: em fast-fóod, .
Fàst-foÓd · :- '·
(_
e - :\ndo 1 2 . vezes ao -mesmo e. O._ .vezes ·ao RU_ . . r _ · A
- 2 .
( ·._
· (R$150/R$12,SO = 12)._�0}f.��to E é- o oposto, em
B
( ·'' .. e
_ RL.L pO vezes, e o Ve?eS
'
( .. -que João gasta tudo _ no 1

F . ·. ,·1
. em fãst-food (R$1_ 50/R$25b ·=_ 60). É importante _. -3 .. - _... _:. - _. �:.. - �:.- ..:- -·- ·D
( ·:
. . -
( ·-E
: _ n.otar que. - os pontos·_ d.escritos ·_ na LPC -são - RU .
(
. 15. 30 45 . 6
- · combinações·- possíveis,: _ n:ao ... nêc�ssarian:,ente ·
..
( - .
·
: . desejá�eis. E�tre esses ·pontos;· J�ão poderá e;·colh"er-" c�mbinaçãci qu_e preferir, _pod-endo; por . . . . a·
- • •

; .
.- • -M •

(
. _ ex.em.pio, escolher o ponto .e, ,in-do 30 _vezes aó RU e: 6 �-ezes ao fast-fo�d, tendo uma c:Õmbinaç§o
e
(

e -. com.as duas
.
alternativas.
- : ..
.
, . a "invés
.de.. uma só:
- ·
· . .·
-
e
( - . - ·_ vezes no "ffü; combi . n_ aç_ ã_ó essi .que· est�ri_a representad,a p�·lo po�to F, fora. d· a L-PC. Entretanto; -
· .
e .. :---com_ó - . - -. -J_oão é. u_-m: ageri�e_ - - ·�a,· :�Orta"rit()� so__b. _ à- ':f- aciona.. l_-id. áde _ -d_ õªh_omen,. · .· . i"/_> ·
- _ - ?1��imizador
e ·· . . (ope - _ . .
_
( "-_/-_ .' ·•. ·>- eco-�ô�Íc;"},
.
-�le\��f�;/t'er r;'
. . . -
_::;-:is·..b���', do que �eriô_s --{_ d;�cónside.râ�d�-�� - a fopótese ·de· gúar�}à'i· ·\ >, : .
-
.
(. > '.> , -e���· dinheir� pa·r� ga�t�;r co� :��t-�a� - \o;â�S, �u pa-�a gastár�o· · : �is- _seg�· int e):: D�;se mod_ o, .
� -: -.. ,.· ._ �sc�lh�;_ á ·n�
- - _ e�ue, os�_�onto_ . s- s?bre a LPC
- c�s_s_a �i�m�;f:.� - _, ·l_ u_gar dá·s c?-�..binaçõ_e�- que utilizari:ª�-:.. <·-� _
-
. _ _ -
('_ - :: .. :· ·_ - . _·m�xi�o- seu� recurso� disponíJ"éis. 'Não es·colhe.rá_ "tú-ri-' -
'.

. - . p-��to'�bai_ xo .da--linha� é _n:em · l,Jm' pon"to -: ,. :�- ·::


C.
. .
·-: .<.-·-:-: :'-�-éi��-�d�
· - '. . - -
-
- ;;/pd�-í�i1 ,·'�/aq·�:�-��· su·p�e= q'u � úma pis. so�- _"--�;:. �:
li� :��, p�;s -�if� ���r�p� i'a ���--s��--�· rç� ��nfJ;�:
.
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. _ _: - . n�� p�de �-�star m:a sÍ do,�i�e_ �:-�r�a �ent�_ d�-�tinado à-s_co�p��s des·ej;das d� �âois bens.-
- - : .;- ... -
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- ma fronteira :d·e cciílsdmo, - �os·�rando·:� consumo� máxi,n:10� _
_: -_ A- LPC repre?énfa . as_si_ m, · 0.
. . · _. . .. ·. ·
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'.

ã º n
!:-}i\~;,0;;;t; d;;;r1;;;�::�;:�s,f{ll��A�i:�_ttr; �l;1iI:�:;�;;:;{t;f;t·oq�� ;�:!(if,;i
·. · =' � -.-:--:· __R$i75/R$2;so:=·_1q
( '-�·-,,�_-,_. :-··;: - · ·
(.v�ja_�epreséntái;:�o'.·aç, ládo): A LPC é, assim', deslócada·:ná direção opcista:à.;_ . ::'.',.
_..: - _- __ .·. ---_.-: ___: .-.� · � -.· _-· ._. e·:_:,.:.··. _.· __ . _· " ,:_>_:.' _ · ___ _-_._
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( -/._e __ :.:_ ;: 9rj_g�IT!, _ mo - ai_ s_ :_ _�éz_e"s-ta��?�ª�- ��staiura��éJa.,5t-jood_ qu�·nto ?_o -_·_:_:- \- _._
_ �-:�-��, �g9r. � �9�º-?-:�ª--�!/ i.�. �

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- - .· -. . :.

