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GEPE número 2 ABRIL 2011 JornalJornalJornalJornal dodododo AgrupamentoAgrupamentoAgrupamentoAgrupamento
GEPE número 2 ABRIL 2011
GEPE
número 2
ABRIL
2011

JornalJornalJornalJornal dodododo AgrupamentoAgrupamentoAgrupamentoAgrupamento VerticalVerticalVerticalVertical dededede EscolasEscolasEscolasEscolas BarbosaBarbosaBarbosaBarbosa dddduuuu BocageBocageBocageBocage

dddduuuu BocageBocageBocageBocage SemanaSemanaSemanaSemana dadadada

SemanaSemanaSemanaSemana dadadada

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Páginas 1 e 2

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foifoifoifoi aoaoaoao bairro!bairro!bairro!bairro! Página 3 ViolênciaViolênciaViolênciaViolência

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Páginas 3 e 4

Em Foco:

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AsAsAsAs FlorestasFlorestasFlorestasFlorestas Páginas 5 e 6 ConcursoConcursoConcursoConcurso dededede
AsAsAsAs FlorestasFlorestasFlorestasFlorestas Páginas 5 e 6 ConcursoConcursoConcursoConcurso dededede

ConcursoConcursoConcursoConcurso dededede PostaisPostaisPostaisPostais eeee poemaspoemaspoemaspoemas dededede SãoSãoSãoSão ValentimValentimValentimValentim

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aaaa VidaVidaVidaVida ActivaActivaActivaActiva Página 12 Trabalhos elaborados por alunos do Clube Origami e em

Trabalhos elaborados por alunos do Clube Origami e em Formação Cívica no âmbito da iniciativa “Semana das Florestas”

SemanaSemanaSemanaSemana dadadada LeituraLeituraLeituraLeitura

Decorreu na semana de 21 a 25 de Março, em todas as escolas do Agrupamento, a Semana da Leitura. Sob o mote “Florestas de Livros”, o evento uniu a comunidade educativa, através de textos de diversas tipologias. A Directora do nosso Agrupa- mento procedeu à sua inaugu- ração na manhã do dia 21, convidando todos os envolvi- dos a partilhar o gosto pelos

livros e pelo prazer de ler. Porque estamos no Ano Inter-

nacional da Floresta e assina- lamos simultaneamente a “Semana das Florestas”, a temática mais abordada foi a Natureza, o respeito que por ela devemos ter, a sua beleza e a capacidade que tem de sempre nos encantar. Entre outras actividades, tiveram lugar sessões de leitura, dra- matizações e encontros com

autores. Participaram, além

de alunos, actuais e antigos

professores das escolas, de muitos pais/ encarregados de educação e avós, diversas individualidades e represen- tantes de empresas e institui- ções da comunidade. Muitas línguas se fizeram ouvir: português, italiano, mol- davo, russo, francês, inglês, … transformando as nossas bi-

bliotecas numa nova Babel. Foi notório o entusiasmo e atenção das turmas

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Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage EditorialEditorialEditorialEditorial Com um ligeiro atraso,
Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage EditorialEditorialEditorialEditorial Com um ligeiro atraso,

EditorialEditorialEditorialEditorial

Com um ligeiro atraso, eis que surge o segundo número do nosso jornal. Na nossa opinião, este número reflec- te melhor a diversidade de projectos/ acti- vidades do nosso agrupamento. Muitos mais poderíamos divulgar, colaborando, assim, na valorização das boas práticas de todos aqueles que fazem parte e partici- pam na nossa comunidade educativa: alu- nos, encarregados de educação, assisten- tes operacionais e administrativos, profes- sores e outros técnicos. Neste número, apraz-nos contar com a participação de alunos dos vários níveis de ensino, bem como com a colabora- ção de encarregados de educação e

colegas da Educação Especial. Temas como as florestas, a leitura, a escrita criativa, os estágios pré- profissionais para alunos com necessida- des educativas especiais, a divulgação de livros, filmes e espectáculos, a alimenta- ção (mais concretamente, a importância da sopa na nossa dieta) e o desporto, entre outros, são razões mais do que sufi- cientes para lermos A PÁGINA de fio a pavio. Entretanto, precisamos de continuar a insistir na comunicação do melhor que por cá se faz, sem, naturalmente, nos esque- cermos de aperfeiçoar o que ainda faze- mos menos bem.

AAAA PrimaveraPrimaveraPrimaveraPrimavera chegouchegouchegouchegou àààà EBEBEBEB 2,32,32,32,3 BarbosaBarbosaBarbosaBarbosa dudududu Bocage!Bocage!Bocage!Bocage!

O Departamento de Expres- sões comemorou a chegada da Primavera e o Ano Interna- cional da Floresta, com ban- dos de andorinhas pelas pare- des da escola e uma instala- ção de flores e árvore brancas. O JI dos Arcos juntou a esta exposição um simpático espantalho e árvores colori- das, realizadas pelos alunos.

espantalho e árvores colori- das, realizadas pelos alunos. SemanaSemanaSemanaSemana dadadada

SemanaSemanaSemanaSemana dadadada LeituraLeituraLeituraLeitura

dadadada LeituraLeituraLeituraLeitura ► participantes, pelo que pensamos ter feito nascer novos

► participantes, pelo que pensamos ter feito nascer novos leitores, que novos mundos irão descobrir.

