Você está na página 1de 12

Índice

Introducao.....................................................................................................................................3

1.Objectivos..................................................................................................................................3

1.1.Geral........................................................................................................................................3

1.2.Especificos..............................................................................................................................3

1.3.Metodologia............................................................................................................................3

1.4.Via láctea e outras galáxias....................................................................................................4

1.5.Estrutura das galáxias.............................................................................................................5

2.Tipos de galáxias.......................................................................................................................6

2.1.Principais galáxias..................................................................................................................7

2.2.Corpos menores: estrelas, poeiras, gases, cometas e meteoros..............................................8

3.Conclusão.................................................................................................................................11

3.1.Sugestoes..............................................................................................................................11

4.Referencia bibliografica...........................................................................................................12
3

Introducao

A forma da Via Láctea foi determinada por observações em comprimentos de ondas longas, rádio
e infravermelho, pois essas podem penetrar a poeira existente no plano da Galáxia. De onde
estamos a Galáxia tem a forma de faixa. O disco da Galáxia não gira como um corpo rígido, mas
tem uma rotação diferencial que se assemelha a dos planetas. As estrelas mais próximas do centro
galáctico se movem mais rapidamente que as mais afastadas.

O disco galáctico é composto por estrelas e matéria interestelar. Essa é composta por gás e
poeira. O gás interestelar é constituído em sua maior parte por hidrogénio neutro. a nossa Galáxia
é espiral; a existência da estrutura espiral também é indicada pela presença de estrelas jovens e
meio interestelar abundante no plano da Galáxia.

O presente trabalho aborda sobre a via láctea e outras galáxias , entre tanto para a compressão
deste trabalho, ficou estruturado da seguinte maneira. Primeiro abordar sobre a galáxia via láctea
e em seguida falar sobre os tipos de galáxias e corpos menores como estrelas, poeiras, gases,
cometas e meteoros.

1.Objectivos

1.1.Geral

 descrever a estrutura da Via Láctea e a posição do Sol dentro dela

1.2.Especificos

 explicar, em termos da geometria da Via Láctea, por que, vista da Terra, ela aparece como
uma faixa no céu;

 explicar os tipos de galáxias e em qual delas a via láctea se encontra.

1.3.Metodologia
4

Para a efectivação do presente trabalho, foram consultadas as obras bibliográficas ligadas a Via
láctea com as seguintes referências bibliográficas abaixo citados.
5

1.4.Via láctea e outras galáxias

De acordo com Villela (2003), Via Láctea: é a faixa nebulosa que atravessa o hemisfério celeste
de um horizonte a outro. Chamamos a essa faixa Via Láctea, devido à sua aparência, que
lembrava aos povos antigos um caminho esbranquiçado como leite. Sua parte mais brilhante fica
na direção da constelação de Sagitário.
• Extensão da Galáxia: aproximadamente 25 kpc.
• Posição do Sol: no disco galáctico a 8,3 kpc do centro da Galáxia.
As distâncias do centro da Galáxia são determinadas usando estrelas variáveis, como as Cefeidas
e RRLyrae. Essas estrelas apresentam variações periódicas no brilho, sendo que o período da
variação é correlacionado com a luminosidade. Isso permite que sejam indicadores de distância.

A forma da Via Láctea foi determinada por observações em comprimentos de ondas longas, rádio
e infravermelho, pois essas podem penetrar a poeira existente no plano da Galáxia.

De onde estamos a Galáxia tem a forma de faixa. O disco da Galáxia não gira como um corpo
rígido, mas tem uma rotação diferencial que se assemelha a dos planetas. As estrelas mais
próximas do centro galáctico se movem mais rapidamente que as mais afastadas.

