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RICMS - Aprovado pelo Decreto n. 1.980 de 21.12.2007, atualizado até o Decreto n. 7.091, de 13.05.

2010

Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto n. 1.980, de 21.12.2007 Atualizado até o Decreto n. 7.091, de 13.05.2010
NOTA: Vide também os seguintes diplomas legais: DIPLOMA LEGAL MATÉRIA

- Vide legislação complementar relativa ao Simples Nacional no endereço http://www.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional)
Lei n. 13.212/2001 diferimento e crédito presumido em operações com aves, gado bovino, bubalino e suíno e pescado, e redução na base de cálculo nas operações que especifica. (ADI 2548 / PR - PARANÁ) Lei n. 13.214/2001 crédito presumido em operações com aço e produtos de informática, redução na base de cálculo nas operações que especifica e isenção nas operações com software. (ADI 2548 / PR - PARANÁ) crédito presumido na saída de produtos resultantes da industrialização do leite e redução na base de cálculo em operações interestaduais com os produtos que especifica. Isenta do ICMS produtos da cesta básica, conforme especifica. Concede aos frigoríficos de abate de gado bovino e outros, opção pelo crédito de importância equivalente à aplicação de alíquota de ICMS de 12% e adota outras providências sob o tributo.

Lei n. 13.332/2001

Lei n. 14.978/2005 Lei n. 14.747/2005

Lei n. 14.895/2005

Dispõe sobre tratamento tributário em relação ao ICMS aos estabelecimentos industriais de produtos eletroeletrônicos, de telecomunicação e de informática, em favor de empresas localizadas em Foz do Iguaçu.
Dispõe sobre benefício de suspensão do pagamento do ICMS devido nas operações que especifica a estabelecimento industrial paranaense nas importações por aeroportos e portos de Paranaguá e Antonina.

Lei n. 14.985/2006

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Lei Complementar nº 123 Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte Lei n. 15.562/2007 Lei n. 15.182/2006 Dispõe que o tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas Concede redução de base de cálculo do ICMS nas operações que especifica.

Decreto n. 3.869/2001 Redução na base de cálculo nas operações com produtos da cesta básica. Decreto n. 5.375/2002 crédito presumido na saída dos produtos que especifica (informática) promovida por estabelecimento industrial (art. 3º). Decreto n. 2.183/2003 dispõe sobre a vedação ao aproveitamento do crédito, relativamente à parcela do ICMS dispensada mediante benefício concedido sem amparo em convênio celebrado no âmbito do CONFAZ, bem como limita o crédito do ICMS na entrada de mercadoria por estabelecimento que se beneficie com incentivos fiscais nele indicados.

Decreto n. 418/2007 Veda o pagamento de ICMS e IPVA mediante compensação com precatórios. Decreto n. 1.190/2007 Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas microempresas e empresas de pequeno porte - Simples Nacional, relativamente ao ICMS

Decreto n. 2.131/2008

dispõe sobre a vedação da utilização de crédito relativo a operação com mercadoria ou bem entrados no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita quando o imposto devido à unidade federada de origem tenha sido reduzido, no todo ou em parte, pela utilização dos benefícios concedidos sem amparo em convênio celebrado no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ Convênio de Cooperação técnica celebrada entre a União e o Estado do Paraná, objetivando o intercâmbio de informações econômicofiscais e a prestação de mútua assistência na fiscalização dos tributos que administram.

Convênio SEFA-SRF

DECRETO N. 1980/2007
Publicado no Diário Oficial Nº 7624 de 21/12/2007

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RICMS - Aprovado pelo Decreto n. 1.980 de 21.12.2007, atualizado até o Decreto n. 7.091, de 13.05.2010

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, V, da Constituição Estadual e tendo em vista o disposto na Lei n. 11.580, de 14 de novembro de 1996; no parágrafo único do art. 9º da Lei Complementar n. 107, de 11 de janeiro de 2005; e no art. 212 do Código Tributário Nacional, DECRETA Art. 1º Fica aprovado o Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS, anexo ao presente. Art. 2º As remissões ao Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n. 5.141, de 12 de dezembro de 2001, constantes em normas de procedimento fiscal ou administrativa e em regimes especiais, vigentes em 31 de dezembro de 2007, entendem-se reportadas, no que couber, aos dispositivos que tratam das correspondentes matérias no Regulamento do ICMS anexo ao presente. Art. 3º Os produtores rurais a que se refere o art. 128 do Regulamento do ICMS anexo ao presente, em atividade na data da publicação deste Decreto, deverão inscrever-se no Cadastro de Produtores Rurais - CAD/PRO até 31.12.2008. § 1° As pessoas jurídicas que exerçam a atividade agropecuária deverão inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do ICMS - CAD/ICMS, nos termos do art. 113 e seguintes do Regulamento do ICMS anexo ao presente, até 31.12.2008.
Nova redação do “caput” e do § 1º do art. 3º do Decreto n. 1.980, de 21 de dezembro de 2007, dada pelo art. 2º, do Decreto n. 2.682, de 30.05.2008. Texto original em vigor no período de 1º.01.2008 até 29.05.2008: " Art. 3º Os produtores rurais a que se refere o art. 128 do Regulamento do ICMS anexo ao presente, em atividade na data da publicação deste decreto, deverão inscrever-se no CAD/PRO até 30.06.2008. § 1° As pessoas jurídicas que exerçam a atividade agropecuária deverão inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do ICMS CAD/ICMS, nos termos do art. 113 e seguintes do Regulamento do ICMS anexo ao presente, até 30.06.2008."

§ 2° As demais regras previstas no Regulamento do ICMS anexo ao presente, aplicam-se, no que couber, aos produtores rurais pessoas físicas ou jurídicas enquanto não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS. Art. 4º Fica revogado o Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto n. 5.141, de 12 de dezembro de 2001. 3

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Art. 5º Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo efeitos a partir de 1º.05.2008 em relação aos artigos 621 a 628; e a partir de 1º.01.2008, em relação aos demais dispositivos.
Redação original teve seus efeitos prorrogados de 1º.03.2008 para 1º.04.2008 nos termos do art. 4º, do Decreto n. 2.285, de 12.03.2008, e de 1º.04.2008 para 1º.05.2008 nos termos do art. 2 º do Decreto 2.474 de 09.04.2008, mas não chegou a entrar em vigor porque foi substituída pela nova redação dada pela alteração 33ª, do Decreto nº 2.474 de 09.04.2008, com efeitos a partir de 1º.05.2008

Curitiba, 21 de dezembro de 2007, 186º da Independência e 119º da República. Roberto Requião, Governador do Estado. Rafael Iatauro, Chefe da Casa Civil. Heron Arzua, Secretário de Estado da Fazenda.

REGULAMENTO DO IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES RELATIVAS À CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E SOBRE PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE INTERESTADUAL E INTERMUNICIPAL E DE COMUNICAÇÃO - RICMS DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
Art. 1º O imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação - ICMS, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior, de que trata a Lei n. 11.580, de 14 de novembro de 1996, será regido pelas disposições contidas neste Regulamento.

TÍTULO I
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DAS DISPOSIÇÕES BÁSICAS
CAPÍTULO I DA INCIDÊNCIA

Art. 2º O imposto incide sobre (art. 2º da Lei n. 11.580/96): I - operações relativas à circulação de mercadorias, inclusive o fornecimento de alimentação e bebidas em bares, restaurantes e estabelecimentos similares; II - prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores; III - prestações onerosas de serviços de comunicação, por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; IV - fornecimento de mercadorias com prestação de serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios; V - o fornecimento de mercadorias com prestação de serviços sujeitos ao imposto sobre serviços, de competência tributária dos Municípios, quando a lei complementar aplicável expressamente o sujeitar à incidência do imposto estadual. VI - a entrada no estabelecimento de contribuinte, de mercadoria ou bem oriundos de outras unidades da Federação, destinados ao uso ou consumo ou ao ativo permanente. § 1º O imposto incide também: a) sobre a entrada de mercadoria ou bem importados do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade; b) sobre o serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; c) sobre a entrada, no território paranaense, de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, quando não destinados à industrialização ou à comercialização pelo destinatário adquirente aqui localizado, decorrentes de operações interestaduais, cabendo o imposto a este Estado. § 2º A caracterização do fato gerador independe da natureza jurídica da operação ou prestação que o constitua. 5

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CAPÍTULO II DAS IMUNIDADES, NÃO-INCIDÊNCIAS E BENEFÍCIOS FISCAIS

Art. 3º O imposto não incide sobre (art. 4º da Lei n. 11.580/96): I - operações com: a) livros, jornais e periódicos e o papel destinado a sua impressão; b) livros, jornais e periódicos em meio eletrônico ou mídia digital; II - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e produtos industrializados semi-elaborados, ou serviços; III - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou à comercialização; IV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial; V - operações relativas a mercadorias que tenham sido ou que se destinem a ser utilizadas na prestação, pelo próprio autor da saída, de serviço de qualquer natureza definido em lei complementar como sujeito ao imposto sobre serviços, de competência tributária dos Municípios, ressalvadas as hipóteses previstas na mesma lei complementar; VI - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie; VII - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação efetuada pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor; VIII - operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado ao arrendatário; IX - operações de qualquer natureza decorrentes da transferência de bens móveis salvados de sinistro para companhias seguradoras; X - saídas de produção do estabelecimento gráfico de impressos personalizados que não participem de etapa posterior de circulação promovida pelo destinatário; XI - saídas de peças, veículos, ferramentas, equipamentos e de outros bens, não pertencentes à linha normal de comercialização do contribuinte, quando utilizados como instrumentos de sua própria atividade ou trabalho; XII - serviços prestados pelo rádio e pela televisão, ainda que iniciados no exterior, exceto o Serviço Especial de Televisão por Assinatura; XIII - saídas de bens do ativo permanente. 6

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XIV - transferência de ativo permanente e de material de uso ou consumo entre estabelecimentos do mesmo titular, inclusive quanto ao diferencial de alíquotas de que trata o inciso XIV do art. 5º. Parágrafo único. Equipara-se às operações de que trata o inciso II a saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior, destinada a: a) empresa comercial exportadora, inclusive "tradings" ou outro estabelecimento da mesma empresa; b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. Art. 4º Os convênios concessivos de benefícios fiscais serão celebrados na forma prevista em lei complementar a que se refere a alínea "g" do inciso XII do § 2º do art. 155 da Constituição Federal (art. 3º da Lei n. 11.580/96). Parágrafo único. As operações e as prestações beneficiadas com isenção, redução na base de cálculo e crédito presumido estão elencadas, respectivamente, nos Anexos I, II e III deste Regulamento.

CAPÍTULO III DO FATO GERADOR

Art. 5º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento (art. 5º da Lei n. 11.580/96): I - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para outro estabelecimento do mesmo titular; II - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento; III - da transmissão a terceiro de mercadoria depositada em armazém geral ou em depósito fechado, na unidade federada do transmitente; IV - da transmissão de propriedade de mercadoria, ou de título que a represente, quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente; V - do início da prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, de qualquer natureza; VI - do ato final do transporte iniciado no exterior; VII - das prestações onerosas de serviços de comunicação, feitas por qualquer meio, inclusive a geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de comunicação de qualquer natureza; VIII - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviços: a) não compreendidos na competência tributária dos Municípios; b) compreendidos na competência tributária dos Municípios e com indicação expressa de incidência do imposto 7

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de competência estadual, como definido na lei complementar aplicável; IX - do desembaraço aduaneiro de mercadoria ou bem importados do exterior; X - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior; XI - da aquisição em licitação pública de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados; XII - da entrada no território do Estado de petróleo, inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, e de energia elétrica, oriundos de outra unidade federada, quando não destinados à industrialização ou comercialização; XIII - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra unidade federada e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente, alcançada pela incidência do imposto; XIV - da entrada no estabelecimento de contribuinte, de mercadoria ou bem oriundos de outra unidade da Federação, destinados ao uso ou consumo ou ao ativo permanente. § 1º Quando a operação ou prestação for realizada mediante o pagamento de ficha, cartão ou assemelhados, considera-se ocorrido o fato gerador no fornecimento desses instrumentos ao adquirente ou usuário. § 2º Na hipótese do inciso IX, após o desembaraço aduaneiro, a entrega, pelo depositário, de mercadoria ou bem importados do exterior deverá ser autorizada pelo órgão responsável pelo seu desembaraço, que somente se fará mediante a exibição do comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, ressalvada a hipótese do § 7º do art. 65. § 3º Para efeito de exigência do imposto por substituição tributária, inclui-se, também, como fato gerador do imposto, a entrada de mercadoria ou bem no estabelecimento do adquirente ou em outro por ele indicado. § 4º Poderá ser exigido o pagamento antecipado do imposto, observado o disposto no art. 13, nos casos de venda ambulante quando da entrada de mercadoria no Estado para revenda sem destinatário certo. § 5º Considerar-se-á ocorrida operação ou prestação tributável quando constatado (art. 51 da Lei n. 11.580/96): a) o suprimento de caixa sem comprovação da origem do numerário, quer esteja escriturado ou não; b) a existência de título de crédito quitado ou despesas pagas e não escriturados, bem como bens do ativo permanente não contabilizados; c) diferença entre o valor apurado em levantamento fiscal que tomou por base índice técnico de produção e o valor registrado na escrita fiscal; d) a falta de registro de documento fiscal referente à entrada de mercadoria; e) a existência de contas no passivo exigível que apareçam oneradas por valores documentalmente inexistentes; f) a existência de valores que se encontrem registrados em sistema de processamento de dados, equipamento emissor de cupom fiscal ou outro equipamento similar, utilizados sem prévia autorização ou de forma irregular, que serão apurados mediante a leitura dos dados neles constantes; g) a falta de registro de notas fiscais de bens adquiridos para consumo ou para ativo fixo; 8

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h) a superavaliação do estoque inventariado. § 6º Na hipótese de entrega de mercadoria ou bem importados do exterior antes do desembaraço aduaneiro, considera-se ocorrido o fato gerador neste momento, devendo a autoridade responsável, salvo disposição em contrário, exigir a comprovação do pagamento do imposto.
O §7º fica renumerado para §6º pelo art. 1º, alteração 62ª, do Decreto n. 2.682 de 30.05.2008 surtindo efeitos a partir de 1º.01.2008.

CAPÍTULO IV DOS ELEMENTOS QUANTIFICADORES
SEÇÃO I DA BASE DE CÁLCULO
Art. 6º A base de cálculo do imposto é (art. 6º da Lei n. 11.580/96): I - nas saídas de mercadorias previstas nos incisos I, III e IV do art. 5º, o valor da operação; II - na hipótese do inciso II, do art. 5º, o valor da operação, compreendendo mercadoria e serviço; III - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, o preço do serviço; IV - no fornecimento de que trata o inciso VIII do art. 5º: a) o valor da operação, na hipótese da alínea "a"; b) o preço corrente da mercadoria fornecida ou empregada, na hipótese da alínea "b"; V - na hipótese do inciso IX do art. 5º, a soma das seguintes parcelas: a) valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, observado o disposto no art. 7º; b) imposto de importação; c) imposto sobre produtos industrializados; d) imposto sobre operações de câmbio; e) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas aduaneiras; VI - na hipótese do inciso X do art. 5º, o valor da prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a sua utilização; VII - na hipótese do inciso XI do art. 5º, o valor da operação acrescido do valor dos impostos de importação e sobre produtos industrializados e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao adquirente; 9

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VIII - na hipótese do inciso XII do art. 5º, o valor da operação de que decorrer a entrada; IX - na hipótese dos incisos XIII e XIV do art. 5º, o valor da operação ou prestação sobre a qual foi cobrado o imposto na unidade federada de origem, e o imposto a recolher será correspondente à diferença entre as alíquotas interna e interestadual. § 1º Integra a base de cálculo do imposto, inclusive na importação do exterior de mercadoria ou bem: a) o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle; b) o valor correspondente a: 1. seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como descontos concedidos sob condição, assim entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e incertos; 2. frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja cobrado em separado. § 2º Não integra a base de cálculo do imposto o montante: a) do imposto sobre produtos industrializados, quando a operação, realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configurar fato gerador de ambos os impostos; b) correspondente aos juros, multa e atualização monetária recebidos pelo contribuinte, a título de mora, por inadimplência de seu cliente, desde que calculados sobre o valor de saída da mercadoria ou serviço, e auferidos após a ocorrência do fato gerador do tributo; c) do acréscimo financeiro cobrado nas vendas a prazo promovidas por estabelecimentos varejistas, para consumidor final, desde que: 1. haja a indicação no documento fiscal relativo à operação, dentre outros elementos, do preço a vista da mercadoria, do valor total da operação, do valor da entrada, se for o caso, do valor dos acréscimos financeiros excluídos da tributação e do valor e da data do vencimento de cada prestação; 2. o valor excluído não exceda o resultado da aplicação de taxa, que represente as praticadas pelo mercado financeiro, fixada mensalmente pela Secretaria de Estado da Fazenda, sobre o valor do preço a vista; d) correspondente ao pedágio, na prestação de serviço de transporte rodoviário de cargas. § 3º No caso do inciso IX: a) quando a mercadoria entrar no estabelecimento para fins de industrialização ou comercialização, e posteriormente for destinada para consumo ou integrada ao ativo permanente do adquirente, acrescentar-se-á, à base de cálculo, o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, cobrado na operação de que decorreu a entrada, quando esta ocorrer de outro estabelecimento industrial ou a ele equiparado; b) para fins do cálculo do diferencial de alíquotas: 1. considerar-se-á como valor da operação aquele consignado no campo "Valor Total da Nota" do quadro "CÁLCULO DO IMPOSTO" do documento fiscal que acobertou a entrada de mercadoria destinada ao uso, 10

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consumo ou ativo permanente; 2. sobre o valor de que trata o item 1 aplicar-se-á a diferença aritmética simples entre as alíquotas interna e interestadual, independentemente do valor do imposto cobrado na origem. § 4º Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outra unidade federada, pertencente ao mesmo titular, a base de cálculo do imposto é: a) o valor correspondente à entrada mais recente da mercadoria; b) o custo da mercadoria produzida, assim entendida a soma do custo da matéria-prima, material secundário, mão-de-obra e acondicionamento; c) tratando-se de mercadorias não industrializadas, o preço corrente no mercado atacadista do estabelecimento remetente. § 5º Nas operações e prestações interestaduais entre estabelecimentos de contribuintes diferentes, caso haja reajuste do valor depois da remessa ou da prestação, a diferença fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador. § 6º Nas vendas para entrega futura o valor contratado será atualizado a partir da data de vencimento da obrigação até a da efetiva saída da mercadoria, de acordo com a variação do Fator de Conversão e Atualização do ICMS - FCA, de que trata o § 1º do art. 72. § 7º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior: a) ao contribuinte que nas operações internas debitar e pagar o imposto em Guia de Recolhimento do Estado do Paraná - GR-PR, por ocasião do faturamento; b) quando a efetiva saída da mercadoria e o vencimento da obrigação comercial ocorrerem no mesmo mês. § 8º Para os efeitos da alínea "e" do inciso V deste artigo, entende-se por despesas aduaneiras aquelas efetivamente pagas à repartição alfandegária até o momento do desembaraço da mercadoria ou bem. § 9º Para fins do disposto na alínea "c" do § 2º deste artigo: a) a parcela do acréscimo financeiro que exceder ao valor resultante da aplicação da taxa fixada, nos termos do item 2 da alínea "c" do § 2º, não será excluída da base de cálculo do imposto, sendo tributada normalmente; b) os acréscimos financeiros a serem excluídos serão determinados em função do prazo médio de pagamento, que será definido em número de dias, considerados em intervalos não inferiores a quinze; c) sempre que o prazo médio diferir de intervalos de quinze dias, o resultado deverá ser arredondado para o limite mais próximo, e quando recair no ponto médio, deverá ser considerado o intervalo imediatamente posterior; d) o valor da parcela a vista, se houver, será incluído no cálculo do prazo médio de pagamento; e) a condição a que se refere o item 1 da alínea "c" do § 2º poderá ser satisfeita de forma diversa, desde que previamente autorizada pela Secretaria da Fazenda, nos termos dos arts. 86 a 92; f) a base de cálculo do imposto, após deduzidos os acréscimos financeiros, não poderá ser inferior: 1. ao preço máximo ou único de venda a varejo fixado pelo fabricante ou por autoridade competente; 11

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2. ao valor da venda a vista da mercadoria na operação mais recente; 3. ao valor da aquisição mais recente, acrescido do percentual de margem de lucro bruto operacional, apurado no exercício anterior, na hipótese de inaplicabilidade dos itens 1 e 2 desta alínea; g) não se aplica em operação para a qual a legislação determina base de cálculo reduzida, e não exime o contribuinte de outras obrigações relativas às vendas a prestação fixadas em legislação específica. § 10. Para os fins do disposto no inciso III deste artigo, em relação às prestações de serviços de comunicação, o preço do serviço compreende, também, os valores cobrados a título de acesso, adesão, ativação, habilitação, disponibilidade, assinatura e utilização dos serviços, bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou agilizem o processo de comunicação, independentemente da denominação que lhes seja dada (Convênio ICMS 69/98). Art. 7º O preço de importação expresso em moeda estrangeira será convertido em moeda nacional pela mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do imposto de importação, ou a que seria utilizada para tanto, sem qualquer acréscimo ou devolução posterior, se houver variação da taxa de câmbio até o pagamento efetivo do preço (art. 7º da Lei n. 11.580/96). Parágrafo único. O valor fixado pela autoridade aduaneira para fins de base de cálculo do imposto de importação, nos termos da lei aplicável, substituirá o preço declarado. Art. 8º Na falta dos valores a que se referem os incisos I e VIII do art. 6º , a base de cálculo do imposto é (art. 8º da Lei n. 11.580/96): I - o preço corrente da mercadoria, ou de sua similar, no mercado atacadista do local da operação ou, na sua falta, no mercado atacadista regional, caso o remetente seja produtor, extrator ou gerador, inclusive de energia; II - o preço FOB estabelecimento industrial a vista, caso o remetente seja industrial; III - o preço FOB estabelecimento comercial a vista, na venda a outros comerciantes ou industriais, caso o remetente seja comerciante. § 1º Para aplicação dos incisos II e III deste artigo, adotar-se-á sucessivamente: a) o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente; b) caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria, o preço corrente da mercadoria ou de sua similar no mercado atacadista do local da operação ou, na falta deste, no mercado atacadista regional. § 2º Na hipótese do inciso III deste artigo, se o estabelecimento remetente não efetuar vendas a outros comerciantes ou industriais ou, em qualquer caso, se não houver mercadoria similar, a base de cálculo será equivalente a setenta e cinco por cento do preço de venda corrente no varejo.

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Art. 9º Nas prestações sem preço determinado, a base de cálculo do imposto é o valor corrente do serviço no local da prestação (art. 9º da Lei n. 11.580/96). Art. 10. Quando o valor do frete, cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular da mercadoria ou por outro estabelecimento de empresa que com aquele mantenha relação de interdependência, exceder os níveis normais de preços em vigor, no mercado local, para serviço semelhante, constantes de tabelas elaboradas pelos órgãos competentes, o valor excedente será havido como parte do preço da mercadoria (art. 10 da Lei n. 11.580/96). Parágrafo único. Para os fins deste artigo, considerar-se-ão interdependentes duas empresas quando: a) uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges ou filhos menores, for titular de mais de cinqüenta por cento do capital da outra; b) uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação; c) uma delas locar ou transferir a outra, a qualquer título, veículo destinado ao transporte de mercadorias. Art. 11. A base de cálculo, para fins de substituição tributária, será (art. 11 da Lei n. 11.580/96): I - em relação às operações ou prestações antecedentes ou concomitantes, o valor da operação ou prestação praticado pelo contribuinte substituído; II - em relação às operações ou prestações subseqüentes, obtida pelo somatório das parcelas seguintes: a) o valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído intermediário; b) o montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço; c) a margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou prestações subseqüentes. § 1º Tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor, único ou máximo, seja fixado por órgão público competente, a base de cálculo do imposto, para fins de substituição tributária, é o referido preço fixado. § 2º Existindo preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, a base de cálculo será este preço, na forma estabelecida em acordo, protocolo ou convênio. § 3º A margem a que se refere a alínea "c" do inciso II deste artigo será estabelecida com base nos seguintes critérios: a) levantamentos, ainda que por amostragem, dos preços usualmente praticados pelo substituído final no mercado considerado; 13

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b) informações e outros elementos, quando necessários, obtidos junto a entidades representativas dos respectivos setores; c) adoção da média ponderada dos preços coletados. § 4º O imposto a ser pago por substituição tributária, na hipótese do inciso II deste artigo, corresponderá à diferença entre o valor resultante da aplicação da alíquota prevista no art. 14 sobre a respectiva base de cálculo e o valor do imposto devido pela operação ou prestação própria do substituto. § 5º Em substituição ao disposto no inciso II do "caput" deste artigo, a base de cálculo em relação às operações ou prestações subseqüentes poderá ser o preço a consumidor final usualmente praticado no mercado considerado, relativamente ao serviço, à mercadoria ou sua similar, em condições de livre concorrência, adotando-se para sua apuração as regras estabelecidas no § 3º. Art. 12. Poderá a Fazenda Pública (art. 12 da Lei n. 11.580/96): I - mediante ato normativo, manter atualizada, para efeitos de observância pelo contribuinte, como base de cálculo, na falta do valor da prestação de serviços ou da operação de que decorrer a saída de mercadoria, tabela de preços correntes no mercado de serviços e atacadista das diversas regiões fiscais; II - em ação fiscal, estimar ou arbitrar a base de cálculo: a) sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados pelo contribuinte, ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado; b) sempre que inocorrer a exibição ao fisco dos elementos necessários à comprovação do valor da operação ou da prestação, inclusive nos casos de perda ou extravio dos livros e documentos fiscais; c) quando houver fundamentada suspeita de que os documentos fiscais ou contábeis não refletem o valor da operação ou da prestação; d) quando ocorrer transporte ou armazenamento de mercadoria sem os documentos fiscais exigíveis; III - estimar ou arbitrar base de cálculo em lançamento de ofício, abrangendo: a) estabelecimentos varejistas; b) vendedores ambulantes sem conexão com estabelecimento fixo ou pessoas e entidades que atuem temporariamente no comércio. Parágrafo único. Havendo discordância em relação ao valor estimado ou arbitrado, nos termos do inciso II, caberá avaliação contraditória administrativa, observado o disposto no art. 670, ou judicial. Art. 13. Na hipótese do pagamento antecipado a que se refere o § 4º do art. 5º, a base de cálculo é o valor da mercadoria ou da prestação, acrescido de percentual de margem de lucro fixado para os casos de substituição tributária, ou na falta deste o 14

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de trinta por cento (art. 13 da Lei n. 11.580/96).

SEÇÃO II DA ALÍQUOTA
Art. 14. As alíquotas internas são, conforme o caso e de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) ou a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado (NBM/SH), assim distribuídas (art. 14 da Lei n. 11.580/1996, com redação dada pela Lei n. 16.016/2008): I - alíquota de sete por cento nas operações com alimentos, quando destinados à merenda escolar, nas vendas a órgãos da administração federal, estadual ou municipal; II - alíquota de doze por cento nas prestações de serviço de transporte intermunicipal e nas operações com os seguintes bens e mercadorias: a) canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas, canetas tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, cargas com ponta, para canetas esferográficas, lápis, minas para lápis ou lapiseiras, lousas e quadros para escrever ou desenhar, cores para pintura artística, atividades educativas e recreação ou de desenho, colas e adesivos, borrachas de apagar (9608.1000 a 9608.9990, 9609.1000 a 9609.9000, 9610.0000, 3213.1000 a 3213.9000, 3506.1000 a 3506.9900, 4016.9200); b) animais vivos; c) hortifrutigranjeiros e agropecuários, em estado natural; casulos do bicho-da-seda; sêmens, embriões, ovos férteis, girinos e alevinos; d) água de coco; água mineral (2201); alimentos; sucos de frutas (2009); e) rações, farinhas, farelos, tortas e resíduos destinados à alimentação animal ou utilizados na sua fabricação; f) refeições industriais (2106.9090) e demais refeições quando destinadas a vendas diretas a corporações, empresas e outras entidades, para consumo de seus funcionários, empregados ou dirigentes, bem como no fornecimento de alimentação de que trata o inciso I do art. 2º, exceto no fornecimento ou na saída de bebidas; g) fármacos, medicamentos, drogas, soros e vacinas, inclusive veterinários; cápsulas vazias para medicamentos; h) de higiene pessoal e limpeza: 1. xampus (3305.1000); 15

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2. 3. 4. 5. (4818.40);

dentifrícios (3306.1000); desodorantes corporais e antiperspirantes (3307.20); papel higiênico (4818.1000); absorventes e tampões higiênicos, fraldas para bebês e geriátricas e artigos higiênicos semelhantes

6. escovas de dentes (9603.2100); 7. protetor solar (3304); i) calçados, tecidos, artefatos de tecidos, artigos de cama, mesa e banho, e artigos de vestuário, inclusive roupas íntimas e de banho, camisolas e pijamas, gravatas, meias, luvas, lenços, xales, echarpes, cachecóis, mantilhas e véus; j) sacolas ecológicas; k) de uso doméstico: 1. artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de plástico, madeira, porcelana, cerâmica e vidro (3924.1000, 4419.0000, 6911.10, 6912.0000 e 7013.1000 a 7013.4900); talheres (8211.1000, 8211.9100, 8211.9210 e 8215); panelas; 2. fogões de cozinha de até quatro bocas; 3. refrigeradores e freezers de até 300 litros com apenas uma porta; 4. máquinas de lavar roupa (8450.1) até seis kg; 5. máquinas de costura para fins doméstico (8452.1000) e ferros elétricos de passar (8516.4000); 6. chuveiros e duchas; 7. aparelhos receptores de televisão de até 29 polegadas; l) assentos (9401); móveis (9403); suportes elásticos para camas (9404.10) e colchões (9404.2); m) destinados à construção civil: 1. areia, argila, saibro, pedra bruta, brita graduada e pedra marruada; 2. tijolo, telha, tubo e manilha, de argila ou barro; 3. telhas e lajes planas pré-fabricadas, painéis de lajes, pré-lajes e pré-moldados, de cimento, de concreto, ou de pedra artificial, mesmo armadas; 4. cal (2522); calcário (2521.00.00); e gesso (2520.20); 5. blocos e tijolos (6810.1100); 6. ladrilhos e placas de cerâmica (6907 e 6908); 7. pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários e caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário, de porcelana ou cerâmica (6910.1000 e 6910.9000); n) madeiras e suas obras: 16

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1. lenha (4401.1000); 2. madeira em bruto (4403 e 4404); 3. painéis de fibras ou de partículas e painéis semelhantes, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos (4410 e 4411); 4. molduras de madeira (4414); caixotes, caixas, engradados, barricas e embalagens semelhantes, carretéis para cabos, paletes simples, paletes-caixas e outros estrados para carga e taipais de paletes (4415); barris, cubas, balsas, dornas, selhas e outras obras de tanoeiro e respectivas partes de madeira, incluídas as aduelas (4416); ferramentas, armações e cabos, de ferramentas, de escovas e de vassouras; formas, alargadeiras e esticadores, para calçados (4417); obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis para soalhos e as fasquias para telhados ("shingles" e "shakes") (4418); o) plásticos e suas obras: 1. blocos de espuma (3909.5029); 2. perfis de polímeros de cloreto de vinila (3916.2000); 3. tubos e seus acessórios (3917); 4. outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plásticos não alveolares (3920); 5. artigos de transporte ou de embalagem; rolhas, tampas, cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes (3923); p) combustíveis: 1. combustíveis de aviação (Lei 16.370 de 29.12.2009);
Nova redação do item 1 da alínea "p" dada pelo art. 1º, alteração 415ª, do Decreto 6.366 de 03.03.2010, surtindo efeitos a partir de 29.12.2009: Redação original dada pela alteração 215ª, do art. 1º do Decreto nº. 4.430 de 18.03.2009, em vigor no período de 1º.04.2009 até 28.12.2009: "1. gasolina de aviação (2710.1151);"

2. óleo diesel (2710.1921); 3. mistura óleo diesel/biodiesel (2710.1921); 4. gás liquefeito de petróleo (2711.1910); 5. gás natural (2711.1100 e 2711.2100); 6. gás de refinaria (2711.2990); 7. biodiesel (3824.9029); q) máquinas, implementos, tratores e micro-tratores, agropecuários e agrícolas (8201, 8424.81, 8432, 8436, 8437, 8701, 8433.2090, 8433.5100, 8433.5990) e outras partes (8433.9090); 17

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r) máquinas e aparelhos industriais, exceto peças e partes (8417 a 8422, 8424, 8434 a 8435, 8438 a 8449, 8451, 8453 a 8465, 8468, 8474 a 8480 e 8515); s) empilhadeiras (8427.1019, 8427.2010 e 8427.2090); trator de esteira (8429.1190); rolo compactador (8429.4000); motoniveladoras (8429.2090); carregadeiras (8429.5190); escavadeira hidráulica (8429.5290); e retroescavadeiras (8429.5900); t) elevadores e monta-cargas (8428.10); escadas e tapetes rolantes (8428.40); partes de elevadores (8431.31); eixos, exceto de transmissão e suas partes (8708.5) e outros reboques e semirreboques, para transporte de mercadorias (8716.3); u) veículos automotores novos e peças para veículos automotores, inclusive para veículos, máquinas e equipamentos agrícolas e rodoviários, quando a operação seja realizada sob o regime da sujeição passiva por substituição tributária, com retenção do imposto relativo às operações subsequentes, sem prejuízo do disposto na alínea “v”; v) independentemente de sujeição passiva por substituição tributária, os veículos classificados na NBM/SH, com o sistema de classificação adotado até 31 de dezembro de 1996: 8701.20.0200, 8701.20.9900, 8702.10.0100, 8702.10.0200, 8702.10.9900, 8704.21.0100, 8704.22.0100, 8704.23.0100, 8704.31.0100, 8704.32.0100, 8704.32.9900, 8706.00.0100 e 8706.00.0200; w) da indústria de automação e eletrônica: 1. máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição 8442; 2. máquinas de calcular programáveis pelo usuário e dotadas de aplicações especializadas; caixa registradora eletrônica (8470.501); partes e acessórios reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinados a máquinas e aparelhos da subposição 8470.2, do item 8470.501, da posição 8471, dos subitens 8472.9010, 8472.9030 e 8472.9090, e dos itens 8472.902 e 8472.905 desde que tais máquinas e aparelhos estejam relacionados nesta alínea (8473); partes e acessórios das máquinas da posição 8471 (8473.30); outros (8473.3019); 3. motores de passo (8501.101); transformadores elétricos, conversores elétricos estáticos (retificadores, por exemplo), bobinas de reatância e de alta indução (8504); 4. discos, fitas, dispositivos de armazenamento não volátil de dados à base de semicondutores, "cartões inteligentes" ("smart cards") e outros suportes para gravação de som ou para gravações semelhantes, mesmo gravados, incluídos as matrizes e moldes galvânicos para fabricação de discos (8523); 5. aparelhos transmissores (emissores) com aparelho receptor incorporado baseados em técnica digital (8525); receptores pessoais de radiomensagens – “pager” (8527.901); 6. aparelhos digitais de sinalização acústica ou visual, exceto os aparelhos residenciais (8531); 18

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7. condensadores elétricos próprios para montagem em superfície - SMD (8532.2110, 8532.2310, 8532.2410, 8532.2510, 8532.2910 e 8532.3010); resistências elétricas próprias para montagem em superfície - SMD (8533); circuitos impressos multicamadas e circuitos impressos flexíveis multicamadas, próprios para as máquinas, aparelhos, equipamentos e dispositivos constantes neste item (8534.0000); interruptor, seccionador, comutador e codificador digitais (8536.50); conectores para circuito impresso (8536.9040); comando numérico computadorizado (8537.101); controlador programável (8537.1020); controlador de demanda de energia elétrica (8537.1030); 8. diodos, transistores e dispositivos semelhantes semicondutores; dispositivos fotossensíveis semicondutores, incluídas as células fotovoltaicas, mesmo montadas em módulos ou painéis; diodos emissores de luz; cristais piezelétricos montados (8541); circuitos integrados e microconjuntos, eletrônicos (8542); máquinas e aparelhos elétricos com funções próprias, não especificados nem compreendidos em outras posições (8543); 9. fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados para usos elétricos (incluídos os envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; cabos de fibras óticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão (8544); cabos de fibras óticas (8544.70); fibras óticas (9001.101); feixes e cabos de fibras óticas (9001.1020); dispositivos de cristais líquidos - LCD (9013.8010); 10. instrumentos e aparelhos digitais para medicina, cirurgia, odontologia e veterinária (9018); aparelhos digitais de mecanoterapia, de ozonoterapia, de oxigenoterapia, de aerossolterapia, aparelhos digitais respiratórios de reanimação e outros aparelhos digitais de terapia respiratória (9019); x) implantes dentários em geral, de qualquer material, inclusive os de titânio, de todas as formas, diâmetros e alturas, próprios para serem fixados nos ossos da mandíbula, maxilar ou zigomático, suas partes, acessórios e complementos (8108); III - alíquota de vinte e cinco por cento (25%) nas operações com: a) armas e munições, suas partes e acessórios (NCM Capítulo 93); b) balões e dirigíveis; planadores, asas voadoras e outros veículos aéreos, não concebidos para propulsão com motor (8801.0000); c) embarcações de esporte e de recreio (8903); d) energia elétrica destinada à eletrificação rural; e) peleteria e suas obras e peleteria artificial (NCM Capítulo 43); f) perfumes e cosméticos (3303, 3304, 3305, exceto 3305.1000, e 3307, exceto 3307.20); 19

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IV - alíquota de vinte e oito por cento (28%) nas operações com: a) gasolina, exceto para aviação; b) álcool anidro para fins combustíveis; V - alíquota de vinte e nove por cento (29%) nas prestações de serviço de comunicação e nas operações com: a) energia elétrica, exceto a destinada à eletrificação rural; b) fumo e sucedâneos, manufaturados (2402.1000 a 2403.9990); c) bebidas alcoólicas (2203, 2204, 2205, 2206 e 2208); VI - alíquota de dezoito por cento (18%) nas operações com os demais bens e mercadorias. § 1º Entre outras hipóteses as alíquotas internas são aplicadas quando: a) o remetente ou o prestador e o destinatário da mercadoria, bem ou serviço estiverem situados neste Estado; b) da entrada de mercadoria ou bens importados do exterior; c) das prestações de serviço de transporte, ainda que contratado no exterior, e o de comunicação transmitida ou emitida no estrangeiro e recebida neste Estado; d) o destinatário da mercadoria ou do serviço for consumidor final localizado em outra unidade federada, desde que não contribuinte do imposto. § 2º A aplicação da alíquota prevista na alínea "u" do inciso II independerá da sujeição ao regime da substituição tributária nas seguintes situações: a) no recebimento do veículo importado do exterior, por contribuinte do imposto, para o fim de comercialização, integração no ativo imobilizado ou uso próprio do importador; b) na operação realizada pelo fabricante ou importador, que destine o veículo diretamente a consumidor ou usuário final, ou quando destinado ao ativo imobilizado do adquirente. § 3º Para efeito do disposto na parte final da alínea “b” do § 2º, é condição que eventual e posterior alienação do veículo ou sua transferência para outro Estado, pelo estabelecimento adquirente, ocorra após o transcurso de, no mínimo, doze meses da respectiva entrada, circunstância que deverá constar no documento fiscal emitido referente à aquisição e será informada ao fisco de destino do veículo. § 4º O não cumprimento da condição, tratada no § 3º, ensejará a cobrança, do estabelecimento adquirente, do imposto devido, decorrente da diferença entre a aplicação da alíquota prevista no inciso VI e aquela tratada na alínea “u” do inciso II, com os acréscimos legais cabíveis, desde a data de entrada do veículo no seu estabelecimento. § 5º O disposto nos §§ 3º e 4º aplica-se a veículos automotores de passageiros (8703) e veículos comerciais leves com capacidade de carga de até 5 toneladas (8704), e não se aplica no caso de sinistro por perda total do veículo a ser 20

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comprovado de acordo com a legislação própria ou segundo os princípios de contabilidade geralmente aceitos. § 6º A alíquota prevista no inciso II não se aplica nas saídas promovidas por estabelecimentos beneficiados pelas Leis n. 14.895/2005 e n. 15.634/2007. § 7º Consideram-se, também, peças para veículos automotores, para efeitos do disposto na alínea “u” do inciso II, partes, componentes, acessórios e demais produtos relacionados no art. 536-I.
Acrescentado o § 7º ao artigo 14 pela alteração 290ª, art. 1º, do Decreto n. 4.955 de 24.06.2009 surtindo efeitos a partir de 1º.04.2009 Nova Redação do art. 14 dada pela alteração 215ª, do art. 1º do Decreto nº. 4.430 de 18.03.2009, surtindo efeitos a partir 1º.04.2009. Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 a 31.03.2009: "Art. 14. As alíquotas internas são seletivas em função da essencialidade dos produtos ou serviços, assim distribuídas (art. 14 da Lei n. 11.580/96): I - alíquota de 27% (vinte e sete por cento): a) nas operações com os seguintes produtos classificados na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado NBM/SH: 1. bebidas alcoólicas (posições 2203, 2204, 2205, 2206 e 2208); 2. fumos e sucedâneos manufaturados (Capítulo 24); b) nas operações com energia elétrica, exceto a destinada à eletrificação rural; c) nas prestações de serviços de comunicação; II - alíquota de 26% (vinte e seis por cento) nas operações com: a) gasolina; b) álcool anidro para fins combustíveis; III - alíquota de 25% (vinte e cinco por cento): a) nas operações com os seguintes produtos classificados na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado NBM/SH: 1. armas e munições, suas partes e acessórios (Capítulo 93); 2. asas-delta, balões e dirigíveis (códigos 8801.10.0200 e 8801.90.0100); 3. embarcações de esporte e de recreio (posição 8903); 4. peleteria e suas obras e peleteria artificial (Capítulo 43); 5. perfumes e cosméticos (posições 3303, 3304, 3305 e 3307); b) nas operações com energia elétrica destinada à eletrificação rural; IV - alíquota de 12% (doze por cento): a) nas operações com os seguintes produtos classificados na NBM/SH: 1. assentos (posição 9401); móveis (posição 9403); suportes elásticos para camas (subposição 9404.10) e colchões (subposição 9404.2); 2. cal (códigos 2522.10.00, 2522.20.00, 2522.30.00) quando destinada à construção civil;

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RICMS - Aprovado pelo Decreto n. 1.980 de 21.12.2007, atualizado até o Decreto n. 7.091, de 13.05.2010

3. ladrilhos e placas de cerâmica (códigos 6907 e 6908); 4. leite UHT ("ultra high temperature") acondicionado em embalagem longa vida (posição 0401); 5. máquinas e aparelhos industriais, exceto peças e partes (posições 8417 a 8422, 8424, 8434 a 8449, 8451, 8453 a 8465, 8468, 8474 a 8480 e 8515); 6. massas alimentícias, desde que não consumidas no próprio local (posição 1902); 7. painéis de partículas e painéis semelhantes de madeira ou de outras matérias lenhosas, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos (posições 4410); painéis de fibras de madeira ou de outras matérias lenhosas, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos (posição 4411); 8. produtos de padaria, pastelaria ou da indústria de bolachas e biscoitos, mesmo adicionados de cacau, hóstias, cápsulas vazias para medicamentos, obreias, pastas secas de farinha, amido ou de fécula, em folhas e produtos semelhantes (posição 1905); 9. reboques e semi-reboques (código 8716.3900); eixos, exceto de transmissão e suas partes (8708.60); elevadores e monta-cargas (subposição 8428.10); escadas e tapetes rolantes (subposição 8428.40) e partes de elevadores (subposição 8431.31); 10. refeições industriais (código 2106.90.0500) e demais refeições quando destinadas a vendas diretas a corporações, empresas e outras entidades, para consumo de seus funcionários, empregados ou dirigentes, bem como fornecimento de alimentação de que trata o inciso I do art. 2º, excetuado o fornecimento ou a saída de bebidas; 11. telhas e lajes planas pré-fabricadas, painéis de lajes, pré-lajes e pré-moldados (códigos 6810.19.0200, 6810.91.9900 e 6810.99.9900); 12. tratores, microtratores, máquinas e implementos agropecuários e agrícolas (códigos, posições ou subposições: 8701.10.0100, 8791.90.0100, 8701.90.0200, 8201, 8424.81, 8432, 8436 e 8437); 13. veículos automotores novos (códigos 8701.20.0200, 8701.20.9900, 8702.10.0100, 8702.10.0200, 8702.10.9900, 8702.90.0000, 8703.21.9900, 8703.22.0101, 8703.22.0199, 8703.22.0201, 8703.22.0299, 8703.22.0400, 8703.22.0501, 8703.22.0599, 8703.22.9900, 8703.23.0101, 8703.23.0199, 8703.23.0201, 8703.23.0299, 8703.23.0301, 8703.23.0399, 8703.23.0401, 8703.23.0499, 8703.23.0500, 8703.23.0700, 8703.23.1001, 8703.23.1002, 8703.23.1099, 8703.23.9900, 8703.24.0101, 8703.24.0199, 8703.24.0201, 8703.24.0299, 8703.24.0300, 8703.24.0500, 8703.24.0801, 8703.24.0899, 8703.24.9900, 8703.32.0400, 8703.32.0600, 8703.33.0200, 8703.33.0400, 8703.33.0600, 8703.33.9900, 8704.21.0100, 8704.21.0200, 8704.22.0100, 8704.23.0100, 8704.31.0100, 8704.31.0200, 8704.32.0100, 8704.32.9900, 8706.00.0100 e 8706.02.0000 e na posição 8711, quando a operação seja realizada sob o regime da sujeição passiva por substituição tributária, com retenção do imposto relativo às operações subseqüentes, observado o disposto no § 2º deste artigo; b) nas operações com os seguintes produtos classificados na Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM: 1. blocos de espuma (código 3909.50.29); perfis de polímeros de cloreto de vinila (código 3916.20.00); tubos e seus acessórios (posição 3917); outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plásticos não alveolares (posição 3920); artigos de transporte ou de embalagem, de plásticos; rolhas, tampas, cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes de plásticos (posição 3923) ;

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5900). embriões. brotos de bambu. cogumelo.9900. 6.091.0100 e 8706. agrião. amendoim. tenha sido utilizado argila ou barro como matéria-prima.RICMS . casulos do bicho-da-seda. resfriados ou congelados. devendo esta circunstância estar expressa no documento fiscal emitido pelo fabricante ou importador. brotos de feijão. 7. 8427.21. e operações com bens ou mercadorias. 19. cana-de-açúcar. girinos e alevinos. camomila. quando destinados à merenda escolar. almeirão.32. colunas para lavatórios. 7. abobrinha. c) da prestação de serviço de transporte. que destine o veículo diretamente a consumidor ou usuário final. beterraba. aipim. após o decurso de doze meses da respectiva entrada. alface. sanitários e caixas de descarga.2008: "6. Acrescentada a alínea “e” ao inciso IV do art.12. Texto original em vigor no período de 1º. 10.2008 até 17. trator de esteira (código 8429. alpiste.10) e gás natural (código NCM 2711. chuchu. ou transferi-lo para outro Estado. resfriados ou congelados. nas vendas internas à órgãos da administração federal.AVGAS. 8. 1º.11.05. 8702. pimentão.0100. pepino. salsa. rúcula. 11.10.11. 13. c) na operação realizada pelo fabricante ou importador.5199). serviços de transporte. erva-cidreira. atualizado até o Decreto n. folhas usadas na alimentação humana. aspargo. 8704. cambuquira. ovos férteis. abóbora. 2.0100. erva-de-santa maria.22. funcho. couve. taioba.10. carnes e miúdos comestíveis frescos. de bovinos. cevada. desde que em estado natural: 1. peixes frescos.980 de 21.2007.00). § 2º A aplicação da alíquota prevista para as mercadorias relacionadas no item 13 da alínea "a" do inciso IV. algodão em caroço. b) da entrada de mercadoria ou bens importados do exterior. acelga. 5. mistura óleo diesel/biodiesel (código NCM 2710. batata-doce. brócolis.12.795 de 18. 8706. ou quando destinado ao ativo imobilizado do adquirente. por ocasião da venda do veículo. 4 pias. 8704.00 e 2711.21).23. e o de comunicação transmitida ou emitida no estrangeiro e recebida neste Estado.21. carregadeiras (códigos 8429. d) o destinatário da mercadoria ou do serviço for consumidor final localizado em outra unidade federada desde que não contribuinte do imposto.5190 . manjerona.11. arroz. leite. tomilho. 8704. 8701. pimenta. erva-doce.9900.Aprovado pelo Decreto n. por contribuinte do imposto. coentro. § 4º O estabelecimento adquirente de que trata o § 3º que vier a alienar. 12. ainda que contratado no exterior. morango. chicória. tremoço. repolho. d) nas operações com os seguintes produtos: 23 RICMS . 8702. de 13.29). inhame. escarola. ou transferir para outro Estado. ervilha. centeio. vagem.20. mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário. sorgo. independerá da sujeição ao regime da substituição tributária nas seguintes situações: a) em relação aos veículos classificados nos códigos 8701.5290). segurelha. 17.1190) e rolo compactador (código 8429. anis. quiabo. 8704. o veículo adquirido para o 24 . mostarda. losna. empilhadeiras (códigos 8427. feijão.90. hortelã. " 7. fumo em folha.macaxeira. 4. tampala. beterraba de açúcar.10. escavadeira hidráulica (código 8429. rabanete.0100.2008. aipo. espinafre.14. 3. arruda.alíquota de 7% (sete por cento) para as operações com alimentos. bertalha. motoniveladoras (código 8429. 5. de 22 de agosto de 2007).0200. caprinos. do Decreto n. alfavaca. para o fim de comercialização. cardo. gás de refinaria (NCM 2711. bidês.19. semens. azedim. e) nas prestações de serviços de transporte. frutas frescas.2090.2010 1. couve-flor. c) nas operações com os seguintes produtos avícolas e agropecuários. do Decreto 3. gergelim.00 e 6910. 8704.11.2008 V . b) no recebimento do veículo importado do exterior. cará. erva-mate. 5.20. milho em espiga e em grão. cominho.31. pela alteração 147ª.1019).2090).0100. ovinos. nabo e nabiça. aveia. 14. tijolo. art. tubo e manilha que.4000). gás liquefeito de petróleo (código NCM 2711.29. gasolina de avião .8429.Aprovado pelo Decreto n. salsão.90). 8702. calcário e gesso. catalonha.00).2007. chá em folhas. 3. integração no ativo imobilizado ou uso próprio do importador.980 de 21. lavatórios.2010 2. manjericão. 8704.10. de porcelana ou cerâmica (códigos 6910. palmito. atualizado até o Decreto n. batata. mandioca. coelhos e aves. jiló. maxixe.19. blocos e tijolos para construção (código 6810.90. estadual ou municipal. § 1º Entre outras hipóteses as alíquotas internas são aplicadas quando: a) o remetente ou o prestador e o destinatário da mercadoria. bem ou serviço estiverem situados neste Estado.00) (Lei n.2010 e 8427. 6. mamona. VI . farinha de trigo. 4.795 de 18. 15.32. lenha.21). trigo. óleo diesel (código NCM 2710. alfazema. Revogado pela alteração 155ª.alíquota de 18% (dezoito por cento) para as demais prestações de serviço. colza. endivia. 1. Revogado. girassol. aneto. cacateira. 2.0100.0100. araruta. ovos de aves. rami em broto. na sua fabricação. biodiesel (código NCM 3824. 9.00. 3. de 13. raiz-forte. suínos. banheiras.9900. 15.0200 da NBM/SH. telha.11. retroescavadeiras (código 8429.610. ruibarbo. alcachofra. gobo. repolho-chinês. 16. cebolinha.01.091. animais vivos. cebola. alecrim. madeira em toras. 1. cenoura. o estabelecimento adquirente do veículo destinado ao ativo imobilizado somente poderá aliená-lo. beringela.19. lentilha. brotos de samambaia. gengibre. 7.05. § 3º Para a fruição do previsto na alínea "c" do § 2º. 3.0200. grão-de-bico. tomate.00. 18.

do Decreto n. 16. mercadorias e serviços a contribuintes estabelecidos no Distrito Federal e nos demais Estados não relacionados no inciso anterior. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que." Art. § 1º Equipara-se a estabelecimento autônomo. Na saída de mercadoria para empresa de construção civil inscrita no cadastro de contribuintes do ICMS da unidade federada de destino aplica-se a respectiva alíquota interestadual (inciso II do art.2009 surtindo efeitos a partir de 1º. ressalvado o disposto no inciso III deste artigo.12.4% nas prestações de serviço de transporte aéreo interestadual de passageiro. § 5º Na nota fiscal emitida para documentar a saída do veículo do ativo imobilizado do estabelecimento indicado no § 4º deverá constar a data da aquisição original e o destaque do imposto quando devido. o veículo ou qualquer outro meio de transporte utilizado no comércio ambulante. Considera-se contribuinte autônomo cada estabelecimento do mesmo contribuinte (art. São responsáveis pelo pagamento do imposto (art. § 2º Para os efeitos deste Regulamento. 7. com capacidade de carga de até 5t. II . 1º. SEÇÃO II DO RESPONSÁVEL OU SUBSTITUTO Art. 18 da Lei n. atualizado até o Decreto n. redespachar ou transportar sem a documentação fiscal regulamentar ou com documentação fiscal inidônea. que realize. depósito fechado do contribuinte é o local destinado exclusivamente ao armazenamento de suas mercadorias no qual não se realizam vendas. classificados nos códigos NBM/SH 8704. deverá recolher o imposto correspondente à diferença entre a aplicação das alíquotas previstas no inciso VI e no inciso IV sobre a base de cálculo da aquisição original.Aprovado pelo Decreto n.980 de 21. quando não destinados à industrialização ou à comercialização. d) transportada que for negociada com interrupção de trânsito no território paranaense. Rio Grande do Sul. 18. operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Art.12. 1.Aprovado pelo Decreto n. As alíquotas para operações e prestações interestaduais são (art. Rio de Janeiro. 17.016/2008). na captura de pescado ou na prestação de serviços. 15 da Lei n. 1º da Lei n. 11. em relação à mercadoria: a) que despachar.2009 CAPÍTULO V DA SUJEIÇÃO PASSIVA SEÇÃO I 25 RICMS . Acrescentado o parágrafo único ao artigo 15 pela alteração 216ª. Parágrafo único.12% para as operações e prestações interestaduais que destinem bens.04. e veículos comerciais leves.580/96). b) não se aplica no caso de sinistro por perda total do veículo a ser comprovado de acordo com a legislação própria e os princípios de contabilidade geralmente aceitos. mercadorias e serviços a contribuintes estabelecidos nos Estados de Minas Gerais.2010 DO CONTRIBUINTE Art. com os acréscimos legais calculados desde a data da aquisição. Santa Catarina e São Paulo.05.091.430 de 18. § 6º O disposto nos §§ 3º e 4º: a) aplica-se a veículos automóveis de passageiros. 11. III .2007.580/96). c) adquira em licitação mercadoria ou bem apreendidos ou abandonados. 4. qualquer que seja a sua finalidade.091. ressalvado o disposto no inciso seguinte. ou energia elétrica.03. classificados nos códigos NBM/SH 8703. Contribuinte do imposto é qualquer pessoa. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. de 13. c) que entregar a destinatário diverso do indicado na documentação fiscal. art. carga e mala postal. b) seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior.2010 ativo imobilizado.580/96): I .05. antes do decurso de doze meses da respectiva entrada.2007. 7. b) transportada de outra unidade federada para entrega sem destinatário certo ou para venda ambulante neste Estado. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior (art.RICMS . d) adquira petróleo. 11. 15. oriundos de outra unidade federada.580/96): I . 26 .o transportador. 11. física ou jurídica. atualizado até o Decreto n. Parágrafo único. de 13. 1. 17 da Lei n. mesmo sem habitualidade ou intuito comercial: a) importe do exterior mercadoria ou bem. 16 da Lei n.7% para as operações e prestações interestaduais que destinem bens.980 de 21. com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial. 16.

gorduras alimentares elaboradas e ceras de origem animal ou vegetal (Seção III).o contratante de serviço ou terceiro que participe de prestação de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal e de comunicação. bolsas e artefatos semelhantes e obras de tripa (Seção VIII). armas e munições. § 2º A responsabilidade a que se refere o inciso IV fica também atribuída: a) ao contribuinte que realizar operação interestadual destinada ao Estado do Paraná com petróleo.a pessoa natural ou jurídica de direito privado.2010 14. que tenham como destinatário 28 .inclusive quanto ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final. em relação ao ICMS suspenso ou diferido concernente à aquisição ou recebimento.2007. metais folheados ou chapeados de metais preciosos. III . 17. e suas obras. na qualidade de substituto tributário. 10. líquidos alcoólicos e vinagres. b) às empresas geradoras ou distribuidoras de energia elétrica e ao agente comercializador. 6. 16. 4.091. matérias têxteis e suas obras (Seção XI). na condição de contribuinte ou de substituto tributário. 19. produtos das indústrias alimentares. inclusive lubrificantes. suas partes e acessórios (Seção XIX). sem direito a crédito. VIII . e suas partes e acessórios (Seção XVI). em relação à mercadoria cuja fase de diferimento ou suspensão tenha sido encerrada. controle ou de precisão. couros. contribuinte do imposto. obras de pedra.qualquer pessoa.12.2007. em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações. produtos das indústrias químicas ou das indústrias conexas (Seção VI).05. § 1º A adoção do regime de substituição tributária em relação às operações interestaduais dependerá de acordo específico celebrado pelas unidades federadas interessadas. pelo pagamento do imposto. quando não comprovada a condição de contribuinte do adquirente. aparelhos de gravação ou de reprodução de som. 7. 3. 12. instrumentos e aparelhos de ótica. b) aos serviços de transporte e de comunicação. em relação: a) aos seguintes produtos classificados nas abaixo citadas seções da NBM/SH: 1. 1. 7.091. 7. VII . artigos de correeiro ou de seleiro. cimento. suas partes e acessórios (Seção XVIII). fumo (tabaco) e seus sucedâneos manufaturados (Seção IV).2010 II .980 de 21. amianto. de 13. bijuterias e moedas (Seção XIV).05. 5. máquinas e aparelhos. artigos de viagem. pela operação subseqüente. em relação às operações subseqüentes realizadas neste Estado. metais preciosos. mica ou de matérias semelhantes. atualizado até o Decreto n.980 de 21. 18. carvão vegetal e obras de madeira. bebidas. 8. animais vivos e produtos do reino animal (Seção I). em relação às operações de conta alheia. em relação à mercadoria que detiver para comercialização. 2. c) pela manutenção em depósito de mercadoria desacompanhada de documentação fiscal. comissário ou liquidante. sejam antecedentes. VI . metais comuns e suas obras (Seção XV). 27 RICMS .Aprovado pelo Decreto n. 13.RICMS . de 13. aparelhos de relojoaria. produtos da sua dissociação. e suas partes. concomitantes ou subseqüentes . § 3º Nas operações interestaduais com as mercadorias de que trata o parágrafo anterior. peles.Aprovado pelo Decreto n.o contribuinte ou depositário a qualquer título. medida.o contribuinte. plásticos e suas obras e borracha e suas obras (Seção VII). 9. aparelhos de gravação ou de reprodução de imagens e de som em televisão. instrumentos e aparelhos médico-cirúrgicos. desacompanhada de documentação fiscal ou acompanhada de documento fiscal inidôneo. peleteria (peles com pêlo) e obras destas matérias. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. atualizado até o Decreto n. IV .o leiloeiro. cortiça e suas obras e obras de espartaria ou de cestaria (Seção IX).o alienante de mercadoria. mercadorias e produtos diversos (Seção XX). nas operações internas e interestaduais com energia elétrica destinadas ao Estado do Paraná. nas circunstâncias previstas nos arts. material elétrico. 1. pedras preciosas ou semipreciosas e semelhantes. V .na forma prevista neste Regulamento. material de transporte (Seção XVII). X . produtos cerâmicos e vidro e suas obras (Seção XIII). b) pela manutenção em depósito de mercadoria com documentação fiscal irregular ou inidônea. pérolas naturais ou cultivadas. instrumentos musicais. IX . produtos minerais (Seção V). industrialização ou simples entrega. gesso. 15. localizado neste Estado . desde a produção ou importação até a última operação. papel ou cartão de reciclar (desperdícios e aparas) e papel e suas obras (Seção X). 131 a 138 do Código Tributário Nacional. pastas de madeira ou de outras matérias fibrosas celulósicas. sendo seu cálculo efetuado sobre o preço praticado na operação final. produtos do reino vegetal (Seção II).12. síndico. gorduras e óleos animais ou vegetais. 11. madeira.o armazém geral e o depositário a qualquer título: a) pela saída real ou simbólica de mercadoria depositada neste Estado por contribuinte de outra unidade federada. fotografia ou cinematografia.o contribuinte que promover saída isenta ou não tributada de mercadoria que receber em operação de saída abrangida pelo diferimento ou suspensão.

Na hipótese de responsabilidade tributária em relação às operações ou prestações antecedentes. c) reintrodução de mercadoria. para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável.CRE.2007.o despachante que tenha promovido o despacho ou redespacho de mercadorias sem a documentação fiscal exigível.2007. quando este não for. o imposto incidente na operação será devido a este Estado e será pago pelo remetente.580/96): I . atualizado até o Decreto n. 11. sem a documentação fiscal exigível: 29 RICMS . representante.2010 adquirente consumidor final localizado no Estado do Paraná. 11. no todo ou em parte. SEÇÃO III DA RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA Art. c) a informação ou declaração de que dependa o cumprimento de obrigação decorrente de substituição tributária não tenha sido prestada. nas situações em que o pagamento é exigido por ocasião da ocorrência do fato gerador (Lei n. salvo determinação em contrário da legislação. O local da operação ou da prestação. 1. mandatário ou gestor de negócios com atuação vinculada a tais operações. 21. c) a atribuição da responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto ao destinatário da mercadoria. São solidariamente responsáveis em relação ao imposto (art. III . 7. o imposto devido pelas referidas operações ou prestações será pago pelo responsável. cujo transporte deverá ser acompanhado de via do documento de arrecadação. 1. na hipótese do inciso IV deste artigo. b) onde se encontre. 21 da Lei n. atualizado até o Decreto n. Art.580/96): I . ou deixar de ser. § 5º O responsável sub-roga-se nos direitos e obrigações do contribuinte.980 de 21. § 6º Respondem pelo crédito tributário todos os estabelecimentos do mesmo titular. 20. § 4º A Coordenação da Receita do Estado . o disposto no parágrafo único do art.o contribuinte substituído.091.2010 a) saída de mercadoria para o exterior. II . de mercadoria por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado.Aprovado pelo Decreto n.da entrada ou recebimento da mercadoria. Parágrafo único. de 13. 15. II . III . entende-se por diferimento a substituição tributária em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações antecedentes. de 22 de agosto de 2007).ocorrer qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento do imposto. eleito substituto tributário.12. 22 da Lei n. 134 do Código Tributário Nacional. do bem ou do serviço. a suspensão da aplicação do regime de substituição tributária ou o pagamento do imposto na saída da mercadoria do estabelecimento remetente. § 7º Para os efeitos deste Regulamento. 11. CAPÍTULO VI DO LOCAL DA OPERAÇÃO E DA PRESTAÇÃO Art.a pessoa que promova importação. d) o do estabelecimento onde ocorrer a entrada física ou o do domicílio do adquirente quando não 30 . quando (art. é (art. ou o título que a represente. pelo substituto tributário. quando: a) o imposto não tenha sido retido. c) o do estabelecimento que transfira a propriedade. quanto ao síndico e o comissário.580/96): I .05.610. ainda que isenta ou não tributada.980 de 21. 19. d) receber mercadoria desacompanhada do comprovante de recolhimento do imposto. A responsabilidade prevista neste artigo é extensiva ao imposto devido por prestação de serviços vinculados a circulação de mercadoria ou bem.Aprovado pelo Decreto n.091. estendendo-se a sua responsabilidade à punibilidade por infração tributária.12. assim como o despachante aduaneiro. IV . tenha sido feita de forma irregular ou tenha sido apresentada fora do prazo regulamentar pelo contribuinte substituído. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhado de documentação fiscal inidônea. 20 da Lei n. em substituição ao remetente. de 13. exportação ou reintrodução de mercadoria ou bem no mercado interno. b) tenha ocorrido infração à legislação tributária para a qual o contribuinte substituído tenha concorrido. b) em relação a contribuinte substituto que descumprir as obrigações estabelecidas na legislação. 7.RICMS .05. ressalvada.o entreposto aduaneiro ou industrial que promovam. pode determinar: a) a suspensão da aplicação do regime de substituição tributária.da saída subseqüente por ele promovida. no momento da ocorrência do fato gerador. b) saída de mercadoria estrangeira depositada no entreposto com destino ao mercado interno.tratando-se de bem ou mercadoria: a) o do estabelecimento onde se encontre.

CAPÍTULO VII DO REGIME DE COMPENSAÇÃO DO IMPOSTO SEÇÃO I DAS MODALIDADES Art. quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial ou na operação em que perdeu tal condição. 7.2007. g) o território deste Estado em relação às operações com ouro aqui extraído. c) onde tenha início a prestação. 23 da Lei n. o do estabelecimento ou domicílio do destinatário. 32 . § 6º O disposto na alínea "a" do inciso II deste artigo não se aplica quando o valor da prestação estiver incluído no valor da carga transportada. crustáceos e moluscos. d) onde seja cobrado o serviço. na hipótese do inciso XIII do art. na hipótese do inciso I deste artigo.tratando-se de prestação onerosa de serviço de comunicação: a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem. 5º. retransmissão. § 4º Na impossibilidade de determinação do estabelecimento. c) o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço. nas operações interestaduais com energia elétrica e petróleo. i) o território deste Estado. observado o contido nos incisos VII e XVII do art.RICMS . deve ter sua origem identificada. o desembarque do produto da captura de peixes.por mercadoria ou serviço à vista de cada operação ou prestação. estabelecimento é o local. nos demais casos. III . o imposto devido será recolhido em partes iguais para as unidades federadas onde estiverem localizados o prestador e o tomador. 31 RICMS . de 13.05. 22. considera-se como tal o local em que tenha sido efetuada a operação ou prestação. II .Aprovado pelo Decreto n. observar-se-á o seguinte: a) o imposto será pago em parcelas periódicas. § 8º Na hipótese do inciso III.Aprovado pelo Decreto n. ampliação e recepção. quando prestado por meio de satélite. mediante declaração expressa no documento fiscal correspondente.2010 § 5º Quando a mercadoria for remetida para armazém geral ou para depósito fechado do próprio contribuinte. desde que não destinados à industrialização ou à comercialização. na hipótese do inciso XIII do art.2010 estabelecido. emissão. cartão ou assemelhados. em relação às operações realizadas em sua plataforma continental. 5º. 11. próprio ou de terceiro.980 de 21. em operação interna. § 2º Na hipótese do inciso III deste artigo. que envolvam localidades situadas em diferentes unidades federadas e cujo preço seja cobrado por períodos definidos. O imposto é não-cumulativo. de 13. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação com o montante cobrado nas anteriores por este Estado ou por outra unidade federada. assim entendido o da geração.580/96): I . § 1º O disposto na alínea "c" do inciso I não se aplica às mercadorias recebidas em regime de depósito de contribuinte de unidade federada que não a do depositário.12.2007. inclusive lubrificantes e combustíveis dele derivados. edificado ou não.tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior. encontrada a mercadoria ou constatada a prestação. quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal ou quando acompanhada de documentação fiscal inidônea. o ouro.tratando-se de prestação de serviço de transporte: a) onde se encontre o veículo transportador. para um determinado período estabelecido na legislação. no caso de arrematação de mercadoria ou bem importados do exterior e apreendidos ou abandonados.980 de 21. apurado por um dos seguintes critérios (art. 1. § 7º Quando o fato gerador realizar-se em decorrência do pagamento de ficha. II .12. transmissão. nos demais casos. atualizado até o Decreto n.091. assegurado ao contribuinte o direito de impugná-la e instaurar processo contraditório. onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou permanente. e) aquele onde seja realizada a licitação. a posterior saída considerar-se-á ocorrida no estabelecimento do depositante. repetição. inclusive consumidor final.05. b) o do estabelecimento destinatário do serviço.por período. b) o do estabelecimento destinatário do serviço.por estimativa. atualizado até o Decreto n. em função do porte ou da atividade do estabelecimento. no território paranaense. § 2º Para os efeitos da alínea "g" do inciso I. h) onde ocorrer. § 1º O mês será o período considerado para efeito de apuração e lançamento do ICMS. § 3º Para os efeitos deste Regulamento. privado ou público. bem como onde se encontrem armazenadas mercadorias.091. 7. tratando-se de serviços não medidos. mar territorial ou zona econômica exclusiva. quando definido como ativo financeiro ou instrumento cambial. o local da operação ou da prestação será o do estabelecimento que fornecer esses instrumentos ao adquirente ou usuário. no caso de importação do exterior. 1. 65. IV . f) onde estiver localizado no território paranaense o adquirente. III . salvo se para retornar ao estabelecimento remetente.

nos casos de pagamento desvinculado da conta-gráfica é a estabelecida neste Regulamento. pneus. 221. Não se considera cobrado.Aprovado pelo Decreto n. caso tenha direito ao crédito do imposto. 1. fluídos. o transportador que emitir o conhecimento 33 RICMS .2010 b) ao final do período. câmaras de ar e demais materiais rodantes. por veículo automotor. efetivamente utilizados na prestação de serviço iniciado neste Estado. § 13. quando se tratar da hipótese da alínea "c" do parágrafo anterior. 62. § 6º O contribuinte adotará por parâmetro para apropriação do crédito a proporção do valor das prestações iniciadas no território paranaense em relação ao total da receita decorrente dos serviços de transporte interestadual e intermunicipal executados pela empresa. aditivos. nos termos do art. os prestadores de serviço de transporte interestadual e intermunicipal poderão apropriar-se do crédito do imposto de serviços da mesma natureza. por veículo automotor. proporcionalmente a esta parcela. § 12. o valor do crédito corresponderá ao montante resultante da aplicação da alíquota interna sobre o valor que serviu de base de cálculo para a retenção. O contribuinte que efetue transporte de carga própria poderá apropriar-se do crédito do imposto das operações tributadas de aquisição de combustíveis. § 14. ainda que destacado em documento fiscal o montante do imposto que corresponder a vantagem econômica decorrente da concessão de qualquer subsídio. que permanecerá à disposição da fiscalização. fluídos. que deverá ser lançada no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. d) na subcontratação.091. em não se conhecendo o valor do imposto. lubrificantes. cuja natureza da operação será "Recuperação de Crédito". na coluna "Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto".05. será feito o ajuste com base na escrituração regular do contribuinte. 23. Na hipótese do § 13: a) para apropriação do crédito.RICMS . peças de reposição e outros produtos de manutenção da frota.980 de 21. que pagará a diferença apurada. em relação às operações concomitantes ou subseqüentes. § 9º Na hipótese da alínea "b" do parágrafo anterior. conforme dispõem as alíneas "a" e "c" do inciso I do art. o mesmo poderá ser calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor de aquisição da mercadoria. de 13. b) o imposto poderá ser lançado no campo "Outros Créditos" da GIA/ICMS. se positiva. sendo que. 7. § 5º Para a apropriação do crédito o contribuinte deverá elaborar demonstrativo. poderá apropriar-se do crédito do imposto das operações tributadas de aquisição de combustíveis.980 de 21. atualizado até o Decreto n.091. O crédito não poderá ser apropriado com base em Nota Fiscal de Venda a Consumidor. o mesmo poderá ser calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor de aquisição da mercadoria. sendo que o imposto poderá ser lançado no campo "Outros Créditos" da GIA/ICMS. inclusive de limpeza.2007. c) o estabelecimento que apurar o imposto por estimativa não fica dispensado do cumprimento de obrigações acessórias. a diferença será compensada com o pagamento referente ao período ou períodos imediatamente seguintes. poderá o crédito ser apropriado. inclusive de limpeza. salvo mediante autorização da repartição fiscal. crédito presumido ou outro incentivo ou benefício fiscal em desacordo com o disposto na alínea "g" do inciso XII do § 2º do art. em não se conhecendo o valor do imposto.2010 de transporte pelo preço total do serviço fará a apropriação dos créditos relativos aos fretes de cada modalidade de prestação. 24/75). ressalvado o disposto na alínea "b". 1. totalizando-as segundo a sua natureza. o qual corresponderá ao valor resultante da aplicação da alíquota interna sobre o valor que serviu de base de cálculo para a retenção. 34 . ficando permitida a escrituração das notas fiscais de aquisição num único lançamento no livro Registro de Entradas ao final de cada mês.05.Aprovado pelo Decreto n. § 11. b) no transporte por redespacho. em que o destinatário substituído seja contribuinte e não destine a mercadoria à comercialização. por requerimento do interessado. § 8º Independentemente do sistema de tributação adotado. que permanecerá à disposição da fiscalização. óleos. sendo que. o contribuinte deverá efetuar demonstrativo mensal. ou for acondicionada em embalagem para revenda ou utilizada no processo industrial. 155 da Constituição Federal (art. que não optar pelo crédito presumido previsto nos itens 23 e 24 do Anexo III. o transportador contratante fará a apropriação do crédito relativo ao frete lançado no conhecimento de transporte emitido pelo transportador contratado. § 7º Na aplicação do disposto no § 4º deverão ser observadas as regras contidas no art. da efetiva utilização dos produtos arrolados em transporte relacionado com a atividade fim do estabelecimento. 223.12. de 13. pneus. § 10. 8º da Lei Complementar n. bem como quando a acondicionar em embalagem para revenda ou a utilizar no processo industrial. § 3º A forma de compensação do imposto. observado o disposto nas notas 1 a 4 do item 23 do Anexo III: a) na contratação de transportador autônomo para complementação do serviço em meio de transporte diverso do original. ou for acondicionada em embalagem para revenda ou utilizada no processo industrial.12. lubrificantes. deverá observar o seguinte: a) quando a mercadoria adquirida não for destinada à comercialização. bem como de mercadorias destinadas ao ativo permanente. caso contrário. observado o disposto no § 3º do art. nas seguintes situações. Nas operações com mercadoria sujeitas ao regime da substituição tributária. c) no transporte intermodal. 175. peças de reposição e outros produtos de manutenção da frota. câmaras de ar e demais materiais rodantes.2007. mediante nota fiscal para este fim emitida. redução da base de cálculo. atualizado até o Decreto n. com base nos documentos emitidos na forma do inciso II do art.CAD/ICMS. 7. óleos. que será instruído com provas inequívocas da aquisição e da utilização da mercadoria na consecução da atividade fim do estabelecimento. § 4º O estabelecimento prestador de serviço de transporte interestadual ou intermunicipal inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado . b) quando apenas parte da mercadoria não for destinada à comercialização. aditivos. da efetiva utilização dos produtos arrolados no parágrafo anterior em serviço tributado iniciado no território paranaense.

do crédito do imposto oriundo das aquisições de embalagens destinadas à comercialização desses produtos. antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua entrada no estabelecimento.2008 até 16. em relação aos créditos decorrentes de entradas de mercadorias no estabelecimento destinadas ao ativo permanente.12. caso o período de apuração seja superior ou inferior a um mês.05. ou no livro Registro de Apuração do ICMS. está condicionado à idoneidade da documentação e. 22. ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação (art. em relação à proporção das operações de saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o total das operações de saídas ou prestações efetuadas no mesmo período.05. art. real ou simbólica. e para a aplicação do disposto nas alíneas "a" a "e" deste parágrafo.2007. 11. o saldo remanescente do crédito será cancelado. 1. surtindo efeitos a partir 1º. f) para efeito da compensação prevista neste artigo e no art. 1. 27.01. 7. Nova redação da alínea "a" do §º 5º do art.11. dão ao estabelecimento que as praticar direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações anteriores às isentas ou não tributadas sempre que a saída isenta ou não tributada seja relativa a produtos agropecuários. do Decreto n. devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a entrada no estabelecimento.12. de 26 de novembro de 2001. § 3º Para efeito do disposto no "caput". "pro rata" dia. para fins desta alínea. perecimento.091.2008. excetuada a hipótese do estabelecimento encontrar-se ainda em fase de implantação.007 de 17. da Lei n. atendidas as notas da respectiva Tabela. conforme o contido na Tabela I do Anexo V deste Regulamento (Ajuste SINIEF 08/97). pela alteração 145ª. a partir da data da ocorrência. § 2º O direito de utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos cinco anos contados da data de emissão do documento. as saídas e prestações com destino ao exterior.Aprovado pelo Decreto n. não será admitido o creditamento de que trata a alínea anterior. se for o caso.RICMS . 13. do art. 23 dada pela alteração 170ª. i) na hipótese de aquisição de bens destinados ao ativo permanente de estabelecimento ainda em fase de implantação. aplicar-se-á o fator obtido pela razão entre a unidade e o número estabelecido pela diferença entre quarenta e oito e a quantidade de meses transcorridos entre a entrada do bem no estabelecimento e o efetivo início de suas atividades.Aprovado pelo Decreto n. mencionando-se no campo "Observações" as causas determinantes do lançamento extemporâneo. o creditamento de que trata este parágrafo em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio.732 de 6. 24 da Lei n. posteriores às saídas de que tratam os incisos II e III do art. nos casos de reconstituição de escrita. § 4º Operações tributadas.11. inc.2010 e) na hipótese de saída. inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente. 1º do Decreto nº. não será admitido.12. O estabelecimento industrial que efetuar operações interestaduais com produtos resultantes da industrialização do leite poderá apropriar-se. na proporção dessas saídas.091. III. b) em cada período de apuração do imposto.12. o crédito poderá ser lançado extemporaneamente: a) no livro Registro de Entradas. Acrescentado o § 15 ao art. d) o quociente de um quarenta e oito avos será proporcionalmente aumentado ou diminuído. o destinatário sub-roga-se nos direitos e obrigações relativos ao crédito fiscal respectivo. será escriturado (Ajuste SINIEF 08/97): a) até cinco dias da entrada ou saída do bem do estabelecimento. no estabelecimento. caso em que o crédito será apropriado à razão definida na alínea "i" deste parágrafo e a apropriação da primeira fração ficará postergada para o mês de efetivo início das atividades. equiparando-se às tributadas. extravio ou deterioração do bem do ativo permanente. mencionando-se no campo "observações" as causas determinantes do lançamento extemporâneo. " b) pela fiscalização.2008.980 de 21. conforme for a origem do crédito.332. em substituição ao fator de quarenta e oito avos de que trata a alínea "c" deste parágrafo. reconhecido ao estabelecimento que tenha recebido as mercadorias ou para o qual tenham sido prestados os serviços. 36 . 35 RICMS . atualizado até o Decreto n. serão objeto de outro lançamento no formulário Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente . h) na hipótese de transferência de bens do ativo permanente a estabelecimento do mesmo contribuinte. conforme for a origem do crédito.2008: "a) no livro Registro de Entradas ou no livro Registro de Apuração do ICMS. além do lançamento no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. em valor proporcional ao que faltar para completar o prazo de quatro anos. respectivamente. para fins do disposto no § 3º. de 13. 3. de 13. Para a compensação a que se refere o artigo anterior.980 de 21.2010 c) o crédito a ser apropriado será proporcional ao percentual de participação das operações de saídas tributadas sobre o total das operações de saídas efetuadas no mesmo período (art.580/96). 60. 4. § 15. § 5º Sem prejuízo do estabelecido no § 2º. 23. o montante do crédito a ser apropriado será o obtido multiplicando-se o valor total do respectivo crédito pelo fator igual a um quarenta e oito avos da relação entre o valor das operações de saídas e prestações tributadas e o total das operações de saídas e prestações do período.2007. § 1º O direito de crédito. sem prejuízo do crédito presumido de que trata o “caput” do art.580/96). Redação original em vigor no período de 1º. § 6º O CIAP. à escrituração nos prazos e condições estabelecidos na legislação. para efeito de compensação com débito do imposto. c) para aplicação do disposto nas alíneas "a" e "b". 22. 1º. 11. deverá ser observado: a) a apropriação será feita à razão de um quarenta e oito avos por mês.CIAP. 2° da Lei n. 7. g) ao final do quadragésimo oitavo mês contado da data da entrada do bem no estabelecimento.2008 Art. a correspondente nota fiscal. atualizado até o Decreto n. é assegurado ao contribuinte o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria.

IV . armazenagem.430 de 18. § 9º As mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento somente darão direito a crédito quando nele entradas a partir de 1º de janeiro de 2011. pela alteração 200ª. 4. 1º.02. 7. 23. § 15. do Decreto n. b) o menor percentual previsto nos Anexos I ou II da Lei Complementar n.2009.248 de 11.091. ao contribuinte será permitido. 23. entende-se como mercadoria destinada ao uso ou consumo do estabelecimento. do art.248 de 11. atualizado até o Decreto n. Os contribuintes não optantes do Simples Nacional terão direito a crédito correspondente ao ICMS incidente sobre as suas aquisições de mercadorias de microempresa ou empresa de pequeno porte optante do Simples Nacional. Nova redação da alínea "b" do §7º do art.01.2008 até 31. 7. inclusive no depósito.2009 surtindo efeitos a partir de 1º. do art. no caso de aquisição de microempresa ou empresa de pequeno porte estabelecida no Paraná. V . observado. § 12. 1º do Decreto nº. § 8º O recebimento de serviços de comunicação pelo estabelecimento somente dará direito a crédito a partir de 1º de janeiro de 2011.03. e respectiva redução quando concedida pela unidade federada nos termos do § 20 do art. 23. 4. 38 .2009 Redação original em vigor no período 1º. no mês da operação.2007.Aprovado pelo Decreto n.016/2008). surtindo efeitos a partir 1º. b) manter os dados em meio magnético. § 14. 1º do Decreto nº. c) até cinco dias da data em que ocorrer deterioração. como limite: a) os percentuais previstos nos Anexos I ou II da Lei Complementar n.248 de 11. Para efeitos do disposto no § 9º. o valor do crédito a ser apropriado. de 13.01. na proporção destas sobre as saídas ou prestações totais. quando de aquisições interestaduais.2010 123/2006).01.a microempresa ou empresa de pequeno porte considerar. pela alteração 200ª. Acrescentado o § 14 ao art. do art.02. 4.2009: "b) for consumida no processo de industrialização. que a base de cálculo sobre a qual serão determinados os valores devidos no Simples Nacional será representada pela receita recebida no mês (regime de caixa).980 de 21. relativamente à escrituração do CIAP: a) utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados.12.2009. o ICMS efetivamente devido pelos optantes do Simples Nacional em relação a essas aquisições. § 13.a microempresa ou empresa de pequeno porte não informar o percentual de que trata o art. entrepostagem. 1. 18 da referida Lei.01. 37 RICMS . e respectiva redução quando concedida pela unidade federada nos termos do § 20 do art. 4.05. III . como limite.01.2007. a que não seja utilizada na comercialização e a que não seja empregada para integração no produto ou para consumo no respectivo processo de industrialização ou na produção rural.248 de 11.02. § 10.091.2009. II . deverá observar. exceto quando: a) for objeto de operação de saída de energia elétrica. 23 dada pela alteração 217ª. à isenção: a) prevista no art.Aprovado pelo Decreto n. de 13.2009. 1º do Decreto nº. 9º-A do Anexo VIII (art. 23. Acrescentado o § 13 ao art.04.a operação for imune ao ICMS. perecimento ou extravio do bem ou em que se completar o quadriênio. § 7º A entrada de energia elétrica no estabelecimento somente dará direito a crédito a partir de 1º de janeiro de 2011.a microempresa ou empresa de pequeno porte estiver sujeita. 23. 1º do Decreto nº. § 16. § 1º. O crédito. secagem e beneficiamento de matéria-prima (inciso III do art. 123/2006 para a faixa de receita bruta a que a microempresa ou a empresa de pequeno porte estiver sujeita no mês anterior ao da operação.2009.2009. Para os fins do disposto no § 6º. 4." c) seu consumo resultar em operação de saída ou prestação para o exterior.03.2009.980 de 21. 9º-A do Anexo VIII no documento fiscal. surtindo efeitos a partir 1º.12. desde que autorizado pelo fisco. 123/2006. Não se aplica o disposto nos §§ 13 e 14 quando: I . por opção. 16. b) sua utilização resultar em operação de saída ou prestação para o exterior. Acrescentado o § 16 ao art. o cancelamento do crédito. atualizado até o Decreto n.05. na hipótese de a operação ocorrer no mês de início de atividade da microempresa ou empresa de pequeno porte optante do Simples Nacional. § 11.a microempresa ou empresa de pequeno porte estiver sujeita à tributação do ICMS no Simples Nacional por valores fixos mensais. 1. 18 da referida Lei. Acrescentado o § 15 ao art. do art. na proporção desta sobre as saídas ou prestações totais. pela alteração 200ª.02. 3º do Anexo VIII deste Regulamento. b) consumida no processo de industrialização.RICMS . b) prevista na legislação de outro Estado ou do Distrito Federal. exceto quando: a) tenham sido prestados na execução de serviços da mesma natureza.2009. pela alteração 200ª. desde que destinadas à comercialização ou industrialização. e as disposições do art. da Lei Complementar n. na hipótese do § 13. Entende-se por consumo no processo de industrialização ou produção rural a total destruição da mercadoria. surtindo efeitos a partir 1º.2010 b) no último dia do período de apuração. O crédito apropriado na forma dos §§ 13 e 14 deverá ser lançado no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. 1º da Lei n. art. surtindo efeitos a partir 1º.

é vedado efetuar qualquer outra exclusão para fins de aferição da receita bruta. surtindo efeitos a partir 1º. o contido no § 3º do art. e) saídas de mercadorias com isenção.12. d) eventual saldo credor do período anterior. 65: a) nas hipóteses de responsabilidade previstas na legislação do ICMS. em substituição ao regime normal de apuração do ICMS estabelecido no artigo anterior. será excluído deste regime diferenciado.2007. 25. à ARE.Aprovado pelo Decreto n. 4. a recuperação do crédito em relação à entrada de bens do ativo permanente deverá observar. em cada período considerado. em cada período considerado. § 2º Para efeito do disposto no "caput" deste artigo.12. atualizado até o Decreto n.2009. 25 da Lei n. c) estornos de débitos.091. b) descontos incondicionais concedidos. de 13. existentes em estoque. § 4º Independentemente da opção pelo regime diferenciado tratado neste artigo. cujas saídas devam ocorrer com débito do imposto. considera-se receita bruta auferida o valor total das saídas de mercadorias e das prestações de serviços promovidas. c) devoluções de mercadorias adquiridas.091. § 3º Ressalvado o disposto no parágrafo anterior. calcular o imposto devido mensalmente mediante aplicação do percentual de 3. § 5º Quando a apropriação do crédito do imposto estiver condicionada ao recolhimento de forma desvinculada da conta-gráfica este será apropriado pelo valor nominal do "quantum" incidente na operação.ECF (§ 9º do art. imunidade e sujeitas à substituição tributária. do art. 1. d) transferências em operações internas.RICMS .2010 anterior. 23. § 7° A opção pelo regime diferenciado de que trata este artigo veda a utilização ou destinação de qualquer valor a título de incentivo fiscal. b) outros créditos. por estabelecimento. resultará da diferença positiva. § 6° Para os fins do disposto no parágrafo anterior. pela alteração 200ª.580/96). § 9º Aplicam-se aos estabelecimentos enquadrados no regime diferenciado de que trata este artigo as demais normas relativas ao ICMS. Art.980 de 21. § 4º Nas situações em que o sistema de registro de saídas não identificar as mercadorias. do confronto débito-crédito (art. 40 . retornando ao regime normal de apuração no mês seguinte ao da ocorrência da irregularidade. § 3º No total do crédito. devem estar compreendidas as importâncias relativas a: a) saídas e prestações. no que couber. Acrescentado o § 17 ao art. c) pode deixar de ser exercida a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao da comunicação.Aprovado pelo Decreto n. c) nas aquisições de mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária em que não tenha ocorrido a retenção do ICMS e o remetente não tenha sido ou tenha deixado de ser eleito substituto tributário. § 1º A opção pelo regime diferenciado previsto no "caput": a) deve ser comunicada expressamente à Agência da Receita Estadual . c) estornos de créditos.2009. 24. nos termos da legislação. no período considerado. na impossibilidade ou dificuldade de determinação do valor real. § 8° O contribuinte que não atender aos requisitos mencionados neste artigo. 1. apropriar-se de doze por cento do valor dessas mercadorias. de forma indevida ou a maior. o contribuinte não optante do Simples Nacional e destinatário da operação estornará o crédito respectivo. 7.05. b) outros débitos. 25 da lei n.05. podendo o contribuinte. O montante do ICMS a recolher.2010 § 17. da opção pelo retorno ao regime normal de tributação. 23. b) na entrada decorrente da importação de bens e de mercadorias e da arrematação em leilão. § 5° Na hipótese da alínea "c" do § 1°.ARE do domicílio tributário do contribuinte interessado. atualizado até o Decreto n. § 1º O saldo credor é transferível para o período ou períodos seguintes. a forma de apuração obedecerá ao critério estabelecido pela Fazenda Pública.2007. 1º do Decreto nº. 11.02. ressalvadas as sujeitas ao regime de substituição tributária.2% (três inteiros e dois décimos por cento) sobre a receita bruta auferida. desde que utilize equipamento Emissor de Cupom Fiscal . O contribuinte do ramo de fornecimento de alimentação de que trata o inciso I do artigo 2º deste Regulamento poderá. devem estar compreendidas as importâncias relativas a: a) entradas e prestações.980 de 21. assim como a apropriação e transferência de créditos relativos ao ICMS. Art. excluídos os valores correspondentes a: a) prestações de serviços compreendidos na competência tributária dos Municípios. b) implica na sua fruição a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao da comunicação mencionada na alínea 39 RICMS . sem prejuízo de eventuais sanções. § 2º No total do débito. d) nas hipóteses de recolhimento no momento da ocorrência do fato gerador. o recolhimento do imposto devido nas hipóteses adiante arroladas deve ser realizado observando-se a carga tributária de cada produto e os prazos previstos no art. ou ocultar ao fisco operações ou prestações relacionadas com suas atividades. fica assegurado o direito de recuperação do crédito em relação às entradas de mercadorias anteriormente tributadas.580/96). 11.248 de 11. de 13. Na hipótese de utilização de crédito a que se referem os §§ 13 e 14. 7.01.

2010 Registro de Apuração do ICMS. § 1º O regime de que trata esta Subseção não se aplica à inscrição auxiliar no CAD/ICMS do estabelecimento que atue na condição de substituto tributário. sempre que solicitado pelo fisco. o disposto no § 3º do art. Art.na hipótese do inciso anterior. 29. aprovados em convênios (art. § 3º Os estabelecimentos que possuam prazo de recolhimento do ICMS diferenciado em virtude de projetos de incentivo à industrialização só poderão participar do regime de centralização na condição de estabelecimento centralizado. IV . através de débito nos livros fiscais próprios. destacado na nota fiscal emitida para documentar a entrada de bens ou mercadorias. 28. por qualquer motivo.05. do RICMS". relativamente ao imposto pago quando da aquisição do referido bem pela empresa arrendadora. for efetuado de forma desvinculada da conta-gráfica. As empresas poderão efetuar a apuração e o recolhimento centralizado do imposto relativo às operações ou prestações realizadas pelos estabelecimentos que optarem pela centralização. 7.RICMS .quando o pagamento do tributo estadual. além das demais normas estabelecidas neste Regulamento. d) para apropriação do crédito de que trata este inciso deverá ser observado.2007. § 5º. observando-se que (Convênio ICMS 04/97): a) para a fruição desse benefício. atualizado até o Decreto n. § 3º O aproveitamento de crédito do ICMS fica condicionado. do Livro 41 RICMS .Aprovado pelo Decreto n. 26 da Lei n. § 2º Mediante convênio. os estabelecimentos centralizados deverão adotar 42 . 11. III . O ICMS relativo ao período considerado será demonstrado mensalmente em livros e documentos fiscais próprios. § 1º O pagamento do ICMS por cálculo do sujeito passivo extingue o crédito sob condição resolutória da homologação.980 de 21. V. 30.Outros créditos". Parágrafo único. de 13. 23.091. 7. não se considera devolução o retorno de mercadoria para conserto. 11. o arrendatário efetuar a restituição do bem. SUBSEÇÃO I DA APURAÇÃO CENTRALIZADA DO IMPOSTO Art. § 3º O valor o ser creditado a que se refere o inciso V obedecerá ao disposto nos §§ 2º e 3º do art. serão automaticamente considerados como centralizados. 82.2010 Art. identificando os estabelecimentos centralizador e centralizados. observar-se-á o seguinte: a) a apuração centralizada deverá iniciar-se no mês subseqüente ao da comunicação. V . quando o substituto tenha recolhido o imposto no momento da entrada do produto. através da qual promoverá a aquisição do respectivo bem. em operação interestadual destinada a contribuinte.12. sem prejuízo de outras exigências da legislação. celebrado na forma de lei complementar. 111.ao estabelecimento arrendatário do bem. quando for o caso. 26. § 2º O disposto no inciso V não se aplica ao contribuinte substituído que promover operação com mercadoria cujo ICMS foi retido.12. num único estabelecimento denominado centralizador (art. Art. poderá ser facultada a opção pelo abatimento de uma percentagem fixa em substituição ao imposto efetivamente cobrado nas operações anteriores. § 1º Para os efeitos do disposto na alínea "a" do inciso I. b) na nota fiscal de aquisição do bem por parte da empresa arrendadora.980 de 21.05.091.Aprovado pelo Decreto n.2007. na operação de arrendamento mercantil. Para os fins do disposto nesta Subseção. da autorização de que trata o § 3º do art. Fica ainda garantido o direito ao crédito: I .art. acompanhada. de 13. desde que o retorno ocorra até sessenta dias contados da data do fato gerador. b) os novos estabelecimentos inscritos no CAD/ICMS. ressalvada a expressa opção do contribuinte pela não centralização. atualizado até o Decreto n. § 2º A indicação do estabelecimento centralizador ficará a critério da empresa. 1. à comprovação da efetividade da operação ou prestação. 1. seja ele credor ou devedor. no mesmo período de apuração em que. c) o imposto creditado deverá ser integralmente estornado. da Lei n.580/96). Art. de empresa que possua apuração centralizada do imposto.quando as mercadorias anteriormente oneradas pelo tributo forem objeto de: a) devolução por consumidor final. com anotação do fato motivador do erro e a expressão "Recuperação de ICMS . deverá constar a identificação do estabelecimento arrendatário. 25.do valor do imposto indevidamente pago ou debitado até o limite de cem UPF/PR no momento da ocorrência do evento. que será conservada nos termos do parágrafo único do art. 80. A empresa que queira optar pelo sistema tratado nesta Subseção deverá comunicar à Inspetoria Geral de Arrecadação da CRE. a empresa arrendadora deverá possuir inscrição no CAD/ICMS. Apurado o saldo em conta-gráfica. mediante lançamento no quadro "Crédito do Imposto . atualizado monetariamente. II .580/96). 27. 27. ou por não ter ocorrido a tradição real. b) retorno por não terem sido negociadas no comércio ambulante.

2010 ICMS 84/01.. § 2º Também será admitido. girinos e alevinos. modelo 1 ou 1-A. deverão comunicar o fato ao Inspetor Geral de Arrecadação.". é obrigatória a centralização da escrituração de que trata o art. se o saldo recebido em transferência for credor. de sua propriedade. e conterá. ainda que destinadas ao ativo permanente. 1. cláusula terceira). As empresas optantes pela apuração centralizada do imposto na forma desta Subseção. as seguintes indicações: a) data da transferência do saldo. ou 65... câmaras de ar e demais materiais rodantes. adubos. devendo ser anotada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências a indicação do estabelecimento centralizador. no mesmo mês de referência da apuração do imposto. desinfetantes.05. peças de reposição e outros produtos de manutenção da frota própria. Parágrafo único. pneus. óleos.Aprovado pelo Decreto n.. parasiticidas. no quadro "Outros Créditos". que desejarem retornar ao sistema normal de apuração ou excluir alguns de seus estabelecimentos deste regime.GIA/ICMS Normal. b) natureza da operação: "Transferência de Saldo".091. no que couber. se o saldo recebido em transferência for devedor. além do atendimento das demais disposições deste Capítulo (Convênio 43 RICMS . lubrificantes. a título de transferência de saldo de imposto. passando a valer a nova situação a partir do mês subseqüente ao da comunicação. formicidas.declarar os valores escriturados na forma acima. estadual e no CNPJ. nematicidas. do estabelecimento centralizador.emitir Nota Fiscal. o disposto no art. aditivos. inclusive trator. ovos férteis. atualizado até o Decreto n. g) lubrificantes. na forma desta Subseção..980 de 21. observado. inseticidas.. utilizados na atividade agropecuária. desde que o transporte seja 44 . ao estabelecimento agroindustrial. os campos de códigos 55 para lançamento do saldo transferido. d) semens. § 1º Para os efeitos deste artigo consideram-se insumos e serviços: a) ração. espalhantes. até o quinto dia subseqüente ao da apuração do imposto. câmaras de ar e demais materiais rodantes.12.escriturar as notas fiscais emitidas na forma do artigo anterior. Os produtores rurais.. corretivos de solo. 7. soros e medicamentos de uso veterinário. herbicidas.05. se o saldo transferido for devedor. na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal. no livro Registro de Apuração do ICMS. No que se refere a empresas prestadoras de serviço de transporte de passageiros.. concentrados. e na prestação de serviços destinados à produção.apresentar no prazo previsto neste Regulamento a Guia de Informação e Apuração do ICMS . aditivos. no deslocamento de matéria-prima de origem vegetal diretamente do produtor para a indústria.12. embriões. quando credor. sais minerais e mineralizados. combustíveis e serviço de transporte. Art. II .Aprovado pelo Decreto n.2007..GIA/ICMS Normal. 33.. SUBSEÇÃO II DO CRÉDITO NO SETOR AGROPECUÁRIO Art. o crédito de que trata a alínea "f" do parágrafo anterior. utilizando os campos de códigos 55 para os saldos devedores e 65 para os saldos credores.2010 os seguintes procedimentos: I . exclusivamente. no quadro "Outros Débitos". O estabelecimento centralizador poderá emitir nota fiscal para pagamento de imposto desvinculado da conta-gráfica. suplementos e demais alimentos para animais. II . se o saldo transferido for credor. ou no quadro "Outros Créditos". fluídos.. no mínimo.. utilizada no transporte de sua produção. 32. Art. b) sementes. 35. poderão abater do ICMS a recolher o imposto cobrado na operação de aquisição de insumos e de mercadorias. endereço e números de inscrição. aplicando-se. sarnicidas. A nota fiscal referida no inciso I deverá ser emitida na ordem cronológica seqüencial constante dos blocos. óleos. 22.. referente à apuração do imposto do mês de . vacinas. na Guia de Informação e Apuração do ICMS . 34. O estabelecimento centralizador deverá adotar os seguintes procedimentos: I . d)"Transferência do saldo (devedor ou credor) da conta-gráfica. e) energia elétrica. de 13. fluídos. ainda que devido por outro estabelecimento da mesma empresa. germicidas.980 de 21. f) combustíveis. estimuladores e inibidores de crescimento. peças de reposição e outros produtos de manutenção de tratores. 7. fertilizantes.. III . 1. e) valor do saldo transferido. devidamente preenchida. fungicidas. 31.2007. no livro Registro de Apuração do ICMS. aditivos. 28.RICMS . Art. quando devedor. c) acaricidas. de 13. Art. comprovadamente utilizados na atividade agropecuária. ou no quadro "Outros Débitos". pneus.091. atualizado até o Decreto n.. no que couber. máquinas e equipamentos. 23.escriturar a nota fiscal emitida na forma do inciso anterior. utilizando. o disposto no § 3º do art.. no momento da saída de produtos agropecuários. c) nome. dessecantes e desfolhantes.