-
· _ _ -- _:;fwnçã_ o :dã- va"riação · d�� �-;��à-�--d�s\;e�� --��tii��-i��>··;��t:food
:

. · . .- . ·.
· -
nos eixos.? aum é n!o _do ���ç de -�b � �� � m�: ! ª ��; - ' _ · ·
·_e _:_ ··- .· .· · ·. .- � ·: _ · -.. ·•
_ � . \4 .
que
- .... possamos,
.
- çoni .- - . .· - 9rça_me
. - ·. um- · · -mes�o o .
. .. ; _·.-. - ·
: �t
comprar_ :menos ,, u�·i:ci�d-es;- ..'desse :·b��:_'.:: D�-;-�i·.�\í2-:�. - - .- . �- . --. -·.-- ... .. - ··-, ·
- . :. .,.-. -- .. -
. -· ·- ..,_._ _
-:- :
..
. maneira, oaumento· dê: p"réços· dêslócâ .a� LF>C,- . no . '
.. ,

. -.
.
__ .-··, -·
ei-xo d.o bem que sofreu :o ·aument6,·-�m· di-��ção·à .·.'· _ ,: --.- , . 6
·
origem (para a es_querda,. no eixo -h_orizorital, �U- .:-'. ' ·-------�--- · RU
· --_. 60 . _70. · .
. para. baixO, no- eixo· •�ertical). P.o/:outro l?dc{ �a- ....__--'--�-,-------'-----�--------'
redução do preço de un:i b�m, mantido o o�çame'rito; dés_ loca a tPC, no eixo do tiemqué"sOfreu· a
r·edução
- do-preço, em direçãO oposta .à origem- (pa-ra direita,
. . r· io eixc>hori�-on"t · ·
. al; ou- pai-a:cima;·
.
no -ª�
- .•
·· -·
_ eixo vertical) .

. _ ESCOLHA NA PRODÜCÃb: � éURVA DE POSSIBILIDAo'Es· DE PR-ODUCÃO (êPP) -


Do mesmo
- jeito que a... LPC demonstra
- .. - . a fr·onteira-de consumo,
. a CPP demonstra a frontéira ·_
- --
de produção de uma · unidade produtiva -(ou ·mesni_o' de uma>econ_
. . : .

Omia},_: ém· que. o�proaUtor__-


:•.

.
. · - _ ·_
. �scÕl�em �e�tre alter�a\i�as,)füscan�o �a><f�iz: �.'.�e:�s ga�hó s. A . ssim-· �-o�q-�s (do;��-i�6r�-�, :os_ __ . ·
-
- ·. ·produtores tamb·ém · têm. uma restrição ·or· ç�me0t _ária: ·os _recursos ·de_· que_ �is-põeni pa·ra a - · . .
_ ·.produção.
·
_·-_ .. -� ,-Assim como Na\Pc: · nçi C:PP são_.repres��ta:do�--�pê'nas· dois :prndutos>pará Jacilir�r- a .· .·
- - · _ .
· -· · . ·6:��
·
.<��:
-
���Hs�--do: �node;o. D��:s�_ - � - ��� --
, a - �pp,� �
"O t �� �a � - :�ó��- : b inaç. õ :�� . p o-�iív� i/2� ci·r: � �-u�ã :�· o i�-� , -� .
.. .:,....
· '�- produtos com as quantidades disponíveis,dos-fatores de produção (terra, capital :e .tràbalh6), e
. •
- - .

. -
:.c�m ·a t ernologi� exi�t��-te.· :p-��a�:-�-i�:pÍi.ti��;:<�'.1;:a�-: �ai�;.·:�_Út�liiãre�:cis.G].PP. �o:m '_c�st_Os3.!e :.-
e
o po unida d ,-o nita nt�5, toÍn a ndà: r.eti I í a (y;;;� �;,, �� exo ;, ata à iespeit� tj- < �: ; ' � . • ·
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- - .· . .�- _. .
.•.- . . ··.. ;_._-_ :- - ._ -
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: .._.Tomemos
UIT] p�oáutor -·ru . -· .... :-- :,
rá:1•como ·ex :
e m "p° lô:: ,_:_ 100 A
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º
._ Com suci c�pacic:Íad·e produti�:a/eie _{é_ã p3t ·:de P�.ó�u_Ú�-i;. 1�_:: :-- � -:, � .···é--�-_/:;_ -�:":�:( ._•
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íif:iil·iii:�s�t-I1li /f!�c;��t}t}:·.
-· �-·

_ _ - . '.: ;·-- ·:_ ·. . -


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.·_ ·. /):'; SIIiiI�!i}!J)k{�:1I�5?}iifi�,�-��;-�(��:


.
(
sàc:os .de -�o}a.- ·o p�r1t�'-Ê -m�sfr� ·:. :;tµaçi6


, . _--__· _; - q·ue;���.·ir"o�u{�õ.\�me-���e tj}-s�)�::··( �-o/ - �- .. ;

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_:·_.·;.. :. .
INTRODUÇÃO
.. À ECONOMIA -.. UnB -..1º/2010 -·. -.: .. Página 34 de 228

_. :- - . >_ . > · prodüçãq


..

