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Homem, mercador insólito, uma abordagem histórica no antigo mediterrâneo

Professor Pedro Mahfuz Junior

RESUMO

Este artigo, com base em pesquisa bibliográfica, mostra a natureza mercantil do homem
como elemento propulsor de importantes conflitos ocorridos na região do mediterrâneo antigo. A
história relatada faz emergir este aspecto, mostrando cenários de civilizações clássicas,
identificados com os dias atuais.

PALAVRAS-CHAVE

História, civilização, mercado, conflito,estratégia

ABSTRACT

This article based on bibliograph search shows the mercantile nature of the man like
propeller element of importants conflicts ocurred in the area of old mediterranean. The related
history emerges this aspect, showing contexts of classic civilizations, identifieds with nowdays.

KEY WORDS
History, civilization, market, conflict, strategy.

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Segundo Bell (1959, p. 182/183), em 520 antes de nossa era, o comércio está quase
inteiramente nas mãos de mercadores atenienses. Não há um vaso que não venha de Atenas:

“(...)trabalhava-se, em série, e em cadeia,


nas oficinas de cerâmica. Era necessário
produzir para alimentar os mercados do
Oriente Próximo. Os paises industriais
partiam à conquista de mercados nas
regiões subdesenvolvidas. Decididamente,
hoje não inventamos nada(...)”.

“(...)se propormos em nossos dias, a


questão de saber se é licito o comércio
com o inimigo, ou com o inimigo
possível , foi essa igualmente uma
questão que Atenas se propôs, no
tempo das Guerras Médicas. Enquanto
se combatia na planície de Maratona,
enquanto Atenas ardia e as frotas do
Oriente e do Ocidente se entrechocavam
em Salamina, havia comércio com o
inimigo(...)”.

Heródoto apud Diacov e Covalev (1965, p. 450/451):

“(...)Milcíades, comandava praticamente


todas as tropas. Entre os estrategos,
encontrava-se também Aristides. Os
atenienses tomaram posição perto
do Monte Pentélico, num desfiladeiro
estreito inacessível à cavalaria, e que
protegia a estrada para Atenas. Milcíades
tinha disposto seu exército em falange
alongada, de modo a reforçar os flancos
e a desguarnecer o centro. Fechando as
saídas estreitas do vale, Milcíades impediu
que os persas empregassem sua cavalaria
que retornou aos navios, deixando a infantaria
sozinha. Percebendo a vantagem obtida, os
atenienses desceram a montanha a correr e
travaram a célebre Batalha de Maratona. No
decorrer do combate, seu centro foi desbaratado
pelo inimigo, mas, no mesmo instante, os dois
flancos entraram em jogo, ameaçando unir-se
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na retaguarda dos persas embrenhados no
fundo da disposição ateniense. Finalmente,
o inimigo foi obrigado a retirar-se para os navios.(...)” .
“(...)nesta Batalha de Maratona pereceram, do
lado persa aproximadamente seis mil e
quatrocentos homens, do lado dos atenienses,
cento e noventa e dois. Apesar disso, depois de
terem reunido a bordo dos barcos o grosso de
suas tropas, os persas singraram apressadamente
para Atenas, contando com o apoio de seus
partidários dentro da cidade, esperavam tomá-la
pelo lado do mar, por meio de um ataque
inesperado. Porém, o exército que tinha defendido
o vale de Maratona percorreu em marcha forçada
os 30 quilômetros que o separavam da cidade.
Quando a frota persa se aproximava de Falero,
porto principal de Atenas, os vencedores de
Maratona já tinham entrado no recinto fortificado,
de sorte que os persas, temendo um novo revés,
desistiram de desembarcar e retornaram à Ásia(...)”.

