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Guia de Manutenção

Treinamento

Apostila 1 – Guia de Treinamento Rev001 – Janeiro 2014 (YSA)


Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

ÍNDICE
HARDWARE ........................................................................................................................................................................ 5
ARQUITETURA DO SISTEMA - VNET .................................................................................................................................................. 6
Especificação do Sistema ................................................................................................................................................... 6
Especificações de redes ...................................................................................................................................................... 8
ARQUITETURA DO SISTEMAS – VNET/IP......................................................................................................................................... 10
Especificação do Sistema: ................................................................................................................................................ 10
Especificações de redes .................................................................................................................................................... 12
Componentes da Rede Vnet/IP ........................................................................................................................................ 13
Conexão Entre Domínios Vnet/IP ..................................................................................................................................... 15
Acessando janela de detalhes do “Status” da Vnet/IP ..................................................................................................... 17
Especificações da Switch .................................................................................................................................................. 19
REQUISITOS DE HARDWARE E SOFTWARE PARA HIS CENTUM VP R4 ................................................................................................ 21
REQUISITOS DE HARDWARE E SOFTWARE PARA HIS CENTUM VP R5 ................................................................................................ 22
TIPOS DE HIS ............................................................................................................................................................................ 23
TECLADO DE OPERAÇÃO.............................................................................................................................................................. 25
AIP826 – Comunicação Serial e AIP827 – Comunicação USB .......................................................................................... 25
AIP830 – Comunicação USB* ........................................................................................................................................... 27
Chaves e Modo de Segurança do Teclado de Operação .................................................................................................. 28
Procedimento de Instalação do Driver do Teclado USB ................................................................................................... 29
CARTÃO DE INTERFACE DO BARRAMENTO DE CONTROLE (VF701/VF702) .......................................................................................... 30
CARTÃO DE INTERFACE DO BARRAMENTO DE CONTROLE (VI701/VI702) ............................................................................................ 31
AJUSTE DO ENDEREÇO DA ESTAÇÃO NA REDE PARA VF701/VF702 E VI701/VI702 ............................................................................ 32
Ajuste do Número Do Domínio para VF701/VF702 e VI701/VI702.................................................................................. 33
Número da Estação para VF701/VF702 e VI701/VI702 ................................................................................................... 34
Ajuste do “action mode” (negociação) na VI701/VI702 .................................................................................................. 35
TROCANDO A PLACA DE REDE (VF701/VI701) DO BARRAMENTO DE CONTROLE .................................................................................. 36
TROCANDO O TECLADO ............................................................................................................................................................... 37
REMOVENDO AS ETIQUETAS DAS “FUNCTION KEYS” ......................................................................................................................... 38
OPERAÇÃO ........................................................................................................................................................................ 39
AMBIENTE DE OPERAÇÃO............................................................................................................................................................ 40
OPERAÇÃO DOS INSTRUMENTOS ................................................................................................................................................... 46
Frontal Analógico ............................................................................................................................................................. 46
Tipos de Tag Mark ........................................................................................................................................................... 47
Visualização de Pontos de Alarme ................................................................................................................................... 48
Faixas de Alarme .............................................................................................................................................................. 49
Batentes de Válvula ......................................................................................................................................................... 50
Pré-Alarme de Desvio de Velocidade da PV ..................................................................................................................... 50
Pré-Alarme de desvio da PV em Relação ao SV ............................................................................................................... 51
AOF ( Alarm Off ) – Cala Buzina ....................................................................................................................................... 51
Modo Calibração.............................................................................................................................................................. 52
Operation Mark – Marca de Operação ............................................................................................................................ 52
PRD - Primário Direto ...................................................................................................................................................... 53
Process Report ................................................................................................................................................................. 54
Historical Report .............................................................................................................................................................. 54
CARREGAMENTO DO PROJETO ......................................................................................................................................... 55
CARACTERÍSTICAS DE UM PROJETO (ATRIBUTOS) ............................................................................................................................. 56
Tipos de Projetos .............................................................................................................................................................. 57
Tipos de Arquivos ............................................................................................................................................................. 57
CUIDADOS ANTES DE CARREGAR O PROJETO ................................................................................................................................... 58
Ajuste do Atributo ............................................................................................................................................................ 58
Ajuste do Compartilhamento ........................................................................................................................................... 59

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

ESTRUTURA DO PROJETO ............................................................................................................................................................ 60


Estrutura da FCS............................................................................................................................................................... 60
Estrutura da HIS ............................................................................................................................................................... 61
MODOS DE TESTE ...................................................................................................................................................................... 63
AJUSTES HIS UTILITY ......................................................................................................................................................... 64
DEFINIÇÕES DA HIS UTILITY ......................................................................................................................................................... 65
AJUSTANDO A HIS UTILITY ........................................................................................................................................................... 65
HIS SECURITY POLICY ................................................................................................................................................................. 67
Aba CAMS for HIS ............................................................................................................................................................. 70
HARDWARE FCS ................................................................................................................................................................ 73
ESPECIFICAÇÕES DE HARDWARE ................................................................................................................................................... 74
Requisitos de Hardware e Software para HIS R5 ............................................................................................................. 77
Novo Teclado de Operação .............................................................................................................................................. 78
Configuração da FFCS-V (AFV30S/D - FIO) ....................................................................................................................... 79
Módulo ESB (EC402) ........................................................................................................................................................ 80
CÓDIGOS E MODELOS DAS ESTAÇÕES ............................................................................................................................................ 82
CONFIGURAÇÃO DA FCU MONTAGEM EM RACK 19” ....................................................................................................................... 89
CONFIGURAÇÃO DA FCU MONTAGEM DE GABINETE ........................................................................................................................ 90
CONFIGURAÇÃO DA KFCS MONTAGEM DE GABINETE....................................................................................................................... 91
CONEXÕES DAS KFCS COM AS REDES ............................................................................................................................................ 92
ARQUITETURA DA FCS COM FIO (KFCS) ....................................................................................................................................... 93
UNIDADES DE INTERFACE DE NÓ (PARA FIO) .................................................................................................................................. 94
CONFIGURAÇÃO DAS NIUS PARA FIO ............................................................................................................................................ 95
INSTALAÇÃO DE NIUS EM GABINETE ............................................................................................................................................. 96
INSTALAÇÃO DE NIUS EM RACK DE 19” ......................................................................................................................................... 97
CONECTANDO OS CABOS DE ALIMENTAÇÃO ..................................................................................................................................... 98
MÓDULO DE ALIMENTAÇÃO ........................................................................................................................................................ 99
MÓDULO ESCRAVO DE INTERFACE PARA BARRAMENTO ESB ............................................................................................................ 100
Ajuste da DIP Switch ...................................................................................................................................................... 101
BARRAMENTO ESB .................................................................................................................................................................. 102
MÓDULO MESTRE DE INTERFACE PARA BARRAMENTO ESB ............................................................................................................. 103
MÓDULO ESCRAVO DE INTERFACE PARA BARRAMENTO ER (EB501)................................................................................................. 104
AJUSTANDO O NÚMERO DO NODE ............................................................................................................................................... 105
AJUSTE DE POSIÇÕES DE CHAVE E NÚMERO DE NODE ..................................................................................................................... 106
CONEXÕES DA KFCS COM ESB BUS E ER BUS ............................................................................................................................... 107
INTERLIGAÇÃO DO CABO DO BARRAMENTO ER.............................................................................................................................. 108
INTERLIGAÇÃO DO BARRAMENTO................................................................................................................................................ 109
PROCEDIMENTO DE CONEXÃO DO CABO DO BARRAMENTO ER ......................................................................................................... 110
HARDWARE FFCS – FFCS-L ............................................................................................................................................... 111
ARQUITETURA DO SISTEMA COM FFCS ....................................................................................................................................... 112
CONFIGURAÇÃO DA FFCS ......................................................................................................................................................... 113
Configuração da FFCS - Partes e Nomes ........................................................................................................................ 114
Estação FFCS – Fonte de Alimentação ........................................................................................................................... 115
Estação FFCS – Cartão Processador ............................................................................................................................... 116
Estação FFCS – Acopladores .......................................................................................................................................... 118
MÓDULO ACOPLADOR DO ESB BUS (EC401)............................................................................................................................... 118
ESTAÇÃO FFCS – MÓDULOS DE INTERFACE .................................................................................................................................. 119
Módulo de Interface do ESB Bus (SB401): ...................................................................................................................... 119
Ajuste de Endereço do Node .......................................................................................................................................... 119
Estação FFCS – Comunicação via ESB Bus ...................................................................................................................... 120
Módulo de Interface Master do ER Bus (EB401): ........................................................................................................... 121
Módulo de Interface Slave do ER Bus (EB501): .............................................................................................................. 121
Estação FFCS – Comunicação via ER Bus ....................................................................................................................... 122
CONFIGURAÇÃO DE UM SISTEMA COM FFCS-L (AFV10S/AFV10D) ................................................................................................ 123

2
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

ESTAÇÕES AFV10S E AFV10D.................................................................................................................................................. 124


Componentes da FFCS-L ................................................................................................................................................. 124
Conexão da FFCS-L (AFV10S e AFV10D) com a Rede de Campo .................................................................................... 125
Estação FFCS-L Comunicação via ESB Bus .................................................................................................................... 126
Estação FFCS-L Comunicação via ER Bus ...................................................................................................................... 127
ARQUITETURA “DUAL-REDUDANT” NA FFCS E FFCS-L .................................................................................................................. 127
ARQUITETURA “DUAL-REDUDANT” NA KFCS ............................................................................................................................... 128
ARQUITETURA “DUAL-REDUDANT” NO ESB BUS (FFCS) ................................................................................................................ 128
ARQUITETURA “DUAL-REDUDANT” NO ESB BUS (KFCS) ................................................................................................................ 129
ARQUITETURA “DUAL-REDUDANT” NO ER BUS (FFCS/KFCS)......................................................................................................... 129
CONFIGURAÇÃO DA FFCS-V (AFV30S/D)................................................................................................................................... 130
Módulo ESBBus de duas portas (EC402) ........................................................................................................................ 131
Comparação e capacidade ............................................................................................................................................. 132
MÓDULOS DE E/S ................................................................................................................................................................... 133
Restrições ....................................................................................................................................................................... 135
JANELA DE STATUS DA ESTAÇÃO ................................................................................................................................................. 136
JANELA DE STATUS – NÓ LOCAL ................................................................................................................................................. 137
MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA .................................................................................................................................... 138
MÓDULOS ANALÓGICOS DE SINAIS DE ENTRADA E SAÍDA (I/O) ........................................................................................................ 139
MÓDULOS DIGITAIS DE SINAIS DE ENTRADA E SAÍDA ...................................................................................................................... 140
MÓDULOS DE E/S COM PROTEÇÃO INTRÍNSECA ............................................................................................................................ 142
COMBINAÇÃO DE MÓDULOS DE E/S E BLOCO TERMINAL ................................................................................................................ 144
MÓDULOS DE COMUNICAÇÃO.................................................................................................................................................... 145
CONECTORES TIPO MIL ............................................................................................................................................................ 147
NÚMERO DOS PINOS E NÚMERO DOS CANAIS NOS CONECTORES ...................................................................................................... 148
Terminais tipo conector MIL .......................................................................................................................................... 149
Correlação entre os pinos do conector tipo parafuso de pressão e conector MIL ......................................................... 150
CONEXÃO AOS MÓDULOS DE ENTRADA E SAÍDA (MÓDULOS DE SINAIS ANALÓGICOS)........................................................................... 151
Módulo de Entrada Analógica para 16 Canais (AAI141, AAV141, AAV142) .................................................................. 152
Módulos AAV141 e AAV142 ........................................................................................................................................... 155
Módulo AAI841 – Sinal de entrada(8)/saída(8) de 4 a 20 mA (Não-Isolado) ................................................................ 157
Módulo AAB841 – Sinal de entrada (8) de 1 a 5 VDC e saída (8) de 4 a 20 mA ............................................................. 160
(Não-Isolado) ................................................................................................................................................................. 160
Módulo AAV542 – Sinal de saída(16) de -10 a 10 VDC (Não-Isolado)........................................................................... 162
Módulo AAT141 – Termopar e mV, 16 Canais (Isolado) ................................................................................................ 164
Módulo AAR181 – Termoresistência, 12 Canais de Entrada (Isolado) ........................................................................... 167
Módulo AAI135 – Sinal de entrada de 4 a 20 mA, 8 Canais (Isolado) ............................................................................ 169
Módulo AAI835 – Entrada e Saída Analógica de 4 a 20 mA, 4 Canais de Entrada, 4 Canais de Saída Isolados
....................................................................................................................................................................................... 171
Módulo AAP135 – Entrada em Pulso, 8 Canais (Isolado), 0 a 10 kHz ............................................................................ 173
TABELA GERAL DE MÓDULOS DE ENTRADAS E SAÍDAS ANALÓGICAS................................................................................................... 175
Tipos de Conectores ....................................................................................................................................................... 176
Módulos ADV151 e ADV157 – Entrada Digital, 32 Canais (24 VDC – Isolado)............................................................... 180
Modulos ADV141e ADV142 ........................................................................................................................................... 183
Módilos ADV551 e ADV557 ............................................................................................................................................ 185
Módulo ADV161 – Entrada Digital, 64 Canais (24 VDC - Isolado) ................................................................................. 188
Módulo ADV561 – Saída Digital, 64 Canais (24 VDC - Isolado)............................................................................. 190
Módulo ADR541 – Saída em Rele, 16 Canais ................................................................................................................. 192
Módulo ASI133 - Entrada Analógica, 4 a 20 mA, 8 Canais ............................................................................................ 195
Módulo ASI533 - Saída Analógica, 4 a 20 mA, 8 Canais ................................................................................................ 196
Módulo AST143 – Entrada para Termopar/mV, 16 Canais ............................................................................................ 197
Módulo ASR133 – Entrada para RTD/POT, 8 Canais...................................................................................................... 198
Módulo ASD143 – Entrada Digital, 16 Canais ................................................................................................................ 199
Módulo ASD533 – Saída Digital, 16 Canais (Isolado) ..................................................................................................... 200
TABELA GERAL DE MÓDULOS DE SEGURANÇA INTRÍNSECA ............................................................................................................... 201
MODULOS DE COMUNICAÇÃO.................................................................................................................................................... 202

