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UNIDADE 1 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO WEB

OBJETIVOS DA UNIDADE Apresentar as linguagens de programação utilizadas mais comumente no ambiente web, mais precisamente no desenvolvimento de projetos web sites. As linguagens serão apresentadas de uma forma introdutória com algumas indicações práticas para que você possa reconhecer os recursos disponíveis no mercado e ter capacitação de escolher aquela mais indicada pra determinada aplicação. Serão mostrados alguns exemplos e/ou aplicabilidades dessas linguagens no intuito de que você possa entender como elas funcionam no formato de código e a seguir, na unidade 3, veremos exemplos de programas que tratam esses códigos e os transformam em objetos textuais e gráficos, facilitando o trabalho do designer.

1 – HTML, A PIONEIRA DAS LINGUAGENS WEB
A HTML € considerada a linguagem pioneira no cen•rio de desenvolvimento web, no entanto, € vista como uma linguagem de marca‚ƒo e nƒo uma linguagem de programa‚ƒo. Criar um documento em uma linguagem de marca‚ƒo significa que voc„ come‚a com o texto da sua p•gina e inclui tags especiais no in…cio e no final de determinadas palavras ou par•grafos. As tags indicam diversas partes da p•gina e produzem diferentes efeitos no browser (navegador). A HTML tem um conjunto definido de tags dispon…vel para uso. Voc„ nƒo pode criar as suas pr†prias tags para criar novos recursos ou efeitos visuais, s† pode usar as j• existentes. O agravamento dessa situa‚ƒo se d• pelo fato de que os diversos browsers encontrados, oferecem suporte a diferentes conjuntos de tags. N†s iremos estudar o funcionamento de algumas tags para que voc„ tenha uma ideia mais concreta sobre o funcionamento delas.

1.1 – FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE
No entanto, antes de iniciarmos o estudo dessas tags € importante que voc„ saiba que assim como em outras linguagens, um designer pode utilizar o que chamamos de “ferramentas de produtividade”, que podem ser traduzidas por programas visuais que interpretam os c†digos gerados pelas linguagens e que torna mais eficiente a cria‚ƒo das p•ginas. O designer pode “desenhar” as p•ginas ao inv€s de digit•-las em um software editor de texto qualquer. Essas ferramentas permitem um aumento gigantesco de produtividade, possibilitando a constru‚ƒo de web sites em um espa‚o reduzido de tempo. Mais adiante iremos falar um pouco mais sobre essas ferramentas. Mesmo que nƒo seja recomendado nos dias de hoje um designer desenvolver um website “na unha” (como costumamos dizer quando se usa puramente o c†digo, digitando linha a linha), precisamos alertar que algumas vezes ser• necess•rio um controle mais preciso sobre o c†digo HTML, pois as ferramentas visuais poderƒo interferir nesse c†digo, impossibilitando a correta interpreta‚ƒo. Nesses casos, o designer ter• que ter um pouco mais de conhecimento sobre a linguagem para descobrir o problema tratando diretamente no seu c†digo. A maior parte das ferramentas visuais tem dispon…vel uma galeria de estilos, que permitem dar uma identidade visual ao Site de uma forma muito r•pida. Tamb€m permitem fazer a publica‚ƒo do Site via FTP sem a necessidade de usar um programa externo. Uma das primeiras ferramentas de produtividade utilizadas no desenvolvimento web foi o Front Page, que rapidamente se tornou popular por ser um programa incluso no pacote Microsoft Office e tamb€m por oferecer uma versƒo gratuita, o FrontPage Express.

Hoje ele € muito pouco utilizado pelos web designers em fun‚ƒo maior evolu‚ƒo de recursos observada nos seus concorrentes.
FIGURA 1 – MICROSOFT FRONTPAGE

O seu principal destaque fica por conta da utiliza‚ƒo de efeitos dinŠmicos de anima‚ƒo, que tornam as p•ginas mais atraentes, por€m a maior parte desses efeitos ficam restritos a visualiza‚ƒo da p•gina no Microsoft Internet Explorer e alguns desses efeitos, necessitam que o servidor web tenha instaladas em sua estrutura, as extens‹es do FrontPage. O Dreamweaver que foi desenvolvido pela empresa MacroMedia e que hoje pertence a Adobe Systems € um dos softwares interpretadores de c†digo de linguagens de programa‚ƒo mais utilizados no mundo. Ele criou uma †tima reputa‚ƒo no mercado internacional por criar recursos gr•ficos espetaculares em conformidade com outras “cases” como Flash, Fireworks, FreeHand, etc... Por isso se tornou uma das ferramentas de produtividade web mais querida pelos webdesigners.
NOTA – A GRANDE VENDA! O Dreamweaver rendeu com sua venda, alguns bilh‹es de d†lares Œ Macromedia.

Dois de muitos pontos positivos do Dreamweaver € que ele apresenta uma grande precisƒo de posicionamento dos elementos gr•ficos de controle do HTML e uma enorme facilidade de trabalhar com programa‚ƒo Java e ASP. Por esse motivo tamb€m, escolhemos essas duas linguagens de programa‚ƒo para estudarmos mais adiante. Veja na figura 2 a seguir, uma tela demonstrativa do visual gr•fico do Dreamweaver, apresentando ao mesmo tempo em uma tela, o c†digo HTML e em uma outra, logo abaixo, a tela correspondente no formato de “visualiza‚ƒo”.
FIGURA 2 – O DREAMWEAVER DA ADOBE SYSTEMS

H• excess‹es a esse funcionamento em pares das marca‚‹es. a que indica um final de par•grafo <P> . </body> Fim do corpo da p•gina </html> Fim do documento HTML. seguida pelo nome da marca‚ƒo e fechada por > ("maior que"). A estrutura b•sica de uma p•gina HTML € a seguinte: <html> Inicio do documento HTML <head> Inicio do cabe‚alho <title> Nesta linha coloque o nome da p•gina. a HTML. <H1>Cabe‚alho</H1>. por exemplo.</title> </head> Fim do cabe‚alho <body> Inicio do corpo da p•gina. as tags aparecem em pares. As marca‚‹es da HTML sƒo feitas atrav€s de tags delimitadas pelos sinais < (o s…mbolo de "menor que"). A tag <H1> indica uma cabe‚alho (header) do primeiro n…vel e deve terminar com a mesma tag precedida por uma barra (/).1. A marca‚ƒo que indica quebra de linha <br> tamb€m nƒo precisa de uma correspondente.2 – O ESTUDO DAS TAGS Vamos entƒo agora. Por exemplo. De um modo geral. nƒo necessita de uma correspondente </P>. estudar algumas tags que fazem parte da estrutura da linguagem de marca‚ƒo de texto. Aqui sƒo colocados os comandos de formata‚ƒo da p•gina. .