O

todos.

a

nosso

muito

obrigado

pelo que pensamos ter feito nascer novos leitores, que novos mundos irão descobrir. O todos. a

Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage

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Vertical de Escolas Barbosa du Bocage Página 3 AAAA leituraleituraleituraleitura foifoifoifoi aoaoaoao

AAAA leituraleituraleituraleitura foifoifoifoi aoaoaoao bairro!bairro!bairro!bairro!

O dia 25 de Março não foi em tudo

igual aos outros. O sol teimou em afir- mar-se para brindar a Primavera recém-chegada, a tarde estava bem

calma e, pelas 15 horas, aceitando o convite, a sombra desafiou a gente a participar na iniciativa “ A leitura vai ao bairro”. Desenvolvida no âmbito da Semana da Leitura, exclusivamente pela turma de primeiro ano da EB1/JI de S. Gabriel, orientada pela docente titular da turma Natália Baião e com o apoio da docente Domingas Caeiro, esta actividade levou a turma a sair à rua e

a ler com os transeuntes, valorizando

o acto e o gosto de ler junto dos parti- cipantes e criando uma partilha espon- tânea entre a escola e a comunidade.

Foi um bocado de tarde bem passado e soube bem dar e receber. As crianças refrescaram com as palavras oferecidas pelos passantes e estes levaram para casa a quente doçura das suas ingénuas e alvas leituras. Só apetecia ficar, mas a campainha da escola tocava e outros prazeres chamavam. Afinal, para o ano há mais!

Regina Luís

prazeres chamavam. Afinal, para o ano há mais! Regina Luís ViolênciaViolênciaViolênciaViolência
prazeres chamavam. Afinal, para o ano há mais! Regina Luís ViolênciaViolênciaViolênciaViolência

ViolênciaViolênciaViolênciaViolência DomésticaDomésticaDomésticaDoméstica

No inicio do 2º período, em Área de Projecto, os alunos do 5º 2ª trabalha- ram a temática da Violência Domésti- ca. Pintaram telas relacionadas com o assunto e ofereceram-nas à 1ª Esqua- dra da PSP de Setúbal. Estas telas irão decorar a sala de apoio à vítima. No mês de Janeiro a subcomissária e o chefe da esquadra estiveram presen- tes na nossa escola para apresentar uma palestra sobre Violência no Namoro.

para apresentar uma palestra sobre Violência no Namoro. AAAA EB1/JIEB1/JIEB1/JIEB1/JI DEDEDEDE S.S.S.S.

AAAA EB1/JIEB1/JIEB1/JIEB1/JI DEDEDEDE S.S.S.S. GABRIELGABRIELGABRIELGABRIEL FOIFOIFOIFOI AO…AO…AO…AO…

No dia 5 de Janeiro chovia muito e, mesmo que o dia convidasse a ficar dentro dos quentes e fofos lençóis, bem cedo já todos seguiam até à capital, para não perder a chegada de Pedrinho, o primo de Narizinho e a neta da Tia Nastácia. A magia do Sítio do Picapau Amarelo fez desvanecer o dia sombrio que ficou fora do Politeama e, durante o tem- po do musical, ninguém conseguiu escapar ao encantamento da Cuca. Ficámos petrificados até à última cena. Mas querem saber como foi e quem quebrou o feitiço? Então leiam a história!

“O“O“O“O SítioSítioSítioSítio dodododo PicapauPicapauPicapauPicapau Amarelo”Amarelo”Amarelo”Amarelo”

Dona Benta vive no Sítio do Picapau Amarelo, numa quinta distante da cidade. Com ela vive Tia Nastácia, que limpa e cozinha para Dona Benta. Com ela também vive a sua neta

Lúcia, também conhecida por Narizinho.

que limpa e cozinha para Dona Benta. Com ela também vive a sua neta Lúcia, também

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Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage AAAA EB1/JIEB1/JIEB1/JIEB1/JI DEDEDEDE S.S.S.S.

AAAA EB1/JIEB1/JIEB1/JIEB1/JI DEDEDEDE S.S.S.S. GABRIELGABRIELGABRIELGABRIEL foifoifoifoi aoaoaoao SítioSítioSítioSítio dodododo PicapauPicapauPicapauPicapau AmarAmarAmarAmareloeloeloelo

Narizinho tem uma boneca de pano feita por Tia Nastácia, que se chama Emília e que faz parte do mundo de fantasia de Narizinho. Um dia, Narizinho encontra o Soberano das Águas Claras. O Soberano fica encantado com a

menina e leva-a a conhecer o seu reino. Lá, conhece a Sardinha, o doutor Caramujo, a Tartaruga

e um pegajoso Sapo.

Narizinho pede ao doutor Caramujo, que tem remédios para todas as doenças, para dar um com- primido falante à Emília. O doutor Caramujo pediu à assistente, que era a Sardinha, para lho dar.

A Sardinha deu o comprimido à Narizinho e esta deu-o a Emília. Emília começou a falar e nunca mais se calou.

Quando chegaram a casa, Tia Nastácia disse a Narizinho e a Emília que o seu primo Pedrinho os vinha visitar com o Tio Barnabé. Então, Tia Nástacia teve uma ideia!

- Vou fazer um boneco, a partir de uma espiga de milho, para o Pedrinho! – disse.

Quando chegou, Pedrinho ficou contente com o boneco e chamou-lhe Visconde de Sabugosa. De

repente, apareceu um Sassi Péréré e começou a fazer traquinices. Pedrinho teve uma ideia e

contou:

- Vamos apanhar um remoinho e trazemo-lo para perto do Sassi. Como ele odeia vento ficará abri- gado aqui dentro deste frasco. Depois fechamo-lo lá dentro. Narizinho encontrou a Cuca, um jacaré fêmea que lhe deu uma fatia de melancia, que estava enfeitiçada, e a transformou numa pedra.

