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CENTRO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E

ADULTOS

ORIENTAÇÕES
PEDAGÓGICAS PARA
UTILIZAÇÃO DOS
MAPPA NA EJA

Junho de 2022

Secretaria da Educação do Estado de


São Paulo
ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
PARA UTILIZAÇÃO DOS MAPPA NA EJA

Coordenadoria Pedagógica

Viviane Pedroso Domingues Cardoso - Coordenadora

Departamento de Modalidades Educacionais e


Atendimento Especializado

Adriana dos Santos – Diretora

Centro de Educação de Jovens e Adultos

Adriana dos Santos Cunha

Cláudia Akiko Arakawa Watanabe

Juvenal de Gouveia

Luiz Carlos Tozetto


ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA UTILIZAÇÃO DOS MAPPA NA EJA

Introdução

Os Itinerários Formativos - IF para o Ensino Médio, na forma de aprofundamento


curricular, são trabalhados por meio dos Materiais de Apoio ao Planejamento e
Práticas de Aprofundamento - MAPPA. Trata-se de um guia para a implementação
da parte flexível do Currículo do Novo Ensino Médio no Estado de São Paulo. Nele
encontram-se informações e orientações para o desenvolvimento das Unidades
Curriculares que compõem o Aprofundamento Curricular.
Na EJA, o uso destes MAPPA deve se dar, levando-se em conta as especificidades
do público desta modalidade de ensino.
Dessa forma, as orientações que ora se apresentam, visam oferecer um apoio aos
professores que atuam na Educação de Jovens e Adultos - EJA, no processo de
implementação, desenvolvimento e acompanhamento dos MAPPA.
Nestas orientações serão apresentadas e discutidas a Matriz Curricular e o Novo
Ensino Médio, perfil do público da EJA, planejamento integrado para a utilização dos
MAPPA, Estrutura dos MAPPA para a EJA, Desenvolvimento das Atividade,
Avaliação, além da apresentação de links úteis e referências.

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ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA UTILIZAÇÃO DOS MAPPA NA EJA

Matriz Curricular e o Novo Ensino Médio

A implementação do Novo Ensino Médio na EJA, com início no 2º semestre


letivo de 2022, traz uma série de mudanças a esta modalidade de ensino. Entre elas,
uma matriz curricular composta por quatro termos semestrais, além da introdução dos
Itinerários Formativos semestralmente, iniciando-se no 1º termo do Ensino Médio. As
disciplinas da Formação Geral Básica - FGB serão mantidas, compondo uma carga
horária total de 1020 horas e os Itinerários Formativos terão uma carga horária total
de 600 horas.
Uma das formas de desenvolvimento dos Itinerários Formativos na EJA é por
meio dos Aprofundamentos Curriculares. A Rede Estadual de São Paulo desenvolveu
10 (dez) Aprofundamentos Curriculares em áreas específicas do conhecimento ou na
forma integrada com duas dessas áreas. Cada um desses Aprofundamentos é
composto por 6 (seis) Unidades Curriculares, onde cada um é desenvolvido em 150
horas de curso.
A EJA de presença obrigatória deverá desenvolver uma Unidade Curricular
semestralmente, compondo, ao final do curso, 4 (quatro) Unidades Curriculares, de
forma a cumprir as 600 horas apontadas na Matriz Curricular.
A escola deverá ofertar aos estudantes, ao menos, dois Itinerários Formativos,
indicando as Unidades Curriculares que estarão à disposição para o desenvolvimento
dos estudantes. Vale a pena destacar que, pelo fato de as Unidades Curriculares
serem independentes, não precisam ser desenvolvidas sequencialmente. Assim, uma
possível trajetória de um estudante que concluirá o Novo Ensino Médio na EJA,
poderá optar, por exemplo, pelo desenvolvimento da UC2 de Linguagem, a UC1 de
Matemática, a UC1 integrada e a UC6 integrada.
Para o desenvolvimento das Unidades Curriculares, a EJA contará com dez
aulas semanais previstas na Matriz Curricular.
A oferta dos Itinerários Formativos deve levar em consideração os interesses
dos estudantes e as possibilidades de atendimento por parte da Unidade Escolar.
Entre as possibilidades de oferta e de escolha, os Aprofundamentos Curriculares são:
● Superar desafios é de humanas (Área de Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas);
● Ciência em ação (Área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias);

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● SeLigaNaMídia (Área de Linguagens e suas Tecnologias);


● Matemática Conectada (Área de Matemática e suas Tecnologias);
● A Cultura do Solo: do Campo à Cidade (Área de Ciências Humanas
e Sociais Aplicadas e Ciências da Natureza e suas Tecnologias);
● Cultura em movimento (Áreas de Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas e Linguagens e suas Tecnologias);
● Quem divide multiplica (Áreas de Matemática e suas Tecnologias e
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas);
● Corpo, saúde e linguagens (Áreas de Linguagens e suas Tecnologias
e Ciências da Natureza e suas Tecnologias);
● Meu papel no desenvolvimento sustentável (Áreas de Ciências da
Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias);
● Start! Hora do desafio! (Áreas de Linguagens e suas Tecnologias e
Matemática e suas Tecnologias).