Ilha de Lesbos 600 a.C – Safo poetisa lírica:

“Sobre a terra negra, dizem alguns, a


coisa mais bela
É um grupo de cavalaria ou, para outros,
de infantaria;
Outros falam de navios, mas eu – seja
O que for
Que qualquer ame”.
(Bowra, 1969, p. 65)

Conforme Diacov e Covalev (1965, p. 462) no século V antes de nossa era havia em
Atenas, quarteirões inteiros povoados por gente da mesma profissão; Mélito, por exemplo, era o
dos confeiteiros, e Cerâmico, o dos oleiros. Atenas e Corinto tinham a especialidade de objetos
de metal, armas, sobretudo, móveis, tecidos e olaria. Os vasos pintados de Corinto eram
fabricados para exportação desde o século VIII. É interessante ressaltar também a construção
naval. No século V antes de nossa era havia em Atenas muitas oficinas pequenas onde
trabalhavam os donos e seus familiares, freqüentemente secundados por escravos.
Os referidos autores (1965, p.463) abordam que depois das Guerras Médicas,
principalmente no século IV antes de nossa era, apareceram, ao lado das pequenas oficinas,
muitas grandes empresas que empregavam escravos. O fato pode ser explicado pelo crescimento
da exportação, da Grécia Central para a periferia. Antigos escritos citam oficinas de moagem,
padarias, oficinas de costura, curtumes, empresas produtoras de lâmpadas, instrumentos de
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música. Pode-se dizer que já existia um começo de divisão técnica do trabalho. Nas oficinas de
metalurgia, uns forjavam, outros afiavam, outros temperavam o metal. As oficinas de cerâmica
empregavam oleiros e pintores que decoravam os vasos. As industrias gregas conheciam
mecanismos rudimentares como: alavancas, polias, molas, acionadas pela força humana.
Os grandes centros mercantis e artesanais da Grécia Antiga participavam do comércio
marítimo exterior, pois lhes faltava trigo, madeira para construção e mão de obra (escravos).
Depois de ter derrotado os persas, o comércio entre a Grécia Central e suas colônias na Ásia
Menor se renovou, bem como o intercâmbio com o Oriente, com o Egito, a Trácia, a Macedônia,
com as cidades das costas do Mar Negro, Siracusa, Campânia, Etrúria, as costas da Gália e da
Ibéria. (Diacov e Covalev 1965, p. 466).
Conforme Lissner (1959, p. 369/377) Temístocles (nasc. 514 a.C.) teve o mérito de
organizar a marinha ateniense diante do perigo da frota de Xerxes (Pérsia). Na verdade,
convenceu os atenienses a construírem uma frota de duzentos navios, visto que a frota persa com
poderosos exércitos aproximava-se perigosamente da Grécia.

“(...)Nós, os atenienses, combatemos sozinhos


os persas em Maratona. Quando eles voltaram,
como não estivéssemos bastante fortes para
defender nossa terra, embarcamos em navios
e, com os outros gregos, travamos a batalha
de Salamina(...)”.

O poeta Ésquilo, tomou parte na Batalha de Salamina, descreve com detalhes na sua
tragédia “Os Persas”:

“(...)Todos se misturam em seguida. Nossa


frota mantêm o primeiro esforço; mas nossos
barcos, muito numerosos, apertados no estreito,
não podem se socorrer; seus remos se quebram;
os gregos, hábeis na manobra, lhes batem por
todos os lados, viram-nos; o mar desaparece
sob os destroços e os mortos; as praias e os
rochedos se cobrem de cadáveres. Toda a frota
inicia a fuga em desordem(...)”. (Ésquilo apud
Diacov, p.457).

Uma forte rivalidade colocava em oposição Atenas e Esparta, mas o talento político de
Temístocles e a vitória que conquista em Salamina é mais forte que a inveja de Esparta (Lissner,
p. 378).
Inicialmente Temístocles foi festejado pelos gregos como um herói, entretanto Esparta
lançou suspeita sobre ele. Ocorreu que os espartanos descobriram que seu regente Pausânias,
mantinha correspondência secreta com os persas e que Temístocles entrava em negociações.
Pausânias e Temístocles são presos, enquanto o primeiro morria o segundo fugia para a Ásia
Menor e entrava em contato com Artaxerxes I, filho de Xerxes, prometendo apoio a ele,
aconselhando-o inclusive a submeter toda a Grécia. O monarca admirou o espírito oportunista de
Temístocles. Morreu Temístocles em solo persa, contava com sessenta e cinco anos.

