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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância


Curso de Licenciatura em Ensino de Educação Física e Desporto

Resolução dos Exercícios

Estudante: Domingos Pessano Código: 708221843


Docente: MA. Devission Noé
Turma: G

Curso de Licenciatura em Ensino de Educação Física e Desporto


Disciplina: História do Desporto
Ano de Frequência: 1º Ano

Nampula, Julho de 2022

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Universidade Católica de Moçambique
Instituto de Educação à Distancia – IED
Curso de Licenciatura em Ensino de Educação Física e Desporto

Resolução dos Exercícios

Domingos Pessano Código: 708221843

Trabalho de carácter avaliativo de História do


Desporto submetido ao Instituto de Educação à
Distância (IED), da Universidade Católica de
Moçambique, no curso de Licenciatura em
Ensino de Educação Física e Desporto.

Docente: MA. Devission Noé

Nampula, Junho de 2022

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Índice

Introdução ........................................................................................................................................ 4

Resolução dos Exercícios ................................................................................................................ 5

Conclusão ...................................................................................................................................... 14

Referências bibliográficas ............................................................................................................. 15

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Introdução

Desporto é toda a forma de praticar actividade física, de forma metódica, com


objectivos competitivos que por meio de participação casual ou organizada, procure usar,
manter ou melhorar as habilidades físicas, proporcionando diversão aos participantes e, em
alguns casos, entretenimento para os espectadores. Os objectivos do desporto podem ser, além
da competição, também recreativos, ou de melhoria da saúde, ou ainda de melhoraria de
aptidão física e/ou mental.

O trabalho tem como objectivo responder as questões concernentes a cadeira de história do


desporto. Assim, o trabalho está estrutura em índice, introdução, desenvolvimento (explicação
dos itens), conclusão e referências bibliográficas.

Para que o trabalho fosse feito com sucesso, foi graças a consulta de várias obras
concernentes aos temas dado pelo docente. Assim, as criticas e sugestões estão bem-vindas,
pois só com elas é que iremos melhorar nos próximos trabalhos do campo.

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Resolução dos Exercícios

1. Impactos socioculturais do Desporto Moderno

Tanto a nossa sociedade, como as outras, são definidas pelo desporto que praticam, em que
este é determinado pela cultura e a sociedade pertencente. Os desportos podem ser
variadíssimos e alguns são o estereótipo de cada país, mas existe algo que têm de ter em
comum: os seus valores. (Garcia, 1971).

Entretanto, o desporto como fenómeno social que é, compõe um sistema desportivo, que
apresenta uma estrutura. Um sistema desportivo é um conjunto de indivíduos e grupos que
interagem entre si, compartilhando um mesmo objectivo: a promoção do desporto. Isto pode
abranger o campo de jogo, a vida associativa, as áreas profissionais desportivas, e as escolas.
Existindo uma organização desportiva, podemos contemplar os seguintes grupos:

 Praticantes;
 Dirigentes;
 Técnicos;
 Árbitros;
 Associados;
 Outros agentes desportivos (não estruturados);
 Massa de espectadores (não estruturada). (Garcia, 1971).

2. Actividade Física na Comunidade Primitiva e na Sociedade Esclavagista

2.1. Actividade Física

Conforme Bruce (s.d), a Actividade física formou-se logo no pensamento a imagem de


movimento ou locomoção. Logo, não se pode pensar em exercícios físicos sem primeiro
atentar para a sua origem: Os antropólogos e paleontólogos, pesquisando certos terrenos
geológicos, descobriram que o homem apareceu entre o fim Plioceno e o começo do
Pleistoceno.

A existência humana determina necessidades económicas. Estas obrigaram o homem a


locomover-se, de uma região para outra, numa mesma época do ano, ou em épocas diferentes,
iniciando, assim, inconscientemente o adestramento do corpo, melhorando, através de milhões
de anos, o seu aspecto físico para vencer melhor a luta pela vida, quer procurando os bens
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económicos, quer defendendo-se ou atacando, sem, no entanto, constituir-se uma preocupação
diária, em virtude de ser uma prática natural, do saltar, trepar, correr, lançar, nadar,
aprimorando, consequentemente, as funções orgânicas. O elevado grau de desenvolvimento
físico, decorrente do trabalho orgânico, agudeza dos sentidos de que eram dotados os povos
selvagens, são provas irrefutáveis de que os exercícios físicos, nasceram instintivamente com
o homem, em razão de suas necessidades económicas e biológicas. (Bruce, s.d).

A Educação física pelo homem primitivo: Surgiu com o aparecimento do homem. Porém, na
pré-história, não se encontram indícios concretos de como foram praticados tais exercícios
pelo homem primitivo, além da imitação.