Pedrinho conseguiu apanhar o Sassi, mas o Sassi implorou que o deixasse sair e Pedrinho disse:

- Só se me obedeceres, está bem?

Entretanto, deram por falta de Narizinho e perguntaram ao Sassi:

deram por falta de Narizinho e perguntaram ao Sassi: - Sabes onde está a Narizinho? -

-

Sabes onde está a Narizinho?

-

Não, mas sei quem a raptou.

-

Então quem foi?

-

Foi a Cuca Jacaré.

-

Onde vive?

-

Numa caverna, na floresta.

-

Então vamos lá.

E

lá foram eles. Quando chegaram, a Cuca estava a dormir e Pedrinho perguntou:

-

Como a apanhamos?

- Com uma gota de água, porque a Cuca só dorme uma vez de sete em sete anos, e isso irrita-a – respondeu o Sassi.

A Cuca ficou com uma dor de cabeça muito grande e então eles apanharam uma corda, prende- ram-na e perguntaram:

- Onde está Narizinho?

- Transformei-a numa pedra, e para a fazer voltar ao normal, têm de me dar uma mecha de cabe-

lo da Iara, a Rainha das Águas Claras.

Quando lá chegaram, o Sassi avisou-os para não olharem para os olhos de Iara, porque podiam

ficar cegos. O Sassi deu-lhe um espelho e ela como era vaidosa viu-se ao espelho e reflectiu o seu olhar ficando cega. Sassi tirou a mecha de cabelo e levou-a à Cuca, que se libertou, e pergunta- ram-lhe para que é que ela queria a mecha de cabelo.

Para nada, era só para vos distrair. – respondeu a bruxa. E disse-lhes também que deixou uma flor azul para desfolhar por cima de Narizinho e libertá-la. Quando lá chegaram, procuraram a flor azul. Quando a encon- traram, começaram a desfolhá-la e… Narizi- nho apareceu! Todos ficaram muito contentes e o Sítio do Pica-Pau Amarelo voltou a ser o sítio mais feliz do mundo.

-

e o Sítio do Pica-Pau Amarelo voltou a ser o sítio mais feliz do mundo. -

Mafalda Dias. 3º A.

EB1/JI de S. Gabriel.

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Vertical de Escolas Barbosa du Bocage Página 5 AsAsAsAs FlorestasFlorestasFlorestasFlorestas 1.1.1.1.

AsAsAsAs FlorestasFlorestasFlorestasFlorestas

1.1.1.1. IntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoIntrodução

Na disciplina de Área de Projecto foi-nos pedido o desenvolvimento de um tema. Como 2011 é o Ano Internacional das Florestas, resolvemos fazer um trabalho sobre este assunto.

Tentaremos, neste trabalho, abordar os pontos mais importantes do papel das florestas.

O século XX foi marcado pelo desenvolvimento

industrial, o que causou grandes danos nas florestas. Durante muitos anos não houve preocupação na sua

preservação e com o meio ambiente.

Hoje sabemos a importância da manutenção das florestas. Delas depende o nosso bem-estar e a saú- de da população. No entanto, parece que uma grande parte das pessoas ainda não despertou para esta reali- dade.

Esperamos com este trabalho conseguir trans- mitir os benefícios que as florestas nos trazem e os cui- dados que todos nós devemos ter para com elas.

2.2.2.2. AsAsAsAs florestasflorestasflorestasflorestas

As florestas são muito importantes para toda a humanidade porque:

Protegem os seres vivos;

Dão-nos oxigénio, consumindo o dióxido de carbono;

• Dão-nos oxigénio, consumindo o dióxido de carbono; Dão-nos papel e muitas matérias primas. Enfim, as

Dão-nos papel e muitas matérias primas. Enfim, as florestas são essenciais para sobrevivermos, portanto não as podemos desprezar.

para sobrevivermos, portanto não as podemos desprezar. • Hoje em dia, em diversos países, há entidades

Hoje em dia, em diversos países, há entidades que certificam as florestas, garantindo que a sua gestão seja sustentável. No entanto, os critérios que estão na base desta certificação nem sem- pre são os mesmos, sendo mais exigentes ou frouxos, consoante os países.

A certificação pode incidir na própria floresta ou nos produtos finais que esta gera, como a

madeira e o papel.

A principal fonte de riqueza económica directa da floresta é gerada com a utilização dos produtos extraídos das diferentes espécies de árvores que a povoam como, por exemplo, o sobreiro, o pinheiro bravo, a azinheira, o eucalipto, o pinheiro manso e o castanheiro.

3.3.3.3. OOOO ecossistemaecossistemaecossistemaecossistema dadadada FlorestaFlorestaFlorestaFloresta

A importância da floresta para a manutenção do equilíbrio do ecossistema natural pode

resumir-se nos seguintes pontos:

É o principal suporte da biodiversidade.

Mantém a qualidade do ar.

Armazena água no solo.

Evita a erosão do solo.

Regula os cursos de água.

É o elemento modelador da paisagem.

A floresta é fundamental como fonte de recursos para as variadas actividades da vida do

homem que dela retira muitas vantagens importantes para a sua sobrevivência.

