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METODOLOGIA DO

ENSINO DE
CIÊNCIAS

Adriana Fernandes
Gonçalves
M593 Metodologia do ensino de ciência [recurso
eletrônico] / Organizadora, Adriana Fernandes
Gonçalves. – Porto Alegre : SAGAH, 2016.

Editado como livro impresso em 2016.


ISBN 978-85-69726-29-6

1. Educação. 2. Metodologia de ensino - Ciências.


I. Gonçalves, Adriana Fernandes.
CDU 37.022

Catalogação na publicação: Poliana Sanchez de Araujo – CRB 10/2094


A criação de estratégias
pedagógicas para o ensino de
ciências na escola II
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados
„„ Reconhecer a importância das atividades lúdicas no processo de
ensino-aprendizagem de ciências.
„„ Identificar atividades adequadas às etapas de desenvolvimento
da criança.
„„ Criar propostas pedagógicas lúdicas para o trabalho com a
disciplina de ciências.

Introdução
Neste texto, você vai estudar a importância das atividades lúdicas no
processo ensino-aprendizagem de ciências. Você ainda vai conhecer
e construir sugestões de estratégias pedagógicas voltadas para
atividades lúdicas.

A importância das atividades lúdicas no


ensino-aprendizagem da disciplina de
ciências

Fique atento

Os alunos aprendem de diferentes maneiras o tempo todo, e não existe uma única
maneira “certa” para todos. Portanto, os professores devem usar uma variedade de
abordagens diferentes em seu trabalho, para atender a variedade de estilos de apren-
dizagem dos alunos (WARD et al., 2010).
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Você pode tornar o ensino de ciências mais lúdico deixando-o mais agra-
dável e acessível, sem abandonar o rigor de um currículo preestabelecido e
seus conteúdos específicos. Não são apenas os jogos que tornam a disciplina
mais lúdica. Existem outras estratégias que podem ser utilizadas por você
com muito sucesso no quesito ensino-aprendizagem, desde que bem adap-
tadas ao conteúdo. Aqui vamos dar algumas sugestões de atividades, e você
pode se aprofundar neste tema e desenvolver outras alternativas:

„„ Literatura: existem muitos livros literários que abordam temas como bio-
diversidade, ecossistemas, ciclo da água, entre outros, além dos livros de
ficção científica (que nada mais são do que experimentos científicos) que
apontam malefícios e benefícios de sua utilização. A partir daí você pode
desenvolver debates ou seminários sobre diversos assuntos. Há muita lite-
ratura infanto-juvenil disponível para o ensino fundamental. Por exemplo,
Zen et al. (1997) participaram da organização do livro Ciências na sala de
aula, onde abordam diversos temas que você pode usar em aula. Além de
livros, você também pode utilizar textos originais de cientistas, estimu-
lando a leitura, a escrita científica e despertando a curiosidade dos alunos.
Ao utilizar textos de cientistas famosos, em primeira pessoa, os alunos
acabam se sentindo mais próximos deles.

Saiba mais

Darwin escreveu alguns livros em primeira pessoa. Ele se apresenta como um cientista
espirituoso e bem-humorado. Os livros A viagem a bordo do HMS Beagle pela América do
Sul, A autobiografia de Charles Darwin e Entendendo Darwin: a autobiografia de Charles
Darwin são boas sugestões de leitura.

As histórias em quadrinhos e os mangás, apresentados de forma única


(quadrinhos), utilizam diversos recursos linguísticos que facilitam o entendi-
mento do conteúdo.
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Saiba mais

Faça a leitura do artigo A literatura infanto-juvenil no ensino de ciências: uma relação possí-
vel, Linsingen (2011). A autora apresenta uma lista de livros sobre diversos temas dentro
da disciplina de ciências que você pode utilizar em sua abordagem!

„„ Teatro: você pode sugerir que as peças teatrais sejam apresentadas pelos
próprios alunos, a partir de roteiros criados por eles, pois isso vai auxiliar
na compreensão, na organização e no domínio do conteúdo. Conforme
Ward et al. (2010, p. 141),

O autoperpetuante ditado ‘ouço e esqueço; vejo e lembro; faço e enten-


do’ mostra a importância das atividades práticas, e uma dessas técnicas
experimentais, criativas e práticas é a dramatização. [...] Observou-se que
a dramatização desenvolve a apreciação natural dos alunos pelo lúdico,
podendo gerar muita diversão e um interesse verdadeiro.

Saiba mais

Silveira, Ataíde e Freire (2009) dissertam sobre a utilização do teatro e das atividades
lúdicas no ensino de ciências no seu artigo Atividades lúdicas no ensino de ciências:
uma adaptação metodológica através do teatro para comunicar a ciência a todos. Eles
relatam a experiência do uso das peças teatrais, seguidas de uma abordagem peda-
gógica e também disponibilizam o roteiro da peça “O ciclo da água”, que você pode
utilizar com alunos do 6º ano.