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ALR111 – Comunicação RS-232C ...................................................................................................................... 202


Módulo ALR121 – Comunicação RS422-485 .................................................................................................................. 204
Módulo ALF111 –Comunicação Fundation Fieldbus ...................................................................................................... 208
Conectando com equipamentos (Régua de terminais) .................................................................................................. 209
Módulo ALP111 –Comunicação Profibus-DP ................................................................................................................. 210
TABELA GERAL DE MÓDULOS DE COMUNICAÇÃO ........................................................................................................................... 213
DETALHES DOS MÓDULOS ANALÓGICOS........................................................................................................................................ 214
DETALHES DOS MÓDULOS DISCRETOS .......................................................................................................................................... 217
CONFIGURANDO SINAIS DE ENTRADA E SAÍDA ANALÓGICOS:............................................................................................................ 221
REGUAS E CABOS ........................................................................................................................................................... 224
VISÃO EXTERNA DOS MÓDULOS ANALÓGICOS DE ENTRADA E SAÍDA.................................................................................................. 225
Aparência Externa dos Blocos Terminais Tipo Parafuso de Pressão .............................................................................. 226
Tabela de Terminais Tipo Parafuso de Pressão ............................................................................................................. 226
Aparência Externa dos Adaptadores para Cabos KS ...................................................................................................... 227
Tabela dos Adaptadores para Cabos KS ........................................................................................................................ 227
Aparência Externa das Réguas de Terminais ................................................................................................................. 228
TABELA DE RÉGUAS DE TERMINAIS .............................................................................................................................................. 229
RÉGUA DE TERMINAIS AEA4D ................................................................................................................................................... 230
RÉGUA DE TERMINAIS AEA3D ................................................................................................................................................... 232
RÉGUA DE TERMINAIS AET4D ................................................................................................................................................... 233
RÉGUA DE TERMINAIS MRT ...................................................................................................................................................... 234
RÉGUA DE TERMINAIS AED5D................................................................................................................................................... 235
TIPOS DE CABOS DE SINAL ......................................................................................................................................................... 238
TIPOS DE CABOS DE COMUNICAÇÃO ............................................................................................................................................ 239
TABELA DE COMBINAÇÃO DE MÓDULO DE I/O E BLOCOS TERMINAI .................................................................................................. 240
RESTRIÇÕES DE INSTALAÇÃO .......................................................................................................................................... 242
LIMITAÇÃO DE INSTALAÇÃO DOS MÓDULOS IMPOSTA PELA CAPACIDADE DE ALIMENTAR TRANSMISSORES .................................................. 244
CUIDADOS ESPECIAIS COM OS MÓDULOS DOS TIPOS ALR111, ALR121, ALE111, ALP111 E ALF111 ................................................... 248
CUIDADO DE INSTALAÇÕES NOS NODES ........................................................................................................................................ 248
ESPECIFICAÇÕES PARA INSTALAÇÃO EM GABINETE .......................................................................................................................... 249
CUIDADOS NA INSTALAÇÃO QUANDO UTILIZANDO O MÓDULO AAT145 ............................................................................................. 249
CUIDADOS NA INSTALAÇÃO QUANDO UTILIZANDO O MÓDULO AST143 (COMBINAÇÃO DE TERMOPAR COM TERMINAL TIPO PARAFUSO DE
PRESSÃO) ............................................................................................................................................................................... 250
CUIDADO NA CONFIGURAÇÃO DOS MÓDULOS QUE IRÃO TRABALHAR COM REDUNDÂNCIA ...................................................................... 251
PROTEÇÃO PARA SLOTS VAGOS ................................................................................................................................................... 251
SALVAMENTO DOS PARÂMETROS DE SINTONIA ............................................................................................................. 252
PROCEDIMENTO PARA SALVAMENTO DOS PARÂMETROS DE SINTONIA ................................................................................................. 253
1 Modo: Ambiente de configuração (Opção “Load”) ................................................................................................... 253
2 Modo: Ambiente de configuração (Opção “Tools”) .................................................................................................. 255
3 Modo: Ambiente de Operação .................................................................................................................................. 256
PROCEDIMENTO DE BACKUP .......................................................................................................................................... 258
CONFIGURANDO PARA FAZER BACKUP. ......................................................................................................................................... 259
RESSALVAS SOBRE PROCEDIMENTO DE BACKUP.............................................................................................................................. 262

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

HARDWARE

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Arquitetura do sistema - Vnet

Especificação do Sistema

Tags para operação e monitoração na HIS: Máximo de 100.000 (podendo chegar a


1.000.000)
Número Total de Estações na Rede Vnet: Até 64/domínio
Número Total de Domínios de Rede Vnet: Até 16/sistema
Número Total de Estações em Múltiplos Domínios: Até 256/sistema

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Exemplo de Configuração do Sistema (Expandida)

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Especificações de redes

Vnet

Número de Estações: 64 por domínio


Controle de Acesso: Método de passagem de bastão
Topologia da Rede: Tipo Barramento
Redundância: Disponível
Velocidade de Transmissão: 10 Megabits por segundo
Período para Link Transmission: 100 ms
Cabo de Transmissão: Cabo coaxial ou Cabo de Fibra Óptica
Distância de Transmissão: Máximo 20 km

Ethernet

A Ethernet é uma rede de informação usada para interconectar as estações HIS do


sistema.

RIO bus (FCS Padrão para RIO)


Aplicação: A rede RIO é um barramento de E/S remotas que conecta as estações FCS
e as unidades de E/S remotas (nós).
Máximo Número de Nós Conectáveis: 8 nós
Topologia da rede: Tipo Barramento
Redundância: Disponível
Velocidade de Transmissão: 2 megabits por segundo
Cabo de Transmissão: Cabo Par Trançado ou Cabo de Fibra Óptica
Distância de Transmissão: Máx. 20 Km

8
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

ESB bus (FCS Padrão para FIO)

Aplicação: Um barramento de comunicação de entrada/saídas é usado por uma FCS


padrão para sinais de FIO. O ESB bus conecta a CPU da FCS aos nós, que são
chamados aqui de Nós Locais.
Topologia da rede: Tipo Barramento
Redundância: Disponível
Velocidade de Transmissão: 128 megabits por segundo
Cabo de Transmissão: Cabo Dedicado
Distância de Transmissão: Máx. 10 m

ER bus (FCS Padrão para FIO)


Aplicação: Um barramento de comunicação de entrada/saídas é usado por uma FCS
padrão para sinais de FIO. O ER bus conecta um nó local que é diretamente conectado
à CPU da FCS via ESB bus, à unidades de Nós Remotos.

Máximo Número de Nós Remotos Conectáveis:


Nós Remotos: 9 ou 14 por FCU
Nós Remotos por ER Bus: 8 por ER Bus
Total de Nós Remotos e Locais: 10 ou 15 (Dependendo da FCS e da Base de Dados)
Topologia da rede: Tipo Barramento
Redundância: Disponível
Velocidade de Transmissão: 10 megabits por segundo
Cabo de Transmissão: Cabo Coaxial

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Arquitetura do Sistemas – Vnet/IP

Especificação do Sistema:

Tags para operação e monitoração na HIS: Máximo de 100.000 (podendo chegar a


1.000.000)
Número Total de Estações na Rede Vnet: Até 64/domínio
Número Total de Domínios de Rede Vnet: Até 16/sistema
Número Total de Estações em Múltiplos Domínios: Até 256/sistema

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Componentes da Rede Vnet/IP

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Especificações de redes

Vnet/IP
Comunicação de Controle

Método de Comunicação: Comunicação Bidirecional de Dados, Comunicação de


Mensagens e link transmission
Redundância: Mandatória
Velocidade de Transmissão: 1 Gbps por segundo
Período para Link Transmission: 100 ms

Comunicação Aberta

Barramento 1: Exclusivo para equipamentos Yokogawa (HIS+FCS)


Barramento 2: Aberto para equipamentos de terceiros (Até 124 equipamentos)

Padrão de Transmissão

Topologia da rede: Estrela

Cabo: Par trançado não blindado (UTP) CAT5e (Enhanced Category 5 cable)

Máxima distância entre estações: 40 Km


Conector: RJ45

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Componentes da Rede Vnet/IP

FFCS-L:
Estação de campo dedicada à rede Vnet/IP.
Podem estar conectados à FFCS-L 3 nós (locais ou remotos), sendo que a FFCS-L
conta como um nó (Nó de Controle). Ou seja, contando com o próprio nó de controle, é
possível haver até 4 nós em uma estação do tipo FFCS-L. Entrentanto, é possível
expandir essa capacidade para 15 nós, utilizando o “Application Capacity Expansion
Package”.

PC+VI701:
A estação HIS é conectada à Vnet/IP através da placa VI701, que possui duas portas
para conectar a HIS aos barramentos 1 e 2. O cabo é do tipo par trançado, CAT5e e
conector RJ45.

Switch Nível 2 (L2SW):


Utilizado para interligar equipamentos tanto no barramento 1 quanto no barramento 2
de um mesmo domínio.
É possível interligar até 7 switches Nível 2.

Switch Nível 3 (L3SW):


Utilizado para interligar domínios baseados em Vnet/IP.

Vnet Router:
Vnet Router é um hardware dedicado à conectar um domínio Vnet/IP a domínios Vnet e
VL net.

Router:
Router com função de segurança é utilizado para aumentar a proteção da rede Vnet/IP
quando o barramento 2 é ligado com uma rede externa, como por exemplo, Internet.

SNTP:
Vem do acrônimo “Simple Network Time Protocol”. Pode ser utilizado para sincronizar o
relógio da rede, principalmente quando a rede Vnet/IP trabalha com mais de um
domínio.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Componentes da Rede Vnet/IP com BCV

Distâncias Utilizando Cabo UTP e Fibra Óptica

Distância entre switch nível 2 e estações: 100 m (Cabo UTP) e 5 km(Fibra óptica)

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexão Entre Domínios Vnet/IP

Tipos de Conexão

Bi-Directional Connection:
Este tipo de conexão não faz diferenciação entre funcionamento de domínios superiores
e inferiores das redes Vnet/IP. Neste caso, a conexão pode ser estabelecida apenas
ajustando o domínio a receber as mensagens da FCS, mensagens da HIS e pacotes de
comunicação de FCS de outros domínios.

Hierarchical Connection:
Este tipo de conexão faz diferenciação entre funcionamento de domínios superiores e
inferiores das redes Vnet/IP. Neste caso, a conexão pode ser estabelecida apenas
ajustando o domínio inferior que não irá receber mensagens da FCS, mensagem da HIS
e pacotes de comunicação de FCS de domínio superior.
Por outro lado, o domínio superior pode receber mensagens do domínio inferior.

Bridge Connection:
Este tipo de conexão garante que os domínios irão trabalhar independentes. Neste
caso, a configuração é feita a fim de garantir que o domínio não trocará mensagens de
FCS, mensagens de HIS e mensagens de FCS de outro domínio. Além disso, através
de parametrização é possível desabilitar a sincronização (relógio) das redes.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste das Propriedades do Domínio

Domain Number: Número do domínio

Time Group: Quando “0” é selecionado, a sincronização entre domínios é desabilitada.

Comment: Comentário sobre o domínio.

Domain: Identificação de cada um dos domínios.

Select All: Seleciona todos os campos.

HIS Message: Habilita/Desabilita de quais domínios a HIS irá receber mensagens


(histórico de operação, buzina, etc.). Default: Habilitado.

FCS Message: Habilita/Desabilita de quais domínios a FCS irá receber mensagens


(mensagens de sequeciamento, alarmes de sistema, etc.). Default: Habilitado.

FCS TCP: Envolve carregamento de “batelada”. Determina quais domínios irão receber
o carregamento desta estação. Default: Habilitado.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Acessando janela de detalhes do “Status” da Vnet/IP

Ícone “Network Status”

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Janela de status de rede

Station (C-C) : “Status” de comunicação entre estações de campo (control side –


control side

Station (C-S) : “Status” de comunicação entre estações de campo (control side –


standby side)

Station (S-C) : “Status” de comunicação entre estações de campo (standby side –


control side)

Station (S-S) : “Status” de comunicação entre estações de campo (standby side –


standby side )

Domain : “Status” de comunicação entre domínios

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Especificações da Switch

Switch Nível 2 (L2SW)


Porta: 1000 BASE-T, full duplex
Conexão entre switches: 1000 BASE-T, 1000 BASE-LX(*1), 1 Gbps, full duplex
Auto-Negotiation(*2): Existente

Switch Nível 3 (L3SW)


Porta: 1000 BASE-T, full duplex
Conexão entre switches: 1000 BASE-T, 1000 BASE-LX, 1 Gbps, full duplex
Auto-Negotiation: Existente
Unicast dynamic routing protocol: RIPv2 (*3)

Multicast Protocol (*4)


IGMP: Existente (*5)
DVRMP (*6) ou PIM-DIM (*7): Existente

Função de Mensagem
SNMP (*8)

*1: O 1000Base-LX é um padrão que suporta apenas cabos de fibra óptica e utiliza
tecnologia “long-wave laser”, com laseres de 1300 nanômetros.
Apesar de, nos quatro padrões, a velocidade de transmissão ser a mesma (1
Gigabit) o padrão 1000 Base-LX é o que atinge distâncias maiores.

*2: Tecnologia utilizada para detectar os vários modos (velocidades) de trabalho dos
dispositivos na rede e, à partir daí, estabelecer o modo de interoperação entre
dispositivos a fim de garantir o melhor desempenho entre os mesmos.

*3: RIP (Routing Information Protocol): Envia cópias periódicas de sua tabela de
roteamento para seus vizinhos diretamente conectados.

