Você está na página 1de 4

Funcionalidade do modal aeroviário

O Modal aeroviário é um importante meio de transporte, sendo competitivo com


os demais por ser mais rápido e considerado mais seguro. Realiza o
movimento de pessoas e mercadorias urgentes e de grande valor pelo ar
através de aviões, helicópteros ou outro veículo aéreo (MENDONÇA, 2000)
MENDONÇA, Paulo C.c. de.Transportes e seguros no comércio exterior. 2. ed.
SãoPaulo: Aduaneiras, 2000.
O transporte aéreo é utilizado geralmente para transportar mercadorias de alto
valor, com necessidade de entrega rápida, já que esse modal é o mais rápido
de todos. Seu transporte é mais seguro, o que não requer embalagens com
muito reforço, reduzindo o custo da embalagem e facilitando o embarque e
desembarque do produto. É a melhor escolha para encomendar urgentes, de
alto valo e de pequena quantidade.

Utilizado principalmente para longas distâncias, seja de forma nacional ou


internacional. É ideal para o transporte de produtos perecíveis, devido ao baixo
tempo de trânsito. Outra vantagem é a localização dos aeroportos, que estão
nos grandes centros urbanos, facilitando o escoamento dos produtos.

 logística para o transporte aéreo 


O transporte aéreo conta com alguns procedimentos fundamentais para a sua
realização, entre eles estão envolvidos os clientes, que podem ser os
fornecedores ou os destinatários, as agências de cargas, as companhias
aéreas que realizam o traslado e as alfândegas.
De uma forma geral, o transporte aéreo passa por fases no processo logístico
antes de ser efetuada a entrega. Tais etapas consistem na contratação e
emissão de documentação, conferência e carregamento, monitoramento do
trajeto e a entrega final.

A principal infraestrutura é o aeroporto, local de grande espaço físico que


proporciona a saída (decolagem) e entrada (aterrissagem) de aeronaves. O
meio de transporte em questão obteve, nas últimas três décadas, um
incremento significativo, especialmente em relação ao transporte de
pessoas.

Vantagens e Desvantagens

Infraestrutura
IDESTRA as infraestruturas aeroportuária e aeronáutica não terem acompanhado o
crescimento da demanda e os novos modelos operacionais. Estes se basearam na utilização
mais intensiva das aeronaves, operações hub-and-spoke (conexões e distribuição em
aeroportos aglutinadores) e práticas low cost (redução drástica de custos nos serviços de
bordo e atendimento aos usuários), o à infraestrutura aeronáutica, os gargalos são de dois
tipos. Em primeiro lugar, aqueles ocorridos por insuficiência de controladores de voo e
deficiências na sua qualificação, e, em segundo lugar, os ocorridos por falta de investimentos
na adequação e modernização das instalações e equipamentos.

a infraestrutura aeroportuária é esclarecida, em conjunto com a visão do meio ambiente;


podemos citar aqui neste ponto, resumidamente, algumas características: as problemáticas
das pistas de pouso e decolagens, pátios de manobras, pistas de táxi e sistemas de navegação
aérea, assim como a capacidade no trânsito de passageiros (tanto em terminais quanto em
estacionamentos)

No Brasil, os problemas na infraestrutura dos aeroportos são visíveis, em pistas de pousos e


decolagens, pátios de manobras, pistas de taxi e sistemas de navegação aérea. A capacidade
no trânsito de passageiros nos terminais e estacionamentos está ultrapassada.
Congestionamentos nos arredores dos aeroportos devido à falta de viabilidade entre modais
de transportes e planejamento nos acessos. Com pistas curtas, há restrições de pousos e
decolagens tanto em peso quanto em tamanho das aeronaves. A maioria dos aeroportos
possui apenas uma pista, não podendo oferecer operações simultâneas. Sem espaço no pátio,
o número de pousos e aeronaves estacionadas será limitado. Se o aeroporto não oferece um
sistema de pouso adequado, ficará prejudicas as operações em condições de tempo adversas.
Se o sistema de pista de taxi é incompleto, os pousos e decolagens ficam limitados por hora.
Os principais aeroportos do Brasil apresentam ao menos um destes problemas. Levando em
conta apenas o problema de tamanho de pista, a realidade é alarmante, Galeão com 4.000
metros, Guarulhos 3.700 metros, Viracopos 3.240 metros, Recife 3.007 metros, Salvador 3.003
metros e Confins com 3.000 metros. Os demais aeroportos possuem tamanhos de pistas muito
restritivos como os de Congonhas 1.940 metros, Santos Dumont 1.323 metros, Porto Alegre
2.280 metros e Curitiba com 2.215 metros (Ribeiro, 2014). Mas os problemas também
aparecem nos terminais de acesso aos passageiros. A falta de acessibilidade universal em lojas,
restaurantes e balcões dos terminais, a ausência de funcionários que saibam interpretar a
língua de sinais e a existência de material informativo em braile são os principais problemas
identificados. Existem também problemas de acesso às áreas externas aos cadeirantes,
deficientes visuais e auditivos. Falta de sinalização e de piso tátil para indicar aos cegos e
surdos como chegar ao balcão de atendimento.

