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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ABERTA E A DISTÂNCIA

Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS)

Legislação e Ética

2010

SUMÁRIO

PLANO DE ENSINO

1 IDENTIFICAÇÃO GERAL

Instituição: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará

Curso: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS) – Modalidade EAD

Disciplina: Legislação e Ética

Professor(a): Andréa Cristina Marques de Araújo

Carga Horária: 40h

2 EMENTA

Ética e Moral. Ética e Computação. Códigos de Ética Profissionais. Noções de Direito e Legislação.

3 OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

O objetivo geral da disciplina é construir em conjunto com o aluno concepções

quanto os aspectos legais, éticos e morais, que deverão ser observados no exercício do

profissional na área da computação.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

– Compreender o novo contexto histórico-social e econômico;

– Compreender a evolução do Direito de Informática, através da sua história,

compreendendo suas fases e o momento atual;

- Identificar as práticas ilícitas por computador e a responsabilidade civil

respectiva;

- Reconhecer as condutas éticas e os regulamentos da profissão;

4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

CAPITULO I – ÉTICA E A COMPUTAÇÃO

CAPÍTULO II – LEGISLAÇÃO

5 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO

As avaliações serão feitas por unidade, com atividades diferenciadas, ao longo de cada semana, e no final do módulo uma prova escrita no momento presencial.

Nota 1 - UNIDADE I – ETICA

Avaliação 1 – Estudo de caso – será disponibilizada no ambiente um texto com uma situação relacionada ao conteúdo programático, com perguntas as quais deverão ser respondidas mediante os aspectos abordados no conteúdo aplicado ao caso. Orientações mais detalhadas no ambiente. Valendo 5,0.

Avaliação 2 – Fórum – Será aberto no ambiente um fórum cuja participação relevante caracterizará 5,0. Será necessária a participação mínima de duas intervenções.

Nota 2 - UNIDADE II – LEGISLAÇÃO

Avaliação 1 – Estudo de caso – será disponibilizada no ambiente um texto com uma situação relacionada ao conteúdo programático, com perguntas as quais deverão ser respondidas mediante os aspectos abordados no conteúdo aplicado ao caso. Orientações mais detalhadas no ambiente. Valendo 3,0.

Avaliação 2 – Fórum – Será aberto no ambiente um fórum cuja participação relevante caracterizará 2,0. Será necessária a participação mínima de duas intervenções.

Avaliação 3 – Prova escrita – momento presencial – individual ou em dupla – valendo 5,0 da nota 2. A prova será disponibilizada no ambiente no dia do momento presencial para que os alunos possam realizá-la pelo ambiente e enviar à professora pelo instrumento disponibilizado.

Média Final da disciplina será a somatória da Nota 1 e Nota 2

2ª chamada – para o aluno que perdeu a prova presencial e/ou alguma atividade no ambiente, será disponibilizada uma 2ª oportunidade – via ambiente – uma prova individual com data a combinar pelo ambiente.

Prova Final – para os alunos que não conseguiram a média para aprovação direta – será disponibilizada uma avaliação individual pelo ambiente, com data a combinar.

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BÁSICAS:

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando :

introdução à filosofia. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2003. 439p. il. DELGADO, Maurício Godinho. Curso de Direito do trabalho. 2. ed. São Paulo: LTR, 2003. 1462p. SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo, 1915-. Ética. 24. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,

2003.302p.

MOTTA, Nair de Souza. Ética e vida profissional. Rio de Janeiro: Âmbito Cultural, 1984. VÁSQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. 18. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

COMPLEMENTAR

DI PIETRO, Maria Sylvia Zanella. Direito administrativo. 17. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

751p.

MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. 15. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 863p. RODRIGUES, Sílvio, 1917. Direito civil : responsabilidade civil. 20. ed. São Paulo:

Saraiva, 2003. v.4

APRESENTAÇÃO

A disciplina de LEGISLAÇÃO E ÉTICA objetiva uma visão geral sobre os aspectos legais, éticos e morais, que deverão ser observados no exercício da profissão na área da Computação, abordando conceitos teóricos sobre os termos e a relação com a Tecnologia de Informação e a Sociedade.

UNIDADE 1 ÉTICA E A COMPUTAÇÃO

OBJETIVOS DA UNIDADE:

Nesta unidade trabalharemos os conceitos teóricos formais de ética e moral e sua aplicação à área da computação e exercício profissional e a relação com a sociedade.

1.1. A Origem dos termos

Quando falamos de ética e moral, muitas vezes ficamos confusos com seu real

significado. A etimologia dos termos indica que Ética vem do grego “ethos” que

significa modo de ser, e Moral tem sua origem no latim, que vem de “mores”,

significando costumes.

