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Universidade Católica de Moçambique


Instituto de Educação à Distância

Tema:
Interdisciplinaridade e o desenvolvimento das actividades no espaço escolar pos
Independencia em Mocambique

Suzete José: 708192279

Curso: Geografia
Disciplina: Didáctica de Geografia 2
Ano de Frequência: 3º Ano, 2° Grupo Turma “E”
Docente: Omar Olímpio Vaz

Nampula, Agosto de 2021


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1.Critérios de avaliação (disciplinas teóricas)

Classificação
Categorias Indicadores Padrões Nota
Pontuaçã Subto
do
o máxima tal
tutor
 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura organizacionai  Discussão 0.5
s  Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 2.0
problema)
Introdução
 Descrição dos objectivos 1.0
 Metodologia adequada
2.0
ao objecto do trabalho
 Articulação e domínio
do discurso académico
Conteúdo (expressão escrita 3.0
cuidada, coerência /
Análise e coesão textual)
discussão  Revisão bibliográfica
nacional e internacional
2.0
relevante na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.5
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e
Aspectos tamanho de letra,
Formatação 1.0
gerais paragrafo, espaçamento
entre linhas
Referência Normas APA
 Rigor e coerência das
s 6ª edição em
citações/referências 2.0
Bibliográfi citações e
bibliográficas
cas bibliografia
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Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor

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Índice

Capitulo I: Introdução......................................................................................................................4

1.1.Objectivos..................................................................................................................................4

1.1.1.Objectivo Geral.......................................................................................................................4

1.1.2.Objectivos específicos............................................................................................................4

1.2. Metodologia..............................................................................................................................4

1.3. Estrutura do Trabalho...............................................................................................................4

Capitulo II: Fundamentacao Teorica...............................................................................................5

2.1.Interdisciplinaridade e o desenvolvimento das actividades no espaço escolar pos


Independencia em Mocambique......................................................................................................5

2.2.Reflexões sobre a Interdisciplinaridade.....................................................................................9

2.3.A importância da interdisciplinaridade no conhecimento escolar.............................................9

2.4.Importância da participação do educador na elaboração de propostas didácticas que


viabilizam a interdisciplinaridade na sala de aula.........................................................................10

Conclusão......................................................................................................................................12

Referencias Bibliográficas.............................................................................................................13
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Capitulo I: Introdução

O presente trabalho tem como tema de abordagem a Interdisciplinaridade no ambiente escolar. A


interdisciplinaridade pode integrar-se em outras áreas específicas, com o propósito de promover
uma interacção entre o aluno, professor e quotidiano, pois os dias de hoje podemos considerar as
ciências naturais como umas das mais diversas em função de seus vários campos de trabalho.
Actualmente exigisse que o nível de actualização prevaleça em qualquer carga que vai exercer
na área de ciências naturais

1.1.Objectivos

1.1.1.Objectivo Geral

1.1.2.Objectivos específicos

 Definir os conceitos interdisciplinaridade e espaço escolar


 Explicar o impacto da interdisciplinaridade no desenvolvimento das actividades no
espaço escolar

1.2. Metodologia

Para a realização do presente trabalho o proponente fez valer o uso do método da consulta
bibliográfica, baseado em leituras de obras científicas, manuais e outros documentos relevantes
já publicados. E em termos didácticos recorreu ao método de trabalho independente.

1.3. Estrutura do Trabalho

 Introdução;
 Desenvolvimento;
 Conclusão
 Referências bibliográficas
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Capitulo II: Fundamentacao Teorica

2.1.Interdisciplinaridade e o desenvolvimento das actividades no espaço escolar pos


Independencia em Mocambique

A Geografia Escolar, por não ser uma disciplina independente, deve ser inserida nas diferentes
disciplinas escolares e, por isso mesmo, os mais diferentes temas tidos como transversais podem
ser discutidos de acordo com a necessidade social e a possibilidade e planeamento escolar e, por
conseguinte docente.

