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UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ

DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS


CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAIS SOCIAIS
CAMPUS I – BELÉM
2022.1

PLANO DE ENSINO

Disciplina: Sociologia do Trabalho


Turma: 2018 Turno: Noite
Carga Horária: 60 horas Créditos: 03
Professor: Mílton Ribeiro
Período: 20 de abril a 07 setembro de 2022

EMENTA
O processo de trabalho e capitalismo: conceitos e teorias. A centralidade do trabalho
enquanto categoria de análise, bem como os condicionamentos históricos e ideológicos
presentes nas escolas clássica (Smith, Malthus e Ricardo) e neoclássica (de Marshall aos
socialistas utópicos). As teorias do imperialismo: Rosa Luxemburgo e Lênin. A visão de
Keynes. A crítica marxista ao processo de trabalho no capitalismo. As mudanças no mundo
do trabalho, nas sociedades contemporâneas e no capitalismo periférico. Modelo produtivo:
taylorismo-fordismo, pós-fordismo e Toyotismo. As formas de acumulação do capital e de
gestão do trabalho, flexibilização e precarização.

HABILIDADE
Compreender a articulação entre a noção de trabalho e a formulação da teoria social durante
o século XIX, seus desdobramentos analíticos e conceituais no século XX e as experiências
sociais relacionadas ao emprego, labor e profissão no século XXI.

COMPETÊNCIA
Identificar as perspectivas teóricas em Ciências Sociais que conformaram o trabalho como
uma importante noção para pensar as mudanças sociais durante os séculos XIX, XX e XXI
na sociedade capitalista e neoliberal.

CH EM CH
UNIDADE CONTEÚDOS
SALA A.D.O1
- Trabalho e Teoria Social:
1) O que é trabalho?
Unidade I 14h 2h 2) O conceito de trabalho na Sociologia
Clássica
3) O que é a Sociologia do Trabalho?
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Constituem A.D.O. (Atividade Domiciliar Orientada) as pesquisas na internet, leituras de artigos,
levantamento bibliográfico, pesquisas, estudos dirigidos, exercícios complementares etc. orientados
pelos docentes para execução pelos discentes, em complementação à atividade desenvolvida na
disciplina.
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- Antropologia do Trabalho:
1) Como o trabalho aparece em etnografias?
Unidade II 14h 2h
2) Fetichismo e relações de poder
3) Mercado, feira e trabalho
- Trabalho e Diferenciação Social:
1) Divisão sexual do trabalho
Unidade III 11h 1h 2) Raça, gênero e suas relações com o trabalho
doméstico
3) Empresariado negro
- Sindicalismo e Uberização do Trabalho:
1) Movimento sindical e relações de trabalho
Unidade IV 3h50min 50min
2) Sindicalismo, associativismo e trabalho
3) Neoliberalismo e sindicalismo no Brasil
- Trabalho na Amazônia:
1) Identidade e Memória Social
Unidade V 11h 1h
2) Barbadianos na Amazônia
3) Desenvolvimento, trabalho e modernidade

ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM
Aula expositiva e dialogada: o conteúdo será ministrado partindo do conhecimento prévio e
acumulado da turma e de sua relação com o texto-base relacionado para cada aula/unidade,
com a participação das/os estudantes na construção do diálogo e desenvolvimento da aula; e
ao final das unidades construir uma linha lógica e contínua do conteúdo adquirido, que
possibilite uma revisão constante dos temas e dos conceitos apreendidos ao longo das
semanas.

Atividade Domiciliar Orientada: as/os discentes deverão realizar a leitura e interpretação


de textos e/ou outros materiais acadêmico-científicos mediante pesquisas na internet e/ou
levantamento bibliográfico; além disso, a partir de cada unidade ministrada deverão realizar
exercícios de fixação, encaminhadas pelo docente.

Exibição de produção audiovisual: esta estratégia visa acompanhar a discussão sobre a


produção audiovisual e as dinâmicas de produção e crítica social que estas ferramentas de
intervenção possibilitam. De blockbusters à produções independentes serão escolhidos
longas e curtas-metragens que estejam diretamente ligados aos temas trabalhados em sala
de aula para exibição. Haverá também uma variação nos estilos cinematográficos, como
ficção, não-ficção e documentários, com uso de um roteiro de análise dos filmes articulando
com os conteúdos da disciplina; acompanhados de material bibliográfico, quando houver e
for necessário.