§ 3º O contribuinte autorizado na forma deste artigo deverá: a) confeccionar a Ficha de Controle de Crédito de Insumos Agropecuários . 23. respectivamente. indicando o número da FCCIA a que corresponder.12.ARE.05. § 1º Os contribuintes referidos neste artigo poderão adotar o controle centralizado dos créditos.05. § 4º A nota fiscal referida na alínea "c" do parágrafo anterior será lançada na coluna transferência de crédito da FCCIA do produtor e no livro Registro de Apuração do ICMS. observando-se a proporção estabelecida em contrato. devidamente preenchida. 2. cuja natureza da operação seja "transferência de crédito". II . 45 RICMS .2010 realizado por veículo da própria indústria. a denominação "Ficha de Controle de Crédito de Insumos Agropecuários". observado o limite previsto no parágrafo único do art.2007.apor as vias da ECC..consignar nos documentos a expressão "Crédito Utilizado na ECC n. anexando-os à FACC. ou nas operações abrangidas por diferimento ou suspensão observado. Art. O valor do crédito transferido não poderá ser superior ao resultante da aplicação da alíquota interna. a identificação do produtor.a 1ª via dos documentos fiscais de aquisição de insumos ou serviços. 40. a 1ª e 2ª vias da ECC. 38. § 2º A requerimento do interessado. O valor do crédito transferido na forma deste artigo será lançado no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS do destinatário. sobre o valor da operação ou prestação. 14. 39. Para os efeitos do art. Parágrafo único. Em substituição ao sistema de transferência de crédito previsto nos artigos anteriores. Art. o controle dos créditos transferidos. atualizado até o Decreto n. firmando no verso declaração que indique os fins a que os mesmos se destinam ou se destinaram. no que couber. § 3º No que se refere à nota fiscal referida no inciso II.à anulação e à manutenção de créditos aplica-se o disposto nos arts. devidamente preenchidas. observar-se-á o que segue: a) em se tratando de produtor inscrito no CAD/ICMS.analisar os documentos apresentados. b) proceder o registro dos documentos na FCCIA. que possuir propriedades em área subordinada a mais de uma ARE de uma mesma Regional.2010 III . O produtor poderá transferir o crédito das aquisições de que trata o artigo anterior ao contribuinte inscrito no CAD/ICMS nas hipóteses em que este seja o responsável pelo pagamento do imposto. deverá: I . o produtor deverá apresentar na Agência da Receita Estadual . que deverá ser registrada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. § 2º O produtor rural. na coluna "Outros Créditos".Aprovado pelo Decreto n.". 1. II . 36. presentes a conveniência administrativa e a segurança do controle fiscal. conferir os valores constantes da FACC. IV . numerando suas vias com aposição de ECC. conforme especificado em norma de procedimento. emitida para documentar a entrada da mercadoria adquirida do produtor. conforme previsto em norma de procedimento. do seu domicílio tributário: I . o Diretor da CRE poderá autorizar outros contribuintes a operarem o regime especial previsto neste artigo.FACC. b) em se tratando de produtor rural inscrito no Cadastro de Produtores Rurais-CAD/PRO. A ARE. § 1º A 1ª via dos documentos referidos nos incisos I e III deste artigo poderá ser restituída ao produtor. contendo: 1. a origem e o destino dos créditos fiscais. 36.a Ficha de Autorização e Controle de Créditos . anotando-se o número da ECC. anotando-se o seu número e o dispositivo deste Regulamento.FCCIA. poderá optar para que uma delas efetue o controle. na qualidade de substituto tributário. deverão ser apresentadas a 1ª e 4ª vias da Nota Fiscal. . 3.. com base em declaração conjunta. para tanto. Parágrafo único.Aprovado pelo Decreto n. 4. atualizado até o Decreto n.980 de 21. o número de ordem. 5.a 1ª via da Nota Fiscal. II . que poderá ser emitida por sistema de processamento de dados com numeração única.091. 37. 36.RICMS . a identificação do emitente. nas quais deverão ser apostas. modelo 1 ou 1-A.980 de 21. Art. c) emitir nota fiscal de transferência de crédito. Art. 6. 1. apresentar requerimento para obterem autorização junto à ARE do seu domicílio tributário. 61 e 62. prevista no art. as cooperativas de produtores e as empresas que operem no sistema de produção integrada poderão exercer o controle dos créditos de seus cooperados ou integrados.091. deverão ser apresentadas a 1ª e 3ª vias da Nota Fiscal do Produtor. de posse dos documentos referidos nos incisos I a IV do artigo anterior.a nota fiscal. anexando-os a esta. III . 7. Esta Subseção rege-se ainda pelas seguintes disposições gerais: I . de 13. 46 .2007. o disposto no § 3º do art. Art. devendo. de 13. 7. modelo 1 ou 1-A.o regime previsto nos artigos anteriores: a) é extensivo ao arrendatário e ao parceiro rural. desde que substituída por cópia reprográfica e que nos originais constem os dados relativos à transferência do crédito.12.

em vigor no período de 1º.07. não compensado em decorrência de: I . Art. devendo o formulário ficar à disposição do fisco pelo prazo previsto no parágrafo único do art. alteração 252ª. 111. de 20.2010: "V .2010. V .1º. cunicultura.10. de 20. de 08. do Decreto n. Texto original acrescentado pelo art. V . 47-A. Texto original acrescentado pelo art. a transferência deste poderá.2009. alteração 253ª.128. por estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art.operação de saída abrangida pelo diferimento do pagamento do imposto. na proporção que estas saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento. atualizado até o Decreto n. do Decreto n.º 6. a transferência deste poderá ser efetuada para: I . Nova redação do Inciso V do art.2009. 1º.2009 até 48 . IV . 43. SUBSEÇÃO III DA HABILITAÇÃO E DA TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITOS ACUMULADOS Art.1º.2008 e que não surtiu efeitos: "V . por estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art. 43 pelo art. após efetuada a transferência de que trata o inciso anterior. em vigor no período de 1º. Acrescentado o inciso III ao art.980 de 21." VI .operação de saída beneficiada por redução na base de cálculo do imposto.destinatário que o utilize na liquidação de débitos inscritos em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício.estabelecimento de fornecedor. que o utilize na liquidação de débitos inscritos em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. de 1º. inclusive das operações sem débito.destinatário com inscrição baixada no CAD/ICMS. 42. 5.para qualquer contribuinte habilitado no SISCRED. até o limite do valor do imposto diferido ou suspenso na operação.091. que decorra de saída de bem de capital de fabricante estabelecido neste Estado.03. 41.05.º 6. 1. 93.12.estabelecimento destinatário. 1º. coligada ou controlada. desde que previamente habilitado. de quaisquer aquisições.12.1º.08. por estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art. § 2º Para efetuar a transferência de crédito decorrente da aquisição de mercadoria destinada ao ativo permanente o produtor deverá observar.091. III .1º. 47-A. do Decreto n.08. do Decreto n.08." Art. alteração 252ª. alteração 253ª. hipótese de que trata o inciso I do artigo anterior. 23 e o contido na Tabela I do Anexo V deste Regulamento.2009. surtindo efeitos a partir de 1º. Nova redação do inciso VII dada pelo art. 3. ser efetuada: I . IV .128. Texto original acrescentado pelo art. III . 47 RICMS .para estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art.Aprovado pelo Decreto n. II . 47-A.2009.128.2009 até 09. II .408 de 10.03. § 1º Para os efeitos do inciso I deste artigo.para pagamento. exceto veículos com capacidade inferior a quatro toneladas.2007. 5. de 13. Quando o crédito for acumulado em virtude de operação e prestação destinada ao exterior.2008. 47-A.128.128. alteração 421ª.160. surtindo efeitos a partir de 1º.2010 IV . 1.RICMS . a título de pagamento de: a) bens. a contribuinte do ICMS. 43 dada pelo art. 47-A. alteração 137ª.para outro estabelecimento da mesma empresa.07.2010.operação de saída com a suspensão do imposto na hipótese prevista no inciso II do art.para destinatário com inscrição baixada no CAD/ICMS. 42 pelo art. Acrescentado o inciso IV ao art. surtindo efeitos a partir de 1º. b) mercadorias e serviços de comunicação e de transporte intermunicipal e interestadual de cargas. para qualquer estabelecimento de contribuinte deste Estado.549. Acrescentado o inciso VI ao art.05. o crédito acumulado em conta-gráfica oriundo de ICMS cobrado nas operações e prestações anteriores. atualizado até o Decreto n. do Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. Quando o crédito for acumulado em virtude das operações previstas nos incisos II.07.08.1º. do Decreto n. 7. do Decreto n.operação e prestação destinada ao exterior. de 20.estabelecimento de empresa interdependente. o produtor deverá apresentar todos os documentos pertinentes às saídas de sua produção.08. III e IV do artigo 41. que o utilize na liqüidação de débitos inscritos em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. ranicultura e sericicultura.2008 surtindo efeitos a partir de 1º. II . do Decreto n. aqüicultura.08. alteração 252ª.2007.para qualquer contribuinte habilitado no SISCRED. Será passível de transferência. de 13.havendo saldo remanescente.07. III .2010 b) aplica-se também às atividades de apicultura. 5.2009. de 20.para estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art.1º.2009. de que tratam o inciso II e o parágrafo único do art. 42 pelo art. alteração 420ª. 5.03.07. do Decreto n. avicultura.08. 3º. VII .2009. 7. por esta ou por outra unidade federada. Nova redação do inciso V dada pelo art.980 de 21. 5.1º. o disposto no § 3º do art.outro estabelecimento da mesma empresa. 3.408 de 10. alteração 110ª.2009. no que couber. de 20.

preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. alteração 111ª. Nova redação da alínea "a' dada pelo art.05.07.2008: "§ 2° O disposto no inciso IV não se aplica a aquisições de bens. sem controlá-la.091. procedimento a ser observado por todos os estabelecimentos. conforme o disposto no Capítulo XVII do Título III.01.08. seja titular de direitos de sócio que lhe assegurem. autorizada ao contabilista responsável nos termos do § 5º do art. Nova redação do §2º. de quaisquer aquisições. alteração 111ª. seja titular de mais de 50% do capital da outra. b) ser usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. mediante requerimento próprio interposto na ARE de seu domicílio tributário.2009. § 6º Será criada conta-corrente no SISCRED. o contribuinte deverá: a) estar cadastrado como ativo.01.Aprovado pelo Decreto n. de conformidade com o disposto em norma de procedimento fiscal.2008: 50 . além dos requisitos previstos em norma de procedimento fiscal. de 1º. sendo facultado ao destinatário do crédito a utilização do sistema apenas para escrituração de livros fiscais. 3.980 de 21. seus sócios ou acionistas e respectivo cônjuge e filhos menores.para pagamento.07. 7. e com os dados cadastrais atualizados junto ao CAD/ICMS. Nova redação do §6º.2008 até 31. 1º.GIA/ICMS.2010 c) emitir nota fiscal.160. atualizado até o Decreto n.01.2008: "§ 2º Para habilitar créditos no SISCRED o contribuinte. alteração 110ª. o seu credenciamento no SISCRED. 44.160. 44. ou serviços alheios à atividade do estabelecimento e a operações e prestações citadas no art. 401 e do art.091. a débito na conta-gráfica. diretamente ou por meio de outras controladas. § 2° O disposto no inciso IV não se aplica às operações de venda à ordem ou para entrega futura. 293. Redação original em vigor no período de 1º. 3.03. atendendo aos dispositivos do Capítulo XVII do Título III. atualizado até o Decreto n.08. Redação original em vigor no período de 1º.1º.12. no SISCRED.2010 09.2008. por si. e com os dados cadastrais atualizados no CAD/ICMS.07.Aprovado pelo Decreto n.2008. Revogado o §3º. 1º. previamente.2009. c) lançar o valor.2007. do Decreto n. c) emitir nota fiscal. há doze meses em atividade neste Estado no regime normal de apuração do imposto e ter apresentado as Guias de Informação .internet. § 2º Para obter o credenciamento." b) não estar na condição de estabelecimento centralizado. 44.01. 43. (ver NPF 001/2009) b) emitir nota fiscal no valor total do crédito a ser habilitado. para efeitos de transferência.160. c) a empresa controladora. para o credenciamento de contribuinte interessado em transferir ou receber em transferência os créditos acumulados de que trata esta Subseção. Nova redação dada ao §2º do art.2008 até 31.980 de 21. referido na alínea anterior. no regime normal de apuração do imposto. d) ter sócio. do art. quando: a) uma das empresas. do art.128. 5.160. escriturar livros e gerar arquivos por processamento de dados. 1º. a contribuinte do ICMS. do art.2008: "§ 3º Para receber créditos no SISCRED o contribuinte. centralizados. sem prejuízo do disposto nos incisos III do art. de 20. deverá: a) requerer a habilitação dos créditos acumulados. de modo permanente. do Decreto n.07. 43.2010: "VII . alteração 116ª. 1.2009: "a) estar cadastrado como ativo. considera-se empresa interdependente. além dos requisitos previstos em norma de procedimento fiscal." § 1º Para os fins do disposto neste artigo.2008. alteração 254ª. com endereço eletrônico atualizado para recebimento de correspondência. surtindo efeitos a partir de 1º." § 4º Fica vedada a concessão de credencial para inscrição especial de substituto tributário. por inscrição no CAD/ICMS. transferidos ou recebidos em transferência. inclusive. b) uma das empresas participe com 10% ou mais do capital da outra." Art. mercadorias.07. Fica instituído o Sistema de Controle da Transferência e Utilização de Créditos Acumulados . do Decreto n.01. em relação a todos os estabelecimentos. de 1º. " § 3º Revogado. para obter credencial como transferente. 405. coligada ou controlada. facultada a utilização do sistema apenas para escrituração de livros fiscais.12. b) não ser optante do regime de centralização da apuração do imposto como estabelecimento centralizado. § 1º O contribuinte deverá solicitar. atendendo aos dispositivos do Capítulo XVII do Título III. no regime normal de apuração do imposto. Redação original em vigor no período de 1º. 3. por estabelecimento industrial com projeto de investimento a que se refere o art. 47-A. escriturar livros fiscais e gerar arquivos por processamento de dados.2008 até 31. deverá: a) estar cadastrado como ativo. pelo art. no mínimo. para fins de disponibilização e controle dos créditos habilitados.2008 até 31. e) não possuir pendências quanto ao cumprimento de obrigações acessórias. 401. no caso da empresa ter optado pelo regime de apuração centralizada do imposto. 1. deverá: a) estar.08. do Decreto n. pelo art. 49 RICMS .RICMS . no regime normal de apuração do imposto. para a habilitação dos créditos passíveis de transferência e para o controle das transferências e da utilização dos créditos acumulados. e com os dados cadastrais atualizados no CAD/ICMS. de 1º. § 5º O contribuinte credenciado que pretenda habilitar créditos acumulados. diretor ou administrador cadastrado como usuário da AR. de 1º. Redação original em vigor no período de 1º. 44.SISCRED. 7. pelo art. 3. de 13.08. respectivamente. no mês da emissão da nota fiscal.2008 até 31. de 13. 1º.2007.05.08. do Decreto n.07. Redação original em vigor no período de 1º.2008. pelo art. requerer a habilitação ou receber créditos. nos termos do § 5º do art. do período. 42 e V do art.

3. Redação original em vigor no período de 1º. Nova redação do §7º. 44.2008.1º. que poderá delegá-la. Redação original em vigor no período de 1º.2008: "I . Para a transferência e a utilização de crédito acumulado. § 14. e deverá subsistir até a data do débito da nota fiscal de que trata a alínea “b” do § 5º do art. ocorridas no período compreendido entre 1º de julho de 2008 e 31 de janeiro de 2009. Nova redação do inciso I. Redação original acrescentada pelo art. sem créditos habilitados em conta-corrente ou com pedidos de habilitação pendentes. A habilitação de créditos acumulados por contribuintes credenciados que tenham encerrado suas atividades fica condicionado à: a) comprovação de não extinção da pessoa jurídica.2008.2010 "§ 6º Será criada conta corrente no SISCRED. por empresa criadora ou abatedora de aves.Aprovado pelo Decreto n. de 13. conforme Norma de Procedimento Fiscal específica.2008.07.128. alteração 255ª.2008. 3. 1º. alteração 111ª. b) o estabelecimento credenciado como transferente de crédito tornar-se estabelecimento centralizado no CAD/ICMS. de 20. § 12. habilitação e transferência de créditos acumulados.160.01. 45º dada pelo art. pelo art. de acordo com o disposto em norma de procedimento 52 . e não poderá abranger período anterior ao da última transferência de crédito acumulado efetuada. 45.07.2008.08. 1º. 1º.2008 até 31.07. do art. de 13. de 1º. Revogado o §14 pelo art. b) de contribuintes baixados.2008 até 31. deverá considerar os dados dos estabelecimentos sob este regime para a apuração do crédito acumulado. (Ver NPF 001/2009) Acrescentado o §13. 3. 5. do Decreto n.1º. alteração 111ª. podendo os créditos já habilitados ou em processo de análise ser transferidos ao centralizador. Excepcionalmente.07. o crédito acumulado em conta-gráfica em decorrência de aquisições de milho e seus derivados. alteração 111ª.091.091. e pelo centralizador.08. do Decreto n." ao § 8º Deverá ser cancelada a credencial: a) a pedido do credenciado. alteração 111ª. 45. no campo "estorno de crédito" da GIA/ICMS. de 1º.160. caso em que lhe será facultada a recuperação dos créditos transferidos ao centralizador.07.07.2009: "Art.160.2009: "§ 14.07. pelo art. Na hipótese do parágrafo anterior. 1. Redação original em vigor no período de 1º.05.160. Nova redação do §8º. Para a efetivação do disposto no parágrafo anterior. mediante requerimento. 1. bem como os de utilização ou apropriação em conta-gráfica de créditos acumulados recebidos em transferência será do Diretor da CRE.01.Aprovado pelo Decreto n.RICMS . 3. alteração 257ª.2009. o estabelecimento centralizador deverá emitir nota fiscal relativamente ao estorno do crédito recebido do centralizado após o período considerado no último pedido de habilitação de créditos.160 de 1º.08. devendo o 51 RICMS .2008: "§ 7º Será suspensa a credencial de que trata este artigo no caso da inobservância de quaisquer das disposições relativas SISCRED.08." § 13. do art.01. bem como de utilização de expediente fraudulento contra o SISCRED." § 7º Será suspensa a credencial de que trata este artigo no caso de: a) cancelamento da inscrição no CAD/ICMS de qualquer estabelecimento da empresa.2009.08. § 11.o valor passível de habilitação será verificado por Auditor Fiscal da CRE. do Decreto n.08. 3. 7. 44.08. atualizado até o Decreto n. 7.01. 45. desde que ainda remanesça saldo sem utilização.05.01.2008: "§ 12. Para a efetivação do disposto no § 11.980 de 21.12. Redação original em vigor no período de 1º. 1º.2008 até 31. 44. do art. 44.08. de que trata esta Subseção. em vigor no período de 1º. alteração 112ª. A empresa que efetue apuração centralizada do imposto.2009. de 20. poderá ser previamente habilitado. o centralizador deverá emitir nota fiscal relativamente ao estorno do crédito anteriormente recebido da centralizada. § 10. do art. de 1º. Nova redação do §12º. na condição de centralizadora.2008.2007. pelo art. c) inobservância de quaisquer procedimentos previstos na legislação que regula a utilização do crédito acumulado ou utilização de expediente fraudulento. 1º.12. b) efetivação de auditoria para fins de baixa no CAD/ICMS. na proporção das exportações diretas e atendidos os requisitos estabelecidos em Norma de Procedimento Fiscal.2008 até 31. alteração 111ª. do Decreto n. do Decreto n.2008 até 31. de 1º." Art. de 1º. atualizado até o Decreto n. pelo art.08. surtindo efeitos a partir de 1º. do Decreto n. para fins de disponibilização e controle dos créditos habilitados.980 de 21." § 9º A competência para deferir os pedidos de credenciamento.2008 até 31. no campo "estorno de crédito" da GIA/ICMS. 5. surtindo efeitos a partir de 1º.2008: "§ 8º Será cancelada a credencial de que trata este artigo no caso de baixa da inscrição do estabelecimento no CAD/ICMS. 3. Para a transferência e a utilização de crédito acumulado dever-se-á observar o que segue: Nova redação do caput do Art. do art. do Decreto n. dever-se-á observar o que segue:" I . e pelo centralizador. transferidos e recebidos em transferência. Revogado. 1º.o valor passível de habilitação não poderá ser superior ao saldo credor da GIA/ICMS do último mês do período de acúmulo. Redação original em vigor no período de 1º.07. do Decreto n. pelo art. por inscrição no CAD/ICMS.160. o contribuinte poderá optar por descentralizar o estabelecimento promotor das operações de que decorre a acumulação do crédito.2009.2007.2010 valor ser lançado pelo estabelecimento centralizado no campo "estorno de débito" da GIA/ICMS.128. observado o previsto em norma de procedimento fiscal. devendo o valor ser lançado pelo estabelecimento descentralizado no campo "estorno de débito" da GIA/ICMS. 44.

00% 10. de 13.00 ACIMA DE 50.971.01. no mês em que ocorrer a devolução.000.00 R$ 80.resultado da subtração entre a soma dos Campos 51 e 58 e a soma dos campos 62 e 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior)" Até R$ 20.980 de 21. mediante emissão de nota fiscal e comunicar à ARE do seu domicílio tributário. de 1º. de 17.00% 3.001. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. nova redação do Inciso V.2009.000.128. como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica.00 5.2009: "SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre os débitos e créditos . pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela abaixo: SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre débitos e créditos . do Decreto n.00% 4." V . 5. 13. do Decreto n.03.º 6. como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica.) PERCENTUAL Até R$ 20. 7.00% 5. surtindo efeitos a partir de 1º.00 A 200.160. b) o estabelecimento que havia transferido o crédito lançará a nota fiscal de que trata a alínea anterior a crédito na sua conta-gráfica.001. alteração 333ª. III .000.05.para fins de apuração do valor do crédito acumulado passível de transferência serão deduzidos os valores dos créditos tributários inscritos em dívida ativa.00% 10.000.408 de 10.o disposto no inciso III se aplica aos contribuintes autorizados a receber o tratamento determinado na Lei n.000. o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio. do Decreto n.00% 7.08.000.00 R$ 50.08.00 A 50.00---------------Acima de R$ 20.2007.2010." II . 3. surtindo efeitos a partir de 53 RICMS .00 R$ 5.2007.2009.2009. atualizado até o Decreto n.00 200.000.07.01.001. 1.000.001.000.000. de 13. 1º.00% 1. alteração 422ª.00% 30.Aprovado pelo Decreto n.00 ----------------------100.07.07. alteração 116ª. Redação anterior que não surtiu efeitos. atualizado até o Decreto n.091. dada pelo art.00% 20.000.00% IV .1º.000.091.000.00 A 1. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. 5. de que tratam os incisos I e IV do art. o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio.128.000.000.000. do art. do Decreto n. 45.00% 50.000. alteração 255ª. exceto os que sejam objeto de garantia administrativa ou judicial comprovada pelo interessado. Revogado a alínea "c" do art.00 A 5.2009: "III .07.08. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela a seguir: SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre os débitos e créditos .12.12. Redação original em vigor no período de 1º.000. de 20. 1º. 43: a) o destinatário do crédito deverá estorná-lo na sua conta-gráfica.00% 2.000.00% Nova redação do inciso III do Art. 1º. 45.00-----Acima de R$ 80. 45º dada pelo art.000. pelo art.000.000.08. c) Revogado.000.00-----" -------------Até Até Até Até Até ----------------------------------R$ 400. de 26 de dezembro de 2002.resultado da subtração entre a soma dos Campos 51a 58 e a soma dos campos 62 a 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior) Nova redação ao título da tabela do inciso III.00-----Acima de R$ 50.000.2008 até 31.00 20.000. alteração 255ª.2009.2010 fiscal.001.2008: "c) pode a norma de procedimento fiscal estabelecer outras rotinas e procedimentos para o estorno do crédito no SISCRED.00--------Acima de R$ 400. Redação original em vigor no período de 1º.00--------Acima de R$ 1.00 1.2008 até 31.sobrevindo desfazimento da operação. dada pelo art. não podendo ser superior ao valor do saldo credor da GIA/ICMS do último mês anterior ao do pedido.000. 7. pelo art.resultado da subtração entre a soma dos campos 51 a 58 e a soma dos campos 62 a 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior.980 de 21.000.000.00 400.2010 1º.00-----Acima de R$ 5.000.00% 5. 54 .00 R$ 1.05. 1. 1º.232.00 A 400.00 PERCENTUAL 50.000. do Decreto n.000.o destinatário do crédito acumulado recebido em transferência de outra empresa deverá observar.2008.o destinatário do crédito acumulado recebido em transferência de outra empresa deverá observar. 5. de 20.RICMS .000.000.Aprovado pelo Decreto n.

Parágrafo único.2010: 55 RICMS .08. do Decreto n.o contrato ou o estatuto social consolidado do contribuinte. 47-A.091. 5. Art. 47-A. habilitado no SISCRED. 7.2008.03.2010. do Decreto n. determinando o valor máximo do crédito acumulado a ser transferido à “Conta Investimento” do SISCRED. vinte por cento do saldo devedor próprio da GIA/ICMS do mês anterior.2009. do Decreto n.091. Art. 1º. 7." § 1º O disposto neste artigo fica condicionado a que: a) o montante total do investimento a ser efetuado seja igual ou superior a R$ 3. Para fins de utilização do crédito acumulado do ICMS. 3. vinculada ao investidor. alteração 423ª. contendo: I . 45. O uso da faculdade prevista nesta Subseção não implicará reconhecimento da legitimidade do crédito acumulado.000. 1. Fica assegurada ao estabelecimento industrial que realiza investimento em ampliação. nos termos do art. nem homologação dos lançamentos efetuados pelo contribuinte. b) a utilização do crédito acumulado. 47-C. habilitado no SISCRED. implantação.000. Para o credenciamento dos contribuintes.2010 Redação original em vigor no período de 1º. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre 56 . 47-B. IV .08. Parágrafo único. Art. mercadorias e serviços adquiridos para serem empregados em suas atividades.as datas prováveis de seu início e conclusão. § 2º Considera-se também como investimento. o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio. transferência e utilização de créditos acumulados de que trata esta Subseção deverão ser observados os procedimentos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.980 de 21. de 1º.Paraná Mais Empregos.12.08. 47-A. 41. de 26 de dezembro de 2002. aprovado pela Secretaria de Estado da Fazenda no limite do valor do projeto. em vigor no período de 1º.o cronograma de execução.RICMS . O pedido será avaliado pela Coordenação de Assuntos Econômicos . 47. alteração 112ª.408 de 10.º 6.utilizá-lo para liquidação de débitos de que trata a Subseção IV deste Capítulo. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. alteração 112ª.160. 45.05. e de Desenvolvimento Tecnológico e Social do Paraná PRODEPAR. § 3º Poderão se computados. o qual poderá apropriar-se integralmente do valor do imposto recebido em transferência. Nova redação do caput do art. Acrescentado o inciso VI. da Secretaria de Estado da Fazenda. de 1º. de 13. para fins de determinação do valor do projeto. o contribuinte deverá protocolizar pedido na Secretaria de Estado da Fazenda.2008. 47-A.2009 até 09. atualizado até o Decreto n. nos termos do art.apropriá-lo em conta gráfica ou transferi-lo para outro estabelecimento da mesma empresa.12. implantação.2010 "Art. 1.2007. 1º. 13.o disposto no inciso III: a) não se aplica a estabelecimento que possua prazo de recolhimento do ICMS diferenciado em virtude de participação nos Programas Bom Emprego. a outros contribuintes credenciados. Estando enquadrado o projeto.07. dada pelo art. O investidor com crédito acumulado na “Conta Investimento” poderá. Norma de Procedimento Fiscal poderá estabelecer outros procedimentos para estorno de créditos no SISCRED. que opinará sobre o enquadramento do projeto às hipóteses previstas no “caput” do art. deverá observar. caberá ao Secretário de Estado da Fazenda. para efeitos deste artigo.971. II .128.CAEC. aquele realizado para inovação e aperfeiçoamento de processo ou de produto. exceto se estiver sob regime de apuração centralizada do imposto.160.1º. em vigor.2010: "V .2007. de 20. obedeça ao cronograma físico-financeiro de execução do projeto. pelo art. alteração 256ª.Aprovado pelo Decreto n. de 13. inscrito no CAD/ICMS há doze meses ou menos. Acrescentado o parágrafo único. de Apoio ao Investimento Produtivo .CRE.00 (três milhões de reais). III . 47-D. 1º. 3. Art.Aprovado pelo Decreto n. do art. observado o limite mensal estabelecido no despacho decisório: I . modernização ou reativação de empreendimento.2008 até 09. SUBSEÇÃO III -A DA TRANSFERÊNCIA E UTILIZAÇÃO DE CRÉDITO PARA PROJETO DE INVESTIMENTO Art. modernização ou reativação de empreendimento.980 de 21. 41. do Decreto n.01. as aquisições ou desembolsos financeiros efetuados a partir de 1º de janeiro de 2009. Art.03. Fica assegurada ao estabelecimento industrial que realiza investimento em ampliação. Redação original dada pelo art.03.05." VI . 46. decidir sobre o pedido. habilitação. para pagamento a contribuinte do ICMS de quaisquer bens. a transferência de crédito acumulado do ICMS. II . e o cronograma de utilização.O destinatário de crédito. do art. pelo art. a possibilidade de utilização de crédito acumulado do ICMS. em conta gráfica. com fundamento em parecer da Coordenação da Receita do Estado . como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica. atualizado até o Decreto n.o projeto de investimento. b) aplica-se aos contribuintes autorizados a receber o tratamento determinado na Lei n. observando como limite máximo de apropriação mensal.

em vigor no período de 1º.2009. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela de que trata o inciso III do art. 1º.971.08.00 400.00 A 5. 5. o valor que resultar da multiplicação de seu saldo devedor próprio.08.Revogado.08. de 17. atualizado até o Decreto n. alteração 426ª.03. 7. em vigor no período de 1º.transferi-los a outros contribuintes credenciados no SISCRED.001.2010 valor que resultar da multiplicação de seu saldo devedor próprio. 5. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela de que trata o inciso II do art.Aprovado pelo Decreto n. 47-D e no inciso III do art.00 A 1.2009.1º. alteração 256ª. 47-E aplica-se aos contribuintes autorizados a receber o tratamento determinado na Lei n. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação.00% 8.RICMS .03.00 A 400. de 13.000. 47-E pelo art. de 26 de dezembro de 2002.12. que deverão observar como limite máximo de apropriação mensal. II .03.408 de 10. alteração 256ª.2010: "III .2010 tal saldo devedor na tabela a seguir: SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre os débitos e créditos .128. do Decreto n. dada pelo art. de 13.001. 1º. em conta gráfica.128." III . relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação.00% 4. do Decreto n.º 6.00% 20. alteração 431ª.980 de 21. Redação original dada pelo art.00 ACIMA DE 50. Art.2009 até 09.2009." Parágrafo único.12.apropriação em conta-gráfica.00 PERCENTUAL 100. Nova redação do inciso III. que deverão observar como limite máximo de apropriação mensal. O disposto nos incisos II e III dos artigos 47-D e 47-E: 58 . alteração 424ª.1º.408 de 10. em vigor no período de 1º.00% 35. O disposto nos incisos II e III do art.000. dada pelo art. inscrito no CAD/ICMS há doze meses ou menos. 5.08. vinte por cento do saldo devedor próprio da GIA/ICMS do mês anterior. do Decreto n.03.00 1.08.000. 1º. do Decreto n. do Decreto n.retransferência a seus fornecedores. 1. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela de que trata o inciso II do art.000. que deverão observar como limite máximo de apropriação mensal.2010. atualizado até o Decreto n. 47-E.408 de 10.00% 12. Redação original dada pelo art. de 20.2010.000.05. alteração 256ª.128. Nova redação do art. Texto original dada pelo art.408 de 10. de 20. 47-D. 47-D.128. 13.2007.00% 25.000. do Decreto n.2010. 5. de 20.000. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. Redação anterior que não surtiu efeitos: "SALDO DEVEDOR PRÓPRIO DO MESMO MÊS DO ANO ANTERIOR AO DA APROPRIAÇÃO (diferença positiva entre os débitos e créditos .980 de 21. Nova redação do inciso II.transferi-los a fornecedores. como limite máximo de apropriação mensal em conta-gráfica.2009 até 09. o 57 RICMS . 47-F.2010. alteração 425ª.00 A 50.091.08.º 6. Redação original dada pelo art.2007.2010: "Art.03.apropriação em conta gráfica ou retransferência para outro estabelecimento da mesma empresa.07.Aprovado pelo Decreto n.000.2009. do Decreto n.000. 47-F. 7. alteração 256ª.03. observando como limite máximo de apropriação mensal o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio. observando como limite máximo de apropriação mensal. do Decreto n." Art. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela de que trata o inciso II deste artigo.000. dada pelo art. 1º.1º.091. o valor que resultar da multiplicação do seu saldo devedor próprio.2010: "III .05. 1º. alteração 334ª. em vigor no período de 1º.00 A 200.03. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação.2009 até 09.00% III . pelo art.2009. 47-D.º 6. 5.1º.07. em conta gráfica.232.000.2010: "II . o valor que resultar da multiplicação de seu saldo devedor próprio.001.00 5.000.07.000. O recebedor do crédito de que trata o inciso III do art. 45.00 200. 47-D poderá utilizar os créditos recebidos do investidor para: I . em conta gráfica.liquidação de débitos de que trata a Subseção IV deste Capítulo. do Decreto 6.07.2009.resultado da subtração entre a soma dos Campos 51 a 58 e a soma dos campos 62 a 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior) Nova redação ao título da tabela do inciso II do art.resultado da subtração entre a soma dos Campos 51 e 58 e a soma dos campos 62 e 68 da GIA do mesmo mês do ano anterior)" INTERVALO ATÉ 20. pelo percentual correspondente à faixa em que se enquadre tal saldo devedor na tabela que consta no inciso II deste artigo.00 20. relativo ao mesmo mês do ano anterior ao da apropriação. surtindo efeitos a partir de 1º. O destinatário de crédito. Revogado o inciso III do art. 1.001.2009 até 09. 47-F. deverá observar. em conta-gráfica. de 20.03.001.

Acrescentado o §2º.Aprovado pelo Decreto n.2008.08. § 2º Sanadas as irregularidades.12. 47-D. com nova redação.128. Considera-se débito do ICMS. expressa renúncia a qualquer defesa ou recurso.Paraná Mais Empregos.devido nas importações com desembaraço aduaneiro realizado em território paranaense. Art. Renomeado o parágrafo único para §1º.08. ficar impossibilitado de cumpri-lo. de 1º. 1º.07. IV .2008 até 31. em virtude de participação nos Programas Bom Emprego. a correção monetária.1º. por despacho do Secretário de Estado da Fazenda. de 26 de dezembro de 2002. de Apoio ao Investimento Produtivo .971.091. a retransferência e a utilização dos créditos habilitados no SISCRED em valores superiores aos limites estabelecidos nessa Subseção e na Subseção III da Seção I do Capítulo VII do Título I deste Regulamento. de 10. 48. 5. Em qualquer caso. de 20. Acrescentado o art." Art. 60 . III . O estabelecimento com autorização vigente para parcelar ICMS incremental no Programa Bom Emprego e no Programa de Desenvolvimento Tecnológico e Social do Paraná . Art. do art. pelo art.2010 II .05. alteração 256ª. 3. encaminhando o processo ao Secretário de Estado da Fazenda para decidir sobre a manutenção desta forma de transferência.2008. 47-G. implica confissão irretratável do débito. SUBSEÇÃO IV DA LIQUIDAÇÃO DE DÉBITOS COM CRÉDITOS ACUMULADOS Art. próprio ou recebido em transferência.980 de 21. Art. § 1º Em nenhuma hipótese os créditos habilitados no SISCRED poderão ser utilizados para compensação com imposto devido em razão do regime de substituição tributária subseqüente. Art. o imposto. e de Desenvolvimento Tecnológico e Social do Paraná PRODEPAR. A critério do Governador do Estado poderão ser autorizadas a apropriação. 47-J.1º. surtindo efeitos a partir de 1º. alteração 427ª.aplica-se até o momento em que a soma dos valores recebidos em transferência atingir o valor do investimento permanente autorizado.580/1996. 47-J. 48. 1. II . no caso de eventual irregularidade.12.2007.08. de 13. 1. 48. 59 RICMS .091. 6. em vigor. observados os limites mensais de que tratam o inciso II e o parágrafo único do art. nos termos desta Subseção. nas hipóteses de que trata o art." § 2º Os contribuintes que não possuírem credencial no SISCRED para receber créditos e que estejam com inscrição baixada no CAD-ICMS poderão utilizar créditos habilitados no SISCRED para liquidar débito inscrito em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. se for o caso) para pronunciamento destes.2010 a) não se aplica a estabelecimento que possua prazo de recolhimento do ICMS diferenciado. do Decreto n. de 1º. 3.408. 1º.não se aplica a estabelecimento que estiver sob o regime de apuração centralizada do imposto.05. Art. comunicando aos interessados (transferente e destinatário.160. por sujeito passivo não inscrito ou por empresas enquadradas no Simples Nacional.RICMS . 41. o pedido de liquidação do crédito tributário.01.03.Aprovado pelo Decreto n.2009.2009. a transferência. Parágrafo único.2008: "Parágrafo único. b) aplica-se aos contribuintes autorizados a receber o tratamento determinado na Lei n. do Decreto n. 47-H. por qualquer motivo. 49. transferente e destinatário dos créditos estarão sujeitos às penalidades previstas no art. 50. pelo art.devido em razão da aquisição em licitação pública de mercadorias apreendidas e abandonadas. alteração 113ª. poderão ser retomadas a transferência e a utilização do crédito.07. recebido em transferência de outro contribuinte credenciado. Redação original em vigor no período de 1º. 55 da Lei n. o qual poderá apropriar-se integralmente do valor do imposto recebido em transferência. do art. 47-I. atualizado até o Decreto n.160. os créditos acumulados não poderão ser utilizados para compensação com imposto devido em razão do regime de substituição tributária subseqüente e da aplicação do regime individual de pagamento. Relativamente ao disposto no art.2010. alteração 113ª.PRODEPAR poderá utilizar crédito acumulado habilitado no SISCRED. pelo art.980 de 21. 13.2007. O contribuinte que possuir crédito acumulado.devido em operações de saídas cujo pagamento deva ser efetuado de forma desvinculada da conta-gráfica. na esfera administrativa ou judicial. poderá utilizá-lo para liquidação integral de débito de ICMS: I . O investidor poderá solicitar a revisão do cronograma de execução se. do Decreto n. suspender a transferência e a utilização de crédito acumulado. Acrescentada a Subseção III-A à Seção I do Capítulo VII do Título I pelo art. a penalidade pecuniária e os juros. habilitado pelo SISCRED. 48. 7. de 13. do Decreto n. Caberá a CRE verificar o cumprimento do cronograma estabelecido e.inscrito em dívida ativa ou objeto de lançamento de ofício. § 1º Na hipótese de exclusão por irregularidades. O disposto no “caput”: I . atualizado até o Decreto n. 11. para efeito desta Subseção. para liquidar débito próprio apurado na conta-gráfica da inscrição principal. exceto se estiver sob regime de apuração centralizada do imposto. 7.

Fica sujeita à prévia autorização pelo fisco a utilização dos créditos fiscais do ICMS decorrentes de entradas em operações interestaduais das mercadorias abaixo. VI . deverá apresentar requerimento. Art. autorização e glosa do crédito fiscal de que trata esta Subseção será fixada em norma de procedimento. 1. ao Delegado Regional da Receita a que estiver subordinado. Parágrafo único.a nota fiscal emitida para o transporte de crédito.a 1ª via da nota fiscal relativa à aquisição ou recebimento da mercadoria. em estado natural.café cru. na saída de estabelecimento industrial. resfriada ou congelada. aos contribuintes não inscritos no CAD/ICMS.visar a nota fiscal referida no inciso V do art. Parágrafo único. Fica atribuída ao Secretário de Estado da Fazenda a competência. com a indicação do número do livro Registro de Entradas e da folha de lançamento. Os procedimentos previstos nesta Subseção aplicam-se. no que couber. SUBSEÇÃO V DA AUTORIZAÇÃO PRÉVIA PARA UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO Art. IV .2010 anexando os seguintes documentos: I . O chefe da ARE deverá.12.980 de 21. O disposto neste artigo não se aplica aos produtos indicados nos incisos V. VI e VII. que poderá ser delegada. atualizado até o Decreto n. Os procedimentos administrativos tendentes a operacionalizar a utilização do crédito acumulado para liquidação de débito. Art.o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas ou guia de pagamento do imposto incidente sobre o frete relativo à mercadoria adquirida. na saída de estabelecimento industrial. com a indicação do valor correspondente.entregar ao requerente relação autenticada dos documentos originais recebidos. encaminhando-a à Inspetoria Regional de Fiscalização a que estiver subordinada. 52. II .gado bovino. III . em coco ou em grão. na ARE de seu domicílio tributário. a repartição fiscal deverá reter a 3ª via da nota fiscal. 58. o pedido de liquidação deverá ser instruído com o comprovante do pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios. o contribuinte inscrito no CAD/ICMS. em relação aos créditos a serem utilizados em ECC. SEÇÃO II 62 . Parágrafo único. Por ocasião do procedimento previsto no inciso II. 1. 54. Art.2010 bem como a desistência dos já interpostos. de bovino.RICMS . devidamente informado.trigo. IV . 51. 56. VIII .carne. no caso de exportação de mercadoria pelo Porto de Paranaguá. serão estabelecidos em norma de procedimento fiscal da CRE. quando houver o transporte destes créditos para ECC: I . para a decisão sobre os casos omissos relacionados ao previsto nesta Subseção. V . Art. II . III . devidamente lançada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. assim como a apresentação do documento previsto no inciso IV.091. do número do documento e da expressão "Transporte de crédito para ECC". 7. Não será obrigatória a apresentação do documento previsto no inciso II quando o recolhimento do imposto tiver sido efetuado em conta-gráfica. atualizado até o Decreto n. Art.soja em grão e farelo de soja.Aprovado pelo Decreto n. VII . de que trata esta Subseção. 7. II . ajuizado para cobrança executiva. 55.980 de 21. ao receber o pedido de autorização prévia para utilização de crédito. A rotina para verificação.05. 53. com lançamento do crédito do imposto.2007.milho em grão. Tratando-se de crédito tributário inscrito em dívida ativa. após a escrituração das notas fiscais. de 13. 57.12.couro verde.declaração do requerente quanto à forma de pagamento da mercadoria adquirida. de 13.091. Art.a guia de pagamento do imposto no Estado de origem.2007. Para fins da autorização de que trata o artigo anterior.05. III . V . devidamente instruído: I .Aprovado pelo Decreto n.álcool etílico hidratado combustível. 61 RICMS . salgado ou salmourado. a qual valerá como certificado de crédito para utilização em ECC. Art. 55.encaminhar o processo.

26. 28 da Lei n. SEÇÃO IV DO ESTORNO DO CRÉDITO Art.vier a ser utilizado em fim alheio à atividade do estabelecimento. III . II . II .12.Anexo III. ainda. 61. de 13.para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural.580/96): I . observando-se (art. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. este deverá efetivar o estorno. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto. 7.para comercialização ou prestação de serviço. 59.980 de 21.05. extraviado. perdido. 1. a título de glosa.for objeto de saída ou prestação de serviço não tributada ou isenta. contados da data da ciência. o crédito relativo a mercadoria ou bem entrados no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita (art. propondo-se. b) lançar na GR-PR o valor do crédito presumido no campo "Informações Complementares".quando o contribuinte tenha optado pela apuração do imposto na forma do art. ressalvada a comprovação da efetividade da operação ou prestação por outros meios previstos na legislação. atualizado até o Decreto n. a aplicação da penalidade específica.580/96): I .2007. VI . O sujeito passivo deverá efetuar o estorno do imposto creditado sempre que o serviço tomado ou a mercadoria ou bem entrados no estabelecimento (art.580/96): a) em relação aos créditos fiscais escriturados e ainda não utilizados efetivamente pelo contribuinte: 1. exceto se tratar-se de saída para o exterior.. sendo esta circunstância imprevisível na data da entrada da mercadoria ou bem ou da utilização do serviço. do RICMS" e no campo "Número do Documento". de que trata o Anexo III.. exceto as destinadas ao exterior.em sendo inscrito no CAD/ICMS: a) emitir Nota Fiscal. hipótese em que o 64 . no quadro "Dados do Produto".decorrentes de operações ou prestações isentas ou não tributadas. 2.em relação a documento fiscal rasurado. que terá por natureza da operação "Estorno de Crédito por Ação Fiscal". mercadorias.Aprovado pelo Decreto n.091. será lavrado auto de infração propondo a aplicação da penalidade específica e intimado o autuado. SEÇÃO III DA VEDAÇÃO DO CRÉDITO Art. IV . presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. 11. É vedado. fazendo constar no campo "Natureza da Operação" a expressão "Crédito Presumido" e.2007. ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. Para a apropriação do crédito presumido. 29 da Lei n. 25 ou pela dedução a que se 63 RICMS . 27 da Lei n. IV . 1. item . salvo determinação em contrário da legislação. a data e o valor dos documentos relativos às operações que geraram direito ao crédito presumido.for objeto de operação ou prestação subseqüente com redução de base de cálculo. deverá: I . salvo disposição em contrário. de 13. o aproveitamento como crédito terá por limite o valor correto. II . 60.. 11.em sendo produtor inscrito no CAD/PRO: a) emitir Nota Fiscal de Produtor contendo as mesmas informações indicadas na alínea "a" do inciso I. § 1º Salvo prova em contrário. desaparecido ou que não seja a primeira via. V .2010 DO CRÉDITO PRESUMIDO Art.05.2010 refere o § 2º do art. o número.for integrado ou consumido em processo de industrialização. deverá ser lavrado auto de infração com a exigência do ICMS. o número da nota fiscal emitida para este fim. mediante emissão de nota fiscal. III . na qual será indicado o número do auto de infração. ou que se refiram a bens. § 3º O crédito lançado irregularmente fica sujeito a glosa em processo administrativo-fiscal. atualizado até o Decreto n. no próprio processo.980 de 21. b) lançar a nota fiscal a que se refere a alínea anterior no campo "Observações" do livro Registro de Saídas e o valor do crédito no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. § 2º Quando o ICMS destacado em documento fiscal for maior do que o exigível na forma da lei. no prazo de cinco dias.RICMS . 7..12. 11.091. a nota fiscal mencionada no item anterior deverá ser lançada no campo "Estornos de Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. b) em relação aos créditos fiscais escriturados e utilizados indevidamente pelo contribuinte.na hipótese de o documento fiscal correspondente indicar estabelecimento destinatário diverso do recebedor da mercadoria ou usuário do serviço. bem como a forma de cálculo e o valor do imposto estornável. modelo 1 ou 1-A. acrescido da expressão "Crédito Presumido . quando a saída ou a prestação subseqüente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. o contribuinte. a efetivar o estorno. 3.Aprovado pelo Decreto n.

O crédito tributário extingue-se pelo pagamento. 62. 1. Por ocasião da ocorrência do fato gerador. 66 . inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. ser extinto pelas demais modalidades previstas no Código Tributário Nacional. por vício formal.05. 11. § 1º Devem ser também estornados os créditos utilizados em desacordo com a legislação. § 2º O não creditamento ou o estorno a que se referem os incisos II e III do art.580/96). a outros Estados. o percentual de redução. o lançamento anteriormente efetuado. em que haja expressa previsão de manutenção do crédito. § 1º O pagamento do imposto poderá ser antecipado. com a mesma mercadoria. V .12. de 13. ainda que atribuído pelo contribuinte a uma só dessas rubricas.2010 Art. ser liquidados: a) por compensação. de 13.2007. III e V deste artigo.a mercadorias e serviços que venham a ser objeto de operações ou prestações destinadas ao exterior (art. 63. § 2º Os prazos serão contínuos. contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação. § 1º O disposto no inciso I aplica-se às saídas de produtos industrializados de origem nacional destinados ao consumo ou uso de embarcações ou aeronaves de bandeira estrangeira. 670. ao sujeito passivo. b) da data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado. 64. podendo. II .580/96). 173 do Código Tributário Nacional): a) do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado. 11.aos itens dos Anexos I e II deste Regulamento. 36 da Lei n. II. nos casos de substituição tributária em relação a operações ou prestações subseqüentes. nas condições e sob as garantias a serem capituladas em cada caso por ato do Poder Executivo (art. CAPÍTULO VIII DA EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DAS MODALIDADES DE EXTINÇÃO 65 RICMS . § 2º Nas hipóteses deste artigo fica também dispensado o pagamento do imposto diferido ou suspenso relativo às operações ou prestações anteriormente abrangidas por diferimento ou suspensão. ressalvado o disposto no inciso XV do art. § 2º. a Fazenda Pública poderá exigir o pagamento do crédito tributário correspondente (art. o pagamento de parte do valor total. de bens livres de quaisquer ônus.091.12.RICMS . § 1º Os créditos tributários poderão. aportadas no país (Convênio ICM 12/75 e Convênios ICMS 37/90 e 124/93). sujeitas ao imposto. 11. petróleo. § 3º O pagamento será realizado exclusivamente nos agentes arrecadadores autorizados: § 4º Quando o valor do crédito tributário for constituído de imposto e acréscimos.580/96). 29. de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento. § 3º Os prazos referidos neste Regulamento só se iniciam ou vencem em dia de expediente normal no local onde deva ser realizado o pagamento ou praticado o ato. SEÇÃO V DA MANUTENÇÃO DO CRÉDITO Art. é o valor correspondente ao custo da matéria-prima. III . não impedem a utilização dos mesmos créditos em operações posteriores. da Lei n.Aprovado pelo Decreto n.980 de 21. excluindo-se na sua contagem o dia do início e incluindo-se o de vencimento. ainda.Aprovado pelo Decreto n. sobre o preço de aquisição mais recente para cada tipo de mercadoria. SEÇÃO II DO LOCAL. quando não conhecido o valor exato. atualizado até o Decreto n. vigente na data do estorno. DA FORMA E DOS PRAZOS DE PAGAMENTO Art.980 de 21.vier a perecer. observado. nas hipóteses indicadas neste artigo. deteriorar-se ou extraviar-se. 60 e os incisos I.2007. Não se exigirá a anulação do crédito em relação: I .05. b) por dação em pagamento. atualizado até o Decreto n. certos e vencidos do sujeito passivo contra a Fazenda Estadual. será imputado proporcionalmente a todas elas.a operações que destinem. § 2º A liquidação dar-se-á nas condições e garantias a serem estipuladas em cada caso. 35 da Lei n. § 6º O direito a que se refere o parágrafo anterior extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto. 1.2010 estorno será proporcional à redução. § 3º O crédito a estornar. § 5º O direito de a Fazenda Pública Estadual constituir o crédito tributário extingue-se após cinco anos contados (art. com créditos líquidos. no caso do inciso V. material secundário e de acondicionamento empregados na mercadoria produzida ou será calculado mediante a aplicação da alíquota interna. 7. 7.091. mediante autorização do Governador do Estado.

do Decreto n.2008 a 23.2009: "l) sucatas de metal. alteração 86ª.CONAB/PGPM: a) álcool etílico hidratado combustível. 11.980 de 21. Nova redação dada a alínea "l" do inciso II pelo art. alteração 6ª.por ocasião da ocorrência do fato gerador em Guia de Recolhimento do Estado do Paraná . exceto pipoca.2008.955. nas operações com os seguintes produtos. no momento do desembaraço. devendo a primeira fração ser debitada no mês em que ocorrer o fato gerador. 1º.2008.02. que os utilize na produção de mercadorias que industrialize. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a entrada.por ocasião da ocorrência do fato gerador. inclusive sebo. que não surtiu efeitos: "I . c) arroz. do Decreto n.01.06. 1. 1º.05.2007. 566.2009. de 24. 65.até o dia dez do mês subseqüente ao de apuração.06. salgado ou salmourado. em GR-PR ou GNRE. nas operações interestaduais. e) carne verde. nos demais casos. b) quando realizada por contribuinte não inscrito no CAD/ICMS.2007.07. nos demais casos. de bovinos. g) couro verde. 28 a 34.152. ressalvadas as hipóteses de diferimento. inscrito ou não no CAD/ICMS. em Guia de Recolhimento do Estado do Paraná . bem como lingotes e tarugos de metais não ferrosos. III . nos casos de importação. O ICMS deverá ser pago nas seguintes formas e prazos (art. em quantidade superior a seiscentos quilogramas diários por destinatário. suínos e caprinos.º 5. produzindo efeitos a partir de 1º. Redação original.12. e nas operações ou prestações realizadas pelos demais contribuintes não inscritos no CAD/ICMS.2010 l) sucatas de metal. f) carvão vegetal em quantidade superior a duzentos quilogramas diários por destinatário. c) quando realizada por contribuinte. 3.12. chifre e casco (Convênio ICMS 89/99). 36 da Lei n. inclusive palha. e com despacho aduaneiro no território paranaense.2008. i) gado bovino. Acrescentada a alínea "o" pelo art. Nova redação dada ao inciso I pelo art. nas operações realizadas por extratores ou produtores rurais inscritos no CAD/PRO. ovinos.por ocasião da ocorrência do fato gerador." m) toras. alteração 291ª. surtindo efeitos a 68 .05. 7.11.GNRE. de suspensão ou do regime especial de que trata a Seção III do Capítulo VIII do Título I.2009. exceto nas operações internas. b) algodão em pluma ou em caroço. 1º. mediante lançamento do valor correspondente à razão de um quarenta e oito avos por mês do imposto devido no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.07. nas operações realizadas por extratores ou produtores rurais inscritos no CAD/PRO. bubalinos. sendo bem destinado a integrar o ativo imobilizado do estabelecimento industrial e do prestador de serviço de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. o) leite cru.091. de 08. no momento do desembaraço (Convênio ICM 10/81 e Convênio ICMS 85/09). no mês da ocorrência do fato gerador. 67 RICMS . observando-se. d) café cru. 2. b) fora do território paranaense: 1. enquadrado no regime normal de pagamento.791 de 20. ressalvada a hipótese prevista no art. alteração 385ª. enquadrados no regime normal de pagamento. Art. peças e partes. no momento do desembaraço.na importação de mercadoria ou bem destinado ao ativo fixo ou para uso ou consumo: a) quando realizada por contribuinte inscrito no CAD/ICMS e com despacho aduaneiro no território paranaense: 1. 4. e nas operações realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento . real ou simbólica. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a entrada.Aprovado pelo Decreto n. de 13. no estabelecimento. lenhas e toretes.GR-PR. atualizado até o Decreto n.GR-PR. 3.2010 § 4º O pagamento será realizado exclusivamente nos agentes arrecadadores autorizados: a) dentro do território paranaense. 1. miúdos e outros comestíveis. em estado natural.980 de 21. e com processamento do despacho aduaneiro fora do território paranaense.015. 2.Aprovado pelo Decreto n.01. Nova redação da alínea "c" do inciso IV dada pelo art. quando se tratar de aquisição de insumos. de 21. j) soja em grão. bubalino e suíno. farinha de mandioca e milho em grão. produto gorduroso não comestível de origem animal. lascas. h) fumo em folha.580/96): I . do Decreto n. 7.091. em Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais . e nas operações ou prestações realizadas pelos demais contribuintes não inscritos no CAD/ICMS. substituição tributária e das operações realizadas mediante leilão. em coco ou em grão. o disposto nos §§ 9º e 10. IV . hipótese em que o imposto deverá ser recolhido no prazo previsto no inciso XXIV deste artigo. componentes. atualizado até o Decreto n. em vigor no período de 1º.RICMS . por estabelecimento industrial. resfriado ou congelado. 1º. em espiga ou em palha. nos termos dos arts. surtindo efeitos a partir de 1º. de 13. salvo determinação expressa. mediante lançamento do valor no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. osso." II . ainda. Redação original. 2. bem como lingotes e tarugos de metais não ferrosos. quando se tratar de contribuinte autorizado à apuração centralizada.2008. n) trigo e triticale. do Decreto n.

478. exceto em relação ao disposto na alínea seguinte. e com processamento do despacho aduaneiro fora do território paranaense.01. X . VI .CONAB/PGPM (Convênio ICMS 49/95): a) até o dia vinte do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador (Convênio ICMS 37/96). 7. b) até o último dia útil do mês subseqüente ao da prestação. 2. quando se tratar de contribuinte estabelecido em outros Estados (cláusula décima primeira do Convênio ICMS 3/99). na hipótese do art. de sorvetes de qualquer espécie e de preparados para fabricação de sorvetes em máquina (Protocolo ICMS 20/05). inclusive por substituição tributária (Ajuste SINIEF 19/89).2007.0100 da NBM/SH (Convênio ICMS 37/94. 52/93 e 88/94). na importação de combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo. 6120-5/01. e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. nas operações com filme fotográfico e cinematográfico. inscrito ou não no CAD/ICMS. exceto no que se refere às hipóteses de que tratam os itens 2 e 4. 7. V . de 13. c) nos prazos previstos no inciso XXIV. 2. atualizado até o Decreto n.05. VIII . até o dia dez do mês subsequente ao das saídas. d) nas operações com combustíveis: 1. deverá ser recolhido o montante correspondente a 80% do valor do imposto total pago no mês anterior.pelo prestador de serviço de transporte aéreo. em relação aos estoques existentes no último dia de cada mês. disco fonográfico e fita virgem ou gravada (Protocolos ICMS 19/85. caso esta ocorra antes do desembaraço. e) quando ao abrigo do Regime Especial Aduaneiro de Admissão Temporária da Secretaria da Receita Federal. nas operações com mercadorias destinadas a revendedores para venda porta-a-porta (Convênios ICMS 45/99 e 6/06). f) até o dia nove do mês subsequente ao das saídas: 1. atualizado até o Decreto n.2007.12. no momento do desembaraço (convênio ICM 10/81) d) quando se tratar de petróleo. 6120-5/99 ou 6130-2/00.12. pelo prestador de serviço de transporte ferroviário. 5. nas operações com pneumáticos.6110-8/01.10. concedido nos termos dos arts. 76 a 79. no momento do desembaraço (Convênio ICMS 58/99).2009: Texto original em vigor no período de 1º. inclusive lubrificantes. 524 (Convênio ICMS 83/00). em relação a operações subseqüentes: a) por ocasião da entrada das mercadorias no território paranaense. quando se tratar de refinaria de petróleo e suas bases estabelecidas no território paranaense.2009: "c) quando realizada por contribuinte. a parcela restante do imposto apurado. exceto táxi aéreo e congêneres: a) até o dia dez do mês subseqüente ao da prestação. gelo. com cobrança de tributos federais. quando se tratar de crédito tributário objeto de parcelamento.no último dia útil de cada mês. na hipótese do § 1º do art. 1. a título de antecipação. 69 RICMS . devendo uma via do documento de arrecadação acompanhar o transporte da mercadoria. 6. b) até o último dia do mês subseqüente. refrigerante e cerveja. e) até o dia nove do mês subsequente ao da entrada das mercadorias no território paranaense. nas operações com tintas. 4.091. "slide". de 13. quando se tratar de contribuinte estabelecido no território paranaense. 489. até o dia cinco do mês subseqüente. 4.na substituição tributária.2008 até 30.10. b) até o dia quinze do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. no momento do desembaraço ou da liberação do produto pela autoridade responsável.até o dia vinte do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 1. 554 (Convênios ICMS 107/98 e 70/05). nas operações com água mineral ou potável. a cada operação. 6110-8/02. até o dia dez do mês subsequente ao das saídas.09.980 de 21. exceto no que se refere ao item 4. quando se tratar de contribuinte estabelecido no território paranaense. até o dia quinze do mês subsequente ao das saídas.Aprovado pelo Decreto n. na hipótese do § 4º do art. na hipótese do § 2º do art. no momento da saída do estabelecimento. classificados na posição 2402 e no código 2403. nas operações com veículos (Convênios ICMS 132/92. 3. IX . quando se tratar de contribuinte enquadrado nos códigos CNAE-versão 2. caso esta ocorra antes do desembaraço. em relação às operações com álcool etílico hidratado combustível.091. 35/98 e 38/98). cláusula quinta). VII . no momento do desembaraço ou da liberação do produto pela autoridade responsável.980 de 21. inclusive chope (Protocolos ICMS 11/91 e 86/07). vernizes e outras mercadorias da indústria química (Convênio ICMS 74/94).Aprovado pelo Decreto n.05.na prestação de serviço de comunicação: a) até o quinto dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. sendo que. 70 . câmaras de ar e protetores de borracha (Protocolo ICMS 32/93). 5. na prestação de serviço de comunicação. 3. 6120-5/02. 7.2010 partir de 1º.0 . a parcela não inferior a setenta por cento do valor devido no mês anterior.RICMS .nas operações realizadas pela Companhia Nacional de Abastecimento .2010 b) até o dia dez do mês subsequente ao das entradas. nas operações com cigarro e outros produtos derivados de fumo. 6110-8/99.

n) até o dia nove do mês subseqüente ao da entrada das mercadorias no território paranaense.2009: "X . f) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. 4º do Decreto n. 87/07 e 91/07). j) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas.04. do Decreto n. disco fonográfico e fita virgem ou gravada (Protocolos ICMS 19/85. em vigor no período de 1º. exceto no que se refere às hipóteses de que tratam os itens 2 e 4.04. de 21.2008 para 1º.2009. de 15. 1º. 65 pelo art.05. na hipótese do art. 16. i) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas.92 (Convênio ICMS 03/99). 5.2008 pelo art. alteração 210ª.12. 1º. 4. nas operações com cosméticos. equipamentos. nas operações com produtos farmacêuticos (Convênios ICMS 76/94 e 19/08). surtindo efeitos a partir de 1º. fluidos. Redação original. 478. "slide".2008. 489.01.00.744. nas operações com veículos (Convênios ICMS 132/92. alteração 6ª. nas operações com rações tipo “pet” para animais domésticos (Protocolos ICMS 26/04. o) nos prazos previstos no inciso XXIV. produzindo efeitos a partir de 1º. g) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. colchões. todos para uso em aparelhos. do Decreto n. de 09. nas operações com filme fotográfico e cinematográfico. aditivos. todos para uso em aparelhos. nas operações com tintas. motores e veículos. 87/07 e 91/07). nas operações com rações tipo “pet” para animais domésticos (Protocolos ICMS 26/04. 7.2010 8. Acrescentado o item 16 à alínea "f".10. de 13.2007. câmaras de ar e protetores de borracha (Protocolo ICMS 32/93). vernizes e outras mercadorias da indústria química (Convênio ICMS 74/94). e aguarrás mineral classificada no código NBM/SH 2710.2010 chope (Protocolo ICMS 11/91). 2.152. 1. 1º. equipamentos. nas operações com pneumáticos. do Decreto n. atualizado até o Decreto n. nas operações com refrigerantes e cerveja. 72 .2007.091. graxas e óleos de têmpera. para veículos automotores e outros fins (Protocolo ICMS 41/08). 7. 524 (Convênio ICMS 83/00). refrigerante e cerveja. até o dia quinze do mês subseqüente ao das saídas. na importação de combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo. 35/98 e 38/98).Aprovado pelo Decreto n. nas operações com lâminas de barbear. protetivos e para transformadores. de higiene pessoal e de toucador (Protocolo ICMS 92/07).2008 até 31. 1. no momento do desembaraço ou da liberação do produto pela autoridade responsável. nas operações com mercadorias destinadas a revendedores para venda porta-a-porta (Convênios ICMS 45/99 e 06/06).05.980 de 21. graxas e óleos de têmpera. 10. b) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. anticorrosivos. l) até o dia 10 do mês subseqüente ao das entradas. Redação original em vigor no período de 01.92 (Convênio ICMS 3/99). 9.091.Aprovado pelo Decreto n. 2. Nova redação dada a alínea "b" pelo art. do inciso X. nas operações com cigarro e outros produtos derivados de fumo. 4.02.01. nas operações com água mineral ou potável. inclusive 71 RICMS . nas operações com lâmpadas elétricas (Protocolos ICMS 17/85 e 130/08). máquinas. ainda que não derivados de petróleo. anticorrosivos. cláusula quinta).472. g) até o dia dez do mês subsequente ao das saídas nas operações com lubrificantes. 15.05. quando se tratar de refinaria de petróleo e suas bases estabelecidas no território paranaense. travesseiros e pillow (Protocolo ICMS 90/07).2008 (efeitos alterados de 1º. exceto no que se refere ao item 4. ainda que não derivados de petróleo. do art.RICMS . quando se tratar de contribuinte estabelecido em outros Estados (cláusula décima primeira do Convênio ICMS 03/99). nas operações com peças. em relação a operações subseqüentes: a) até o dia quinze do mês subseqüente ao das saídas. nas operações com cimento (Protocolo ICMS 48/91).00. h) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. alteração 228ª. 65.05. h) até o dia quinze do mês subsequente ao das saídas nas operações com cimento (Protocolo ICMS 48/91). nas operações com lubrificantes. 2. caso esta ocorra antes do desembaraço. pelo art. no momento da saída do estabelecimento.04.05. protetivos e para transformadores. nas operações com aparelhos celulares e cartões inteligentes (“Smart Cards” e “Sim Card”) (Convênio ICMS 135/06).2008). aditivos. 52/93 e 88/94). motores e veículos.2008: "b) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. desengraxantes. desengraxantes.334.03.2008 a 30. máquinas.980 de 21. inclusive box. p) até o dia nove do mês subsequente ao das saídas. em relação às operações com álcool etílico hidratado combustível. nas operações com pilhas e baterias elétricas (Protocolos ICMS 18/85 e 131/08). 4.04.12." c) nas operações com combustíveis: 1.2009. Nova redação dada ao inciso X do art. gelo. d) até o dia dez do mês subseqüente ao das saídas. classificados na posição 2402 e no código 2403. a cada operação. e aguarrás mineral classificada no código NBM/SH 2710.0100 da NBM/SH (Convênio ICMS 37/94. aparelhos de barbear descartáveis e isqueiros (Protocolos ICMS 16/85 e 129/08).2009. e) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas de sorvetes de qualquer espécie e de preparados para fabricação de sorvetes em máquina (Protocolo ICMS 20/05). atualizado até o Decreto n.02. quando se tratar de contribuinte estabelecido no território paranaense. devendo uma via do documento de arrecadação acompanhar o transporte da mercadoria. na hipótese do § 1º do art. 13. na hipótese do § 4º do art. até o dia dez do mês subseqüente ao das saídas. de 25.na substituição tributária. componentes e acessórios. fluidos. 3. 11. artigos de perfumaria. quando se tratar de contribuinte estabelecido no território paranaense. 14. 12. de 13. inclusive chope (Protocolos ICMS 11/91 e 86/07). m) por ocasião da entrada das mercadorias no território paranaense. nas operações com suportes elásticos para camas. até o dia 10 do mês subseqüente ao das saídas.

Nova redação dada a alínea "s" pelo art.RICMS .2010 c) até o dia 5.até o dia dez do mês subseqüente ao das prestações de serviço de comunicação de acesso à Internet.2008.12. do Decreto n.04. na hipótese do art.08 para 1º.2008. até o dia 10 do mês subseqüente ao das prestações de serviços de telecomunicações não medidos.01.2007. até o dia dez do mês subseqüente ao das prestações de serviço de comunicação referentes à recepção de som e imagem por meio de satélite. de 13.em GNRE.155.980 de 21.até o dia vinte do mês subseqüente ao da aquisição. alteração 18ª.2009: "XIV .09. 339 (Convênio ICMS 15/07). componentes e acessórios. travesseiros e pillow (Protocolo ICMS 90/07). na hipótese de o prestador de serviço estar localizado em outra unidade federada e o tomador do serviço localizado neste Estado. no caso da alínea "b" do inciso II do art. na hipótese de que trata o art. Redação original.dentro do prazo de quinze dias. deverá ser recolhido o montante correspondente a 80% do valor do imposto total pago no mês anterior. na hipótese do inciso III do mesmo artigo" XV . alteração 35ª. de 21. XX . produzindo efeitos a partir de 1º.12. artigos de perfumaria.Aprovado pelo Decreto n.2009.2009: Texto original em vigor no período de 1º.373." XI . XIV . alteração 28ª. de 19. 1. de 17.04.08) s) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. produzindo efeitos a partir de 1º. A alínea "q" foi acrescentada pelo art. componentes e acessórios. 459. contados da data da ocorrência do fato. 1º. quando se tratar de contribuinte não inscrito no CAD/ICMS. nas operações com peças. de 29. na hipótese do inciso III ou na data da descaracterização.º 5.2008: "s) até o dia nove do mês subsequente ao das saídas. nas operações com peças.04. nas operações com produtos farmacêuticos (Convênios ICMS 76/94 e 19/08).2009.02. b) no agente arrecadador autorizado. 459.na venda ambulante: a) por ocasião da saída.até o quinto dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. 2.05. nas operações promovidas por produtor agropecuário com destino à Companhia Nacional de Abastecimento. do Decreto 2. 588 (Convênio ICMS 10/98).05. 73 RICMS . nos prazos a seguir indicados (Convênio ICMS 132/95): a) até o dia 15.04. quando se tratar de contribuinte estabelecido em outros Estados.06. contados da data da ocorrência do fato.2008. b) até o dia dez do mês subseqüente às operações.2008.2008 até 30.08 pelo art.559. relativamente às notas fiscais emitidas durante o período compreendido entre os dias 1º e 10 de cada mês. relativamente às notas fiscais emitidas durante o período compreendido entre os dias 11 e 20 de cada mês. atualizado até o Decreto n. do Decreto n.2008. 1º.791 de 20. do Decreto n.03.10. XVI .2008 até 31. 2.2007. a título de antecipação.05. (efeitos alterados de 1º. alteração 171ª. 2.2008. 617 (Convênio ICMS 79/03). de higiene pessoal e de toucador (Protocolo ICMS 92/07) A alínea "r" foi acrescentada pelo art.980 de 21. para veículos automotores e outros fins (Protocolo ICMS 41/08). 4º. atualizado até o Decreto n. hipótese em que o demonstrativo do débito e do crédito e as informações relativas à operação será efetuado no campo "Informações Complementares" da guia. 7. de 09.007.091. colchões. produzindo efeitos a partir de 1º. 2. no montante de 50% do valor do serviço prestado (Convênio ICMS 47/00). 1º. de 13.11. 93: a) até o dia quinze do mês subseqüente às operações. e na data em que for efetuada a operação.2008.02. ambos do mesmo artigo (Convênio ICMS 85/09) Nova redação do inciso XIV dada pelo art.2008.em relação ao ICMS suspenso na forma do inciso XII do art. relativamente às notas fiscais emitidas durante o período compreendido entre os dias 21 e o último do mês anterior. 1º.02. do Decreto n.2008 r) até o dia nove do mês subsequente ao das saídas. do Decreto n. 7. b) até o dia 25. I.05.154. para autopropulsados e afins (Protocolo ICMS 89/07). 320 (Convênio ICMS 113/04). XVII .472 de 09. produzindo efeitos a partir de 1º. antes da entrada da mercadoria no território paranaense.dentro do prazo de quinze dias. quando da entrada da energia elétrica. em relação às operações transacionadas no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . com cobrança por períodos definidos. nas operações com cosméticos.2010 A alínea "p" foi acrescentada pelo art. alteração 22ª. XII . 1º. nas operações com suportes elásticos para camas. nas operações relacionadas com o Programa de 74 .05. 4. sendo que. inclusive box. alteração 24ª. XVIII .CCEE .Aprovado pelo Decreto n. nas hipóteses dos incisos incisos I e II do art." t) até o dia nove do mês subseqüente ao das saídas. nas hipóteses dos incisos I e II do art. 1. XIX . 1º. quando se tratar de refinaria de petróleo e suas bases estabelecidas no território paranaense. 2. q) até o dia nove do mês subsequente ao das saídas. do Decreto n.473. 1º.em GNRE. A alínea "t" foi acrescentada pelo art. hipótese em que o demonstrativo do débito e do crédito e as informações relativas à operação serão efetuados no campo "Informações Complementares" da guia.12.até o quinto dia do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador na prestação dos serviços de comunicação nas modalidades relacionadas no § 1° do art. na data em que for efetuada a reintrodução. alteração 385ª. produzindo efeitos a partir de 1º.091. surtindo efeitos a partir de 1º.04.04. do Decreto n.2008. 581. produzindo efeitos a partir de 1º. na hipótese do inciso IV.05. acrescentada pelo art. até o dia cinco. XIII . de 21.em relação ao disposto no inciso I do art.

1ª via: importador. o produtor remetente ficará desobrigado de efetuar o recolhimento na operação interna.980 de 21.2010 § 6º Nas hipóteses do inciso X: a) caso o sujeito passivo por substituição não se encontre regularmente inscrito no CAD/ICMS. de acordo com o algarismo final da numeração seqüencial estadual do número de inscrição no CAD/ICMS.05. na hipótese de que trata o art. diferimento ou outro motivo. ficando dispensada a indicação dos dados relativos às inscrições. no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. em GNRE. atualizado até o Decreto n. a não exigência do pagamento do imposto. 1. o número da nota fiscal a que se refere o respectivo recolhimento. de 13. a cada operação.dentro do prazo de quinze dias contados da data da ocorrência do fato. atualizado até o Decreto n. inclusive quando o desembaraço aduaneiro seja efetuado neste Estado. nas hipóteses dos incisos I e II do art. na hipótese do inciso III do mesmo artigo. em virtude de imunidade. quando for o caso.CONAB/PAA. e) em qualquer hipótese de recolhimento ou exoneração do ICMS. XXI .FACC. 3. por ocasião da liberação. XXII . nos termos do art. nas operações realizadas pelos leiloeiros.ECC. 109.finais 9 e 0. 7. b) poderá ser emitida por processamento de dados. 111.091. após serem visadas. c) até o dia 13 .05. ao Município e ao Código de Endereçamento Postal .finais 3 e 4. estadual e no CNPJ. e na data em que for efetuada a operação. hipótese em que o ICMS. no mês seguinte ao de apuração. § 2º Na hipótese da alínea "i" do inciso II. observados os seguintes prazos: a) até o dia 11 .até o dia cinco do mês subseqüente ao das prestações. amparado ou não pela suspensão dos tributos federais. d) até o dia 14 . das penalidades e dos acréscimos legais. de 25 de setembro de 2009. 2ª via: fisco federal ou recinto alfandegado. terão a seguinte destinação: 1. integral ou parcial. 580. isenção. 1. por ocasião da saída da mercadoria do estabelecimento. o adquirente ou o responsável solidário ao pagamento do imposto. observadas. quando devido.091. nas operações mencionadas no inciso II por meio da Ficha de Autorização e Controle de Crédito . f) a GLME também será exigida na hipótese de admissão em regime aduaneiro especial.RICMS . XXIV . mediante o lançamento do valor devido.2007. 3ª via: fisco paranaense. com domicílio tributário neste Estado. XXIII . que (Convênio ICMS 59/95): a) será individualizada para cada destinatário paranaense. § 1º Na hipótese do art.2007. d) o depositário do recinto alfandegado do local onde ocorrer o desembaraço aduaneiro.finais 7 e 8. efetuará o registro da entrega da mercadoria no campo “8” da GLME. b) deverá ser utilizada Guia específica para cada convênio ou protocolo. após o “visto” do fisco na GLME. quando cabíveis. 466.12. sempre que o sujeito passivo por substituição operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas (Convênio ICMS 78/96).2010 Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar . observando-se o seguinte (Convênios ICMS 132/98 e 85/09): a) o fisco paranaense aporá o “visto” no campo próprio da GLME. 558 e seguintes (Convênio ICMS 77/05). § 4º Na hipótese de renúncia ao diferimento devem ser observadas as condições previstas no art. será recolhido por ocasião do despacho aduaneiro de nacionalização da mercadoria ou bem importados ou nas hipóteses de extinção do regime aduaneiro especial previstas na legislação federal.980 de 21. não incidência. c) o visto na GLME não tem efeito homologatório.GLME. sujeitando-se o importador. para a liberação de bem ou mercadoria importados.Aprovado pelo Decreto n. retida por ocasião do desembaraço aduaneiro ou entrega do bem ou mercadoria. no campo "Informações Complementares". e) até o dia 15 . sendo que uma via deste documento deverá acompanhar o transporte da mercadoria (Convênio ICMS 81/93. 2. 66.Aprovado pelo Decreto n. sendo essa condição indispensável. 537. § 7º Quando o contribuinte. § 5º O diferencial de alíquotas devido por contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá ser pago. de 13. 75 RICMS . disciplinadas no Capítulo XLII do Título III (Convênio ICMS 08/05).nos demais casos de pagamento. uma das vias do comprovante de recolhimento ou da GLME deverá acompanhar a mercadoria ou bem em seu trânsito. e da Etiqueta de Controle de Crédito . conforme modelo constante do Anexo Único do Convênio ICMS 85. §§ 2º e 3º. a razão social e o número de inscrição no CNPJ da empresa de "courier" (Convênio ICMS 106/95). deverá efetuar o recolhimento do imposto devido ao Estado do Paraná.finais 5 e 6. mantida em poder do importador nos termos do parágrafo único do art. promover entrada decorrente de importação de bem ou mercadoria. c) no campo "Outras Informações" conterá. devendo ser emitida uma guia distinta para cada um dos destinatários constando. em qualquer caso. que. quando: a) o pagamento do imposto for realizado pelo destinatário adquirente no momento da saída do estabelecimento do produtor. b) houver emissão de nota fiscal para documentar a entrada pelo adquirente possuidor do Regime Especial de Recolhimento do Imposto a que se refere o art. devendo acompanhar o bem ou mercadoria no seu transporte. cláusula sétima. será comprovada mediante apresentação da Guia para Liberação de Mercadoria Estrangeira sem Comprovação do Recolhimento do ICMS .finais 1 e 2. 7. b) até o dia 12 . § 3º É permitido o uso de crédito fiscal para abatimento total ou parcial do imposto a ser recolhido antes de iniciada a remessa.CEP. as condições previstas neste Regulamento. b) a GLME será preenchida pelo contribuinte em três vias. 76 .por ocasião da ocorrência do fato gerador. entre outras indicações. e Convênio ICMS 95/01).12.

TR.2009. obedecerão aos modelos e forma de preenchimento estabelecidos em norma de procedimento.3. e Convênio ICMS 09/02). quando da entrega dos documentos correspondentes ao registro de importação à Receita Federal. hipótese em que o transporte de mercadorias. cláusula quinta. terão a seguinte destinação: 4.06. das penalidades e dos acréscimos legais.06. 24. da Secretaria da Receita Federal do Brasil. quando a não exigência do imposto se der em razão de diferimento ou por outro motivo previsto na legislação paranaense. Mato Grosso do Sul. que. de que trata a Instrução Normativa RFB n. 2ª via .retida pelo fisco paranaense.fisco federal.05. e a Etiqueta de Controle de Crédito ECC. o "visto" de que trata o item anterior somente será aposto se houver o correspondente convênio. 7.2009.2008. em três vias. 1. hipótese em que a guia de que trata o "caput" desta alínea será preenchida pelo contribuinte. ou por outro dispositivo normativo que venha a regulamentar essas operações. Santa Catarina e Tocantins. celebrado nos termos da Lei Complementar n.3. Rio Grande do Sul.791 de 20. alteração 291ª. promover entrada decorrente de importação de bens ou mercadorias: a) com despacho aduaneiro ou liberação no território paranaense. com a necessária indicação na Guia. quando o despacho aduaneiro da importação ocorrer no território dos Estados do Espírito Santo. 4. 2ª e 3ª vias . 3.2008 (Convênio ICMS 90/08)" § 8º As guias de recolhimento. 874/08. entreposto aduaneiro e entreposto industrial (Convênio ICM 10/81.07. ou ato normativo que venha a substituí-la.contribuinte. sujeitando-se. terão a seguinte destinação (Protocolo ICMS 111/08): 7.980 de 21. 1ª via . em qualquer caso. o fisco deste Estado deverá apor o seu "visto" no campo próprio da Guia. quando cabível.10.1. será exigido somente o visto do fisco paranaense. ou da Declaração de Bagagem Acompanhada . de 13. Nova redação do parágrafo 7º dada pelo art. 1. de 7 de janeiro de 1975. que. quando o contribuinte.2.2009: "7.08. com domicílio tributário neste Estado.FACC. 3. Texto original (ver alterações do item 7 abaixo) em vigor no período de 1º. quando cabíveis. 7. devendo acompanhar a mercadoria ou bem no seu transporte. do Decreto n.2.2009.2009: "§ 7º Na hipótese do inciso IV.08. 4.2010 g) fica dispensada a exigência da GLME na entrada de mercadoria ou bem despachados sob o regime aduaneiro especial de trânsito aduaneiro. b) com despacho aduaneiro ou liberação fora do território paranaense com isenção.955. ao fisco paranaense. de Goiás.01. sendo esta condição indispensável. definido nos termos da legislação federal pertinente. Nova redação dada ao item 7. de 13.1.091. até 31.2009. Para efeitos da apuração do débito de que trata o item 1 da alínea "a" do inciso IV. o contribuinte. 5. 4. 7. surtindo efeitos a partir de 1º. que. h) fica dispensada a exigência da GLME na importação de bens de caráter cultural. em relação a qual observar-se-á o que segue (Convênio ICMS 132/98): 1. o documento previsto no "caput" desta alínea "b" será preenchido pelo contribuinte em quatro vias.05.Aprovado pelo Decreto n. retida por ocasião do despacho ou liberação da mercadoria ou bem. atualizado até o Decreto n. hipótese em que o transporte desses bens far-se-á com cópia da Declaração Simplificada de Importação . hipótese em que a guia de que trata o "caput" desta alínea "b" será preenchida pelo contribuinte em três vias.12. terão a seguinte destinação (Convênio ICMS 55/06 e 77/07):" Prazo de vigência do item 7 prorrogado para 31. quando o despacho aduaneiro ocorrer em ponto de fronteira alfandegado localizado nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. deverá acompanhar a mercadoria ou bem no seu transporte. pelo art. após visadas. ou por documento que venha a substituí-lo.07.Aprovado pelo Decreto n. acobertado pelo Certificado de Desembaraço de Trânsito Aduaneiro.DBA.277 de 20.2007. § 9º. 1ª via . retida por ocasião do despacho ou liberação da mercadoria ou bem.2007.09. observado o disposto em norma de procedimento fiscal. os vistos de que tratam os itens 1 e 3 não têm efeito homologatório. a Ficha de Autorização e Controle de Crédito . de 8 de setembro de 2008.01.11. 7. Redação original em vigor no período de 01. surtindo efeitos a partir de 1º. após visadas. atualizado até o Decreto n.2008 até 30. o fisco da unidade federada onde ocorrer o despacho aduaneiro aporá o "visto" no campo próprio da Guia.fisco federal. deverá entregar a correspondente guia de recolhimento do imposto ou a "Guia para Liberação de Mercadoria Estrangeira sem Comprovação do Recolhimento do ICMS". ao pagamento do imposto. 1º. não incidência ou diferimento.2009. devendo a 2ª via ser remetida. 2. deverá ser apresentado ao fisco sempre que exigido.DSI. de que trata este artigo. para a liberação da mercadoria ou bem importado. instruída com seu respectivo Termo de Responsabilidade . i) a entrega da mercadoria ou bem importado pelo recinto alfandegado fica condicionada ao atendimento do disposto nos artigos 54 e 55 da Instrução Normativa RFB n. pelo Decreto n. 3ª via . sendo a não exigência do imposto decorrente de benefício fiscal. 7. de 24.RICMS . 6.091.2010 trata o item 1.contribuinte. antes do "visto" de que 77 RICMS . alteração 385ª.12. a não exigência do pagamento do imposto por ocasião da liberação da mercadoria ou bem será comprovada mediante a apresentação da "Guia para Liberação de Mercadoria Estrangeira sem Comprovação do Recolhimento do ICMS". não se aplica o disposto nesta alínea nas hipóteses de entrada de mercadorias isentas do Imposto de Importação ou despachadas com suspensão desse imposto em decorrência de trânsito aduaneiro. mensalmente. 680/06.980 de 21. após serem visadas.º 5. da Secretaria da Receita Federal do Brasil. 4ª via . do Decreto n. conforme disposto em legislação federal específica. o valor do imposto será 78 .retidas pelo fisco estadual da localidade do despacho no momento da entrega para recebimento do "visto". 1º. será exigido somente o visto do fisco paranaense.2008 até 23. 4.

em estado natural. 1.07. bubalinos. 9º da Lei n. 1º. que será substituída pela ECC afixada na primeira via da nota fiscal que documentar a operação (Convênio ICMS 82/06). lenhas e toretes. 68." (Convênio ICMS 82/06 . o contribuinte deverá efetuar o recolhimento do ICMS devido na importação. Até 31. 79 RICMS . atualizado até o Decreto n. 7. com algodão em pluma. Art. de 22 de setembro de 1980. chifre e casco. 2. salgado ou salmourado.RICMS .com sucatas de metal. relativamente às parcelas restantes. 1. 65. b) farinha de mandioca e feijão. Poderá ser requerido regime especial que estabeleça prazo e forma de apuração e recolhimento do imposto diversos do regime de pagamento de que trata o inciso II do art. em GR-PR. c) existência de débito inscrito em dívida ativa.interestaduais. Poderão ser abrangidas pelo Regime Especial de Recolhimento do Imposto de que trata esta Seção as operações: I .FCA.701. salvo se objeto de parcelamento ou garantido nos termos do art.2008. 69. ovinos. 2.2008 (Convênio 53/08). de 13. II .2008.830. suínos e caprinos. o prazo de recolhimento do imposto relativo às operações indicadas no art.05.2010 convertido em Fator de Conversão e Atualização Monetária . de 30.. Prazo de vigência prorrogado para 31. d) soja em grão. Parágrafo único. 65. toras.06. Art.06. couro verde. em espiga ou em palha. atualizado até o Decreto n. 1º. antes de decorrido o prazo de quarenta e oito meses contados da data de sua entrada no estabelecimento. na data da ocorrência do fato gerador.2008.05. § 2º Deferido o regime especial. a compensação entre os créditos fiscais apropriados na FACC e o imposto devido relativamente às operações dispostas na alínea "l" do inciso II deverá ser demonstrada na ECC. alteração 75ª.05. 148/07 e 53/08). O inciso IV foi acrescentado pelo art. c) milho em grão. sebo e outros produtos gordurosos não comestíveis de origem animal. 7.2007.Aprovado pelo Decreto n. O disposto no item 2 da alínea "a" do inciso IV não se aplica à importação de produto utilizado na produção de combustível. § 10.091. Art. em qualquer quantidade: a) algodão em pluma ou em caroço. e reconvertido em moeda corrente no mês do lançamento a débito. nos termos do art. b) carne verde. e) toras. b) existência de débito declarado e não pago. III . do Decreto n.. d) parcelamento em atraso.12. fica dispensada a emissão da GR-PR.GIA/ICMS . 67 não poderá ser superior àquele previsto no inciso XXIV do art. entende-se como irregularidade: a) omissão na entrega da Guia de Informação e Apuração do ICMS . devidamente corrigido. alteração 70ª.seja usuário de sistema de processamento de dados. lascas. do Decreto n. SEÇÃO III DO REGIME ESPECIAL DE RECOLHIMENTO DO IMPOSTO Art. 65 pelo art.980 de 21. resfriado ou congelado.. lenhas e toretes. ainda que por processo de mistura.2008. surtindo efeitos a partir de 1º. de 25. IV . miúdos e outros comestíveis.2007.2008. 407 deste Regulamento.980 de 21.internas. por destinatário: a) arroz.05. gado bovino ou bubalino destinados ao abate. § 1º Para os efeitos deste artigo. No caso de quitação total do imposto devido relativamente as operações interestaduais com a utilização de créditos fiscais. de bovinos. por ocasião da saída da 80 . de 13.05.907. nas quais deverá ser consignada a expressão "Crédito utilizado nos termos do Convênio ICMS 82/06: R$. 2. no mês em que ocorrer o fato.12. Acrescentado o §14 do art. perecimento.07. pelo Decreto n. osso. § 11. que será aposta na primeira e na segunda via da nota fiscal emitida. III . 67. Os procedimentos necessários para a obtenção do regime especial de que trata esta Seção serão definidos em norma de procedimento fiscal. com os seguintes produtos. Na hipótese de saída.2010 II . 66. mesmo que antes do ajuizamento da ação de execução. Poderá pleitear o regime especial o contribuinte que: I .tenha estabelecimento cadastrado como contribuinte do ICMS com atividade há mais de doze meses. surtindo efeitos a partir de 1º.esteja em situação regular perante a Fazenda Pública. Na concessão do regime especial de que trata o "caput". f) trigo e triticale. bubalino e suíno. 6. com os seguintes produtos. c) gado bovino. lascas. § 12. de que trata o item 1 da alínea "a" do inciso IV. O disposto no inciso II não se aplica às empresas enquadradas no Simples Nacional. fica o contribuinte dispensado do pagamento. 399. § 13. § 14.091.2008.681 de 30.internas ou interestaduais. ou dos arquivos magnéticos de que trata o art. bem como lingotes e tarugos de metais não ferrosos. extravio ou deterioração do bem do ativo imobilizado.Aprovado pelo Decreto n. em quantidade superior a seiscentos quilos diários.Normal..

acarretará o cancelamento do regime especial deferido nos termos desta Seção: I . 72.130.constatação de emissão de documento fiscal com valores divergentes nas respectivas vias. Art. documentando-se a operação com a nota fiscal apropriada. Art. § 3º Para determinação do valor da multa a ser exigida em auto de infração: a) os valores originais correspondentes a sua base de cálculo deverão ser atualizados a partir da ocorrência da infração até a data da lavratura do auto. observando-se o disposto no § 4º do art. é permitida a aplicação "pro rata" do índice. 63. A competência para decidir sobre a concessão. III .Aprovado pelo Decreto n.610/07). Na falta de pagamento na data devida. utilizar-se-á a variação do Fator de Conversão e Atualização Monetária .091. que poderá delegá-la.2008. 407 deste Regulamento..irregularidade no transporte das mercadorias. § 5º Nos casos de parcelamento.FCA. a média aritmética dos índices do período verificado.RICMS . é permitida a aplicação "pro rata" do índice.. a atualização monetária será calculada até a data da celebração do respectivo termo de acordo e. IV . periodicamente.uso irregular do regime. em que seja necessária a atualização monetária do crédito tributário. de 12.02. a Fazenda poderá optar pelo índice fixado pela União na cobrança dos impostos federais. atualizado até o Decreto n. Sem prejuízo das demais implicações legais. SEÇÃO IV DA ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA DOS CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS Art. 1. 37 da Lei n. inciso IV do art.01. 7. VI .05.por depósito ou penhora.2008: Art.980 de 21.declaração falsa quanto à origem ou destino das mercadorias.omissão na entrega da Guia de Informação e Apuração do ICMS .05.. a média aritmética dos índices do período verificado.. 1º do Decreto n. sujeitam a autoridade competente ao cadastramento da situação do contribuinte. a 82 . 15.980 de 21. 1. II . adotar-se-á. utilizar-se-á a variação do valor do Fator de Conversão e Atualização Monetária .580/96).2007. esta será calculada até a data da celebração do respectivo termo de acordo. § 1º Para os efeitos deste artigo. § 6º Nos casos de parcelamento. 2. atendidas as exigências contidas nesta Seção e em norma de procedimento. VII . 72 pelo art. 11. § 4º A Secretaria da Fazenda divulgará. ou dos arquivos magnéticos de que trata o art. a insuficiência será atualizada a partir da data do pagamento.".2010 mercadoria. a seguinte expressão "Regime Especial de Recolhimento n. Redação original. o crédito tributário exigido.091. atualizado até o Decreto n. 72.. § 2º Adotada a atualização monetária. exceto quando garantido pelo depósito. do seu montante integral (art. na forma estabelecida em norma de procedimento. que conterá.2010 § 1º A Coordenação da Receita do Estado divulgará.descumprimento de obrigações acessórias previstas neste Regulamento.inadimplência do pagamento na forma e nos prazos devidos. na forma da lei. V . 7. o cancelamento ou a reativação de regime especial. ou de outro índice que preserve adequadamente o valor real do tributo (art. inclusive o decorrente de multas. adotar-se-á. para o cálculo da atualização monetária. o valor do crédito tributário. o cancelamento e a reativação do Regime Especial de Recolhimento do Imposto.Normal.Aprovado pelo Decreto n. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais".FCA.. Nova redação dada ao art. será atualizado monetariamente. § 2º Adotada a atualização monetária. os fatores de conversão e atualização. § 5º Quando não for possível precisar a data da ocorrência do fato gerador. § 4º Quando o pagamento da atualização monetária ou dos juros for a menor.. 81 RICMS . os fatores de conversão e atualização. em vigor no período de 1º. ou outro índice que preserve adequadamente o valor real do imposto.. ou a posse ou o uso de documento fiscal paralelo ou falso.12. 71. § 3º Visando a uniformização do cálculo da atualização monetária do crédito tributário.2008 a 11. 11. para o cálculo da atualização monetária. 1º da Lei n. de 13. de 13. 70.GIA/ICMS .12. b) quando não for possível precisar a data da ocorrência da infração. é do Diretor da CRE. .02. Para os casos em que se exigir atualização monetária.2007. § 1º Poderá ser restabelecido o regime especial na hipótese de o contribuinte ter regularizado as pendências e omissões e pago ou garantido .580/96. § 2º A concessão. periodicamente. 37 da Lei n.

§ 5º No caso de parcelamento.2008: "§ 2º Quando a infração relacionar-se com a parcela do crédito tributário concernente ao imposto.580/96).Aprovado pelo Decreto n. 11.02. quando não for possível precisar a data da ocorrência do fato gerador. os juros de mora serão calculados até o mês da celebração do respectivo termo de acordo.130.05. e. Nova redação dada ao § 2º pelo art. exceto quando garantido pelo depósito do seu montante integral." § 3º O sujeito passivo deverá. equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . § 8º Para determinação do valor do imposto a ser exigido em auto de infração. b) o índice correspondente ao mês central do período. a partir da ocorrência da infração até a data da lavratura do auto. a insuficiência será atualizada a partir do dia em que ocorreu aquele pagamento. inclusive o decorrente de multas. para títulos federais. ao 83 RICMS . ao mês ou fração. 15.091. 7.130. § 2º Em nenhuma hipótese.01.2007. mensalmente. SEÇÃO V DOS JUROS DE MORA Art. 1º da Lei n. 1º da Lei n. para formalizar a denúncia espontânea.2007.05. qualquer procedimento administrativo ou outra medida de fiscalização.SELIC. 38 da Lei n.610/07). § 3º A Coordenação da Receita do Estado divulgará. nova contagem até o mês do efetivo pagamento de cada parcela. 2. 11. 15. Redação original.02. a exclusão da responsabilidade fica condicionada ao efetivo pagamento do tributo acrescido dos juros de mora devidos (inciso VI do art.12. de 12.2008.RICMS . comunicar a infração tributária. de 13. 12. a partir daí. de 13. 1º da Lei n. atualizado até o Decreto n. § 1º Ocorre a denúncia espontânea quando não tenha sido iniciado formalmente. para títulos federais. 39 da Lei n. § 7º Quando o pagamento da atualização monetária ou dos juros for a menor. será acrescido de juros de mora. § 6º A Secretaria da Fazenda divulgará. § 1º Será de 1% ao mês ou fração o percentual de juros de mora (art. 7. Nova redação dada ao art.SELIC.12. atualizado até o Decreto n. atualizado monetariamente. se o número de meses for ímpar. 161 do Código Tributário Nacional. § 2º Nos casos de verificação fiscal.580/96). § 3° Os juros previstos neste artigo serão contados a partir do mês em que expirar o prazo de pagamento. 1º do Decreto n. Os que procurarem espontaneamente a repartição fazendária para denunciar a infração.2008 a 11. em vigor no período de 1º. os valores originais deverão ser atualizados. observado o disposto no § 1º. quando não for possível precisar a data da ocorrência do fato gerador. inclusive o decorrente de multas. 1º do Decreto n.2008: Art. a partir daí. e desta até a do efetivo pagamento. 74.580/96. SEÇÃO VI DA DENÚNCIA ESPONTÂNEA Art. e.Aprovado pelo Decreto n. § 1º Será de um por cento ao mês ou fração o percentual de juros de mora relativo ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado.01. acumuladas mensalmente. 2.02. os juros de mora previstos neste artigo poderão ser inferiores à taxa de juros estabelecida no § 1º do art. correspondente ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . nova contagem até o mês do efetivo pagamento de cada parcela. observado o disposto no § 1º. Redação original. 11.2010 mês ou fração (art. descrevendo a 84 .02.091. inciso V do art. a taxa a que se refere o "caput".2008 a 11. a taxa a que se refere o "caput" deste artigo. adotar-se-á a média aritmética das taxas do período verificado. quando o período objeto de verificação coincidir com o ano civil. § 4º No caso de parcelamento. terão excluída a imposição de penalidade (art. se aquele for par. 1. sem prejuízo do disposto na alínea "b" do § 1º. serão acrescidos juros de mora equivalentes à taxa referencial do SELIC. será acrescido de juros de mora. O crédito tributário não integralmente pago no vencimento.610/07). O crédito tributário.2010 partir desta. 38 da Lei n. os juros de mora serão calculados até o mês da celebração do respectivo termo de acordo.980 de 21. 73. § 4° Os juros previstos neste artigo serão contados a partir do mês em que expirar o prazo de pagamento.321/98): a) até cento e oitenta dias da data em que expirar o prazo de pagamento. b) relativo ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado. 73 pelo art. a exclusão da responsabilidade fica condicionada ao efetivo pagamento do tributo monetariamente atualizado e acrescido dos juros de mora devidos. em relação a infração. ou o correspondente ao primeiro mês da segunda metade do período. 1. mensalmente. § 2º Quando a infração relacionar-se com a parcela do crédito tributário concernente ao imposto. 73. na forma da lei (art. em relação às parcelas cujo pagamento ocorra após 180 dias do vencimento do crédito originário objeto do parcelamento. de 12. em vigor no período de 1º. nos termos definidos neste Regulamento. desde que o crédito tributário correspondente seja pago ou parcelado. § 7º Aos parcelamentos deferidos no prazo de que trata a alínea "a" do § 1º. até a data do efetivo pagamento de cada parcela.980 de 21. § 5º Nos casos de verificação fiscal.2008. adotar-se-á: a) o índice correspondente ao mês de julho.

