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ACBDVV INVENTIO AG

Treinamento

ACBDVV 007162_V2

MANUAL DE TREINAMENTO

OBJETIVO Conhecer os conceitos de um elevador a relés, os quais serão


fundamentais para a aprendizagem sobre o funcionamento de outros
comandos. Estar capacitado a executar a manutenção preventiva e
corretiva, aumentando assim a qualidade dos serviços prestados aos
nossos clientes.

Departamento: Recursos Humanos & Qualidade


Nome: Juarez Nascimento
Data: 12/12/2008 Classificação C2 - Interno

Modificações: Qualidade Documento Revisado

Restrições: Este manual constitui propriedade da INVENTIO AG e pode ser utilizado apenas pela Atlas
Schindler ou pessoas expressamente autorizadas por esta com o propósito de atender aos
interesses do Grupo Schindler. O formato e as informações deste manual constituem nossa
propriedade intelectual. Na ausência de autorização por escrito não deve ser copiado em qualquer
meio, nem utilizado para fabricação ou comunicação a terceiros. Eventuais pedidos de autorização
para utilização devem ser endereçados ao Centro de Treinamento e Desenvolvimento da
Elevadores Atlas Schindler.
Esta é a impressão de um documento on-line para uso temporário. Para acessar a versão
atualmente em vigor, verifique o documento on-line no sistema Domino.doc 6.5 no endereço
http://brsaonn4/dominodoc3lib.nsf , com o usuário padrão “DOMINODOC” e senha“LEITURA”
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ÍNDICE 1 O que é o ACBD? .................................................................................... 4


1-1 Aplicação ........................................................................................ 4
1-2 Painel de comando ......................................................................... 4
2 Módulo de Segurança .............................................................................. 5
3 Gerenciador de Segurança ...................................................................... 6
4 Qualidade ................................................................................................ 9
5 Simbologia ............................................................................................. 11
6 Descrição do painel de comando ........................................................... 15
6-1 Parte superior do painel ................................................................ 15
6-1-1 Placa de relé de tempo ...................................................... 16
6-1-2 Funcionamento do relé de tempo ...................................... 16
6-1-3 Botão BLC ......................................................................... 17
6-1-4 Relé SR ............................................................................. 18
6-1-5 Relé ES ............................................................................. 24
6-2 Parte inferior do painel .................................................................. 28
6-2-1 Contator 6B3A ................................................................... 29
6-2-2 Relé CR9A ........................................................................ 30
6-2-3 Relé CR5 ........................................................................... 31
6-2-4 Transformador ................................................................... 39
6-2-5 Reator................................................................................ 39
6-2-6 RTA – Relé de temperatura (térmico) ................................ 40
6-2-7 Fusível ............................................................................... 40
6-2-8 Chave faca ........................................................................ 41
6-3 Parte traseira do painel ................................................................. 41
6-3-1 Resistências ...................................................................... 42
6-3-2 Conjunto retificador............................................................ 42
7 Aparelho seletor - ASCA ........................................................................ 44
7-1-1 Identificação do conjunto interruptor .................................. 45
7-1-2 Identificação de contatos do ASCA.................................... 45
7-2 Teste do contato da fita (LFC) ....................................................... 47
8 Limitador de velocidade ......................................................................... 48
9 Máquina de tração ................................................................................. 49
9-1 Freio FD máquina 365 (FD-32) ..................................................... 51
9-1-1 Regulagem do freio ........................................................... 53
10 Limites de segurança ............................................................................. 55
10-1 Teste de limite de extremo ............................................................ 56
11 Operador de portas APC-63 ................................................................... 58
12 Trinco ..................................................................................................... 62
13 Representação dos contatos .................................................................. 65
14 Função de relés e contatores ................................................................. 67
15 Diagrama funcional ................................................................................ 70
16 Sequência operacional ........................................................................... 71
16-1 Convenções do diagrama de blocos ............................................. 72

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17 Operação do sistema ACBDVV.............................................................. 74


18 Diagrama de blocos ............................................................................... 76
18-1 Chamada e preparação de partida (3º pavimento) ........................ 76
18-2 Fechamento da porta de cabina .................................................... 76
18-3 Partida .......................................................................................... 77
18-4 Aceleração .................................................................................... 77
18-5 Série "00" ...................................................................................... 78
18-5-1 Carro em movimento ......................................................... 78
18-5-2 Primeiro pulo seletor (carro entre 1º e 2º pavimento) ......... 79
18-5-3 Segundo pulo seletor (carro entre 2º e 3º pavimento) ........ 79
18-6 Retardamento ............................................................................... 80
18-6-1 Preparação de parada (por inversão) ................................ 80
18-6-2 Corte de alta ...................................................................... 80
18-7 Parada .......................................................................................... 81
18-8 "Grude” de direção ........................................................................ 81
18-9 Cancelamento da chamada .......................................................... 81
18-10 Abertura da porta ......................................................................... 82
18-11Descanso da série "00" ................................................................. 82
19 Generalidades........................................................................................ 83
19-1 Preparação de parada por chamada externa abaixo da posição do
carro ............................................................................................. 83
19-2 Preparação de parada por chamada interna ................................. 83
19-3 Serviço hospitalar de emergência (SHE)....................................... 84
19-4 Serviço de ascensorista (SA) ........................................................ 84
19-5 Operação de emergência em caso de incêndio (OEI) ................... 85
19-5-1 OEI no ACBD sem SA ....................................................... 86
19-5-2 OEI no ACBD com SA ....................................................... 87
19-6 Nivelamento manual (NIV.) ........................................................... 89
19-6-1 Operação........................................................................... 89
19-7 Funcionamento do IPS.................................................................. 91
19-7-1 Operação........................................................................... 91
19-7-2 IPS digital .......................................................................... 91
20 Documentos relacionados ...................................................................... 92

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1 O que é o ACBD?

É um comando a relés (sistema convencional) para elevadores de corrente alternada (C.A)


de uma ou duas velocidades ou de corrente contínua (C.C.).

1-1 Aplicação

Aplicava-se a elevadores de passageiros, em edifícios em que o movimento principal era


constituído por trafego entre o térreo e os demais pavimentos. Portanto era o sistema ideal
para edifícios residências.

1-2 Painel de comando

Parte Frontal Parte Traseira

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2 Módulo de segurança

• Antes de sacar ou recolocar os fusíveis, esteja certo de que a chave


geral esteja desligada e que a entrada de energia esteja no lado
oposto dos fusíveis .

• Aplique o procedimento 001413- Bloqueio Elétrico.

• Durante a limpeza ou substituição de componentes no painel,


mantenha a chave geral desligada.

• Utilize óculos de segurança ao desligar ou ligar a chave geral.

• Ao testar o circuito elétrico, utilize o multímetro. Não use em hipótese


alguma fios ou lâmpadas para testar o circuito elétrico. Caso
necessário utilize o jumper ferramenta.

• Não ligue manualmente contatoras e chaves de potência e nem relés


que você não conheça a sua função.

• Nunca calce relés de segurança (29, 40, 41, 41A, RP1, IM, FF, 60 ,
etc.)

• Não movimente o elevador com o circuito de segurança curto -


circuitado.
• Antes de apertar o botão BLC (Botão de limite de curso) certifique-se
que o elevador esteja em manual / inspeção.

• Durante os trabalhos na parte inferior do painel, tenha cuidado com a


tampa do painel aberta, pois ao ficar em pé poderá bater contra a
tampa.

• Certifique-se que o equipamento esteja aterrado.

• Providencie iluminação adequada durante os trabalhos.

• Nunca utilize jumper nos fusíveis.

• Pele molhada ou muito suada aumenta a probabilidade de choque


elétrico. Não se aproxime das partes elétricas energizadas nestas
condições.

• Utilize a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

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3 Gerenciador de Segurança

Código de
Ícone Item Obrigatoriedade do uso
Estoque

Capacete Em todo e qualquer serviço nos edifícios. 91C1PE0100

No manuseio de materiais de grande porte onde haja o risco 76502AP001 (G)


Luvas de Raspa
de prensagens e/ou cortes. 93M1RA0123 (P)

93M1AR0100 (P)
Uso obrigatório no manuseio de materiais de pequeno porte
Luvas de Aramida 93M1AR0101 (M)
e/ou utilização de ferramentas manuais.
93M1AR0102 (G)

Em todas as atividades onde haja manuseio de produtos


Luvas de Malha Nitrilica 93M1NI0300
químicos.

Calçado de Segurança/ 76502BA037


Uso obrigatório em todas as atividades laborais.
Botina de Eletricista (até 44)

76501AV001 até 5
Uniforme Em todas as atividades.
76501AD001 até 5

Nos serviços com exposição a ruídos que geram desconforto


Protetor Auricular 91A1ESI01200
acústico.

EPI obrigatório em todas as atividades da montagem dentro


Óculos de Segurança 91V1PC0201
dos prédios.

Máscara contra Poeira Em serviços onde haja a exposição a partículas de poeira. 91R1DE0200

Creme Protetor Em todas as atividades laborais. 76520XATAA

Ancorados na corda da vida - Trabalhos em alturas 76503AK001 (M)


Conjunto Cinto de
superiores a 2 metros e/ou que haja riscos de queda de nível 95T1NY0000(G)
Segurança / Trava-quedas
diferente. 95T2AI0100 (TQ)

Utilização correta de Utilizar a ferramenta adequada à atividade e que esteja em


----
Ferramentas bom estado de conservação.

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Código de
Ícone Item Obrigatoriedade do uso
Estoque

Providenciar iluminação adequada e suficiente à atividade a


Iluminação Adequada ----
ser desenvolvida.

No acesso ao poço e em andaimes atravessados à caixa


Escada Portátil utilizar sempre a escada portátil de boa qualidade, em ----
perfeito estado.

O transporte manual e o manuseio de cargas superiores a


Operação com Carga ----
13 Kg devem ser efetuados por mais de um colaborador.

Atenção para áreas que possam propiciar prensagens de


Área de Prensagem: ----
partes do corpo.

Risco de Choque Elétrico ATENÇÃO!!! ----

Seguir rigorosamente os procedimentos e instruções de


Normas de Segurança ----
segurança recomendadas a essa atividade.

Risco de Acidente Grave ATENÇÃO!!! ----

É necessária a execução de bloqueio elétrico para realizar os procedimento contidos nesse


manual, portanto, é preciso seguir as instruções do Procedimento de Bloqueio Elétrico
n°001413.

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É necessária o acesso ao topo da cabina para realizar os procedimento contidos nesse


manual, portanto, é preciso seguir as instruções do Procedimento de Segurança de Acesso
e Viagem no Topo da Cabina n° 001396.

É necessária o acesso ao poço para realizar os procedimento contidos nesse manual,


portanto, é preciso seguir as instruções do Procedimento de Trabalhos no Fundo do Poço n°
001592.