Ž uma das poucas tags em que o fechamento € opcional. onde x € um valor num€rico variando de 1 a 6. A tag <P> pode ser utilizada como tag vazia. O n•mero indica o n…vel de cabe‚aho.Coment•rios --> <body> <h1>Minha p•gina em HTML</h1> <p>Exemplo de uma p•gina HTML simples</p> </body> </html> 1.2 – Tag de Par•grafo A tag de par•grafo € utilizada para marcar o in…cio dos par•grafos. ou como tag de container usando <P> e </P>. formata um texto como sendo um cabe‚alho. . Exemplo : <html> <head> <title>Linguagem HTML</title> </head> <body> <h1>Cabe‚alho 1</h1> <h2>Cabe‚alho 2</h2> <h3>Cabe‚alho 3</h3> <h4>Cabe‚alho 4</h4> <h5>Cabe‚alho 5</h5> <h6>Cabe‚alho 6</h6> </body> </html> 1.Observe que o arquivo deve ter a extensƒo “. de modo a controlar o espa‚amento entre eles.2. onde um novo par•grafo termina o anterior. Ela € normalmente utilizada para separar novas se‚‹es ou subse‚‹es de uma p•gina.1 – Tag de Cabe‚alho A tag <Hx> (Header).2.htm” ou “.html” Veja abaixo um exemplo: <html> <head> <title>Linguagem HTML </title> </head> <!-. onde o cabe‚alho de n•mero 1 € o maior e o de n•mero 6 o menor.

para que eles nƒo apare‚am juntos. Exemplo: <html> <head> <title>Linguagem HTML</title> </head> <body> <h1>Utilizando Par•grafos</h1> <p>A separa‚ƒo dos par•grafos deve ser feita atrav€s da tag de par•grafo . <BR> independente da largura do browser. right(direito). a quebra de linha depender• da largura da janela do browser. <p> <p> <p align=center> Este par•grafo est• centralizado <p align=left> Este par•grafo est• alinhado Œ esquerda <p align=right> Este par•grafo est• alinha Œ direita </body> </html> 1. center(centro) ou justífy(justificado). caso ela nƒo seja utilizada. <BR> voc„ pode usar a tag de <BR> quebra de linha. <p>Ž aconsenh•vel usar esta tag no inicio de cada par•grafo.Se voc„ desejar fazer o alinhamento do par•grafo. </body> </html> . Exemplo : <html> <head> <title>Linguagem HTML</title> </head> <body> <h1>Quebra de Linha</h1> <p> Normalmente a quebra de linha s† ocorre quando a largura de exibi‚ƒo do browser nƒo € suficiente para exibir a linha inteira. <p>Mas se voc„ quiser for‚ar a quebra. pode usar a propriedade Align que pode ser left(esquerdo).2.3 – Tag de Quebra de Linha A tag <BR> faz um quebra for‚ada de linha.

2. inserindo parŠmetro HREF="filename" seguido do sinal: > 3. Para isso. Os clientes exibem em destaque estas •reas ou pontos chaves (normalmente com cores diferentes ou sublinhado) para indicar que se trata de um link.5 – Tag de •ncoras . utiliza-se a sintaxe padrƒo do sistema UNIX. Por exemplo. 1.html localizado no subdiret†rio Estados.2. Importante: se voc„ quiser referenciar um diret†rio a partir do "raiz" do seu servidor www. € denominada de Šncora (que iremos ver mais detalhes logo a seguir). "Lista de Linguagens" aparece em negrito ou sublinhado e se voc„ clicar nessa palavra ser• exibido o documento apontado .html. se voc„ tiver uma nota‚ƒo desta forma <A HREF="/imagens/inconl.1. Ž tamb€m poss…vel usar o caminho completo (pathname absoluta) do arquivo desejado. Inicie a Šncora com <A .html">Lista de Linguagens</A> A frase "Lista de Linguagens" € definida como o marcador do link para se chegar ao documento linguagens.linguagens. um link para o arquivo Para.html">Para</A> Estes sƒo os denominados links relativos. Para incluir uma Šncora em seu documento: 1. Isto €. Anote a marca‚ƒo de final da Šncora: </A> Um exemplo de refer„ncia a um hipertexto: <A HREF="linguagens. seria assim: <A HREF=" Estados/Para. (h• um espa‚o depois de A) 2. ou interliga‚ƒo. no hipertexto.gif> . que est• no mesmo diret†rio do documento corrente.4 – Tag de Links O principal poder do HTML vem da sua capacidade de interligar partes de um texto (e tamb€m imagens) a outros documentos. A marca‚ƒo <A> . que define o ponto de partida para os links. em rela‚ƒo ao que est• sendo interligado. Especifique o documento a ser interligado. significa que o arquivo inconl. Ou seja. inicie a nota‚ƒo com /. Insira o texto que vai funcionar como link no documento corrente 4.gif dever• ser buscado no diret†rio imagens que est• imediatamente acima do diret†rio raiz do seu servidor “www”.html Ž poss…vel interligar documentos em outro diret†rio especificando-se o caminho relativo a partir do documento corrente.

Este recurso € bastante usado na gera‚ƒo de …ndices de conte•do no in…cio de uma p•gina.O HTML permite que se fa‚am liga‚‹es entre diferentes trechos de um documento. Voc„ pode apontar uma palavra ou trecho de um texto utilizando uma âncora de nome (named anchor). Exemplo: <html> <head> <title>Linguagem HTML</title> </head> <body> <h1>Utilizando Ancoras</h1> <p> Escolha a letra inicial : <A href=''#letraA''>A</A> <A href=''#letraB''>B</A> <A href=''#letraC''>C</A> </p> <p><A NAME=''letraA''>A</A><BR> Antonio<BR>Andrea</p> <p><A NAME=''letraB''>B</A><BR> Bernardo<BR>Bianca</p> <p><A NAME=''letraC''>C</A><BR>Carlos<BR>Claudio</p> </body> </html> O resultado na tela seria: FIGURA 3 – RESULTADO DO C•DIGO HTML . O atributo NAME € utilizado na tag <A> para dar um nome Œ uma regiƒo do documento. que poder• depois ser referenciada atrav€s do nome dado.