980 de 21. 1. para 0. o sujeito passivo deverá consignar. b) em 50% (cinqüenta por cento) quando pagas. 7. serão reduzidas: a) em 75% (setenta e cinco por cento) quando pagas. propostas em auto de infração.580/96). § 4º Quando a denúncia espontânea se referir a crédito fiscal escriturado indevidamente e ainda não utilizado. 77. 85 RICMS . bem como o número de parcelas em que pretende pagá-lo.091. juntamente com as demais quantias exigidas.Aprovado pelo Decreto n. § 2º O crédito tributário parcelável será calculado até a data do parcelamento.SELIC mensal. 669 será reduzida. § 1º Será admitido o parcelamento de: a) imposto declarado em GIA/ICMS ou em GIA-ST. O pedido de parcelamento.Normal fora do prazo. até a data do vencimento. o número do protocolo da repartição fazendária e a respectiva data. § 6º Fica dispensada a comunicação referida no § 3º. nos casos de denúncia espontânea de infração formal relativa à entrega da GIA/ICMS . subscrito pelo seu representante legal. aplicado sobre os valores do imposto e multa constantes na parcela. § 3º O crédito parcelado estará sujeito: a) a partir da segunda parcela. sejam objeto de parcelamento. 40 da Lei n. § 5º Quando houver ICMS a recolher no ato da denúncia espontânea. do 1º ao 30º dia seguinte ao em que tenha do pagamento. juntamente com as demais quantias exigidas. 41 da Lei n. 75. onde o contribuinte se identificará devidamente. 7. conforme o disposto nesta Seção (art. cuja decisão de primeira instância tenha sido parcialmente favorável ao sujeito passivo. de que trata a alínea "b" do § 1º. e. do 16º ao 30º dia subseqüente ao da ciência do auto de infração. As demais multas previstas no § 1º do art. ser instruído com o comprovante do pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios. ainda. c) ocorrendo o pagamento antecipado das parcelas. por dia de atraso 11. § 7º O imposto declarado em GIA/ICMS ou em GIA-ST poderá ser parcelado sem a observância do prazo de que trata a alínea "a" do § 1º. e apresentar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências para fins de lavratura de termo fiscal pela ARE do seu domicílio tributário. ou quando estas.Aprovado pelo Decreto n.RICMS . somente poderá ser parcelado após decisão final e irreformável na esfera administrativa. a repartição fiscal deverá anexá-lo ao parcelamento. de 13. se for o caso. ou quando estas. quitada a multa.091. sejam objeto de parcelamento. § 3º Tratando-se de crédito tributário inscrito em dívida ativa. de 13. suspendendo-se a execução até a quitação do parcelamento. atualizado até o Decreto n. § 1º O contribuinte informará no pedido a origem do crédito tributário.2010 natureza do fato.580/96).2010 b) crédito tributário originário de auto de infração e de PAF. será protocolizado na ARE e instruído com cópia da última alteração do documento constitutivo da empresa ou requerimento de empresário. quitada a multa. 1.12. atualizado até o Decreto n.SELIC mensal. o pedido de parcelamento deverá. e da prova de oferecimento de suficientes bens em garantia ou fiança para liquidação do débito. Os créditos tributários vencidos poderão ser pagos em até 60 parcelas mensais. SEÇÃO VII DA REDUÇÃO DAS MULTAS Art. tendo a concessão resultante caráter decisório.05. § 6º É vedado incluir em um mesmo pedido de parcelamento créditos tributários de modalidades diferentes. do instrumento de mandato. 86 . Parágrafo multa prevista no inciso I do § 1º do art.2007. sem prejuízo do disposto na alínea anterior. único. ajuizado para cobrança executiva. desde que conjuntamente com o valor integral da correspondente multa. no comunicado de que trata o parágrafo anterior deverá estar consignado o número da nota fiscal emitida para fins do estorno. até o 15º dia subseqüente ao da ciência do auto de infração. SEÇÃO VIII DO PARCELAMENTO Art. A expirado o prazo (art.2007. § 2º Quando o parcelamento se referir a crédito tributário decorrente de auto de infração. até a data do efetivo pagamento. os juros vincendos exigidos serão correspondentes ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia .980 de 21. a juros vincendos correspondentes ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia . iguais e sucessivas. Art. b) a juros de um por cento ao mês ou fração sobre o valor da parcela paga em atraso. 11. c) crédito tributário inscrito em dívida ativa. 76. após decorrido o prazo para pagamento com redução da multa a que se refere o artigo 75.05.33% (trinta e três décimos por cento) do valor do imposto declarado. § 4º O pedido de parcelamento implica reconhecimento incondicional da infração e do crédito tributário. no campo "Informações Complementares" da GR-PR. 669. § 5º O crédito tributário decorrente de PAF.12.

no período do lançamento ou em 88 .12. A decisão sobre o pedido de parcelamento é de competência do Diretor da CRE.12. observado o valor mínimo de quatro UPF/PR para cada uma delas. § 3º Ocorrendo o indeferimento do pedido de parcelamento. 81.05. sem prejuízo dos demais requisitos previstos nos parágrafos anteriores. § 3º O contribuinte ou responsável. aplicando-se o disposto no § 3º. É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária. e a repartição fiscal: a) no caso de auto de infração ou de PAF. 1. 81. atualizado até o Decreto n. SEÇÃO IX 87 RICMS . 82.UPF/PR. de 13. emitirá o Termo de Encerramento. 7. devendo no ato do parcelamento a autoridade administrativa fixar o número de parcelas.RICMS . 80. e o pagamento da parcela inicial deverão ser realizadas na data da concessão do parcelamento.TAP. que poderá delegá-la. § 4º O não pagamento da primeira parcela no prazo determinado caracteriza renúncia ao parcelamento. c) na hipótese de imposto declarado em GIA/ICMS ou em GIA-ST. 11.580/96). § 3º O imposto debitado indevidamente. para fins de cálculo da atualização monetária.580/96). a diferença da multa não paga será também inscrita em dívida ativa. o valor equivalente a duas parcelas. 85. § 2º A assinatura do Termo de Acordo de Parcelamento . Art. de 13. o contribuinte deverá ser notificado. inclusive pessoa física. 30 da Lei n. § 1º O valor a parcelar não poderá ser inferior a dez Unidades Padrão Fiscal do Estado do Paraná . 31 da Lei n.580/96). § 2º Rescindido o parcelamento. § 1º O parcelamento também será rescindido pela falta de pagamento de quaisquer das duas últimas parcelas ou de saldo residual. § 1º É competente para autorizar a restituição do imposto o Diretor da CRE.2010 DA RESTITUIÇÃO Art. 11. inscreverá o crédito em dívida ativa. após o despacho concessório. b) em se tratando de crédito tributário inscrito em dívida ativa. em sua escrita fiscal.Aprovado pelo Decreto n. § 6º Decorridos seis meses contados do mês da protocolização do pedido de restituição. correspondente ao fato gerador presumido que não se realizar (art. Art. A restituição total ou parcial do ICMS dá lugar à devolução de penalidade tributária. após sessenta dias da inadimplência. desde que seja recolhido. o pedido será formulado mediante requerimento contendo a sua identificação e a inscrição no CPF ou.Aprovado pelo Decreto n. § 4º A restituição poderá ser processada mediante autorização de crédito do respectivo valor em conta-gráfica. 1. o contribuinte substituído poderá se creditar. observado o disposto no § 2º do art. § 4º Poderão ser reparcelados os créditos tributários objeto de rescisão de parcelamento. após a inscrição do saldo em dívida ativa. para processamento da devolução. desde que o contribuinte ou responsável produza prova de que o respectivo valor não tenha sido recebido de terceiros (art. ressalvado o disposto no parágrafo único do art. 154 do Código Tributário Nacional.091.091.internet de acordo com o estabelecido em norma de procedimento fiscal. expressamente autorizado pelo terceiro. acompanhado de declaração da dívida para os efeitos do art. caso em que será mencionado. para início ou prosseguimento da cobrança executiva. do qual não resulte pagamento efetivo. o saldo do crédito tributário será inscrito em dívida ativa ou substituída a certidão. no CNPJ. Parágrafo único. § 2º O valor pago será convertido em FCA da data do recolhimento indevido e reconvertido na data da autorização do crédito. As quantias indevidamente recolhidas ou debitadas ao Estado serão restituídas. Acarretará rescisão do parcelamento após a falta de pagamento de três parcelas ou de valor equivalente. § 5º O pedido de parcelamento poderá ser requerido na AR. mencionando o número do protocolo correspondente. juros de mora e correção monetária pagos. poderá pleitear a restituição do tributo. 32 da Lei n.05. 79. 78. 7. com vistas à Coordenação da Administração Financeira do Estado. parágrafo único. fica excluído o benefício de ordem. § 3º Tratando-se de parcelamento com o benefício previsto no art. § 6º Tratando-se de contribuinte não inscrito. o número do respectivo protocolo. vigentes no mês do pedido. atualizados a partir da data do pagamento indevido até a data do despacho concessório (art. Formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no prazo de noventa dias.2007.980 de 21. a quem o encargo relativo ao ICMS tenha sido transferido. serão encaminhados à CRE. dará prosseguimento ou iniciará a sua cobrança executiva. § 5º Os processos que envolvam restituição em espécie. atualizado até o Decreto n. Art. poderá o interessado escriturar como crédito o respectivo valor. § 2º O terceiro que faça prova de haver suportado o encargo financeiro do ICMS sub-roga-se no direito à devolução de imposto em relação ao contribuinte ou responsável. sem que seja o contribuinte cientificado da decisão ou sem que seja efetivamente recebida a importância a ser devolvida. § 1º A restituição não abrange as multas de natureza formal não prejudicadas pela causa assecuratória da restituição. que poderá delegá-la. nos livros e documentos fiscais. 75. 11. para os efeitos do parágrafo anterior. do valor objeto do pedido. por ocasião da assinatura do novo TAP. sendo o caso. no mínimo.2010 § 4º Em se tratando de fiança.980 de 21. Art.2007.

de 13. Em casos peculiares e objetivando facilitar o cumprimento das obrigações principal e acessória poder-se-á adotar regime especial (art. Art. 80 e do parágrafo único do artigo 81 o contribuinte atualizará. 80. encaminhar o processo à Inspetoria Geral de Arrecadação para averiguar. o processo poderá ser encaminhado à Inspetoria Geral de Tributação para emissão de parecer. 80 e parágrafo único do art. sendo o caso.12. o respectivo termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 90 . § 3º O estorno realizado no período e na forma do parágrafo anterior não estará sujeito a penalidade e demais acréscimos. para os efeitos deste artigo. II . quando a repartição não possuir terminal de consulta ou o recolhimento não estiver cadastrado no sistema. 42 da Lei 11. nos demais casos. qualquer tratamento diferenciado da regra geral de extinção do crédito tributário. atualizado até o Decreto n. no mês em que receber a notificação do despacho. Recebido o pedido de restituição: I . atualizado até o Decreto n. 83. Da conclusão do pedido de restituição será cientificado o requerente pela ARE. subscrito por pessoa legalmente habilitada e instruído com os seguintes documentos: I . o contribuinte deverá lançar o valor no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS. no prazo de quinze dias da respectiva notificação. Caracteriza regime especial.091. b) atestar a exatidão das alegações do requerente. prestando a devida informação no processo. se for o caso. para fins de cálculo da atualização monetária. 85. 84.05. lavrando-se. vedada a utilização da diferença relativa à correção monetária existente entre as datas da apropriação do crédito e do despacho concessório. quanto à veracidade da autenticação. 43 da Lei n. havendo dúvida quanto à matéria de direito. 11. e) lavrar. O pedido de que trata este artigo deverá conter a identificação. no qual constará o valor objeto do pedido e o número e data do protocolo.elementos que demonstrem circunstanciadamente o pagamento indevido. lançando-a no campo próprio do livro Registro de Apuração do ICMS. o valor a ser creditado referente ao imposto efetivamente recolhido. para conclusão e despacho do 89 RICMS . de escrituração ou de emissão de documentos fiscais. Parágrafo único.980 de 21. 27. junto ao agente arrecadador. d) transformar o valor do pedido em FCA. Antes da decisão de que tratam as alínea "a" e "b" do inciso II. 1. c) verificar a contabilização da guia de recolhimento. quando for o caso. na hipótese do § 3º do art. 86.2007.autorização firmada por terceiro.através de celebração de acordo. quando se tratar de devolução em espécie. O ICMS indevidamente pago ou debitado. o endereço e o telefone do requerente.05.580/96): I .Aprovado pelo Decreto n. Os regimes especiais serão concedidos (art. ou. Art. III .091.a ARE deverá: a) verificar se o pedido encontra-se devidamente instruído. 87. anexando extrato obtido junto ao sistema de processamento de dados. § 2º Caso o pedido de restituição seja indeferido. quando for o caso.2007.580/96). será objeto de pedido de restituição a ser protocolizado na ARE do domicílio tributário do contribuinte ou responsável. mediante emissão de nota fiscal. para conclusão e despacho do Diretor da CRE.12. Parágrafo único. mediante crédito em conta-gráfica. tendo o despacho concessório efeito meramente homologatório. nas hipóteses do § 6º do art. § 1º Se a restituição for autorizada. nos casos em que os pedidos sejam relativos às operações com combustíveis derivados de petróleo. § 4º Nas hipóteses do § 6º do art. ressalvado o disposto no inciso V do art. II . deverá o contribuinte ou responsável.2010 períodos posteriores.RICMS . Art. nos termos do § 2º. cuja natureza da operação será "Estorno de Crédito". Parágrafo único. além do número da conta corrente e respectiva agência bancária. 1. 81. anexando-se cópia deste ao processo. de 13. com o pagamento dos acréscimos legais cabíveis.Aprovado pelo Decreto n. proceder ao estorno dos créditos lançados e. c) encaminhará o processo à Inspetoria Geral de Tributação. CAPÍTULO IX DOS REGIMES ESPECIAIS SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. será recuperado pelo seu valor nominal e processado mediante crédito em conta-gráfica.instrumento de mandato. até a data do lançamento no livro fiscal. 7. b) encaminhará o processo à Inspetoria Geral de Fiscalização. termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.980 de 21. 7.2010 Diretor da CRE.a Inspetoria Regional de Tributação emitirá parecer conclusivo e: a) preparará o despacho nos processos de competência do Delegado Regional. Art. f) encaminhar o pedido à Delegacia Regional da Receita a que estiver subordinada. também atualizados a partir da data e na proporção em que foram efetivamente utilizados.

ser denunciado isoladamente ou por ambas as partes. SEÇÃO IV DA CONCESSÃO. cujo pedido deverá identificar o beneficiário e o ato concessivo.RICMS . Recebido o pedido de regime especial: I .a especificação dos modelos e sistemas aprovados. III . instruído com os seguintes elementos: I . com descrição geral de sua utilização na forma de "minuta de termo de acordo". atualizado até o Decreto n. a reformulação ou revogação dos regimes especiais acordados (art.Aprovado pelo Decreto n. sempre que solicitado. de quaisquer de seus estabelecimentos. em face da natureza das operações realizadas pelos estabelecimentos requerentes. a qualquer tempo. podendo.identificação completa da empresa e dos estabelecimentos nos quais se pretenda utilizar o regime. 7.Aprovado pelo Decreto n. deverá conter. através da Inspetoria Regional de Tributação. 91 RICMS . 1. bem como do representante ou titular que firmará o Termo de Acordo.12. quanto a segurança fiscal oferecida pelo sistema pretendido.2010 II .2007. se for o caso. 44 da Lei n.580/96). deverá elaborar parecer sobre a viabilidade legal do pedido. na apreciação do pedido. bem como aos princípios de maior racionalidade. § 2º Quando o regime especial compreender contribuinte do imposto sobre produtos industrializados. SEÇÃO II DO PEDIDO Art. sendo que o contribuinte beneficiado providenciará a publicação do mesmo no Diário Oficial do Estado. as seguintes indicações: I .2007. deverá o beneficiário anexar também cópia do ato concessivo.12. 88.a identificação completa da empresa e dos estabelecimentos abrangidos pelo regime.instrumento de mandato. O instrumento concessivo.980 de 21. nos casos de acordo. pelo estabelecimento matriz. à autoridade competente. II . o pedido deverá ser formulado por estabelecimento situado no território paranaense. se for o caso. § 2º Quando se tratar de pedido de anuência de regime especial concedido em outro Estado. II . e o respectivo Termo de Acordo. simplicidade e adequação. no mínimo. IV . quanto ao aspecto legal.2010 § 5º Os pedidos de alteração de regime especial seguirão os mesmos trâmites previstos para o pedido original.091. § 1º Na hipótese do estabelecimento matriz situar-se em outro Estado.com base neste Regulamento quando a situação peculiar abranger vários contribuintes ou responsáveis. 11. § 3º Fica proibida qualquer concessão de regime especial fora das hipóteses indicadas neste artigo. II . 91. atualizado até o Decreto n. § 5º O acordo celebrado na forma do inciso I deste artigo deverá ser numerado em ordem seqüencial.091.05. o pedido será encaminhado. b) elaborar parecer conclusivo e circunstanciado. de 13.cópia exata dos modelos dos documentos e dos sistemas especiais pretendidos. 89. se for o caso. § 4º O regime especial é revogável. III . § 3º A utilização do regime especial por estabelecimento não abrangido pela concessão fica condicionada a averbação. bem como propor medidas de controle fiscal. c) controlar os Termos de Acordos firmados. desde que favorável a sua concessão. § 1º Compete ao Diretor da CRE a concessão dos regimes especiais. 1.980 de 21. consubstanciado em parecer da repartição fiscal. Observar-se-á.a Inspetoria Geral de Fiscalização deverá: a) analisar o processo. através da Inspetoria Regional de Fiscalização.declaração da inexistência de débito com a Fazenda Pública. SEÇÃO III DO EXAME. atendendo às conveniências da administração fazendária. em se tratando de Termo de Acordo.05. propor. 92 . de 13. e apresentado na repartição fiscal a que estiver subordinado o contribuinte. Incumbe às autoridades fiscais. a conformidade com os requisitos básicos de garantia e segurança na preservação dos interesses da administração fazendária. 7. § 4º A averbação consistirá em despacho exarado pela autoridade competente. à Secretaria da Receita Federal. b) elaborar parecer definitivo sobre o pedido. O pedido de regime especial deverá ser formulado. INDEFERIMENTO OU CASSAÇÃO Art. Art.a Inspetoria Geral de Tributação. 90.a Delegacia Regional da Receita do domicílio tributário do requerente deverá: a) verificar se o contribuinte possui débitos pendentes. c) elaborar parecer conclusivo e circunstanciado. quanto a segurança oferecida pelo sistema pretendido. d) encaminhar o processo à Inspetoria Geral de Fiscalização. DO ENCAMINHAMENTO E DO CONTROLE Art. Parágrafo único.

com máquinas. 370. Município de Itapecerica da Serra. situada neste Estado. instrumentos mecânicos e utilidades domésticas. Município de Santos.nas operações realizadas por intermédio de Bolsas de Cereais e Mercadorias conveniadas com a Central de Registros S. 432.091.nas remessas para industrialização ou para conserto. VII . condicionado a que. por ordem do remetente. XI . III . estadual n. V . com destino à Refrio Armazéns Gerais Frigoríficos Ltda. inscrições. Bandeirantes. s/n. b) Cia. Alberto Cocozza.955/0003-69 (Protocolo ICMS 28/96).091. o veículo seja adquirido por ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL DIRETA e suas FUNDAÇÕES e AUTARQUIAS. na operação subsequente. Bairro Alemão. caberá pedido de reconsideração.5.116 e no CNPJ n.751/0002-05 (Protocolos ICMS 28/96 e 29/97). atualizado até o Decreto n. com destino à Cefri Armazenagem Frigorificada e Agroindústria Ltda. A.822.689. 11.117 e no CNPJ n. real ou simbólico. de 13.468/0002-10. 72/99. inscrições. estadual n.2009. VIII .nas saídas internas de chassis de ônibus com destino a estabelecimento encarroçador.Revogado. 93.nas saídas de mercadorias remetidas pelo estabelecimento de cooperativa de produtores. componentes e acessórios para instalação e montagem de aparelhos.300.na saída interestadual de álcool etílico anidro combustível destinado à distribuidora de combustíveis.Aprovado pelo Decreto n. 19 da Lei n. 49. SP. n. 4. cláusula terceira). promovidas pelo produtor com destino a estabelecimento industrial ou seu depósito localizado no Estado. inscrita no CAD/ICMS sob o n. 295.. Município de Guarujá. n. 92. 16. XII . para mistura com gasolina A (Convênios ICMS 03/99.. 1.na remessa de mercadoria em operações internas com destino a armazém geral. CAPÍTULO X DA SUSPENSÃO DO IMPOSTO Art. de cooperativa central ou de federação de cooperativas de que a cooperativa remetente faça parte. estadual n. inscrições. máquinas operatrizes e de construção de estradas.015.003.339. estabelecida na Av. para serem utilizados na elaboração de produtos encomendados pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de 180 dias. nos termos dos arts. excluídos os contribuintes do IPI. 307 e 308. à Avante S. gabaritos. 57. inscrições. para estabelecimento neste Estado. com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte. 299 a 306. 85/99 e 81/00). modelos e estampas. Revogado pelo Art. 94 .RICMS . de 13.260.278.12. Texto original em vigor no período de 1º.. surtindo efeitos a partir de 1º.124.249 de 11.860.363. Cacique de Café Solúvel. Armazéns Gerais Frigoríficos. padrões. II .2007. implementos agrícolas.12. estadual n. mencionando. SP. estadual n.580/96): I .nas saídas de fumo em folha e de seus resíduos. da própria cooperativa. 633. o número do Termo de Acordo e a descrição sucinta do regime concedido. máquinas e equipamentos.nas remessas de peças. estabelecida na Rod.nas operações internas.317.2008 até 31. assim como no retorno. desde que as mercadorias sejam objeto de emissão de Certificados de Mercadorias com Emissão Garantida/CM-G e se encontrem em armazém situado no território paranaense credenciado por instituição bancária garantidora de tal certificado.nas saídas de mercadorias remetidas pelo estabelecimento do produtor para estabelecimento de cooperativa de que faça parte.112 e no CNPJ n. 7. chapelonas. 540 a 545. inscrita no CAD/ICMS sob o n. X .2007. matrizes. no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 60102504-37. 1. do Decreto n. inscrições.131. 61. ao estabelecimento remetente.02. nos termos dos arts. de produção paranaense. previstas na legislação e terá eficácia a partir da data da publicação do ato no Diário Oficial do Estado. SP. atualizado até o Decreto n. ao TECOM. ou a depósito fechado do próprio contribuinte. estabelecida na Av.980 de 21. Art. 2º.Armazéns Gerais Frigoríficos. à Arfrio S. contados da data da saída (Convênio ICMS 19/91." XIII . 4.nas operações com arroz. ou à Localfrio S/A . n. partes.295/0002-01. bem como de moldes.A. SP. § 2º O contribuinte deverá lavrar termo.nas remessas de extrato ou óleo de café para depósito em armazéns frigoríficos localizados no Estado de São Paulo promovidas pelas empresas (Protocolos ICMS 05/91 e 37/91): a) Cia. estabelecida na Av.118 e no CNPJ n. IX . 93 RICMS . Vereador Alfredo Neves. A. Régis Bittencourt. 58. 633. VI .2008: "XII .01. IV . Vicente de Carvalho. Iguaçu de Café Solúvel. nos termos dos arts. do Acesso Rod. principal e acessórias.157/0004-85.980 de 21.2009. 309 a 311.052. sem efeito suspensivo. de acordo com os arts.046. em demonstração.05.01. 7. 53400815-54. Do indeferimento do pedido ou da cassação de regime especial. estabelecida na Av.115 e no CNPJ n.05. no mínimo. km 293. aparelhos e instrumentos de utilidade hospitalar. Armazéns Gerais Frigoríficos.2010 Município de Santos. aparelhos.024. 612. Município de Mairinque.. SP. Há suspensão do pagamento do imposto (art.01.2010 § 1º A concessão de regime especial não dispensa o cumprimento das demais obrigações.Aprovado pelo Decreto n.nas saídas de bens integrados ao ativo imobilizado. 335.

2008: "§ 10. do Decreto n. atualizado até o Decreto n. hipótese em que prevalecerá a norma pertinente.2008: "§ 11.091. as regras estabelecidas neste Capítulo.01. 2º." § 10. b) encerrada a fase de suspensão o imposto será recolhido na forma e no prazo previsto na legislação pelo transmitente. 1º. c) ocorrendo sucessivas operações com a mesma mercadoria. é condicionada à comprovação.01.858. esteja esta sujeita ou não ao pagamento do imposto. ou pelo armazém se aquele localizar-se em outro Estado. § 9º Revogado. Revogado Revogado pelo Art. o retorno real ou ficto dar-se-á também ao abrigo da suspensão.2009. e. por ocasião da ocorrência do fato. § 2º Na hipótese do inciso IV.02. em relação ao remetente. § 8º Mediante regime especial poderá ser autorizada a suspensão do pagamento do imposto em outras hipóteses.2007. 4. Texto original em vigor no período de 1º.01. 2º.2010 e) após a última transmissão o adquirente terá até dez dias para retirar o produto do armazém ou regularizar o depósito em seu próprio nome. 93 pelo art. caso não ocorra a exportação.01.2008: "§ 12. atualizado até o Decreto n. emitindo para tanto os documentos previstos na legislação.2007. Revogado. desde que realizado no prazo de noventa dias. 95 RICMS .249 de 11.01.249 de 11. do Decreto n. 62.2008 até 31. ainda que no verso. Revogado Revogado pelo Art. os contribuintes paranaenses deverão recolher o imposto das operações interestaduais.091.RICMS . surtindo efeitos a partir de 1º. com os respectivos acréscimos.249 de 11. d) a liberação da mercadoria depositada somente poderá ser efetuada pelo armazém à vista do documento denominado "Ordem de Entrega" emitido pela Central de Registros S. será documento hábil para acobertamento do depósito. 4. surtindo efeitos a partir de 1º.2009. desde que observado o disposto no § 9º" § 12. do Decreto n. da condição de adquirente de gasolina A da distribuidora de combustível. do Decreto n. os dados identificadores desse documento. de 13. Na hipótese do inciso XII. surtindo efeitos a partir de 1º. cumpre ao promotor da operação ou prestação.02. recolher o imposto suspenso na etapa anterior.06. Revogado pelo Art.12. 2º. devendo o contribuinte.01.2009. Revogado Revogado pelo Art." 96 . 4. subsidiariamente. os documentos fiscais não conterão destaque do ICMS e serão lançados nos livros fiscais sem débito e sem crédito do imposto nas colunas "Valor Contábil" e "Outras".2009. de 03.01. A distribuidora de combustíveis que descumprir suas obrigações dando causa ao não pagamento do imposto suspenso será relacionada em Ato da CRE. observadas.2009. § 5º Caso a mercadoria ou o serviço amparado com suspensão não seja objeto de nova operação tributável.01.2009. surtindo efeitos a partir de 1º.249 de 11." § 11. sendo o caso. surtindo efeitos a partir de 1º.2009.12.2009.2009. realizar o pagamento do imposto suspenso. § 7º Relativamente ao inciso X observar-se-á: a) o imposto fica suspenso até que ocorra a saída física das mercadorias do estabelecimento onde se encontrem. 7. 496 e 497.2008 até 31. § 6º Nas operações abrangidas pela suspensão. do Decreto n.01.02. furto ou roubo de mercadoria com imposto suspenso na fase anterior. A.2008: "§ 13. 1.2008: "§ 9º A suspensão de que trata o inciso XII.2009. na forma estabelecida em norma de procedimento. ou se submeta ao regime de isenção ou não-incidência. da Guia de Recolhimento do Imposto. Caso não ocorra o pagamento na forma prevista no § 10. A suspensão do pagamento do imposto na hipótese do inciso XII não se aplica às operações destinadas a estabelecimento de distribuidora de combustíveis que constar no Ato da Coordenação da Receita do Estado de que trata o § 12.2010 Acrescentado o inciso XIII ao art. o ICMS suspenso será pago englobadamente com o imposto retido por substituição tribuária incidente sobre as operações subseqüentes com gasolina automotiva. anotando-se no documento que acobertou a entrada da mercadoria.05.01. 1.980 de 21.Aprovado pelo Decreto n.06.2008 até 31. mediante os procedimentos previstos nos arts.2009 § 1º O imposto devido pelas saídas mencionadas nos incisos I e II será recolhido quando da saída subseqüente.01.980 de 21. alteração 258ª. a responsabilidade pelo imposto inadimplido fica afastada. 7.01. devendo o mesmo ser pago de forma incorporada ao débito da operação.Aprovado pelo Decreto n. de 13. 2º. contados da data da saída.02. § 4º No perecimento.2008 até 31. Revogado pelo Art. do Decreto n. 2º. 4. o imposto fica suspenso até a posterior saída daqueles estabelecimentos das mesmas mercadorias ou dos produtos resultantes de sua industrialização.05. " § 13. Texto original em vigor no período de 1º. considerar-se-á encerrada a fase da suspensão.249 de 11.01.01. em GR/PR. deterioração. perante o remetente. § 3º Na hipótese do inciso VI.. Texto original em vigor no período de 1º. 4.02. ressalvado o disposto no § 2º do art. salvo se houver disposição específica de diferimento ou nova suspensão para a operação. no mesmo prazo. 4. ficando os estabelecimentos adquirente e armazenador dispensados da emissão da nota fiscal simbólica exigidas pela legislação.A. surtindo efeitos a partir de 1º. caso em que o recolhimento do imposto deverá ser efetuado por ocasião da saída.2008 até 31.2009.01. Texto original em vigor no período de 1º. o documento denominado "Aviso de Negociação" emitido pela Central de Registros S. Texto original em vigor no período de 1º.

Redação original em vigor no período de 01. em operações internas. observando-se: a) o estabelecimento renunciante deverá enviar a seu fornecedor. c) o emitente da nota fiscal deverá debitar o valor correspondente à renúncia do diferimento § 6º A renúncia de que trata o parágrafo anterior. abóbora. 18 e 20 da Lei n.01. ampliação.saída para estabelecimento de empresa enquadrada no Simples Nacional. 95. aipo. poderão renunciar ao beneficio. alfazema.2008 até 31.091.saída para consumidor final.01.01. assim como no retorno ao estabelecimento remetente.2010 69. não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS.2010 § 14. 94. exceto em relação aos itens 2. exceto em relação à alínea "c" do § 1º do art. em relação a todos ou a alguns fornecedores selecionados.02. c) estabelecimentos que empreguem as mercadorias no fornecimento de refeições aos seus empregados.2009. 53. 95. § 1º Para efeitos de encerramento da fase do diferimento previsto no inciso I. surtindo efeitos a partir de 1º. 36. 26.saída para outro Estado ou para o exterior. o funcionamento. por operação ou por período. subsidiariamente. e) produtores rurais. II . para depósito a qualquer título. A alínea "e" foi acrescentada pelo art. alfavaca. a adquirir mercadorias com o diferimento do pagamento do imposto. de 13.RICMS . 1. ou a aperfeiçoe para o consumo. V .saída promovida pelo estabelecimento industrializador.980 de 21.282. de 13. hotéis.02.02. de produto resultante da industrialização de mercadorias cuja entrada tenha ocorrido sob a égide do diferimento. para os estabelecimentos ali referidos.01. VI . § 5º Os estabelecimentos enquadrados em programas de incentivos fiscais para implantação. 19. surtindo efeitos a partir de 1º." § 15. d) empresas de construção civil. do Decreto n. 71 e 73 do art.580/96): I . alecrim. 29.2009. IV . 14. atualizado até o Decreto n. Revogado Revogado pelo Art. observado o disposto no § 4º. do Decreto n.2009.2008 até 31. não vinculado a estabelecimento fixo. pensões e estabelecimentos similares. b) empresas prestadoras de serviços. § 3º Para fins do disposto no inciso VI.2007. 1º. 2º.2009. exceto em relação ao item 80 e à alínea "c" do § 1º do art. 4.05. 95. as regras estabelecidas neste Capítulo.980 de 21. de obras hidráulicas e semelhantes. nos termos do inciso XII.2008: "§ 15. mediante regime especial.2008: "§ 14.01.12. também se estende às operações internas beneficiadas com o diferimento parcial do pagamento do imposto estabelecido no art. a apresentação ou a finalidade da mercadoria.Aprovado pelo Decreto n. associações e hospitais. clubes. Na hipótese de a distribuidora de combustíveis receber álcool etílico anidro combustível. 94. são abrangidas pelo diferimento as seguintes mercadorias: 1. abobrinha. b) o documento mencionado na alínea anterior deverá ser registrado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências e arquivado pelo estabelecimento renunciante e pelo seu fornecedor.05. 4. almeirão. surtindo efeitos a partir de 1º. 98 . o imposto suspenso deverá ser recolhido por ocasião da saída isenta ou não tributada do mesmo produto. O pagamento do imposto em relação às mercadorias arroladas no art.2009: "II . atualizado até o Decreto n. Revogado Revogado pelo Art. aipim.250.03.03.2009. 97 RICMS .01. comunicado por escrito desta opção. 4.2008 até 28.12.Aprovado pelo Decreto n. 2º. modernização ou reativação industrial. 96 deste Regulamento.2009. pessoas físicas ou jurídicas." CAPÍTULO XI DO DIFERIMENTO DO IMPOSTO SEÇÃO I DE MERCADORIAS EM GERAL Art. o acabamento. fica diferido para o momento em que ocorrer uma das seguintes operações (arts.02. 95." III . as que destinem mercadorias para: a) restaurantes.2007.249 de 11. Texto original em vigor no período de 1º.saída para vendedor ambulante. pelo art. consideram-se ainda como saídas para consumidor final. 7. acelga. Art. 7. surtindo efeitos a partir de 1º. 1. do Decreto n. alteração 206ª.saída para estabelecimento de produtor agropecuário. alface. § 4º Mediante regime especial poderá ser autorizada a aplicação do diferimento em relação a outros produtos. 11. A CRE poderá exigir o credenciamento prévio das distribuidoras de combustíveis que pretendam adquirir álcool etílico anidro combustível no Estado do Paraná com a suspensão do pagamento do imposto prevista no inciso XII. de 18.091. agrião. alcachofra.02. 1º. 95. de 11.saída para estabelecimento de empresa enquadrada no Simples Nacional. em operações internas. Texto original em vigor no período de 1º. no todo ou em parte.249 de 11. § 2º O disposto no inciso VI não se aplica nas remessas. alteração 192ª.2009. Nova redação dada ao inciso II do art. observadas. Sem prejuízo das disposições específicas previstas neste Regulamento. da proporcionalidade do benefício renunciado e do período ou da operação a que se refere. considera-se industrialização qualquer operação que modifique a natureza.2009. do Decreto n. 4. inclusive para a Zona Franca de Manaus e para as Áreas de Livre Comércio (Convênio ICMS 129/05). autorizados.01.

observado o disposto no § 6º. frutas frescas nacionais ou provenientes de países membros da ALADI destinadas à industrialização. colza. 27. cambuquira. de equipamentos de telecomunicação e de informática. 1. manjericão. 28.00 da NCM. cará. hortelã. coentro. caninha e cachaça classificadas no código NBM/SH 2208. destinada a consumo no setor agropecuário. salsa. amendoim em casca ou descascado (em grão). com destino a estabelecimento industrial que as utilize como insumos na fabricação de bebidas.091. 100 . na proporção de 33.2008 até 23. na saída promovida por estabelecimento industrial-fabricante. exclusive de bovinos. eqüinos de trabalho. 18. cavalos de raça. observado o contido no § 5º. losna.01. embalagens para acondicionar e transportar ovos de aves. atualizado até o Decreto n. 8.40. folhas de "stévia". de 13. cebola. erva-mate bruta e cancheada. pepino. 36. palmito. milho verde.05. 4. inhame. surtindo efeitos a partir de 1º.2010 15. 3. couro cru.091. inclusive quando destinado para a queima em caldeiras ou fornos. cominho. canola. gado bovino. paranaense. classificadas na posição 7210. nabo e nabiça. "ex" 01. 2.01. babaçu.1. couve-flor. em casca. atualizado até o Decreto n. como tal definida e autorizada pelo órgão federal competente. 26. partes e peças.3. na importação do exterior promovida por estabelecimento fabricante.2007. anis.00 e 7210. berinjela. em cacho ou grão. de produção paranaense. devidamente registrados nas associações de criadores. centeio. araruta. erva-cidreira. beterraba. mandioca. folhas de eucalipto. algodão em caroço e seus derivados (caroço de algodão e linter). 22. de origem vegetal. couve. 37. couro cru salgado e couro cru salmourado de eqüino. 7.12.2008 até 31. 4.2009. batata-doce. arruda. manjerona. cevada em grão ou germinada. pimenta. 20. colofônia (breu) e terebintina nas saídas destinadas a estabelecimento industrial. bertalha. salsão. pimentão. incluídos os animais procedentes de outros Estados e adquiridos por produtor 99 RICMS . espargo. conforme o inciso VIII do art. Texto original em vigor no período de 1º. 34. castanhas nacionais.12.2009.2. 16. 33. camomila.01.2007. rabanete.RICMS . 7. cenoura. coelho. chá em folha. chuchu. gergelim em vagem ou batido. gengibre.980 de 21.980 de 21. Revogado. gobo. componentes. cana-de-açúcar. Revogado pelo Art. suíno. funcho. cebolinha. nas operações entre produtores paranaenses. ervilha. destinadas à industrialização. 21. 13. 17. 7. 11. maxixe.02. repolho. Texto original em vigor no período de 1º.50.2009: "9. raiz forte. cogumelo acondicionado em embalagem não hermeticamente fechada. segurelha. 24. 2º. 14. azedim. eqüinos para abate. 27. moranga.249 de 11. caprino e aves vivas. na saída promovida por usina produtora com destino a estabelecimento de distribuidora de combustíveis. 35.33% do valor da operação. 27. art. catalonha. repolho-chinês. cogumelo. batata. do Decreto n. brócolis. para utilização no respectivo processo industrial. 23. chapas e bobinas revestidas com estanho ou cromo. 25. mostarda. energia elétrica: 27. 19.993 de 24.00. tomate. amido de milho. destinada às cooperativas rurais redistribuidoras desta mercadoria.Aprovado pelo Decreto n. álcool etílico hidratado combustível. 27. endívia. de 13. bubalino. acondicionadas em recipientes de capacidade superior ao limite máximo permitido para venda a varejo. no fornecimento da usina geradora para estabelecimentos redistribuidores. como tal definida e autorizada pelo órgão federal competente. 5. 29. erva-doce. vagem e demais folhas usadas na alimentação humana. couros tipos "wet blue" e "pickel". 9. erva-de-santa maria. álcool etílico anidro combustível. 1º. nas operações realizadas no recinto de exposições ou feiras.12.2009. exceto maçã e pêra. briquete de origem vegetal. chicória. cacateira. na transferência da usina geradora para o estabelecimento consumidor. bubalinos e suínos. taioba.12. rúcula. resfriados ou congelados.4. 101. jiló. nas saídas destinadas a estabelecimento de distribuidora de combustíveis.Aprovado pelo Decreto n. 32. ruibarbo. feijão. espinafre. crustáceos e moluscos em estado natural.2010 aneto. briquetes e peletes. tomilho. 5. do Decreto n. brotos de vegetais. fécula de mandioca.05. 1. 12. aveia em grão." 10. escarola. tampala. Nova redação do item 9 dada pela alteração 394ª. alfafa.2008: "5. 31. inclusive quando destinados para a queima em caldeiras ou fornos. frescos. ovino." 6. quiabo. ovino e caprino.12. macaxeira. 30. cardo.01.

toras.por empréstimo. linhaça.2008 até 23. exceto ouro. sal. Nova redação do item 45 dada pela alteração 394ª. leite pasteurizado. 71. produzindo efeitos a partir de 102 . em cacho ou em grão. lâminas de madeira. petróleo bruto. 64. 62. 5.2007. de produto primário ou não. inclusive nas saídas destinadas à elaboração de ração em estabelecimento de produtor localizado no Paraná. osso. inclusive embalado pelo próprio produtor rural. patas e caudas secas de coelho. soja em grão.RASF.2009: "48. classificado no código NBM/SH 2607. material destinado à renovação. lenha. chifre. 55. produto intermediário ou secundário. juta.05. Texto original em vigor no período de 1º.2009: "45. minério concentrado de chumbo. 72. tungue em semente. 54. coque verde de petróleo. 52. produto intermediário ou secundário. exceto o de mesa ou de cozinha classificado no código NBM/SH 2501. que os utilize como matéria-prima. inclusive nas operações destinadas à secagem de cereais. na importação do exterior. suínos. do Decreto n. óleo combustível. 69. 7. 78. matérias-primas. 41. 48." 49. em espiga ou em palha. inclusive nas saídas destinadas à alimentação de aves. nó de pinho.12.01. rami descorticado ou amaciado. de 13. 1. atualizado até o Decreto n. associação ou cooperativa de que faça parte. querosene de aviação. quanto na devolução por este. casco e sebo e outros produtos gordurosos não comestíveis de origem animal.2007.tanto na operação de remessa ao exportador. 50.091. ou reconstituído. trigo e triticale. 61.12.00. girassol em semente. 39. pinhão.05.01. Nova redação do item 48 dada pela alteração 394ª. 56. tremoço. produtos minerais de uso na indústria. 66. inclusive nas operações destinadas à secagem de cereais. 60.06. lascas e toretes. 2. materiais intermediários. nas saídas do estabelecimento industrial com destino a outro estabelecimento industrial. petróleo. O item 79 foi acrescentado pelo art. 75. 51.2008 até 23. reciclagem ou recondicionamento por estabelecimento industrial. matéria-prima. caprinos.RICMS . raízes e folhas de canela-sassafrás e óleos de sassafrás. 67. 65. soro de leite. produção de vapor ou. soja em grão. 45. com 2% de gordura. 74.00.091. ovos destinados à industrialização. bubalinos e suínos. materiais intermediários e insumos. 77. 63. inclusive lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. sorgo. produção de vapor ou a estabelecimento industrial que a utilize como fonte energética. do Decreto n. na importação do exterior. 1. art." 46.Aprovado pelo Decreto n. 7.11. por refinarias de petróleo ou suas bases. mel. peles secas ou congeladas. para utilização no respectivo processo industrial. equipamentos e implementos agrícolas e de peças e acessórios para veículos automotores. de 25. 1º. cavaco e serragem provenientes da industrialização de madeiras. 79.12. mamona em baga.907.980 de 21. 59. 68. 53.00. sebos fundido e extraído por meio de solventes. 42. recicláveis ou recondicionáveis. 57. 1º.Aprovado pelo Decreto n. 70. secundários e embalagens. 43. lenha. ao estabelecimento industrial que a utilize como fonte energética. alteração 76ª. guandu em vagem ou batido. atualizado até o Decreto n. bovinos e bubalinos em estabelecimento de produtor localizado no Paraná. matéria-prima. art.2010 bovinos. do Decreto n.993 de 24. destinados a estabelecimentos industriais que operem preponderantemente na fabricação de produtos destinados à exportação.12.980 de 21. Texto original em vigor no período de 1º. matérias-primas. ainda que não resíduos resultantes da fabricação de outros produtos. produção de vapor ou ao estabelecimento industrial que o utilize como fonte energética.2009. 47.00.2009. 76. 44.20. resinas de árvores. inclusive nas operações que os destinem a secagem de cereais. ovinos. farelo ou torta de soja e de outros produtos a granel. NCM 2713. resultantes do abate ou desbaste de árvores. em operações internas .993 de 24. em espiga. grão-de-bico. matéria-prima. leite fresco. 1º. de 13.12. observado o contido no § 4º. "B" e "C".2008. na importação do exterior por estabelecimentos fabricantes de máquinas.12. produto intermediário ou secundário.2010 38. resíduos. materiais renováveis. 73. exclusive de 101 RICMS . tipos "A". 40. resíduo asfáltico . milho em grão ou moído. 58. 5. peixes destinados à industrialização. no suprimento para o embarque marítimo .

Revogado pelo Art. § 5º Revogado. bem como sua utilização na prestação de assistência técnica. do Decreto n.1000).10. surtindo efeitos a partir de 81.214.90.2009.744. a fase de diferimento do pagamento do imposto em relação às mercadorias arroladas nos itens 55 e 63 encerra-se quando da saída do estabelecimento distribuidor de combustível. ressalvada a hipótese prevista na alínea seguinte.NCM 3004.29.NCM 3004. neste Estado.02.03. nas saídas interestaduais. 4. O item 83 foi acrescentado pelo art. Acrescentado item 80.RICMS . 1º. O item 82 foi acrescentado pelo art.11." 82.2010 estabelecidas no art. 299. 104 . de 15. de produto resultante da industrialização de mercadorias cuja entrada tenha ocorrido sob a égide do diferimento. para o momento em que ocorrer a subseqüente saída do estabelecimento importador. 1º. 86. promovida pela distribuidora de combustíveis. c) nas operações internas. b) na saída isenta ou não tributada de álcool etílico anidro combustível.5000). de 24. 5.02. vísceras não comestíveis de origem animal.11. 1º. destinada a outro estabelecimento da mesma empresa. subsidiariamente.69. 1º. nas operações de importação do exterior.620. embalagens para envase de alimentos.2009. de 27. matérias-primas de origem vegetal e animal. do Decreto n.2009. do Decreto n. b) nas saídas internas das mercadorias referidas na alínea "a".091. 6. de 13.2009. 94.11.03. de 27.620. acrescentado pelo art.2009. de 13. 84. também.20. pelo art.249 de 11.10 e 8408.31. Redação original. 13. 7. O item 85 foi acrescentado pelo art. as demais normas relativas ao diferimento previstas neste Regulamento. Texto original em vigor no período de 1º. 489 § 7º Sem prejuízo das hipóteses previstas no art. alteração 355ª.01. 5. Nova redação do item 81 dada pela alteração 292ª. quando destinados a indústria para utilização no respectivo processo industrial.39. 1º.07. e às prestações de serviço de comunicação. produzindo efeitos a partir de 1º. insulina análoga . 1.Aprovado pelo Decreto n.955 de 24. 1. do Decreto n. surtindo efeitos a partir de 1º. motores. para o momento em que ocorrer a saída ou a transmissão de propriedade do produto resultante da industrialização. inclusive para a Zona Franca de Manaus e para as Áreas de Livre Comércio.12. § 2º O diferimento previsto nas alíneas "a" e "b" do parágrafo anterior aplica-se. na saída promovida pelo estabelecimento que tiver recebido a mercadoria com tal tratamento.05.2009. § 8º O diferimento do pagamento do imposto previsto no item 50 não se aplica às aquisições de energia elétrica e de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. d) o disposto na alínea "c" não se aplica nas saídas promovidas por estabelecimento industrializador. referente à parcela do valor agregado.05." § 6º O diferimento do pagamento do imposto em relação à mercadoria arrolada no item 4 não se aplica se o estabelecimento destinatário não for ou deixar de ser substituto tributário. 1º. de 29 de junho de 2001. do Decreto n. com a finalidade de fabricação de produtos a que se referem o inciso VI e o § 1º do art. 13.90.980 de 21.90. em estado natural. produzindo efeitos a partir de 1º.11. 7. insulina .2008 até 31. § 1º Fica igualmente diferido o pagamento do imposto nas operações a seguir mencionadas: a) no recebimento de insumos da indústria de informática e automação importados do exterior a serem utilizados na produção de bens de informática e automação de que tratam o inciso VI e o § 1º do art. 2º.091. como tal definido e autorizado por órgão federal competente. de 18.00. cal apagada (NCM 2522. art.2008: "§ 5º Sem prejuízo do disposto no inciso III do art. do Decreto n.06.2009.2007. do Decreto n. 85. atualizado até o Decreto n.90.282. ficando. 3º da Lei n.2010 1º. gás natural destinado a usina elétrica.05. nas condições 103 RICMS . em favor do Estado do Paraná (Convênio ICMS 129/05). de 29 de junho de 2001.214. do Decreto n. 3º da Lei n. em estado natural. O item 84 foi acrescentado pelo art. de 27.NCM 3004.01. 4. 94.2009. alteração 381ª.10. O item 86 foi acrescentado pelo art. produzindo efeitos a partir de 1º.620. para fabricação de biodiesel.2009 surtindo efeitos a partir de 15.90 da NCM.2008. alteração 229ª. da mesma ou de outra mercadoria resultante de sua industrialização. de 13. para o momento em que ocorrer a saída da mesma mercadoria desse estabelecimento ou de outra resultante de sua industrialização. englobadamente.2009.548. 8408. promovida pelo estabelecimento do contribuinte autor da encomenda. 80. alteração 355ª.10.05.2009. vísceras e mucosas não comestíveis de origem animal. alteração 355ª. hipótese em que deverá ser observado o disposto na alínea "c" do inciso I do art. pela distribuidora de combustível. cal viva (NCM 2522.2009. alteração 435ª.12. sendo que o pagamento do imposto diferido deverá ser efetuado. 94.2200) e carbonato de cálcio (NCM 2836. sendo que o imposto diferido deverá ser pago de uma só vez.01.750. § 3º Aos §§ 1º e 2º aplicam-se. 5. no retorno da mercadoria ou bem recebido para industrialização. dispensado o recolhimento do imposto relativo às operações anteriores. com o imposto retido por substituição tributária incidente sobre as operações subseqüentes com gasolina até o consumidor final.2009. 4.Aprovado pelo Decreto n. com destino a estabelecimento industrial. classificados nas posições 8408. alteração 207ª.980 de 21. o diferimento do pagamento do imposto em relação à mercadoria arrolada no item 5 encerra: a) na saída da gasolina resultante da mistura com aquele produto. 1º. antidiabético oral novonorm . de que trata o inciso VI do art. 83. § 4º O diferimento do pagamento do imposto em relação às mercadorias arroladas no item 77 não se aplica na importação com despacho aduaneiro fora do território paranaense. 5. 1º. 1º. inclusive derivados.2010.2009.2007. do Decreto n. atualizado até o Decreto n. que não surtiu efeitos: "81. 4.

§ 14.430 de 18. no mínimo.993 de 24. devendo a primeira fração ser debitada no mês em que ocorrer a entrada do bem no estabelecimento. na proporção de: I .858.DIFERIDO. 96 dada pela alteração 218ª. 2.04. do art. § 11.2008 até 31. 95. 1º.2009 surtindo efeitos a partir de 1º.620.12. agricultura.10. surtindo efeitos a partir de 1º. O diferimento previsto no item 82 é opcional e se aplica exclusivamente nas operações internas entre o 105 RICMS . equipamentos e tratores empregados nos setores da construção. 5. O diferimento previsto no item 83 se aplica apenas quando o destinatário da operação seja estabelecimento fabricante de biodiesel. 1º. Acrescentado o parágrafo 15 ao art. do Decreto n.52% do valor do imposto.2009. ou proporcionalmente ao número de meses de efetiva atividade no exercício civil anterior.2007." III .2009 Redação original em vigor no período de 1º. art. nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 2204. de 27.03.12. por contribuinte. SEÇÃO II DO DIFERIMENTO PARCIAL Art.2009 § 17. nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 2204. de que trata a alínea "c" do inciso V do art. observando-se o seguinte critério: a) a receita bruta será auferida no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro do ano civil anterior. Acrescentado o parágrafo 17 ao art. O diferimento previsto no item 85 somente se aplica nas operações internas entre o estabelecimento distribuidor e a usina elétrica que utiliza o gás natural na produção de energia elétrica. do Decreto n. 3. surtindo efeitos a partir de 1º. Fica diferido. item 80 do art.11.091. também. 95 pelo art. alteração 381ª. do art. no campo "Informações Complementares".Aprovado pelo Decreto n. 95 pelo art. 1º. o encerramento das atividades ocorrer antes do mês de dezembro. do Decreto n. do Decreto n. § 12. 80% de sua receita bruta. 2205. de que trata a alínea "f" do inciso III do artigo 14. 5. 96 dada pela alteração 218ª.980 de 21.01.06. 7. surtindo efeitos a 1º. 4. o ICMS nas operações internas com máquinas e equipamentos adquiridos de fabricantes paranaenses e destinados à integração no ativo permanente de contribuinte inscrito no CAD/ICMS. o início das operações ocorrer após o mês de janeiro. nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 3303. 1º. alteração 355ª. de 27. diferido o pagamento do imposto nas saídas internas entre contribuintes e nas operações de importação. 14 Nova redação do inciso II. alteração 259ª.33% do valor do imposto.03.art. da seguinte forma: “ICMS .2007. exceto em relação àquelas de que tratam os itens 1.620. do Decreto n. art. 14. e a opção pelo benefício deverá estar expressa na nota fiscal emitida para documentar a operação. 95 pelo art. hipótese em que não poderá usufruir do diferimento de que trata o item 50. 4. Fica.620. No diferimento de que trata o § 12 será observado o seguinte: a) no documento fiscal emitido para acobertar a operação. 96. O diferimento previsto no item 84 é opcional e se aplica exclusivamente nas operações internas realizadas entre os estabelecimentos fabricantes do motor com destino a indústrias montadoras de máquinas. surtindo efeitos a partir de 1º. com a indicação do número e da data da nota fiscal emitida para documentar a operação. 1. 2206 e 2208 da NBM/SH.11.Aprovado pelo Decreto n.2009 partir de § 18. os estabelecimentos industriais devem demonstrar que realizam saídas de produção própria para o exterior em percentual que represente. O parágrafo 18 foi acrescentado pelo art. II . 1º. marinha e industrial.2009 § 16.750. § 13.2009. Ao estabelecimento exportador que não atender o critério da preponderância e fruir do diferimento do pagamento do imposto de que trata o item 50. atualizado até o Decreto n.58. o beneficiamento e o empacotamento de feijão em estado natural não se constitui em situação de encerramento da fase de diferimento.05.980 de 21.11.33. c) para efeitos da apuração do débito o valor do imposto será convertido em FCA. 4.11. do Decreto n. b) a receita não será calculada enquanto o estabelecimento exportador não estiver em atividade por. Nova redação do inciso III. no mínimo. atualizado até o Decreto n. 3.2009 § 15. de 03.12. Acrescentado o parágrafo 14 ao art.2009. A limpeza. e 7 da alínea “h” do inciso II do mesmo artigo. 2206 e 2208 da NCM. na data da entrada do bem no estabelecimento e reconvertido em moeda corrente no mês do lançamento a débito. de mercadorias.2009. geração de energia.62% do valor do imposto. 3305 e 3307 da NCM. à opção do fornecedor. de que trata o item 1 da alínea "a" do inciso I do art. do RICMS". O diferimento previsto no item 80 é de aplicação facultativa.55.2009 surtindo efeitos a partir de 106 . de 27. será consignada a seguinte expressão: "ICMS diferido . § 12.RICMS . movimentação de materiais. 5. 5.10. caberá a responsabilidade pelo recolhimento do imposto que deixou de ser pago na operação de aquisição.430 de 18.03. ainda que tal conduta venha a ser verificada posteriormente. alteração 355ª. 1º. 2205. § 10.2009.06.56% do valor do imposto.2010 estabelecimento fabricante da embalagem e o industrial usuário da mesma.10. do Decreto n.2009: "II . 1. 95 pelo art. de 13. 95 do RICMS/2008”. de 13. 3304. 7.05. na hipótese da alíquota ser 18%. 1º.2009) 1. b) o imposto será pago em conta-gráfica pelo estabelecimento adquirente mediante lançamento do valor correspondente à razão de um quarenta e oito avos por mês do imposto devido no campo "Outros Débitos" do Livro Registro de Apuração do ICMS. Acrescentado o parágrafo 16 ao art. alteração 355ª.091. de 13.2010 § 9º Para os fins de determinação da preponderância de que trata o item 50. seis meses. suas atividades forem suspensas por um ou mais meses do ano civil. quando: (Ver Art 4º do Decreto n. 5.

b) não se aplica na existência de tratamento tributário específico mais favorável para a operação. mesmo que moído. b) com petróleo e combustíveis.52% do valor do imposto." § 2º Para os fins do disposto neste artigo. ovinos. incorporado ao débito da operação. de ostra. 7. b) entre estabelecimentos de produtores agropecuários.2010 1º. óleos de aves e de peixes. 2. 1.de produtos primários: a) diretamente do estabelecimento de produtor agropecuário até o primeiro local de comercialização. CONCENTRADOS E SUPLEMENTOS Art. no documento fiscal emitido para acobertar as operações deverá ser indicada a base de cálculo do imposto.fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. IV . V . § 2º Considera-se encerrada a fase de diferimento: a) na entrada do estabelecimento adquirente das mercadorias indicadas no inciso I.RICMS . 108 . destinado a: a) alimentação de aves. b) entre estabelecimentos de produtores agropecuários. § 1º O disposto neste artigo não se aplica às saídas para outra unidade federada ou para o exterior. seguido do correspondente dispositivo do Regulamento do ICMS. na saída de estabelecimento industrial. § 5º O disposto no inciso IV somente se aplica nas operações realizadas entre estabelecimentos industriais. III .10.2009 Redação original em vigor no período de 1º. II .calcário calcítico. c) que destinem mercadorias a empresas de construção civil. Encerra-se a fase de diferimento em relação às mercadorias de que trata o artigo anterior: I .04.2008: "c) que destinem mercadorias a estabelecimentos gráficos ou empresas de construção civil.01. 97. salvo disposição em contrário: a) não é cumulativo. de cacau. 1. É diferido o pagamento do imposto nas operações com as seguintes mercadorias: I .01.03.2008 até 31. § 1º O disposto neste artigo não se aplica às operações: a) sujeitas ao regime de substituição tributária. com outros benefícios fiscais. Nova redação dada à alínea "c" pelo art.05.milho em espiga ou em grão. de milho. 3304. SEÇÃO IV NO SETOR AGROPECUÁRIO SUBSEÇÃO I INSUMOS DE RAÇÃO.2008. b) na operação subseqüente não mais abrangida por diferimento ou suspensão. de glúten de milho. É diferido o pagamento do imposto nas seguintes prestações de serviço de transporte. VI . caprinos.2009: "III .091.milho degerminado. de 16.10. Redação original. e o resultado obtido após a exclusão do valor do imposto diferido.01. atualizado até o Decreto n. § 3º O disposto neste artigo. SEÇÃO III NAS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Art. nas saídas de uréia classificada no código NCM 3102.nas saídas internas para consumidor final.01. 1º do Decreto n. 6º. de babaçu. II . de germe de milho.2007.2010 I . RAÇÃO.12. de que trata item 5 da alínea "a" do inciso III do artigo 14.Aprovado pelo Decreto n.61.de insumos agropecuários: a) destinados diretamente a estabelecimento de produtor agropecuário. no campo "Valor do ICMS". Art.farinhas de peixe. suínos. industrialização ou beneficiamento. de soja e de trigo. no campo específico. de sangue e de víscera. farelos de arroz.2008 a 15. bovinos e coelhos. 99. de mamona.11% do valor do imposto.05." IV .091. nas saídas de mercadorias classificadas nas posições 3303. 98. de 13. desde que o prestador do serviço tenha optado pelo crédito presumido de que trata o item 23 do Anexo III: 107 RICMS . glúten de milho. polpa de frutas cítricas. incorporado ao débito da operação subseqüente.071. de pena. § 4º No caso da importação. de osso.12. para o valor da operação de que trata o § 2º deverá ser observado o disposto no inciso V e no §1º do art. de 13. a informação de que o imposto foi parcialmente diferido e o seu valor.Aprovado pelo Decreto n. 7. de casca e de semente de uva.nas saídas para outro Estado. de carne. na hipótese do inciso II. contribuinte ou não do imposto. de canola. de linhaça. 3305 e 3307 da NBM/SH. em vigor no período de 1º.980 de 21. de amendoim. de girassol.farelos e tortas de algodão. atualizado até o Decreto n. II . na mesma operação.2007.980 de 21. no campo "Informações Complementares".

b) concentrado . 7. VII .33. II . moagem ou de outros tratamentos de grão de cereais ou de leguminosas ou da extração de óleos ou gorduras vegetais.90 e 8701.2010 II .tratores.59. 8433. (ver Art. nitrato de amônio e cálcio. boné árabe independente ou acoplado à camisa. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura ou outros órgãos ou entidades da Administração Federal. X .03. sulfato de amônio. ácido sulfúrico.2009) Nova redação do inciso XIII. que mantiverem convênio com o Ministério da Agricultura.2009: "XIII . ovos férteis. enxofre. 1. 101 dada pela alteração 230ª. 1. estende-se às demais saídas para a alimentação animal. desfolhantes. 110 .2010 b) estabelecimentos fabricantes de ração balanceada de uso na pecuária e na avicultura.11. nematicidas.091. estimuladores e inibidores de crescimento.744 de 15. sêmen congelado ou resfriado.ração animal. aparelhos e implementos agrícolas.9000. XII .soja.qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção. de 13. formicidas.81. constitua uma ração animal.equipamento de proteção individual (EPI) destinado à proteção do aplicador de agrotóxicos. Encerra-se a fase de diferimento em relação às mercadorias arroladas no artigo 99: I .711. dessecantes.750 de 13. aminoácidos ou minerais. atualizado até o Decreto n.2009.2009. nitrocálcio. X . ácido fosfórico. VIII .RICMS .ácido nítrico. atendidas as disposições da Lei n. composto de calça. 8433. inclusive farinha. art. pessoas físicas ou jurídicas. 1º. de uso na agricultura e na pecuária. 84. luvas e avental. Redação original em vigor no período de 1º.calcário e gesso.Aprovado pelo Decreto n.153.90. § 1º Para os efeitos deste artigo.00.tratores.a mistura de ingredientes que.2007. de 5 de agosto de 2003. classificados nos códigos NBM/SH 8424.01. permitida a inclusão de aditivos.250. classificados nos códigos NCM 8424. aplicado às saídas de produtos destinados à pecuária. destinados ao uso na agricultura e na pecuária. XIII . VIII . como corretivo ou recuperador do solo.na saída para outro Estado ou para o exterior. 5. 7. de uso na pecuária e na avicultura. DAP (di-amônio fosfato).2008(1)) (Ver art.5990 e 8701. 10.90. exceto as ornamentais.02. vacinas.05.o ingrediente ou a mistura de ingredientes capaz de suprir a ração ou concentrado em vitaminas. trigo e triticale. amônia. surtindo efeitos a partir de 1º. inseticidas. cooperativa de produtores ou órgão estadual ou vinculado ao Estado que promovam o fomento e desenvolvimento agropecuário. feno e crisálida.2090. 101. raticidas.12.9090. germicidas.sementes certificadas ou fiscalizadas destinadas à semeadura. VII . camisa. SUBSEÇÃO II OUTROS INSUMOS AGROPECUÁRIOS Art. (Ver art.90. de 23 de julho de 2004.embriões. salvo se houver disposição específica de diferimento ou suspensão do imposto para essa operação. 4. aparelhos e implementos agrícolas.mudas de plantas.980 de 21." XIV . atualizado até o Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. 8433. não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS. parasiticidas. produzidos no território paranaense e destinados ao uso exclusivo na produção agropecuária. soros e medicamentos. do Decreto n.2º do Decreto n.2008 até 14. c) suplemento . VI . 5. inclusive biológicos. e suas partes classificadas no código NCM 8433.20. polpa cítrica e esterco animal. do Decreto n.744 de 15. girinos. É diferido o pagamento do ICMS nas operações com as seguintes mercadorias: I . bicho-da-seda e casulo de sirgo. XI .adubos simples ou compostos.2009.na saída de produtos resultantes da sua utilização. classificadas no código NBM/SH 3507.ovo.acaricidas. herbicidas. de 11. palha de trigo. 100. 4.2009) IX . viseira. alevinos e pintos de um dia. nas operações realizadas com produtor.05. rocha fosfática. produzidos para uso na agricultura e na pecuária. de 13.05.na saída para produtores rurais. regulamentada pelo Decreto n. desinfetantes.795 de 18. IX .05. 2º do Decreto 3. 4.DL metionina e seus análogos. hipótese em que observar-se-á a regra pertinente. 1º.90. fungicidas.11.980 de 21. desde que produzidas sob o controle de entidades certificadoras ou fiscalizadoras. adicionada a um ou mais alimentos em proporções adequadas e devidamente especificadas pelo seu fabricante. destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal.resíduos industriais e demais ingredientes protéicos resultantes da peneiração.8119. espalhantes. 8433. fosfato natural bruto. e fertilizantes. uréia e cloreto de potássio. 2º do Decreto n.05. inclusive da espécie inoculante biológico. III . concentrado e suplemento. 109 RICMS . alteração 193ª. § 2º O diferimento de que trata este artigo.4.energia elétrica para consumo na exploração da atividade econômica no setor rural-agropecuário. nitrato de amônio ou de suas soluções. fosfato de amônio.90. produzidos no território paranaense e destinados ao uso exclusivo na produção agropecuária.enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal.triguilho. exceto àquelas destinadas a animais domésticos Art. do art. desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destina.091.2007. IV .batata-semente. V . aditivos. O inciso III foi acrescentada pelo art. bem como as importadas. III .12.19. MAP (mono-amônio fosfato). entende-se por: a) ração animal .

Na operação interna de remessa de produtos sujeitos ao diferimento para industrialização em outro estabelecimento e posterior retorno à origem. deverá ser observado o disposto no § 7º do art. se pessoa jurídica. O imposto diferido será pago na forma e no prazo estabelecidos nos artigos 64 e 65 e.04. Considerar-se-á encerrada. previstas no inciso VII do art. 1. fertilizantes e fosfato bicálcio destinado à alimentação animal. se pessoa física. Encerra-se a fase de diferimento em relação aos produtos arrolados no artigo anterior: I . III .RICMS . o diferimento do pagamento do imposto fica condicionado à prova da efetividade da operação ou da prestação. a título de retorno. pessoas físicas ou jurídicas. O crédito fiscal existente em conta-gráfica. 128.980 de 21. cunicultura. incorporado ao débito da operação. SEÇÃO V DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AO DIFERIMENTO Art. em operações interestaduais. b) a unidade de consumo de energia elétrica deverá ser estabelecimento do produtor inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS . realizada entre contribuintes do ICMS.quando.as regras deste Capítulo. quando o produto resultante da industrialização não estiver amparado pelo diferimento. 2. nos termos do art. os documentos fiscais não conterão destaque do ICMS e serão lançados nos livros fiscais sem débito e sem crédito do imposto.CAD/PRO. 109. 107. outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde tenha sido processada a industrialização.12. Parágrafo único.na saída para produtores rurais. surtindo efeitos a partir de 1º.2008. b) estende-se às saídas promovidas.Aprovado pelo Decreto n. Art.2010 I . aqüicultura. hipótese em que observar-se-á a regra pertinente.05. 2. aplicar-se-ão: 111 RICMS . quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem.05. 108.980 de 21. furto ou roubo. Art. de 13. alteração 194ª. ressalvadas as hipóteses previstas nos artigos 105 e 106. salvo se houver disposição específica de diferimento ou suspensão do imposto para essa operação. nas colunas "Valor Contábil" e "Outras".02. 7. 1. tais como deterioração.na constatação do transporte das mercadorias desacompanhadas da documentação fiscal regulamentar. 62.03. 4. III .CAD/ICMS. Art. Art. 105. Na hipótese deste artigo o imposto corresponderá ao valor que deixou de ser pago no preço de aquisição da mercadoria em decorrência do diferimento. ressalvado o disposto no § 2º do art. § 2º O diferimento previsto neste artigo. 4. entre si. de 12. das mercadorias 112 . pelos estabelecimentos referidos nos itens da alínea anterior. § 3º Para efeitos do inciso VIII: a) a unidade de consumo de energia elétrica deverá ser o estabelecimento do produtor inscrito no Cadastro de Produtores Rurais . II . Nas operações abrangidas pelo diferimento. ranicultura e sericicultura. não inscritos no CAD/PRO ou no CAD/ICMS. Na compra e venda de mercadorias. automaticamente. quando o produto resultante da industrialização estiver.2007.2007. amparado pelo diferimento. inclusive em relação ao serviço.03.250. atualizado até o Decreto n. 1º. 113. do Decreto n.2009.na saída para outro Estado ou para o exterior. e às saídas. Na importação.na ausência da prova exigida no artigo anterior.2010 O inciso XIV foi acrescentado pelo art.285. estende-se às remessas com destino à apicultura. de 11. Parágrafo único. 3. também. a fase de diferimento: I . após o recebimento de mercadoria com o imposto diferido. Art.091. atualizado até o Decreto n. de 13. da mercadoria remetida para fins de armazenagem. nos termos do art.na saída de produtos resultantes da sua utilização. ocorrer a perda desta. 104. perecimento. Caso a mercadoria ou serviço amparados pelo diferimento não sejam objeto de nova operação ou prestação tributável. Art. O inciso III foi acrescentada pelo art. § 1º O diferimento de que trata o inciso I: a) aplica-se exclusivamente nas operações com: 1. real ou simbólico. 7. avicultura.as regras da suspensão do pagamento do imposto. 1º. ou se submetam ao regime de isenção ou não-incidência. decorrente de acontecimentos fortuitos. 65 (Convênio ICMS 132/98).2009. na atividade econômica classificada em um dos códigos agrupados na Seção A . cumpre ao promotor da operação ou prestação. 103. II .091. relativo às aquisições. Art. do Decreto n. 102. estabelecimento de cooperativa ou de produtor agropecuário. alteração 30ª. 106.2008. se for o caso. surtindo efeitos a partir de 1º. 93.12. II . estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos.Aprovado pelo Decreto n. se o desembaraço aduaneiro ocorrer fora do território paranaense. recolher o imposto diferido nas etapas anteriores."Agropecuária e Pesca" da tabela CNAE-Fiscal. outorgado às saídas de produtos destinados à pecuária.

1. II .091. Art. seguido. cabendo 114 .CAD/ICMS. § 3º Os elementos necessários à informação e apuração do tributo serão declarados na forma e prazo estabelecidos neste Regulamento. § 5º. § 1º Para os efeitos deste artigo. mediante a emissão de Nota Fiscal.2010 relacionadas no art.980 de 21. atendidos os seguintes requisitos: I . NF. guias e documentos fiscais. antes do início de suas atividades. 2. 3.o ICMS será destacado na nota fiscal de saída da mercadoria. 95. § 1º O registro das operações de cada estabelecimento será feito através de livros. na forma da legislação. 45 da Lei n. 7. livros e demais elementos de contabilidade em geral dos contribuintes ou responsáveis do ICMS. eletrônico ou não. estão obrigadas ao cumprimento das obrigações tributárias acessórias.091. de 13. para Cupom Fiscal. impressa. Deverão inscrever-se no Cadastro de Contribuintes do ICMS . 7.05. por empresa não obrigada ao uso de ECF.12. do número seqüencial do equipamento no estabelecimento. poderá ser repassado.RICMS .2010 constar no anverso do respectivo comprovante (Convênio ECF 01/98): a) o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação. 110. 112.o aproveitamento do crédito relativo ao imposto destacado na nota fiscal a que se refere o inciso I é condicionado à posse pelo destinatário da 1ª via da ECC aposta na 1ª via da nota fiscal. estabelecer condições para fruição (art. contribuintes ou não. a qual será escriturada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento. na forma da legislação tributária do ICMS.580/96). § 2º Constituem instrumentos auxiliares de fiscalização os documentos. 4. de equipamento. BP. Parágrafo único. responsáveis.580/96). de 13. 1. 11. a critério do contribuinte. caso em que o exercício dessa opção importará renúncia automática ao diferimento. Os livros e documentos fiscais deverão ser conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações ou prestações a que se refiram (art. para estabelecimento exclusivamente varejista.980 de 21. 113. CAPÍTULO II DO CADASTRO DE CONTRIBUINTES SEÇÃO I DA INSCRIÇÃO Art. de acordo com o estabelecido neste Regulamento. será considerado autônomo cada estabelecimento de um mesmo contribuinte. CF. 48. 46 da Lei n. § 5º A utilização. b) a expressão "Exija o Documento Fiscal de Número Indicado Neste Comprovante". atualizado até o Decreto n. estabelecidas neste Regulamento (art. 111. em caixa alta. aqueles que pretendam realizar operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (art. ou ainda. conforme disposto na legislação pertinente. devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por: 1. A norma que regulamentar benefício fiscal poderá prever a obrigatoriedade da apresentação de documentos comprobatórios do direito ao benefício ou necessários para o seu acompanhamento e controle. somente será permitida se 113 RICMS . salvo a permanência destes em escritório especializado de contabilidade mediante comunicação à repartição fiscal de seu domicílio tributário. para Nota Fiscal de Venda a Consumidor.2007.05. 11.580/96). que terá por natureza da operação "Transporte de Crédito para ECC". para Bilhete de Passagem. impõe a prática ou a abstenção de ato que não configure obrigação principal (art. destinado ao registro de operação financeira com cartão de crédito ou equivalente. 195 do Código Tributário Nacional). § 4º Sem prévia autorização do fisco.Aprovado pelo Decreto n. Constitui obrigação acessória qualquer situação que. da Lei n. As pessoas físicas ou jurídicas. atualizado até o Decreto n.o crédito fiscal será transportado da conta-gráfica para a ECC.2007.Aprovado pelo Decreto n. TÍTULO II DAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS ACESSÓRIAS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art.12. para Nota Fiscal. se for o caso. 33 da Lei 11. Art. 11. modelo 1 ou 1-A. NC. III . inscrito no CAD/ICMS. por ocasião das saídas desses mesmos produtos. tipograficamente ou no momento da emissão do comprovante.580/96).

respectivamente. b) poderá ser exigida a comprovação da capacidade financeira da pessoa jurídica ou de seus sócios. c) manter os registros e informações fiscais relativos a todos os locais envolvidos à disposição do fisco estadual. 14.º 3. 114.RICMS . nos casos de empresas prestadoras de serviços de transporte.11. § 10. 113. devidamente integralizado. de instituições financeiras e da Companhia Nacional de Abastecimento . b) manter controle de distribuição dos documentos citados na alínea anterior para os diversos locais de emissão. emitir. iniciará por "099" a numeração seqüencial estadual de que trata o parágrafo anterior.091. entre os estabelecimentos centralizados.091. temporariamente. ou participe de empresa que possua débitos inscritos em dívida ativa. 7. em todos os documentos fiscais e de arrecadação. nos termos dos arts. b) manter à disposição do fisco. 1. relativamente a todos os estabelecimentos sediados no mesmo 115 RICMS .2007. em valor superior ao seu capital social (Lei n.12. pelo prazo previsto no parágrafo único do art. § 5º A inscrição no CAD/ICMS poderá ser centralizada num estabelecimento. por opção do contribuinte. da inscrição no CAD/ICMS. com o ramo de atividade. A inscrição no CAD/ICMS deve ser requerida na forma e mediante apresentação dos documentos e cumprimento de requisitos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. e os dois últimos aos dígitos verificadores numéricos. § 2º A inscrição para a atividade econômica de importação ou distribuição. todos os estabelecimentos centralizados que poderão emitir os documentos fiscais autorizados. o qual constará. A competência decisória dos pedidos de inscrição cadastral é do Diretor da CRE. e os registros e informações fiscais referentes a todos os locais envolvidos. sem que a exigibilidade esteja suspensa. § 7º As empresas de construção civil e CONAB/PGPM. do art. Acrescentados os §§ 12 e 13 ao art. exceto se comprovada a quitação dos débitos que deram causa à condenação. Para fins do disposto no § 7º do art.2010 a cada um deles um número de inscrição. 246 e 247.2010 Município. As empresas que optarem pela centralização prevista no § 12 deverão: a) indicar no campo "Observações" ou no verso da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . a compatibilidade do capital social. dos documentos citados na alínea “a”. controle de distribuição. 1º.795 de 18. § 3º Quando o contribuinte não estiver estabelecido dentro do território paranaense.2008. podendo ser delegada. será concedida inscrição distinta no CAD/ICMS à CONAB (Convênio ICMS 11/98). Art.05. § 13. inclusive transportador-revendedor-retalhista. Art. e) em se tratando de prestação de serviços de transporte. a apresentação de qualquer outro documento ou a prestação de quaisquer outras informações julgadas necessárias à apreciação do pedido. para o mesmo ramo de atividade. por opção do contribuinte que se dedique às atividades de reflorestamento e extração de madeira. o Resumo de Movimento Diário. de que trata o art.05. de fornecedoras de energia elétrica. de 13. c) manter controle de todas as operações ou prestações realizadas no Município. a adequação da estrutura física do estabelecimento com a atividade pretendida. iniciando por "9". de combustíveis automotivos não será concedida se verificado que qualquer um dos integrantes ou responsáveis legais da empresa tenha sido condenado por crime contra a ordem tributária. salvo para estabelecimentos que ofereçam condições de perfeita identificação e individualização dos estoques. § 8º Poderão obter inscrição no CAD/ICMS as empresas de transporte que prestem serviços no território paranaense e não tenham estabelecimento fixo neste Estado e os estabelecimentos gráficos localizados em outras unidades federadas que prestem serviços a contribuintes paranaenses.CONAB/PGPM. Os responsáveis pelo pagamento do imposto na qualidade de substituto tributário. 7.Aprovado pelo Decreto n.980 de 21. de 13. deverão observar. o disposto nos Capítulos IX e XXV do Título III. 1. localizados neste ou em outro Estado. 554. § 9º Não poderá ser concedida mais de uma inscrição no mesmo local. 237. de que trata o art. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser centralizada em um único estabelecimento. do Decreto n. pela alteração 148º. obrigatoriamente. os locais em que serão emitidos os documentos. § 1º Para a concessão de inscrição: a) a critério do Diretor da CRE. em casos excepcionais.2007. ficam obrigados a possuir inscrição especial no CAD/ICMS. para fins de elaboração de demonstrativo de valor agregado visando à formação do índice de participação dos Municípios. sendo que os oito primeiros corresponderão à numeração seqüencial estadual.980 de 21.12. § 2º O número de inscrição a que se refere o parágrafo anterior será composto de dez algarismos. os transportadores autônomos. no campo "Observações" ou no verso da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . § 4º Ficam dispensados. atualizado até o Decreto n. 111. c) sócios e outros estabelecimentos da empresa não podem estar em situação fiscal irregular perante o CAD/ICMS.AIDF. SEÇÃO II DA ALTERAÇÃO CADASTRAL 116 . § 6º As empresas que optarem pela centralização prevista no parágrafo anterior deverão: a) indicar. para fins de elaboração de demonstrativo do valor agregado. para formação do índice de participação dos Municípios na arrecadação do imposto.AIDF.701/2005). atualizado até o Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. § 12. d) manter controle das operações ou prestações realizadas em cada Município. § 11. 115. observado o disposto em norma de procedimento. 237. poderão ser exigidos documentos adicionais aos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.

da Lei n.980 de 21.2010 § 3º Na hipótese deste artigo poderá a Fazenda Estadual exigir garantias dos créditos pendentes (art. SEÇÃO III DA PARALISAÇÃO TEMPORÁRIA E DO REINÍCIO DE ATIVIDADE Art. mediante ato do Diretor da Coordenação da Receita do Estado.12. na data da ocorrência do fato.10. observado o disposto no parágrafo único do art.05. mediante ato do Diretor da Coordenação da Receita do Estado. à repartição fiscal do domicílio tributário do estabelecimento. na data da ocorrência do fato. o reinício das atividades será comunicado.94). A inscrição no CAD/ICMS poderá ser cancelada de ofício quando: I .05. 120.091. § 2º Quando se tratar de alteração cadastral decorrente de mudança de sócio ou responsável de empresa cancelada de ofício. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser excluída. 1. Art. da Lei n. § 2º. para fins de levantamento de eventuais débitos para com a Fazenda Pública (art. atualizado até o Decreto n. Observado o prazo máximo de paralisação temporária constante do § 2º do artigo anterior.2007.05. O contribuinte que paralisar temporariamente suas atividades deverá comunicar à repartição fiscal do seu domicílio tributário. 11.566 de 14. da Lei n. As alterações que ocorrerem nos dados cadastrais do contribuinte devem ser comunicadas à repartição fiscal. § 2º. 117. 120 e em norma de procedimento fiscal. antes do início das atividades no novo endereço. de 13. através de procedimento fiscal. bem como outros equivalentes instituídos pela Secretaria de Estado da Fazenda. no território paranaense. 7.Aprovado pelo Decreto n. 11. § 2º O prazo máximo para a paralisação temporária será de 180 dias. 55.2009: "Art.ficar comprovada: 118 .580/96). Parágrafo único. O contribuinte que cessar definitivamente suas atividades deverá requerer a baixa da sua inscrição no CAD/ICMS. Nova redação do art. 120 e em NPF. 1º.2009. 1. § 7º. Parágrafo único. no prazo de trinta dias.580/96).10. serão os livros e documentos fiscais devolvidos ao contribuinte. 11. II . observado o contido no § 5º do art. 122. 11. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser excluída. 33. 11. 116. nos termos estabelecidos em norma de procedimento fiscal (art. 121. 137. de 13. 34. observado o disposto no parágrafo único do art. à repartição fiscal a que ficar subordinado. 33.Aprovado pelo Decreto n. 121. atualizado até o Decreto n. da Lei n. § 3º Na hipótese deste artigo poderá a Fazenda Estadual exigir garantias dos créditos pendentes (art. § 1º A comunicação de que trata o "caput" poderá ser efetuada pela Junta Comercial do Estado do Paraná (Convênio entre a SEFA e a SEJU/JUCEPAR. de 25. 7.04. 5. o procedimento só será efetivado se: a) o registro desta alteração no órgão competente for anterior ao cancelamento mencionado. A mudança de endereço do estabelecimento. Art. na data da ocorrência do fato.580/96). e ficar comprovada. Ocorrida a hipótese prevista no "caput" os documentos fiscais anteriormente autorizados pelo fisco poderão ser utilizados pelo contribuinte desde que contenham as alterações dos dados cadastrais.2008 até 27. mediante a entrega dos documentos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.o contribuinte deixar de apresentar o documento de informação e apuração. § 4º. da Lei n. mediante a entrega dos documentos estabelecidos em norma de procedimento fiscal (art.2009.RICMS . surtindo efeitos a partir de 28. Art.2007. art. relativamente a fatos geradores anteriores ao cancelamento.580/96). do Decreto n.12. § 5º. A baixa da inscrição no CAD/ICMS não implicará quitação de quaisquer créditos tributários ou exoneração de responsabilidade de natureza fiscal. 118. 117 RICMS .091. a cessação da atividade no endereço indicado (art. deverá ser comunicada pelo contribuinte. § 4º.01. ainda que por meio de carimbo. na hipótese de ter sido cancelada de ofício há mais de dez anos.580/96). 34. mediante termo de responsabilidade pela guarda destes. da Lei n. 121 dada pela alteração 345ª. 33. § 1º Concluído o levantamento fiscal. SEÇÃO IV DA BAIXA DA INSCRIÇÃO NO CAD/ICMS Art.2010 Art. 11. 119. na hipótese de ter sido cancelada de ofício há mais de quinze anos.980 de 21.580/96)." SEÇÃO V DO CANCELAMENTO DA INSCRIÇÃO NO CAD/ICMS Art. Redação original em vigor no período de 1º. b) for comprovada a inexistência de débitos inscritos em dívida ativa em nome do contribuinte.

b) a existência de débitos inscritos em dívida ativa. 7. representantes legais da empresa o preposto ou mandatário.980 de 21. de 13.05. desde que o contribuinte tenha regularizado a sua situação. § 3º A inscrição no CAD/ICMS poderá ser reativada. consideram-se. 7. devendo ser apresentado. no prazo previsto no § 2º do art. 118. nos casos de: I .2007.ANP. 125. § 3º A desconformidade de que trata o "caput" deverá ser comprovada por meio de laudo elaborado pela ANP ou por entidade por ela credenciada ou com ela conveniada. b) na proibição de concessão da inscrição no CAD/ICMS para nova empresa. no Diário Oficial do Estado. 33. ainda que como administradores. no mesmo ramo de atividade. documento de identificação fiscal do contribuinte.CICAD Art.05.2007. b) a prestação de informações ou a utilização de documentos falsos para a sua obtenção. SEÇÃO VI DO COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO CADASTRAL . § 1º Acarretará.12. 1. estocar ou revender derivados de petróleo. declarando à terceiros não produzirem efeitos fiscais os documentos que eventualmente venham a ser emitidos em nome dos estabelecimentos nele arrolados. Parágrafo único. 14. da Lei n. 127. SEÇÃO VII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O CADASTRO Art. Sem prejuízo das disposições do art. II . exceto aquela a que se refere a alínea "b" do inciso II (art. § 2º As restrições previstas neste artigo prevalecerão pelo prazo de cinco anos contados da data do cancelamento. d) a apreensão de notas fiscais que estejam sendo utilizadas em local diverso do estabelecimento. gás natural e suas frações recuperáveis. transportar.701/2005): 119 RICMS . terá a sua inscrição cancelada nos termos deste artigo. Para o cancelamento da inscrição no CAD/ICMS de que trata esta Seção.baixa a pedido da inscrição no CAD/ICMS. 123. por órgãos ou Auditores Fiscais da CRE. na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal. 120 . Na hipótese do inciso III.no cancelamento da inscrição no CAD/ICMS dos demais estabelecimentos da empresa. sem exigibilidade suspensa.980 de 21. 1. 114. § 6º. O Comprovante de Inscrição Cadastral . II . de 13. § 2º O cancelamento da inscrição não implicará quitação de quaisquer créditos tributários ou exoneração de responsabilidade de natureza fiscal.580/96).2010 a) a prática de operação ou prestação não autorizada pelo órgão regulador da atividade do contribuinte. 126.12. Art.2010 I . entende-se como lacre todo o sistema de segurança que garanta a inviolabilidade dos dados registrados no totalizador de volume das bombas medidoras.701/2005). declarando cessados os efeitos do edital anterior.o contribuinte deixar de apresentar a documentação exigida para concessão de inscrição no Cadastro de Contribuintes do ICMS. Art.Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n. 122. atualizado até o Decreto n. Art. ainda que temporariamente ou a qualquer título. ocorrendo o reinício das atividades. III . distribuir. será cancelada a inscrição do estabelecimento que adquirir. em desconformidade com as especificações estabelecidas pelo órgão regulador competente (Lei n. e os sócios pessoas físicas ou jurídicas. 11.quanto aos integrantes ou representantes legais do estabelecimento penalizado: a) no impedimento de exercerem o mesmo ramo de atividade.RICMS . álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes. ainda.CICAD. § 1º Para efeitos deste artigo e do § 2º do art. § 1º O contribuinte que não comunicar o reinício de suas atividades ou não solicitar a baixa da sua inscrição no CAD/ICMS. 124. § 2º Para os efeitos da alínea "c" do parágrafo anterior. observará o disposto em norma de procedimento.paralisação temporária da atividade. também. em valor superior ao capital social. deverão ser observados os procedimentos dispostos em norma de procedimento. sem autorização da CRE.091.cancelamento de ofício da inscrição no CAD/ICMS.Aprovado pelo Decreto n. de que trata o artigo 123 inabilita o estabelecimento à prática de operações relativas à circulação de mercadorias e de prestação de serviços de transporte e de comunicação. em comum ou separadamente. novo edital deverá ser publicado. III . nas situações do "caput" do art. sempre que solicitado.091. e implicará (Lei n. A CRE providenciará a publicação de edital. 123. o cancelamento da inscrição no CAD/ICMS: a) o cancelamento ou a suspensão do registro ou da autorização para o exercício da atividade do estabelecimento pela Agência Nacional do Petróleo. c) a certificação de rompimento do lacre fixado em bombas de combustível ou a ocorrência de fraude no totalizador de volumes da bomba de combustível. 14. Gás Natural e Biocombustíveis . O cancelamento da inscrição no CAD/ICMS.

05. alteração 195ª. 4.o produtor rural deixar de prestar contas. no prazo de trinta dias. obrigatoriamente. 7. § 2º A competência para reativação da inscrição cancelada será: a) da Prefeitura Municipal. de 13. 129. cada propriedade de um mesmo produtor. 1º. numa única inscrição denominada centralizadora. 128 pelo art. alteração 97ª. § 5º O disposto no § 4º não se aplica às propriedades rurais em que o titular e os associados à produção não sejam as mesmas pessoas. SUBSEÇÃO III DA EXCLUSÃO DO CAD/PRO Art. universidades. do Decreto n. b) pessoas jurídicas sem fins lucrativos. 1º.05. do Decreto n. Acrescentado o §4º ao art. em todos os documentos fiscais e de arrecadação. as pessoas físicas que se dediquem à atividade agropecuária e que pretendam realizar operações relativas à circulação de mercadorias.2009. aos dígitos verificadores numéricos.091. de 13.2010 SUBSEÇÃO II DA ALTERAÇÃO CADASTRAL Art.02. § 4º Os contribuintes inscritos no CAD/PRO poderão centralizar os cadastros de suas propriedades rurais. b) do Auditor Fiscal. de 1º. iniciando por "95". 128 pelo art.12. para os efeitos desta Seção.Aprovado pelo Decreto n.2009.2010 SEÇÃO VIII DO CADASTRO DE PRODUTORES RURAIS SUBSEÇÃO I DA INSCRIÇÃO Art. no caso previsto no inciso I. § 1º Será considerada autônoma. o qual constará. e os dois últimos.constatada a cessação das atividades.159. nas suas áreas de produção agropecuária experimentais. Acrescentado o §5º ao art. Art. 130. Deverão inscrever-se no Cadastro de Produtores Rurais . Parágrafo único. conforme definido em NPF – Norma de Procedimento Fiscal. situadas em um mesmo município. A exclusão do CAD/PRO não implicará quitação de quaisquer créditos tributários ou exoneração de responsabilidades de natureza fiscal.2007. SUBSEÇÃO IV DO CANCELAMENTO DA INSCRIÇÃO NO CAD/PRO Art. § 2º O número de inscrição a que se refere o § 1º será composto de dez algarismos. 131. 122 . um número distinto de inscrição no CAD/PRO. 128 pelo art. III . 121 RICMS . 3. O produtor rural que cessar definitivamente suas atividades deverá requerer a sua exclusão do CAD/PRO. recebendo. 1º.comprovada a prestação de informações ou a utilização de documentos falsos para a obtenção da inscrição. atualizado até o Decreto n. A inscrição no CAD/PRO poderá ser cancelada de ofício quando: I . 1.02. de 11. do Decreto n.980 de 21.RICMS . nos termos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.Aprovado pelo Decreto n.091. 7. A inscrição no CAD/PRO deve ser requerida mediante apresentação dos documentos e do cumprimento dos requisitos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. atualizado até o Decreto n. faculdades e instituições de ensino. 132.250. 128.2007. cada uma delas. sendo que os oito primeiros corresponderão à numeração seqüencial estadual. 1. nos casos previstos nos incisos II e III . § 1º A inscrição no CAD/PRO poderá ser reativada desde que o produtor rural tenha regularizado a sua situação. de 11.12.08. antes do início de suas atividades. mediante a prestação de contas.CAD/PRO. que se enquadrem nas seguintes condições: a) pessoas jurídicas de direito público. alteração 195ª. 4. reconhecidas de utilidade pública.250. As alterações nos dados cadastrais do produtor rural devem ser comunicadas na data da ocorrência do fato. II . suas áreas de produção agropecuária. nos termos estabelecidos em norma de procedimento fiscal. nos termos estabelecidos em norma de procedimento fiscal.980 de 21. Acrescentado o §3º ao art.2008. § 3º Poderão inscrever-se no CAD/PRO as pessoas jurídicas que se dediquem à atividade agropecuária e que pretendam realizar operações relativas à circulação de mercadorias.

documento de identificação fiscal. modelo 11. IV . modelo 6. (art.980 de 21. 14/89. modelo 21.580/96).Aprovado pelo Decreto n. XVI . 01/89. CAPÍTULO IV DOS DOCUMENTOS FISCAIS SEÇÃO I DOS DOCUMENTOS EM GERAL Art. os seguintes documentos fiscais (art. modelo 22. Na hipótese do inciso I.2010 SUBSEÇÃO V DO COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO . XIII . 15/89 e 03/94): I . CAPÍTULO III DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS CNAE-VERSÃO 2. A atividade econômica do estabelecimento será identificada por meio de código atribuído em conformidade com a relação de códigos da CNAE . XV . O documento de que trata o "caput" observará o disposto em norma de procedimento fiscal.Nota Fiscal de Serviço de Transporte.980 de 21. modelo 20. Parágrafo único.excluídos. 135.Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. modelo 17. 123 RICMS . V .2007. modelo 4.091.Nota Fiscal de Produtor.RICMS . modelo 8.12.Bilhete de Passagem Aquaviário. 04/78. O contribuinte emitirá ou utilizará.0 Art. XI . modelo 10. deverá ser publicado edital que declare cessados os efeitos do anterior. XVII . conforme as operações ou prestações que realizar. e art. ocorrendo a reativação das atividades.versão 2. de 13. 45 da Lei n. no Diário Oficial do Estado. modelo 14. X . aprovada e divulgada pela Comissão Nacional de Classificação . 7.2007.Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. modelo 9. Na determinação da atividade principal do estabelecimento deverá ser observada a preponderância das operações ou prestações relativas ao ICMS. 134. 1. devendo constar também a atividade secundária.CICAD/PRO Art.Despacho de Transporte. 124 . SUBSEÇÃO VI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O CAD/PRO Art.05. 1. VI . de 15. 11.12.Nota Fiscal. 6º do Convênio SINIEF s/n.Aprovado pelo Decreto n. 04/89. VIII .Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. modelo 7. de 13. devendo ser apresentado sempre que solicitado por órgãos ou auditores fiscais da CRE. IX . II .Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.Conhecimento Aéreo. 7. modelo 1 ou 1-A. O Comprovante de Inscrição Cadastral . 136. atualizado até o Decreto n.12. XII .05. se for o caso. do CAD/PRO. III .091. a pedido. VII . Ajustes SINIEF 03/78. A CRE providenciará a publicação de edital. 133. 1º do Convênio SINIEF 06/89.Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. atualizado até o Decreto n.com inscrição no CAD/PRO cancelada.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.70.CICAD/PRO. modelo 15.CONCLA (Ajuste SINIEF 2/99).Nota Fiscal de Venda a Consumidor.Resumo de Movimento Diário.0. modelo 2. será emitido quando da inscrição do produtor rural no CAD/PRO. Parágrafo único. XVIII . modelo 18. XIV .Bilhete de Passagem Rodoviário.Ordem de Coleta de Cargas. modelo 16.Bilhete de Passagem Ferroviário.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. II .2010 Parágrafo único. declarando a terceiros não produzirem efeitos fiscais os documentos que eventualmente venham a ser emitidos pelos produtores rurais nele arrolados: I . modelo 13.

: Em vigor a partir de 1º. ramos de atividade ou categorias específicas estarão obrigados a este procedimento.2008. 401. art.05.03.DACTE (Ajuste SINIEF 9/07).2007. § 4º É vedada a utilização simultânea dos modelos 1 e 1-A do documento fiscal de que trata o inciso I. do Decreto n. modelo 55 (Ajuste SINIEF 07/05). XXVI . modelo 26 (Ajuste SINIEF 06/03). de 10.03.05.2008 . que possibilite. art. ou utilizada. 1º.2010.2008. de 12. do Decreto n.Dec.Autorização de Carregamento e Transporte.Reservado ao Fisco" e obtida com a aplicação do algoritmo MD5 .2010 d) conterá impressa a seguinte expressão: "AUTENTICIDADE PODE SER CONFIRMADA NO PORTAL www. 1. § 3º A Nota Fiscal de Produtor e a nota fiscal emitida para documentar a operação de entrada de mercadoria. O inciso XXIII foi acrescentado pelo art. 4. XX .NF-e. 1º. 215 (Ajuste SINIEF 09/97).Documento Auxiliar do CT-e . o qual responderá.091.11.129. de 13. alteração 118ª.12. do Decreto n.11. c) de fornecimento de energia elétrica.na forma disciplinada em Norma de Procedimento Fiscal.CT-e. 155 a 160. XXII .999 reiniciada quando atingido esse limite. não será considerado documento fiscal idôneo a NFAe que tiver sido emitida.500.Nota Fiscal Eletrônica .330.2008.8. 2.NFAe: a) terá numeração seqüencial única de 000. 13/89 e 01/93). estadual e municipal.2009.2008 SEÇÃO II DA NOTA FISCAL 126 . modelo 27 (Ajuste SINIEF 07/06).02. do Decreto n.7 cm de largura e 21 cm de altura (padrão A4).11. 2. observado o disposto nos arts. 3. 1º."hash code". nos termos da legislação. b) será emitida em papel comum. 7." § 10. emitida por sistema de processamento de dados autorizado nos termos do art. A obrigação de que trata o § 10 não se aplica às operações: (Obs. Nova redação do § 9º dada pela alteração 432ª.330/2008) O § 10 foi acrescentado pelo art. em vigor até 09. XXIII .330/2008) a) de valor inferior a R$ 2.955 de 24.2008.NFAe . alteração 4ª.02. § 9º As regras relativas ao uso dos documentos fiscais de que tratam os incisos XXIII a XXVI estão dispostas no Anexo IX deste Regulamento. de 10. b) Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa. a data da saída.02. de 10.gov.980 de 21. a repartição fiscal poderá emitir Nota Fiscal Avulsa. inciso XXIV foi acrescentado pelo art.fazenda.00 (dois mil e quinhentos reais).091.2008 § 11. § 1º Nas operações para as quais não haja documento próprio. 7. A alínea "d" do § 11 foi acrescentado pela alteração 293ª. alteração 432ª. determinará quais contribuintes. poderá ser substituída pela Nota Fiscal-Ordem de Serviço ou pelo Cupom Fiscal. O inciso XXIV foi acrescentado pelo art. modelo 24 (Ajustes SINIEF 02/89. modelo 1 ou 1-A. 2. do Decreto n. alteração 4ª. 1º. § 2º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor. suas autarquias e fundações. com dolo. mesmo que a terceiro. § 8º As informações consignadas nas NFAe são de inteira responsabilidade do emitente.Aprovado pelo Decreto n. salvo quando adotadas séries distintas.001 a 999. que não poderá exceder ao terceiro dia contado da data de sua emissão. modelo 1-A. por processamento de dados .Conhecimento de Transporte Eletrônico . 1º.2007.2010 XIX . 3. de 27.Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas. 1º.12. 6.2008.NFe. O § 11 foi acrescentado pelo art. de domínio público. 6. O inciso XXVI foi acrescentado pelo art.NFAe.Manifesto de Carga. alteração 4ª. modelo 25.br". para documentar as operações de vendas de bens e mercadorias a órgãos da administração pública direta federal. nos termos do inciso I do art. modelo 1-A.03. por qualquer infração detectada.980 de 21. fraude ou simulação.330.8. surtindo efeitos a partir de 1º. alteração 432ª. surtindo efeitos a partir de 1º.407.NFAe. atualizado até o Decreto n. XXIV .Aprovado pelo Decreto n. acrescentado pelo art. de 13. (Obs. do Decreto n. Redação original. cumpridos os requisitos dos arts. por processamento de dados .06.999. "§ 9º As regras relativas ao uso dos documentos fiscais de que tratam os incisos XXIII e XXIV estão dispostas no Anexo IX deste Regulamento.Dec.: Em vigor a partir de 1º. 1º. § 7º Ainda que formalmente regular. 1. 1º do Decreto n. para fins de sua identificação e autenticação.407. 3. XXI . impressa no campo "Dados Adicionais .2010.2010. 146 e 356. b) documentadas com a emissão de Nota Fiscal Eletrônica . e) conterá.03.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. 6. XXV .000. § 6º A Nota Fiscal Avulsa emitida por processamento de dados . obrigatoriamente. no tamanho de 29.407. de 12.DANFE (Ajuste SINIEF 07/05).RICMS . É obrigatória a emissão de Nota Fiscal Avulsa por processamento de dados . c) conterá chave única de codificação digital . do Decreto n. poderão ser substituídas por: a) Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa.2008 . exceto papel jornal. 1º. 125 RICMS . atualizado até o Decreto n. § 5º A Norma de Procedimento Fiscal que tratar da emissão da Nota Fiscal Avulsa.129.11.Documento Auxiliar da NF-e . quando acobertar saída de mercadorias. de 27.2010. do Decreto n. d) documentadas com Nota Fiscal. modelo 57 (Ajuste SINIEF 9/07).129. de 12. alteração 118ª. o não pagamento do imposto ou qualquer outra vantagem indevida."Message Digest" 5. 3.

2007. s) a data de emissão. à vista de demonstrativo de pesagem do produto que deverá ser fornecido pelo adquirente. remessa (para fins de demonstração. 6. 137. g) o Código de Endereçamento Postal. quando for o caso.no quadro "Emitente": a) o nome ou razão social. o transporte dos bens e mercadorias deverá ser acobertado por nota fiscal. desde que o 127 RICMS . 1. c) o bairro ou distrito. alteração 436ª. 215 (Ajuste SINIEF 09/97). b) no caso de ulterior transmissão de propriedade de mercadoria que.548. de 13. bebidas e outras mercadorias. compra. 7º. nos quadros e campos próprios. sem destaque do imposto.2010 adquirente adote e deixe à disposição do fisco demonstrativo de pesagem de cana. Ajustes SINIEF 07/71. IV . cafés e estabelecimentos similares. importação. e a data da nota fiscal emitida anteriormente.05. O contribuinte. alteração 436ª.70.091. b) o endereço. § 6º Fica dispensada a emissão de nota fiscal nas operações internas com cana-de-açúcar. 6. no qual constará como natureza da operação a expressão "Saída em Decorrência de Mudança de Endereço". i) a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada. atualizado até o Decreto n. § 2º No caso de mercadoria de procedência estrangeira que. j) o Código Fiscal de Operações e Prestações .Aprovado pelo Decreto n. e a data da nota fiscal a que se refere a alínea anterior.03. h) o número de inscrição no CNPJ. 1º. para lançamento do imposto das etapas anteriores. o número.2010 Art. de 24. § 4º A nota fiscal emitida para documentar transporte de mercadoria será distinta para cada veículo transportador. antes do início dessa. emitirá nota fiscal (Convênio SINIEF.091. a cada saída. 1. sem indicação correspondente a cada peça ou parte.03. as seguintes disposições (Convênio SINIEF s/n.2007. sendo lançada no campo "Observações" do livro Registro de Saídas. tais como: venda. sem prejuízo dos demais controles exigidos por outros órgãos. 16/89 e 03/94): I . deverá o importador ou arrematante emitir nota fiscal.no momento do fornecimento de alimentação. 18. Ajuste SINIEF 4/87): I .2010 § 8º O documento fiscal de que trata o § 7º poderá ser emitido no primeiro dia útil subsequente à entrega do produto. q) o número e a destinação da via. do Decreto n. quando for o caso. a série. § 3º No caso de mercadoria cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez.12. o) a indicação da operação.2010 § 7º O contribuinte que optar pela regra disposta no § 6º deverá emitir única nota fiscal por destinatário. em restaurantes.980 de 21. § 1º No caso de ulterior transmissão de propriedade da mercadoria de que trata a alínea "b" do inciso III. consignação. l) o número de inscrição auxiliar no CAD/ICMS. II . excetuado o produtor rural inscrito no CAD/PRO. de 24. 6. tendo transitado pelo estabelecimento transmitente. por carga e fornecedor. a série. seja por este remetida a terceiros. se de entrada ou de saída. devendo nela constar que a remessa será feita em peças ou partes.980 de 21.2010 Art.12. n) a denominação "Nota Fiscal". de 13. sem destaque do imposto. 7. m) o número de inscrição no CAD/ICMS.CFOP. O parágrafo 7º foi acrescentado pelo art. de 15. b) a cada remessa corresponderá nova nota fiscal.na perda ou perecimento de mercadoria que implique no encerramento da fase de diferimento ou suspensão.70. do Decreto n.12. em decorrência de locação ou de remessa para armazém geral ou depósito fechado. de 15. quando esta não transitar pelo estabelecimento do transmitente. se adotada nos termos do inciso I do art.12. sem entrar no estabelecimento do importador ou arrematante. de industrialização ou outra).548. e) a unidade da Federação. r) a indicação da data limite para emissão (Ajuste SINIEF 02/87). atualizado até o Decreto n. acompanhada do número correspondente. § 5º Na hipótese do art. relativamente ao total da cana-de-açúcar fornecida no dia.na realização de estorno de crédito ou de débito do imposto. V .RICMS . deste tenha saído sem o pagamento do imposto. 138. com o destaque do imposto. A nota fiscal conterá. desde que o imposto deva incidir sobre o todo: a) será emitida nota fiscal para o todo. na condição de substituto tributário. d) o Município. transferência. arts. a nota fiscal deverá conter. observada a disposição gráfica dos modelos 1 e 1-A. a expressão "Série".antes da tradição real ou simbólica da mercadoria: a) no caso de transmissão de propriedade ou de título que a represente. f) o telefone e fax.05. 128 . 1º.” O parágrafo 8º foi acrescentado pelo art.Aprovado pelo Decreto n. O parágrafo 6º foi acrescentado pelo art. bares. do Decreto n.548. 1º. 20 e 21. de 24. mencionando-se o número. 117. imediatamente abaixo. 7.sempre que promover a saída de bem ou mercadoria. p) o número de ordem da nota fiscal e. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". III .03. alteração 436ª. devolução. com a declaração de que a mercadoria sairá diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço.

d) o bairro ou distrito. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. d) o valor do ICMS retido por substituição tributária. de 13.no quadro "Cálculo do Imposto": a) a base de cálculo total do ICMS. c) o endereço. espécie.2007. l) a espécie dos volumes transportados. atualizado até o Decreto n.no quadro "Fatura". se adotado pelo emitente. nos termos da legislação federal. c) a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ICMS retido por substituição tributária. 129 RICMS . f) o endereço do transportador. quando for o caso. e) o valor total dos produtos.05. e) a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos. g) o telefone e fax.Aprovado pelo Decreto n. i) a alíquota do ICMS. i) o valor total do IPI. II .RICMS .12. b) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF. atualizado até o Decreto n. o) o peso bruto dos volumes transportados.091. quando for o caso. j) a quantidade de volumes transportados. se for o caso. ou outro elemento identificativo. quando exigida pela legislação do imposto sobre produtos industrializados. 138 dada pela alteração 360ª.01. b) a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário. quando for o caso. surtindo efeitos a partir de 1º. g) o valor unitário dos produtos. 7. quando for o caso. h) a unidade da Federação. (ver data de vigência janeiro/2010) Nova redação da alínea "c" do inciso IV do art. c) a placa do veículo. VII .NCM/SH. f) o valor do frete. tais como: número 130 . f) o Município. 7.no quadro "Destinatário/Remetente": a) o nome ou razão social. n) a numeração dos volumes transportados. e) o número de inscrição do transportador no CNPJ ou no CPF.no quadro "Dados adicionais": a) no campo "Informações Complementares" . g) o Município do transportador. g) o valor do seguro.2008 até 31. IV . quando for o caso. de 13.Aprovado pelo Decreto n. 5. m) a marca dos volumes transportados.outros dados de interesse do emitente. d) a unidade da Federação de registro do veículo. 1. 1. compreendendo: nome.091. nas operações realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado." d) o Código de Situação Tributária .2007. h) o valor de outras despesas acessórias.CST. j) o valor total da nota.no quadro "Dados do Produtos": a) o código adotado pelo estabelecimento para identificação do produto. modelo. marca. as indicações previstas na legislação pertinente.2010 t) a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento.2010. i) o número de inscrição estadual. Redação original em vigor no período de 1º. b) a descrição dos produtos. h) a unidade da Federação do domicílio do transportador.670 de 04.01. p) o peso líquido dos volumes transportados.980 de 21. e) o Código de Endereçamento Postal. nos demais casos. f) a quantidade dos produtos. quando for o caso.12.2009. h) o valor total dos produtos. série.2010 j) a alíquota do IPI.12. V . 1º. c) o código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado . l) o valor do IPI. VI . III .2009: "c) a classificação fiscal dos produtos.11. b) o valor do ICMS incidente na operação. art. u) a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento. e nas operações de comércio exterior (Ajuste SINIEF 11/09). i) o número de inscrição estadual do transportador. do Decreto n. tipo.05.980 de 21. no caso de transporte rodoviário.no quadro "Transportador/Volumes Transportados": a) o nome ou razão social do transportador e a expressão "Autônomo".