„„ Cinema: você pode apresentar filmes de diversos gêneros – ficção cien-


tífica, documentários, animações, curtas-metragens –, o que torna mais
compreensível o conteúdo, além de mostrar diversas opiniões sobre o as-
sunto. Dependendo do planejamento da sua aula, você pode utilizar o filme
completo ou editar algumas cenas (até mesmo de mais de um filme) mais
importantes. O filme é uma boa estratégia para o desenvolvimento de de-
bates, leituras adicionais, construção de resenhas. Animações como “A era
A criação de estratégias pedagógicas para o ensino de ciências na escola II 87

do gelo”, “Happy Feet, o pinguim” e “Wall-E” tratam sobre o aquecimento


global e a evolução; documentários como “A última hora” e “Uma verdade
inconveniente” tratam de aquecimento global e mudanças climáticas; lon-
gas-metragens como “Alimentos”, “Tomorrowland”, “A história das coisas”
e “Lixo extraordinário” tratam sobre meio ambiente, tecnologia, biodiver-
sidade. Mas existem muitos outros filmes disponíveis no mercado que você
pode apresentar como estratégia de aprendizagem em ciências.
„„ Música: independente do gênero musical, você pode utilizar muitas músi-
cas que abordam temas relacionados ao ensino de ciências. Desde “Planeta
água”, de Guilherme Arantes, até “Bichos escrotos”, do grupo Titãs, as
músicas podem servir como apoio didático em suas discussões sobre pro-
blemas ambientais, saúde, corpo, biodiversidade, entre outros.

Atividades lúdicas adequadas ao desenvolvimento da


criança
Os autores Cavallari e Zacharias (2007) propõem a adequação das atividades
lúdicas de acordo com a idade do aluno. Para eles, todas as atividades lúdicas
podem ser adaptadas, respeitando a etapa de desenvolvimento em que a crian-
ça se encontra. Observe o que os autores apresentam:

„„ de 0 a 2 anos: brincadeiras referentes à educação sensório-motora (sentir/


executar), exploração, canto, perguntas e respostas, esconde-esconde.
„„ entre 2 e 4 anos: brincadeiras com poucas regras simples, utilização das
formas básicas de movimento (andar, correr, saltar, rolar), representação/
imitação (brincar de casinha, cantar, etc.).
„„ entre 4 e 6 anos: brincadeiras com regras, atividades com muita movi-
mentação.
„„ entre 6 e 8 anos: jogos de montar, atividades em equipes, desafios, ativi-
dades com movimento.
„„ entre 8 e 10 anos: é importante formar grupos, a realização de atividades
que envolvam estratégias, raciocínio e desafios, pois já possuem raciocí-
nio concreto e aquisição do abstrato.
„„ entre 10 e 12 anos: têm menos interesse por brincadeiras, gostam de gran-
des jogos simplificados e de jogos de integração social, atividades em
equipe. Já compreendem a sexualidade. É uma boa idade para a realização
de teatro.
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„„ entre 12 e 14 anos: supervalorizam a competição, jogos com estratégias e


alto nível de dificuldade. Neste período, são muito influenciáveis.
„„ entre 14 e 18 anos: aceitação e discussão das diferenças de habilidades en-
tre os sexos, desprezam atividades motoras (idade da preguiça), têm uma
visão da atividade lúdica não somente como atividade física, valorizam
atividades sociais e culturais, apreciam gincanas de múltiplas atividades,
atividades junto à natureza, cinema, música e dança.

Você pode se basear nas sugestões de atividades lúdicas propostas por


Cavallari e Zacharias (2007) e integrar essas informações com os Estágios de
Desenvolvimento Cognitivo propostos por Piaget:

„„ Estágio Sensório-Motor (até 2 anos): desenvolvimento inicial da coor-


denação motora, a inteligência está ligada a situações e ações concretas,
etapa em que se diferencia o próprio corpo dos demais objetos.
„„ Estágio Pré-Operatório (de 2 a 6 anos): ocorre a produção de imagens
mentais, são egocêntricos.
„„ Estágio Operatório Concreto (de 7 a 11 anos): aceitam o ponto de vista das
outras pessoas, realizam atividades concretas que não exijam abstração,
conseguem classificar e agrupar.
„„ Estágio das Operações Formais (de 12 anos até o final da adolescência):
fase de transição para o modo de pensar do adulto, têm a capacidade de
raciocinar sobre hipóteses e situações abstratas, conseguem opinar e for-
mular conceitos.