Partindo, todavia, da Lei do Uso (Lamarck), segundo a qual a utilização frequente dos
diferentes órgãos, sistemas e aparelhos, em época e situações também diferentes, de acordo
com os estágios pelos quais passou o homem, desenvolveu-se e, ao mesmo tempo,
aperfeiçoou as funções determinando mudanças morfo-funcionais; e do seu aforismo: "A
função cria o órgão" (Lamarck), conclui-se que, existindo a espécie animal, existe movimento
e, portanto, exercícios físicos, os quais, pela sua repetição, aperfeiçoam e desenvolvem os
órgãos, sistemas e aparelhos.

O homem primitivo: Deslocava-se de um lugar para outro a procura de alimentos,


marchando, trepando, nadando, saltando e lançando as suas diferentes armas de lançamentos.

Pela repetição contínua desses exercícios, na luta pela sobrevivência, aperfeiçoava as funções
educando-as gradativa e inconscientemente, segundo as leis naturais de criação (biológicas),
confirmando pelo aforismo.

3. As diferentes manifestações desportivas da antiguidade face as actuais

Na Antiguidade, as práticas desportivas não se pareciam com as que conhecemos hoje. Em


razão disso, eram conceituadas como práticas pré-desportivas. Algumas eram úteis para a
sobrevivência do homem, como a corrida e a caça. Outras eram mais uma preparação para
guerras, como a esgrima e as lutas (Tubino, 2010).

Muitas dessas práticas pré-desportivas do desporto Antigo desapareceram com o tempo.


Outras se transformaram em desportos Autótonos, que podem ser considerados “desportos
puros”, isto é, desportos que continuaram a ser praticados ao longo do tempo sem receber
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influências de outras culturas. Quando os desportos Autónomos permanecem como prática,
mas com modificações de outras culturas, geralmente de nações colonizadoras, passam a ser
chamados desportos ou Jogos Tradicionais (Tubino, 2010, p.21).

Os jogos gregos são considerados como as primeiras manifestações desportivas. Eram “festas
populares, religiosas, verdadeiras cerimónias pan-helênicas, cujos participantes eram as
cidades gregas” (Tubino, 2010, p. 22).

Os Jogos Olímpicos da Antiguidade, principal manifestação desportiva de toda a Antiguidade,


eram celebrados em Olímpia, Élida, num bosque sagrado chamado “Altis”, em homenagem a
Zeus Horquios, a cada quatro anos. Esses Jogos eram anunciados pelos arautos e
desenvolvidos pelos helenoices. As principais provas eram: corrida de estádio, corrida do
duplo estádio, corrida de fundo, luta, pentatlo, corrida das quadrigas, pancrácio, corrida de
cavalos montados, corrida com armas, corrida de bigas, pugilato e outras (Tubino, 2010, p.
22).

As práticas desportivas passaram a ser relacionadas a lutas violentas e até mortais. Apostas
referentes aos resultados de lutas, corridas curtas, etc. motivaram o público nos séculos XVIII
e XIX.

4. Sistema educativo

Os muros, recentemente desenterrados, revelaram que a cultura física era praticada com tal
paixão, sob o aspecto de exercícios de força e destreza, que chegaram a construir praças de
jogos ou circo. Pelos pictogramas e pinturas de cenas desportivas, encontradas, nos muros.

A educação física era praticada, como se pôde deduzir, sob os aspectos militar, desportivo,
médico e rítmico.

Aspecto militar: Com este objectivo preparavam o exército para a guerra, sob o carácter
guerreiro, em toda sua amplitude, para desenvolver o sangue frio e a coragem, utilizando-se
da luta de gladiadores entre homens, e entre homens e mulheres com os animais ferozes, tal
qual foi mais tarde praticado em Roma, e com o mesmo fim, isto é, de alegrar a aristocracia
debochada e sedenta de crueldade e prazer, e acostumar a ver matar.

Aspecto desportivo: Desenvolvia, individual e colectivamente, as qualidades guerreiras.

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Carácter individual: Praticavam os desportos que desenvolviam as qualidades inatas do
guerreiro, tais como coragem, ousadia, resistência e confiança em si mesmo. Entre muitos
exercícios salienta-se de uma maneira especial.

4. A prática física desportiva do homem pré-histórico

As actividades humanas durante o período da pré-história dependiam do movimento, do acto


físico. O homem dependia de força, velocidade e resistência para sobreviver.
A situação de nomadismo fazia com que realizassem grandes caminhadas nas quais eram
obrigados a lutar, correr, saltar e nadar. (Tubino, 2010).