Segundo Motta (1984), ética refere-se ao conjunto de valores que orientam o

comportamento do homem em relação aos outros homens na sociedade em que

vivemos, a fim de que o bem-estar social seja garantido, ou seja, trata-se da forma que

o homem deve se comportar no seu meio social.

Moral de acordo com Vasquez (1998), equivale ao sistema de normas,

princípios e valores, que são regulamentadas as relações mútuas entre os indivíduos

ou entre estes e a comunidade, de tal maneira que estas normas, dotadas de um

caráter histórico e social, sejam acatadas livres e conscientemente, por uma convicção

íntima, e não de uma maneira mecânica, externa ou impessoal.

Moral e ética não devem ser confundidos: A moral tem aspecto normativo, a

ética é teórica e busca explicar e justificar os costumes de uma determinada

sociedade. Também não devemos confundir ética com a lei, muito embora a lei tenha

como base princípios pautados na ética. A ética não tem o caráter legal impositivo ao

indivíduo, que pode ser compelido pelo Estado ou por outros indivíduos, a cumprir as normas e sofrer sanção pela desobediência.

Os conceitos epistemiológicos de “ethos” (caráter) e “mos” (costume) indicam um tipo de comportamento propriamente humano que não é natural, o homem não nasce com ele como se fosse um instinto, mas que é adquirido ou conquistado por hábito (VÁZQUEZ). Portanto, ética e moral, pela própria etimologia, diz respeito a uma realidade humana que é construída histórica e socialmente a partir das relações coletivas dos seres humanos nas sociedades onde nascem e vivem.

1.2 Definições de ética

Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto".

à determinada sociedade, seja de modo absoluto". Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é

Do ponto de vista da Filosofia, a Ética é uma ciência que estuda os valores e princípios morais de uma sociedade e seus grupos. Como cada sociedade e cada grupo possuem seus próprios códigos de ética, o que em um país pode ser considerado como normal, em outro pode desrespeitar completamente os princípios éticos estabelecidos. Exemplo: sacrificar animais para pesquisa científica.

Fonte: http://prodis.pro.br/images/geral/etica.jpg Desde o nascimento somos ensinados sobre o que é certo e errado e

Fonte: http://prodis.pro.br/images/geral/etica.jpg

Desde o nascimento somos ensinados sobre o que é certo e errado e a partir daí reproduzimos valores impostos pela sociedade. Desta forma, somos “programados” para agir conforme regras impostas, recompensados quando seguimos as regras e punidos quando as transgredimos.

para agir conforme regras impostas, recompensados quando seguimos as regras e punidos quando as transgredimos.

Fonte: http://afilosofia.no.sapo.pt/moral1.jpg

Para o filósofo inglês Bertrand Russel, a ética é subjetiva, não contém expressões verdadeiras ou falsas, ela é a expressão dos desejos de um grupo, sendo que certos desejos devem ser reprimidos e outros reforçados, para se atingir a felicidade ou o equilíbrio.

Não podemos deixar de mencionar que a ética recebe interferência de caráter individual, ou melhor dizendo pessoal, dependendo do bom senso de cada pessoa, pois o que pode ser considerado "justo"para uns pode ser considerado "injusto"para outros, e o mais importante, deve ser levado em conta as intenções que levaram um indivíduo a realizar alguma coisa definida como anti-ética.

Para ilustrar, exemplificamos com a tabela desenhada pelo professor Vanderley de Barros em seu texto “Afinal, o que é ética?”, a qual demonstra uma comparação de conceitos de ética de acordo com sua visão pessoal, e essa mudança teórica afeta drasticamente o comportamento humano.

Tabela: Conceitos Ética Normativa x Teleológica x Situacional

Conceitos Ética Normativa x Teleológica x Situacional Fonte: http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei18.htm

Fonte: http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei18.htm

1.3. Ética no contexto profissional

1.3.1. Ética profissional

No mundo globalizado que vivemos hoje, com acesso a diversas informações e conhecimento de culturas distintas, operando com negócios multinacionais, torna-se vital falarmos de ética nos negócios e ética profissional. Tanto no âmbito da empresa, dos negócios business to business, e dos profissionais (pessoas – empresas e pessoas-pessoas) a qualidade e comprometimento é item necessário. A maioria das profissões tem o seu próprio código de ética profissional, bem como as grandes empresas. Quando assim instituídos formalmente, esses códigos passam a ter força de lei, e é a norma conduta do comportamento individual e empresarial. O não cumprimento pode resultar em sanções executadas pela sociedade profissional, tais como como censura pública e suspensão temporária ou definitiva do direito de exercer a profissão.