Segundo Vlach (1989), ensinar é, antes de mais nada, o trabalho do aluno com o saber sob a
mediação do professor. O ensino de Geografia possibilita ao aluno a compreensão da realidade,
entendendo que esta é uma construção social sobre a natureza; uma construção internamente
diferenciada, não podendo essa diferenciação interna ser mascarada.

Faz-se necessário um repensar constante sobre o ensino de Geografia, os quais precisam estar
contextualizados com o espaço escolar, e, consequentemente, levar em conta as especificidades
da cidade e do campo.

A proposta didáctico-metodológica do ensino de Geografia não pode desconsiderar tais


questões, pois essas perpassam a vida do ser humano e modificam seu espaço de vivência,
interferindo nas relações quotidianas, construindo valores e transformando culturas.

Acredita-se que a docência da Geografia intra e extra salas de aulas, relacionadas a estudos
teóricos baseados nas necessidades das comunidades, nos contextos da cidade e do campo,
construirão a história de Geografia real.

Não se trata de aplicar modelos pré-estabelecidos, mas possibilitar formas para que os
profissionais experimentem novas metodologias de ensino, que venham ao encontro das
necessidades concretas dos alunos, produzindo assim, saberes reais.

Acredita-se que, assim, a escola estará promovendo uma interacção entre os saberes pedagógicos
e sociais, considerados indispensáveis para o desempenho do profissional da área de Geografia.
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Assim, a efectivação de um currículo de Geografia em nível nacional precisa observar a


realidade escolar, repensando as formas de construção do conhecimento, de atitudes e
objectivos, dos que ensinam e dos que aprendem.

Nessa linha de análise, reforça-se uma (re)definição da Geografia em seus aspectos teórico e
prático, considerando a necessidade de interlocução do saber científico com o saber prático, e
uma (re)formulação curricular.

Essa abordagem requer uma nova postura do profissional da educação, enfocando a formação do
geógrafo-educador, por um prisma de (re)escrita do mundo, proporcionando reflexões e acções
acerca do espaço profissional e vivencial .

O saber geográfico e o fazer pedagógico precisam estar em interrelação, para que a formação,
inicial e continuada, atenda às reais necessidades do mundo actual, valorizando a formação
integral, como professor e pesquisador.

Segundo Lacoste (1988) o facto de que os geógrafos consideram elementos de conhecimento


elaborados por múltiplas ciências não deve mais ser tomado, hoje, como a prova das carências
ou do estatuto epistemológico ultrapassado da geografia. Essa pode ser considerada um saber
científico, mas com uma condição formal de que todos esses elementos de conhecimento, mais
ou menos disparatados, não sejam mais enumerados, justapostos num discurso do tipo
enciclopédico mas, ao contrário, articulados em função de um fim. De facto, a legitimidade
epistemológica de um saber se baseia, não mais num quadro académico, seja ele científico, mas
sobre práticas sociais providas de resultados tangíveis.

Assim, espera-se que a educação escolar forneça os subsídios necessários para a implementação
de uma nova prática geográfica, baseada em uma metodologia de construção de conhecimentos
significativos, que permitam aos alunos se situarem no âmbito social, levando em conta as
relações e representações construídas em seus espaços de vivência e/ou de sobrevivência.

O ensino interdisciplinar surge como uma nova resposta, uma nova pedagogia que privilegia o
diálogo e a estimulação de práticas cooperativas. Isto pressupõe a supressão de barreiras entre as
disciplinas e entre as pessoas que tenham o mesmo projecto educativo.
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Neste sentido, educadores e educandos envoltos intencionalmente com a mesma realidade,


deparam-se numa mesma tarefa e ambos sujeitos na acção de desvelar o saber duma forma
crítica.

Um primeiro elemento característico duma experiência interdisciplinar é a descrição do


fenómeno, uma vez que ela abre perspectivas neste sentido. A descrição é um elemento chave
nesta empreitada uma vez que com ela se levantam muitas qualidades de aprendizagem, tais
como habilidades, comparações, classificações e observações. E nesta diversidade de
habilidades está subjacente o elemento interdisciplinar, na qual desenvolvem a capacidade de
escrita e de fala. Este acto de dar a voz aos alunos, através da fala e da escrita, em si é uma das
abordagens interdisciplinares, já que neste exercício desenvolvem se também habilidades
linguísticas.