Uma característica especial o distinguia dos outros animais: eram capazes de segurar objectos,
provavelmente por ser o único que possuía o polegar.

De acordo com Teixeira (1997), no começo, ainda absolutamente nómadas, a caça e a pesca
eram a base da sua economia. Posteriormente, iniciaram-se num processo de sedentarização,
quando começaram a dominar técnicas rudimentares de agricultura e domesticação de
animais. Em qualquer desses momentos, foi necessário o aprimoramento das habilidades
físicas para a optimização de gestos e a construção de ferramentas que possibilitassem maior
sucesso nas práticas de sobrevivência.

Ademais, gna medida em que o homem entra num estágio definitivo de sedentarização, seu
espaço ocioso aumenta, levando ao surgimento de uma concepção desportiva, para as
actividades que, até então, eram praticadas apenas por razões utilitárias, guerreiras ou
ritualísticas. Cada vez mais, os jogos implicavam criar uma ordem moral e social. A
sociabilidade inerente às actividades lúdicas levava ao aparecimento de uma hierarquia de
valores ético-sociais, e tanto os vencedores como os vencidos deveriam aceitar os resultados
com desportivo.

Nesse contexto, a partir do instante em que o homem se sedentarizou, podemos registar o


início da luta pela posse de terras. É evidente que a fixação ao solo não se deu ao mesmo
tempo e em todos os lugares. Fácil será deduzir o que acontecia quando hordas nómadas
encontravam, em suas peregrinações, os grupos sedentários. Os primeiros embates marcaram
a vitória dos agressores, pois estes possuíam maior vigor físico devido a sua actividade física
mais intensa. Aqueles que já plantavam e criavam, ao instalar novos núcleos tratavam, agora,

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de aproveitar seus momentos de ócio num treinamento visando o sucesso diante de novos e
possíveis ataques.

5. Os pressupostos que propiciaram a revolução da educação física

Desde a pré-história a Educação Física vem sendo influenciada pela sociedade. Nessa época
as actividades físicas ficaram restritas a defender-se e atacar. A luta pela sobrevivência levou
a movimentos naturais. Para desenvolver estudos sobre a época, os pesquisadores se
baseavam em todos os tipos de objectos, como pedras trabalhadas ou rudimentares, fósseis de
animais e de humanos, pinturas rupestres, monumentos e, um pouco mais tarde, objectos e
monumentos de bronze e ferro, câmaras mortuárias, estradas, dentre outros. (Garcia, 1971).

No entanto, todos os exercícios físicos, qualquer que seja sua forma de realização, possuem
suas raízes, de forma hipotética ou verdadeira nas mais primitivas civilizações. Pode - se
afirmar que todos os tipos de exercícios físicos são provenientes de quatro grandes causas
humanas: luta pela existência, ritos e cultos, preparação guerreira e jogos e práticas atléticas.

Bruce (s.d), afirma que o homem primitivo deslocava-se de um lugar para outro a procura de
alimentos, marchando, subindo em árvores, escalando penhascos, nadando, saltando e
lançando as suas diferentes armas de arremesso. Assim o homem executa os seus movimentos
corporais mais básicos e naturais desde que se colocou de pé. Pela repetição contínua desses
exercícios, na luta pela sobrevivência, aperfeiçoava as funções, educando-as gradativa e
inconscientemente.

Porém, todo esse contexto é algo natural e quotidiano. E, como Educação Física propriamente
dita, os primeiros registos tardaram a aparecer.

Em cada sociedade, povo ou país a Educação Física apresentava focos diferentes de interesse
e utilização. Na China a Educação Física era praticada em carácter de guerra, além da
finalidade terapêutica e higiénica.

Na Índia, a Educação Física era vista como uma doutrina a ser seguida, de foco fisiológico e
com indispensáveis necessidades militares. Foi onde teve origem a Yoga e exercícios
ginásticos aprofundados da medicina com técnicas de respiração e massoterapia. Buda
atribuía aos exercícios o caminho da energia física, pureza dos sentimentos, bondade e
conhecimento das ciências para a suprema felicidade do Nirvana, (no budismo, estado de
ausência total de sofrimento).
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No Japão, a Educação Física possuía fundamentos médicos, higiénicos, filosóficos, morais,
religiosos e guerreiros. Os samurais são um exemplo de guerreiros feudais originados da
prática da Educação Física no Japão. Já no Egipto, os exercícios Gímnicos formaram a
ginástica egípcia dotada de equilíbrio, força, flexibilidade e resistência. A existência da
ginástica egípcia foi revelada em pinturas nas paredes de tumbas.