-·._ __d� soja:-e -���lh�. Cad_?J pqn_to,inter.rne_ di_ ário indica, dada.c�
( . . - ..:: ' -.· . - " :�.

_. rta produção dé
-
_
( :_:<:·- < . . _ pàssfveis·d� _
. _
( _::, . . _ :
( ·soja, · qual:o máximo 'di !11 il�Ó ·que _pÔ-d� s·er ifroduzid.a", e vice-versá;
( - . - A CPP reúne os p�ntós em : ·que _ o produto_r pode procfLJzir ao m_áxim9,- com seus
� recursos
: _ · disponíveis. Se__ a produção ·esÚ . abaixo_ de seu
-

� : __- .·
. .

.
t' ...

_ :· ·sacos de :.-
potenci_á l, há subu_tilizaçãO derec�rsó� .proçlutiv�s;'.ís��. milho
_ . �ep�esentação

( .. é : ilustr.ádo pelo --P,: i(1terho. _-à. ÇPP;--na
·
-'.- --·

_· _ gráfica ao lado. · Ne_ sse pontci a_. prod�·ção não.. é


-100
(

eficiente:_ seria poss_ívei;produzlr mais de um dos_ bens,-,


l

_p
(
e sem diminuir a produção do outro. ·-: . sacos
( .. _ �á quando. o ponto P está sobre a CPP, os de soja

.fatores de produção estarão sendo plenamente sacos de


(

utilizados; ã produ.ção. é · efic_ iente._ Só ..- se_ poderá · milho-•


(
(_ - -
e · produzir mais mjlhci·s�é- se p/odúzi(�enos soja; · e vice..: ·1-00
versa. Diz-. se, nesse caso, qu_e se trata de uma. situação ..
.
. --, .
( , .

.
· .= . :

de pleno . emprego.- (emprego in.tegral d· os .fatõres·


,· - . p .

( _·_
.
l

disponíveis). •' . -___ , . sacos.


. - -80. de soja.·
( E
( -úma -t�,;,ceí r.a ·:5ü.uã&:ão ;:serra; :de úm pó nto P - :�----------------'
fora . da área . delimitadã ·peia< CPP . Cómo esÚ sacos de
e
e . )::nilho_
(\ :represen_t� uma fronteira rnãxi_mà de prcid�·çã_o, dadós
.
( '.: · .. ,;_ _ _ : �s- _- f�tores ..disp-Ó ní�é:Í�. ··naquele<·-m·oménto,· _- · nã� t'i"é
.= . · ; -- .- ·- - . . � 7. ; •

100 · .

2·e·.·•_.. -· ·._. -
·. -
�ossí;el pr�duzir' em'_ _um ·PCl�;�}\:��q m����ado·�� _ · •
.."p"_-·t:-.··

lado: É um� si�uação "inatingív�C� .ª _não �er_ que·· haja .


. · -
e-�----. ·.- ·.:·.�-a-Ú ine-nto ·__-n-�s :· f�to(e;·::-dis-���l�t- :o·u· i -�e . aqbtem· ·_
.
.. ' ·• (.
inb�;çõ�s tecóoÍóifcá(�;s:�io��;,o/ Pf�tJ.út;vº' de
� .e : > • :::
-- . . -
- - --� . soja Ôu �ilhó,· _c�s_ós eriÍ� tj ue a cP·P s:e de:Siaca ná direção · contr-ã°riá à � ' rigem: ·
. . - - -
2 A�sim com; à ,LP�; :-CP;. p:0d� s-e/d:e�lo-����- -��se.deslocam�-nto �e .dá pelo c�esçi�é�to da..
(_ c"apacida;de pr-�dLi°ti1.il d�- _Li_m-� eé:;no�i�,- co· m- o· �-��-_nço� tec,nológic�s- "oü aumento _ n·a q�;ritidade
- . - -. . .. ·- ·· �-

( _.· _.· __ · _· _ d_e· �apifais, pó'. exe�plq,-_ÇHJe�_de_�lõcam · __a- CPP parf_a· _ dir��ta,{situação:l} .. Mas p_ode, ·ta�bém,_
. .-::_ : _ . ,··
.. .. ·.···-. .· :
· __ ,,
=__._:·.. .
. . ·_
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.·:·-, - . .
. .. ··· . .,.. . .
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página 35 de 228

_ ·120 .100
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..... ;-.\.
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. sacos.·.,·. · .. ·
·-------t�---_
· ·
sacos .·:- . - -
· de\ój_à ..:
.
de soja'.
:· _

. _.. _.. - .- .
._.-.
. -
. Voltando ao nosso exemplo . do prod�Jqr- .rú·ral, digamos: que ·e le tenha. �m ·a�ri;erito em sua ..

capacidade dar-�e diferentes maneiras._-


- produtiva.
-
Esse aume·. nto
.
pode.se
. . . . . . . '

· tipo de
Exemplo 1: Digamos que . um -.n_· �;vo
,;;