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4 Qualidade

No trato com o cliente, o técnico deve sempre estar atento ao tópico QUALIDADE. A
percepção do cliente a respeito da qualidade é baseada tanto em custos e no bom
funcionamento do equipamento quanto no ATENDIMENTO e SERVIÇO. A Política da
Qualidade Schindler busca:

• Fornecer aos nossos clientes produtos e serviços que estejam de acordo com
requisitos claramente estabelecidos. Estes requisitos devem ser orientados ao futuro
e à performance reconhecida como a melhor do mercado, de forma a garantir a
satisfação dos usuários a longo prazo.

• Continuamente, melhorar os processos de negócio e o desempenho operacional, de


forma a melhor atender às expectativas dos clientes, através da prestação de
serviços 24 horas por dia, mundialmente.

• Implementar processos de negócio e dar treinamento aos nossos colaboradores para


prevenir desvios dos padrões, através de ênfase na prevenção de defeitos.

• Cada colaborador da Atlas Schindler adotará o padrão de desempenho de fazer certo


da primeira vez sempre.

Um bom ATENDIMENTO e um bom RELACIONAMENTO são tão importantes na avaliação


de um cliente, que um serviço de manutenção executado de forma CORRETA.

A falta de qualidade, ou seja, a não-conformidade aos requisitos de bom funcionamento do


equipamento acarreta custos para a empresa. Esses custos são fatalmente repassados ao
consumidor final que, devido a isso, se torna mais exigente e crítico quanto à qualidade.
Podemos ver assim um círculo vicioso que pode ser quebrado com a simples boa execução
do serviço de instalação e manutenção do equipamento.

Custo Visível

Custo Real

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O CUSTO REAL da falta de qualidade vai além do que pode ser facilmente mensurado.
Além de reclamações, retrabalhos e queixas, ele pode ser verificado em: multas, perdas de
clientes, perda da credibilidade, qualidade de fornecedores, excesso de chamados,
notificações de engenharia, disputa de contratos, custos de expedição e necessidades de
concessões excessivas para novos clientes, entre outros. A redução desse custo está nas
mãos de cada colaborador, e deve ser de consciência coletiva.

Nossos deveres perante o cliente para melhorar a qualidade são:

• COMPREENDER suas necessidades;

• IDENTIFICAR as melhorias necessárias;

• CONTROLAR as ações necessárias e;

• EXECUTAR essas ações.

A melhoria da QUALIDADE melhora também a CONFIABILIDADE do cliente no serviço


prestado. A CONFIABILIDADE é o resultado final do serviço bem executado ao longo do
tempo, e a meta que deve nortear os serviços executados. A confiabilidade vem com a boa
avaliação pelo cliente do tripé da qualidade:

• EFICÁCIA do serviço executado;

• PREÇO adequado;

• PRAZO curto para a solução do problema.

Qualidade

Eficácia Prazo

Preço

Neste treinamento serão abordados tópicos necessários para a boa execução dos serviços
e, conseqüentemente, aumentar a percepção da qualidade pelo cliente.

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5 Simbologia

SÍMBOLO DENOMINAÇÃO SÍMBOLO DENOMINAÇÃO

Linha da parte Terminal na parte


superior do painel _____ superior do painel

Linha da parte
Terminal na parte
inferior do painel
inferior do painel

Linha entre parte


X Terminal externo ao
superior e inferior do
painel
painel

Linha externa ao Continuação da


________
painel ligação

Contato
Linha com ligação à
normalmente aberto
massa ou à terra
do relé ES ou SR

Contato
Cruzamento de normalmente
linhas com ligação fechado do relé ES
ou SR
Contato
normalmente aberto
Cruzamento de
de relé, chave ou
linhas sem ligação
contator. (parte
inferior do painel)
Contato
normalmente
fechado de relé,
chave ou contator.
Bobina de relé
(parte inferior do
painel)

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SÍMBOLO DENOMINAÇÃO SÍMBOLO DENOMINAÇÃO

Contato de
acionamento
mecânico, Bobina de relé lento
normalmente aberto
(limites, micro)
Contato de
Bobina de relé
acionamento
(CR9), chave ou
mecânico,
contator(parte inf. do
normalmente
painel)
fechado
Contato de trinco Bobina de relé de
e/ou de porta tempo tipo STL

Principal
Chave acionamento Bobina de relé de
manual chamada
Neutralização

Bobina de relé
Capacitor eletrolítico
indicador de massa
(com polaridade)
(IM)

Bobina de aparelhos
auxiliares (alarme,
Fusível cartucho
gongo, IPS, rampa,
etc)

Lâmpada Resistor fixo

Tomada para
Resistor ajustável
telefone ou jack

Resistor variável Reator (enrolamento


(potenciômetro) de uma fase)

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SÍMBOLO DENOMINAÇÃO SÍMBOLO DENOMINAÇÃO

Enrolamento de
Resistência do RTA motor trifásico

Terminal de soquete Tomada bipolar

Botão normalmente
Terminal em pino aberto sem grude
mecânico

Ligação entre pino e Botão normalmente


soquete (conjunto fechado sem grude
transistorizado) mecânico

Enrolamento de Botão normalmente


transformador aberto com grude
monofásico mecânico (cabina)

Enrolamento de Botão duplo (seção


transformador de aberto - fechado)
sinalização sem grude mecânico

Enrolamento de
Botão com três pólos
transformador
normalmente aberto
trifásico

Termistor de
proteção do motor Diodo
de tração

Disjuntor LED (diodo emissor


de luz)

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SÍMBOLO DENOMINAÇÃO SÍMBOLO DENOMINAÇÃO

Bateria Transistor

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6 Descrição do painel de comando

6-1 Parte superior do painel

Na parte superior frontal temos os relés ES ou SR, placas dos relés de tempo e
barras de terminal sindal.
Na parte inferior frontal temos os contatores responsáveis pela parte de potência,
além de transformadores, fusíveis, chaves tipo faca e reator.
Na parte inferior traseira temos as resistências do freio e do operador de portas e o
retificador.

Placa de relé de
tempo

Relés ES

Botão BLC

Parte supeiror do painel

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6-1-1 Placa de relé de tempo

Esta placa tem a função de


controlar o tempo de relés; ex: relé 70T. Placa de
Normalmente cada placa pode controlar identificação
o tempo de até 02 relés, sendo que o
trimpot superior ajusta o tempo do relé
que está com o nome gravado na parte Trimpot
superior da chapa de identificação e o superior
trimpot inferior ajusta o tempo do relé
que está com o nome gravado na parte
inferior da chapa de identificação.
Possui vários grupos que
determinam a faixa de tempo que a Trimpot
mesma pode atuar. inferior

Placa de relé de tempo

Circuito Elétrico

6-1-2 Funcionamento do relé de tempo

Exemplo: relé 70T


A placa é alimentada com tensão contínua (normalmente 50Vcc ou 125Vcc) através
dos pontos L/10(+) e A/1(-). Com o ponto T/16 alimentado, a placa carrega o seu capacitor e
estabelece alimentação constante no ponto F/6 mantendo o relé 70T ligado. Porém quando
o ponto C/3 fica sem alimentação, o capacitor se descarrega pela constante de tempo (RC)
que é regulada pelo trimpot. Após a descarga do capacitor, o relé 70T será desligado.
O funcionamento é idêntico para os demais relés de tempo, variando apenas os
pontos onde chegam os sinais para a placa.

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6-1-3 Botão BLC

Este botão curtocircuita os limites de curso (LCS/LCD) e o contato (LRG) da polia


esticadora do cabo do limitador de velocidade. Portanto quando este botão está premido
permite movimentar o elevador mesmo que os contatos mencionados anteriormente estejam
abertos.

Atenção !
Somente os técnicos da Atlas Schindler podem operar este botão.

Botão BLC Circuito elétrico

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6-1-4 Relé SR

Localiza-se na parte superior do painel, podendo possuir até 9 contatos, divididos em 3


colunas com no máximo 3 contatos cada. A capacidade de cada contato em regime normal é
de 20W indutivos e conduz até 5 A.
Todos os contatos inferiores (coluna esquerda, central e direita) por construção são sempre
normalmente abertos, variando apenas os restantes (N.F. / N.A.).

Numeração dos contatos


Coluna + -
BE BC BD
3ª 2ª 1ª 13 23 33
BD BC BE 12 22 32
33 23 13 11 21 31

Linha 2ª 32 22 12
1ª 31 21 11

Visto por trás


Visto pela Frente

Cada contato é formado por duas lâminas:


I = Inferior e S = Superior

Visto por Trás

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Combinações do Relé:

Para que possamos requisitar um relé devemos ter conhecimento da quantidade de


contatos (n.a e n.f.). Iniciando-se da coluna da esquerda para a direita (por trás). Contar os
contatos n.a e n.f. de cada coluna, identificando a combinação correspondente do relé.

Exemplo: Combinação Nº 5
Combinação Quantidade de Contatos
Nº N.A. N.F
2 2 0
3 3 0
4 1 1
5 2 1
6 1 2
7 Terminal da Bobina

Identificação do Relé
Os relés deverão ser pedidos pelos códigos de conjunto DD1805G .
• algarismo da milhar indica:
Série 1000 para relés de armaduras normais
Série 2000 para relés de armaduras tipo STL (de tempo)
• algarismo da centena indica:
Combinação da coluna esquerda (relé visto por trás).
algarismo da dezena indica:
Combinação da coluna central (relé visto por trás).
• algarismo da unidade indica:
Combinação da coluna direita (relé visto por trás).

Exemplo:
DD1805G 1 3 6 5 (Relé visto por trás)

Combinação da direita com 2 N.A. e 1 N.F.


Combinação central com 1 N.A. e 2 N.F.
Combinação da esquerda com 3 N.A.
Armadura Normal (A armadura STL recebe número 2)

Tipos de armadura

Armadura STL Separador


Armadura Normal
magnético
Utilizadas em relés Utilizada em relés de
normais. tempo.
Separador
magnético

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Simbologia dos Contatos:

Os contatos desenhados no circuito elétrico são representados com o relé desligado. Há du-
as disposições para os contatos:

Lâmina superior

45 32
Normalmente 12 22 Normalmente
aberto - NA fechado - NF

O lado que estiver com o


número do contato representa
a lâmina mais próxima da
base (inferior)

Nota !
Nos desenhos elétricos novos (emitidos por computador), na simbologia
do contato não aparece os traços maiores, à direita do contato e, em
alguns casos, os traços menores junto aos números.

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Manutenção Preventiva

Elevador LIGADO DESLIGADO

Inspeção do relé SR

1. Folga da armadura (parte móvel)


Movimentar lateralmente a armadura (parte móvel) para
verificar se a mesma encosta nas laterais conforme desenho.
Caso ocorra, trocar o relé.