A galáxia em que vivemos chama-se Via Láctea. As estrelas que formam a Via Láctea formam a
faixa esbranquiçada, de aparência leitosa, que pode ser vista em noites escuras de inverno. O Sol
é apenas uma das bilhões de estrelas que existem na Via Láctea. O planeta mais distante
encontra-se muito mais perto que a estrela mais próxima. Netuno encontra-se a poucas horas-luz,
enquanto que a estrela mais próxima está a mais de 4 anos-luz, Villela(2003).

a via lactea não é objecto central do universo mas sim uma das glaxias entre varias outras
invisiveis ao olho nu dada a distancia enque se encontra a terra. A via lactea é um conjunto
formado por estrelas, gas e poeiras, isolado no espaco e mantido por sua proprias gravidade.

O disco galáctico é composto por estrelas e matéria interestelar. Essa é composta por gás e
poeira. O gás interestelar é constituído em sua maior parte por hidrogênio neutro.

Forma espiral da Galáxia: A distribuição do hidrogênio neutro em nossa Galáxia, detectada pela
emissão na linha de 21 cm (em rádio), indica que a nossa Galáxia é espiral; a existência da
estrutura espiral também é indicada pela presença de estrelas jovens e meio interestelar abundante
6

no plano da Galáxia. Devido a observações mais recentes a Via Láctea teria dois braços
principais: o braço de Scutum-Centaurus e o braço de Perseus, além de vários braços menores.

Noções gerais das galáxias

De acordo com Wuensche, & Rodrigues, (2004), as galáxias são um sistema maciço de estrelas
em rotação que pode compreender milhares de estrelas. Também pode ser considerado como uma
grande acumulação de estrelas, poeras e gases, que aparece isolado no espaço que são mantidos
por uma forca gravitacional.

1.5.Estrutura das galáxias

A via láctea é uma galáxia espiral barrada. Ela possui um disco, um bojo e o halo

O disco é uma região com diâmetro de carga de 100.000 ano-luz e espessura de 12.000 ano-luz e
que gira de forma parecida com os planetas. As estrelas mais distantes do centro da galáxia se
movem mais de vagar do que as estrelas mais centrais. Nele está contido os braços espirais e o sol
se encontra na borda interna de um pequeno braço, o braço do Órion, que é uma ligação entre
dois outros braços maiores. Nos brações espirais se encontra nebulosas difusas, matéria entre
estrelas jovens e aglomerados abertos.

O bojo da galáxia fica na direcção da constelação de sagitário e lá se encontra centenas de anãs


brancas estrelas de neutros, muitos gases ionizados, buracos negros e um buraco negro central
com massa de 4,3 milhões de massas solares, oque faz o bojo ser uma região extremamente densa
(um milhão de vezes mais densa que nas proximidades do sol). Por conter uma grande deidade de
gás, no bojo ocorre muita formação de estelar.

Halo é uma região em volta de galáxia espiral que contém aglomerados globulares, os que são
constituídos de estrelas velhas, então a população do halo é predominantemente vermelha. Em
anos recentes descobriu-se que a maior parte da matéria existente no Universo não emite luz. Esta
matéria designou-se então por matéria escura e constitui um dos pontos quentes actuais a nível
da investigação. No caso da nossa galáxia constatou-se que a matéria escura encontra-se dispersa
pelo halo dando a este uma dimensão muito superior à suposta inicialmente.
7

As três componentes da galáxias, disco, bojo e halo distinguem-se entre si na morfologia


e em muitas outras propriedades. Por exemplo, o halo não contem gás e poeira enquanto
o disco e bojo contem grandes quantidades dos dois. Tanto a aparência quanto a
composição são diferentes para os três componentes. Estrelas no bojo e halo são mais
vermelhas do que as estrelas mais azuladas do disco, Wuensche, & Rodrigues, (2004).

2.Tipos de galáxias

Segundo Braga, J.(2014), a classificação das galáxias é feita por meio da observação de seu
formato. Identificam-se ao menos três tipos de galáxias: as elípticas, as espirais e as
irregulares.