Seminário Invertido: a responsabilidade de escolha do tema e/ou objeto de análise ficará


sob responsabilidade da/o aluna/o, ou dupla de alunas/os – podendo também ser uma tríade,
excepcionalmente; estas/es deverão desenvolver um ensaio escrito dialogando com a
bibliografia da disciplina; em momento oportuno, as/os alunas/os disponibilizarão os
materiais dos seminários (apresentação em power point, trabalho escrito, vídeo e afins) com
antecedência para que a turma tenha acesso antes das apresentações; no dia marcado, a
turma será responsável pelo debate dos trabalhos, com perguntas, sugestões e críticas – nos
moldes das apresentações de trabalhos em comunicações orais nos eventos acadêmicos e
científicos.

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Seminário Temático: a atividade será aplicada como uma estratégia que permitirá as/os
estudantes relacionarem a compreensão do conteúdo adquirido ao longo do ciclo com os
debates atuais relacionados à disciplina, durante as aulas; os temas e os conceitos já
trabalhados poderão ser revistos e contextualizados novamente com base no suporte
bibliográfico e audiovisual.

Roda de Conversa: a ideia é que possamos, ao final de cada unidade e/ou da disciplina,
socializar os conhecimentos adquiridos e relacioná-los a um fato do cotidiano, que pode ser
ilustrado por uma matéria de jornal, um vídeo, uma música, uma campanha publicitária, um
texto literário ou um recorte da vida social em evidência durante aquele momento.

RECURSOS DIDÁTICOS
Data Show, computador, quadro branco, pincel para quadro branco, caixa de som, internet e
fontes histórico-escolares, como produções audiovisuais, quadrinhos e textos acadêmicos.

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Os instrumentos avaliativos visam indicar o desempenho discente em relação aos objetivos
propostos como aprendizagens a realizar, em termos de aquisição de conhecimentos e de
desenvolvimento de competência profissional, de habilidades, atitudes e valores, bem como
expor as dificuldades e entraves a essas aprendizagens, permitindo o planejamento de
estratégias individuais e coletivas, no sentido de superá-las, contribuindo de modo decisivo
para a formação de profissionais cidadãos capazes de aprender continuamente no decorrer
de sua vida profissional.

MODOS DE AVALIAÇÃO
1) a avaliação diagnóstica realizada a cada início e término dos eixos temáticos com vista a
compreender os entendimentos das/os estudantes sobre os conceitos e procedimentos de
cada autor – será realizada com base nas respostas às questões formuladas pelo professor
em sala e respondidas pela/o estudante durante o tempo de aula;
2) a avaliação formativa visa identificar a maneira como o corpo discente está encarando a
leitura dos textos e sua dinâmica em sala de aula – será realizada com base na produção
textual no formato de texto dissertativo a ser entregue no final da disciplina contendo uma
reflexão aprofundada do conjunto dos autores/temas explorados; e
3) a avaliação somativa tem por objetivo considerar a participação e engajamento da/o
estudante em sala de aula e durante a disciplina – será considerada para essa avaliação a
soma das atividades propostas, assim como a realização de um seminário temático para
atualização dos conceitos e métodos dos autores clássicos, a ideia é que a turma possa
enxergar as possibilidades contemporâneas de interpretação sociológica a partir da leitura
clássica.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
Assim, será então considerada como instrumentos de avaliação: a) A FREQUÊNCIA,
PRESENÇA E A PARTICIPAÇÃO NAS AULAS SÍNCRONAS* (AVALIAÇÃO 1); b)
ENSAIO OU ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO – APOSTILA (AVALIAÇÃO
2); e c) UM RELATÓRIO DA DISCIPLINA (AVALIAÇÃO 3).

