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Unidade II

ESTUDOS DISCIPLINARES
John Kenneth Galbraith

Profa. Viviane Paes


Falaremos sobre:

 Os problemas proeminentes da economia;


 Características básicas da economia neoclássica ou
neokeynesiana;
Dois problemas econômicos intrínsecos e importantes não
resolvidos pela economia neoclássica ou neokeynesiana:
 microeconômico das imperfeições do mercado;
 macroeconômico do desemprego ou da inflação.
 Sistema de Mercado X Sistema de poder ou planificação;
 Conflito de Interesses;
 Poder e Economia.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Os problemas proeminentes da economia:


 Críticas Metodológicas;
 Críticas gerais à ciência que faz reparos a aspectos específicos
de sua prática;
 Ciência econômica é insuficientemente normativa;
 Construção de modelos tornou-se um fim, não um meio;
 Críticas à Economia Matemática de homens que sentem que
estão falando para a posteridade.
 Você já parou para pensar que a ciência econômica leva a
marca de expectativas frustradas?
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Questões básicas de abordagem e estrutura:


 A partir de 1964/5, o que antes era conhecido no mundo não
socialista como ciência econômica, passou a ser chamado por
economia neoclássica, com as devidas possibilidades de ter
contribuição keynesiana e pós keynesiana.
 Crítica: o que era uma teoria geral e aceita como comportamento
econômico generalizado tornou-se uma interpretação particular e
contestável de comportamento.
 Para os novos e notavelmente articulados economistas daquela
geração, as referências à teoria neoclássica tornaram-se
pejorativas.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Você já parou para pensar que a ciência econômica está sujeita ao


julgamento:
 De leigos;
 De homens de negócios e seus prepostos políticos e
ideológicos;
 De pressupostos a fim de que a ortodoxia se mantivesse na
vida acadêmica moderna.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Por que?
Para não ameaçar:
 O direito de propriedade;
 O lucro;
 A política tarifária adequada;
 O orçamento equilibrado;
 Ou qualquer coisa que implique em simpatia por parte de
sindicatos, instituição estatal ou regulações públicas que
favoreçam os mais pobres.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 O que livrou a economia desta ingerência?


 O poder e a autoconfiança crescentes do sistema educacional;
 A complexidade cada vez maior da ciência econômica;
 Aceitabilidade crescente das ideias de novos economistas;
 Mais liberdade nas cátedras.
 “Mas no lugar da antiga censura surgiu uma nova tirania. Consiste
ela em definir o mérito científico pela afinidade, em termos de
crença e métodos, com a tendência acadêmica dos que já se
encontram instalados nas instituições” (GALBRAITH, 1973).
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Mas até esta “nova” forma de controle enfrenta problemas. A


economia neoclássica ou neokeynesiana, embora ofereça
oportunidades ilimitadas de refinamento das pesquisas, tem uma
debilidade básica:
 Falta de instrumentos adequados não proporciona um
instrumental apropriado para compreender os problemas
econômicos que hoje afligem a sociedade moderna;
 Os problemas econômicos modernos são teimosos;
 Não é possível resolver tais problemas sem o contato real.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Características básicas economia neoclássica ou neokeynesiana:


 Pressupostos de que o poder, e com ele a política, é alheio ao
objeto da ciência econômica.
 Em outras palavras, a empresa está subordinada às
disposições do mercado e, nessa medida, ao indivíduo ou ao
grupo doméstico;
 O Estado está subordinado às disposições do cidadão.
 Ao tornar a economia uma disciplina não-política, destrói sua
relação com o mundo real.
Interatividade

De acordo com Galbraith, considere os problemas de ordem metodológica e


proeminentes da ciência econômica:
I. De modo insuficiente, os economistas prescrevem como o mundo deveria
ser.
II. A construção de modelos econômicos essencialmente representa a
realidade concreta.
III. A ciência econômica deveria ser essencialmente positiva, em detrimento
da economia normativa que é dependente de juízos de valor, é pessoal, é
subjetiva e não pode ser definitivamente refutada. Pode-se afirmar que:
a) Apenas I está correta.
b) Apenas II está correta.
c) Apenas III está correta.
d) Apenas I e III estão corretas.
e) I, II e III estão corretas.
Resposta