Todo aprofundamento curricular possui seu percurso de aprendizagem,


organizado por Unidades curriculares - UC - que serão trabalhadas ao longo do
semestre. Estas Unidades Curriculares são compostas por componentes curriculares,
cujo professor(a) do componente está encarregado de desenvolver os conteúdos com
os estudantes.
Neste formato, serão apresentados diferentes temas que visam o
aprofundamento dos conhecimentos propostos, levando-se em consideração o
repertório cultural do estudante, os objetivos do MAPPA e as competências e
habilidades previstas no currículo.

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Perfil do público da EJA

Conforme disposto nos parágrafos 1º e 2º do artigo 37 da LDB 9394/96:

§ 1º Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos


adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular,
oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do
alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos
e exames.
§ 2º O Poder Público viabilizará e estimulará o acesso e a permanência do
trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre
si.

Os estudantes que procuram a EJA são jovens, adultos, idosos, trabalhadores,


desempregados, imigrantes, moradores de áreas rurais e urbanas, pessoas com
deficiência, indivíduos com diferentes identidades sexual e de gênero, sujeitos com
diferentes valores, linguagens e saberes, entre outros, que estão em busca da
conclusão de seus estudos num tempo menor. O retorno aos estudos ocorre
normalmente pela necessidade de melhoria de vida, com a busca do emprego ou
manutenção do mesmo; a continuidade dos estudos; entre outros.
Sendo a heterogeneidade um dos pressupostos da EJA, entende-se a
necessidade de se elaborar diferentes estratégias de modo a potencializar a
construção de saberes.
Portanto, o trabalho com os MAPPA na EJA deve levar em conta toda esta
pluralidade de indivíduos, suas peculiaridades e a heterogeneidade peculiar da
modalidade, para que haja um desenvolvimento adequado das competências trazidas
no documento.

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ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS PARA UTILIZAÇÃO DOS MAPPA NA EJA

Planejamento integrado para a utilização dos MAPPA

O Planejamento Integrado no contexto dos Aprofundamentos Curriculares


deverá ser o ponto de partida para o desenvolvimento das atividades propostas nos
MAPPA. Essa integração articula todos os professores dos componentes dos
diferentes Aprofundamentos que serão aplicados na Unidade Escolar, assim como os
professores dos componentes da FGB que atuarão na EJA. Isso porque, todas as
atividades são desenvolvidas de forma sistematizada, articulando as vivências dos
estudantes, seus diferentes olhares sobre o mundo e suas reflexões.
Com base nos MAPPA, segue o esquema que apresenta os pilares para a
realização do planejamento integrado da EJA, a serem adotados no início do
semestre:

A fim de detalhar estes pilares, segue estes separadamente, mas que, dentro
do planejamento, deverão ser trabalhados numa perspectiva integradora.

a) O diálogo entre professores deverá ser adotado com base na visão


integradora, com a adoção de reuniões e discussões de propostas de
atividades das aulas. Neste diálogo, deverá ser levado em consideração
a vivência dos estudantes, suas aspirações, sua cultura e os eixos

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estruturantes do currículo visando assim, proporcionar profundidade


didática e de conhecimento para as práticas que serão propostas em
sala de aula.

b) O trabalho coletivo e visível refere-se à sugestão de atividades que


promovam a interação entre os professores e os estudantes, a
promoção e valorização das diversificadas experiências dos estudantes
de modo que o aprendizado possa ser materializado em ações para o
auxílio da reflexão e autorreflexão entre os envolvidos. Assim, o
incentivo é que haja atividades colaborativas, com base no fazer e
possibilidades de simulações da realidade cotidiana para que o
aprendizado seja mais significativo.

c) Vínculo entre as áreas do conhecimento - num viés interdisciplinar e


intercultural, com temáticas e estratégias norteadoras, constituintes da
proposta curricular. Assim sendo, a sugestão é que haja diferentes
olhares acerca do componente curricular ministrado, considerando
outras áreas e as intersecções entre elas.

d) Estudante protagonista - atuação prevista utilizando-se as


metodologias ativas. Nessa medida, o professor assumiria o papel de
mediador e orientador do processo de ensino e aprendizagem, por meio
de questionamentos, proposição de aprofundamentos, articulação das
experiências, potencializando assim a construção de conhecimentos
significativos, criativos e reflexivos. Em se tratando do estudante,
enfatiza-se o reconhecimento das motivações específicas do público
EJA, o diálogo como estratégia de entendimento de suas ações e
pensamentos, as experiências vivenciadas e as prioridades e
necessidades internas dos jovens e adultos visando, inclusive, a
melhoria da autoestima, qualidade de vida, a satisfação do seu trabalho
e a intervenção no desenvolvimento da sua comunidade.