2. Contatos:
Verificar nos contatos:
Desgaste- conforme os desenhos ao lado
Platinado com
Caso necessário substituir o relé. furo

Platinado gasto

Acúmulo de material
em uma das lâminas

3 – Fixação das combinações:


Movimentar lateralmente as colunas de contatos, observando
se estão devidamente fixadas na base do relé.
Caso as colunas não estiverem fixas, utilizar o dispositivo
posicionador de combinações e apertar os parafusos das
combinações utilizando a chave “Z” (TE0034).

4 – Separador magnético:
Verificar a existência do Separador Magnético na armadura
(parte móvel). Se necessário substituir o relé.

5 – Fixação dos botões separadores:


Verficar se os botões separadores estão presentes e
devidamente fixados. Não devem apresentar trincas,
quebras, desgaste ou chamuscado.
Os botões deverão estar conforme desenho ao lado, não
devendo apresentar “flutuação”. Se necessário substituir os
botões separadores.

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6 – Fixação da pastilha de latão:


Verificar presença da pastilha de latão e se há desgaste
(formação de cava) que possa permitir que a armadura
enrosque na base do relé, atrasando ao ligar. Se necessário
colocar colocar outra pastilha ou substituir o relé.

Relé SR LIGADO DESLIGADO

7 – Percurso da armadura:
Com o relé ligado, medir o percurso da armadura utilizando o calibre TE0115X001. O
percurso da armadura para relé normal deve ser de 3,1 a 3,3 mm. Para relé STL, a
armadura deve encostar na base conforme desenhos abaixo.

3,1 a 3,3 mm

RELÉ RELÉ
NORMAL STL

Regulagem do relé SR

1 - Percurso da armadura

Para esta regulagem, serão necessárias as seguintes ferramentas:


• Chave de fenda 3/16”
• Chave Q11 – Menor TD0031G002
• Chave Q11 – Maior TD0031G001
• Calibre TE0115X001

Atenção !
O jogo de chaves Q11 (maior e menor) foi desenvolvido para distanciar a
mão do técnico dos componentes do painel. As chaves convencionais
como alicate universal e chave inglesa não oferecem a mesma segurança.

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1.1 - Soltar a contraporca A, utilizando a chave Q11 maior;


1.2 - Soltar o parafuso de fixação da bobina (B), utilizando
a chave de fenda 3/16”. Como sugestão segurar a
bobina; C
B
1.3 - Com a chave Q11 menor, girar o parafuso de ajuste
do entreferro (C) no sentido horário para diminuir o
percurso da armadura e no sentido anti-horário, para
aumentar o percurso da armadura;
1.4 - Após a constatação do correto percurso da armadura A
(utilizando o calibre TE0115X001, no degrau de 3,1 e 3,3
mm), apertar a contraporca (A) cuidando para que o
parafuso (C) não altere sua posição alterando o percurso
da armadura. Em seguida apertar o parafuso de fixação da
bobina (B)

Elevador LIGADO DESLIGADO

2 – Distância dos contatos

2 - Conforme projeto, a distância entre


contatos é de 1,30 mm (referência). Sempre
que estabelecer o contato, verificar a pressão 1,30 mm

identificando se houve o percurso adicional.

Ferramentas / Dispositivos
TE0115X001 TD0169X001

TD0031G001 = 19 mm
TD0031G002 = 13 mm
Chave Dupla
TE0028X001

LIMA
LMP02420D2

TE0043 TE0034
Posicionador de Chave Z
Combinações

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6-1-5 Relé ES

O relé tipo ES pode possuir até 8 contatos, divididos em 2 colunas com no máximo 4
contatos cada. A capacidade de seus contatos é de 50W indutivos e conduz até 5 A (CC) e
10 A (CA).

Identificação / Numeração de contatos e Combinações do Relé:


Visto pela Visto por
Simbologia dos contatos
frente trás
Coluna superior
BD - BD - O lado que estiver com o número do
contato representa a lâmina mais
próxima da base (inferior)
NA– Normalmente NF – Normalmente
BC Coluna inferior BE +
aberto fechado
BE + BC 32
45 22
12

A numeração dos contatos é feita sempre


iniciando-se pela coluna inferior e pelo Lâmina Lâmina Lâmina Lâmina
superior superior inferior
contato mais próximo da base do relé. inferior

Para conhecer a combinação, deve-se contar a quantidade de contatos n.a. e n.f. para poder
formar o número da combinação, posicionado primeiramente o número correspondente a
quantidade de contatos n.a. e em seguida a quantidade de contatos n.f. (conforme desenhos
a seguir):

3 contatos n.a. 8 contatos n.a.


5 contatos n.f. 0 contatos n.f.
Combinação 35 Combinação 80
NA NA NF NF NA NA NA NA

NA NF NF NF NA NA NA NA

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Pode-se ter 24 tipos de combinações diferentes (relés normais).


A identificação é feita através do código da armadura DC1731 e em seguida o grupo que
corresponde à combinação do relé:

Exemplo 1:
DC1731 G080
Desenho da Relé com 8 n.a.
Armadura e nenhum contato n.f.

Exemplo 2:
DC1731 G051
Desenho da Relé com 5 n.a.
Armadura e 1 contato n.f.

Exemplo 3:
DC1731 G13M
Desenho da Relé com 1 n.a.
Armadura e 3 contato n.f.
(M – relé especial para chave memória)

Exemplo 4:
DC1731 G111
Desenho da Relé com 1 n.a.
Armadura e 1 contato n.f.
(1 - Sem Separador Magnético –Relé SCT)

1 - Regulagem do percurso da armadura

Para esta regulagem, serão necessárias as seguintes ferramentas:


• Chave de fenda 3/16”
• Chave fixa 5/16”
• Calibre TE0115X001

1. Soltar a contraporca, utilizando a Contraporca


chave fixa 5/16”
2. Com a chave de fenda 3/16”,
apertar ou soltar o parafuso da
armadura para ajustar o
percurso 2,9 a 3,5 mm
3. Conferir o percurso utilizando o
calibre. Após o ajuste, apertar a
contraporca com cuidado para
não alterar a regulagem.
No relé normal e de tempo, a
Parafuso da armadura
armadura encosta na base, quando
ligado.

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2 - Regulagem da distância dos contatos

Elevador LIGADO DESLIGADO

Conforme projeto, a distância entre


contatos é de 0,75 a 1,25 mm
(referência).
Sempre que estabelecer o contato, 0,75 a 1,25 mm
verificar a pressão, identificando se
houver o percurso adicional.
Todos os contatos (n.f.) devem abrir
antes que os (n.a.) se fechem.

Manutenção Preventiva

Elevador LIGADO DESLIGADO

1. Separador:
Verificar:
Trincas;
Quebras
Chamuscado

2. Distanciadores operadores:
Verificar:
Desgastes;
Trincas;
Quebras;
Chamuscado.
3. Separador Magnético:
Verificar se está devidamente fixado na
armadura. Na falta do separador magnético,
deve-se substituir o relé.

Espessura Tipo do Relé


0,4 Normal

Separador
Magnético

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4. Dobradiça
Verificar o estado da dobradiça. Se houver trincas e/ou
quebras, o relé deverá ser trocado.

Obs. a dobradiça somente deverá ser ajustada quando Dobradiça


houver a flutuação da armadura.

5. Contatos
Verificar o desgaste nos contatos:
Platinado com
furo
Conforme desenhos ao lado, se necessário substituir o relé.
Platinado gasto

Acúmulo de material
em uma das lâminas

6. Percurso da
Armadura
Verificar se o percurso
da armadura está de 2,9
a 3,5 mm. 2,9 a 3,5 mm

Obs.Utilizar o calibre
TE0115X001

Os relés ES (principalmente os que possuem oito contatos) ao serem energizados,


eventualmente apresentam dificuldades em atrair totalmente sua armadura, ficando ligados
pela metade (em relação ao percurso da armadura) prejudicando seu funcionamento.
Para corrigir esse problema, deve-se adaptar o calço DK106:

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6-2 Parte inferior do painel

Reator
CR9A

6B3A

Chaves faca
Fusíveis cartucho
Fusível Diazed

RTA-Relé de
Transformadores temperatura

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6-2-1 Contator 6B3A

1 2
3
17

4
16

15
5

14
6

7
13

8
12

9
11
10

1-Chifre apaga faísca 10-Parafuso de regulagem


2-Bobina apaga faísca 11-Contato móvel auxiliar
3-Protetor de faísca 12-Contato fixo auxiliar
4-Contato móvel principal 13-Isolador
5-Contato fixo principal 14-Interloque
(carvão) 15-Núcleo
6-Separador magnético 16-Bobina
7-Conjunto armadura 17-Pedra
8-Cabeça do núcleo
9-Mola

2 1 1 2
C B A A B C

Identificação dos Identificação dos


Contatos Contatos
(visto pela frente) (visto por trás)

12 11 11 12

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6-2-2 Relé CR9A

1
2 3 4

17 7
8

9
16
15

14
10
13

11
12

1-Interloque 10-Mola
2-Bobina 11-Parafuso de regulagem
3-Núcleo 12-Contato fixo
4-Contato fixo 13-Pedra
5-Contato móvel 14-Isolador
6-Separador magnético 15-Tirante de regulagem
7-Cabeça do núcleo 16-Base
8-Armadura 17-Rebite
9-Porta-contatos (armadura)

5 4 3 2 1 1 2 3 4 5

Identificação dos Contatos Identificação dos Contatos


(visto pela frente) (visto por trás)

15 14 12 11 11 12 14 15

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6-2-3 Relé CR5

13
1
2

3
12

11 4

10

8 1-Cabeça de núcleo
5 2-Contato fixo
6 3-Contato móvel
7
4-Porta-contatos (armadura)
5-Parafuso de regulagem
6-Mola
7-Tirante de regulagem
8-Isolador
9-Armadura
10-Rebite
11-Base
12-Bobina
13-Pedra

3 2 1 1 2 3

Identificação dos Contatos Identificação dos Contatos


(visto pela frente) (visto por trás)

13 11 11 13

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Manutenção Preventiva

Elevador LIGADO DESLIGADO

1º. Alinhamento dos contatos auxiliares:


Verificar o perfeito alinhamento entre os contato fixos e móveis fazendo o movimento de
ligar.
Caso houver desalinhamento, observar:
§ Fixação da armadura;
§ Contatos fixos entortados ou mal fixados.
Obs. Durante o movimento manual do conjunto armadura (porta contatos), analisar se o
mesmo está bem encaixado e não está prendendo no apoio da base. Caso houver rebarbas,
eliminar.

Contato Contato
Fixo Fixo

Contato
Móvel

2º. Contatos auxiliares:


Verificar se não há possibilidade dos contatos móveis enroscarem-se devido ao desgaste ou
rebarbas no eixo.
Verificar a limpeza e fixação dos contatos (contato V).