4 cm. "Inscrição Estadual". em corpo "8". e do inciso VIII (Ajuste SINIEF 02/95). § 4º As indicações a que se referem a alínea "l" do inciso I e as alíneas "c" e "d" do inciso V. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais" ou no verso da nota fiscal. no modelo 1-A. em corpo "5". Em substituição à aposição dos códigos da Tabela do Imposto sobre Produtos Industrializados .12. quando não houver emissão de Nota Fiscal-Fatura ou de fatura ou. art. valor e datas de vencimento das prestações. se estas constarem de romaneio. desde que obedecidos os requisitos abaixo: a) o romaneio deverá conter. "Dados Adicionais". feita a inclusão dos elementos necessários no quadro "Fatura". terão largura mínima de 4. A indicação da alínea "a" do inciso IV: a) deverá ser efetuada com os dígitos correspondentes ao código de barras. na forma de canhoto destacável: a) a declaração de recebimento dos produtos. § 12. c) o número de controle do formulário. a critério do contribuinte. caso em que a denominação prevista nas alíneas "n" do inciso I e "d" do inciso IX. no caso de nota fiscal emitida por processamento de dados. será preenchido com a cidade e o país de destino. etc. e) o número de ordem da nota fiscal. de 13. por meio indelével. o número de ordem da primeira e da última nota impressa e respectiva série.2009: "§ 10. 7. b) poderá ser dispensada. b) do inciso VIII. preço final. quando for o caso. deverá ser observado o disposto no art. do quadro "Emitente". devendo ser impressas. "h" e "i" do inciso II.670 de 04. "j" do inciso V. vendedor. b) a nota fiscal deverá conter as indicações do número e da data do romaneio e. § 10.indicações estabelecidas neste Regulamento e outras no interesse do fisco. b) a data do recebimento dos produtos. tais como: preço a vista. "p". "h". conforme legislação municipal. § 9º. além dos requisitos exigidos neste artigo. exceto os quadros: 1.0 cm x 3.0 cm ou 28.(ver data de vigência . observado o seguinte: a) os quadros terão largura mínima de 20. § 1º A nota fiscal será de tamanho não inferior a 21. "m". a data e a quantidade da impressão.0 x 28.980 de 21.0 cm. deverá conter. do Decreto n. indicações sobre a operação.01. desde que. c) os campos "CNPJ". só serão prestadas quando o 131 RICMS . poderá ser indicado outro código. em qualquer sentido (Ajuste SINIEF 02/95). surtindo efeitos a partir de 1º." . revogado (Ajuste SINIEF 11/09). no mínimo.12.091. do quadro "Destinatário/Remetente". § 8º Serão dispensadas as indicações do inciso IV. b) o campo "Reservado Ao Fisco" terá tamanho mínimo de 8.0 cm para os modelos 1 e 1-A. atualizado até o Decreto n. do impressor da nota.. de 13.01. emissor da nota fiscal. "s" e "t" do inciso I. d) a expressão "Nota Fiscal". este. 1. e suas vias não poderão ser impressas em papel jornal.2010 emitente da nota fiscal for o substituto tributário.980 de 21. impressas ou mediante carimbo.2008 até 31. § 7º Nas vendas a prazo. IX .no rodapé ou na lateral direita da nota fiscal: o nome.Aprovado pelo Decreto n.05. 138 foi revogado pela alteração 380ª. "c" a "h" do inciso VI. local de entrega. § 6º A nota fiscal poderá servir como fatura.RICMS .janeiro/2010) O §10 do art. as indicações das alíneas "a" a "e". que passará a constituir parte inseparável da nota fiscal. os dados do quadro "Dados do Produto" deverão ser subtotalizados por alíquota e por situação tributária. não condensado.2 cm. propaganda. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". Os dados relativos ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza serão inseridos. a nota fiscal. o campo destinado ao Município. "a" a "d". quando diverso do endereço do destinatário nas hipóteses previstas na legislação. 2. tabela com a respectiva decodificação (Ajuste SINIEF 02/95). ainda. do número e da data daquela. no mínimo. 7. Nas operações sujeitas a mais de uma alíquota ou situação tributária. "q" e "r" do inciso I. entre os quadros "Dados do Produto" e "Cálculo do Imposto". "p". § 3º Quando a nota fiscal for emitida por processamento de dados. § 5º Nas operações de exportação. "h" e "m".TIPI. "f". no quadro "Dados do Produto". 1. poderá ser suprimida. seja impressa. "m". "q". o endereço e os números de inscrição. e os campos "CNPJ/CPF" e "inscrição estadual".2007. quando esta for emitida em separado.2009. devendo ser impressas as indicações das alíneas "a". quando for o caso. respectivamente. "Inscrição Estadual Do Substituto Tributário". passa a ser Nota Fiscal-Fatura. § 11. VIII . b) no campo "Reservado Ao Fisco" .2010 do pedido. estadual e no CNPJ.091.Aprovado pelo Decreto n. 5.12.05.AIDF.11. não condensado. § 2º Serão impressas tipograficamente as indicações: a) das alíneas "a" a "h".no comprovante de entrega dos produtos. Redação original em vigor no período de 1º. que terá largura mínima de 17. c) das alíneas "d" e "e" do inciso IX. "n".0 x 21.3 cm. "Destinatário/Remetente". 1º. do quadro "Destinatário/Remetente". que deverá integrar apenas a 1ª via da nota fiscal.2007. no mínimo. e o número da Autorização para a Impressão de Documentos Fiscais . c) a identificação e assinatura do recebedor dos produtos. no campo "Classificação Fiscal". atualizado até o Decreto n. se o contribuinte utilizar o referido código para o seu controle interno.2010. "a". hipótese em que a coluna "Código Produto". quantidade. observado o disposto na alínea "d" do § 2° 132 . 422.

separadamente. de 13. art. 111. relativamente à saída.2007.12. na descrição prevista na alínea "b" do inciso IV. após a descrição do produto (Ajuste SINIEF 02/95). quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo. 1.a 3ª via: a) nas operações internas. II . excepcionalmente. É permitida a inclusão de operações enquadradas em diferentes códigos fiscais numa mesma nota fiscal. esta circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social". poderá ser utilizado. ser indicada no campo "Informações Complementares. 4. na nota fiscal. pelo estabelecimento gráfico. de 13. importador ou distribuidor.05. quando houver. A nota fiscal emitida por fabricante. lavrando-se termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . § 28. hipótese em que sempre será reservado espaço. por processo informatizado. será impressa na Nota Fiscal. para estabelecimento atacadista ou varejista.a 1ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte. no campo "Informações Complementares". no quadro de que trata o inciso IV deste 133 RICMS .CONAB. exceto se relativa às operações com produtos veterinários. § 18. Em se tratando dos produtos classificados nas posições NBM/SH 3003 e 3004. 139. § 15.a 2ª via ficará em poder do emitente para fins de controle do fisco. Documento válido somente para as exceções previstas na legislação. conforme disposto no art. deverá conter. deverão: a) ser inutilizadas mediante corte transversal.2010 do art. desde que as indicações a serem impressas quando da sua emissão sejam grafadas em. O fisco poderá dispensar. A aposição de carimbos nas notas fiscais. 5. na falta deste. impressas tipograficamente no verso da nota fiscal.2010 artigo.12." § 16. b) ser conservadas pelo período definido no parágrafo único do art. modelo 1 ou 1-A. Nas operações não alcançadas pelo disposto na alínea “c” do inciso IV será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado . no campo "Informações Complementares" (Ajuste SINIEF 02/96). deverá indicar o valor do imposto retido relativo a tais operações. § 22. deverá ser indicado o número do lote de fabricação a que a unidade pertencer. 206. com a expressão "Remetente" ou "Destinatário". que terão a seguinte destinação (art. § 20. no máximo.2010. acompanhará as mercadorias para fins de controle do fisco da unidade 134 .janeiro/2010) O § 30 foi acrescentado pela alteração 360ª. É permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente. comprovante de entrega da mercadoria. de documentos fiscais confeccionados em talonários. § 19. 17 caracteres por polegada. As notas fiscais em branco. na linha correspondente a cada item. devendo a placa dos demais veículos tracionados. quando do trânsito da mercadoria. a indicação do valor correspondente ao preço constante da tabela sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e.2007. do Decreto n. No campo "Placa do Veículo" do quadro "Transportador/Volumes Transportados". 251. em quatro vias. de 15. art. deve ser feita no verso das mesmas. 1º.980 de 21. desde que não prejudique a sua clareza. pelo transportador. homeopáticos ou amostras grátis.2009.980 de 21. § 24.NF-e em substituição às Notas Fiscais. § 14.AIDF. No caso de emissão por processamento de dados. do Decreto n. dos produtos classificados nos códigos 3002. a inserção do canhoto destacável. 1º. Na nota fiscal emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em devolução deverão ser indicados. a data da emissão e o valor da operação do documento original. § 26.670 de 04. a contar da data do vencimento do prazo de validade.01. atualizado até o Decreto n. do quadro "Transportador/Volumes Transportados". o quadro "Dados do Produto".11. que se encontrarem com prazo de validade vencido. dispensadas as indicações das alíneas "b" e "e" a "i" do inciso VI. cujas mercadorias estejam sujeitas ao regime de substituição tributária. 7. devendo a discriminação ser feita em função dos diferentes lotes de fabricação e respectivas quantidades e valores (Ajuste SINIEF 07/02).2009. Não é permitida a emissão. no mínimo. b) nas operações interestaduais. § 13. preservando-se o número da nota fiscal e cabeçalho. atualizado até o Decreto n. III . ao destinatário. em qualquer sentido. de que trata o inciso IX.NCM/SH (Ajuste SINIEF 11/09). e no quadro "Dados do Produto". deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. ainda. O contribuinte que utilizar a mesma nota fiscal para documentar operações interestaduais tributadas e não tributadas. a partir da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais . § 30.091.Aprovado pelo Decreto n.955 de 24. 7. mediante indicação na AIDF (Ajuste SINIEF 04/95). salvo quando forem carbonadas. Ajuste SINIEF 03/94): I . Caso o campo "Informações Complementares" não seja suficiente para conter as indicações exigidas. A data limite a ser considerada para fins do disposto na alínea "r" do inciso I será de dezoito meses. § 21.RICMS . 45 do Convênio SINIEF s/n. ficará em poder do emitente à disposição do fisco. Quando o contribuinte for obrigado ao uso de NF-e. o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial (Ajustes SINIEF 12/03 e 07/04). (ver data de vigência . Art.091. 3003. para ser entregue. o número. a nota fiscal será emitida. § 23.12. Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário. § 27.70. modelo 1 ou 1-A. 1.RUDFTO. § 25. para atendimento ao disposto no § 16 (Ajuste SINIEF 02/95).06.Aprovado pelo Decreto n.05. § 17. sem prejuízo do disposto no § 2º (Ajuste SINIEF 04/95). Na saída de mercadoria. com a dimensão mínima de 10 x 15 cm. a nota fiscal poderá ter tamanho inferior ao estatuído no § 1º. O § 29 foi acrescentado pela alteração 294ª.60 da NBM/SH. 3004 e 3006. O disposto na alínea "r" do inciso I não se aplica a estabelecimento de cooperativa e à Companhia Nacional de Abastecimento . § 29. surtindo efeitos a partir de 1º. hipótese em que estes serão indicados no campo "CFOP" no quadro "Emitente". a seguinte expressão no campo 'Reservado ao Fisco' do quadro 'Dados Adicionais': Contribuinte obrigado a emitir Nota Fiscal Eletrônica .

na hipótese do item anterior. e: a) nas operações internas. de 13. do Decreto nº 2. 84/94. § 5º Admitir-se-á o armazenamento de mercadorias em terminal de carga geral com a própria nota fiscal da operação.01. pela 1ª via da nota fiscal recebida pelo destinatário.681 de 30. Convênios ICMS 01/90. § 2º Em relação ao disposto neste artigo.980 de 21. no mínimo. será remetida ao destinatário pelo emitente. Texto original em vigor no período de 1º. em cinco vias. b) em se tratando de operações interestaduais. a repartição fiscal reterá a 3ª via da nota fiscal e visará a 1ª via.2009. a nota fiscal será emitida. 139 dada pela alteração 231ª. beneficiada com isenção ou redução na base de cálculo. a nota fiscal será emitida. relacionado com o internamento das mercadorias. de 15.Aprovado pelo Decreto n. Convênio ICM 65/88. qualquer que seja. poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito.2008.12. 02/90. Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo. para exibição ao fisco. 136 . 52/92. 111 (Ajuste SINIEF 07/97). Rio Preto da Eva e Presidente Figueiredo. ainda que: a) em se tratando de operações internas: 1. realizado este. que terão a seguinte destinação (art. atualizado até o Decreto n. na repartição fiscal do domicílio tributário do emitente. que terão a seguinte destinação (art.04. 49 do Convênio SINIEF s/n. 7.091. 140. no Estado de Roraima.2008 até 30.RICMS .70. atualizado até o Decreto n. exceto quando esta objetive acobertar o trânsito da mercadoria. que a levará ao exterior.a 4ª via acompanhará a mercadoria e poderá ser retida pelo fisco paranaense. 1º. IV . Ajustes SINIEF 22/89 e 02/94):" (2)I . 02/90. exceto a rodoviária. Tabatinga. deverá ser observado. até o décimo dia do mês subseqüente ao da emissão. no Estado do Acre. no Estado de Roraima. § 4º Considera-se local de embarque aquele onde a mercadoria é colocada no meio de transporte. surtindo efeitos a partir de 1º. surtindo efeitos a partir de 1º. 2. além das indicações exigidas pela legislação: a) o número de inscrição do estabelecimento destinatário na SUFRAMA.2010 federada de destino.980 de 21. Ajustes SINIEF 22/89 e 02/94): Nova Redação do caput do art. desde que o estabelecimento armazenador: 135 RICMS . Guajaramirim. 84/94. a 4ª via deverá ser entregue. 49/94. Convênio ICM 65/88. no mínimo. servindo esta como autorização de embarque.091. 49 do Convênio SINIEF s/n.2009: "IV . 140. pelo prazo constante no parágrafo único do art.2009 Redação original em vigor no período de 1º. no Estado do Amapá. juntamente com o conhecimento do despacho. Bonfim e Pacaraima. com extensão ao Município de Epitaciolândia." § 1º O documento fiscal de que trata este artigo poderá ser confeccionado em três vias.a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. assim como o documento expedido pela SUFRAMA. Guajaramirim. § 1º Os documentos relativos ao transporte não poderão ser emitidos englobadamente de forma a compreender mercadorias de distintos remetentes e deverão ser conservados. no Estado do Amapá. no Estado de Rondônia. IV .a 3ª via acompanhará a mercadoria e destinar-se-á a fins de controle da Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas.05. de 13. Na saída de produto industrializado de origem nacional com destino aos Municípios de Manaus. 1. Art. b) no caso de a legislação exigir via adicional. devendo ser entregue. 140 dada pelo art. de 15. 1º. no Estado de Rondônia.a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria. sendo que: a) a falta da 4ª via poderá ser suprida pela 3ª via nas operações internas e por cópia reprográfica da 1ª via nas operações interestaduais ou de exportação.2008. com extensão ao Município de Epitaciolândia. a mercadoria retirada do armazém ou da estação da empresa transportadora será acompanhada. até o local de destino.05. II . III . e às Zonas de Livre Comércio de Macapá e Santana. acompanhará a mercadoria para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. beneficiada com isenção ou redução na base de cálculo. com uma via do conhecimento de transporte.05. à unidade da Superintendência da Zona Franca de Manaus . no Estado do Amazonas. no Estado do Acre. poderá ser utilizada cópia reprográfica da 1ª via. e Cruzeiro do Sul e Brasiléia.70. do Decreto n.SUFRAMA. do art. 1. no Estado do Amazonas. b) possa comprovar a saída da mercadoria para embarque por intermédio de romaneio ou qualquer outro documento de controle interno. 52/92. 36/97 e 37/97.2010 a) efetue o registro do documento no livro Registro de Entradas.12. § 3º Na hipótese da alínea "c" do inciso III se a mercadoria for embarcada neste Estado.05. b) o código de identificação da repartição fiscal a que estiver subordinado o seu estabelecimento. c) nas saídas para o exterior.2007. b) nas operações interestaduais e nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. no Estado do Amazonas.2008: "Art. 36/97.12. e Cruzeiro do Sul e Brasiléia. destinando-se a mercadoria à praça diversa da do emitente da nota fiscal e sendo o transporte feito por qualquer via. Convênios ICMS 01/90. será retida pelo Posto Fiscal de saída do Estado. Nova redação do inciso IV.05.744 de 15.05. Tabatinga. Na saída de produto industrializado de origem nacional com destino aos Municípios de Manaus. 7. a 1ª via acompanhará a mercadoria até o local do despacho.a 1ª via acompanhará a mercadoria e será entregue ao destinatário.a 5ª via acompanhará a mercadoria até o local de destino.12. Bonfim e Boa Vista. e às Zonas de Livre Comércio de Macapá e Santana.01.Aprovado pelo Decreto n. com transporte de mercadorias por via aérea. art. 49/94.2008 até 30. no Estado do Amazonas. V . 37/97 e 25/08. 4. § 2º O contribuinte remetente mencionará na nota fiscal.2007. aquaviária ou ferroviária. em cinco vias.04.a 2ª via ficará em poder do emitente. alteração 66ª.

atualizado até o Decreto n.2010 § 3º O ingresso da mercadoria nas áreas incentivadas far-se-á mediante a realização de sua vistoria física pela SUFRAMA e pela SEFAZ/AM. via internet. para fins de fruição dos incentivos fiscais. da qual tenha resultado produto novo. § 4º A vistoria da mercadoria será realizada com a apresentação da 1ª. § 17. por meio de declaração tal constatação (Convênio ICMS 40/00). Para que o pedido seja liminarmente admitido. § 11. § 9º A formalização do internamento consiste na análise. b) da comprovação do recolhimento do imposto devido ao Estado do Amazonas e. a Certidão de Internamento só será emitida mediante a apresentação de declaração do remetente demonstrando a efetiva concessão do abatimento. Após o exame da documentação. quando existirem pendências de qualquer natureza. nas vias dos documentos apresentados para vistoria (Convênio ICMS 40/00). valor e data de emissão da nota fiscal.RICMS . por ocasião da vistoria nos termos do § 5º. assegurando que até a data do ingresso do pedido não foi notificado da cobrança do imposto relativo à operação. que impeçam a formalização do internamento. por: a) cópia da nota fiscal e do Conhecimento de Transporte.Aprovado pelo Decreto n. § 7º Nas hipóteses do parágrafo anterior. § 13. o internamento de mercadoria não vistoriada à época de seu ingresso nas áreas incentivadas. § 14. sempre que surgirem indícios de irregularidades na constatação do ingresso da mercadoria (Convênio ICMS 40/00). conforme previsto na alínea "c" do § 11. § 6º Não serão reportadas no arquivo magnético referido no parágrafo anterior as operações em que: a) for constatada a evidência de manipulação fraudulenta do conteúdo transportado. se for o caso. a SUFRAMA e a SEFAZ/AM emitirão parecer conjunto conclusivo e devidamente 138 . § 12. deverá ser instruído. O Pedido de Vistoria Técnica poderá ser formulado a qualquer tempo tanto pelo remetente como pelo destinatário da mercadoria. estadual e no CNPJ. dos acréscimos legais.12. § 18.091. 1. A SUFRAMA e a SEFAZ/AM poderão formalizar. 7. sendo que a SUFRAMA disponibilizará. b) quando a nota fiscal não tiver sido apresentada à SEFAZ/AM para fins de desembaraço. 137 RICMS . g) a nota fiscal tiver sido emitida para fins de simples faturamento.05.2010 § 10.2007. de cujo conteúdo será dado ciência ao fisco paranaense. procedimento que será denominado "Vistoria Técnica" para os efeitos deste artigo (Convênio ICMS 40/00). a qualquer tempo. c) a mercadoria tiver sido destruída ou se deteriorado durante o transporte. c) número. adquiridos de estabelecimento diverso do remetente da mercadoria neles acondicionada. b) cópia do registro da operação no livro Registro de Entradas do destinatário. devidamente visada pela repartição fiscal. ainda.2007. alternativamente. os seguintes dados (Convênio ICMS 17/03): a) nome e números de inscrição. Tratando-se da irregularidade referida na alínea "b" do parágrafo anterior. devidamente informado nos termos do § 5º. de 13. por meio dos quais foram acobertadas as remessas de mercadorias para as áreas incentivadas (Convênio ICMS 40/00). 1. no momento do ingresso da mercadoria ou da formalização do seu internamento. desde que o destinatário não esteja em situação irregular. de 13. e) a nota fiscal tiver sido emitida para acobertar embalagem ou vasilhame. nos termos da legislação tributária daquela unidade federada. § 8º Excetua-se da vedação referida na alínea "d" do § 6º o chassi de veículos destinados a transporte de passageiros e de carga no qual tiver sido realizado o acoplamento de carroçarias e implementos rodoviários. § 16. d) local e data da vistoria. c) declaração do remetente. por ordem e conta do estabelecimento destinatário.05. f) for constatada a inexistência de atividade ou simulação desta no local indicado como endereço do estabelecimento destinatário. 7. a SUFRAMA ou a SEFAZ/AM elaborarão relatório circunstanciado do fato. sem que o destinatário tenha sanado as pendências que impeçam a conclusão do processo de internamento junto à SUFRAMA. quando não efetuado o pagamento da Taxa de Serviços Administrativos . 3ª e 5ª vias da nota fiscal e do Conhecimento de Transporte. b) nome e número de inscrição no CNPJ do destinatário. atualizado até o Decreto n. tal como quebras de lacre apostos pela fiscalização ou deslonamentos não autorizados. § 5º A SUFRAMA comunicará o ingresso da mercadoria ao fisco paranaense mediante remessa de arquivo magnético até o sexagésimo dia de sua ocorrência. no prazo de trinta dias. de remessa simbólica ou em razão de complemento de preço.980 de 21. não se incluindo entre estas as hipóteses previstas no § 6º (Convênio ICMS 40/00). a apresentação (Convênio ICMS 17/03): a) da comprovação da resolução das pendências previstas no § 11. que conterá. Não será formalizado o internamento de mercadoria: a) nas hipóteses do § 6º. Não será realizada a Vistoria Técnica se o imposto relativo à operação já tiver sido reclamado do remetente pelo fisco paranaense mediante lançamento de ofício.TSA relativa a serviços já prestados ou. visto ou selo de controle pela SUFRAMA ou SEFAZ/AM. c) quando a inscrição do destinatário perante a SUFRAMA contiver alguma irregularidade formal. Decorridos 120 dias. no mínimo.980 de 21. do remetente.Aprovado pelo Decreto n.091. no mínimo. a SEFAZ/AM iniciará procedimento fiscal mediante notificação exigindo. assim como a inadequação das instalações do estabelecimento à atividade declarada. conferência e atendimento dos requisitos legais referentes aos documentos fiscais retidos. b) forem constatadas diferenças de itens de mercadoria e de quantidades em relação ao que estiver indicado na nota fiscal. A Vistoria Técnica também poderá ser realizada "ex-officio" ou por solicitação do fisco paranaense. § 15. autenticação. contados do ingresso da mercadoria. sendo que não constituirá prova de ingresso da mercadoria a aposição de qualquer carimbo. de forma simultânea ou separadamente.12. d) a mercadoria tiver sido objeto de transformação industrial.

do Decreto nº 2. revisão.2008. 140 dada pelo art. § 20. alternativamente. e a inclusão em arquivo magnético. Quando a quantidade de itens de mercadorias não puder ser discriminada em um único formulário.2007.01. § 24. prestará informações relativas ao internamento da mercadoria e à autenticidade do documento. a 2ª via será substituída pela folha do referido livro (Ajuste SINIEF 3/94. os dados pertinentes aos documentos fiscais relativos às mercadorias nacionais remetidas ao destino previsto no "caput". 7. em favor do Estado do Paraná. b) da comprovação do recolhimento do imposto e. Nova Redação do parágrafo 31 do art. cópia do parecer será remetida ao fisco paranaense. o fisco adotará as providências preconizadas pela legislação. 142.091. § 22. no prazo de trinta dias de seu recebimento. Texto original em vigor no período de 1º.Continua". prevista no § 3º. o fisco paranaense comunicará o fato à SUFRAMA e à SEFAZ/AM. observado o seguinte (Convênios ICMS 54/96 e 96/97): a) em cada formulário. Na hipótese do contribuinte utilizar Nota Fiscal-Fatura e de ser obrigatório o uso de livro copiador. ambos do Anexo I deste Regulamento. conforme disposto no art. § 28. Esgotado o prazo previsto no § 20 sem que tenha sido atendida a notificação.05.980 de 21. informando. somente ocorrerão após sanada a irregularidade (Convênio ICMS 40/00). Inexistindo na nota fiscal a demonstração detalhada do abatimento a que se refere a alínea "a" do item 143 ou a alínea "b" do item 144. serão tidas por referidas as Secretarias de Fazenda dos Estados onde estiverem localizadas as Áreas de Livre Comércio. Convênio ICMS 110/94).Aprovado pelo Decreto n. dos acréscimos legais. 140 . atualizado até o Decreto n. Inexistindo na nota fiscal a demonstração detalhada do abatimento a que se refere a alínea "a" do item 144 do Anexo I. 7. a disponibilização via internet.681 de 30. nas menções à Secretaria da Fazenda do Estado do Amazonas .05. atualizado até o Decreto n. exigindo-se imposto e multa por consignação em documento fiscal de declaração falsa quanto ao estabelecimento de destino das mercadorias. Se a nota fiscal for emitida por processamento de dados. exceto o último. Apresentado o documento referido na alínea "a" do parágrafo anterior.2007.091. § 19. § 30. Apresentado o parecer referido na alínea "c" do § 20. e a inclusão em arquivo magnético. Para usufruir dos benefícios fiscais previstos neste artigo. por desinternada a mercadoria que. juntamente com todos os elementos que instruíram o pedido. 409 e 410. c) de parecer exarado pela SUFRAMA e SEFAZ/AM em Pedido de Vistoria Técnica. o fisco cuidará de remetê-lo à SUFRAMA que. Previamente ao seu ingresso na Zona Franca de Manaus. § 3º do art. de 13. poderá o contribuinte utilizar mais de um formulário para uma mesma nota fiscal. se for o caso. Art. fazendo juntada da cópia do parecer enviada pela SUFRAMA nos termos da alínea "a" do § 18.2010 fundamentado sobre o Pedido de Vistoria Técnica no prazo de trinta dias contados do recebimento. Para os efeitos deste artigo. sendo que: a) caso seja favorável à parte interessada. a apresentação (Convênio ICMS 17/03): a) da Certidão de Internamento referida no § 12. Parágrafo único. pelo transportador da mercadoria. houver sido incorporada ao ativo fixo do estabelecimento destinatário ou utilizada para uso ou consumo deste. os contribuintes deverão informar à Secretaria da Fazenda deste Estado." § 32. b) na hipótese de ser comprovada a falsidade da declaração referida na alínea "c" do § 16. os dados dos respectivos remetentes. no prazo de sessenta dias. Apresentado o documento referido na alínea "b" do § 20. prevista no § 3º.980 de 21. § 31. 1. alteração 66ª. 1. contados da data da emissão da nota fiscal. A Vistoria Técnica também poderá ser realizada "ex officio" ou por solicitação do fisco paranaense. inclusive.2010 relativos às entradas e às saídas de mercadorias das áreas incentivadas. o crédito tributário será constituído mediante lançamento de ofício. o fisco arquivará o protocolo.2008. conforme padrão conferido em "software" específico disponibilizado pelo órgão (Convênio ICMS 17/03). remetida para fins de comercialização ou industrialização. surtindo efeitos a partir de 1º. será de imediato arquivado o protocolo.05. também. Será tida. por meio de arquivos magnéticos. A SEFAZ/AM manterá à disposição do fisco paranaense as vias dos documentos fiscais e registros magnéticos 139 RICMS . 1º. no tocante ao número de vias e sua destinação (Ajuste SINIEF 3/94. que declararão a nulidade do parecer anteriormente exarado. Art.04.2008: "§ 31. prevista no § 5º. será iniciado procedimento fiscal contra o remetente mediante notificação exigindo. 141. 45 do Convênio SINIEF s/n de 15/12/70). 407.12.05. sendo que na hipótese de vir a ser constatada sua contrafação. em meio magnético ou pela internet. sem que tenha sido recebida pelo fisco paranaense informação quanto ao ingresso daquela nas áreas incentivadas. § 29. o estabelecimento que tiver dado causa ao desinternamento recolherá o imposto. limpeza ou recondicionamento. § 25. Decorridos no mínimo 120 dias da remessa da mercadoria. sendo NN o número total de folhas utilizadas e XX o número que representa a seqüência da folha no conjunto total utilizado. a expressão "Folha XX/NN . deverá constar. sempre que surgirem indícios de irregularidades no processo de internamento da mercadoria. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". os dados pertinentes aos documentos fiscais de mercadoria nacional incentivada deverão ser informados à SUFRAMA. desde que o retorno ocorra em prazo nunca superior a cento e oitenta dias.Aprovado pelo Decreto n. Não configura hipótese de desinternamento a saída da mercadoria para fins de conserto. a disponibilização via internet. prevista no § 5º. § 26. de 13.RICMS . § 27. § 21. Na hipótese de a mercadoria vir a ser reintroduzida no mercado interno antes de decorrido o prazo de cinco anos de sua remessa. o contribuinte deverá observar as disposições contidas nos arts.2008 até 30. com atualização monetária.12. restauração. § 23.SEFAZ/AM. bem como a que tiver saído das áreas incentivadas para fins de empréstimo ou locação. somente ocorrerão após sanada a irregularidade (Convênio ICMS 40/00).

): I . ao final do dia. o número de ordem da primeira e da última nota impressas.4 x 10.980 de 21.12. poderá ser emitida a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. que ficará em poder do emitente.o nome. a série e subsérie. do estabelecimento emitente. omitir-se-á. em duas vias. III .70. 145. de 13. para exibição ao fisco. a série e subsérie e o número da via.Aprovado pelo Decreto n. SUBSEÇÃO I DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR Art. será facultada. nos termos da legislação do IPI.2010 inferior a dez reais. anotando-se na coluna "Observações" da mesma linha os números de ordem e a série e subsérie das Notas Fiscais de Venda a Consumidor correspondentes. contendo os requisitos previstos no artigo anterior.05. § 3º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será emitida. o endereço e os números de inscrição. de 13. Os documentos fiscais emitidos por ECF. na operação de valor 141 RICMS .o nome. d) a classificação fiscal do produto prevista na legislação do IPI.5 cm. de subsérie distinta. anexa à seção fabril de estabelecimento industrial. destinando-se a 1ª via ao comprador e a 2ª. Nas vendas a consumidor efetuadas por Seção de venda a varejo.a denominação "Nota Fiscal de Venda a Consumidor". ocasião em que será lavrado termo no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.RICMS . 1.2007. d) nos formulários que antecedem o último. II . desde que não exigida pelo consumidor.2007. c) os campos referentes aos quadros "Cálculo do Imposto" e "Transportador/Volumes Transportados" somente deverão ser preenchidos no último formulário.a discriminação da mercadoria.o número de ordem. VI .12. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. g) os números das Notas Fiscais de Venda a Consumidor a que se refere o inciso I. os campos referentes ao quadro "Cálculo do Imposto" deverão ser preenchidos com asteriscos. nota fiscal de subsérie distinta. 50 e 52 do Convênio SINIEF s/n. estadual e no CNPJ. c) a discriminação do produto e a quantidade total vendida no dia. o endereço e os números de inscrição. modelo 2.05. § 2º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor será de tamanho não inferior a 7. salvo o disposto na alínea "c". quantidade. b) como destinatário "Resumo de Vendas Diárias". 142 .Aprovado pelo Decreto n. f) a alíquota e o valor do ICMS e do IPI. no mínimo. II. 7. de 15.ECF. marca. uma para cada tipo de produto vendido.091. que também deverá conter.emitir. do impressor da nota. modelo. o número total de folhas utilizadas (NN). IV e VII serão impressas tipograficamente.emitir. 7.a data da emissão. deverá ser emitida uma única nota fiscal. § 3º Os estabelecimentos industriais deverão comunicar a ARE de seu domicílio tributário a adoção do regime previsto neste artigo. que tenha optado pela emissão de uma única nota fiscal.2010 b) quando não se conhecer previamente a quantidade de formulários a serem utilizados. e) fica limitada a 990 a quantidade de itens de mercadorias por nota fiscal (Convênio ICMS 31/99). em relação a cada operação. ao final do dia. assim como escrituração distinta de livros. atualizado até o Decreto n. VII .980 de 21. 144. 143. em que a mercadoria for retirada ou consumida no próprio estabelecimento pelo comprador. que consignará o valor total correspondente às operações não documentadas. especialmente: a) como natureza da operação "Venda a Consumidor". observada a legislação federal pertinente.12. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. § 2º A nota fiscal emitida de acordo com o inciso II será lançada normalmente no livro Registro de Saídas. § 4º A emissão da Nota Fiscal de Venda a Consumidor por contribuinte enquadrado no Simples Nacional que não utilize equipamento Emissor de Cupom Fiscal . atualizado até o Decreto n. Art. no referido campo "Informações Complementares". que contenha os requisitos previstos e. § 5º Relativamente à dispensa de que trata o parágrafo anterior. 1. a serem entregues ao adquirente da mercadoria ou usuário do serviço.os valores unitário e total da mercadoria e o valor total da operação. V . § 1º As indicações dos incisos I. IV . estadual e no CNPJ.091. bem como o número da AIDF. a consumidor. tipo. Na venda a vista. § 1º O estabelecimento que proceder nos termos deste artigo fica dispensado de inscrição no CAD/ICMS. II . no fim do dia. a data e a quantidade da impressão. a expressão "Folha XX/NN". para fins de resumo de vendas. o contribuinte deverá: I . espécie. SUBSEÇÃO II DOS DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS POR ECF Art. que conterá as seguintes indicações (arts. e) o valor total do produto e o valor total da nota. específica para o setor de varejo.

III . bem como os arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público. SUBSEÇÃO IV DA EMISSÃO DE NOTA FISCAL NA ENTRADA DE BENS OU DE MERCADORIAS Art.2007. o documento previsto neste artigo será emitido antes de iniciada a remessa. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via . SUBSEÇÃO III DA NOTA FISCAL-ORDEM DE SERVIÇO Art. de conserto. em linhas separadas. hipótese em que se mencionará neste. A alínea "g" foi acrescentado pelo art.cliente. Art. aos quais tenham sido enviados para industrialização. 16/89 e 3/94): I . d) em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. o valor acumulado das mercadorias sujeitas ao ICMS e dos serviços gravados pelo imposto sobre serviços.12.fixa ao bloco. o número e data da requisição e nesta o número. as seguintes indicações: I . pelos estabelecimentos prestadores de serviços de lubrificação.na entrada de couro verde. restauração. inclusive por meio de veículos. § 4º A Nota Fiscal-Ordem de Serviço será emitida. 148. c) 3ª via .no momento da aquisição da propriedade. até o local do estabelecimento destinatário-emitente. remetidos por particulares ou por produtores agropecuários. que constituirá parte integrante das vias do documento fiscal.na coluna "Isentas ou Não Tributadas".2010 II . 147. e) importados diretamente do exterior. aparelhos e equipamentos. 1º. estadual e no CNPJ. bens ou mercadorias: a) novos ou usados. 7.980 de 21. de 13.na coluna "Valor Contábil" será lançado o valor total da nota. quando a Nota Fiscal de Produtor for emitida nos termos do § 11 do art.o nome. a série e subsérie e a data daquele. quando os bens ou as mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente. o endereço e os números de inscrição. 1.091. o endereço e os números de inscrição.2010 I . f) em outras hipóteses previstas neste Regulamento. de 13. do Decreto n. § 3º A Nota Fiscal-Ordem de Serviço conterá. arts. 146. de 24. e o número da AIDF.2010 deverão observar o disposto no Capítulo XVI do Título III. limpeza e revisão de máquinas. atualizado até o Decreto n. b) 2ª via . 7.a data da emissão. VII . É facultado o uso de Nota Fiscal-Ordem de Serviço. elevadores ou de qualquer objeto e de recondicionamento de motores. no mínimo. se estas constarem de requisição de material empregado.Aprovado pelo Decreto n. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público.no momento em que entrarem em seu estabelecimento. em três vias. do emitente.05. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. g) remetidos por produtor rural inscrito no CAD/PRO. veículos. § 1º As indicações dos incisos I. o número de ordem da primeira e da última nota impressas. c) em retorno de exposições ou feiras. 1. manutenção e conservação de máquinas. II . IV .2007. do mesmo ou de 144 . identificando o número dessa. quando não houver nota fiscal de origem da mercadoria. III .980 de 21. III . a qual conterá.12. V . O contribuinte. real ou simbolicamente.548. no mínimo. excetuado o produtor rural inscrito no CAD/PRO.a denominação "Nota Fiscal-Ordem de Serviço".12.permanecerá à disposição do fisco. II . veículos. do impressor da nota.a discriminação e os valores unitário e total da mercadoria aplicada. § 2º Serão dispensadas as indicações constantes do inciso V. 152.03.o número de ordem. II. emitirá nota fiscal (Convênio SINIEF. de 15. A Nota Fiscal-Ordem de Serviço será escriturada no livro Registro de Saídas da seguinte forma: 143 RICMS . lançar-se-á o valor acumulado dos serviços prestados e dos produtos não sujeitos ao ICMS.05.RICMS .na coluna "Base de Cálculo". a data e a quantidade da impressão. 6. Ajustes SINIEF 5/71. estadual e no CNPJ. § 1º Para acompanhar o trânsito das mercadorias.o nome. a série e subsérie. 54 a 56. b) em retorno.70. a qualquer título. remetidos a qualquer título por produtores agropecuários ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais. alteração 437ª. nas seguintes hipóteses: a) quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar os bens ou as mercadorias. lançar-se-á o valor das mercadorias tributadas pelo ICMS. motores.091. IV e VII serão impressas tipograficamente.Aprovado pelo Decreto n.a discriminação e o valor do serviço prestado. VI . atualizado até o Decreto n.

na coluna "Observações" do livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. constar no campo "Informações Complementares".Aprovado pelo Decreto n. das notas fiscais emitidas por ocasião das entregas de mercadorias.CFOP. atualizado até o Decreto n.12. bem como o número e a data do documento de desembaraço. 151.091. sendo que na hipótese da alínea "a" do parágrafo anterior. bem como a qualificação do preposto ou do despachante aduaneiro e seu domicílio. b) na hipótese de remessa parcelada: 1. atualizado até o Decreto n. 1. ressalvado o disposto no § 1º do art. 244. cada remessa posterior será acompanhada pelo documento de desembaraço e por nota fiscal referente à parcela remetida. § 5º A nota fiscal emitida nos termos do parágrafo anterior será lançada no livro Registro de Entradas e. na forma estabelecida em NPF. § 9º Havendo dispensa de emissão do documento de desembaraço pelo órgão federal competente. na hipótese da alínea "a" do § 1º. c) à alíquota aplicada. 54 do Convênio SINIEF s/n. por produto e por CFOP. é permitido ao estabelecimento importador manter os talonários destes documentos em poder de preposto ou de despachante aduaneiro.548. b) a expressão: "Emitida nos termos do § 4° do art. ainda. em outra unidade da Federação. § 12. § 7º A emissão da nota fiscal. ainda. sem prejuízo do previsto no § 7º do mesmo dispositivo legal. c) nos casos da alínea "e" do inciso I. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". de 24. O preposto e o despachante aduaneiro. com desembaraço aduaneiro em território paranaense. c) em relação às prestações de serviços englobadas. deverão possuir domicílio no Estado do Paraná. se for o caso.2010 outro Município. de 13. Para os efeitos do documento previsto na alínea "e" do inciso I deste artigo. contendo: a) a indicação dos requisitos individualizados previstos no parágrafo anterior. da data da emissão e do valor da operação do documento original. § 6° Na hipótese da alínea "d" do inciso I. relativamente a todas as entradas ocorridas no dia. 3. das prestações.091. observar-se-á. Na emissão de nota fiscal na entrada de bens ou de mercadorias. as seguintes indicações: a) o valor das operações realizadas fora do estabelecimento. O §12 foi acrescentado pelo art. das respectivas bases de cálculo do imposto.2007. caso em que a emissão será individualizada em relação (Ajuste SINIEF 01/04): a) ao Código Fiscal de Operação e Prestação . 2. registrando o fato no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. § 2° O campo "Hora da Saída" e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos quando a nota fiscal acobertar o transporte de bens ou de mercadorias. b) o valor das operações realizadas fora do estabelecimento. a nota fiscal conterá. O arquivamento da 2ª via dos documentos emitidos deverá ser efetuado separadamente das relativas às saídas. § 4º A nota fiscal poderá ser emitida. a primeira parcela será transportada com o documento de desembaraço e nota fiscal relativa à totalidade dos bens ou das mercadorias. a nota fiscal conterá. exceto no caso de emissão por processamento de dados (art. quando os bens ou mercadorias forem transportadas de uma só vez. 149.RICMS . se for o caso.12. ainda. amparada por não-incidência. além das demais exigências.2010 a) o transporte será acobertado apenas pelo documento de desembaraço. o seguinte: 145 RICMS . isenta. a identificação da repartição onde se processou o desembaraço. no último dia de cada mês.05. ainda. exceto se usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. § 11. 2. Na hipótese da alínea “g” do inciso I.980 de 21. foi recolhido. na qual se mencionará o número e a data da nota fiscal a que se refere o item anterior. do Decreto n. § 3° A nota fiscal será também emitida pelos contribuintes nos casos de retorno de bens ou de mercadorias não entregues ao destinatário.03. 1. § 8º Relativamente aos bens ou mercadorias importados a que se refere a alínea "e" do inciso I. alteração 437ª. 146 . por CAD/PRO. de que trata o § 10. § 10. em relação às mercadorias ou bens importados diretamente do exterior.". 6.980 de 21. do imposto destacado. devendo ser anotada esta situação. 7.NF-e poderá emitir único documento. com diferimento ou suspensão do imposto). o transporte de bens ou de mercadorias far-se-á somente com a nota fiscal. 1º. não exclui a obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal de Produtor. de 13. com crédito do imposto. de 15. 7. no campo "Informações Complementares". hipótese em que deverá conter. 3. se devido. na hipótese da alínea "b" do § 5º do art. 148 do RICMS.12. os valores totais: 1. caso o destinatário seja usuário de Nota Fiscal Eletrônica . na qual constará a expressão "Primeira Remessa".70. pelo tomador de serviços de transporte. b) à condição tributária da prestação (tributada. b) nos retornos a que se referem as alíneas "b" e "c" do inciso I. deverá tal fato e a expressão "Remessa Única". o local onde se encontrarão os documentos deslocados e os seus números. Ajuste SINIEF 03/94). Parágrafo único. c) os números e as séries. o contribuinte deverá reservar bloco ou faixa de numeração seqüencial de jogos soltos ou formulários contínuos.2010 Art. da série.Aprovado pelo Decreto n.05. bem como a declaração de que o ICMS.2007. as indicações do número.

à disposição do fisco. de 13. "e".em quatro vias.980 de 21. de 15. de que trata o item 40 do Anexo I. pelo adquirente. a falta da 4ª via poderá ser suprida pela 3ª via nas operações internas. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via ficará em poder do emitente. 1º. e por cópia reprográfica da 1ª via nas operações interestaduais ou de importação. 150.12. § 1º Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal de Produtor: a) no transporte manual e carroçável de produtos da agricultura e da criação e seus derivados.03. atualizado até o Decreto n. caso não tenha sido retida pelo fisco. § 2º O documento fiscal de que trata este artigo poderá ser confeccionado em três vias.em quatro vias.05.12. b) a 2ª via ficará em poder do emitente.12.em quatro vias. para exibição ao fisco.091. 148. O produtor rural inscrito no CAD/PRO emitirá Nota Fiscal de Produtor (Convênio SINIEF. por carga e fornecedor. d) a 4ª via acompanhará os bens ou mercadorias. na hipótese do § 4º do art. 148. podendo ser retida pelo fisco. juntamente com os documentos de transporte. 148.2007.12. de 15.2010 Art. c) a 4ª via permanecerá em poder do emitente. 148 . nos termos da alínea "f" do § 1º.70. para disposição final ambientalmente adequada. e "f" do inciso I do art. diretamente ou por meio de terceiros. 6. poderá emitir uma única nota fiscal semanal relativa às embalagens recebidas. armazenar e remeter essas embalagens. II . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª e 3ª vias serão entregues ou enviadas ao remetente até quinze dias da data do recebimento de bens ou de mercadorias. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via ficará em poder do emitente. b) na entrega em operação interna de leite de produção paranaense pelo cooperado à cooperativa ou por produtor ao estabelecimento comercial ou industrial. "d". desde que o adquirente adote e deixe à disposição do fisco demonstrativo de pesagem de cana. 58): I .Aprovado pelo Decreto n. estiver obrigado a coletar. no mesmo prazo da alínea anterior. aos respectivos fabricantes ou recicladores. desde que destinadas a contribuinte que. sendo que na hipótese do inciso II. c) as 3ª e 4ª vias ficarão em poder do emitente. realizadas sem ônus. 57 do Convênio SINIEF s/n.RICMS . b) a 2ª via ficará em poder do emitente. b) a 2ª via ficará em poder do emitente.091.nas demais hipóteses previstas neste Regulamento. A nota fiscal para documentar a entrada de bens ou de mercadorias será emitida. art. III . do Decreto n.05.2010 § 2º A Nota Fiscal de Produtor emitida para documentar o transporte de mercadoria será distinta para cada veículo transportador.548. g) no momento da transmissão de propriedade de mercadoria depositada em estabelecimento de terceiros quando efetuada para o próprio depositário. A alínea "g" acrescentada pelo art. § 3º O contribuinte que efetuar a coleta. juntamente com a 2ª via da Nota Fiscal de Produtor. 147 RICMS . para exibição ao fisco. 7. alteração 438ª. c) na entrega em operação interna da produção dos cooperados às suas cooperativas. II . sem prejuízo de demais controles exigidos por outros órgãos.na transmissão de propriedade de mercadoria.2010 SUBSEÇÃO V DA NOTA FISCAL DE PRODUTOR Art. nas hipóteses das alíneas "c". atualizado até o Decreto n. c) a 4ª via ficará em poder do emitente e à disposição do fisco. nos termos do inciso VI do art. no prazo de quinze dias do recebimento de bens ou de mercadorias. de 13. devendo manter à disposição do fisco os controles exigidos pelas autoridades sanitárias. excluída a condução de rebanho. b) a 3ª via da nota fiscal será encaminhada. de 24. no mínimo (art. 555. à disposição do fisco. Ajustes SINIEF 16/89 e 03/94): I . 151. e) na transmissão de propriedade de mercadoria destinada à CONAB/PGPM. quando o remetente dos bens ou mercadorias for produtor agropecuário inscrito no CAD/PRO: a) o adquirente enviará a 1ª via da nota fiscal ao remetente. quando emitida a Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa. quando for o caso. c) a 3ª via acompanhará os bens ou as mercadorias e ficará em poder do emitente pelo prazo de um ano. III . nas hipóteses das alíneas "a" e "b" do inciso I e na alínea "a" do § 1º do art. desde que esse emita NF-e para documentar a operação de aquisição. para exibição ao fisco.980 de 21. observado o disposto no § 3º. 1.70. 7.2007.sempre que promover a saída de bem ou mercadoria. 1. à ARE do seu domicílio tributário ou ao Órgão Conveniado. nos termos da legislação pertinente. § 1º Para os efeitos do inciso I. f) nas operações de devolução impositiva de embalagens vazias de agrotóxicos e respectivas tampas. d) nas operações internas com cana-de-açúcar.Aprovado pelo Decreto n.

consignação. retorno de exposição ou feira.548. modelo. m) o número da Nota Fiscal de Produtor.03. c) o endereço. tal como: venda.2009: "q) a data da efetiva saída da mercadoria no estabelecimento. Redação original em vigor no período de 1º. e o Código Fiscal de Operações e Prestações .091. 6. importação. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. IV . f) o valor do frete.127 de 20.Aprovado pelo Decreto n. 150 . compreendendo: nome.CFOP. " r) a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento.07. e) a unidade da Federação. do art. em substituição à Nota Fiscal de Produtor complementar que deveria ser emitida.2007. 6.RICMS .2009: "i) a natureza da operação de que decorrer a saída.no quadro "Destinatário": a) o nome ou razão social. d) o valor unitário dos produtos. fica o destinatário da mercadoria autorizado a emitir NF-e para documentar a entrada. transferência. f) o telefone e fax. tipo. 152 dada pela alteração 306ª. alteração 438ª. do art.12. 1º. II . atualizado até o Decreto n. desde que no campo “NF-ref” conste os dados de todas as notas fiscais a que a se refere a NF-e complementar. 1.2010 § 4º Ocorrendo a hipótese prevista na alínea “g” do § 1º. 1º. e) a unidade da Federação. b) a base de cálculo do ICMS.12. tal como: venda. n) o número da via e sua destinação. de 24. b) a denominação da propriedade. poderá ser emitida NF-e para complementação de preço de mais de uma Nota Fiscal de Produtor.05.Aprovado pelo Decreto n. 58 do Convênio SINIEF s/n. remessa para fins de demonstração. d) o Município. 7. de 13. série. o número da nota fiscal emitida anteriormente para documentar as remessas para depósito. quando for o caso. espécie.2010 § 5º Sem prejuízo do disposto no art. remessa (para fins de demonstração. o estabelecimento adquirente deverá informar. consignação. se for o caso. marca.no quadro "Cálculo do Imposto": a) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento. Nova redação da alínea "q" do inciso I. f) a alíquota do ICMS. i) a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada. desde que faça constar no campo “NF-ref” o número da nota fiscal original a que se refere. 204. 5. o bairro ou distrito. q) a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento. o bairro ou distrito e o Código de Endereçamento Postal.2008 até 19. conforme determinado em norma de procedimento fiscal.no quadro "Dados do Produto": a) a descrição dos produtos. c) a quantidade dos produtos. h) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF. de 13.07. A Nota Fiscal de Produtor conterá as seguintes indicações (art. d) o Município. 7.127 de 20. do Decreto n. III . b) a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos. de industrialização ou outra). do Decreto n.548. devolução.CFOP. quando do reajuste do preço da mercadoria remetida por produtor rural inscrito no CAD/PRO sob a cláusula de “preço a fixar”. 152. d) o valor total dos produtos.2009.03. e) o valor total dos produtos. Redação original em vigor no período de 1º.2007.70.07. importação.12.091. transferência. p) a data de emissão. O §6º foi acrescentado pelo art. art.no quadro "Emitente": a) o nome do produtor. f) o número de inscrição estadual. 1º. O §5º foi acrescentado pelo art.01. Nova redação da alínea "i" do inciso I.07.2009. do Decreto n. constando. 6.2010 l) a denominação "Nota Fiscal de Produtor".05.2010 § 6º Na hipótese do § 5º.548. se for o caso. do Decreto n. devolução.2010 Art. c) o valor do ICMS incidente na operação. o) a data limite para emissão da Nota Fiscal de Produtor. de 24.2008 até 19. e Ajuste SINIEF 09/97): I . 1º. art.01.03. 1º. e) o valor total da nota. 5. e o Código Fiscal de Operações e Prestações . c) o endereço.980 de 21. b) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF. " j) o número da inscrição do produtor rural no CAD/PRO. no campo “Nota Fiscal Referenciada .NF-ref” da NF-e. de 24. alteração 438ª. constando. 152 dada pela alteração 306ª. 149 RICMS . alteração 438ª. g) o Código de Endereçamento Postal. retorno de exposição ou feira. de 15. 1. de industrialização ou outra.980 de 21. atualizado até o Decreto n. O §4º foi acrescentado pelo art. do Decreto n.

os dados do quadro "Dados do Produto" deverão ser subtotalizados por alíquota. com a expressão "Remetente" ou "Destinatário". d) data do recebimento da mercadoria. nos demais casos. § 7º A aposição de carimbos na Nota Fiscal de Produtor. deve ser feita no verso da mesma. § 1º A Nota Fiscal de Produtor será de tamanho não inferior a 21 x 20. § 4º Nas operações sujeitas a mais de uma alíquota. atualizado até o Decreto n. c) nome. n) a numeração dos volumes transportados. "h". local de entrega. 7. "p" e "q" do inciso I.12.Aprovado pelo Decreto n. poderá ser utilizado. no mínimo. no caso de transporte rodoviário.2007. VII . devendo as indicações das alíneas "a" a "h". b) a impressão de pautas no quadro "Dados do Produto" de modo a facilitar o seu preenchimento manuscrito. b) a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário. d) a unidade da Federação de registro do veículo. com a dimensão mínima de 10 x 15 cm. na forma de canhoto destacável. desde que não prejudique a sua clareza. o número de ordem da primeira e da última nota autorizada. para atendimento ao disposto no § 7º. ou outro elemento identificativo. com a indicação do nome. salvo quando as vias forem carbonadas. desde que obedecidos os requisitos abaixo: a) o romaneio deverá conter.no rodapé ou na lateral da Nota Fiscal de Produtor: o número da AIDF. ser indicada no campo "Informações Complementares". excepcionalmente. § 3º A Nota Fiscal de Produtor poderá servir como fatura. a identificação do estabelecimento impressor. "n". b) pela Prefeitura Municipal. não condensado.RICMS . g) o Município do transportador. não condensado. hipótese em que sempre será reservado espaço. "j" e "l" ser impressas. a indicação desta. quando houver. § 5º Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário. "b" e "e" do inciso VIII. feita a inclusão dos elementos necessários no campo "Informações Complementares". e suas vias não poderão ser impressas em papel jornal. dispensadas as indicações das alíneas "b" e "e" a "i" do inciso V. as indicações das alíneas "a" a "e".091. tais como: número do pedido. e) o número de inscrição do transportador no CNPJ ou no CPF. quando impressa: a) por estabelecimento gráfico. essa circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social". b) nome ou razão social e número da inscrição estadual do produtor emitente.no quadro "Dados Adicionais". do inciso II. que passará a constituir parte inseparável da Nota Fiscal de Produtor. c) das alíneas "a". V . b) do inciso VII. vendedor. deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. quando for o caso. m) a marca dos volumes transportados. h) o valor de outras despesas acessórias. em qualquer sentido. § 6º No campo "Placa do Veículo" do quadro "Transportador/Volumes Transportados". 1. 7. outras informações ou dados de interesse do emitente. as seguintes indicações: a) das alíneas "a" a "h" e "j" a "o" do inciso I. em qualquer sentido. c) a placa do veículo. deverá conter: a) declaração de recebimento dos produtos.980 de 21. pela Prefeitura Municipal ou pelo estabelecimento gráfico. etc. o) o peso bruto dos volumes transportados.2010 e) a expressão "Nota Fiscal de Produtor" e o seu número. caso em que a denominação prevista na alínea "l" do inciso I e na alínea "e" do inciso VIII.12. devendo as indicações ser impressas. de 13.2010 g) o valor do seguro. de 13. 151 RICMS . § 2º Serão impressas nas Notas Fiscais de Produtor. "m". p) o peso líquido dos volumes transportados.no quadro "Transportador/Volumes Transportados": a) o nome ou a razão/denominação social do transportador. o número de controle do formulário no caso de nota fiscal emitida por processamento de dados. 1.2007. j) a quantidade de volumes transportados. das alíneas "a" a "h" do inciso V e do inciso VII. e. § 10 Serão dispensadas as indicações do inciso III se estas constarem de romaneio. atualizado até o Decreto n. a data e a quantidade de notas fiscais autorizadas.Aprovado pelo Decreto n. da alínea "e" do inciso IV. em corpo "8". propaganda. h) a unidade da Federação do domicílio do transportador. no campo "Informações Complementares". § 8º Caso o campo "Informações Complementares" não seja suficiente para conter todas as indicações. § 9º É facultada: a) a indicação de outras informações complementares de interesse do produtor. durante o trânsito da mercadoria.05. o quadro "Dados do Produto". com nome e CNPJ. "j".no comprovante de entrega dos produtos. l) a espécie dos volumes transportados. VIII . em corpo "5". f) o endereço do transportador. do endereço e dos números do CAD/ICMS e do CNPJ. no mínimo. no mínimo. impressas tipograficamente no verso da Nota Fiscal de Produtor. quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo. passa a ser "Nota Fiscal Fatura de Produtor". 152 . devendo a placa dos demais veículos tracionados. que deverá integrar apenas a 1ª via da Nota Fiscal de Produtor.05. e.091. do quadro "Transportador/Volumes Transportados". número do documento de identificação e assinatura do recebedor.3 cm.980 de 21. VI . quando diverso do endereço do destinatário nas hipóteses previstas na legislação. i) o número de inscrição estadual do transportador.

RICMS .2008 até 30. para exibição ao fisco e apresentação à Prefeitura Municipal. no mínimo. do Decreto n. 156.2007.Aprovado pelo Decreto n. pelo transportador. da numeração seqüencial e da data daquela. quando solicitada. 1.05. após a prestação de contas.nas operações interestaduais ou nas saídas para o exterior em que o embarque das mercadorias se processe em outra unidade federada. ocasião em que deverá ser apresentada a relação dos estabelecimentos que irão operar com o documento fiscal.2010 III . 7. A Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa poderá ser usada na remessa em operações internas de mercadoria de produção dos cooperados as suas cooperativas.12. destes. em quatro vias. após a prestação de contas. assinatura.nas operações internas. na forma desta Subseção. sendo devolvida ao produtor rural para arquivo.2009 Redação original em vigor no período de 1º. 154 . b) a 2ª via ficará em poder do emitente. para exibição ao fisco e apresentação à Prefeitura Municipal. sendo devolvida ao produtor rural para arquivo. estadual e no CNPJ.980 de 21. sendo devolvida ao produtor rural para arquivo. para exibição ao fisco e apresentação à Prefeitura Municipal. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. quando solicitada. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte e será entregue. que servirá como autorização de embarque. que terão a seguinte destinação: I . em cinco vias.12. exceto quando esta deva acobertar o trânsito da mercadoria. c) a 3ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte até o destinatário. ao destinatário. que a levará ao exterior.980 de 21. b) a 2ª via ficará em poder do emitente. A Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa será impressa. com numeração seqüencial tipograficamente impressa." 153 RICMS . Art. b) a 2ª via ficará em poder do emitente.05. em que o embarque se processe neste Estado. c) a 3ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte até o destinatário. 1. § 11 Os dados referidos nas alíneas "d" e "e" do inciso III e "b" a "e" do inciso IV poderão ser dispensados quando as mercadorias estiverem sujeitas à posterior fixação de preço. c) a 3ª via acompanhará a mercadoria para fins de controle do fisco na unidade federada de destino. 153.05.2010 b) a Nota Fiscal de Produtor deverá conter as indicações do número e da data do romaneio e.091. A Nota Fiscal de Produtor será emitida com a seguinte quantidade de vias (art.Aprovado pelo Decreto n.2009. após a prestação de contas. 60 do Convênio SINIEF s/n. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará a mercadoria até o local de embarque.70 e Ajuste SINIEF 09/97): I . este. Art. § 1º O produtor agropecuário poderá utilizar cópia reprográfica da 1ª via da Nota Fiscal de Produtor. identificação e cargo da autoridade fiscal. Art. art. § 2º Considera-se local de embarque aquele onde a mercadoria é colocada no meio de transporte. 1º. pelo transportador.2009: "d) a 4ª via acompanhará a mercadoria e destinar-se-á ao posto fiscal de saída do Estado. de 13. em quatro vias.2007. de 13. d) a 4ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte para entrega à fiscalização volante.04. do número de ordem. d) a 4ª via acompanhará a mercadoria no seu transporte para entrega à fiscalização volante. tal fato deverá ser mencionado no corpo das demais vias com a data. surtindo efeitos a partir de 1º. § 3º Na hipótese de retenção da 3ª ou 4ª via da Nota Fiscal de Produtor pela fiscalização volante. 154. o produtor rural inscrito no CAD/PRO deverá requerer a AIDF na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal. 4.091. do art. no caso de a legislação exigir via adicional. atualizado até o Decreto n.744 de 15.01. por cooperativa. Art. Para a utilização da Nota Fiscal de Produtor. atualizado até o Decreto n. SUBSEÇÃO VI DA NOTA FISCAL DE ENTREGA EM COOPERATIVA Art. se não for retida por grupo de fiscalização volante. ao destinatário.12. d) a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. II .1ª via . contendo o endereço e os números de inscrição.nas operações de saída para o exterior. 7. 154 dada pela alteração 232ª. indicando-se no documento essa circunstância. Para utilização da Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa deverá ser solicitada a AIDF.05. em quatro vias.estabelecimento destinatário. de 15. 157. qualquer que seja. Nova redação da alínea "d" do inciso II. 155.

do destinatário. após o recebimento da mercadoria. § 1º A 1ª. XIII .2010 V .980 de 21.12. § 1º As indicações dos incisos I . É facultado às cooperativas a utilização da Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa. até o dia quinze do mês subseqüente ao da emissão. à ARE ou ao Órgão Conveniado do Município do cooperado. mediante comunicação de cada suprimento à Delegacia Regional da Receita a que estiver jurisdicionada.Aprovado pelo Decreto n.Prefeitura Municipal do domicílio do remetente.Aprovado pelo Decreto n. 5º. 6º e 7º do Convênio SINIEF 06/89): I . § 3º A 2ª. se for o caso. 1.12. 3ª e 4ª vias serão devolvidas ao remetente. que terão a seguinte destinação: I . 160.o valor total da operação. de 13.05.o nome. A Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa será emitida em cinco vias. III .091. com os campos "Data de Saída".5ª via . registrando o fato no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.a denominação "Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica". V . a chave de codificação digital prevista no art. o controle da distribuição. 158. 1. 155 RICMS .RICMS .2007. IV . e conterá as seguintes indicações (arts. em todas as vias. Quantidade. para exibição ao fisco. XI . Valor Unitário e o Valor Total". § 4º A 2ª e 3ª vias da Nota Fiscal Simplificada de Entrega em Cooperativa serão entregues.3ª via . VII .a alíquota e o valor do imposto. IX . Art.4ª via .980 de 21. II . 2ª. sempre que promover a saída da mercadoria.4ª via .os acréscimos cobrados a qualquer título. § 2º O campo "Identificação do Produtor" será preenchido a carimbo ou datilograficamente pela cooperativa por ocasião da entrega de blocos aos cooperados. atualizado até o Decreto n. até o dia quinze do mês subseqüente ao da emissão. estadual e no CNPJ. VIII . e estes. II e XII serão impressas tipograficamente quando não emitidas por processamento de 156 . Aplicam-se ao documento fiscal simplificado as normas dos arts. 413. 156 e 158.o número de ordem. em relação aos seus diversos estabelecimentos. § 2º A cooperativa.1ª via .5ª via . será inutilizada pela Cooperativa mediante a aposição do termo "Inutilizada".o número da conta. estadual e no CNPJ. § 1º A 2ª e 3ª vias da Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa serão entregues.3ª via . § 3º A Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa devolvida pelo cooperado. IV .ARE ou Órgão Conveniado do Município do remetente.Classificação.a discriminação da mercadoria. VI . XII . os talonários recebidos na forma deste artigo. pela destinatária.a base de cálculo do imposto. mediante comunicação de cada distribuição à ARE a que estiver jurisdicionado o cooperado. preenchidos pelo produtor. III .Prefeitura Municipal do domicílio do remetente. 7. X . à disposição do fisco.ficará em poder do emitente. para exibição ao fisco.quando emitida nos termos da Seção VIII do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento. Os talonários de Notas Fiscais de Entrega em Cooperativa serão distribuídos pela cooperativa aos seus diversos estabelecimentos. II . utilização e devolução dos talonários de Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa.2ª via . em relação a cada cooperado. § 2º Caberá às cooperativas fornecer as orientações para o uso e preenchimento da nota fiscal tratada neste artigo.o nome. devidamente preenchidos. aos cooperados devidamente inscritos no Livro de Matrícula da Cooperativa. 161. deverão manter. V .cooperado.cooperado. de 13. Art. por sua vez.2010 II . com os campos "Entrada . o endereço e os números de inscrição. do emitente. localizados no Estado.estabelecimento destinatário. Parágrafo único. III .a data da leitura e da emissão ou apresentação.2ª via . 3ª e 4ª vias acompanharão a mercadoria até o destino. 7. "Recibo de Entrega" e "Assinatura".ficará em poder do emitente. o endereço e os números de inscrição. IV . transversalmente. A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida pela empresa distribuidora de energia elétrica.05. SUBSEÇÃO VII DA NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA Art. 159. a série e a subsérie. atualizado até o Decreto n.2007. em substituição a Nota Fiscal de Entrega em Cooperativa. à ARE ou ao Órgão Conveniado do Município do cooperado. sem utilização. "Saída Quantidade e Unidade de medida do produto" e "Transportador". § 1º Os estabelecimentos das cooperativas distribuirão.ARE ou Órgão Conveniado do Município do remetente. Unidade de Medida.o valor de consumo/demanda. Art.091.

Ajustes SINIEF 01/89 e 14/89). IX . A Nota Fiscal de Serviço de Transporte conterá. quando for o caso. o endereço. de 13.o valor total da prestação. anexando-se. atualizado até o Decreto n.pelo transportador de valores para englobar em relação a cada tomador de serviço as prestações realizadas. 165. estadual e no CNPJ ou CPF. atualizado até o Decreto n.2010 Art. do impressor da nota. no mínimo. as quantidades e valores relativos à demanda contratada e à demanda medida. 10 do Ajuste SINIEF 06/89. § 1º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida em relação a cada veículo e a cada viagem contratada. a série e subsérie e o número da via. bem como o número da AIDF. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao destinatário. § 2º Nos casos de excursões com contratos individuais. de forma clara e legível.091. IV . na Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. Ajuste SINIEF 14/89): I .a discriminação do serviço prestado de modo que permita sua perfeita identificação.o percurso.12. Para a impressão da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica não se exigirá a AIDF (art.o nome. no mínimo.05. do usuário. até o final do período de apuração do imposto. 8º do Convênio SINIEF 06/89 e Ajuste SINIEF 10/04). b) a 2ª via ficará em poder do emitente. a série e subsérie. o endereço e os números de inscrição. 163. por agência de viagem ou por transportador. XIII . as seguintes indicações (art.o número de ordem. em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico (Ajuste SINIEF 09/99).XXXX". XIV . e os números de inscrição.980 de 21. por veículo. serão impressas tipograficamente. do emitente. § 1º As indicações dos incisos I. 11 do Convênio SINIEF 06/89. poderá ser postergada a emissão de Nota Fiscal de Serviço de Transporte. § 3º A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida.a natureza da prestação do serviço.Aprovado pelo Decreto n.o nome.XXXX. XII . estadual e no CNPJ. será facultada a emissão de uma única Nota Fiscal de Serviço de Transporte. em veículo próprio ou afretado. § 2º A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será de tamanho não inferior a 9 x 15 cm. os documentos de excesso de bagagem emitidos durante o mês. VII .XXXX. serviço de transporte interestadual ou intermunicipal.2007.pelo transportador ferroviário para englobar em relação a cada tomador de serviço as prestações executadas no período de apuração do imposto.12. V e XIV. § 5º No caso do fornecimento de energia elétrica mediante contrato de demanda.a identificação do veículo transportador. 157 RICMS . interestadual ou internacional de bens ou mercadorias utilizando-se de outros meios ou formas.XXXX. X . 158 . A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. de 13.XXXX. em duas vias. 7. Art. V . 1. o número de ordem da primeira e da última nota impressas. a autorização do DER ou DNER. 10 do Convênio SINIEF 06/89. 230. III . Ajuste SINIEF 15/89): I . XI .Aprovado pelo Decreto n. II. nas condições do art. próxima ao valor total da operação em campo de mensagem de área mínima 12 cm2 identificado com a expressão "Reservado ao Fisco". de pessoas (art. 7. hipótese em que a 1ª via será arquivada no estabelecimento do emitente. 1. II .05.a alíquota e o valor do imposto. deverão ser discriminados. e os números de inscrição.091. § 4º A chave de codificação digital prevista no inciso XIII deverá ser impressa no sentido horizontal.o valor do serviço prestado. § 3º No transporte de pessoas com características de transporte metropolitano mediante contrato. Art. II . desde que dentro do período de apuração do imposto. no final do período de apuração do imposto. com a formatação "XXXX. para exibição ao fisco. VI .pelo transportador de passageiro para englobar. antes do início da prestação do serviço.a data da emissão.o nome. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será também emitida (art. IV .a base de cálculo do imposto. a data e a quantidade de impressão. SEÇÃO III DOS DOCUMENTOS RELATIVOS A PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE TRANSPORTE SUBSEÇÃO I DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE Art. estadual e no CNPJ. 164. sempre que executar. quando se tratar de transporte rodoviário. bem como outros valores cobrados a qualquer título.RICMS .XXXX.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte".pelo transportador que executar serviços de transporte intermunicipal. 162. III .XXXX. VIII . o endereço.2010 dados.980 de 21. para atendimento ao inciso VII deste artigo.2007.

no mínimo.2010 § 2º Não constarão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte: a) as indicações do inciso VI na hipótese do inciso III do artigo anterior. § 3º Na impossibilidade da emissão do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas antes do início da prestação. 17 e 18 do Convênio SINIEF 06/89. surtindo efeitos a partir de 1º. art.091.a natureza da prestação do serviço. 164. Ajuste SINIEF 14/89): I . V . 4. de 13. § 2º O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será de tamanho não inferior a 9. c) a 3ª via ficará em poder do emitente.04. no mínimo.a condição do frete: pago ou a pagar. II .9 x 21 cm.980 de 21. bem como o número da AIDF. o endereço e os números de inscrição.a alíquota e o valor do imposto. II. do remetente e do destinatário.o número da nota fiscal. pelo transportador rodoviário de carga que executar serviço de transporte rodoviário intermunicipal ou interestadual.a identificação do veículo transportador: placa.a denominação "Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas". 7.os valores de composição do frete. X . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário. 167. Ajustes SINIEF 01/89 e 08/89): I . XI . se for o caso. em relação ao transporte ferroviário de cargas.o local e a data da emissão.2009 Redação original em vigor no período de 1º. XII . atualizado até o Decreto n. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário nos casos dos incisos I e II. do impressor do documento. o endereço e os números de inscrição. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. estadual e no CNPJ ou CPF. o valor e a natureza da carga.o valor total da prestação. 16. o endereço e os números de inscrição. IV . SUBSEÇÃO II DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS E DA AUTORIZAÇÃO DE CARREGAMENTO E 159 RICMS . 1. os transportadores de cargas a granel de combustíveis líquidos ou gasosos e de produtos químicos ou petroquímicos. estadual e no CNPJ.as informações relativas ao redespacho e ao consignatário. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida. 1º. bem como a quantidade em quilogramas. 166 dada pela alteração 233ª. 7.Aprovado pelo Decreto n." d) a 4ª via ficará em poder do emitente. b) as indicações dos incisos VII e VIII nas hipóteses do artigo anterior. para exibição ao fisco. Art. a série e subsérie e o número da via. c) a 3ª via deverá acompanhar o transporte e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. XVI . no transporte ferroviário de passageiros.12. e permanecerá em poder do emitente nos casos dos incisos II.05. b) a 2ª via acompanhará o transporte para fins de controle no Estado de destino.o nome.Aprovado pelo Decreto n. do art. § 1º As indicações dos incisos I.05. para exibição ao fisco. ser distribuído proporcionalmente nos Conhecimentos de Transporte Rodoviário de Cargas correspondentes. VIII . XVII . as seguintes indicações (arts.2007. metros cúbicos ou litros.2007. § 3º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será de tamanho não inferior a 14.o nome.a base de cálculo do imposto. no mínimo.744 de 15. do emitente.05. b) a 2ª via ficará em poder do emitente. III . em duas vias. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas .12.RICMS .CTRC será emitido. V e XVII serão impressas tipograficamente. Nas hipóteses do art.05. a série e subsérie. XIII .091. 1. VI . no mínimo. podendo.2008 até 30. b) a 2ª via acompanhará o transporte para controle da fiscalização. VII . que por 160 .o local de coleta da carga e o de sua entrega. a data e a quantidade de impressão. até o montante pago a esse título. Parágrafo único. 166 A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida (arts. XIV .nas prestações interestaduais.8 x 21 cm.o número de ordem.o nome.a quantidade e espécie dos volumes ou das peças. de 13.2010 TRANSPORTE Art. para exibição ao fisco. em quatro vias. estadual e no CNPJ. do Decreto n.01. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao contratante ou usuário.2009: "c) a 3ª via acompanhará o transporte e será retida pelo Posto Fiscal de saída do Estado.980 de 21. atualizado até o Decreto n. em três vias. II . no caso de carga fracionada. e conterá. 13 e 14 do Convênio SINIEF 06/89. inclusive os relativos à pedágio. local e Estado.2009. e III. XV . IX . antes do início da prestação do serviço.nas prestações internas. Nova redação da alínea "c" do inciso II.

980 de 21. g) o número da nota fiscal. a data e a quantidade de impressão. devendo ser arquivada juntamente com a via fixa deste.091. Art. podendo servir de comprovante de entrega. § 2º Na prestação de serviço de transporte de mercadoria abrangida por benefício fiscal. o endereço. b) havendo necessidade de utilização de via adicional da Autorização de Carregamento e Transporte. c) a 3ª via será entregue ao destinatário. 7. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. 162 . a série e subsérie e o número da via. h) o local de coleta da carga e o de sua entrega. 1. do remetente e do destinatário. 167 do RICMS. para controle do fisco de destino. em cinco vias. no mínimo.05. II . c) o local e a data da emissão. c) a 3ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização.12. 140. estadual e no CNPJ ou CPF. no mínimo. atualizado até o Decreto n. 23 e 24 do Convênio SINIEF 06/89.12. do emitente. a data e a série do respectivo Conhecimento de Transporte. cujo prazo não poderá exceder a dez dias. j) o nome. devendo a 5ª via acompanhar o transporte. § 6º Relativamente ao documento previsto no § 3º observar-se-á. 19 e 20 do Convênio SINIEF 06/89. a série e subsérie e o número da via. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. no mínimo. do emitente. o endereço e os números de inscrição. o endereço e os números de inscrição. Ajuste SINIEF 14/89): I . 161 RICMS .RICMS . em seis vias. atualizado até o Decreto n. e conterá. de 13.Aprovado pelo Decreto n.nas prestações internas. 169. pelo transportador aquaviário de carga que executar serviço de transporte intermunicipal ou interestadual. SUBSEÇÃO III DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS Art.Aprovado pelo Decreto n. "b". que substituirá o Conhecimento de Transporte para os efeitos do art. as seguintes indicações (arts. ainda: a) o estabelecimento deverá emitir o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas no momento do retorno da 1ª via da Autorização de Carregamento e Transporte. f) a indicação relativa ao consignatário. para exibição ao fisco. em quatro vias. § 4º As indicações das alíneas "a". IV . 168.2010 ocasião da contratação do serviço não conheçam os dados relativos ao peso. a série e subsérie. O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas será emitido (arts. f) a 6ª via ficará em poder do emitente. O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido. V . no mínimo.nas prestações interestaduais. de 13. § 5º A Autorização de Carregamento e Transporte será de tamanho não inferior a 15 x 21 cm. antes do início da prestação do serviço. "d" e "j" do parágrafo anterior serão impressas tipograficamente. III . i) a assinatura do emitente e do destinatário.o local e a data da emissão. § 1º Tratando-se da Autorização de Carregamento e Transporte esta será emitida. b) a 2ª via acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do Estado de origem. esta poderá ser suprida por cópia da 1ª via do documento. 13/89 e cláusula primeira do Ajuste SINIEF 01/93): a) a denominação "Autorização de Carregamento e Transporte". poderão emitir a Autorização de Carregamento e Transporte. as seguintes indicações (Ajustes SINIEF 02/89. distância ou valor do frete. bem como o número da AIDF. 1. 22. b) o número de ordem.091. II . o endereço e os números de inscrição. estadual e no CNPJ. no mínimo.05. e) o nome.2010 d) a 4ª via ficará em poder do emitente. e) a 5ª via acompanhará o transporte e destinar-se-á ao controle do fisco do Estado de destino. d) a 4ª via será entregue ao remetente. com destino à Zona Franca de Manaus ou outras áreas de livre comércio: a) havendo necessidade de utilização de via adicional do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas esta poderá ser substituída por cópia da 1ª via do documento. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via acompanhará o transporte e retornará ao emitente para subsidiar a emissão do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. Ajustes SINIEF 04/89 e 08/89): I . d) o nome.2007. e os números de inscrição. estadual e no CNPJ.o número de ordem.980 de 21. do impressor do documento. para exibição ao fisco. assim como a indicação de que a sua emissão ocorreu na forma do § 3º do art.2007.a natureza da prestação do serviço. b) para fins de apuração e recolhimento do imposto tomar-se-á em conta a data da emissão da Autorização de Carregamento e Transporte. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. c) na Autorização de Carregamento e Transporte deverá ser anotado o número. obedecida a destinação do inciso anterior. o valor da mercadoria e a natureza da carga.o nome. estadual e no CNPJ. 7. que conterá.a denominação "Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas".

do remetente e do destinatário.2010 Franca de Manaus ou outras áreas de livre comércio. do embarcador e do destinatário. a data e a quantidade de impressão. o endereço.a base de cálculo do imposto. XIII .o número da viagem.o local e a data da emissão. o código. o endereço. 164 .o nome.o valor total da prestação. as seguintes indicações (arts. obedecida a destinação do inciso anterior. a série e subsérie. estadual e no CNPJ ou CPF. III . estadual e no CNPJ.a condição do frete: pago ou a pagar.o número da nota fiscal. a série e subsérie e o número da via. V . 25 e 26 do Convênio SINIEF 06/89. o volume e a unidade de medida em quilogramas. em cinco vias. do consignatário. o valor e a natureza da carga. a quantidade. o endereço. havendo necessidade de utilização de via adicional do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. e os números de inscrição. II.os valores dos componentes do frete. bem como o número da AIDF. § 2º O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será de tamanho não inferior a 21 x 30 cm. II.a base de cálculo do imposto. devendo a 5ª via acompanhar o transporte. a marca e o número. do impressor do documento. o endereço e os números de inscrição. X . XII .o porto de embarque. para exibição ao fisco. IV . VIII . II . para controle do fisco de destino. XI .o nome. atualizado até o Decreto n. XV . estadual e no CNPJ ou CPF.980 de 21. pelo transportador aéreo de carga que executar serviço de transporte intermunicipal ou interestadual. V e XIX serão impressas tipograficamente. § 2º O Conhecimento Aéreo será de tamanho não inferior a 14. XVII . o endereço e os números de inscrição.Aprovado pelo Decreto n. O Conhecimento Aéreo será emitido. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. de 13. § 1º As indicações dos incisos I. VI . a espécie. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. bem como a quantidade em quilogramas. Ajustes SINIEF 08/89 e 14/89): I .nas prestações interestaduais.091.a denominação "Conhecimento Aéreo".o valor total da prestação. d) a 4ª via ficará em poder do emitente. XV .o nome. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. XIV . VII . e os números de inscrição. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.a alíquota e o valor do imposto. com destino à Zona 163 RICMS .091. o endereço.nas prestações internas. do emitente. 31 e 32 do Convênio SINIEF 06/89.o nome.os valores dos componentes do frete. 1. metros cúbicos ou litros.2007. Art.a alíquota e o valor do imposto.a identificação da embarcação.12. 7. no mínimo. a data e a quantidade de impressão. 1. antes do início da prestação do serviço. VII . no mínimo. a série e subsérie.2010 VI .o local de origem da carga e o de destino.o número de ordem. atualizado até o Decreto n. VIII . XIV . V e XV serão impressas tipograficamente.980 de 21. XVI . Ajuste SINIEF 14/89): I .2007. II . se for o caso.o número da nota fiscal. e os números de inscrição. o valor e a identificação da carga transportada: a discriminação. XVIII .a condição do frete: pago ou a pagar.05. 7.a assinatura do armador ou agente. do impressor do documento. estadual e no CNPJ.RICMS . XIII .05. IX . em quatro vias.a natureza da prestação do serviço.o local e a data do embarque. e conterá. 171. de 13. estadual e no CNPJ ou CPF. XIX . IX .Aprovado pelo Decreto n. no mínimo.o nome.a quantidade e a espécie de volumes ou das peças. § 1º As indicações dos incisos I. de desembarque e. metros cúbicos ou litros. de transbordo. c) a 3ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. XII . Na prestação de serviço de transporte de mercadoria abrangida por benefício fiscal.12. XI . 170. e os números de inscrição. Parágrafo único. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. 30. bem como o número da AIDF. O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas será emitido (arts.o nome. podendo servir de comprovante de entrega. SUBSEÇÃO IV DO CONHECIMENTO AÉREO Art. X .8 x 21 cm. estadual e no CNPJ.

nas prestações interestaduais. atualizado até o Decreto n.nas prestações interestaduais.05. podendo servir de comprovante de entrega. de 13.o valor total da prestação.2007. 1. o valor e a natureza da carga. com destino à Zona Franca de Manaus ou outras áreas de livre comércio. a data e a quantidade de impressão. cujo preço tiver sido cobrado até o destino da carga (art.980 de 21. pelo transportador ferroviário de carga que executar o serviço de transporte intermunicipal ou interestadual. antes do início da prestação do serviço. 174. O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas será emitido (arts. a série e subsérie e o número da via. Ajustes SINIEF 01/89 e 14/89). Parágrafo único.2007. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. de 13.Aprovado pelo Decreto n. IV . Art. 60 do Convênio SINIEF 06/89. XV .o nome.RICMS . em cinco vias.a denominação "Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas". Ajuste SINIEF 14/89): I .12. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. § 1º As indicações dos incisos I. 176.091. 173. IX .12.2010 Art. III .980 de 21. as seguintes indicações (arts. O Conhecimento Aéreo será emitido (arts. atualizado até o Decreto n.a base de cálculo do imposto.o nome. obedecida a destinação do inciso anterior. XVI . estadual e no CNPJ ou CPF. no mínimo. bem como a quantidade em quilogramas. as seguintes indicações: I . no mínimo. para controle do fisco de destino. o endereço e os números de inscrição. o endereço e os números de inscrição.a denominação "Despacho de Transporte". obedecida a destinação do inciso anterior.o nome. 172.a alíquota e o valor do imposto. do remetente e do destinatário. Na prestação de serviço de transporte de mercadoria abrangida por benefício fiscal. XVII . 175. podendo servir de comprovante de entrega. no mínimo. metros cúbicos ou litros. em quatro vias. para exibição ao fisco. bem como o número da AIDF. c) a 3ª via ficará em poder do emitente.a natureza da prestação do serviço. O Despacho de Transporte conterá. esta poderá ser substituída por cópia da 1ª via do documento. SUBSEÇÃO VI DO DESPACHO DE TRANSPORTE Art. pela empresa transportadora inscrita neste Estado que contratar transportador autônomo para concluir a execução de serviço de transporte de carga. II .nas prestações internas.os valores dos componentes do frete.nas prestações internas. II . 7. no mínimo. XI . II.o número da nota fiscal. devendo a 4ª e a 5ª vias acompanharem o transporte. do emitente. 166 . estadual e no CNPJ. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. Art. havendo necessidade de utilização de via adicional do Conhecimento Aéreo. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.o número de ordem. 38 e 39 do Convênio SINIEF 06/89. devendo a 4ª via acompanhar o transporte. b) a 2ª via acompanhará o transporte até o destino. a série e subsérie. VI . cláusula segunda do Convênio ICMS 125/89): I . em meio de transporte diverso do original. e conterá. V e XVII serão impressas tipograficamente. XIII .a quantidade e a espécie de volumes ou das peças. c) a 3ª via ficará em poder do emitente.o local e a data da emissão. 1. do impressor do documento. O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas será emitido.o local de origem da carga e o de destino. estadual e no CNPJ. 40 e 41 do Convênio SINIEF 06/89.a condição do frete: pago ou a pagar. VIII . cláusula segunda do Convênio ICMS 125/89): I .091.a via de encaminhamento. o endereço e os números de inscrição. X . respectivamente.Aprovado pelo Decreto n. 7. poderá ser emitido o Despacho de Transporte. para controle do fisco de origem e destino. VII . 33 e 34 do Convênio SINIEF 06/89. II . XIV .05. 165 RICMS . no mínimo. Em substituição ao conhecimento de transporte. V . em três vias. em três vias.2010 XII . no mínimo. § 2º O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas será de tamanho não inferior a 19 x 28 cm. SUBSEÇÃO V DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS Art. para exibição ao fisco.a condição do carregamento e a identificação do vagão. 37.

o endereço e os números de inscrição. no CPF e no INSS. VI . III . metros cúbicos ou litros.o local de origem da carga e o de destino.o nome.o cálculo do frete pago ao transportador autônomo: o valor do frete. estadual e no CNPJ. § 1º As indicações dos incisos I. as seguintes indicações (art. será emitido o conhecimento relativo ao transporte do endereço do remetente até o local de destino.980 de 21.o nome e o endereço do remetente.8 x 21 cm. XIV . 71 do Convênio SINIEF 06/89. XIII . bem como o número da AIDF.a quantidade de volumes coletados.a placa do veículo e o respectivo Estado e o número do certificado de propriedade. do emitente. que terão a seguinte destinação (Ajuste SINIEF 01/89): I .05. II . do INSS reembolsado. a série e subsérie e o número da via. do IR-Fonte e o valor líquido pago. para acobertar o transporte em território paranaense. bem como a quantidade em quilogramas.091. VIII . do emitente. SUBSEÇÃO VIII DO MANIFESTO DE CARGA 168 . XII . III . antes do início da prestação do serviço.o nome e o endereço do remetente e do destinatário.12. IV e IX serão impressas tipograficamente. no mínimo. estadual e no CNPJ. 177.o nome. VII . XI .a assinatura do transportador e do emitente.Aprovado pelo Decreto n.2007.o número de ordem. IV e XIV serão impressas tipograficamente. para exibição ao fisco. II. 1.o número da nota fiscal.o nome.a identificação do transportador autônomo: o nome. Parágrafo único. de 13.RICMS . II. 7.a 2ª via será entregue ao remetente. estadual e no CNPJ. será enviada à empresa contratante para efeitos de apropriação do crédito do imposto relativo à prestação complementar. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de transporte. atualizado até o Decreto n. 179.o número e a data do documento fiscal que estiver acompanhando a carga.2007. no mínimo. e conterá.a 3ª via ficará em poder do emitente. a 1ª via do documento. a data e a quantidade de impressão. do impressor do documento. em três vias.o local e a data da emissão. § 1º Recebida a carga no estabelecimento transportador.2010 Art. em três vias. do impressor do documento. após o transporte. estadual e no CNPJ. 1. que terão a seguinte destinação (Ajuste SINIEF 07/89): I . 7. V . As indicações dos incisos I.o nome. Parágrafo único. o endereço completo.Aprovado pelo Decreto n. o endereço e os números de inscrição.980 de 21.o valor do ICMS devido pela prestação complementar. § 2º O número da Ordem de Coleta de Cargas será indicado no conhecimento de transporte correspondente. o número da carteira de habilitação.05. a série e subsérie e o número da via. VII . O Despacho de Transporte será emitido. Art. IV . II . a série e subsérie. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.a assinatura do recebedor. Art. SUBSEÇÃO VII DA ORDEM DE COLETA DE CARGAS 167 RICMS . A Ordem de Coleta de Cargas será emitida pelo transportador que executar serviço de coleta de carga.o local e a data da emissão. IX . atualizado até o Decreto n. para exibição ao fisco.091. V . VI . bem como o número da AIDF.as informações relativas ao conhecimento original e à quantidade de cargas desmembradas. § 2º A Ordem de Coleta de Cargas será de tamanho não inferior a 14. por ocasião da coleta da carga. o endereço e os números de inscrição. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.2010 II . desde o endereço do remetente até o seu estabelecimento. VIII . II . cláusula segunda do Ajuste SINIEF 01/89): I . IV .o número de ordem. A Ordem de Coleta de Cargas será emitida. no mínimo.a 1ª via acompanhará a carga coletada entre o endereço do remetente e do transportador. a série e subsérie. a data e a quantidade de impressão.a 3ª via ficará em poder do emitente. e os números de inscrição. de 13. X . IX . 178. Quando for contratada complementação de transporte por empresa estabelecida em Estado diverso daquele da execução do serviço.a 1ª e a 2ª vias serão entregues ao transportador autônomo.12. o valor e a natureza da carga. o endereço e os números de inscrição. III .a denominação "Ordem de Coleta de Cargas".

o nome. SUBSEÇÃO X DO BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO 170 . 181.12. antes do início da prestação do serviço. antes do início da prestação do serviço.12.2 x 7.2010 DO BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO Art. o endereço e os números de inscrição. do impressor do documento. o endereço e os números de inscrição. IV . o endereço e os números de inscrição.o percurso. 230.091. 7.980 de 21.a data da emissão. o número de ordem do primeiro e do último documento impresso e o número da AIDF. VII . que terão a seguinte destinação: I .a denominação "Bilhete de Passagem Rodoviário". Art. que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem.a identificação do condutor do veículo. VII . 46 do Convênio SINIEF 06/89. IX .os números das notas fiscais. 1. local e unidade da Federação.Aprovado pelo Decreto n. V . X . 222. IX e X serão impressas tipograficamente.o nome.05.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco.o nome. estadual e no CNPJ. que terão a seguinte destinação (art. II . será emitido. bem como a data e a hora do embarque.o número de ordem. relativamente aos correspondentes conhecimentos de transporte: a) a identificação do veículo transportador prevista no inciso X do art. bem como os acréscimos cobrados a qualquer título. O Manifesto de Carga poderá ser emitido pelo transportador. V . para controle do fisco paranaense. 167 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. IX . a data e a quantidade de impressão. a data e a quantidade de impressão. § 1º Emitido o Manifesto de Carga serão dispensadas. ainda que por meio de código. VIII . Ajustes SINIEF 07/89.RICMS . do emitente. 7. VI . pelo transportador que executar serviço de transporte rodoviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. além do documento previsto neste artigo.a identificação do veículo transportador: placa. no mínimo.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". atualizado até o Decreto n. O Manifesto de Carga será emitido.a 2ª via será entregue ao passageiro. estadual e no CNPJ. o endereço e os números de inscrição. bem como o número da AIDF. 1. em duas vias.a 1ª via acompanhará o transporte e servirá para uso do transportador.os números de ordem.o valor da mercadoria.2007. II .980 de 21. O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido. II.05.o nome do remetente e do destinatário. b) as vias destinadas ao fisco a que alude a alínea "c" do inciso I e o inciso II do art. Art. O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido.o local da emissão. as seguintes indicações (art. em relação a cada veículo.4 cm. 182. XI . III . o conhecimento de transporte previsto no art.o nome.Aprovado pelo Decreto n. 44 e 45 do Convênio SINIEF 06/89): I . no mínimo. II . a série e subsérie e o número da via. de 13. no mínimo. no mínimo. c) a indicação prevista no inciso I do art. em três vias. 168. Ajuste SINIEF 01/89): I . no caso de transporte de carga fracionada. IV.o local e a data da emissão. 14/89 e 15/89): I . X .a denominação "Manifesto de Carga". estadual e no CNPJ. 17 do SINIEF 06/89. 180. § 2º Para os efeitos deste artigo. a série e subsérie. II .091. estadual e no CNPJ. III . as séries e subséries dos conhecimentos de transporte. SUBSEÇÃO IX 169 RICMS . entende-se por carga fracionada a que corresponda a mais de um conhecimento de transporte. de 13. do emitente. IV . III .2010 Art. 167. para exibição ao fisco.o valor total da prestação.o número de ordem. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. do impressor do documento. e conterá. atualizado até o Decreto n. as seguintes indicações (arts.a 2ª via acompanhará o transporte.a 3ª via ficará em poder do emitente.o valor do serviço prestado. § 1º As indicações dos incisos I. 43.2007. VIII . e conterá. § 2º O Bilhete de Passagem Rodoviário será de tamanho não inferior a 5. VI . § 3º Havendo excesso de bagagem. 183.

172 . o de retorno.05.a 2ª via será entregue ao passageiro.a data e o local da emissão.2010 Art.o nome. § 3º Havendo excesso de bagagem.o nome. contidas neste Regulamento (Ajustes SINIEF 05/01.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. bem como o número da AIDF. As empresas aéreas nacionais. o conhecimento de transporte previsto no art.o número de ordem. IV. Art. 187. XI e XII serão impressas tipograficamente. 07/03. o endereço e os números de inscrição. VII . VIII . 1. Parágrafo único. atualizado até o Decreto n.2007. a série e subsérie. em duas vias. a série e subsérie e o número da via. 52 e 53 do Convênio SINIEF 06/89. § 3º Havendo excesso de bagagem.091. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.o nome. § 2º O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será de tamanho não inferior a 8 x 18. XI . desde que atendidas as demais obrigações tributárias. que terão a seguinte destinação (art. 48 e 49 do Convênio SINIEF 06/89.o número de ordem. o conhecimento de transporte previsto no art. 7. VI . II. § 2º O Bilhete de Passagem Aquaviário será de tamanho não inferior a 5.o nome.Aprovado pelo Decreto n. e os números de inscrição. principal e acessórias.a identificação do vôo e da classe.o local da emissão.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem".a denominação "Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem". VIII . o endereço e os números de inscrição.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". II .05. 169 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. 185. IX .o valor total da prestação. de 13. a data e a quantidade de impressão.2 x 7. estadual e no CNPJ.12. emitir documentos na forma disposta no Ajuste SINIEF 05/01. pelo 171 RICMS . do emitente.a denominação "Bilhete de Passagem Aquaviário". será emitido.2010 transportador que executar serviço de transporte aeroviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. IV . bem como os acréscimos cobrados a qualquer título. 1. IV. § 1º As indicações dos incisos I.o valor da tarifa. IX e X serão impressas tipograficamente.o valor total da prestação. O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido. III . do impressor do documento. II. as seguintes indicações (arts. a data e a quantidade de impressão. a série e subsérie e o número da via.5 cm. e conterá. II . 51. Ajustes SINIEF 01/89 e 14/89): I . O Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem será emitido. X .o nome do passageiro. 50 do Convênio SINIEF 06/89. Art. 7. de 13.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. 186. no mínimo. a série e subsérie. Poderão ser acrescidas vias adicionais. 230. além do documento previsto neste artigo. bem como a data e a hora do embarque. 171 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art. X . no mínimo.o local. o endereço e os números de inscrição. e conterá. V .o percurso. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido. do impressor do documento. que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem. será emitido.a data da emissão. VII . VI . que terão a seguinte destinação (art. Ajustes SINIEF 01/89 e 04/89): I . atualizado até o Decreto n. antes do início da prestação do serviço. no mínimo. V . Ajuste SINIEF 04/89): I . o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. em duas vias.12. IV .2007. 54 do Convênio SINIEF 06/89. estadual e no CNPJ.4 cm. em substituição ao Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem de que trata esta Subseção. II . III . § 1º As indicações dos incisos I.a 2ª via será entregue ao passageiro. 47. o endereço.980 de 21.o valor do serviço prestado. estadual e no CNPJ. Art. bem como o número da AIDF.980 de 21. Ajustes SINIEF 01/89 e 14/89): I . do emitente. pelo transportador que executar serviço de transporte aquaviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. ainda que por meio de código. estabelecidas neste Estado.091. quando houver. poderão. 188. no mínimo. II . as seguintes indicações (arts. IX . XII . 184. além do documento previsto neste artigo.RICMS . estadual e no CNPJ. 230. que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem.os valores das taxas e de outros acréscimos. quando houver mais de um destino ou retorno documentados pelo mesmo bilhete. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido.Aprovado pelo Decreto n. SUBSEÇÃO XI DO BILHETE DE PASSAGEM E NOTA DE BAGAGEM Art. antes do início da prestação do serviço. a data e a hora do embarque e os locais de destino e.

o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. X . 55. em duas vias. será emitido. VII . modelo 26.4 cm.091. as seguintes indicações: I . 192. III .2007. Art.2010 I . estadual e no CNPJ ou CPF.CTMC Art. segundo o CFOP e com base em controle diário de receita auferida. além do documento previsto neste artigo. IX .o número de ordem. do impressor do documento. Art. 230. Em substituição ao Bilhete de Passagem Ferroviário. V . a série e subsérie e o número da via. ainda que por meio de código. II . do emitente. a série e subsérie.a condição do frete: se por conta do remetente ou do destinatário. atualizado até o Decreto n. estadual e no CNPJ ou CPF.o valor do serviço prestado.05. o endereço e os números de inscrição. que deverá conservá-la em seu poder durante a viagem. desde a origem até o destino. 7. de 13. IX e X serão impressas tipograficamente. 1.o percurso. 191. o endereço e os números de inscrição.o número de ordem. XI .611. arquivo magnético contendo o registro fiscal das prestações efetuadas no trimestre anterior.o valor total da prestação.o nome. 7.a denominação: "Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas". IV. O Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas . § 2º O Bilhete de Passagem Ferroviário será de tamanho não inferior a 5.a natureza da prestação do serviço. estadual e no CNPJ ou CPF.a identificação do remetente: o nome. O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido. 193. XIII . estadual e no CNPJ. As empresas deverão remeter à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE. VIII . VI .CTMC. emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. estadual e no CNPJ.12. § 1º As indicações dos incisos I. e conterá. IV . § 3º Havendo excesso de bagagem. a data e a quantidade de impressão. o CFOP e o CST.dos locais de início e término da prestação multimodal. o endereço e os números de inscrição. cláusula primeira do Convênio ICMS 125/89): I . que executar serviço de transporte intermunicipal. X . 190.a observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem".a data da emissão. no mínimo. IX . antes do início da prestação do serviço. O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido.a 2ª via será entregue ao passageiro. ao final do período de apuração. II.a identificação do consignatário: o nome. 9. II .espaço para código de barras.a identificação do emitente: o nome. VII . (Lei Federal n.OTM. interestadual e internacional de cargas. de 19 de fevereiro de 1998. utilizando duas ou mais modalidades de transporte. o endereço e os números de inscrição. bem como a data e a hora do embarque. a série e subsérie e o número da via. VIII . desde que. de acordo com o leiaute de que trata o Anexo IV do Ajuste SINIEF 05/01. no mínimo. SUBSEÇÃO XII DO BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO Art. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. XII . 189.o local e a data da emissão.Aprovado pelo Decreto n.a identificação do destinatário: o nome.980 de 21. Ajuste SINIEF 06/03). IV . estadual e no CNPJ.a 1ª via ficará em poder do emitente para exibição ao fisco. bem como o número da AIDF. até o dia quinze do primeiro mês de cada trimestre civil. 57 do Convênio SINIEF 06/89. o endereço e os números de inscrição. as seguintes indicações (arts. atualizado até o Decreto n.980 de 21. V . estadual e no CNPJ ou CPF. O documento de que trata o artigo anterior conterá.a identificação do redespacho: o nome.2 x 7. 1. de término e da empresa responsável 174 . de 13. III .2007. Convênio ICMS 125/89): 173 RICMS . II . o endereço e os números de inscrição.12.a denominação "Bilhete de Passagem Ferroviário".o local da emissão.RICMS . 173 ou o documento de excesso de bagagem de que trata o art.091. no mínimo. em veículo próprio.05.2010 13/03 e 04/04). afretado ou por intermédio de terceiros sob sua responsabilidade. o endereço e os números de inscrição.o nome. o conhecimento de transporte previsto no art. pelo transportador que executar serviço de transporte ferroviário intermunicipal ou interestadual de passageiros. que terão a seguinte destinação (art. será utilizado pelo Operador de Transporte Multimodal . bem como os acréscimos cobrados a qualquer título. 56 e 57 do Convênio SINIEF 06/89.Aprovado pelo Decreto n. VI . por estação (cláusula primeira do Convênio ICMS 125/89). SUBSEÇÃO XIII DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS . Art.a identificação dos modais e dos transportadores: o local de início. Parágrafo único. Município e UF.

194. do impressor do documento.7 cm. atualizado até o Decreto n. a identificação e a assinatura do Operador do Transporte Multimodal.no campo "Informações Complementares": outros dados de interesse do emitente. para controle do fisco de destino. no mínimo. O CTMC será emitido (arts. o número. 180. devendo a 5ª via acompanhar o transporte. espécie ou acondicionamento. XIV . desde que seja emitido o Manifesto de Carga. havendo necessidade de utilização de via adicional do CTMC. a qual poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. de 13.o terceiro que receber a carga: a) emitirá conhecimento de transporte. do reboque ou semi-reboque e a placa dos demais veículos ou da embarcação. quando houver. XXV . em qualquer sentido. b) a 2ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. deverão ser adotados os seguintes procedimentos: I . sem prejuízo da emissão do conhecimento de transporte correspondente a cada modal. o número de ordem do primeiro e do último documento impresso e as respectivas série e subsérie e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. § 3º No transporte de carga fracionada ou na unitização da mercadoria. O CTMC será emitido antes do início da prestação do serviço. serão dispensadas as indicações do inciso XXI deste artigo.o nome. XX . b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos para efeito de comprovação de crédito do ICMS. as quais acompanharão a carga até o seu destino.o valor do ICMS.980 de 21.12. III. o endereço e os números de inscrição. XVII . de que trata o art.a mercadoria transportada: natureza da carga.05.Aprovado pelo Decreto n. a partir da 4ª ou 5ª via.0 x 29. com destino à Zona Franca de Manaus.RICMS . estadual e no CNPJ. § 3º Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do CTMC.o valor total da prestação.a base de cálculo do ICMS. 1.no campo "Reservado Ao Fisco": indicações estabelecidas neste Regulamento e outras de interesse do fisco. § 1º Poderá ser acrescentada via adicional. atualizado até o Decreto n.nas prestações internas.2007.a data.a data. lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar. Art. utilizar serviço de terceiros.12. II . a identificação e a assinatura do expedidor. SUBSEÇÃO XIV 176 . XXVI .OTM. 196. a ser entregue ao tomador do serviço no momento do embarque da mercadoria. 42 a 42-F do Convênio SINIEF 06/89.2010 por cada modal. b) anexará a 4ª via do conhecimento de transporte emitido na forma da alínea anterior. II .o Operador de Transportador Multimodal de cargas: a) anotará na via do conhecimento que ficará em seu poder. XXIV . 7. quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. a identificação e a assinatura do destinatário. XXI . contados da data do recebimento da carga. peso em quilograma (kg).Aprovado pelo Decreto n. Parágrafo único. podendo servir de comprovante de entrega. 195. XXII . ambos do art.2010 I . em cinco vias. 195. XV .a alíquota aplicável. A prestação do serviço deverá ser acobertada pelo CTMC e pelos conhecimentos de transporte correspondentes a cada modal. obedecida a destinação do inciso anterior.o valor não tributado. no mínimo. o nome do transportador. XVIII . XXIII . c) a 3ª via acompanhará o transporte para fins de fiscalização. Art. XIX . § 2º Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais. metro cúbico (m3) ou litro (l).a composição do frete de modo que permita a sua perfeita identificação.980 de 21. c) entregará ou remeterá a 1ª via do conhecimento de transporte emitido na forma da alínea "a" deste inciso ao OTM no prazo de cinco dias. quando for o caso. Quando o Operador de Transporte Multimodal . em quatro vias. modelo 25. § 2º O CTMC será de tamanho não inferior a 21. a data e a quantidade de impressão. à 4ª via do conhecimento emitido pelo OTM. d) a 4ª via acompanhará o transporte até o destino. VI e XXVII deste artigo deverão ser impressas. XXVII .a identificação do veículo transportador: deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. XVI . 7. bem como as vias dos conhecimentos mencionadas na alínea "c" do inciso I e no inciso II.2007. Ajuste SINIEF 06/03): 175 RICMS . informando de que se trata de serviço multimodal e a razão social e os números de inscrição estadual e no CNPJ do OTM.a data. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento. conforme o caso.nas prestações interestaduais. a série e subsérie e a data do conhecimento referido na alínea "a" do inciso I . quantidade.091. o número da nota fiscal e o valor da mercadoria. de 13.05. § 1º As indicações dos incisos I. Art.091. 1.