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e) Discussão das atividades - a discussão coletiva das atividades


permitirá uma compreensão mais abrangente sobre a proposta trazida
pelos Aprofundamentos Curriculares, permitindo o entendimento de que
todos os componentes são essenciais e importantes. Permite inclusive
o desenvolvimento de uma visão sistêmica em que as partes e o todo
se convergem e se transmutam em novos desafios e,
consequentemente, em aprofundamento de saberes individuais e
coletivos.

f) Mobilização das competências socioemocionais - as competências


socioemocionais estão presentes nas 10 competências gerais do
Currículo Paulista. Tais competências referem-se ao processo de
entendimento e manejo das emoções e pela tomada de decisões, com
empatia e responsabilidade. Portanto, são competências que devem
acompanhar o indivíduo durante toda a vida e que podem ser
desenvolvidas intencionalmente no processo de ensino e
aprendizagem. Assim sendo, mobilizar tais competências na EJA é de
extrema importância, inclusive no desenvolvimento dos
Aprofundamentos Curriculares.

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Estrutura dos MAPPA para EJA

O MAPPA para o Novo Ensino Médio traz objetivos, estrutura e forma de


organização da aprendizagem para a rede estadual. Nele são apresentados os
componentes curriculares e as unidades curriculares, com conexões com as
disciplinas curriculares da FGB e possibilidades didáticas e pedagógicas
multidisciplinares. Vale ressaltar o comprometimento do MAPPA com o
desenvolvimento integral dos jovens e adultos por meio do aprofundamento dos
conhecimentos da área, da integração com demais campos e o foco no protagonismo
dos estudantes e seus projetos de vida. Neste caso, é importante levar em
consideração que para o público da EJA, o processo de educação integral possui a
perspectiva de educação ao longo da vida e que, conforme a heterogeneidade do
público atendido, deve haver um diagnóstico do perfil de seus estudantes, para que,
da melhor forma possível, sejam utilizadas estratégias de ensino diversificadas para
a compreensão do que está sendo aprendido.
Mesmo que os estudantes da EJA não tenham o componente “Projeto de
Vida”, isso não invalida manter esse direcionamento, pois todo o estudante tem um
projeto de vida. Dessa forma, o professor deve ter esse entendimento ao direcionar o
estudante da EJA em “pensar” ou “repensar” o seu projeto de vida.
Outra premissa do MAPPA refere-se às aprendizagens contextualizadas que,
além de promover o aprofundamento das competências e das habilidades da
Formação Geral Básica, preveem o desenvolvimento das habilidades dos eixos
estruturantes a saber: investigação científica, processos criativos, mediação e
intervenção sociocultural e empreendedorismo.
Todo aprofundamento curricular possui o percurso de aprendizagem
representado pelas unidades curriculares, compostas por atividades sequenciais,
com base nos conteúdos, competências e habilidades previstas na formação geral
básica e nos eixos estruturantes. O MAPPA traz a sugestão de sequência das
atividades, organizadas em Introdução, Desenvolvimento e Sistematização, que
serão detalhados adiante.

● Introdução - Traz as orientações para o professor, principalmente sobre


o acolhimento e a mobilização dos estudantes quanto ao tema. No caso

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do professor da EJA, a partir da análise da atividade, pode realizar


adaptações se necessário, sempre mantendo a mesma habilidade.
Também na introdução aponta ser importante manter diálogo com o
estudante, propondo as primeiras questões de sensibilização ou a
inserção de situações-problema.
● Desenvolvimento - Este momento apresenta a maneira de como deve
ser desenvolvida a atividade, além de incitar os estudantes a responder
às questões problematizadoras. Assim, sugere-se discussões e a
elaboração de atividades teóricas e práticas, individuais ou coletivas,
com possibilidades de se trabalhar diferentes áreas de conhecimento,
inclusive com o uso das tecnologias digitais para o acesso e/ou
construção de artefatos tecnológicos.
● Sistematização - Reflexão e autorreflexão das atividades individuais
e/ou coletivas, com auxílio do professor de modo que se contemple os
objetivos propostos no MAPPA.