* COM NOTA PROPORCIONAL À PARTICIPAÇÃO NO DEBATE, DE ACORDO


COM ESTE PRINCÍPIO: 16 a 14 PARTICIPAÇÕES = 10,0 pontos; 13 a 11

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PARTICIPAÇÕES = 9,0 pontos; 10 a 9 PARTICIPAÇÕES = 8,0 pontos; igual ou abaixo
de 8 PARTICIPAÇÕES = 7,0 pontos; NENHUMA PARTICIPAÇÃO = 0, 0 ponto.

PRAZO DAS AVALIAÇÕES


- AVALIAÇÃO 1: até 07/09/2022, às 22h30.
- AVALIAÇÃO 2: até 07/09/2022, às 22h30.
- AVALIAÇÃO 3: até 07/09/2022, às 22h30.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os critérios de avaliação a serem considerados serão: objetividade na exposição dos
conceitos e interpretação dos autores a partir da crítica especializada e dos textos
fundamentais de cada autor, assiduidade e pontualidade na entrega das atividades sugeridas,
além de coerência nos usos das categorias de análise das/os autoras/es respeitando suas
interpretações e temporalidades.
A/O discente é considerada/o APROVADA/O com frequência igual ou superior a 75%
(setenta e cinco por cento) e que obtiver nota igual ou superior a 8 (oito) pontos, através de
média aritmética simples das notas de duas avaliações realizadas durante o período letivo
ou após submeter-se a uma avaliação complementar.

NOTA FINAL
A NOTA FINAL SERÁ A NOTA DAS ATIVIDADES DA DISCIPLINA DIVIDIDAS
PELO NÚMERO DE ATIVIDADES REALIZADAS, COM PESO IGUAL ENTRE
ESSAS ATIVIDADES, OU SEJA, A NOTA FINAL SERÁ A MÉDIA ARITIMÉTICA
SIMPLES CONFORME A FÓRMULA ABAIXO:

NOTA FINAL = AV. 1 + AV. 2


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BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVES. G. Trabalho e mundialização do capital: a nova degradação do trabalho na era
da globalização. Praxis, 1999.
ALMEIDA, Maria Hermínia T. O sindicato no Brasil: novos problemas, velhas estruturas.
Em: Debate e Crítica, n. 6, 1975.
ANTUNES, Ricardo. Classe Operária, Sindicato e Partido no Brasil. São Paulo, Cortez,
1982.
ANTUNES, Ricardo. Os Sentidos do Trabalho. São Paulo: Bomtempo, 1999.
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho? Ensaios sobre as metamorfoses e a centralidade
do mundo do trabalho. São Paulo: Cortez, 1998.
ARENDT, Hannah. A Condição Humana. 10. ed. São Paulo: Forens, 2000.
CASTRO, Nadia; Leite, P. A sociologia do trabalho industrial no Brasil: desafios e
interpretações. Em: BIB, n. 37, 1994.
CHESNAIS, François. A Mundialização do Capital. São Paulo: Xamã, 1996.
HABERMAS, Jürgen. Excurso acerca do envelhecimento do paradigma da produção. Em:
O Discurso Filosófico da Modernidade. Lisboa: Publicações Don Quixote, 1990.
HARVEY, David. A Condição Pós-Moderna. São Paulo: Loyola, 1998.
IANNI, Octavio. A Era do Globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.
LEITE, Márcia de Paula. O Futuro do Trabalho: novas tecnologias e subjetividade
operária. São Paulo: Scritta, 1994.
LUKÁCS, Georg. História e Consciência de Classe. Porto: Publicações Escorpião, 1974.
MATTOSO, Jorge. A desordem do Trabalho. São Paulo: Scritta, 1995.
4
MARX, Karl. O Capital. São Paulo: DIFEL,1982.
______. Manuscritos Econômicos e Filosóficos. Lisboa: Edições 70. 1993.
OFFE, Clauss. Capitalismo desorganizado. São Paulo: Brasiliense, 1984.
TAVARES, M. C.; Fiori. J. L. Poder e Dinheiro: uma economia política da globalização.
Petrópolis: Vozes, 1997.
WAIZBORT, Leopoldo. Classe Social, Estado e Ideologia. Em: Tempo Social, 10(1),
1998, p. 65-81.

CRONOGRAMA
Aula 1 Apresentação da disciplina, orientações sobre as avaliações, considerações
20.04.2022 sobre o trabalho final e o que ocorrer.