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Segundo Diacov e Covalev (1965, p. 456) supõe-se que Temístocles informou mesmo a
Xerxes da próxima partida da frota grega e que este contornou Salamina pelo sul, sem que os
gregos o soubessem, de modo a bloqueá-los no estreito.
Conforme Lissner (1959, p. 371/372), os gregos fundaram inúmeras colônias nas costas
da Ásia Menor, no sul da Itália, na Sicília, no litoral da África do Norte; chegaram até o estreito
de Gibraltar que se chamava “Colunas de Hércules”. Tarento, Sibares, Crotona, Nápoles,
Siracusa, na Sicília, Cirena na costa africana, Marselha.

“(...)No Oriente helenisado e na Grécia as


festas se sucediam, gozavam-se os prazeres
da existência. Jamais o comércio fôra tão
próspero; jamais tampouco estivera a
Grécia tão desarmada. Então Roma
Impôs seu domínio à Itália do Sul(...)”.
(1959, p. 431).

Tarento era o foco do helenismo na Itália do Sul. Em 281 a.C. Roma sonhava em
apoderar-se dela. Os tarentinos apelaram para o soberano de Épiro . Pirro atravessou o Adriático
com vinte e cinco mil infantes. Valério Levino comandava os romanos. Pirro obteve a vitória e
suas forças chegaram perto dos muros de Roma. (Lissner, 1959).

“(...)os gregos da Sicília se rebelaram


contra o arbítrio e a tirania que Pirro
fazia reinar nas regiões que dominava.
Após uma estada de três anos na Sicília,
quis Pirro retomar a iniciativa na Itália,
mas foi batido em 270, em Benevento,
pelos exércitos romanos. Cinco anos
mais tarde, toda a Itália do Sul achava-se
sob o domínio de Roma(...)” . (1959,
p. 431/432).

Antes de Roma, o palco da história mundial erguia-se no Oriente; Roma mudou-o para o
norte e para o oeste. Nem Atenas e Esparta, nenhum outro império governou todo o Mediterrâneo
e unificou o mundo Ocidental. Só Roma, a “Cidade Eterna”, conseguiu a façanha. (Lissner,
1959).

“(...)Quem ama, agirá bem. Quem não


sabe amar perecerá. Quem proíbe o
amor perecerá duas vezes(...)”.
(Rabiscado numa parede em Pompéia,
antes de ter sido destruída a cidade em
79 da nossa era).

Os romanos haviam-se tornado senhores do mundo, mas chegaria o dia em que este
domínio lhes escaparia das mãos. Na verdade, a história tem mostrado que nenhum país ou povo
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pode governar para sempre, mas seu espírito e sua cultura podem sobreviver naqueles que lhes
sucedem no poder.
Júlio César, transformou a República em monarquia. Esteve muito ocupado em suas
campanhas entre 49 e 44 a.C.. Na verdade César deixou inúmeras idéias a respeito de
administração, governo e lei para a civilização Ocidental. (Lissner, 1959).
Roma tinha na verdade muitas faces, suntuosa e radiante, mas também desordenada e
irresponsável, muitas vezes sorrateira, arrogante e sem piedade, fria e desumana.

“(...)Quando um gladiador ferido


erguia a vista para a multidão que
gritava acima dele, tentava discernir
se estava o povo agitando seus lenços,
significando que sua vida deveria ser
poupada ou se os polegares estavam
voltados para baixo, significando que
tinha ele poucos segundos de vida(...)”.
(1959, p. 461).

Marco Aurélio, talvez o mais ilustrado de todos os imperadores romanos, meditava:


“como pode o homem alcançar a paz de espírito?”, nas longas e solitárias noites durante suas
campanhas militares (Lissner, 1959).
A estrada das experiências humanas é longa. Nações a que devemos herança
desapareceram, impérios perdidos ensinam-nos a inconstância do destino.
Para Lissner ( 1959, p. 427/450) Roma é a mais antiga capital do ocidente e permaneceu
como metrópole espiritual até hoje. Roma civilizou o mundo Ocidental. Nenhuma cidade do
mundo merece o epíteto de Cidade Eterna.
“(...)Roma, no tempo de Augusto, de acordo com estimativas da moderna pesquisa, tinha
1.200.000 habitantes. Carroças com altas pilhas de madeira rodavam, rolavam-se barris
desordenadamente pelas ruas e outras cargas estrepitavam sob as rodas de vagão. Carregava-se
pelas ruas mármore da costa da Ligúria (atual região de Gênova), com perigo para os pedestres,
pois se um eixo se partisse, a carga se faria em pedaços e seria lançada sobre os transeuntes(...)”.
(1959, p. 457).