*4: Multicast é a entrega de informação para múltiplos destinatários simultaneamente


usando a estratégia mais eficiente onde as mensagens só passam por um link uma
única vez e somente são duplicadas quando o link para os destinatários se divide em
duas direções. Em comparação com o Multicast, a entrega simples ponto-a-ponto é
chamada de Unicast e a entrega para todos os pontos de uma rede chama-se
Broadcast.

*5: IGMP - Internet Group Management Protocol – É um requisito básico de


implementação a todos os hosts que desejam enviar e rceber pacotes multicast.

*6: DVMRP – Distance Vector Multicasting Routing: O roteador multicast baseado no


DVMRP mantém o conhecimento topológico através de um protocolo de roteamento de
vetor de distâncias, como o Routing Information Protocol (RIP) descrito na RFC-1058,

19
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

sobre o qual é implementado um algoritmo de transmissão multicast chamdo Truncated


Reverse Path Broadcasting.

*7: PIM-DM – Protocol Independent Multicast (Dense Mode): Um protocolo Dense Mode
(Modo Denso) opera em uma rede em que fontes e receptores multicast estejam
geograficamente próximos, como uma LAN; protocolos de DM assumem que largura de
banda não é por demais relevante. Ambos protocolos, PIM-DM e DVMRP, funcionam
com o método Flood and Prune (Inunda e Poda), que significa que todos os roteadores
acreditam que todas usam interfaces de saída e desejam receber tráfego multicast,
então eles simplesmente despejam pacotes multicast por todas suas interfaces, e
agurdam “podas”.

*8: SNMP: Simple Network Management Protocol – É uma das partes que constituem a
estrutura do TCP/IP e facilita o gerenciamento em relação a troca de informações entre
dispositivos na rede.

20
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Requisitos de Hardware e Software para HIS CENTUM VP R4

Requisitos de Hardware

CPU:
Core2Duo 2.13GHz ou Xeon dual core 2.0GHz (Windows XP, Vista e Server 2003)
Memória RAM: 2GB
Dísco rígido: 20 GB ou maisVídeo: Resoluções (1280x1024) ou (1440x900) DirectX 9
class com suporte a:Windows Driver Display Model, Pixel Shader 2.0 in Hardware,
32bits per pixel, Placa de video com 128MB de memoria

Porta serial, paralela, USB: Uma ou mais portas


Slot de expansão: Usa um slot PCI para interface com barramento de controle
(VF701/702 ou VI701/702)

Yes: Compatível
No: Incompatível

21
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Requisitos de Hardware e Software para HIS CENTUM VP R5

Requisitos de Hardware

CPU:
Core2Duo 2.13GHz ou Xeon dual core 2.0GHz (Windows 7 e Vista)
Xeon dual core 2.93GHz (Windows Server 2008 e 2008 R2
Memória RAM: 4GB para Windows Vista e Server 2008, 6GB para Windows 7 e 8GB
para Windows Server 2008R 2
Dísco rígido: 40 GB ou maisVídeo: Resoluções (1280x1024) ou (1440x900) DirectX 9
class com suporte a:Windows Driver Display Model, Pixel Shader 2.0 in Hardware,
32bits per pixel, Placa de video com 128MB de memoria

Porta serial, paralela, USB: Uma ou mais portas


Slot de expansão: Usa um slot PCI para interface com barramento de controle
(VF701/702 ou VI701/702)

Yes: Compatível
No: Incompatível

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tipos de HIS

Computadores PC e compatíveis

Montagem estilo console aberta ou fechada

Computador Console Fechada Console Aberta

23
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Montagem Estilo Console com vídeo opcional

24
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Teclado de Operação

AIP826 – Comunicação Serial e AIP827 – Comunicação USB

25
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexão ao Teclado de Operação

26
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

AIP830 – Comunicação USB*

Somente para CENTUM VP R5.03 ou posterior as 64 teclas de função estão


disponíveis. Para outras versões somente poderão ser utilizadas 32 teclas.

27
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Chaves e Modo de Segurança do Teclado de Operação

A chave de seleção do modo de operação é localizada na parte superior esquerda do


teclado.
Esta chave é usada para ligar/desligar o modo de operação ou para ligar o modo de
engenharia. Os modos para cada chave são:

Tabela de Modos e Chaves

Existem dois tipos de chaves:

Chave de Operação:
Libera todas as funções dentro do ambiente de operação. Esta chave não permite a
alteração para o modo de engenharia. Nela é gravada as inicias “OP”.

Chave de Engenharia:
Todo o tipo de operação é possível através desta chave. Nela é grava a letra “X”.

28
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Procedimento de Instalação do Driver do Teclado USB

1. Efetuar o logon no Windows com privilégio de administrador

2. Conectar o teclado à porta USB do PC

3. Ligar a fonte de alimentação do teclado

4. Aparecerá uma janela de diálogo. Clique em Cancel. Veja figura abaixo.

5. Insira o CD do CENTUMVP (Software Medium) no leitor de CD

6. Siga através do seguinte caminho: \CENTUM\USBDRV\Setup.exe

7. Clique no botão OK na figura 1

8. Aparecerá uma janela (conforme figura 2). Clique no botão OK

9. Reinicie o PC para alterações serem validadas.

Figura 1 Figura 2

Seguir o seguinte caminho: Start – Programs – YOKOGAWA CENTUM -His Utility


E definir se o Teclado será Serial ou USB.

Clicar em OK e reiniciar o PC para tornar válida esta alteração

29
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Cartão de Interface do Barramento de Controle (VF701/VF702)

LED RCV
Este LED fica aceso quando recebendo informações.

LED SND
Este LED fica aceso quando enviando informações.

Conector BNC
Este conector é utilizado para interligar o barramento de controle à placa VF701.
É necessária a utilização de um conector tipo “T”.

30
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Cartão de Interface do Barramento de Controle (VI701/VI702)


Frontal do Cartão de Interface com a Vnet/IP (VI701)

LED RCV
Este LED fica aceso quando detecta sinais de informação de barramento (Vnet/IP)

LED SND
Este LED fica aceso quando enviando informações ao barramento de controle

LED RDY
Este LED fica aceso quando o diagnóstico de hardware indica que o cartão de interface
está funcionando adequadamente

Conector Ethernet (RJ45)


Utiliza-se um cabo ethernet do tipo Cat5e

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste do Endereço da Estação na Rede para VF701/VF702 e


VI701/VI702

As DIP switches para o ajuste de número de domínio e número de estação estão


localizados na placa de circuito impresso da VF701.

Se necessário, faça o ajuste de número de domínio e número de estação como


demonstrado abaixo:

MSB: Most Significative Bit (Bit Mais Significativo)

LSB: Less Significative Bit (Bit Menos Significativo)

Quando a quantidade de chaves na posição ON for um número par, a chave “1”


(Paridade) deverá ser LIGADA.
Esta regra é válida para os ajustes de DOMÍNIO e de ESTAÇÃO.

32
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste do Número Do Domínio para VF701/VF702 e VI701/VI702

P (paridade ímpar): Ajuste-a na posição “1” (ON) toda vez que a combinação de chaves
ligadas for par.
MSB: Most Significative Bit (Bit Mais Significativo)
LSB: Less Significative Bit (Bit Menos Significativo)

Ajuste da DIP Switch


0: A chave é posicionada na parte inferior como descrito no diagrama
acima.
1: A chave é posicionada na parte superior como descrito no diagrama acima.

33
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Número da Estação para VF701/VF702 e VI701/VI702

P (paridade ímpar): Ajuste-a na posição “1” (ON) toda vez que a combinação de
chaves ligadas for par.
MSB: Most Significative Bit (Bit Mais Significativo)
LSB: Less Significative Bit (Bit Menos Significativo)

Ajuste da DIP Switch


0: A chave é posicionada na parte inferior como descrito no diagrama acima.
1: A chave é posicionada na parte superior como descrito no diagrama acima.

34
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste do “action mode” (negociação) na VI701/VI702

Ajuste do “Action Mode”


Este ajuste é válido apenas em placas do tipo VI701 e serve para definir que tipo de
taxa de comunicação será utilizada no barramento Vnet/IP

Conforme tabela abaixo, vemos que as chaves utilizadas na definição da taxa de


comunicação
do barramento (100Mbps ou 1 Gbps) são a B (bit 2) e a C (bit 3).

Nunca deixar chave B em OFF e chave C em ON.

35
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Trocando a Placa de Rede (VF701/VI701) do Barramento de Controle

Como Remover a Placa de Rede


Desligue a HIS e desenergize-a.
Desconecte o conector tipo “T” da placa de rede (VF701). Contudo, mantenha os cabos
ainda conectados as suas respectivas extremidades.
Remova o parafuso de fixação da placa de rede e retire o cartão da HIS.

Como Instalar a Placa de Rede


Confirme que o número do domínio e o número da estação da VF701 a ser instalada
está de acordo com a identificação da HIS.
Em seguida, insira a placa de rede na HIS em um slot PCI disponível.
Fixe a VF701 com o mesmo parafuso que havia sido removido.
Interligue o conector tipo “T” com os cabos do barramento de controle de volta a placa
de rede.
Se o barramento é redundante, interligue o BUS1 e o BUS2 aos seus respectivos
cabos.
CUIDADO para não trocar a posição dos cabos. Isto implicaria diretamente na
inversão dos barramentos!

36
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Trocando o teclado

O teclado é conectado na parte traseira do computador, bem como o mouse e o teclado


de operação (teclado dedicado).
A figura abaixo exemplifica a disposição de ligação dos itens mencionados acima.

37
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Removendo as Etiquetas das “Function Keys”

Como remover a etiqueta

As tampas que dão acesso às etiquetas ficam localizadas na parte esquerda e direita
do teclado.
Para retirá-las, levante a parte superior da tampa.
Após retirar a tampa, haverá uma borda na qual permite que seja puxada para fora a
etiqueta. Este procedimento pode ser feito para retirar tanto a etiqueta do lado esquerdo
quanto a do lado direito das “Function Key”.

Como recolocar a etiqueta

Com a tampa que dá acesso a etiqueta já removida, insira vagarosamente a etiqueta


até a borda parar em seu ponto inicial.
Insira novamente a tampa que dá acesso a etiqueta. Este procedimento pode ser feito
para retirar tanto a etiqueta do lado esquerdo quanto do lado direito das “Function Key”.

38
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

OPERAÇÃO

39
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ambiente de Operação

Tela de Visão Geral

40
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tela Gráfica

Tela de Tendência

41
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Grupo de Controle (I)

Grupo de Controle (II)

42
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tela de Sintonia

Tela de Alarme de Processo

43
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tela de Alarme de Sistema

Tela de Visão Geral do Sistema

44
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Janela de Guia do Operador

Monitor de Mensagem

45
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Operação dos instrumentos


Frontal Analógico

46
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tipos de Tag Mark

Importante Uso Geral Uso Geral

47
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Visualização de Pontos de Alarme

48
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Faixas de Alarme

Parâmetro Alarme

HH HH

PH HI

HH
HI
Parâmetro Alarme
NR (NORMAL)
PL LO
LO
LL LL LL

49
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Batentes de Válvula

Pré-Alarme de Desvio de Velocidade da PV

50
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Pré-Alarme de desvio da PV em Relação ao SV

AOF ( Alarm Off ) – Cala Buzina

51
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Modo Calibração

Operation Mark – Marca de Operação

Operation Mark = Através deste botão


localizado na tela de sintonia), o
instrumento recebe um indicativo,
informando sua situação .
Esta marca pode ser meramente
indicativa ou exercer função de
bloqueio de operação, desde que
tenha sido configurado previamente.

52
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

PRD - Primário Direto

53
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Process Report

Historical Report

54
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

CARREGAMENTO DO
PROJETO

55
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Características de um Projeto (Atributos)


O ambiente de Configuração é o System View.

Entrada no System View

Pela HIS (com a chave em ENG):

Selecionar através do ícone "Activate System View“ dentro da Toolbox

Pelo Windows (como Administrador):


Start – Programs – YOKOGAWA CENTUM – System View

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tipos de Projetos

Download para FCS


Projeto Default Projeto Current

Projeto User-defined

Default Project (Projeto Default)


Após a instalação do CENTUMVP, o primeiro projeto criado ao abrir o System View é o
Default.

Current Project (Projeto Current)


Quando qualquer uma das FCS's criadas no Projeto Default é carregada com sucesso,
o atributo do projeto
muda de Default para Current. Com isso é possível configurar e carregar Online.

User-Defined Project (Projeto User Defined)


Um novo projeto, com um Default ou Current já existente ou uma cópia de um Default
ou Current receberá o
atributo User Defined.

Tipos de Arquivos

Outro .edf

Im
po
rt
Builder File Sa
Original
.edf.edf File ve
as
Outro .sva
Import
Save to Work file

Arquivo SVA
.sva

Working File
.wkf

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Cuidados Antes de Carregar o Projeto

Para carregar um projeto é necessário antes ajustar seu atributo e característica de


compartilhamento para que as estações HIS possam usá-lo adequadamente.

Ajuste do Atributo

Para o ajuste do atributo, existe uma ferramenta chamada de “Project´s Attribution


Utility”. Para acessá-la existem dois caminhos:

Primeiro Método: Start – Program – Yokogawa Centum – Project´s Attribution


Utility

Segundo Método:

CENTUMVP/eng/tool/BKEChPjtAttrUtilDlg.exe
Para CENTUM VP

Abrirá a janela como exibida abaixo, lembrando que para abrir esta janela, é obrigatório
que a janela System View esteja fechada.

58
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Selecione o projeto através do botão Register. Ao clicar em Register abrirá uma


segunda janela permitindo que o usuário procure o projeto em questão. Por definição,
os projetos ficam sempre alocados no seguinte caminho: X:\
CENTUMVP\eng\BKProject, onde X é o drive da máquina.

Ainda nesta segunda janela, exibida acima, é possível determinar qual será o atributo
do projeto (Default, Current ou User Defined).
Uma vez determinado o projeto e definido seu atributo, clicar em Ok.

