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ESTADO DE RORAIMA

POLÍCIA MILITAR DE RORAIMA


DIRETORIA DE ENSINO E PESQUISA - DEP
COORDENADORIA DE ENSINO E PESQUISA – CEP
CURSO DE HABILITAÇÃO DE OFICIAIS – CHO 2021.1
“Amazônia: Patrimônio dos Brasileiros”

ISMAEL PIRES GONÇALVES - AL CHO PMRR

VIOLÊNCIA, CRIME E CONTROLE SOCIAL: A IMPORTÂNCIA DO


REFORÇO SETORIAL NO 2° BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO
DE RORAIMA NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA

BOA VISTA
2021.1
ISMAEL PIRES GONÇALVES - AL CHO PMRR

VIOLÊNCIA, CRIME E CONTROLE SOCIAL: A IMPORTÂNCIA DO REFORÇO


SETORIAL NO 2° BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE
RORAIMA NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA

Artigo apresentado como requisito


obrigatório para conclusão da Disciplina de
Metodologia do Trabalho Científico do
curso de Habilitação de Oficiais - CHO, da
Polícia Militar do Estado de Roraima. Sob
orientação do Major QCO PMRR Falckner
Ferreira Pantoja.

BOA VISTA
2021.1
ISMAEL PIRES GONÇALVES - AL CHO PMRR

VIOLÊNCIA, CRIME E CONTROLE SOCIAL: A IMPORTÂNCIA DO


REFORÇO SETORIAL NO 2° BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO
DE RORAIMA NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA

Artigo apresentado como requisito


obrigatório para conclusão da Disciplina
de Metodologia do Trabalho Científico
do curso de Habilitação de Oficiais -
CHO, da Polícia Militar do Estado de
Roraima. Sob orientação do Major QCO
PMRR Falckner Ferreira Pantoja.

Aprovado em ____ de __________ de 2021.

_________________________________________________________________
Instrutora: Prof.ª Msc. Cel BM Vanísia de Sousa Santos
Academia de Polícia Integrada Cel Santiago - APICs

_________________________________________________________________
Prof. Orientador Msc. Maj QCO PM Falckner Ferreira Pantoja
Mestre em Ed. pela Universidad Nacional Experimental de Guayana-PY

______________________________________________________________
Co-orientador Especialista Cel QOC PM Francisco Maia da Silva
Esp. em Seg. Pública pela Academia de Polícia Cel Walterler - RN

BOA VISTA - RR
2021.1
SUMÁRIO

RESUMO............................................................................................................................05
INTRODUÇÃO..................................................................................................................06

1 REFERENCIAL TEÓRICO..........................................................................................08

1.1 VIOLÊNCIA, CONTROLE SOCIAL E POLÍCIA NO BRASIL............................08

1.2 SEGURANÇA PÚBLICA E DESIGUALDADE SOCIAL.......................................11

2 O POLICIAMENTO OSTENSIVO DO 2º BATALHÃO E A NECESSIDADE DE


UM REFORÇO SETORIAL.............................................................................................13

3 METODOLOGIA...........................................................................................................17
CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................................18

REFERÊNCIAS.................................................................................................................19

APÊNDICES.......................................................................................................................21

ANEXOS.............................................................................................................................25
VIOLÊNCIA, CRIME E CONTROLE SOCIAL: A IMPORTÂNCIA DO
REFORÇO SETORIAL NO 2° BATALHÃO DA POLICIA MILITAR DO ESTADO
DE RORAIMA NO MUNICÍPIO DE BOA VISTA

GONÇALVES, Ismael Pires1


PANTOJA, Falckner Ferreira2
RESUMO

Este artigo científico apresenta como estudo A violência, Crime e Controle Social: A
importância do Reforço Setorial no 2° Batalhão da Polícia Militar do Estado de Roraima
no município de Boa Vista. Cujo objetivo geral é descrever a importância social deste tipo
de policiamento no 2º Batalhão da Polícia Militar, na ampliação do trabalho operacional e
na eficiência dos resultados a serem alcançados, Nos objetivos específicos: Analisar a
relação da polícia com a sociedade, inserida num contexto de elevada produção da
violência; Conhecer a violência e o controle social como campos de práticas policiais
exigindo assim, um reforço na área in loco; Apontar o trabalho de enfrentamento a
criminalidade realizado naquela área e propor alternativas de ampliação setorial. Foi
utilizado como procedimento técnico o documental formal e informal e bibliográfico,
sendo de natureza qualitativa e quantitativa e o objetivo metodológico é descritivo. Como
fundamentação foi realizada como pesquisa de campo uma entrevista com o ex-
comandante do batalhão e com um soldado PM, que teve sua participação fundamental na
criação do reforço, o resultado culminou em um capítulo onde apresenta o policiamento
ostensivo naquele setor. A busca da compreensão da problemática está fundamentada na
efetivação de um Reforço Setorial no trabalho operacional e ao mesmo tempo social da
Polícia Militar no 2° Batalhão. Dessa forma, a partir do estudo realizado foi possível
confirmar por meio dos objetivos desenvolvidos que há necessidade da efetivação do
reforço no policiamento ostensivo e operacional no referido setor.