“(...)A cidade era tão barulhenta que não


se podia dormir de noite. Os saudáveis,
perdiam sua saúde e os doentes suas
vidas. Os aluguéis de casas eram
elevados, os quartos pequenos, úmidos
e escuros. Carroças passavam sempre
com estrépido e às vezes um berrante
rebanho de animais obstruía o trafego
no meio da rua(...)”. (1959, p. 457)

“(...)Por outro lado, faziam os romanos proeminentes e ricos suas compras na


extremidade do Campo de Marte, perto do Forum. Ali, oferecia Roma seus tesouros; viam-se as
mais valiosas escravas, não ao ar livre, mas em barracas fechadas; marfim e casco de tartaruga;
taças de cristal; belos vasos; jóias engastadas em ouro; brincos de orelha; ônix, jaspes e todas as
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pedras preciosas do Oriente. Ali andavam as damas elegantes e cavalheiros de Roma, namorados
cochichavam sob as arcadas vizinhas(...)”. (1959, p. 458/459).
Augusto foi um dos maiores estadistas da antiguidade, morreu em 14 d.C com setenta e
seis anos de idade. Com Augusto Roma conheceu perto de cinqüenta anos de estabilidade e
esplendor (1959, p. 453).
Conforme Weber (2002, p. 39/40) a cultura antiga é uma cultura urbana. No aspecto
econômico ela se ajusta de certa forma e inicialmente ao que hoje convencionamos chamar de
“economia urbana”. Somente por via marítima, ou pelos grandes rios, mantem-se um tráfico
internacional constante. A proximidade das rotas terrestres, nos tempos de Roma, não era
considerada vantagem, mas calamidade, pois eram caminhos militares sujeitos ao alojamento de
tropas e infestação.

“(...)Constituíam unicamente objeto de


um constante comércio os metais preciosos,
o âmbar, os tecidos opulentos, alguns ferros,
a cerâmica; em sua maioria objetos de luxo
que devido ao seu preço elevado, podiam
suportar os grandes gastos de transporte(...)”.

O referido autor, entende que algumas cidades como Atenas e Roma, necessitadas de
cereais, também se viram obrigadas a importar. Trata-se entretanto de fenômenos anômalos na
história antiga e de uma necessidade cuja satisfação a coletividade toma a seu encargo, porque
não quer, nem pode, abandoná-la ao comércio livre.
O tráfico internacional interessava a uma fina camada constituída pelas classes
possuidoras. Na antiguidade, o pressuposto necessário para o aumento da prosperidade comercial
é a crescente diferenciação das fortunas. A cultura antiga é uma cultura escravista. A guerra
antiga era caça de escravos, fomentava o trabalho servil e a acumulação de homens.
Conforme Weber ( 2002, p. 48), a organização administrativa de Roma, no final da
República e inicio do Império, apoiava-se sobre a comunidade urbana, o Municipium. Os
magistrados das cidades respondem ante o Estado pelos impostos e pelo recrutamento. No
transcurso da época imperial se produz uma mudança, as grandes propriedades tentam subtrair-se
da dependência das comunidades. O centro de gravidade do Império se desloca para o interior, o
recrutamento itensifica-se da população agrária, assim os interesses dos grandes proprietários de
terras aumentam seu poder na política do Estado.
Prossegue Weber (2002, p. 52/53), o Estado interior necessita um exército permanente.
O antigo exército de cidadãos, baseado no serviço e equipamento havia-se transformado num
exército municipado pelo Estado e recrutado entre os proletários. O Império criou um exército
profissional permanente. No tempo dos Cesares não existia nem se podia formar uma grande
indústria que produzisse para a venda com trabalhadores livres. Diante da decadência da cidade e
do comércio e do retorno à economia rural, inviabilizou-se a possibilidade de cobrar crescentes
impostos. Com a contração do mercado de escravos, a agricultura passa a ver o recrutamento um
encargo penoso. O jovem recrutado fugia da cidade decadente para o campo e ingressava no
colonato, os possuidores sob a pressão de falta de trabalhadores tinham interesse neste ato.
Por fim, tentou-se a defesa das fronteiras através da concessão de terras aos bárbaros em
troca de serviço das armas. Essa forma, que ganha crescente aplicação seria predecessora do
feudo.