imagens e outros tipos de conte•do HTML em linhas e colunas. testes e alternar v•rias vezes entre o browser e o c†digo. Na p•gina “materiais. Para criar tabelas em HTML. A cria‚ƒo de tabelas em HTML nƒo € uma das tarefas mais divertidas. Os cabe‚alhos da tabela identificam as linhas ou as colunas. A legenda indica o assunto ao qual a tabela se refere. 2. Por exemplo: <a href=''materiais.Voc„ pode fazer Šncoras para outros documentos. Os dados da tabela consistem nos valores que comp‹em a tabela. ele pode ser um tanto confuso. para obter uma tabela que funcione da forma correta. O processo € o mesmo que o anterior. justamente por isso. bordas e c€lulas coloridas. .2. mas tamb€m para a defini‚ƒo do layout da p•gina e para o controle do posicionamento dos v•rios elementos HTML em uma p•gina. ou ambas. Os cabe‚alhos da tabela tamb€m sƒo opcionais. E. e nƒo para ser criado de forma manual. Por •ltimo. de alguma forma diferente em rela‚ƒo ao restante da tabela. 4.htm” dever• haver uma nota‚ƒo que reconhe‚a a Šncora indicada. o sinal # o nome da Šncora. Uma c€lula pode conter dados normais de tabela ou um cabe‚alho de tabela. Voc„ ter• que fazer muitas tentativas. atrav€s de alinhamentos. voc„ define as partes da sua tabela e os elementos HTML a serem inseridos. com ou sem bordas. que permitem a voc„ organizar texto. Elas sƒo opcionais. 3. A combina‚ƒo dos cabe‚alhos com os dados resulta na parte essencial da tabela. Em seguida. os cabe‚alhos da tabela sƒo apresentados em uma fonte maior ou enfatizada. Exemplo: <a name=''almoxarifado''>Se‚ƒo do Almoxarifado</a> 1.htm#almoxarifado''>Clique aqui para consultar os materiais do almoxarifado</a>.6 – Tag de Tabelas As tabelas sƒo constru‚‹es avan‚adas em HTML. Os componenetes de uma tabela sƒo: 1. delimita essas partes com o c†digo HTML de tabela. As c€lulas da tabela consistem em cada um dos quadrados que a comp‹em. As tabelas podem ser usadas nƒo apenas para apresentar dados em um formato tabular. voc„ aprimora o aspecto visual da tabela. Em geral. Faz-se um link normal para a p•gina e apenas € acrescentado ap†s a URL do documento de destino. O c†digo referente Œs tabelas foi projetado para facilitar sua gera‚ƒo pelos programas. Apesar disso € importante que voc„ comece criando manualmente o seu primeiro conjunto de tabelas para ter uma ideia de como elas funcionam em HTML.

Exemplo: <html> <head> <title>Linguagem HTML</title> </head> <body> <h1>Usando Tabelas</h1> <TABLE> <CAPTION>Primeira tabela</CAPTION> <TR><TH>Coluna 1</TH><TH>Coluna 2</TH><TH>Coluna 3</TH></TR> <TR><TD>se‚ƒo a</TD><TD>se‚ƒo b</TD><TD>se‚ƒo c</TD></TR> <TR><TD>se‚ƒo d</TD><TD>se‚ƒo e</TD><TD>se‚ƒo f</TD></TR> </TABLE> </body> </html> . a defini‚ƒo de colunas ou c€lulas se d• atrav€s das tags <TD> e </TD> (table data). Uma vez definida a tabela. que deverƒo ser sempre utilizadas entre as tags que definem as linhas da tabela. definem-se as linhas que ela ter•. As tags <CAPTION> e </CAPTION> definem a legenda da tabela. As tags <TH> e </TH> (table header) indicam c€lulas de cabe‚alho. Estas tags informam o browser que h• uma se‚ƒo de tabela. Uma vez definida a tabela e as linhas da tabela. onde somente serƒo v•lidas todas as outras tags que constituem uma tabela. sƒo iniciadas com a tag <TABLE> e terminadas com </TABLE>. A tag <TD> cria uma c€lula com texto normal e alinhado Œ esquerda. Elas devem estar entre tags de linha. As tags <TR> e </TR> (table row) deverƒo ser utilizadas sempre entre as tags que definem a tabela. O texto dentro das tags de cabe‚alho aparecem em negrito e centralizados.Veja exemplo a seguir: FIGURA 4 – EXEMPLO DE TABELA As tabelas constru…das em HTML.

respectivamente. Ainda temos o “Bgcolor” para especificar o espa‚amento em pixels entre a borda e o conte•do da tabela.. Usando o exemplo anterior para inserir bordas e cores. O atributo “Border’ especifica o tamanho da borda da tabela em pixels. e o “BackGround” para especificar uma imagem para ser usada como papel de parede da tabela. enquanto que o atributo “Width” especifica a largura da tabela. idem <h1>Usando Tabelas com Borda</h1> <TABLE BORDER=3 WIDTH=80 CELLSPACING=3 CELLPADDIND=5 <CAPTION>Primeira tabela</CAPTION> ..O resultado na tela seria assim: FIGURA 5 – RESULTADO DO C•DIGO HTML A tag <TABLE> tem v•rios atributos que podem controlar a apar„ncia de uma tabela. teremos: .. J• o atributo “Height” especifica a altura da tabela e seus valores tamb€m podem ser especificados em pixels ou um percentual em rela‚ƒo Œ janela cliente.idem E o resultado na tela seria: FIGURA 6 – RESULTADO DO C•DIGO HTML .. Seus valores podem ser especificados em pixels ou um percentual em rela‚ƒo Œ janela cliente. Existem os atributos “CellsSpacing” e “CellPadding” para especificar a distŠncia entre as c€lulas em pixels e para especificar o espa‚amento em pixels entre a borda e o conte•do da tabela.

O atributo METHOD pode ter o valor GET ou POST. voc„ utiliza a tag <FORM> de abertura e fechamento e sƒo inclu…dos cada um dos elementos do formul•rio. ASP. Este botƒo envia um nome para um script em um servidor para processamento (este script apenas lista todos os dados enviados para ele). O atributo ACTION consiste em um ponteiro que indica o script que processa o formul•rio no lado do servidor. no entanto. etc. duas etapas independentes: a cria‚ƒo do layout do formul•rio e a cria‚ƒo de um programa de script no lado do servidor (CGI/Perl. Veremos em outra se‚ƒo desta unidade conhecimentos sobre a linguagem ASP.1. PHP) para processar as informa‚‹es que voc„ obt€m a partir do formul•rio. em geral. A tag <FORM> cont€m dois atributos : METHOD e ACTION . Neste pequeno exemplo ser• poss…vel criar um formul•rio que apenas solicitar• que seja digitado um nome e logo ap†s que seja pressionado o botƒo Submit (enviar). que determina a maneira como os dados do seu formul•rio serƒo enviados ao script para processamento. imagens. Essas informa‚‹es podem ser textos. Para criar um formul•rio. Vamos experimentar um exemplo simples...2. Esse atributo pode ser especificado por um caminho relativo ou por uma URL1 completa referente a um script armazenado no seu servidor ou em outro local.. 1 URL significa Uniform Resource Locator que em portugu„s € Localizador-Padrƒo de Recursos . A cria‚ƒo de um formul•rio envolve.7 – Tag para Formul•rios Tudo o que se aprendeu at€ o momento de c†digos HTML est• relacionado ao fornecimento de informa‚‹es. € importante que se estabele‚a uma intera‚ƒo com os internautas que navegam nas p•ginas de um Site e € pra isso que n†s temos os formul•rios! Eles permitem que o designer transforme as p•ginas HTML em ferramentas interativas.