Palavras Chave: Ostensivo. Policiamento. Reforço. Segurança. Sociedade.

1 Ingressou na PMRR em 01/03/2007. Atuou no 2°BPM, na CIPG, na CIOPS e atualmente está na Casa
Militar. Possui Habilitado em Polícia Comunitária, Curso de Método Girald, Curso de Proteção a Dignitários,
Cursando Técnico em Gestão de Serviços Jurídicos, Notariais e de Registro e Aluno do Curso de Habilitação
de Oficiais da Polícia Militar de Roraima – CHO. E-mail: ismael_pires2004@yahoo.com.br.

2 Maj. PMRR da Reserva, atualmente Gestor do Colégio Estadual Militarizado Prof.ª Elza Breves de
Carvalho - CEM I. Tecnólogo em Gestão Ambiental, Bacharel em Teologia-Faceten-RR, Graduação em
Geografia- Faculdade Integrada de Ariquemes/RO, Especialista em: Auditoria, Perícia e Gestão Ambiental;
Docência do Ensino Superior ambas pela Faculdade Estácio-RR; Direito Militar; Gestão Escolar e Cursando
Direto Penal e Processual Penal ambas pela Faculdade Venda Nova do Imigrante-Faveni, Mestre em
Educação pela Universidad Nacional Experimental de Guayana-Paraguai e atualmente cursando Bacharel em
Direito pela Faculdade Estácio-RR. E-mail: falcknerfp@hotmail.com.
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ABSTRACT

This scientific article presents as a study Violence, Crime and Social Control: The
importance of Sectoral Reinforcement in the second Military Police Battalion of the State
of Roraima in the municipality of Boa Vista. Whose general objective is to describe the
social importance of this type of policing in the second Battalion of the Military Police, in
the expansion of operational work and in the efficiency of the results to be achieved? High
production of violence; Knowing violence and social control as fields of police practices,
thus demanding reinforcement in the area in loco; Point out the work to fight crime carried
out in that area and propose alternatives for sectorial expansion. The formal and informal
documentary and bibliographic procedure was used as a technical procedure, being
qualitative and quantitative in nature and the methodological objective is descriptive. As a
foundation, an interview with the battalion's former commander and a PM soldier, who
played a fundamental role in the creation of the reinforcement, was carried out as a field
research. The search for understanding the problem is based on the implementation of a
Sectoral Reinforcement in the operational and social work of the Military Police in the
second Battalion. Thus, from the study carried out, it was possible to confirm through the
developed objectives that there is a need to carry out the reinforcement of ostensible and
operational policing in that sector.

Keywords: Ostensible. Policing. Reinforcement. Safety. Society.

INTRODUÇÃO

O presente artigo tem a proposta de trazer uma reflexão sobre a problemática que
é a violência, o crime e o controle social. E a importância do Reforço Setorial em apoiar as
demais viaturas na área do 2º Batalhão de Policia Militar do Estado de Roraima no
município de Boa vista, sendo que uma equipe de reforço da própria unidade conhecedora
das dificuldades de cada setor e da sua área de atuação poderá minimizar o tempo de
resposta que é fator crucial em atendimento de ocorrência. Fatores como: tráfico de
entorpecentes, crime organizado e roubos precisa de uma resposta mais rápida e enérgica.
Ao mesmo tempo que temos uma população mais carente de assistência por parte do
Estado que precisa de um atendimento comunitário na qual propõe o Reforço Setorial.

Dessa forma, acredita-se ser necessária a efetivação do Reforço Setorial no 2º


Batalhão da Polícia Militar de Roraima, visando um trabalho reforçado e mais efetivo por
parte do batalhão, já que atende um setor de grande vulnerabilidade social, atendendo
diversos bairros da cidade e sua localização requer um reforço policial.
7

Tendo em vista, que foi afirmado, a intenção nesta pesquisa dá-se pelas análises e
reflexões a respeito da importância social do Reforço Setorial no batalhão, tomando esse
ponto como objetivo geral da pesquisa.

A fim de destacar essa importância e necessidade foi traçado como objetivos


específicos: Análise da relação da Polícia com a Sociedade, inserida num contexto de
elevada produção da violência; conhecer a violência e o controle social como campos de
práticas policiais exigindo assim, um reforço policial na área in loco; apontar o trabalho de
enfrentamento a criminalidade realizado no 2º Batalhão da Polícia Militar e propor
alternativas de ampliação setorial.

