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QUESÕES DE ULTRA-SOM ESPECÍFICA PR - 011

1 O PROCEDIMENTO PR-011 ABRANGE A QUE FAICHA DE ESPESSURA?


R:

2 PARA JUNTAS DE TOPO ENTRE CHAPAS E TUBOS QUAL A FAIXA EM GRAUS DE


ABERTURA DO CHANFRO?
R:

3 PARA JUNTAS DE TOPO ENTRE CHAPAS E TUBOS QUAL A FAIXA EM MM PARA


ABERTURA DA RAIZ?
R:

4 QUAL A FREQUÊNCIA DO CABEÇOTE A SER UTILIZADO?


R:

5 EM QUE ESPESSURA DEVERÁ SER UTILIZADO O CABEÇOTE DUPLO CRISTAL?


R:

6 QUAL A FAIXA DE ANGULO DOS CABEÇOTES A SEREM UTILIZADOS?


R:

7 QUAL O RUÍDO MÁXIMO (%) PERMITIDO DE ALTURA DA TELA?


R:

8 QUAIS OS ANGULOS DOS CABEÇOTES A SEREM UTILIZADOS EM TUBOS DE 6" Ø EXTERNO


E 15MM DE ESPESSURA?
R:

9 O ÂNGULO REAL PODE VARIAR NO MÁXIMO QUANTOS GRAUS, EM RELAÇÃO AO


ÂNGULO NOMINAL?
R:

10 PARA DEFINIR ESPESSURA "T" DO BLOCO DE CALIBRAÇÃO DA SENSIBILIDADE, PARA


JUNTAS DE TOPO E JUNTAS DE ÂNGULO, "T" DEVE CORRESPONDER A QUE ESPESSURA?
R:

11 PARA JUNTAS DE CONEXÕES "T" DEVE CORRESPONDER A QUE ESPESSURA?


R:

12 PARA JUNTAS TUBULARES "T" DEVE CORRESPONDER A QUE ESPESSURA?


R:

13 QUAL A ESPESSURA DO BLOCO DE CALIBRAÇÃO DA SENSIBILIDADE PARA JUNTAS COM


ESPESSURA DE 25MM, QUAL O Ø DO FURO DE REFERENCIA?
R:

14 ACIMA DE 25MM, QUAL O Ø DO FURO DE REFERENCIA?


R:

15 QUAL A PROFUNDIDE MÍNIMA DO FURO DE REFERENCIA?


R:

16 QUAL A TOLERANCIA DO Ø DO FURO EM MM ?


R:

17 QUAL A TOLERANCIA DA LOCALIZAÇÃO DO FURO EM MM ?


R:

18 EM UM BLOCO DE CALIBRAÇÃO PARA TUBOS OS ENTALHES DEVEM SER LOCALIZADOS


A UMA DISTANCIA DE ?
R:

19 O COMPRIMENTO MÍNIMO DO BLOCO DE CALIBRAÇÃO PARA TUBOS DEVE SER DE ?


R:

20 UM BLOCO DE CALIBRAÇÃO PARA TUBOS COM Ø EXTERNO DE 120MM, O COMPRIMENTO


DO ARCO DEVE SER DE DE QUANTOS MM ?
R:

21 QUAL A FAIXA DE PROFUNDIDADE EM % PARA O ENTALHE EM UM BLOCO DE REFERÊNCIA


PARA TUBOS ?
R:

22 QUAL O MÁXIMO DE LARGURA EM MM DO ENTALHE PARA UM BLOCO DE REFERÊNCIA


PARA TUBOS ?
R:

23 QUAL O MÍNIMO DE COMPRIMENTO EM MM PARA O ENTALHE DE UM BLOCO DE


REFERÊNCIA PARA TUBOS ?
R:

24 QUAL O NOME TÉCNICO QUE SE DÁ PARA (GA + PT + 6 db ) ?


R:

25 ILUSTRE AS POSIÇÕES PARA PT EM UM BLOCO CURVO DE CALIBRAÇÃO ?


R:

26 O GANHO DE VARREDURA É ?
R:

27 A TEMPERATURA DE SUPERFÍCIE DEVE ESTAR ENTRE ?


R:

28 QUAL A DIFERENÇA DE TEMPERATURA PERMITIDA ENTRE O BLOCO E A SUPERFÍCIE ?


R:

29 QUAIS OS ÂNGULOS DOS CABEÇOTES A SEREM UTILIZADOS EM UMA JUNTA DE ANGULO ?


R:

30 A VARREDURA DEVE SER EXECUTADA COM UMA SOBREPOSIÇÃO DE QUANTOS % ?


R:

31 QUAL A VELOCIDADE DE INSPEÇÃO (MM / S) ?


R:

32 PARA JUNTAS DE CONEXÕES, QUAIS OS CABEÇOTES A SEREM UTILIZADOS NAS


SUPERFÍCIES 2 E 3 ?
R:

33 PARA JUNTAS DE CONEXÕES, QUAIS OS CABEÇOTES A SEREM UTILIZADOS NAS


SUPERFÍCIES 1B ?
R:

34 QUAIS AS TÉCNICAS DE DIMENSIONAMENTO PARA DETERMINAR O COMPRIMENTO DA


DESCONTINUIDADE?
R:

35 QUAIS AS TÉCNICAS DE DIMENSIONAMENTO PARA DETERMINAR A ALTURA DA


DESCONTINUIDADE?
R:

36 QUAL O LAUDO (A) OU (R) QUE VC DARIA PARA ESTA SITUAÇÃO :


ESPESSURA DA CHAPA = 18 MM
ECO DA DESCONTINUIDADE + 3 db DA CURVA DE 100%
COMPRIMENTO DA DESCONTINUIDADE = 8 MM
R:
37 QUAL A FAIXA DE TEMPERATURA PARA APARELHOS ?
R:

38 QUAL A FAIXA DE TEMPERATURA PARA CABEÇOTES ?


R:

39 QUAL A FAIXA EM % PARA A LINEARIDADE VERTICAL, PARA UM ECO ESTANDO A 100%


DE ALTURA DA TELA, DIMINUINDO-SE :
6 db - R:
12 db - R:
18 db - R:

40 O APARELHO DEVE TER UMA LINEARIDADE HORIZONTAL, DENTRO DE ± QUANTOS % DA


ESCALA EMPREGADA ?
R:

41 NA VERIFICAÇÃO DA RESOLUÇÃO PARA CABEÇOTES NORMAL / DUPLO CRISTAL, OS TRES


ECOS DE PROFUNDIDADES DIFERENTES ESTÃO À 80% DA ALTURA DA TELA, A DIVISÃO
DOS ECOS TEM QUE ESTAR A QUE PROFUNDIDADE DA ALTURA DA TELA, PARA TER
UMA BOA RESOLUÇÃO ?
R:

42 PARA RESOLUÇÃO DE CABEÇOTES ANGULARES DE 4 MHZ, QUAL A ESPESSURA DO


DEGRAU DO BLOCO RECOMENDADO ?
R:

43 MARQUE COM UM X ONDE O PR-011 É APLICAVEL:


( ) JUNTA DE TOPO ENTRE CHAPAS E TUBOS
( ) JUNTA DE ANGULO
( ) CONEXÕES
( ) JUNTAS TUBULARES
( ) JUNTAS EM NÓ
( ) JUNTAS TUBULARES X ACESSÓRIOS

44 QUAL O TEOR EM % DE LIGA NO MÁXIMO PARA AÇOS DE BAIXA LIGA?


R:

45 QUAL O Ø MÍNIMO EM POLEGADAS PARA INSPEÇÃO ?


R:

46 INFORME A FAIXA DE DIMENSÕES EM MM E GRAUS, PARA JUNTAS DE TOPO ENTRE


CHAPAS E TUBOS ?
ABERTURA DE RAIZ =
ALTURA DA RAIZ =

ANGULO DO BISEL =

47 EM QUE FAIXA DE ESPESSURA DEVERÁ SER UTILIZADO CABEÇOTE NORMAL ?


R:

48 OS CABEÇOTES ANGULARES DEVEM TER O SEU ÂNGULO VARIANDO NA FAIXA DE ?


R:

49 RELAÇÃO ÂNGULO DO CABEÇOTE COM A ESPESSURA DA PEÇA :


ESPESSURA ÂNGULO DO CABEÇOTE
≤ 15MM 60º E 70º
> 15 E ≤ 25MM 60º E 70º / 45º E 60º
> 25 E ≤ 40MM 45º E 60º / 60º E 70º
> 40MM 45º E 60º

50 OS CABEÇOTES UTILIZADOS EM SUPERFÍCIES DE CURVATURA INFERIOR A ______ DEVEM


POSSIBILITAR UM AJUSTE DE SUAS SAPATAS A SUPERFÍCIE.

51 QUANTOS GRAUS PODE VARIAR OS CABEÇOTES EM RELAÇÃO AO ANGULO NOMINAL ?


R:
52 A CALIBRAÇÃO DA ESCALA DE DISTÂNCIA DEVEM SER EFETUADAS UTILIZANDO OS BLOCOS?
R:

53 PARA TRAÇAR A A CURVA DE REFERÊNCIA PARA JUNTAS SOLDADAS DE TOPO E JUNTAS DE


ÂNGULO EM ÂNGULO, "T" DEVE CORRESPONDER A ESPESSURA ?
R:

54 NA SEGUÊNCIA DA QUESTÃO 53 PARA JUNTAS TUBULARES?


R:

55 NA SEGUÊNCIA DA QUESTÃO 53 PARA JUNTAS DE CONEXÕES ?


R:

56 INFORME A ESPESSURA DO BLOCO DE REFERÊNCIA PARA ESPESSURA = 25MM, E O Ø DO


FURO DE REFERÊNCIA ?
R:
R:

57 NA SEGUÊNCIA DA QUESTÃO 56 PARA ESPESSURA < QUE 25 MM ?


R:
R:

58 NA SEGUÊNCIA DA QUESTÃO 56 PARA ESPESSURA > QUE 25 MM ?


R:
R:

59 NA SEGUÊNCIA DA QUESTÃO 56 INFORME A PROF., LARG E O COMP. DO ENTALHE ?


R:
R:
R

60 QUAL A PROFUNDIDADE MÍNIMA PARA OS FUROS ?


R:

61 QUAIS AS TOLERÂNCIAS DO Ø E LOCALIZAÇÃO DOS FUROS ?


R:
R:

62 PARA BLOCOS CURVOS QUAIS AS DIMENSÕES ?


R:
R:

63 A CALIBRAÇÃO DA SENSIBILIDADE PARA CABEÇOTES NORMAIS E DUPLO CRISTAIS, PARA


INSPEÇÃO DO MATERIAL DE BASE, DEVE SER COLOCADO O ECO DE FUNDO A QUE % DE
ALTURA DA TELA ?
R:

64 RESUMA PT PARA CABEÇOTES NORMAIS E DUPLO-CRISTAL.


R:

65 O QUE SIGUINIFICA GA + PT + 6 db ?
R:

66 A VERIFICAÇÃO DA PERDA POR TRANSFERENCIA DEVE SER FEITA NA PEÇA


EM QUE DIREÇÃO?
R:

67 PARA FAZER UMA CURVA DAC PARA CABEÇOTES ANGULARES DEVE- SE COLOCAR O ECO
DO FURO REFLETOR A QUE ALTURA DA TELA ?
R:

68 QUAL O TIPO DE ACOPLANTE UTILIZADO ?


R:

69 QUAL A FAIXA DE TEMPERATURA PARA SUPERFÍCIE E O BLOCO ?


R:

70 QUAL A DIFERÊNÇA DE TEMPERATURA ENTRE A SUPERFÍCIE E O BLOCO DE REFERÊNCIA ?


R:

71 AO INSPECIONAR UMA JUNTA TUBULAR DE 18MM DE ESPESSURA COM Ø EXTERNO DE 5",


QUAIS OS CABEÇOTES A SEREM UTILIZADOS ?
R:

72 NA SEGUENCIA DA QUESTÃO 71 QUAL A ÀREA D VARREDURA ?


R:

73 INFORME A VARREDURA PARA UM CABEÇO DE 70º, EM UMA JUNTA TUBULAR COM SOLDA
CIRCUFERENCIAL DE 6" DE Ø EXTERNO COM ESPESSURA DE 17MM ?
R:

74 QUAIS OS MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO DA ALTURA DA DESCONTINUIDADE ?


R:

75 QUAIS OS MÉTODOS DE DIMENSIONAMENTO DO COMPRIMENTO DA DESCONTINUIDADE ?


R:

76 TODAS AS INDICAÇÕES QUE ULTRAPASSAREM A CURVA DE REFERÊNCIA DE 20% DEVERÃO


SER ?
R:

77 TODAS AS INDICAÇÕES COM REFLETIVIDADE NA CURVA DE REFERÊNCIA DE 50% DEVERÃO


SER ?
R:

78 O APARELHO DE ULTRA-SOM DEVE SER DO TIPO ?


R:

79 CAPAZ DE GERAR FREQUENCIA NA FAIXA DE ?


R:

80 PARA CABEÇOTES NORMAIS, PARA CONTATO DIRETO OS CRISTAIS DEVEM TER SEU Ø
VARIANDO ENTRE ?
R:

81 E PARA O LADO DE CABEÇOTES ANGULARES ?


R:

82 QUAL A ÀREA ATIVA MÍNIMA ?


R:

83 UM APARELHO DEVE TER SEU AJUSTE GROSSO COM INCREMENTOS DE QUANTOS db ?


R:

84 UM APARELHO DEVE TER SEU AJUSTE FINO COM INCREMENTOS DE QUANTOS db ?


R:

85 INFORME NA TABELA ABAIXO OS PARAMETROS PARA COMPARAR A LINEARIDADE VERTICAL?


AJUSTE % db LIMITE
100 -6db 44 a 56
100 -12db 22 a 28
100 -18db 11 a 14

86 O CABEÇOTE ESTANDO PARALELO A SOLDA EM VARREDURA PARA DETECÇÃO DE DESCON-


TINUIDADE TRANSVERSAL, DEVE VARIAR O ANGULO NO MÁXIMO EM QUANTOS GRAUS EM
RELAÇÃO AO CENTRO DA SOLDA COM REFORÇO ?
R:

87 UMA DESCONTINUIDADE A 10MM DE PROFUNDIDADE FOI DIMENSIONADA PELA QUEDA DOS 20 db. CASO ESTA
MESMA DESCONTINUIDADE FOSSE DETECTADA A 20 MM DE PROFUNDIDADE E DIMENSIONADA PELA QUEDA
DOS 6 db, COMO SERIA EM RELAÇÃO A OUTRA ?
R:
88 O QUE ACONTECE QUANDO O AÇO CHEGA A 50% DA SUA TEMPERATURA DE FUSÃO ?
( ) COMESSA A GASEIFICAR
( ) DELATA
( ) CONTRAI
( ) FUNDI

89 MARQUE A ALTERNATIVA CORRETA:


( 1 ) O QUARTZO É UM ÓTIMO EMISSOR:
( 2 ) O QUARTZO TRABALHA EM ALTAS TEMPERATURAS:
( 3 ) O TITANÁRIO DE BÁRIO É UM ÓTIMO EMISSOR:
( 4 ) O TITANÁRIO DE BÁRIO É SOLÚVEL EM H2SO4 (SOLUÇÕES QUIMICAS)
( 5 ) O SULFATO DE LÍTIO É UM ÓTIMO RECEPTOR:
( 6 ) O SULFATO DE LÍTIO NÃO É O MELHOR RECEPTOR:

( A ) 1,2,3 ESTÃO CORRETAS ?


( B ) 2,3,5 ESTÃO CORRETAS ?
( C ) 1,4,6 ESTÃO CORRETAS ?
( D ) 3,5,6 ESTÃO CORRETAS ?