Para alterar o atributo do projeto, selecioná-lo com um clique sobre o mesmo e clicar no
botão Change.
Para excluí-lo da exibição tanto na janela System View quanto na janela Utility to
Change Project´s Attribute, clicar em Delete.
Para sair dessa ferramenta, clique em Exit.

Ajuste do Compartilhamento

Através do Windows Explorer, acessar o projeto, que como dito acima, por definição
ficam sempre alocados no seguinte caminho:
X:\CENTUMVP\eng\BKProject, onde X é o drive da máquina.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Sobre o projeto desejado, clicar com o botão “direito” do mouse para Compartilhar ou
verificar se a pasta do Projeto já está Compartilhada.

Clicando na opção Sharing..., abrirá a seguinte janela:

No campo “Share name:”, ajustar o compartilhamento como CS1000PJT para que o


projeto possa ser compartilhado por todas as estações HIS.

HIS com ambiente de Operação

Para que o ambiente de operação seja ativado, executar o programa BKHBos.exe que
fica no seguinte caminho:
Y:\CENTUMVP\program\ BKHBos.exe

Estrutura do Projeto

Estrutura da FCS

60
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estrutura da HIS

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

62
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Modos de teste
(Simulação)

O software Test Function permite que tanto as Funções de Operação quanto as


Funções de Controle sejam testados antes de serem colocados em operação.
São dois tipos de testes:

Função de Teste Virtual:

Função de Teste Target:

63
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

AJUSTES HIS UTILITY

64
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Definições da His Utility

A principal utilidade da ferramenta His Utility é permitir que a estação HIS com
característica de Operação seja iniciada automaticamente.
Para tal, iremos descrever todas as funcionalidades desta ferramenta, a fim de
esclarecer e deixar ao encargo do usuário a aplicação da His Utility ou não.

Ajustando a His Utility

Para acessar a HIS Utility, ir através do seguinte caminho: Start – Programs –


Yokogawa Centum – His Utility.

Aba User/Setting
Selecionar um Usuário e Senha, para:

Enable HIS Automatic Start

Quando apenas esta opção é selecionada, ao ligar o computador o usuário deverá


entrar com o nome do usuário (CENTUM) e a senha.
Após este procedimento a janela de operação e monitoração (Área de Mensagem do
Sistema) deverá ser exibida.

65
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Enable Automatic Logon (Administrator privilege required)

Quando apenas esta opção é selecionada, ao ligar o computador o usuário verá o


Windows fazer o log on automaticamente. Entretanto, a janela de operação e
monitoração (Área de Mensagem do Sistema) não será exibida.

Set Desktop Environment for CENTUM (Administrator privilege required)

Quando o campo Desktop Environment é ajustado para CENTUM Desktop, o botão


Start do Windows só apresentará ao usuário a pasta Yokogawa Centum.
Outros detalhes imporantes são:a opção shutdown do Windows fica inacessível, sendo
possível apenas o log off do usuário e os ícones da área de trabalho ficam todos
ocultos.

Aba Action

Configuration Operation Keyboard

Neste campo é onde deve ser feito o ajuste da comunicação entre a HIS e o teclado de
operação que pode ser dado por dois caminhos: Porta serial (COM) ou porta USB. Uma
ou outra via de comunicação dependerá do modelo do teclado.
Para que esta configuração seja concluída com sucesso, é necessário reiniciar o
computador.

INC/DEC Operation Mode

Todas as opções relacionadas a aba action da janela His Utility estão relacionadas ao
mode incrementar valores de SV e MV na janela abaixo:

Continuos Mode: ao selecionar esta opção, ao pressionar o botão de incremento ou


decremento, mantendo-o pressionado, o valor em questão irá sendo alterado continuamente.

Shift-Key Mode (Default): neste modo apenas com a tecla shift pressionada é possível
obter o mesmo estado como do exemplo acima. Caso contrário, a alteração será feita
clique a clique para que o valor seja alterado (incremento/decremento).

One-Step Mode: nesta opção, a alteração sempre é feita clique a clique.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Trend (Administrator privilege required)


Enable Trend Acquisition Pen Assignment

Esta opção se encontra abaixo de His Security Police.


Com esta opção habilitada é possível configurar grupos de trends (TR´s) à partir de
estações HIS com funções de monitoração e operação. Para isto, basta a opção estar
marcada, como mencionamos acima, e que a HIS tenha obrigatoriamente um dos
seguintes pacotes opcionais: LHS4100 (Configured Information Reference Package) ou
LHS5100 (Standard Builder Package).
Desta forma, ao clicar no ícone Related Builder Call, localizado na ferramenta Tool Box
é possível chamar o ambiente de configuração das penas. Caso o usuário não tenha
acesso de leitura a um determinado TG, exemplo:TG0101, consequentemente o mesmo
usuário terá direito apenas de leitura do respectivo TR(TR0001) no caso de fazer uso
desta ferramenta.
Ícone Related Builder Call

HIS Security Policy


Clicando no botão Security Policy Setting, abrirá a seguinte janela:

67
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

A opção Password required for confirmation faz com que o usuário seja obrigado a
digitar a sua senha toda vez que for feita uma alteração em algum instrumento que exija
confirmação.

Através desta janela é possível determinar a política de segurança na HIS. Apenas


usuários com privilégio de administrador terão acesso a alterações nesta janela.
Usuários padrão, do tipo ONUSER e ENGUSER podem ser bloqueados através da
opção Lockout ONUSER, ENGUSER. Inclusive, na exibição dos usuários através do
ícone USER-IN, os mesmos são excluídos da exibição.

Quando selecionada a opção Limits the window call at user out state, isto faz com
que qualquer usuário ao executar a função User out através do botão User-in (Área de
Mensagem do Sistema) não permita exibir nenhuma janela até que outro usuário
execute novamente a função User-in.

A opção Send a notification after___ invalid logon attempts(0:No Notification),


permite que o sistema conte um número “x” de tentativas inválidas ao digitar a senha.
Uma vez excedido este valor, aparecerá uma janela alertando que foi excedido o
número de tentativas.

68
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

A opção Lockout repeatedly denied account tem a função de bloquear a entrada do


usuário à partir do momento que ele tenha ultrapassado o número de tentativas definido
na opção descrita acima. Apenas o usuário com senha de administrador poderá habilitar
novamente este usuário.

O campo Prompt changin password___days(0:No prompt) permite ao usuário


ajustar um intervalo de tempo para expirar a senha, forçando-o a refazer o registro da
mesma. Esse intervalo pode variar de 0 dias(nunca expira) até 1000 dias.

Já o campo Inhibit user logon when password reaches this age inibe definitivamente
a entrada do usuário do momento em que a senha do usuário tenha expirado.

O campo Minimum password lenght permite que o usuário determine um número


mínimo de caracteres para cada senha.
O padrão é zero, ou seja, sem restrições quanto o número de caracteres da senha e o
máximo é de 32 caracteres.

O campo Do not use previous password inibe que o usuário revalide sua senha
fazendo uso da combinação anterior.

69
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aba CAMS for HIS

(CAMS – Consolidated Alarm Management Software)

Esta opção permite que em uma única tela sejam centralizados os alarmes de
processo, alarmes de sistema, mensagens de guia de operação (%OG), além de
mensagens A&E (via OPC Server). Para maiores informações de OPC A&E, consulte
agenda de treinamento de configuração OPC.
Para que seja mais clara esta explanação, vide figura abaixo:

70
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Veja abaixo a figura da aba CAMS for HIS

Enable CAMS for HIS: Selecionando esta opção o usuário estará habilitando a função
CAMS;.
Maximum size of alarm buffer: Ajusta o número máximo de alarmes para ser
manipulado pela janela CAMS na HIS. Um valor baseado em múltiplos pode ser
escolhido (exemplo: de 100 até 2000). O padrão é de 2000;
Set this HIS as Download Master: Ao selecionar esta opção, o usuário define que a
HIS na qual ele faz os ajustes CAMS será a máquina utilizada para efetuar o “Master
Download”. Lembre-se que na rede apenas uma HIS pode estar ajustada com esta
funcionalidade;
ACK key acknowledges the selected A&E message: Se é desejado reconhecer
apenas as mensagens A&E selecionadas previamente, clique nesta opção;
ACK key acknowledges all the displayed A&E messages: Se é desejado reconhecer
todas as mensagens de uma vez, clique nesta opção;
Exclude operation guide messages: Se é desejado que seja feita a exclusão das
mensagens %OG na janela “Message Monitor of CAMS for HIS” e que estas
mensagens seja exibidas na janela Operator Guide (modo tradicional), mantenha a
opção como o padrão (não selecionada). Caso contrário, marque esta opção;

71
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Detailed Setting: Esta opção exibe quais as estações do tipo HIS estão selecionadas à
equalização. Esta opção é útil para o evento de equalizalização parcial;

OPC A&E Server Connection: Uma caixa de diálogo é exibida para ajuste de conexão
entre a função CAMS for HIS e o OPC A&E server. Estes ajustes deverão ser feitos
para qualquer estação do tipo HIS que irão receber mensagens via janela CAMS.

72
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

HARDWARE FCS

73
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Especificações de Hardware

Especificações de Hardware das FCU´s KFCS2 e KFCS

AFG30S/ AFG30D AFG40S/ AFG40D


(para FIO) (para FIO)

Tipo Rack de 19" Gabinete

Capacidade de 32 Mbyte 32 Mbyte


Memória RAM

Processador VR5432 (133 MHz) VR5432 (133 MHz)

Tempo de
Back-up por Máx. 72 horas Máx. 72 horas
Baterias da
Memória RAM

Interface de Interface com V net Interface com V net


Comunicação Interface com ESB bus Interface com ESB bus

Número de Nós Locais: 10/FCS Nós Locais: 10/FCS


Unidades de Nó Nós Remotos: 8/FCS Nós Remotos: 8/FCS
Quando são usados ambos, Quando são usados ambos,
locais e remotos: locais e remotos:

Máx. 10/FCS Máx. 10/FCS

Alimentação 100-120 V CA, 50/60 Hz 100-120 V CA, 50/60 Hz


220-240 V CA, 50/60 Hz 220-240 V CA, 50/60 Hz
24 V CC 24 V CC

Consumo de 100-120 V CA: 100-120 V CA:


Energia Elétrica 250 VA (AFS30S) 1.800 VA (máx. número de nós
400 VA (AFS30D) instalados)
220-240 V CA: 220-240 V CA:
250 VA (AFS30S) 2.100 VA (máx. número de nós
410 VA (AFS30D) instalados)

74
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

AFS30S/ AFS30D AFS40S/ AFS40D


(para FIO) (para FIO)

Tipo Rack de 19" Gabinete

Capacidade de 16 Mbyte 16 Mbyte


Memória RAM

Processador VR5432 (133 MHz) VR5432 (133 MHz)

Tempo de
Back-up por Máx. 72 horas Máx. 72 horas
Baterias da
Memória RAM

Interface de Interface com V net Interface com V net


Comunicação Interface com ESB bus Interface com ESB bus

Número de Nós Locais: 10/FCS Nós Locais: 10/FCS


Unidades de Nó Nós Remotos: 8/FCS Nós Remotos: 8/FCS
Quando são usados ambos, Quando são usados ambos,
locais e remotos: locais e remotos:

Máx. 10/FCS Máx. 10/FCS

Alimentação 100-120 V CA, 50/60 Hz 100-120 V CA, 50/60 Hz


220-240 V CA, 50/60 Hz 220-240 V CA, 50/60 Hz
24 V CC 24 V CC

Consumo de 100-120 V CA: 100-120 V CA:


Energia Elétrica 250 VA (AFS30S) 1.800 VA (máx. número de
400 VA (AFS30D) nós instalados)
220-240 V CA: 220-240 V CA:
250 VA (AFS30S) 2.100 VA (máx. número de
410 VA (AFS30D) nós instalados)

75
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

AFF50S/ AFF50D
(para FIO)
Tipo Rack de 19"
Capacidade de Memória RAM 32 Mbyte
Processador VR5432 (133 MHz)
Tempo de
Back-up por Baterias da Máx. 72 horas
Memória RAM
Interface de Comunicação Interface com V net
Interface com ESB bus
Interface com ER Bus
Número de Nodes locais e remotos:
Nodes Máx. 3/FCS
Alimentação 100-120 V CA, 50/60 Hz
220-240 V CA, 50/60 Hz
24 V CC
Consumo de Energia Elétrica 100-120 V AC: 200 VA
(AFF50S/D)
220-240 V AC: 230 VA
(AFF50S/D)
24 V DC: 5.5 A (AFF50S/D)

AFV10S/ AFV10D
(para FIO)
Tipo Rack de 19"
Capacidade de Memória RAM 32 Mbyte
Processador VR5432 (133 MHz)
Tempo de Back-up por Baterias da
Memória RAM Máx. 72 horas

Interface de Comunicação Interface com V net/IP


Interface com ESB bus
Interface com ER Bus
Número de Nodes Nodes locais e remotos:

Normal= 3 nodes (local+remoto)

Com o LFS1530 (SW de expansão)= 14 nodes


(local+remoto)
Obs: Nº máximo de Nodes Locais=9
Alimentação 100-120 V CA, 50/60 Hz
220-240 V CA, 50/60 Hz
24 V CC
Consumo de Energia Elétrica 100-120 V AC: 200 VA
220-240 V AC: 230 VA
24 V DC: 5.5 A

76
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Atualizações do Centum VP R5

Requisitos de Hardware e Software para HIS R5


Requisitos de Hardware:

CPU: Core 2 Duo (2.13GHz)/Xeon Dual Core (2.0GHz) ou melhor (para Windows 7);
Memória RAM: 6 GB ou mais;
Dísco rígido: 40 GB ou mais;
Vídeo: SXGA (1280 x 1024 True Color) / WXGA (1440 x 900 True Color);
Gráfico: DirectX 9-class GPU (WDDM/32bits/pixel/128MB)
Porta USB: Uma ou mais portas
Slot de expansão: Usa um slot PCI para interface com barramento de controle (VF701/2
ou VI701/2)

Requisitos de Software

Windows 7 Professional SP1 64-bit


Windows VISTA Business Edition SP2 32-bit
Windows Server 2008 Standard Edition 32-bit SP2
Windows Server 2008 R2 Standard Edition 64-bit SP1

Essencial Opcional
Teclado de engenharia Teclado de operação
Mouse Impressora
Cartão de interface VF701 ou UPS
VF702 ou VI701 ou VI702
DVD-ROM

77
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Novo Teclado de Operação

64 Teclas de Funções
Indicação de Led Power On
Teclado Numeral
Teclas para Alternar Ativação de Frames
Alimentação e Comunicação via USB

Chave de
Segurança

78
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da FFCS-V (AFV30S/D - FIO)

Módulo CPU: CP461

- MIPS R5000 (350 MHZ)


- Memória Principal: 128 Mbytes
- Backup da Memória: Máximo 72hrs
- Arquitetura Pair & Spare
- Interface Vnet/Ip

79
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ESB (EC402)

- Até 14 I/O nodes, incluindo o Node de Controle


- Duas Portas ESB bus
- Dois tipos de interface

Módulo Master ESB bus para 5Km – Fibra Optica (ANT401)

Módulo Slave ESB bus para 5Km – Fibra Optica (ANT502)

80
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Até 13 I/O nodes podem ser conectados por FCS (14 nodes incluindo o node de
controle).
Um node tem 8 slots para módulos de I/O
Os nodes são conectados por um bus remoto (ESB Bus)
Até 10 m do node de controle até o último node, com cabo elétrico Esb Bus.
Até 50 km no caso de cabos ópticos
Até Dois Barramentos de Esb Bus.

