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O Estado de Mato Grosso tem se destacado no que diz respeito ao desenvolvimento de

O Estado de Mato Grosso tem se destacado no que diz respeito ao desenvolvimento de políticas, tecno- logias e ferramentas para uma gestão eficiente dos recursos ambientais, servindo, inclusive, de exemplo para outros estados. A criação do Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural é prova disso.

Esta cartilha traz tudo o que você precisa saber sobre o MT Legal: como participar, quais as van- tagens e a importância das licenças ambientais. Fique por dentro dessa grande iniciativa e saiba como contribuir para uma melhor qualidade de vida das gerações futuras.

O Programa MT Legal foi criado através da Lei Complementar nº 343, de 24 de dezembro de 2008, e sua proposta foi construída pelo Governo de Mato Grosso com a parti-

cipação das Organizações Não Governamentais (ONGs), Procuradoria Geral do Estado, Ministério Público Estadual, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Ordem dos

Advogados do Brasil (OAB) e Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).

Mato Grosso (UFMT), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Federação da Agricultura e Pecuária de

Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural

Programa MT Legal: o que é isso?

O MT Legal foi criado para promover a re- gularização ambiental dos imóveis rurais, permitindo um maior controle do uso dos recursos ambientais. O Programa vai fun- cionar por meio de três instrumentos: o Licenciamento Ambiental, o uso de tecno- logias de controle via imagens de satélite e a fiscalização das atividades desenvolvidas nas propriedades rurais. Dessa forma, será possível, cada vez mais, conciliar o desen- volvimento econômico e social com a con- servação do meio ambiente.

Em período de tempo relativamente peque- no o MT Legal poderá mapear e restaurar os passivos ambientais e fazer a preservação de áreas que compõem as matas ciliares e nascentes.

IMPORTANTE: O MT Legal vai permitir que os proprietá- rios ou possuidores de imóveis que tenham desmatado até dezembro de 2007 ajustem sua conduta por meio de Termo de Ajustamento de Conduta - TAC, no curso do processo de licenciamento ambiental, sem que sejam autuados.

processo de licenciamento ambiental, sem que sejam autuados. P r o g r a m a

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Principais benefícios do Licenciamento Ambiental

Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural

• O interessado terá a oportunidade de se regula- rizar sem ser penalizado;

• O processo dividido em duas fases tornará

possível a desburocratização do sistema dan- do maior agilidade na emissão das licenças;

• Acesso às linhas de crédito pelos Proprietários

ou Possuidores de Imóveis rurais em processo de licenciamento.

• Será possível a cobertura de toda a área pas- sível de licenciamento ambiental, com segu- rança jurídica, resultando em mais eficiência ao sistema de Monitoramento e Fiscalização.

resultando em mais eficiência ao sistema de Monitoramento e Fiscalização. S A I B A T

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Por que a licença é tão importante?

- É essencial para garantir a preservação da

qualidade ambiental, indo desde questões que envolvem a saúde pública até a preser- vação da biodiversidade com o desenvolvi- mento econômico.

- O mercado, cada vez mais, exige empre-

sas licenciadas e que cumpram a legislação ambiental. Além disso, os órgãos de finan- ciamento e de incentivos governamentais, como o BNDES, condicionam a aprovação dos projetos à apresentação da Licença Am- biental.

dos projetos à apresentação da Licença Am - biental. P r o g r a m
dos projetos à apresentação da Licença Am - biental. P r o g r a m

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Prazos: providências que o produtor deve tomar

Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural

Prazos CAR – Cadastro Ambiental Rural Para aderir ao MT LEGAL, o proprietário ou possuidor de imóvel rural deverá requerer o CAR – Cadastro Ambiental Rural, no prazo má- ximo de um ano, a partir de 13 de novembro de 2009.

cimento do mesmo, o interessado poderá requerer ao órgão ambiental seu aditamento para complementação da recuperação a seu encargo, mediante justificativa técnica a ser apreciada pelo setor competente.