XI . XIV .RICMS . VI .a data ou o período da prestação do serviço. VII . acrescido do respectivo código fiscal de operação. no mínimo.a data da emissão.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário". IV . bem como outros valores cobrados a qualquer título. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. no mínimo. 75. no mínimo. o endereço. e os números de inscrição estadual e no CNPJ.a base de cálculo do ICMS. VIII .2007. que ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco. SEÇÃO IV DOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS A PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO SUBSEÇÃO I DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO Art. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. XIV e XV serão impressas tipograficamente. II . 7.o valor total dos serviços prestados. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida. modelo 7 (Ajuste SINIEF 07/06). a série e subsérie. 197. e conterá. XV . e o número da AIDF.o valor total da prestação. 7.12. do impressor do documento. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210 mm em qualquer sentido. 178 . bem como o número da AIDF.Aprovado pelo Decreto n. o endereço e os números de inscrição.a data da emissão. o endereço e os números de inscrição. deverá ser utilizada pelos transportadores ferroviários de cargas. de modo que permita a sua perfeita identificação. as seguintes indicações (arts. 1. V e XIII serão impressas tipograficamente. VIII . IV . a chave de codificação digital prevista no art. O documento referido no art.quando emitida nos termos da Seção VIII do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento. 197 conterá.a natureza da prestação do serviço. V . XII .o valor do serviço prestado.8 x 21 cm.a data limite para utilização. V .a discriminação do serviço prestado. 198. os números da inscrição estadual e no CNPJ.a discriminação do serviço prestado.o valor do serviço prestado. VI . modelo 27. 200. a série e subsérie e o número da via.o nome. a data e a quantidade de impressão.o nome. estadual e no CNPJ.Aprovado pelo Decreto n. X .2007. do impressor da nota fiscal. § 2º. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte.091. estadual e no CNPJ ou CPF.980 de 21. estadual e no CNPJ. II . do tomador do serviço.12. II.a identificação do tomador do serviço: o nome. III . o endereço.a natureza da prestação do serviço. que terão a seguinte destinação: 177 RICMS . em duas vias.a origem e o destino. X .2010 DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO Art. XIII . XIII . II. de modo que permita sua perfeita identificação.a alíquota aplicável. § 2º A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será de tamanho não inferior a 14. a série e subsérie e o número da via.a base de cálculo do imposto.2ª via. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. IX . XI . 79 e 80 do Convênio SINIEF 06/89): I . que será entregue ao tomador do serviço.a alíquota e o valor do imposto. 413.2010 I . IX . II . § 1º.05. a data e quantidade de impressão. XII .05. do emitente.o número de ordem. § 1º As indicações dos incisos I. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será emitida pelo estabelecimento que realizar a prestação de serviço de comunicação. III . o endereço e os números de inscrição. Art. 74. 1. de 13. 199. as seguintes indicações: I .o número de ordem.o valor do ICMS. de 13. Art. atualizado até o Decreto n.1ª via. bem como os acréscimos a qualquer título. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. atualizado até o Decreto n. o endereço.o nome. As indicações dos incisos I. XIV . V.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Comunicação".a identificação do emitente: o nome.091. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. VII .980 de 21.o nome.

no mínimo. SUBSEÇÃO II DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES Art. no mínimo. IX . a empresa não enquadrada no regime de que trata o Capítulo XI do Título III poderá emitir conta individual para o tomador do serviço que.Aprovado pelo Decreto n. X . para exibição ao fisco. que deverão conservá-los. § 4º A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida por serviço prestado ou. bem como outros valores cobrados a qualquer título.980 de 21.XXXX". no final do período de medição.05. de modo que permita sua perfeita identificação. estadual e no CNPJ. 202. para exibição ao fisco. § 3º A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações poderá servir como fatura.12. II . 1. nesta hipótese. que terão a seguinte 180 . 201. b) a inscrição estadual. próxima ao valor total da operação em campo de mensagem de área mínima 12 cm2 identificado com a expressão "Reservado ao Fisco". 7. em campo próprio. 179 RICMS .Aprovado pelo Decreto n. b) a 2ª via destinar-se-á ao controle do fisco do Estado do tomador do serviço.a classe do usuário do serviço: residencial ou não residencial. e os números de inscrição. de 13.o nome e o endereço do tomador do serviço. XII .a discriminação do serviço prestado.091. § 2º A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será de tamanho não inferior a 15 x 9 cm. para exibição ao fisco (Convênio ICMS 30/99). em razão do pequeno valor da prestação do serviço.980 de 21. 81. 7. 203.XXXX. com a formatação "XXXX.XXXX. além das informações exigidas pelo poder concedente. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.2010 VIII .a base da cálculo do imposto. c) a data da emissão. em duas vias. § 5º Para a impressão da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações não se exigirá a emissão da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais.XXXX. XI .RICMS .2007. 111. sendo que. é adotado como documento de controle relacionado com o ICMS devido pelas operadoras. Convênio ICMS 58/89.2007. 76 e 77 do Convênio SINIEF 06/89): I . a chave de codificação digital prevista no art. desde que não ultrapasse a doze meses (Convênio ICMS 87/95).nas prestações interestaduais.XXXX. em três vias. § 5º A chave de codificação digital prevista no inciso XIV deverá ser impressa no sentido horizontal.nas prestações internas.XXXX. A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida pelo estabelecimento que prestar serviço de telecomunicação.XXXX. § 1º As indicações dos incisos I. o endereço e o CNPJ.o valor do serviço prestado. Ajuste SINIEF 10/04): I .o valor total da prestação.XXXX. incluídos os elementos necessários. 1.2010 § 3º A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação poderá servir como fatura. II e IV serão impressas tipograficamente. III . de forma clara e legível. que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida.XXXX".05. em duas vias.XXXX.o nome. § 6º Em substituição à nota fiscal de que trata este artigo. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será emitida (arts.quando emitida nos termos da Seção VIII do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento. o endereço. 84 e 85 do Convênio SINIEF 06/89. incluídos os elementos necessários. quando este for medido periodicamente. 82.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações".o número de ordem. com a formatação "XXXX.XXXX. V . de forma clara e legível. no mínimo. Art. e conterá. VII .a data ou o período da prestação do serviço.091. abrangendo período nunca superior ao fixado para a apuração do imposto.DETRAF .a alíquota e o valor do imposto. Art. no mínimo.instituído pelo Ministério das Comunicações. caso em que a denominação passará a ser "Nota Fiscal-Fatura de Serviço de Comunicação". IV . do valor do imposto incluído no preço do serviço e a respectiva alíquota. II . b) a 2ª via ficará em poder do emitente. as seguintes indicações (arts. facultada a indicação de mais de um número nos casos em que a operadora prestar serviço em áreas de diferentes unidades da Federação. a série e subsérie e o número da via. atualizado até o Decreto n. conterá: a) o nome ou a denominação social.XXXX. próxima ao valor total da operação em campo de mensagem de área mínima 12 cm2 identificado com a expressão "Reservado ao Fisco". § 4º Na impossibilidade de emissão de documento fiscal para cada um dos serviços prestados. atualizado até o Decreto n. § 7º O Documento de Declaração de Tráfego e de Prestação de Serviços .XXXX. c) a 3ª via ficará em poder do emitente. poderá ser emitida englobando mais de um período de medição. de 13. caso em que a denominação passará a ser "Nota Fiscal-Fatura de Serviços de Telecomunicações". VI . d) o destaque. § 8º A chave de codificação digital prevista no inciso XII deverá ser impressa no sentido horizontal.12. do emitente. estes poderão ser englobados num único documento. 413. observado o disposto no parágrafo único do art.XXXX.

remetente ou do destinatário (Ajuste SINIEF 02/08). o documento fiscal também será emitido. 1. Quando o imposto destacado no documento fiscal for maior que o devido. bem como o destaque da diferença do imposto. o número e a data do documento originário. do Decreto n. alíquota.091. 60. Parágrafo único. se devido. 7. diferença de preço. 204. d) a alteração na disposição e no tamanho dos diversos campos. hipótese em que nada será anotado neste campo. no caso de utilização de documentos em operações não sujeitas a esse tributo. V . para exibição ao fisco. a carta de correção emitida para regularização deverá. III .2007. quando efetuada no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original.em caso de diferença apurada no estoque de selos especiais de controle fornecidos ao usuário pelas repartições do fisco federal para aplicação em seus produtos. exceto o campo "Valor Total do IPI". 205 pelo art. a carbono ou em papel carbonado ou auto-copiativo.06.RICMS . Os documentos fiscais não poderão conter emenda ou rasura e serão emitidos por decalque. II . deverá ser efetuada antes de qualquer procedimento do fisco. VI . 21 do Convênio SINIEF s/n. obrigatoriamente.2008. de 25. por sistema de processamento de dados ou por equipamento emissor de cupom fiscal. com os acréscimos legais.12.a correção de dados cadastrais que implique mudança do emitente. b) o acréscimo de indicações de interesse do emitente. § 1º Na hipótese do inciso I.a data de emissão ou de saída.05. integrantes do valor da prestação. 7. SEÇÃO V DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS DOCUMENTOS FISCAIS Art. de 15.12. que não lhes prejudiquem a clareza. 206. § 1º Relativamente aos documentos fiscais é permitido: a) o acréscimo de indicações necessárias ao controle de outros tributos federais e municipais.2007. 2. alteração 77ª. quantidade de mercadoria e o valor da operação ou da prestação.nas demais hipóteses previstas neste Regulamento. tomador. 7º do Convênio SINIEF s/n. sendo que as diferenças. § 3º A emissão do documento fiscal.a 2ª via ficará em poder do emitente.2008 até 24.70. na via fixa. e art. arts. c) a supressão dos campos referentes ao controle do imposto sobre produtos industrializados. 1º. Redação original em vigor no período de 1º. desde que atendidas as normas da legislação específica.091. se for o caso. 89 do Convênio SINIEF 06/89. do quadro "Cálculo do Imposto". na hipótese do inciso IV. ser visada pela repartição fiscal de origem. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento. sem prejuízo do disposto no § 2º do art. o documento fiscal será emitido dentro de três dias da data em que se efetivou o reajustamento.Aprovado pelo Decreto n. podendo ser preenchidos à máquina ou manuscrito a tinta ou. § 2º Nas hipóteses dos incisos II e III. observando-se que: a) a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de documento fiscal e sem o pagamento do imposto.as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. atualizado até o Decreto n. de 13. dispensada a necessidade de visto fiscal pela repartição de origem.2010 destinação (art. 4º e 89 do Convênio SINIEF 06/89. Art. Nova redação dada ao inciso II do art. ainda. 181 RICMS . para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal.para lançamento do imposto não pago na época própria em virtude de erro de cálculo ou outro. IV . desde que o erro não esteja relacionado com (Ajuste SINIEF 01/07): I . Art. 83 do Convênio SINIEF 06/89): I .nos acréscimos relativos a estadia e outros não previstos na data da emissão do documento originário. se a regularização não se efetuar dentro dos prazos mencionados. 1.2008: "II .907.05.2010 § 4º No documento fiscal complementar deverá constar o motivo determinante da emissão e. b) o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem o pagamento do imposto.12. de 15. Ajuste SINIEF 01/89): I .70. devendo ser indicado.01.no reajustamento de preço em virtude de contrato escrito ou de qualquer outra circunstância que implique aumento no valor original da operação ou da prestação. de 13.Aprovado pelo Decreto n. e Ajustes SINIEF 16/89 e 03/94). devendo os seus dizeres e indicações estarem bem legíveis em todas as vias (art.12. 205.06. II . Os documentos fiscais serão também emitidos nos seguintes casos (art. quando a regularização ocorrer no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original. Fica permitida a utilização de carta de correção." III . atualizado até o Decreto n.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço.980 de 21.980 de 21. serão recolhidas por ocasião de sua emissão. desde que não lhes prejudiquem a clareza e o 182 .a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. II .na regularização em virtude de diferença de preço em operação ou prestação ou na quantidade de mercadoria.

desde que no próprio documento.05. 89 do Convênio SINIEF 06/89). fazendo prova apenas em favor do fisco.70. desde que não excedentes aos seguintes valores da escala "europa" (Ajuste SINIEF 02/95): 1. Na hipótese de redução na base de cálculo. essa circunstância será mencionada no documento fiscal. aplicar-se-á também o disposto neste artigo. e) à inclusão de propaganda na margem esquerda dos modelos 1 e 1-A. de 13. no máximo. estipulado neste Regulamento. respeitados o tamanho mínimo. 89 do Convênio SINIEF 06/89. Art. Será considerado não regulamentar para todos os efeitos fiscais.091. de colunas destinadas à indicação de descontos concedidos e outras informações correlatas. o documento fiscal que. 209.contenha declarações inexatas. c) à inclusão. IV . Ajuste SINIEF 03/94). verde e cinza. VIII . de 15. 2. b) à inclusão no quadro "Dados do Produto": 1. 413. no mínimo. d) à alteração no tamanho dos quadros e campos. exceto quanto: a) à inclusão do nome de fantasia.RICMS . de pauta gráfica quando os documentos forem manuscritos.esteja sendo utilizado em nome de estabelecimento cuja inscrição estadual tenha sido cancelada.2010 V . não-incidência. de 15. 7. número de telex e o da caixa postal. atualizado até o Decreto n. Art. f) à deslocação do comprovante de entrega. VI . na forma de canhoto destacável para a lateral direita ou para a extremidade superior do impresso (Ajuste SINIEF 02/95).12. e cinqüenta.70. indicando-se o respectivo dispositivo legal (art. se for o caso.seja emitido por sistema de processamento de dados. devendo ainda constar no documento fiscal o valor sobre o qual tiver sido calculado o imposto. II .12. e a sua disposição gráfica. A discriminação do serviço no documento fiscal poderá ser feita por meio de códigos. rosa. atualizado até o Decreto n. equipamento emissor de cupom fiscal ou equipamento similar não autorizado pelo fisco. de 15. § 2º O disposto nas alíneas "b" e "d" do parágrafo anterior não se aplica aos documentos fiscais modelo 1 e 1-A.980 de 21. 212. 210.5 cm do quadro do modelo (Ajuste SINIEF 02/95).091. essa circunstância deverá ser mencionada no documento fiscal."Message Digest" 5. 7. 9º do Convênio SINIEF s/n.05. VII . e art. 207. diferimento ou suspensão do recolhimento do imposto. 1. em tintas próprias para fundos. azul. observados os requisitos estabelecidos neste Regulamento para os 184 . 89 do Convênio SINIEF 06/89): I . ainda que no verso. Tratando-se de operação ou prestação em que seja exigido o recolhimento do imposto por ocasião da ocorrência do fato gerador. 20% para as cores claras.Aprovado pelo Decreto n. 8º do Convênio SINIEF s/n. Art. no quadro "Emitente" (Ajuste SINIEF 02/95). indicando-se a data e o código do agente arrecadador. Art.2010 objetivo.12. Art. Os documentos fiscais serão numerados em todas as vias. ou por equipamento cujo sistema de retaguarda não tenha sido submetido a processo de credenciamento pelo fisco. 1.não contenha impressa a chave de codificação digital de que trata a alínea "c" do § 6º do art. em ordem crescente de 1 a 999. Art.980 de 21. 0. As diversas vias dos documentos fiscais não se substituirão em suas respectivas funções e a sua disposição obedecerá ordem seqüencial que as diferencie.12. Quando a operação ou a prestação estiver beneficiada por isenção ou amparada por imunidade. que complementem as indicações previstas para o referido quadro. 136 ou a do parágrafo único do art. dentre outras hipóteses (art. 2.2007. conforme disposto em norma de procedimento fiscal. 3. em substituição aos blocos. da respectiva guia.12. podendo.2007. art. § 3º Norma de procedimento fiscal poderá determinar que contribuinte enquadrado em atividade econômica que especificar deva emitir os documentos fiscais utilizando o sistema eletrônico de processamento de dados (Ajuste SINIEF 10/01). 7º do Convênio SINIEF s/n. conste a correspondente decodificação. g) à utilização de retícula e fundos decorativos ou personalizantes. Parágrafo único. desde que haja separação de. endereço telegráfico. esteja preenchido de forma ilegível ou apresente emendas ou rasuras que lhe prejudiquem a clareza. 30% para cores creme. por espécie.Aprovado pelo Decreto n. 10% para as cores escuras.não seja o legalmente exigido para a respectiva operação ou prestação. 208.70 e art. de indicações expressas em código de barras. 183 RICMS . de 13.não guarde as exigências ou requisitos previstos neste Regulamento.999 e enfeixados em blocos uniformes de vinte. 211. na parte inferior da nota fiscal. também ser confeccionados em formulários contínuos ou jogos soltos. III . no mínimo. vedada a intercalação de vias adicionais (art.apresente divergência entre a chave de codificação digital nele impressa e aquela apurada pela aplicação do algoritmo MD5 .omitir indicações.

12. modelo 14. será obrigatória a separação ou indicação. 03/94.980 de 21. seja matriz. as vias dos documentos fiscais destinados à exibição ao fisco deverão ser encadernadas em grupos de até quinhentos. b) Bilhete de Passagem Aquaviário.70. d) Bilhete de Passagem Ferroviário. § 3º Cada estabelecimento. observar-se-á o seguinte (art. 136. atualizado até o Decreto n. observados os requisitos estabelecidos para os documentos correspondentes. Art. 89 do Convênio SINIEF 06/89.na Nota Fiscal. 7. obedecida sua ordem numérica seqüencial. IV . 1.Aprovado pelo Decreto n.70.Aprovado pelo Decreto n. 215. devendo constar a designação "Única". f) Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. Ajustes SINIEF 02/88 e 03/94).Série "B" . Parágrafo único. e art.na prestação de serviços a destinatários ou usuários localizados em outros Estados.documentos arrolados no inciso anterior .12. modelo 16. devendo constar a designação "Série Única". 1. atualizado até o Decreto n. II . m) Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas. depósito ou qualquer outro terá talonário próprio. nos termos do § 4° do art. a emissão dos documentos poderá ser dispensada mediante prévia autorização do fisco. 138 ou de uso simultâneo de Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.2007. Art. de 13. vedada a utilização de blocos ou conjunto de formulários sem que estejam simultaneamente em uso ou já tenham sido usados os de numeração inferior. modelo 24. modelo 15. modelo 8. filial. 215. Ajustes SINIEF 02/88. § 3º No exercício da faculdade a que alude o parágrafo anterior. 7.12.na operação ou prestação em que o destinatário ou usuário for consumidor: a) Bilhete de Passagem Rodoviário. n) Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.091.05. englobando as operações ou prestações a que se refere a seriação indicada neste artigo. e) Conhecimento Aéreo. sendo o caso. j) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. de 15.2010 h) Ordem de Coleta de Cargas. 10 do Convênio SINIEF s/n. 01/95 e 09/97): I . do art. Na hipótese deste artigo. da operação ou prestação em relação às quais são exigidas subséries distintas (Convênio SINIEF 06/89 e Ajuste SINIEF 01/95). 185 RICMS . modelo 13. modelo 20.Série "F" . quando houver 186 . modelo 6.Série "C" .2010 correspondentes documentos (art. § 1º Adotados os documentos referidos nas alíneas "a" ou "b" do § 3º do art. modelos 1 e 1-A: a) será obrigatória a utilização de séries distintas no caso de uso concomitante com a Nota Fiscal Fatura a que se refere o § 6º do art. d) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.RICMS . de 15. § 2º É permitido o uso de: a) documentos fiscais sem distinção por série ou subsérie. estadual e federal. englobando operações ou prestações para as quais sejam exigidas subséries especiais. a seriação deverá ser "Única". sem distinção por subsérie. após a letra indicativa da série (Convênio SINIEF 06/89 e Ajuste SINIEF 01/95). modelo 10. agência.2007. de 13. i) Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.999. § 5° A numeração da Nota Fiscal. IV a XVIII e XX a XXII. sucursal. § 2º A emissão dos documentos fiscais será feita pela ordem de numeração. 11 do Convênio SINIEF s/n. l) Autorização de Carregamento e Transporte.05. § 4º Em relação às operações ou prestações imunes de tributação. b) série "B" e "C" conforme o caso.Série "D" . mencionada no inciso I do art. será reiniciada sempre que houver (Ajuste SINIEF 04/95): a) adoção de séries distintas. b) troca do modelo 1 para o 1-A e vice-versa. Em relação à utilização de séries nos documentos a que aludem os incisos I e II do art.Resumo de Movimento Diário. com a mesma série e subsérie. poderão ser utilizadas séries distintas. modelo 18. modelo 11. 136. c) Bilhete de Passagem e Nota de Bagagem. g) Despacho de Transporte. b) sem prejuízo do disposto na alínea anterior. b) Nota Fiscal de Serviço de Transporte. modelo 17.12.no fornecimento de energia elétrica e na prestação de serviços a destinatários ou usuários localizados neste Estado ou no exterior e na prestação com início e término no território paranaense: a) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. modelo 1 ou 1-A.70. modelo 22. ainda que por meio de códigos. serão confeccionados e utilizados com a observância das seguintes séries (Convênio SINIEF s/n.980 de 21. modelo 26. A emissão de documentos fiscais em formulários contínuos ou jogos soltos será feita por sistema de processamento de dados. Art. modelo 9. 136.12. 136. c) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. a numeração deverá ser reiniciada e. 213. exceto nos casos de inscrição centralizada. 136. § 1º Atingido o número 999. e Ajuste SINIEF 09/97): I . 214.091. nos termos do inciso I do art. III . modelo 7. Convênio SINIEF 06/89. Os documentos fiscais previstos nos incisos II. de 15. modelo 27. modelo 21.

contendo todos os requisitos legais (arts. quando o transportador autônomo ou a empresa transportadora de outra unidade da Federação. c) o preço do serviço. nos casos em que não se exija o documento fiscal. quando previamente autorizado pelo fisco (art. SUBSEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS AOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS À PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE 187 RICMS . d) deverão ser utilizados documentos de subsérie distinta sempre que forem realizadas operações com produtos estrangeiros de importação própria ou operações com produtos estrangeiros adquiridos no mercado interno. 14 e 15 do Convênio SINIEF s/n. e. e art. a partir de 1. § 3º O transportador estabelecido neste Estado e inscrito no CAD/ICMS. e o local de início e fim da prestação do serviço.70). e Convênio SINIEF 06/89. se for o caso. 89). § 1º Os transportadores não poderão aceitar despacho ou efetuar o transporte de mercadorias que não estejam acompanhadas dos documentos fiscais próprios. as seguintes informações. Ajuste SINIEF 01/89): 188 . bem como executar prestação de serviços de transporte sem a documentação fiscal correspondente.70. art. para crédito do imposto. a cada prestação. Art. a diferença será recolhida na forma e prazo definidos nos artigos 64 e 65. no caso de transporte rodoviário.RICMS . 220.2007. nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações". 218. 69 do Convênio SINIEF 06/89. c) as séries serão designadas por algarismos arábicos. § 2º Fora dos casos previstos na legislação é vedada a emissão de documento fiscal que não corresponda a uma efetiva saída ou entrada de mercadoria ou uma efetiva prestação de serviço (art. de 13. deixando à disposição do fisco o comprovante de pagamento.12. 217.12. O fisco poderá restringir o número de séries e subséries. anotando. aqueles a quem se destinarem as mercadorias e serviços são obrigados a exigir tais documentos dos que devam emiti-los.12. 1.Aprovado pelo Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. se houver. não inscrita no CAD/ICMS.70. que prestar serviço de transporte iniciado em outra unidade da federação com recolhimento do imposto e dispensa de emissão do documento fiscal de prestação de serviço de transporte.980 de 21. de 15. hipótese em que o documento fiscal será emitido até o final do período de apuração do imposto. vinculado a contrato que envolva repetidas prestações. Parágrafo único. se for o caso. em ordem crescente. sendo o caso. a partir de 1. II . quando houver dispensa da emissão da nota fiscal de mercadoria. 216. 44 do Convênio SINIEF s/n. Art. 7. a base de cálculo do imposto e a alíquota aplicável. procederá da seguinte forma (cláusula quarta do Convênio ICMS 25/90): a) emitirá o conhecimento correspondente ao serviço no final da prestação. Quando o documento fiscal for cancelado. ao número e data do novo documento emitido (art.091. 7. Sempre que for obrigatória a emissão de documentos fiscais.05. de 15. efetuar o pagamento do imposto. nesta. ou outro elemento identificativo.na Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 1. a cada operação. § 1º O documento de arrecadação servirá para acobertar o serviço. No caso de documento copiado far-se-á os assentamentos no livro copiador. conservar-se-ão no talonário ou formulário contínuo todas as suas vias. de 13. dentre outras. b) poderá conter subséries designadas por algarismos arábicos. impresso após a letra indicativa da série. atualizado até o Decreto n. Art.980 de 21. 12 do Convênio SINIEF s/n.12. A emissão do documento de transporte poderá ser dispensada. vedada a utilização de subsérie. d) o número e a série. Fica dispensada a emissão do documento fiscal a cada prestação de serviço de transporte. 89 do Convênio SINIEF 06/89).2010 interesse por parte do contribuinte. b) a placa do veículo e a unidade da Federação. arquivando-se todos as vias do documento cancelado. Art. ainda que no verso: a) o nome do transportador e da empresa transportadora contratante do serviço. atualizado até o Decreto n. se ao final da prestação resultar pagamento a menor do imposto. iniciado em território paranaense.12. de 15. do documento fiscal que acobertar a carga. com destaque do imposto. 219. nos demais casos. modelo 2: a) será adotada a série "D".091. com declaração dos motivos que determinaram o cancelamento e referência. e deverá conter. § 2º Na hipótese do "caput" deste artigo. c) poderão ser utilizadas simultaneamente duas ou mais subséries. ou a identificação do bem. na hipótese de serviço. Parágrafo único. por ocasião do início da prestação (cláusulas terceira e quarta do Convênio ICMS 25/90).2010 TRANSPORTE Art.05. b) escriturará o conhecimento emitido na forma da alínea anterior no livro Registro de Saídas. Fica dispensada a emissão do documento fiscal de prestação de serviço de transporte. que o imposto foi pago à unidade federada de início da prestação.2007. em ordem crescente.

69.. deverá constar a expressão: "Transporte subcontratado com .2008: Art. b) anexará a 2ª via do conhecimento de transporte. quando for o caso. aquela firmada na origem da prestação do serviço. assim como o contratante.... de 16.. Art. 7.no conhecimento de transporte emitido pelo subcontratado. II . individualmente. 1.... observado o seguinte (art.o transportador contratante do redespacho: a) fará constar na via fixa do conhecimento.) Parágrafo único.. será expedido "Termo de Autorização" que conterá: a) o número. a série e subsérie e a data da emissão do conhecimento referido na alínea "a" do inciso anterior. previsto no item 19 da Tabela I do Anexo VI deste Regulamento... 7.... Convênios ICMS 125/89 e 03/02. deverá constar a informação referente a dispensa da emissão do documento de transporte. as quais deverão ser incluídas.. c) possua..05.. 1º. dentro de cinco dias. bem como acerca da razão social e dos números de inscrição no CAD/ICMS e CNPJ do transportador contratante.05.. em se tratando de transporte de pessoas. desde que: a) não possua irregularidade fiscal... 222... § 6º No documento fiscal que acobertar a mercadoria.no campo "Observações" desse documento fiscal ou..2010 quais acompanharão a carga até o destino.. 2. o nome e o endereço do transportador contratado..RICMS . à 2ª via do conhecimento de transporte que tiver acobertado a prestação do serviço até o seu estabelecimento.. 222.. Art. 59 do Convênio SINIEF 06/89... c) entregará ou remeterá a 1ª via do conhecimento de transporte emitido. b) o nome do transportador.12...... não podendo este prazo ultrapassar o período de apuração do imposto. texto original em vigor no período de 1º. sempre que a fiscalização exigir.2007. atualizado até o Decreto n.. (.980 de 21.. b) instrua o pedido com a cópia do contrato de prestação do serviço.... Tratando-se de subcontratação de serviço de transporte. UF . mencionando. 221... c) o nome do contratante. § 3º Deferido o pedido.06. para todas as prestações realizadas. não dispensa a informação da totalidade das notas fiscais referentes às mercadorias transportadas. se for o caso. ao transportador contratante do redespacho.. a prestação será acobertada pelo conhecimento de transporte emitido pelo transportador contratante.. atualizado até o Decreto n.2010 § 1º A dispensa de que trata este artigo será concedida.. no campo "Observações".. mesmo que por cópia autenticada. deverá constar informação de que se trata de serviço de subcontratação.01.. contados da data do recebimento da carga. Parágrafo único. devendo o imposto ser recolhido à unidade da Federação onde se iniciar a prestação. proprietário do veículo marca .05.091... d) as épocas em que deverão ser emitidos os documentos fiscais relativos ao transporte... bem como o número. se for o caso. contendo o prazo de vigência.. emitido na forma da alínea anterior. se for o caso. No transporte intermodal o conhecimento de transporte será emitido pelo preço total do serviço. Revogado. nos termos do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento. 222. de 13.. do Manifesto de Carga. as condições de pagamento.667...2008.. referente a carga redespachada.Aprovado pelo Decreto n. Quando o serviço de transporte de carga for efetuado por redespacho deverão ser adotados os seguintes procedimentos (art.". Ajuste SINIEF 14/89): I . alteração 61ª.. bem como o número e a data do "Termo de Autorização". para comprovação do crédito do imposto. Entende-se por subcontratação. f) o prazo de validade.. Revogado o parágrafo único do art.. não superior a um ano. lançando o frete e.. e) o trajeto das viagens. de 13... ainda que por meio de carimbo... pelo art.. observado o seguinte (Convênio ICMS 90/89): 190 .o transportador contratado que receber a carga para redespacho: a) emitirá o conhecimento de transporte.. na forma da alínea "a" deste inciso. para os efeitos deste artigo. no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.....091.....2008.. mediante requerimento do transportador inscrito no CAD/ICMS ao Delegado Regional da Receita de seu domicílio tributário.. b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos do transportador contratado ao qual tiver remetido a carga... 17 do Convênio SINIEF 06/89. do Decreto n. o número do Despacho Concessório e a descrição sucinta do regime concedido. 1.. observado o disposto no § 1º do art...... no "Registro tipo 71". surtindo efeitos a partir de 02. ficando dispensada a sua apresentação no transporte.. Ajustes SINIEF 14/89 e 15/89): I .. § 4º O contribuinte deverá lavrar termo...980 de 21. o preço e a natureza dos serviços prestados. o imposto correspondente ao serviço a executar. placa n.. por opção do transportador em não realizar o serviço por meio próprio. § 2º A emissão de um único documento. Art. ...12. II . bem como os dados relativos ao redespacho. as 189 RICMS .2007. 223. § 5º O transportador deverá apresentar o "Termo de Autorização".2008 a 01.Aprovado pelo Decreto n.06. autorização para emissão de documentos fiscais por processamento de dados. no mínimo..

o local e a data da emissão. Parágrafo único. fora de seu estabelecimento. impressos de documentos fiscais. 225. § 3º No final do período de apuração será emitida Nota Fiscal de Serviço de Transporte englobando o total das prestações objeto dos documentos de excesso de bagagem. de 13. de turistas ou outras pessoas ou de passageiros.para fins de apuração do imposto. observadas as regras específicas deste Regulamento. Não caracteriza.emitir bilhete de passagem por processamento de dados ou equipamento emissor de cupom fiscal. Art. filial. posto ou veículo). 1.o nome. Ajuste SINIEF 14/89): I . 10 e 16 do Convênio SINIEF 06/89. II .o preço do serviço.12. não se exigirá a AIDF. podendo ser emitido por marcação. 67 do Convênio SINIEF 06/89.2007. Art. O contribuinte indicará no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências o local onde se encontram os impressos de documentos fiscais.091. considera-se veículo próprio. no transporte de linha com preço único.Aprovado pelo Decreto n. em seu poder ou de prepostos.05. inicial e final. II e V serão impressas tipograficamente. 1.RICMS . na qual. 227. 7. mediante pedido contendo os dados identificadores do equipamento. serão mencionados os números de ordem destes. que conterá. havendo excesso de bagagem.05. desde que o procedimento tenha sido autorizado pela Delegacia Regional da Receita de seu domicílio tributário.2010 da viagem indicado no bilhete de passagem. contendo impressas todas as indicações exigidas. atualizado até o Decreto n. No transporte de passageiros.o nome. 192 . Art. III . 7.no início de cada modalidade de transporte será emitido o conhecimento correspondente ao serviço a ser executado. Ajuste SINIEF 14/89). em substituição ao conhecimento de transporte de carga própria. Art.12. o transbordo de cargas.o conhecimento de transporte poderá ser acrescido dos elementos necessários à caracterização do serviço.Aprovado pelo Decreto n.980 de 21. Art. 72 do Convênio SINIEF 06/89. poderá ser acobertado pelo conhecimento de transporte original. para efeito de emissão de documento fiscal. desde que os nomes das localidades e paradas autorizadas sejam impressos. além dos demais requisitos. cuja venda de bilhete ocorrer em outra unidade da Federação. a crédito o valor constante do documento emitido. No transporte de passageiros. estadual e no CNPJ. O retorno da carga.2010 I . a forma de registro das prestações no livro fiscal próprio e os locais em que serão utilizados (agência. no mínimo. 230. o imposto será devido ao Estado onde se iniciar o serviço (cláusula quinta do Convênio ICMS 25/90). § 2º Não se aplica o disposto no parágrafo anterior às escalas e conexões no transporte aéreo. 226. estadual e no CNPJ. de 13. Para os efeitos de prestação de serviço de transporte. por qualquer motivo não entregue ao destinatário.o número de ordem e o número da via. III . § 1º Considera-se local de início da prestação de serviço de transporte de passageiros aquele em que se inicia o trecho 191 RICMS . III .2007. além do registrado em nome da pessoa. O prestador de serviço de transporte fica autorizado a manter. início de nova prestação de serviço de transporte. do impressor do documento. desde que conste o motivo no verso deste documento (art. Art. aquele por ela operado em regime de locação ou qualquer outra forma (arts. mediante perfuração. desde que sejam utilizados veículos próprios e que no documento fiscal respectivo sejam mencionados o local de transbordo e as condições que o ensejaram (Convênio SINIEF 06/89. o endereço e os números de inscrição. 66 do Convênio SINIEF 06/89): I . o endereço e os números de inscrição. dos dados relativos à viagem. Ajuste SINIEF 1/89). do emitente. em todas as vias. 229. a sua espécie e os números de ordem.980 de 21. 228.utilizar bilhete de passagem. Art. Os estabelecimentos que prestem serviços de transporte de passageiros poderão (art. será lançado a débito o valor constante do conhecimento intermodal e. § 2º Para a impressão do documento de que trata este artigo. atualizado até o Decreto n.091. Ajuste SINIEF 01/89). § 1º As indicações dos incisos I. incluídos os dados do veículo transportador e a indicação da modalidade do serviço. quando da realização de cada modalidade da prestação. 224. ainda que através de estabelecimento situado em outro Estado. a data e a quantidade de impressão e o número de ordem do primeiro e do último documento impressos. as seguintes indicações (art. II .efetuar a cobrança da passagem por meio de contadores (catracas ou similar) com dispositivo de irreversibilidade. obedecendo à seqüência das secções permitidas pelos órgãos concedentes. IV . poderá ser emitido documento de excesso de bagagem. picotamento ou assinalação. V . realizado pela empresa transportadora. II .

Art. do Decreto n. de 16. c) a justificativa da ocorrência. sem destaque do imposto. o prestador de serviço de transporte que emite o documento fiscal relativo à prestação do serviço de transporte.a 2ª via ficará em poder do emitente. em virtude de erro devidamente comprovado. 233.na hipótese de o tomador de serviço ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir documento fiscal próprio.. desde que (art.tomador do serviço.2007.980 de 21. III . pelo valor total do serviço. foi acrescentado pelo art.RICMS . b) após receber o documento referido na alínea "a".conste no bilhete de passagem: a) a identificação. bem como o motivo do erro. do Decreto n. de 13. os valores anulados e o motivo da anulação.2007. surtindo efeitos a partir de Art. 1º. § 2º A subcontratação de serviço de transporte será firmada na origem da prestação do serviço.2008. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número .2010 § 3º Redespacho é o contrato entre transportadores.12. quando exigida. 1. II . II . observar. Art. consignando a expressão "Este documento está vinculado ao documento fiscal número . em que um prestador de serviço de transporte (redespachante) contrata outro prestador de serviço de transporte (redespachado) para efetuar a prestação de serviço de parte do trajeto. Ajuste SINIEF 15/89): I . de 13. no mínimo.12. 7. informando o número do documento fiscal emitido com erro. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de transporte". a pessoa que contratualmente é a responsável pelo pagamento do serviço de transporte. O documento de excesso de bagagem será emitido. para fins de dedução do imposto. o disposto no Capítulo XVI do Título III. alteração 39ª.2008. no final do período de apuração. pelo valor total do serviço. 45 do Convênio SINIEF 06/89. e data .. alteração 39ª. informando o número do documento fiscal emitido com erro e o motivo. b) a identificação e a assinatura do responsável pela agência ou posto de venda.seja elaborado demonstrativo dos bilhetes cancelados. II .667. o prestador de serviço de transporte deverá emitir outro Conhecimento de Transporte. de 16. O prestador de serviço de transporte de passageiros deverá.. citando o original emitido com erro. 233-B.2008. surtindo efeitos a partir de SUBSEÇÃO II 194 . a pessoa a quem a carga é destinada. III . o prestador de serviço de transporte deverá emitir Conhecimento de Transporte. conforme indicado na Nota Fiscal. O artigo 233-A 02.05. e data .. citando o original emitido com erro.05. § 2º Não se aplica o disposto neste artigo nas hipóteses de erro passível de correção mediante carta de correção ou emissão de documento fiscal complementar... 193 RICMS . § 1º O prestador de serviço de transporte e o tomador deverão estornar eventual débito ou crédito relativo ao documento fiscal emitido com erro. 2. 68 do Convênio SINIEF 06/89. o endereço e a assinatura do seu adquirente. a pessoa que promove a saída inicial da carga. no que couber. 1. 232. deverá ser observado (Ajuste SINIEF 02/08): I . que terão a seguinte destinação (art. em virtude de (especificar o motivo do erro)".05. c) o prestador de serviço de transporte deverá emitir outro Conhecimento de Transporte. também. e desde que não descaracterize a prestação. Para a anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. podendo ser o remetente. Para efeito deste Regulamento.emitente. em duas vias. § 1º O remetente e o destinatário serão consignados no documento fiscal relativo à prestação do serviço de transporte.980 de 21.na hipótese de o tomador de serviço não ser contribuinte do ICMS: a) o tomador deverá emitir declaração mencionando o número e data de emissão do documento fiscal original. antes do início da prestação do serviço. Art.Aprovado pelo Decreto n. poderá ser estornado o débito do imposto. 231. o destinatário ou um terceiro interveniente. para exibição ao fisco. IV .destinatário. atualizado até o Decreto n.a 1ª via será entregue ao tomador do serviço. sem destaque do imposto.667. em relação à prestação de serviço de transporte. O artigo 233-B 02. foi acrescentado pelo art.remetente. escriturado no livro fiscal próprio.091.2008. por opção do prestador de serviço de transporte em não realizar o serviço por meio próprio. consignando como natureza da operação "Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte".05. 2.06.Aprovado pelo Decreto n.091. devendo a primeira via do documento ser enviada ao prestador de serviço de transporte. Na hipótese de cancelamento de bilhete de passagem.06. II .tenha sido devolvido ao adquirente do bilhete o valor da prestação.2010 Art. 7.. considera-se (Ajuste SINIEF 2/08): I . atualizado até o Decreto n. 1º. b) após receber o documento referido na alínea "a". 233-A.. em virtude de (especificar o motivo do erro)". Ajuste SINIEF 14/89): I .

devendo ainda: a) ser composto de 100% de celulose alvejada com fibras curtas. designado impressor autônomo. 6.COTEPE/ICMS. sendo que os lotes produzidos devem ser impressos com a numeração e os dados do fabricante. emitindo as demais vias em papel comum. número do documento fiscal.RICMS . 6. 3.980 de 21. em todas as vias do documento fiscal. 236 será obrigatoriamente efetuada pelo próprio fabricante do respectivo papel de segurança. b) imprimir em código de barras. em caráter tipo "leibinger". tipo do registro. contida na estampa fiscal que será única e seqüenciada.12.2010 próprio fabricante.fornecer o formulário de segurança somente mediante a apresentação do Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança . 3. deverá (Convênio ICMS 58/95): I . de 13. II .05. para fazer uso da faculdade prevista nesta Subseção. imagem latente com a expressão "Uso Fiscal". no qual conste a autorização do fisco paranaense ao impressor autônomo. vedado o armazenamento e o transporte de papéis de segurança não impressos fora das dependências do 195 RICMS .091. III .12. 7. contendo fundo anticopiativo com a palavra "cópia" combinado com as Armas da República com efeito íris nas cores verde/ocre/verde. as seguintes indicações: 1. inscrição no CNPJ dos estabelecimentos. com as tonalidades 196 . que: a) conterá. de 13. O formulário de segurança (Convênios ICMS 58/95.ser credenciado junto à Comissão Técnica Permanente do ICMS . 1ª via. 2. no mínimo. 7.utilizar papel com dispositivos de segurança. usuário. 3ª via.PAFS. II . autorizado pelo fisco paranaense ao impressor autônomo. identificação do fabricante. Art. emitente e destinatário. emitente e destinatário. em ordem seqüencial consecutiva de numeração. O fabricante do formulário de segurança deverá: I . em três vias. numeração e seriação inicial e final do formulário de segurança fornecido. sem prejuízo das demais sanções. corpo 12. atualizado até o Decreto n. 7.Aprovado pelo Decreto n.será fornecido pelo fabricante mediante apresentação do Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança PAFS. com seis dígitos. tendo a seguinte destinação: 1. denominado "Formulário de Segurança".091. 7.2007. 234. unidade da Federação dos estabelecimentos. 131/95 e 55/96): I . 301. 420. do contribuinte e da repartição fazendária. os seguintes dados: 1. "offset". b) ter gramatura de 75 g/m².PAFS.COTEPE/ICMS.comunicar ao fisco das unidades da Federação a numeração e seriação do formulário de segurança.deverá ser apropriado a processos de impressão calcográfica. 3. 2.quanto à impressão deverá ter: a) estampa fiscal com dimensão de 7. b) será impresso em formulário de segurança.Aprovado pelo Decreto n. 1. 2. 5. § 2º A fabricação do formulário de segurança de que trata o inciso IV do art. bem como a sua comercialização enquanto não impresso (Convênios ICMS 10/05 e 11/06).5 cm por 2. a cada lote fabricado. adotando-se seriação exclusiva por estabelecimento fabricante do formulário de segurança. repetidamente. 4. fabricante. para realizar a impressão e emissão de documentos fiscais. b) numeração tipográfica. contendo microimpressões negativas com o texto "Fisco" e positivas com o nome do fabricante do formulário de segurança.5 cm impressa pelo processo calcográfico. indicador da operação sujeita à substituição tributária. O contribuinte.5 micra. 236. na cor azul pantone n.2007. conforme "layout" constante na Tabela II do Anexo VI deste Regulamento. c) ter espessura de 100 +/. mediante ato publicado no Diário Oficial da União. devendo: a) emitir a 1ª e a 2ª via dos documentos fiscais de que trata esta Subseção. § 1º O descumprimento das normas desta Subseção sujeita o fabricante ao descredenciamento. informadas pelo fabricante. número. observado o disposto no Convênio ICMS 131/95. valor da operação ou prestação e do ICMS. 235. tarja com Armas da República. 5. II . data da operação ou prestação.980 de 21. c) fundo numismático na cor cinza pantone n. número do pedido: para uso do fisco. atualizado até o Decreto n. 1. conforme autorização da Comissão Técnica Permanente do ICMS . III . 2ª via. simultaneamente. Art. fisco. 4. tipográfico e não impacto.obter regime especial junto à CRE.05. vedado o uso de papel jornal (Convênio ICMS 10/05). quantidade solicitada de formulário de segurança. denominação: Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança . quantidade autorizada de formulário de segurança.2010 DA IMPRESSÃO E EMISSÃO SIMULTÂNEA DE DOCUMENTOS FISCAIS Art.

só poderão ser impressos mediante prévia autorização da repartição competente do fisco estadual. após o fornecimento do formulário de segurança.a numeração seqüencial. § 5º Aplicam-se aos formulários de segurança as seguintes disposições: a) podem ser utilizados por mais de um estabelecimento da mesma empresa.12.999. números de inscrição. atualizado até o Decreto n.05. reiniciada a numeração quando atingido esse limite e seriação de "AA" a "ZZ". VI .8 fibras por decímetro quadrado. de 13. numeração inicial e final do respectivo lote. série. que suprirá o número de controle do formulário previsto na alínea "c" do inciso VII do art. até o quinto dia útil do 197 RICMS . estadual e no CNPJ. de que trata a alínea "f". 1. do fabricante.2010 mês subseqüente ao fornecimento do formulário.000. o endereço e os números de inscrição. b) os dados cadastrais dos estabelecimentos usuários. do estabelecimento solicitante.001 a 999. inclusive os aprovados em regime especial. desde que seja confeccionado com papel de segurança que tenha as seguintes características (Convênio ICMS 10/05): a) papel de segurança com filigrana produzida pelo processo "mould made". deverá ser formada pelas Armas da República ao lado da expressão "Nota Fiscal" com especificações a serem detalhadas em Ato COTEPE. atualizado até o Decreto n. d) numeração e seriação inicial e final do formulário de segurança fornecido. c) papel não fluorescente. VII . prevista na alínea "b" do inciso VII do art. no mínimo. deverão ser invisíveis fluorescentes nas cores azul e amarela. 198 . de que trata a alínea "a". c) o seu uso poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização.999. a respectiva autorização somente será concedida mediante a apresentação da 2ª via do formulário da autorização imediatamente anterior. III. será solicitada autorização única. e tinta reagente a produtos químicos.2010 tênues pantone n. indicando-se: a) a quantidade dos formulários a serem impressos e utilizados em comum. IV . § 1º As especificações técnicas estabelecidas neste artigo deverão obedecer aos padrões do modelo disponibilizado na COTEPE/ICMS. e) espaço em branco de um centímetro.RICMS .2007. corpo 12. Os documentos fiscais. V . 7. de que trata a alínea "b". estadual e no CNPJ.05. c) nome ou razão social. 1. e) microporos que aumentem a aderência do toner ao papel. as seguintes informações: a) número do PAFS. e art. a partir do que poderá ser deferida a AIDF. de 15. b) fibras coloridas e luminescentes. Ajuste SINIEF 04/86). d) microcápsulas de reagente químico. 237.Aprovado pelo Decreto n.as fibras coloridas e luminescentes. d) o nome. c) os números de ordem dos formulários destinados aos estabelecimentos a que se refere a alínea anterior. f) numeração seqüencial de 000. adotando-se seriação exclusiva por estabelecimento fabricante do formulário de segurança. sem prejuízo das demais sanções.980 de 21. de altura mínima de meio centímetro.COTEPE/ICMS. 143 e 317.70.12. números de inscrição. nome e CNPJ do fabricante do formulário de segurança. no rodapé. em caráter tipo "leibinger". 7. 317.980 de 21. c) o nome.091. § 3º O impressor autônomo entregará na repartição fiscal de seu domicílio tributário. d) na lateral direita. b) nome ou razão social. SEÇÃO VI DA AUTORIZAÇÃO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. do usuário dos documentos fiscais a serem impressos. conforme definido pela Comissão Técnica Permanente do ICMS . 138. cópia reprográfica do PAFS. § 4º O fabricante do formulário de segurança enviará ao fisco de todas as unidades da federação. do estabelecimento gráfico.12. situados na mesma unidade da Federação. estadual e no CNPJ. de comprimento aproximado de 5 mm.Aprovado pelo Decreto n. respectivamente. 89 do Convênio SINIEF 06/89. § 1º A autorização será concedida por solicitação do estabelecimento gráfico à ARE do seu domicílio tributário. as seguintes indicações: a) a denominação "Autorização de Impressão de Documentos Fiscais". habilitando-o a realizar a impressão e emissão de que trata esta Subseção. § 7º Relativamente às confecções subseqüentes à primeira. ressalvados os casos de dispensa previstos neste Regulamento (arts. que conterá.a filigrana. § 2º Será considerada sem validade a impressão e emissão simultânea de documento que não esteja de acordo com esta Subseção. distribuídas aleatoriamente numa proporção de 40 +. estadual e no CNPJ. desde que haja aprovação prévia pela repartição fiscal a que estiver vinculado.091.2007. ficando o seu emissor sujeito à cassação do regime especial concedido. § 6º Na hipótese do disposto na alínea "a" do parágrafo anterior. o endereço e os números de inscrição. b) o número de ordem. através de AIDF. para aposição de código de barras. b) o controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e do usuário do formulário. devendo ser comunicado ao fisco eventuais alterações. de 13. 16 e 17 do Convênio SINIEF s/n.poderá também ser utilizado formulário de segurança sem a estampa fiscal e os recursos de segurança impressos previstos nas alíneas "a" e "c" do inc. 138. deverá ser impressa na área reservada ao Fisco.

2010 a) deverão constar. o programa de computador utilizado para emissão da AIDF deverá possibilitar a impressão do referido documento. diretamente à ARE de sua localidade. VIII .estabelecimento gráfico. emitirão uma via suplementar da AIDF para entrega. de 15. que após a concessão da autorização. poderão estabelecer procedimentos diversos para a concessão de autorização. os seguintes livros fiscais.br. ser efetuada via Internet no endereço http://www.Aprovado pelo Decreto n. modelo 2.estabelecimento usuário. § 6º Os estabelecimentos gráficos. IV . quando a impressão dos documentos fiscais for realizada em tipografia do próprio usuário. VII . poderá ser restringida em quantidade ou não concedida.05. conforme o disposto em norma de procedimento. a série e subsérie. IX .Registro de Saídas. modelo 3. 7. no mínimo.12.Registro de Inventário. mediante protocolo.091. § 9º O disposto neste artigo aplica-se. 7. modelo 7. modelo 1-A. § 10. quando: a) a quantidade solicitada não seja compatível com o porte do estabelecimento. § 5º Os contribuintes que mandarem confeccionar seus documentos fiscais fora do seu domicílio tributário ou do Estado solicitarão essa autorização. e art. além do carimbo da repartição. também.12.Movimentação de Combustíveis. 2. 87 do Convênio SINIEF 06/89. as indicações previstas no § 1º. bem como a identidade e a assinatura da pessoa à quem tenha sido feita a entrega.2007. opcionalmente. terão o seguinte destino: a) 1ª via . pelo usuário dos documentos. de AIDF.repartição fiscal. atualizado até o Decreto n. observado o seguinte (Ajuste SINIEF 10/97): 199 RICMS . os números inicial e final dos documentos a serem impressos.Registro de Impressão de Documentos Fiscais. no mínimo. de contribuintes localizados em outros Estados. de 13. só poderá ser concedida mediante apresentação da autorização do fisco da localidade em que se situar o estabelecimento encomendante. c) o contribuinte tenha demonstrado negligência no uso e guarda dos documentos fiscais anteriormente autorizados. § 4º O formulário será preenchido. os números. VI . 1.2010 e) a espécie do documento fiscal. quando for o caso.gov. a quantidade e o tipo. 1. à repartição fiscal a que estiver subordinado.70. pela CRE. em cada um dos estabelecimentos. CAPÍTULO V DOS LIVROS FISCAIS SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. h) a data da entrega dos documentos impressos.091. § 3º Cada estabelecimento gráfico deverá possuir talonário próprio. modelo 2-A. b) no caso de o estabelecimento gráfico não estar estabelecido neste Estado: 1. modelo 1 e 1-A. b) 2ª via . II . exceção feita às assinaturas a que se refere as alíneas "g" e "h". § 7º A autorização para impressão de Notas Fiscais.Registro de Controle da Produção e do Estoque. X . salvo disposição em contrário.AIDF.980 de 21.980 de 21.05. c) 3ª via . § 11.Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. devidamente preenchidas. em jogos soltos. b) o contribuinte seja sistematicamente inadimplente no cumprimento de suas obrigações tributárias. a série e subsérie. conforme o disposto em norma de procedimento fiscal.Registro de Saídas.Registro de Entradas. de conformidade com as operações e prestações que realizarem (arts. XI . as unidades federadas envolvidas. modelo 9.12.pr.RICMS . segundo critérios fiscais. apresentando as três vias do pedido. dentre outras hipóteses a serem estabelecidas. "b" e "c" do parágrafo anterior serão impressas tipograficamente e a da alínea "h" constará apenas na 3ª via. modelo 5. 63 e 66 do Convênio SINIEF s/n. g) as assinaturas do responsável pelo estabelecimento encomendante. Os contribuintes e as pessoas obrigadas a inscrição no CAD/ICMS deverão manter. de 13. Poderá ser exigida a emissão e apresentação da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais . da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico.2007. Ajuste SINIEF 01/92): I . § 8º A autorização para impressão de documentos fiscais. III .Movimentação de Produtos (Ajuste SINIEF 04/01).Registro de Entradas.Aprovado pelo Decreto n. A solicitação de autorização para impressão de documentos fiscais poderá. quando for o caso. em meio magnético. § 2º As indicações constantes das alíneas "a". 200 . atualizado até o Decreto n.fazenda. 238. V . em três vias. modelo 1. pelo estabelecimento gráfico e do funcionário que autorizou a impressão. que confeccionarem documentos fiscais para contribuintes localizados em outras unidades da Federação. modelo 6.Registro de Apuração do ICMS. f) a identidade pessoal do responsável pelo estabelecimento que fizer o pedido.

TRRNI. às legislações do IPI e do ICMS. 242. nos livros fiscais. serão utilizados pelos contribuintes sujeitos apenas à legislação do ICMS. 7.2007. art. c) fica dispensada a copiagem quando o contribuinte houver providenciado a prévia autenticação fiscal das folhas ou das fichas.12. 239. modelo 2-A. incorporação. de 15. será utilizado pelos estabelecimentos industriais ou a eles equiparados pela legislação federal e pelos atacadistas.TRR. o contribuinte poderá acrescentar outras indicações de seu interesse. Os lançamentos. 240. § 5º. salvo a permanência destes em escritório de contabilidade mediante comunicação à repartição fiscal do domicílio tributário do contribuinte (art. § 1º Presume-se retirado do estabelecimento o livro que não for exibido ao fisco. Sem prévia autorização do fisco.70.05.12. mediante prévia autorização da Delegacia Regional da Receita do respectivo domicílio tributário. após a sua utilização. e Transportador Revendedor Retalhista na Navegação Interior .05. Registro de Inventário e Registro de Apuração do ICMS serão utilizados por todos os estabelecimentos sujeitos à inscrição no CAD/ICMS. de 15. para o seu nome. os livros fiscais em uso. não podendo a escrituração atrasar-se por mais de cinco dias. § 4º O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais será utilizado pelos estabelecimentos que confeccionarem impressos de documentos fiscais para terceiros ou para uso próprio. com clareza. pelo Transportador Revendedor Retalhista . serão feitos a tinta. 241. e óleos combustíveis (Ajuste SINIEF 04/01). de que trata o inciso XI. ser exigido de estabelecimento de contribuintes de outros setores. ficando o novo estabelecimento responsável pela sua guarda.580/96). e Registro de Saídas. 45. 65 do Convênio SINIEF s/n. b) os lançamentos efetuados em folhas ou fichas deverão ser copiados. quando solicitado. com as adaptações necessárias. conservação e exibição ao fisco (art. Art. modelo 2. crescente. Os livros fiscais serão impressos e terão suas folhas numeradas tipograficamente em ordem costuradas e encadernadas. atualizado até o Decreto n. d) as folhas ou as fichas deverão conter as indicações básicas previstas neste Capítulo. modelo 1-A. § 1º Os livros não poderão conter emendas ou rasuras e seus lançamentos serão totalizados e encerrados no último dia de cada mês. atualizado até o Decreto n. observando-se que: 201 RICMS . § 2º Será permitida a escrituração por processo mecanizado. 11. f) o requerimento para uso do processo mecanizado deverá ser acompanhado dos modelos das folhas ou das fichas que substituirão os livros fiscais.980 de 21.Aprovado pelo Decreto n. salvo disposição em contrário. Art.RICMS . e) será indispensável que o contribuinte mantenha livro especial para registro e explicitação dos códigos de emitentes-fornecedores e dos códigos de mercadorias. modelo 1. § 7º Os contribuintes que optarem por inscrição centralizada deverão manter no estabelecimento centralizador os livros de que trata o presente artigo.70).12. 67 do Convênio SINIEF s/n. serão utilizados pelos contribuintes sujeitos. 202 . § 8º O livro de Movimentação de Combustíveis de que trata o inciso X será o instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis . de 13. simultaneamente.12. e Registro de Saídas. em volumes de até quinhentas folhas. de 15. 243. no prazo de trinta dias da data da ocorrência. § 9º O livro de Movimentação de Produtos . da Lei n. para registro diário dos estoques e das movimentações de compra e venda de óleo diesel. bem como da descrição do sistema mecanizado escolhido. 1. ressalvados lançamentos nos livros a que forem atribuídos prazos especiais (art.70).DNC e observará o modelo fixado por este órgão (Ajuste SINIEF 01/92). desde que não lhes prejudiquem a clareza.12. no ato da devolução. todos os livros fiscais encontrados fora do estabelecimento e os devolverão aos contribuintes adotando-se. Art. § 6º Relativamente aos livros fiscais de que trata este artigo. Nos casos de fusão.091. previamente autenticado na ARE a que estiver jurisdicionado. caso em que os documentos serão enfeixados.980 de 21. Será permitida a escrituração de livros fiscais por sistema de processamento de dados. 399 a 433. § 3º O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. em copiador especial previamente autenticado pelo fisco. § 5º Os livros Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.LMP. o novo titular do estabelecimento deverá transferir. em ordem cronológica. 7. Art. a critério do fisco.Aprovado pelo Decreto n.12. os livros fiscais não poderão ser retirados do estabelecimento. podendo. de 15. querosene. por intermédio da repartição competente do fisco estadual. Art. transformação ou aquisição. ressalvado o disposto em regimes especiais. de 13. observadas as disposições contidas nos arts.2010 a) deverão ser utilizados formulários constituídos de folhas ou fichas numeradas tipograficamente e em ordem seqüencial. sendo facultado o uso de códigos para identificação de emitentes-fornecedores (para utilização nas folhas ou fichas de registro de entradas) e de mercadorias (para uso nas folhas ou fichas de registro de controle da produção e do estoque e de inventário). 69 do Convênio SINIEF s/n.70). de forma a impedir sua substituição (art. 64 do Convênio SINIEF s/n. § 2º Os agentes do fisco arrecadarão. 1. mediante termo. nos termos da legislação e modelo editados pelo Órgão Federal competente.091. as providências fiscais cabíveis.2010 § 1º Os livros Registro de Entradas. exceto o de aviação. será utilizado. § 2º O livros Registros de Entradas.2007.

c) Procedência: abreviatura da unidade da Federação da localidade do emitente. g) ICMS .980 de 21.12.Aprovado pelo Decreto n. Contábil: o mesmo que o contribuinte eventualmente utilizar no plano de contas contábil. 1.2010 documento fiscal. 2. Base de Cálculo: o valor sobre o qual incide o ICMS. atualizado até o Decreto n. ou ainda. 245. segundo a sua origem. 148 (Ajuste SINIEF 03/94). que serão totalizados segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. § 1º Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às transmissões de propriedades de mercadorias que 204 . 01/82 e 16/89).Valores Fiscais . Fiscal: o Código Fiscal de Operações e Prestações previsto no art. no último dia do período de apuração. o número de ordem e a data da emissão do documento fiscal correspondente à operação ou prestação. deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". a qualquer título. SEÇÃO III DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS Art.05. hipótese em que o lançamento será totalizado segundo a alíquota estabelecida para as prestações internas. de 15.091. h) Observações: informações diversas. ou do serviço prestado (art. § 1º Serão também escriturados os documentos fiscais relativos às aquisições de mercadorias que não transitarem pelo estabelecimento adquirente. ou quando se tratar de entrada de mercadoria ou de serviço tomado cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do imposto ou atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento. § 1º do Convênio SINIEF 06/89. 244.12. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço (Ajuste SINIEF 06/95). Imposto Creditado: o valor do imposto creditado. O livro Registro de Saídas. documento por documento. ou de serviço por este tomado (art. o valor do imposto pago por substituição tributária.091.2007.RICMS .Valores Fiscais .Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto: 1.980 de 21. c) aquisição de mercadorias pelos estabelecimentos prestadores de serviços de transporte que tenham optado pelo crédito presumido condicionado ao não aproveitamento dos demais créditos. § 7º Ao final do período de apuração.2007. quando estabelecido fora do território paranaense. deduzida a parcela do IPI. f) ICMS . quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com isenção. 254. 71 do Convênio SINIEF s/n.Aprovado pelo Decreto n. exceto pelo usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. imunidade ou não-incidência. deste ou de outro Estado. 87 do Convênio SINIEF 06/89. quando for o caso. a data da utilização do serviço. a qualquer título. Isenta ou Não Tributada: o valor da operação ou prestação. d) serviços de comunicação tomados. os documentos fiscais relativos a (Ajuste SINIEF 01/04): a) mercadorias adquiridas para uso ou consumo. bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo. deduzida a parcela do IPI. desdobrados em tantas linhas quantas forem as naturezas das operações e prestações. dos serviços tomados. ou ainda. de 13. 3.05. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. "outras" e na coluna "observações". quando for o caso. destina-se à escrituração da saída de mercadoria do estabelecimento. O livro Registro de Entradas. § 2º Os lançamentos serão feitos. também. Poderá ser autorizada a adoção de livros novos em substituição aos anteriormente em uso. § 6º O disposto no parágrafo anterior aplica-se. 70 do Convênio SINIEF s/n. operação a operação ou prestação a prestação. se consignada no documento fiscal. e art.12. 2. quando se tratar de entrada de mercadoria ou de serviço tomado que não confira crédito do imposto ao estabelecimento destinatário ou ao tomador do serviço. na hipótese do parágrafo anterior.12. e art. modelo 1 ou 1-A. 1. destina-se à escrituração da entrada de mercadoria no estabelecimento. nas seguintes colunas (Ajuste SINIEF 3/94): a) Data da Entrada: a data da entrada efetiva da mercadoria e bens no estabelecimento ou a data da sua aquisição ou do desembaraço aduaneiro. 7. às prestações interestaduais de serviços sujeitos ao diferencial de alíquotas. a série e subsérie. Outras: o valor da operação ou prestação. e) Codificação: 1. b) Documento Fiscal: a espécie. § 3º Os lançamentos serão feitos. "base de cálculo". SEÇÃO II DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS Art.70. observado o disposto nos §§ 4º e 5º do art. 87. § 4º Relativamente às colunas destinadas ao IPI será observada a legislação federal pertinente. se consignada no 203 RICMS . 7. de 13. § 5º Poderão ser lançados englobadamente.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto: 1. d) Valor Contábil: o valor total constante do documento fiscal. Alíquota: a alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item anterior. em ordem cronológica das entradas efetivas de mercadorias no estabelecimento ou de sua aquisição ou desembaraço aduaneiro. b) serviços de transporte tomados. Ajustes SINIEF 01/80. de 15.70. modelo 2 ou 2-A.2010 Parágrafo único. segundo o CFOP e Código de Situação Tributária. atualizado até o Decreto n.). bem como o nome do emitente ou do remetente quando se tratar de nota fiscal para documentar a entrada de bens ou de mercadorias (Ajuste SINIEF 3/94). 2.

05.Valores Fiscais . o valor do imposto cobrado por substituição tributária. em relação a cada estabelecimento. 1. § 3º Se o controle da quantidade de passageiros for efetuado por meio de catraca ou outro equipamento. IX . quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com isenção. f) Observações: informações diversas. imunidade ou não-incidência. § 1º As indicações dos incisos I. os números de ordem inicial e final e a data da emissão dos documentos fiscais (Ajuste SINIEF 3/94). III . o endereço e os números de inscrição. segundo o Código Fiscal e Código de Situação Tributária. "base de cálculo" e na coluna "observações".os totais das colunas VIII e IX.2010 não transitarem pelo estabelecimento.RICMS . bem como o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.o campo "Observações". atualizado até o Decreto n. Outras: o valor da operação ou prestação.Operações ou Prestações sem Débito do Imposto: 1. a data e a quantidade de impressão.5 cm. § 4º Relativamente às colunas destinadas ao IPI será observada a legislação federal pertinente. anexando os comprovantes de pagamento ao conhecimento correspondente (cláusula quarta do Convênio ICMS 25/90. c) Codificação: 1.980 de 21. II . o endereço e os números de inscrição. § 2º O Resumo de Movimento Diário será de tamanho não inferior a 21 x 29. Isenta ou Não Tributada: o valor da operação ou prestação. estadual e no CNPJ. § 5º O transportador estabelecido e inscrito no Estado. VI .Valores Fiscais . se consignada no documento fiscal. Alíquota: a alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada no item anterior. se consignada no documento fiscal.05. XI . 3. e) ICMS . § 6º O disposto na alínea "d" do § 3º deverá ser observado. que o imposto foi pago no Estado do início da prestação. 7. 205 RICMS . IV e XII serão impressas tipograficamente.).o nome. II. o lançamento previsto no § 2º do art. VII .2007. 253. Fiscal: o Código Fiscal de Operações e Prestações previsto no art.2010 § 7º Ao final do período de apuração. no mínimo. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. 246. segundo a data de emissão dos documentos fiscais.a espécie. as seguintes indicações (arts. do impressor do documento. 2. a indicação 206 .o nome. 2.o valor contábil.Aprovado pelo Decreto n. a série e subsérie. para fins de elaboração da Guia de Informação e Apuração das Operações e Prestações Interestaduais. o endereço e os números de inscrição. SUBSEÇÃO ÚNICA DO RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO Art. atualizado até o Decreto n.091. XII . documento auxiliar de escrituração do livro Registro de Saídas. Ajuste SINIEF 15/89): I . deverão ser totalizadas e acumuladas as operações e prestações escrituradas nas colunas "valor contábil". pelos totais diários. X .12.o nome. IV . também.980 de 21.091. Contábil: o mesmo código que o contribuinte eventualmente utilizar no plano de contas contábil. série e subsérie e os números inicial e final dos documentos emitidos. de 13. § 3º Os lançamentos serão feitos nas seguintes colunas: a) Documento Fiscal: a espécie. sendo permitido o registro conjunto dos documentos de numeração seguida da mesma série e subsérie (Ajuste SINIEF 3/94).a base de cálculo. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tenha sido beneficiada com diferimento ou suspensão do imposto ou atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento. a série e subsérie. cujas prestações tenham se iniciado em outra unidade da Federação. a alíquota e o imposto debitado. quando for o caso. Base de Cálculo: o valor sobre o qual incide o ICMS. por contribuinte prestador de serviço de transporte intermunicipal ou interestadual que possuir inscrição centralizada. do estabelecimento centralizador. Imposto Debitado: o valor do imposto debitado. escriturará o conhecimento emitido nas colunas relativas a "Documento Fiscal" e "Observações". d) ICMS . separando as destinadas a não contribuintes (Ajuste SINIEF 06/95). cláusula primeira do Convênio ICMS 125/89. hipótese em que o contribuinte realizará. 1. 61 e 62 do Convênio SINIEF 06/89.a data da emissão. 254. indicando nesta. desdobrados em tantas linhas quantas forem as naturezas das operações e prestações. bem como o número da AIDF.a denominação "Resumo de Movimento Diário". e conterá. a série e subsérie e o número da via. § 2º Os lançamentos serão feitos em ordem cronológica. deduzida a parcela do IPI. 7. será emitido. estadual e no CNPJ. de 13.12. V . O Resumo de Movimento Diário. estadual e no CNPJ. o número de ordem do primeiro e do último documento impressos.os valores das prestações isentas. 2. ainda que o imposto destacado no documento fiscal tenha sido recolhido por ocasião da ocorrência do fato gerador. quando for o caso.o número de ordem. quando for o caso. VIII .Operações ou Prestações com Débito do Imposto: 1. deduzida a parcela do IPI. não tributadas ou não sujeitas ao pagamento do imposto.Aprovado pelo Decreto n. b) Valor Contábil: o valor total constante dos documentos fiscais. do emitente.2007.

tal como quilograma. a quantidade saída. coluna "Valor": a base de cálculo do imposto sobre produtos industrializados. relativos a primeira e a última viagem. para efeitos de exibição ao fisco. no prazo de dez dias. de 13. com mercadoria anteriormente remetida para esse fim. marca. SEÇÃO IV DO LIVRO REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE Art.091. a quantidade saída. na coluna "Observações". coluna "IPI": valor do imposto creditado. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente ou. de 13. bem como as quantidades referentes aos estoques de mercadorias (art. II . a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiro. será substituída pelos números indicados no equipamento. 3. em se tratando de produto acabado. 4. terá numeração e seriação controladas pela empresa transportadora e deverá ser conservado observado o disposto no parágrafo único do art. § 5º O demonstrativo de vendas de bilhetes a que se refere o parágrafo anterior será emitido em cada estabelecimento ou ponto de venda. litro ou dúzia. produto intermediário e material de embalagem.2010 imposto sobre produtos industrializados. 248.05. no mínimo. pelo emitente ao estabelecimento centralizador.980 de 21. Art. subposição e item e a alíquota previstos na legislação do 207 RICMS . 2. desde que escriturado no livro Registro de Saídas.091. para exibição ao fisco. 208 . a qualquer título. para escrituração no livro Registro de Saídas. atualizado até o Decreto n. de produto industrializado no próprio estabelecimento. 3. contados da data do encerramento do período de apuração a que se referir. 4.980 de 21. Parágrafo único.Aprovado pelo Decreto n. em caso de saída com isenção.12.05. metro. 2.RICMS . a qualquer título.no próprio estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. inclusive a recebida de outros estabelecimentos da mesma empresa ou de terceiro para industrialização e posterior retorno. como definida no parágrafo anterior. § 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação. 247.2007. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie.a 1ª via será enviada.12. coluna "Valor": a base de cálculo do imposto sobre produtos industrializados ou o valor total atribuído à mercadoria. por unidade da Federação. tipo e modelo de mercadoria. que terão a seguinte destinação (art.12. nesta última hipótese. correspondentes às entradas e às saídas. b) quadro "Unidade": a especificação da unidade. à produção. consignando-se o fato. coluna "Diversas": a quantidade de mercadoria não classificada nas alíneas anteriores.2010 prevista no inciso VI. 7. 7.Aprovado pelo Decreto n. o Resumo de Movimento Diário. no prazo de três dias contados da data da emissão. coluna "Diversas": a quantidade de mercadoria saída. § 2º Os lançamentos serão feitos nos quadros e nas colunas próprias. coluna "IPI": o valor do imposto. correspondente a cada operação. e) colunas sob o título "Lançamento": o número e a folha do livro Registro de Entradas ou do livro Registro de Saídas em que o documento fiscal tenha sido lançado. atualizado até o Decreto n. 111. quando a entrada da mercadoria originar crédito desse tributo ou. coluna "Produção . produto intermediário e material de embalagem. 1. e mantida à disposição do fisco. coluna "Produção . g) colunas sob o título "Saídas": 1. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. c) quadro "Classificação Fiscal": a indicação da posição. não compreendida nas alíneas anteriores. f) colunas sob o título "Entradas": 1. quando devido.em outro estabelecimento": em se tratando de matéria-prima. em duas vias. § 4º As empresas de transporte de passageiros poderão emitir.em outro estabelecimento": a quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento da mesma empresa ou de terceiro. coluna "Produção . na sede da empresa. de acordo com a legislação do imposto sobre produtos industrializados. com base em demonstrativo de venda de bilhetes emitidos pelas agências. bem como pela quantidade de vezes que tiver sido atingida a capacidade máxima de acumulação. O Resumo de Movimento Diário será emitido. postos ou veículos. poderá ser mantido em arquivo magnético. 63 do Convênio SINIEF 06/89): I . d) colunas sob o título "Documento": a espécie e a série e subsérie do respectivo documento fiscal ou documento de uso interno do estabelecimento.70). para industrialização no próprio estabelecimento ou. bem como a respectiva codificação contábil e fiscal. caso contrário.no próprio estabelecimento": a quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento.2007. 5. o valor total atribuído à mercadoria. de produto industrializado em estabelecimento de terceiro.a 2ª via ficará em poder do emitente. 72 do Convênio SINIEF s/n. da seguinte forma: a) quadro "Produto": a identificação da mercadoria. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento. de 15. em se tratando de produto acabado. 5. h) coluna "Estoque": a quantidade em estoque. 1. a qualquer título. quando de direito. coluna "Produção . imunidade ou não-incidência. quando for o caso. após cada lançamento de entrada ou de saída. O Resumo de Movimento Diário.

§ 3º Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento.no próprio estabelecimento". § 1º O estabelecimento atacadista não equiparado ao industrial fica dispensado da escrituração do quadro "Classificação Fiscal". tal como bloco.Aprovado pelo Decreto n.12. observada a ordem numérica crescente. quanto na saída de mercadoria.RICMS . sob o título "Saídas". folhas soltas ou formulários contínuos.980 de 21. 7. de 13. de 13.2010 controles em substituição ao livro de que cuida este artigo. será registrada a utilização de cada ficha. Endereço: o local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. § 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação. 2.nos casos previstos nos incisos I e II. § 2º Os lançamentos serão feitos nas seguintes colunas: a) Autorização de Impressão . desde que se enquadrem no mesmo código da tabela do IPI. as quais deverão ser: a) impressas com os mesmos elementos do livro substituído.lançamento do saldo na coluna "Estoque" uma só vez. tanto na entrada. com exceção da coluna "Data". 7. na medida em que tiverem por finalidade a obtenção de dados para a declaração de informações do IPI. que possuir controles quantitativos de mercadoria que permitam perfeita apuração dos estoques permanentes. na qual. b) no modelo.091. § 5º O disposto na alínea "c" do § 2º não se aplica a estabelecimento comercial não equiparado ao industrial. dispensa da escrituração das colunas sob os títulos "Documento" e "Lançamento". Número de Inscrição: os números de inscrição. no final dos lançamentos do dia. poderão ser acrescentadas as colunas "Valor" e "IPI". produto intermediário ou material de embalagem.2010 i) coluna "Observações": informações diversas. tanto em termos físicos.05. 250.980 de 21. 3. sob os títulos "Entradas" e "Saídas". Tipo: o tipo do documento fiscal confeccionado. Art. SEÇÃO V DO LIVRO REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. 210 . Data: a data da efetiva entrega dos documentos fiscais confeccionados ao contribuinte usuário. Nome: o nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. em ordem cronológica das saídas dos impressos de documentos fiscais confeccionados ou de sua elaboração. 74 do Convênio SINIEF s/n.Número: o número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais. para industrialização no próprio estabelecimento. deverá ainda ser previamente visada pelo fisco ficha índice.2007. § 2º O estabelecimento industrial ou a ele equiparado pela legislação do IPI ou o atacadista. poderá optar pela utilização desses 209 RICMS . § 9º No último dia de cada mês deverão ser somadas as quantidades e valores constantes das colunas "Entradas" e "Saídas". atualizado até o Decreto n.05. sob os títulos "Entradas" e "Saídas".lançamento de totais diários na coluna "Produção .70). bem como das colunas "Valor". por escrito. das colunas "Valor". e da coluna "IPI". c) Impressos: 1. Espécie: a espécie do documento fiscal confeccionado. ser substituído por fichas. Numeração: os números de ordem dos documentos fiscais confeccionados. 1. IV . b) Comprador: 1. § 7º Na hipótese do parágrafo anterior. quanto em valor. II . § 8º A escrituração do livro ou das fichas não poderá atrasar-se por mais de quinze dias.12. sempre atualizada. anexando-se os modelos dos formulários adotados. V .lançamento de totais diários na coluna "Produção .agrupamento numa só folha de mercadorias com pequena expressão na composição do produto final. e) será mantida. apurando-se o saldo das quantidades em estoque. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque poderá ser escriturado com as seguintes simplificações (Ajustes SINIEF 2/72 e 3/81): I . a critério do fisco. b) numeradas tipograficamente. d) Entrega: 1. Série e Subsérie: a série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. 4. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações".no próprio estabelecimento". d) é dispensada a prévia autenticação dos formulários adotados em substituição ao livro. ao órgão do Departamento da Receita Federal a que estiver vinculado o estabelecimento optante.12. observando que: a) a opção será comunicada. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais destina-se à escrituração da confecção de impressos de documentos fiscais para terceiros ou para o próprio estabelecimento impressor (art. § 6º O livro referido neste artigo poderá. 3.2007. atualizado até o Decreto n. estadual e no CNPJ. de 15. quando exigida. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial. que será transportado para o mês seguinte. no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento.Aprovado pelo Decreto n. c) os controles substitutivos serão exibidos ao fisco sempre que solicitados. c) prévia e individualmente autenticadas pelo fisco. 1.999. 2. sob o título "Saídas". ficha-índice ou o equivalente. 249. talonário. sob o título "Entradas". em ordem crescente de 1 a 999. III . será dispensada a indicação dos valores relativos às operações indicadas no item 1 da alínea "f" e na primeira parte do item 1 da alínea "g".091. em se tratando de matéria-prima. § 4º Não será escriturada neste livro a entrada de mercadoria a ser integrada no ativo fixo ou destinada a uso do estabelecimento. na remessa do almoxarifado ao setor de fabricação.

separadamente: a) as mercadorias.05. em poder do estabelecimento. Unitário: o valor de cada unidade de mercadoria pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. de terceiros. em poder de terceiros. b) as mercadorias. pelos seus valores e com especificações que permitam sua perfeita identificação. deverá ser feito segundo a ordenação da tabela prevista na legislação do IPI.12. § 2º O arrolamento. de acordo com a legislação do IPI. Inscrição: os números de inscrição. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. 76 do Convênio SINIEF s/n. Notas Fiscais: a série e subsérie e o número da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. supressão da série ou subsérie. os produtos intermediários. litro ou dúzia.70). os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. 7. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". os produtos intermediários. tal como espécie. § 3º Os lançamentos serão feitos nas seguintes colunas: a) Classificação Fiscal: a indicação do código do produto previsto na legislação do IPI. de 15.Numeração: os números de ordem dos documentos fiscais confeccionados.980 de 21. tal como quilograma. de 15. estadual e no CNPJ. extravio. b) Série e Subsérie: a série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. h) Recebimento: 1. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências destina-se à escrituração da entrada de impressos de documentos fiscais confeccionados por estabelecimentos gráficos ou pelo próprio contribuinte usuário.Aprovado pelo Decreto n.091. o valor será o de seu custo. do documento fiscal. prevalecendo o critério de valoração pelo preço corrente. talonário.12. 3. 2. § 2º Os lançamentos serão feitos nos seguintes quadros e colunas: a) Espécie: a espécie do documento fiscal confeccionado. 75 do Convênio SINIEF s/n.2010 2. e) Autorização de Impressão: o número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais. 1.12. atualizado até o Decreto n. SEÇÃO VI DO LIVRO REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS Art. quando exigida. metro. 2. serão destinadas à lavratura de termos de ocorrências. SEÇÃO VII DO LIVRO REGISTRO DE INVENTÁRIO Art. e) Observações: informações diversas. as matérias-primas. as mercadorias. O livro Registro de Inventário destina-se a arrolar. marca. os produtos intermediários. Parcial: o valor correspondente ao resultado da multiplicação da quantidade pelo valor unitário. g) Fornecedor: 1. as matérias-primas. Endereço: o local do estabelecimento impressor.2010 3. em ordem cronológica de aquisição ou confecção própria.RICMS . § 1º Os lançamentos serão feitos operação a operação. série e subsérie. tipo e modelo.2007. os materiais de embalagem.12. cinqüenta por cento. do estabelecimento impressor.2007. 211 RICMS . os materiais de embalagem. Data: a data do efetivo recebimento dos documentos fiscais confeccionados. quando for o caso. c) Quantidade: a quantidade em estoque à data do balanço. 251. e) Valor: 1. entrega de blocos ou formulários de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados.05. de 13. i) Observações: informações diversas. Nota Fiscal: a série e subsérie. 1. 3. existentes no estabelecimento à época do balanço (art. atualizado até o Decreto n. c) Tipo: o tipo do documento fiscal confeccionado.980 de 21. Total: o valor correspondente ao somatório dos valores parciais constantes do mesmo código do produto referido na alínea "a". no mínimo. quando este for inferior ao preço de custo. d) Finalidade da Utilização. 212 . os materiais de embalagem e os produtos manufaturados pertencentes ao estabelecimento. folhas soltas ou formulários contínuos. quando for o caso. 2. os produtos manufaturados e os produtos em fabricação. d) Unidade: a especificação da unidade.091. inclusive referências a: 1. f) Impressos . § 1º No livro referido neste artigo serão também arrolados. de 13. e o número da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. Nome: o nome do contribuinte que confeccionou os documentos fiscais. em cada grupo. deverão ser impressas no final do livro. b) Discriminação: a especificação que permita a perfeita identificação das mercadorias. no caso de matérias-primas ou produtos em fabricação. f) Observações: informações diversas. 7. tal como bloco. no caso de impressão de documentos fiscais sem numeração tipográfica sob regime especial.Aprovado pelo Decreto n. as quais devidamente numeradas. § 3º Do total de folhas do livro de que trata este artigo. perda ou inutilização de impressos de documentos fiscais. 2. 252. bem como à lavratura de termos de ocorrências (art.70). as matérias-primas.

Aprovado pelo Decreto n. mencionando-se o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento. 1.Normal. constantes nas Tabelas I e II do Anexo IV. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações . 245. (arts. os débitos e os créditos fiscais. em relação a cada estabelecimento. no que diz respeito ao contribuinte possuidor de inscrição especial no CAD/ICMS (art.05. imunes. na hipótese do parágrafo anterior.2007.091. ressalvado o disposto no art.980 de 21. 254. mensalmente. O livro Registro de Apuração do ICMS destina-se a registrar. 253. que constituirá desdobramento do código fiscal. bem como das aquisições de produtos primários. § 1º As informações serão prestadas mediante a apresentação de: a) Guia de Informação e Apuração do ICMS . § 6º Se a empresa não mantiver escrita contábil. b) Guia de Informação e Apuração do ICMS . ocorrer saldo credor.GIA/ICMS . deste Regulamento (art. § 7º A escrituração deverá ser efetivada dentro de sessenta dias. de 15. excetuada a hipótese de inscrição centralizada. Ajuste SINIEF 03/94). a decodificação dos dígitos utilizados. 02/95 e 07/01). 11. com diferimento. 262. a apuração dos saldos e os dados relativos às guias de informação e apuração e de recolhimento do imposto. 80 do Convênio SINIEF s/n de 15. tendo sido efetuada a escrituração do documento fiscal na forma prevista no § 6º do art. agrupando-as segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações e o Código de Situação Tributária. mediante utilização do Código Fiscal de Operações e Prestações .12. art. 7. atualizado até o Decreto n. 255. desde que permaneça em arquivo.2010 § 4º Após o arrolamento. o total geral do estoque existente. Ajustes SINIEF 11/89.Aprovado pelo Decreto n.980 de 21.70.GIA/ICMS . § 8º Inexistindo estoque. ainda. 03/94. § 3º Em substituição a escrituração da parte relativa aos valores contábeis e fiscais. da Lei n.12.12.2007. SEÇÃO VIII DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Art. ocorrer saldo devedor. suspensão ou substituição tributária.70. § 5º O disposto no § 2º e nas alíneas "a" e "d" do § 3º não se aplica ao estabelecimento comercial não equiparado ao industrial.RICMS .GIA/ICMS Art. para fins de declaração do imposto apurado. as informações das operações ou prestações realizadas.Retificação. o contribuinte procederá a anulação. O contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá apresentar. pelo prazo de guarda dos demais documentos fiscais. respectivamente. o contribuinte poderá elaborar resumo mensal das operações ou prestações. o inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. CAPÍTULO VII DA DECLARAÇÃO DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES SEÇÃO I DA GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS . com o respectivo período de vigência. 1. não houver movimento. dentre outras.CFOP e o Código da Situação Tributária . as operações ou prestações tributadas.12.091. 2. 5º e 78 do Convênio SINIEF s/n.12. CAPÍTULO VI DO CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES E DO CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA 213 RICMS . das operações de entradas e de saídas e das prestações. e Ajuste SINIEF 09/98. 3.CFOP e o Código de Situação Tributária . deverá ser consignado o valor total de cada grupo mencionado no "caput" e no § 1º e.580/96).05. contados da data do encerramento do balanço referido no "caput" ou do último dia do ano civil. para identificar.CST. nos livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. § 1º As operações e as prestações relativas ao mesmo código serão aglutinadas em grupos homogêneos para efeito de lançamento nos livros fiscais e em outras hipóteses previstas na legislação.2010 Art. os totais dos valores contábeis e fiscais relativos ao imposto. 7. o contribuinte mencionará este fato no livro de que trata este artigo. 5º do Convênio SINIEF s/n. respectivamente. § 2º Fica facultado ao contribuinte acrescentar dígito precedido de ponto. de 13. quando: 1. quando ocorrer retificação das informações declaradas anteriormente em GIA/ICMS . § 2º Na hipótese de recolhimento do imposto por ocasião da ocorrência do fato gerador. 214 . de 15. mediante o lançamento do valor total do imposto devido constante da guia de recolhimento no campo "Outros Créditos" do livro de que trata este artigo. As operações ou prestações realizadas pelo contribuinte serão codificadas.Normal.70.CST. 45. mensalmente. § 1º No livro a que se refere este artigo serão registrados. atualizado até o Decreto n. isentas. de 13. também. § 4º.

1º.12. 255 pelo art. 256. e) o estabelecimento centralizador da CONAB/PGPM.internet". A omissão na apresentação da GIA/ICMS . no mês subseqüente ao das operações ou prestações. refrigerante.05.159.2007. alteração 7ª.2008.05. do Decreto n. de 13. de 13.05. 258. do Decreto n. § 1º O DEM/GIA será preenchido na forma prevista em norma de procedimento fiscal. atualizado até o Decreto n. cerveja.Retificação deverão ser transmitidas.2008). d) o prestador de serviço de transporte aéreo.04. 255. O contribuinte estabelecido neste Estado deverá entregar a GIA/ICMS . exceto táxi aéreo e congêneres. para fins de 216 . gelo.2010 Nova redação dada a alínea "b" pelo art. implicará no início do procedimento fiscal.2008 até 31. alteração 98ª. hipótese em que o auditor fiscal providenciará o preenchimento do Demonstrativo de Apuração do ICMS . 257.Normal.07.980 de 21.2008 até 31. os seguintes casos: a) o contribuinte autorizado à apuração centralizada do imposto de que trata o "caput" do art. produzindo efeitos a partir de 1º.2010 § 2º As guias referidas no parágrafo anterior deverão ser apresentadas na forma disposta em norma de procedimento.2008: "§ 5º Ficam dispensados da apresentação da GIA/ICMS os estabelecimentos gráficos localizados em outras unidades federadas que prestem serviços a contribuintes paranaenses." Art.04. 2. do Decreto n. § 3º Não caberá retificação da declaração: a) quando houver recolhimento em denúncia espontânea de imposto não declarado. aplicando-se-lhe as penalidades cabíveis.2008: "b) o contribuinte substituto tributário relativamente às operações com cerveja. O contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá apresentar. b) 2ª via .finais 3 e 4. § 2º A GIA/ICMS e a GIA/ICMS . 1.2008 (efeitos alterados de 1º. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via .980 de 21.12. 1º. ressalvada a hipótese de inscrição centralizada. sorvete e acessórios ou componentes. Art.com finais 9 e 0.159.até o dia 11 . 256. § 1º Excetuam-se dos prazos fixados neste artigo.2008 a 30.091. § 4º Revogado.RICMS . atualizado até o Decreto n. Redação original em vigor no período de 1º. IV . 7. a Declaração Fisco-Contábil .auto de infração. b) em decorrência de erro na apropriação das informações pelo processamento de dados ou em virtude de erro na identificação do contribuinte.2008.2007.finais 7 e 8. para a apuração do imposto não declarado pelo contribuinte. de 09.até o dia 14 . Texto original em vigor no período de 1º.091. 1.Aprovado pelo Decreto n.472. refrigerantes.08.152. inclusive chope.Normal. cuja declaração será apresentada até o dia 25 do mês subseqüente ao das operações (Convênio ICMS 49/95).2008 pelo art. na forma disposta em norma de procedimento.finais 5 e 6. cuja declaração deverá ser apresentada até o dia nove do mês subseqüente ao das operações. cuja declaração será apresentada até o dia vinte do mês subseqüente ao da prestação (Ajuste SINIEF 19/89).01. Revogado o §4º do Art. II . b) os contribuintes que se dediquem exclusivamente ao reflorestamento e extrativismo de madeira em áreas rurais. anualmente. 4º do Decreto n. relativamente a cada estabelecimento.01. por intermédio da "Agência de Rendas Internet AR. 3. cuja declaração será apresentada até o último dia útil do mês subseqüente ao da prestação. 215 RICMS . III .contribuinte. devendo ser impresso em duas vias. ou nos casos de reconstituição da escrita fiscal e contábil.02.até o dia 15 . cuja declaração deverá ser apresentada até o dia nove do mês subseqüente ao das operações.04.DFC. nos prazos previstos no art. sorvete e acessórios ou componentes.finais 1 e 2. Redação original. de 1º." c) o prestador de serviço de transporte ferroviário. de acordo com o algarismo final da numeração seqüencial estadual do número de inscrição no CAD/ICMS. 2. Nova redação dada ao §5º do art. que deverá entregar a GIA/ICMS até o dia dez do mês subseqüente ao das operações ou prestações.01. V . em vigor no período de 1º. b) o contribuinte substituto tributário relativamente às operações com água mineral ou potável." § 5º Ficam dispensados da apresentação da GIA/ICMS: a) os estabelecimentos gráficos localizados em outras unidades federadas que prestem serviços a contribuintes paranaenses. inclusive chope.2008: "§ 4º Ficam dispensados da apresentação da GIA/ICMS os leiloeiros inscritos no CAD/ICMS.2008 para 1º. 3. 1º.05. 7.Aprovado pelo Decreto n. alteração 109ª. SEÇÃO II DA DECLARAÇÃO FISCO-CONTÁBIL Art. nos seguintes prazos: I . § 2º O demonstrativo referido neste artigo deverá ser preenchido de acordo com as orientações estabelecidas em norma de procedimento.2008.08.DEM/GIA.até o dia 13 . 28. de 1º. de forma unificada.até o dia 12 . de 21. pelo art.07.

091. CAPÍTULO VIII DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . até o dia 10 do mês subseqüente ao das operações ou prestações realizadas.12. bem como para a obtenção de informações econômico-fiscais (Lei Complementar Federal 63/90. 45 e 46 da Lei n. 09/98 e 08/99).2008 para 1º. A não apresentação da GIA-ST. IV .12.identificação do contribuinte.05.70). para a apuração do imposto não declarado pelo contribuinte.DEM/GIA. Na hipótese de ocorrer retificação das informações declaradas anteriormente em GIA-ST o contribuinte deverá apresentar GIA-ST Retificação (Ajuste SINIEF 04/93). Redação original. 263. deverá apresentar a declaração do imposto apurado. alteração 8ª.06. hipótese em que o auditor fiscal providenciará o preenchimento do Demonstrativo de Apuração do ICMS . de 15. do Decreto n.2009) 218 .05.152. observado o disposto em norma de procedimento (Ajuste SINIEF 04/93. art.2010 no artigo anterior.inscrição estadual. Ajuste SINIEF 01/96): I . juntamente com a Declaração Fisco-Contábil de que trata o artigo anterior.12.GIA-ST Art.informações relacionadas com as entradas e saídas de mercadorias. 1.GI/ICMS. 4º do Decreto n.denominação: Guia de Informações das Operações e Prestações Interestaduais . o Informativo Anual sobre a Produção de Substâncias Minerais no Paraná .04. 2º. sorvete e acessórios ou componentes. 260. Parágrafo único. anualmente. 2. que deverá apresentar a GIA-ST até o dia nove do mês subseqüente ao das operações. III . 11. inclusive chope. 11.05.05. 264. de 13. O modelo." Art. II . 2. 81 do Convênio SINIEF s/n.12. atualizado até o Decreto n. A Secretaria da Fazenda remeterá à Secretaria Executiva da COTEPE/ICMS.2007. de 21.091. Art. O contribuinte substituto tributário estabelecido em outra unidade federada.2008).EFD (Ver.955 de 24. aplicando-se-lhe as penalidades cabíveis. Nova redação dada ao parágrafo único pelo art.580/96). resumo das informações indicadas 217 RICMS . O prazo fixado no "caput" não se aplica ao contribuinte substituto tributário que realizar operações com cerveja. O contribuinte inscrito no CAD/ICMS deverá apresentar. atualizado até o Decreto n. O prazo fixado no "caput" não se aplica ao contribuinte substituto tributário que realizar operações com água mineral ou potável.RICMS . 1. inclusive chope. 262.período de referência. O extrator de substâncias minerais deverá apresentar. produzindo efeitos a partir de 1º.01. 82 do Convênio SINIEF s/n. em vigor no período de 1º. observado o disposto no parágrafo anterior.04. 7. gelo. aquisições e prestações de serviços.2008 (efeitos alterados de 1º. V . 45 e 46 da Lei n.580/96). de 09. por unidade federada. implicará início de procedimento fiscal. cujo modelo e forma de preenchimento serão estabelecidos em norma de procedimento (art.IAPSM. de 13. 261. relativamente à inscrição especial no CAD/ICMS.04. refrigerantes. 1º.2010 apuração do índice de participação dos Municípios na arrecadação do ICMS.2008 a 30. Parágrafo único. do Decreto n.2008 pelo art. 7. de 15. nos prazos previstos no art. refrigerantes. até 30 de setembro do exercício subseqüente (art. Art.472. cerveja. Art. SEÇÃO IV DA GUIA DE INFORMAÇÃO DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS Art. anualmente.980 de 21.Aprovado pelo Decreto n. forma de preenchimento e prazos de apresentação da DFC serão estabelecidos em norma de procedimento.980 de 21. sorvete e acessórios ou componentes. destinada à apuração da balança comercial interestadual que conterá as seguintes indicações (art.02. § 1º A GI/ICMS compreenderá as operações e prestações realizadas no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada exercício. 262.2008. SEÇÃO V DA GUIA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA .Aprovado pelo Decreto n. na forma e prazo previstos em norma de procedimento (Ajuste SINIEF 03/96). a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais . 259. § 2º A GI/ICMS deverá ser apresentada através de aplicativo em disquete disponibilizado pela Secretaria da Fazenda. SEÇÃO III DO INFORMATIVO ANUAL SOBRE A PRODUÇÃO MINERAL Art.70. que deverá apresentar a GIA-ST até o dia nove do mês subseqüente ao das operações.º 4.2007.2008: "Parágrafo único.GI/ICMS.

264-D dada pela alteração 395ª.2009. 219 RICMS . art. atualizado até o Decreto n. Art. incluindo a descrição dos itens de mercadorias. 264-F.12.RFB. Parágrafo único.2010. certificada por entidade credenciada pela Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira . Art. § 2º Para garantir a autenticidade. materiais de embalagem.01. fábrica ou outro qualquer. c) Registro de Inventário. diferimento ou suspensão do recolhimento. produtos e serviços. 5.2008 até 31. deverá prestar as informações relativas à EFD em arquivo digital individualizado por estabelecimento. 264-D. na apuração. bem como aos serviços prestados e tomados. O arquivo da EFD deverá ser enviado até o dia 25 (vinte e cinco) do mês subsequente ao do encerramento do mês da apuração. Fica vedada ao contribuinte obrigado à EFD a escrituração dos livros mencionados no § 3º do art. indicando-se o respectivo dispositivo legal. em meio digital.12. de forma irretratável. O arquivo da EFD deverá ser enviado até o dia quinze do mês subsequente ao do encerramento do mês da apuração.980 de 21. e) Registro de Apuração do ICMS.993 de 24. 264-A. 264-B.07. O contribuinte que possuir mais de um estabelecimento.2009: "Art. em arquivo digital.ICP-Brasil. 264-A em discordância com o disposto neste Capítulo.Aprovado pelo Decreto n. de 13.091. a integridade e a validade jurídica da EFD.091. bem como no registro de apuração do ICMS referente às operações e prestações praticadas pelo contribuinte (Convênio ICMS 143/06 e Ajuste SINIEF 2/09). necessárias à apuração dos impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Nova redação do art.2010 Texto dada pela alteração 300ª.RICMS . § 1º A Escrituração Fiscal Digital . seja filial. matérias-primas.2007. mediante requerimento dirigido à Secretaria de Estado da Fazenda. de 13. Norma de Procedimento Fiscal . bem como outras de interesse das administrações tributárias das unidades federadas e da Receita Federal do Brasil . no pagamento ou na cobrança de tributos de competência dos entes conveniados ou outras de interesse das administrações tributárias. 1. ou fora do estabelecimento e em poder de terceiros. § 2º Qualquer situação de exceção na tributação do ICMS ou do IPI. 264-D. § 1º Para efeito do disposto no “caput”. Fica instituída a Escrituração Fiscal Digital .12.05. Art.137 de 22.EFD compõe-se da totalidade das informações. não-incidência. surtindo efeitos a partir de 1º. considera-se totalidade das informações: a) as relativas às entradas e saídas de mercadorias. também deverá ser informada no arquivo digital. § 3º O contribuinte deverá utilizar a EFD para efetuar a escrituração dos seguintes livros fiscais: a) Registro de Entradas. conforme disposto em NPF.EFD. b) as relativas à quantidade.12. Os contribuintes não obrigados à EFD poderão optar pela sua utilização. que se constitui em um conjunto de escrituração de documentos fiscais e de outras informações de interesse da Secretaria de Estado da Fazenda.05. e conterá a totalidade das informações econômico-fiscais e contábeis correspondentes ao período compreendido entre o primeiro e o último dia do mês.º 5. tais como isenção. sucursal. depósito. c) qualquer informação que repercuta no inventário físico e contábil.NPF divulgará os contribuintes obrigados ao uso da EFD. d) Registro de Apuração do IPI. 1º.01. produtos manufaturados e produtos em fabricação. do Decreto n. as informações a que se refere o § 1º serão prestadas em arquivo digital com assinatura digital do contribuinte ou seu representante legal. agência. 264-C. Art. produtos intermediários. atualizado até o Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. de acordo com as especificações do leiaute definido em Ato COTEPE. 7. O arquivo digital da EFD será gerado pelo contribuinte.980 de 21. ainda que a apuração dos impostos ou a escrituração contábil seja efetuada de forma centralizada. b) Registro de Saídas. em vigor no período de 1º. 1. 264-E. salvo disposição contrária deste Regulamento.2009.2007." Art. do Decreto n.2010 Art. 7. 220 . descrição e valores de mercadorias. imunidade. em posse ou pertencentes ao estabelecimento do contribuinte declarante.

05. bem como os documentos que deram origem às informações nele constantes. e sua recepção será precedida no mínimo das seguintes verificações: I . por meio do PVA-EFD.091. b) a consistência aritmética e lógica das informações prestadas. 264-G. V . § 3º A recepção do arquivo digital da EFD não implicará reconhecimento da veracidade e da legitimidade das informações prestadas.12. III .2007.Aprovado pelo Decreto n.2010 § 3º As informações deverão ser prestadas sob o enfoque do declarante. § 2º Consideram-se escriturados os livros de que trata o § 3º do art. nos termos do parágrafo único do art. observando os requisitos de segurança.2010 Art. § 1º O PVA-EFD também deverá ser utilizado para a assinatura digital e para o envio do arquivo por meio da internet. Art.980 de 21. 264-H. § 4º Ficam vedadas a geração e a entrega do arquivo digital da EFD em meio ou forma diversa da prevista neste artigo. § 2º Considera-se validação de consistência de leiaute do arquivo: a) a consonância da estrutura lógica do arquivo gerado pelo contribuinte com as orientações e especificações técnicas do leiaute do arquivo digital da EFD definidas em Ato COTEPE.dos dados cadastrais do declarante. § 4º As tabelas de ajustes do lançamento e apuração referidas no Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital . 111.091.SPED. será automaticamente expedida pela administração tributária. Art. 264-I. autenticidade e validade da assinatura digital. atualizado até o Decreto n. 1. pelo prazo de que trata o parágrafo único do art.da integridade do arquivo. IV .EFD. comunicação ao respectivo declarante quanto à ocorrência de um dos seguintes eventos: a) falha ou recusa na recepção. § 1º Efetuadas as verificações previstas no “caput”. de 13.2007. hipótese em que será emitido recibo de entrega.12. O contribuinte deverá armazenar o arquivo digital da EFD previsto neste Capítulo. 264-L. serão definidas em NPF. 7.RICMS .PVA-EFD que será disponibilizado na internet nos sítios das administrações tributárias das unidades federadas e da RFB.da existência de arquivo já recepcionado para o mesmo período de referência. integridade e validade jurídica.da autoria. hipótese em que a causa será informada. 7. 221 RICMS . 1.980 de 21. O arquivo digital da EFD gerado pelo contribuinte deverá ser submetido à validação de consistência de leiaute efetuada pelo software denominado Programa de Validação e Assinatura da Escrituração Fiscal Digital . b) regular recepção do arquivo. O arquivo digital da EFD será enviado na forma prevista no § 1º do art.da versão do PVA-EFD e tabelas utilizadas. nem homologação da apuração do imposto efetuada pelo contribuinte. § 3º O procedimento de validação e assinatura deverá ser efetuado antes do envio do arquivo ao ambiente nacional do Sistema Público de Escrituração Digital . II . autenticidade.05. 264-H. atualizado até o Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. 222 . instituído pelo Ato COTEPE de que trata o “caput” deste artigo. de 13. 264-A no momento em que for emitido o recibo de entrega.

III .980 de 21. 264-J. Parágrafo único. de 13.2008. instituído pelo Ato COTEPE de que trata o “caput” deste artigo. 1. 4.2007. no que couber. do Governo Federal. as disposições relativas ao uso de processamento de dados para escrituração de livros fiscais. A EFD será distinta para cada estabelecimento. 264-I. 7. dada pela alteração 300ª. O contribuinte poderá retificar a EFD mediante envio de outro arquivo para substituição integral do arquivo digital da EFD regularmente recebido pela administração tributária. Art. 6. 264-D.078 de 30. nem homologação da apuração do imposto efetuada pelo contribuinte. O arquivo da EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira . Parágrafo único. assim como os documentos fiscais que deram origem às informações nele contidas. O contribuinte obrigado à EFD deverá observar. Os documentos fiscais e as especificações técnicas do leiaute do arquivo da EFD.07. § 1º Considera-se a EFD válida. do Decreto 4. Art.078 de 30.12. Art. A escrituração efetuada nos termos deste Capítulo substitui a escrituração e a impressão dos seguintes livros: I . de 22 de janeiro de 2007. integridade e validade jurídica. 111. alteração 177ª. § 2º Não será permitido o envio de arquivo digital complementar.Registro de Inventário.ICP-Brasil pelo contribuinte ou por seu representante legal. 264-A. serão definidos em Ato COTEPE. ainda que a apuração do imposto seja efetuada de forma centralizada. Redação original acrescentada pelo art. II . 264-B. § 1º A geração e o envio do arquivo digital para retificação da EFD deverão observar o disposto nos artigos 264-F a 264-I. Art. de 22 de janeiro de 2007.º 5. Nova redação do Capítulo VIII do Título II.2010 Art. autenticidade. de 13. § 2º A recepção e validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional Sistema Público de Escrituração Digital . Art. atualizado até o Decreto n.12. Art. em vigor no período de 1º. em arquivo digital. 264-I. IV . com indicação da finalidade do arquivo. 1º. As tabelas de ajustes do lançamento e apuração referidas no Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração Fiscal Digital .12. mediante requerimento dirigido à Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná.2010 (Ver art. salvo a entrega com finalidade de retificação de que trata o art.6. 264-C. Art.022. 264-J. atualizado até o Decreto n.Registro de Saídas.05.2007.RICMS . o contribuinte deverá entregar o arquivo digital da EFD de cada período apenas uma única vez.091. após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém.2009. com imediata retransmissão à Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná. bem como no registro de apuração do ICMS referente às operações e prestações praticadas pelo contribuinte (Convênio ICMS 143/06).08. com imediata retransmissão à Secretaria de Estado da Fazenda. e administrado pela Receita Federal do Brasil RFB. conforme disposto em NPF. Norma de Procedimento Fiscal . 264-L. do Governo Federal. 264-M.05. Para fins do cumprimento das obrigações a que se referem este Capítulo. 1. 2º do Dec.01. pelo prazo de que trata o parágrafo único do art. serão definidas em NPF. 264-G. Art.2009 até 31. 264-E.EFD. de forma irretratável. A recepção e a validação dos dados relativos à EFD serão realizadas no ambiente nacional do SPED.07. contábeis e outras que venham a repercutir na apuração. A recepção do arquivo da EFD não implicará reconhecimento da veracidade e legitimidade das informações prestadas.2009. Parágrafo único. instituído pelo Decreto n.137 de 22.12. que se constitui em um conjunto de escrituração de documentos fiscais e de outras informações de interesse da Secretaria de Estado da Fazenda do Paraná.EFD 223 RICMS . e administrado pela Receita Federal do Brasil .091.Registro de Entradas. Fica instituída a Escrituração Fiscal Digital .EFD. instituído pelo Decreto n. Art. que conterá informações fiscais.980 de 21. observando os requisitos de segurança. surtindo efeitos a partir de 1º. TÍTULO III DOS PROCEDIMENTOS ESPECIAIS 224 . 7.2008) Art.SPED.RFB.Aprovado pelo Decreto n. 264-F. O contribuinte deverá manter o arquivo da EFD.Aprovado pelo Decreto n. Art. Observado o disposto no art.2009: " CAPÍTULO VIII DA ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL . 264-K. do Decreto n. nos termos das Seções I a V do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento. para os efeitos fiscais. Os contribuintes não obrigados à EFD poderão optar pela sua utilização. O arquivo da EFD deverá ser enviado até o dia quinze do mês subseqüente ao do encerramento do mês da apuração.NPF divulgará os contribuintes obrigados ao uso da EFD. pagamento ou cobrança do ICMS.Registro de Apuração do ICMS. Art. será gerado recibo de entrega com número de identificação somente após o aceite do arquivo transmitido. 264-H.022.