De acordo com Galbraith, considere os problemas de ordem metodológica e


proeminentes da ciência econômica:
I. De modo insuficiente, os economistas prescrevem como o mundo deveria
ser.
II. A construção de modelos econômicos essencialmente representa a
realidade concreta.
III. A ciência econômica deveria ser essencialmente positiva, em detrimento
da economia normativa que é dependente de juízos de valor, é pessoal, é
subjetiva e não pode ser definitivamente refutada. Pode-se afirmar que:
a) Apenas I está correta.
b) Apenas II está correta.
c) Apenas III está correta.
d) Apenas I e III estão corretas.
e) I, II e III estão corretas.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Quando exclui a política da ciência econômica, a teoria


neoclássica ou neokeynesiana está empurrando seus agentes
econômicos para fora da arena social, onde eles ou se abstém de
jogar ou apostam em lances perdidos, gerando dois problemas
econômicos intrínsecos e importantes:
 O problema microeconômico das imperfeições do mercado;
 O problema macroeconômico do desemprego ou da inflação.
 Enquanto isso, deixa em boa medida intocada toda uma
constelação de outros temas econômicos urgentes”.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Para o problema microeconômico, a escola neoclássica ou


neokeynesiana apresenta uma solução falsa.
 Falando das imperfeições de mercado, especialmente
oligopólios, pode-se notar que automóveis, borracha, produtos
químicos, plásticos, álcool, tabaco, detergentes, cosméticos,
computadores, falsos remédios, aventura espacial — são áreas
de alto desenvolvimento e de excessiva utilização de recursos.
 Nos monopólios, a performance não costuma ser muito
diferente: a utilização de recursos é perigosamente ampla.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Contradição às conclusões microeconômicas estabelecidas:


 reação da sociedade contra o uso deficiente de recursos em
indústrias que, ao menos em escala e estrutura de empresa,
aproximam-se do modelo de mercado.
 Exemplos: Habitação, saúde e transportes locais estão entre os
casos mais destacados.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Em suas manifestações não doutrinárias, os economistas


também consideram como ponto pacífico os inconvenientes
sociais e os desconfortos decorrentes da baixa performance
desses ramos.
 Em resumo, vemos que a regra se torna exceção.
O modelo (regra) não deveria ser objeto de ineficiência.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Para os defensores da doutrina neoclássica, o excesso e a


escassez na utilização de recursos nas áreas refletem a opção
do consumidor. Na escassez, a culpa é de empresas que,
embora pequenas, são monopólios locais ou refletem o poder
monopolista dos sindicatos.
 Galbraith questiona: por que o consumidor moderno tende
crescentemente à insanidade, insiste crescentemente na
autoflagelação? E por que os pequenos monopólios funcionam
mal, e os grandes tão bem?
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Em relação ao problema microeconômico:


 “o modelo neoclássico não oferece explicação para o mais
importante problema microeconômico de nossa época. Não
explica porquê, em desafio a toda a doutrina, as indústrias de
grande poder de mercado apresentam um desenvolvimento
muito mais favorável do que as indústrias de pequeno poder de
mercado” (GALBRAITH, 1973).
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Para o problema macroeconômico, a escola neoclássica ou


neokeynesiana nem apresenta solução.
 Com exceção da validade e da aplicabilidade da moderna política,
em um dos ramos da teoria monetária. A política
macroeconômica moderna depende do mercado neoclássico.
 Independentemente de ser competitivo, monopolístico ou
oligopolista, é o mercado o guia supremo e impositivo para a
empresa que procura maximizar seus lucros. Quando a
produção e o emprego são deficientes, os preceitos de política
econômica mandam que se aumente a demanda global.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 De acordo com o modelo neoclássico, com o estímulo sobre o


mercado, as empresas reagem.
 O problema é que quando a economia atinge ou está perto de
atingir a plena utilização do equipamento e da força de trabalho,
surge um inconveniente social relevante: a inflação.
 Diante da inflação, o tratamento de estímulo é revertido: a
demanda é comprimida.
 Resultado: um efeito inicial sobre os preços, ou um efeito
retardado à medida em que a mão-de-obra excedente procura
emprego, as taxas de juros caem e a diminuição dos custos
dos fatores leva a preços estáveis ou mais baixos.
Interatividade

Com relação à síntese neoclássica, podemos afirmar que:


I. Surge no fim da metade do século XIX, pós marginalismo.
II. Os primeiros economistas neoclássicos tinham o objetivo de unir a
doutrina econômica clássica e as novas contribuições da revolução
marginalista.
III. Para os autores neoclássicos, o valor depende da oferta
(componente objetivo derivado dos custos) e da demanda.
Pode afirmar que estão corretas:
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e III, apenas.
e) I, II e III.
Resposta

Com relação à síntese neoclássica, podemos afirmar que:


I. Surge no fim da metade do século XIX, pós marginalismo.
II. Os primeiros economistas neoclássicos tinham o objetivo de unir a
doutrina econômica clássica e as novas contribuições da revolução
marginalista.
III. Para os autores neoclássicos, o valor depende da oferta
(componente objetivo derivado dos custos) e da demanda.
Pode afirmar que estão corretas:
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e III, apenas.
e) I, II e III.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Estas são as bases aceitas da política econômica, fielmente


decorrentes da fé neoclássica no mercado, consequências:
 Desemprego politicamente inaceitável;
 Inflação persistente e (na linha de Galbraith) socialmente
perniciosa;
 Frequentemente, as duas coisas ao mesmo tempo.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Galbraith usa o exemplo da história da presidência norte-


americana:
 Quando tomou posse, Richard Nixon, até então, estava
completamente comprometido com a ortodoxia neoclássica.
 Depois da posse, Nixon se descobriu keynesiano, com crença
baseada firmemente no poder supremo dos mercados.
 Às vésperas da reeleição, Nixon percebeu que os economistas
não possuem tanta fidelidade à ortodoxia neoclássica.
 Renegou o controle de salários e preços e nenhum economista
o fez entender as consequências de sua política.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Os economistas se preocupam em conciliar medidas de controle


com o mercado. Durante o financiamento ou subfinanciamento da
Guerra do Vietnã, durante a segunda metade da década dos 60,
houve:
 Impulso inflacionário;
 As empresas já calculavam a expectativa inflacionária em seus
resultados esperados.
 Pela publicação, nota-se que o impulso e a expectativa ainda
sobreviveram anos depois. Até que estes se dissiparam, os
controles se tornaram necessários.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Galbraith afirmou que a produção norte-americana,


divide-se em:
 sistema de mercado;
 sistema de poder ou planificação.

Galbraith alertou que o sistema de poder ou planificação, na


época da publicação do artigo, era constituído por no máximo 2
mil grandes corporações que:
 Possuiriam poder que transcende o mercado.
 Rivalizariam com o poder do Estado, quando não se
aproveitariam dele.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

No sistema de poder ou planificação, a moderna corporação:


 por si mesma ou associada a outras, exerceria uma influência
extensiva na determinação de seus preços e custos principais;
 Exerceria uma influência excepcional sobre o Estado Moderno;
 Possuiria interesses que não possuiriam relação com os
interesses públicos, mas que seriam confundidos com os
interesses públicos.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Mas, por que a economia neoclássica permanece?


 soberania incontrolada do consumidor;
 suprema soberania do cidadão;
 maximização dos lucros, com a consequente subordinação da
empresa ao mercado.
 Portanto, as três pernas do tripé em que se apoia.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Com relação à soberania incontrolada do consumidor:


 “Em princípio, ninguém nega que o consumidor moderno é objeto
de um maciço esforço de controle por parte do produtor. Os
métodos de tal controle são, por sua própria natureza,
embaraçosamente visíveis” (GALBRAITH, 1973).
Com relação à suprema soberania do cidadão:
 “[...] Hoje em dia, a subordinação do Estado aos interesses das
corporações é um dos temas das disputas eleitorais nos Estados
Unidos e no Canadá. Como eleitores, os economistas aceitam a
validade desse tema. Apenas sua atividade docente a nega”
(GALBRAITH, 1973).
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Com relação à maximização dos lucros, com a consequente


subordinação da empresa ao mercado:
 “Mas o empenho da moderna burocracia das corporações em
sua própria expansão é, talvez, o fato mais evidente. Não há
quem acredite que o conglomerado moderno sempre visa o
lucro, mais do que a expansão. Tornou-se um lugar-comum nos
últimos anos, claramente refletido nos preços dos seguros, que
a conglomeração sempre foi apta para o crescimento mais
frequentemente inepta para os lucros” (GALBRAITH, 1973).
Interatividade

Podemos afirmar que Galbraith, em seu artigo “O Poder e o


Economista Útil”, faz uma crítica em relação a:
a) Falta de instrumentos adequados dos economistas
neoclássicos ou neokeynesianos para abarcar os complexos
problemas econômicos.
b) Falta de credibilidade dos economistas graduados em
determinadas instituições.
c) Falta de um sistema que sintetize as ideias de uma economia
com características sociais que poderia estabelecer uma
distribuição de renda mais equânime.
d) Falta de relação entre a economia e o poder político.
e) Nenhuma das afirmações anteriores.
Resposta

Podemos afirmar que Galbraith, em seu artigo “O Poder e o


Economista Útil”, faz uma crítica em relação a:
a) Falta de instrumentos adequados dos economistas
neoclássicos ou neokeynesianos para abarcar os complexos
problemas econômicos.
b) Falta de credibilidade dos economistas graduados em
determinadas instituições.
c) Falta de um sistema que sintetize as ideias de uma economia
com características sociais que poderia estabelecer uma
distribuição de renda mais equânime.
d) Falta de relação entre a economia e o poder político.
e) Nenhuma das afirmações anteriores.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