Assim, esta pesquisa é do tipo descritivo com abordagem qualitativa com a


intenção de mostrar que uma forma de manter o controle social é obtendo um apoio e
efetivação do reforço setorial. Normalmente os métodos qualitativos são usados quando o
entendimento do contexto social e cultural é um elemento importante para a pesquisa. A
introdução dos métodos surgiu como meio de auxiliar as ciências sociais e humanas, tendo
como base a segurança pública a fim de que o pesquisador pudesse explorar o objeto de
pesquisa numa visão interpretativa da realidade social, tendo como apoio a declaração do
ex-comandante do batalhão citado e de um soldado que trabalha no local.

Por meio desta perspectiva, esta pesquisa foi desenvolvida por meio de estudos já
publicados e divididos em subitens, o primeiro vem apresentando breves informações
sobre a violência, o controle social e a polícia no Brasil, onde é destacado alguns pontos
primordiais sobre essa relação, seguindo de um ponto sobre a segurança pública e a
desigualdade social, e o segundo ponto trata do policiamento ostensivo no batalhão, onde
vem sendo discorrido a visão do ex-comandante do batalhão e um soldado PM e por fim as
considerações finais do pesquisador.

A objetividade é imprescindível na pesquisa científica, porém lida com o universo


humano, sendo assim, se faz necessário a articulação entre a objetividade e a subjetividade,
possibilitando subsídios para que o pesquisador possa dar sentido às interações com as
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pessoas, de modo que evite entrar no etnocentrismo ou egocentrismo no momento em que


for redigir seu texto logo após o trabalho bibliográfica in loco.

O sujeito não se reduz as suas capacidades narrativas. Ele é caracterizado pela


reflexibilidade que, além do simples pensamento, permite analisar outros
possíveis que estão para se inventar. Mas também, caracterizado pelas suas
capacidades de ação, de criação, de decisão, de realização, isto é, de
transformação do mundo no qual ele vive e, por isso mesmo, de transformação
de sua existência própria. (GAULEJAC, 2004/2005, p. 59).

Justifica-se que essa contextualização da escolha do assunto exposto, surgiu a


partir do interesse profissional no desenvolvimento do meu trabalho policial, além disso,
por acreditar que há possibilidade de melhorias no atendimento das ocorrências com o
reforço sugerido.

Dentro deste contexto, este artigo possui relevância acadêmica, social e


econômica, acadêmica por servir de arcabouço teórico para outros trabalhos que
possivelmente serão desenvolvidos com o referido tema ou a mesma linha de pensamento,
proporcionando ao pesquisador a renovação de seus conhecimentos na temática proposta,
explorando assim ainda mais. De relevância social, pois é a partir do reforço setorial a
população pode contar com uma equipe mais presente, acreditando também na
minimização do apoio às outras equipes policiais de atuação das forças operacionais,
especificamente nesse setor. De relevância econômica, pois a partir do momento em que há
um Reforço Setorial capaz de diminuir a violência, o Estado não terá tantos gastos com
outros setores como: saúde, educação, em projetos sociais e outros. Isso pensando em
violência, sabendo que esses setores necessitam de um olhar criterioso, já que é a base da
dignidade humana. É importante frisar que o andamento da pesquisa e sua finalização
abrirá novos horizontes e novos caminhos para demais estudos e pesquisas.

1 REFERENCIAL TEÓRICO

1.1 VIOLÊNCIA, CONTROLE SOCIAL E POLÍCIA NO BRASIL

A violência tem sido notícia no cenário nacional diariamente, causando um


desconforto grande à sociedade, no momento em que não é possível estar livremente pelas
ruas, praças, parques, entre outros locais que as famílias costumam se reunir.
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De acordo, com Aleixo e Moura (2014) a violência social está presente na


sociedade, torna a vulnerabilidade vivenciada de forma direta ou indiretamente. Tem sido
complexo compreender a violência social em todos os seus aspectos, o que se sabe é que a
violência social é uma questão que tem se desenvolvido em todas as organizações da
sociedade.

Diante dessa afirmação, fica notória a grande questão social que é a violência e
com isso, a necessidade de um controle social realizado com o policiamento reforçado em
determinadas áreas, conforme a demanda apresentada. Problemas econômicos têm gerado
uma imigração desenfreada, onde os gestores municipais e estaduais perdem o controle e
com isso, vem a crescente desigualdade social e como consequência as demandas.

Santos (2009) afirma que, o convívio diário de uma circunstância caracterizada


pelo avanço da violência estabelece uma experiência específica no cenário brasileiro, à
violência social finda por se representativamente forte na sociedade como parte dela
integrante dela, em muitos casos se tornando uma forma de se manter vivo.

Reforça ainda que,

em cidades grandes, médias, ou, até mesmo, de pequeno porte, não é preciso ir
muito longe para observarmos o grande número de casas com cercas elétricas,
portas e janelas com grades de proteção ou até mesmo com placas que
identificam empresas de segurança privada que monitoram algumas residências
vinte e quatro horas por dia, evitando que estas casas sejam invadidas por
pessoas que escolheram a vida do crime como forma de sobrevivência na
dinâmica social. (SANTOS, 2009, p. 244-245).