· � ·.sacos de
·
· -.· ..
fértllizante é desc?bert·o e Ô produto'. passe ·a·� sáqó: _A, · milho ·
120
. produtividade da- terra
- aumentar�·tantó �rri:/éla_ ç_ ão ao

.
. . . . . .

milh.ci quanto à soja, tendo o- produtor s�à:éap�cidade · 0


1

· produtiva - aumentada em ambós os prõdutos>como :·

· ilustra d ô a lado. , ·. · ·---------'-"------',.__ · sacos


.
. . -
éo"m pre.- . '-:-- -,,,-'---------'-_ ------- 80 _ _ 90· desoja---'
- : . _ Exemplo 2: Qigçimôs que o ·prodú tOr .
. •·-. . - -- . ------�-----------,
sacos de· ·
. - •.·
·
,...

_milho:_·_.
.
·. Emb_rapa,- .que germinam·· num meno(·período_ .:d.�--' .
. __ " _,_ . _.
. ·
tempo. Gomo-:a inovaçã.ó
0
dá.- a · pi�·a;\ha\lbJ�:; -;.\ > :_ :··
se e-··_?-�---:, - .:·-� : ...· -.
·. ,: .· •. -:: - · - < ,· :· · .. •.· . :· .· >. · · \>-- -- ',. :, '.:_ . .
-

- - _,. - :'· ·· . . _-: . .


· .. ·_ ·--� -\\ '/:_;::_ : :
100 .- -·
-

· capacidade do. . .produtor aumentará apenas - _nesse


. _._. . - .-- . _, · _<- • ... • -�: .·
·- �- -
. - . :.:: . . - , _
. . . · . ...•-
. - _ ., :_: ·_

� ... produto, permanecindo iguçil a .C<;Jpácid�de'·prodÚtivá.' _·_:._._:- '


•.

�. --
· �; · .: .
.::-: · · >·· : - . < . . . ·· · -. .- . -.. -- ·c-: ,_. ----"---,--_-_ ....... ------ ··:_sacos-··
. · ._ · · · · --. . : ..· ·;·. _· :·.·. _ -..., _ _. · _:-:-.; · ·...-:_ ..• · ·__·; .-:: · . . ·. - -�--
. · ..
,.- -. •. -
,
• . de mil- hO;s como ..mostrado· no 2
gráfi o -·- . .. - . · - ·
,,_ ., , · · · ·'.'-: '· \i.':._:_-·J_ -• - ·,-.· : ;- ·- 80.� :90 · d · _e·�oJa:. _ - · · :· :.· �
. . :-. ---
- - '----'---- -----'-,
.__ -:-:;. - Exe-mplo 3: :Diga�;;:-�gor·a q0e· ,9 · :·j:{rodptô't- .---"---�'-,- ._ _ _._.
- · · •· · · · · · ·'·sacos de
· . - ·
te·�·ha •'ad·qLi�id·�: um� 'm,á�uin�· c�lheit_ ad�-[�- �(d·� '.fl1ilho'. ::.: - ,. ,- . -
;:"�-Ith:;_:�: : : , : :· · .. ·: · ..
- - - · - '
-
·
majs éf i derite.- Ã�alóg��erité ao � �s� a�tê�i��,;:���� -
<·3 .._.-- -. ;�
-- ·.. .
2 ·· ? · · - 9· ·, _- ·· ...
-
,
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. ...
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. - ;:- - .. - .. . - - .
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.
_··�iih�;� --�-�-- ;
·. .

'_:.. : '. ·. máquina . ' :_ serve. so. _niént"E:! . para a :.colheit�:;d_Ó _


. l- QO :._ .-- _...
-

. �
-
- --... � ..::_ �
..
-
:-.

. : ,. ...
. . .. .

- ·-
.

.·_· ;càpác:idade de prÔdúç�-o aumentarf :só__ para -;$·�é/'.·.·.)


,_ . :- ·-
-·- _; . . - . ·.
·-,:.·:··:·
. .
'

____ _

...· •· \·::Ii;:�:•�1:t:_::,::�;�::t:�;:;:;��f{�!!fitr}!•}.;')/.•.· • º'.;/�.•;�tiJif.}i'•.··_


-:· .. :·gr.áfit�: - . -.. : ...
-• -=· . : ,. " ·-·-:\ · - .• , .
8

-.··_.· .. ...> ·
-·; ·-. - .-.
.
· '
· .· -
. - p;·d��ia -h�-��_(t�rribé� o �a·s� ·_d��
.· --- - .._ -,�-�:_: _-�- --, �.. :-\� - --� ;.:- :--?-:. -
�:?<;:- - -
�;·d�!ç;�j-�? ;_cii.�aci�{de• :d;:� �-Ç) l�-ç-ã o �ape�-à�:J�\oj�/;'�-'�_-<=.(>·
- - - .
.? :- ·..: - -� -_::-_ -�:�-� ---� - >.::; - �·�-:�:�-:..-� \J\·::)· -- .; .��- - -� :.�:---�- -� ��;�:.- --..: :���.. :}�-· � :��··.·:·· ��:. ·_ . /:-��--:�···= · _ / _::�.-:.--- _:.:.� � :�</\. :-_�
-
-- -- · . -:;.�Y?-.·:t-:�::� ··=
· ·
.;:i?péna,s_'dfn:iHhg •(se:,.P�r::exem · :p10;;9çofr'?s{e: �-rn�";-i:i_-�agà"q_ue)fe}a:ss.f�sô_tin:iá;êia�Jjuâs cú_ltúra�l�-�-- -;-.;-;>�:-:\:,;.

