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SUDÁRIO DE TURIM

Santo sudário pode ser mais velho do que se pensava


Fonte: Globo On-line

LONDRES - O santo sudário pode ser muito mais velho do que atestou uma datação por radiocarbono realizada
na década de 80. Segundo a BBC News, um estudo publicado no jornal "Thermochimica Acta" sugere que o
manto tem entre 1.300 e três mil anos. O autor, Raymond Rogers, critica o teste feito em 1988, que concluiu que
o tecido sagrado era uma farsa.

A manta, que traz uma imagem apagada do rosto de um homem, seria para alguns católicos o tecido usado para
envolver o corpo de Jesus Cristo após sua morte.

Segundo Rogers, sua pesquisa e testes químicos mostram que a amostra usada na análise de radiocarbono em
1988 na verdade era parte de um tecido atado ao sudário para reparar danos causados por um incêndio. Para o
pesquisador, isso fez com que a análise, erroneamente, levasse à conclusão de que o manto sagrado seria falso.
"A amostra usada na análise de radiocarbono tem propriedades químicas totalmente diferentes da maior parte
do santo sudário", disse Rogers, que é um químico aposentado do Laboratório Nacional de Los Alamos, no Novo
México, Estados Unidos.

O manto sagrado foi danificado por vários incêndios desde que sua existência foi descoberta na França, em
1357.

Revista Reforça Tese da Falsidade do Santo Sudário


A revista científica francesa Science et Vie (Ciência e Vida) informou hoje que realizou experiências que provam
que o Santo Sudário, considerado por alguns cristãos a relíquia mais sagrada do Catolicismo, é falso. "Uma
técnica medieval nos ajudou a produzir um sudário", destacou a publicação na edição que sairá em julho.

O sudário é apontado por seus defensores como o tecido que envolveu o corpo de Jesus Cristo, após ter sido
retirado da cruz. Nele é possível ver a imagem de um homem ensanguentado com orifícios nas mãos, bem como
ferimentos no corpo e na cabeça, resultantes aparentemente de crucificação, de esfaqueamento com lança e de
coroa de espinhos descrito pela Bíblia na Paixão de Cristo.

Em 1988, cientistas submeteram o delicado tecido de linho ao exame de datação por carbono 14 e concluíram
que o material foi produzido entre 1260 e 1390. Seu estudo impeliu o então arcebispo de Turim, onde está o
sudário, a admitir que a peça era falsa. Mas o debate foi reativado em janeiro deste ano.

Com base em um método já usado por céticos para atacar as alegações de autenticidade sobre o sudário, a
revista Science et Vie pediu a um artista que fizesse um baixo-relevo - uma escultura que se destaca do fundo ao
redor - da face de Cristo. Em seguida, um cientista colocou um pedaço de linho umedecido sobre o baixo-relevo
e o deixou secar, de forma que o tecido fino moldasse a face esculpida.

Usando fibras de algodão, ele cuidadosamente esfregou óxido férrico misturado com gelatina sobre o tecido
para produzir marcas semelhantes ao sangue. Quando o tecido foi virado do avesso, as marcas do outro lado
revelaram a famosa imagem do Cristo crucificado. A gelatina, um produto de origem animal rico em colágeno,
era usada com frequência por pintores da Idade Média como fixador de pigmentos sobre tecidos ou madeira.

A imagem impressa revelou-se resistente a lavagens, a temperaturas de até 250 graus Celsius e à exposição a
uma série de fortes produtos químicos, como o bissulfito que, sem a ajuda da gelatina, normalmente teria
decomposto o óxido férrico no complexo óxido ferroso.

Segundo a publicação, as experiências respondem a várias questões apresentadas pelos defensores do sudário,
segundo os quais as marcas não poderiam ter sido pintadas sobre o tecido.

De um lado, alegam os defensores, negativos fotográficos e scanners mostraram que a imagem só poderia ter
sido produzida por um objeto tridimensional, em vista da largura do rosto, e das maçãs e nariz pronunciados.
Além disso, afirmam, não foram encontrados sinais de pincéis. E, argumentam, nenhum pigmento poderia ter
sobrevivido a séculos de exposição ao calor, à luz e à fumaça.