A violência é um fato comprovado em estudos, que revelam causas, sugerem


meios de baixar os altos índices, porém, não se vê resultados. Analisando que a violência é
um acontecimento ocorre há muito tempo e que tem se fortalecido a cada dia de diferentes
formas e diferentes classes sociais, apresentam características econômicas, políticas, éticas,
culturais, morais, religiosas. (COSTA, 1999).

Corroborando com o assunto discutido, Chaui (2003, p. 52) afirma que,

A violência não é percebida ali mesmo onde se origina e ali mesmo onde se
define como violência propriamente dita, isto é, como toda prática e toda ideia
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que reduza um sujeito à condição de coisa, que viole interior e exteriormente o


ser de alguém, que perpetue relações sociais de profunda desigualdade
econômica, social e cultural. Mais do que isso, a sociedade não percebe que as
próprias explicações oferecidas são violentas porque está cega ao lugar efetivo
da produção da violência, isto é, a estrutura da sociedade brasileira .

Ainda que, a violência faça parte desse contexto apresentado, há buscas ativas por
meios que possam diminuir esse evento que causa medo, destrói famílias e causa muitos
gastos aos cofres públicos, seja com segurança, saúde, educação e políticas públicas no
enfrentamento à violência urbana.

De acordo com Kahn (1999), a violência tem um custo alto, seja para o país, seja
para os estados, pois a segurança é um bem almejado por todos, no entanto, está a cada dia
mais difícil ter. Na garantir deste bem em comum, são colocadas em prática executados
diversas ações de prevenção e obtidos diferentes produtos no mercado na garantia da
segurança, tais como: cães de guarda; quinquilharias eletrônicas; travas; grades e cadeados
de todo tamanho e funções.

Diante da observação do autor, fica visível que além do Estado, famílias buscam
sua segurança em particular, abrindo mão em muitos casos de seu conforto. A violência
tem se moldado conforme a evolução societária, as necessidades populacionais e as
exclusões sociais.

Reforçando, Kahn (1999), aponta que para o poder público, a segurança resumiu
em um dos maiores componentes orçamentários e em elemento de extrema prioritária.
Sabendo ainda que a violência tem sido uma das maiores aflições da população e com isso,
a cada ano que passa a exigência de mais policiais, mais viaturas e armas, novos presídios,
juízes, promotores, rádios comunicadores, computadores tem sido maior.

Diante disso, acredita-se que o investimento no reforço setorial do 2º Batalhão da


Policia Militar, poderá surtir um gasto inicial, no entanto, gastos em outros setores podem
ser reduzidos. Para combater a violência em seu estágio avançado, a segurança necessita
ser reforçada e priorizada, para a partir dessa ação, pensar de forma mais ampliada em sua
prevenção.
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Dessa forma, é importante ressaltar que o aumento da violência pode ocorrer pela
falta de controle social, questão que pode ser trabalhando por meio de ações institucionais
de segurança pública envolvendo outros setores nas mais diversas áreas.

De acordo com Cherques (2006), é possível fazer uma relação entre o modo de
produção e o tipo de controle social, e partir de aí buscar estabelecer princípios e valores
aos diversos grupos da sociedade, com o objetivo de manter sua estrutura.

O controle social pode se dá a partir de duas perspectivas que devem ser


observadas, são elas: controlar as ações externas do indivíduo, sendo missão do Estado,
sabendo que o indivíduo tem comportamento egoísta e agressivo e possibilitar a
convivência em sociedade e, ter o controle interno, nesse caso é o autocontrole deve ser
feito pelo próprio indivíduo, orientando seus medos, desejos, preferências e costumes.
(HOBBES, 2006).

Diante das falas acima, fica notória a importância do comportamento humano à


contribuição do controle social na sociedade e tornando o trabalho das instituições de
segurança mais rápida e com uma abrangência maior. As atitudes humanas resultam em
diferentes opiniões que com a falta de respeito pelo outro, leva a violência e como
consequência a presença da polícia para controlar a situação e proporcionar segurança para
ambas as partes.

1.2 SEGURANÇA PÚBLICA E DESIGUALDADE SOCIAL

Para melhor compreensão do assunto, torna-se interessante discorrer sobre cada


um separadamente para depois levarmos a discussão sobre a relação que tem a segurança
pública e a desigualdade social.

É importante ressaltar que um dos documentos que inseriu o sujeito como detentor
de direitos na Ordem Internacional foi a Declaração Universal dos Direitos
Humanos (DUDH), onde prevê que o direito a segurança vem particularmente unido a
outros direitos, levando em consideração que a essencial prestação da segurança
possibilitará aos indivíduos o exercício integral de diversos direitos fundamentais, tais
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como: a vida, a liberdade e a propriedade. Sendo assim, compreende que a segurança


pública tem por finalidade garantir a efetividade dos direitos e liberdades fundamentais,
proporcionando o exercício da cidadania e o convívio tranquilo em sociedade.
(MINUSCOLI, ALMEIDA, 2016).