Na hipótese de remessa ao fabricante da mercadoria devolvida.RICMS .2007. a data e o valor do documento fiscal original. a data e o valor do documento fiscal original de aquisição. a assinatura da pessoa que promover a devolução. 27/07 e 34/07): I . sem destaque do imposto. O disposto nesta Seção aplica-se nas operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia realizadas por (Convênios ICMS 129/06. § 1º Para efeito do disposto neste artigo. de substituir a mercadoria. § 2º O prazo de garantia é aquele fixado no certificado da garantia. 226 . promova a substituição de peça em virtude de garantia.concessionário de veículo auto propulsado ou oficina autorizada que.Aprovado pelo Decreto n. com permissão do fabricante. sendo o caso. o documento de que trata o inciso I deverá ser emitido sem destaque do imposto. nas colunas "ICMS Valores Fiscais .emitir nota fiscal para documentar a entrada. o estabelecimento recebedor deverá: I . a qual terá por natureza da operação "Devolução de mercadoria em garantia". com permissão do fabricante. Na hipótese de devolução de mercadoria ou troca. 1. de 13. hipótese em que deverá estornar o crédito pela aquisição original. promova a substituição de peça em virtude de garantia. 268. de 13. que será equivalente a dez por cento do preço de venda da peça nova praticado pelo estabelecimento. c) o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal . Art. o estabelecimento remetente deverá emitir Nota Fiscal. o número.fabricante da mercadoria que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova a ser aplicada em substituição. com destaque do imposto. bem como o número. tendo ou não efetuado a venda do veículo auto propulsado. considera-se garantia a obrigação legal ou a assumida pelo remetente ou fabricante. a série. contado da data de sua expedição ao consumidor. atualizado até o Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. SEÇÃO II DA SUBSTITUIÇÃO DE PARTES E PEÇAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Art.2010 CAPÍTULO I DA DEVOLUÇÃO E DO RETORNO DE MERCADORIA SEÇÃO I DA DEVOLUÇÃO OU TROCA DE MERCADORIA EM VIRTUDE DE GARANTIA Art. esta entendida a substituição por uma ou mais da mesma espécie ou de espécie diversa em decorrência de garantia. II . d) o número. 266. § 3º O documento fiscal mencionado no "caput" deverá ser lançado no livro Registro de Entradas. § 1º Para efeito do disposto neste artigo. ou em documento apartado.2010 destinatário o adquirente original da mercadoria. a data da expedição e o termo final do certificado de garantia.Ordem de Serviço. sem destaque do imposto. § 2º O prazo de garantia é aquele fixado no respectivo certificado. com destaque do imposto. 265. II . dispensada a exigência prevista no inciso III. atualizado até o Decreto n. sendo neste caso dispensadas as indicações mencionadas nas suas alíneas. Na saída da mercadoria em substituição à devolvida. que terá como natureza da operação "Devolução ou troca de mercadoria em garantia". de substituir a mercadoria. quando devido. com destaque do imposto.091. a série. se estas apresentarem defeito.05.consignar na nota fiscal mencionada no inciso I. o número. 267. III .colher. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. § 4º Quando o estabelecimento recebedor tratar-se de empresa enquadrada no Simples Nacional.2007. III .091. contado da data de sua expedição ao consumidor. além dos demais requisitos.12. se for o caso. as seguintes indicações: a) a discriminação da peça defeituosa.980 de 21.980 de 21. considera-se como garantia a obrigação legal ou a assumida pelo remetente ou fabricante. § 3º Na entrada da peça a ser substituída. devendo o estabelecimento recebedor emitir nota fiscal para documentar sua entrada.12. realizada por pessoa física ou por pessoa não obrigada a emitir documento fiscal.estabelecimento ou oficina credenciada ou autorizada que. suas partes e peças. ou o previsto em lei. indicando a espécie e o número do respectivo documento de identidade. que conterá. 7. ou o previsto em lei. pela concessionária ou pela oficina credenciada ou autorizada. § 5º O produtor rural emitirá Nota Fiscal de Produtor para acompanhar o transporte da mercadoria. 7. Art. o estabelecimento concessionário ou a oficina credenciada ou a autorizada deverá emitir nota fiscal. 1.05. modelo 1 ou 1-A. nesta nota fiscal. o estabelecimento deverá emitir nota fiscal indicando como 225 RICMS . e. § 4º A nota fiscal de que trata o § 3º poderá ser emitida no último dia do período de apuração. por ocasião de sua devolução ou troca. b) o valor atribuído à peça defeituosa.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto". englobando todas as entradas de peças defeituosas ocorridas no período.

269.091. conforme o caso. ou oficina credenciada ou autorizada. conste: 1. indicando a espécie e o número do respectivo documento de identidade. 7. O transporte da mercadoria em retorno será acompanhado pela própria nota fiscal emitida pelo remetente. 1. cuja 1ª via deverá conter a indicação. das peças defeituosas substituídas. com o destaque do imposto. Art. Art.NFAe. os números dos chassis dos veículos auto propulsados e outros elementos indicativos. que deverá conter a indicação prevista no parágrafo único. 136. todos os elementos. a série. Parágrafo único. deverá: I .o retorno se verifique dentro do prazo de sessenta dias.Valores Fiscais .980 de 21. o valor atribuído à peça defeituosa referido na alínea "b" do § 3º do art. atualizado até o Decreto n. 270.05. a assinatura da pessoa que promover a devolução. deverá emitir nota fiscal indicando.12. 273.2007. mediante "estorno de débito".12. consignando os respectivos valores nas colunas "ICMS Valores Fiscais . para o fabricante. quando devido. b) o estabelecimento recebedor da mercadoria poderá recuperar o imposto anteriormente debitado. efetuada pelo destinatário ou pelo transportador. com destaque do imposto. como destinatário. IV . no verso. b) a remessa ao fabricante.2010 desde que: a) na Ordem de Serviço ou na Nota Fiscal . § 2º Quando se tratar de devolução efetivada por empresa enquadrada no Simples Nacional: a) estas empresas poderão. a data e o valor do documento fiscal original. o crédito do imposto destacado na nota fiscal.Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto". de 13. O estabelecimento que devolver mercadoria emitirá Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. será documentada por nota fiscal que deverá conter. ou pela oficina credenciada ou autorizada. observado o disposto no item 97 do Anexo I. desde que: I . o estabelecimento poderá creditar-se do imposto debitado por ocasião da saída da mercadoria.2010 SEÇÃO IV DA DEVOLUÇÃO POR CONTRIBUINTE INSCRITO Art. 272. 7. se devido. 2. O estabelecimento que receber. sem cláusula de garantia. modelo 1 ou 1-A.Aprovado pelo Decreto n. Parágrafo único. em substituição à Nota Fiscal.2007. nos termos da Norma de Procedimento Fiscal de que trata o § 5º do art. § 1º É assegurado ao estabelecimento que receber a mercadoria em devolução. c) lançar o documento referido na alínea "a".Operações ou Prestações com Crédito do Imposto". lançando-a no livro Registro de Entradas. 268. II . os números. ou em documento apartado.RICMS .091. mercadoria por qualquer motivo não entregue ao destinatário. 227 RICMS . o valor da operação e o motivo da devolução. seja efetuada após o encerramento do período de apuração.haja prova inequívoca da devolução. SEÇÃO V DO RETORNO DA MERCADORIA NÃO ENTREGUE Art. se for o caso.980 de 21. comprobatórios de que a importância eventualmente debitada ao destinatário não tenha sido recebida. cuja base de cálculo será o preço cobrado do fabricante pela peça. por particular. em retorno. contados da data da saída da mercadoria. consignando os respectivos valores nas colunas "ICMS . III .emitir nota fiscal para documentar a entrada com menção dos dados identificativos do documento fiscal original.exibir ao fisco.Aprovado pelo Decreto n. b) colher. as datas de expedição dos certificados de garantia e os termos finais de suas validades. quando exigido. SEM CLÁUSULA DE GARANTIA Art. 271. 3. Na saída da parte ou peça nova em substituição à defeituosa. mencionando-se o número e a data do documento fiscal originário. 1.05. mencionando o número. efetuar a devolução por meio da Nota Fiscal Avulsa emitida por processamento de dados . de 13.manter arquivada a 1ª via da nota fiscal emitida por ocasião da saída.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto" ou "ICMS . além dos demais requisitos. A remessa da parte ou peça defeituosa promovida pelo estabelecimento concessionário.mencionar a ocorrência na via que ficou em poder do emitente ou em documento equivalente. o proprietário da mercadoria ou do veículo. do motivo de não 228 . inclusive os contábeis.Ordem de Serviço. O estabelecimento recebedor deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada. no livro Registro de Entradas. o estabelecimento concessionário. SEÇÃO III DA DEVOLUÇÃO POR PARTICULAR.Valores Fiscais . a discriminação das peças defeituosas substituídas. II . Na devolução de mercadoria. atualizado até o Decreto n. na nota fiscal emitida para documentar a entrada. se for o caso.

274. retornará ao estabelecimento do fabricante ou oficina autorizada. 274-A. de partes.Aprovado pelo Decreto n.da saída para aplicação na aeronave do depositário do estoque. Na saída de partes. se devido.constar no campo “Informações Complementares” a expressão “Nota fiscal emitida nos termos do Convênio ICMS 23/09”.consignar no campo “Informações Complementares” o endereço onde se encontra a aeronave para a entrega da mercadoria. total ou parcial.091. fora do estabelecimento. se devido. em nome do remetente da aeronave. deverá o remetente emitir nota fiscal em seu próprio nome.constar como destinatário o próprio remetente. 7. retirado da aeronave. com o destaque do imposto.Aprovado pelo Decreto n. a mesma base de cálculo e a mesma alíquota constante do documento que acobertar a operação anterior de recebimento da mercadoria ou bem (Convênio ICMS 54/00). no prazo de dez dias após a data do encerramento do Boletim de Serviço. inclusive as oficinas reparadoras ou de conserto de aeronaves. Na operação de devolução. em serviços de assistência técnica.980 de 21.091. nacionais ou estrangeiras.o depositante emitirá nota fiscal contendo.05.2010 ter sido entregue a mercadoria. a série e a data da emissão da nota fiscal prevista no § 2º. II . às da rede de comercialização.RICMS . de mercadoria ou bem. com o destaque do imposto. esse fica obrigado a emitir nota fiscal de remessa simbólica relativamente aos materiais retirados da aeronave. de 13. 230 .12. manutenção e reparo de aeronaves. esses deverão emitir nota fiscal para fins de entrada da peça defeituosa substituída. PARTES E COMPONENTES DE USO AERONÁUTICO SEÇÃO I DAS ENTRADAS E SAÍDAS DE PEÇAS. atualizado até o Decreto n. 274-C. III . CAPÍTULO I-A DAS OPERAÇÕES COM PEÇAS.2007. além dos demais requisitos: a) como natureza da operação: “Saída de mercadoria do estoque próprio em poder de terceiros”. a que se refere o “caput”.05. inexistindo disposição em contrário. Art. § 1º Na saída da mercadoria do estoque para aplicação na aeronave: I . § 1º Na hipótese de o remetente da aeronave ser contribuinte do ICMS. 1. e às importadoras de material aeronáutico. sem destaque do imposto. 7.em que a mercadoria vier a perecer. inclusive recebido em transferência. no prazo de dez dias após a data do encerramento do Boletim de Serviço. 274-D. o remetente.2010 § 1º O material ou o bem defeituoso. deverá ser emitida nota fiscal para fins de entrada fazendo constar no campo “Informações Complementares” o número. b) o destaque do valor do ICMS.980 de 21. Art. ficando suspenso o lançamento do ICMS até o momento: I . atualizado até o Decreto n. Art. § 3º Na hipótese de aeronave de contribuinte do ICMS.2007. deverá: I . destinada ao fabricante ou oficina autorizada previstos no “caput”. Nas saídas internas ou interestaduais promovidas por fabricante ou oficina autorizada. de 13. 274-B. III . O disposto nesta Seção aplica-se exclusivamente às empresas nacionais da indústria aeronáutica. SEÇÃO VI DA DISPOSIÇÃO FINAL Art. a série e a data da emissão da nota fiscal a que se refere o § 1° com a expressão “Retorno de peça defeituosa substituída nos termos do Convênio ICMS 23/09”. 1. esse fica obrigado a emitir nota fiscal de remessa simbólica relativamente aos materiais retirados da aeronave. peças e componentes de uso aeronáutico destinados à aplicação. aplicar-se-á.12. § 2º Por ocasião da entrada do material ou do bem defeituoso no estabelecimento do fabricante ou oficina autorizada.da entrada em devolução ao estabelecimento do depositante. Na hipótese de a aeronave encontrar-se no estabelecimento do fabricante ou de oficina autorizada. mencionadas em ato do Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa e listadas em Ato COTEPE de que trata o item 1 do Anexo II (Convênio ICMS 23/09). § 2º A nota fiscal de que trata o § 1° deverá mencionar o número. ao emitir nota fiscal de saída. deteriorar-se ou for objeto de roubo. e a expressão “Saída de peça defeituosa nos termos do Convênio ICMS 23/09”. peças e componentes aeronáuticos para estoque próprio em poder de terceiros. a série e a data da nota fiscal emitida para documentar a entrada pelo fabricante ou oficina autorizada. § 4º A nota fiscal a que se refere o § 3° deverá ser emitida fazendo constar no campo “Informações Complementares” o número. acompanhado do Boletim de Serviço elaborado pelo executante do serviço juntamente com a 1ª via da nota fiscal emitida por ocasião da saída prevista no “caput”. furto ou extravio. II . 229 RICMS . PARTES E COMPONENTES Art. se devido.

§ 2º Somente poderão ser depositários do estoque próprio em poder de terceiros: I . Art. o estabelecimento que efetuar o reparo.05.Aprovado pelo Decreto n.empresas aéreas registradas na Agência Nacional de Aviação Civil . que. com destino a depósito fechado do próprio contribuinte será emitida nota fiscal contendo os requisitos exigidos e.2013.a empresa aérea depositária do estoque registrará a nota fiscal no livro Registro de Entradas. 4. de 10.06. Até 31. desde que. Parágrafo único.oficinas autorizadas reparadoras ou de conserto de aeronaves. 1.091.887. o remetente deverá emitir nota fiscal indicando como destinatário o proprietário ou o arrendatário da aeronave. além dos demais requisitos. 274-F. § 3º Os respectivos locais de estoque próprio em poder de terceiros serão listados em Ato COTEPE. III . se for o caso. produzindo efeitos a partir de 27. 22 do Convênio SINIEF s/n.o número. que conterá.12.2007.2009. sem destaque do imposto. II . 4. conste: I . realizadas por empresa nacional da indústria aeronáutica.887. ou em contrato. A nota fiscal de que trata o art. 1º. do Decreto n.2007. atualizado até o Decreto n.2009. ou a identificação do contrato. a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade. IV . Ficam isentas do ICMS as remessas descritas no item 3-A do Anexo I deste Regulamento. 1º. 275. promovam substituição de peça em virtude de garantia.RICMS . a data da expedição do certificado de garantia e o termo final de sua validade.Ordem de Serviço.a discriminação da peça defeituosa substituída.órgãos da Administração Pública Direta ou Indireta. contado da data de sua expedição ao consumidor.o número. Estadual e Federal. 232 . homologados pelo Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa e constantes na publicação do Ato COTEPE de que trata o item 1 do Anexo II. A Seção II do Capítulo I-A foi acrescentada pelo art. 1. b) ao estabelecimento de rede de comercialização de produtos aeronáuticos ou à oficina reparadora ou de conserto e manutenção de aeronaves. alteração 268ª. Art. § 1º O disposto nesta Seção somente se aplica: a) à empresa nacional da indústria aeronáutica que receber peça defeituosa substituída em virtude de garantia e de quem será cobrada a peça nova aplicada em substituição. 274-G.2009. Art.06. A Seção I do Capítulo I-A foi acrescentada pelo art. II . 274-F poderá ser emitida no último dia do período de apuração. sem destaque do imposto. III .05.o valor atribuído à peça defeituosa. especialmente (art.a discriminação da peça defeituosa.o número de série da aeronave. englobando as entradas de peças defeituosas ocorridas no período.12. de 13. de 13. que será equivalente a oitenta por cento do preço de venda da peça nova praticado pelo fabricante.Aprovado pelo Decreto n. as seguintes indicações: 231 RICMS . 274-H. por estabelecimento de rede de comercialização de produtos aeronáuticos ou por oficinas reparadoras ou de conserto e manutenção de aeronaves.980 de 21. atualizado até o Decreto n. 7. 274-I. SEÇÃO II DAS OPERAÇÕES COM PARTES E PEÇAS SUBSTITUÍDAS EM VIRTUDE DE GARANTIA Art.2010 I . Municipal.05. de 15. § 2º O prazo de garantia é aquele fixado no respectivo certificado.04.12. Na entrada da peça defeituosa a ser substituída. Na saída da peça nova em substituição à defeituosa. em operações internas. 274-E. ou o previsto em lei. observar-se-ão as disposições desta Seção (Convênio ICMS 26/09). na Ordem de Serviço ou na nota fiscal.ANAC. em relação às operações com partes e peças substituídas em virtude de garantia.12.2010 II .70): I .o número da Ordem de Serviço ou da Nota Fiscal . do Decreto n.980 de 21. Art. § 4º O estabelecimento depositante das partes. II .2009. III . peças e componentes aeronáuticos deverá manter o controle permanente de cada estoque.091. com permissão do fabricante. de 10. Na saída de mercadoria. 7. homologados pelo Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa. ou a identificação do contrato. produzindo efeitos a partir de 1º. CAPÍTULO II DAS OPERAÇÕES COM DEPÓSITO FECHADO Art. A adoção na nota fiscal nos termos deste artigo dispensa as indicações referidas nos incisos I e IV do art. conserto ou manutenção deverá emitir nota fiscal. alteração 268ª. 274-F.o valor da mercadoria.

279. CAPÍTULO III DAS OPERAÇÕES COM ARMAZÉM GERAL Art. § 1º O depósito fechado deverá: a) registrar a nota fiscal que acompanhou a mercadoria no livro Registro de Entradas. atualizado até o Decreto n. contados da saída efetiva da mercadoria do depósito fechado.2007.Retorno de mercadoria depositada". 24 do Convênio SINIEF s/n.Retorno simbólico de mercadoria depositada". no seu transporte.12.Aprovado pelo Decreto n. indicando (art. de 15. especialmente (art. o número e a data do documento fiscal emitido pelo remetente. a data da sua efetiva saída.12. 233 RICMS . 1. especialmente (art. Art. II . contendo os requisitos exigidos e.2010 Art. será conferido ao estabelecimento depositante. devendo o remetente emitir nota fiscal contendo os requisitos exigidos. emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. b) mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria. o número. ambos localizados neste Estado e pertencentes à mesma empresa. II . Art. de 13. Na saída de mercadoria em retorno ao estabelecimento depositante. e a data da emissão da nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior. deste. ainda que da mesma empresa. quando cabível. Ajuste SINIEF 04/78): I . 278.980 de 21. atualizado até o Decreto n. especialmente (art. 7. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no depósito fechado. 276. especialmente: a) o valor da mercadoria. 26 do Convênio SINIEF s/n. o estabelecimento depositante emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. § 2º O depósito fechado indicará. se for o caso. § 1º Na hipótese deste artigo. 23 do Convênio SINIEF s/n. com destino a outro estabelecimento. na nota fiscal referida na alínea anterior. b) emitir nota fiscal relativa à saída simbólica. 275. no verso das vias da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. localizado no mesmo Estado do estabelecimento remetente. de 15. 277.o valor da operação. IV .a natureza da operação "Outras saídas . § 4º A mercadoria será acompanhada. o depósito fechado.12. do depósito fechado. § 4º Todo e qualquer crédito do imposto.091. remetida por depósito fechado.Remessa para depósito fechado". o número. a série. II . estadual e no CNPJ. a série.2007. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no depósito fechado. se devido. dentro de dez dias. este emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. c) o número e a série. § 2º O estabelecimento depositante deverá: a) registrar a nota fiscal no livro Registro de Entradas.091. 25 do Convênio SINIEF s/n.a natureza da operação. § 5º Na hipótese do § 1º poderá ser emitida nota fiscal de retorno simbólico. e a data da nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior. Na saída de mercadoria armazenada em depósito fechado. contendo resumo diário das saídas mencionadas neste artigo.a natureza da operação "Outras saídas .12.Aprovado pelo Decreto n. 7. contados da respectiva emissão. de 13.05. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. dentro de dez dias. Na saída de mercadoria para depósito em armazém geral. de 234 .70. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no depósito fechado. do estabelecimento a que se destinar a mercadoria. no ato da saída da mercadoria. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.2010 II . relativamente ao lançamento previsto na alínea "a" do § 1º. estadual e no CNPJ. dentro de dez dias.o destaque do imposto.como destinatário.70): I . o endereço e os números de inscrição. o estabelecimento destinatário será considerado depositante.12.a indicação de que a mercadoria será retirada do depósito fechado.05. à vista da via adicional de cada nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante.980 de 21. c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao depósito fechado. mencionando. sem destaque do valor do imposto. d) o nome. o estabelecimento depositante.o local da entrega. III . se for o caso. na forma do art.RICMS . § 3º A nota fiscal a que alude o § 1º será enviada ao estabelecimento depositante. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. remetendo-a ao estabelecimento depositante. Na saída de mercadoria para entrega a depósito fechado. de 15. dispensada a obrigação prevista na alínea "d" do parágrafo mencionado.70): I . destinadas a acompanhar a mercadoria. este emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. estadual e no CNPJ. ainda. § 3º O depósito fechado deverá acrescentar na coluna "Observações" do livro Registro de Entradas. por conta e ordem do estabelecimento destinatário. se for o caso. 1. b) a natureza da operação "Outras saídas . que permanecerá arquivada no depósito fechado. da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. dentro de cinco dias. o endereço e os números de inscrição.o valor da mercadoria.

estadual e no CNPJ. situado no mesmo Estado do estabelecimento depositante. de 15. ainda que da mesma empresa.Retorno simbólico de mercadoria depositada". contendo os requisitos exigidos e.091. a série.Aprovado pelo Decreto n. alteração 428ª. d) o nome.1º. de 10. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. na forma do "caput" deste artigo. bem como o nome e o endereço do produtor. § 2º O armazém geral indicará.07. atualizado até o Decreto n. Parágrafo único. se o depositante for produtor. do Decreto n. este emitirá Nota Fiscal de Produtor.12. II . 280. 27 do Convênio SINIEF s/n.70): I . § 3º A nota fiscal a que alude o § 1º será enviada ao estabelecimento depositante. se for o caso.12. § 3º O estabelecimento destinatário.2010: "b) a natureza da operação "Outras saídas .a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral.Aprovado pelo Decreto n. b) a natureza da operação: “Outras saídas . no seu transporte. II . deste. IV . e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. atualizado até o Decreto n. deste. 281.12. especialmente (art. de 15. o endereço e os números de inscrição. que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor. 1. ao receber a mercadoria.o valor da operação. sendo o caso. e a data da nota fiscal emitida na forma do § 1º pelo armazém geral. o endereço e os números de inscrição. d) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III.05. contados da saída efetiva da mercadoria do armazém geral. Na hipótese deste artigo. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. este emitirá Nota Fiscal de Produtor. especialmente (art.12. no verso das vias da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. 6.o destaque do imposto. e a data da emissão da nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior. 29 do Convênio SINIEF s/n. o armazém geral emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. Nova redação da alínea "b" dada pelo art. destinadas a acompanhar a mercadoria. se for o caso.o valor da operação. II . deste. de 15. no ato da saída da mercadoria. em nome do estabelecimento destinatário. Art. 1. Na saída da mercadoria referida no artigo anterior. § 2º A mercadoria será acompanhada.2010. § 1º Na hipótese deste artigo. da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. do estabelecimento a que se destinar a mercadoria. que corresponderá àquele atribuído por ocasião de sua entrada no armazém geral. Art.408. o depositante emitirá nota fiscal em nome do destinatário. quando couber ao produtor recolher o imposto. b) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. bem como o nome. a série. c) o número.o valor da mercadoria. especialmente (art. estadual e no CNPJ. III . 235 RICMS . dentro de dez dias. especialmente: a) o valor da operação. de 13. conforme o caso: a) da data da guia de recolhimento e da identificação do respectivo órgão arrecadador.remessa simbólica por conta e ordem de terceiros” (Ajuste SINIEF 14/09).12. 236 . na forma do "caput" deste artigo. especialmente: a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo.Remessa por conta e ordem de terceiros". com destino a outro estabelecimento.a indicação. Na hipótese do artigo anterior.2008 até 30.Remessa para depósito".03. Na saída de mercadoria depositada em armazém geral. a data da sua efetiva saída. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. 7.a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral.06. da Nota Fiscal de Produtor referida no "caput" deste artigo e da nota fiscal mencionada no parágrafo anterior. contendo os requisitos exigidos e.2010 15. b) de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. contendo os requisitos exigidos e.12. no ato da saída da mercadoria. o número. III .01.05.980 de 21.091. II .2010 em vigor a partir de 1º.2007.o valor da mercadoria.70): I . no seu transporte. Art. 28 do Convênio SINIEF s/n. estadual e no CNPJ.a natureza da operação "Outras saídas . IV .RICMS . c) o número. sem destaque do valor do imposto. § 1º O armazém geral.a natureza da operação. 282. 7. emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento destinatário.70): I . emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento depositante.Retorno de mercadoria depositada". em retorno ao estabelecimento depositante.a natureza da operação "Outras saídas . se devido. estadual e no CNPJ.2010 § 4º A mercadoria será acompanhada. a série.70): I ." c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. emitirá nota fiscal para documentar a entrada contendo os requisitos exigidos e. b) a natureza da operação "Outras saídas . se o depositante for produtor. especialmente: a) o valor da mercadoria.980 de 21. contendo os requisitos exigidos e.2007. o armazém geral. Redação original em vigor no período de 1º.a natureza da operação. de 13.

o valor da operação. na forma do "caput" deste artigo. estadual e no CNPJ. contendo os requisitos exigidos e. se devido.2007.980 de 21. este será considerado depositante. estadual e no CNPJ. sendo o caso. Na saída de mercadoria depositada em armazém geral. Na saída de mercadoria para entrega em armazém geral localizado no mesmo Estado do estabelecimento destinatário. 284. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ. se o depositante for produtor. especialmente (art. acrescentando. 7. a série. § 3º A mercadoria será acompanhada. dentro de dez dias. b) o número. que corresponderá àquele atribuído por ocasião da sua entrada no armazém geral.a natureza da operação. de 13. o destaque do imposto. o valor da operação.a declaração de que o imposto.a natureza da operação. b) nota fiscal em nome do estabelecimento depositante. estadual e no CNPJ.Retorno simbólico de mercadoria depositada". 1. a série e subsérie e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. registrará. mencionando-se o endereço e os números de inscrição.2010 § 5º O estabelecimento destinatário. devendo o remetente emitir nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. 3. o endereço e os números de inscrição. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. especialmente (art. IV . com a declaração "O pagamento do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". o armazém geral. 285. o número. d) o destaque do imposto. e o número.Remessa por conta e ordem de terceiros". emitirá nota fiscal em nome do estabelecimento destinatário.RICMS . em nome do estabelecimento destinatário. III . Art. 2. deste.70): I . estadual e no CNPJ. § 1º O armazém geral. na forma deste artigo. do armazém geral. o nome. que corresponderá ao do documento fiscal emitido pelo produtor.Remessa por conta e ordem de terceiros".12. se devido. ao receber a mercadoria.2010 Art. no livro Registro de Entradas. o endereço e os números de inscrição. se devido. a nota fiscal a que se refere o "caput" deste artigo. estadual e no CNPJ. bem como o nome. no ato da saída da mercadoria. bem como o nome.980 de 21. da Nota Fiscal de Produtor referida no "caput" deste artigo e da nota fiscal mencionada no parágrafo anterior. b) a natureza da operação "Outras saídas . 238 . § 2º Na hipótese deste artigo.2007. a série. o número. a natureza da operação "Outras saídas . será recolhido pelo armazém geral. atualizado até o Decreto n. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante. pelo estabelecimento depositante.Aprovado pelo Decreto n. se for o caso. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. de 15. ao receber a mercadoria.70): I . no seu transporte.12. 237 RICMS . emitirá nota fiscal para documentar a entrada contendo os requisitos exigidos e.05. o crédito do imposto pago pelo armazém geral. a série e subsérie e a data da nota fiscal emitida na forma do § 1º pelo armazém geral. 2. especialmente: a) o valor da operação. especialmente: a) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo.a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral. o endereço e os números de inscrição. § 2º A mercadoria será acompanhada. lançando.o valor da operação. no ato da saída da mercadoria. contendo os requisitos exigidos e. bem como o nome e o endereço do produtor. do estabelecimento destinatário. II . de 15. 4. especialmente: 1.Aprovado pelo Decreto n. Na hipótese do artigo anterior. na coluna "Observações". 3. no seu transporte. este emitirá Nota Fiscal de Produtor. pelo estabelecimento depositante. o endereço e os números de inscrição. situado em Estado diverso daquele do estabelecimento depositante. 1. o valor da mercadoria. deste. das notas fiscais referidas no "caput" deste artigo e na alínea "a" do parágrafo anterior. e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "a". emitirá: a) nota fiscal em nome do estabelecimento destinatário. sem destaque do valor do imposto. especialmente: 1. ainda que da mesma empresa. de 13. Art. também. III . bem como o nome. o número. contendo os requisitos exigidos e. 31 do Convênio SINIEF s/n. contendo os requisitos exigidos e.a indicação de que a mercadoria será retirada do armazém geral. deste. 283.12. o endereço e os números de inscrição. 7.12. a natureza da operação "Outras saídas . destacado na nota fiscal emitida na forma do § 1º. bem como o nome. não será efetuado o destaque do imposto. a série. o depositante emitirá nota fiscal contendo os requisitos exigidos e. c) o valor do imposto. na forma do "caput" deste artigo.091. se devido. deste. com a declaração "O recolhimento do ICMS é de responsabilidade do armazém geral". com destino a outro estabelecimento. nas colunas próprias. 30 do Convênio SINIEF s/n. atualizado até o Decreto n. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. quando admitido. 4. deste. § 3º O estabelecimento destinatário.05. c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. e a data da nota fiscal a que alude a alínea "a" do § 2º. contados da saída efetiva da mercadoria do armazém geral. II .091. § 1º Na nota fiscal emitida pelo depositante. sendo o caso. § 4º A nota fiscal a que se refere a alínea "b" do § 2º será enviada ao estabelecimento depositante.

Na saída de mercadoria para entrega em armazém geral.o valor da operação.como destinatário. será conferido ao estabelecimento depositante. sendo o caso. especialmente: 1. § 4º Todo e qualquer crédito do imposto. § 1º O armazém geral deverá: a) registrar a nota fiscal que acompanhou a mercadoria no livro Registro de Entradas. IV . e) o destaque do valor do imposto. localizado em Estado diverso daquele do estabelecimento destinatário. o endereço e os números de inscrição. de 15.o valor da operação.Aprovado pelo Decreto n. contendo os requisitos exigidos e. mencionando-se o endereço e os números de inscrição.o local da entrega.a natureza da operação. de 15.2007. contendo os requisitos exigidos e. o número.05.980 de 21. se devido. b) mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria.a indicação.091. o estabelecimento depositante. § 3º O armazém geral deverá acrescentar na coluna "Observações" do livro Registro de Entradas. III . o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo.RICMS . § 2º O estabelecimento depositante deverá: a) registrar a nota fiscal no livro Registro de Entradas. atualizado até o Decreto n. na forma do art.a natureza da operação. 3. devendo o remetente (art. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso V. c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao armazém geral. dentro de dez dias. dentro de cinco dias. quando cabível. na Nota Fiscal de Produtor referida na alínea anterior. o endereço e os números de inscrição. b) emitir nota fiscal relativa à saída simbólica. quando cabível. fazendo constar os números e as datas da Nota Fiscal de Produtor e da nota fiscal emitida para documentar a entrada. relativamente ao lançamento previsto na alínea "a" do § 1º. IV .como destinatário. 32 do Convênio SINIEF s/n. 2. especialmente (art. Art. 34 do Convênio SINIEF s/n. estadual e no CNPJ. estadual e no CNPJ.emitir nota fiscal para o armazém geral. c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao armazém geral. este deverá emitir Nota Fiscal de Produtor. 7. § 2º O estabelecimento depositante deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada. a indicação de ter sido a mercadoria entregue no armazém geral. dentro de dez dias. o endereço e os números de inscrição. II .2007. e a data da nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior. § 1º O armazém geral deverá: a) registrar a Nota Fiscal de Produtor que acompanhou a mercadoria.70): I . contados da data da sua emissão. § 3º O armazém geral deverá acrescentar na coluna "Observações" do livro Registro de Entradas. na forma do art. de 15. b) mencionar a data da entrada efetiva da mercadoria na nota fiscal referida na alínea anterior. do armazém geral. este será considerado depositante. V . remetendo-a ao estabelecimento depositante.12. 279. será conferido ao estabelecimento depositante. o estabelecimento depositante. III .091. sendo o caso. especialmente: 240 . e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior. conforme o caso: a) a data da guia de recolhimento e a identificação do respectivo órgão arrecadador. 239 RICMS . o número.980 de 21. a fim de acompanhar o transporte da mercadoria. do armazém geral. § 4º Todo e qualquer crédito do imposto. 7. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. II .12. dentro de dez dias.12. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. 287. contendo os requisitos exigidos e.12. Na hipótese do artigo anterior. atualizado até o Decreto n. b) emitir nota fiscal relativa à saída simbólica. do armazém geral.12. no livro Registro de Entradas. b) o valor da operação. Art. relativamente ao lançamento previsto na alínea "a" do § 1º. o estabelecimento depositante.o local da entrega.70): I . contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. 33 do Convênio SINIEF s/n. de 13. V . a série. deste. remetendo-a ao estabelecimento depositante.70): I . de 13. estadual e no CNPJ. especialmente: a) como destinatário. 1. 279. a série. II . estadual e no CNPJ. 286.Aprovado pelo Decreto n.05. d) o local da entrega. 1. fazendo constar o número e a data do documento fiscal emitido pelo remetente. dentro de cinco dias.2010 especialmente (art. contados da data da sua emissão. se o remetente for produtor.2010 b) de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. se devido. c) a natureza da operação.o destaque do valor do imposto. quando couber ao produtor recolher o imposto. sem destaque do imposto.emitir nota fiscal. contendo os requisitos exigidos e.

atualizado até o Decreto n. 36 do Convênio SINIEF s/n.Aprovado pelo Decreto n. d) o número.12. a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral.emitir Nota Fiscal de Produtor para o armazém geral. 1. 241 RICMS . estadual e no CNPJ. II . quando esta permanecer no armazém geral. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no referido armazém. o endereço e os números de inscrição. contados da data da sua emissão.Remessa para depósito. e a data da emissão da nota fiscal referida no inciso anterior.Remessa para depósito". e) a indicação. § 1º O estabelecimento destinatário e depositante deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada contendo os requisitos exigidos e. especialmente: a) como destinatário.emitir Nota Fiscal de Produtor contendo os requisitos exigidos e. de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. Na hipótese do artigo anterior. 3. especialmente: a) o valor da operação. conforme o caso: 1. estadual e no CNPJ. de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário.Aprovado pelo Decreto n. do estabelecimento remetente. relativa à saída simbólica. a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral.091. atualizado até o Decreto n. estadual e no CNPJ. dentro de dez dias. deverá emitir nota fiscal para este.2007. dentro de cinco dias. a série. Art.Remessa para depósito por conta e ordem de terceiros".70): 242 . indicando na coluna "Observações". § 1º O estabelecimento destinatário e depositante. 7. c) a natureza da operação. b) emitir nota fiscal para o armazém geral.12. dentro de cinco dias. o endereço e os números de inscrição. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor a que alude o inciso II. § 2º O armazém geral registrará a nota fiscal referida na alínea "b" do parágrafo anterior no livro Registro de Entradas. a fim de acompanhar o transporte da mercadoria. pelo estabelecimento remetente. estadual e no CNPJ.12. mencionando-se o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do inciso I. c) o nome. este deverá (art. estadual e do CNPJ. c) remeter a nota fiscal aludida na alínea anterior ao armazém geral. e a data da nota fiscal emitida na forma do inciso I. o valor da operação.Remessa para depósito por conta e ordem de terceiros". estadual e no CNPJ. 7. do código do agente arrecadador e da data da guia de recolhimento. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. contendo os requisitos exigidos e. situado no mesmo Estado do estabelecimento depositante e transmitente. sendo o caso e a data da emissão da nota fiscal a que alude o inciso II. d) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor referida no inciso anterior. bem como o nome. de 15. bem como o nome e o endereço do produtor.05. 1. dentro de dez dias. do código do agente arrecadador e da data da guia de recolhimento. quando couber ao produtor recolher o imposto. de 15. contados da data da sua emissão. Art. de 13. 4. 288. § 2º A nota fiscal referida no parágrafo anterior deverá ser remetida ao armazém geral. especialmente: a) o valor da operação. bem como o nome. de 13. deste.RICMS .091. contendo os requisitos exigidos e. No caso de transmissão de propriedade de mercadoria.980 de 21. especialmente (art. relativa à saída simbólica. sendo o caso. mencionando-se o número. especialmente: 1. c) o destaque do valor do imposto. se devido. b) a natureza da operação "Outras saídas . 2. 3. indicando na coluna "Observações" o número. do estabelecimento destinatário e depositante. a natureza da operação "Outras saídas . o destaque do valor do imposto. a série. 2. b) a natureza da operação "Outras saídas .12. b) a natureza da operação "Outras saídas . o endereço e os números de inscrição.70): I . o endereço e os números de inscrição. 2. 289.2010 contendo os requisitos exigidos e.2007. c) o nome. d) a indicação de ter sido a mercadoria entregue diretamente no armazém geral. o estabelecimento depositante. d) o local da entrega. a série. deste. do armazém geral. contendo os requisitos exigidos e. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "e" do inciso I. sendo o caso. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do inciso I. do estabelecimento destinatário e depositante. quando couber ao produtor recolher o imposto. e) a indicação. especialmente: 1.05.980 de 21. o endereço e os números de inscrição.2010 a) o valor da operação. § 3º O armazém geral registrará a nota fiscal referida no § 1º no livro Registro de Entradas. se o remetente for produtor. 2. b) o valor da operação. conforme o caso: 1. se devido. bem como o nome e o endereço do produtor remetente. contados da data da entrada efetiva da mercadoria no armazém geral. este emitirá nota fiscal para o estabelecimento adquirente. 35 do Convênio SINIEF s/n.

emitida na forma do "caput" deste artigo. nota fiscal para o armazém geral. na nota fiscal a que se refere a alínea "b" do parágrafo anterior. § 4º A nota fiscal a que alude a alínea "b" do § 2º será enviada.70): 243 RICMS .980 de 21. contendo os requisitos exigidos e. III . do estabelecimento adquirente. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. os números e as datas da Nota Fiscal de Produtor e da nota fiscal emitida para documentar a entrada. sem destaque do valor do imposto. especialmente: a) o valor da mercadoria. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente na forma do "caput" deste artigo. dentro de cinco dias. contendo os requisitos exigidos e.980 de 21. dentro de cinco dias. de 13.091. b) a natureza da operação "Outras saídas . especialmente (art.05. contados da data da sua emissão. IV . § 2º O estabelecimento adquirente deverá: a) emitir nota fiscal para documentar a entrada. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente na forma do "caput" deste artigo. que corresponderá àquele atribuído por ocasião da sua entrada no armazém geral. especialmente: 1. c) o número. 3. estadual e no CNPJ. 7. sem destaque do valor do imposto. o armazém geral emitirá nota fiscal para o estabelecimento adquirente.091. a série.a natureza da operação.12. 1. dentro de dez dias. o endereço e os números de inscrição. o endereço e os números de inscrição. 37 do Convênio SINIEF s/n.05. estadual e no CNPJ.Remessa simbólica de mercadorias depositadas". 2.RICMS . II . sendo o caso. contendo os requisitos exigidos e.2007. na nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior. contendo os requisitos exigidos e. 1. quando couber ao produtor recolher o imposto.2007.12. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. atualizado até o Decreto n.o valor da operação. a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada em armazém geral. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. § 6º A nota fiscal a que alude o § 4º será enviada. que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. § 1º Na hipótese deste artigo. b) a natureza da operação "Outras saídas .a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada em armazém geral. que corresponderá ao da Nota Fiscal de Produtor. 2. de 15. o valor da operação.2010 I . contados da data da sua emissão. o armazém geral emitirá nota fiscal para o estabelecimento depositante e transmitente. sem destaque do valor do imposto. se devido. contados da data da sua emissão. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. IV . c) o número. especialmente: a) o valor da mercadoria. § 3º O estabelecimento adquirente deverá registrar a nota fiscal referida no "caput" deste artigo. deste. se devido. o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. 244 . na mesma data nota fiscal emitida para documentar a entrada.a natureza da operação. deste. d) o nome. o estabelecimento adquirente emitirá nota fiscal para o armazém geral.2010 I . contados da data da sua emissão.Remessa simbólica de mercadoria depositada".Retorno simbólico de mercadoria depositada".Aprovado pelo Decreto n. estadual e no CNPJ.o destaque do valor do imposto. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. § 3º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território paranaense. estadual e no CNPJ. bem como o nome e o endereço do produtor. contados da data do seu recebimento. § 2º A nota fiscal a que alude o parágrafo anterior será enviada ao estabelecimento depositante e transmitente. será efetuado o destaque do valor do imposto. especialmente: 1. contendo os requisitos exigidos e. contendo os requisitos exigidos e. pelo estabelecimento depositante e transmitente. estadual e no CNPJ. § 4º No prazo referido no parágrafo anterior. dentro de dez dias.a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada no armazém geral. sendo o caso. o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. de 13. deste. b) de que o imposto será recolhido pelo estabelecimento destinatário. d) o código do agente arrecadador e a data da guia de recolhimento referida na alínea "a" do inciso III. ao armazém geral. a série.Remessa por conta e ordem de terceiros". no livro Registro de Entradas.Aprovado pelo Decreto n. ao armazém geral. dentro de cinco dias. c) o número e a data da Nota Fiscal de Produtor emitida na forma do "caput" deste artigo. atualizado até o Decreto n. § 5º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território paranaense. será efetuado o destaque do valor do imposto. conforme o caso: a) da data da guia de recolhimento e a identificação do respectivo órgão arrecadador.a indicação. 3. especialmente: a) o valor da operação. Art. b) a natureza da operação "Outras saídas .o valor da operação. b) emitir. dentro de cinco dias. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. 7. sem destaque do valor do imposto. II . deste. contados da data do seu recebimento. Na hipótese do artigo anterior. 290. este deverá emitir Nota Fiscal de Produtor para o estabelecimento adquirente. § 1º Na hipótese deste artigo. a natureza da operação "Outras saídas . bem como o nome. se o depositante e transmitente for produtor.12. bem como o nome e o endereço do produtor. III . se devido. mencionando-se o endereço e os números de inscrição.

III . do estabelecimento depositante e transmitente. o armazém geral emitirá: a) nota fiscal para o estabelecimento depositante e transmitente. Art. deste. Na venda à ordem ou para entrega futura. § 2º No caso de venda para entrega futura. § 5º Se o estabelecimento adquirente estiver localizado fora do território paranaense. contendo os requisitos exigidos e. dentro de cinco dias. sem destaque do valor do imposto. e a data da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente. acrescentando na coluna "Observações" o número.2010 Art. vedado o destaque do ICMS (art.980 de 21. sendo o caso. dentro de cinco dias. deste. contados da data da sua emissão. especialmente (art. 7. na nota fiscal a que se refere o parágrafo anterior será efetuado o destaque do valor do imposto. estadual e no CNPJ. 3.70. com destaque do valor do imposto. ao armazém geral. o destaque do valor do imposto. dentro de cinco dias. contendo os requisitos exigidos e. como natureza da operação "Remessa . CAPÍTULO IV DAS OPERAÇÕES DE VENDA À ORDEM OU PARA ENTREGA FUTURA Art. a série. Ajustes SINIEF 01/87 e 01/91). estadual e no CNPJ. além dos requisitos exigidos. estadual e no CNPJ. quando esta permanecer em armazém geral situado em Estado diverso daquele do estabelecimento depositante e transmitente. sendo o caso.12. por ocasião da entrega global ou parcial da mercadoria a terceiros. c) o número. especialmente: 1. se devido.Transmissão de propriedade de mercadoria por conta e ordem de terceiros".Remessa simbólica de mercadoria depositada". 291. se devido. deste. na forma do "caput" deste artigo. § 2º A nota fiscal a que alude a alínea "a" do parágrafo anterior será enviada dentro de cinco dias. § 3º Na hipótese do parágrafo anterior. II .12. atualizado até o Decreto n. o imposto deverá ser calculado com a observância do disposto no § 6º do art. § 4º No caso de venda à ordem. a série.Aprovado pelo Decreto n. bem como o nome. ao estabelecimento depositante e transmitente. contendo os requisitos exigidos e.Aprovado pelo Decreto n. aplicar-se-á o disposto no art. o vendedor emitirá nota fiscal em nome do adquirente. § 3º A nota fiscal a que alude a alínea "b" do § 1º será enviada. 290 (art. na forma do "caput" deste artigo.091. quando devido.091.2007. de 13. o endereço e os números de inscrição. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente. 292. especialmente: a) o valor da operação. estadual e no CNPJ. sem destaque do valor do imposto. por ocasião da efetiva saída global ou parcial da mercadoria. 293. mencionando-se o endereço e os números de inscrição. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas.Entrega Futura". se o depositante e transmitente for produtor. bem como o nome.a indicação de que a mercadoria encontra-se depositada em armazém geral. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. de 15. a série. o valor da mercadoria. 3. dentro de cinco dias. e a data da emissão da nota fiscal 245 RICMS . No caso de transmissão de propriedade de mercadoria. contados da data do seu recebimento. para simples faturamento. contados da data do seu recebimento. este emitirá nota fiscal para o estabelecimento adquirente. que corresponderá àquele atribuído por ocasião da sua entrada no armazém geral. 39 do Convênio SINIEF s/n.12. a série. contados da data da sua emissão.70): I .RICMS .05. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. ao estabelecimento adquirente. 40 do Convênio SINIEF s/n. 4. indicando-se. e a data da nota fiscal emitida na forma do "caput" deste artigo. o endereço e os números de inscrição. do estabelecimento adquirente. na forma do "caput" deste artigo. § 6º A nota fiscal a que alude o § 4º será enviada. b) a natureza da operação "Outras saídas . o valor da operação. bem como o nome. o nome. contados da data da sua emissão. contados da data do seu recebimento.12.980 de 21. 1. 38 do Convênio SINIEF s/n. sendo o caso. § 4º No prazo referido no parágrafo anterior. deverá ser emitida 246 .a natureza da operação. de 15.o valor da operação. o ICMS será debitado por ocasião da efetiva saída da mercadoria. o endereço e os números de inscrição. o número. 6º.Retorno simbólico de mercadoria depositada". § 1º Na hipótese deste artigo.05. pelo estabelecimento depositante e transmitente. 2. poderá ser emitida nota fiscal. 2. que deverá registrá-la no livro Registro de Entradas. especialmente: 1. sendo o caso.2010 referida no "caput" deste artigo. bem como o número. a natureza da operação "Outras saídas . pelo estabelecimento depositante e transmitente.70). o endereço e os números de inscrição. a data e o valor da operação da nota fiscal relativa ao simples faturamento. que corresponderá ao da nota fiscal emitida pelo estabelecimento depositante e transmitente. o estabelecimento adquirente emitirá nota fiscal para o armazém geral. de 15.12. contendo os requisitos exigidos e. estadual e no CNPJ. atualizado até o Decreto n. Na hipótese do artigo anterior. 4. b) nota fiscal para o estabelecimento adquirente. 1.2007. de 13. a natureza da operação "Outras saídas . 7. dentro de cinco dias. o número. sem destaque do valor do imposto. § 1º Na hipótese deste artigo.

para acompanhar o transporte da mercadoria. 54 do Convênio SINIEF s/n. Por ocasião da venda da mercadoria. ressalvadas as hipóteses previstas no inciso II do mesmo artigo.12. e a data da emissão da nota fiscal prevista no item anterior.o número e a data do romaneio de que trata o § 8º do art. 1. o nome. consignando-se. com a aplicação da respectiva alíquota vigente sobre o valor das operações efetuadas em seu território. a qual.091. como natureza da operação. de 15. II . observando-se quanto ao prazo de recolhimento o disposto no inciso XXIV do artigo 65. 296. do seu emitente. observado o disposto no § 4º do art. cujo documento ficará 248 .Venda à ordem".12. das notas fiscais emitidas por ocasião da venda efetiva da mercadoria. na qual. a série. Nas saídas internas ou interestaduais de mercadoria para realização de operações fora do estabelecimento. estadual e no CNPJ. e o devido a este Estado. § 2º Na hipótese de venda da mercadoria por preço superior ao que serviu de base de cálculo para pagamento do imposto. em nome do adquirente original. o contribuinte. § 2º O crédito de que trata o parágrafo anterior deverá ocorrer no mês em que retornar o veículo mediante a emissão de nota fiscal para documentar a entrada. de 15. No retorno de mercadoria remetida para venda fora do estabelecimento. se a alíquota interna for inferior à interestadual.12. como natureza da operação. o endereço e os números de inscrição. cujo valor não excederá à diferença entre o destacado na nota fiscal geral. em conexão com estabelecimento fixo.a natureza da operação "Venda Ambulante". 294. atualizado até o Decreto n. conterá: I . será emitida nota fiscal para documentar a entrada de acordo com a alínea "d" do inciso I do art.Aprovado pelo Decreto n. estadual e no CNPJ.980 de 21. em nome do destinatário. "Remessa por conta e ordem de terceiros". mediante nota fiscal para esse fim emitida. sendo o caso. 294. A nota fiscal referida neste artigo deverá ser escriturada na coluna "Observações" do livro Registro de Saídas. por intermédio de preposto.980 de 21. o número. o número.o número. o endereço e os números de inscrição. Art. constarão.a indicação dos números e das respectivas séries. quando for o caso. sendo o caso. inclusive por meio de veículo. deverá ser emitida nota fiscal. além dos requisitos exigidos.2007. na qual. sem destinatário certo.2010 nota fiscal: a) pelo adquirente original. o contribuinte emitirá nota fiscal para acompanhar a mercadoria no seu transporte. atualizado até o Decreto n. 41 do Convênio SINIEF s/n. com destaque do ICMS. quando devido. d) o montante do imposto devido a este Estado. proporcionalmente às operações interestaduais realizadas. e) o valor do imposto a creditar.Nota Fiscal Geral". b) o número e a série. com destaque do valor do imposto. mediante emissão de nota fiscal complementar. indicando-se o número e a série. das notas fiscais a serem emitidas por ocasião da entrega da mercadoria. b) pelo vendedor remetente: 1. sobre a diferença será também debitado o imposto. além dos requisitos exigidos. 247 RICMS . 1.091. além dos requisitos exigidos. em nome do destinatário. 148 (art. e a data da emissão da nota fiscal geral. o contribuinte deverá efetuar a complementação do imposto. poderá creditar-se desta parcela. de 13.12.o destaque do imposto. a série.a natureza da operação "Remessa para venda ambulante . e a data da emissão da nota fiscal de que trata a alínea anterior. III . 138. conterá (art. Parágrafo único. sendo o caso. § 4º Para os efeitos do inciso I.Aprovado pelo Decreto n. II .RICMS . com aplicação da alíquota interestadual sobre o valor das operações realizadas fora do território paranaense. § 1º Relativamente às operações realizadas fora do território paranaense. "Remessa simbólica . por ocasião do retorno do veículo. IV . CAPÍTULO V DAS DISPOSIÇÕES SOBRE VENDA AMBULANTE SEÇÃO I OPERAÇÕES REALIZADAS POR CONTRIBUINTE INSCRITO NO CAD/ICMS Art. bem como o nome. calculado com a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor total da mercadoria. constarão. além dos requisitos exigidos. § 3º O contribuinte que operar de conformidade com este artigo.05. calculado à alíquota aplicável às operações interestaduais realizadas entre contribuintes.2010 245. que além dos requisitos exigidos. Art. c) o montante do imposto devido a outro Estado. quando devido. fornecerá a este documento comprobatório de sua condição.70): I . sendo o caso.2007. 295. a série. desde que possa comprovar o pagamento do imposto no Estado de destino. 7. f) o número da respectiva guia de recolhimento relativa ao imposto pago em outro Estado. § 1º A nota fiscal geral será registrada no livro Registro de Saídas de acordo com as regras estabelecidas no § 3º do art.70).05. sendo o caso. do estabelecimento que irá promover a remessa da mercadoria. de 13. que conterá: a) o valor total das operações realizadas em outro Estado. 7. que corresponderá a diferença entre as alíneas "c" e "d". sendo o caso. 2. sem destaque do imposto.

§ 1º Se o valor ou preço auferido. salvo se a remessa e o retorno real ou simbólico se fizerem nos termos de protocolo celebrado entre o Estado do Paraná e outros Estados interessados. 7. inclusive por meio de veículo. Quando o contribuinte sem conexão com estabelecimento fixo ou não inscrito no CAD/ICMS promover a saída de mercadoria para venda no comércio ambulante.2010 imposto calculado sobre a diferença.2010 arquivado para exibição ao fisco. o 249 RICMS . contados da data da sua emissão. § 1º O disposto no caput não se aplica: a) às saídas. Nova redação dada ao § 2º pelo art. § 4º O recolhimento do imposto de que trata este artigo deverá observar. suíno. da Lei n. em operações internas. o disposto na alínea "b" do inciso XI do artigo 65. bubalino. 297. 5º. 95. SEÇÃO III OPERAÇÕES REALIZADAS POR CONTRIBUINTE NÃO INSCRITO OU SEM CONEXÃO COM ESTABELECIMENTO FIXO Art. É suspenso o pagamento do imposto nas operações internas ou interestaduais. 1. acrescido do percentual de margem de lucro fixado neste Regulamento para os casos de substituição tributária em relação a operações subseqüentes ou de trinta por cento. que adquirir mercadoria. mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre o valor da mercadoria transportada. § 3º Deverá ser recolhido no agente arrecadador autorizado do local da operação. 1. este prazo ser prorrogado pela repartição fiscal. o imposto calculado sobre a diferença. nos termos do inciso II do art. ficando assegurado o direito ao crédito do imposto pago pelo vendedor ambulante. de 13. de acordo com o previsto neste artigo. dentro do território paranaense. deverá emitir nota fiscal para documentar a entrada. e recolhido antes da entrada da mercadoria no território paranaense.12. quanto ao prazo de recolhimento. sobre o valor da mercadoria indicado no documento fiscal (art. em operações interestaduais. aplica-se o diferimento previsto na alínea "c" do § 1º do art.12. de bem ou mercadoria remetida para conserto ou industrialização. no estabelecimento do adquirente. deverá ser recolhido.01. § 4º. Na entrega a ser realizada em território paranaense de mercadoria proveniente de outro Estado. for superior ao que serviu de base de cálculo para o pagamento do imposto. do Decreto n. presume-se destinada à entrega neste Estado. b) quando a operação interna de retorno real ou simbólico da mercadoria objeto da industrialização estiver ainda sujeita às normas relativas ao diferimento.05. de 21. § 2º Em relação ao valor agregado na industrialização. promovida por estabelecimento de contribuinte. o imposto será calculado. 1º.980 de 21. que não surtiu efeitos: 250 . contados da data da saída (Convênio AE 15/74. por motivo justificado. o imposto será exigido pelo seu valor total.Aprovado pelo Decreto n.091.02. em que o objeto seja gado bovino. podendo. 7. 298. c) nas saídas. deverá recolher antecipadamente o imposto calculado sobre o preço de aquisição ou o valor da mercadoria. § 2º O contribuinte inscrito no CAD/ICMS. produzindo efeitos a partir de 1º.580/96). vegetal ou mineral. no agente arrecadador autorizado do local da operação. nas demais hipóteses.152. Convênios ICM 01/75 e 35/82 e Convênios ICMS 34/90 e 151/94). no prazo de até 180 dias. d) na saída de produto primário para fins de beneficiamento. atualizado até o Decreto n. a qual deverá permanecer à disposição do fisco. ovino e caprino ou aves.2008. SEÇÃO II OPERAÇÕES REALIZADAS POR CONTRIBUINTE DE OUTRO ESTADO Art. 299. deduzido o valor do imposto cobrado na origem. até a importância resultante da aplicação da alíquota vigente para as operações interestaduais realizadas entre contribuintes. na hipótese de entrega da mercadoria por preço superior ao que serviu de base de cálculo para pagamento do imposto. 2. sem documentação comprobatória de seu destino. § 3º A guia de recolhimento a que se refere o "caput" deste artigo servirá para acobertar a circulação da mercadoria e terá validade de até oito dias. sob a condição de retorno real ou simbólico ao estabelecimento remetente.2008. 11. sem qualquer dedução e sem prejuízo da penalidade cabível. de sucatas e de produto primário de origem animal. § 1º A mercadoria proveniente de outro Estado. de 13. em conexão com estabelecimento fixo.2007. o disposto na alínea "a" do inciso XI do artigo 65. CAPÍTULO VI DA REMESSA PARA INDUSTRIALIZAÇÃO OU CONSERTO Art.980 de 21. na saída e no retorno. quanto ao prazo de recolhimento. e) no retorno de álcool etílico combustível anidro ou hidratado.RICMS .091. desde que a aquisição corresponda ao total da mercadoria discriminada na guia de recolhimento.05. alteração 9ª. no todo ou em parte. sem destinatário certo. § 4º O recolhimento do imposto de que trata este artigo deverá observar. § 2º Se a mercadoria não estiver acompanhada de documentação fiscal. atualizado até o Decreto n. Redação original. por ocasião da venda a terceiros.Aprovado pelo Decreto n.2007. 103. na praça do remetente.

no mês da ocorrência. deverá ser anotado o número. com o destaque do imposto devido e com a identificação do documento fiscal relativo ao retorno do produto industrializado. 300. admitindo-se a emissão de apenas uma nota fiscal desde que nos termos dos §§ 12 e 18 do art. é responsável pelo pagamento do imposto suspenso: I . em conta-gráfica. 7. 304. devendo pagar a parcela do imposto suspenso de forma incorporada ao débito da operação. de 13. previsto no art. por ocasião dessa devolução.11. com suspensão do pagamento do imposto. nas seguintes situações: I . com débito do imposto. 95.980 de 21. Art. em conseqüência do decurso do aludido prazo. Considerar-se-á encerrada a fase de suspensão do pagamento do imposto. para esse fim emitida. o contribuinte que promover a respectiva saída. modelo 1 ou 1-A. de Nota Fiscal. II. para esse fim emitida. 6º. II . 1. inclusive de denúncia espontânea. o prazo de 180 dias. o valor do imposto suspenso que deixou de ser pago na remessa para industrialização. sem expressa manutenção do crédito.saída ou transmissão de propriedade promovida pelo estabelecimento de contribuinte.12.2009. 299. 301.na hipótese do inciso I do artigo anterior.não atendimento da condição de retorno. o remetente. em retorno de industrialização realizada sob sua encomenda por estabelecimento industrializador localizado no território deste Estado. Nova redação dada ao § 3º pelo art. III . 5. após o conserto ou industrialização no território paranaense. devendo debitar em conta-gráfica. mediante lançamento.2007. Delegado Regional.2008 até 12. de 13. deverá ser lançada no campo "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. modelo 1 ou 1-A. mediante despacho do Sr. do produto industrializado recebido. Art.750. Art. computar-se-á nas bases de cálculo referidas neste artigo o valor dado por ocasião do recebimento. mediante despacho do Sr. de Nota Fiscal.na hipótese do inciso III do artigo anterior: a) em relação ao ativo fixo. para documentar o trânsito do estabelecimento que realizou a industrialização ao destinatário. 303. 1º. Art. "b".091. será devido o imposto sobre o valor das peças ou materiais aplicados. desprezando-se. imune ou com redução da base de cálculo.2007. a ser proferido em petição justificada do interessado. de 13. § 1º O descumprimento do disposto no inciso I e na alínea "b" do inciso II sujeitará o contribuinte ao pagamento dos acréscimos legais. o imposto será pago. admitida excepcionalmente uma segunda prorrogação. observado o disposto no inciso IV do art.12.Aprovado pelo Decreto n. à vista da nota fiscal correspondente ao retorno simbólico. o crédito fiscal correspondente ao pagamento do imposto realizado pelo contribuinte remetente. Encerrada a fase de suspensão. III . com o destaque do imposto devido e com a identificação do documento fiscal relativo à remessa. o contribuinte autor da encomenda. § 2º No retorno da mercadoria remetida para conserto." Art. ou sobre o valor agregado na industrialização." § 3º O prazo de 180 dias poderá ser prorrogado por igual período. Redação original. Diretor da Coordenação da Receita do Estado. 23. sobre o valor das peças ou dos materiais aplicados no conserto.Aprovado pelo Decreto n. em qualquer caso. 7. 6º. "b". Na saída de mercadoria para estabelecimento localizado em outro Estado. admitida excepcionalmente uma segunda prorrogação. II . a data e o valor da nota fiscal relativa à remessa. alteração 382ª. Parágrafo único. na forma disposta no § 3º do art. em conta-gráfica.05. Nas operações em que um estabelecimento mandar industrializar mercadoria. em devolução.05. em anterior operação.091. para efeitos de cálculos da correção monetária. 305.980 de 21. observado o disposto no inciso IV do art. 302. Art. nesse caso. mediante lançamento. o encomendante localizado no Paraná deverá emitir nota fiscal. no prazo de 180 dias. no mês da sua emissão. b) tratando-se de operação isenta. do Decreto n.na hipótese do inciso II do artigo anterior: a) tratando-se de operação tributada. de estabelecimento industrializador localizado neste Estado. atualizado até o Decreto n. com suspensão do pagamento do imposto. contados da data da remessa. § 2º A nota fiscal emitida nas hipóteses dos incisos I.2010 b) em relação ao produto utilizado para uso ou consumo.RICMS . mediante emissão de nota fiscal. o contribuinte autor da encomenda.01. será emitida nota fiscal referente às peças ou aos materiais eventualmente aplicados. atualizado até o Decreto n. aplica-se o diferimento previsto na alínea "d" do § 1º do art. 251 RICMS . além da nota fiscal relativa aos serviços.2009: "§ 3º O prazo de 180 dias poderá ser prorrogado por igual período. sem os acréscimos legais e sem direito ao crédito fiscal. Na saída da mercadoria em operações internas em retorno ao estabelecimento que a tenha remetido para conserto.11. Na nota fiscal emitida para documentar a saída real ou simbólica da mercadoria em retorno ao estabelecimento encomendante do conserto ou da industrialização. se devido. 138. § 1º Na saída da mercadoria para estabelecimento de terceiro. com fornecimento de 252 . 1. admitido.2010 "§ 2º Em relação ao valor agregado na industrialização. situado no território paranaense. do produto industrializado recebido em operação anterior. Se a devolução ocorrer após o prazo de 180 dias contados da data da remessa. o contribuinte que promover a saída correspondente. e III. mediante despacho do Delegado Regional da Receita a ser proferido em petição justificada do interessado. que vigorou no período de 1º.aplicação no ativo fixo ou utilização do produto para uso ou consumo pelo encomendante. diretamente do estabelecimento industrializador.

autor da encomenda. máquinas e equipamentos. calculado sobre o preço do produto atualizado monetariamente. referente ao serviço e peças ou materiais por este eventualmente fornecidas. o endereço e os números de inscrição. Art. da série. Art. os quais. de 15. sendo o caso. do endereço e dos números de inscrição. II . da série. produto intermediário ou material de embalagem. sendo o caso.2007. do endereço e dos números de inscrição.emitir nota fiscal em nome do estabelecimento adquirente. se a mercadoria transitar por mais de um estabelecimento industrializador. 7. estadual e no CNPJ. observar-se-á (art. de 13. A nota fiscal referida neste artigo: 254 . estadual e no CNPJ do estabelecimento em que os produtos serão entregues. adquiridos de outro. o destaque do valor do imposto sobre o valor total cobrado do autor da encomenda.2010 II . e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "c" do inciso anterior. pela qual for recebida a mercadoria. 1. além das exigências previstas: a) a indicação de que a remessa se destina à industrialização por conta e ordem do adquirente. e da data da nota fiscal. tratando-se de remessa de peças. do adquirente.70. sem destaque do imposto. 307. estadual e no CNPJ. a série.70. atualizado até o Decreto n. contendo. conforme art. § 2º Na nota fiscal emitida na forma deste artigo deverá constar a expressão "Destaque do ICMS dispensado.): I . desde que a conclusão da instalação ou montagem ocorra no prazo de 120 dias. cuja instalação ou montagem comprovadamente deva perdurar por prazo superior ao previsto neste artigo. com destaque integral do imposto anteriormente dispensado. b) efetuar na nota fiscal referida na alínea anterior.05. b) a indicação do número. 137. componentes e acessórios destinados à instalação e montagem de aparelhos. do seu emitente.12. destacando deste o valor da mercadoria empregada. Parágrafo único. contados da data da primeira remessa. do fornecedor e o número. que será por este aproveitado como crédito. c) o valor da mercadoria recebida para industrialização.2010 matéria-prima. do nome. além das exigências previstas: a) a indicação do número. estadual e no CNPJ. b) a indicação do número.091.2007. poderá o contribuinte requerer a sua prorrogação ao Delegado Regional da Receita. segundo indexador estabelecido no contrato.980 de 21. de 13. CAPÍTULO VII DA REMESSA DE PEÇAS. onde. constará o nome. conterá o nome. 306. contendo. além das exigências previstas. Ao término da instalação ou montagem o contribuinte deverá emitir nota fiscal. que será aproveitado como crédito pelo adquirente. e a data da emissão da nota fiscal referida na alínea "a".091. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS Art. bem como a circunstância de que se destinam à industrialização. sendo o caso. antes da entrega ao adquirente. e da data da nota fiscal. comprovando. pela qual for recebida a mercadoria.12. c) emitir nota fiscal. e o valor total cobrado do autor da encomenda. autor da encomenda.980 de 21. o valor das mercadorias empregadas e o total cobrado pelo industrializador do autor da encomenda. quando de direito. se for o caso. a qual. COMPONENTES E ACESSÓRIOS PARA INSTALAÇÃO E MONTAGEM DE APARELHOS. Na hipótese do § 3º do art. estadual e no CNPJ. o nome.Aprovado pelo Decreto n. para acompanhar o transporte da mercadoria ao estabelecimento industrializador. sendo o caso. d) o destaque do valor do imposto. na qual. sendo o caso. a necessidade da dilatação do prazo e do cronograma de instalação ou de montagem. sobre o valor total cobrado do autor da encomenda. do nome. bem como o valor da mercadoria recebida para industrialização. que será por este aproveitado como crédito. além das exigências previstas. através de elementos técnicos. autor da encomenda. sem transitar pelo estabelecimento adquirente. de 15. sendo o caso. 43): I . a nota fiscal de que trata a alínea "a" não conterá o destaque do imposto. § 1º No caso de equipamentos especiais. do seu emitente. 253 RICMS . da série. PARTES. forem entregues pelo fornecedor diretamente ao industrializador. art.12. 1. além das exigências previstas. quando devido. Na hipótese do artigo anterior. 307 do RICMS". sem destaque do valor do imposto.RICMS .05. cada industrializador deverá (Convênio SINIEF s/n.o estabelecimento industrializador deverá: a) emitir nota fiscal. que será qualificado nessa nota fiscal. na saída do produto industrializado com destino ao adquirente. 42 do Convênio SINIEF s/n.12. o endereço e os números de inscrição. b) efetuar na nota fiscal referida na alínea anterior o destaque do valor do imposto. 308. e da data da nota fiscal referida no inciso anterior. atualizado até o Decreto n. o endereço e os números de inscrição.Aprovado pelo Decreto n. a série. 7.emitir nota fiscal para acompanhar o transporte da mercadoria ao industrializador seguinte. quando de direito. autor da encomenda. sendo o caso. constará o número. por cuja conta e ordem a mercadoria será industrializada. partes.o estabelecimento fornecedor deverá: a) emitir nota fiscal em nome do estabelecimento adquirente.

sem que ocorra o retorno da mercadoria ou a transmissão da propriedade. No retorno de mercadoria de que trata este Capítulo. quando devido. em quantidade necessária para se conhecer o produto. será calculado pela alíquota interna. § 1º O documento fiscal referido neste artigo servirá para acompanhar a mercadoria em seu retorno ao estabelecimento de origem.o valor do ICMS.para demonstração.091. alteração 122ª. observado o prazo previsto no inciso II do “caput”.949 ou 6.12.980 de 21.RICMS .01.2010 a) deverá conter a indicação dos números.949. sendo o caso. 309. É suspenso o pagamento do imposto nas operações internas de remessa e retorno de mercadoria (Ajuste SINIEF 8/08): I . sendo o caso.o valor do ICMS. devendo na nota fiscal emitida constar: I .980 de 21. quando devido. § 2º Na hipótese de produto formado por mais de uma unidade. § 3º Na saída de mercadoria destinada a demonstração ou mostruário.Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto". meias. produzindo efeitos a partir de 1º. 1.2010 terá por natureza da operação "Encerramento da fase de suspensão". a série. IV . § 3º O disposto no inciso I não se aplica nos casos em que a remessa da mercadoria para demonstração se destine a contribuinte do ICMS. o contribuinte deverá emitir nota fiscal que conterá. CAPÍTULO VIII DAS REMESSAS DE MERCADORIAS DESTINADAS A DEMONSTRAÇÃO E MOSTRUÁRIO Art.como destinatário: o próprio remetente. § 8º O trânsito de mercadoria de que trata este Capítulo deverá ser efetuado com a correspondente nota fiscal. 309.07. 3. II .no campo “Informações Complementares”: os locais de treinamento. além dos demais requisitos. atualizado até o Decreto n. desde que o retorno real ou simbólico. mesma cor. sendo o caso.2007. e a data da emissão da nota fiscal original. § 6º A nota fiscal referida no § 5º deverá ser lançada no quadro "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS.365. acabamento e numeração diferente. o valor do ICMS.2008. tais como. III . § 1º Não se considera mostruário aquele formado por mais de uma peça com características idênticas.lançar a nota fiscal emitida para documentar a entrada no livro Registro de Entradas. ao estabelecimento de origem. II . espessura. o contribuinte deverá: I . IV . na coluna "ICMS .emitir nota fiscal para documentar a entrada. com destaque do valor do imposto anteriormente suspenso.Aprovado pelo Decreto n. a nota fiscal emitida para documentar a entrada será lançada na coluna "ICMS .no campo “Informações Complementares”. da série.05. contados da data da saída. de 13.como natureza da operação: “Remessa para Treinamento”.natureza da operação: “Remessa para Demonstração” ou “Remessa de Mostruário”. Redação original em vigor no período de 1º. Nova redação dada à denominação do Capítulo VIII do Título III e para os artigos 309 e 310. ocorra no prazo de sessenta dias. calçados. desde que a mercadoria retorne nos prazos previstos no “caput”. somente será considerado como mostruário se composto apenas por uma unidade das partes que o compõem. brincos. mesmo modelo. na remessa para demonstração. ocorra no prazo de noventa dias. quando devido.de mostruário.2007. destinada a empregado ou representante. atualizado até o Decreto n. mediante despacho do Delegado Regional da Receita a ser proferido em petição justificada do interessado. § 4º Na hipótese de remessa de mostruário. 1.Aprovado pelo Decreto n.2008: "CAPÍTULO VIII DA REMESSA DE MERCADORIA EM DEMONSTRAÇÃO 256 . aplica-se. desde que o retorno real ou simbólico.2008 até 31. hipótese em que este deverá emitir nota fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário.05. com valor comercial. deverá ser emitida nota fiscal.2008. na hipótese de remessa de mercadoria a ser utilizada em treinamento sobre o uso da mesma. prorrogáveis por igual período. destinada a terceiro.08. remetida a pessoa não obrigada a emissão de documento fiscal. do Decreto n.912. II . contados da data da saída. de 13. a observação: “Mercadoria remetida para demonstração” ou “Mercadoria enviada para compor mostruário de venda”. na remessa de mostruário. b) será lançada no quadro "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. Art. que 255 RICMS . a data da emissão e o valor do documento fiscal original.091.Valores Fiscais .Operações ou Prestações com Crédito do Imposto". § 5º Decorridos os prazos de que trata o “caput”. III . 7.912 ou 6. ao estabelecimento de origem. calculado pela alíquota interna. tais como.Valores Fiscais . mencionando-se o número e a série. ainda. as seguintes indicações: I . § 2º Tendo ocorrido o recolhimento de que trata o § 5º do art. luvas. pelo art. de 03. 310.09. o código 5. 1º.12. § 7º O disposto no § 3º. das datas de emissão e dos valores relativos às notas fiscais de remessa.CFOP: o código 5. 7. no mês de sua emissão. indicando-se o número. II .

O estabelecimento que receber em retorno. inclusive serviços auxiliares ou complementares. e a data da emissão da nota fiscal original. fiscalização.12.lançar a nota fiscal emitida para documentar a entrada no livro Registro de Entradas. deverá ser lançada no quadro "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS. 314.980 de 21. utilidades domésticas. a série. g) serviços auxiliares ou complementares necessários à execução das obras. máquinas operatrizes e de construção de estradas. Art. por administração.na aquisição de mercadoria ou bem destinado ao uso ou consumo ou ao ativo permanente. o retorno simbólico será documentado por nota fiscal emitida para documentar a entrada. de carpintaria. § 2º Tendo ocorrido o recolhimento de que trata o § 1º do artigo anterior. responsáveis pela execução de obras no todo ou em parte. na coluna "ICMS-Valores Fiscais . 309. § 2º O disposto neste artigo aplica-se. em relação a cada estabelecimento. hidrelétrica.091. demolição. para cumprimento das obrigações previstas neste Regulamento. caso o destinatário da mercadoria em demonstração não esteja obrigado à emissão de documento fiscal. de obras hidráulicas e de outras semelhantes. quando remetidos a terceiros. projetos. de 13. com destaque do imposto. instrumentos mecânicos. Na hipótese deste artigo. 1. tais como: elaboração de plantas. Em relação à construção civil o ICMS será devido. que terá por natureza da operação "Encerramento da fase de suspensão". f) execução de obras de montagem e construção de estruturas em geral.2010 § 1º Entende-se por empresa de construção civil. a data da emissão e o valor do documento fiscal original. mediante contrato de administração. IV . § 1º O documento fiscal referido neste artigo servirá para acompanhar a mercadoria em seu retorno ao estabelecimento de origem. em nome do estabelecimento adquirente. para prestação de serviços técnicos. em seu nome ou de terceiros. no mês de sua emissão.05.091. a circulação de mercadoria ou a prestação de serviço de transporte. reforma ou reparação de prédios ou de outras edificações.Operações ou Prestações com Crédito do Imposto".Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto". deverá ser emitida nota fiscal.na saída de materiais.2007. implementos agrícolas. II . e) execução de obras de terraplenagem. deverá: I . 257 RICMS . tais como: a) construção. se devido.2010 Art. tais como de alvenaria.na entrada de bens importados do exterior. de pavimentação em geral. cálculos. Art. mencionando-se o número e a série. contados da data da saída. em operação 258 . ou de demolição. logradouros públicos e outras obras de urbanismo. 7. sem que tenha retornado ao estabelecimento de origem. na execução de obras de construção civil. c) construção e reparação de pontes." Art. de serralheria. mercadoria remetida para demonstração à pessoa não obrigada a emissão de documento fiscal. É suspenso o pagamento do imposto nas operações internas de remessa e retorno em demonstração de máquinas. CAPÍTULO IX DA CONSTRUÇÃO CIVIL Art. com destaque do valor do imposto anteriormente suspenso.2007. a nota fiscal emitida para documentar a entrada será lançada na coluna "ICMS-Valores Fiscais . d) construção de sistemas de abastecimento de água e de saneamento. a série.a empresa que se dedicar às atividades profissionais relacionadas com a construção civil. de marcenaria. sem fornecimento de materiais. aos empreiteiros e subempreiteiros. que promova. Art. ocorra no prazo de trinta dias.12.05. quando as mercadorias fornecidas forem produzidas pelo próprio prestador fora do local da prestação dos serviços. estudos. o transmitente deverá emitir nota fiscal. Não está sujeito à inscrição no CAD/ICMS: I . 7. dentre outras hipóteses: I . 313.980 de 21. elétricas. 312. A empresa de construção civil deverá manter inscrição no CAD/ICMS. de 13. Parágrafo único. toda pessoa natural ou jurídica. atualizado até o Decreto n. sondagens de solos e assemelhados. também. para os efeitos deste artigo. 310. III . hidráulicas. sendo o caso. de pintura. b) construção e reparação de estradas de ferro ou rodagem. 311. sendo o caso e a data da emissão do documento fiscal emitido por ocasião da remessa para demonstração. incluindo os trabalhos concernentes às estruturas inferiores e superiores de estradas e obras de arte. viadutos. desde que o retorno real ou simbólico ao estabelecimento de origem. aparelhos e instrumentos de utilidade hospitalar. mencionando-se o número.RICMS . sendo o caso. II . empreitada ou subempreitada.a empresa que se dedicar exclusivamente à prestação de serviços em obras de construção civil.Aprovado pelo Decreto n. sem que ocorra o retorno da mercadoria ou a transmissão da propriedade. de instalação de gás.no fornecimento de casas e edificações pré-fabricadas e nos demais casos de execução. indicando-se o número. Ocorrendo a transmissão da propriedade da mercadoria remetida para demonstração. inclusive sobras e resíduos decorrentes da obra executada. 1. § 2º A nota fiscal referida no parágrafo anterior. marítimas ou fluviais. empreitada ou subempreitada de construção civil. § 1º Decorrido o prazo de que trata este artigo. II . aparelhos.emitir nota fiscal para documentar a entrada.Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n.

1. 65 (Convênio ICMS 47/00). de 13.Aprovado pelo Decreto n. nas colunas relativas a data e ao documento fiscal. fazendo constar na coluna "Observações" a natureza da operação. em partes iguais. § 2º Os estabelecimentos das empresas referidas no "caput" que realizarem operações com mercadorias deverão 260 . para as unidades federadas envolvidas na prestação. 30/99 e 22/08). Art. alteração 40ª. 315. indicando-se. O estabelecimento inscrito sempre que promover saída de mercadoria ou transmissão de sua propriedade fica obrigado à emissão de nota fiscal.05. § 2º Fica dispensada a escrituração nos livros fiscais do documento emitido na forma deste artigo. entre os estabelecimentos de uma mesma instituição financeira.05.667.2008 a 30.430 de 18. bem como o local da obra a que se destinarem. estadual e no CNPJ. será documentada por Nota Fiscal.2007.091.091. Art.2007. 318. o endereço desta.2009 Redação original em vigor no período de 1º. da empresa de construção.04. conterá a indicação do local da saída do bem ou do material. Parágrafo único.2009 surtindo efeitos a partir de 1º. se for o caso. A instituição financeira quando contribuinte do imposto poderá manter inscrição centralizada para cumprimento das obrigações previstas neste Regulamento (Ajuste SINIEF 23/89).03. de 13. em um único estabelecimento. § 1º Na hipótese da mercadoria ser retirada diretamente do local da obra. § 4º O contribuinte poderá manter impressos de documentos fiscais no local da obra. atualizado até o Decreto n." CAPÍTULO X 259 RICMS . As empresas prestadoras de serviços de telecomunicação. Revogado. Redação original em vigor no período de 1º. o endereço e os números de inscrição. 316.980 de 21. § 2º Tratando-se de operação não sujeita ao ICMS. CAPÍTULO XI DAS EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES Art.01. a inscrição no CAD/ICMS. além dos requisitos exigidos. a escrita fiscal e o recolhimento do imposto correspondente às prestações efetuadas por todos os seus estabelecimentos existentes no território paranaense (Convênios ICMS 126/98 e 30/99). O disposto no inciso IV somente se aplica na hipótese em que o estabelecimento adquirente seja contribuinte do ICMS Art.RICMS . com as indicações dos locais de procedência e destino. entre estes e a obra ou de uma para outra obra será feita mediante a emissão de nota fiscal. 317. 7. 1º. modelo 1 ou 1-A.980 de 21. devendo o mesmo ser arquivado em ordem cronológica e mantido à disposição do fisco no estabelecimento centralizador.2008. sendo o caso.05. observado o disposto nos incisos VII e XVII do art. relacionadas no Anexo Único do Convênio ICMS 126/98. relativamente ao diferencial de alíquotas.04. 317pela alteração 221ª. a movimentação de mercadoria ou outro bem móvel. § 1º A circulação de bens do ativo e de material de uso e consumo. de 16.12.01. o imposto devido será recolhido. centralizarão.2009: "Art. 319.2008 até 31. 4. art. relacionadas em Ato Cotepe. em um único estabelecimento. centralizarão. § 3º O estabelecimento centralizador deverá manter o controle de utilização dos documentos fiscais pelos demais estabelecimentos.05. Parágrafo único. tal fato será consignado no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais" da nota fiscal. desde que conste no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências os seus números. bem como a indicação expressa do local onde será entregue.03.2008: "Art. a escrita fiscal e o recolhimento do imposto correspondente às prestações efetuadas por todos os seus estabelecimentos existentes no território paranaense (Convênios ICMS 126/98.2008.2010 interestadual. 2.Aprovado pelo Decreto n. 1º." § 1º Na prestação de serviços de telecomunicações não medidos. série. do Decreto n. 1. 317.12. 319. além das exigências previstas. surtindo efeitos a partir de 1º. envolvendo localidades situadas em diferentes unidades federadas e cujo preço seja cobrado por períodos definidos. a inscrição no CAD/ICMS. Revogado o art. do Decreto n. a nota fiscal emitida deverá ser escriturada nos respectivos livros fiscais. As empresas prestadoras de serviços de telecomunicação. atualizado até o Decreto n. 7. entre os estabelecimentos do mesmo titular. Na saída interestadual de mercadoria para empresa de construção civil inscrita no cadastro de contribuintes do ICMS da unidade federada de destino aplica-se a alíquota interestadual. Os livros serão escriturados nos prazos e condições previstos neste Regulamento. Na hipótese do § 2º do artigo 315.2010 DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA Art. § 3º A mercadoria adquirida de terceiros poderá ser remetida diretamente para a obra. que. Nova redação do caput do artigo 319 dada pelo art. desde que no documento fiscal constem o nome.

a indicação do endereço e CNPJ de sua sede. por sistema eletrônico de processamento de dados. nos termos dos arts. do Decreto n.001 a 999. de 13.) § 5º As Notas Fiscais de Serviço de Telecomunicações serão numeradas de 000.SMP. e as Notas Fiscais de Serviço de Comunicação. 2. surtindo efeitos a partir de 1º. § 1º Na hipótese de emissão e impressão simultânea do documento fiscal. de 13. dispensada a exigência da calcografia (talho doce) no papel de segurança. f) Serviço Móvel Global por Satélite .STFC. respectivamente. deverão obter inscrição no CAD/ICMS.SLE.001 a 999. do Decreto n.04. tributadas. abrangendo todas prestações de serviços realizadas por todos os seus estabelecimentos situados no território paranaense (Convênios ICMS 126/98 e 115/03). os documentos fiscais emitidos durante o período de apuração (Convênio ICMS 126/98).05.999. nas modalidades relacionadas no §1º. de todas as unidades da Federação onde atue. 322.a escrituração fiscal e a manutenção de livros e documentos no estabelecimento referido no inciso anterior. Nova redação do parágrafo 5º do artigo 322 dada pelo art.2008 a 30.05. desde que: a) sejam cumpridos todos os requisitos estabelecidos neste Capítulo.SRTT.SMC. caso em que será aposta a seguinte expressão: "Cópia da 1ª Via Não gera direito a crédito". a empresa deverá observar as disposições contidas na Subseção II da Seção V do Capítulo IV do Título II. 28.SME.667. para fins de inscrição. em uma única via. ou da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação.RICMS . Art. § 4º A empresa de telecomunicação que prestar serviços em mais de uma unidade federada fica autorizada a imprimir e emitir os documentos fiscais previstos neste artigo. b) os dados relativos ao faturamento de todas as unidades federadas de atuação da empresa prestadora de serviço de telecomunicação sejam disponibilizados. 1. § 2º.SMGS. inclusive em meio eletrônico.SCM. 1. § 4º As informações contidas no livro Razão Auxiliar a que se refere o parágrafo anterior deverão ser disponibilizadas. por parte da empresa prestadora de serviços de telecomunicação. concomitantemente com a emissão da primeira via. II . § 3º As informações constantes nos documentos fiscais referidos no "caput" deverão ser gravadas. 111.999. observado o disposto no Capítulo XVII do Título III. inclusive em papel.999.2008 a 30. j) Serviço de Conexão à Internet .2008.2008.. d) Serviço de Comunicação Multimídia .091. de forma discriminada e segregada por unidade federada (Convênio ICMS 41/06).05. sendo-lhes facultada (Convênio ICMS 113/04): I .980 de 21. atualizado até o Decreto n. de livro Razão Auxiliar contendo os registros das contas de ativo permanente.05.ANATEL: a) Serviço Telefônico Fixo Comutado .12. alteração 41ª. 322.05.. 262 . reiniciada a numeração quando atingido este limite. fica autorizada a emissão de cópia da mesma. custos e receitas auferidas. o qual será conservado. Art.Aprovado pelo Decreto n. No caso de opção pela indicação prevista no inciso I.2007. de forma discriminada e segregada por unidade da Federação. Fica o estabelecimento centralizador de que trata o art. surtindo efeitos a partir de 1º. de 16." § 6º Na hipótese de extravio da 1ª via da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. § 3º A fruição do regime especial previsto neste Capítulo fica condicionada à elaboração e apresentação. Serão considerados. 7. de 16.04. 1º.01. sendo facultada a centralização da apuração e do recolhimento na forma do art. 7.980 de 21. alteração 41ª.2007. § 5º As Notas Fiscais de Serviço de Telecomunicações.SCI. 86 a 92. o prestador de serviço de comunicação de que trata este artigo deverá indicar representante legal domiciliado em território paranaense.2008. Os prestadores de serviços de comunicação.01.2008: "Art.000.2010 inscrever-se no CAD/ICMS.2008: "Art. Nova redação do parágrafo 6º do artigo 322 dada pelo art.12. 1º.091. serão numeradas de 000. atualizado até o Decreto n.DTH. 319 autorizado a emitir Nota Fiscal de Serviço de 261 RICMS . reiniciada a numeração quando atingido este limite. c) Serviço Móvel Celular . de forma centralizada. conforme nomenclatura definida pela Agência Nacional de Telecomunicações . i) Serviço de Rede de Transporte de Telecomunicações . quando solicitado. em meio magnético óptico não regravável.05. 2. § 1º O disposto no "caput" aplica-se as seguintes modalidades de serviços de comunicação. e) Serviço Móvel Especializado . § 2º Fica dispensada a exigência de formulário de segurança. b) Serviço Móvel Pessoal .2008. desde que previamente autorizada pelo fisco. 322. Art. 321. (. quando solicitadas pelo fisco (Convênio ICMS 41/06). g) Serviço de Distribuição de Sinais de Televisão e de Áudio por Assinatura Via Satélite .999. isentas e não-tributadas. observado o disposto no parágrafo único do art.667. 320. Redação original em vigor no período de 1º.000.Aprovado pelo Decreto n. para ser disponibilizado ao fisco.2010 Comunicação e Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. Redação original em vigor no período de 1º. para a apuração do imposto referente às prestações e operações. inclusive em meio eletrônico (Convênio ICMS 41/06). h) Serviço Limitado Especializado .

" Art. § 1º Adotando a sistemática prevista neste artigo. no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.12. que tenham como tomadoras de serviço as empresas referidas no “caput”.) § 6º Na hipótese de extravio da 1ª via da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações.2010: "§ 8º A empresa de telecomunicação. 324 dada pelo art. art.05. do Decreto n.05.05. para os fins ali previstos. as séries e as subséries das notas fiscais adotadas para cada tipo de prestação de serviço. § 3º Sujeitar-se-á o documento interno previsto neste artigo a todas as demais normas relativas a documentos fiscais.2009.091. além dos demais requisitos. 323. poderá a empresa de telecomunicação (Convênio ICMS 126/98): I . produzindo efeitos a partir de 1º.SLE. sobre o preço do serviço cobrado do usuário final 264 . 324.2008 a 30. em poder de preposto.855. § 8º A empresa de telecomunicação. II . de 10. contendo a natureza e o detalhamento dos serviços.01. de 24. ao usuário final..01. Redação original em vigor no período de 1º.05. apenas.manter impresso do documento interno de que trata o inciso anterior. alteração 295ª.980 de 21. de 16.) b) no último dia de cada mês. § 2º O tratamento tributário previsto neste artigo fica condicionado à comprovação do uso do serviço como meio de rede.04. Nova redação da alínea "b" do parágrafo 1º do artigo 323 dada pelo art.091. do número do contrato ou do relatório de tráfego ou de identificação específica do meio de rede que comprove a natureza dos serviços e sua finalidade. ao final do dia. § 2º Deverá manter à disposição do fisco. endereços e características do local de instalação do meio. pelo cessionário. 1º. deverá informar à repartição fiscal a que estiver vinculada. de 13. 1º. Serviço Móvel Celular . 202.04. (. § 1º Aplica-se.2008. na hipótese do § 7º. uma via do documento interno emitido e todos os documentos que serviram de base para a sua emissão. Art. 4. 1. Na prestação de serviços de comunicação entre empresas de telecomunicação relacionadas no Ato COTEPE 10/08. da seguinte forma: a) apresentação de demonstrativo de tráfego. surtindo efeitos a partir de 1º. 1. de 13. de subsérie especial.2009. da inclusão ou da exclusão da série ou da subsérie adotadas (Convênios ICMS 13/09 e 6/10). prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado . além das demais exigências previstas neste Regulamento. emitir a Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. Em relação a cada Posto de Serviço.) 263 RICMS . o disposto neste artigo às empresas prestadoras de Serviço Limitado Especializado ..06. o imposto será devido.Aprovado pelo Decreto n.2008: "Art.2009. observado o disposto no parágrafo único do art. Redações anteriores: a) original em vigor no período de 1º. de 23 de abril de 2008.12.. o resumo diário dos serviços prestados.05.07.2010.2010. d) indicação. b) no último dia de cada mês.2007. 1º. do Decreto n." § 7º As empresas que atenderem às disposições da Seção VIII do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento ficam dispensadas do cumprimento das obrigações previstas nos §§ 1º. antes do inicio da utilização.SCM.SME e Serviço de Comunicação Multimídia .667. 413. alteração 443ª. os impressos dos documentos internos destinados a cada posto. contrato de cessão de meios de rede ou outro documento.2010 (. 323.2008.2008 a 30. Nova redação do § 8º do artigo 322 dada pelo art. alteração 42ª.06.955. deverá informar à repartição fiscal a que estiver vinculada. 324. 2. no arquivo previsto no inciso II do art.STFC. 2º e 3º deste artigo.887. de subsérie especial.2009 até 30.05. ou seja. Serviço Móvel Especializado .04. deverá a empresa de telecomunicação observar o que segue: a) indicar.2007. também.05. da alteração ou da exclusão da série ou da subsérie adotada (Convênio ICMS 13/09). abrangendo todos os documentos internos emitidos no mês. sendo devido sobre o preço do serviço cobrado (Convênios ICMS 126/98. 111. 1º do Decreto n. Na cessão onerosa de meios das redes de telecomunicações a outras empresas de telecomunicações constantes no Anexo Único do Convênio ICMS 126/98.SMC ou Serviço Móvel Pessoal . antes do início da utilização. surtindo efeitos a partir de 1º.2008: "Art.Não gera direito a crédito".SMP. do Decreto n.2010 § 1º (.980 de 21. quando utilizar tais meios para prestar serviços de telecomunicações a seus próprios usuários. de 05. abrangendo todos os documentos internos emitidos no mês. no corpo da nota fiscal. da alteração. ou a Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. atualizado até o Decreto n. Redação original que foi acrescentada pela alteração 269ª. fica autorizada a emissão de cópia da mesma. com destaque do ICMS devido. 7.emitir. surtindo efeitos a partir de 1º. b) declaração expressa do tomador do serviço confirmando o uso como meio de rede. desde que observado o disposto no § 2º deste artigo e no § 7º do art. o imposto incidente sobre a cessão dos meios de rede fica diferido para o momento da efetiva prestação de serviço de comunicação. a série e subsérie e o número ou código de controle correspondente ao posto. atualizado até o Decreto n. 7. 4. documento interno que conterá. as séries e as subséries das notas fiscais adotadas para cada tipo de prestação de serviço.. com destaque do ICMS devido (Convênio ICMS 22/08). caso em que será aposta a seguinte expressão: "Cópia da 1ª Via ..Aprovado pelo Decreto n.. emitir a Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. 6. nos casos em que a cessionária não se constitua usuária final. Nova redação do artigo n. 31/01 e 22/08 e 117/08). c) utilização de código específico para as prestações de que trata este artigo.RICMS . na hipótese do § 7º.

o disposto neste artigo às empresas de Serviço Limitado Especializado . também. fica concedido regime especial de ICMS.SMP. Redação original em vigor no período de 1º. na forma da alínea "b" do § 1º do art. observado o contido no art.09.2008 até 30. que tenham como tomadoras de serviços as empresas relacionadas no referido Anexo. 7. Na saída do bem de que trata o artigo anterior (Convênio ICMS 80/01): I . Na prestação de serviços de comunicação a empresas de telecomunicação relacionadas em Ato Cotepe.091. 325 dada pelo art. do Decreto n. 23. 328. entre empresas prestadoras de Serviço Telefônico Fixo Comutado .794/2008) Parágrafo único. II . além dos demais requisitos exigidos.091. 1º. de 18.SLE. por sistema eletrônico de processamento de dados. em vigor no período de 1º.05. 158 e seus parágrafos." c) dada pelo art.01. também.980 de 21. 328 dada pelo art. também.Convênio ICMS 80/01 . O disposto nos artigos anteriores deste Capítulo não implica na dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas neste Regulamento (Convênio ICMS 126/98). a indicação "Convênio ICMS 80/01". de 13.as operadoras manterão à disposição do fisco os contratos que estabeleceram as condições para a interconexão das suas redes. Na cessão onerosa de meios das redes de telecomunicações a outras empresas de telecomunicações constantes em Ato Cotepe. a indicação "Convênio ICMS 80/01". decorrente de contrato de interconexão.2008: "Art. sendo que as notas fiscais serão lançadas no livro: a) Registro de Saídas.2008: "Art. III .01. constando. 252.667. nos casos em que a cessionária não se constitua usuária final. de 16 de julho de 1997. no que couber. destinado a operações de interconexão com outras operadoras (Convênios ICMS 80/01 e 22/08). 328. 1º. de 16.2009: "Art.667." 265 RICMS . ou Notas Fiscais de Serviços de Comunicação. 7. 324. ou seja. alteração 43ª.SME. b) Registro de Inventário.472.10. alteração 156ª. 324. desde que observado. a disposição deste artigo às empresas de Serviço Limitado Especializado . Art. da Lei n.2008. Serviço Móvel Especializado . 3. 325. do Decreto n. Redação original em vigor no período de 1º. 202 (Convênio ICMS 111/02).Aprovado pelo Decreto n. surtindo efeitos a partir de 1º.05. que tenham como tomadoras de serviço as empresas relacionadas em Ato Cotepe. 9. § 2º O tratamento previsto neste artigo fica condicionado à elaboração do DETRAF contendo detalhamento do tráfego cursado e indicação do número do contrato de interconexão no corpo da nota fiscal relativo ao faturamento destes serviços. do Decreto n.2007. Às empresas prestadoras de serviços de telecomunicação relacionadas no Anexo Único do Convênio ICMS 126/98." Art. desde que observado.12. atualizado até o Decreto n. destinado a operações de interconexão com outras operadoras (Convênio ICMS 80/01).SMC ou Serviço Móvel Pessoal .05. Serviço Móvel Especializado SME e Serviço de Comunicação Multimídia . a seguinte observação: "Regime Especial . Aplica-se.05.2008: "Art. 266 .04.NFST.2008 a 30.SLE. de 16.as operadoras emitirão. Nova redação do artigo n. Serviço Móvel Especializado . quando utilizar tais meios para prestar serviços de telecomunicações a seus próprios usuários.794. 31/01 e 22/08). com a observação: "bem em poder de terceiro destinado a operações de interconexão". surtindo efeitos a partir de 1º.11.2008 a 30. na forma do art. nas operações internas e interestaduais. As empresas de telecomunicação poderão imprimir suas Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações. 31/01 e 22/08 e 117/08). e Serviço de Comunicação Multimídia .05.2008 a 30. 202.05. As empresas de telecomunicação poderão imprimir suas Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações .SLE. b) Registro de Inventário.SCM.05. que tenham como tomadoras de serviço as empresas relacionadas em Ato Cotepe.06.SCM. surtindo efeitos a partir de 1º.2007. 3. 252. 1. relativamente à remessa de bem. relativamente à remessa de bem integrado ao ativo permanente. constando. 202 (Convênio ICMS 111/02). 1. o disposto no § 7º do art.2008. o imposto será devido apenas sobre o preço do serviço cobrado do usuário final (Convênios ICMS 126/98. no que couber.2008. § 1º O disposto neste artigo aplica-se. desde que (Convênios ICMS 06/01 e 97/05): " I . 97/05 e 22/08): Nova redação do caput do artigo n. observado o disposto no art. Art. conjuntamente com as de outras empresas de telecomunicação em um único documento de cobrança. no que couber. o disposto no § 7º do art. a empresas de Serviço Limitado Especializado .2010 Art. 2. o imposto incidente sobre a remuneração dos meios de rede e sobre o tráfego cursado na interconexão será devido apenas sobre o preço do serviço cobrado do usuário final (Convênios ICMS 126/98. Parágrafo único. conjuntamente com as de outras empresas de telecomunicação em um único documento de cobrança. Aplica-se.980 de 21.Aprovado pelo Decreto n. 2. 1º. do Dec n. 327. Fica concedido regime especial de ICMS às empresas prestadoras de serviços de telecomunicação relacionadas em Ato Cotepe.2º. desde que (Convênios ICMS 6/01.667. com a observação: "bem de terceiro destinado a operações de interconexão". do Decreto n. na coluna "Observações".2010 (Convênios ICMS 126/98 e 31/01)." b) dada pelo art. contendo.a emissão dos correspondentes documentos fiscais seja feita individualmente pelas empresas prestadoras do serviço de telecomunicação envolvidas na impressão conjunta.a destinatária deverá escriturar o bem nos livros: a) Registro de Entradas.bem destinado a operações de interconexão com outras operadoras". alteração 45ª.12. (Ver contido art. 326. na coluna "Observações". de 16. 1º. atualizado até o Decreto n.RICMS . 325. alteração 44ª. integrado ao ativo permanente. na forma da alínea "a" do § 1º do art.2008. 322 e demais disposições específicas. Serviço Móvel Celular .STFC. desde que observado. 2. nota fiscal para acobertar a operação.SME e Serviço de Comunicação Multimídia .2008.SCM. de 13.2008. o disposto no § 7º do art.05.04.

surtindo efeitos a partir de 1º. surtindo efeitos a partir de 1º.091. ou Serviço de Comunicação Multimídia . relativamente aos documentos por ela impressos. conjunta e previamente. alteração 45ª. relatório contendo totalizações.2010. na forma definida em NPF.NFSC. arquivo texto. 328 dada pelo art. surtindo efeitos a partir de 1º.2008: "III . 1º.2008. alteração 45ª.as empresas envolvidas estejam relacionadas no Anexo Único do Convênio ICMS 126/98 ou quando uma das partes for empresa de Serviço Móvel Especializado (SME) ou Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e a outra esteja relacionada neste Anexo Único. Redação original em vigor no período de 1º. 1º. quando apenas uma das empresas estiver incluída no Anexo Único do Convênio ICMS 126/98.as Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações.667. a emissão do 267 RICMS . 6. autorização para adoção da sistemática prevista neste artigo.04. 1.2010. do Decreto n.05. § 1º O documento impresso nos termos deste artigo será composto pelos documentos fiscais emitidos pelas empresas envolvidas. alteração 270ª. a inscrição estadual e o CNPJ. alteração 270ª. as séries e as subséries das notas fiscais adotadas para esse tipo de prestação. 6.05. O § 6º do artigo 328 foi acrescentado pelo art. de 16. CNPJ.2010 II . no mínimo. ou as Notas Fiscais de Serviços de Comunicação. indicando para cada série e subsérie a empresa emitente e a empresa impressora do documento. de 16. conjunta e previamente. 1º. surtindo efeitos a partir de 1º. do Decreto n.SCM (Convênio ICMS 22/08). II . do Decreto n. 1º.05. 1º. no prazo previsto para a apresentação do arquivo magnético descrito na Seção VIII do Capítulo XVII do Título III. surtindo efeitos a partir de 1º. valor total.01. do Decreto n. CAPÍTULO XII 268 . 214. 4. Redação original.667. na forma definida em NPF. 2.06. com as respectivas séries e subséries (Convênio ICMS 13/09)".05. das outras e de outros valores que não compreendem a base de cálculo.2008: "§ 2º Na hipótese do inciso II. os números inicial e final. Redação original que foi acrescentada pelo art. alteração 444ª.05. Nova redação do parágrafo 2º do artigo n. conforme leiaute e manual de orientação descrito em Ato COTEPE. deverá apresentar. atualizado até o Decreto n. atualizado até o Decreto n. no prazo previsto para a apresentação do arquivo magnético descrito na Secção VIII do Capítulo XVII do Título III. 1. telefone e seu “e-mail”. alteração 444ª. da base de cálculo. surtindo efeitos a partir de 1º. modelo. Redação original em vigor no período de 1º. c) informem." IV . refiram-se ao mesmo usuário e ao mesmo período de apuração.2010. quando apenas uma das empresas estiver relacionada em Ato Cotepe. ICMS. no mínimo: razão social.2008. III . assim como qualquer tipo de alteração ou de exclusão de série ou de subsérie adotada (Convênio ICMS 13/09)". 7. conjunta e previamente. do Decreto n.01. contendo." § 3° A omissão de entrega dos arquivos magnéticos na forma prevista no art.2009 até 30. de 10. na forma estabelecida em norma de procedimento fiscal. III . o valor total: dos serviços. do ICMS. deverão ser preenchidos com zeros. § 2º Na hipótese do inciso II.2007.12. 1º.887.12. de 05. 6.2010. as séries e as subséries das notas fiscais adotadas para esse tipo de prestação.05. indicando.nome do responsável pela apresentação das informações.667.2010. 2.2008. 328 dada pelo art. Nova redação do § 5º do artigo 328 dada pelo art. alteração 444ª.2007.dos documentos impressos: período de referência.04.2008. de 16.05. b) adotem série ou subsérie distinta para os documentos fiscais emitidos e impressos nos termos deste artigo.as NFST refiram-se ao mesmo usuário e ao mesmo período de apuração.06. 4.2010.855. de 05. as seguintes informações (Convênios ICMS 13/09 e 6/10): I . Nova redação da alínea "c" do inciso IV do artigo 328 dada pelo art.05. nos termos do inciso I. das isentas.05.980 de 21. § 5º A empresa responsável pela impressão do documento fiscal nos termos deste artigo. 2. valor das isentas.05.2010 documento caberá a essa empresa (Convênio ICMS 22/08).091.05. poderá ser adotada série diversa daquela prevista no art. relativamente aos documentos por ela impressos. do Decreto n.05.05. § 4° Para fins do disposto na alínea "b" do inciso IV.2010: "§ 5º A empresa responsável pela impressão do documento fiscal nos termos deste artigo. de 10.04. a emissão do documento caberá a essa empresa. § 6º A obrigatoriedade da entrega do arquivo de que trata o § 5º persiste mesmo que não tenha sido realizada prestação no período. surtindo efeitos a partir de 1º. de 13. do Decreto n.2008. deverá apresentar. 417 implicará no cancelamento da autorização para a impressão conjunta de que trata este artigo.2008: "II . 328 dada pelo art.das empresas impressora e emitente dos documentos fiscais: a razão social. por emitente. série e subsérie.05. situação em que os totalizadores e os dados sobre os números inicial e final das Notas Fiscais de Serviços de Telecomunicações .04. outras e os números inicial e final das notas fiscais de serviço de telecomunicação. alteração 45ª. Redação original em vigor no período de 1º.ao menos uma das empresas envolvidas esteja relacionada em Ato Cotepe. seu cargo. indicando para cada série e subsérie a empresa emitente e a empresa impressora do documento. assim como qualquer tipo de alteração. base de cálculo.887.as empresas envolvidas: a) requeiram. 7.2008 a 30.855. de 13. Nova redação do inciso II do artigo n.05.RICMS .04.855. podendo uma das partes ser prestadora de Serviço Móvel Especializado – SME. surtindo efeitos a partir de 1º.Aprovado pelo Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. por série de documento fiscal impresso. 1º.2009.2010: "c) informem.2008 a 30.2009 até 30.2008.2009.05. de 05. que foi acrescentada pelo art.NFST ou das Notas Fiscais de Serviços de Comunicações . 1º. Nova redação do inciso III do artigo n. de inclusão ou de exclusão de série ou de subsérie adotadas (Convênios ICMS 13/09 e 6/10).01.980 de 21. do Decreto n.2008 a 30.