Ele € muito •til para o programa script tratar adequadamente as informa‚‹es geradas pelo formul•rio. pode-se controlar a apar„ncia do campo e adequ•-la aos outros campos do formul•rio. Todo campo deve ter um nome.asp"> <p> Qual € seu nome: <INPUT TYPE="text" NAME="Nome" SIZE=15 MAXLENGHT=30 Value="digite seu nome"> <INPUT TYPE="submit"> </FORM> </body> </html> O resultado na tela seria: FIGURA 7 – RESULTADO DO C•DIGO HTML Vamos ver algumas considera‚‹es sobre as tags utilizadas no exemplo anterior. O atributo MAXLENGHT especifica o n•mero m•ximo de caracteres que o campo suporta. Desta forma. independente do valor de SIZE. Este atributo € bastante •til para adequar a quantidade de caracteres digitados pelo usu•rio e o tamanho do campo em . O nome do campo nƒo € vis…vel para o usu•rio. O atributo NAME especifica o nome do campo que ser• preenchido.<html> <head> <title>Linguagem HTML</title> </head> <body> <h1>Utilizando Formul•rios</h1> <FORM METHOD="GET" ACTION="http://servidor/asp/teste. O atributo SIZE especifica o tamanho em caracteres do campo.

A próxima unidade que trata sobre as técnicas de desenvolvimento web irá abordar melhor sobre esse assunto. Entenda que todo o conhecimento aqui apresentado sobre os códigos de linguagem HTML são apenas superficiais. Até lá! . finalmente. A intenção é que seja visto alguns exemplos para que você tenha uma ideia de como os códigos HTML funcionam na geração das páginas web. deve-se utilizar como já dito antes. ferramentas de produtividade que tornam o trabalho do designer muito mais eficiente e eficaz. E. Hoje em dia. este será o valor enviado para o script. o atributo VALUE especifica o valor inicial do campo.uma tabela de banco de dados. Caso o usuário não digite nada.

de forma que os usu•rios possam utilizar seus servi‚os de informa‚ƒo e comunica‚ƒo de alcance mundial tais como: e-mail. Ao receber o arquivo HTML o cliente verifica cada refer„ncia. Mas. A grande importŠncia da cria‚ƒo do CGI est• no dinamismo: o processamento de tais programas pode retornar diferentes resultados. Geralmente esses arquivos estƒo no formato HTML que pode conter refer„ncias para outros arquivos diversos (imagens. sons. FTP. Esse modelo de funcionamento limita bastante o uso da web. criou-se inicialmente o CGI (Common Gateway Interface). Mozilla Firefox) se comunica com um servidor HTTP (servidor web) requisitando arquivos. FIGURA 8 – DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO DO CGI . Para deixar a web mais dinŠmica e interativa. Um browser web (Internet Explorer. dependendo dos parŠmetros informados pelo usu•rio ao programa CGI. uma vez que as p•ginas HTML t„m um conte•do est•tico. o grande salto dado pela Internet foi a cria‚ƒo da World Wide Web (www) ou simplesmente web. comunicadores instantŠneos (MSN). v…deos. etc). facilmente se sobrecarregava e parava. Agora podemos ter programas num servidor web que podem ser requisitados por um cliente web. que t„m em comum um conjunto de protocolos e servi‚os. ou seja.1 – CONSIDERA’“ES INICIAIS A Internet € um conjunto de redes de computadores interligados pelo mundo inteiro. um servidor web que recebesse v•rias requisi‚‹es simultŠneas. geralmente no formato HTML. IRC. Assim. sempre sƒo exibidas da mesma forma e nƒo possibilitam nenhuma intera‚ƒo com o usu•rio. servidores web. O programa € processado e o resultado desse processamento € enviado pelo servidor web ao cliente. etc. Por€m. os programas CGI possuem uma s€rie de desvantagens t€cnicas. Veja a seguir um diagrama de funcionamento do CGI para que voc„ possa visualizar melhor o processo de requisi‚ƒo de arquivos junto ao servidor.2 – ACTIVE SERVER PAGE.ASP 2. como € conhecida popularmente. Trata-se de um servi‚o para a transmissƒo multim…dia de informa‚‹es implementado pelo protocolo HTTP. solicitando ao servidor HTTP os arquivos indicados. sendo a principal delas o fato de tais programas executarem num processo diferente do servidor web.

estudar uma dessas tecnologias. Java Server Pages (JSP). sempre que uma p•gina ASP for requisitada pelo browser. Personal Home Page(PHP) e Active Server Pages(ASP). Vamos a partir de agora.O QUE Ž ASP? Active Server Pages (ASP) € uma linguagem para gera‚ƒo de p•ginas HTML dinamicamente. Em um servidor web compat…vel com esta tecnologia. As principais e mais conhecidas sƒo: Cold Fusion. esta p•gina ser• executada pelo servidor. . Assim. tecnologias alternativas ao seu uso. e entƒo. mand•-las para o browser. devolvendo o HTML para o browser que a requisitou. que ir• interpretar o c†digo ASP.2 . o ASP.Em razƒo da limita‚ƒo apresentada pelo CGI come‚aram a surgir e ainda surgem a cada dia. € poss…vel “rodar” c†digos que geram p•ginas HTML dinamicamente. criada pela Microsoft. 2.