IMPORTANTE:

Prazos LAU – Licença Ambiental Única

1 ano para propriedades acima de três mil

-

É obrigação do empreendedor produtor, segundo a

hectares;

lei, buscar o licenciamento ambiental junto ao órgão

2 anos para propriedades acima de quinhentos

competente, desde as etapas iniciais de seu planeja- mento e instalação até a sua efetiva operação.

e

até três mil hectares;

 

O empreendedor pode perder a licença, caso as con-

-

3 anos para propriedades de até quinhentos hectares.

dições estabelecidas pelo órgão ambiental não sejam cumpridas.

Prazos TAC - Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental Na hipótese do TAC contemplar a recomposi- ção ou regeneração parcial da reserva legal, no prazo de 60 (sessenta) dias antes do ven-

O processo de licenciamento ambiental de imóveis ru- rais será dividido nas seguintes etapas:

 

1-

Cadastro Ambiental Rural – CAR

2-

Licença Ambiental Única - LAU

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1 - Cadastro Ambiental Rural - CAR na In- ternet ‐ Consiste no registro eletrônico dos imóveis rurais junto à Secretaria de Estado do Meio Am- biente – SEMA para fins de controle e monitora- mento. Esse registro deve ser feito via internet, no site: www.sema.mt.gov.br. -Terá efeito declaratório, atestando a situação atual do imóvel e não se constituirá em pro- va da posse ou propriedade, nem autorizará o desmatamento e/ou exploração florestal, para os quais será exigido a Licença Ambien- tal Única. - A SEMA analisará a documentação, a situação do imóvel e a proposta apresentada pelo inte- ressado. Após essa análise, será dado o aceite e se firmará o Termo de Ajustamento de Conduta. Caso seja constatado o dano ambiental, a análise terá que ser refeita e ratificada.

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Prazos: providências que o produtor deve tomar

01) Contratação de Técnico Ambiental

O proprietário é informado sobre o CAR e suas

vantagens e procura um técnico ambiental para executar o cadastramento.

procura um técnico ambiental para executar o cadastramento. 02) Formulários O técnico ambiental acessa o sistema

02) Formulários

O técnico ambiental acessa o sistema via in-

ternet com seu login e senha e abre um pro- jeto referente ao CAR. Em seguida cadastra os dados da propriedade e do proprietário.

seguida cadastra os dados da propriedade e do proprietário. 03) Base Cartográfica O engenheiro baixa a

03) Base Cartográfica

O engenheiro baixa a base cartográfica da

Cartográfica O engenheiro baixa a base cartográfica da SEMA 04) Mapa Digital – plota o mapa

SEMA

04) Mapa Digital – plota o mapa digital

O técnico da SEMA importa o mapa digital

com informações sobre a propriedade (limi- tes, hidrografia e áreas exploradas).

a propriedade (limi- tes, hidrografia e áreas exploradas). 05) Diagnóstico Ambiental – elabora o diagnóstico

05) Diagnóstico Ambiental – elabora o diagnóstico ambiental

O sistema efetua o cálculo dos dados a par- tir das informações do mapa digital
O
sistema efetua o cálculo dos dados a par-
tir
das informações do mapa digital e gera o
quadro de áreas com a situação ambiental do
imóvel.
06) PRAD
Se houver área degradada elabora o PRAD
através da internet, o técnico ambiental infor-
ma a forma de execução do PRAD.
técnico ambiental infor- ma a forma de execução do PRAD. P r o g r a

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Prazos: providências que o produtor deve tomar

Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural

07) Instrumento de Compromisso Padrão O sistema gera o Instrumento de Compromisso Padrão, onde serão apresentadas as medidas para sanar o passivo ambiental declarado, com o res- pectivo cronograma de execução, de acordo com o roteiro disponibilizado pela SEMA.

de acordo com o roteiro disponibilizado pela SEMA. 08) Documentação O Técnico Ambiental junta a

08) Documentação O Técnico Ambiental junta a documentação do Imóvel e do Proprietário, conforme roteiro específi- co, e a protocola na SEMA.

conforme roteiro específi- co, e a protocola na SEMA. 09) Protocolo Após o protocolo, o servidor

09) Protocolo Após o protocolo, o servidor da SEMA confere na lista de checagem se todos os documentos constam na entrega, podendo reprovar a do- cumentação e exigir sua retificação.

reprovar a do- cumentação e exigir sua retificação. 10) Análise A análise consiste na interpretação da