· . .-· ·· .• , _,
:-�. _ ....-- .... . -·_: .
- .. - . . _. - � . . . _- .-· :: :. ·.· -� · ·.
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e: ..- - INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010
. . __:.
Página 36 de 228
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· ··
-- - .·
-
. . - ·,

-
(-·_ :_ � ·_ . ::-... -\�:����:�_f-1;�-9: g��:fi��:�: �e-j;�. .. ;�áÍog�. à -�d�s-� :e�;�pÍd( -�·::�· .3,:<i��eiténd ci�se: �ã.- ·..dlreç�o::�dd_ ... ·_ i -�, :-.-
.
.
.

- - : •·· . . . -. . . . . . .

· :·" cÍest_ôcarri_énto · dà CPP<


. . . ·. · ; . . ;.
( .. :-, .
. ·· . .

---
. .
.. - . - -
( ·, <-·· __ _
. .
A ·assi t!l comç, · outras a�sÚa- ç õ�s : e conôm . [c· a s, é sí�p_ l ifk�çã_ o . d ·
9 _ reali°dade; p�(a .
( é:_p°�, _ . �má
(- _ · · ·_. -: facilitar:_sua. an·ãlise. 'fv.1as tem um p.à pel · muito. ímp:Ó�ant� para···exemplificar - _ o·s conceitos: de-'.·,:·
( ··outros. Um ponto sobre _. a frohteira .
de p��duçãO (utiliiaçã·o · p1e;à ·d. os ·
•• · . • - • - •

---esc;3ssez e..·. e;çojha>�ntre


••.• : • - •• . .,._ - • • - ·-:- • : •• 7
• , : • .. �- • ; _. •• • - • • • .:. -

( . - - . -

-:_. re�Ú-i:sOs p.rodut-11Jos) it.ustra:c!aramente- urna situ�ção de efic;�ên�ia_é_conô�ica: só se pode produzfr · .-�•9
.

e ·
.

-
:

··mais · de um _ dos_ bens reduzindo a produção· do outro._ Essa · cÓncl_usão,- - apesar- de · simples �e .-

l
-.·. intuWva,. traz i_mplicações -e.. conclusões mais _· complexas, ·-à.--lgúrri�s das quais serão éstud.adas
( ..

i:>óste�iormeht�.. .-
.. ___ -

(
.,.. - . . .
( . .. �.
-.:.

( .
CPP E CUSTO DE OPORTUNIDADE
.

-- -
(
e
:· .·.. .·.

.
( Você viu acima-:qµe.a-S
- alternativas de alocação. .
_ dé recursos.. ,-para a· produção de.:dois bens ..
. ·'. ,

ser·. representadas g·rafi camerite �;Ór· : mero.· de uma curva . de possibilidades· de .


. . - . .

distintos podem
.
( .
. .. .
.. . . . -

· ue Capa ponto da·· curva represe�fa· uma comb_i�ação pOSSÍ\/el -de recursos
.

produção {CPPl, ·em q


.
( ,
-
- -·- .

.
(_
( _ -: par� .â produção de d;terrni_�ada
_ qu�ntidade de u[!Í b_�r_ r.i·i totitra:quántidad_e dé:um bem 2. ·: -· :_ : ·

e·e --_.·. . . ·sacos·de


- pródutor·rüral q _ l.le pode e·sc�lher,ent_ re prÓduzi(a_penas · rrulho -:_ .
e. _. ; ., _- _, milh.�. , a_p�nas soja-· ou.ainda.uma écim- - _binaçãCJ
- d<Js:9ois
. . . ::-{oo A<__ ;:-.::- _
( _ · ··
.
C . _ .-; · · -· = ': be�s\.?e - ele·:si·aeqicar ·ap�nas à -
pr� duçã � · dt-�:i íh_ �:-- :. :_ �:�:· 5 ··
·-,- = --�-·j?:: ._.' · _'· --·· · - :- �- . :-.·. . .
. -- .. - .: . - �_.. ·- .- . - ·. -.=·.· :�._ ·C - .
- . -· -: . . -. - -7
. .. ·. ·
,

( . . ._ -. � �é:onsegue/· _
. Li°zir lQO· ·
sa"càs dq .grão-..(p · nto -A)J
o . . :as· o ·: . '·? :-?0 -:�:-:���- --,.
.. _.:_ . p.r:·od
.
i:).
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. . · . 5 . .. :
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. . - . . .: . _ . - . .
(-: · . . ...
-
�(--_�;:-----r:-.--:
.
.
··;·_ opt� · po_r. �rodu}'.i(-ap . enas _;oja;_ C?_ri_�eg _ué�p�����'.r. 89:_ . :·--
o 1 •