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Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage 4.4.4.4. AAAA

4.4.4.4. AAAA importânciaimportânciaimportânciaimportância dasdasdasdas florestasflorestasflorestasflorestas nananana qualidadequalidadequalidadequalidade ddddoooo ambienteambienteambienteambiente

O papel das florestas na vida das populações sempre foi compreendido. No entanto, somente nas últimas décadas é que as influências florestais sobre o clima, o ar, a água, o solo, a saúde e os aspectos psicológicos dos homens ganharam a sua real importância, porque começaram a apare- cer consequências negativas na qualidade de vida.

A destruição da vegetação, especialmente das florestas, causou problemas sérios para o equilí- brio da biosfera, como a erosão, a degeneração do solo e a poluição do ar. Por isso, é necessário restabelecer a cobertura vegetal para retomar o equilíbrio e a produtividade dos ecossistemas e diminuir a poluição atmosférica. A contribuição das florestas na contenção dos poluentes que se encontram acumulados no ar é muito importante, uma vez que elas actuam directamente, absorvendo e armazenando nas suas folhas poeiras, que são posteriormente conduzida ao solo pela acção das chuvas. Também a poluição sonora pode ser atenuada pelas florestas. Quando bem planeadas e possuindo 50 metros de largura, reduzem de 30 a 50 decibéis os barulhos e ruídos causados pelos processos mecânicos causados pelas actividades do homem.

processos mecânicos causados pelas actividades do homem. 5.5.5.5. OsOsOsOs cuidadoscuidadoscuidadoscuidados

5.5.5.5. OsOsOsOs cuidadoscuidadoscuidadoscuidados quequequeque devemosdevemosdevemosdevemos terterterter nononono diadia-diadia--a-aa-a--dia-diadiadia

Muitas pessoas, quando estão a passear na floresta, não têm a noção que ao deitar para

o chão lixo, papéis ou um cigarro mal apagado, estão a poluir as florestas e o ambiente e podem causar incêndios que destroem partes importantes das nossas florestas e da sua vida animal. Todos nós temos um papel muito importante na conservação e valorização das florestas e,

no dia-a-dia, devemos ter em conta que as nossas atitudes influenciam positiva ou negativamente

a nossa saúde e sobrevivência. Exemplos de como devemos proteger a floresta:

Reduzir o consumo de papel (podemos ler os documentos no computador em vez de os imprimir);

Se tivermos de imprimir, devemos fazê-lo em frente e verso e em papel reciclado;

Usar como papel de rascunho folhas que já tenhamos utilizado só de um lado;

Reciclar todo o papel que já não é necessário;

Utilizar árvores de Natal artificiais, para evitar o abate de árvores;

Aproveitar embalagens, papel e revistas antigas para embrulhar presentes.

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ReferênciasReferênciasReferênciasReferências BibliográficasBibliográficasBibliográficasBibliográficas

MASSA, Renato; CARABELLA, Mónica; FORNASARI, Lorenzo - Irmão, 1994.

“A Terra que respira”. Lello &

Trabalho realizado por: Carina Lebre, nº6, Diogo Sousa, nº 9 e Margarida Neves, nº 18, 5º 10

SemanaSemanaSemanaSemana dasdasdasdas FlorestasFlorestasFlorestasFlorestas

No âmbito da Semana das Florestas (21 a 25 de Março), tiveram lugar no nosso Agrupamento diversas activida- des, entre as quais destacamos uma palestra com o Eng. Nuno David (do Parque Natural da Arrábida) e uma exposição de trabalhos realizados por alunos.

uma palestra com o Eng. Nuno David (do Parque Natural da Arrábida) e uma exposição de
uma palestra com o Eng. Nuno David (do Parque Natural da Arrábida) e uma exposição de

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Vertical de Escolas Barbosa du Bocage Página 7 ConcursoConcursoConcursoConcurso dededede

ConcursoConcursoConcursoConcurso dededede PostaisPostaisPostaisPostais eeee poemaspoemaspoemaspoemas dededede SãoSãoSãoSão ValentimValentimValentimValentim

SÃOSÃOSÃOSÃO VALENTIMVALENTIMVALENTIMVALENTIM

No âmbito da actividade do Plano Anual de Actividades do Departa- mento de Línguas sobre o São Valentim, esteve patente, na BE, entre os dias 14 e 18 de Feverei- ro, uma exposição de trabalhos dos alunos, em várias línguas.

O Clube English Site e os profes-

sores de Inglês do 3º Ciclo promo- veram um concurso de postais alusivos ao tema.

A actividade de escrita criativa,

desenvolvida nas aulas de Inglês do 3º Ciclo, foi concluída em casa com a realização de postais que

primaram pelos mais variados modelos, materiais e técnicas.

RESULTADOSRESULTADOSRESULTADOSRESULTADOS DOSDOSDOSDOS CONCURSOSCONCURSOSCONCURSOSCONCURSOS DEDEDEDE POSTAISPOSTAISPOSTAISPOSTAIS ---- 3º3º3º3º CicloCicloCicloCiclo ----

1º1º1º1º prémioprémioprémioprémio ---- Henrique Branquinho Fernandes , nº 8 - 7º E; 2º2º2º2º prémioprémioprémioprémio ---- Mariana Anastásio do Carmo, no 14 - 9ºC; 3º3º3º3º prémioprémioprémioprémio ---- Sofia Oliveira Afon- so, nº 19 - 9ºC; MençãoMençãoMençãoMenção honrosahonrosahonrosahonrosa pelapelapelapela originalidade:originalidade:originalidadeoriginalidade:: «I wooolf you!», João Mestre, nº 11 – 9º C.