etc). para leitura de arquivos texto e uma infinidade de outras aplica‚‹es. uma jun‚ƒo de programa‚ƒo em VBScript e Objetos ActiveX. existe um s…mbolo para diferenciar o que € programa‚ƒo HTML e o que € programa‚ƒo ASP: <% c†digo asp %> Abaixo um exemplo de p•gina em HTML e ASP: <head> . a partir de uma •nica rotina. corpo da mensagem. FIGURA 9 – DIAGRAMA DE FUNCIONAMENTO DO ASP A linguagem ASP € na verdade. para identifica‚ƒo e autentica‚ƒo de usu•rios. serve tamb€m para envio e recebimento de correio eletr”nico via p•ginas HTML. o qual capta os dados de entrada (nome.Dessa forma fica claro concluir que o ASP € uma linguagem interpretada e nƒo compilada como a maioria das outras! Ž poss…vel entƒo. j• existentes no servidor. cria um email com esses dados e depois envia o email. Uma vez que a linguagem ASP € usada apenas em alguns "peda‚os" de p•ginas HTML. gerar uma p•gina HTML contendo os registros de um banco de dados cuja cidade € Bel€m. email. Um exemplo de ActiveX € o Objeto ASPMail. Essas fun‚‹es captam os parŠmetros de entrada dos dados. VBScript € uma linguagem criada a partir do Visual Basic. mas com algumas limita‚‹es. A linguagem ASP nƒo serve apenas para consultas a banco de dados. dentre centenas de outras fun‚‹es. Objetos ActiveX sƒo fun‚‹es prontas. manipula-os de acordo com a sua fun‚ƒo e entƒo os envia para a sa…da. por motivos de seguran‚a. para cria‚ƒo de formul•rios de comunica‚ƒo via e-mail.

a simbologia e as conven‚‹es de uso da linguagem ASP. Veja a seguir.<title>p•gina em HTML e ASP</title> </head> <html> <% ' aspas simples significa observa‚ƒo dentro do c†digo response. € uma mistura de c†digo HTML com ASP. A •nica exig„ncia € que. da capta‚ƒo de informa‚‹es sobre o visitante e sobre o servidor.asp" <html> <head><title>Como funciona o ASP?</title></head> <body bgcolor="#FFFFFF"> <p>Ola Mundo!!!</p> <% response. da capta‚ƒo de informa‚‹es de formul•rio.write "<p>Ola Mundo!!!</p>" %> <p><%="Ola Mundo!!!"%></p> </body></html> O c†digo acima exibe a frase Ola Mundo!!! de tr„s modos diferentes. Somente assim o servidor poder• distinguir quais p•ginas devem ser executadas antes de enviar ao browser. CONVEN’•O E SIMBOLOGIA Como funciona o ASP? Qual a simbologia e a conven‚ƒo usada na programa‚ƒo em ASP? ASP € uma linguagem que veio para complementar a linguagem HTML.3 – FUNCIONAMENTO. e o terceiro. loops. do acesso a arquivos texto. Como se percebe. Observe o c†digo abaixo: arquivo "olamundo. O primeiro. do uso de vari•veis. Ela traz para a linguagem HTML todo o poder do acesso a banco de dados. a termina‚ƒo do nome da p•gina deve ser “. <% -> in…cio do trecho de c†digo ASP %> -> final do trecho de c†digo ASP .write "<p>Ol• Mundo</p>" %> </html> 2. usando apenas programa‚ƒo HTML. usando apenas comandos ASP. a partir do momento em que o c†digo da p•gina tenha pelo menos uma linha na linguagem ASP. Ž poss…vel criar p•ginas com integra‚ƒo das duas programa‚‹es. nƒo € necess•rio construir a p•gina inteira com c†digos ASP. o segundo.asp”.

Envia e recebe e-mails via p•gina WEB. Possibilitam a cria‚ƒo e manipula‚ƒo de cookies.com. o que significa que. A linguagem ASP. O endere‚o € www. os componentes ActiveX sƒo bibliotecas que cont€m v•rios objetos reunidos. cada acesso a um banco de dados deve ocupar uma instŠncia daquele objeto. como tamb€m de consulta. e uma infinidade de outras fun‚‹es. traz ainda o poder dos componentes ActiveX e dos objetos. Abaixo um exemplo de website que se utiliza do componente “ActiveX cdosys” da Microsoft para envio de mensagens atrav€s de um formul•rio. principalmente objetos que necessitam de instŠncias para funcionar. sessions e publicidade rotativa nos sites. Os “Objetos” dƒo a capacidade de captura e transmissƒo de vari•veis entre as p•ginas. por exemplo. Tem a capacidade de captura de informa‚‹es sobre o browser do usu•rio e sobre o servidor. Esses objetos podem ser criados por outras empresas. A linguagem ASP tem uma estrutura muito bem elaborada. uma vez que ela pode ser implementada com os chamados “Objetos”. implementando assim o poder da linguagem ASP. altera‚ƒo e adi‚ƒo de dados em “Bando de Dados”.' (aspas simples) -> usada antes de coment•rios dentro do c†digo = -> € usado no modo de programa‚ƒo por integra‚ƒo de c†digos HTML e ASP. FIGURA 10 – SITE USANDO ActiveX NO FORMUL–RIO .premolpara.br. De uma forma bem simplificada. al€m de trazer todo o poder do VBScript para a p•gina HTML.

. m€todos.write) € enviar textos ao browser..write texto/vari•vel <html> <head> <title>response." next %> .2. objetos internos do ASP.  Server: Representa o servidor web em si.ESTUDO DOS OBJETOS Al€m da programa‚ƒo com VBScript.4 .write cujo texto varia de acordo com a vari•vel counter" for counter=1 to 5000 response. o ASP disponibiliza cinco objetos “internos” que promovem a intera‚ƒo entre nossos scripts e o ambiente. permitindo acesso a algumas propriedades do mesmo e a cria‚ƒo de instŠncias de “Objetos ActiveX”.write "Ol•!!! Abaixo uma rotina com o objeto response. qualquer informa‚ƒo enviada do servidor para o browser do usu•rio se utiliza do objeto “Response”. Dentre outras coisas. ou seja.asp</title> </head> <body bgcolor="#FFFFFF"> <% response. Trata-se de estruturas especiais que possuem propriedades. tais objetos servem para:     Verificar dados informados pelo clientes Web Enviar respostas HTML para tais clientes Instanciar “Objetos ActiveX” em seus scripts Permitem a comunica‚ƒo entre clientes conectados ao aplicativo ASP Os Objetos internos do ASP sƒo:  Application: Representa um conjunto de p•ginas de um mesmo diret†rio virtual. o “Response” e “Request”. eventos.  Response: Representa as respostas HTML enviadas ao cliente.  Session: Representa uma sessƒo aberta com um cliente via web browser. Ž interessante na constru‚ƒo de textos que mixam textos prontos e vari•veis.  Request: Representa os dados enviados por um formul•rio HTML ao servidor web. A principal fun‚ƒo do “Objeto Response” (response. Exemplo: response. Vamos concentrar nossos estudos nos dois principais.write counter & " . e mais usados. cole‚‹es etc.browser). O objeto “Response” se refere a todos os dados enviados do servidor para o cliente (usu•rio .