Elípticas: possuem forma circular e achatada. As galáxias elípticas são integradas por uma menor
quantidade de poeira e gás quando comparadas às demais. Possuem estrelas muito antigas, e há
pouca ou nenhuma actividade de formação de novos astros. Algumas das galáxias elípticas são
muito alongadas, e as maiores delas chegam a até 300.000 anos-luz de diâmetro, de acordo com a
NASA. As menores, chamadas de galáxias anãs, são, no entanto, mais comuns.
Aproximadamente um terço das galáxias do Universo tem formato elíptico, como Andrómeda.
Galáxia de Andrómeda, um exemplo de galáxia elíptica.

Espirais: são as mais comuns e correspondem a dois terços de todas as galáxias conhecidas, uma
delas a Via Láctea. As galáxias espirais possuem uma forma que se assemelha a um disco,
composto por braços que a circundam, os quais podem sair directamente de uma região central,
denominada núcleo (espirais normais), ou de uma barra de estrelas que atravessa o seu centro
(espirais barradas). Aparecem com uma cor branco-azulada e são compostas por gases, poeira e
estrelas, havendo intenso processo de formação de novos astros no seu interior.

Irregulares: como o próprio nome sugere, as galáxias irregulares não possuem um formato
definido que permita uma classificação mais pormenorizada. São formações muito antigas, que
apareceram anteriormente às elípticas e espirais. Elas são formadas por poeira e gases, e a sua
forma irregular ocorre em função da influência do campo gravitacional de outras galáxias
localizadas na sua proximidade. De acordo com a NASA, esse tipo de galáxia era o mais
8

abundante no início da composição do Universo e, em função disso, aquelas observadas hoje em


dia são muito antigas.

Em galáxias do tipo da nossa Via Láctea, que é uma galáxia espiral, existem nuvens de matéria
na região equatorial. Essas nuvens não são como as da nossa atmosfera, que são basicamente
compostas por água, mas aglomerados de gás e poeira. As estrelas, de modo geral, e o nosso
sistema solar, em particular, tiveram sua origem em uma nuvem desse tipo. Isto é, o Sol nasceu e
foi formado em uma dessas nuvens. A composição química dessa nuvem é basicamente a mesma
do Sol e do Universo, preponderantemente hidrogênio. Os elementos mais pesados existem em
uma quantidade muito menor. A tendência é que os elementos mais pesados sejam menos
abundantes que os elementos mais leves nos corpos celestes - exceção feita a alguns corpos
celestes, como planetas e asteróide, Villela (2003).

2.1.Principais galáxias

Estima-se que o Universo seja formado por um total de dois trilhões de galáxias, muitas delas
ainda desconhecidas pela ciência. A descoberta mais recente foi publicada na revista Science, em
Fevereiro de 2021. Trata-se de uma galáxia formada há aproximadamente 1,2 bilhão de anos e
que recebeu a denominação de ALESS 073.1. Há, no entanto, outras galáxias que são
amplamente conhecidas e algumas podem ser vistas até mesmo a olho nu, Guizzo, J. (1996).

Via Láctea: é a galáxia em que está localizado o Sistema Solar e, portanto, onde vivemos. Sua
forma corresponde a uma espiral barrada, com um núcleo brilhante e barras estelares de onde se
projectam os seus braços. Ela possui 100.000 anos-luz de comprimento, o equivalente a 946
quadrilhes de quilómetros. Até o século XX, acreditava-se que ela estava localizada no centro do
Universo, e as demais galáxias eram até então interpretadas como sendo nebulosas. Seu peso
aproximado é de 1,5 trilhão Мʘ, e estima-se que a Via Láctea possua 200 bilhões de estrelas e
um buraco negro de 4 milhões de massas solares no seu interior.

Andrómeda: é a maior e mais brilhante galáxia próxima da Via Láctea e pode ser vista a olho nu.
Por vezes, é chamada de Messier 31 (M31), uma vez que foi a 31ª das importantes descobertas
feitas pelo astrónomo francês Charles Messier. Ela possui o dobro do diâmetro da Via Láctea,
com 250 milhões de anos-luz. Ambas, em conjunto com a Galáxia do Triângulo, correspondem
às maiores galáxias do que se conhece como Grupo Local, que é a região do Universo
correspondente a um conjunto de 54 outros conglomerados estelares, incluindo galáxias anãs.
Possui um trilhão de estrelas e massa de 1,2 bilhão M.
9

Galáxia do Triângulo: conhecida também como Messier 33, é uma galáxia em espiral que faz
parte do Grupo Local, com diâmetro de 60 mil anos-luz, portanto menor do que a Via Láctea,
mas a terceira maior da região. É formada por 40 milhões de estrelas, e estima-se que a sua massa
seja de 50 bilhões M.