Bertoncello (2006) corrobora destacando que, a Declaração Americana do


Direitos e Deveres do Homem, de 1948, preceitua no seu artigo 1º: “todo ser humano tem
direito à vida, e a segurança de sua pessoa”. Já em seus artigos 16 e 28,
concomitantemente, aprecia a segurança social como direito fundamental, priorizando a
segurança de todos para alcançar o bem-estar geral e o desenvolvimento democrático.

Falando a nível nacional, mudanças e organizações ocorreram com o passar dos


tempos, sendo assim, é importante citar a aprovação do Plano Nacional de Segurança
Pública que ocorreu em 2002 e no ano de 2007 o Programa Nacional de Segurança e
Cidadania (PRONASCI), ações que têm contribuído com as ações de polícia militar.

Estabelecer garantias ao cidadão é fazer valer o que determina a legislação, porém


nem sempre seus direitos têm sido respeitados, e nesse momento a segurança pública deixa
de existir para esse sujeito. É importante que a legislação seja igualitária e de forma
pontual.

Para Tamer (2020), com não cumprimento da legislação surge a desigualdade


social podendo ser considerada a causa do crescimento da criminalidade em uma
sociedade, vale ressaltar que, com uma disparidade de padrões comportamentais nunca
visto, a desigualdade cresce consideravelmente e com ela a tensão social, pois as pessoas
não têm acesso às mesmas oportunidades seja de consumo, seja de obtenção.

Fazer uma relação com a desigualdade social e a criminalidade é algo que


acontece imediatamente, quando o assunto é tratado a partir de uma análise sobre a
segurança pública e sua ampliação e/ou reforço. O crescimento populacional desordenado
tem causado disputa por espaços, bens de consumo, entre outros aspectos que acabam
gerando a violência.
13

Conforme Pinheiro (1997), a desigualdade social é resultado das políticas


neoliberais que seriam consequência da violência urbana. Além do mais, a participação em
massa de jovens e pobres envolvidos com o delito, comprova a relação entre pobreza e
violência, tornando a criminalidade uma via mais célere de mobilidade social, para Cardia
(1998) a grande ocorrência de violência se dá em áreas urbanas com pouca infraestrutura,
sem asfalto, sem iluminação pública, de difícil acesso para veículos, com transporte
público deficiente, precariedade em escolas públicas e espaços coletivos.

A partir das leituras realizadas, foi possível observar que há relação entre
desigualdade social e violência, pois com a falta de condições dignas de sobrevivência o
indivíduo entra em disputa para adquirir, mesmo que de forma desumana, é aí que surge a
violência. Pensando nessa situação de criminalidade é importante destacar que a segurança
é uma das soluções imediatas que devem ocorrer, iniciando pelo reforço policial nos
batalhões.

2 O POLICIAMENTO OSTENSIVO DO 2º BATALHÃO E A NECESSIDADE DE


UM REFORÇO SETORIAL

O capítulo se deu a partir de uma conversa com o Cel. PM Francisco Maia da


Silva ex comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar do Município de Boa Vista e o SD
PM Tiago Nogueira Gomes, onde relataram sobre o trabalho realizado naquele comando,
suas trajetórias, e experiências e visão sobre o Reforço Setorial desde o início, sendo o
soldado uns dos que fizeram a reivindicação para a criação do Reforço Setorial.

Para sua apresentação, durante as falas será usada as iniciais de seus nomes
conforme conversa com Francisco o início do Reforço Setorial se deu na época em que era
comandante do 2º Batalhão de Polícia Comunitária e que a solicitação da criação do
Reforço Setorial partiu do efetivo do batalhão tendo em vista o aumento da gravidade das
ocorrências na área do 2º Batalhão e, em conversa com o soldado que fazia parte de uma
das diversas guarnições formada reiterou que a ideia do Reforço Setorial surgiu da
necessidade das guarnições de ter uma equipe com maior poder de resposta para prestar
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apoio as demais viaturas de área que patrulhavam com apenas dois policiais militares o
comandante e o motorista da guarnição.

Francisco relata que foi levada a solicitação até o Comando de Policiamento da


Capital (CPC) e que apesar das dificuldades foi feito um estudo de efetivo e da área de
atuação e que visualizou na época ganhos reais, a partir do momento que tinha o Reforço
Setorial havia liberdade de locomoção em toda área do 2º Batalhão, com isso, foi agilizado
o apoio as demais viaturas e dispensando boa parte do apoio da 2º malha ou das unidades
especializadas que ainda eram usadas, mas a partir do momento em que estava em
atividade, o Reforço Setorial apresentou um grande ganho de tempo o que se tornou
bastante importante em ocorrências, já que o ponto crucial para solução de um evento e a
chegada no local em tempo hábil. Foi lembrado ainda por Francisco que o Reforço Setorial
trabalha em escala diferente das viaturas ordinárias, com funcionamento das 17hrs a 1hr
cobrindo o espaço de tempo da rendição das viaturas ordinárias e o horário de pico dos
crimes e infrações. Além disso, ressaltou que na época de seu comando do 2º Batalhão
fazia reuniões periódicas com as lideranças comunitárias e diretores de escola e que era
solicitação antiga da comunidade por mais segurança.