Fazer o movimento manualmente no Verificar se não há desgaste irregular


próprio contato auxiliar. dos contatos fixos e móveis. Se
necessário, corrigir utilizando lima de
platinado ou substituir o contato.

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3º Abertura dos contatos:


Verificar abertura dos contatos inferiores e superiores.
O ajuste da abertura dos contatos é feito através do parafuso limitador da armadura.

Nota !
Utilizar o calibre TE0115X001 e TD0169X001.

6 a 7 mm

1 a 3 mm

Superiores: 6 a 7 mm Inferiores: 1 a 3 mm

4º. Contatos (percurso adicional):


Verificar o percurso adicional dos contatos.

N.F.

N.A.

Contatos

@ Observação: Movimentar manualmente a armadura até que os contatos N.A. se fechem.


Continuando, ainda deverá existir um deslocamento da armadura (chamado de percurso
adicional). Repetir o processo para os contatos N.F.. Isto garante a pressão dos contatos.
Caso não seja conseguido o percurso adicional, verificar o desgaste dos contatos fixos e
móveis e/ou parafuso limitador. Se necessário, substituir os contatos superiores (fixos ou
móveis).

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5º. Verificação da mola:

Verificar a existência da mola e se a mesma não


está danificada ou oxidada.

@ Observação: A mola YE2081 usada nos relés CR9A e CR5 é mais forte que a mola
DE8781 do contator 6B3A.
A aplicação incorreta da mola pode provocar:
1. Redução da pressão dos contatos.
2. Aquecimento e dificuldades para ligar e desligar a chave.

6º. Parafuso limitador (fixado na base da armadura):


Verificar se há desgaste na cabeça do parafuso limitador (de ajuste).

Inicialmente as armaduras não possuíam parafuso limitador. Posteriormente foi


acrescentado um parafuso sem cabeça. Mas , devido ao seu desgaste
acentuado, foi trocado por um parafuso com cabeça (IT 148)

Girando o parafuso limitador no sentido horário, o percurso aumenta.


Girando no sentido anti-horário, o percurso diminui.

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7º. Interloque mecânico:


Verificar no interloque:
♦ Livre movimento
♦ Correta Instalação
♦ Bloqueio de um dos relés ou contator

Interloque

CR5 / CR9A 6B3A

8º. Separador magnético:


Ao desmontar o conjunto armadura,
observar o estado, limpeza e fixação do
separador magnético.
Caso necessário, o mesmo deverá ser
substituído.

Separador magnético

Nota !
Observar o estado do amortecedor de espuma, que se encontra sob o
separador magnético.

9º. Fixação dos componentes:


Verificar fixação, posicionamento e reaperto dos componentes:
♦ Base
♦ Bobina
♦ Contatos fixos
♦ Pedra
♦ Cabeça do Núcleo
♦ Terminais da bobina

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Específico para contator 6B3A

10º. Abertura dos contatos principais:

A abertura dos contatos principais deve


ser de 9 a 12 mm.
Medir no meio do contato conforme Contator desligado
desenho ao lado, se necessário regular
9 a 12 mm
o parafuso limitador ou substituir os
contatos.
Observação: Utilizar o calibre
TD0169X001

Importante:

• Todos os contatos principais


devem encostar simultaneamente
(fixo/móvel).
• Os contatos móveis não devem
conter rebarbas, se necessário Contato
limá-los ou substituí-los. fixo Contato
• Os contatos fixos (carvão) não móvel
devem estar excessivamente
gastos ou quebrados, se
necessário use a face oposta ou
substitua-os caso já tenha sido
usado a outra face.

Correto Errado

Atenção !
Utilizar apenas duas faces do contato de carvão.

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11º. Abertura dos contatos auxiliares:


A abertura dos contatos auxiliares “NA”
e “NF” deve ser de 1 a 3 mm. 1 a 3 mm
O ajuste de abertura dos contatos é feito
através do parafuso limitador da
armadura.
Verifique se os contatos estão
alinhados, se necessário corrigir
(dobrando levemente o contato fixo) ou
substituir os contatos fixos e móveis.

Observação: Utilizar o calibre


TE0115X001

12º. Contatos principais e auxiliares (percurso adicional):


Verificar o percurso adicional dos contatos.

N.F.

N.A.

Contatos Auxiliares Contato Principal

@ Observação: Movimentar manualmente a armadura até que os contatos N.A. se fechem.


Continuando, ainda deverá existir um deslocamento da armadura (chamado de percurso
adicional). Repetir o processo para os contatos N.F.. Isto garante a pressão dos contatos.
Caso não seja conseguido o percurso adicional, verificar o desgaste dos contatos fixos e
móveis e/ou parafuso limitador. Se necessário, virar os contatos de carvão. Se os mesmos já
foram virados, substituí-los.

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Protetor apaga faísca


13º. Protetor apaga faísca:
O protetor apaga faísca não deverá estar
quebrado, mal posicionado.e/ou faltando.

14º. Tranças:
Verificar o estado e sua fixação.
Observação: Não deverão apresentar rompimentos
ou oxidação, se necessário substituí-las.

Ao substituir as tranças,verificar o comprimento: 150 Fixação


mm e 156 mm. Tranças

Específico para o contator 6B3A


Substituição do contato principal fixo:

1. Paralisar e desligar a chave geral do elevador;


2. Separar as ferramentas necessárias para a substituição (Chave de fenda 3/16”e inglesa
6”);
3. Soltar a mola e retirar o conjunto armadura;
4. Soltar o parafuso de fixação do contato e retirar o contato de carvão;
5. Colocar o contato novo e não apertar totalmente o parafuso de fixação;
6. Recolocar a armadura, assentar os contatos e verificar se todos os contatos encostam
simultaneamente;
7. Retirar a armadura e apertar totalmente os parafusos de fixação;
8. Recolocar o conjunto armadura e mola;
9. Liberar o elevador e verificar o funcionamento.

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6-2-4 Transformador

É um componente que tem a função de elevar ou abaixar a tensão de um determinado


circuito. No nosso caso normalmente é usado para abaixar a tensão como o transformador
da figura abaixo que recebe 220Vca e fornece 93Vca. Possui uma ou mais entradas
chamada de primário e uma ou mais saídas chamada de secundário

Transformador Circuito Elétrico

6-2-5 Reator
É um componente que tem a função de suavizar a passagem de alta para baixa
velocidade nos elevadores de duas velocidades ou dependendo do tipo de motor tem a
função de diminuir o pico de corrente na partida do motor. Possui vários terminais em um
escala que normalmente vai de 0 a 90Vca onde podemos conectar a fiação de entrada e
saída, conforme a necessidade. Tomando o cuidado de manter a seqüência das fases (X,Y
e Z), tanto na entrada como na saída. Caso inverta uma das fases provocará um
curtocircuito.

Reator Circuito Elétrico

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6-2-6 RTA – Relé de temperatura (térmico)

Resistências
Tem a função de proteger o motor de
tração, caso ocorra uma sobrecorrente no Contato
motor de tração as resistências irão
aquecer e suas lâminas bimetálicas se
curvarão provocando a sua atuação.
Impedindo assim o funcionamento do
elevador, pois o seu contato (RT) está no
circuito de segurança geral. Possui um
braço de regulagem que ajusta a sua
atuação (80%,100% ou 120%) conforme
as características do motor, vide MPT-A. Braço de regulagem
RTA

Circuito Elétrico

Atenção!
Caso este componente apresentar algum defeito, deverá ser adaptado o
relé térmico de fabricação Telemecanique ou Siemens, conforme Instrução
Técnica 650.

6-2-7 Fusível

Tem a função de proteger o circuito elétrico caso ocorra uma sobrecorrente, portanto
tem que estar em perfeitas condições e com o valor correto, conforme especificação.
Existem vários tipos de fusíveis: cartucho, diazed, etc.. Nunca deverá ser ponteado
(jumpeado).

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6-2-8 Chave faca

Chave faca trifásica

Usada para ligar ou desligar


um circuito elétrico, pode
ser monofásica, bifásica ou Chave faca bifásica
trifásica conforme as
características do circuito.
Em alguns comandos no
lugar da chave usa-se
disjuntor. Fusíveis cartucho

Chave Faca e Fusíveis

Manutenção Preventiva

Fazer a limpeza de todos os componentes internos e externos do painel de comando,


utilizando pano e pincel;
Verificar os fusíveis quanto ao aquecimento, pressão do porta fusível e valor dos
mesmos. Não deverá existir jumper nos fusíveis
Verificar os disjuntores quanto ao aquecimento, reaperto dos terminais, valor dos
mesmos. Não deverá existir jumper nos disjuntores.
Reapertar todos os parafusos das borneiras, chaves, contatoras, relés, fusíveis,
transformadores, reatores, relé de temperatura (RTA).

6-3 Parte traseira do painel

Resistências de partida Resistência do freio


do motor de tração
Resistências do
motor de porta

Retificador

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6-3-1 Resistências

É um componente que tem a função


de limitar a corrente que irá circular
por um determinado circuito elétrico.
No exemplo abaixo as resistências
estão ligadas em série com o motor
de porta da cabina.
Resistências

Circuito Elétrico

6-3-2 Conjunto retificador

Tem a função de retificar uma


tensão alternada em tensão contínua.
Este componente é representado no
circuito por um retângulo tracejado
(DC1942-G1). Neste conjunto
também temos dois fusíveis cartucho
na entrada de C.A e um fusível
diazed da saída de C.C, os quais não
aparecem no circuito.
Retificador

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Circuito Elétrico

Manutenção Preventiva

Fazer a limpeza dos componentes do painel de comando, utilizando pano e pincel;


Esteja sempre atento aos relés de maior funcionamento (NA, NB, 39, 39A, 39B,
OA, OB, PA, PF).
Reapertar todos os parafusos das borneiras, chaves, contatoras, relés,
transformadores, reatores, relé de temperatura (RTA), resistências.
Testar relés de segurança – IM, RP1, RTA e 29.
A tabela a seguir apresenta as funções dos principais relés de segurança, com a
situação que o relé deve ficar em condições normais de operação:

Situação
Identificação Nome
Normal
IM Indicador de Massa Desligado
Indicador de massa e Falta ou Inversão de
RP1 Fases
Ligado

RTA “Relé” de temperatura Armado


29 Relé de Segurança Geral Ligado

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7 Aparelho seletor - ASCA

O ASCA (Aparelho Seletor de Corrente Alternada) tem a função de fazer o avanço do


seletor, ou seja, informar a posição onde se encontra o elevador, bem como efetuar o
retardamento e a parada.