Nuvens de Magalhães: são duas galáxias satélites da Via Láctea. A menor delas se chama
Pequena Nuvem de Magalhães e possui diâmetro de 7 mil anos-luz. A Grande Nuvem de
Magalhães, por sua vez, mede 14 mil anos-luz de diâmetro, e ambas são consideradas galáxias
anãs.

2.2.Corpos menores: estrelas, poeiras, gases, cometas e meteoros.

Estrelas

As estrelas são corpos celestes com luz própria. Estão distribuídas de forma heterogénea ao longo
do espaço sideral, sendo a maior e a principal estrela só sistema solar o sol. O conjunto de estrela
é chamado de constelação.

Evolução estelar Nuvens interestelares, entre as estrelas existem gases e poeiras Ciclo de uma
estrela Constelação de Orionte Muitas vezes esses gases e poeiras formam grandes denominadas
interestelares Nebulosa de Orionte. As estrelas formam-se a partir da contracção dos gases e
poeiras existentes nas interestelares Por efeito dessa contracção, a temperatura aumenta e, podem
dar-se inicio a reacções nucleares no interior da estrela em formação. Se as reacções nucleares
não chegarem a ter inicio forma-se uma anã castanha. Se as reacções nucleares tiverem início
forma-se uma estrela.

O disco da galáxia contém, além das estrelas, a matéria interestelar, formada por gás e poeira,
que constituem o material do qual as estrelas se formam. O gás interestelar é constituído na
maior parte por hidrogénio neutro, que é não luminoso. Mas perto de estrelas muito quentes e
massivas, o hidrogênio é ionizado pela radiação ultravioleta provinda das estrelas, e brilha por
fluorescência. Nebulosa de Órion, Oliveira, F.(1991).

As estrelas nascem de enormes nuvens de gás hidrogénio, o elemento químico mais abundante
no Universo. Quando jovens são azuis, muito energéticas e turbulentas. Mas com o tempo (muito
tempo...) vão mudando de cor. Do azul para o branco, depois o amarelo (meia-idade, como o
10

Sol), o alaranjado e finalmente o vermelho. Estrelas anãs amarelas ou vermelhas são estáveis e
brilham por tempo suficiente para a vida surgir e evoluir em eventuais planetas ao seu redor. Mas
elas também podem ser gigantes vermelhas. Astros inchados, num esforço desesperado para se
manter brilhando. Mas nem mesmo as estrelas duram para sempre.

Movimento das estrelas


Movimento transverso: movimento aparente das estrelas no céu. É perpendicular à linha de
visada e chamado de movimento próprio. Combinando os movimentos radial e transversal da
estrela podemos medir a verdadeira velocidade da mesma em relação ao Sol.

Ano galáctico: tempo que o Sol leva para dar uma volta completa em torno do centro galáctico
tem duração de 233 milhões de anos.

Cometas

Os cometas são corpos celestes de tamanhos diminutos, formados principalmente por fragmento
de rochas e gelo, que tem como especificidade uma cauda luminosa. A luminosidade da cauda
dos cometas é fruto de uma reacção química proveniente do seu contanto com a radiação solar.