( ,··E ·sacos,= .. .
_ · _ de _sci3S:::- .. · .- ,.
( �.-- _ _·-·,_·>sacos ·· (porito··-E.):/A · s dema1s·.:-'combin�-ç õ�i,<estão · :_/�:, :::<<:20�'40 60<. O .
- · - ._ -_ _
( ._ - - - -�- - ·\epr��e-��ad - .à s:�:r_ ' i;· � - �s o s - êÍ - � �- a i�:� on t��-- e�. ; � t :· ; t e · s:· · �i is�-g o · :dà\� - t a:t r açada (� �CP- P ); tai� c à�o_ :: �:::__ :, _ :�:_
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d;i'er.
· . �- '- (rec;iução_ de 100 pará 75 ·sacos) pará pa�sa� a p·ro��zir_ ?O-sa'cos a mais de soja (aum·ent_o de O p·ara · .-._:: .._.:
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página 37 de 228
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.fo(":jnf�cid_ú.ffd_� :;. ���y:;,;ti.��rii�� �-� ���:��/::cfin�:i!co··�e':
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-��:st��,-d�:-:J�t�u�id-��e:'.!o .-. :

c�- sto de-�lg·o médi•dó p�l�--à.lte�n�tivà nio N� caso.de �ma é�tolha:de'c;:nS!-Jm�/6. c��_to �dot-�di
de oport"unidade_ da ·_opção _ por uni b·en/ {dád _ o _ -.por _qu _ ànto se tem =que abrir• mãé>.de outro bém,
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para .qúe possà --desf- rutar d9: �sc�
�e - lh:id Ô, voe�: p-er:isi im ir c d�-ê m�:.à�:e · st_ u\j�:r)ni cas·a, _ -. ja - . ai
- _
-s�\_
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- - - - - - ··çust;.-d'.e- _ �
_ q�� .n§ � po,de fa�er as d�a's c� - i��s �� :��-5� õ - t- em��� tirá q�; es� , r·;--�-;s_��--cà��
_ o:rhe - ,: o
-
_
oportu�idade- de· ir ao - ci�enià .é:· o :estudo_:que :.de.i�ou ·de: fázer;. e· o :cu�to · de :op _ ortu�1dade d�
. ... .. .

- - ,_
- estudar em casa é o f- ilme que dei;ou de· as�is\fr:- _:
-' - .--

- Com. o, p�odu�or rural d0 exemf,1�


.acim�,c :a lógica é:' se�e.lharite. )ara:_·aume·nta:r:· a S!-Ja
- _- ·
produção de soj�,·e··ca�;:- nh�r":d�- po�lo:A'para
. o pon-�� el_ê- _ t·e�� qué:��du�iri pr t1 ii�ção .:dé. B,-
milho, pois seus fatores de produção -(t�"rra; .capitai· e trabalho) são limitados'. .
·En:i ter.�os ·de custo.·
-
de oportunidade,� quesâo· qÚ_é- se co:IÓá é: pa -
.

_ ra produzi� ·unia unidade- a màis do be0 "i, q uant.as


-. .:.

_ a� de próduzir)_? N-6 2:aso


unidades do bem 2 eu terei que sacrific:a-r (ou· seja·;_ deix ·análise; �enios _ ém-
-
que,p·a ra produzir 20 sacos à mais- - soja, .esse :prodÚtone.ve -que abrJr mão. d_e· p�"Q_duzif25 · sacos ·
de
- .
de um · saco de� soja,. basta fazer uma
- de milho. Para calcular o ·custo de .oportunidade' de ,produção
: . ..

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·
. regra Ele três simples: .
. .. .
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. - .

-
_
.

20 Sc3COS .a ·mais_ de_cs•àja :----:--�--������--: 2s· saêos a _m·enbs de ·biuh6: __ :_ :_. - ; - . -


. - -
· 1 saco a_mai�·de sbjà._ :�-�-�-�...:,___ ·--�--�- sacO:s a _me rios "de mil_hÔ_ . :· :· � - , ·x
- -
2 · · -
. Resolvendo a �egra de tr'�s,te��s - s
que·x =- �' =· ��2� sa�os -� ��no �}�H-�. �: Is��º signific�
_ · - _ . _ • __ 20 _ -
- - -
- -
- - _
. dizer- que, para produzir urn saco à �ais de - soja-,abre-se mão· de 1,25 sacos d� milho:: Em-resumo, ::: - ·
. .. -. -
-iniÍhci._- ,}./.-(-:;\<; � ::. ·.
- ó custo-de oportu�idade de üm _sa�Q de s oja,liguala l,25 �acps â e >· / _.-:_-:_ -
· ·. · :... ·.