Conclusões: existem dois sistemas:


 Sistema de Mercado: com pequenas empresas com disposições
de mercado, custos dados, Estado como ente remoto e sujeito às
pressões de grupos de interesse econômico.
 Sistema de poder ou planificação: ainda em processo de
formação, o poder se estende de forma incompleta mas
abrangente aos mercados, às pessoas que os patrocinam, ao
Estado e, nessa medida, finalmente, à utilização de recursos.
 A coexistência desses dois sistemas torna-se, por sua vez,
uma das chaves principais para o desempenho econômico.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Qual a crítica de Galbraith?


 Diante da exposição de tais fatos, ainda existir quem defenda
que Economia e Política não se misturam.
 “A moderna corporação possui poder sobre os mercados, poder
na sociedade, poder sobre o Estado, poder sobre as crenças
etc. Consequentemente, passa a ser um instrumento
político, diferente em forma e grau — mas não em gênero — do
próprio Estado” (GALBRAITH, 1973).

 Insistir no contrário – negar o caráter político da moderna


corporação – não é meramente fugir à realidade.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Conflito de Interesses?
 A visão neoclássica da economia, em um sistema de mercado,
a empresa estaria sujeita às disposições da sociedade,
por meio do mercado ou das urnas.
Crescimento = deficiente
 Uma vez no sistema de planificação, empresa possui amplos
poderes para perseguir seus próprios interesses. Pode ser que,
incidentalmente, seus interesses coincidam com os do público,
mas não há razão orgânica para que isso aconteça.
Crescimento = iminente (concreto)
↑ Crescimento ↑ Poder
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Por que a realidade não é sustentada pela doutrina neoclássica?


 Pela conveniente má interpretação das necessidades das pessoas.
O sistema está constituído de modo a atender mal aos interesses
das pessoas e, em seguida, obter maior ou menor consentimento
com o resultado.
Consequências:
 Produção excessiva de automóveis;
 Excesso de empenho na exploração espacial;
 Alto investimento em mísseis, submarinos, bombardeiros e porta-
aviões.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 Tanto na economia de mercado, quanto no sistema de


planificação, os recursos escassos são utilizados de maneira
ineficiente. A diferença é que a grande corporação faz uso de seu
poder.
 Mas, e a população? Se o produto ou serviço estiver diretamente
ligado ao conforto ou à sobrevivência, o descontentamento das
pessoas será considerável.
 Exemplos: habitação, serviços de saúde, transportes locais e
alguns serviços domésticos são hoje áreas de graves
insuficiências.
“O Poder e o Economista Útil” – J. K. Galbraith

 E os governos?
 Para amenizar, os governos modernos procuram expandir a
utilização dos recursos.
 Galbraith afirma que, neste caso, até o maior dos liberais acaba se
tornando a favor do intervencionismo social, quando não a favor
do socialismo.
 Sua crítica está direcionada aos que não advogam as restrições
sobre as áreas de excessiva utilização de recursos. Critica os que
disfarçam o poder das grandes corporações e os que
caracterizam como anormal a ação terapêutica nas áreas de
habitação, assistência médica, transportes.
O Poder e o Economista Útil - J. K. Galbraith

 O que fazer?
 Dar poder à economia!
 Por meio do controle, é possível estabelecer restrições fiscais e
monetárias capazes de neutralizar verdadeiramente as
corporações (lucros) e os sindicatos (salários).
 O controle permite um efeito de distribuição de renda mais
equânime.
Interatividade

A respeito do sistema de planificação, considere os itens:


I. No sistema de planificação, é notável que as empresas não podem
exercer poder sobre o Estado.
II. No sistema de planificação, os interesses privados (das empresas)
sempre irão coincidir com os interesses públicos.
III. No sistema de planificação, o crescimento de uma empresa será
maior quanto maior for o poder que ela detém de influenciar na
economia, por exemplo.
Estão corretos:
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e III, apenas
e) I, II e III.
Resposta

A respeito do sistema de planificação, considere os itens:


I. No sistema de planificação, é notável que as empresas não podem
exercer poder sobre o Estado.
II. No sistema de planificação, os interesses privados (das empresas)
sempre irão coincidir com os interesses públicos.
III. No sistema de planificação, o crescimento de uma empresa será
maior quanto maior for o poder que ela detém de influenciar na
economia, por exemplo.
Estão corretos:
a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e III, apenas
e) I, II e III.
ATÉ A PRÓXIMA!

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