É composto por uma fita de aço laminado


que pode ser instalada entre cabina/casa
de máquinas/contrapeso ou cabina/casa
de máquinas/poço/contrapeso. Nesta fita
são fixados cavaletes que com o
movimento da cabina, acionam os Tampa de
conjuntos interruptores instalados no Conjunto proteção
suporte da polia na casa de máquinas. ASCA plástica
Os interruptores ao serem
acionados enviam sinais de posição, Fita de aço
retardamento e parada para os painel de
comando/seletor.

Conjunto ASCA

INB INA
ID1 IS1
ID2 IS2

ASCA
Motor de
tração

Peso esticador

Fita seletora

Contrapeso
LFC-Limite
de Fita na
Cabina

Cabina

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7-1-1 Identificação do conjunto interruptor


Posicionar-se de frente para a fita seletora, lado do motor. O interruptor mais próximo
é identificado como 1 (AE0082G001) e o outro como 2 (AE0081G001).

7-1-2 Identificação de contatos do ASCA

Linha de ação dos interruptores

INA: INB:
Avança o seletor (cavalete lateral Avança o seletor ( cavalete lateral direito)
esquerdo) ID1:
IS1: Efetua a parada na descida
Efetua a parada na subida (cavalete central esquerdo.)
(cavalete central direito) ID2:
IS2:
Efetua o corte de alta na subida Efetua o corte de alta na descida
(cavalete central direito) (cavalete central esquedo)

INA IS1 INB ID1

INA IS2 INB ID2

Para a barra
de terminais
Interruptor 1 Interruptor 2

Atenção!
IS1/IS2 – Estão na mesma coluna do interruptor.
ID1/ID2 – Estão na mesma coluna do interruptor.
INA sempre será o primeiro interruptor a ser acionado a partir do extremo
inferior.

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Manutenção Preventiva

Verificar a abertura dos


1,5 a 2,0 contatos (1,5 a 2,0 mm),
mm
Peso
utilizando o calibre TE0115.
Medir quando o cavalete
estiver no ponto máximo de
abertura dos contatos (vide
Cavalete figura ao lado).
Haste
Verificar a existência da
Tampa de proteção
Interruptor tampa de proteção dos
metálica (antiga)
Cavalete
contatos.
OBS: atualmente a tampa de
proteção plástica, substitue a
Fita antiga tampa metálica.

Para identificação do ASCA, o lado que está


suspensa a cabina se encontra o interruptor 1.
Do lado do contrapeso, se encontra o
Fita
interruptor 2.
Seletora .

Engraxadeira

Lubrificar, caso necessário, o mancal do


aparelho seletor com graxa amarela.

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Verificar se os cavaletes estão bem fixados na fita seletora e se há algum desgaste. Durante
o processo de limpeza da fita, fazer também a verificação dos cavaletes quanto a sua
fixação.
Lateral Esquerdo Lateral Direito (INB) Cavelete
(INA) Central

Central direito (IS1, Central esquerdo


IS2) (ID1, ID2) Cavelete
Lateral

Verificar a existência de
trincas ou oxidação na fita
seletora e trocar se
necessário.
Obs. a fita seletora deverá
estar sempre limpa.

7-2 Teste do contato da fita (LFC)

• Nivelar a cabina com o contrapeso.


• Suspender o peso esticador (calçando-o), aliviando a fita, fazendo que o contato
elétrico da fita seletora em cima da cabina se abra.
• Colocar uma manobra no elevador através da botoeira de inspeção.
• O elevador não deve partir.

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8 Limitador de velocidade

Limitador Tipo Cunha

Manutenção Preventiva

Elevador LIGADO DESLIGADO

Com o elevador em modo de inspeção, desarmar o contato do limitador manualmente


devendo ocorrer o desligamento do circuito de segurança (o relé 29 deverá desligar);
Verificar desgaste/ruído/folgas do eixo central, do rolamento, da polia e das articulações.
Substituir o limitador, se necessário.

Elevador LIGADO DESLIGADO

Efetuar a limpeza em todo o conjunto.


Verificar manualmente se todas as partes móveis (pinos e articulações) movimentam-se
livremente. Lubrificar com óleo nº 2.
Lubrificar com graxa amarela (Atlas nº 23A) o rolamento principal.

@ Observação: O excesso de graxa deve ser retirado para não prejudicar o funcionamento
do limitador.

Verificar o alinhamento e a integridade do contato.

Verificar se o lacre de segurança não está rompido.

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9 Máquina de tração

Neste comando o modelo de máquina mais utilizada é a CE-360.

Conjunto freio
Conjunto
redutor

Motor C.A.

Máquina CE-360
Manutenção Preventiva

Elevador LIGADO DESLIGADO

Nível de óleo Vareta de nível


Com um pano limpo (para que não acrescente de óleo

impurezas no conjunto redutor), limpar a vareta Nível máximo


e verificar o nível de óleo, que deve estar entre
o nível mínimo e máximo indicados.
Nível mínimo

Nunca usar estopa, pois os fiapos podem


entrar no conjunto redutor e prejudicar seu
funcionamento. Caso haja necessidade
completar o nível de óleo da máquina.

Efetuar limpeza em todo o


equipamento.
Verificar se as ligações estão devidamente isoladas.
Não deverá haver nenhum material que seja
combustível na caixa de ligações.
Reapertar as ligações do motor de tração, do
aterramento e da ventilação forçada, se houver.

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A máquina deverá estar


aterrada pela carcaça do motor
e nunca pela base do redutor
e/ou pela base do mancal da
polia de tração.

Inspecionar polias: Canaleta


2 mm
Desgaste irregular das canaletas; no
Bordas das canaletas quebradas;
Marcas de cabos no fundo das canaletas;
Polia com trincas;
Polia com mais de uma retífica (pode ficar frágil);
Cabos afundando mais de 2 mm (máximo)
apoiando no fundo da canaleta;
Folga dos rolamentos do intermediário;
Verificar o estado dos rolamentos

Elevador LIGADO DESLIGADO

Verificar possíveis vazamentos de


óleo. Observar o chão ao redor da
máquina e a própria máquina.

Verificar ruídos e vibrações


excessivas na máquina. Caso houver
qualquer alteração, entrar em contato
com o posto para efetuar o reparo.

Vazamentos nos Retentores:


ocorrem nas juntas laterais das
máquinas (redutores, etc.).

Nunca deverá existir vestígios de


óleo na polia do freio. Pontos de possíveis vazamentos

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ACBDVV 007162_V2

9-1 Freio FD máquina 365 (FD-32)

Normalmente nos elevadores com comando ACBDVV é utilizado o freio FD-32, porém
outros tipos de freio podem ser utilizados.

Disco Motor Disco Móvel

Disco Fixo

Eixo Rotor Bobina

Porca de
regulagem

Mola

Freio FD-32

Manutenção Preventiva

Elevador LIGADO DESLIGADO

Efetuar a checagem visual do freio.


Verificar o entreferro.

Elevador LIGADO DESLIGADO

Teste funcional do freio


Verificar a pressão das molas

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Roteiro de Manutenção

No Passos
1 Apoiar o contrapeso no pára-choque.
2 Retirar a pressão das molas através da porca de regulagem.
3 Retirar o conjunto porta bobina e discos, através das três porcas de
fixação.
4 Observe se o disco motor não está com as lonas gastas, substituir
se necessário.

5 Verificar se não há jogo excessivo entre disco motor e o eixo


estriado.
6 Caso afirmativo, substituir o disco motor mesmo com as lonas em
boas condições.
7 Retirar os discos fixo e móvel.
8 Verificar as condições do separador magnético.
9 Verificar empenamento dos discos usando uma régua.
10 Verificar o estado das molas e dos pinos guias.
11 Limpar todo o conjunto, montar, regular e verificar funcionamento.

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9-1-1 Regulagem do freio

No Passos
1 Desapertar a porca A até não ter pressão na mola.
2 O disco D deve encostar no disco C e os parafusos B devem
encostar no disco D.
3 Apertar a porca A para um total de (ver tabela) voltas a partir do
ponto em que a mola encosta e mantê-la para sempre nessa
posição.
4 Quando deixar de frear, apertar somente os parafusos B até o disco
D encostar no disco F e depois desapertá-lo ¼ de volta.

C
F
A

Tipo Potência Tensão Número de


(CV) (V) voltas
A-253 7 208 4
A-253 7 380 4
A-253 7 440 4
A-253 3 208 3
A-253 3 380 3
A-253 3 440 3
A-253 5 208 3
A-253 5 380 3
A-253 5 440 3
A-254 10 208 4,5
A-254 10 380 4,5
A-254 10 440 4,5
A-253 5 110 3

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ACBDVV 007162_V2

Na ocasião da desmontagem do freio, recomenda-se observar os parafusos de verificação


do entreferro do motor. Com o funcionamento do elevador, os parafusos se soltam e podem
cair dentro do motor, provocando a queima do enrolamento. Pode ser utilizado cola trava
rosca da 3M, outros detalhes consultar a instrução técnica 97.

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10 Limites de segurança

Os limites de segurança tem a função de desacelerar, inverter a direção e parar o elevador


nos extremos da caixa, caso ocorra alguma falha no seletor ou quando em modo de
inpeção.

2 1 Nomenclatura
Legenda:
1. Roldana
(borracha) LCD Limite de curso de descida
2. Conjunto caixa LCS Limite de curso de subida
3 3. Conjunto contato LD1 Limite de parada na descida
móvel LS1 Limite de parada na subida
LS3 Limite de corte de alta na subida
LD3 Limite de corte de alta na descida

Disposição e Identificação dos Limites para Elevadores CA – 2 velocidades:

LAJE da CM
Cabina
Descendo

LCS
LD3

LS1

LD1
Cabina
LS3 Subindo
LCD
PÁRA-CHOQUE

Limite de curso (LCD / LCS): acionado sempre que a cabina ultrapassar o nível da soleira
dos pavimentos extremos, cortando a manobra e interrompendo o circuito de segurança
geral, antes que os pára-choques sejam atingidos.

Limite de parada (LD1/LS1): sua colocação é importantíssima, pois é o ponto de referência


para os demais limites. Quando acionado regulariza a posição, inverte a direção e corta a
manobra através da desenergização do freio e do motor, paralisando o carro com pequeno
desnivelamento.

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Limite de corte de alta (LS3/LD3):quando operado pela rampa, corta a alta velocidade,
provocando a desaceleração do elevador.

Manutenção Preventiva

Fazer limpeza de todo conjunto;


Verificar manualmente o acionamento
Verificar as condições gerais quanto a oxidação, alinhamento, pressão do contato
interno, mola e a roldana de acionamento.
Verificar aterramento;
Verificar o calço.

10-1 Teste de limite de extremo

Limite de curso superior.