«I wooolf you!», João Mestre, nº 11 – 9º C. –––– 2º2º2º2º CicloCicloCicloCiclo ----

–––– 2º2º2º2º CicloCicloCicloCiclo ----

1º1º1º1º prémioprémioprémioprémio ---- Ana Rita Brito, 6º12; 2º2º2º2º prémioprémioprémioprémio ---- Maria Ana Duzarte, 6º3; 3º3º3º3º prémioprémioprémioprémio ---- Tiago Contente e Miguel Ó Neill, 6º5

EB1EB1EB1EB1 nº12nº12nº12nº12 dasdasdasdas Amoreiras,Amoreiras,Amoreiras,Amoreiras, UnidadeUnidadeUnidadeUnidade dededede EnsinoEnsinoEnsinoEnsino EstruturaEstruturaEstruturaEstruturadodododo //// salasalasalasala dededede autismoautismoautismoautismo

Os alunos da EB1nº12 das Amoreiras, Unidade de Ensino Estruturado/ sala de autismo, também quiseram participar no jornal do nosso Agrupamen- to e por isso enviaram alguns dos seus trabalhos, bem como alguns registos dos colegas de turma.

trabalhos, bem como alguns registos dos colegas de turma. AAAA BrincadeiraBrincadeiraBrincadeiraBrincadeira

AAAA BrincadeiraBrincadeiraBrincadeiraBrincadeira dosdosdosdos AnimaisAnimaisAnimaisAnimais

O leão e o elefante foram fazer uma corrida na floresta, mas, ao atravessarem um ribeiro, perde- ram-se um do outro. Quando ouviram os ursos res- mungões, correram e encontra- ram-se todos. Ficaram muito contentes e, como tinham sede, foram beber água a um lago ao pé da ribeira. Depois foram descansar à som- bra das árvores da floresta.

Ruben Fernandes Antunes, nº 20, 3º A.

ESCRITAESCRITAESCRITAESCRITA CRIATIVACRIATIVACRIATIVACRIATIVA ---- AAAA aventuraaventuraaventuraaventura pelapelapelapela chuvachuvachuvachuva

No âmbito da Educação Especial, foi proposta a criação de um texto, tendo como ponto de partida uma imagem. Trata-se de uma actividade destinada à motivação para a escrita.

de uma actividade destinada à motivação para a escrita. Numa vila muito distante não chovia há

Numa vila muito distante não chovia há muito tempo, mas não era isso que impedia as pessoas de beberem água. Tinham várias reservas e estavam sempre a abastecer-se. Havia, no entanto, uma forte vontade de apreciar uma refrescante chuva. Kimk e Akx decidiram ir para o monte Gate. O monte Gate ficava longe e era conhecido por ter propriedades mágicas e fazer chover milagrosamente. Mas, para tal acontecer, tinham de levar um objecto relacionado com a chuva. Akx disse a Kimk que

um objecto relacionado com a chuva. Akx disse a Kimk que Eu penso que os meninos

Eu penso que os meninos autistas são meninos que têm algumas

dificuldades, que nós não temos.

O Daniel, o Pedro e muitos mais

são meninos que gostam de jogar

à bola e brincar com outros objec- tos. São meninos que devemos respeitar com gosto e amizade, porque eles são amiguinhos.

recolhesse materiais para fazer dois guarda-chuvas. Kimk foi recolher panos e pedaços de metais para fazer guarda-chuvas. A construção foi muito difícil. Passaram horas a soldar, a cortar pedaços de metal e a coser para juntar os panos. Foram então para o monte Gate com os guarda-chuvas para cho- ver na vila. Quando voltaram, ouviram um tremor e choveu como nunca tinha chovido antes. Feliz, Akx atirou o guarda-chuva para o chão…

José Pedro Reis, EB 2,3 Bocage

e choveu como nunca tinha chovido antes. Feliz, Akx atirou o guarda-chuva para o chão… José

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Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage

Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage AAAA sopasopasopasopa Os historiadores referem registos
Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage AAAA sopasopasopasopa Os historiadores referem registos

AAAA sopasopasopasopa

Os historiadores referem registos alusivos à sopa com cerca de dez mil anos.

A sopa não foi, portanto, inventada agora. Ela já fazia parte dos hábitos alimentares dos

povos do mediterrâneo (gregos e romanos).

A palavra sopasopasopasopa tem origem no sânscrito (língua de origem indiana): súsúsúsú significa “bem” e

pôpôpôpô, “alimentar”. Assim, “sopa” quer dizer “bem alimentar”.

Os portugueses talvez sejam o povo que mais sopa consome, apesar de os mais novos não gostarem muito de o fazer.

A sua riqueza nutricional, essencial ao equilíbrio do nosso organismo, é indiscutível e

reconhecida mundialmente pela comunidade científica.

A sopa resulta da cozedura, em água, de uma grande quantidade de alimentos, essencialmente vegetais e cereais, aos quais se adiciona um pouco de gordura (normalmente azeite) e, por vezes, carne, peixe ou ovo. É quase sempre comida à colher, no início da refeição. Vamos, agora, perceber melhor porque é que devemos comer sempre sopa, no inverno e no verão, ao almoço e ao jantar, nem que sejam só duas conchas. Os alimentos que constituem a sopa são muito ricos em vitaminas, minerais e fibras. Devido ao facto de se encontrarem dissolvidos na água da cozedura, o organismo faz um maior aproveitamento de todos os seus nutrientes. Para além disso, desempenham um papel fundamen- tal no bom funcionamento do intestino. Por sua vez, o azeite transmite um aroma e um paladar únicos. Faz parte da dieta medi-

terrânica e é a gordura mais saudável que podemos utilizar na nossa alimentação. É composto por ácidos gordos monoinsaturados e rico em antioxidantes que ajudam a controlar o colesterol e a prevenir as doenças cardiovasculares.