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A queda do Império na visão Weberiana foi conseqüência do desaparecimento gradual
do comércio e do crescimento da economia natural. Tal fato significou a eliminação do aparelho
administrativo e da superestrutura política de um regime de economia monetária, que não se
adaptava à infra-estrutura econômica, que baseava-se num regime de economia natural. Dessa
forma a vida espiritual do Ocidente afundou em longa noite. A vida econômica havia se tornado
camponesa. Mais tarde, com base na divisão livre do trabalho e do tráfico a cidade na Idade
Média tornou a reviver, a passagem para a economia nacional preparou a liberdade burguesa.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Qualquer semelhança do artigo exposto com modernas cidades ou nações da atualidade,


não terá sido mera coincidência. Desde que mais ou menos 250 mil anos atrás, quando homo
sapiens arcaicos, inclusive os neanderthais fabricavam artefatos a partir de lascas preparadas, e
sabendo-se que estes conjuntos compreendiam aproximadamente sessenta tipos de artefatos
identificáveis (Leakey, 1995, p. 130), apesar desses tipos terem permanecidos imutáveis por mais
de 200 mil anos, e de certa maneira, a lentidão tecnológica tenha conhecido expansão sem
precedentes durante todo o século XX, pode-se dizer, que desde muito tempo a espécie humana
apresenta paixões e realizações que se mostram insólitas e familiares no transcorrer dos séculos.
Na história relatada, principalmente com relação às batalhas de Maratona e Salamina,
emerge na realidade a vitória da civilização européia com uma forma de Estado e de sociedade
mais evoluída do que a que o Oriente conhecia. Embora mais fortes militarmente, na
oportunidade, os soldados persas combatiam por obrigação, os gregos por convicção. Na
realidade a Pérsia era a maior potência da época. Aos persas não interessava a expansão dos
povos livres da Grécia. A vitória da Grécia foi a vitória de uma moral e ideais mais elevados,
baseada fortemente no combate a tirania. Na atualidade, a vitória do mundo ocidental sobre a
tirania no mundo árabe, é bem ilustrada pela recente invasão do Iraque. Não obstante, sobressaem
aspectos econômicos, comerciais, religiosos e culturais.
O terrorismo hoje representa a opressão e a tirania, e talvez represente também, o lado
mais forte de uma moral e ideais duvidosos, inimigos da espécie humana.
Acompanhando o pensamento da Comissão de Humanidades, criada em 1963 nos
Estados Unidos: “Nenhum homem, seja ele poeta ou físico perceberá todo o seu potencial ou
contribuirá com sua época do que é capaz, sem ser despertado pelas aspirações e realizações dos
que viveram antes dele”.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Bell , Maurice. Druidas, heróis e centauros: De tule à Ásia das estepes. 2a. edição. Belo
Horizonte: Itatiaia, 1959. Tradução de Milton Amado. 229p.

Bowra, C.M. Grécia clássica. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969. Tradução de Ribeiro
de Lemos. 199 p.

Diacov, V. e Covalev, S. História da antiguidade. 2a. volume. São Paulo: Fulgor, 1965.
Tradução de João Cunha Andrade. 617p.
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Leakey, Richard E. A Origem da espécie humana. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.
Tradução de Leny Cordeiro.

Lissner, Ivar. Assim viviam nossos antepassados. 2a. volume. Belo Horizonte: Itatiaia,
1959. Tradução de Oscar Mendes.499p.

Weber, Max. Sociologia. 7a. edição. São Paulo S.P.: Ática, 2002. Tradução de Gabriel
Cohn. 167 p.

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