Fazer uma chamada no extremo superior.
Certificar-se que não há nenhuma pessoa na cabina.
Desligar a chave automático/manual.
Fechar as portas de cabina.
Curto-circuitar com o jumper ferramenta o limite de parada (LS1). Pontos: linha 5
com 4S.
Manobrar o carro na direção de subida, até que o limite de curso seja acionado, (relé
29 desligue).
Se as contatoras começarem a repicar, parar de manobrar, ligar rapidamente a chave
de automático, logo em seguida desligá-la (para que a porta de cabina não abra) e
verificar o relé 29.

Nota !
Se o relé 29 não desligar, verificar a distância entre o contrapeso e o
párachoque.

Retirar o elevador do fim de curso pelo botão BLC.

Limite de curso inferior.


Fazer uma chamada no extremo inferior.
Certificar-se que não há nenhuma pessoa na cabina.
Desligar a chave automático/manual.
Fechar as portas de cabina.
Curto-circuitar com o jumper ferramenta o limite de parada (LD1). Pontos: linha 5
com 4D.
Manonbrar o carro na direção de descida, até que o limite de curso seja acionado,
(relé 29 desligue).
Retirar o elevador do fim de curso pelo botão BLC.

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Atualização do Componente:

A Instrução Técnica n.º 1027 solicita a substituição dos conjuntos limite tipo LM61 pelo
mostrado na foto, quando for necessário. O procedimento completo para troca dos conjuntos
é apresentado na IT.

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11 Operador de portas APC-63

Normalmente com o comando ACBDDVV é utilizado o operador de portas APC-63, que


basicamente é composto por um motor de corrente alternada, polia, corrente e uma bomba
amortecedora.

Polia Conj. Caixa

Contrapeso

Conj Redutor

Braço de
Regulagem

Degrau

Mancal da
Alavanca

Conj. Alavanca

Braço de
Regulagem
Folha 2

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ACBDVV 007162_V2

Manutenção Preventiva

Manutenção nos componentes de portas

De olho na Manutenção
Barra Régua:
Limpar e verificar se a barra não está ondulada, caso positivo dar
recado para substituição.

Carretilha:
Verificar fixação, desgaste, limpar e lubrificar com óleo 2. Se a roldana
estiver ondulada, substituir a carretilha.

Portas de madeira ou revestida de aço inox:


Verificar fixação do reforço da carretilha e se necessário colocar rebites
POP.

Tapa vista:
Verificar fixação, se necessário substituir o perfil de borracha.

Alinhamento e prumo da porta:


Ajustar se necessário.

Corrediça:
Verificar fixação e substituir as corrediças de nylon se necessário.

Rampa da Porta (Facão):


Verificar fixação, se necessário adaptar buchas CBV-30 conferir a folga
entre rampa e soleira (6mm para APC-63).

Soleira e porta:
Verificar distância, ajustar se necessário.

Excêntrico:

Verificar regulagem, lubrificar com óleo Nº 2.

Ferragens de porta:
Verificar o desgaste das buchas e lubrificar com óleo Nº 2. Substituir as
buchas se necessário.

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Manutenção no conjunto operador de portas

N° Passos
1 Limpar todo o conjunto utilizando desengraxante.
2 Verificar se existe folga no mancal principal, substituir o mancal, se
necessário.
No caso de mancal com bucha, lubrificar com graxa 25A.
3 Lubrificar as articulações com óleo n° 2.
4 Verificar o estado dos amortecedores: da base do operador, da polia
movida e da corrente, substituir se necessário.
5 Verificar a folga da corrente, regular se necessário.
6 Lubrificar a corrente com óleo n° 2. Caso houver sujeira impregnada
na corrente, limpar com desengraxante e lubrificar posteriormente.
7 Verificar a regulagem dos contatos LPA, PC e CCF.
8 Observar se há barulho durante o funcionamento. Se houver
localizá-lo e corrigí-lo.
9 Verificar a bomba operadora (amortecedora) quanto a sua fixação,
nível de óleo e desgate das buchas..

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Para executar a regulagem da bomba, verifique a velocidade da porta durante a


abertura e o fechamento. Se a velocidade final de abertura e fechamento estiverem muito
rápido, fazendo com que a porta bata, você deverá girar a parte superior no sentido horário.
Caso contrário, se a velocidade de abertura e fechamento estiverem lentos gire a parte
superior no sentido anti-horário. Antes disso, não esqueça de soltar a meia porca
(contraporca) e após o término da regulagem a mesma deverá ser reapertada.

Atenção!
Completar o nível de óleo da bomba com óleo n° 2, se necessário.

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12 Trinco

Tipos de trincos que podemos encontrar neste comando:

TV54 TV2 TV3

Manutenção Preventiva

Elevador Manual Automático

Limpeza: Realizar em todo o conjunto trinco, principalmente na parte interna.


Contatos: Verificar:
§ Fixação e fiação;
§ Não deverão apresentar rebarbas (pipocado);
§ Não deverá estar “jumpeado” e/ou ter vestígios de água;
Obs. Nos contatos CT (P21 e P22) a fiação é azul. Nos contatos PP (P19 e P20) a fiação é
amarela.

Ganchos:
Não deverá haver desgaste
no gancho de porta e do
trinco.
Obs.: Forçar a porta de
pavimento quando travada
no sentido de abertura para
assegurar que a mesma
não irá abrir.

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ACBDVV 007162_V2

Aterramento: Deverá estar corretamente fixado.

Folgas:
Com a porta de pavimento fechada,
verificar se o gancho de porta e do
trinco mantém as folgas de 1 a 3
mm (máximo).
Sendo necessário, regular a folga
através do limite de encosto, calços
ou deslocamento vertical do gancho 1,0 mm 1,0 mm
de porta.
Obs. O gancho do trinco deve
encostar-se ao stop da caixa.
3,0 mm
Nota: No trinco TV3, a medida 3,0 mm

mínima é 3,0 mm.


Com a porta de pavimento
fechada, verificar se o
engatamento é de 7 a 8 mm.
Regular o engatamento através
7 a 8 mm
do deslocamento vertical do
gancho de porta.
Obs. O gancho do trinco deve
3,0 mm
encostar-se ao stop da caixa.

Sobre a cabina, com o elevador em movimento no sentido de descida:


Roldana do Trinco:
Não deve raspar na rampa, nem apresentar desgastes, Alavanca
devendo girar livremente. Deve ser lubrificada, quando
necessário, com óleo 2.

Alavanca do Trinco: Ao movimentar a cabina em manual, Roldana


acionar o conjunto alavanca do trinco. O elevador deve
parar após o acionamento da alavanca. Solte-a
lentamente, onde deverá voltar normalmente a ponto de
repouso.

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1. Durante a descida da cabina, empurrar a porta (vertical) ou forçá-la no sentido de abertura


(lateral ou central). Não deverá ocorrer:
• A parada do elevador;
• Desengate dos ganchos (porta abrir);
• Porta presa (sem folga alguma).

Para os pavimentos inferiores, forçar a porta do lado pavimento


com o elevador em automático na eminência de partir.

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13 Representação dos contatos

Vimos que os relés/chaves/contatores podem ter dois tipos de contatos:

A- Normalmente Aberto (n.a.)


B- Normalmente fechado (n.f.)

RELES "ES/SR" RELÉS CR5/CR9A, CHAVES E CONTATORES.

A numeração dos contatos é feita esquematicamente, colocando-se o número que


representa o contato na extremidade de um pequeno traço ao lado do contato.

Exemplo

(Contato 12 do relé 35)

Para relés SR/ES, convencionou-se na prática que o número indica a lâmina mais
próxima da base do relé.

Exemplo

O fio sai da linha 5, e entra na lâmina "superior" do contato 24 do relé 32.


Sai da lâmina "inferior" deste contato e entra na lâmina "inferior" do
contato 11 do relé 39A, sai da lâmina "superior" deste contato e é ligado
ao terminal positivo (inferior ES,esquerdo SR) da bobina do relé OA; o
terminal negativo (superior ES, direito SR) é ligado à linha 6.

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ACBDVV 007162_V2

Para relés CR5/CR9A, chaves e contatores 6B3A, convencionou-se na prática que o


número indica o lado esquerdo dos contatos fixos (auxiliares) e a "letra" indica o lado
móvel dos contatos principais (lado da trança).
Sabemos que os relés, chaves e contatores, apresentam contatos normalmente
abertos e fechados (n.a./n.f.). Quando estes relés ligam, seus contatos abertos se fecham e
os fechados se abrem.
Os circuitos elétricos são desenhados olhando-se por trás dos painéis
desenergizados. O contato desenhado aberto (n.a.), ao ligar o respectivo relé, devemos "ler"
o contato como estando fechado e vice-versa.
Portanto, com o relé desligado, os contatos devem ser lidos como desenhados, isto é,
(n.a) ou (n.f.) e com o relé ligado, os contatos devem ser lidos
ao contrário do desenhado no circuito.
Desenhado (n.a.), ao ligar ler (n.f.).
Desenhado (n.f.), ao ligar ler (n.a.).

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14 Função de relés e contatores

RELÉ /
FUNÇÃO
CONTATOR
Série "00" Indica o pavimento em que está o carro
1 Prepara manobra de subida
2 Prepara manobra de descida
29 Relé de segurança geral
Impede a atuação do circuito de segurança (SCT)se a cabina parar
29A
desnivelada (falta de energia - falha do sistema)
Auxiliar de manobra, liga o relé 70T, faz grude do relé 45, liga o relé 65 e
32
desliga o relé PM
32B Auxilia manobra durante nivelamento manual
34 Relé de preparação de paradas
34I Auxiliar do 34
35 Relé de alta velocidade
Evita parada durante corte de alta e reduz deslize em parada de
35L
emergência (auxiliar do relé 35)
Indica o instante do pulo seletor e limita o tempo de preparação da
39
parada
39A Conta tempo de grude do "00" até ligar o "00" seguinte, quando cair NA
39B Conta tempo de grude do "00" até ligar o "00" seguinte, quando cair NB
40 Indica porta de cabina fechada quando ligado
40A Auxiliar do relé 40 (NIV)
Indica que todas as portas de pavimentos estão fechadas(encostadas –
41/41A
TV/travadas -TC)
45 Relé principal de operação da porta (abertura e fechamento)
Conta tempo para cancelar a chamada e reabrir a porta quando falhar a
45T
partida.
58D Nivelamento manual do carro na descida
58S Nivelamento manual do carro na subida
58T Evita inversão brusca de direção durante nivelamento manual(inspeção).
60 Quando desligado, passa o sistema de automático para manual
60 A Auxiliar do 60
Auxiliar de manobra no seletor, introduz resistência de descanso nos
65
relés da série "00". Quando o elevador esta parado.
70 Auxiliar do 70T
70 B Auxiliar do 70
70 T Conta tempo de porta aberta, garantindo a direção.
77 Liga quando lotado, impedindo o atendimento das chamadas externas
80 Inicia a manobra de partida, ligando o circuito de porta
81 Indica existência de chamadas
81 D Seleciona direção de descida
81 S Seleciona direção de subida

