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PACIENTES TRM

Manifestações clínicas dependem do nível da lesão

Lesão completa -

Lesão não completa –

Origens: traumáticas (acidentes automobilísticos, PAF) ou causas fisiológicas.

Choque medular (abrupto), progressiva (gradual)

Prognistico funcional após fase aguda considerando nível e grau da lesão e avaliação
dos comprometimentos das funções motoras e sensitivas

Categoria funcional: paralisia parcial ou completa

Tetraplegia – medula cervical.

Paraplegia – membros inferiores e tronco, medula torácica, lombar ou sacral

Alterações motoras, sensitivas, autonmas com repercussão psicoemocionais,


predisposição de ulceras de pressão.

Impacto emocional: fatores internos capacidade ou incapacidade, externos: sociedade,


economia e cultura.

Rede apoio ambiental e social, adaptação às adversidades e reabilitação.

Incapacidade de realizar movimentos X capacidades potenciais

Questões econômicas e dependência de outras pessoas

Questões laborais, ocupacionais e acadêmicas.

Conflito com autoimagem, choque emocional família e paciente,

Ansiedade, tristeza, raiva, frustação, choro, desespero, depressão, volição reduzida.

Anestesia global psíquica e física e sensação de insensibilidade

Assume valor de punição, culpa, agressividade, sentimento de injustiça.

Fase do choque:

Desorientada: sem consciência da real situação. (equipe orienta)

Negação: distorção, crença na recuperação total.

Reconhecimento: consciência da real situação, depressão.

Adaptação: colaborativa com a reabilitação, estimular a autonomia.


Perda e luto: aspecto do ego desestrutura de relacionamentos em diversos níveis

Luto pela perda de parte do corpo, crise nos relacionamentos, desempenho funcional
mais difíceis para adulto substituir repertorio

Enfrentamento (coping): focado no problema ou emoção

Lidar com situação, busca de estratégias adaptativas: suporte social (eu tenho),
habilidades interpessoais (eu posso), força interna (eu sou).

Resiliência

Emocional: autoestima, autonomia.

Acadêmica: habilidades para resolver problemas

Social: sentimento de pertencimento

Fatores de risco: estresse

Fatores de proteção: bom relacionamento familiar

Flexibilidade: personalidade resiliente

Identificar o nível da lesão e historia do trauma

Precisa fazer ou não cirurgia (conduta conservadora – risco de causar uma lesão maior)

Obs: Orientar família sobre o fata da cirurgia não resolver a condição da perda motora
ou sensitiva.

06 meses há 02 anos para um diagnostico definitivo

Realizar exame psíquico

Paciente está percebendo sua condição e está para saber

Tem rede de apoio

Suporte as reações emocionais

Conhecer como era a vida do paciente antes do trauma

Vínculos afetivos, rede de apoio e condição financeira e intelectual

Instrumentos de avaliação – EXAME PSIQUICO E CAM

Condições clinicas
Lesões por pressão

Disfagia

Neurogênico

Reabilitação e readaptação em TRM

Desmame da VM D1 a D9

Síndromes medulares cervicais traumáticas

Coluna toracolombar

PAF - PAB

Principais complicações intrarespiratórias

Infecção pós-operatória

Infecções hospitalares

Sondas

Intubação e traqueostomia

TEP

PCR – RCP

Eletrólitos

Processo de Home Care

Reabilitação paliativa

Promover qualidade de vida e alivio ao sofrimento de forme precoce

Enfrentamento dos problemas associados ao adoecimento que ameaçam a vida

Oferece mais funcionalidade, minimiza declínio funcional

Promover maior autonomia e independência nas tarefas diárias

Melhorar aspectos sociais, psicológicos, cognitivos, físicos

Diminuição da dor e fadiga, fortalecimento muscular

Redução do estresse, reduzir quadro de ansiedade e depressão

Favorecer desejo do paciente e oferecer conforto


aspectos emocionais da família, apoio e orientação

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