Além de habilidades linguísticas podemos encontrar também as de mensuração, de classificação


e de sequenciação.

A interdisciplinaridade também é patente no momento em que, na sua descrição, o aluno lança


mãos a outros conceitos de outras disciplinas.

Os pressupostos acima aferidos além de consubstanciarem a prática interdisciplinar, estimulam


outrossim a actividade independente do educando que se manifesta a partir do momento em que
o educador respeita o modo de ser de cada um deles; respeita o caminho que cada um deles
empreende na busca da sua autonomia: “O respeito à autonomia e à dignidade de cada um é um
imperativo ético e não um favor que podemos ou não conceder uns aos outros.” (FREIRE, 1996,
p. 66).

Importa salientar que só com uma prática interdisciplinar é que foi possível estabelecer-se a
descrição dum dado fenómeno, já que esta prática estimula a eliminação das barreiras entre as
disciplinas e entre as pessoas que pretendem desenvolvê-las. Esta premissa parte do pressuposto
básico segundo o qual, “o desenvolvimento da interdisciplinaridade é a comunicação, e a
comunicação envolve, sobretudo a participação”.(Fazenda, 2000, p. 94).

Uma comunicação que se manifesta a partir da altura em que o professor, munido de seus ideais
os socializa com o grupo da mesma classe, mediante um planejamento. Para tanto a escola,
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como instituição precisa abrir as suas portas para a efectivação dessa comunicação, isto porque
numa mesma instituição nos deparamos com educadores com diferentes práticas.

Neste sentido, se a instituição “concede” espaço, tempo e estimula o diálogo, abrem-se grandes
probabilidades de o professor aprender com os seus colegas, uma vez que “a
interdisciplinaridade decorre mais do encontro entre indivíduos do que entre disciplinas”.
(Fazenda, 2000, p. 86).

Isto quer dizer que a construção de uma Didáctica que se preze interdisciplinar, precisa
alicerçar-se em trocas intersubjectivas, isto porque o seu exercício implica também disposições
pessoais, posto que os saberes não estão “flutuando” anonimamente mas são portados por
pessoas, além do que são pessoas que fazem a articulação dos saberes.

Significa isso dizer que a interdisciplinaridade é um processo epistemológico que se processa


sociologicamente; é uma articulação de saberes que se faz por meio da relação entre pessoas
portadoras desses saberes.

É assim que se mostra pertinente que os exemplos que um educador for perscrutando nas
comunidades locais tenham que ser tomados em conta por outros educadores apenas como uma
possibilidade e, como tal, estes se prestam a insinuar algumas generalizações.

Assim sendo, estes não devem ser tomados como modelos a serem aplicados taxativamente a
outras situações. Por isso o educador precisa embrenhar-se nas comunidades e aí ter a habilidade
de buscar as significações que estão adjacentes e subjacentes nestes e noutros exemplos. Ou seja,
precisa buscar significações e interesses culturais que podem ser encontrados no quotidiano das
comunidades onde ele se encontra inserido: “O momento deste buscar é que inaugura o diálogo
da educação como prática da liberdade. É o momento em que se realiza a investigação do que
chamamos do universo temático [...] ou o conjunto dos seus temas geradores” (Freire, 1999, p.
87).

Neste sentido, a questão deve ser vista sob o ponto de vista epistemológico. Para tanto, o
planejamento entre professores da mesma classe é importante, já que ele estimula “o
autoconhecimento sobre a prática de cada um e contribui para a ampliação da leitura de aspectos
não desvendados nas práticas quotidianas” (Fazenda, 2000, p. 79).
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É neste planejamento que a prática pedagógica (curricular) de cada educador se articula ao


projecto educativo colectivo da escola, lugar para onde confluem referenciais éticos universais e
onde efectivamente se aglutinam determinações de vária ordens, o que possibilita a que esta
empreitada constitua um projecto aberto a uma construção institucional de práticas corriqueiras.
Só assim é que este planejamento transforma-se num projecto de apropriação do mundo
concreto que se vive e se constrói em intersubjectividades. “Um projecto aberto à realização de
imprevisíveis demandas e direitos singulares, parciais e universais” (Casali, 2000, p. 15).