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.: , Se é��eprod:u�ó�j�) ê - �:��:�'.nt·;{i_�/pô_�t_o �\�� d�s:jar�gor{ ;;�i_n{;f ;;}tf.���:·9 ��:-·;;�_to :·:-· . _,·:.
_ -- é, para produzir.20 sacôs ;a ITiais _'d·e _s_oja',- elejerá _ que · dir:rfin�ir ai_rida �âJ_� ;t'.(é/�/qduçãó'd� :m-i,lhci/:. _
_- _
-
-cai�d� d� 75sac6s .�_ - úà- sê/sác:�s (�édy-ç§6_d°� :i�-s� a}�:�i:"=Pó��:;;�-p� {�- ébé/qci�;:- d}m_e_;�i0an� - _ir9
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- c�m� �� ;-ituaça � �o·t�- ;i,o�,-� ·aú��-n���iã .�-r-odtçã� -de t�j-/é�: �o ���;�.r.::�:;i/�- �- �� ���-o\i�:< �. _-_
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pro� Ú ç§o- _d/milh� ·e 25s�w:s : :;s�Ô �- F�-�ifi�à �Jué�-()-CU;t� :de· oi�-�t� n:;'d�d-�:-a�)r�d-
-
Úç §bde
-
·s;co ', .i
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:b ·mefrnp/1;2_ 5-:{àcàs d� - m-ilho: S�_ ·füéúnós ·às" c�nta-f pàr�.-p-;s��/ d�-i:ióhtp -c·a·c( ·_:··_·-_ ,�' ..
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de sojà _-cOntinüa

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ponto -D.-�-- do p_o,�to :;,�:�:-;�::� =:�-n�;�-tra;:���::�s�rá·\:- _,�e�'.0 �::c o_ �{f :�� �ustó-\ie --< _-_: -,
�onto
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- · ·.oportunidade nãQ se n,od' ica. lsso· "6corre porq-ue a - CPP- rr·� tiÍín,;a. �-:�óssé"'úé-od�;/'. ·(:.?--
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. · . ·• . '· . tºrt�",to ,_��t i Hn� a J.: �?.i:�•mosld/'Ji�r�� �", s\�\t ��1i¾n��+r?'.!iV �:rih/o, i�ig��fa,J;i..,.
_
. - :_ ::! cúrva_:, ú,éss�" forthá/pofü?::Se'd_iieJ,que· _ oicüsto·_dé. ôportünidad . hiprelonstãhte s·e:··a 'éur.va· >:�-,-�-· c,
· e:sérá:sé
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.- : 38 de 228
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA - UnB - 1º/2010 Página

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n_ ,a n;ianeir�: : �ais :prátib:a:. d.e_,;.cakular _o _ (. üsti'.:�e ,_op
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determinado bem, em . um·�


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·CPP r�tíÍí��à;. :�as� - se dis·p;·r·..Í_hà'c ap."enás do�
- . · - -. ''
v�·j;·i-.�;- �-áXim�s .
de
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. . ,· : . _ . . . . - . ::-: · . ·__ . .
-_ - - produção dos bens nos dois e- ixos, é fazer a.regra_ c!e_ três_ com os próprios _va_lor'es máximos de ·. . -�
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protjuç��- Assi�,para sair do ponto ·A e�s;� �irigir diretame�te p�ra � ponto E,� emos que: - ._ -
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- .e::-.:,. AprÓd�ção
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- de"soja àumer ta em 80saco;·
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{de.O pa!a
- 80);'·e
. . . -. - -: -

e -· • ._ .A..p.roduçãi:tde· mjiho di_Íninui �ni toq sa_cos {d� lOO_ pára ô).
.
- ssim, para se_ _ cal�ular 9 custo ae _ópórtu
A _ riidade _ de_ produção de 1 �aco de·s�j_a,b·àsta faze·r .• .
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( ã regra â_e três c·om es_ses valor�5:. extremos,:como mostrado a segu.ir:
e --- --� -
. 80 sacos a mais de· soja. -� - � � : _______ 100 sacos a menos de milho
e 1 �ª�º a.mais de s�ja -�-'"�- �--�-�-----��-
- - X saC()S a·-menos de milhcr:
(
( _..
Assim,enc��tra�;s. o· �esmo valoi-° .
. c.aléulado àcim:a,.sendo
.
. x";,,· lOO'·= li. 25 sacos a in��os ,>
de: -�ilho. ls·so_·_signi-ficà .•dizer- · qu�,- do :.níes-níõ. m
8�: .
(_ _ o_dc(:·que -·e·ncoritrad�:- acima/ Õ · custo · de .
e
-
opo_rtunidade. de · �m saco de soja é igual a ·1,2s.,s. icos d� milho: :_ ·. ·.·

Pode-se· t�mbém . cal�ular o ·-c_us· tó ·de op-�f!Un_idade_ de produção do :,mi_lho, e •o.·


