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RESUMO – DISCIPLINA: PROCESSOS DE AVALIAÇÃO

“Uma boa maneira de avaliar a dimensão conceitual é propor uma exposição temática escrita, ou
realizar um debate, se a intenção for obter o conhecimento oral das ideias. Outra boa alternativa
é propor aos alunos situações-problema para resolução. Na dimensão atitudinal propõe-se
projetos voltados para o desenvolvimento de valores, princípios éticos como solidariedade,
responsabilidade, liberdade, respeito além de comportamentos que valorizam a cooperação, o
respeito ao meio ambiente e ao compromisso pessoal. Já na dimensão procedimental, os
conteúdos envolvem um conjunto de ações ordenadas com um fim, um objetivo. Por exemplo:
ler, desenhar, observar, calcular, classificar, traduzir, recortar, saltar, inferir, propor, envolvendo
operações motoras e cognitivas”.

Ao pensarmos nas três dimensões é importante lembrar que a dimensão conceitual está
ligada ao saber, conhecer. A dimensão procedimental ao saber fazer e a dimensão
atitudinal ao saber ser.

Em períodos de recessão, a avaliação formativa é preterida pelos governos porque não fornece
números que valorizem a gestão e assim a sua permanência no poder.

Na avaliação formativa, a própria quantificação do conhecimento adquirido nesse contexto é


mais difícil, posto que o resultado que se almeja não é a verificação do atingimento de um
padrão em vigor, mas sim ajudar a formar a construção do conhecimento em cada aluno. Então,
há países que em momentos de desenvolvimento econômico focam neste tipo de avaliação
formativa, mas que mudam suas próprias regras e diretrizes para a avaliação somativa quando
uma recessão se avizinha. Isso se deve ao fato de que a formação do aluno em si deixa de ser
prioridade, porque os políticos precisam de números que “justifiquem” sua permanência no
poder.

Pensar, planejar, executar, avaliar, revisar e replanejar continuamente um curso e suas


respectivas disciplinas, de maneira que os resultados de aprendizagem se mostrem eficientes e
desenvolvam as competências desejáveis aos estudantes compõe o cenário da educação do
século XXI

A complexidade da educação do Século XXI está justamente em desenvolver as competências


necessárias aos estudantes articulando a disciplina ao curso e à instituição e desenvolvendo
estratégias de planejamento, execução e avalição eficientes e interligadas.

A avaliação formativa, interessa-se mais pela construção do aprendizado do que o atingimento


de um padrão.
O resultado que se almeja na avaliação formativa não é a verificação do atingimento de um
padrão em vigor, mas sim ajudar a formar a construção do conhecimento em cada aluno. A
avaliação é complexa por haver diversos fatores envolvidos entre eles o político.

Saviani - Teorias não críticas e teorias crítico-reprodutivistas.

Bordenave - Pedagogia da Transmissão; Pedagogia da Modelagem; Pedagogia da


Problematização.

Mizukami - Abordagem tradicional, cognitivista, comportamentalista, sócio-cultural e humanista.

Libâneo - Pedagogia Liberal (conservadora, renovada progressista, não diretiva) Pedagogia


Progressista (libertadora, libertária, de conteúdos).

Competências de Informação e Comunicação: Literacia para a Informação e comunicação.


Competências de Raciocínio e Resolução de Problemas: Raciocínio crítico e pensamento
sistêmico; Identificação, formulação e resolução de problemas; Criatividade e curiosidade
intelectual. Competências Pessoais e de auto-direcionamento: Intelectual e de colaboração;
auto-direcionamento; responsabilidade a adaptabilidade; responsabilidade social.

É correto afirmar que avaliar, do ponto de vista do processo de ensino e aprendizagem, consiste
em criar critérios de excelência para que, a partir destes, possamos definir a continuidade de um
determinado processo de construção de conhecimento. A confirmação dessa verificação se dá a
partir da emissão de um documento que certifique esse conhecimento. O ato de avaliar permeia
a maior parte de nossas ações em inúmeros contextos e, por isso mesmo, gera muita polêmica
quando é mencionado.

Mais do que ter uma boa nota, a escola precisa garantir que o aluno tenha competências
básicas para saber, fazer, ser e conviver na sociedade.

A discussão sobre avaliação por competência revela uma preocupação integral com o
aprendizado do aluno, além de aspectos como conteúdo ou a nota em si. A preocupação é que
o estudante se forme como cidadão capaz de resolver problemas, viver em sociedade.

A avaliação se faz presente não só na identificação da perspectiva político-social, como também


na seleção de meios alternativos e na execução do projeto.

A avaliação atravessa o ato de planejar e executar: por isto, contribui em todo o percurso da
ação planificada. A avaliação se faz presente não só na identificação da perspectiva político-
social, como também na seleção de meios alternativos e na execução do projeto, tendo em vista
a sua construção. Ou seja, a avaliação como crítica do percurso é uma ferramenta necessária
ao ser humano no processo de construção dos resultados que planificou produzir, assim como o
é no redimensionamento da direção da ação.

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