2.2.Reflexões sobre a Interdisciplinaridade

São necessários algumas reflexões sobre fatos e perspectivas que envolvem a


interdisciplinaridade que envolvem a realidade educacional vivida por professores e alunos.

Neste contexto, a interdisciplinaridade pode-ser entendida como uma condição fundamental do


ensino e da pesquisa na sociedade contemporânea. No entanto, o conceito de
interdisciplinaridade por outro lado, é a união dos componentes distintos de duas ou mais
disciplinas na pesquisa ou educação conduzindo a novos conhecimentos que não seriam
possíveis se não fosse essa integração. A multidisciplinariedade ocorre quando as disciplinas
trabalham lado a lado em distintos aspectos de um único problema.

Segundo Fourez (apud Maria p. 84):

“Cada vez se admite que, para estudar uma determinada questão do cotidiano, é
preciso uma multiplicidade, e mais: ao mesclar-de maneira sempre particular-
diferentes disciplina, obtém um enfoque original de certos problemas da vida
cotidiana. Todavia, semelhante abordagem interdisciplinar não cria uma espécie
de “superciência”, mais adjetiva do que as outras: ela produz apenas um novo
enfoque, uma nova disciplina; em suma, um novo paradigma. Assim, ao se tentar
criar uma super abordagem, consegue-se somente criar um novo enfoque
particular. Foi desse modo, alias que se criaram muitas disciplinas particulares
ou especializadas”.

2.3.A importância da interdisciplinaridade no conhecimento escolar

Entre os princípios pedagógicos que estruturam as áreas de conhecimento destaca-se como


principal, a interdisciplinaridade. “Para observância da interdisciplinaridade é preciso entender
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que as disciplinas escolares resultam de recortes e seleções arbitrários, historicamente


constituídos, expressões de interesses e relações de poder que ressaltam, ocultam ou negam
saberes (Fraga, 1995, pg. 88)”.

Na perspectiva escolar, a interdisciplinaridade não tem a pretensão de criar novas disciplinas ou


saberes, mas de utilizar os conhecimentos de várias disciplinas para resolver um problema ou
compreender um determinado fenómeno sob diferentes pontos de vista. “A interdisciplinaridade
tem uma função instrumental. Trata-se de recorrer a um saber directamente útil e utilizável para
resolver às questões e aos problemas sociais contemporâneos (Fraga, 1995, pg. 34)”.

A interdisciplinaridade serve como um principal complemento no conhecimento escolar


transmitindo como uma nova dinâmica na metodologia aplicada. Esse conceito fica mais claro
quando se considera realmente de que todo conhecimento mantêm um dialogo permanente com
outros conhecimentos que pode ser de questionamento, de confirmação e de aplicação.

Segundo Fraga (1995),

(...) É importante enfatizar que a interdisciplinaridade supõe um eixo integrador,


que pode ser o objeto de conhecimento, um projeto de investigação, um plano de
intervenção. Nesse sentido ela deve partir da necessidade sentida pelas escolas,
professores e alunos de explicar, compreender, intervir, mudar, prever, algo que
desafia uma disciplina isolada e atrai a atenção de mais de um olhar, talvez
vários. Explicação, compreensão, intervenção são processos que requerem um
conhecimento que vai alem da descrição da realidade mobiliza competências
cognitivas para deduzir, tirar inferências ou fazer previsões a partir do fato
observado (Fraga, 1995, p. 88 e 89).

2.4.Importância da participação do educador na elaboração de propostas didácticas que


viabilizam a interdisciplinaridade na sala de aula

A interdisciplinaridade possibilita uma nova postura diante do conhecimento existente,


conhecido e o a ser explorado, uma mudança de atitude em busca do contexto do conhecimento,
em busca do ser como pessoa participativa na sociedade de um modo em geral.