§ 1º Para os fins do disposto no inciso II. será utilizado documento de série distinta e conterá. deverá emitir Nota Fiscal de Serviços de Telecomunicação. com destaque do imposto devido.impressão e fornecimento.disponibilização na internet das informações sobre o documento fiscal.as informações previstas no art. i) a identificação do agente interveniente. na hipótese da disponibilização (Convênio ICMS 55/05): I . sendo que em se tratando de instituição financeira.para utilização exclusivamente em terminais de uso público em geral. ao fisco.091.o momento de ativação dos créditos no terminal.o documento fiscal seja emitido na forma disciplinada na Seção VIII do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento. Modelo 22 . d) a identificação do terminal telefônico ou da estação móvel. desde que atendidas. para acesso.2010 modelo de preenchimento constante do Manual de Orientação . no mínimo. 331. poderá ser dispensada. c) o identificador do cartão. inclusive eletrônico.980 de 21. 330. II . quando solicitado pelo usuário. de uso múltiplo. desde que atendidas.980 de 21. de 13. quando solicitado. que possibilite o seu consumo no terminal. com o destaque do ICMS devido na prestação.12. decorrente de cartão ou assemelhado. vinculado ao crédito disponibilizado. Art. cabendo o imposto à unidade federada onde se der o fornecimento.12.05. se for o caso. Art. vinculado ao crédito disponibilizado. de 13. 329. por ocasião da sua disponibilização. na 270 . 333. 329. contendo.Aprovado pelo Decreto n. 331 poderá ser dispensada. que possa ser utilizado em terminais de uso público e particular (Convênio ICMS 12/07).091. § 2º Aplica-se o disposto no inciso I quando se tratar de cartão. por ocasião de seu fornecimento a usuário ou a terceiro intermediário para fornecimento a usuário. as seguintes condições: I . A impressão da segunda via do documento fiscal. ou seja. h) a identificação da forma de pagamento do cartão. II . as seguintes informações: a) a modalidade da ativação. disponibilizados por fichas. A empresa de telecomunicação deverá emitir Nota Fiscal. cumulativamente. 332. O prestador de serviços de telefonia. III . o acesso às informações bancárias e financeiras relacionadas com o faturamento proveniente das ativações de créditos. b) o momento da ativação dos créditos. e) o valor dos créditos. Modelo 1 ou 1-A. IV . na hipótese de ativação eletrônica dos créditos. e o código de identificação da instituição bancária. atualizado até o Decreto n. quando solicitado.de créditos passíveis de utilização em terminal de uso particular. cartões ou assemelhados. onde devem estar relacionadas as disponibilizações de créditos. o Personal Identification Number (PIN) ou assemelhado. nos termos do inciso II do art. pelos usuários e pelo fisco. II . g) a identificação do canal de comercialização ou distribuição do cartão. o PIN ou assemelhado. atualizado até o Decreto n. do arquivo eletrônico e do relatório analítico-financeiro. da primeira via da NFST.2007.RICMS . III .2010 DAS PRESTAÇÕES PRÉ-PAGAS DE SERVIÇOS DE TELEFONIA Art.Aprovado pelo Decreto n. o PIN ou assemelhado. cabendo o imposto à unidade federada onde o terminal estiver habilitado.fornecimento. a disponibilização dos créditos ocorre no momento de seu reconhecimento ou ativação pela empresa de telecomunicação.a modalidade de ativação. deverá ser informado o número da agência bancária. 329. relativamente às modalidades pré-pagas de prestações de serviços de telefonia fixa. Art.o identificador do cartão. 7. ficha ou assemelhado. na forma e no momento previsto neste Capítulo. as seguintes condições: I .NFST. II . habilitado neste Estado.2007.permitir.05. cumulativamente. f) o número da NFST emitida.Anexo VII. mesmo que eletrônico: I . o PIN ou assemelhado. 1. telefonia móvel celular e de telefonia com base em voz sobre Protocolo Internet . 330 constem no arquivo de que trata o inciso II do art. entre outras indicações previstas neste Regulamento. A ativação de crédito para utilização em terminal de uso particular.VoIP. com quatro dígitos. Art. conforme 269 RICMS . Na emissão da NFST. calculado com base no valor tarifário vigente. sem quaisquer ônus. 7. 415. A impressão da primeira via do documento fiscal emitido nos termos do art. Art. nos termos do inciso II do art. sem destaque do imposto. 334. 1. mesmo que por meios eletrônicos. mesmo que por meio eletrônico. as seguintes informações do cartão ou assemelhado. adquirido de estabelecimentos de empresas de telecomunicação localizadas em outras unidades federadas. não dispensa a emissão do documento fiscal. inclusive eletrônico.

será emitida Nota Fiscal. Nova redação dada ao artigo 336.980 de 21. realizadas entre estabelecimentos de empresas de telecomunicação. ou na hipótese de dispensa da inscrição no CAD/ICMS. a base de cálculo da operação é o preço total contratado. produzindo efeitos a partir de 1º. 7.no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais".Aprovado pelo Decreto n. correspondente às operações realizadas por todos os seus estabelecimentos existentes no território deste Estado (Ajustes SINIEF 28/89 . na definição do período. A empresa concessionária de serviço público de energia elétrica poderá centralizar. 338.CCEE deverá observar ((Convênio ICMS 15/07): I .05. 339. CAPÍTULO XIV DAS OPERAÇÕES COM ENERGIA ELÉTRICA CUJA LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA OCORRA NO ÂMBITO DA CÂMARA DE COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA .09. b) em caso de incidência do imposto. se for o caso. e 05/08) § 1º O requerimento para inclusão no Ato Cotepe referido no “caput” conterá informação do estabelecimento centralizador da escrituração fiscal e.cópia do Diário Oficial da União do ato de concessão de serviço público de energia elétrica.Aprovado pelo Decreto n. indicando as respectivas áreas de abrangência. § 3º A concessionária relacionada no Ato Cotepe referido no “caput” deverá comunicar à Secretaria Executiva do CONFAZ as alterações ocorridas nos seus dados cadastrais. constituindo o respectivo destaque mera indicação para fins de controle.2008 até 30.12. a terceiro ou a estabelecimento filial da própria empresa prestadora do serviço. pelo art. acompanhado dos seguintes documentos: I . atualizado até o Decreto n.RICMS . CAPÍTULO XIII DAS EMPRESAS DE ENERGIA ELÉTRICA Art.05. 272 .01. O disposto nos artigos anteriores deste Capítulo não implica na dispensa do cumprimento das demais obrigações previstas neste Regulamento. para cada estabelecimento destinatário: a) emitir mensalmente nota fiscal. emitirá nota fiscal.980 de 21. Para efeito de apuração do ICMS sobre o fornecimento de energia elétrica.cópia do ato constitutivo da empresa e da última alteração. os dados do terceiro ou do estabelecimento filial.10. 271 RICMS . § 2º A entrega da documentação incompleta acarretará o indeferimento do pedido. Art. correspondente às operações realizadas por todos os seus estabelecimentos existentes no território deste Estado (Ajustes SINIEF 28/89 . a escrita fiscal e o recolhimento do imposto.365. se for o caso. 1º.2010 Redação original em vigor no período de 1º. de 13. do Decreto n. 1. 329 do RICMS". Nas operações interestaduais com fichas. com destaque do ICMS devido.2007. 337. 7. exceto nos termos de cessão gerados pelo Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits . modelo 1 ou 1-A. a seguinte expressão "Simples Remessa para intermediação de cartões telefônicos . relacionada em Ato Cotepe.NFAe. modelo 1 ou 1-A. Art. como nas demais hipóteses. 11/03)" Art.2007. 3. 1.2008: "Art. ou na hipótese de dispensa da inscrição no CAD/ICMS. II . 336.091. III . poderá centralizar.no quadro "Destinatário". juntando os documentos comprobatórios dessas alterações.MCSD do Ambiente de Comercialização Regulado. em que fará constar: I . em um único estabelecimento. II . c) em se tratando de fornecimento a consumidor livre ou a autoprodutor. para acobertar a circulação dos cartões ou assemelhados até o referido estabelecimento.cópia da procuração.12. relativamente a cada contrato bilateral.2008. 335.09. a escrita fiscal e o recolhimento do imposto. 336. Sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias previstas na legislação.2008. calculado com base no valor de aquisição mais recente do meio físico (Convênio ICMS 55/05). em um único estabelecimento. requerer a emissão de Nota Fiscal Avulsa . as datas de emissão das faturas. localizados neste Estado. compreendidas entre o primeiro e o último dia do mês. Modelo 1 ou 1-A. de 03. 11/03.quando assumir a posição de fornecedor de energia elétrica deverá. A empresa concessionária de serviço público de energia elétrica. ao qual está integrado o montante do próprio imposto. alteração 123ª. em até sessenta dias após a data da ocorrência. a indicação do estabelecimento para o qual será solicitada inscrição única e deverá ser encaminhado à Secretaria Executiva do CONFAZ.091.o ICMS será recolhido pela NFST a ser emitida no momento da ativação dos créditos nos termos do inciso II do art. o agente seja da categoria de produção ou de consumo. de 13. o agente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica . cartões ou assemelhados. o ICMS será devido à unidade federada onde ocorrer o consumo. II . atualizado até o Decreto n. observar-se-á.2010 entrega real ou simbólica.CCEE Art.relativamente às liquidações no Mercado de Curto Prazo do MAE.

O crédito do imposto.para apuração e liquidação do MCSD entre geradoras. bem como suas alterações. para cada submercado e patamar de carga. de 13. relativamente à liquidação no Mercado de Curto Prazo. d) as notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. o tipo de contrato. IV .2010 deverá requerer a emissão de Nota Fiscal Avulsa . § 2º O adquirente de energia elétrica objeto do contrato bilateral de que trata o inciso I deverá informar ao respectivo agente fornecedor a sua real distribuição de cargas por estabelecimento. § 2º Respeitado o prazo mencionado no § 1º. permanecerá à disposição da CRE. contendo no mínimo. Art. b) pela entrada de energia elétrica. II . 343. d) destacar o ICMS. em caso de posição credora no Mercado de Curto Prazo. no mínimo. considerando a regra do inciso I do art. no prazo de dez dias contados da liquidação ou da solicitação. no quadro "Destinatário/Remetente" e as inscrições no CNPJ e no CAD/ICMS do emitente. b) a identificação dos consumidores livres e dos autoprodutores.PLD da CCEE.12. no quadro "Dados Adicionais". ou de empresa distribuidora suprida pelo MCSD. a alíquota interna da unidade federada de localização do consumo.05.091. exceto o consumidor livre e o autoprodutor. no prazo previsto no inciso XIX do art. ou solicitar a sua emissão: a) fazer constar. comercializadoras e distribuidoras. na forma e no montante admitidos. entre empresas geradoras. ao qual deverá ser integrado o montante do próprio imposto. no campo "Informações Complementares". com base na nota fiscal emitida nos termos do inciso I.NFAe. como base de cálculo da operação. com a indicação do número de sua inscrição no CNPJ. excluem-se as parcelas sobre as quais não incide o imposto e as que já tenham sido tributadas em liquidações anteriores. e a energia contratada para cada unidade federada. 340. atualizado até o Decreto n.2007. quando estiver enquadrado na hipótese da alínea "b".Aprovado pelo Decreto n. por meio eletrônico de dados para o fisco de cada unidade federada.deverão ser arquivadas todas as vias das notas fiscais. 339. requisitar à CCEE dados constantes em sistema de contabilização e liquidação. o resultado financeiro da liquidação no Mercado de Curto Prazo com as parcelas que o compuserem. devendo ser considerada qualquer redistribuição promovida pelo adquirente.12. observar o rateio proporcional do resultado da liquidação. § 1º O relatório fiscal relativo à liquidação no Mercado de Curto Prazo deverá ser enviado.para liquidação no Mercado de Curto Prazo: a) o Preço de Liquidação das Diferenças . em GR-PR. ou de fornecedora relativa ao MCSD. a CRE poderá. 1. é responsável pelo pagamento do imposto e deverá: I .05. atualizado até o Decreto n. II .980 de 21. b) os dados da liquidação na CCEE. de acordo com a respectiva distribuição de cargas.ao emitir a nota fiscal relativa à entrada. prevista para os pontos de consumo de cada estabelecimento.2007. § 1º Em caso de contrato globalizado por submercado.RICMS . as seguintes informações: I . comercializadoras e distribuidoras: a) o valor da energia elétrica fornecida. III . Cada estabelecimento de consumidor livre ou de autoprodutor que se enquadrar no caso da alínea "b" do inciso II do art.deverão constar na nota fiscal: a) a expressão "Relativa à liquidação no Mercado de Curto Prazo" ou "Relativa à apuração e liquidação do Mecanismo de Compensação de Sobras e Déficits .Aprovado pelo Decreto n. 341. em relação às diferenças apuradas: a) pela saída de energia elétrica. Sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias previstas na legislação do imposto. Art.980 de 21. a localização de cada ponto de consumo e suas respectivas quantidades medidas. que conterá. relativos aos agentes que especificar. II . 7. b) informações das empresas fornecedoras e supridas. somente poderá ser efetuado no mês em que o imposto tiver sido recolhido. 65. § 3º O relatório correspondente à apuração e liquidação no MCSD. 7. A CCEE elaborará relatório fiscal a cada liquidação no Mercado de Curto Prazo e para cada apuração e liquidação no MCSD.o contribuinte.091. Parágrafo único. a 274 . em relação a cada período.MCSD". Art. 340. c) a relação de todos os contratos bilaterais de compra e venda de energia registrados na CCEE.2010 b) em caso de haver mais de um ponto de consumo.efetuar o pagamento do imposto. deverá emitir a nota fiscal sem destaque de ICMS. a data da vigência. ainda que não identificada no contrato. Na hipótese do inciso II do artigo 339: I . 1. o agente de que trata o inciso I deverá emitir as notas fiscais mencionadas na alínea "a" do mesmo inciso. de 13. o valor da liquidação financeira contabilizada pela CCEE. 342. segundo as medições verificadas para a apuração da base de cálculo. 273 RICMS . no caso de posição devedora no Mercado de Curto Prazo.para determinação da posição credora ou devedora. a razão social e o CNPJ do comprador e do vendedor. Art. entre os estabelecimentos de sua titularidade. a qualquer tempo. podendo ser requisitado. c) aplicar. à base de cálculo.

pelo uso dos sistemas de transmissão. O gerador inscrito no PROINFA emitirá Nota Fiscal. 275 RICMS . de 13. e forneça ao fisco. Para os efeitos deste Capítulo. § 1º O faturamento mensal corresponderá ao estabelecido na metodologia prevista no Contrato de Compra e Venda de Energia . que deverá conter (Convênio ICMS 95/05): I . número de inscrição no CAD/ICMS. o valor total pago a todas as empresas transmissoras pela conexão e uso dos respectivos sistemas de transmissão de energia elétrica. 346-A 276 .11. 345.RICMS . 344. em que deverá constar: 1. Art. Modelo 1 ou 1-A. até o último dia do mês subseqüente ao das operações. 3. para a emissão de documentos fiscais no âmbito desse Programa. 346-A.4.2007.438.o destaque do ICMS. ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto.de conexão. relatório contendo os valores devidos pela conexão. até o último dia útil do segundo mês subseqüente ao das operações de conexão e uso do sistema de transmissão de energia elétrica. se houver. relatório contendo os valores devidos pelo uso dos sistemas de transmissão.PROINFA. de 11. na qual conste: 1. Modelo 1 ou 1-A. Art. contra a Eletrobrás.2010 Art. com as informações necessárias para a apuração do imposto devido por todos os consumidores livres. quando solicitado pelo fisco. 346.2002. 1.modelo 6.Aprovado pelo Decreto n. e demais atos expedidos pelo órgão regulador.05. atualizado até o Decreto n. O agente transmissor de energia elétrica fica dispensado da emissão de nota fiscal. atualizado até o Decreto n. como base de cálculo. relativamente aos valores ou encargos (Convênio ICMS 59/05): I . 346-B.como base de cálculo. no último dia de cada mês.091.980 de 21. o destaque do ICMS. mensalmente.980 de 21.CCVE. o valor pago a cada transmissora. a alíquota aplicável às operações com energia elétrica. § 1º Sem prejuízo do cumprimento das obrigações principal e acessórias.05.Aprovado pelo Decreto n. II . Fica atribuída ao consumidor de energia elétrica conectado à rede básica a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido pela conexão e uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu estabelecimento (Convênios ICMS 117/04 e 135/05).2003.2010 empresa distribuidora de energia elétrica deverá emitir. o consumidor conectado à rede básica deverá: a) emitir Nota Fiscal.NFAe. nos termos do disposto no art.12.PROINFA Art. 10. o valor total dos encargos de uso relativos ao respectivo sistema de distribuição.12. CAPÍTULO XV-A DO PROGRAMA DE INCENTIVO ÀS FONTES ALTERNATIVAS DE ENERGIA ELÉTRICA . a sua identificação com CNPJ e. de 13. 3. com as informações necessárias para apuração do imposto devido por todos os consumidores livres. ao qual deve ser integrado o montante do próprio imposto. desde que elabore até o último dia do mês subseqüente ao das operações e forneça. II . cumprir as obrigações previstas no art. uma Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica . 2. notas explicativas de interesse para a arrecadação e a fiscalização do ICMS. para recebimento de energia comercializada por meio de contratos a serem liquidados no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia. ou na hipótese de dispensa da inscrição no CAD/ICMS. Os agentes integrantes do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica . 1. nos termos da Lei Federal n. 7. deverão observar o disposto neste Capítulo (Ajuste SINIEF 3/09). 7. b) elaborar relatório anexo à nota fiscal mencionada na alínea anterior. requerer a emissão de uma Nota Fiscal Avulsa . em relação a essa retirada. relativamente ao faturamento da energia contratada no âmbito do PROINFA.762. a cada consumidor livre ou autoprodutor que estiver conectado ao seu sistema de distribuição.a alíquota interna aplicável. 10. de 26. 344 (Convênio ICMS 135/05). CAPÍTULO XV DAS OPERAÇÕES DE TRANSMISSÃO E CONEXÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO AMBIENTE DA REDE BÁSICA Art. § 2º O imposto devido pela conexão e uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no estabelecimento deverá ser recolhido na data da emissão da nota fiscal referida na alínea "a" do § 1º. III . 2.2007. o autoprodutor equipara-se ao consumidor sempre que retirar energia elétrica da rede básica. desde que o Operador Nacional do Sistema elabore. ainda que adquirida de terceiros. firmado com a Eletrobrás.091. ajustada às diretrizes e orientações da nova Política Energética Nacional pela Lei n. devendo.

dada pela alteração 313ª. conforme metodologia de cálculo prevista no CCVE firmado com a Eletrobrás. A Eletrobrás deverá emitir nota fiscal de faturamento contra as empresas distribuidoras e transmissoras de energia elétrica. 1º. 348. conforme disposto em norma de procedimento fiscal (cláusula segunda do Convênio ICMS 16/03). 346-E.231. 277 RICMS . 346-B.08. A Eletrobrás deverá emitir nota fiscal de faturamento contra as empresas distribuidoras e transmissoras de energia elétrica.2009. de 10. surtindo efeitos a partir de 1º. O Capítulo XV-A 1º.05. 346-A.08.2009. de 13.07. entre a energia contratada e a entregue. que recebe comandos de computador externo. e aos Bilhetes de Passagem modelos 13 a 16. de 17.01.2008 até 31. 15 de dezembro de 1970). § 1º O ECF compreende três tipos de equipamento: a) Emissor de Cupom Fiscal .ECF-IF: ECF implementado na forma de impressora com finalidade específica. do Decreto n. 5.ECF SEÇÃO I DA UTILIZAÇÃO Art." Art. correspondente à energia efetivamente entregue no ano anterior. art. atualizado até o Decreto n. 7.07. discriminando a quantidade de energia correspondente aos consumidores cativos e aos livres. discriminando a quantidade de energia correspondente aos consumidores cativos e aos livres (Ajuste SINIEF 6/09). Nova redação do §2º do art. que corresponderá à fração das quotas estabelecidas anualmente pela ANEEL referente ao PROINFA.2007. 5. 1.CCVE.ANEEL para o PROINFA. art. 1º. de 13. 346-D. surtindo efeitos a partir de 1º.ECF é o equipamento de automação comercial com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal.08.2008 até 31. Texto original em vigor no período de 1º. Texto original em vigor no período de 1º.01.08.07. firmado com a Eletrobrás. dada pela alteração 314ª.08. esse será efetuado no ano seguinte.modelo 2. 50 do Convênio SINIEF s/n. Art. surtindo efeitos a partir de 1º.2009: "§ 2º O estabelecimento gerador deverá emitir Nota Fiscal. 5. modelo 1 ou 1-A.ECF-MR: ECF com funcionamento independente de programa aplicativo externo. art. O contribuinte que utilizar ECF deverá atender ao disposto neste Capítulo e observar o contido em norma de procedimento fiscal.2009. 347. de 17. 1º.887. 346-D. dotado de teclado e mostrador próprios. do Decreto n. para mais ou para menos.2008 até 31. 346-D. 346-B. 346-B. Art. cuja discriminação deverá constar na nota fiscal anual de que trata o § 2º do art.05. correspondente à energia efetivamente entregue no ano anterior.2009.2010 Art.231. de uso específico.2009: "§ 1º O faturamento mensal corresponderá à fração das quotas estabelecidas anualmente pela Agência Nacional de Energia Elétrica . Na hipótese de ajuste. b) Emissor de Cupom Fiscal . nos termos do disposto no art. referentes a operações de circulação de mercadorias ou bens e a prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal (cláusula segunda do Convênio ICMS 85/01).Aprovado pelo Decreto n. alteração 271ª.231.980 de 21. O equipamento Emissor de Cupom Fiscal .2010 (Ajuste SINIEF 6/09).2009: "Art. 278 . até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente (Ajuste SINIEF 6/09). documento fiscal por ECF (Ajuste SINIEF 10/99. § 2º Poderá ser emitido. em substituição à Nota Fiscal de Venda a Consumidor .2007.12.2009. do Decreto n. 346-F. c) Emissor de Cupom Fiscal . do Decreto n. A Eletrobrás fica dispensada da emissão de nota fiscal mensal pela entrega de energia elétrica aos consumidores livres.2009." Art.Aprovado pelo Decreto n. conforme metodologia de cálculo prevista no Contrato de Compra e Venda de Energia . 1º." § 2º O estabelecimento gerador deverá emitir Nota Fiscal.Impressora Fiscal . 346-C. e demais atos expedidos pelo órgão regulador.06.091. foi acrescentado pelo art. Texto original em vigor no período de 1º. Modelo 1 ou 1-A.Máquina Registradora . Nova redação do §1º do art. 4. surtindo efeitos a partir de CAPÍTULO XVI DO EQUIPAMENTO EMISSOR DE CUPOM FISCAL . 7.ECF-PDV: ECF que reúne em um sistema único o equivalente a um ECF-IF e a um computador que lhe envia comandos.08. atualizado até o Decreto n.12. § 3º O ECF somente poderá ser utilizado para fins fiscais após o seu registro na COTEPE/ICMS.01. até a último dia útil do mês de janeiro do ano subsequente.980 de 21. de 17.Terminal Ponto de Venda . 1.091.2009. Nova redação do art.05. Nas notas fiscais mencionadas neste Capítulo deverá constar a seguinte expressão: “Operação no âmbito do PROINFA. nos termos do Ajuste SINIEF 3/09”.RICMS . art. dada pela alteração 313ª.2009.

cláusula septuagésima). modelos 1 ou 1-A.00 (trezentos e sessenta mil reais). ou qualquer outro. III . definidos para cada um deles (cláusula trigésima do Convênio ICMS 85/01).Aprovado pelo Decreto n. O estabelecimento que exerça a atividade de venda ou revenda de mercadorias ou bens ou de prestação de serviços em que o adquirente ou tomador seja pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual está obrigado ao uso de ECF (Convênios ECF 01/98 e 02/98). pelo ECF. hipótese em que: I . modelos 13 a 16. § 1º A obrigatoriedade prevista neste artigo não se aplica (Convênio ECF 06/99): a) às operações: 1.POS. que possua recurso que possibilite ao contribuinte usuário a não emissão do comprovante de que trata este artigo. de que trata o Capítulo XVII do Título III. realizadas fora do estabelecimento. sob controle do "software" básico. § 2º A operação de pagamento efetuado por meio de cartão de crédito ou de débito não poderá ser concretizada sem que a impressão do comprovante tenha sido realizada no ECF. no estabelecimento do contribuinte. Parágrafo único. promovidas por contribuintes com receita bruta anual inferior a R$ 360. c) aos contribuintes usuários de sistema de processamento de dados. 2. atualizado até o Decreto n. A operação de venda acobertada por Nota Fiscal de Venda a Consumidor não emitida por ECF deve ser registrada no mesmo. observadas as características e respectivo leiaute. 7. assim como não vedam a emissão de Nota Fiscal.12. Art. de 13. cujo montante seja inferior a dez por cento do total das vendas realizadas pelo estabelecimento.serão anotados. previstas nesta Seção. Os leiautes dos documentos de que trata o "caput". por contribuinte obrigado ao uso de ECF deverá ocorrer obrigatoriamente nesse equipamento (cláusula quarta do Convênio ECF 01/98 e cláusula octogésima sétima do Convênio ICMS 279 RICMS .980 de 21.2010 85/01). II . A impressão de Comprovante de Crédito ou Débito referente ao pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito. de equipamento: a) do tipo "Point of Sale" . 352.2007. sem a correspondente emissão.091. promovidas por estabelecimento que realize venda de veículos automotores sujeitos a licenciamento por órgão oficial (Ajuste SINIEF 10/99). 110 aplicar-se-á. apenas o número e a série do documento. em formato digital. este atribuído pelo estabelecimento.RICMS .05. 353.será o Cupom Fiscal anexado à via fixa do documento emitido. § 2º O disposto no § 5º do art. 3. 280 . b) às prestações de serviços de transporte de carga e valores e de comunicações (Convênio ECF 01/00). não eximem o usuário de emitir Nota Fiscal de Venda a Consumidor quando solicitada pelo adquirente da mercadoria. serão definidos em Ato COTEPE/ICMS (Convênio ICMS 85/01. 1. 1. que emitam. SEÇÃO II DOS DOCUMENTOS FISCAIS Art. à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE. § 3º A empresa transportadora de passageiros poderá solicitar. Art. em função da natureza da operação. a dispensa do uso do ECF. d) ao contribuinte que promover venda de mercadoria ou bem ou a prestação de serviços a pessoa física ou jurídica não contribuinte do imposto estadual. § 1º Fica vedada a utilização. 349. para acobertar as operações e prestações que realizem. realizado por meio de transferência eletrônica de dados. 7. 350.091. via protocolização de requerimento.2007. As prerrogativas para uso de ECF. O ECF poderá. 4. quando diminuta a quantidade de documentos emitidos. o fornecimento de gás canalizado e a distribuição de água. por meio de redes de comunicação de dados. atualizado até o Decreto n. até a substituição destes por ECF com essa capacidade. b) no local de emissão de bilhete de passagem. ao usuário de equipamento ECF-MR sem capacidade de comunicação a computador e de emissão do respectivo comprovante.Aprovado pelo Decreto n. exceto a Nota Fiscal de Venda a Consumidor e Bilhete de Passagem.000.980 de 21.12.serão indicados na coluna "Observações". somente a Nota Fiscal.2010 Art. de 13. realizadas por concessionárias ou permissionárias de serviço público relacionadas com o fornecimento de energia. Art. ou os Bilhetes de Passagem.05. também. os números de ordem do Cupom Fiscal e do ECF. emitir os documentos disciplinados neste Capítulo. nas vias do documento fiscal emitido. do livro Registro de Saídas. 351. observado o disposto em norma de procedimento fiscal (cláusula segunda do Convênio ICMS 84/01): a) nos veículos utilizados para a prestação de serviço de transporte de passageiros. b) para transmissão eletrônica de dados que possua circuito eletrônico para controle de mecanismo impressor ou capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite o armazenamento e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento. modelos 1 ou 1-A. de comprovante de que trata o "caput".

em negrito. d) número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. e) número de inscrição no cadastro estadual. ou. j) opcionalmente. II . f) número de inscrição no cadastro de contribuinte do município do domicílio fiscal do contribuinte usuário do equipamento. g) opcionalmente. Convênio ECF 01/98 e Convênio ICMS 84/01. ou. modelo 6. compostos das seguintes informações (Convênio ICMS 15/03): a) marca do ECF. o motivo.2007.091. f) hora final de emissão. apenas o número do item cancelado. composto pelas seguintes informações: a) razão social. representado pelo símbolo "IM". opcional. c) número de fabricação do ECF. Nos casos fortuitos ou por motivo de força maior. e no caso de ECF com mecanismo impressor térmico. h) valor acumulado no Totalizador Geral. 354. para o desconto: "desconto item".12.980 de 21.05. quebra ou furto do equipamento. § 4º O valor do subtotal das operações registradas no documento somente poderá ser impresso se seguido de operação de desconto. por qualquer outro meio. 355. seguido do número do item. apenas o número do item cancelado e o seu valor total. opcionalmente. Art. dispensada a descrição do item. cláusula décima primeira). de 13. diferente das utilizadas para a escrituração dos documentos fiscais emitidos por ECF (Ajuste SINIEF 10/99). Parágrafo único. e o Bilhete de Passagem. modelos 1 ou 1-A. § 3º É permitido o registro de item após a subtotalização das operações registradas no documento. V . em negrito. 282 . se for o caso. a data da ocorrência e os números. c) endereço. será admitida a utilização da observação "cancelamento de item" seguida do valor cancelado.informações complementares de identificação do aplicativo externo do usuário. e no caso de ECF com mecanismo impressor térmico.Aprovado pelo Decreto n. d) versão do "software" básico utilizado. tais como falta de energia elétrica. os dados das alíneas "d". 281 RICMS . que constituem o rodapé do documento. para o acréscimo: "acréscimo item". a Nota Fiscal.2010 impressas em até duas linhas (Convênio ICMS 15/03). e) data final de emissão. III . i) Logotipo Fiscal (BR). dos documentos fiscais emitidos (Ajuste SINIEF 10/99. b) modelo e tipo de ECF (Convênio ICMS 113/01).valor acumulado no Contador de Ordem de Operação. representado pelo símbolo "IE". Deverão ser impressas em todos os documentos emitidos pelo ECF as seguintes informações (cláusula trigésima primeira do Convênio ICMS 85/01): I . no caso de ECF com mecanismo impressor térmico (Convênio ICMS 60/03).dados de identificação do contribuinte usuário. no caso previsto neste artigo.data de início de emissão. e os demais a partir dos dispositivos internos em que estejam armazenados. a quantidade e o seu valor total. atualizado até o Decreto n. a Nota Fiscal de Venda a Consumidor. c) se o cancelamento de item for parcial.091. dispensada a descrição do item.Aprovado pelo Decreto n. negrito ou sublinhado. e o valor.980 de 21. VI . o percentual. com 84 caracteres.dados de identificação do equipamento. se for o caso.RICMS . 2. d) a operação de desconto ou de acréscimo será indicada por: 1. logomarca de identificação do contribuinte usuário.12. b) se o cancelamento de item for pela sua totalidade e não ocorrer imediatamente após o seu registro. de 13. indicação da loja e do operador. IV . inicial e final. e o valor. de desconto e de acréscimo de item observará as seguintes regras: a) se o cancelamento de item for pela sua totalidade e ocorrer imediatamente após o seu registro. em substituição a este documento pode ser emitida. os documentos emitidos deverão ser escriturados em linha específica. "e" e "f" do inciso I e das alíneas "a" a "d" e "i" do inciso V deverão ser obtidos da Memória Fiscal. 1. Para fins de apuração do imposto. opcionalmente. § 2º A indicação de operação de cancelamento. desde que não tenha havido registro de desconto ou acréscimo sobre o subtotal.RUDFTO. 7. representado pelo símbolo "CNPJ".05. acréscimo ou totalização das operações. § 5º Quando impressos pelo ECF. que constituem o cabeçalho do documento. modelos 13 a 16. g) número de ordem seqüencial do ECF. 7. exceto em cupom adicional.2007. negrito ou sublinhado. impresso de forma codificada. atualizado até o Decreto n. deverão ser indicados todos os dados referentes ao item cancelado com indicação da quantidade cancelada. se for o caso. seguido do número do item. § 1º O símbolo que indica a acumulação do valor no Totalizador Geral do ECF deverá estar impresso à direita e próximo ao valor registrado no documento. o percentual. o que ocasiona ao contribuinte a impossibilidade de emissão do documento fiscal pelo ECF. devendo ser anotado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências . b) nome de fantasia. inclusive o manual.2010 Art. somente nos documentos fiscais. 1. deverão ser indicados todos os dados referentes ao item cancelado.hora de início de emissão.

Aprovado pelo Decreto n. de 15/12/70 e Ajuste SINIEF 10/99): a) identificação do adquirente. de 13. ainda que resumida. conforme disposto em norma de procedimento fiscal. de 13. desconto ou acréscimo. com 79 caracteres (Convênio ICMS 15/03). pelo próprio equipamento. com uso da expressão "CONTA DIVIDIDA". data e hora de saída. II . g) indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária do produto ou do serviço. se for o caso. d) quantidade comercializada. se for o caso. 7. no respectivo Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. precedida da expressão "TOTAL". III . se for o caso. se for o caso. com 30 caracteres. c) ainda que em seu verso.o Contador de Cupom Fiscal. IX . e) unidade de medida. § 2º O cupom fiscal emitido por ECF poderá ser utilizado na venda a prazo e para entrega de mercadoria em domicílio dentro do Estado. VI . c) descrição do produto ou do serviço.980 de 21. de divisão de pagamento do valor total das operações ou prestações. o disposto na alínea "c" do § 2º do art. b) nome. § 1º O contribuinte enquadrado no Simples Nacional deverá utilizar a situação tributária "N" para cadastrar seus produtos tributados no ECF. b) o Contador de Ordem de Operação do último documento Conferência de Mesa emitido para o número da mesa indicado na alínea anterior. V .número e registro de item. hipótese em que devem ser impressas.no caso de ECF que emita Registro de Venda: a) o número da mesa para a qual foram registrados os produtos ou os serviços. impressa em letras maiúsculas. que deverá ser impresso imediatamente após a impressão do Cupom Fiscal.2007.980 de 21.RICMS . X . VII .05. 358. d) a indicação do número da conta dividida e do número total de divisões do documento a serem emitidas.informações suplementares. hipótese em que deverá ser informado o valor da parcela referente à divisão da conta. 1. f) o tempo decorrido entre o registro do primeiro item para a mesa e a emissão do correspondente Cupom Fiscal. O "software" básico deverá permitir a emissão facultativa de um cupom adicional para o Cupom Fiscal emitido. de 4 de outubro de 2001. 6º. e a descrição das mercadorias objeto da operação. impressa em letras maiúsculas. VIII . e) o valor a ser pago em cada documento da conta dividida.totalização dos itens e das operações registradas. com três caracteres (Convênio ICMS 15/03). atendido. por meio do número de inscrição no cadastro de contribuintes do Ministério da Fazenda. 357. se for o caso.legenda contendo as seguintes informações: a) número do item registrado.2007. impressas no máximo em oito linhas. b) código de que trata a cláusula octagésima oitava do Convênio ICMS 85/01. f) valor unitário do produto ou do serviço. Art. ou do Cadastro de Pessoa Física .meio de pagamento. 356. 50 do Convênio SINIEF. as seguintes informações (§§ 3º e 4º do art.valor da subtotalização dos itens e das operações registradas. b) código do produto ou do serviço. 1. 7. c) endereço. observadas as regras relativas às condições de pagamento previstas no "software" básico. tratando-se de venda a prazo. atualizado até o Decreto n. O Cupom Fiscal deverá conter (cláusula trigésima oitava do Convênio ICMS 85/01): I . c) a indicação. modelo 2. atualizado até o Decreto n.091. além de outras exigências previstas neste Regulamento. IV .CPF. Quando do cancelamento de Cupom Fiscal durante sua emissão.091.2010 h) valor total do produto ou do serviço. 138. o nome e o endereço do adquirente.2010 SUBSEÇÃO I DO CUPOM FISCAL Art. e. se for o caso.05.registro de operação de cancelamento.CNPJ. XI .12.12. 283 RICMS . deverá ser impressa em letras maiúsculas a expressão "CUPOM FISCAL CANCELADO" seguida dos dados de rodapé do documento (cláusula trigésima nona do Convênio ICMS 85/01).campos destinados à identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao comprador das mercadorias ou tomador dos serviços: a) número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica . as indicações previstas no § 7º do art. (cláusula quadragésima do Convênio ICMS 85/01 e 284 . se for o caso. Art. que corresponde ao valor obtido da multiplicação dos valores indicados nas alíneas "d" e "f".Aprovado pelo Decreto n. exceto no caso de conta dividida em ECF que emita Registro de Venda.a denominação "CUPOM FISCAL". impressa em letras maiúsculas e em negrito.

b) a denominação "CUPOM ADICIONAL". O cupom adicional deverá conter somente: a) os números de inscrição estadual. i) a indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária da tarifa e de outros valores cobrados do tomador do serviço (Convênio ICMS 15/03).2010 III . indicado pelo símbolo "RG".o meio de pagamento. e) a data de embarque. O Cupom Fiscal para Registro de Prestação de Serviço de Transporte de Passageiro deverá ser emitido na prestação de serviço de transporte rodoviário. IX .a expressão "CANCELAMENTO". f) hora final de emissão.2010 Convênio ICMS 15/03). impressa em letras maiúsculas.Aprovado pelo Decreto n.2007. 7. de 13.a denominação "CUPOM FISCAL". Parágrafo único. impressa em letras maiúsculas.RICMS . opção que deverá ser configurada em Modo de Intervenção Técnica (Convênio ICMS 15/03).quando o prestador do serviço for diferente do emitente.980 de 21. se for o caso.o Contador de Cupom Fiscal.os seguintes dados referentes ao transporte: a) a categoria do transporte. IV . quando pré-impressas no verso de todas as vias da bobina de papel.091. cláusula sétima): 286 . e) o valor do desconto cancelado. com 79 caracteres (Convênio ICMS 15/03). impressa em letras maiúsculas. observadas as regras relativas a condições de pagamento contidas no software básico.a denominação do tipo de transporte utilizado.980 de 21. V . municipal. os números de inscrição do prestador nos cadastros estadual. com 30 caracteres. impressa em letras maiúsculas. X . impressa em letras maiúsculas. b) o nome. 285 RICMS . impressa em letras maiúsculas. 1. municipal.091. indicado pela expressão "TARIFA". opcionalmente. § 1º Fica dispensada a impressão pelo ECF das informações indicadas nas alíneas "a" a "c" do inciso I do art. e no CNPJ. II . 1. b) o percurso. entendida como a localidade de origem da viagem. devendo conter (cláusula quadragésima segunda do Convênio ICMS 85/01 e cláusula sétima do Convênio ICMS 84/01): I . e na hipótese de que trata o § 2º.a totalização do serviço. c) o endereço.05.a denominação "CUPOM FISCAL".12. atualizado até o Decreto n. No caso de Cupom Fiscal para cancelamento de Cupom Fiscal anterior.a observação: "O PASSAGEIRO MANTERÁ EM SEU PODER ESTE CUPOM PARA FINS DE FISCALIZAÇÃO EM VIAGEM". e) data final de emissão.a expressão "BILHETE DE PASSAGEM". o documento emitido deverá conter (cláusula quadragésima primeira do Convênio ICMS 85/01): I . f) a hora de embarque. a indicação da plataforma de embarque (Convênio ICMS 15/03).05. g) o número da poltrona e. VIII .campos destinados à identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao tomador dos serviços: a) o número da cédula de identidade. atualizado até o Decreto n. 7.informações suplementares. 354 e a observação indicada no inciso X. de 13. com indicação da unidade federada. conforme disposto em norma de procedimento fiscal.2007. se for o caso. e no CNPJ. II . 360.em relação ao Cupom Fiscal a ser cancelado: a) a identificação do comprador das mercadorias ou tomador dos serviços. precedida da expressão "TOTAL". impressas no máximo em oito linhas. d) o destino.12. entendido como a localidade de destino da viagem. Art. III . de passageiro. IV . 359. VI . c) a origem. 349 deverão emitir o cupom fiscal de que trata esta Subseção. b) o Contador de Cupom Fiscal. correspondente às prestações para as quais foram emitidos documentos fiscais sem a utilização do ECF. impressa em letras maiúsculas.Aprovado pelo Decreto n. se for o caso. c) o Contador de Ordem de Operação. com indicação da unidade federada. § 2º As empresas prestadoras de serviço de transporte de passageiros que tenham obtido a autorização para o não uso de ECF nas hipóteses do § 3º do art. ferroviário e aquaviário. observando-se que tal cupom fiscal deverá (Convênio ICMS 84/01. c) Contador de Cupom Fiscal e Contador de Ordem de Operação do Cupom Fiscal emitido: d) número de fabricação do ECF. SUBSEÇÃO II DO CUPOM FISCAL PARA REGISTRO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE PASSAGEIRO Art. e a indicação do órgão expedidor (Convênio ICMS 15/03). j) outros valores lançados e sua denominação. VII . se indicado. d) o valor total da operação. se for o caso. impressa em letras maiúsculas.a indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados. XI . h) o valor do serviço prestado. se for o caso.

c) a justificativa da ocorrência.seja elaborado um demonstrativo dos Cupons Fiscais cancelados. O cupom adicional deverá conter somente: a) os números de inscrição do emitente nos cadastros estadual. unicamente pelo estabelecimento centralizador. a série e a data de emissão do bilhete de passagem. 7. II .980 de 21. de 13. f) hora final de emissão. devendo ser indicado. desde que (cláusula décima do Convênio ICMS 84/01): I . no final do mês. impressa em letras maiúsculas. 288 . somente poderá ser impressa em ECF-IF com Memória de Fita-detalhe. dentro do período de apuração. III .o Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. com 80 caracteres. impressas no máximo em oito linhas. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor. a nova data e hora de embarque e o número da poltrona a ser utilizada pelo passageiro (Convênio ICMS 84/01. as disposições contidas no Capítulo XVII do Título III. IV . c) o endereço. 363. III . § 2º Deverão ser observadas ainda.2007. No caso de emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor para cancelamento de Nota Fiscal de Venda a Consumidor anterior. 361. No caso de cancelamento de Cupom Fiscal antes do início da prestação do serviço.as informações suplementares.a indicação da situação tributária da mercadoria comercializada.manter o Cupom Fiscal cancelado anexo ao demonstrativo elaborado. para fins de dedução do imposto.05. e) data final de emissão.a expressão "EMITIDO POR ECF". atualizado até o Decreto n. § 3º O Cupom Fiscal emitido poderá ser revalidado. II . impressa em letras maiúsculas. IV . c) Contador de Cupom Fiscal e Contador de Ordem de Operação em relação ao Cupom Fiscal emitido.as informações previstas no art. b) o nome. poderá ser estornado o débito do imposto. Art. b) conter como informações complementares.05. 365. devendo conter (cláusula quadragésima quarta do Convênio ICMS 85/01): I . exceto os cancelados no próprio ECF.denominação "NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR". VI .091.980 de 21. O "software" básico deverá permitir a emissão facultativa de um cupom adicional para o Cupom Fiscal emitido. de 15 de dezembro de 1970. impressa em letras maiúsculas. com 30 caracteres. quando emitida em ECF.º. 364. Quando do cancelamento de Nota Fiscal de Venda a Consumidor durante sua emissão.constem no Cupom Fiscal: a) a identificação. deverá ser impressa em letras maiúsculas a expressão "NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR CANCELADA" seguida dos dados de rodapé do documento (Convênio ICMS 85/01. pelo contribuinte. ainda que no verso do Cupom Fiscal. II . e no CNPJ. b) a identificação e a assinatura do responsável pela agência ou posto de venda. modelo 2. se for o caso. ainda que indicados de forma manual.relativas à Nota Fiscal de Venda a Consumidor a ser cancelada: a) a identificação do comprador das mercadorias. SUBSEÇÃO III 287 RICMS . § 1º Não deverão ser impressos os dados de cabeçalho.RICMS .Aprovado pelo Decreto n. destinada ao fisco. o endereço e a assinatura do passageiro.2010 a) ser emitido. 362.12.campos destinados a identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao comprador das mercadorias: a) o número do CNPJ ou do CPF. cláusula décima segunda). atualizado até o Decreto n. devendo o cupom fiscal ser anexado à via do respectivo bilhete. d) número de fabricação do ECF. 1. de 13. 51 do Convênio s/n.tenha sido devolvido o valor da prestação.12. cláusula quadragésima quinta). Art. cláusula quadragésima sexta): I .expressão "CANCELAMENTO". § 3º Os formulários destinados a emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor observarão as normas contidas na Subseção I da Seção II do Capítulo IV do Título II. V .091. Art. Parágrafo único.2007.Aprovado pelo Decreto n.2010 DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR Art. III . b) o Contador de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 7. municipal. o número. o documento deverá ser emitido em jogo de formulário em branco e deverá conter as seguintes informações (Convênio ICMS 85/01. 1. impressa em letras maiúsculas. que deverá ser impresso imediatamente após a impressão do Cupom Fiscal (cláusula quadragésima terceira do Convênio ICMS 85/01 e Convênio ICMS 15/03). se for o caso. se indicado. Art. b) a denominação "CUPOM ADICIONAL".

367. 189. Art. Os Bilhetes de Passagem. a origem da viagem. de 13. no caso de Bilhete de Passagem Aquaviário. d) Comprovante Não-Fiscal. modelos 13. O Mapa Resumo de Viagem. 1. 290 .2010 7. V .campos destinados a identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao tomador dos serviços: a) o número da cédula de identidade. a expressão "CANCELAMENTO". a indicação da situação tributária da prestação de serviço e seu valor. sua situação tributária e respectivo valor.indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados. o Contador de Cupom Fiscal.as indicações previstas no art. o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. 3.2007. 9. SUBSEÇÃO IV DO MAPA RESUMO DE VIAGEM Art.as indicações previstas no art. IV . contendo: a) para o Cupom Fiscal: 1. V .980 de 21. indicado pela símbolo "RG". no caso de Bilhete de Passagem Rodoviário. atualizado até o Decreto n. o Contador de Mapa Resumo de Viagem. d) para a Redução Z: 1.2007.o Contador de Bilhete de Passagem. 14 e 16. 182. IV . 6. o destino da viagem. II . de 13. a data inicial de emissão. impressa junto ao Contador de Cupom Fiscal. se for o caso. a hora final de emissão. d) o valor total da operação. identificação de outros valores cobrados do usuário do serviço de transporte. relacionados em ordem cronológica de emissão.o Contador de Cupom Fiscal Cancelado. VI . 366. Os Bilhetes de Passagem. 2. emitidos entre a origem e o destino final do percurso: a) Leitura X.05. 2.a expressão "EMITIDO POR ECF". modelos 13. III . devem conter (cláusula qüinquagésima primeira do Convênio ICMS 85/01): I . 2. 8. 4. a data e a hora de emissão. AQUAVIÁRIO E FERROVIÁRIO Art. com indicação da unidade federada. no caso de Bilhete de Passagem Ferroviário. com indicação da unidade federada.12.a indicação das quantidades dos seguintes documentos.12. IV . atualizado até o Decreto n.091. 7. III . o Contador de Redução Z. 289 RICMS .as indicações previstas no art. b) para a Leitura X.05. no caso de Cupom Fiscal emitido para cancelamento de outro Cupom Fiscal.o Contador de Mapa Resumo de Viagem. a data e a hora de emissão. 2.RICMS . c) para o Comprovante Não-Fiscal: 1.a indicação de todos os documentos emitidos entre a origem e o destino final do percurso. somente poderão ser impressos em ECF-IF com Memória de Fita-detalhe (cláusula qüinquagésima do Convênio ICMS 85/01). de implementação opcional em ECF que emita Cupom Fiscal para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro. cláusula quadragésima sétima e Convênio ICMS 113/01. quando emitidos em ECF. SUBSEÇÃO V DOS BILHETES DE PASSAGEM RODOVIÁRIO. impressa em letras maiúsculas. e) para o Mapa Resumo de Viagem: 1. c) Cupom Fiscal.2010 c) o Contador de Ordem de Operação. a data e a hora de emissão. cláusula primeira): I . impressa em letras maiúsculas.Aprovado pelo Decreto n.091. 184. 368.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. II .980 de 21. deverá conter (Convênios ICMS 85/01. 1. o valor total da prestação. e) o valor do desconto cancelado. b) Redução Z.Aprovado pelo Decreto n. e) Comprovante de Crédito ou Débito. 7. 14 e 16.a denominação: "MAPA RESUMO DE VIAGEM". a data e a hora de emissão. se for o caso. V . 5.

No caso de emissão de Bilhete de Passagem para cancelamento de Bilhete de Passagem anterior. se for o caso.980 de 21. deverá ser impressa. impressas no máximo em oito linhas. se indicada. impressa em letras maiúsculas.os seguintes dados referentes a cada contribuinte usuário gravado na Memória Fiscal.980 de 21. 371. Não deverão ser impressos os dados de cabeçalho.Aprovado pelo Decreto n. se for o caso. 7. f) número de inscrição municipal.a denominação "LEITURA MEMÓRIA FISCAL". 291 RICMS . no caso de ECF com Memória de Fita-detalhe: a) data e hora de impressão.091.a expressão "CANCELAMENTO". impressa em letras maiúsculas. e) número de inscrição estadual. VII . se for o caso. d) número de inscrição no CNPJ. 370.2010 VI .os números de série de cada Memória de Fita-detalhe iniciada no ECF.2007. com 30 caracteres. III . V . 7. d) de Fita-detalhe. se for o caso. A Leitura da Memória Fiscal.a indicação da situação tributária do serviço prestado.informações suplementares. 1. b) Contador de Reinício de Operação referente à intervenção técnica para gravação dos dados do contribuinte usuário. atualizado até o Decreto n. b) de Redução Z. a) número seqüencial do contribuinte usuário. com 80 caracteres.os valores acumulados nos contadores: a) Geral de Operação Não-Fiscal.os seguintes dados referentes a cada impressão de Fita-detalhe. SUBSEÇÃO VI DA LEITURA DA MEMÓRIA FISCAL Art. A emissão de Bilhetes de Passagem em ECF deverá observar as disposições contidas no Capítulo XVII do Título III (cláusula qüinquagésima segunda do Convênio ICMS 85/01).a denominação do tipo de transporte utilizado. II . g) valor acumulado no Totalizador Geral. de implementação obrigatória. Quando do cancelamento de Bilhete de Passagem durante sua emissão. 1.os seguintes dados referentes a cada incremento do Contador de Reinício de Operação: a) valor do Contador de Reinício de Operação. c) o Contador de Ordem de Operação. c) data e hora de gravação do Contador de Reinício de Operação de que trata a alínea anterior. a expressão "BILHETE DE PASSAGEM CANCELADO" seguida dos dados de rodapé do documento (cláusula qüinquagésima quarta do Convênio ICMS 85/01). impressa em letras maiúsculas.RICMS .a expressão "EMITIDO POR ECF".a expressão "EMITIDO POR ECF". b) o Contador de Bilhete de Passagem. b) Contador de Ordem de Operação do primeiro e do último documento impresso. 373. d) o valor total da prestação. e) o valor do desconto cancelado. VI . Art. o documento deverá ser emitido em jogo de formulário em branco e deverá conter as seguintes informações (cláusula qüinquagésima quinta do Convênio ICMS 85/01): I . Parágrafo único.a denominação "BILHETE DE PASSAGEM". c) o número de inscrição no CNPJ do usuário (Convênio ICMS 15/03). II .Aprovado pelo Decreto n. Art. c) o endereço.091. VI . Os formulários destinados à emissão de Bilhete de Passagem observarão as normas contidas na Seção III do Capítulo IV do Título II (cláusula qüinquagésima terceira do Convênio ICMS 85/01).05.05.2010 b) o nome. Art. IV . b) data e hora de gravação do incremento do Contador de Reinício de Operação.relativas ao Bilhete de Passagem a ser cancelado: a) a identificação do tomador dos serviços.2007. atualizado até o Decreto n. III . c) de Reinício de Operação. de 13. em letras maiúsculas.12. 292 . de 13. no caso de ECF com Memória de Fita-detalhe.12. VIII . 369. IV . impressa em letras maiúsculas.a indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados. deverá conter (cláusula trigésima segunda do Convênio ICMS 85/01): I . V . 372. Art. impressa em letras maiúsculas.

h) parciais de substituição tributária de ICMS e de ISS.05.a indicação da capacidade remanescente para gravação de dados na Memória Fiscal referente à Redução Z. XII . A impressão da Leitura da Memória Fiscal deverá ser efetuada das seguintes formas (cláusula trigésima terceira do Convênio ICMS 85/01): I .as demais versões do "software" básico executadas no ECF. d)os valores significativos acumulados nos seguintes totalizadores: 1.2010 VII . b) leitura por intervalo de Contador de Redução Z. de desconto de ISS. somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações não-fiscais (Convênio ICMS 15/03). Art. f) data e hora de gravação dos dados das alíneas "b" a "d". i) parciais de isento de ICMS e de ISS.980 de 21. XI . parciais tributados pelo ISS. 2. e) somatório dos valores gravados na Memória Fiscal a título de Venda Bruta Diária para o prestador do serviço. 11. e) data e hora de gravação dos dados da alínea anterior. de 13. 1. b) número de inscrição no CNPJ. d) número de inscrição municipal. 3.leitura simplificada. Parágrafo único. d) de cancelamento de ICMS. VIII . com respectiva data e hora de programação. parciais de substituição tributária de ICMS e de ISS. no caso de ECF que emita Bilhete de Passagem ou Cupom Fiscal para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro: a) número seqüencial do prestador do serviço. 1.2007.leitura completa. com respectivas data e hora da primeira execução.símbolos referentes a decodificação para o valor acumulado no Totalizador Geral do ECF. parciais de não-incidência de ICMS e de ISS.091.INFORMAR AO CREDENCIADO" quando essa capacidade for inferior a sessenta. b) Contador de Reinício de Operação. se for o caso.091. g) parciais tributados pelo ISS. II .12. devendo ser comandada por um dos seguintes critérios (Convênio ICMS 15/03): a) leitura por intervalo de data. assim compreendida a impressão dos dados referentes a todas as Reduções Z gravadas para o intervalo de números de contador indicado.os somatórios mensais e para o período total da leitura impressa. e) de cancelamento de ISS. j) parciais de não-incidência de ICMS e de ISS. Os somatórios de que tratam as alíneas "f" e "g" do inciso IX.12. de 13. 5. se for o caso. b) de desconto de ICMS. 4. 7.a primeira versão do "software" básico executada no ECF. dos valores gravados nos seguintes totalizadores: a) de Venda Bruta Diária. c) número de inscrição estadual. XIII . 9. se for o caso. seguido dos de maior carga tributária vinculada.Aprovado pelo Decreto n. 374. de cancelamento de ISS. parciais tributados pelo ICMS. 8. 7. c) Contador de Ordem de Operação referente à Redução Z emitida. X . poderão estar limitado ao máximo de trinta totalizadores para o período. atualizado até o Decreto n.Aprovado pelo Decreto n. assim compreendida a impressão dos dados referentes a todas as Reduções Z gravadas para o intervalo de datas indicado. devendo a seleção ocorrer primeiramente pelos de maior valor acumulado.os seguintes dados referentes a cada Redução Z gravada na Memória Fiscal. 7. indicada pela expressão "SIMPLIFICADA". 10. IX . impressos em ordem decrescente para o Contador de Redução Z (Convênio ICMS 15/03): a) Contador de Redução Z. de Venda Bruta Diária.RICMS . f) parciais tributados pelo ICMS. atualizado até o Decreto n. parciais de isento de ICMS e de ISS. devendo ser impressa também a expressão "MEMÓRIA EM ESGOTAMENTO .2007. de desconto de ICMS.980 de 21.05. compreendendo a Leitura da Memória Fiscal sem impressão dos dados previstos no inciso VIII do artigo 294 .os seguintes dados referentes a cada prestador de serviço gravado na Memória Fiscal.2010 c) de desconto de ISS. com respectivas data e hora da primeira execução. assim compreendida a impressão de todos os dados previstos no artigo anterior. expressa em quantidade de reduções. 293 RICMS . 6. l) o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações não-fiscais (Convênio ICMS 15/03). impressa em letras maiúsculas. de cancelamento de ICMS.

1.2010 n) de Bilhete de Passagem Cancelado. com carga tributária vinculada.Aprovado pelo Decreto n. acumulados para o intervalo de datas indicado. cláusula trigésima segunda). o) parciais de operações não-fiscais.RICMS . impressa em letras maiúsculas (Convênio ICMS 85/01. deverá conter (Convênio ICMS 85/01. assim compreendida a impressão dos valores indicados no inciso IX do artigo anterior. cancelamento de ICMS. 2. c) de Reduções Z. j) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada. e) de Operação Não-Fiscal Cancelada. m) parciais de isento. de 13. atualizado até o Decreto n.2007.o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS.091. II . b) de Venda Bruta Diária. VI . 1.o valor acumulado nos seguintes totalizadores: a) Totalizador Geral. h) de Cupom Fiscal Cancelado. ou a data de emissão da Redução Z. desconto de ISS. com carga tributária vinculada. Nota Fiscal de Venda a Consumidor. m) de Bilhete de Passagem. i) parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. de 13. g) de Cupom Fiscal. n) parciais de não-incidência. no caso de não ter havido emissão de nenhum daqueles documentos após a última Redução Z. com carga tributária vinculada. b) total de ISS. g) parcial de acréscimo de ICMS.12. 3. 7.12. f) parcial de desconto de ISS. 295 RICMS .o valor acumulado nos seguintes contadores.980 de 21. d) de Comprovante de Crédito ou Débito. 375. SUBSEÇÃO VII DA REDUÇÃO Z Art. c) parcial de Cancelamento de ICMS.a data do respectivo movimento. f) Geral de Relatório Gerencial. assim compreendido o valor resultante da multiplicação do valor acumulado em cada totalizador parcial pelo percentual da respectiva carga tributária vinculada. atualizado até o Decreto n. j) parciais de prestações tributadas pelo ISS. assim compreendida a impressão dos valores indicados no inciso IX do artigo anterior. desconto de ICMS. cancelamento de ISS.a denominação "REDUÇÃO Z". e) parcial de desconto de ICMS. IV .o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS. A Redução Z. VIII . Parágrafo único.o valor do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS e de prestações tributadas pelo ISS. se for o caso. d) parcial de Cancelamento de ISS. de implementação obrigatória.980 de 21.2010 anterior. 7. quando existentes: a) Geral de Operação Não-Fiscal. III .091. V . com 296 .Aprovado pelo Decreto n. b) de Reinício de Operação.05. devendo sua impressão ser comandada por um dos seguintes critérios: a) por intervalo de data.o valor da venda líquida. b) por intervalo de Contador de Redução Z. 4. se for o caso. Bilhete de Passagem ou Comprovante Não-Fiscal emitido após a última Redução Z. VII .05. l) parciais de substituição tributária. i) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. l) de Fita-detalhe. cláusula trigésima quarta): I . assim entendida a data do primeiro Cupom Fiscal. p) parciais de meios de pagamento e de troco. assim compreendido o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS. O "software" básico deverá possibilitar a emissão da Leitura da Memória Fiscal comandada por aplicativo e pelo dispositivo de "hardware" previsto em norma de procedimento fiscal. assim compreendido o valor acumulado no totalizador de Venda Bruta Diária deduzido dos valores: a) acumulados nos totalizadores parciais de: 1. acumulados para o intervalo de números de contador indicado. h) parcial de acréscimo de ISS. indicada pela expressão "MOVIMENTO DO DIA:".2007.

d) a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia. cancelamento de ISS. com carga tributária vinculada.a indicação da capacidade remanescente para gravação de dados na Memória Fiscal referente à Redução Z.a expressão "SEM MOVIMENTO FISCAL".INFORMAR AO CREDENCIADO" quando essa capacidade for inferior a sessenta. XVI .a denominação de cada operação não-fiscal cadastrada na Memória de Trabalho. IX . XIX . de inscrição estadual e. deverá ser emitida. de inscrição municipal do prestador de serviço (Convênio ICMS 15/03). seguida do respectivo Contador Específico de Operação Não-Fiscal. no caso de não haver valor significativo a ser impresso para o totalizador de Venda Bruta Diária para o respectivo dia de movimento. conforme inciso VI do art.980 de 21. impressa em negrito na linha imediatamente posterior à de impressão da data de que trata o inciso II. com a indicação do símbolo do respectivo totalizador parcial e da carga tributária vinculada. 1. 7. de substituição tributária e de não incidência. XII . § 3º Na hipótese do inciso XIX. desconto de ICMS. Art. b) a descrição dos produtos ou serviços prestados. devendo ser possível sua emissão ainda que não haja valor acumulado no totalizador de Venda Bruta Diária (cláusula trigésima quinta do Convênio ICMS 85/01). XVII .2007.no caso de ECF com Memória de Fita-detalhe. XIII . § 2º No caso de ECF que possibilite registro de prestações de transporte de passageiro. e) a quantidade pendente de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia. expressa em quantidade de reduções. XIV . 1. referentes aos códigos indicados na alínea anterior. § 1º Os valores referentes aos acumuladores indicados na Leitura da Memória de Trabalho devem ser sinalizados pelo símbolo "*". e.o Tempo Operacional. não havendo valor significativo a ser impresso. c) o símbolo do totalizador parcial de operação tributada pelo ICMS ou de prestação tributada pelo ISS. b) os valores dos totalizadores de venda bruta diária. § 3º Na hipótese do parágrafo anterior. uma Redução Z para cada prestador do serviço gravado na Memória Fiscal. g) indicação das mesas pendentes de emissão de Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.o Número de Comprovantes de Crédito ou Débito Não Emitidos.980 de 21. de 13.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. XV . impresso logo após a identificação do acumulador. atualizado até o Decreto n.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS.2010 Contador Específico de Relatório Gerencial. f) os valores pendentes para os totalizadores de cancelamento de ICMS. assim compreendido o valor total das respectivas operações de cancelamento. X . a Redução Z emitida para cada prestador do serviço gravado na Memória Fiscal deverá conter: a) o mesmo valor para o Contador de Redução Z. totalizadores parciais de isento. se for o caso.2007. atualizado até o Decreto n.o Tempo Emitindo Documento Fiscal. 376. as informações impressas que permitam a recuperação de dados referentes a todos os documentos emitidos após a Redução Z anterior e o número de série da Memória de Fita-detalhe em uso. A Redução Z deve representar os valores dos acumuladores armazenados na Memória de Trabalho no momento de sua emissão. independentemente de comando externo. devendo ser impressa também a expressão "MEMÓRIA EM ESGOTAMENTO .a denominação de cada relatório gerencial cadastrado na Memória de Trabalho. 7.Aprovado pelo Decreto n. seguido da indicação do 297 RICMS . c) a expressão "VIA:" seguida da sigla da unidade federada do respectivo prestador do serviço. 373. XVIII .05. para cada produto comercializado ou serviço prestado indicado na alínea anterior.091.12.091. acréscimo de ICMS e acréscimo de ISS. XI . SUBSEÇÃO VIII 298 . totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS e ISS. desconto de ISS. totalizadores parciais de descontos e totalizadores parciais de acréscimos. deverá ser indicado o símbolo "*" em cada dígito da capacidade prevista para o respectivo totalizador.no caso de ECF que emita Registro de Venda: a) o código dos produtos comercializados ou serviços prestados. § 1º A emissão da Redução Z está condicionada à gravação dos dados pertinentes no dispositivo de armazenamento da Memória Fiscal antes de sua emissão. no dia.Aprovado pelo Decreto n. de 13. relacionados com o prestador do serviço (Convênio ICMS 15/03).2010 carga tributária vinculada.12. após a emissão da Redução Z para o contribuinte usuário do equipamento.RICMS . § 2º As informações constantes nas alíneas "a" a "f" do inciso XII ficam dispensados para ECF com Memória de Fita-detalhe (Convênio ICMS 15/03). com carga tributária vinculada. quando o serviço for prestado por empresa ou estabelecimento diverso do contribuinte usuário emitente do documento. d) os números de inscrição no CNPJ.05. se for o caso. assim compreendida a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado que não foram registrados em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. desconto e acréscimo registradas em Registro de Venda e Conferência de Mesa e que ainda não foram registradas em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.

3. b) total de ISS. l) de Fita-detalhe.12.o valor da venda líquida. deverá conter (cláusula trigésima sexta do Convênio ICMS 85/01): I .980 de 21. f) parcial de desconto de ISS. com carga tributária vinculada.Aprovado pelo Decreto n.a denominação "LEITURA X". h) parcial de acréscimo de ISS. II . n) de Bilhete de Passagem Cancelado. i) parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. 1. referentes aos códigos indicados na alínea anterior. desconto de ICMS. V .05. de 13.o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS. cancelamento de ICMS.12.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS.2010 DA LEITURA X Art. VII . j) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor Cancelada.no caso de ECF que emita Registro de Venda: a) o código dos produtos comercializados ou serviços prestados no dia. e) a quantidade pendente de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia.091. m) de Bilhete de Passagem. assim compreendida a 300 . se for o caso. XI . b) de Reinício de Operação.o valor acumulado nos seguintes totalizadores: a) Totalizador Geral. 7. p) parciais de meios de pagamento e de troco. c) parcial de Cancelamento de ICMS.o valor acumulado nos seguintes contadores. o) parciais de operações não-fiscais.2007. com carga tributária vinculada. e) parcial de desconto de ICMS. cancelamento de ISS. de implementação obrigatória. 377. m) parciais de isento. com carga tributária vinculada. assim compreendido o valor resultante da multiplicação do valor acumulado em cada totalizador parcial pelo percentual da respectiva carga tributária vinculada. A Leitura X.980 de 21. com carga tributária vinculada. se for o caso. c) de Reduções Z. impressa em letras maiúsculas. c) o símbolo do totalizador parcial de operação tributada pelo ICMS ou de prestação tributada pelo ISS.RICMS . j) parciais de prestações tributadas pelo ISS. f) Geral de Relatório Gerencial.2010 n) parciais de não-incidência. IX . 299 RICMS .o valor do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS e de prestações tributadas pelo ISS. d) parcial de Cancelamento de ISS. g) de Cupom Fiscal.o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS. de 13.091. d) a quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado no dia. quando existentes: a) Geral de Operação Não-Fiscal. h) de Cupom Fiscal Cancelado. 2. VIII .05. i) de Nota Fiscal de Venda a Consumidor. b) a descrição dos produtos ou serviços prestados.o somatório dos valores do imposto devido sobre cada valor acumulado nos totalizadores parciais de operações e prestações tributadas pelo ICMS.a denominação de cada operação não-fiscal cadastrada na Memória de Trabalho. atualizado até o Decreto n. com carga tributária vinculada. assim compreendido o valor acumulado no totalizador de Venda Bruta Diária deduzido dos valores: a) acumulados nos totalizadores parciais de: 1. 4. e) de Operação Não-Fiscal Cancelada. assim compreendido o somatório dos valores acumulados nos totalizadores parciais de prestações tributadas pelo ISS.Aprovado pelo Decreto n.2007. 7. X . g) parcial de acréscimo de ICMS. III . para cada produto comercializado ou serviço prestado indicado na alínea anterior. desconto de ISS. seguida do respectivo Contador Específico de Operação Não-Fiscal. b) de Venda Bruta Diária. atualizado até o Decreto n. IV . l) parciais de substituição tributária. com carga tributária vinculada. 1. d) de Comprovante de Crédito ou Débito. VI .

de desconto ou de acréscimo. XIV . III .a denominação de cada relatório gerencial cadastrado na Memória de Trabalho. XV .Aprovado pelo Decreto n. cancelamento de ISS. § 2º A impressão das informações previstas nas alíneas "a" a "d" do inciso XI deverá ser opcional em cada Leitura X.o Número de Comprovantes de Crédito ou Débito Não Emitidos.05.INFORMAR AO CREDENCIADO" quando essa capacidade for inferior a sessenta.o registro de operação de cancelamento. IV .091.a denominação "REGISTRO DE VENDA". II . b) a descrição do produto ou do serviço.2010 existir em ECF com Memória de Fita-detalhe e deverá conter (cláusula quadragésima oitava do Convênio ICMS 85/01): I . de implementação obrigatória em ECF que emita Registro de Venda. e deverá conter (cláusula quadragésima nona do Convênio ICMS 85/01): I .o número da mesa. com uso da observação "Transferência de Mesa: nnn para mmm". g) a indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária do produto ou do serviço.RICMS . 1.12. desconto de ICMS. com indicação dos números das mesas de origem e de destino. f) os valores pendentes para os totalizadores de cancelamento de ICMS. g) indicação das mesas pendentes de emissão de cupom fiscal ou nota fiscal de venda a consumidor (Convênio ICMS 15/03). III . XII . § 1º A indicação da operação de cancelamento. 380. 7. Parágrafo único.Aprovado pelo Decreto n. expressa em quantidade de reduções.o registro de item. se for o caso. 378. de implementação obrigatória em ECF que emita Conferência de Mesa.). desconto e acréscimo registradas em Registro de Venda e Conferência de Mesa e que ainda não foram registradas em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 302 .2010 quantidade total de cada produto comercializado ou serviço prestado que não foram registrados em Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor. Art. 1.a denominação "CONFERÊNCIA DE MESA".legenda contendo as seguintes informações: a) o número do item e o código do produto ou do serviço.o Tempo Emitindo Documento Fiscal. com indicação do número da respectiva mesa. devendo ser impressa também a expressão "MEMÓRIA EM ESGOTAMENTO .091.2007.12. SUBSEÇÃO IX DO REGISTRO DE VENDA Art. XVI . c) a descrição do produto ou do serviço.980 de 21. 379. de 13. d) a quantidade comercializada.2007.o Tempo Operacional. atualizado até o Decreto n.980 de 21. assim compreendido o valor total das respectivas operações de cancelamento. O Registro de Venda. A Leitura X deve representar os valores dos acumuladores armazenados na Memória de Trabalho no momento de sua emissão (cláusula trigésima sétima do Convênio ICMS 85/01. que corresponde ao valor obtido da multiplicação dos valores indicados nas alíneas "d" e "f". acréscimo de ICMS e acréscimo de ISS. 7. II . seguido da indicação do Contador Específico de Relatório Gerencial. SUBSEÇÃO X DO CONFERÊNCIA DE MESA Art. O Conferência de Mesa. com indicação do símbolo do respectivo totalizador parcial e da carga tributária vinculada. V .05.a indicação de transferência de produtos ou serviços entre mesas. impressa em letras maiúsculas. atualizado até o Decreto n.a indicação da capacidade remanescente para gravação de dados na Memória Fiscal referente a Redução Z. impressa em letras maiúsculas. h) o valor total do produto ou do serviço. c) a quantidade comercializada. somente poderá 301 RICMS . de desconto ou de acréscimo deve ser precedida da observação "marcado para". desconto de ISS. somente poderá existir em ECF com Memória de Fita-detalhe. e) a unidade de medida. de 13. b) o código do produto ou do serviço. § 1º Os valores referentes aos acumuladores indicados na Leitura da Memória de Trabalho devem ser sinalizados pelo símbolo "*". impresso logo após a identificação do acumulador. O "software" básico deverá possibilitar a emissão da Leitura X comandada por aplicativo e pelo dispositivo de "hardware" previsto em norma de procedimento. XIII . f) o valor unitário do produto ou do serviço. § 2º A opção de impressão do Registro de Venda deverá ser configurada em Modo de Intervenção Técnica.legenda contendo as seguintes informações: a) o número da mesa.

o valor da operação não-fiscal registrada. b) o nome.05. 7. impressa em letras maiúsculas antes da informação do inciso seguinte.091.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. de 13.a denominação "COMPROVANTE NÃO-FISCAL".2007. impressa em letras maiúsculas antes da informação do inciso seguinte. VII . com trinta caracteres. com 79 caracteres (Convênio ICMS 15/03). Parágrafo único. Art. de acréscimo ou de cancelamento. § 2º A opção de novo registro de item no Conferência de Mesa deverá ser configurada em Modo de Intervenção Técnica. VIII .): I .a expressão "ESTORNO MEIO DE PAGAMENTO". O Comprovante Não-Fiscal deverá conter (cláusula sexagésima do Convênio ICMS 85/01. impressa em letras maiúsculas.a denominação do meio de pagamento a ser estornado. registrados no Registro de Venda. o comprovante emitido não deve conter as indicações dos incisos II. atualizado até o Decreto n.a denominação "COMPROVANTE NÃO-FISCAL". impressas no máximo em oito linhas.o tempo decorrido entre o registro do primeiro item para a mesa e a emissão do Conferência de Mesa. V . impressa em letras maiúsculas. V .o Contador de Ordem de Operação do documento que contenha o meio de pagamento a ser estornado. X .o registro de operação de cancelamento. XI . de desconto ou de acréscimo deve ser precedida da observação "marcado para". impressa em letras maiúsculas. § 1º A indicação da operação de cancelamento.o valor da subtotalização dos itens e das operações ou prestações registradas. IV . VI . g) o valor total do produto ou do serviço. se for o caso. 1.12. VI . que corresponde ao valor obtido da multiplicação dos valores indicados nas alíneas "c" e "e". VI . se for o caso.a observação "AGUARDE O CUPOM FISCAL".o registro de operação de desconto. IX . impressa em letras maiúsculas. SEÇÃO III DOS DEMAIS DOCUMENTOS SUBSEÇÃO I DO COMPROVANTE NÃO-FISCAL Art.RICMS .Aprovado pelo Decreto n.980 de 21.Aprovado pelo Decreto n. se for o caso. II . O Comprovante Não-Fiscal previsto neste artigo somente poderá ser emitido para estorno do meio de pagamento registrado no último Cupom Fiscal ou Nota Fiscal de Venda a Consumidor.2007. IV . seguido do respectivo valor. Quando do cancelamento de Comprovante Não-Fiscal durante sua emissão. atualizado até o Decreto n. Parágrafo único. impressa em letras maiúsculas.2010 d) a unidade de medida. se for o caso.Contador Geral de Operação Não-Fiscal. Na hipótese de a operação não fiscal se referir à retirada ou suprimento de numerário. e) o valor unitário do produto ou do serviço. V .o valor da subtotalização dos itens e das operações ou prestações registradas. precedido da expressão "TOTAL".os campos destinados à identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao consumidor ou tomador dos serviços: a) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF. IX .05. VII . 7.091. se for o caso. 381.a totalização dos itens e das operações registradas. precedida da expressão "TOTAL". 1.o número e os itens referentes à mesa.a totalização dos itens e das operações ou prestações registradas.o número e o novo registro de item.o Contador Específico de Operação Não-Fiscal da respectiva operação. III . contendo todos os dados que compõem o registro de item. VII . IX e XI (Convênio ICMS 15/03). se for o caso. O Comprovante Não-Fiscal emitido para estorno de meio de pagamento deverá conter (cláusula sexagésima segunda do Convênio ICMS 85/01): I .12.o meio de pagamento.980 de 21. III .informações suplementares. ou Bilhete de Passagem ou Comprovante 304 .2010 c) o endereço.a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL".a denominação do novo meio de pagamento. Art. 383. de 13. 303 RICMS . impressa em letras maiúsculas. 382. VIII . II . deverá ser impressa em letras maiúsculas a expressão "COMPROVANTE NÃO-FISCAL CANCELADO" seguida dos dados de rodapé do documento (cláusula sexagésima primeira do Convênio ICMS 85/01). seguido do respectivo valor. de desconto ou de acréscimo. observadas as regras sobre condição de pagamento que deverão estar contidas no "software" básico constantes em norma de procedimento fiscal. X .a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL". f) a indicação do símbolo do totalizador parcial de situação tributária do produto ou do serviço. IV .

indicado como "Valor da compra".os campos destinados a identificação facultativa dos seguintes dados referentes ao consumidor ou tomador dos serviços: a) o número de inscrição no CNPJ ou no CPF. atualizado até o Decreto n. VI . impressa em letras maiúsculas. conforme cadastrado na Memória de Trabalho. Art.159.o valor do meio de pagamento para o respectivo débito ou crédito. b) o nome.o Contador de Ordem de Operação do documento vinculado.o número da via do documento.o texto da administradora de cartão de crédito ou de débito em conta.a denominação "COMPROVANTE NÃO-FISCAL CANCELAMENTO". VII . representativa do conjunto de documentos emitidos num determinado período. 7. 384. com trinta caracteres. b) o Contador de Ordem de Operação. impressa em letras maiúsculas antes da informação do inciso 305 RICMS .2010 Não-Fiscal emitido. 388. c) o valor total da operação ou prestações. O contribuinte usuário de ECF com Memória de Fita-detalhe.2008: "Art. deverá observar o disposto no parágrafo único do art. sem seccionamento. de implementação obrigatória.a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL". XI . O Comprovante de Crédito ou Débito.2010 seguinte. Nova Redação dada ao art. alteração 99ª.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. IV . 111 (cláusula nonagésima terceira do Convênio ICMS 85/01). V . Parágrafo único. 1º.a denominação do meio de pagamento.o valor total da operação ou prestação do documento vinculado. A bobina que contém a Fita-detalhe deve ser armazenada inteira.Aprovado pelo Decreto n. de 1º. XII .2007. em ordem cronológica. impressa em letras maiúsculas. 7. destinada ao fisco.em relação ao Comprovante Não-Fiscal a ser cancelado: a) . de 13.12. VIII . 111 (cláusula nonagésima quarta do Convênio ICMS 85/01).07. Redação original em vigor no período de 1º. com relação a Fita-detalhe impressa a partir dos dados gravados naquele dispositivo. é o documento destinado à formalização de pagamento relativo à aquisição de mercadorias ou serviços por meio de cartão de crédito ou de débito em conta.08. no caso de pagamento parcelado. X . II .091. em relação a cada ECF. deverá observar o contido em norma de procedimento fiscal (cláusula nonagésima quarta do Convênio ICMS 85/01).01.2008. 387. A Fita-detalhe é a via impressa. III . SUBSEÇÃO II DO COMPROVANTE NÃO-FISCAL CANCELAMENTO Art. com 79 caracteres.12.2007.RICMS . III .980 de 21. por equipamento e mantida em ordem cronológica." 306 . SUBSEÇÃO IV DA FITA-DETALHE Art. e deverá conter (cláusula qüinquagésima sexta do Convênio ICMS 85/01): I . se for o caso. O Comprovante Não-Fiscal Cancelamento deverá conter (cláusula sexagésima terceira do Convênio ICMS 85/01): I . 388 pelo art. II .Aprovado pelo Decreto n. em um ECF específico (cláusula nonagésima segunda do Convênio ICMS 85/01). 3.05. No caso de intervenção técnica que implique necessidade de seccionamento da bobina da Fita-detalhe.o Contador Geral de Operação Não-Fiscal. d) o valor do desconto cancelado.091. SUBSEÇÃO III COMPROVANTE DE CRÉDITO OU DÉBITO Art. observado o disposto no parágrafo único do art. deverão ser apostos nas extremidades do local seccionado o número do atestado de intervenção correspondente e a assinatura do técnico interventor.a indicação da quantidade de Comprovante de Crédito ou Débito vinculados cancelados. 385.o número de parcelas.05. 388.2008 até 31.o Contador de Comprovante de Crédito ou Débito. O contribuinte usuário de ECF com Memória de Fita-detalhe. se for o caso.980 de 21. 1. 1. c) o endereço. IX . com relação a Fita-detalhe impressa a partir dos dados gravados naquele dispositivo. do Decreto n. 386. Art. de 13.a denominação "COMPROVANTE CRÉDITO OU DÉBITO". atualizado até o Decreto n.

do estabelecimento.980 de 21.12.a data (dia.12. diariamente. em ordem seqüencial. "Operações sem Débito do Imposto". III . subdividida em tantas colunas quantas forem necessárias para a indicação das cargas tributárias cadastradas e utilizadas no ECF. O Relatório Gerencial deverá conter (cláusula sexagésima quarta do Convênio ICMS 85/01): I . que deverá conter (cláusula septuagésima sétima do Convênio ICMS 85/01): I . conforme modelo constante em norma de procedimento fiscal. 389. A Fita-detalhe emitida a partir de dados armazenados na Memória de Fita-detalhe. VIII . IV . Art. em Mapa Resumo ECF. estadual e municipal. "Série (ECF)": para registro do número de ordem seqüencial do equipamento. admite-se a impressão apenas do valor do Contador de Ordem de Operação. indicado por "COOi". mês e ano). c) "Valores Fiscais". V .05.a data e a hora de sua emissão.o nome.2007. II .a denominação "RELATÓRIO GERENCIAL". 391.o Contador Geral de Relatório Gerencial. b) "Valor Contábil": importância acumulada no totalizador parcial de venda líquida diária. O tempo total de emissão do Relatório Gerencial será de no máximo dois minutos contados a partir do início de sua impressão. subdividida em "Isentas".2010 SUBSEÇÃO V DO RELATÓRIO GERENCIAL Art.a numeração. do CAD/ICMS e da Inscrição Municipal (Convênio ICMS 15/03). o endereço e os números de inscrição federal.RICMS . subdividida em: 1. 307 RICMS .o Contador Geral de Operação Não-Fiscal.980 de 21. Com base nas Reduções Z emitidas pelo ECF.o Contador de Ordem de Operação do primeiro documento impresso. 390. VII . impressa antes da denominação indicada no inciso anterior.Aprovado pelo Decreto n. 1. de 13. 2. SEÇÃO IV DA ESCRITURAÇÃO FISCAL SUBSEÇÃO I DO MAPA RESUMO ECF Art.001 a 999. 7. II . "Não-Tributadas" e "Outras". conforme cadastrada na Memória de Trabalho. se for o caso. III .999. § 1º No caso da impressão da Leitura da Memória Fiscal na Fita-detalhe.2007. 2. atualizado até o Decreto n.a denominação "MAPA RESUMO ECF".o Contador de Ordem de Operação do último documento impresso.a denominação do tipo de relatório emitido.091. § 2º Os dados indicados neste artigo deverão ser impressos imediatamente após a impressão do CNPJ.a expressão "NÃO É DOCUMENTO FISCAL". 1. impressa em letras maiúsculas. devendo encerrar-se automaticamente após decorrido esse tempo (cláusula sexagésima Quinta do Convênio ICMS 85/01). subdividida em: 1. da denominação e da data e hora de emissão (Convênio ICMS 15/03). "Número (CRZ)": para registro do número do Contador de Redução Z. deverá conter em todos os documentos impressos (cláusula sexagésima sexta do Convênio ICMS 85/01): I . indicado por "COOf". 392. III .o texto do relatório gerencial. "Operações com Débito do Imposto": para indicação da base de cálculo por carga tributária.Leitura da Memória de Trabalho. II . na linha imediatamente anterior à de impressão dos dados de rodapé. a cada dez linhas a partir da primeira impressão e até a impressão da Leitura da Memória de Trabalho de que trata o inciso VII. V .05. SUBSEÇÃO VI DA FITA-DETALHE EM ECF COM MEMÓRIA DE FITA-DETALHE Art. as operações ou prestações deverão ser registradas.as colunas a seguir: a) "Documento Fiscal". atualizado até o Decreto n. de 000.o Contador Específico de Relatório Gerencial.2010 IV . para 308 .091.Aprovado pelo Decreto n. de 13. impressa em letras maiúsculas. IV . reiniciada quando atingido este limite. 7. VI .a expressão "FITA-DETALHE".

c) o dimensionamento das colunas de acordo com as necessidades do estabelecimento.980 de 21. acrescendo os mesmos aos valores das respectivas situações tributárias do dia. O livro Registro de Saídas deve ser escriturado da forma a seguir (cláusula septuagésima oitava do Convênio ICMS 85/01. § 3º Relativamente ao Mapa Resumo ECF. II .091. atualizado até o Decreto n. respectivamente.2010 registro. VII . § 2º Fica facultado o uso do Mapa Resumo ECF para estabelecimento que possua até três ECF e não utilize os procedimentos relativos às operações de cancelamento e desconto permitidos pelo "software" básico de acordo com o disposto em norma de procedimento fiscal. da soma dos totalizadores de Isentos de ICMS.nas colunas "Base de Cálculo". serão escriturados nas colunas próprias do livro Registro de Saídas.980 de 21. b) desde que não prejudiquem a clareza.2007.05.os totais apurados na forma do inciso VI do artigo anterior.Aprovado pelo Decreto n. O estabelecimento que for dispensado da emissão do Mapa Resumo ECF deve escriturar o livro Registro de Saídas.RICMS . também.2007. "Alíquota" e "Imposto Debitado" de "Operações com Débito do Imposto" serão escrituradas as informações em tantas linhas quantas forem as cargas tributárias das operações e prestações.05. d) a indicação de eventuais observações em seguida ao registro a que se referirem ou ao final do período diário. VI . com as remissões adequadas. que representa a diferença entre o valor indicado no totalizador de venda bruta diária e o somatório dos valores acumulados nos totalizadores de cancelamento. c) como números inicial e final do documento: os números do Contador de Ordem de Operação do primeiro e do último documento emitidos no dia. a base de cálculo do ISS. quando for o caso.2010 e) na coluna "Observações": outras informações."Responsável pelo estabelecimento": nome. bem como os contidos no art.na coluna sob o título "Documento Fiscal": a) como espécie: a sigla "CF". 394. 7. o acréscimo de indicações de interesse do usuário. quando da intervenção técnica efetuada de acordo com o disposto em norma de procedimento fiscal. "Alíquota" e "Imposto Debitado" de "Operações com Débito do Imposto" serão escrituradas as informações em tantas linhas quantas forem as cargas tributárias das operações e prestações e na coluna "Isentas ou Não Tributadas" de "Operações sem Débito do Imposto" serão escrituradas as informações em tantas linhas quantas forem as situações tributárias. b) como série e subsérie: o Número de Ordem Seqüencial do ECF atribuído pelo contribuinte usuário. Nas colunas "Base de Cálculo". c) como números inicial e final do documento fiscal: o número do Mapa Resumo ECF emitido no dia. Não-Tributadas de ICMS e Substituição Tributária de ICMS. da seguinte forma (cláusula septuagésima nona do Convênio ICMS 85/01): I . em linhas distintas. juntar-se-á. 393. sendo que. a Leitura da Memória Fiscal referente ao mesmo período. função e assinatura. V . no último mapa do período de apuração. Parágrafo único. juntamente com as respectivas Reduções Z.): I .na coluna "Documento Fiscal": a) como espécie: a sigla "CF". será permitido: a) a supressão das colunas não utilizáveis pelo estabelecimento. d) como data: aquela indicada no respectivo Mapa Resumo ECF.na coluna "Observações": o número do Contador de Redução Z e. § 4º Na impossibilidade de emissão de "Cupom de Leitura X". observado o prazo previsto no parágrafo único do art. de 13.091. II . a partir da coluna "Valor Contábil" do Mapa Resumo ECF. 1.12. deverá o usuário lançar os valores apurados através da soma da fita detalhe no campo "Observações" do Mapa Resumo ECF. 111.na coluna "Isentas ou Não Tributadas" de "Operações sem Débito do Imposto" serão escrituradas as informações relativas ao somatório dos valores acumulados nos respectivos totalizadores de isentos ou não-incidência. VI .na coluna "Valor Contábil" o valor da venda líquida diária. SUBSEÇÃO III DO RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO 310 .na coluna "Outras" de "Operações sem Débito do Imposto" serão escrituradas as informações relativas ao somatório dos valores acumulados nos totalizadores de substituição tributária. 7. Art. d) "Observações". de 13. em ordem cronológica. § 1º O Mapa Resumo ECF deve ser conservado. b) como série e subsérie: a sigla "ECF".Aprovado pelo Decreto n. 1. desconto e ISS. III . IV .12. 381. SUBSEÇÃO II DO REGISTRO DE SAÍDAS Art.linha "Totais do Dia": soma de cada uma das colunas previstas nas alíneas "b" e "c" do inciso anterior. 309 RICMS . atualizado até o Decreto n.

b) a 2ª via.980 de 21. devendo manter à disposição do fisco os documentos relativos a todos os locais envolvidos. § 1º A escrituração. 311 RICMS . que terão a seguinte destinação: a) a 1ª via. Art. os valores acumulados nos totalizadores de isentos e de não-tributados.Aprovado pelo Decreto n. deverá ser remetida ao respectivo prestador de serviço de transporte de passageiro no prazo máximo de um dia após sua emissão.12.2010 b) centralizar os registros e as informações fiscais. os Bilhetes de Passagens emitidos por sistema eletrônico de processamento de dados (cláusula nona do Convênio ICMS 84/01).091. 7. em duas vias. atualizado até o Decreto n.nele serão escrituradas todas as Reduções Z emitidas pelos ECF autorizados para o estabelecimento. São responsáveis solidários. o valor da carga tributária cadastrada para o respectivo totalizador parcial tributado pelo ICMS. 395. no recinto de atendimento ao público. modelo 2-A. na coluna "OUTROS". a expressão "ECF". bem como.o documento será emitido diariamente. Art. no Resumo de Movimento Diário.2010 Art. A utilização. 2. 1. o valor acumulado no totalizador de substituição tributária. na coluna "ICMS". o valor acumulado em cada totalizador parcial tributado pelo ICMS. para escrituração do livro Registro de Saídas. A empresa prestadora de serviço de transporte de passageiro que possuir mais de um estabelecimento deverá fazer sua escrituração centralizada com base no documento Resumo de Movimento Diário (cláusula oitava do Convênio ICMS 84/01).o fabricante ou importador do ECF. de equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou a prestações de serviços somente será admitida quando integrar o ECF. será feita da seguinte forma: a) no campo "DOCUMENTOS EMITIDOS": 1. § 2º O contribuinte deverá: a) manter o controle da distribuição dos ECF e dos Bilhetes de Passagem para os diversos locais de emissão. 396.2007. o valor acumulado no totalizador de Venda Líquida.o fabricante ou importador do ECF.980 de 21. d) no campo "VALOR SEM DÉBITO": 1.Aprovado pelo Decreto n. para exibição ao fisco. b) na coluna "VALOR CONTÁBIL". sem a autorização a que se refere o "caput" ou que não satisfaça os requisitos desta. da Redução Z. emitida no ECF utilizado para emitir cupom fiscal cujo início da prestação ocorra em outra unidade federada que não a do estabelecimento usuário. O equipamento em uso. 398. Parágrafo único. escriturados um em cada linha. 3. de 13. 3. 1. 7. e.05. na coluna "BASE DE CÁLCULO". sempre que contribuírem para o uso indevido de ECF (cláusula centésima segunda do Convênio ICMS 85/01): I . na coluna "ISENTAS E NÃO TRIBUTADAS". poderá ser apreendido pelo fisco e utilizado como prova de infração à legislação tributária.2007. de 13.12. SEÇÃO V DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. sendo que: I . no mínimo. conservando-se cópia no estabelecimento. II . na coluna "ALÍQUOTA". se for o caso.091. 2. § 3º A via da Redução Z. 2. CAPÍTULO XVII DA EMISSÃO DE DOCUMENTOS E DA ESCRITURAÇÃO DE LIVROS FISCAIS POR SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE DADOS SEÇÃO I DA UTILIZAÇÃO 312 . na coluna "TIPO". na coluna "SÉRIE". de acordo com autorização concedida pela repartição fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento (Convênio ECF 01/98). atualizado até o Decreto n. devendo ser lançado um valor por linha. c) no campo "VALOR COM DÉBITO DO IMPOSTO": 1. em relação a empresa para a qual tenha fornecido "Atestado de Responsabilidade e de Capacitação Técnica". o valor resultante da aplicação da alíquota sobre a base de cálculo.RICMS . o valor do Contador de Redução Z. a empresa credenciada a intervir em ECF e aquele que desenvolver ou fornecer o programa aplicativo. 397. II . em relação ao contribuinte usuário do equipamento. a via da Redução Z emitida no ECF utilizado para emitir cupom fiscal cujo início da prestação ocorra em outra unidade federada que não a do estabelecimento usuário. O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido pelo estabelecimento centralizador. número de fabricação do equipamento. na coluna "NÚMEROS".05.

402. onde a armazenagem e a manutenção a que se refere o parágrafo anterior forem centralizadas remotamente em um único estabelecimento do contribuinte ou do prestador de 313 RICMS . quando notificado. no caso de autorização de uso de processamento de dados para escrituração fiscal concedida ao contabilista. a utilização de. de 13. por si ou quando conectado a outro computador.091. o sistema de retaguarda de ECF e a totalidade dos seus respectivos dados e arquivos deverão ser armazenados e mantidos: a) na sede do estabelecimento autorizado para o uso desses sistemas. em relação às obrigações previstas no art. de acordo com o disposto em norma de procedimento fiscal. b) documentos fiscais de entrada e saída classificados conforme disposto no art. ficam obrigados a escriturar o livro Registro de Entradas. para os fins do disposto na alínea "a" do § 2º. no prazo de quinze dias. 1. § 5º Os sistemas informatizados para a emissão e a escrituração de documentos e livros fiscais por processamento de dados e para a interligação a equipamento ECF deverão ser submetidos a processo de credenciamento pela CRE. A utilização de terminal portátil ou equipamento similar. § 1º No que se refere aos livros fiscais. o livro Registro de Saídas e o livro Registro de Apuração do ICMS. c) livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. 111. 1. 399. contendo. leitura de memória fiscal e registros do sistema de retaguarda de ECF. por sistema de processamento de dados. no mínimo. mediante regime especial. sendo permitida a replicação dos dados para local diverso. para efeitos de atendimento à fiscalização. A emissão e a escrituração por sistema de processamento de dados de documentos e livros fiscais far-se-ão de acordo com as disposições deste Capítulo (Convênio ICMS 57/95). Art. e) livro Registro de Apuração do ICMS. 7. sem prejuízo do pedido de uso determinado no art. § 2° Obriga-se ao cumprimento das exigências deste Capítulo o contribuinte que (Convênio ICMS 66/98): a) emitir documentos fiscais ou escriturar livros fiscais em equipamento que utilize ou tenha condições de utilizar arquivo magnético ou equivalente.091. § 14.RICMS . poderão ser escriturados pelo sistema de que trata este artigo. nos termos do art. 314 . atualizado até o Decreto n. § 4º Entende-se por equipamento.12. § 6º O sistema de processamento de dados para preenchimento e escrituração de documentos e livros fiscais. 402. 11. d) movimentação de estoque discriminado por produto. § 7º Em caso de uso de sistema integrado e interligado em tempo real. por meio de chave de acesso que possibilite a realização de consultas em tela.980 de 21.05. poderá ser autorizada. § 11. arquivos eletrônicos em formato texto (padrão ASCII).980 de 21. No caso de descumprimento do disposto nos §§ 11 e 14 será aplicada a penalidade prevista na alínea "n" do inciso XIV do § 1º do art. de que trata o § 7º. para o provimento do sistema de natureza fiscal. 113 e o art. O contribuinte usuário de processamento de dados deverá fornecer ao fisco. § 15. c) não possuindo sistema eletrônico de processamento de dados próprio. f) livro Movimentação de Combustíveis (Convênio ICMS 55/97). 406. 225. § 12.12. a impressão de relatórios e a extração da totalidade dos dados fiscais e contábeis dos sistemas de processamento de dados autorizados.2010 Art. bem como para a centralização de servidor de dados e outros serviços essenciais para a sua disponibilização. § 3° A emissão de Nota Fiscal de Venda a Consumidor por processamento de dados fica condicionada ao uso de equipamento de impressão que atenda aos requisitos previstos neste Regulamento relativos ao ECF. b) livro Registro de Saídas. c) registros dos pagamentos e recebimentos de títulos relativos aos documentos ficais recebidos ou emitidos. utilize serviços de terceiros com essa finalidade. O estabelecimento do prestador de serviços referido no parágrafo anterior será considerado. o prestador será considerado responsável pela utilização dos programas aplicativos em conformidade com a legislação tributária vigente e pela observação e cumprimento das obrigações fiscais acessórias previstas neste Capítulo. computador e impressora para preenchimento de documento fiscal ou escrituração de livros fiscais (Convênio ICMS 31/99). § 10.2010 serviços referido no art. nos termos deste Capítulo. para a emissão de documento fiscal fora do estabelecimento. a partir de estabelecimento localizado no território paranaense. como uma extensão do estabelecimento do contribuinte. § 8º Os contribuintes que atendam as disposições da Seção VIII do Capítulo XVII do Título III deste Regulamento ficam dispensados das exigências previstas nos §§ 6º e 7º deste artigo.Aprovado pelo Decreto n. b) no estabelecimento do contabilista autorizado. 7. e) Mapa Resumo de ECF. 401. no mínimo. exceto aqueles enquadrados no Simples Nacional. o contribuinte deverá disponibilizar ao fisco o acesso imediato aos sistemas de processamento de dados. de 13. de 14 de novembro de 1996. b) utilizar ECF que tenha condições de gerar arquivo magnético. atualizado até o Decreto n.580. A totalidade dos dados e dos arquivos dos sistemas de processamento de dados autorizados para emissão de documentos e livros fiscais e dos sistemas de interligação a equipamento ECF deverão ser conservados e mantidos pelo período disposto no parágrafo único do art.2007.Aprovado pelo Decreto n.05. 55 da Lei n. as seguintes informações: a) livros fiscais e contábeis emitidos. Na prestação de serviços de terceiros. 406. § 9º A exigência da disponibilização do acesso imediato aos sistemas de processamento de dados. 400. não se aplica às hipóteses de que tratam o § 8º do art. § 13. d) livro Registro de Inventário.2007. Os contribuintes do ICMS. os seguintes: a) livro Registro de Entradas.