3 tipos de capacidade de aplicação


Basic
Expanded
Large

81
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Códigos e Modelos das Estações

Unidade de Controle de Campo (Tipo Rack de 19” – 16 MB RAM)

82
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidade de Controle de Campo “Duplex” (Tipo Rack de 19” – 16 MB RAM)

83
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidade de Controle de Campo (Tipo Gabinete – 16 MB RAM)

Unidade de Controle de Campo “Duplex”(Tipo Rack de 19” – 16 MB RAM)

84
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidade de Controle de Campo


(Tipo Rack de 19”– 32 MB RAM)

Unidade de Controle de Campo “Duplex”(Tipo Rack de 19” – 32 MB RAM)

85
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidade de Controle de Campo


(Tipo Gabinete – 32 MB RAM)

Unidade de Controle de Campo “Duplex”


(Tipo Gabinete – 32 MB RAM)

86
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidade de Controle de Campo


(Tipo Gabinete – 32 MB RAM)

Unidade de Controle de Campo “Duplex”


(Tipo Gabinete – 32 MB RAM)

87
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidade de Controle de Campo


(Tipo Gabinete – 32 MB RAM)

Unidade de Controle de Campo “Duplex”


(Tipo Gabinete – 32 MB RAM)

88
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da FCU Montagem em Rack 19”

89
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da FCU Montagem de Gabinete

90
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da KFCS Montagem de Gabinete

91
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexões das KFCS com as Redes

92
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Arquitetura da FCS com FIO (KFCS)

93
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Unidades de Interface de Nó (para FIO)

94
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração das NIUs para FIO

Para ESB bus

Para ER bus

Nome e posição dos slots

95
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Instalação de NIUs em Gabinete

96
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Instalação de NIUs em Rack de 19”

Se várias NIUs estão sendo utilizadas, todas elas deverão ser aterradas através do
terminal de aterramento (menor que 100 ohms) separadamente.

97
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conectando os cabos de alimentação

Quando um node é instalado em um rack, conecte o cabo de alimentação de acordo com os


procedimentos abaixo:

1. Puxe a tampa de proteção do módulo de alimentação através do frontal. A tampa pode


ser removida da seguinte maneira:

a Encontre o encaixe para a tampa de proteção do módulo de alimentação,


localizado na parte da tampa (indicado com o um círculo na figura acima).
b Empurre a trava para cima com o dedo para destravar a tampa.

c Puxe para frente toda a tampa protetora.

2. Remova o cabo fixado ao módulo de alimentação.

3. Conecte o cabo de alimentação aos terminais do módulo, indicados pelos símbolos “L


e N” (100/220 V AC) ou “+ e –“ (24 VDC). Conecte o terra ao terminal de aterramento.

4. Após a ligação estar concluída, recoloque a tampa de proteção dos terminais do


módulo de alimentação.

98
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo de Alimentação

Terminal de Entrada de Alimentação


Este terminal recebe a alimentação específica. Este item é fornecido com um cabo de
alimentação fixo junto ao módulo de alimentação. Remova-o se julgar desnecessário
.L(+): LinhaN(-): Neutro
Terminal de Aterramento: Para aterramento
“Status” dos LEDs
SYS: O LED está aceso quando a alimentação de saída +5V está funcionando. Caso
contrário, o LED estará apagado.FLD: O LED está aceso quando a alimentação de
saída +24V está funcionando. Caso contrário, o LED estará apagado.
Terminais de testeÉ possível medir tensões de saída de +5V e +24V usando estes
terminais para propósitos de manutenção.

99
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo Escravo de Interface para Barramento ESB


O módulo SB 401 é o módulo de comunicação instalado nos nodes locais. Este módulo
se comunica com o cartão mestre de interface do barramento ESB (SB301).O SB401
tem uma porta para um barramento ESB; barramento redundante pode ser suportado
instalando-se dois módulos.

Modo do LED

STATUS: Este LED estará ligado quando o auto-diagnóstico tiver ocorrido


completamente normal e a interface ESB estiver operando normalmente, caso contrário
o LED estará desligado.

SEL: Este LED fica ligado durante a transmissão de dados para um módulo de I/O, caso
contrário estará desligado.

RSP: Este LED fica ligado durante a recepção de dados de um módulo de I/O, caso
contrário estará desligado.

100
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste da DIP Switch


DIP Switches para ajuste do endereço do barramento ESBQuando múltiplos nodes
são conectados a um barramento ESB, é possível selecionar através de DIP switch um
endereço fixo para cada node.
O número ajustado tem uma faixa de 1 a 10, referente ao número máximo de nodes
para o sistema CENTUM CENTUMVP.Veja abaixo a disposição das chaves.

MSB: Bit Mais Significativo

LSB: Bit Menos Significativo

101
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Barramento ESB

102
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo Mestre de Interface para Barramento ESB

O módulo EB401 é usado para o


controle do barramento de
comunicação ER. Este módulo
disponibiliza funções de interface
para comunicação entre nodes.

Modo do LED
STATUS: Este LED estará ligado quando o auto-diagnóstico tiver ocorrido
completamente normal e a interface ESB estiver operando normalmente, caso contrário
o LED estará desligado.

ACT: Quando o cartão está no controle, o LED estará aceso. Quando o cartão estiver
como redundante o LED estará desligado.

DX: Este LED estará aceso quando o EB401 é configurado para operação com
redundante, caso contrário estará desligado.
SND-1: Este LED estará aceso durante a transmissão de dados, caso contrário estará
desligado (é somente o dígito “1” que na verdade acende e apaga).
RCV-1: Este LED estará aceso durante detecção de portadora/recepção de dados, caso
contrário estará desligado (é somente o dígito “1” que na verdade acende e apaga).

103
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo Escravo de Interface para Barramento ER (EB501)

O módulo EB501 é instalado junto ao node


remoto e se comunica com um módulo
mestre de interface para barramento ER
(EB401) proveniente de um node local.
O módulo EB501 tem uma porta para
conexão de cabo tipo 10Base2 (conector
BNC); barramento redundante pode ser
suportado instalando-se dois módulos.

Modo do LED

STATUS: Este LED estará ligado quando o auto-diagnóstico tiver ocorrido


completamente normal e o módulo EB501 estiver operando normalmente, caso
contrário o LED estará desligado.
SND: Este LED estará aceso durante a transmissão de dados, caso contrário estará
desligado.
RCV: Este LED estará aceso durante detecção de portadora/recepção de dados, caso
contrário estará desligado.

Conector do Cabo do Barramento ER


O conector é do tipo BNC. Utilizado para comunicação entre o módulo EB401 através
do lado mestre da Ethernet.
DIP switches de Ajuste de Endereço do Barramento IP
Para ajustar o endereço IP do módulo EB501, posicione as chaves como o mesmo
número de node do EB501.

Conector para manutenção


Este conector é usado para manutenção

104
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajustando o número do nodePara utilizar um módulo de interface de


barramento, é necessário ajustar o número do node dos respectivos módulos.São
fornecidos tanto endereçamentos pré-definidos quanto endereçamento na qual o
usuário pode definir livremente.Dois tipos de endereços são disponíveis: A e B.(É
necessário usar o tipo A ou B de modo idêntico e consistentemente no mesmo
segmento de rede.)

No exemplo acima, temos:

1 → Paridade: Desligada
2 → Sem uso: Sempre em 0
3 → IP Privado / IP de usuário: 0 (IP Privado)
4 → IP1 ou 2: 0 (EB501 está no lado esquerdo)
5 a 8 → Endereço IP: Endereçado em 4

105
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste de Posições de Chave e Número de Node

106
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexões da KFCS com ESB bus e ER bus

107
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Interligação do Cabo do Barramento ER


Um barramento de comunicação de entrada/saída é usado em uma FCS Standard para
FIO. O barramento ER conecta nodes locais a nodes remotos.

Conectando os Cabos do Barramento ER

O cabo do barramento ER (YCB141) é usado especificamente para conectar o módulo


local (EB401) ao módulo remoto (SB501).
Evite usar cabos diferentes daqueles especificados para a interligação de nodes.

108
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Interligação do Barramento
A figura abaixo exemplifica como deve ser feita a interligação entre nodes locais e
remotos.

109
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Procedimento de Conexão do Cabo do Barramento ER

1. Na parte inferior do EB501 ou EB401 existe um local para interligar o conector tipo ”T”
ao módulo.
2. Conecte os cabos nas duas extremidade do”T”. Se o módulo de interface do
barramento ER estiver posicionado como o último da rede, coloque em uma das
extremidades um terminador (resistor fornecido com o EB401: 50 ohms).

3. Após a ligação dos cabos ao conector tipo “T”, envolva-o em um material isolante
confirmando se nenhuma parte ficou de fora.
4. Coloque os filtros nos dois lados do “T” o mais próximo possível da ponta. Veja figura
abaixo.

110
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

HARDWARE
FFCS – FFCS-L

111
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Arquitetura do Sistema com FFCS

112
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da FFCS
AFF50S Field Control Unit
AFF50D Duplexed Field Control Unit

113
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da FFCS - Partes e Nomes

114
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS – Fonte de Alimentação

LEDs DE ESTADO:
SYS: Aceso significa fornecimento de +5V NORMAL

115
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS – Cartão Processador

Data de Validade da Bateria


Lâmpadas deStatus:

Tempo de Back up: até 72 horas

Validade:
3 anos (Temperatura até 30 °C)
1,5 anos (Temperatura até 40 °C)
9 meses (Temperatura até 50 °C)

Exemplo:Se o número do Domínio ou da Estaçãofor 5 (10000101)

Chaves:

116
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

PORT: Porta para Manutenção (normalmente na posição 0).

DOMN: Indica o número do domínio na Lâmpada STATUS quando esse bit está na
posição1 (normalmente na posição 0).

STA: Indica o número da estação na Lâmpada STATUS quando esse bit está na
posição1 (normalmente na posição 0).

Ajuste do Número do Domínio:

Ajuste do Número do Domínio:

117
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS – Acopladores

Acoplador da V Net:

ENBL (up):
Habilita a Comunicação da V Net. Deixar a chave normalmente nessa posição.
DSBL (down):
Desabilita a Comunicação da V Net.

Módulo Acoplador do ESB Bus (EC401)


O EC401 é instalado na Unidade de Controle e usado para comunicação com o Módulo
de Interface do ESB Bus que fica no Node Local.
Este módulo tem uma porta, para redundância são necessários 2 módulos.

118
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS – Módulos de Interface


Módulo de Interface do ESB Bus (SB401):

O SB401 é o módulo de comunicação instalado no Node Local que se comunica com o


EC401. O SB401 tem uma porta, serão necessários 2 módulos para uma configuração
redundante.

Ajuste de Endereço do Node

119
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS – Comunicação via ESB Bus

120
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo de Interface Master do ER Bus (EB401):

O EB401 é usado para controlar a comunicação ER Bus, é instalado no Node Local e


conectado ao Módulo de Interface Slave EB501 no Node Remoto.

STATUS : Este LED acende quando o auto diagnóstico está completo e o hardware
pronto.

ACT : Este LED acende para o módulo que está no controle.

DX : Este LED acende quando o EB401 é redundante.

Módulo de Interface Slave do ER Bus (EB501):

O EB501 é instalado no Node Remoto e comunica com o EB401 do Node Local.

121
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste de Endereço do Node

Bit
3: Fixo em 0
4: Ajuste o bit para 0 se o EB501 for instalado do lado esquerdo e 1 se for instalado do
lado direito
5 a 8: Número

Estação FFCS – Comunicação via ER Bus

122
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração de um Sistema com FFCS-L (AFV10S/AFV10D)

HIS : Estação de Interface Humana


AFV10D : Estação de Controle de Campo
ANB10D : Node para o ESB Bus (Node Local)
ANR10D : Node para o ER Bus (Node Remote)

123
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estações AFV10S e AFV10D

Componentes da FFCS-L

124
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexão da FFCS-L (AFV10S e AFV10D) com a Rede de CampoA FFCS-L é


conectada ao Layer2 switch com o cabo CAT5e

125
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS-L Comunicação via ESB Bus

126
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Estação FFCS-L Comunicação via ER Bus

Arquitetura “Dual-Redudant” na FFCS e FFCS-L

127
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Arquitetura “Dual-Redudant” na KFCS

Arquitetura “Dual-Redudant” no ESB Bus (FFCS)

128
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Arquitetura “Dual-Redudant” no ESB Bus (KFCS)

Arquitetura “Dual-Redudant” no ER Bus (FFCS/KFCS)

129
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configuração da FFCS-V (AFV30S/D)

Módulo CPU: CP461

- MIPS R5000 (350 MHZ)


- Memória Principal: 128 Mbytes
- Backup da Memória: Máximo 72hrs
- Arquitetura Pair & Spare
- Interface Vnet/Ip

130
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ESBBus de duas portas (EC402)

- Até 14 I/O nodes, incluindo o Node de Controle


- Duas Portas ESB bus
- Dois Segmentos de comunicação

Módulo Master ESB bus

Até 13 I/O nodes podem ser conectados por FCS (14 nodes incluindo o node de
controle).
Um node tem 8 slots para módulos de I/O
Os nodes são conectados por um bus remoto (ESB Bus)
Até 10 m do node de controle até o último node, com cabo elétrico Esb Bus.
Até 50 km no caso de cabos ópticos
Até Dois Barramentos de Esb Bus.