Saiba mais

Faça a leitura do livro Ciência lúdica: brincando e aprendendo com jogos sobre ciências,
organizado por Lira-da-Silva (2008).
A criação de estratégias pedagógicas para o ensino de ciências na escola II 89

Exercícios
1. De acordo com Spengler (2014), a) Todas as alternativas são
o lúdico pode ser utilizado como verdadeiras.
promotor da aprendizagem nas b) Todas as alternativas são falsas.
práticas escolares, possibilitando a c) Somente é falsa a alternativa IV.
aproximação dos alunos do conhe- d) Somente a alternativa III é
cimento científico. Nesse sentido, ele verdadeira.
se constitui como um importante e) As alternativas I e II são
recurso para que você desenvolva verdadeiras.
a habilidade de resolução de pro- 2. Em 2008, foram mostrados os
blemas, favoreça a apropriação de motivos de a aprendizagem estar
conceitos e atenda às necessidades tão defasada. Assim, a maioria das
da adolescência. pessoas opinou pela necessidade
Com base nas ideias acima, coloque de aulas mais dinâmicas, atividades
V, para as alternativas verdadeiras, e F, extraclasses e uso de materiais
para as falsas. didáticos diferenciados.
( ) I. Todo ser humano pode se Marque a alternativa que NÃO
beneficiar de atividades lúdicas, apresenta propostas diferenciadas de
tanto pelo aspecto de diversão trabalho para o ensino de ciências:
e prazer quanto pelo aspecto da a) Depois de estudar
aprendizagem. detalhadamente a classificação
( ) II. O lúdico pode ser utilizado de animais, o habitat e a
como promotor da aprendizagem alimentação, a professora levou
nas práticas escolares, os seus alunos para visitar os
possibilitando a aproximação animais no zoológico, finalizando
dos alunos do conhecimento o trabalho do bimestre.
científico. b) A professora levou os seus
( ) III. Ensinar ciências não se restringe alunos ao zoológico para um
a transmitir informações ou passeio. Ao retornar à sala de aula,
apresentar apenas um caminho, sugeriu a eles que registrassem
mas também a ajudar o aluno a curiosidades que tinham sobre
tomar consciência de si mesmo, os animais vistos no zoológico.
dos outros e da sociedade. Então, propôs à turma que
( ) IV. O aluno precisa reconhecer elaborassem, juntos, um projeto
no professor o construtor de de trabalho.
seus saberes, a partir de suas c) A professora preparou com
atividades propostas, que devem seus alunos uma peça de teatro
ser coerentes com a atividade na qual foram abordados os
científica. conceitos trabalhados durante o
Agora, marque a alternativa desenvolvimento dos conteúdos,
CORRETA: para término do projeto.
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d) Os alunos se agruparam, e cada de desenvolvimento em que o


equipe ficou responsável pela aluno se encontra e o tempo de
montagem de jogos didáticos duração da atividade para que
com o tema dos animais. seja possível a ação, exploração
e) A professora desafiou seus alunos e reelaboração dos conteúdos
a montarem uma revistinha propostos.” (SPENGLER, 2014).
em quadrinhos, abordando o d) “O trabalho com atividades
conteúdo estudado em ciências. lúdicas requer uma organização
3. Ao trabalhar os conteúdos prévia e uma avaliação
de ciências com estratégias constante do processo ensino-
diversificadas, também é necessário aprendizagem.” (SPENGLER, 2014).
que você se preocupe com o e) “A primeira etapa a se definir
desenvolvimento dos conteúdos são os objetivos ou a finalidade
procedimentais, atitudinais e do lúdico para que se possa
conceituais. direcionar o trabalho e dar
Leia as alternativas abaixo e marque significado às atividades.”
aquela que mais se aproxima do (SPENGLER, 2014).
desenvolvimento dos conteúdos 4. Segundo Chaguri (2006 apud
atitudinais, tão carentes de TEIXEIRA, 1995), “[...] o lúdico é
valorização nas práticas escolares. caracterizado pelo prazer e esforço
a) Segundo Sanmarti (2009) e espontâneo. É prazeroso, porque,
Szundy (2005), para que ocorra devido a sua capacidade de absorver
uma aprendizagem significativa, o indivíduo de forma intensa e
deve ser oferecida aos alunos total, cria um clima de entusiasmo.
uma quantidade diversificada de Este envolvimento emocional é
tarefas e, para isso, o professor que transforma o lúdico em uma
deve conhecer muitas técnicas e atividade motivadora, capaz de gerar
recursos. um estado de vibração e euforia.”.
b) “[...] ao considerar que é As atividades lúdicas mobilizam
imprescindível no processo de esquemas mentais, além de
ensino-aprendizagem o incentivo desenvolver vários aspectos da
às atitudes de curiosidade, personalidade. Com base nisso,
de respeito à diversidade de analise os aspectos abaixo em
opiniões, à persistência na busca relação à personalidade:
e compreensão das informações I. Cognição, afeição e socialização.
das provas obtidas, de valorização II. Assimilação e estruturação de
da vida, de preservação do conceitos.
ambiente, de apreço e respeito à III. Motivação e criatividade.
individualidade e a coletividade.” Agora, marque a alternativa
(SPENGLER, 2014). CORRETA:
c) “[...] deve ter sempre claro os a) Os itens I e II estão corretos.
objetivos que pretende atingir b) Todos os itens estão corretos.
com a atividade lúdica que vai c) Os itens II e III estão corretos.
utilizar, deve respeitar o nível d) Os itens I e III estão corretos.
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e) Apenas o item III está correto. a investigação científica.”