90 EM QUAL DOS MATERIAIS ABAIXO O EXAME PELO MÉTODO DE LÍQUIDO PENETRANTE NÃO É POSSÍVEL
SER EXECUTADO ?
R: MATERIAIS POROSOS

91 QUAL DAS DESCONTINUIDADES ABAIXO PODE SER DETECTADA COMO UMA DESCONTINUIDADE DE SERVIÇO?
R: TRINCA DE FADIGA

92 O MELHOR MÉTODO PARA ENCONTRAR UMA DESCONTINUIDADE PERPENDICULAR À SUPERFICIE DE


UMA PEÇA COM ESPESSURA > 100MM ?
R:

93 UMA PEÇA DE 45MM DE ESPESSURA DEVE SER LEVADA A REPARO SE SEU DIMENSIONAMENTO FICAR :
A - > 15MM E > 50 % DA CURVA:
B - >= 15MM E = 100% DA CURVA:
C - >= 45MM E = 100% DA CURVA:
D - = 15MM E > 100% DA CURVA:

94 QUAL O TIPO DE APRESENTAÇÃO DE UM APARELHO DE ULTRA-SOM QUE APRESENTA A IMAGEM EM TRÊS


DIMENSÕES ?
R:

95 A VERIFICAÇÃO QUE É FEITA A PARTIR DA DIMINUIÇÃO DO GANHO, TENDO ESSE QUE FICAR DENTRO DE
DETERMINADOS LIMITES PROPORCIONAIS AO GANHO REDUZIDO ?
R:

96 UM TUBO COM 10" DE Ø, QUAL É O Ø DO BLOCO DE REFERÊNCIA ?


R:

97 A RESOLUÇÃO É APRESENTADA PELO QUE ?


R:

98 DE ACORDO COM O PR - 011 UM VASO DE PRESSÃO SÓ PODE SER INSPECIONADO CASO:


R: SEJA DE AÇO CARBONO OU AÇOS DE BAIXA LIGA COM TEORES DE LIGA DE ATÉ 6% DE LIGA, COM Ø DE 8"
E ESTEJA COM TEMPERATURA < 50 GRAUS.
R:

99 NO APARELHO TIPO A-SCAN O QUE DEVE SER USADO PARA ILUMINAR MAIS O PICO NA TELA DO APARELHO ?
R:

100 DE ACORDO COM O PR - 011 EM UMA PEÇA DE 50MM COMO O INSPETOR DEVE PROCEDER COM AS
INFORMAÇÕES ABAIXO:
ECO NA CURVA DE 100 % + 6 db DE VARREDURA
DESCONTINUIDADE 25 MM DIMENSIONADA COM A TÉCNICA DOS 6 db
A - APROVA E REGISTRA
B - REPROVA
C - ANALISA E REGISTRA
D - REPROVA POR QUE ESTÁ NA CURVA DE 100%

101 ANALISANDO A PEÇA COM O CABEÇOTE NORMAL HÁ UMA PERDA DO ECO DE FUNDO SEM QUE SE REGISTRE
OU OBSERVE NENHUM ECO PROVENIENTE DE UMA DESCONTINUIDADE, COMO O INSPETOR DEVE PROCEDER?
R: Pode ser causado por uma diferença na outra face da peça a qual o inspetor deve analizar a existencia, caso
exista deve ser analisada e registrada no relatório e a peça aprovada.

102 QUAL A VELOCIDADE MÍNIMA PARA DESLOCAMENTO DO CABEÇOTE EM UMA SUERFÍCIE ?


R:

103 A CURVA AVG USA COMO REFERENCIA:


A - FURO DE FUNDO PLANO
B - FURO EM V
C - BLOCO CILINDRÍCO COM FURO NAS EXTREMIDADES
D - ENTALHE

104 NO EXAME POR RESSONANCIA OS LÓBULOS SECUNDÁRIOS PODEM AFETAR DE QUE FORMA O RESULTADO
DO EXAME ?
R:

105

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