131
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Comparação e capacidade

A estação possuí 3 tipo de configurações possíveis


Basic
Expanded
Large

132
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos de E/S

133
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

134
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Restrições

*1: Comunicação com um controlador Série YS via ALR121 impõe uma restrição
quanto ao ciclo de atualização do dado, caso o módulo esteja instalado em um Node
Remoto.
*2: Uma configuração redundante pode ser criada através de software.
*3: Nenhum dos modelos de pacote LFS2420 ou LFS2421 para comunicação com
controlador da série suporta configuração redundante.
*4: Módulos de Comunicação podem ser instalados em Node Remoto apenas nas
estações com modelo AFG30, AFG40, AFG8, com revisão de software R3.03 ou maior
e a revisão de firmware do EB401 deve ser R3 ou maior.
*5: Saída através de ambos os lados, controle e stand by. É impossível fazer
redundância para saída em pulso e tempos proporcionais.
*6: ALP111 só pode ser instalado quando a memória da FCS for 32 MB.

135
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Janela de Status da Estação

136
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Janela de Status – Nó Local

137
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

MÓDULOS DE ENTRADA
E SAÍDA

138
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos Analógicos de Sinais de Entrada e Saída (I/O)

Os módulos analógicos são utilizados para lerem e converterem sinais de


entrada e saída.
Existem módulos de I/O para voltagem, corrente, termopar/mV,
termoresistência/Potenciômetro e sinal de entrada de pulso. Além disto,
módulos não-isolados, módulos isolados e canais isolados estão
disponíveis a fim de atender uma maior faixa de aplicações.

Visão Externa dos Módulos Analógicos de Entrada e Saída

Os módulos podem ser conectados através de três tipos de terminais: Parafuso de


pressão, conectores KS e conectores MIL.

139
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos Digitais de Sinais de Entrada e Saída

Os módulos digitais são construídos sobre um bloco terminal e um módulo


de I/O.
Existem módulos de sinais digitais de 16, 32 ou 64 entradas.
Canais para módulos de 16 sinais de saída em rele são também
disponíveis.

Visão Externa dos Módulos Digitais de Entrada e Saída

Através do uso de adaptadores, métodos diferentes de conexão podem ser escolhidos


para módulos de I/O digitais. É possível trabalhar com conector por parafuso de
pressão, por régua de terminais ou conector MIL.

140
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Vários Métodos de Conexão

Cada método de conexão exige uma combinação de Módulo – Frontal –


Cabo – Régua de Terminais específicas, conforme veremos posteriormente
em tabela.

141
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos de E/S com Proteção Intrínseca

Instalação da Divisória de Isolação Nas Estações AFF50S/AFF50D e


AFV10S/AFV10D

Quando é necessário instalar módulos de E/S nas estações tipos


compactas, é necessário instalar uma placa especial entre os módulos que
são intrinsecamente seguros daqueles que são comuns.

O “part number” desta placa é o T9083ND.


Este “kit” consiste das seguintes partes:

Módulo A: Utilizado para isolar as os módulos intrinsecamente seguros dos


módulos de uso geral (não-intrínsecos).

Módulo B: Utilizado para isolar os cabos dos módulos intrinsecamente


seguros da Vnet.

Parafusos: Utilizados para fixar o Módulo B.

Como instalar a divisória de isolação é ilustrada a seguir.

Fixe o Módulo B no suporte da estação compacta com os parafusos


disponíveis.

Insira o Módulo A no “slot” entre os módulos intrinsecamente seguros e os


módulos de uso geral.
Confirme que os cabos dos módulos intrinsecamente seguros estão
completamente isolados dos módulos de uso geral através do Módulo B.

142
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Instalação da Divisória de Isolação nas estações compactas

Instalação da Divisória de Isolação Nos Nodes ANB10S/ANB10D, ANR10S/ANR10D


(part number T9083NA)

143
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Combinação de Módulos de E/S e Bloco Terminal

Terminais dos Módulos de E/S

144
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos de Comunicação

Os módulos de comunicação são utilizados para monitorar e controlar subsistemas (ex.


CLPs), criando-se uma linha de comunicação entre o subsistema e o cartão localizado
na FCS.

Tipos de Módulos de Comunicação

Os seguintes tipos de módulos de comunicação estão disponíveis:

ALR111 Módulo de comunicação RS-232C


ALR121 Módulo de comunicação RS-422/RS-485
ALE111 Módulo de comunicação Ethernet
ALF111 Módulo de comunicação Foundation Fieldbus
(FF-H1)
Vista Externa dos Módulos de Comunicação

145
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Modo do LED

STATUS: Este LED estará ligado quando o auto-diagnóstico tiver ocorrido


completamente normal e a interface ESB estiver operando normalmente,
caso contrário o LED estará desligado.

ACT: Quando o cartão está no controle, o LED estará aceso. Quando o


cartão estiver como redundante o LED estará desligado.

DX: Este LED estará aceso quando o EB401 é configurado para operação
com redundante, caso contrário estará desligado.

SND-1: Este LED estará aceso durante a transmissão de dados, caso


contrário estará desligado (é somente o dígito “1” que na verdade acende e
apaga).

RCV-1: Este LED estará aceso durante detecção de portadora/recepção de


dados, caso contrário estará desligado (é somente o dígito “1” que na
verdade acende e apaga).

146
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conectores Tipo MIL

É possível conectar um cabo com conector tipo MIL diretamente a um


módulo de I/O sem usar um bloco terminal.

Uma tampa para o conector (modelo ACCC01) é fornecida para evitar que
o cabo com o conector MIL desencaixe do módulo.

147
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Número dos Pinos e Número dos Canais nos Conectores

Terminais tipo parafuso de pressão

Os números dos terminais para os blocos abaixo são organizados na ordem A1, A2 até
o número A18 e ficam localizados na lateral esquerda, começando de cima para baixo.
Os terminais B1, B2 até o número B18 ficam localizados na lateral direita, começando
de cima para baixo.

148
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Terminais tipo conector MIL

Os números dos pinos do conector tipo MIL são organizados simétrica e similarmente
aos pinos do tipo parafuso de pressão. Veja figura abaixo:

149
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Correlação entre os pinos do conector tipo parafuso de pressão e conector MIL

A figura abaixo mostra como os números dos canais de entrada/saída e seus


respectivos números de canais tanto para o tipo parafuso de pressão quanto para o
conector MIL.

CH: Canal

150
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexão aos Módulos de Entrada e Saída (Módulos de Sinais


Analógicos)

Os terminais de entrada e saída variam de acordo com o tipo do módulo. Veja a tabela
de referência abaixo:

“n” é o número do canal.


*1: Quando os módulos AAI141, AAI841, AAI135 e AAI835 estiverem
desligados ou anormais, o “loop” de corrente de entrada estará aberta.
Não faça uso de derivações em sinais de correntes para enviá-los para
outros dispositivos. Quando fizer, coloque um resistor tipo “shunt” (Part
Number: A1080RZ 250 Ohms)
*2: A resistência dos fios A e C devem ser idênticas.

151
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo de Entrada Analógica para 16 Canais (AAI141, AAV141, AAV142)

Módulo AAI141 – Sinal de entrada de 4 a 20 mA


(Não-Isolado)

152
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos

153
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste do tipo de sinal de entrada para módulo AAI141

Quando usando o módulo AAI141, é possível ajustar o tipo de sinal que irá
ser injetado no cartão, ou se o transmissor será alimetado ou não pelo
módulo.
Os ajustes são realizados através dos pinos S1 a S16 e estão localizados na lateral
direita do módulo.

154
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos AAV141 e AAV142


Módulo AAV141– Sinal de entrada de 1 a 5 VDC (Não-Isolado)
Módulo AAV142 Sinal de entrada de –10 a 10VDC (Não-Isolado)

155
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para os módulos AAV141 e AAV142

156
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAI841 – Sinal de entrada(8)/saída(8) de 4 a 20 mA (Não-Isolado)

157
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAI841

158
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ajuste do tipo de sinal de entrada para módulo AAI841

Quando usando o módulo AAI841, é possível ajustar o tipo de sinal que irá
ser injetado no cartão, ou se o transmissor será alimetado ou não pelo
módulo.
Os ajustes são realizados através dos pinos S1 a S8 e estão localizados na lateral
direita do módulo.

159
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAB841 – Sinal de entrada (8) de 1 a 5 VDC e saída (8) de 4 a 20 mA


(Não-Isolado)

160
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAB841

161
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAV542 – Sinal de saída(16) de -10 a 10 VDC (Não-Isolado)

162
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAV542

163
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAT141 – Termopar e mV, 16 Canais (Isolado)

Não instale dispositivos que gerem calor diretamente sobre o módulo com
medição de temperatura por termopar.
Não instale o módulo em lugares onde existam fluxos de ventilação de
dissipação de calor.
Não instale o módulo próximo a um módulo de interface de barramento.
Se isto não puder ser evitado, mantenha-o afastado pelo menos um slot.
Termopares ou fios de compensação conectados ao módulo deverão
atender às seguintes exigências:
O fio deverá ter um diâmetro de 1.25 mm² ou menos. Este mesmo
diâmetro deverá ser usado para todas as conexões feitas no bloco terminal.
Os sensores deverão ser conectados em ordem a partir do canal 1 até o
canal 16 sem que se deixem espaços.

164
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAT141

165
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Compensação da Junta Fria

Os terminais do módulo AAT141 possuem termistores montado na parte interna, que


permite que seja feita a compensação da junta fria.

166
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAR181 – Termoresistência, 12 Canais de Entrada (Isolado)

167
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAR181

168
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAI135 – Sinal de entrada de 4 a 20 mA, 8 Canais (Isolado)

169
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAI135

170
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAI835 – Entrada e Saída Analógica de 4 a 20 mA, 4 Canais de Entrada,


4 Canais de Saída Isolados

171
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAI835

172
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AAP135 – Entrada em Pulso, 8 Canais (Isolado), 0 a 10 kHz

173
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo AAP135

174
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela Geral de Módulos de Entradas e Saídas Analógicas

: Pode ser conectado


X: Não pode ser conectado

*1: Cabo dedicado fornecido pela Yokogawa que é usado para conectar
Módulos de Entrada e Saída a régua de terminais.
*2: O cabo KS pode ser conectado diretamente com um Módulo de Entrada
e Saída sem utilizar o bloco terminal.
*3: Quando utilizando conector MIL, este pode ser utilizado em módulos de
entrada de mV.

175
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo de Entrada e Saída Digital

Tipos de Conectores

176
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Para os sinais digitais de entrada e saída, os conectortes tipo MIL possuem 50 pinos e
estão posicionados como mostra a figura abaixo.

177
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Visão Geral Externa dos Módulos de Entrada/Saída Digitais

178
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Correlação entre os pinos do conector tipo parafuso de pressão e conector MIL

A figura abaixo mostra como os números dos canais de entrada/saída e seus


respectivos números de canais tanto para o tipo parafuso de pressão quanto para o
conector MIL.

179
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulos ADV151 e ADV157 – Entrada Digital, 32 Canais (24 VDC – Isolado)

180
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para os módulos ADV157

181
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para os módulos ADV151

182
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Modulos ADV141e ADV142


Módulo ADV141 – Entrada Digital, 16 Canais
(100 a 120 VCA – Isolado)
Módulos ADV142 – Entrada Digital, 16 Canais
(220 a 240 VCA – Isolado)

183
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para os módulos ADV141 e ADV142

184
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módilos ADV551 e ADV557


Módulo ADV551 – Saída Digital, 32 Canais (24 VDC – Isolado)
Módulo ADV557 – Saída Digital, 32 Canais (24 VDC – Isolado – Terminal por parafuso
de pressão)

185
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para os módulos ADV557

186
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo ADV551

187
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ADV161 – Entrada Digital, 64 Canais (24 VDC - Isolado)

188
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo ADV161

189
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ADV561 – Saída Digital, 64 Canais (24 VDC - Isolado)

190
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo ADV561

191
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ADR541 – Saída em Rele, 16 Canais


(24 a 110 VDC/100 a 240 VCA – Isolado)

192
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de posição dos pinos para o módulo ADR541

193
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela Geral de Módulos de Entrada e Saída Digitais

: Pode ser conectado


X: Não pode ser conectado

*1: Cabo dedicado fornecido pela Yokogawa que é usado para conectar Módulos de
Entrada e Saída a régua de terminais.
*2: O cabo KS pode ser conectado diretamente com um Módulo de Entrada e Saída
sem utilizar o bloco terminal.

194
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ASI133 - Entrada Analógica, 4 a 20 mA, 8 Canais

Tabela de posição dos pinos para o módulo ASI133

195
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ASI533 - Saída Analógica, 4 a 20 mA, 8 Canais

Tabela de posição dos pinos para o módulo ASI533

196
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo AST143 – Entrada para Termopar/mV, 16 Canais

Tabela de posição dos pinos para o módulo AST143

Observações:
Não instalar um dispositivo que gere calor diretamente sobre o node que contenha este
módulo.
Nunca instale nenhum dissipador de calor próximo do node.
Não instale este módulo próximo a módulos de comunicação. Se necessário, afaste
este módulo em um slot do módulo de comunicação.