Mas foi na Grécia que encontramos a civilização antiga que mais contribuiu para a Educação
Física. Novamente é visível a ligação que a sociedade e sua cultura têm com a história da
Educação Física. Foi na Grécia que surgiram os grandes pensadores, que contribuíram com
vários conceitos, até hoje aceitos pela Educação Física e pela pedagogia. Grandes artistas,
pensadores e filósofos como Mirón, Sócrates, Hipócrates, Platão e Aristóteles criaram
conceitos como o de equilíbrio entre corpo e espírito ou mente, citados por Platão. Também
nasceram na Grécia os termos halteres, atleta, ginástica, pentatlo, entre outros.

Após a tomada militar da Grécia, Roma absorveu a cultura desta civilização, porém a
Educação Física se caracterizou pelo espírito prático e utilitário, tendo assim uma visão
voltada para a preparação dos soldados e da população para a guerra. Foi no período romano
que surgiu a famosa frase “Mens sana in Corpore Sano”.

A Idade Média foi marcada pelo impacto do Cristianismo, repleta de ascetismo. Mesmo com
isso, estudantes continuavam a seguir as teorias de Aristóteles, enriquecendo o património dos
conhecimentos. Nesta época floresceu a arte gótica, surgiram as primeiras universidades, e
com elas personalidades geniais como Santo Tomás de Aquino. Considerada como “a Idade
das Trevas”, o culto ao corpo era considerado pecado e com isso, houve uma grande
decadência da Educação Física. Os exercícios Físicos ficaram retidos em torneios muito
sangrentos.

No Renascimento, a Educação Física deu um salto em busca do seu próprio conhecimento. O


período da renascença fez explodir novamente a cultura física. A admiração e dedicação pela
beleza do corpo, antes proibida, agora renasce com grandes artistas como Leonardo da Vinci
(1432-1519). A escultura de estátuas e a dissecação de cadáveres fizeram surgir a anatomia,
grande passo para a Educação Física e a Medicina. A introdução da Educação Física na
escola, no mesmo nível das disciplinas tidas como intelectuais, se deve nesse período a
Vittorino da Feltre (1378-1466) que, em 1423, fundou a escola “La Casa Giocosa” onde o
conteúdo programático incluía os exercícios físicos”. (Bruce, s.d; Gracia, 1971).

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6. As Teorias que sustentaram o surgimento do movimento Olímpico, desde a sua
criação, fundador e o desenvolvimento

6.1. Pierre de Coubertin

Foi fundador do Comité Olímpico Internacional (COI), do Movimento Olímpico e dos Jogos
Olímpicos da era Moderna, se considerava em primeiro lugar um educador. O COI (2008),
Coubertin via o desporto como parte da educação de qualquer jovem assim como a ciência, a
literatura e as artes. Com esta visão, seu objectivo era oferecer educação harmoniosa para o
corpo e a mente da juventude.
O Movimento Olímpico apoia os princípios de Coubertin e, hoje, a educação através do
Olimpismo tornou-se universal, essencialmente baseada nos valores humanos fundamentais.
A Educação ligada ao Olimpismo, ou seja, a Educação Olímpica envolve duas orientações: (i)
pesquisa sobre o Olimpismo (mundo académico) e (ii) ensino através do Olimpismo
(crianças, adolescentes e atletas) através de programas académicos e programas para a
juventude.
Seu conteúdo pedagógico inclui os valores humanistas que são universalmente aceitos pela
sociedade humana, como, por exemplo, a busca pela excelência, o fair play, justiça, respeito.

7. Conceitos de Jogos polidesportivos ou eventos multidesportivos

O jogos poliesportivos ou eventos multidesportivos, são competições que envolvem


vários desportos e modalidades desportivas que são disputadas juntas, geralmente, por nações.
O evento multidesportivo mais conhecido é os Jogos Olímpicos.

8. Há idades mais adequadas para introduzir as diferentes modalidades desportivas?

Não. Todas podem ser trabalhadas com crianças de diferentes faixas etárias, mas é importante
fazer adaptações com relação ao desporto oficial.

10. O que é essencial ensinar às crianças?

Nas crianças é essencial ensinar o canto, a apreciação de obras musicais, a participação em


brincadeiras de dança e a experimentação de ritmos são essenciais, pois possibilitam muitas
aprendizagens para as crianças. Além disso, deve-se ensinar a ser a cada dia mais

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independente, auto-suficiente emocional e fisicamente, a ter responsabilidade e disciplina no
dia-a-dia para se integrar bem à sociedade sozinho mais tarde na vida. Em síntese, é preciso
ensinar as crianças a serem humanas.