5. Segundo SPENGLER (2014), para (HEWLETT, 2010, p. 125).
que ocorra uma aprendizagem b) “A ficção, que também inclui a
significativa, deve ser oferecida aos poesia, traz oportunidades para
alunos uma quantidade diversificada os alunos fazerem conexões
de tarefas e, para isso, você deve entre conceitos científicos e suas
conhecer muitas técnicas e recursos. próprias experiências de vida,
As atividades lúdicas, por exemplo, proporcionando um modelo de
permitem ao aluno explorar muito referência para fundamentar sua
mais sua criatividade, melhorar sua aprendizagem.” (HEWLETT, 2010,
conduta no processo de ensino- p. 125).
aprendizagem e sua autoestima, c) “Usa-se a dramatização como
por isso são consideradas atividades ferramenta cinestésica para
estratégicas. Assim, você pode promover o entendimento de
considerar como estratégias alunos do ensino fundamental
diferenciadas de trabalho com o sobre conceitos científicos
ensino de ciências, EXCETO: abstratos.” (FOREMAN, 2010, p.
a) “As histórias, reais e imaginárias, 139).
podem ser uma rica fonte de d) “Os jogos oferecem
oportunidades de aprendizagem oportunidades para aprenderem
para alunos de todas as idades. o conhecimento da Ciência e o
As histórias folclóricas, os mitos vocabulário associado, de um
e as lendas tradicionais, bem modo interessante.” (WARD, 2010,
como as histórias modernas que p. 161).
lidam com o mundo onde as e) “E improvável que se promova
pessoas vivem podem ser usadas a aquisição da linguagem e o
como estímulo para dar suporte prazer de forma efetiva com o
à aprendizagem em diversas uso de jogos científicos.” (WARD,
disciplinas curriculares, incluindo 2010, p. 161).
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Referências

CAVALLARI, V. D.; ZACHARIAS, V. Trabalhando com recreação. 9. ed. São Paulo: Ícone, 2007.

FOREMAN, J. O uso de dramatização para estimular e para desenvolver a compreensão


dos alunos sobre conceitos científicos. In: WARD, H. et al. Ensino de ciências. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010.

HEWLETT, C. A ciência das histórias. In: WARD, H. et al. Ensino de ciências. 2. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2010.

LINSINGEN, L. von. A literatura infanto-juvenil e o ensino de ciências: uma relação pos-


sível. In: SEMINÁRIO DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL DE SANTA CATARINA, 4., 2011.
Anais… Florianópolis: SLIJSC, 2011.

LIRA-DA-SILVA, R. M. (Org.). Ciência lúdica: brincando e aprendendo com jogos sobre


ciências. Salvador: Edufba, 2008.

SANMARTÍ, N. Avaliar para aprender. Porto Alegre: Artmed, 2009.

SPENGLER, F. Fases do desenvolvimento infantil. [S.l.]: Psicoinfantil.net, 2014. Disponível


em: <http://psicoinfantil.net/fases-do-desenvolvimento/>. Acesso em: 7 jun. 2016.

SILVEIRA, A. F. da; ATAÍDE, A. R. P. de; FREIRE, M. L. F. Atividades lúdicas no ensino de ciên-


cias: uma adaptação metodológica através do teatro para comunicar a ciência a todos.
Educar, Curitiba, n. 34, p. 251-262, 2009.

SZUNDY, P. T. C. A construção do conhecimento do jogo e sobre o jogo: ensino e aprendi-


zagem de LE e formação reflexiva. 2005. Tese (Doutorado em Linguística Aplicada e Es-
tudos da Linguagem) – Laboratório de Estudos da Linguagem, Pontifícia Universidade
Católica, São Paulo, 2005.

TEIXEIRA, C. E. J. A ludicidade na escola. São Paulo: Loyola, 1995.

WARD, H. et al. Ensino de ciências. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.

ZEN, M. I, H. D. et al. Aprendendo com Era uma vez... In: OLIVEIRA, D. L. de (Org.). Ciências
nas salas de aula. Porto Alegre: Mediação, 1997. p. 39-46. (Cadernos de Educação Básica,
v. 2).

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