10) Análise A análise consiste na interpretação da ima- gem de satélite referente à identificação das áreas abertas, da hidrografia definida pelo técnico ambiental e do PRAD apresentado.

definida pelo técnico ambiental e do PRAD apresentado. S A I B A 11) TAC Com

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11) TAC Com a proposta do PRAD aprovada será expedi- do automaticamente o termo de ajustamento de conduta ratificando-a. A partir desse momento as medidas de recuperação das áreas de preservação permanente deverão ser implementadas.

de preservação permanente deverão ser implementadas. 12) Publicação do TAC O proprietário paga a taxa de

12) Publicação do TAC O proprietário paga a taxa de publicação do TAC- AD (Termo de Ajustamento de Conduta para Área Degradada) e, automaticamente, o cadastro do imóvel está lançado no banco de dados da SEMA.

e, automaticamente, o cadastro do imóvel está lançado no banco de dados da SEMA. T U

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Prazos: providências que o produtor deve tomar

13 - Emissão do Cadastro Ambiental Rural - CAR Com a assinatura do TAC, considera-se formalizado o cadastro do imóvel (CAR) e suas informações são disponibilizadas no SIMLAM - Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental - para consulta pública.

e Licenciamento Ambiental - para consulta pública. 2 – Licença Ambiental Única - LAU Formalizado o

2 – Licença Ambiental Única - LAU

Formalizado o CAR, o proprietário e/ou pos- suidor de imóvel rural deverá providenciar a localização e regularização da reserva legal para obtenção da LAU – Licença Ambiental Única.

3 - Suspensão do CAR e Cancelamento dos Benefícios do Programa

O não atendimento à exigência da Regulariza-

ção Ambiental nos prazos previstos implicará:

- No cancelamento da adesão ao MT- LEGAL

- Suspensão do Cadastro Ambiental Rural

- Aplicação das sanções e adoção das medi- das legais pertinentes

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Processo do Cadastramento Ambiental Rural - CAR

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A recomposição da reserva legal dos imó-

veis rurais poderá ocorrer mediante o plan-

tio de espécies nativas, ou protegidas, ou condução da regeneração natural.

Formas de regularização das áreas de Re- serva Legal Degradadas

O proprietário ou possuidor de imóvel ru-

ral com área de reserva legal em extensão inferior ao estabelecido nos incisos I, II, III e

IV do art. 16 da Lei 4.771/65, deve adotar as

seguintes alternativas, isoladas ou conjun-

tamente:

• Recomposição na própria área, mediante

plantio;

• Regeneração natural;

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• Compensação

• Desoneração

Recomposição da Área de Reserva Legal Degradada na Própria Área

Em sendo aceita, pelo órgão ambiental es- tadual, a proposta de regularização da re- serva legal mediante o plantio ou condução da regeneração natural da área de reserva legal degradada, deverá o proprietário ou possuidor assinar Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental, apresentando Pla- no de recuperação de Áreas Degradadas ‐ PRAD, devidamente assinado por respon- sável técnico.

Para o monitoramento e controle das obri-

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Sobre a reserva legal

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gações firmadas, deverá o interessado apre- sentar, anualmente, Relatório de Acompa- nhamento da Execução do PRAD, subscrito por responsável técnico.

Verificado o descumprimento injustificado das medidas de recuperação ajustadas, a falta ou inexatidão das informações pres- tadas no Relatório Anual de Execução do PRAD, o Cadastro Ambiental Rural será sus- penso e canceladas a Certidão Provisória de Regularidade Ambiental, a Licença Am- biental e demais autorizações porventura emitidas, com o conseqüente encaminha- mento do processo à Procuradoria‐Geral do Estado, para a adoção das medidas judiciais cabíveis.

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Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas - PRAD

Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural

Compensação da Área de Reserva Legal Degradada

A compensação ambiental, visando à re- gularização da área de reserva legal degra- dada, deve ocorrer mediante a aquisição de outra área equivalente em importância ecológica e extensão, desde que pertença ao mesmo ecossistema e esteja localizada na mesma microbacia.