11. Como devem ser organizados os campeonatos?

Organizar um campeonato é ter responsabilidade sobre muitas coisas. A organização deve


criar o regulamento, contratar toda equipe de trabalho. Também deve definir datas e horários
de jogos. Além disso, se responsabilizar pela divulgação do torneio e a exposição da marca
dos patrocinadores.

No entanto, para criar e organizar competições desportivas deve-se:

 Definir qual será o tipo de competição e disputa;


 Definir o local da sua competição desportiva com antecedência;
 Cuidar da logística e verificar a necessidade de compras ou contratações; e
 Montar as tabelas de participantes de acordo com o sistema escolhido.

12. Qual é a melhor forma de montar a equipa?

Montar uma equipe de sucesso é um investimento desafiador para a corporação. Apesar da


complexidade da tarefa, o retorno que ela traz é muito positivo. Formar uma equipe excelente
não envolve só uma boa escolha de profissionais, mas também um gerenciamento diário
cuidadoso dos colaboradores.

Para formar uma equipe bem-sucedida, é importante adoptar práticas que maximizem o
desempenho dos profissionais e que também estimulem o desenvolvimento de boas relações
entre os colegas de trabalho.

Nesse contexto, para formar uma equipe de sucesso deve-se seguir os seguintes passos:

 Incentive ideias;
 Promova a colaboração;
 Delegue responsabilidade;
 Dê feedback;
 Seja flexível;

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 Seja acessível;
 Apoie o desenvolvimento; e
 Reconheça o sucesso.

13. Qual deve ser o papel do professor durante um jogo?

O professor é um elemento crucial durante o jogo, pois, nesse momento que o professor
discute as dúvidas dos alunos acerca dos conteúdos das Pistas, além de levantar questões
sobre o Caso e/ou temas do programa de ensino a ele relacionados.

14. Como estudar a fisiologia do desporto na aula?

Para estudar a Fisiologia do desporto na aula é necessário que:

 Preste bastante atenção às aulas. Os professores são o meio mais fácil de compreender
um conteúdo;
 Não deixe a matéria acumular;
 Confeccione esquemas;
 Torne seu estudo prazeroso; e
 Enriqueça seu conhecimento com mais informações.

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Conclusão

Chegado o fim da resolução do questionário, conclui-se que o homem pratica a actividade


física desde os tempos mais remotos, sendo uma necessidade natural e que em última análise,
na pré-história estava em função da sobrevivência (atacar e defender), daí a instituição das
lutas que se perpetuaram até nossos dias. As práticas rituais, quando se empregava a dança e
jogos estavam a serviço do misticismo, e neste período da história da humanidade a
actividade física também serviam a recreação e a competição do homem primitivo.

Também é possível perceber que a Educação Física passou por profundas modificações,
consequências de todo o processo histórico e que, actualmente, ainda está em mutação, sendo
que este processo continuará ocorrendo com o passar dos anos. Em tempos atrás, as mudanças
ocorriam de forma mais lenta. Hoje em dia, com a velocidade na transmissão de informações
e com a facilidade ao acesso aos novos estudos e publicações, acredita-se que as mudanças
acontecerão de forma mais rápida e mais abrangente.

A evolução da história da Educação Física passou por várias fases; algumas positivas e outras
negativas. Estas fases construíram o conceito que a educação física possui actualmente,
ocupando a posição de destaque que a mesma possui na sociedade. E as fases que virão,
tornarão a prática da educação física, seja ela escolar ou não, mais profissional e mais
difundida, com objectivos cada vez mais definidos e específicos, pois com a regulamentação
da profissão em 1998, o acesso à Educação Física está sendo defendida e proporcionada em
escala maior para toda a população, independente de classe social, idade, condição física, cor,
religião, opção sexual ou alguma deficiência física, motora ou mental.

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Referências bibliográficas

Bruce, B.S. (s.d). Manual do Curso de Licenciatura em Educação Física e Desporto. História
do Desporto e Actividade Física. Universidade Católica de Moçambique Centro de
Ensino à Distância.

Garcia, P. (1971). A humanidade pré-histórica. Edição, verbo, Lisboa.

Pais, S; & Romão, P. (2005). Educação Física – 10º/11º/12º anos. Porto Editora.

Soares, C.L. (2009). Educação física: raízes europeias e Brasil (2ª.ed.). Revista Campinas:
Autores Associados.

Teixeira, H.V. (1997). Educação Física e Desportos. São Paulo: Saraiva.

Tubino, M. J. G. (2010). Estudos brasileiros Sobre o esporte: ênfase no esporte-educação.


Maringá: Eduem.

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