querystring ("nomedavariavel") ou. ou seja.form” para uso de formul•rio de cadastramento.Form . simplesmente request ("nomedavariavel") Abaixo.recupera valores de vari•veis enviadas via formul•rio pelo m€todo “post”. um exemplo de utiliza‚ƒo do objeto “request. <html> <head> <title>Formul•rio</title> </head> <body> <form method="post" action="retrieve. tamb€m. sintaxe: request.recupera valores de vari•veis enviadas via formul•rio pelo m€todo “get”.Form) € recuperar os valores de vari•veis enviadas via formul•rio pelo m€todo “POST”. sintaxe: request.QueryString” recupera valores de vari•veis enviadas via formul•rio ou link pelo m€todo “GET”.asp"> <div>Nome: </div><input type="text" name="nome"> <div>Endere‚o: </div><input type="text" name="endereco"> <input type="submit" value="enviar"> </body> </html> Veja a seguir. qualquer informa‚ƒo requisitada pelo servidor ao browser do usu•rio.form("nomedavariavel") ou simplesmente request ("nomedavariavel")  Request. Exemplos:  Request.</body> </html> O “Objeto Request” se refere a todos os dados requisitados pelo servidor ao cliente. As principais fun‚‹es do “Objeto Request” (Request.QueryString . O “Request. a rotina de recupera‚ƒo destes dados preenchidos (nome e endere‚o) <html> <head> <title>Recupera‚ƒo dos dados</title> .

write “<br>” response. isto se deve ao fato do ASP ser interpretado em um servidor .</head> <body> <div>Abaixo.asp"> Utilizamos o “Request. <html> <head> <title>Recupera‚ƒo dos dados</title> </head> <body> <div>Abaixo.Form” para recuperar os dados do formul•rio.QueryString.write "<b>Nome: </b>" & request.write "<div>Endere‚o: </div>" & request. basta contratarmos uma hospedagem que forne‚a suporte a linguagem. Outra grande vantagem de rodar aplica‚‹es ASP tanto online (web) quando offline (rede local) € o fato de que qualquer sistema desenvolvido em ASP tem a voca‚ƒo natural para multiusu•rios. QueryString("endereco") %> </body> </html> NOTA – UMA DICA!: Notem que nos dois exemplos. nome e endere‚o do usu•rio que preencheu o formul•rio: </div> <% response. o que determina a utiliza‚ƒo do m€todo “.form("endereco") %> </body> Veja como fica a rotina de recupera‚ƒo destes dados preenchidos (nome e endere‚o).QueryString” do objeto Request € a propriedade “Method” da tag <Form> <form method="get" action="retrieve.5 – APLICA’“ES DO ASP A linguagem ASP pode ser aplicada em diversas situa‚‹es no que diz respeito a solu‚ƒo de problemas que envolvam sistemas. pois por “rodar” em um servidor Windows.write "<b>Endere‚o: </b>" & request.QueryString("nome") response. usando o m€todo request. 2.form("nome") response.write "<div>Nome: </div>" & request.Form” ou “. Para isso basta instalar um servidor de aplica‚‹es ASP(IIS) em um computador e distribuir seu sistema em rede. Voc„ tamb€m pode “rodar” ASP localmente em uma determinada m•quina ou grupo de m•quinas. <form method="post" action="retrieve. nome e endere‚o do usu•rio que preencheu o formul•rio: </div> <% response.QueryString” para recuperar os dados do formul•rio.asp"> Utilizamos o “Request.

gov. O ASP tamb€m acessa com facilidade os principais bancos de dados do mercado.guiasp.patagon.br .com. Por isso ela € uma das linguagens mais utilizadas no desenvolvimento de sites e sistemas web como: lojas virtuais.com.br http://www.gov.com.turismonet.investshop.com.com.com.br http://www.br http://www.fulano.spasite.br http://www.br http://www.br http://www. Veja abaixo alguns dos incont•veis sites no Brasil que utilizam o ASP em sua estrutura e fa‚a uma visita para conferir! Web Motors – Venda de autom†veis CompareCom – Buscador de pre‚os baixos OneClick – Hospeda Lojas Virtuais SpaSite – Spa Virtual NetCasa – Classificados de im†veis GuiaSP – Guia da cidade de Sƒo Paulo Fulano – Entretenimento Gazeta Mercantil – Informa‚‹es financeiras InvestShop – Informa‚‹es financeiras Patagon – Dicas de investimento Arremate – Leilƒo Virtual Usina do Som – M•sica IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estat…stica Plantƒo Eletr”nico – Delegacia Virtual Saraiva – Livraria virtual Ecovias – Condi‚‹es das Rodovias TurismoNet – Ag„ncia de Turismo ASPBrasil – Tecnologia ASP Ipoint – Hospedagem Gratuita ASP http://www.br http://www.webmotors.com. ter permissƒo para utiliz•lo.br http://www.usinadosom.sp.com.com.com.arremate.com.seguranca.com.ibge.com.saraiva.aspbrasil.oneclick.com.br http://www.com.ipoint.br http://www. portais.br http://www.gazetamercantil.br http://www. sites de pesquisa.br http://www.br http://www.br http://www. bastando para isso.com.br http://www.br http://www.br http://www. dando a linguagem todo o poder dos sistemas compilados e a agilidade da web.com.ecovias.comparecom.netcasa. etc.que est• acess…vel a diversos usu•rios.

Entende-se por p•gina dinŠmica. muito utilizada em aplica‚‹es web as quais sƒo embutidas dentro do HTML. FIGURA 11 – C•DIGO HTML “MESCLADO” COM PHP O PHP € considerado uma linguagem de “script” porque o seu c†digo € interpretado e nƒo compilado. com a linguagem “C”. Isto quer dizer que.1 – CONHECENDO O PHP O PHP (Personal Home Page) surgiu em 1994 como um pacote de programas em CGI criados por Rasmus Lerdorf e € uma linguagem de script de c†digo aberto de uso geral. A fun‚ƒo principal do PHP. a p•gina que chega ao usu•rio que faz a requisi‚ƒo nƒo existe "escrita" no servidor. Utiliza-se o PHP principalmente para a cria‚ƒo de p•ginas dinŠmicas e autom•ticas em um ambiente web. que € a mesma do prop†sito de sua cria‚ƒo. as p•ginas em PHP cont€m HTML juntamente com c†digos que executam determinada tarefa. aquela que € gerada quando existe um pedido no servidor. o PHP apenas necessita ser interpretado. Existem sim os conte•dos. consoante os pedidos. ou seja. por exemplo. que serƒo depois colocados nos respectivos locais.3 – NOVAS TEND•NCIAS: O PHP 3. na p•gina. O c†digo PHP € representado e delimitado por tags iniciais e finais representadas por “<?php” e por “?>” que permite entrar e sair do modo PHP. . Isso quer dizer que ao inv€s de termos muitos comandos para mostrar o HTML. € a de desenvolvimento para conte•dos web. ao inv€s do c†digo ser compilado e depois executado como ocorre.