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Desenvolvimento das Atividades

Para o desenvolvimento das atividades é de suma importância que o professor


tenha a flexibilidade de selecionar atividades e materiais que melhor se adequam à
realidade local e do indivíduo, levando-se em conta também adaptações inclusivas
para melhor atender aos estudantes que tenham algum tipo de deficiência física e/ou
intelectual.
Em cada atividade, o professor da EJA irá adequar o tempo previsto, de acordo
com seu público, lembrando que, o número de aulas atribuídas para cada
componente das Unidades Curriculares será mantido, uma vez que cada Unidade
Curricular está prevista para ser desenvolvida em 150 horas, que é o mesmo tempo
para o ensino regular.
Ao se pensar no desenvolvimento das atividades para a EJA, deve-se
considerar que “O processo formativo do estudante desta modalidade não deve ser
um recorte do Ensino Médio regular, mas sim contemplar, de fato, as necessidades
de um público heterogêneo, que apresenta diversidade de idade e origem, ritmos
diferentes de aprendizagem, além da pluralidade de crenças e valores” (Currículo
Paulista, p. 40). Considerar o estudante da EJA como se fosse estudante do ensino
regular é inconcebível, porém, não podemos deixar de ofertar ensino de qualidade
para esse público. Por este motivo, é preciso dialogar com os estudantes para
compreender suas reais necessidades, assim parte-se de um trabalho que leva em
conta a vivência do estudante.
Outro ponto que deve ser considerado é pensar em um desenvolvimento das
atividades integradas ao mundo do trabalho, uma vez que, boa parte dos estudantes
almejam adentrar no mercado e outra parte procuram, por meio dos estudos,
manterem-se empregados ou alavancar sua carreira na empresa.

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Avaliação das Atividades

Em relação à avaliação, os Aprofundamentos Curriculares dos Itinerários


Formativos devem ser avaliados conforme Resolução SEDUC nº 143, de 20 de
dezembro de 2021.
Dicas importantes podem ser encontradas nas obras de Schwartz (2010),
Piconez (2013) e PROEJA (2021) que também trazem importantes contribuições
acerca da avaliação para a Educação de Jovens e Adultos.
Contudo, a utilização de vários instrumentos de avaliação é de suma
importância para dar ao estudante oportunidade de se adequar à melhor maneira de
demonstrar seu conhecimento. Assim, baseado nas habilidades a serem
desenvolvidas nas atividades, o professor irá elaborar seu instrumento de maneira
que possa compreender as aprendizagens e as dificuldades encontradas pelos
estudantes. Deve lembrar também que a avaliação é um momento em que se deve
olhar para sua prática e perceber, em que grau, o trabalho está condizente com o
público a que se destina.
Em se tratando da recuperação dos estudantes, deverá ocorrer ao longo do
semestre letivo de forma continuada, cabendo uma recuperação intensiva ao final do
termo cursado, caso haja necessidade.

Sugestão de links

Segue alguns links de documentos e orientações relativas ao Aprofundamento


Curricular dos Itinerários Formativos e EJA.

● Reflexões - EJA.pdf
● https://novoensinomedio.educacao.sp.gov.br/
● aulas CMSP itinerários
● Pauta formativa - ensino contextualizado na EJA
● Vídeo - Andragogia
● Planejamento integrado

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Referências:

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília,


2018.
Educação profissional integrada à educação de jovens e adultos: PROEJA /
Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Departamento
de Educação Profissional. – Curitiba: SEED – Pr., 2010.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática educativa.


São Paulo: Paz e Terra, 2004.

INTERSABERES: Novo Ensino Médio: entenda os eixos estruturantes dos itinerários


formativos. São Paulo, 02 de novembro de 2021. Disponível em:
https://www.intersaberes.com/blog/novo-ensino-medio-entenda-os-eixos-
estruturantes-dos-itinerarios-formativos/ Acesso em 09 de Maio de 2022.

São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Centro de Educação de Jovens


e Adultos: Reflexões pedagógicas sobre o ensino e aprendizagem de pessoas jovens
e adultas / Secretaria da Educação, Centro de Educação de Jovens e
Adultos; [elaborado por] Stela C. Bertholo Piconez. – São Paulo: SE, 2013.

NOVO Ensino Médio SP. Novoensinomedio.educacao.sp.gov.br. Disponível em:


<https://novoensinomedio.educacao.sp.gov.br/>. Acesso em: 26/04/2022.

Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da cidade:


Educação de Jovens e Adultos: Tecnologias para Aprendizagem. – São Paulo: SME
/ COPED, 2019.

SCHWARTZ, Suzana. Alfabetização de jovens e adultos: teoria e prática.


Rio de Janeiro. Editora Vozes, 1998.

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