197
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ASR133 – Entrada para RTD/POT, 8 Canais

Tabela de posição dos pinos para o módulo ASR133

198
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ASD143 – Entrada Digital, 16 Canais

Tabela de posição dos pinos para o módulo ASD143

199
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ASD533 – Saída Digital, 16 Canais (Isolado)

Tabela de posição dos pinos para o módulo ASD533

200
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela Geral de Módulos de Segurança Intrínseca

201
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Modulos de Comunicação
Módulo ALR111 – Comunicação RS-232C
Conectando o Cabo de Sinal ao Módulo de Comunicação ALR111 (RS-232C)

Os cabos que podem ser utilizados com o módulo de comunicação tendo conectores D-
sub 9, são: AKB131 e AKB135 (utilizando MODEM) e AKB132, AKB133, AKB134 e
AKB136 (cruzado).

Tabela de Posição dos Pinos do Conector para Interface da RS-232C

202
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

As figuras abaixo exibem as interligações internas do cabo da interface RS-232C.

203
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ALR121 – Comunicação RS422-485

Tabela de Terminais

204
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conectando equipamentos ao ALR121

Quando interligando o ALR121 com equipamento externo, dois métodos de interligação


são disponíveis:

Tipos de interligação

Quando interligando o ALR121 com equipamentos, existem dois tipos de disposição de


interligação: dois fios e quatro fios.

Interligação com apenas 1 equipamento – 4 fios

R1: Terminador resistivo de 120 ohms


R2: De acordo com o equipamento em questão (subsistema)

205
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Interligação com apenas 1 equipamento – 2 fios

R1: Terminador resistivo de 120 ohms


R2: De acordo com o equipamento em questão (subsistema)

Interligação com n equipamento – 4 fios

R1: Terminador resistivo de 120 ohms


R2: De acordo com o equipamento em questão (subsistema)

Interligação com n equipamento – 2 fios

R1: Terminador resistivo de 120 ohms


R2: De acordo com o equipamento em questão (subsistema)

206
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ALE111 – Comunicação via Ethernet


Conectando o Cabo de Sinal do Módulo de Comunicação ALE111 (Ethernet)

Os cabos de sinais utilizados para conectar o módulo de comunicação Ethernet são:


10BASE-T e par-trançado.
Subsistemas podem ser configurados como redundante usando módulos de
comunicação Ethernet.

Tabela de Terminais

207
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ALF111 –Comunicação Fundation Fieldbus


Conectando o Cabo de Sinal do Módulo de Comunicação ALF111 (Foundation
Fieldbus)

Existem duas maneiras de se conectar o módulo ALF111: usando blocos terminais tipo
parafuso de pressão (ATF9S) ou conectando o ALF111 a uma régua de terminais
(AEF9D) através do cabo AKB336.

Conectando equipamentos ao módulo ALF111 (terminal tipo parafuso de pressão)

Ligação não-redundante Ligação Redundante

208
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conectando com equipamentos (Régua de terminais)

209
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Módulo ALP111 –Comunicação Profibus-DP


Conectando o Cabo de Sinal do Módulo de Comunicação ALP111

Posição dos Pinos do Cabo para Interface

210
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conectando os fios no Conector Profibus

211
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Conexão entre Dispositivos

212
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela Geral de Módulos de Comunicação

213
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Detalhes dos módulos analógicos


Clicando com o botão direito do mouse sobre qualquer módulo analógico e optando por
"Properties", o sistema irá exibir a seguinte janela:

Na aba Type and Position existem as seguintes opções:

Category: Modelo do módulo a ser criado


Type: Tipo do módulo a ser criado
Slot: Número do slot onde o módulo será gerado
Duplicate Next Card: Cria um cartão redundante. Esta opção só é habilitada quando o
módulo é inicialmente criado em um slot ímpar. Ou seja, qualquer módulo que necessite
de redundância necessita obrigatoriamente estar nos seguintes slots:1,3,5 ou 7
Output in a lump: atualiza as saídas apenas quando todas estiverem sido devidamente
processadas
Output immediately: atualiza as saídas independente de quais já foram atualizadas
High Speed Read: necessita ser habilitado sempre que um ou mais sinais estejam
envolvidos com blocos com o scan superior ao "basic scan"
IOM Comment: apenas comentário. Pode ser desprezado

214
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aba Set Details para os blocos que possuem sinais de saída:

Detect OOP: Detecta falha no sinal de saída (Output OPen)


Fallback Specification:Quando selecionado, permite que posteriormente o usuário
defina como cada canal deste respectivo módulo deverá se comportar. O padrão da
Yokogawa é manter esta opção ativa.
OOP Clear: tem a função de mandar a válvula para a posição de totalmente fechada
(tight-shut) quando o uma ocorrência de falha ultrapassa 4 segundos.
Cold Junction Compensation Correct: será explicado adiante.
Command(L): são comandos específicos que possibilitam que o módulo em questão
execute uma determinada função fora dos padrões normais de definição de
funcionamento. Para maiores esclarecimentos, consulte o manual 1B30_01, página
152.

215
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aba Set Details para os blocos designados para entrada em temperatura:

Specify Burnout: no caso de falha do elemento sensor/transmissor, pode-se definir o que será
feito com o sinal
Upsacale: vai para o final da faixa
Downscale: vai para o início da faixa
Temperature: define se a escala será dada em graus Celsius, Fahrenhite ou Kelvin
Cold Junction Compensation Correct: correção dos erros de medição causados pela junta fria.
Cada módulo possui seu método de correção. Vide tabela abaixo:

Command(L): Descrito anteriormente.

216
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Detalhes dos módulos discretos


Clicando com o botão direito do mouse sobre qualquer módulo analógico e optando por
"Properties", o sistema irá exibir a seguinte janela:

Com exceção das opções do campo "Output Type" (que não tem função para os
módulos dicretos), todas as outras opções da aba "Properties" são idênticas a descrição
dada para os módulos analógicos.

217
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aba Set Details para os blocos da categoria Status Input:

Filter Setting: este filtro é utilizado para prevenir mal funcionamento causado por
integração de ruídos ao sinal de entrada. Cada período de amostragem é de 2 ms.
Quando este campo é mantido, por exemplo, em 2, significa que temos um filtro de 2ms
x 2ms = 4ms. Os tempos possíveis são: 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128 ou 256.
Command(L): já descrito anteriormente.

218
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aba Set Details para os blocos das categorias Push-Button Input e Status/Push-
Button Input:

Detection Edge: define em que condição de alteração do "status" do sinal ele será
detectado
ON: esta opção define que o sinal será detectado quando estiver em OFF e for para ON
(borda de subida)

OFF: esta opção define que o sinal será detectado quando estiver em ON e for para
OFF (borda de descida)

BOTH: esta opção irá detectar borda de subida e borda de descida

219
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aba Set Details para os blocos das discretos que possuem sinais de saída:

Perform Fallback: Quando selecionado, permite que posteriormente o usuário defina


como cada canal deste respectivo módulo deverá se comportar caso o nó de controle
entre em falha. O padrão da Yokogawa é manter esta opção ativa.

All points maintain current value: esta opção faz com que os sinais de saída deste
módulo se mantenham no último valor no momento da falha na CPU

All points turn off: esta opção faz com que os sinais de saída deste módulo passem
para a situação de desligados no caso da falha da CPU.

220
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Configurando Sinais de Entrada e Saída Analógicos:

Duplo-clique sobre um módulo criado (no caso abaixo um módulo de entrada e saída)
exibirá a seguinte janela:

O campo Label é talvez o mais importante desta janela, pois através dele podemos
definir um nome particular aos nossos sinais de entrada ou saída.
Sempre que desejar criar uma nome, começar com %% antes do nome.
Ex.: %%FT100 (um sinal de entrada qualquer) ou %%FV100 (um sinal de saída
qualquer). Ter em mente que esta regra só se faz necessária para sinais analógicos
(entrada ou saída). Para os sinais discretos, crie o nome sem o %%.
Para que seja possível visualizar esta coluna, clicar no ícone Show/Hide, conforme
figura exibida logo abaixo:

221
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ao selecionar um sinal de entrada analógica, clicando na opção Tools - Set Details..., irá
aparecer a seguinte janela:

Nesta janela será exibido o número do terminal:


%Z013101
%Z - identificação de sinal de entrada ou de saída
01 - neste caso significa que o módulo está no nó 01, pondendo ir até 15
3 - neste caso significa que o módulo está no slot 3, podendo ir até 8
1 - sempre fixo em 1, exceto quando falamos do módulo ALF111
01 - neste caso significa que estamos nos detalhes do canal 01, podendo ir até 64
(Esta regra é válida tanto para sinais analógicos quanto discretos. Bem como para os de
entrada como para os de saída)
Detetect IOP: define se este canal irá detectar Input OPen
Input detection level: ajusta-se o valor de sensibilidade do sistema na hora de detectar as
falhas dos sinais de entrada. Os padrões são:
High Limit: 106.3%
Low Limit: -6.3%

222
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Ao selecionar um sinal de saída analógica, clicando na opção Tools - Set Details..., irá aparecer
a seguinte janela:

Fallback: este campo define para qual valor de saída deverá ir este canal, no caso acima
%Z013109, no caso de falha da CPU do nó de controle.

Maintain Current Value: mantém o último valor de saída no momento da falha

Output: Quando selecionado, o usuário define a porcentagem de saída que este canal irá ter no
caso de falha da CPU do nó de controle.

223
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

REGUAS E CABOS

224
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Visão Externa dos Módulos Analógicos de Entrada e Saída

Os módulos podem ser conectados através de três tipos de terminais: Parafuso de


pressão, conectores KS e conectores MIL.

225
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aparência Externa dos Blocos Terminais Tipo Parafuso de Pressão

Tabela de Terminais Tipo Parafuso de Pressão

226
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aparência Externa dos Adaptadores para Cabos KS

Tabela dos Adaptadores para Cabos KS

227
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Aparência Externa das Réguas de Terminais

228
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de Réguas de Terminais

229
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Régua de Terminais AEA4D

230
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

231
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Régua de Terminais AEA3D

232
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Régua de Terminais AET4D

233
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Régua de Terminais MRT

234
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Régua de Terminais AED5D

235
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Régua de Terminais AEC4D

236
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

237
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tipos de Cabos de Sinal

238
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tipos de Cabos de Comunicação

239
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Tabela de Combinação de módulo de I/O e Blocos Terminai

240
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

241
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

RESTRIÇÕES DE
INSTALAÇÃO

242
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Restrições de Instalação

Nomes dos Slots nos Nós de FIO

Os slots de um nó são nomeados de acordo com as posições abaixo:

Abaixo estão relacionados os nomes dos slots com os módulos que podem ser
instalados:

Para unidades de nós com comunicação simples, o SB401 ou EB501 é instalado


somente em B1. Para redundância esses cartões são instalados respectivamente: o do
barramento 1 em B1 e o do barramento 2 em B2.

O módulo EB401 pode ser instalado do slot IO1 ao IO8.

Os slots podem ser identificados por caracteres impressos na placa de “backboard”,


contudo não estão visíveis após a instalação dos módulos de E/S.

B1 indica que o slot é para o barramento 1 enquanto B2 para o barramento 2.

243
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Limitação de instalação dos módulos imposta pela capacidade de


alimentar transmissores

A instalação de módulos em nodes locais (ANB10S/ANB10D) e remotos


(ANR10S/ANR10D) e também FCS´s baseadas em FIO
(AFF50S/AFF50D/AFV10S/AFV10D) possuem limitações de instalação de módulos à
partir de suas fontes de alimentação.

ANB10S/D, ANR10S/D
 (fator B para cada módulo instalado) <=100

AFV10S:
 (fator A para cada módulo instalado) +
 (fator B para cada módulo instalado) <= 85

AFV10D:
 (fator A para cada módulo instalado) <= 20 e
 (fator A para cada módulo instalado) +
 (fator B para cada módulo instalado) <= 65

Tabela de Fatores para Cada Módulo

Exemplo 1:
Na figura abaixo, está sendo exibida uma configuração de módulos onde a legenda (S)
ou (D) dentro de cada um deles, indica “simples” ou “redundante”, respectivamente.
Estes módulos, neste exemplo, estão instalados em um nó local redundante (ANB10D).

244
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

A soma total destes fatores inerentes ao exemplo acima é menor do que 100 (conforme
detalhe de cálculo detalhado abaixo), logo, a fonte de alimentação não está
comprometida nesta configuração. Vide cálculo:
∑ (fator para cada módulo instalado)
= 20 + 20 + 24 + 24 + 0 + 0 = 88 < 100

Exemplo 2:
Na figura abaixo, os módulos instalados estão associados a um nó de controle
(AFF50S/D;AFV10S/D).

∑ (fator A para cada módulo instalado) + (fator B para cada módulo instalado)
=(3+3+3)+(24+24+0)
=9+48
=57 < 65

Limitação de instalação dos módulos com barreira de segurança

Quando trabalha-se com módulos projetados para atuarem como barreira de


segurança, é necessário tomar alguns pequenos cuidados como descritos a seguir.

Exemplo 1:
O exemplo abaixo exibe como deve ser feita a segregação de equipamentos para duas
áreas distintas (classificada e não-classificada) em um nó AN10D.
Para os nós de controle, esta segregação de hardware deverá ser realizada através do
dispositivo de “part number” T9083ND.
Para os nós locais e remotos, este “part number” é T9083NA.
Certifique-se de que a instalação deste dispositivo está exatamente na divisão entre os
módulos com barreira e os módulos sem barreira de segurança. Vide desenho abaixo:

245
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

A legenda (S) ou (D) dentro de cada um deles, indica “simples” ou “redundante”,


respectivamente. Estes módulos, neste exemplo, estão instalados em um nó local
redundante (ANB10D).
A soma total destes fatores inerentes ao exemplo acima é menor do que 100 (conforme
detalhe de cálculo detalhado abaixo), logo, a fonte de alimentação não está
comprometida nesta configuração. Vide cálculo:

∑ (fator para cada módulo instalado)


= 6 + 25 + 33 + 26 + 3 = 93 < 100

Exemplo 2:
O exemplo que se segue parte do pressuposto de que o equipamento em questão é um
nó de controle (AFF50S/AFF50D/AFV10S/AFV10D).