O PHP tem seu desenvolvimento focado nos scripts do lado do servidor e € poss…vel construir alguns desses scripts mesmo sem grandes conhecimentos de PHP. O cliente recebe os resultados da execu‚ƒo desse script. O que distingui o PHP de uma linguagem como Javascript no lado do cliente € que o c†digo € executado no servidor. FIGURA 12 – DIAGRAMA DE OPERA’•O DO PHP Uma grande vantagem em se usar o PHP € que ele pode ser extremamente simples para um iniciante e ao mesmo tempo oferecer muitos recursos para um programador mais avan‚ado. mas nƒo consegue identificar como € o c†digo fonte. pois ele oferece uma lista muito grande de recursos e fun‚‹es. configurar o servidor para processar todos os arquivos HTML como PHP. quando fazemos diversas pesquisas. Pode-se. Isto quer dizer que as p•ginas nƒo existem e somente sƒo "geradas" com informa‚‹es que estƒo em bases de dados no momento que fazemos um pedido sobre qualquer coisa. inclusive.O melhor exemplo de um site dinŠmico € um executor de pesquisa. gerando o HTML que € entƒo enviado para o cliente. . Agindo dessa forma os usu•rios ficam impossibilitados de descobrirem se o PHP est• sendo utilizado ou nƒo como linguagem de desenvolvimento das p•ginas navegadas. Ž imposs…vel armazenar todas as combina‚‹es de p•ginas que surgem.

FIGURA 13 – A “POO” E O PHP 5 2 Cookie € um grupo de dados trocados entre o navegador e o servidor de p•ginas. Netscape and iPlanet Servers. colocado no computador do navegador em forma de arquivo de texto. e muitos outros.Script no lado do servidor (server-side): Este € o mais tradicional e usual campo de atua‚ƒo do PHP.Script de linha de comando: € poss…vel fazer um script PHP funcionar sem um servidor web ou browser. Ž necess•rio um interpretador do PHP (como CGI ou m†dulo). “script de linha de comando” e “aplica‚‹es desktop”. como: coletar dados de formul•rios. Ele tamb€m € suportado pela maioria dos servidores web atuais. Microsoft Internet Information Server (IIS). enviar e receber cookies2. O PHP pode ser configurado como m†dulo para a maioria dos servidores. um browser e um servidor web. Mac. conectado a um PHP instalado. gerar p•ginas com conte•do dinŠmico. O acesso dos resultados do programa PHP poder• ser visualizado atrav€s do browser.Um programador pode usar o PHP para realizar a maioria das tarefas que outro programa CGI pode fazer. Esses scripts podem ser usados tamb€m para rotinas de processamento de texto. O PHP pode ser utilizado na maioria dos sistemas operacionais como o Linux. A •nica coisa necess•ria € o interpretador. Personal Web Server. e muito mais! 3. No caso de um programador conhecer bem a linguagem ele pode utilizar alguns dos seus recursos avan‚ados nas suas aplica‚‹es do lado do cliente e para isso ter• que usar o PHP-GTK que € uma extensƒo do PHP.2 – –REAS DE ATUA’AO Vamos agora. Microsoft Windows. e para os outros como uma aplica‚ƒo CGI comum. 1. 2. incluindo Apache. nƒo disponibilizada na distribui‚ƒo oficial. tra‚ar algumas considera‚‹es sobre as principais •reas de atua‚ƒo do PHP que sƒo “script do lado do servidor”. e outros. . 3.Aplicações no desktop: O PHP nƒo € indicado para cria‚ƒo de aplica‚‹es desktop com interfaces gr•ficas. Esse tipo de uso € ideal para script executados usando um “Agendador de Tarefas” (no Windows). as varia‚‹es do Unix.

em vez de imprimi-los. O PHP suporta. permitindo que o programador utilize qualquer outro banco de dados que suporte esse padrƒo mundial.. dBase. Do mesmo modo pode-se escolher entre utilizar programa‚ƒo estrutural ou programa‚ƒo orientada a objeto. Mesmo sem todos os recursos da POO (Programa‚ƒo Orientada a Objetos) implementados no PHP 4. que € poss…vel escolher qual o sistema operacional e o servidor web que se quer utilizar. criados dinamicamente. o Adabas D. Informix. Uma p•gina que consulte um banco de dados pode ser constru…da de forma muito simples. O programador pode facilmente criar qualquer padrƒo de texto. O PHP pode suportar o ODBC.Perceba.. O PHP 5 corrige as fraquezas da POO do PHP 4. . como XHTML e outros arquivos XML. arquivos PDF e anima‚‹es Flash. As habilidades do PHP incluem gera‚ƒo de imagens. permitindo que seja utilizado qualquer banco de dados transparentemente com sua extensƒo. entre outros. formando um cache dinŠmico de suas informa‚‹es no lado do servidor. etc. portanto. e introduz um modelo completo de objetos (figura 34). Outro fator de extrema importŠncia na utiliza‚ƒo do PHP € o fato dele suportar uma ampla variedade de banco de dados. Podemos dizer que existe uma “abstra‚ƒo de banco de dados”. Com o PHP nƒo h• a limita‚ƒo de se gerar somente os c†digos HTML. MySQL. NOTA – HABILIDADES DO PHP: Um bom programador pode utilizar todas as in•meras habilidades do PHP que nƒo se limitam apenas a integra‚ƒo com c†digos HTML. ODBC. ou ainda uma mistura delas. O PHP pode gerar esses padr‹es e os salvar no sistema de arquivos. Direct MS-SQL. IBM BD2. SQLite. FrontBase. muitas bibliotecas de c†digo e grandes aplica‚‹es sƒo escritas somente em c†digo POO. Oracle. Sybase. como citado acima.