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ACBDVV 007162_V2

RELÉ /
FUNÇÃO
CONTATOR
Auxilia no avanço do seletor e na preparação de parada na direção de
82 D
descida
Auxilia no avanço do seletor e na preparação de parada na direção de
82 S
subida
Série 101,
Indicam chamadas externas de subida
102,..
Série 201,
Indicam chamadas externas de descida
202,..
300 Corta o tempo de 70, permitindo a partida imediata do carro
Série 301,
Indicam chamadas internas
302,..
A Alimenta o enrolamento de alta velocidade do motor de tração
B Alimenta o enrolamento de baixa velocidade do motor de tração
Aciona a campainha quando a porta estiver aberta, ao registrar uma
CPA
chamada
D Alimenta o motor de tração para descer
Introduz resistência de descanso no circuito, quando o elevador está
DC
parado
DCA Auxiliar do DC
EA Estabelece o "Serviço Hospitalar de Emergência"
EB Transfere o funcionamento para "SHE"

ETA1 Conta tempo para curto circuitar a 1a seção das resistências de partida
do enrolamento de alta velocidade
ETA2 Conta tempo para curto circuitar a 2a seção das resistências de partida
do enrolamento de alta velocidade
Conta tempo para curto circuitar a resistência/ reator do enrolamento de
ETB1
baixa velocidade
FF Indica falta ou inversão de fase
IM Relé indicador de "massa"
I69 Indica presença do carro no extremo inferior
N Atua no circuito de alimentação do IPS
NA Cai no pulo seletor para avançar a série "00" (alternando com NB)
NB Cai no pulo seletor para avançar a série "00" (alternando com NA)
OA Impede a 2a interrupção de NA, em caso de dois cavaletes NA por
pavimento
OB Impede a 2a interrupção de NB, em caso de dois cavaletes NB por
pavimento
PAA Desliga o motor do APC, depois da porta totalmente aberta
PAB Auxiliar de PA
Liga o motor do APC para abrir a porta do carro
PA
PBR Alerta o ascensorista pela chamada de pavimento

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ACBDVV 007162_V2

RELÉ /
FUNÇÃO
CONTATOR
PF Liga o motor do APC para fechar a porta do carro
PFB Auxiliar de PF
PM Curto circuita as resistências do motor do APC
RA1 Curto circuita a 1a seção das resistências de partida do enrolamento de
alta velocidade
RA2 Curto circuita a 2a seção das resistências de partida do enrolamento de
alta velocidade
RB1 Curto circuita a resistência/reator do enrolamento de baixa velocidade
RO Bloqueia o fechamento da porta quando ocorrer ondulação de fase
RPM Relé de proteção do motor de tração (alternada)
Relé de proteção, desliga quando ocorrer falta ou inversão de fase,
RP1
desequilíbrio entre fases (ondulação) e massa
Impede a partida do carro com excesso de carga e aciona o alarme
RWN
(110%)
S Alimenta o motor de tração para subir
S69 Indica presença do carro no extremo superior
Evita a partida do elevador se no início do fechamento da porta de
SCT cabina, ocorrer o acionamento antecipado do contato de trinco (CT) -
(trinco curto circuitado)
STHA Sentinela de tráfego, desliga sempre que o facho for interrompido
Ligados por STHA, conta tempo para manter a porta aberta, após passar
STHT
01 passageiro (não permite ligar 45)
TC Indica serviço de ascensorista
TCA Auxiliar de TC
VM Liga/desliga o motor da ventilação
Controla a ventilação do motor de tração, com o elevador parado ou em
VMT
movimento
Segurança do elevador em movimento, caso não ocorrer o avanço do
NAST
seletor dentro do tempo pré-determinado.
NASA Auxiliar do relé NAST.

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ACBDVV 007162_V2

15 Diagrama funcional

Após o acionamento do botão de chamada, podemos visualizar a comunicação entre


os componentes do elevador.

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16 Sequência operacional

Quando acionamos um botão de chamada, ocorre a sequência abaixo:

SEQUÊNCIA OPERACIONAL
RELÉS/COMPONENTES ENVOLVIDOS
(com trinco vertical)
A Registrar chamadas BOTÕES: 101;SÉRIE 200;SÉRIE 300

B Entrar direção 81,81S,81D

C Fechar porta cabina 45,PF,PFB,MPC(41,41A,PP,DC,DCA,29,FF)

D Portas fechadas e trincadas PC,40,41,41A

E Entrar relés de manobra 1,2(CT,40,41,41A,45,81S,81D)

F Entrar contatores de manobra S,D,A,(32)

G Abrir freio S,D,A BOBINA

H Curto circuitar resist. part. 35,A,ETA1,RA1


INA,INB,NA,NB,39A,39B,82S,82D,I69,S69, 65
I Avançar seletor
,SÉRIE "00".
J Preparar parada 34,39,NA,NB,65,(RELÉS DE CHAMADA E"00")

L Retardar IS2,ID2,B,REATOR,ETB1,RB1

M Parar IS1,ID1,FREIO

N Cancelar chamada 40,32,65,"00",RELÉS DE CHAMADA

O Abrir porta 32,45,PA,PAB,MPC,LPA,70T

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ACBDVV 007162_V2

16-1 Convenções do diagrama de blocos


O diagrama de blocos mostra a sequência de acionamento dos relés durante uma
viagem completa do elevador, facilitando o estudo do esquema elétrico .
A cada sequência ou fato observado no diagrama deve-se acompanhar no esquema
elétrico qual o circuito que a corrente elétrica percorre para ligar determinado relé ou qual
contato está abrindo para desligar determinado relé.
Devemos procurar memorizar a função principal dos relés, chaves contatoras, à
medida que os mesmos forem "participando" do diagrama, bem como da simbologia dos
circuitos, botões e sinalizações.

SÍMBOLO INDICAÇÃO EXEMPLO

Ligar Liga relé 29

Desligar / cair 32 cai (desliga)

Conta tempo para cair 70T conta tempo para cair

SÍMBOLO INDICAÇÃO EXEMPLO


Conta tempo mas não chega a
45T começa a contar tempo
cair

Fecha Contatos PP fecham

Abre Contato LPA abre

Coloca resistência de descanso


Coloca resistência de descanso
em 003

Retira resistência de descanso


Retira resistência de descanso
do relé 60

RP Com resistência de partida no


Com resistência de partida RP MA
motor de alta

Elimina resistência de partida do


Retira resistência de partida
motor de alta

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ACBDVV 007162_V2

O contato INA abre fazendo o relé NA cair.


Ao cair NA possibilita ligar o relé 002 e 39
além de fazer 39 A contar tempo para cair.
Ao cair, 39 A faz o relé 001 cair e permite
religar NA e OA

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ACBDVV 007162_V2

17 Operação do sistema ACBDVV

As chamadas internas são atendidas quer na subida, quer na descida. As


chamadas externas são atendidas somente na descida.
As botoeiras de pavimento têm apenas um botão de chamada, correspondente à
descida, com exceção dos botões do pavimento térreo e inferior (SS), que correspondem à
chamada de subida.
Estando o carro estacionado num pavimento qualquer, a pressão momentânea de um ou
mais botões de cabina ou de pavimento provocará automaticamente a partida do carro,
tão logo as portas estejam fechadas.
Na subida, o carro irá parar nos pavimentos para os quais foram registradas
chamadas de cabina, e na descida, naqueles para os quais foram registradas chamadas de
pavimento e cabina.
Na subida não atenderá chamadas de descida, porém, viajará até a mais alta
chamada de pavimento se esta for acima da mais alta chamada de cabina.
Depois que o último passageiro deixar a cabina, ou que os passageiros entrem no
carro, se parou para atender a chamada mais alta de descida, inverterá a direção e iniciará
o atendimento na descida.
Em cada parada, um dispositivo de tempo manterá o carro no pavimento, o tempo
suficiente para que as portas se abram e o passageiro entre e registre uma chamada. Após
este tempo o carro partirá novamente para atender as chamadas existentes.
Ao parar num pavimento, será cancelada a chamada de cabina correspondente e a
do pavimento onde se encontra e estando com direção de descida.

ESPECIFICAÇÃO

Circuitos EC1067, EC1068 e EC1194, MQ 365, BL, TV, PCE, PPSA, FEV, IPS, NIV, SHE.

HIPÓTESE

Elevador parado no extremo inferior.

FUNCIONAMENTO

Com o elevador parado, temos os seguintes relés: com descanso: (RD), 60, 60A RPM, S69
e 001/A, ligados: 45T, RP1 e VMT.
Registrando-se uma chamada, o atendimento se efetivará na seguinte seqüência:

A- Chamada e preparação de partida


B- Fechamento da porta de cabina
C- Partida
D- Aceleração
E- Avanço da série "00"
F- Retardamento
G- Parada
H- Grude de direção
I- Cancelamento da chamada

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ACBDVV 007162_V2

J- Abertura de porta
L- Descanso da série "00"

GENERALIDADES

M- Preparação da parada por chamada externa


N- Preparação da parada por chamada interna
O- Serviço hospitalar de emergência
P- Serviço de ascensorista
Q- Operação em caso de incêndio
R- Operação de nivelamento
S- Funcionamento do IPS

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18 Diagrama de blocos

18-1 Chamada e preparação de partida (3º pavimento)

18-2 Fechamento da porta de cabina

Ao fechar, a rampa mecânica de


acionamento do trinco recolhe, liberando a
roldana, que pela ação da mola e do
próprio peso, permite "engatar" o gancho
do trinco no gancho da porta travando-a e
fechando o contato CT

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18-3 Partida

18-4 Aceleração

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18-5 Série "00"

A posição do elevador ao longo da caixa é indicada por uma série de relés


denominada "00".
Cada parada do elevador corresponde a um relé, isto é, a primeira parada,
corresponde ao relé 001, a segunda corresponde ao relé 002, etc.
Os contatos dos relés dessa série são utilizados para:
- Controlar a seleção de direção do elevador.
- Determinar a parada no pavimento para o qual há chamada.
- Indicar o pavimento no qual o elevador está parado ou passando (IPS-ILH).
Para que a série funcione é necessário que haja um avanço simultâneo da série "00"
com a cabina, isto é, quando a cabina passa da primeira para a segunda parada, o relé 002
liga e o relé 001 desliga.

A série "00" divide-se em três circuitos:

- De grude, quando a cabina está em movimento (39A/39B ).


- De avanço, quando a cabina está em movimento (NA/NB ).
- De descanso, quando a cabina está parada ( R /65 ).