1.3.2. Código de Ética

Como falamos anteriormente, quase todas as profissões e empresas tem hoje seu código de ética específico. Mas o que é um Código de ética? Trata-se de uma ferramenta cujo objetivo é orientar as ações de seus colaboradores e explicitar a postura social da empresa em face dos diferentes públicos com os quais interage. Outra definição bastante difundida, inclusive de fonte pública da Wikipédia (2010) especifica como um documento de texto com diversas diretrizes que orientam as pessoas que atuam em uma área ou empresa quanto às suas posturas e atitudes, moralmente aceitas ou toleradas pela sociedade com um todo,. Cada empresa ou cada classe profissional precisa saber o que deseja fazer e o que deve ser esperado das pessoas, para que todos tenham conhecimento de como deve ser seu comportamento. Essas definições vão depender muito da cultura

organizacional da empresa/classe/profissão, pois assim como as pessoas, as empresas também têm características próprias e singulares. Dessa forma, o código de ética enquadra todos a uma conduta politicamente correta e em linha com a boa imagem que a entidade ou a profissão quer seguir, inclusive incentivando a concepção social, como a voluntariedade e à humanização destas pessoas. O código de ética pode também fazer referência à participação da empresa na comunidade, dando diretrizes sobre as relações com os sindicatos, outros órgãos da esfera pública, relações com o governo, entre outras. Um dos códigos que podemos citar, na área da computação, é o da sociedade americana Association for Computing Machinery (ACM), - http://www.acm.org/ que congrega profissionais e acadêmicos da área de computação em todo o mundo. Este código resumidamente agrega os seguintes itens: evitar danos a terceiros, conhecer e respeitar as leis existentes relativas ao trabalho profissional, respeitar a privacidade de terceiros, ser honesto e digno de confiança, e articular a responsabilidade social de membros de uma organização e encorajar a aceitação completa das suas responsabilidades (este válido para os líderes organizacionais).

e encorajar a aceitação completa das suas responsabilidades (este válido para os líderes organizacionais).

Também temos o código do e do Institute of Electrical and Electronic Engineers- Computer Society (IEEE) - http://www.ieee.org/index.html. - uma organização profissional sem fins lucrativos, fundada nos Estados Unidos. É a maior (em número de sócios) organização profissional do mundo, sendo seus sócios engenheiros eletricistas, engenheiros da computação, cientistas da computação, profissionais de telecomunicações etc. Sua meta é promover conhecimento no campo da engenharia elétrica, eletrônica e computação. Um de seus papéis mais importantes é o estabelecimento de padrões para formatos de computadores e dispositivos.

Um de seus papéis mais importantes é o estabelecimento de padrões para formatos de computadores e
Outros dois códigos de ética balizadores na área da computação são do ICCP (Institute for

Outros dois códigos de ética balizadores na área da computação são do ICCP (Institute for Certification of Computing Professionals) e da a IFIP (International Federation for Information Processing) ou a Ordem dos Engenheiros, os quais sugiro uma visita ao site.

Finalizando, os códigos de ética na área da computação geralmente contemplam seis aspectos básicos de

Finalizando, os códigos de ética na área da computação geralmente contemplam seis aspectos básicos de obrigações éticas:

1. Com a sociedade em geral: refere-se à preocupação com o bem estar das pessoas em geral, quando consideradas como usuários de sistemas computacionais (hardware e software) e envolvem, tipicamente, aspectos de segurança, privacidade e interesses econômicos.

2. Com os empregadores: é também chamada de "ética do trabalho" e refere- se à proteção dos interesses do empregador em situações em que muitas vezes o empregador não tem habilidade para supervisionar tecnicamente o trabalho do profissional e a relação é estabelecida em bases de confiança.

3. Com os clientes: quando o profissional trabalha como consultor ou prestador de serviço autônomo para um cliente suas obrigações são as mesmas que as relativas ao empregador.

4. Com a própria organização (a sociedade de classe) e seus associados: os códigos de associações de classe geralmente solicitam que os afiliados comunguem dos objetivos da associação e sirvam aos seus interesses, para o bem comum de todos os membros.

5.

Com os colegas: refere-se ao respeito aos colegas da mesma profissão e à colaboração entre colegas, que normalmente partilham os mesmos interesses.

6. Com a profissão em geral: trata de aspectos do comportamento ético que devem ser evitados para não denegrir a profissão em si.

A adoção de um código de ética permite a uniformização de critérios na empresa, dando respaldo para aqueles que devem tomar decisões. Ao mesmo tempo em que protege o trabalhador que se apóia na cultura da empresa refletida nas disposições do código, também respalda a empresa na solução de problemas de desvio de conduta de algum colaborador, acionista, fornecedor, ou outros. A conduta ética das empresas é o reflexo da conduta de seus profissionais, que não se limitar ao mero cumprimento da legislação. É o resultado da soma dos princípios morais de cada um dos integrantes. A conduta ética que se espera das empresas e de seus profissionais vai muito além do simples cumprimento da lei, pois se for apenas uma formalidade a implantação do código de ética será inócua.