Na impossibilidade de compensação da re- serva legal dentro da mesma micro bacia hidrográfica, deve o órgão ambiental esta- dual aplicar o critério de maior proximidade possível entre a propriedade desprovida de reserva legal e a área escolhida para com- pensação, desde que na mesma bacia hi-

drográfica e no mesmo Estado.

O projeto de compensação deverá ser sub-

metido à aprovação do órgão ambiental competente, e poderá ser implementado mediante o arrendamento de área sob re- gime de servidão florestal ou aquisição de cotas.

A servidão florestal poderá ser instituída

por Contrato de Arrendamento, no qual

o proprietário do imóvel rural voluntaria-

mente renuncia, em caráter permanente ou temporário, a direitos de supressão ou exploração da vegetação nativa, localizada fora da reserva legal e da área com vegeta- ção de preservação permanente.

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A servidão florestal deverá ser averbada à margem da inscrição de matrícula do imó- vel, no registro de imóveis competente, após anuência do órgão ambiental esta- dual competente, sendo vedada, durante o prazo de sua vigência, a alteração da des- tinação da área, nos casos de transmissão a qualquer título, de desmembramento ou de retificação dos limites da propriedade.

A Cota de Reserva Florestal - CRF, título representativo de vegetação nativa sob regime de servidão florestal, de Reserva Particular do Patrimônio Natural - RPPN ou Reserva Legal - RL só poderá ser instituída voluntariamente sobre a vegetação que ex- ceder os percentuais estabelecidos no art. 16 da Lei 4.771/1965 (Código Florestal).

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Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas - PRAD

O proprietário ou o possuidor que, até 14 de dezembro de 1998, tenham suprimido, total ou parcialmente a vegetação nativa de sua propriedade ou posse, sem as devidas autorizações exigidas por Lei, não poderão fazer uso dos benefícios da compensação ambiental prevista no inciso III, do artigo 44, da Lei 4.771/65.

prevista no inciso III, do artigo 44, da Lei 4.771/65. P r o g r a

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Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural

Da Desoneração das Obrigações de Re- compor a Reserva Legal Degradada, me- diante doação de área inserida em Uni- dade de Conservação

O proprietário ou o possuidor de imóvel

rural poderão ser desonerados das obriga- ções previstas no artigo 44 da lei 4.771/65, mediante a doação ao órgão ambiental competente de área localizada no interior

de unidade de conservação de domínio pú-

blico, pendente de regularização fundiária, respeitados os critérios previstos no inciso III do mesmo artigo.

Caso a recomposição da reserva legal de- gradada se efetive com área localizada no interior de Unidade de Conservação de do-

mínio público, criada pelo Estado ou União,

o interessado assinará escritura pública de

doação transferindo para o Estado de Mato Grosso ou para a União a área ofertada para desoneração da reserva legal degradada, em cumprimento ao Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental firmado.

A doação ao Estado ou União de área equiva-

lente em importância ecológica e extensão, localizada no interior de unidade de con- servação de domínio público, pendente de regularização fundiária, respeitados os crité- rios previstos no inciso III, do artigo 44, da Lei 4.771, de 15 de setembro de 1965, dependerá de prévia certificação, por comissão técnica integrada por representantes da SEMA, PGE e INTERMAT ou do ICMBio.

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Certificada a área a ser doada para o Estado como apta e passível de regularizar a área de reserva leal degradada, o projeto de desoneração será encaminhado à Procura- doria-Geral do Estado, para confecção da Escritura Pública de Doação ao Estado de Mato Grosso.

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente – SEMA apreciará apenas os critérios previs- tos no inciso III, do artigo 44, da Lei 4.771, de 15 de setembro de 1965, quando a área ofertada estiver inserida em unidade de conservação federal de domínio público, cabendo à Procuradoria Federal Especiali- zada junto ao ICMBio a confecção da Escri- tura Pública de Doação à União.

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Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas - PRAD

Efetivada a transferência da área para o Es- tado ou União, a Procuradoria-Geral do Es- tado determinará a extinção do Termo de Ajustamento de Conduta Ambiental firma- do, com a consequente averbação do perí- metro da área doada, como reserva legal da propriedade rural em processo de licencia- mento ambiental.

propriedade rural em processo de licencia- mento ambiental. P r o g r a m a

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