Tiago disse que, o que ensejou a solicitação do Reforço Setorial foram algumas
ocorrências em que companheiros foram atingidos (agredidos) por indivíduos em
abordagem, pôr o número de componentes da guarnição ser bem inferior à dos abordados.
É importante ressaltar que houve uma tentativa em sua efetivação, no entanto, não se deu
segmento no referido policiamento.

O Reforço Setorial era composto por 4 policiais militares, com horário


diferenciado que cobria uma lacuna que é a passagem de serviço das guarnições de serviço.
O reforço trabalhava no pico das ocorrências de roubo e furto.

Vejamos o quadro de volume de ocorrência do primeiro trimestre de 2020 em


relação ao dia e turno. Foi observado que os volumes maiores de ocorrências são
registados no período noturno, horário de atuação do Reforço Setorial.
15

FIGURA 1

Fonte: Dados obtidos pelo Sistema Interno de Bancos de Dados – P2/P3 2° BPM

A escala diferenciada foi aplicada em três dias sequenciais do horário que se


iniciava as 17h e ia até 1h, isso fazia com que os policiais militares conseguiam se manter
em alerta com ocorrência de maior vulto do dia anterior. Roubos, furtos ou homicídio por
vezes foram solucionados pela viatura do Reforço Setorial que atendia a ocorrência no dia
anterior e dava continuidade no dia seguinte, sendo essa uma grande vantagem para o seu
sucesso como mostra os dados do 1º trimestre de 2020.

Dados anteriores, mas precisamente a 2016 data da criação do reforço setorial que
não foram analisados e fica difícil recuperar, pois no sistema não consta como Reforço
Setorial, mas sim, pelo prefixo da viatura (VTR), vale ressaltar que não tinha uma viatura
própria e por muitas vezes era usada por outras guarnições ou outros destinos conforme
necessidade. Em baixo comparação do Reforço Setorial e demais guarnições de serviço.

A guarnição do Reforço Setorial diariamente presta apoio a comunidade da área


do 2º Batalhão como deslocamento às unidades de saúde, apoio a motoristas com pane no
veículo, e palestras. Não substitui as viaturas especializadas, mas complementa no reforço
da segurança da área do batalhão e do município. O Reforço de início cumpriu o seu
16

propósito em apoiar as viaturas de forma que logo foi criado o Reforço Setorial do 1º
Batalhão. Este ano segundo a comandante do 2º Batalhão está desativada exclusivamente
por causa do pouco efetivo.

O gráfico abaixo mostra dados do Reforço Setorial, com bons números que
refletem na segurança da área e do município de Boa Vista. Vale ressaltar que a viatura do
Reforço Setorial não se difere tanto nas suas características, dependendo da necessidade do
Batalhão pode facilmente ser utilizada em serviços, mas humanitários ou ocorrências de
cunho social.

DADOS ESTATÍSTICOS DO REFORÇO SETORIAL NO PERÍODO DE 2020

Fonte: Dados obtidos pelo Sistema Interno de Bancos de Fonte: Dados obtidos pelo Sistema Interno de Bancos
Dados – P2/P3 2° BPM de Dados – P2/P3 2° BPM.

Fonte: Dados obtidos pelo Sistema Interno de Bancos de Fonte: Dados obtidos pelo Sistema Interno de Bancos
Dados – P2/P3 2° BPM. de Dados – P2/P3 2° BPM.
17

3 METODOLOGIA

O artigo apresentado buscou descrever a importância social do Reforço Setorial


no 2º Batalhão da Polícia Militar, na ampliação do trabalho operacional e a eficiência nos
resultados a serem alcançados. Apesar do policiamento ostensivo daquele setor, devido a
sua localização e demanda de ocorrências é necessário que haja esse reforço.

Sendo assim, com propósito no embasamento teórico deste estudo, que tratou de
apontar por meio de estudo que a violência local requer um olhar diferenciado, na questão
em debate, possibilitando à sociedade, segurança. Com isso, foi importante fazer uma
análise sobre a pesquisa a partir de estudos já realizados.

Segundo Gil (2010, p. 25-6) “as pesquisas podem ser classificadas de diferentes
maneiras. Mas [...] é necessário definir previamente o critério adotado para classificação.
[...] assim é possível defini-las segundo a área de conhecimento, a finalidade, o nível de
explicação e os métodos adotados”.

Por meio, desse desenvolvimento foi descrito os procedimentos que foram


seguidos. Apresentando os tipos de pesquisas, seus instrumentos, e por fim, descrevendo
de que forma foi realizada a pesquisa. (FAA, 2010). Dessa forma, é necessário
compreender que a metodologia é um estudo que indica as etapas a serem desenvolvidas
pelo pesquisador e seu público alvo, objetivando responder a problemática da pesquisa
realizada.