Para Jacques di Costanzo, do Hospital Universitário de Marselha (sul da França), que realizou as experiências, o
falsificador medieval também deve ter usado um baixo-relevo, uma escultura ou cadáver para imprimir a
imagem em 3-D. Ele usou um tecido ao invés de um pincel para fazer as marcas e usou gelatina para manter as
imagens com marcas semelhantes a sangue permanentemente fixas e brilhantes no fervilhante mercado de
relíquias religiosas.

Para provar sua hipótese, di Costanzo usou óxido férrico, mas nenhuma gelatina, para fazer outras impressões,
mas todas as marcas desapareceram quando o tecido foi lavado ou exposto a testes com produtos químicos. Ele
também impregnou o baixo-relevo com um complexo amoníaco criado para representar o suor humano e
também creme de babosa, uma planta que era usada por judeus para auxiliar no embalsamamento na época de
Cristo.

Ele colocou o tecido sobre o baixo-relevo por 36 horas - tempo aproximado que Cristo teria ficado sepultado
antes de ressuscitar -, mas durante este tempo nenhuma marca ficou impressa nele. "Obviamente é mais fácil
fazer um falso sudário que um verdadeiro", destacou a Science et Vie.

A primeira evidência documentada do sudário remonta a 1357, quando a peça apareceu em uma igreja de Lirey,
perto da cidade francesa de Troyes. Em 1390, o papa Clemente VII declarou que não se tratava do sudário
verdadeiro, mas poderia ser usado como representação deste, desde que os fiéis soubessem que não era
genuíno.

Em janeiro deste ano, o químico americano Raymond Rogers disse que as amostras de radiocarbono do estudo
feito em 1988 foram tiradas de uma peça que havia sido confeccionada por freiras que repararam o sudário
depois de ter sido danificado em um incêndio, em 1532.

Rogers disse que sua análise de outras amostras, baseada nos níveis de um produto químico chamado vanilina
que resulta da decomposição do linho e outras plantas, revelou que o sudário poderia ter "de 1,3 mil a 3 mil
anos".

Fonte: http://www.terra.com.br

Santo Sudário, uma fraude confirmada


Ano passado, participei do programa da Luciana Gimenez sobre o Santo Sudário; o programa foi bem
tumultuado e gerou bastante polêmico. Mas uma coisa é certa: Acho que nunca mais teremos uma
oportunidade de ter lado a lado um ocultista, um cético e um pastor evangélico defendendo o mesmo ponto de
vista. E que raios de *Jesus-cristo-super-explosão-galáctica* foi aquela do Padre Quevedo???

O ponto central do programa foi o famoso *Sudário de Turim*. Todos colocaram várias teorias que
aparentemente eram conflitantes, mas que o tio Marcelo irá demonstrar acima de qualquer dúvida razoável que
todos os 6 participantes do debate estavam certos (inclusive a “explosão galáctica” do padre Quevedo).

Afinal de contas, quem está ali no sudário?

Para começar, devemos ter em mente que existem *QUATRO *sudários relacionados com esta história, ao
longo do tempo. Vou falar sobre cada um deles e depois traçaremos nossas conclusões:
O *Primeiro Sudário*, e o único que realmente pode ser chamado de “Sudário”, é um pano com cerca de 60cm
de lado, de linho branco, que foi usado para enxugar o sangue no rosto de Yeshua por uma mulher chamada
*Berenice*, enquanto ele caminhava em direção ao calvário. Seu rosto ficou marcado em sangue neste pano e
ele ficou de posse dos Essênios e mais tarde passou para a proteção dos Templários. Chamam este pano de
“*Effigies Domenici vultus quae Veronica nuncupatur’*, ou a Efígie da face do senhor que é considerado Vero
ico. Vero-ico significa “Vero” (verdade) “Ico” (imagem) ou “Imagem verdadeira”. Desta corruptela surgiu *Santa
Verônica*.

De acordo com a tradição o pano ficou com a impressão da imagem da face de Jesus. Assim a história de Santa
Verônica tornou-se uma das mais populares da tradição Cristã e o seu véu é uma das mais amadas relíquias da
Igreja. De acordo com os templários, Verônica levou o véu para fora da Terra Santa e teria usado para curar o
Imperador *Tibério *de uma doença. O véu foi subsequentemente visto em Roma no século oitavo e mais tarde
foi levado pelos templários, tendo percorrido a Europa inteira junto de seus Grãos Mestres. Quando a Inquisição
acusou os templários de “*venerar uma cabeça decepada barbada*”, era sobre esta *imagem sagrada *que eles
estavam se referindo.