.ODBC quer dizer Open Database Connection. Caso queira tamb€m instalar uma base de dados poder• utilizar o MySQL. entƒo bastar• criar os arquivos “. o PHP. Se houver esse suporte. usando o jeito mais simples que € utilizando os pacotes pr€-configurados que executam essa tarefa de forma autom•tica. mas para isso dever• instal•-los separadamente.php” e disponibiliz•-los no diret†rio web e o servidor proceder• a visualiza‚ƒo das p•ginas PHP. FIGURA 14 – INSTALANDO O MySQL NO SERVIDOR Nƒo € dif…cil a configura‚ƒo de um servidor web com suporte ao PHP em qualquer que seja o sistema operacional. Pense nesses arquivos PHP como se eles fossem p•ginas HTML com algumas tags a mais! Isso permite que sejam executadas tarefas mais interessantes do que somente p•ginas em HTML est•ticas. Observe que nƒo haver• nenhuma necessidade de compila‚ƒo para qualquer ferramenta extra. ou Padrƒo Aberto de Conexƒo com Bancos de Dados. 3. incluindo os dois mais utilizados no mundo. € sempre bom obter confirma‚ƒo dessa questƒo junto com o administrador da rede. o Windows e o Linux. Na maioria dos servidores esta € a extensƒo padrƒo para os arquivos PHP.php”. no entanto. Caso se deseje utilizar uma conexƒo local ser• necess•rio instalar um servidor web como o Apache e claro.3 – UTILIZA’•O DO PHP Para que seja poss…vel a utiliza‚ƒo do PHP € necess•rio que o servidor tenha suporte ao PHP ativado e que todos os arquivos terminem com a extensƒo “.

pois dessa maneira. voc„ precisar• de tr„s coisas b•sicas: o pr†prio PHP. pois como j• vimos. Se o interesse no PHP for por aplica‚‹es web (caso espec…fico de nosso aprendizado). IMAP (Internet Message Access Protocol). vendo os resultados no seu browser. No que diz respeito a comunica‚ƒo. existem tr„s formas principais de utiliz•-lo. FIGURA 15 – CONFIGURANDO O PHP NO SERVIDOR APACHE 3 Tipo de linguagem de descri‚ƒo de interface . Observe. como por exemplo. Suporta tamb€m o intercŠmbio de dados complexos WDDX3. NNTP (Network News Transfer Protocol).O PHP oferece suporte para comunica‚ƒo com outros servi‚os utilizando protocolos dos mais variados tipos como LDAP (Lightweight Directory Access Protocol). que h• a alternativa de voc„ alugar um host em uma empresa qualquer. 3. no entanto. o PHP implementa toda a instŠncia necess•ria de objetos Java e os utiliza transparentemente como objetos PHP. um servidor web e um cliente (browser) web. nƒo seria necess•rio configurar absolutamente nada por conta pr†pria! Voc„ apenas teria que escrever os scripts PHP e enviar (upload) para um servidor alugado. poder• ser poss…vel tamb€m ter um servidor web.4 – INSTALANDO O PHP Antes de come‚ar a instalar o PHP € necess•rio que voc„ tenha convic‚ƒo do que realmente deseja fazer com ele. HTTP. SNMP (Simple Network Management Protocol). POP3 (Post Office Protocol). o Apache do Linux e o IIS do Windows. Partindo-se da ideia de que voc„ j• utiliza um browser e dependendo da configura‚ƒo do seu sistema operacional. utilizado virtualmente em todas as linguagens de programa‚ƒo para web.

você então irá precisar do arquivo executável de linha de comando e nesse caso. mas o manuseio de janelas e objetos dentro delas. é necessário muito tempo de dedicação ao estudo da linguagem. não haverá necessidade de um servidor e nem de um browser. Isso é uma abordagem completamente diferente da criação de páginas web.Caso o desejo pelo PHP seja unicamente na utilização de scripts para a linha de comando (criar scripts que geram imagens enquanto estão off-line). Por essas e outras questões é que foi lhe orientado que a ideia de falarmos sobre linguagens de programação não seria em nível de um curso intensivo e sim de apenas algumas considerações para que você. Uma terceira forma de uso do PHP é com a criação de aplicações para desktop com interface gráfica GUI4. Deixe essa tarefa para quem quer ser designer e/ ou programador. usando a extensão PHP-GTK.Graphical User Interface ou Interface gráfica do usuário . na condição de tecnólogo. Para que possa ser possível desenvolver um web site utilizando-se o PHP. Após toda essa exposição de conhecimento sobre a linguagem de programação PHP você pode estar pensando como é um pouco difícil o pleno entendimento sobre esse assunto. possa orientar sua equipe no caminho que considera mais adequado na trilha do desenvolvimento web. ok? 4 GUI . já que a saída não é em HTML.

Fa‚a uma visita e tire suas pr†prias conclus‹es.dexx.com.Finalizamos o estudo dessa linguagem trazendo-lhe um exemplo de site constru…do com o PHP. FIGURA 16 – SITE da Dexx FEITO EM PHP Endere‚o para visita: http://www.php .br/index.

. SUGESTÕES DE LEITURA Mesmo que o aprofundamento do estudo referentes as linguagens vistas nessa unidade seja mais direcionado Œqueles que irƒo trabalhar especificamente na programa‚ƒo. de Edson Gon‚alves. consulte o livro “Dominando o AJAX . Editora Ci„ncia Moderna. O conhecimento em programa‚ƒo web € uma das muitas ferramentas que esse profissional vai utilizar para exercer suas atividades.org/wiki/AJAX_(programa%C3%A7%C3%A3o) Se poss…vel. s† poder• ser resolvida por alguma linguagem em especial. considerada a pioneira no desenvolvimento web. o ASP. Essa leitura dar• a voc„ uma maior condi‚ƒo de escolha da tecnologia a ser utilizada no desenvolvimento web. uma tecnologia nova que envolve aplica‚‹es de dinamismo a p•ginas web. Para todas as linguagens apresentadas sƒo mostradas suas principais caracter…sticas e habilidades para que o tecn†logo possa analisar e definir qual delas poder• ser utilizada no desenvolvimento de seus projetos web. visto como uma das maiores tend„ncias no cen•rio da constru‚ƒo de web sites.net para maiores informa‚‹es sobre o funcionamento da extensƒo do PHP. contudo voc„ poder• se deparar com alguma condi‚ƒo espec…fica e que de repente.PARA SABER MAIS Consulte o endere‚o http://gtk. RESUMO DA UNIDADE Esta unidade traz algumas considera‚‹es sobre linguagens de programa‚ƒo. N†s estudamos as principais usadas hoje em dia pela grande maioria dos desenvolvedores. principalmente quando se precisa utilizar integra‚ƒo a banco de dados e. principalmente. sugerir suas aplica‚‹es. REFLEXÕES SOBRE A APRENDIZAGEM O tecn†logo deve ter a ideia plena de que est• sendo preparado para atuar no mercado como um gerente de tecnologia. eu sugiro que voc„ busque uma leitura complementar sobre outras linguagens existentes nƒo abordadas nesse fasc…culo. como elas funcionam e. Voc„ pode encontrar detalhes em: http://pt.Active Server Page. o PHP. Como sugestƒo mais espec…fica procure saber mais sobre o AJAX. uma das linguagens mais usadas no mundo.as melhores pr•ticas ligadas a aplica‚‹es web escritas tanto em Java como em PHP 5 utilizando Ajax”. o PHP-GTK.wikipedia.php. Ž necess•rio ter o conhecimento no sentido de saber as op‚‹es existentes. como o HTML.