Diante da natureza teórica aqui embasada é interessante apontar a abordagem que


foi aplicada, a análise foi quali-quantitativa, uma modalidade de pesquisa quali-
quantitativa “interpreta as informações quantitativas por meio de símbolos numéricos e os
dados qualitativos mediante a observação, a interação participativa e a interpretação do
discurso dos sujeitos (semântica) ”. (KNECHTEL, 2014, p. 106).

Quanto aos objetivos foi exploratório o que faz com que o pesquisador fosse até o
objeto de estudo, a fim de obter arcabouço teórico para a composição do trabalho
científico. O procedimento técnico utilizado foi a bibliográfica e documental. Segundo Gil
18

(2010, p. 41) “visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo
explícito ou a construir hipótese”.

Quanto ao instrumento de coleta de dados foi realizada uma pesquisa de campo,


sendo uma entrevista com o ex-comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar e com um
soldado PM que fez parte da equipe quando houve a proposta do Reforço Setorial e suas
ações iniciais. As informações coletadas foram apresentadas em forma de texto, compondo
um capítulo.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com o início do trabalho científico, constatei que havia necessidade de buscar


mais conhecimento a respeito do tema e demostrar a importância do Reforço Setorial em
apoio as demais viaturas do 2º Batalhão de Polícia Comunitária.

A pesquisa partiu da hipótese de que o Reforço é necessário no 2º Batalhão, já que


sua localização está em uma área de vulnerabilidade social e com altos índices de
violência, de acordo com as informações apresentadas, foi confirmado os objetivos
destacados no trabalho, sendo assim, identifiquei essa necessidade para as guarnições de
serviço do Batalhão, e com ela ter ganhos na segurança de sua área, que é uma demanda da
sociedade.

Durante as análises documentais feitas para esse desenvolvimento, verificou-se


que os dados estatísticos do Reforço Setorial, em seus primeiros anos não foram
analisados, o que nos levou a fazer o trabalho com base em entrevistas ao ex-comandante
do 2º Batalhão e ao Tiago soldado que participou do Reforço Setorial e do pedido para sua
criação.

O artigo não se deu por finalizado, pois acredita-se que ainda há muito o que
entender, pesquisar e destacar sobre tal importância. Dessa forma, recomendamos que
trabalhos futuros sobre o tema, possam analisar com maior proporção informações
pertinentes e que sejam suficientes para de fato ocorrer a efetivação do Reforço Setorial
como segue os trâmites legais de uma unidade operacional como esta.
19

REFERÊNCIAS

ALEIXO, Aruana do Amaral; ALEIXO, Raiana do Amaral; MOURA, Reidy Rolim de. A
violência social e seus impactos: uma abordagem acerca dos homicídios no Brasil.
2014.

BERTONCELLO, Franciellen. Direitos da Personalidade: Uma nova categoria de


direitos a ser tutelada. Maringá, 2006.

CARDIA, Nancy. A violência urbana e os jovens. In: PINHEIRO, Paulo S. et al. São
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CHAUÍ, Marilena. (2003). Ética, política e violência. In T. Camacho (Ed.), Ensaios sobre
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CHERQUES, Hermano Roberto Thiry. Pierre Bourdieu: A teoria na prática. Rev. Adm.
Pública. Rio de Janeiro, 2006.

FAA, Faculdade Atual da Amazônia. Diretrizes Metodológicas da FAA. Boa Vista, 2010.

GAULEJAC, Vicente de. O âmago da discussão: sociologia do indivíduo à sociologia


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GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Atlas,
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HOBBES, Thomas. Leviatã ou Matéria, Forma e Poder de um Estado Eclesiástico e


Civil. Trad. Alex Marin. São Paulo: Martin Claret, 2006.

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do crime no Estado de São Paulo. São Paulo, 1999.

KNECHTEL, Maria do Rosário. Metodologia da pesquisa em educação: uma abordagem


teórico-prática dialogada. Curitiba: Inter Saberes, 2014.

MINUSCOLI, Alcenir Luís; ALMEIDA, Luís Henrique Fogaça de. Afinal o que é
segurança pública? 2016.
20

PINHEIRO, Paulo Sérgio. Violência, crime e sistemas policiais em países de novas


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SANTOS, Itamar Rocha. Aspectos da violência urbana. Cadernos de Ciências Sociais


Aplicadas. 2009.

TAMER, Sérgio. Segurança Pública: tornar efetivos os direitos sociais para reduzir a
violência urbana. Maranhão, 2020.