Pelo circuito de grude, fica ligado o relé “00” correspondente ao pavimento


ultrapassado, até ligar-se o relé “00” correspondente ao próximo pavimento, o que ocorre
aproximadamente na metade do percurso entre os pavimentos.
O circuito de avanço na subida ou descida permite ligar o relé “00” do pavimento
seguinte com antecedência necessária para possibilitar a parada.
O circuito de descanso garante ligado o relé “00” correspondente ao pavimento em
que a cabina se encontra parada e sem chamadas.
Nos elevadores de duas velocidades, ao desligar o enrolamento de alta e ligar o de
baixa velocidade, às vezes é necessário que a preparação de parada seja feita antes de
atingir a metade do percurso entre os pavimentos, tanto na subida como na descida. Para
possibilitar isso, são colocados dois cavaletes NA e NB, ao invés de apenas um cavalete no
meio dos pavimentos.
Para impedir que o segundo cavalete desligue duas vezes o relé NA ou NB,
provocando parada no meio do pavimento seguinte, caso seja registrada uma chamada,
foram então acrescentados os relés OA e OB. Portanto, OA e OB impedem que NA e NB
sejam desligados na segunda interrupção de INA ou INB, provocada pelo segundo cavalete
do mesmo pavimento.

18-5-1 Carro em movimento

O carro parte liberando o limite LD1, permitindo ligar I69.

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18-5-2 Primeiro pulo seletor (carro entre 1º e 2º pavimento)

abre e fica aberto por


poucos instantes
(tempo da passagem
do cavalete)

Quando o cavalete lateral esquerdo abrir o contato INA do interruptor no ASCA,


veremos que:

Observe também se caso houver dois cavaletes NA para o mesmo pavimento (1


para subida e 1 para descida), quando o segundo cavalete abrir novamente o contato INA, o
relé NA permanecerá ligado devido ao grude feito pelo contato 21 normalmente aberto do
relé OA.

18-5-3 Segundo pulo seletor (carro entre 2º e 3º pavimento)

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18-6 Retardamento

18-6-1 Preparação de parada (por inversão)


Ao ligar-se o relé da série "00" correspondente ao pavimento da chamada,
imediatamente inicia-se a preparação da parada.

O relé 34 ao ligar, abre seus contatos (nf), deixando “A e 35” dependendo apenas do
contato do asca, corte de alta na subida (IS2).

18-6-2 Corte de alta


Quando o cavalete central direito abrir os contatos IS2 e IS1 do ASCA, veremos que:

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Observe que durante o corte de alta, o contato IS1 também abre, de vez que está na
mesma coluna do IS2. No entanto, o relé 1 não cai, devido ao contato do relé 35L no
circuito. Esse contato, permanece fechado o tempo suficiente para o cavalete deixar de
operar o interruptor, fechando o contato IS1.

18-7 Parada

18-8 "Grude” de direção

Observe que o elevador para, já com a


direção de descida selecionada, 81D
fica ligado pelo o tempo de 70T, para
que a direção fique assegurada até
que o passageiro possa entrar e
registrar a chamada.

18-9 Cancelamento da chamada

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18-10 Abertura da porta


À medida que a porta da
cabina vai abrindo, a
rampa mecânica avança
destravando o trinco
permitindo assim que a
porta de pavimento possa
ser aberta.

18-11 Descanso da série "00"

Se durante o tempo do 70T não houver chamada:

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19 Generalidades
19-1 Preparação de parada por chamada externa abaixo da
posição do carro
Exemplo

Carro no quinto pavimento, chamada no terceiro.


Durante a descida do elevador, a série "00" vai se deslocando até ligar o relé
correspondente ao pavimento da chamada.
Ao ligar, o relé 00 liga o relé 34 após o pulo seletor, durante o tempo de 39.
Ao ligar, 34 prepara a parada.

Os relés 34/34I ficam ligados após a queda do 39, através do circuito de


grude formado pelos contatos:
- 14na do 65 e 14/24na do próprio 34.

19-2 Preparação de parada por chamada interna


As chamadas de cabina são atendidas à medida que são atingidas pelo carro,
independentemente da direção que o carro estiver seguindo.

Exemplo
Carro no segundo pavimento; passageiro entra e registra sexto.
Ao se aproximar do sexto pavimento, a preparação dar-se-á pelo seguinte
circuito:

O relé 34 pode ligar por cinco circuitos diferentes:

1 - com 00 extremo , por chamada nos extremos.

2- série "00" e "300" por chamada de cabina.

3- série "00" e "200" por chamada externa abaixo do carro.

4- com 81S e 82S por chamada externa mais alta, acima do carro.
5- com RP1 no momento de FF ou RO ou massa (IM).

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19-3 Serviço hospitalar de emergência (SHE)

Quando for necessário utilizar-se o elevador, exclusivamente por chamadas de


cabina, para transporte de doentes ou outro serviço qualquer, transferir o sistema para
serviço hospitalar de emergência, desde que possua o dispositivo de controle.
Introduzindo-se e girando-se a chave tipo "YALE" no comutador existente na botoeira da
cabina, transfere-se o sistema para "SHE".
A partir deste instante, o carro não mais atenderá a nenhuma chamada de
pavimento, pois as mesmas são canceladas e/ou impedidas de serem registradas.
As chamadas de cabina existentes antes da transferência, também são canceladas,
dando absoluta preferência às chamadas internas feitas após a transferência.

19-4 Serviço de ascensorista (SA)

Na cabina, abaixo da botoeira de chamada, é colocada uma botoeira de Serviço de


Ascensorista. Quando trancada, o carro funciona automaticamente, impedindo ao mesmo
tempo que seus botões (TC, S, D, P, NP) sejam operados pelos usuários.
No instante que o ascensorista abrir a botoeira e soltar o botão TC, o sistema passa
de automático para SA.

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Em SA, o sistema mantém as características de serviço automático, exceto na


partida do carro, que só efetua-se quando o ascensorista pressionar o botão P.
Surgindo uma chamada externa qualquer, a preparação da partida efetua-se da seguinte
forma:

A parada por chamada interna ou externa faz-se normalmente, ao ligar-se o relé 34.
Se o elevador lotar, ou o ascensorista não quiser parar por chamadas externas, deve
acionar o botão NP.

19-5 Operação de emergência em caso de incêndio (OEI)

O dispositivo OEI tem como finalidade oferecer um atendimento especial para melhor
evacuação do prédio impedindo que os elevadores continuem em funcionamento normal
por ocasião de incêndio.
Consiste de um contato operado por chave YALE, colocado em local apropriado
(portaria, botoeira externa, etc), o qual, quando acionado, modifica o funcionamento do
elevador, enviando-o rapidamente à estação, deixando inclusive inoperante o BEM para
evitar que os passageiros possam interferir na operação. Se o carro estiver descendo,
continuará diretamente até a estação sem atender nenhuma chamada.

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Se estiver subindo, fará parada normal no próximo pavimento sem abrir as portas e
inverterá a direção indo direta-mente à estação, também sem atender chamadas
intermediárias.
Ao chegar na estação, suas portas abrirão automaticamente; em seguida, poderá ou
não ser utilizado pelos bombeiros, com funcionamento especial, dependendo das
características do sistema.

DESIGNAÇÃO DOS RELÉS

SEM - Serviço de Emergência.


SCB - Serviço de Corpo de Bombeiro.
CP - Controle de Porta.
AFP - Abertura e Fechamento de Porta.
APF - Auxiliar de AFP.
CFP - Controle de Fechamento de Porta.

19-5-1 OEI no ACBD sem SA

Através
dos
contatos

Se estiver descendo (81D ligado), o elevador vai direto à estação sem paradas
intermediárias, em virtude do cancelamento das chamadas.
Se estiver subindo, ao cancelar as chamadas 81S desliga e 81D liga, fazendo 34
ligar devido a essa inversão. O elevador para no pavimento seguinte, mas a porta não
será aberta, pois os contatos 21na de CFP e 22nf de SCB/21nf 00E mantém grude de 45.
Ao chegar na estação (térreo):

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O carro fica parado e impossibilitado de operar, pois não haverá registro de chamadas
enquanto o contato OEI estiver fechado.

19-5-2 OEI no ACBD com SA

Ao aproximar-se da estação:

Uma vez na estação o carro poderá ser operado pelo ascensorista ou bombeiro.

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Exemplo

Registro de chamada para o segundo pavimento.

A parada no pavimento é feita normalmente, mas a abertura da porta não mais


se processa automaticamente, pois embora o relé 45 caia para operar a
abertura da porta.

Mantém o relê 45 ligado, não permitindo abrir a


porta.

Para que a porta possa ser aberta é necessário operar o botão PO.

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Se durante a abertura da porta (parcial) constatar-se existência de fogo no pavimento, a


porta poderá ser fechada de imediato, bastando soltar o botão PO.

Se o botão PO ficar premido até a abertura total da porta, então:

19-6 Nivelamento manual (NIV.)

O Nivelamento Manual é aplicável exclusivamente a elevadores de CA, empregados


para transporte de cargas movimentadas sobre carrinhos ou semelhantes, bem como,
elevadores hospitalares destinado ao transporte de pacientes em macas. Sua finalidade é
permitir o nivelamento perfeito do carro com o pavimento.

19-6-1 Operação

Consiste de dois botões de pressão constante instalados no carro, sendo um "NS"


para movimentar o elevador na direção de subida e um "ND" na direção de descida.
Quando premidos movimentam o carro, com as portas abertas nas respectivas
direções, somente dentro da zona de nivelamento (faixa de 20cm abaixo ou acima do
pavimento).
Durante o nivelamento, o carro fica impedido de atender qualquer tipo de chamada.
O nivelamento é feito em baixa velocidade, para facilitar a manobra.

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Exemplo

Desnivelamento abaixo da soleira.

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19-7 Funcionamento do IPS

O Indicador de Posição Síncrono, se aplica a elevadores isolados ou em conjunto


(grupo). Sua finalidade é indicar ao usuário a posição do carro.

19-7-1 Operação

O IPS basicamente é constituído por um tambor móvel, contendo a gravação


numérica dos pavimentos. Esse tambor é movimentado por 03 pares de bobinas
alimentadas alternadamente (relé N e série "00").

Atenção!
A lâmpada não apaga.
2o pulo - terminal IPC, 3o pulo - novamente terminal IPA, etc.

19-7-2 IPS digital

Neste tipo de sinalização existe um circuito eletrônico de tempo que atrasa o avanço
do novo número durante o tempo suficiente para apagar o número anterior.
Um segundo circuito eletrônico de tempo faz acender a lâmpada após a operação
(giro). Portanto, quando o relé N ligar, a(s) lâmpada(s) do(s) IPS apaga(m); o tambor dá um
pequeno giro (tempo de 0,2s) e a lâmpada volta a acender após 0,4s, já iluminando o novo
número.
Com isto, consegue-se efetuar a troca dos números ou letras, sem que os usuários
percebam o movimento do tambor.

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