A soma total destes fatores inerentes ao exemplo acima é menor do que 65 (conforme
detalhe de cálculo detalhado abaixo), logo, a fonte de alimentação não está
comprometida nesta configuração. Vide cálculo:

∑ (fator para cada módulo instalado)


= 3 + 3 + 5 + 5 + 26+6 = 48 < 65

Exemplo 3:
Na figura abaixo, está sendo exibida uma configuração de módulos onde a legenda (S)
ou (D) dentro de cada um deles, indica “simples” ou “redundante”, respectivamente.
Estes módulos, neste exemplo, estão instalados em um nó local redundante (ANB10D).

246
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

A soma total destes fatores inerentes ao exemplo acima é menor do que 100 (conforme
detalhe de cálculo detalhado abaixo), logo, a fonte de alimentação não está
comprometida nesta configuração. Vide cálculo:

∑ (fator para cada módulo instalado)


= 6 + 25 + 33 + 0 + 24 = 88 < 100

Exemplo 4:
O exemplo que se segue parte do pressuposto de que o equipamento em questão é um
nó de controle (AFF50S/AFF50D/AFV10S/AFV10D).

A soma total destes fatores inerentes ao exemplo acima é menor do que 65 (conforme
detalhe de cálculo detalhado abaixo), logo, a fonte de alimentação não está
comprometida nesta configuração. Vide cálculo:

∑ (fator para cada módulo instalado)


= 6 + 3 + 5 + 24 + 24 = 62 < 65

247
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Cuidados especiais com os módulos dos tipos ALR111, ALR121,


ALE111, ALP111 e ALF111

Número de módulos ALR111, ALR121, ALE111 e ALP111 por FCS


Máximo de 16(*1) (8 pares no caso de configuração redundante de módulos) por FCS

Número de módulos ALF111 por FCS


Máximo de 32(*1) (16 pares no caso de configuração redundante de módulos) por FCS

Número máximo de módulos a serem instalados dos tipos ALR111, ALR121,


ALE111, ALP111(*2) e ALF111

Atenção ao seguinte detalhes dos módulos mencionados acima quando instalando-os


em nós remotos:
Máximo de 8 módulos em uma rede de nós remotos (ER bus).

*1: Quando a aplicação não faz uso do “Application Capacity Expansion Package”, o
número é de 8 módulos no máximo.

*2: À partir da revisão 3.07, o módulo ALP111P pode ser instalado em nós remotos
(ANR10S/ANR10D)

Cuidado de instalações nos nodes


EB401
Quando a comunicação entre nós locais é single, o slot vago deverá ser o da direita
(B2).

EC401
Quando o módulo EC401 é configurado para operar como “dual”, logo utilize os slots 7 e
8.
Quando a confiugração é “single, instale-o no slot 7 e deixe vago o slot 8.
Cuidados com a instalação referentes às condições de temperatura

Quando um nó remoto é aplicado em temperaturas muito baixas ou extremamente


elevadas (-20C até 70C) é necessário um opcional para este tipo de aplicação.
Além disto, siga as recomendações mencionadas abaixo:

Número máximo de módulos por nó: até 4 módulos podem ser instalados por nó.
Mantenha vazio um ou mais slots entre ó módulo de comunicação EB501 e os demais
módulos. Quando módulos com barreira são utilizados, o “part number” T9083NA
deverá ser instalado no slot 8.
Mantenha um ou mais slots vagos entre estes módulos que podem ser instalados ao
node.
Quando os módulos em questão forem redundantes, garanta que ao menos dois slots
estarão vagos em relação ao próximo módulo.
Até 8 módulos de saída à relé (ADR541) podem ser utilizados em um node.

248
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

A resistência de carga utilizada nas saídas dos módulos AAI841, AAI835 ou AAI543,
deverá ser no mínimo de 200.

Figura: Instalação de módulos de entrada e saída em um nó remoto

Atenção: Módulos do tipo AAP149, ADV161, ADV561, ADV859, ADV159, ADV559,


ADV869, ADV169 e ADV569, quando instalados em um nó remoto, a temperatura
máxima não poderá passar de 50C e a mínima de 0C.

Especificações para instalação em gabinete

Quando um ventilador é posicionadona parte superior do gabinete, certifique-se que a


distância do nó é de 133.35 mm do ventilador.
Não instale módulos do tipo AAT141 ao lado de módulos do tipo SB401 ou EB501.
Os módulos recomendados a serem instalados ao lado do módulo AAT141 são:
AAT141, AAT145, AAR181, AAR145, AAV141, AAV142, AAV144 e AAV542.
Ambos os lados do módulo AAT141 deverão estar vagos no caso de quaisquer outros
módulos que não aqueles citados acima.

Cuidados na instalação quando utilizando o módulo AAT145

Como já sabemos, o módulo AAT145 é responsável por tratar sinais do tipo mV,
termopar, termoresistência e potenciômetro.
Sabemos também que este módulo possui seus canais isolados e que pode trabalhar
em configurações redundantes.
Entretanto, são necessários alguns cuidados com a relação de temperatura ambiente x
precisão de compensação da junta fria.

Vide tabelas abaixo:

Precisão da junta de compensação quando utilizando régua de terminais

249
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Precisão da junta de compensação em instalação padrão

Ou seja, conforme visto na primeira tabela, a precisão da junta de compensação varia


de acordo com a temperatura ambiente na qual a régua de terminais (AET4D) é
imposta.

Além disso, é claro, tente evitar que fontes geradoras de calor fiquem próximas. Caso
isto seja simplesmente inviável, instale dispositivos sobre as réguas que possam
absorver este calor.

Cuidados na instalação quando utilizando o módulo AST143


(combinação de termopar com terminal tipo parafuso de pressão)

A precisão da junta de compensação, assim como no módulo AAT145, também pode


ser afetada no mpódulo AST143.
Vide tabela abaixo:

Variação da precisão da junta de compensação conforme temperatura ambiente

Quando este módulo for utilizado, garantir que apenas os seguintes módulos estejam
no slot subsequente ao AST143: AST143 e ASR133. Quando instalando outros
módulos que não sejam estes, garantir que esteja vazios os slots dos dois lados do
módulo.
Não instalar nenhum equipamento que possa ser gerador de calor próximo ao módulo.
Não instalar o módulo AST143 por onde passem correntes de ar de ventiladores, por
exemplo.
Quando a montagem for em gabinete, garantir que a distância entre o ventilador na
parte superior seja de 133.35 mm do módulo em questão.

250
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Cuidado na configuração dos módulos que irão trabalhar com


redundância

Através da ferramenta de configuração (System View) definimos quais módulos serão


utilizados. Bem como a sua posição no sistema (número do node e do slot) e se o
mesmo terá redundância ou não.
Para módulos redundantes, o primeiro a ser criado deverá ser alocado em um slot
ímpar para que o subsequente seja a própria redundância. Caso contrário, a
redundância não será permitida. Vide figura abaixo:

Exemplo aplicado a um nó (local ou remoto)

Exemplo aplicado a um nó de controle

Proteção para slots vagos

Quando módulos de entrada/saída não são instalados em um slot, este deverá ser
recoberto por uma tampa protetora.
O “part number” desta tampa protetora é ADCV01.

251
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

SALVAMENTO DOS
PARÂMETROS DE
SINTONIA

252
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Salvamento dos Parâmetros de Sintonia

Blocos de função como Indicadores, Controladores e acionadores de equipamentos tipo


motor, são blocos que possuem uma janela chamada de Janela de Sintonia.
Através desta janela é possível alterar vários parâmetros relacionados ao bloco.
Veja figura abaixo:

Contudo, esta alteração fica registrada somente na memória da estação de campo


(FCS).

Para que as alterações nos parâmetros de sintonia possam ser atualizados no projeto
existente na HIS de engenharia, é necessário executar um procedimento chamado
“Save FCS Tuning Parameter”, que é descrito a seguir.

Procedimento para salvamento dos parâmetros de sintonia


Sabendo-se da necessidade de ter sempre atualizado e salvo em mais de um lugar o
projeto “current” da máquina de engenharia, é necessário também garantir que as
informações (parâmetros) alterados em toda e qualquer tela de sintonia também sejam
salvos.

Para executar este procedimento com sucesso, o usuário poderá fazê-lo através do
ambiente de configuração ou do ambiente de operação.

1 Modo: Ambiente de configuração (Opção “Load”)

Para realizar o salvamento dos parâmetros de sintonia, é necessário saber que este
salvamento só pode ser feito individualmente, estação por estação. Logo, selecione a

253
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

estação desejada dentro do projeto “current” e clique pela barra de Menu em Load –
Save FCS Tuning Parameter, na janela “System View”.

Irá aparecer a seguinte pergunta:

Clique em “Ok” para confirmar o salvamento da estação de campo escolhida. Na


mensagem é deixado bem claro de qual estação será feito o salvamento.

Uma vez concluído o salvamento dos parâmetros de sintonia, aparecerá uma


mensagem de confirmação na janela do System View.

254
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Siga os mesmos passos para cada uma das estações existentes no projeto.

2 Modo: Ambiente de configuração (Opção “Tools”)

A segunda forma para realizar o salvamento dos parãmetros de sintonia, ainda no


ambiente de engenharia é através do System View, Menu Tools, opção “Tuning
Parameters Saving...”

Aparecerá a janela “Tuning parameters save continuosly”.

Selecione as estações e clique em “Tuning Parameter Save”. Os parâmetros de sintonia


serão salvos estação por estação, automaticamente.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

3 Modo: Ambiente de Operação

Clicando no ícone “Window Call Menu”, clique na opção “System Status Display”,
como exibido na figura abaixo:

Assim, o usuário terá acesso a seguinte janela.

Clicar duas vezes sobre a estação desejada para acessar a janela a seguir.

256
Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Dentro da janela “Status Station Display” existe um ícone chamado “Save Tuning
Parameters”. Este ícone é o responsável pelo salvamento dos parâmetros de sintonia
através do ambiente de operação.
Ao clicar neste botão, aparecerá um pedido de confirmação, como exibido abaixo:

Clicando no símbolo, o usuário estará confirmando o salvamento.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

PROCEDIMENTO DE
BACKUP

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Procedimento de Backup

Quando tratamos de backup de qualquer que seja o arquivo, estamos tomando essa
medida para que este arquivo não esteja disponível apenas em uma máquina,
No caso de falha desta máquina, por exemplo, perda do HD, todos os dados estariam
diretamente comprometidos.
Por esta razão, há uma ferramenta no System View responsável por efetuar este
salvamento, desde que seja ajustado como, onde e o que salvar.
E isto será exibido no procedimento abaixo.

Configurando para fazer backup.

Dentro do System View, escolher o caminho Tools – Set Backup..., como exibido na
figura abaixo:

Com isso irá aparecer uma janela contendo os nomes de todos os projetos existentes
no HD da máquina em questão.
Veja figura abaixo da janela “Backup Setting”:

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Existe um quadrado ao lado de cada projeto e é por ele que o usuário deverá marcar se
o projeto será passível de backup ou não.

É através do campo “Backup Destination” que deve-se ajustar o caminho no qual o


projeto selecionado será salvo.

Caso o projeto contenha configurações específicas no “Recipe View”, que é a área de


configuração responsável por “Batelada”, selecionar a opção “It is backed up at the
end.”. Além disso, esta opção quando selecionada, torna automática a pergunta se
deseja ou não fazer o backup dos projetos selecionados. Para esta mensagem
aparecer, basta encerrar a exibição da janela System View.

Clique no botão, irá abrir uma janela para escolher o caminho onde o projeto será salvo.

A janela que abre é a “Browse for folder” e todas as máquinas disponíveis na rede irão
aparecer.
Assim, selecionar a pasta (com opção de compartilhamento previamente ajustada)
dentro da máquina na qual as informações serão salvas.

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Veja figura abaixo:

Uma vez configurada a janela “Backup Setting”, pode-se ir à janela “Backup


Specification”. Para isto, dentro do System View, clicar em Tools – Start Backup...

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Apostila 1 - Guia de Treinamento - MANUTENÇÃO

Caso o usuário clique no botão “Back up”, o projeto será salvo baseado nos ajustes
feitos na janela “Backup Setting”.

Ressalvas sobre procedimento de Backup

Não pode-se esquecer que existem outros modos para realizar backup utilizando
softwares de mercado, por exemplo, ao se gravar projetos em mídias do tipo CD-R ou
CD-RW, bem como DVD-R ou DVD-RW.
Para tais dispositivos de armazenamento, vale o software que acompanha o
equipamento de gravação e o procedimento é o mesmo utilizado quando gravado
qualquer outro arquivo.

Tratando-se de projetos com mais de 750 Mega e gravador de CD, sugerimos a


compactação deste projeto através de softwares também de mercado.
Softwares de compactação permitem uma redução em mais de 80% do tamanho
original de projeto. Dados este constatado por experiência prática.

Outro ponto importante é que deve-se tomar cuidado com arquivos de backup em
mídias ópticas, pois após copiá-lo de volta ao HD, deve-se remover o atributo “Read-
Only”. Característico de qualquer arquivo copiado de um CD para o HD.

Um outro cuidado é para os usuários que possuem pacote de relatório.


Sabe-se que todos os relatórios criados pelo usuário ao longo do uso do sistema, são
salvos no caminho:
C:\CENTUMVP\his\save\report\sample

Dento da pasta “sample” existem todos os relatórios padrões criados.


Esta pasta não é salva junto ao backup, ou seja, nunca esquecer de fazer o salvamento
manual desta pasta, a fim de garantir a integridade desses dados.

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