O sistema solar não abrange apenas o Sol, os planetas, seus satélites e asteróides. Os cometas
pertencem também ao sistema solar e, como os planetas, orbitam em torno do Sol. Porém, suas
órbitas não se restringem ao plano do sistema solar, que contém as órbitas dos planetas. As
órbitas dos cometas possuem inclinações as mais variadas, com excentricidades bastante altas e
raios muito grandes, maiores que os dos planetas mais distantes. Quanto à sua composição, o
núcleo de um cometa é um aglomerado de matéria sólida: grãos de poeira e gelo de materiais
orgânicos. Quando um deles se aproxima do Sol, o material de sua superfície sublima, formando
uma nuvem de gás e poeira ao seu redor. Essa é a chamada coma. O movimento do cometa, em
combinação com a ação do vento solar, forma duas caudas: a de gás e a de poeira
11

Meteoros

Os meteoros são corpos celestes de dimensões bastante reduzidas, formados por fragmentos
rochosos ou metálicos, que orbitam o espaço sideral. É um fenómeno astronómico caracterizado
pela entrada de rocha especial na atmosfera planetária. Ele é formado a partir de pequenos
fragmentos de corpos celestes, como cometas e asteróides. As características de um meteoro são
bastante diversas e reúnem aspectos como formato irregular e grande densidade.

Eles podem ser classificados em metálicos, rochosos e mistos. Os metálicos são comummente
confundidos com outros fenómenos e objectos celestes, como meteoritos, cometas e asteróides.
Porem cada objecto e processo astronómico possui a sua particularidade.
12

3.Conclusão

Depois de uma leitura profunda sobre o trabalho, constatou-se que a via láctea contem dezenas de
bilhões de estrelas, nosso sol sendo apenas uma delas, localizado em um dos braços a uma
distância do centro da galáxia correspondente a aproximadamente 2̸3 do seu raio. E a galáxia
mais próxima é a nebulosa andrómeda, que pode ser observada a olho nu se as condições de
observação forem boas, entre tanto as galáxias não se encontram uniformemente distribuídas ,
concentram-se em aglomerados ou cúmulos de galáxias.

Por tanto o disco está imerso em um halo esférico formado pelos aglomerados globulares e,
provavelmente, grande quantidade de matéria não luminosa Da posição do Sol, onde estamos, a
Galáxia é vista de perfil, daí a forma de faixa. A observação de estrelas nas proximidades do Sol
mostra que elas se movem em relação ao Sol, O disco da galáxia contém, além das estrelas, a
matéria interestelar, formada por gás e poeira, que constitui o material do qual as estrelas se
formam. O gás interestelar é constituído na maior parte por hidrogênio neutro, que não é
luminoso. Mas perto de estrelas muito quentes e massivas, o hidrogênio é ionizado pela radiação
ultravioleta provinda das estrelas, e brilha por fluorescência.

3.1.Sugestoes

Para a elaboração deste trabalho de pesquisa, com referente tema Via láctea, constatou-se que os
corpos menores são objectos menores ainda, que podem colidir entre si ou com os planetas,
anões, satélites e asteróides. Meteoros consistem em restos de cometas ou fragmentos de
asteróides. Quando um meteoro entra na atmosfera terrestre gera um traço de luz no céu chamado
meteoro.se parte sobrevive e atinge o chão temos um meteorito. Sugerimos que se aprofunde
mais sobre os seguintes matérias:

 movimento das estrelas, poeiras e gas na glaxia via lactea


 origem e evolucao do sistema solar
 planetas
 satelites e Aneis
 Asteroide.
13

4.Referencia bibliografica

Braga, J.(2014), Astronomia Espacial. Em: História da Astronomia Brasileira, Oscar Matsuura
(Org.), Companhia Editora de Pernambuco, v. II.
Guizzo, J. (1996), O Universo. 4.ed. São Paulo: Ática, (Série Atlas Visuais).

Oliveira, F.(1991), Caminhos para o Espaço, editora Contexto.

Portal WeB da Divisão de Astrofísica do INPE – http://www.das.inpe.br.

Villela Neto, T.(2003), Pesquisas em astrofísica no INPE, publicação interna do INPE (INPE-
7177- PUD/38), São José dos Campos.

Wuensche, C.A. & Rodrigues, C.V.(2004) , Pesquisa em astrofísica no INPE, publicação interna
do INPE, São José dos Campos.

Você também pode gostar