Com a captura dos templários em 1307, o sudário foi levado de Paris em segurança e ninguém sabe onde ele se
encontra hoje em dia. As melhores teorias dizem que o paradeiro atual deste sudário está na *capela de
Rosslyn*, na Escócia, sendo protegido por Templários.

O *segundo Sudário* é, na verdade, um lençol mortuário que foi colocado sobre Yeshua enquanto ele
descansava e se recuperava.
O Evangelho de Mateus (27:59) refere que *José de Arimateia* envolveu o corpo de Jesus com um pano de linho
limpo. João (19:38-40) também descreve o evento, e relata que os apóstolos Pedro e João, ao visitar o túmulo de
Jesus após a ressurreição, encontraram os lençóis dobrados (Jo 20:6-7). Embora depois desta descrição
evangélica o sudário só tenha feito sua aparição definitiva no século XIV, para não mais ser perdido de vista,
existem alguns relatos anteriores que contêm indicações bastante consistentes sobre a existência de um tal
tecido em tempos mais antigos.

A primeira menção não evangélica a ele data de 544, quando um pedaço de tecido mostrando uma face que se
acreditou ser a de Jesus foi encontrado escondido sobre uma ponte em Edessa. Suas primeiras descrições
mencionam um pedaço de pano quadrado, mostrando apenas a face, mas *São João Damasceno*, em sua obra
anti-iconoclasta Sobre as imagens sagradas, falando sobre a mesma relíquia, a descreve como uma faixa
comprida de tecido, embora dissesse que se tratava de uma imagem transferida para o pano quando Jesus ainda
estava vivo (o que mais uma vez serve de evidência para nossa história sobre Yeshua não ter morrido na cruz).

Em 944, quando esta peça foi transferida para Constantinopla, *Gregorius Referendarius*, arquidiácono de
Hagia Sophia pregou um sermão sobre o artefato, que foi dado como perdido. Neste sermão é feita uma
descrição do sudário de Edessa como contendo não só a face, mas uma imagem de corpo inteiro, e cita a
presença de manchas de sangue. Outra fonte é o *Codex Vossianus Latinus*, também no Vaticano, que se refere
ao sudário de Edessa como sendo uma impressão de corpo inteiro.

Em 1203 o cruzado *Robert de Clari* afirmou ter visto o sudário em Constantinopla nos seguintes termos: “*Lá
estava o sudário em que nosso Senhor foi envolto, e que a cada quinta-feira é exposto de modo que todos
possam ver a imagem de nosso Senhor nele*“. Seguindo-se ao saque de Constantinopla, em 1205 *Theodoros
Angelos*, sobrinho de um dos três imperadores bizantinos, escreveu uma carta de protesto ao papa Inocêncio
III, onde menciona o roubo de riquezas e relíquias sagradas da capital pelos cruzados, e dizendo que as joias
ficaram com os venezianos e relíquias haviam sido divididas entre os franceses, citando explicitamente o
sudário, que segundo ele havia sido levado para Atenas nesta época. Dali, a partir de testemunhos de época de
*Geoffrey de Villehardouin* e do mesmo Robert de Clari, o sudário teria sido tomado por *Otto de la Roche*,
que se tornou Duque de Atenas. Mas Otto logo o teria transmitido aos Templários, que o teriam levado para a
França.

Com a captura dos Templários, o sudário verdadeiro desapareceu nas brumas do tempo e está protegido pelos
Templários e pelas Ordens Invisíveis até os dias de hoje.

O *Terceiro Sudário* tem uma história muito interessante. Quando *Jacques deMolay* foi capturado pelas
tropas de Filipe, o rei da França, ele passou sete anos sendo torturado para entregar os segredos templários e
não os entregou. O Grão Mestre sofreu toda sorte de torturas físicas e psicológicas que a Inquisição conhecia,
sem ceder um milímetro em sua convicção.

Uma das maiores torturas que sofreu foi ser obrigado a passar por todos os tormentos de Cristo. Colocaram
sobre ele a coroa de espinhos, pregaram-no no batente de uma porta, que os inquisidores golpeavam suas
costas com muita força, chegando a quase quebrar seus ossos, furaram-no com uma lança e chicotearam suas
costas e seu corpo com aquelas armas próprias da Igreja.