UFRR, Universidade Federal de Roraima. Resolução nº 008/2017-CEPE. - Normas para


Apresentação dos Trabalhos Técnico Científicos da UFRR - 3ª edição. 2017. Roraima.
21

APÊNDICE A – Carta de Aceite do Orientador (a)


Eu, _______________________________, RG nº ________________ SSP/______, CPF
nº _____________________, aceito orientar o AL CHO PM -
________________________________________________, no trabalho de Conclusão de
Curso (TCC), intitulado
_________________________________________________________________________
__, requisito obrigatório para a obtenção de nota relativa à Disciplina Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Habilitação de Oficiais PM – CHO PM, com fins
de orientação e disposição para acompanhamento e esclarecimentos previstos em
regulamento da Academia de Polícia Integrada Coronel Santiago (APICS/RR) relativos ao
TCC.

Boa Vista – RR, ____ de ______________ de ________.

_________________________________
ORIENTADOR (A)

APÊNDICE B – Ficha de Acompanhamento de Artigo Científico

AL CHO PM: _____________________________________________________________


ORIENTADOR (A):
________________________________________________________
TÍTULO:
_________________________________________________________________
Dia/mês Atividades Itens a serem Realizou as Assinaturas do Assinatura do
desenvolvidas modificados modificações AL CHO PM Orientador (a)
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
( ) Sim
( ) Não
22

APÊNDICE C – Termo de Consentimento Livre e Esclarecido

DIRETORIA DE ENSINO E PESQUISA - DEP


ACADEMIA DE POLÍCIA INTEGRADA CEL SANTIAGO - APICs

Eu, ................................................................................................................................. aceito


participar da pesquisa do Curso de Habilitação de Oficiais – CHO, aluno Ismael Pires
Gonçalves, de forma livre e espontânea, observados o conteúdo informado e o
compromisso firmado pelo pesquisador na “Carta de Apresentação e Solicitação de
Participação”.

Boa vista – RR, __/__/____.

APÊNDICE D – Questões para o Comandante

NOME: (OPCIONAL) ___________________________________________________


FUNÇÃO: ____________________TEMPO DE SERVIÇO: ____________________
LOCAL: ___________________________

QUESTÕES APRESENTADAS AO EX- COMANDANTE DO 2º BATALHÃO

Prezado Comandante,

Com o objetivo de descrever a importância social do reforço setorial no 2º


Batalhão da Polícia Militar, na ampliação do trabalho operacional e a eficiência nos
resultados a serem alcançados, pedimos a gentileza de responder as questões abaixo.
Muito obrigado.

Relate sobre:
- O seu trabalho realizado no 2º Batalhão da Polícia Militar
- Sua trajetória,
- Sua experiência e visão sobre o reforço setorial
23

APÊNDICE E – Questões para o Policial Militar


NOME: (OPCIONAL) ___________________________________________________
FUNÇÃO: ____________________TEMPO DE SERVIÇO: ____________________
LOCAL: ___________________________

QUESTÕES APRESENTADAS AO PATRULHEIRO DO 2º BATALHÃO

Prezado,

Com o objetivo de descrever a importância social do reforço setorial no 2º


Batalhão da Polícia Militar, na ampliação do trabalho operacional e a eficiência nos
resultados a serem alcançados, pedimos a gentileza de responder as questões abaixo.
Muito obrigado.
Relate sobre:
- O seu trabalho realizado no 2º Batalhão da Polícia Militar
- Sua trajetória,
- Sua experiência e visão sobre o reforço setorial

APÊNDICE F – Carta de Aceite do Convidado (A) para Compor a Banca


Examinadora

Eu, __________________________________________, RG nº _________ SSP/______,


CPF nº _____________________, aceito o convite para compor a Banca Examinadora do
AL CHO PM ______________________________________, no trabalho de Conclusão de
Curso (TCC), intitulado ____________________________________, com fins de
avaliação e disposição para acompanhamento e esclarecimentos previstos em regulamento
da Academia de Polícia Integrada Coronel Santiago (APICS/RR) relativos ao TCC.

Boa Vista – RR, ____ de ______________ de ________.

_________________________________
CONVIDADO (A)
24

APÊNDICE G - Formulário de Entrega de Trabalho de Conclusão de Curso

Eu, __________________________________________________________________, AL
CHO PM do Curso de Habilitação de Oficiais PM – CHO PM 2021.1, entrego a versão
final do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em 03 (três) vias impressas e
encadernadas, e no formato digital, intitulado
_________________________________________________________________________

Boa Vista-RR, ______ de _________________ de 2021.

RECEBIDO POR: AL CHO PM:

APÊNDICE H – Comprovante de Entrega do Trabalho de Conclusão de Curso


(TCC) aos Membros da Banca Examinadora

Foi entregue 01 (uma) via do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), intitulado


_______________________________________________________________________,
do AL CHO PM __________________________________________________________
do Curso de Habilitação de Oficiais PM – CHO PM 2021.1, para o seguinte membro da
Banca Examinadora
_________________________________________________________.

Boa Vista-RR, ______ de _________________ de 2021.

RECEBIDO POR: AL CHO PM:


25

ANEXOS

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