Unidade I – Trabalho e Teoria Social


Aula 2 FERNANDES, Rhuann. “Sociologia e trabalho: clássicas concepções”.
27.04.2022 Em: Revista Textos Graduados, 7(1), 2021, p. 122–141. Disponível em:
https://revistas.unila.edu.br/espirales/article/view/1883/2424. Acesso em
20/04/2022.

SORJ, Bila. “Sociologia e trabalho: mutações, encontros e desencontros”.


Em: RBCS, 15(43), 2000, p. 25-34. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/S0102-69092000000200002. Acesso em
20/04/2022.
Aula 3 FERREIRA, José Wesley. Sociologia do Trabalho. Ijuí: Ed. Unijuí, 2012.
04.05.2022 Disponível em:
https://bibliodigital.unijui.edu.br:8443/xmlui/bitstream/handle/123456789/
1245/Sociologia%20do%20Trabalho.pdf?sequence=1. Acesso em
20/04/2022.

DWYER, Tom. “A Sociologia e a concepção interdisciplinar do trabalho”.


Em: Revista de Sociologia e Política, n. 9, 1997, p. 173-184. Disponível
em: https://revistas.ufpr.br/rsp/article/view/39306/24125. Acesso em
20/04/2022.
Aula 4 OLIVEIRA, Roberto; RAMALHO, José Ricardo & ROSENFIELD,
11.05.2022 Cinara. “A Sociologia do Trabalho e suas interfaces: trajetória e tendências
atuais”. Em: BIB - Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em
Ciências Sociais, n. 90, 2019, p. 1–28. Disponível em:
https://bibanpocs.emnuvens.com.br/revista/article/view/486. Acesso em
20/04/2022.
Aula 5 ANTUNES, Ricardo. “Século XXI: nova era da precarização estrutural do
18.05.2022 trabalho?”. Em: Seminário Nacional de Saúde Mental e Trabalho, São
Paulo, 2008. Disponível em:
http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/LxkqK1F4gd8eDW4w38w0.pdf.
Acesso em 20/04/2022.

ANTUNES, Ricardo & PRAUN, Luci. “A sociedade dos adoecimentos no


trabalho”. Em: Serviço Social & Sociedade, n. 123, 215, p. 407-427.
Disponível em: https://doi.org/10.1590/0101-6628.030. Acesso em
20/04/2022.

5
Unidade II – Antropologia do Trabalho
Aula 6 LEITE LOPES, José Sérgio. O trabalho visto pela Antropologia Social.
25.05.2022 Em: Revista Ciências do Trabalho, v. 1, n. 1, 2013, p. 65-84. Disponível
em: https://rct.dieese.org.br/index.php/rct/article/view/35/pdf. Acesso em
20/04/2022.

MARTINS, José de Souza. “A aparição do demônio na fábrica, no meio de


produção”. Em: Tempo Social, 5(1-2), 1993, p. 1-29. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/ts.v5i1/2.84939. Acesso em 20/04/2022.
Aula 7 TAUSSIG, Michael. “Parte I – Fetichismo: tropo por excelência”. Em: O
01.06.2022 diabo e o fetichismo da mercadoria na América do Sul. São Paulo: Ed.
UNESP, 2010, p. 21-69. Disponível em:
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1yU-
6Th29ltxcnHeEN7VgonzTgrodtDY_. Acesso em 20/04/2022.
Aula 8 LOPES, José Sérgio Leite. “Capítulo II: ‘A carne e os ossos’: os limites da
08.06.2022 jornada de trabalho”. Em: O vapor do diabo: o trabalho dos operários do
açúcar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p. 61-98. Disponível em:
https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1yU-
6Th29ltxcnHeEN7VgonzTgrodtDY_. Acesso em 20/04/2022.
Aula 9 VEDANA, Viviane. “Fazer feira e ser feirante: a construção cotidiana do
15.06.2022 trabalho em mercados de rua no contexto urbano”. Em: Horizontes
Antropológicos, 19(39), 2013, p. 41-68. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/S0104-71832013000100003. Acesso em
20/04/2022.
Unidade III – Trabalho e Diferenciação Social
Aula 10 LIMA, Márcia & PRATES, Ian. “Emprego doméstico e mudança social:
22.06.2022 reprodução e heterogeneidade na base da estrutura ocupacional brasileira”.
Em: Tempo Social, 31(2), 2019, p. 149-171. Disponível em:
https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2019.149291. Acesso em
20/04/2022.