Conta-se que durante uma das sessões de tortura, ele esteve a ponto de morrer e precisaram parar com as
torturas. Neste dia, uma de suas amas, a *condessa de Champagne*, preparou um tecido de linho para envolvê-
lo, como um lençol mortuário, pois achava que ele iria falecer. Mas Jacques de Molay foi forte e conseguiu
aguentar estas terríveis torturas.

Isto explica claramente a posição dos braços do morto, como demonstrada pelo Daniel Sottomaior durante o
programa. A imagem do Sudário de Turim (que não é este que estamos falando!) mostra uma pessoa com os
braços sobre os genitais, de uma posição que seria impossível para um morto ficar, pois deixaria os braços em
uma posição “deformada”. Isto também mostra o porquê de a imagem do Sudário ser a de um senhor barbado,
com feições europeias.

Jacques deMolay morreu queimado na fogueira em 1314, sem nada revelar aos Inquisidores.

O Lençol marcado com a imagem de Jacques deMolay ficou em posse dos Templários do sul da França, guardado
como prova das torturas às quais o Grão Mestre havia sido submetido e venerado como objeto de admiração
pela coragem e bravura de Jacques, por aguentar o sofrimento sem entregar seus segredos. Então começa a
parte da história do sudário que é bem documentada.

O Sudário aparece publicamente pela primeira vez em 1357, quando a viúva de *Geoffroy de Charny*, um
templário francês, a exibiu na Igreja de Lirey. Não foi oferecida nenhuma explicação para a súbita aparição, nem
a sua veneração como relíquia foi imediatamente aceite. *Henrique de Poitiers*, arcebispo de

Troyes, apoiado mais tarde pelo rei Carlos VI de França, declarou o sudário como uma impostura e proibiu a sua
adoração (porque eles sabiam que o Sudário era de Jacques deMolay e não de Jesus).

A peça conseguiu, no entanto, recolher um número considerável de admiradores que lutaram para a manter em
exibição nas igrejas. O papa Clemente VII declarou a relíquia sagrada e ofereceu indulgências a quem
peregrinasse para ver o sudário.
Em 1418, o sudário entrou na posse de *Umberto de Villersexel*, Conde de La Roche, que o removeu para o seu
castelo de Montfort, sob o argumento de proteger a peça de um eventual roubo. Depois da sua morte, o pároco
de Lirey e a viúva travaram uma batalha jurídica pela custódia da relíquia, ganha pela família. A Condessa de La
Roche iniciou então uma tournée com o sudário que incluiu as catedrais de Genebra e Liége. Em 1453, o sudário
foi trocado por um castelo (não vendido porque a transação comercial de relíquias é proibida) com o *Duque
Luís de Saboia*. A nova aquisição do duque tornou-se na atração principal da recém construída catedral de
Chambery, de acordo com cronistas contemporâneos, envolvida em veludo carmim e guardada num relicário
com pregos de prata e chave de ouro. O sudário foi mais uma vez declarado como relíquia verdadeira pelo Papa
Júlio II em 1506. Vamos fazer uma pausa e comentar algumas outras coisas…

O *Quarto Sudário* possui uma história ainda mais interessante, e ligada ao terceiro sudário:

*Leonardo di ser Piero da Vinci* é considerado um dos maiores gênios da história da Humanidade, além de Grão
Mestre de muitas ordens secretas templárias e rosa-cruzes, incluindo o famoso Priorado do Sião. Não tinha
propriamente um sobrenome, sendo “di ser Piero” uma relação ao seu pai, “Messer Piero” (algo como Sr.
Pedro), e “da Vinci”, uma relação ao lugar de origem de sua família, significando “vindo de Vinci”. Leonardo da
Vinci é considerado por vários o maior gênio da história, devido à sua multiplicidade de talentos para ciências e
artes, sua engenhosidade e criatividade, além de suas obras polêmicas. Num estudo realizado por Catherine Cox,
em 1926, seu QI foi estimado em cerca de 180, trinta pontos acima do tio Marcelo!