R: Ao todo são 2.545 aeródromos registrados na Agência Nacional de Aviação

Civil (Anac), sendo 1.966 privados e 579 públicos.


O desenvolvimento da infraestrutura aeroportuária enfrenta sérios desafio para
acompanhar o crescimento do transporte aéreo e para atender a demanda de
passageiros em aeroportos cujo o crescimento pode ser observado ao longo
dos últimos anos. Em 2017, o investimento realizado no setor aeroviário
pelo Ministério via Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi de R$
2,88 bilhão.
Importância no cenário nacional
O Transporte Aéreo no Brasil é responsável por 1.4% do PIB brasileiro, gera 1.1 milhão de
empregos no país e contribuiu com mais de 25 bilhões de dólares em valor agregado para a
economia brasileira. É isso o que aponta um estudo da Associação Internacional de
Transporte Aéreo (IATA) e da Oxford Economics.

Vantagens e desvantagens: De acordo com Andreazza (2019) o modal aéreo tem muitas
vantagens

 Utilizado com eficácia no transporte de amostras;  Ideal para transporte de mercadorias


com urgência na entrega;  Por ter sua emissão antecipada, o documento de transporte é
obtido com maior rapidez;  Os fretes internos, para colocação de mercadorias nos aeroportos,
são menores, e o tempo mais curto, em face da localização dos mesmos;  Possibilidade de
redução ou eliminação de estoques pelo exportador, uma vez que é possível aplicar mais
agressivamente uma política de just in time ( literalmente na hora certa), propiciando redução
dos custos de capital de giro pelo embarque contínuo, podendo ser até diário ou mais vezes ao
dia, dependendo dos destinos;  Aplicando o just in time , é possível a racionalização das
compras pelos importadores, já que não terão a necessidade de manter estoques pela
possibilidade de recebimento diário das mercadorias que necessitam;  Possibilidade de
utilização das mercadorias mais rapidamente em relação à produção, principalmente em se
tratando de produtos perecíveis, de validade mais curta, de moda, etc.

 Maior competitividade do exportador, pois a entrega rápida pode ser bom argumento de
venda;  Redução de custo de embalagem, uma vez que não precisa ser tão robusta, pois a
mercadoria é menos manipulada;  O seguro de transporte aéreo é mais baixo em relação ao
marítimo, podendo variar de 30% a 50% na média geral, dependendo da mercadoria.

Desvantagens:

 Frete relativamente alto em relação aos demais modais;  Capacidade de carga bem menor
que os modais marítimo e ferroviário, ganhando apenas do rodoviário;  Impossibilidade de
transporte de carga a granel, como por exemplo, minérios, petróleo, grãos e químicos;  Custo
elevado da sua infraestrutura;  Impossibilidade de absorção do alto valor das tarifas aéreas
por produtos de baixo custo unitário, como por exemplo, matéria-prima, produtos semi-
faturados e alguns manufaturados;  Existência de severas restrições quanto ao transporte de
artigos perigosos.

ANDREAZZA, Jane. Transporte Aéreo. 2019. Cola da Web. Disponível em: . Acesso em: 28 mar.
2019.

Problemas do modal

A falta de gestão e infraestrutura nos aeroportos brasileiros tem sido as responsáveis pela
estagnação do crescimento das companhias aéreas nacionais que tem inovado em suas
operações low cost, cortes de voos menos rentáveis, adequação de suas tripulações e
reestruturação da sua malha aérea para tentar manter os custos operacionais. Terminais
lotados, filas, burocracia e ineficiência nos serviços dos aeroportos também são problemas
gerados pela falta de infraestrutura e de gestão. Problema de ruido

Você também pode gostar