1.3.3. Exemplos de Casos de falta de ética em computação

Estes dois exemplos foram retirados do artigo “Ética na computação”, escrito por Robson Silva, e demonstram claramente a questão da ética em problemas com a computação – desenvolvimento de sistemas e manipulação de informações sigilosas.

Caso 1 - Revlon

“Em 1988, uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, a Revlon, contratou uma pequena empresa de software chamada Logisticon Inc, para desenvolver o software de controle de estoque pela quantia de US$ 600.000. Em outubro de 1990, o vice presidente de desenvolvimento de software da Revlon, Nathan Amitait tentou romper o contrato alegando que o sistema tinha ficado "aquém

das expectativas". Neste ponto, a Revlon devia a Logisticon US$ 180.000, mas não quis pagar até que o trabalho referente à primeira fase do contrato estivesse completo.

O presidente da Logisticon Donald Gallagher acusou os outros sistemas da

Revlon por qualquer defeito de funcionamento do sistema de estoque e reclamou o pagamento. A Revlon recusou. As 2:30 da manhã do dia 16 de outubro de 1990, o pessoal de sistemas da Revlon relatou uma queda generalizada no sistema de estoque. Um fax da Logisticon, no dia seguinte, relatou que a empresa tinha desabilitado o software na última noite, mas com todos os cuidados para não corromper nenhum dado.

O fax dizia ainda que se a Revlon usasse ou tentasse restaurar o software de

propriedade da Logisticon haveria uma possibilidade real de perda dos dados, pela

qual a Logisticon não se responsabilizaria. O fax terminava dizendo que, quando e se um acordo fosse encontrado referente a pagamentos atrasados, o sistema poderia ser reestabelecido em poucas horas. Durante os próximos 3 dias, as vendas dos dois centros de distribuição afetados foram interrompidas, resultando na perda de milhões de dólares, e na dispensa temporária de centenas de trabalhadores.

O sistema foi restaurado pela Logisticon no dia 19. No dia 22 de outubro a

Revlon entrou judicialmente contra a Logisticon acusando-a de interferência em relações contratuais, transgressão, roubo de segredos comerciais, quebra de contrato

e garantia. Uma das alegações da Revlon era de que a Logisticon não mencionou no

contrato a existência do dispositivo de morte súbita (ou a bomba no software) dentro

do sistema comprado”

Caso 2 - Violação do Painel no Senado – ACM

“Um dos casos de falta de ética na computação mais famosos é o caso em que

o ex-senador Antônio Carlos Magalhães solicitou por meio do, na época senador José Roberto Arruda, à ex-diretora da Prodasen (Secretaria de Informática do Senado Federal) Regina Célia Borges, a quebra do sigilo da votação secreta que cassou o mandato do ex-senador Luiz Estevão (PMDB-DF).

ACM insistiu que não teria motivos nem utilidade para a famosa lista. "Os senadores já tinham votado, Estevão já estava cassado. "Porém a lista não foi pedida após a votação e sim um dia antes. A intenção de uso é óbvia: ACM não tinha certeza da cassação de Estevão e usaria a lista posteriormente para chantagens ou para "vazar" para a imprensa os nomes de seus desafetos que teriam votado a favor de Estevão. ACM sempre "vazou" para os amigos da imprensa as informações que lhes eram úteis. Um dos motivos da dominação de ACM na mídia, em especial a Globo, é sua capacidade de oferecer informações "exclusivas" e de bastidores aos jornalistas”

RESUMO DA UNIDADE

Nesta unidade compreendemos o conceito e a importância da palavra ética para a sociedade de forma geral. Também vimos que existem alguns códigos de ética específicos para a área de computação, mas que infelizmente devido a inexistência de um órgão regulamentador da profissão, estes na prática, não conseguem ser aplicados.

PARA SABER MAIS

1)

O Livro Ética Prática, do autor Peter Singer.

REFLEXÕES SOBRE A APRENDIZAGEM

1)

Por que a ética é importante para a sociedade?

2)

O que é a prática profissional pautada na ética e na moral?

3)

Por que será que dependemos de um órgão regulador e/ou fiscalizador na área

4)

de computação, para fazer com que nossas ações (de formal geral) estejam pautadas na ética profissional? Você conhece alguma situação antiética ou imoral?

Bibliografia Complementar:

Diego Dias, Robson Silva. Ética na computaçãovisitado em 04 de maio de 2010 em:

http://disciplinas.dcc.ufba.br/svn/MATA68/2008.1/DiegoDias_RobsonSilva/DiegoDias_RobsonSilva_Arti

go.pdf?revision=55(27 de junho de 2008)

ROSAS,

http://www.mundodosfilosofos.com.br/vanderlei18.htm (19/10/2010)

VANDERLEY

DE

BARROS.

Afinal

o

que

é

ética.

Moore GE. Princípios Éticos. São Paulo: Abril Cultural, 1975:4