Em 1502, ele ficou a serviço de *César Bórgia* (também chamado de Duque de Valentino e filho do Papa
Alexandre VI) como arquiteto militar e engenheiro, nesse mesmo ano ambos viajaram pelo norte da Itália, é
nessa viagem que Leonardo conhece *Nicolau Maquiavel* (guardem esta informação… retornarei a ela em posts
futuros sobre ordens secretas); no final do mesmo ano retorna novamente a Florença, onde recebe a
encomenda de um retrato: a *Mona Lisa*.

Em 1506, voltou a Milão, então nas mãos de *Maximiliano Sforza* depois de mercenários suíços expulsarem os
franceses.

Entre 1502 a 1506, *César Bórgia* (que, a título de curiosidade, serviu como modelo de inspiração para
Maquiavel ter escrito “o Príncipe”) estava planejando tomar o sudário das mãos da família Saboia e esta
informação chegou a Leonardo. O Sudário de Jacques deMolay foi entregue ao Grão Mestre templário, que
trabalhou cerca de seis meses nele, para que fizesse uma fraude capaz de enganar os Bórgia.

Com o sudário número 3 em mãos, Leonardo trabalhou com diversas técnicas, incluindo tinturas e sangue, mas
para atingir a perfeição, Leonardo usou de seus profundos conhecimentos de alquimia com nitratos e outras
químicas e preparou uma câmara escura, de onde colocou o sudário de Sabóia e fez uma cópia FOTOGRÁFICA
perfeita dele em um tecido mais ou menos da mesma data (o que explica claramente o porquê a imagem no
sudário é um negativo e o porquê dela não ter as medidas totalmente corretas, além de explicar de onde vem o
efeito “*explosão galáctico*” que o padre Quevedo e os especialistas católicos afirmam como prova de milagres
de ressurreição). Como vocês podem ver, não há nada de sobrenatural, apenas ciência alquímica.

Após a fotografia, Leonardo trabalha com sangue e tintas, até que a farsa fique perfeita, e devolve a falsificação
para os Sabóia, que acabam sendo forçados a negociar o sudário com o Vaticano.

O sudário de Jacques Demolay desaparece nas Ordens Invisíveis, sendo protegido dos olhares profanos até os
dias de hoje, em algum lugar do Sul da França.

Em 1506, é declarado como relíquia


verdadeira pelo Papa Júlio II (que achava ter em mãos o sudário de Jacques de Molay). César Bórgia acaba
morrendo em 1507, sem nunca descobrir que foi vítima de uma falsificação.
Em 1532 o sudário (falso) foi danificado por um incêndio que afetou a sua capela e pela água das tentativas de o
controlar. Por volta de 1578 a peça foi transferida para Turim em Itália, onde se encontra até aos dias de hoje na
*Cappella della Sacra Sindone do Palazzo Reale di Torino*. A casa de Sabóia foi a proprietária do sudário até
1983, data da sua doação ao Vaticano. A última exibição da peça foi no ano 2000, a próxima está agendada para
2025. Em 2002, o sudário foi submetido a obras de restauro.

Esta é a razão porque os testes de Carbono-14 apontam o sudário para o século 14, esta é a razão pela qual
foram encontrados sangue e resquícios de tinta, esta é a razão pela qual a pessoa no sudário está em uma
posição que não seria possível para um morto, esta é a razão pela qual muitos livros afirmam que o sudário tem
a imagem de Jacques deMolay e esta é a razão pela qual a imagem do sudário é um negativo, como se tivesse
sido atingida por uma “explosão galáctica”. TODOS os participantes do programa estavam certos.

Agora, imagina se eu iria conseguir explicar tudo isso no Superpop? Bem… no final das contas, foi divertido o
programa. Ver o padre Quevedo perdendo totalmente a esportiva (a ponto de ter o microfone dele desligado) e
ver um ateu, um ocultista e um bispo evangélico defendendo alegremente as mesmas convicções diante de
400.000 televisores não tem preço. Dizem que eu vi as partes íntimas da Luciana Gimenez quando ela deitou
sobre o sudário, mas isso eu vou negar até a morte… podem me pregar no batente da porta se quiserem.

Vou mudar o título do outro post…. se depender do Vaticano, Jesus não seria um X-men, mas um Cavaleiro do
Zodíaco.

“Non nobis, Domine,

Non nobis, sed nomini

Tuo da gloriam”

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