ESTEVES, Lorena; LEAL, Camila; CAL, Danila & BRITO, Rosaly.


“Telenovelas, interseccionalidade e relações de poder: representações
midiáticas das trabalhadoras domésticas”. Em: Comunicação, Gênero e
Trabalho Doméstico: das reiterações coloniais à invenção de outros
possíveis. Curitiba:
CRV, 2020. Disponível em:
https://livroaberto.ufpa.br/jspui/handle/prefix/904. Acesso em 20/04/2022.
Aula 11 Davies, Frank. “Identidades de sucesso: breve reflexão sobre os
29.06.2022 empresários negros brasileiros”. Em: Plural, 16(2), 2009, p. 75-94.
Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2009.74596.
Acesso em 20/04/2022.
Aula 12 HIRATA, Helena. “Globalização e divisão sexual do trabalho”. Em:
03.08.2022 Cadernos Pagu, n. 17/18, 2001/2002, p. 139-156. Disponível em:
https://doi.org/10.1590/S0104-83332002000100006. Acesso em
20/04/2022.

6
PISCITELLI, Adriana. “Feminismos e prostituição no Brasil: uma leitura a
partir da Antropologia Feminista”. Em: Cuadernos de Antropología
Social, n. 36, 2012, p. 11-31. Disponível em:
https://www.redalyc.org/pdf/1809/180926074002.pdf. Acesso em
11/06/2022.
Unidade IV – Sindicalismo e Uberização do trabalho
Aula 13 RECOARO, Deise. “Sindicalismo de movimento social e a organização das
10.08.2022 mulheres”. Em: BIB - Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em
Ciências Sociais, n. 93, 2020, p. 1–24. Disponível em:
http://anpocs.com/images/BIB/n93/BIB_0009301_deise2.pdf. Acesso em
03/06/2022.

ABÍLIO, Ludmila. “Uberização: a era do trabalhador just-in-time?”. Em:


Estudos Avançados, 34 (98), 2020, p. 111-126. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/ea/a/VHXmNyKzQLzMyHbgcGMNNwv/?
format=pdf&lang=pt. Acesso em 03/06/2022.
Unidade V – Trabalho na Amazônia
Aula 14 LIMA, Maria Roseane. Ingleses Pretos, Barbadianos Negros, Brasileiros
17.08.2022 Morenos? Identidades e Memórias (Belém, séculos XX e XXI).
Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais/Antropologia. Belém:
PPGCS/UFPA, 2006. Disponível em:
http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/1900. Acesso 20/04/2022.
Aula 15 LOUREIRO, Violeta. A Amazônia no século 21: novas formas de
24.08.2022 desenvolvimento. Em: Revista Direito GV, v. 8, n. 2, 2012, p. 527-552.
Disponível em:
https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/revdireitogv/article/view/
23922/22682. Acesso em 20/04/2022.
Aula 16 CASTRO, Edna. Tradição e modernidade: a propósito de processos de
31.08.2022 trabalho na Amazônia. Em: Novos Cadernos NAEA, v. 2, n. 1, 1999, p.
31-50. Disponível em: http://dx.doi.org/10.5801/ncn.v2i1.200. Acesso em
11/06/2022.
Aula 17
FERIADO – INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
07.09.2022
Aula 18 ALMEIDA, Felipe Mateus de. “O conceito de lazer: uma análise crítica”.
14.09.2022 Em: NORUS – Novos Rumos Sociológicos, v. 9, n. 16, 2021, p. 206-229.
Disponível em:
https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/NORUS/article/view/
21887/13992. Acesso em 11/06/2022.

HOMOLOGAÇÃO
Professor: Assinatura: Data:
Mílton Ribeiro da Silva Filho
Prof. Me. em Ciências Sociais
20.04.2022
milton.ribeiro@uepa.br

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