...
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_ nté/ é sernelhante. No f
_ i� ·' dãs. �ànt as:--t�rem ?'s: que· o _custo d_ e .oportunidade de
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. CÜSTO DE-ÓPORTUNlri"ÀDE E TROCAS _: ..
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p or:tu_ n i,d:�di tJhi . \ ��·�· : � -ph���io-ºci"e graridé_ itriºpo tância ·n:a ·análise .:· -
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( · --_-.- :: ·-. :- da_�_ tr9ca_ �- en_ �re· agentes,'.que são · ; évid_en _ �em�nte>_�ni _el�m�rifº_ . cen�ral :no·fu n<::io�_amento·d _ o . .: _ . ·:· _:
_
.
(_ . . .. \:-_. :_ :. �: :, ?istê;,i�éonômicb: Em particular, êsié ·c. �.riceito pe�-�ite explicar conio _tod�s:a ·s --parte_� env;Ívidàs i:: ·: _:. �-.
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_ �::·pJi-�oa·s_ corno ·:P.�í- �es.·· t-Ú:1_ -��i"dad_e· ·5 da _:.: _ :, >
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( __ ,. . ·• . eSSçS :�rô�a?·• :Ma-�i: ante�- de pà?sar �ríl11s•ê._ d�s\ro��s ctiâ:i"e�êiáis i �1:ern:ãiioha ts/dJscÚtire:rnos:� .
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. . pri�Oird sitÚiçã� mais si�ples, ,dm .��n1s dóis p;���t�res o prodút6r À11a / ó piÓd�{o�'
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·_ Beta ·sã. o marc ê _n . � irÓ - e'pódem escoTher:-entre:produz}r.
s - cadelras ou mesà_s de ma deira.--_ . ,_ .' .· - · ...

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. A situação que temos aqui é, pÓcta�t·o_ ·;;a· seguinte: . )
. · :
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• · O produtor A!fé:i"°podé produzir no:�áximo 12 cadeiràs;- se. ele se· dedicar apenas -
- . · · .

à'..-.- :
· __ · · · _ .
_: .. _ ::_- ,_ _ . .· . . ·. ····· :·.-'.·'·.-)

. )
_ .
._

prodUção .d� ·cadeir�s;oü nó. -máxi nÍ_o :4 )ri"esàs,_ se ele _se dediéár apenas á prod_uçãÓ --, �-. :·: · -- )
_
. . ·
· . ·

._ .· -�:.-
. . . · · .

de .m�sas:e caéle(ras� >: ; )


.

de mesai,. ou aindà um��conioi�ação da :produção


.

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. - . . . •..-

-
.· _ .
.
'• .

. . . :
. ·

• - o _produ1ior Beta pqde.produzfr no n:i��in;io.10 "cadeír�5(s{eie se:dedicàr apen"a"� à::.


·
)

- · )_
pr�duç�; d� - cad�i�as: ;- u nó 2·r +ie��;;:se
· ; · el� - s� a��(car'.a�: e � à s� à -�rb.du�io: : ,
_. -
:
rn�>}�o . .
.
. - . - - i
. . . -

de mesas; ou· ai nda um:a -�ombina_ç§ci da.produção de.mes·as e cad�iras: · :_ ·:. . -· - .: _-· )
-
ci

.
º

o qü e distingue e;ses dõls �-r�dutà·r�á Po/q�� têm -c�rvàs - -- d_.é,.póssfbilrd à des de pr�düção ..
.

.
-
º

.
.
.
. -
-
)
:i> . )
diferentes? Por hipÔtese, eles tfm ac�sso ás mesmas tec,:io(ogias de pr?dÚçã?_.- Màs ,cada -· . um
-

- ._. )
_

de _ les tem uma détern1_ i riada dotação de fatores


. prÜdutivos, ct�e� é '�cinsiderad_ a . fixa: · Podemos <� -,.-__, - .)
, , i � ag,Q ar, , p � r ~exeITl p j o, g�.e., te�h aIT1 óficin� s ·,' e ;,
·
a "'·ª nh?'-dif �,��J�/�u �oi, '.ecµ;ri�m:é Ó t s, "' , • o X-}
0 oµtró, .-. ..
produti_vos . di_f. erentes;
.· ..- ain_.d·. a, ·qúe
. .· ...ou . .-.._ .um_
. :. . do$ marceneiros seja mais talentoso que· . :-> · ·
enq�anto _ arte�ão, O!J. enquêloto _ aaminisyad_o_r :qe seu - negócio·..< De ::q'ua'lgu.E{r, :·_ forQ a;- as?L�t.·':: _- )
. . .
. . . . . . . ; ' . - ·: .. _. . -- . .. ' .. .- ·-· . ·. !

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d ceR s�oh�t
P des2rilas \•(ilspé;tiva/ s, ois rcen i

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__Um_ pr]meiro_ �o_n�éi�o.. a s·�r- in�: ro�uz}d?,· nes�e ,_cõn��x!
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_ _ _ -
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_ d�ç-ã9,.de:tiét�rmi�ad�: �em:aque·[�- pr�ill�-�r::q�e c�
v�rtagem. �IJsoi�t�_-n- a :.Pro _ nieg�·e_ :pr.�dú{i�I�·::--:,� '·;: t\
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em m•i.or quan;idade, , No Cas d,; qldei;af\u�;:ié �ant:ge iib,.olufa em s a prâctu �Ú


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