A sopa é, ainda, facilmente digerível, o que é vantajoso para as pessoas com dificuldades

de digestão e mastigação. Não nos podemos também esquecer do importante papel que a sopa desempenha no combate à obesidade: contrariamente ao que muitos pensam, a sopa de legumes fornece poucas calorias e, ao ser comida no início da refeição, faz com que se tenha menos apetite para o segundo prato, o qual é sempre mais calórico. Aqueles que têm um peso mais baixo podem ingeri-la no final

da refeição.

A sopa apresenta muitas outras vantagens. É importantíssima para a nossa saúde e pode

ser simplesmente deliciosa. Experimentem.

saúde e pode ser simplesmente deliciosa. Experimentem. Referências bibliográficas: . Peres, Emílio. Ideias

Referências bibliográficas:

. Peres, Emílio. Ideias Gerais sobre Alimentação Racional, 3ª ed., Caminho, Biblioteca da Saúde,

Lisboa, 1982

. Feliciano, Elsa; Soares, Elsa; Nunes, Nuno. Acerca de Sopa(s), 2ª edição revista e aumentada, Lis- boa, Abril 2003

Margarida Runa, nutricionista

Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage

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Vertical de Escolas Barbosa du Bocage Página 9 SugestõesSugestõesSugestõesSugestões dededede

SugestõesSugestõesSugestõesSugestões dededede leituraleituraleituraleitura

dededede leituraleituraleituraleitura Certo dia, quando Francisco estava a regar o canteiro de

Certo dia, quando Francisco estava a regar o canteiro de hortênsias nem quis acreditar no que os seus olhos viam: ao

A história continua até se desvendar todo o mis- tério à volta dos livros e do senhor que os deixou ao cui- dado do duende. No final, nascerá um grande projecto.

cui- dado do duende. No final, nascerá um grande projecto. FilmesFilmesFilmesFilmes Um dos filmes que mais

FilmesFilmesFilmesFilmes

Um dos filmes que mais me agradaram nos últi- mos tempos tem como título “Objectivo Lua”. As persona- gens com maior importância na acção são o Tintim, o cão Milou e o capitão Haddock. Todos eles foram fazer uma viagem, num fogue- tão, à lua. O foguetão foi inventado pelo professor Girassol que, posteriormente, convidou o Tintim e o capitão Haddock para o acompanha-

fundo do quintal, tinham começado a sair da terra pedaços moles de folhas com palavras impressas. Os dias passaram e cada vez mais livros apare- ciam no quintal. O Francisco começou a guardá-los no seu quarto porque tomara a deci- são de manter em segredo aquela admirável descoberta. No entanto, como os livros já não cabiam no quar- to, o Francisco sentiu necessi- dade de esclarecer o mistério de uma vez por todas. Enca- minhou-se para o quintal e, quando começou a mexer na terra, agarrou num corpo pequenino, mole e morno. O rapaz apercebeu-se de que

Trata-se de um livro infantil muito interessante, que conta uma história muito bonita, cheia de mistério e fantasia, e que aborda a relação de cum- plicidade existente entre uma criança e os livros/a leitura. As ilustrações são fantásticas. Gostei particularmente da última frase, plena de signifi- cado: “Se um dia quiser tor- nar-me escritor terei de ser, antes de mais nada, um gran- de leitor, porque um escritor é sempre um leitor de muitos,

rem na sua primeira viagem. Como não poderia deixar de ser, o cão Milou fez parte da tripulação. Viveram muitas aven- turas e o Tintim até levou um tiro, quando um grupo de mal- feitores os quis abandonar na lua.

O filme tem muita acção e, ao mesmo tempo, é divertido: o capitão Haddock conta umas belas piadas! Para além de ter gostado da história, apreciei as imagens.

era um ser humano e pergun- tou-lhe o que se estava a passar. A explicação não tar- dou a surgir: “Eu sou um dos duendes que habitam as pro- fundezas do teu quintal. Um dia vi um homem de meia- idade a trazer alguns livros debaixo do braço. Sentou-se à sombra de uma árvore e eu percebi que ele estava à minha espera. Aproximei-me e ele contou-me que estava muito doente e que não tinha ninguém para lhe guardar os livros quando chegasse a sua hora de partir. Disse-me que tinha um sobrinho que gosta- va muito de livros, mas sem espaço para receber o seu legado.”

de livros, mas sem espaço para receber o seu legado.” muitos livros, e se deixar de

muitos livros, e se deixar de o ser, acabará também por deixar de escrever, mais tarde ou mais cedo.”

Eva Matilde Alves Ferreira, nº 9, 5º 13

das

aventuras do Tintim (em livro e, agora, em filme)!