Serão credenciados pela CRE. a qualquer tempo. g) a forma de acesso e os endereços do usuário na internet. 111. pela alteração 100ª. 405.980 de 21. 405. relativamente ao prestador. 399.2010 SEÇÃO II DO PEDIDO DE USO Art. sendo seus respectivos sistemas submetidos. 403. relativamente ao prestador.980 de 21.Aprovado pelo Decreto n. e) os ambientes operacionais da estação.2010 Art. à análise do fisco.2008. 315 RICMS . § 4º O requerimento de que trata o § 1° deverá estar acompanhado de cópia da nota fiscal de aquisição do equipamento e dos demais documentos exigidos em norma de procedimento. no pedido de que trata o artigo 396. 401.05. § 6º O pedido de cessação de uso de processamento de dados. O contribuinte que utilizar serviço de terceiros prestará. SEÇÃO IV 316 . o fornecedor de sistema de processamento de dados para emissão de documentos e escrituração fiscal e o fornecedor de sistema de retaguarda de ECF. também. ficando vedado o pedido parcial. bem como prestar todas as informações técnicas relativas ao funcionamento do "software". h) a identificação e a assinatura do declarante. de 13. de 1º.12. ou. f) as especificações técnicas do sistema de "backup". e as suas vias terão a seguinte destinação: a) a original e outra via serão retidas pelo fisco. Nova redação dada ao art. § 1º Para os fins previstos neste artigo.01. as informações nele enumeradas. 1º. este deverá apreciar o pedido no prazo de trinta dias. do art.091. A utilização do sistema de processamento de dados será autorizada pelo Delegado Regional da Receita do domicílio tributário a que estiver vinculado o estabelecimento interessado. § 5º O pedido de uso para escrituração fiscal por processamento de dados poderá ser requerido pelo contabilista responsável. preenchido em três vias.091. 404. individualmente por sistema.08. não exime o contribuinte de atender ao disposto no § 14 do art. o qual conterá as seguintes indicações (Convênio ICMS 75/03): a) o motivo do preenchimento.Aprovado pelo Decreto n. o contribuinte deverá apresentar o Pedido/Comunicação de Uso de Sistema de Processamento de Dados. 401. visando disciplinar o uso e garantir o cumprimento do disposto neste Regulamento. conforme a finalidade de uso do contribuinte. d) os documentos e os livros objeto do requerimento. de acordo com o contido em norma de procedimento fiscal. não forem atendidas as exigências a que se referem os §§ 1º e 2º do artigo 403 ou quando for constatada qualquer irregularidade no sistema submetido à análise no processo de credenciamento. § 3º A solicitação de alteração ou a comunicação de desistência do uso do sistema de processamento de dados obedecerá também ao disposto neste artigo e deverá ser apresentada ao fisco com antecedência mínima de trinta dias da ocorrência. Art.2008.05. do repositório e a respectiva localização dos equipamentos. 1.12. 7. no pedido de que trata o art. as informações nele enumeradas. 7. apresentando Termo de Responsabilidade específico que estabelecerá a responsabilidade do prestador pela conformidade dos programas aplicativos à legislação vigente e pela entrega das informações mencionadas no art. caso em que deverá ser elaborado um único pedido para todos os contribuintes por ele atendidos. § 2º Atendidos os requisitos exigidos pelo fisco.159." SEÇÃO III DO CREDENCIAMENTO PARA FORNECIMENTO DE SISTEMAS INFORMATIZADOS DE NATUREZA FISCAL Art. c) a identificação do usuário. cancelar o credenciamento concedido quando. respectivamente. 402. atualizado até o Decreto n. b) uma via será devolvida ao requerente para servir como comprovante da autorização. 402. podendo essa competência ser delegada a critério da referida autoridade.2007. O contribuinte que utilizar serviço de terceiros prestará. surtindo efeitos a partir de 1º. quando lhe forem solicitadas.2007. § 1º Será responsabilidade do fornecedor credenciado assegurar que os sistemas a que se refere o "caput" estejam plenamente de acordo com a legislação tributária vigente. apresentando Termo de Responsabilidade específico que estabelecerá a responsabilidade do prestador pela conformidade dos programas aplicativos à legislação vigente e pela entrega das informações mencionadas no art. de 13.RICMS . do Decreto 3. Poderá o fisco indeferir o pedido de credenciamento. § 2º O fornecedor deverá manter cópia dos sistemas à disposição do fisco pelo prazo de que trata o parágrafo único do art. do servidor de banco de dados. Texto original que surtiu efeitos: " Art. 402. ou a substituição de sistema de natureza fiscal. atualizado até o Decreto n. do servidor de rede. 1. b) os dados do sistema.

por totais de documento fiscal. § 1º Quando a operação for informada em arquivo e não ocorrer a circulação física da mercadoria. o contribuinte paranaense deverá incluir no arquivo a ser remetido a este Estado todas as operações e prestações que realizar. nos casos previstos neste Capítulo. modelo 8.12. dada pela alteração 149ª.980 de 21.http://www. atualizado até o Decreto n.2008.por total diário.1. modelo 55 (Convênio ICMS 12/06). far-se-á geração de arquivo esclarecendo o fato.08. por equipamento. de 18. do Decreto n. por qualquer motivo. Art. § 5º O contribuinte paranaense que remeter ao fisco deste Estado arquivo contendo todas as operações e prestações 318 . 399 estará obrigado a manter.br. modelo 10.item 9. § 2º O registro fiscal por item de mercadoria de que tratam os incisos I.05. j) Conhecimento de Transporte Eletrônico. quando se tratar de (Convênio ICMS 69/02): a) Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. até o dia quinze de cada mês. art. far-se-á geração de arquivo com o código de finalidade "5" .2007.Aprovado pelo Decreto n. II . 406. Acrescentada a alínea j ao inciso II pela alteração 315ª.Aprovado pelo Decreto n. que será remetido juntamente com o relativo ao mês em que se verificar a ocorrência.11.231 de 17.1. SEÇÃO V DAS CONDIÇÕES ESPECÍFICAS Art. modelo 7. por espécie de documento fiscal.980 de 21. f) Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. IV e V fica dispensado quando o estabelecimento utilizar sistema eletrônico de processamento de dados somente para a escrituração de livro fiscal (Convênio ICMS 66/98). listagem dos programas e as alterações ocorridas no período a que se refere o art. i) Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. atualizado até o Decreto n. do art.por totais de documento fiscal e por item de mercadoria (classificação fiscal). nos demais casos (Convênio ICMS 69/02). 7. modelo 9. ao programa validador.gov. g) Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. O usuário do sistema de processamento de dados deverá fornecer.2009. 407. quando se tratar de Nota Fiscal. 405. gabarito de registro (leiaute) dos arquivos. para verificação da sua consistência. 01. § 3° O arquivo deverá ser submetido. arquivo magnético contendo as informações previstas neste artigo.12. O contribuinte de que trata este Capítulo deverá remeter às Secretarias de Fazenda. quando solicitado.3 do Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI este Regulamento. b) Nota Fiscal de Serviço de Transporte. § 3º O contribuinte deverá fornecer. modelo 11.fazenda. 407. sendo que. referente à totalidade das operações de entradas e de saídas e das aquisições e prestações realizadas no exercício de apuração (Convênio ICMS 75/96 e 39/00): I . c) Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.RICMS . d) Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. 1º.091. contendo descrição. 5.3 do Manual de Orientação de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. ainda que não emitidos por sistema eletrônico de processamento de dados. e) Conhecimento Aéreo. modelo 27 (Ajuste SINIEF 07/06). h) Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. de 13.por total diário. quando se tratar de documento emitido por ECF. VI . Finanças ou Tributação das unidades federadas. Redação original em vigor no período de 1º. § 1º O disposto neste artigo também se aplica aos documentos fiscais nele mencionados.2007. 1. 3. vigente na data de entrega do arquivo (Convênio ICMS 39/00). 1.pr. III . em relação a uma operação registrada em arquivo.2010 DA DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Art. de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. modelo 6.05. observado o disposto no parágrafo único do art. modelo 22. 7. que ficará disponível na página da internet . modelos 1 e 1-A. art. 317 RICMS .07. § 2º O arquivo remetido a cada unidade federada restringir-se-á às operações e prestações com contribuintes nela localizados. V .795. de 13.2009 surtindo efeitos a partir de 09. modelo 57 (Convênio ICMS 42/09).item 9. documentação minuciosa.por item contido no registro de inventário (Convênio ICMS 69/02). ocorrer posterior retorno da mercadoria por não ter sido entregue ao destinatário. previamente. 1º.2008: "§ 1º Sempre que.2010 IV .por total mensal por item de mercadoria e serviços contidos nos cupons fiscais emitidos por ECF (Convênio ICMS 69/02). arquivo com registro fiscal das operações e prestações efetuadas no mês anterior (Convênio ICMS 69/02).2008 até 17.11. atendendo às especificações técnicas descritas no Manual de Orientação. modelo 21. que será remetido juntamente com o relativo ao mês em que se verificar a ocorrência. do Decreto n. fornecido pelo fisco. 111. § 4º Não deverão constar do arquivo os conhecimentos de transporte emitidos em função de redespacho ou subcontratação.091. Nova redação do parágrafo 1º. com o código de finalidade "5" . as informações atinentes ao registro fiscal dos documentos recebidos ou emitidos por qualquer meio. 431. e Nota Fiscal Eletrônica. completa e atualizada do sistema. O contribuinte de que trata o § 2º do art.

SEÇÃO VII DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO. atualizado até o Decreto n. deverá conter as indicações do art.2007." Art. 1. 138. modelo 6. o arquivo magnético que. com a seguinte destinação: I .Aprovado pelo Decreto n. quando constatada a realização de alguma operação no período. IV . § 6º É considerado irregular. e: a) nas operações internas. do art.qualquer outro documento fiscal relativo à prestação de serviço de comunicação ou ao fornecimento de energia elétrica. A nota fiscal referida no artigo anterior será emitida. II .. do Decreto n. b) nas operações interestaduais. obedecerão ao disposto nesta Seção (Convênio ICMS 115/03): I . surtindo efeitos a partir de 1º.01. além das exigências previstas neste Regulamento.12.12. emitida por sistema de processamento de dados. após submetido ao programa validador fornecido pelo fisco. A Nota Fiscal.091.2009: "IV .980 de 21. A emissão. modelo 22. III .a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria. 4. 1. Para a emissão dos documentos fiscais enumerados no artigo anterior.05. de 15. Nova redação do inciso IV.091. além dos demais requisitos.RICMS .a 4ª via deverá acompanhar a mercadoria e poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito.05. de 21 de fevereiro de 1989 (Convênio ICMS 69/02). art. for transmitido: a) com valores incompatíveis com aqueles informados em GIA/ICMS. 410. será 319 RICMS .a 3ª via: a) nas operações internas.2009. poderão ser feitas mediante a utilização de qualquer meio gráfico indelével.12.744 de 15. IV . 412. Parágrafo único. Art. 408. 1º. Ajuste SINIEF 03/94). pelo transportador. A cópia reprográfica da 1ª via da nota fiscal poderá também ser utilizada quando a legislação exigir via adicional.2010 retida pelo Posto Fiscal de saída do Estado. ao destinatário.05. atualizado até o Decreto n. SEÇÃO VIII DOS DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS EM VIA ÚNICA POR SISTEMA ELETRÔNICO DE PROCESSAMENTO DE DADOS POR CONTRIBUINTES PRESTADORES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO E FORNECEDORES DE ENERGIA ELÉTRICA Art.2010 realizadas no período. modelo 1 ou 1-A.Nota Fiscal de Serviço de Comunicação. deverão ser 320 . poderá ser retida pela fiscalização de mercadorias em trânsito. exceto quando esta deva acobertar o trânsito de mercadoria.a 2ª via ficará em poder do emitente para fins de controle e exibição ao fisco. 413.Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e Conhecimento Aéreo. às características dos volumes e à data da efetiva saída das mercadorias do estabelecimento emitente.980 de 21.70. acompanhará as mercadorias para fins de controle do fisco na unidade federada de destino. hipótese em que a falta da 4ª via será suprida pela 3ª via nas operações internas. b) nas operações interestaduais e nas saídas para o exterior em que o embarque se processe em outra unidade federada. c) sem apresentar movimento. nas importações e nas exportações (Convênio SINIEF s/n. escrituração. fica dispensada a via adicional para controle do fisco de destino prevista no Convênio SINIEF 06/89. no mínimo. emitidos em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados. SEÇÃO VI DA NOTA FISCAL Art. de 13. dentre outras hipóteses. 7. fica dispensado da remessa deste às demais unidades federadas.2009 Redação original em vigor no período de 1º.2007. modelo 21. b) sem os registros obrigatórios para o estabelecimento. acompanhará a mercadoria para ser entregue ao fisco estadual do local de embarque. AQUAVIÁRIO E AÉREO Art. 7. Fica facultada ao contribuinte a emissão de nota fiscal em três vias. 409 dada pela alteração 234ª.Aprovado pelo Decreto n.05.04. 409.2008 até 30. II . Parágrafo único. manutenção e prestação das informações relativas aos documentos fiscais a seguir enumerados.Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. de 13. em quatro vias. As indicações referentes ao transportador. c) nas saídas para o exterior.a 1ª via acompanhará as mercadorias e será entregue. e por cópia reprográfica da 1ª via nas operações interestaduais. Art. 411. Na hipótese de emissão por sistema eletrônico de processamento de dados de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. III . ficará em poder do emitente à disposição do fisco.

se equipara à via impressa do documento fiscal para todos os fins legais.980 de 21. bem como do recibo de entrega do volume. para contribuintes com volume de emissão mensal superior a um milhão de documentos fiscais.2010 fiscal gravados em meio óptico não regravável e com chaves de codificação digital vinculadas.impressa na primeira via do documento fiscal. § 4º O conjunto de arquivos será dividido em volumes sempre que a quantidade de documentos fiscais alcançar: I . Os documentos fiscais referidos no art. nas colunas próprias. Art.com capacidade de 650 MB ("megabytes"). A chave de codificação digital referida no inciso IV do "caput" deste artigo será: I .RICMS . descritos no "caput". de que trata a Tabela III do Anexo VI deste Regulamento. 7.05. II . de 13. os números de ordem inicial e final. A via do documento fiscal. § 3º Será gerado um conjunto de arquivos.12. 322 . distinto para cada modelo e série de documento fiscal emitido em via única. II . b) número do documento fiscal.2007. atualizado até o Decreto n. 415. 111."Message Digest" 5. II . A manutenção. das informações constantes nos documentos fiscais emitidos em via única será realizada por meio dos seguintes arquivos: I .gravação das informações do documento fiscal em uma das seguintes mídias (disco óptico não regravável): a) CD-R .com informações básicas do documento fiscal. c) valor total da nota. para contribuintes com volume de emissão mensal de até um milhão de documentos fiscais. 415.Aprovado pelo Decreto n. § 5º A integridade dos arquivos será garantida pela vinculação de chaves de codificação digital.05.com detalhamento das mercadorias ou serviços prestados. para os contribuintes com volume mensal de emissão superior a um milhão de documentos fiscais. devendo ser mantidos na sede do estabelecimento emitente e conservados pelo prazo previsto no parágrafo único do art. Parágrafo único. representada pelo registro fiscal com os dados constantes do documento 321 RICMS .cem mil documentos fiscais.091. 414. Art. de 1 a 999. 1. IV . Parágrafo único. conforme instruções contidas no Manual de Orientação de que trata a Tabela III do Anexo VI deste Regulamento. cuja impressão é dispensada. e) valor do ICMS. de domínio público.vinculação do documento fiscal com as informações gravadas em meio eletrônico por meio das seguintes chaves de codificação digital: a) chave de codificação digital do documento fiscal definida no inciso IV do art.12. registrando-se a soma dos valores contidos no arquivo "Mestre de Documento Fiscal".091."Dados Cadastrais do Destinatário do Documento Fiscal" ."Digital Versatile Disc" . reiniciada a numeração a cada novo período de apuração. conforme segue: I . dos documentos fiscais. § 1º Os arquivos referidos no "caput" deverão ser organizados e agrupados conforme os gabaritos e definições constantes no Manual de Orientação. III .gerada com base nos seguintes dados constantes do documento fiscal: a) CNPJ ou CPF do destinatário ou do tomador do serviço.2007. para os contribuintes com volume mensal de emissão de até um milhão de documentos fiscais.com a identificação do contribuinte.em substituição à segunda via do documento fiscal.será realizado cálculo de chave digital gerada por programa de informática desenvolvido especificadamente para a autenticação de dados informatizados. d) base de cálculo do ICMS. 7. as informações constantes da primeira via do documento fiscal deverão ser gravadas até o quinto dia do mês subseqüente do período de apuração em meio eletrônico não regravável.os documentos fiscais deverão ser numerados em ordem crescente e consecutiva. de 13."Identificação e Controle" .2010 observadas as seguintes disposições: I . § 2º Os arquivos serão gerados com a mesma periodicidade de apuração do ICMS do contribuinte.7 GB ("gigabytes"). 416. e agrupados de acordo com o previsto no § 4º do art. II .980 de 21. devendo conter a totalidade dos documentos fiscais do período de apuração.999. A integridade das informações do documento fiscal gravado em meio eletrônico será garantida por meio de: I ."Item de Documento Fiscal" . 412 deverão ser escriturados de forma resumida no Livro Registro de Saídas. IV . 1. b) chave de codificação digital calculada com base em todas as informações do documento fiscal gravadas em meio eletrônico. b) DVD-R .Aprovado pelo Decreto n."Mestre de Documento Fiscal" . em meio óptico. resumo das quantidades de registros e somatório dos valores constantes dos arquivos de que tratam os incisos I a III do "caput" deste artigo. III .com as informações cadastrais do destinatário do documento fiscal.um milhão de documentos fiscais. II . 413. a série. atualizado até o Decreto n. Art.nas colunas sob o título "Documento Fiscal": o modelo. III .fica dispensada a obtenção de AIDF."Compact Disc Recordable" . e que constarão do arquivo de controle e identificação. e a data da emissão inicial e final. calculadas com base em todas as informações contidas em cada arquivo.999.com capacidade de 4.obtida com a aplicação do algoritmo MD5 .

nas colunas sob os títulos "ICMS . Parágrafo único. que poderão ser novamente exigidos durante o prazo constante no parágrafo único do art. 323 RICMS . V . "Base de Cálculo do ICMS". quantidade de documentos fiscais.12. o valor da parcela correspondente à redução da base de cálculo.na coluna "Valor Contábil": a soma do valor total dos documentos fiscais contidos no volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal". IV .pela comparação dos somatórios escriturados com os somatórios obtidos no volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal" onde estão contidos os documentos fiscais. b) na coluna "Outras": a soma dos outros valores relativos aos documentos fiscais contidos no volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal" deduzida a parcela de outros tributos federais ou municipais. conforme o caso. os arquivos serão devolvidos ao contribuinte no 324 . de 13. conservando-se os originais. data de emissão e número do primeiro documento fiscal. "Operações Isentas ou Não Tributadas" e "Outros Valores".05. data de emissão e número do último documento fiscal.acompanhada de duas vias do Recibo de Entrega devidamente preenchido. de natureza meramente financeira. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tiver sido beneficiada com isenção ou amparada por não-incidência.nas colunas sob os títulos "ICMS .identificação do responsável pelas informações. 415 será realizada: I . por ter sido atribuída a outra pessoa a responsabilidade pelo seu pagamento. V .mediante a entrega das cópias dos arquivos. contendo: nome do volume de arquivo.identificação do arquivo "Mestre de Documento Fiscal". o ato societário ou o instrumento de mandato. as seguintes informações: I . § 5º Caso seja constatada divergência na chave de codificação digital.2010 Art. 417.2007. § 4º Confirmado que o Recibo de Entrega contém chave de codificação digital sem divergências. III . II . uma de suas vias será retida e a outra visada pela autoridade fiscal responsável e devolvida ao contribuinte. com o somatório dos valores de base de cálculo do ICMS e dos valores de ICMS retidos antecipadamente por substituição tributária.091. contendo: nome do volume de arquivo.980 de 21. "Operações Isentas ou Não Tributadas" e "Outros Valores". chave de codificação digital vinculada ao volume de arquivo.identificação dos dados cadastrais do contribuinte. se consignada no documento fiscal. b) um resumo com os somatórios dos valores negativos agrupados por espécie. data de emissão e número do primeiro documento fiscal. § 3º O controle de integridade dos arquivos recebidos será realizado por meio da comparação da chave de codificação digital dos volumes dos arquivos apresentados com a chave de codificação digital consignada no respectivo Recibo de Entrega. por unidade federada. IV .pela validação da chave de codificação digital vinculada ao volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal" onde estão contidos os documentos fiscais. com registro fiscal das operações e prestações efetuadas no mês anterior. 1.Aprovado pelo Decreto n. § 2º As informações serão prestadas sob responsabilidade de representante legal do contribuinte ou por procurador com poderes específicos.na coluna "Observações" (Convênio ICMS 133/05): a) o nome do volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal" e a respectiva chave de codificação digital calculada com base em todas as informações dos documentos fiscais contidos no volume. quando se tratar de mercadoria ou serviço cuja saída ou prestação tiver sido efetivada sem lançamento do imposto. b) na coluna "Imposto Debitado": a soma do valor do imposto destacado nos documentos fiscais contidos no volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal". atualizado até o Decreto n. 111. § 1º O Recibo de Entrega referido no inciso III do "caput" deverá conter.Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações sem Débito do Imposto": a) na coluna "Isenta ou Não Tributada": a soma do valor das operações ou prestações relativas aos documentos fiscais contidos no volume do arquivo "Mestre de Documento Fiscal". quantidade de registros. atualizado até o Decreto n.RICMS . conforme modelo constante no Manual de Orientação. VI . quantidade de documentos fiscais cancelados. devendo ser apresentado. 7.05. no mínimo.mensalmente. "Base de Cálculo do ICMS". II . 1. quantidade de documentos fiscais cancelados. ocorrendo a hipótese. contendo: nome do volume de arquivo. de 13. devidamente identificados. que reduzam o valor contábil da prestação ou da operação e não tenham nenhuma repercussão tributária. bem como. 7. A validação das informações escrituradas no livro Registro de Saídas será realizada: I . se consignada no documento fiscal. até o dia quinze de cada mês. A entrega dos arquivos mantidos em meio óptico nos termos do art.2010 II . III . no momento da recepção dos arquivos. somatório do "Valor Total".assinatura do responsável pela entrega das informações.identificação do arquivo "Dados Cadastrais do Destinatário do Documento Fiscal".2007. de que trata a Tabela III do Anexo VI deste Regulamento.091. deduzida a parcela de outros tributos federais ou municipais.Valores Fiscais" e "Operações ou Prestações com Débito do Imposto": a) na coluna "Base de Cálculo": a soma do valor sobre o qual incidir o imposto destacado nos documentos fiscais contidos no volume de arquivo "Mestre de Documento Fiscal". chave de codificação digital vinculada ao volume de arquivo. II . somatório do "Valor Total".Aprovado pelo Decreto n. "ICMS Destacado".identificação do arquivo "Item de Documento Fiscal".980 de 21. chave de codificação digital vinculada ao volume de arquivo e quantidade de registros. III . "ICMS Destacado". data de emissão e número do último documento fiscal. c) um resumo.12.

Os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais a que se refere o art. para os documentos fiscais emitidos em via única. reiniciada a numeração quando atingido este limite.980 de 21. As vias dos documentos fiscais.05. IV .701. SEÇÃO IX DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS DOCUMENTOS FISCAIS Art.12.RICMS . A emissão de documentos fiscais em formulários contínuos ou jogos soltos deverá ser realizada exclusivamente por sistema de processamento de dados autorizado nos termos do art. de 13. alteração 71ª. observado o disposto no parágrafo único do art. o endereço e os números de inscrição.091. em ordem numérica seqüencial consecutiva. em ordem numérica seqüencial consecutiva.Aprovado pelo Decreto n.quando inutilizados.2008. V . 401. Texto Original que não surtiu efeitos: "III . no prazo de cinco dias. surtindo efeitos a partir de 1º. de 30. os números de ordem do primeiro e do último formulário impressos e o número da AIDF. autenticidade e integridade. independentemente da numeração tipográfica do formulário. por modelo.2010 ato da apresentação. Art.12. 7.999. 420. antes de se transformarem em documentos fiscais. salvo o disposto no art. 1. poderá o documento ser preenchido de outra forma. VI . 422 pelo art. 325 RICMS . 418. permitindo a sua utilização como meio de prova para todos os fins.05. § 6º A não entrega dos arquivos devolvidos por divergência nas chaves de codificação digital.o nome do arquivo substituído e a sua chave de codificação digital vinculada. 111. facultada a impressão por sistema de processamento de dados da série e subsérie. datilográfica. presume a sua autoria. que devam ficar em poder do estabelecimento emitente. permanecendo em poder do estabelecimento emitente. nos termos desta Seção.ser numerados tipograficamente. No caso de impossibilidade técnica para a emissão dos documentos por processamento de dados.001 a 999. mecanizada ou similar.ter o número "elétrica"do documento fiscal impresso por sistema de processamento de dados. se for o caso. Os arquivos substituídos deverão ser conservados pelo prazo do parágrafo único do art. em ordem consecutiva de 000. c) do número de inscrição estadual. estadual e no CNPJ. 1. por estabelecimento.ser impressos tipograficamente. do Decreto n. 111.ter o número do documento fiscal impresso por sistema de processamento de dados. II .0 cm na margem superior (Ajuste SINIEF 02/95). devendo ser registrada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. por estabelecimento. de que trata a Tabela I do Anexo VI deste Regulamento. em ordem numérica seqüencial. A criação de arquivos para substituição ou retificação de qualquer arquivo óptico já escriturado no livro Registro de Saídas obedecerá aos procedimentos descritos nesta Seção.2007. de 13.980 de 21. Parágrafo único.091. II . Art. independentemente da numeração tipográfica do formulário.2007. ser enfeixados em grupos uniformes de até duzentos jogos. 399 deverão (Convênio ICMS 57/95): I . atualizado até o Decreto n. Nova redação do inciso III. b) do número de inscrição no CNPJ. modelo 6.2010 SEÇÃO X DAS DISPOSIÇÕES COMUNS AOS FORMULÁRIOS DESTINADOS À EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. ou da entrega de arquivos com nova divergência da chave de codificação digital sujeitará o contribuinte às penalidades previstas na legislação. do impressor do formulário. 326 . serão encadernadas em grupos de até quinhentas. do art. 422. 2.data da ocorrência da substituição ou retificação. com AIDF específica para este tipo de documento.Aprovado pelo Decreto n. 421. mediante lavratura de termo circunstanciado contendo as seguintes informações: I . § 7º O Recibo de Entrega.o nome do arquivo substituto e a sua chave de codificação digital vinculada. em caráter excepcional.os motivos da substituição ou retificação do arquivo óptico.05.2008.conter o nome. sendo vedada a sua emissão manuscrita.na hipótese de uso de impressora matricial poderá ser deixado espaço em branco de até 5. III . previstos nos itens 20A e 20B do Manual de Orientação. a data e a quantidade da impressão. 1º.01. 7. obedecida a ordem numérica seqüencial (Convênio ICMS 31/99). hipótese em que os dados do mesmo deverão ser incluídos no sistema (Convênio ICMS 31/99). atualizado até o Decreto n. contendo as chaves de codificação digital individual dos arquivos entregues. e no que se refere à identificação do emitente: a) do endereço do estabelecimento. Art." IV . Parágrafo único. III . 420. 419 Fica dispensada a geração dos registros tipo 76 e 77.

desde que. SEÇÃO XIII DA ESCRITURAÇÃO FISCAL Art. É permitido. a fim de compor o registro fiscal.2010 g) o Código da Situação Tributária da operação ou da prestação. no que couber. 7. o uso do formulário. referentes aos elementos contidos nos documentos fiscais. não poderão atrasar-se por mais de cinco dias úteis. os formulários serão numerados por sistema de processamento de dados.091. desde que aprovado previamente pela repartição fiscal a que estiver vinculado. SEÇÃO XII DO REGISTRO FISCAL Art.05. contados do encerramento do período de apuração. indicando-se nela a quantidade total de formulários a serem impressos e utilizados em comum e os dados cadastrais dos estabelecimentos usuários. com numeração tipográfica única. § 1º O arquivo magnético de registros fiscais conterá as seguintes informações: a) tipo do registro. subsérie e número de ordem. com numeração tipográfica única.Aprovado pelo Decreto n. 7. desde que destinado à emissão de documentos fiscais do mesmo modelo. indicados no § 1º do art. § 1º O controle de utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e dos usuários do formulário.Aprovado pelo Decreto n. d) a identificação do documento fiscal: modelo. reiniciada a numeração.12.999. em continuação. § 5º Os livros fiscais escriturados por sistema eletrônico de processamento de dados serão encadernados em até 120 dias. quinhentas folhas. relacionadas ao ativo imobilizado e material de uso e consumo. quando atingido este limite. 423. observar-se-á.12. em ordem numérica consecutiva de 1 a 999.980 de 21. a circunstância de que foi autorizada a impressão de documentos fiscais. SEÇÃO XI DA AUTORIZAÇÃO PARA CONFECÇÃO DE FORMULÁRIO DESTINADO À EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Art. fica facultado encadernar (Convênio ICMS 74/97): a) os formulários mensalmente e reiniciar a numeração.DNC (Convênio ICMS 55/97). 1. atualizado até o Decreto n. que atenderá ao modelo instituído pelo Departamento Nacional de Combustíveis . § 2º Para a autorização de impressão dos formulários. § 4º Ficam os contribuintes autorizados a retirar do estabelecimento os documentos fiscais para o registro fiscal de que trata este artigo. 328 . se a empresa não mantiver escrita contábil. à empresa que possua mais de um estabelecimento neste Estado. segundo a natureza da operação ou da prestação. § 3º Os formulários referentes a cada livro fiscal deverão ser encadernados. por exercício de apuração. 327 RICMS . será solicitada autorização única. obedecerão aos modelos constantes na Tabela I do Anexo VI deste Regulamento.2007. 426. Entende-se por registro fiscal as informações gravadas em meio magnético. de 13.2007. § 1º É permitida a utilização de formulários em branco. Registro de Saídas. mensal ou anualmente. o prazo de que trata o parágrafo anterior será contado a partir da data do balanço ou. do emitente. oportunidade em que a repartição fiscal anotará nesta. a respectiva autorização somente será concedida mediante a apresentação da anterior. o disposto no art.05. § 2º O uso de formulário. para o meio magnético. Os livros fiscais. desde que sejam separados por contracapas com identificação do tipo de livro fiscal e expressamente nominados na capa da encadernação. Registro de Inventário.2010 Art. contados da data da operação ou da prestação a que se referir. estadual e no CNPJ. atualizado até o Decreto n. do último dia do ano civil. 425.RICMS . 1. contados da data do último lançamento (Convênios ICMS 57/95 e 31/99). no máximo. § 1º Relativamente às impressões subseqüentes.980 de 21.091. Registro de Controle da Produção e do Estoque. c) a unidade da Federação e os números de inscrição. 237. poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização. do remetente e do destinatário. em cada um deles. f) os valores a serem consignados nos livros Registro de Entradas ou Registro de Saídas. em grupos de até quinhentas folhas (Convênios ICMS 57/95 e 75/96). bem como os números correspondentes. Registro de Apuração do ICMS e de Movimentação de Combustíveis. exceto o livro Movimentação de Combustíveis. de 13. § 3º A captação e consistência dos dados referentes aos elementos contidos nos documentos fiscais. 424 Na hipótese do artigo anterior. § 6º No caso do livro Registro de Inventário. e) o Código Fiscal de Operações e Prestações. os títulos previstos nos modelos sejam impressos por sistema de processamento de dados. b) a data de lançamento. 399. § 2º Obedecida a independência de cada livro. b) dois ou mais livros fiscais diferentes de um mesmo exercício num único volume de. série. as informações poderão ser agrupadas pelo total mensal. § 4º Em relação aos livros Registro de Entradas. desde que retornem no prazo de dez dias úteis. § 2º Nas operações e prestações internas.

em emissão específica de formulário autônomo. Art. 429. CAPÍTULO XVIII DOS REGIMES ESPECIAIS NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE SEÇÃO I DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE AÉREO 330 . ao programa validador. Os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque poderão ser feitos de forma contínua. Parágrafo único. § 2° O arquivo magnético deverá ser submetido. juntamente com cada livro fiscal.de mercadorias . 1. ainda. II .980 de 21.05. § 1º Para os efeitos deste artigo. tais como. decorridos dez dias úteis. inclusive. A Lista de Códigos de Emitentes e a Tabela de Códigos de Mercadorias deverão ser encadernadas por exercício. 430. elaborando-se Tabela de Códigos de Mercadorias.Aprovado pelo Decreto n. atualizado até o Decreto n. contendo apenas os códigos nele utilizados.no prazo de dez dias. as instruções operacionais complementares contidas no Manual de Orientação constante das Tabelas I e III do Anexo VI deste Regulamento.05.RICMS . para verificação da sua consistência (Convênio ICMS 31/99). equipamentos e informações em meios magnéticos. contados do encerramento do período de apuração. através de emissão específica de formulário autônomo. contados da data da exigência.091.Aprovado pelo Decreto n. impedir a utilização ou cassar autorização de uso do sistema de processamento de dados para emissão de documentos ou escrituração de livros fiscais (Convênio ICMS 57/95). senhas. entende-se como exercício de apuração o período compreendido entre 1º de janeiro e 31 de dezembro.de emitentes . 7. SEÇÃO XIV DA FISCALIZAÇÃO Art. O usuário do sistema de que trata este Capítulo deverá observar.2007. os documentos e arquivo magnético de que trata este 329 RICMS . de 13.para os lançamentos nos formulários constitutivos dos livros Registro de Inventário e Registro de Controle da Produção e do Estoque. a apuração dos estoques. atualizado até o Decreto n. É facultada a escrituração das operações ou prestações de todo o período de apuração. com observações relativas às alterações. tomar-se-á por base o menor. É facultada a utilização de códigos: I . contados da data da exigência. fornecido pelo fisco. O exercício da faculdade prevista neste artigo não excluirá a possibilidade de o fisco exigir.no prazo de cinco dias. tipo ou modelo de mercadoria. se houver. II . que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. elaborando-se Lista de Códigos de Emitentes. previamente. O fisco poderá impor restrições.2010 Capítulo. os registros ainda não impressos. Art. 431. e respectivas datas de ocorrência (Convênio ICMS 31/99).2007. através de emissão única.091. o fornecimento dos recursos e informações necessárias para verificação e extração de quaisquer dados. dispensada a utilização de formulário autônomo para cada espécie.2010 Art. tipo ou modelo de mercadoria. SEÇÃO XV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. manuais de aplicativos e sistemas operacionais e formas de desbloqueio de áreas de disco (Convênio ICMS 96/97). de 13. Para os efeitos deste Capítulo. 433. Art.12. Art. 1. bem como as entradas e as saídas de qualquer espécie. § 1º Por acesso imediato entende-se. sem prejuízo do acesso imediato às instalações. que deverá ser mantida em todos os estabelecimentos usuários do sistema. marca. § 2º Os livros fiscais escriturados por sistema de processamento de dados deverão estar disponíveis no estabelecimento do contribuinte. havendo desigualdade entre os períodos de apuração do IPI e do ICMS. 427.12. Parágrafo único.para os lançamentos nos formulários constitutivos do livro Registro de Entradas. marca.980 de 21. 428. 432. quando exigido: I . O contribuinte fornecerá ao fisco. 7.

Art. § 2º As concessionárias de amplitude regional deverão inscrever-se no CAD/ICMS. discriminadas ou totalizadas. por linha: do dia da prestação do serviço. Rede Postal Noturna e Mala Postal).o código de classe ocupada ("F" . V . pelo número do vôo. que é proporcional ao preço da tarifa doméstica publicada em dólar americano. a qual poderá ser executada no estabelecimento que efetuar a contabilidade da concessionária. "INF" . o mês de apuração. por fato gerador.a data. juntamente com a guia de recolhimento do imposto.Aprovado pelo Decreto n. Art. "S" . VII .2007.o número de ordem em relação a cada unidade da Federação. da especificação e do preço do serviço. atualizado até o Decreto n. § 1º As concessionárias de amplitude nacional manterão um estabelecimento.091. nos termos desta Seção.a denominação "Relatório de Embarque de Passageiros". com escrituração própria.executiva. onde recolherão o imposto e arquivarão uma via do Relatório de Emissão de Conhecimento Aéreo e do Demonstrativo de Apuração do ICMS.12.primeira. as concessionárias apresentarão à CRE. desde que tenha. após o início da prestação do serviço. a 1ª via ficará no estabelecimento inscrito no território paranaense e a 2ª via. do emitente. sendo que os documentos citados no parágrafo anterior ficarão arquivados na sede da empresa e. as seguintes indicações: I .o tipo do passageiro ("DAT" . no Demonstrativo de Apuração do ICMS. (Ajustes SINIEF 10/89 e 5/90).meia passagem. se no território paranaense iniciarem a prestação do serviço.a apuração do imposto.os números dos bilhetes e das notas fiscais. no estabelecimento sede da escrituração. II . que conterá.12. número do vôo. "K" . que não expressará valores e destinar-se-á ao registro dos bilhetes de passagem e das notas fiscais de serviço de transporte. O Demonstrativo de Apuração do ICMS será emitido até o último dia útil do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores e conterá.Aprovado pelo Decreto n.05. o cargo e a assinatura do titular ou do procurador responsável pela concessionária. IX . emitido antes da prestação do serviço. II . em conjunto com os dados constantes do Relatório de Embarque de Passageiros (data.DAC. no momento da prestação do serviço.colo). atualmente definido em 44. segundo o código fiscal de operações e prestações. IV . do número do vôo. III . domiciliados no exterior. o Relatório de Embarque de Passageiros.980 de 21.a discriminação. cuja tarifa é fixada pelo Departamento de Aviação Civil . que terão a seguinte destinação: a) em se tratando de concessionária de amplitude nacional. deverão ser apresentados no prazo de cinco dias.econômica). situado e inscrito neste Estado. sempre que alterada a tarifa. da base de cálculo. em duas vias. inclusive daquelas em que houver a incidência do diferencial de alíquotas. 438.o nome e o número de inscrição estadual. o endereço e os números de inscrição. As concessionárias emitirão. 436. 434.2007. Ao final do período de apuração. 437.RICMS . sempre no período de apuração do imposto. VIII . Art. 435. "CHD" . de 13. § 1º Deverá também ser elaborado o demonstrativo das entradas do período de apuração do imposto. Parágrafo único.o número do vôo. b) em se tratando de concessionária de amplitude regional.2010 o documento.091. estadual e no CNPJ. 1. às empresas. 1. pela modalidade Passe Aéreo Brasil ("Brazil air pass").980 de 21. como suporte para sua elaboração. serão escriturados. 331 RICMS . III .o nome. no mínimo.adulto. de tamanho não inferior a 28 x 21. § 2º Poderá ser elaborado um Demonstrativo de Apuração do ICMS para cada espécie de serviço prestado (passageiro.2010 Art. que optarem pela sistemática da redução da base de cálculo em substituição ao aproveitamento de créditos fiscais. da alíquota e do valor do imposto devido. nacionais e regionais. no mínimo. concessionárias de serviço público de transporte aéreo regular de passageiros e de cargas. do emitente. será arquivado na sede do estabelecimento que realizar a escrituração. no mínimo. quando solicitados pelo fisco. 7. atualizado até o Decreto n. carga com Conhecimento Aéreo valorizado. o número de ordem. as duas vias ficarão no estabelecimento sede da escrituração.o destino. A inscrição no CAD/ICMS poderá ser centralizada num estabelecimento. de 13. mesmo que não possuam estabelecimento fixo. 7. os bilhetes de passagem serão quantificados mediante o rateio de suas utilizações. § 2º O Relatório de Embarque de Passageiros poderá ser emitido pelo estabelecimento que realizar a escrituração.05. 332 . número do relatório e espécie de serviço). denominado Manifesto Estatístico de Peso e Balanceamento ("load sheet"). as seguintes indicações: I . § 1º O Relatório de Embarque de Passageiros. e seus totais. VI . Nas prestações de serviço de transporte de passageiros estrangeiros. cálculo demonstrativo estatístico do novo índice de pró-rateio. Art. o nome. Fica concedido regime especial de apuração do imposto. a numeração inicial e final das páginas.946%.5 cm. o local e horário do embarque. § 3º O documento de que trata este artigo será emitido. no prazo de até trinta dias.

pelos estabelecimentos remetente e destinatário. 334 . § 2º O documento emitido. nos termos desta Seção. § 1º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte que englobar documentos de excesso de bagagem poderá ser impressa centralizadamente.ECT. 7. com a indicação da respectiva numeração.980 de 21. no estabelecimento sede da escrituração. será mencionado o número dos Relatórios de Emissão de Conhecimento Aéreo. mediante autorização do fisco da localidade onde seja elaborada a escrituração contábil e terá numeração seqüencial única para todo o país. 1.a denominação "Relatório de Emissão de Conhecimento Aéreo". As prestações de serviços de transporte de cargas aéreas serão classificadas em três modalidades: I .02. Nos serviços de transporte de carga prestados à Empresa de Correios e Telégrafos . 440. Os Conhecimentos Aéreos serão registrados por agência. em duas vias. de 21.12. em função do estabelecimento usuário. Art. § 2º No campo destinado às indicações relativas ao dia.o registro dos Conhecimentos Aéreos emitidos: a numeração.2010 Art. agência ou posto emitente. da loja. no Demonstrativo de Apuração do ICMS. às concessionárias de serviço público de transporte ferroviário relacionadas em Ato COTEPE.2007. IV . Art.05. ainda que por meio de códigos. Redação original. Nova redação dada ao art. 1. 439 fica dispensada a emissão do Conhecimento Aéreo. nos termos desta Seção. dispensam as concessionárias da escrituração dos livros fiscais. 442. por seus totais.Aprovado pelo Decreto n. de tamanho não inferior a 25 x 21 cm. as concessionárias emitirão um único Conhecimento Aéreo. as Ferrovias poderão manter inscrição única e centralizar.05. com exceção do livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 444 pelo art. com base na documentação fornecida pela ECT. II . III . Para o cumprimento das obrigações.o período de apuração. Fica concedido regime especial de apuração e escrituração do ICMS. de 13. V . do Decreto n. a 1ª via ficará no estabelecimento inscrito no território paranaense e a 2ª via. será registrado diretamente no Demonstrativo de Apuração 333 RICMS . III . a cada prestação. de que trata os incisos II e III do art. que conterá. por agência. II . Fica concedido regime especial de apuração e escrituração do ICMS. 1º. Art.2007. na prestação de serviço de transporte ferroviário.01.RICMS . englobando as prestações do período.2010 do ICMS. 439.152. § 1º No final do período de apuração. aqui denominadas Ferrovias (Ajustes SINIEF 19/89 e 11/07). 444. na prestação de serviço de transporte ferroviário.980 de 21. 444. Art. 2. inicial e final.cargas aéreas com Conhecimento Aéreo valorizado.091.2008.Rede Postal Noturna (RPN).Aprovado pelo Decreto n. O preenchimento e a guarda dos documentos de que trata esta Seção. um a um. alteração 10ª. produzindo efeitos a partir de 1º.091.Mala Postal. b) em se tratando de concessionária de amplitude regional. loja ou posto emitente.2008.a numeração seqüencial atribuída pela concessionária. às concessionárias de serviço público de transporte ferroviário relacionadas no Anexo I do Ajuste SINIEF 19/89. 7. as duas vias ficarão no estabelecimento sede da escrituração. mediante autorização do fisco da localidade onde seja elaborada a escrituração contábil e terá numeração seqüencial por unidade da Federação. atualizado até o Decreto n. § 3º Os Relatórios de Emissão de Conhecimento Aéreo. no mínimo. em Relatório de Emissão de Conhecimento Aéreo. de 13. englobados por código fiscal de operação e prestação.o nome do transportador e a identificação. no mínimo. que não surtiu efeitos: "Art. vôo e espécie do serviço do Demonstrativo de Apuração do ICMS. poderão ser elaborados em folhas soltas. principal e acessórias. SEÇÃO II DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO Art. Art. 441. 443. posto ou loja autorizados. em prazo não superior ao de apuração do imposto. a escrituração fiscal e a apuração do imposto. a data da emissão e o valor da prestação. § 2º Os documentos previstos nesta Seção serão registrados no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. 445. em um único estabelecimento. as seguintes indicações: I . O Conhecimento Aéreo poderá ser impresso centralizadamente.12. atualizado até o Decreto n. na forma do parágrafo anterior. que terão a seguinte destinação: a) em se tratando de concessionária de amplitude nacional. § 1º Os Relatórios de Emissão de Conhecimento Aéreo serão registrados. aqui denominadas Ferrovias (Ajustes SINIEF 19/89)".

ou em conta corrente. por despacho. f) o nome e o endereço do remetente.ferrovia de destino. f) o número e a data do despacho. as seguintes indicações: a) a denominação do documento. o destino. d) as datas da emissão e do recebimento. as empresas deverão obter inscrição auxiliar no CAD/ICMS. r) o nome. c) a data da emissão. o número de ordem do primeiro e do último documento impresso.091. do impressor do documento. e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais (Ajuste SINIEF 04/05).2007. caso em que considerar-se-á "ao portador". da via de encaminhamento. no mínimo.091. sem destaque do ICMS. no mesmo período de apuração. e os números de inscrição. b) o nome da ferrovia emitente. com base nos Despachos de Cargas (Ajuste SINIEF 05/06). b) 2ª via .tomador do serviço. que servirá como documento auxiliar de fiscalização. atualizado até o Decreto n. estadual e no CNPJ.estação emitente.12. em cinco vias. Art. da nota fiscal a que se vincula. d) 4ª via . na qualidade de contribuinte substituto. se for o caso.2010 Art. sendo o caso. 448. § 2º A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. modelo 27. h) a denominação da estação ou da agência de destino e do local de desembarque.estação emitente. em quatro vias. independente do número de Ferrovias co-participantes.05. quer para tráfego próprio. desde a origem até o destino. g) o nome e o endereço do destinatário. quando necessária. só poderá englobar mais de um despacho. quer para tráfego mútuo. o ICMS devido à unidade federada de origem (Ajuste SINIEF 05/06) . estes poderão ser englobados na Relação de Despachos.05. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via .ferrovia de destino. h) o total dos valores. o) as condições do frete. o peso e a importância. 1. m) a quantidade de volume. de 13. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. Para acobertar o transporte intermunicipal ou interestadual de mercadoria. de tamanho não inferior a 19 x 30 cm. Parágrafo único.980 de 21. no mínimo. modelo simplificado.Aprovado pelo Decreto n. n) a espécie e o número de animais despachados. que terão a seguinte destinação: a) 1ª via . quando for o caso. l) a espécie e o peso bruto do volume. e) 5ª via . § 3º O Despacho de Cargas em Lotação e o Despacho de Cargas. o endereço e os números de inscrição estadual e no CNPJ. do emitente.ferrovia co-participante. a empresa arrecadadora do valor do serviço emitirá a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. Na prestação de serviço de transporte ferroviário com tráfego entre as Ferrovias. podendo o remetente designar-se como consignatário.RICMS . p) a declaração do provável valor do serviço. que coincidirá com a da nota fiscal. atualizado até o Decreto n. Art. 446. será emitida pelas Ferrovias que procederem à cobrança do serviço prestado de transporte ferroviário intermunicipal e interestadual. ao fim da prestação do serviço. e recolherá. a data e quantidade de impressão. modelo simplificado. modelo 27. quando este for efetuado fora do recinto daquela estação ou agência. b) o número de ordem e a série.ferrovia emitente. d) 4ª via . por 336 . c) o número de ordem.2010 e) a denominação da estação ou agência de procedência e do local de embarque. a Ferrovia por onde se iniciar o transporte emitirá um único Despacho de Cargas. 335 RICMS . ou ficar em branco o espaço a este reservado. 1. b) 2ª via . i) o nome do consignatário ou uma das expressões "à ordem" ou "ao portador". § 1º O Despacho de Cargas em Lotação. modelo 27. q) a assinatura do agente responsável autorizado a emitir o despacho. será emitido. marca e acondicionamento. g) a procedência. deverão conter. e) a razão social do tomador do serviço. o endereço.980 de 21.tomador do serviço. 447. § 1º Havendo. 7. de 13. de tamanho não inferior a 12 x 18 cm.ferrovia emitente. no mínimo. será emitido. que conterá. na condição "frete a pagar no destino" ou "conta corrente a pagar no destino". j) a indicação. c) 3ª via .12.Aprovado pelo Decreto n. d) o nome. c) 3ª via .2007. mais de um Despacho de Carga para o mesmo tomador do serviço. Para o cumprimento da obrigação prevista neste artigo. § 2º O Despacho de Cargas. as seguintes indicações: a) a denominação "Relação de Despachos". no mínimo. 7. se pago na origem ou a pagar no destino.

o valor do serviço. que conterá.o valor do imposto a recolher. e informar as operações realizadas nos "Registros Tipo 70 e 71" previstos nos itens 18 e 19 da Tabela I do Anexo VI.2007.o local e a data da emissão. no mínimo. o endereço e os números de inscrição. as seguintes indicações: I . de 13.DSICMS. as seguintes indicações (Ajuste SINIEF 04/03): I .o mês de referência.980 de 21. X . o Demonstrativo de Contribuinte Substituto do ICMS .a identificação do emitente: nome.980 de 21. VIII . III . relativo às prestações de serviço cujo recolhimento do imposto devido seja efetuado por outra Ferrovia. do emitente. O transporte de valores deve ser acompanhado da Guia de Transporte de Valores . de 13. § 4º No caso de tráfego mútuo. de 20 de junho de 1983 e no Decreto Federal n.o número da Nota Fiscal de Serviço de Transporte à qual se refere.Aprovado pelo Decreto n. 451. modelo 27. por estabelecimento centralizador.GTV". deverão constar.a denominação: "Guia de Transporte de Valores .o valor transportado em cada prestação.GTV.CFOP. III . Art. IV .o número. no CNPJ ou no 338 . modelo 27.05. atualizado até o Decreto n. As empresas transportadoras de valores manterão em seu poder. inscritas no CAD/ICMS. VIII . no mínimo. IV . informações referentes aos Estados. que não a de origem do serviço. nos termos do art. poderão emitir uma única Nota Fiscal de Serviço de Transporte. atualizado até o Decreto n. 7. VI .a unidade da Federação e o Município de origem do serviço.o valor total cobrado pelos serviços. a Ferrovia deverá elaborar demonstrativo das demais entradas do período. estadual e no CNPJ.o nome do tomador do serviço. endereço e números de inscrição no CAD/ICMS e no CNPJ. o endereço e os números de inscrição. 1. na nota fiscal emitida pela Ferrovia.a alíquota. § 3º No serviço de transporte de carga prestado a não contribuinte do imposto. modelo 27.o valor total transportado no período. englobando as prestações realizadas no período de apuração (Ajuste SINIEF 20/89). de 24 de novembro de 1983. VII . no mínimo. 89. § 2º Além do demonstrativo previsto neste artigo.o número da guia de transporte de valores. englobando os Despachos de Cargas correspondentes ao período de apuração. dentro de quinze dias subseqüentes ao mês da emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.o local de coleta e entrega de cada valor transportado.o número de ordem.05. o número da via e o seu destino. que servirá como suporte de dados para a emissão do Extrato de Faturamento. VII . § 1º O demonstrativo será emitido pela Ferrovia que proceder a cobrança do valor do serviço. estadual e no CNPJ. quando acompanhada da Relação de Despachos de Cargas prevista no § 1º.091. englobando mais de um Despacho de Cargas por tomador. além das exigências previstas. até o dia 25 do mês seguinte ao da emissão. que ficará à disposição da fiscalização. juntamente com a cópia do documento de recolhimento do imposto. IX . V . nas condições previstas na Lei n.2010 SEÇÃO III DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DE VALORES Art. as seguintes indicações: I . 452. a data e a série e subsérie da Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.2007.o número e a data do despacho. Extrato de Faturamento correspondente a cada Nota Fiscal de Serviço de Transporte emitida.a identificação do tomador do serviço: nome. a subsérie.2010 tomador de serviço. fica dispensado da apresentação da Relação de Despachos de que tratam os §§ 1º e 2º. 449.o nome. § 5º O contribuinte que emitir. que conterá.RICMS .o local e a data de emissão. IX . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário.o nome. II .a data da prestação do serviço.056. estadual e no CNPJ. a qual deverá conter. VI . II . a série. do contribuinte substituto. Art.12.12. a Ferrovia do início da prestação e a indicação de que o imposto será recolhido na qualidade de contribuinte substituto. 7. para exibição ao fisco. discriminadas ou totalizadas segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações . o endereço e os números de inscrição. devendo remeter. V .091. 450. 446. 7. modelo 27.o nome.102.Aprovado pelo Decreto n. IV . As Ferrovias deverão elaborar. 337 RICMS . II . Art. as Ferrovias poderão emitir uma única Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. a que se refere o inciso V do artigo anterior. V . em relação a todos os tomadores do serviço. As empresas que realizarem transporte de valores. uma via para a Ferrovia do início da prestação do serviço. endereço e números de inscrição no CAD/ICMS. 1. III . conforme modelo constante no Anexo Único do Ajuste SINIEF 20/89. do contribuinte substituído. emitida pelo contribuinte substituto. por processamento de dados.

Aprovado pelo Decreto n. VIII . CNPJ e declaração do local onde tiver início a prestação do serviço. poderão ser mantidos no veículo e no estabelecimento do tomador do serviço. do estabelecimento sede. cuja escrituração nos livros fiscais fica dispensada.2007. 1. A adoção da sistemática estabelecida nesta Seção dispensa o cumprimento das demais obrigações acessórias. município e unidade federada de registro do veículo. observado o disposto no art. IV e X serão impressas tipograficamente. Nas saídas de mercadorias com o fim específico de exportação. que terão a seguinte destinação (Ajuste SINIEF 02/04): a) a 1ª via ficará em poder do remetente dos valores.declarar a numeração dos Conhecimentos de Transporte Aquaviário de Cargas que será utilizado no serviço de cabotagem no Estado.manter inscrição no CAD/ICMS e identificar os Agentes dos Armadores junto ao fisco.manter arquivada uma via dos conhecimentos emitidos.091. por porto e Agente paranaense do armador. dados de acordo com as peculiaridades de cada prestador de serviço.RICMS . no mínimo. de 13.a identificação do remetente e do destinatário: nomes e endereços. 1. outros) e valor declarado de cada espécie. Art. endereço e números de inscrição no CAD/ICMS e no CNPJ do impressor do documento. § 5º Para atender a roteiro de coletas a ser cumprido por veículo. cheques. que deverão (Convênio ICMS 88/90): I . 3º. número de ordem do primeiro e do último documento impresso e respectivas série e subsérie e o número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais.Aprovado pelo Decreto n.2010 CPF. conter espaço para o número da inscrição estadual. SEÇÃO IV DO REGIME ESPECIAL NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO Art.preencher a GIA-ST.placa. 7. será indicada a destinação dos impressos de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. IV . uso e conservação de impressos e de documentos fiscais. deverá constar do conhecimento o nome e o endereço do Agente. X . em três vias. de que tratam o inciso II e o parágrafo único do art.980 de 21.2010 III . impressos da Guia de Transporte de Valores . desde que não prejudiquem a clareza do documento.980 de 21. 7.05. 262. II.no campo "Informações Complementares": outros dados de interesse do emitente. para emissão no local do início da remessa dos valores.GTV. promovidas por contribuintes localizados neste Estado. se for o caso. na GTV. mediante a apresentação do Documento Único de Cadastro e dos comprovantes de inscrição do estabelecimento sede no CNPJ e no cadastro de contribuintes do Estado em que esteja localizado. antes do início do roteiro. 339 RICMS . § 1º A inscrição referida neste artigo processar-se-á. II . VI . indicados no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal contendo. além dos requisitos exigidos pela legislação. consignando. poderão ser indicados nos impressos por qualquer meio gráfico indelével. CAPÍTULO XIX DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES DE EXPORTAÇÃO SEÇÃO I DAS OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES REALIZADAS COM O FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Art. § 4º No livro referido no inciso V. atualizado até o Decreto n. obrigatoriamente. ainda que diverso daquele utilizado para sua emissão (Ajuste SINIEF 14/03). É concedido regime especial. VI . data e quantidade de impressão. no campo "Informações Complementares". § 3º No caso de serviço prestado fora da sede. 453. às empresas de transporte aquaviário que não possuam sede ou filial no território paranaense. modelo 6. de 13.manter o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. que será numerado tipograficamente e.12. § 4º A GTV.a discriminação da carga: quantidade de volumes/malotes. § 2º A GTV será de tamanho não inferior a 11x26 cm e a ela se aplicam as demais normas da legislação do ICMS referentes à impressão.2007. 454. deverá.091. VII . em substituição aos créditos fiscais. nos termos desta Seção. § 1º As indicações dos incisos I. sendo que os dados disponíveis.optar pela sistemática de redução da base de cálculo. para empresa comercial exportadora (“trading company”) ou outro estabelecimento da mesma empresa. atualizado até o Decreto n.nome. V .12. moeda. a numeração dos conhecimentos de transporte emitidos no período. no local do estabelecimento do Agente. IX . c) a 3ª via acompanhará o transporte e será entregue ao destinatário. no campo “Informações Complementares”. exceto o disposto nos arts. juntamente com os valores. 258 e 407. espécie do valor (numerário.05. a expressão “remessa com o fim específico de exportação” 340 . b) a 2ª via ficará presa ao bloco para exibição ao fisco. § 3º Poderão ser acrescentados. 455. será emitida antes da prestação do serviço. § 2º O Estado em que a empresa possuir sede autorizará a impressão do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.

IX . a série e a data de cada nota fiscal emitida pelo estabelecimento remetente.número de ordem e número da via.11." Parágrafo único.2009.número do Conhecimento de Embarque e data do respectivo embarque. Nova redação do parágrafo 2º do art. surtindo efeitos a partir de 1º. b) as demais empresas comerciais que realizarem operações mercantis de exportação.país de destino da mercadoria. 455 dada pelo art.série.2009.10. surtindo efeitos a partir de 1º. as seguintes indicações (Convênios ICMS 107/01 e 84/09): I . Indústria e Comércio Exterior. estadual e no CNPJ. 1º. atualizado até o Decreto n.2009.11. do Decreto n. 456.2009. 342 . 3º. número e data da nota fiscal de exportação.a classificação tarifária NCM e a quantidade da mercadoria exportada por CNPJ/CPF do remetente. XII .a classificação tarifária NCM.nome. deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação". Art. Acrescentado o parágrafo 3º do art.Aprovado pelo Decreto n. alteração 386ª.11. surtindo efeitos a partir de 1º. atualizado até o Decreto n.2009.º 5. estadual e no CNPJ ou CPF.091. 7. o estabelecimento destinatário. além dos requisitos exigidos pela legislação. 1º.05.º 5.11.denominação "Memorando-Exportação".2009: "§ 2º Para os fins deste artigo. do Decreto n.o CNPJ ou o CPF do remetente. do Ministério do Desenvolvimento. 455 dada pelo art. do Decreto n. Art.º 5. observado o disposto no Manual de Orientação do Sistema de Processamento de Dados contido na Tabela I do Anexo VI deste Regulamento.10.791 de 20.2010 (Convênio ICMS 113/96 e 84/09) Nova redação do caput do art.º 5.SECEX. III .2009: "Art.791 de 20. 457 Relativamente às operações de que trata esta Seção. o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal. V . Redação original em vigor no período de 1º. o número e a data de cada nota fiscal emitida pelo estabelecimento remetente. contendo. endereço e números de inscrição.11. do Decreto n. VIII . de 29 de novembro de 1972. 1. inscritas no registro do Sistema de Comércio Exterior -SISCOMEX. Na saída de mercadorias com o fim específico de exportação. do Decreto n.248.nome. 456 dada pelo art. fará constar. alteração 387ª. inclusive "trading" ou outro estabelecimento da mesma empresa.11.2009. no mínimo. total ou parcialmente. fará constar. contendo.2008 até 31. além das demais obrigações previstas neste Regulamento. do remetente da mercadoria. será remetida para o exterior.RICMS .10. nos campos relativos às informações complementares (Convênio ICMS 84/09): I . nos termos do Decreto-Lei n." § 3º Fica o produtor rural dispensado da obrigação prevista no § 1º.791 de 20. promovidas por contribuintes localizados neste Estado para empresa comercial exportadora. Indústria e Comércio Exterior. em meio magnético.01.01. Redação original em vigor no período de 1º. 455 dada pelo art.091. III . de 13. surtindo efeitos a partir de 1º. alteração 386ª. O estabelecimento destinatário.série. IV . entende-se como empresa comercial exportadora (“trading company”) a empresa comercial que realize operações mercantis de exportação. 1º. de acordo com o modelo constante do Anexo Único do Convênio ICMS 84. relativas às notas fiscais emitidas pelo estabelecimento remetente.12.2009.12. 456.11. 456 dada pelo art. o remetente encaminhará à repartição fiscal do seu domicílio tributário as informações contidas na nota fiscal.11.º 5.980 de 21.980 de 21. X .números da Declaração de Exportação e do Registro de Exportação por Estado produtor/fabricante.Aprovado pelo Decreto n. alteração 387ª.791 de 20.2008 até 31.2007. 455. de que trata o inciso II e o parágrafo único do art. no campo "Informações Complementares". ao emitir nota fiscal com a qual a mercadoria.identificação do transportador. As unidades de medida das mercadorias constantes nas notas fiscais do destinatário deverão ser as mesmas das constantes nas notas fiscais de remessa com o fim específico de exportação dos remetentes.2008 até 31.2009: "Art. número e data da nota fiscal de remessa com o fim específico de exportação. de 25 de setembro de 2009.05.01. Nova redação do caput do art.SECEX.o número. 1.791 de 20. do estabelecimento emitente. VII . § 2º Para os fins deste artigo. de 13.2009. XI . que estiver inscrita como tal no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . ao emitir nota fiscal com a qual a mercadoria será remetida para o exterior.11.2009. a unidade de medida e o somatório das quantidades das mercadorias por NCM. inscrita no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior . VI . 1º. da Receita Federal. O estabelecimento destinatário.2010 II . alteração 386ª. II . no campo 'Informações Complementares".data da emissão.2009.2007. entende-se como empresa comercial exportadora (Convênio ICMS 61/03): a) a classificada como "trading company". 1º. a expressão "remessa com fim específico de exportação" (Convênio ICMS 113/96)" § 1º Ao final de cada período de apuração. em duas vias. 341 RICMS . do Ministério do Desenvolvimento. Acrescentado o parágrafo único do art. Redação original em vigor no período de 1º. 1. endereço e números de inscrição. 7. surtindo efeitos a partir de 1º. a série.11.

RICMS - Aprovado pelo Decreto n. 1.980 de 21.12.2007, atualizado até o Decreto n. 7.091, de 13.05.2010

XIII - data e assinatura do emitente ou seu representante legal; XIV - identificação individualizada do Estado produtor/fabricante no Registro de Exportação. § 1° Até o último dia do mês subsequente ao do embarque da mercadoria para o exterior, o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente a 1ª via do “Memorando-Exportação”, que será acompanhada: a) da cópia do Conhecimento de Embarque; b) do comprovante de exportação; c) do extrato completo do Registro de Exportação, com todos os seus campos; d) da Declaração de Exportação. § 2º A 2ª via do memorando de que trata este artigo será anexada à 1ª via da nota fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica, ficando tais documentos no estabelecimento exportador para exibição ao fisco. § 3º Até o último dia do mês subsequente ao do embarque da mercadoria para o exterior, o estabelecimento exportador encaminhará ao fisco, quando solicitado, a cópia reprográfica da 1ª via da nota fiscal da efetiva exportação. § 4º O estabelecimento destinatário exportador, localizado neste Estado, deverá entregar as informações contidas nos registros Tipos 85 e 86, conforme Tabela I do Manual de Orientação descrito no Anexo VI. § 5º Para fins fiscais, somente será considerada exportada a mercadoria cujo despacho de exportação esteja averbado.
Nova redação do art. 457 dada pelo art. 1º, alteração 388ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009. Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 até 31.10.2009: "Art. 457 Relativamente às operações de que trata este Capítulo, o estabelecimento destinatário, além das demais obrigações previstas neste Regulamento, deverá emitir o documento denominado "Memorando-Exportação", de acordo com o modelo constante na Tabela II do Anexo V, em três vias, contendo, no mínimo, as seguintes indicações (Convênio ICMS 107/01): I - denominação "Memorando-Exportação"; II - número de ordem e número da via; III - data da emissão; IV - nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento emitente; V - nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento remetente da mercadoria; VI - série, número e data da nota fiscal do estabelecimento remetente e do destinatário exportador da mercadoria (Convênio ICMS 113/96);

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VII - número do Despacho de Exportação, a data de seu ato final e o número do Registro de Exportação por Estado produtor/fabricante (Convênio ICMS 107/01); VIII - número e data do Conhecimento de Embarque; IX - discriminação do produto exportado; X - país de destino da mercadoria; XI - data e assinatura de representante legal do emitente. XII - identificação individualizada do Estado produtor/fabricante no Registro de Exportação (Convênio ICMS 107/01). § 1º Até o último dia do mês subseqüente ao da efetivação do embarque da mercadoria para o exterior, o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente a 1ª via do "Memorando-Exportação", que será acompanhada de cópia do Conhecimento de Embarque, referido no inciso VIII, e do comprovante de exportação, emitido pelo órgão competente. § 2º A 2ª via do memorando de que trata este artigo será anexada à 1ª via da nota fiscal do remetente ou a sua cópia reprográfica, ficando tais documentos no estabelecimento exportador para exibição ao fisco. § 3º A 3ª via do memorando deverá ser arquivada pelo exportador, observado o prazo contido no parágrafo único do art. 111, para ser fornecida ao fisco quando solicitado."

Art. 458. Na saída para feira ou exposição no exterior, bem como nas exportações em consignação, o memorando previsto no artigo anterior será emitido somente após a efetiva contratação cambial. Parágrafo único. Até o último dia do mês subseqüente ao da contratação cambial, o estabelecimento que promover a exportação emitirá o memorando, conservando os comprovantes da venda, observado o disposto no parágrafo único do art. 111. Art. 459. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido, inclusive o relativo à prestação de serviço de transporte quando for o caso, sujeitando-se aos acréscimos legais, inclusive multa, em qualquer dos seguintes casos em que não se efetivar a exportação, observado o disposto no inciso XIV do art. 65 (Convênio ICMS 84/09): I - no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da saída da mercadoria do seu estabelecimento; II - em razão de perda, furto, roubo, incêndio, calamidade, perecimento, sinistro da mercadoria, ou qualquer outra causa; III - em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno; IV - em razão de descaracterização da mercadoria remetida, seja por beneficiamento, rebeneficiamento ou industrialização.
Nova redação do caput do art. 459 dada pelo art. 1º, alteração 389ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009. Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 até 31.10.2009: "Art. 459. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido, sujeitando-se aos acréscimos legais, inclusive multa, nos casos em que não se efetivar a exportação, observado o disposto no inciso XIV do art. 65: I - após decorrido o prazo de 180 dias, contado da data da saída da mercadoria do seu estabelecimento;

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II - em razão de perda da mercadoria, qualquer que seja a causa; III - em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno.

§ 1º Em relação a produtos primários e semi-elaborados, o prazo de que trata o inciso I será de noventa dias, exceto quanto aos produtos classificados no código 2401 da NCM para os quais o prazo será de 180 (cento e oitenta) dias.
Nova redação do parágrafo 1º do art. 459 dada pelo art. 1º, alteração 389ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009. Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 até 31.10.2009: "§ 1º Em relação a produtos primários e semi-elaborados, o prazo de que trata o inciso I será de 90 dias, exceto quanto aos produtos fumo (tabaco) não manufaturado e desperdícios de fumo, classificados na posição NBM/SH 2401, cujo prazo será de 180 dias (Convênio ICMS 34/98)."

§ 2º Os prazos estabelecidos no inciso I e no parágrafo anterior poderão ser prorrogados, uma única vez, por igual período, mediante autorização em requerimento formulado pelo remetente à Delegacia Regional da Receita do seu domicílio tributário. § 3º O recolhimento do imposto não será exigido na devolução da mercadoria, nos prazos fixados neste artigo, ao estabelecimento remetente. § 4º A devolução da mercadoria de que trata o § 3º deve ser comprovada pelo extrato do contrato de câmbio cancelado, pela fatura comercial cancelada e pela comprovação do efetivo trânsito de retorno da mercadoria.
Acrescentado o §4º ao art. 459 dada pelo art. 1º, alteração 389ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009.

§ 5º As alterações dos registros de exportação, após a data da averbação do embarque, somente serão admitidas após anuência formal de um dos gestores do SISCOMEX, mediante formalização em processo administrativo específico, independentemente de alterações eletrônicas automáticas.
Acrescentado o §5º ao art. 459 dada pelo art. 1º, alteração 389ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009.

Art. 459-A. A comercial exportadora (“trading company”) ou outro estabelecimento da mesma empresa deverá registrar no SISCOMEX, por ocasião da operação de exportação, para fins de comprovação ao fisco, as seguintes informações, cumulativamente (Convênio ICMS 84/09): I - Declaração de Exportação (DE); II - Registro de Exportação (RE), com as respectivas telas “Consulta de RE Específico” do SISCOMEX, consignando as seguintes informações: a) no campo 10: “NCM” - o código da NCM da mercadoria, que deverá ser o mesmo da nota fiscal de remessa; 345

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b) no campo 11: “descrição da mercadoria” - a descrição da mercadoria, que deverá ser a mesma existente na nota fiscal de remessa; c) no campo 13: “Estado produtor/fabricante” - a identificação da sigla da unidade federada do estabelecimento remetente; d) no campo 22: “o exportador é o fabricante” - N (não); e) no campo 23: “observação do exportador” - S (sim); f) no campo 24: “dados do produtor/fabricante” - o CNPJ ou CPF do remetente da mercadoria com o fim específico de exportação, a sigla da unidade federada do remetente da mercadoria (UF), o código da mercadoria (NCM), a unidade de medida e a quantidade da mercadoria exportada; g) no campo 25: “observação/exportador” - o CNPJ ou o CPF do remetente e o número da nota fiscal do remetente da mercadoria com o fim específico de exportação. Parágrafo único. O Registro de Exportação deverá ser individualizado para cada unidade federada do produtor/fabricante da mercadoria.
Acrescentado o art. 459-A pelo art. 1º, alteração 390ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009.

Art. 460 O armazém alfandegado e o entreposto aduaneiro, se for o caso, exigirão, para liberação das mercadorias, sempre que ocorrerem as hipóteses previstas no "caput" do art. 459, o comprovante de recolhimento do imposto. Art. 461. O estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista no art. 459, se o pagamento do débito fiscal tiver sido efetuado pelo adquirente ao Estado do Paraná. Art. 462. Aplicar-se-á o disposto no art. 459 às operações que destinem mercadorias a armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro. Art. 462-A. Para efeito dos procedimentos disciplinados nesta Seção, quando o estabelecimento exportador situar-se em outra unidade federada poderá o fisco instituir regime especial (Convênio ICMS 84/09).
Acrescentado o art. 462-A pelo art. 1º, alteração 391ª, do Decreto n.º 5.791 de 20.11.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.11.2009.

Art. 463.Secretaria da Fazenda prestará assistência às outras unidades federadas para a fiscalização das operações de 346

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que trata este Capítulo, podendo, mediante acordo prévio, designar funcionários para exercerem atividades de interesse do Estado do Paraná junto às repartições das outras.

SEÇÃO II DAS REMESSAS PARA FORMAÇÃO DE LOTES EM RECINTOS ALFANDEGADOS
Art. 464. Por ocasião da remessa para formação de lotes em recintos alfandegados para posterior exportação, o estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal em seu próprio nome, sem destaque do valor do imposto, indicando como natureza da operação "Remessa para Formação de Lote para Posterior Exportação" (Convênio ICMS 83/06). § 1º Além dos demais requisitos exigidos, a nota fiscal de que trata o "caput" deverá conter: a) a indicação de não-incidência do imposto, por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior; b) a identificação e o endereço do recinto alfandegado onde serão formados os lotes para posterior exportação. Art. 465. Por ocasião da exportação da mercadoria, o estabelecimento remetente deverá: I - emitir nota fiscal relativa à entrada em seu próprio nome, sem destaque do valor do imposto, indicando como natureza da operação "Retorno Simbólico de Mercadoria Remetida para Formação de Lote e Posterior Exportação"; II - emitir nota fiscal de saída para o exterior, contendo, além dos requisitos previstos na legislação: a) a indicação de não-incidência do imposto, por se tratar de saída de mercadoria com destino ao exterior; b) a indicação do local de onde sairão fisicamente as mercadorias; c) os números das notas fiscais referidas no "caput", correspondentes às saídas para formação do lote, no campo "Informações Complementares". Parágrafo único. Na hipótese de ser insuficiente o campo a que se refere a alínea "c" do inciso II deste artigo, os números das notas fiscais poderão ser indicados em relação anexa ao respectivo documento fiscal. Art. 466. O estabelecimento remetente ficará sujeito ao recolhimento do imposto devido, com os acréscimos legislação, inclusive multa, no caso de não efetivar a exportação das mercadorias remetidas para formação de lote, disposto no inciso XXIII do art. 65: I - no prazo de noventa dias contados da data da primeira nota fiscal de remessa para formação de II - em razão de perda, extravio, perecimento, sinistro, furto da mercadoria ou qualquer evento que 347 previstos na observado o lote; dê causa a

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dano ou avaria; III - em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno. Parágrafo único. O prazo previsto no inciso I poderá ser prorrogado, uma única vez, por igual período, mediante autorização em requerimento formulado pelo remetente à Delegacia Regional da Receita do seu domicílio tributário.

SEÇÃO III DAS REMESSAS DE MERCADORIA PARA EXPORTAÇÃO DIRETA, POR CONTA E ORDEM DE TERCEIRO SITUADO NO EXTERIOR
Art. 467. Na exportação direta em que o adquirente da mercadoria, situado no exterior, determinar que esta seja destinada diretamente a outra empresa localizada em país diverso, o estabelecimento exportador deverá, por ocasião da exportação, emitir a nota fiscal que documentará a remessa para o exterior em nome do adquirente, na qual deverá constar, além dos demais requisitos (Convênio ICMS 59/07): I - no campo "Natureza da Operação", a expressão "Operação de exportação direta"; II - no campo "CFOP", o código 7.101 ou 7.102, conforme o caso; III - no campo "Informações Complementares", o número do Registro de Exportação do Siscomex. Art. 468. O estabelecimento exportador deverá, por ocasião do transporte, emitir nota fiscal de saída de remessa para exportação, em nome do destinatário situado em país diverso daquele do adquirente, na qual deverá constar, além dos demais requisitos: I - no campo "Natureza da Operação", a expressão "Remessa por conta e ordem"; II - no campo "CFOP", o código 7.949; III - no campo "Informações Complementares", o número do Registro de Exportação do Siscomex, bem como o número, a série e a data da nota fiscal de que trata o art. 467. Parágrafo único. O transporte da mercadoria até a fronteira do território nacional deverá ser acompanhado por uma cópia reprográfica da nota fiscal de que trata o art. 467.

CAPÍTULO XX DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA EM OPERAÇÕES COM MERCADORIAS
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SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES COMUNS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA NAS OPERAÇÕES COM MERCADORIAS
Art. 469. O imposto a ser retido e recolhido por substituição tributária, em relação às operações subseqüentes, será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre a respectiva base de cálculo prevista neste Regulamento, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do substituto (art. 11, § 4º, Lei n. 11.580/96). § 1º Nas operações interestaduais com energia elétrica, o imposto a ser pago por substituição será obtido pela aplicação da alíquota prevista para as operações internas sobre o valor da operação realizada, nele incluindo-se o respectivo ICMS (art. 11, inciso I, da Lei n. 11.580/96). § 2º Nas operações interestaduais com petróleo, lubrificantes e combustíveis dele derivados, quando não destinados à industrialização ou à comercialização, o imposto a ser pago por substituição será obtido observando-se o disposto no § 3º do art. 490 (Convênio ICMS 05/04). § 3º Nos casos em que o diferencial de alíquotas for devido por substituição tributária, o imposto a ser pago será obtido na forma determinada no inciso IX do art. 6º. § 4º Nas operações com mercadorias sujeitas ao regime da substituição tributária, a empresa enquadrada no Simples Nacional, investida na condição de sujeito passivo por substituição, deverá observar o seguinte: (Ver artigo 2º, do Decreto n. 2701, de 30.05.2008(3)) e (Veja também o art. 2º do Decreto n. 4.248, de 11.02.2009(4)). I - calcular e recolher o imposto relativo à operação própria segundo as regras previstas no Anexo VIII; II - calcular, reter e recolher o imposto devido por substituição tributária, em relação às operações subsequentes, mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre a respectiva base de cálculo prevista neste Regulamento, deduzindo-se, do valor obtido, o valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual sobre o valor da operação própria do substituto tributário (Resoluções CGSN n. 51/08 e n. 61/09).
Nova redação do inciso II, do §4º, do art. 469 dada pela alteração 307ª, art. 1º, do Decreto n. 5.127 de 20.07.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.08.2009: Redações anteriores:

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a) original, acrescentada pelo Art. 1º, alteração 72ª, do Decreto n.º 2.701, de 30.05.2008, surtindo efeitos no período de 1º.06.2008 a 31.12.2008: "II - calcular, reter e recolher o imposto devido por substituição tributária mediante a aplicação da alíquota interna sobre a base de cálculo de retenção, que será: a) o preço máximo de venda a varejo fixado pela autoridade competente ou sugerido pelo fabricante, ou o preço a consumidor final usualmente praticado, deduzido deste o valor correspondente à base de cálculo utilizada para fins de recolhimento do imposto na forma do inciso I; b) nas demais hipóteses, o valor correspondente à aplicação da margem de valor agregado sobre o preço praticado pelo contribuinte eleito como substituto tributário, nele incluídos o IPI, o frete ou carreto e demais despesas debitadas ao destinatário. b) dada ao inciso II, do §4º, do art. 469, pelo art. 1º, alteração 201ª, do Decreto n. 4.248, de 11.02.2009, em vigor no período de 1º.01.2009 até 31.07.2009: "II - calcular, reter e recolher o imposto devido por substituição tributária, em relação às operações subsequentes, mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre a respectiva base de cálculo prevista neste Regulamento, deduzindo-se, do valor obtido, o valor resultante da aplicação do percentual de sete por cento sobre o valor da operação própria do substituto tributário."

Art. 470. O estabelecimento substituto tributário, dentre outras obrigações previstas neste Regulamento, deverá: I - obter inscrição especial no CAD/ICMS; II - emitir, por ocasião da saída das mercadorias destinadas a contribuinte substituído, nota fiscal que: a) contenha, além dos demais requisitos exigidos: 1. o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido; 2. separadamente, no campo "Informações Complementares", os valores do imposto retido por substituição relativos a operação interestadual com produtos tributados e não tributados, sempre que a operação for acobertada com a mesma nota fiscal (Ajuste SINIEF 01/96); 3. no campo "Reservado ao Fisco": 3.1. o valor da base de cálculo para a retenção de cada mercadoria; 3.2. a expressão "Substituição Tributária", seguida do número do correspondente artigo deste Regulamento ou do respectivo Protocolo ou Convênio; b) será escriturada no livro Registro de Saídas (cláusula quarta do Ajuste SINIEF 4/93,): 1. nas colunas próprias, os dados relativos a sua operação, na forma prevista no art. 245; 2. na coluna "Observações", na mesma linha do lançamento de que trata o item anterior, os valores do imposto retido e da respectiva base de cálculo, utilizando colunas distintas para tais indicações, sob o título comum "Substituição Tributária" ou, sendo o caso de contribuinte que utilize o sistema de processamento de dados, na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum "Substituição Tributária" ou 350

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"ST"; III - apresentar a GIA-ST, observado o disposto no art. 262; IV - transmitir, por meio eletrônico, mensalmente, até o dia quinze do mês subseqüente ao da realização das operações, arquivo magnético, com registro fiscal das operações interestaduais efetuadas no mês anterior, ou com seus registros totalizadores zerados, no caso de não terem sido efetuadas operações no período, inclusive daquelas não alcançadas pelo regime de substituição tributária, na forma estabelecida no art. 407, observando-se que (Convênios ICMS 81/93, 78/96, 114/03 e 31/04): a) o arquivo magnético previsto neste inciso substitui o exigido pelo art. 407, desde que inclua todas as operações citadas no referido artigo, mesmo que não realizadas sob o regime de substituição tributária; b) o sujeito passivo por substituição não poderá utilizar, no arquivo magnético referido na alínea anterior, sistema de codificação diverso da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias/Sistema Harmonizado NBM/SH, exceto para os veículos automotores, em relação aos quais utilizará o código do produto estabelecido pelo industrial ou importador; c) poderão ser objeto de arquivo magnético em apartado as operações em que tenha ocorrido o desfazimento do negócio ou que, por qualquer motivo, a mercadoria informada em arquivo não tenha sido entregue ao destinatário (Convênio ICMS 114/03); V - tratando-se de operações com veículos de duas rodas motorizados, deverá ainda ser remetida via internet, no endereço sst.cre@pr.gov.br, até cinco dias após qualquer alteração, a tabela dos preços sugeridos ao público. § 1º Os valores constantes nas colunas relativas ao imposto retido e a sua base de cálculo serão totalizados no último dia do período de apuração, separando-se as operações internas e interestaduais, para lançamento no livro Registro de Apuração do ICMS (cláusula quarta, parágrafo único, do Ajuste SINIEF 4/93). § 2º O sujeito passivo por substituição apurará os valores relativos ao imposto retido, no último dia do respectivo período, no livro Registro de Apuração do ICMS, em folha subseqüente à destinada a apuração relacionada com as suas próprias operações, com a indicação da expressão "Substituição Tributária", utilizando, no que couber, os quadros "Débito do Imposto", "Crédito do Imposto" e "Apuração dos Saldos", devendo lançar (cláusulas sétima e oitava do Ajuste SINIEF 4/93): a) o valor de que trata o parágrafo anterior no campo "Por Saídas com Débito do Imposto"; b) o valor de que trata o item 2 da alínea "b" do § 1º do art. 476, no campo "Por Entradas com Crédito do Imposto"; c) os valores relativos aos ressarcimentos e aos créditos recebidos em transferências, no campo "Outros Créditos"; d) para os contribuintes substitutos estabelecidos em outras unidades da Federação, o registro far-se-á em folha subseqüente às operações internas, pelos valores totais, detalhando os valores nos quadros "Entradas" e "Saídas", nas colunas "Base de Cálculo" (para base de cálculo do imposto retido), "Imposto Creditado" e "Imposto Debitado" (para imposto retido, identificando a unidade da Federação na coluna "Valores Contábeis"). § 3º Os valores referidos no parágrafo anterior serão declarados ao fisco separadamente dos valores relativos às 351

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operações próprias. § 4º A inscrição especial no CAD/ICMS de que trata o inciso I deste artigo poderá ser cancelada de ofício nas seguintes hipóteses (cláusulas décima e décima terceira, § 6º, do Convênio ICMS 81/93): a) omissão de entrega de Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS Substituição Tributária - GIA-ST, ou falta do recolhimento do ICMS, por estabelecimento localizado em outra unidade federada, por sessenta dias ou dois meses alternados; b) falta do repasse do ICMS de que trata o art. 500 deste Regulamento; c) omissão do estabelecimento remetente ou de seus fornecedores quanto à entrega das informações relativas às operações interestaduais com combustíveis prevista do art. 499 do RICMS. d) omissão na remessa do arquivo magnético previsto no inciso IV deste artigo, por sessenta dias ou dois meses alternados. Art. 471. O estabelecimento substituído que receber mercadoria com imposto retido deverá: I - escriturar a nota fiscal do fornecedor na coluna "Outras - Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto" do livro Registro de Entradas, lançando na coluna "Observações", na aquisição interestadual, os valores do imposto retido das operações tributadas e não tributadas, separadamente (Ajuste SINIEF 02/96); II - emitir nota fiscal, por ocasião da saída da mercadoria, sem destaque do imposto, que contenha, nas operações destinadas a outro contribuinte, além dos requisitos exigidos, as seguintes informações no campo "Reservado ao Fisco": a) a expressão "Substituição Tributária", seguida do número do correspondente artigo deste Regulamento ou do respectivo Protocolo ou Convênio (cláusula terceira do Ajuste SINIEF 04/93). b) o valor que serviu de base de cálculo para a retenção e o valor do imposto retido em relação a cada mercadoria; III - lançar a nota fiscal referida no inciso anterior na coluna "Outras - Operações ou Prestações sem Débito do Imposto" do livro Registro de Saídas. § 1º Para os fins do disposto no art. 472 e definição dos valores da base de cálculo para a retenção e do imposto retido, a serem informados na emissão de nota fiscal a outro contribuinte, os valores serão atribuídos em função do critério de que a primeira saída corresponderá à primeira entrada da mercadoria ou do valor médio decorrente da média ponderada dos valores praticados. § 2º Na hipótese do art. 521, o transporte de mercadoria promovido pelos revendedores não inscritos será acobertado pela nota fiscal emitida pelo sujeito passivo por substituição, acompanhada de documento comprobatório da sua condição (Convênio ICMS 45/99). 352

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Art. 472. Caso o contribuinte substituído venha a promover operação interestadual destinada a contribuinte, com mercadoria cujo ICMS foi retido, poderá, proporcionalmente às quantidades saídas, recuperar em conta-gráfica ou ressarcir-se, junto ao estabelecimento que efetuou a retenção na operação anterior, da diferença entre o valor do imposto da própria operação e o somatório do ICMS próprio do substituto tributário com o valor do ICMS retido, observado o seguinte (cláusula terceira, § 2º, do Convênio ICMS 81/93): I - quando se tratar de operações com veículos, aplicar-se-á apenas em relação ao distribuidor autorizado; II - em se tratando de operações com combustíveis derivados de petróleo, o ressarcimento poderá ser efetuado junto ao estabelecimento paranaense de produtor nacional, o qual será indicado como destinatário da nota fiscal mencionada no art. 473, desde que confirmados o recolhimento do imposto retido por parte do substituto tributário e a operação que deu ensejo ao ressarcimento.
Nova redação dada ao caput do art. 472, pelo art. 1º, alteração 114ª, do Decreto n. 3.160, de 1º.08.2008. Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 até 31.07.2008: "Art. 472. Caso o contribuinte substituído venha a promover operação interestadual destinada a contribuinte com mercadoria cujo ICMS foi retido, poderá, proporcionalmente às quantidades saídas (cláusula terceira, § 2º, do Convênio ICMS 81/93): I - recuperar o crédito do ICMS pela entrada, correspondente ao débito próprio do contribuinte substituto e da parcela retida, em conta-gráfica; II - sendo eleito contribuinte substituto pela unidade federada de destino da mercadoria, recuperar em conta-gráfica ou ressarcir-se, junto ao estabelecimento que efetuou a retenção na operação anterior, da diferença entre o valor do imposto da própria operação e o somatório do ICMS próprio do substituto tributário com o valor do ICMS retido, observado o seguinte: a) quando se tratar de operações com veículos, aplicar-se-á apenas em relação ao distribuidor autorizado; b) em se tratando de operações com combustíveis derivados de petróleo, o ressarcimento previsto neste inciso poderá ser efetuado junto ao estabelecimento paranaense de produtor nacional, o qual será indicado como destinatário da nota fiscal mencionada no art. 473, desde que confirmados o recolhimento do imposto retido por parte do substituto tributário e a operação que deu ensejo ao ressarcimento."

§ 1º O estabelecimento mencionado no "caput" deverá solicitar ao Delegado Regional da Receita autorização para a recuperação ou ressarcimento de que trata esse artigo, protocolizando requerimento na ARE de seu domicílio tributário, com a indicação do destinatário do crédito, acompanhado da comprovação inequívoca da efetividade da operação, ressalvados os casos que se refiram a operações com combustíveis derivados de petróleo, hipóteses em que a autorização deverá ser requerida ao 353

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Diretor da CRE. § 2º A Inspetoria Geral de Fiscalização ficará encarregada da análise do pedido protocolado nos termos do §1º, nas situações de competência do Diretor da CRE, preparando o respectivo despacho. § 3º O disposto neste artigo aplica-se, no que couber, no caso de desfazimento do negócio antes da entrega da mercadoria, se o imposto retido já houver sido recolhido. § 4º A nota fiscal emitida para acobertar a operação interestadual mencionada no "caput", que será lançada na coluna "Outras - Operações ou Prestações sem Débito do Imposto" do livro Registro de Saídas, não deverá conter o destaque do valor do imposto da operação própria, que será consignado no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais”.
Nova redação do §4º, do art. 472, pelo art. 1º, alteração 114ª, do Decreto n. 3.160, de 1º.08.2008. Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 até 31.07.2008: "§ 4º A nota fiscal emitida para acobertar a operação interestadual mencionada no "caput" deverá conter o destaque do imposto da operação própria e ser lançada nas colunas "Base de Cálculo do Imposto" e "Imposto Debitado", na hipótese do inciso I, e na coluna "Outras Operações ou Prestações sem Débito do Imposto", na hipótese do inciso II."

§ 5º Poderá ser autorizada, mediante regime especial, a recuperação ou o ressarcimento, de forma simplificada, ao contribuinte que tenha promovido nos últimos seis meses, no mínimo, um terço de operações interestaduais.
Acrescentado o §5º ao art. 472, pelo Art. 1º, alteração 119ª, do Decreto n.º 3.364, de 03.09.2008, surtindo efeitos a partir de 1º.09.2008.

Art. 473. A nota fiscal emitida para os fins do art. 472 deverá conter como natureza da operação "Ressarcimento" ou "Recuperação de crédito", a data de emissão, o valor, inclusive por extenso, e sua equivalência em FCA na data de emissão, além da identificação do destinatário. § 1º O estabelecimento destinatário da nota fiscal poderá deduzir do próximo recolhimento a importância correspondente, mediante lançamento do valor constante do mencionado documento no campo "Outros Créditos" da GIA/ICMS ou no campo "ICMS de Devoluções de Mercadorias" da GIA-ST, relativa à inscrição especial de substituição tributária, no mês em que receber o citado documento; § 2º As vias da nota fiscal mencionada no "caput" terão a seguinte destinação: a) 1ª via, que ficará em poder do emitente ou destinatário, conforme o caso, para fins de lançamento no campo "Outros Créditos" do livro Registro de Apuração do ICMS, na qual constará a aposição, pelo fisco, de visto e do número do despacho autorizativo sobre o carimbo da reparticão; b) 3ª via, fisco para fins de controle. § 3º Não havendo deliberação no prazo de noventa dias contados da data da protocolização do requerimento de "Recuperação de crédito", o contribuinte poderá se creditar do valor objeto do pedido, exceto em relação ao ressarcimento de 354

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que trata o inciso II do artigo 472. Art. 474. Para fins de recuperação, ressarcimento ou restituição, não sendo conhecido o valor do imposto próprio ou do imposto retido, o somatório destes valores poderá ser obtido pela aplicação da alíquota interna da mercadoria sobre a base de cálculo da retenção constante do documento fiscal de aquisição. Art. 475. Havendo inutilização de mercadoria cujo imposto tenha sido retido anteriormente, o contribuinte poderá se creditar deste, desde que possa comprovar a ocorrência, de forma inequívoca, inclusive através da escrita comercial, e comunique o fato, de maneira discriminada, à repartição fiscal do seu domicílio tributário, até o dia dez do mês subseqüente. Parágrafo único. Na hipótese de inutilização de mercadoria adquirida de contribuinte substituído o imposto a ser creditado será o valor resultante da aplicação da alíquota interna do produto sobre a diferença entre a base de cálculo que serviu para a retenção e o valor da operação de aquisição. Art. 476. Na devolução de mercadoria adquirida em regime de substituição tributária, promovida por contribuinte substituído, o remetente emitirá documento fiscal na forma regulamentar, sem destaque do imposto, indicando o número e a data da nota fiscal emitida, quando da remessa originária, e os motivos da devolução. § 1º O contribuinte substituto que receber mercadoria em devolução na forma deste artigo: a) deverá lançar no livro Registro de Entradas (cláusula quinta do Ajuste SINIEF 4/93): 1. o documento fiscal relativo à devolução, na coluna "Operações com Crédito do Imposto", na forma prevista no art. 244; 2. na coluna "Observações", na mesma linha do lançamento referido na alínea anterior, o valor da base de cálculo e do imposto retido, relativos à devolução, ou, na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum "Substituição Tributária" ou o código "ST", caso utilize sistema de processamento de dados; b) terá direito, até o limite do valor legal, aos seguintes créditos fiscais do imposto: 1. em sua conta-gráfica própria, na parte proporcional à operação por ele praticada; 2. na conta-gráfica especial para substituição, na condição de responsável, na parte proporcional ao imposto retido. § 2º Os valores constantes na coluna relativa ao imposto retido serão totalizados no último dia do período de apuração, para lançamento no livro Registro de Apuração do ICMS (cláusula quinta, parágrafo único, Ajuste SINIEF 4/93). § 3º O contribuinte substituído que receber mercadoria em devolução na forma deste artigo deverá lançar a nota fiscal na coluna "Outras - Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto" do livro Registro de Entradas. 355

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Art. 477. O contribuinte que receber mercadoria, em operação interna, sujeita ao regime de substituição tributária sem retenção do imposto, e o remetente não sendo ou tendo deixado de ser eleito substituto, deverá adotar os seguintes procedimentos: I - lançar a nota fiscal do fornecedor e o documento fiscal relativo ao respectivo serviço de transporte, do qual foi tomador, na coluna "Outras - Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto" do livro Registro de Entradas; II - calcular o imposto devido por substituição tributária, mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre a base de cálculo própria para a substituição tributária, deduzindo-se do valor resultante o montante do imposto pago na operação e prestação de entrada correspondente, escriturando o valor obtido e a nota fiscal do fornecedor na coluna "Observações" do livro Registro de Saídas; III - transportar a soma dos valores registrados na forma do inciso anterior para o quadro "Outros Débitos" do livro Registro de Apuração do ICMS; IV - nas operações subseqüentes emitir notas fiscais com observância do inciso II do art. 471, conforme o caso. Parágrafo único. Para fins do cálculo de que trata o inciso II deste artigo, quando o valor de partida para a formação da base de cálculo for o preço praticado pelo substituto, adotar-se-á, como tal, o valor constante do documento fiscal de entrada. Art. 478. Fica atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS devido por substituição tributária, por ocasião da entrada da mercadoria no território paranaense, observado o disposto na alínea “a” do inciso X do art. 65, ao contribuinte que receber mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, sem retenção do imposto, de remetente que não seja ou tenha deixado de ser eleito substituto, devendo adotar os seguintes procedimentos:
Nova redação do caput, do art. 478 dada pela alteração 235ª, art. 1º, do Decreto n. 4.744 de 15.05.2009, surtindo efeitos a partir de 1º.04.2009 Redação original em vigor no período de 1º.01.2008 até 31.03.2009: "Art. 478. Fica atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do ICMS devido por substituição tributária, por ocasião da entrada da mercadoria no território paranaense, observado o disposto na alínea "m" do inciso X do art. 65, ao contribuinte que receber mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, sem retenção do imposto, de remetente que não seja ou tenha deixado de ser eleito substituto, devendo adotar os seguintes procedimentos: "

I - calcular o imposto devido por substituição tributária, mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas sobre a base de cálculo própria para a substituição tributária, deduzindo-se do valor resultante o montante do imposto pago na operação e prestação de entrada correspondente; 356

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II - lançar a nota fiscal do fornecedor e o documento fiscal relativo ao respectivo serviço de transporte, se for o caso, com a observância do disposto no inciso I do art. 471; III - nas operações subseqüentes emitir notas fiscais com observância do inciso II e §1º do art. 471, conforme o caso. §1º Para fins do cálculo de que trata o inciso I, quando o valor de partida para a formação da base de cálculo for o preço praticado pelo substituto, adotar-se-á, como tal, o valor constante do documento fiscal de entrada. § 2º Na hipótese da alínea "b" do § 1º do art. 489, o adquirente adotará a base de cálculo prevista no § 3º do art. 490, sobre a qual incidirá a alíquota prevista para as operações internas. § 3º Sem prejuízo da responsabilidade atribuída ao destinatário da mercadoria, contribuinte paranaense, o recolhimento do imposto de que trata o “caput” deste artigo poderá ser realizado pelo remetente, localizado em outra unidade federada, mediante autorização nos termos e condições estabelecidos em regime especial.
O § 3º foi acrescentado pelo art. 1º, alteração 19ª, do Decreto n. 2.154, de 21.02.2008, produzindo efeitos a partir de 1º.04.2008.

Art. 479. Não se aplica o disposto: I - neste Capítulo: a) às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição tributária da mesma mercadoria, exceto: 1. nas hipóteses previstas nas alíneas "a" do inciso I e "a" do § 3º do art. 489; 2. se o destinatário for eleito substituto tributário exclusivamente na condição de importador; b) às transferências para outro estabelecimento, exceto varejista, do sujeito passivo por substituição, hipótese em que a responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto recairá sobre o estabelecimento que promover a saída da mercadoria com destino a empresa diversa (cláusula quinta, inciso II, do Convênio ICMS 81/93); II - nesta Seção, à distribuidora de energia elétrica de que trata o art. 524.

SEÇÃO II DAS OPERAÇÕES COM ÁGUA MINERAL, GELO, CERVEJA E REFRIGERANTE
Nova redação dada à denominação do capítulo XX, título III, Seção II, pelo art. 1º, alteração 11ª, do Decreto n. 2.152, de 21.02.2008, surtindo efeitos a partir de 1º.05.2008 (efeitos alterados de 1º.04.2008 para 1º.05.2008 pelo art. 4º do Decreto n. 2.472, de 09.04.2008). Redação original, em vigor no período de 1º.01.2008 a 30.04.2008: "DAS OPERAÇÕES COM CERVEJA E REFRIGERANTE"

(Ver art. 1º, do Decreto 4.499 de 30.03.2009) 357

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(Ver art. 2º, do Decreto 4.499 de 30.03.2009) Art. 480. Ao estabelecimento industrial, importador ou arrematante de mercadoria importada e apreendida, ou engarrafador de água, que promover saída de água mineral ou potável, gelo, refrigerante e cerveja, inclusive chope, classificados nas posições 2201 a 2203 da NBM/SH, com destino a revendedores situados no território paranaense, é atribuída a condição de sujeito passivo por substituição, para efeito de retenção e recolhimento do ICMS relativo às operações subseqüentes (art. 18, IV, da Lei n. 11.580/96; Protocolos ICMS 11/91, 16/91, 31/91, 58/91, 09/05 e 86/07).
Nova redação dada ao art. 480 pelo art. 1º, alteração 12ª, do Decreto n. 2.152, de 21.02.2008, produzindo efeitos a partir de 1º.05.2008 (efeitos alterados de 1º.04.2008 para 1º.05.2008 pelo art. 4º do Decreto n. 2.472, de 09.04.2008). Redação original, em vigor no período de 1º.01.2008 a 30.04.2008: "Art. 480. Ao estabelecimento industrial, importador ou arrematante de mercadoria importada e apreendida, que promover saída de cerveja, inclusive chope e refrigerante, classificados nas posições 2202 a 2203 da NBM/SH, com destino a revendedores situados no território paranaense, é atribuída a condição de sujeito passivo por substituição, para efeito de retenção e recolhimento do ICMS relativo às operações subseqüentes (art. 18, IV, da Lei 11.580/96; Protocolos ICMS 11/91, 16/91, 31/91, 58/91 e 09/05)."

§ 1º O disposto neste artigo: a) aplica-se, também, às operações com xarope ou extrato concentrado classificado no código NBM/SH 2106.90.10, destinado ao preparo de refrigerante em máquina "pre-mix" ou "post-mix" (Protocolo ICMS 4/98); b) não se aplica às operações com água mineral em embalagens plásticas com capacidade igual ou superior a 20.000 ml.
Nova redação dada ao § 1º pelo art. 1º, alteração 36ª, do Decreto n. 2.559, de 29.04.2008, produzindo efeitos a partir de 1º.05.2008. Redação original, em vigor no período de 1º.01.2008 a 30.04.2008: "§ 1º O disposto neste artigo aplica-se, também, às operações com xarope ou extrato concentrado classificado no código NBM/SH 2106.90.10, destinado ao preparo de refrigerante em máquina "pre-mix" ou "post-mix" (Protocolo ICMS 4/98)."

§ 2º A responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto fica também atribuída aos estabelecimentos localizados nos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e no Distrito Federal, inclusive distribuidor, depósito ou atacadista (Protocolos ICMS 11/91, 59/91, 34/92, 09/95, 04/96, 29/96, 07/97, 19/97, 04/98, 06/99, 30/99, 02/00, 10/00, 38/01, 34/03, 05/04 e 08/04). § 3º Para os efeitos desta Seção, equiparam-se a refrigerante as bebidas hidroeletrolíticas (isotônicas) e energéticas, classificadas nas posições 2106.90 e 2202.90 da NBM/SH (Protocolo ICMS 28/03). § 4º O disposto no § 2º não se aplica: 358

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a) aos estabelecimentos localizados no Estado de Sergipe, nas operações com gelo (Protocolo ICMS 31/06); b) aos estabelecimentos localizados no Estado de Minas Gerais, nas operações com gelo e água mineral (Protocolos ICMS 38/01 e 86/07).
O § 4º foi acrescentado pelo art. 1º, alteração 12ª, do Decreto n. 2.152, de 21.02.2008, produzindo efeitos a partir de 1º.05.2008 (efeitos alterados de 1º.04.2008 para 1º.05.2008 pelo art. 4º do Decreto n. 2.472, de 09.04.2008).

Art. 481. A base de cálculo para a retenção do imposto será o preço máximo de venda a varejo, fixado pela autoridade competente ou, na sua inexistência, o preço a consumidor final usualmente praticado, apurado segundo as regras estabelecidas no §3º do art. 11 deste Regulamento e divulgado em ato expedido pelo Diretor da Coordenação da Receita do Estado (§§ 1º e 3º do art. 11 da Lei nº 11.580/96). Parágrafo único. Na impossibilidade da aplicação das hipóteses de que trata o "caput", a base de cálculo será o preço praticado pelo contribuinte eleito como substituto tributário, incluídos o IPI, o frete ou carreto até o estabelecimento varejista e demais despesas debitadas ao destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação dos seguintes percentuais (Protocolo ICMS 11/91): a) 250% quando se tratar de água mineral, gasosa ou não, ou potável, naturais, em garrafa de vidro, retornável ou não, com capacidade de 500 ml; b) 120% quando se tratar de água mineral, gasosa ou não, ou potável, naturais, em garrafa plástica de 1.500 ml; c) 100% quando se tratar de água mineral, gasosa ou não, ou potável, naturais, em embalagem com capacidade igual ou superior a 5.000 ml; d) 140% nos demais casos.
Nova redação dada ao parágrafo único pelo art. 1º, alteração 13ª, do Decreto n. 2.152, de 21.02.2008, produzindo efeitos a partir de 1º.05.2008 (efeitos alterados de 1º.04.2008 para 1º.05.2008 pelo art. 4º do Decreto n. 2.472, de 09.04.2008). Redação original, em vigor no período de 1º.01.2008 a 30.04.2008: "Parágrafo único. Na impossibilidade da aplicação das hipóteses de que trata o "caput", a base de cálculo será o preço praticado pelo contribuinte eleito como substituto tributário, incluídos o IPI, o frete ou carreto até o estabelecimento varejista e demais despesas debitadas ao destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação do percentual de 140% (Protocolo ICMS 11/91)."

SEÇÃO III DAS OPERAÇÕES COM CIGARRO E OUTROS PRODUTOS DERIVADOS DO FUMO
(Ver art. 2º, do Decreto 4.499 de 30.03.2009) 359

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Art. 482. Ao estabelecimento industrial fabricante ou importador que promover a saída de cigarro e outros produtos derivados de fumo, classificados na posição 2402 e no código 2403.10.0100 da NBM/SH, com destino a revendedores situados no território paranaense, é atribuída a condição de sujeito passivo por substituição, para efeito de retenção e recolhimento do ICMS relativo às operações subseqüentes (art. 18, IV, da Lei n. 11.580/96; Convênio ICMS 37/94). Art. 483. A base de cálculo para a retenção do imposto será o preço máximo de venda a consumidor fixado pelo fabricante. §1º Inexistindo o valor de que trata o "caput", a base de cálculo será o preço praticado pelo substituto, incluídos o IPI, o frete e as demais despesas debitadas ao estabelecimento destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação do percentual de 50%. § 2º O estabelecimento industrial, inscrito neste Estado como substituto tributário, remeterá, em meio magnético, à Inspetoria Geral de Fiscalização da CRE as listas atualizadas dos preços referidas no "caput" (Convênio ICMS 68/02). § 3º O sujeito passivo por substituição que deixar de enviar as listas referidas no parágrafo anterior em até 30 dias após sua atualização, quando se tratar de alteração de valores, terá a sua inscrição cancelada até a regularização, devendo observar, para o recolhimento do ICMS nas operações que realizar, o disposto no § 6º do art. 65.

SEÇÃO IV DAS OPERAÇÕES COM CIMENTO
Art. 484. Ao estabelecimento industrial ou importador que promover saída de cimento de qualquer espécie, classificado na posição NBM/SH 2523, com destino a revendedores situados no território paranaense é atribuída a condição de sujeito passivo por substituição, para efeito de retenção e recolhimento do ICMS relativo às operações subseqüentes, ainda que destinado ao uso e consumo do adquirente (art. 18, IV, da Lei n. 11.580/96; Protocolo ICM 11/85). Parágrafo único. A responsabilidade pela re