A interdisciplinaridade visa garantir a construção de um conhecimento globalizante, rompendo


com os limites das disciplinas e viabilizando assim novas oportunidades de conhecer e construir
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conhecimento. Para os dias actuais ela pode ser uma óptima ferramenta de ensino e
aprendizagem, pois possibilita um aprendizado assimilador entre as disciplinas, o que também
pode proporcionar aos educandos um aprendizado assimilador entre as mais diversas disciplinas
componente do currículo escolar.

No entanto, devemos salientar que a interdisciplinaridade consiste também numa prática que
precisa ser embasada em um conhecimento teórico antecedente à sua prática, ou seja, o
educador, por exemplo, antes de propor uma aula em que o conteúdo trabalhado consiste numa
actividade que pretende objectivar a interdisciplinaridade precisa ter um conhecimento
construído antecedentemente sobre o que venha a ser exactamente esta prática didáctica.

Devemos nos lembrarmos sempre que a interdisciplinaridade é sempre colocada no ambiente


escolar como sendo uma prática inovadora no ambiente de aprendizagem educacional, sendo
assim, é preciso ter sempre o cuidado de não se deixar com as acções educativas desenvolvidas
desviar o verdadeiro foco desta prática docente.

Podemos ver essa importância quando Fazenda (1994, p. 14) destaca que[...] qualquer actividade
interdisciplinar, seja ela de ensino seja de pesquisa, requer uma imersão teórica nas discussões
epistemológicas mais fundamentais e actuais, pois a questão da interdisciplinaridade envolve
uma reflexão profunda sobre os impasses vividos pela ciência actualmente.
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Conclusão

Todos ganham com a interdisciplinaridade, primeiramente pelo conhecimento recuperar sua


totalidade e complexidade; os professores pela necessidade de melhorarem sua interação com os
colegas e repesar da sua prática docente; os alunos por estarem em contato com o trabalho em
grupo, tendo o ensino voltado para compreensão do mundo que os cerca; por fim a escola, que
tem sua proposta pedagógica reflectida a todos instante e ganham como grandes parceiros a
comunidade, porque o entendimento do mundo que está inserido os alunos, partem do principio
de se ouvir também a comunidade.

Considerando que a interdisciplinaridade é um assunto amplo e complexo, no que diz respeito às


práticas educacionais, principalmente no que se refere ao ensino de ciências, realizamos este
trabalho para nortearmos nas actividades futuras como educadores.

Constatamos, que um trabalho interdisciplinar, antes de garantir associação temática entre


diferentes disciplinas, acção possível, mas não imprescindível, deve buscar unidade em termos
de prática docente, ou seja, independentemente dos temas/assuntos tratados em cada disciplina
isoladamente.

Portanto, a interdisciplinaridade na escola vem complementar as disciplinas, criando no conceito


de conhecimento uma visão de totalidade, onde os alunos possam perceber que o mundo onde
estão inseridos é composto de vários factores, que a soma de todos formam uma complexidade.
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Referencias Bibliográficas

Casali, A. (2001). Saberes e procederes escolares: o singular, o parcial, o universal. In:


Conhecimento Pesquisa e Educação. Campinas: Papirus.

Fazenda, I. (org.). (1999). Metodologia da pesquisa educacional. 5. ed. São Paulo: Cortez.

Fazenda, I.C.A. (1994). Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus

Fraga, D. (1995). Interdisciplinaridade na sala de aula: uma experiência pedagógica nas


terceira e quartas séries do primeiro grau. Porto Alegre: Editora da Universidade/ UFGRS.

Freire, P. (1996) Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 11. ed.
Libâneo, J. C (1999). Didáctica Geral. São Paulo: Cortez.

Maria, E. (2007). Metodologia do Ensino de Geografia, Curitiba, Ed. IBPEX.

São Paulo: Paz e Terra, 1996.

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