Enfim,

sou

João Barbeiro, nº 11, 5º 13ª

nº 9, 5º 13 das aventuras do Tintim (em livro e, agora, em filme)! Enfim, sou
nº 9, 5º 13 das aventuras do Tintim (em livro e, agora, em filme)! Enfim, sou

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Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage

Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage MegasprinterMegasprinterMegasprinterMegasprinter No dia 3 de
Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage MegasprinterMegasprinterMegasprinterMegasprinter No dia 3 de
Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage MegasprinterMegasprinterMegasprinterMegasprinter No dia 3 de

MegasprinterMegasprinterMegasprinterMegasprinter

No dia 3 de Março, às 10 horas, realizou-se o Megas- printer da nossa escola. Esta prova é uma competição que é realizada em todas as escolas do país e que decor- re em três fases (Fase Esco- la; Fase Distrital e Fase

Nacional) e que, entre outros, tem como objectivo recrutar novos talentos para o Atletismo Nacional. Deste modo, a Federação Portuguesa de Atletismo juntamente com a DGIDC através do Programa do Desporto Escolar promove todos os anos este evento

que é recebido por todos os alunos com muito agra- do. Na nossa escola esta

recepção não foi diferente

e contou com a presença

de 232 participantes: 52 Infantis A, 96 Infantis B, 54 Iniciados, 26 Juvenis e 4 Juniores.

Desta forma, o Grupo de Educação Física da escola tem a honra de informar que os primeiros e segun- dos classificados de cada escalão participaram de uma forma muito positiva na fase Distrital realizada no dia 18 de Março. O alu- no Philippe César do 8º A sagrou-se campeão Distri- tal e foi apurado para o Megasprinter Nacional.

AAAA todostodostodostodos osososos nossosnossosnossosnossos PARA-PARA-PARA-PARA- BÉNS!BÉNS!BÉNS!BÉNS!

TorneiosTorneiosTorneiosTorneios

TorneioTorneioTorneioTorneio dededede AndebolAndebolAndebolAndebol

Nos dias 5 e 6 de Abril, decor- reu o Torneio de Andebol do 3º ciclo, que contou com a partici- pação de 207 alunos, 85 femi- ninos e 122 masculinos. Desta vez foram as turmas do 7º E, 8º C e 9º A que saíram vitoriosas. No torneio masculino, os alu- nos do 7º B, 8º A e 9º CEF foram os vencedores. Este torneio contou ainda com

a exibição de uma coreografia

alusiva à importância da práti-

ca regular de actividade física, realizado pelas alunas do Clu- be da Saúde.

A todos os mais sinceros para-

béns com votos que continuem

a praticar muito desporto .

TorneioTorneioTorneioTorneio dededede BasquetebolBasquetebolBasquetebolBasquetebol

No passado dia 13 de Dezembro realizou-se o Torneio de Bas- quetebol do 3º ciclo, que contou com a presença de 217 partici- pantes. No torneio feminino, onde estiveram presentes 104 alunas, con- sagraram-se vencedoras as alunas do 7º F, do 8º A e do 9º A.

No torneio masculino as turmas vencedoras foram: 7º D, 8º A e 9º CEF. A todos os nossos sinceros parabéns!

e do 9º A. No torneio masculino as turmas vencedoras foram: 7º D, 8º A e

Jornal do Agrupamento Vertical de Escolas Barbosa du Bocage

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Vertical de Escolas Barbosa du Bocage Página 11 GastronomiaGastronomiaGastronomiaGastronomia

GastronomiaGastronomiaGastronomiaGastronomia francesafrancesafrancesafrancesa

Na disciplina de Francês, os alunos dos 8ºano pesquisaram recei- tas de cozinha típicas das diferentes regiões de França. Aqui vos apresentamos uma delas.

LorraineLorraineLorraineLorraine

vos apresentamos uma delas. LorraineLorraineLorraineLorraine RecetteRecetteRecetteRecette dededede

RecetteRecetteRecetteRecette dededede CuisineCuisineCuisineCuisine ::::

Quiche Lorraine

Pour la pâte brisée :

200

g de farine

100

g de beurre à température ambiante

1 pincée de sel

½ verre d'eau ou de lait Pour la garniture :

3 oeufs

200

g de poitrine de porc fumé

100

g d’emmental râpé (facultatif)

20 cl de crème fraîche noix de muscade poivre du moulin

PréparationPréparationPréparationPréparation ::::

Pour la pâte brisée :

- Creusez un puits au centre de la farine et versez le sel et le

lait et

pétrissez jusqu’à obtention d’une pâte homogène.

Enveloppez de film alimentaire et réservez au frais au moins 30 min. Abaissez la pâte sur un plan de travail fariné puis posez la

dimension : 24 cm et foncez

pâte dans un moule à

beurre. Travaillez à

la main

puis

ajoutez l’eau ou le

tarte de

DesafiosDesafiosDesafiosDesafios

1111

filhos

foram pescar. Cada um pescou um peixe, sendo que ao todo foram pesca- dos 3 peixes. Como foi isso possível?

Dois

pais

e

dois

2222

A Maria e o Manuel dispu- taram um jogo no qual são

2222 A Maria e o Manuel dispu- taram um jogo no qual são atribuí- dos pontos

atribuí-

dos pontos por vitó- ria e é retirado um ponto por derrota. Inicialmente

2

cada um tinha 5 pontos. O Manuel ganhou exactamen- te 3 partidas, e a Maria no final ficou com 10 pontos,

avec

fond à l’aide d’une fourchette.

Pour la garniture :

Préchauffez votre four à 180°C (th.6)

Détaillez le lard en petits lardons et faites-les revenir dans une poêle sans ajouter de matière grasse.

Répartissez les lardons sur le fond en appuyant légèrement pour qu'ils restent pris dans la pâte.

Dans un saladier, battez les oeufs et la crème. Ajoutez poivre et noix de muscade (mais pas de sel, les lardons étant déjà salés).

Versez le mélange sur les lardons et parsemez d’emmental.

Enfournez 30 min environ. Servez tiède avec une salade verte.

le

les

Piquez

environ. Servez tiède avec une salade verte. le les Piquez Philipe Cesar, nº23 e Tainara Carnava-

Philipe Cesar, nº23 e Tainara Carnava- li, nº25 – 8ºC

quantas

partidas

disputa-

ram?

3333

Determina o próximo núme- ro da sequência:

5,11,19,29,41,…

disputa- ram? 3333 Determina o próximo núme- ro da sequência: 5,11,19,29,41,… Soluções na pág. 12 ►

Soluções na pág. 12 ►

disputa- ram? 3333 Determina o próximo núme- ro da sequência: 5,11,19,29,41,… Soluções na pág. 12 ►
DesafiosDesafiosDesafiosDesafios Resolução 1 . 1 . 1 . 1 . Se o Manuel ganhou exactamente

DesafiosDesafiosDesafiosDesafios

Resolução

1.1.1.1. Se o Manuel ganhou

exactamente 3 partidas, a Maria perdeu três pontos. Como no final a Maria ficou com 10 pontos é porque ganhou 8 pontos, logo 4 partidas. Realizaram portanto 3+4=7 partidas.

2.2.2.2. O próximo número da

sequência 5,11,19,29,41, é 5555.5555

A sequência é formada

somando-se a cada termo

um

número par, a partir do

6:

5+6+6+6+6 = 11+8+8+8+8 = 19+10+10+10+10 = 29+12+12+12+12 = 41+14+14+14+14 = 55.

3.3.3.3. Estavam três pessoas a

pescar: filho, pai e avô. O pai é filho e pai ao mesmo tempo. Há dois filhos (filho e pai) e dois pais (pai e avô).

Há dois filhos (filho e pai) e dois pais (pai e avô). PassatempoPassatempoPassatempoPassatempo

PassatempoPassatempoPassatempoPassatempo Leite,Leite,Leite,Leite,

Morangos

Morangos

Morangos

Morangos

Acção!Acção!Acção!Acção!

Morangos Morangos Morangos Acção!Acção!Acção!Acção! A nossa escola está a participar no passatem- po

A nossa escola está a participar no passatem- po "Leite, Morangos Acção!" levado a cabo pela Fenalac – Federa- ção Nacional das Coope- rativas de Produtores de Leite, que teve início em 02/02/2011 e termina

TransiçãoTransiçãoTransiçãoTransição paraparaparapara aaaa VidaVidaVidaVida ActivaActivaActivaActiva

É fundamental e necessário implicar, de forma activa, a Comunidade Educativa, através dos seus

parceiros no processo de formação dos seus membros, possibilitando aos jovens com

Necessidades Educativas Especiais (NEE), o contacto com experiências reais do mundo do trabalho, com vista à aquisição de competências socioprofissionais. Neste sentido, as professoras de Educação Especial da nossa escola têm estabelecido protocolos com diversas instituições, com

o intuito de implementar e dinamizar estágios pré-profissionais para os alunos com Necessidades Educativas Especiais que usufruem de um Currículo Específico Individual. Todo este processo é

formalizado através da elaboração de um Plano Individual de Transição, de acordo com o artigo 14º, do Decreto-Lei nº3/2008 de 7 de Janeiro, que deve ser iniciado três anos antes da idade

limite da escolaridade obrigatória e destina-se a promover a transição para a vida pós – escolar e, sempre que possível, para o exercício de uma actividade profissional com adequada inserção social, familiar ou numa instituição de carácter ocupacional. Refiro dois exemplos muito positivos da implementação destes “estágios pré – profissionais” para

alunos com Necessidades Educativas Especiais:

- A aluna Joana Sousa, do 9ºC, está a realizar o seu estágio na área de Auxiliar de Acção Educativa que se desenvolve no Berçário/Creche “Instantes Mágicos”, com a preciosa colaboração e orientação da Educadora Judite Matos.

- O aluno Vasile Muntean, do 7ºC, está a realizar o seu estágio na área de Auxiliar de Papelaria, que se realiza na papelaria da nossa escola, com a preciosa colaboração e orientação das Assistentes Operacionais Dona Celina Pereira e Dona Conceição Reisinho (nos anos lectivos de 2008/2009 e 2009/2010), Dona Ângela Pinheiro e Dona Lurdes Várzea (no presente ano lectivo). Estes estágios iniciaram-se em Setembro de 2008 e irão terminar em Junho de 2011. Até à presente data todos os objectivos têm sido cumpridos, sendo o balanço francamente positivo. Ambos os alunos desenvolveram competências socioprofissionais nas referidas áreas, sendo de salientar o total empenho, o gosto e a motivação que sempre revelaram no exercício das suas funções.

que sempre revelaram no exercício das suas funções. ◄Joana Sousa, 9ºC. Estágio no Berçário/

◄Joana

Sousa,

9ºC.

Estágio

no

Berçário/

Creche

Instantes

Mágicos.

Vasile, 7ºC. Estágio na Papelaria. ►

A professora de Educação Especial:

Mª do Rosário Bem Serradeiro

Mágicos. Vasile, 7ºC. Estágio na Papelaria. ► A professora de Educação Especial: Mª do Rosário Bem