Você está na página 1de 17

UNIANCHIETA – UNIVERSIDADE PADRE ANCHIETA

AMANDA DOS SANTOS, RA: 1904929


DANILO CAMARA CANALI, RA: 1902971
FELIPE CARVALHO, RA: 1905166
JESSICA PAULA VAZ, RA: 1905961
VICTOR HUGO MARTINS DE OLIVEIRA, RA: 2004526

QUALIDADE DE SOFTWARE

JUNDIAÍ – SP
2020
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO…………………………………………………………………… 1
1.1. HISTÓRIA DA GESTÃO DA QUALIDADE……………………………….... 1
1.2. HISTÓRIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE…………………………….. 2
2. O QUE É QUALIDADE…………………………….…………..……………….. 2
3. A QUALIDADE DE SOFTWARE………...…………………………………….. 4
4. CUSTO DA QUALIDADE DE SOFTWARE………………………………...… 7
4.1. CUSTO DA PREVENÇÃO…………………………………………...……… 7
4.2. CUSTO DE AVALIAÇÃO…..………………………………………………… 7
4.3. CUSTO DE FALHA…………………………………...……………………… 8
5. VANTAGENS DA QUALIDADE DE SOFTWARE………………...…………. 8
6. NORMAS E MODELOS DA QUALIDADE DE SOFTWARE……………….. 9
7. CONCLUSÃO……………………………………………………………………. 13
8. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA……………………………………………... 14
1. INTRODUÇÃO

1.1. HISTÓRIA DA GESTÃO DA QUALIDADE

A qualidade percorreu diversos caminhos ate então, se iniciando na inspeção,


na Idade Média, onde os artesões e artífices, dos quais eram responsáveis pela
fabricação de seus produtos, definiram alguns padrões rudimentares de níveis
básicos.
Com o início da produção em massa, a inspeção formal passa a ser
necessária, e é publicado a obra The Control of Quality in Manufacturing de G. S.
Radford, 1922. A partir dele se vê que a qualidade é de responsabilidade gerencial
distinta e com função independente.
Nesta primeira era, a maior preocupação, estava em checar o produto um a
um, para que chegasse ate ao cliente final com nenhum defeito, foi então criado um
sistema racional de medidas, gabaritos e acessórios no início do século XIX.
Em sua segunda era, foi estabelecido o controle estatístico, já que em função
do aumento da produção, o método de verificação um a um se foi inviabilizado, se
criando então as técnicas estatísticas.
São criados conceitos como “Risco do produtor e consumidor, probabilidade
de aceitação, fração defeituosa e tolerável e nível de qualidade aceitável.” (Paladini,
1995).
Nesta era, a qualidade teve o seu marco no surgimento de novos elementos
que a constituem, como o controle total da qualidade, a quantificação dos custos, a
engenharia de confiabilidade e o zero defeito.
Na terceira era, a qualidade começa a ter uma visão e sentido mais amplo,
passando a englobar o conceito em todos os membros das organizações, evitando
eventuais falhas decorrentes da linha de produção. A qualidade passa a ser atribuída
não apenas na produção dos produtos finais, mas de todos os produtos utilizados
para faze-lo, como as matérias primas.

Pág. 1
1.2. HISTÓRIA DA QUALIDADE DE SOFTWARE

Em meio a crise do Software, dos quais enfrentavam os problemas de prazo,


custos, baixa produtividade, baixa qualidade e difícil manutenção, na reunião da
OTAN em 1968 foi estabelecido o termo “Engenharia de Software”, a partir daí
começaram a imitar as engenharias convencionais para se resolver problemas de
qualidade.
Frequentemente associamos a Qualidade de Software com a satisfação do
usuário, onde é uma visão bem vaga do que realmente se é, a satisfação está sim
relacionada, mas de longe é o seu único objetivo, já que ela também inclui uma boa
manutenibilidade, alta reusabilidade e baixo acoplamento.
A Qualidade de Software é dividida em dois tipos: qualidade do processo e
qualidade do produto, onde estão inclusos:
• Indicar a qualidade do produto;
• Avaliar a produtividade das pessoas que produzem o produto;
• Avaliar os benefícios derivados de novos métodos e ferramentas de
software;
• Formar uma linha básica para estimativas;
• Ajudar a justificar os pedidos de novas ferramentas ou treinamento adicional.
Apesar de todo o amadurecimento da Qualidade de Software, ainda se é visto
como um desafio para as organizações, já que se trata de um meio do qual se está
em frequente mudanças e evoluções, dificultando as implementações.

2. O QUE É QUALIDADE

O contexto de definição da qualidade tende a ser bastante amplo, inúmeros


autores definem qualidade de acordo com suas visões, como por exemplo: Juran diz
que – “Qualidade é adequação ao uso”; Philip Crosby define: “Qualidade é
conformidade às especificações”; Noriaki Kano propôs uma definição bastante
difundida no ocidente, onde explica qualidade como – “Produtos e serviços que
atendem ou excedem as expectativas do consumidor”.

Pág. 2
Nas primeiras três décadas do século passado, a qualidade foi definida como
“em conformidade aos padrões e especificações de um produto”. Assim, as práticas
de qualidade comumente adotadas pelas indústrias foram a padronização de
qualidade, inspeção e retrabalho. Desta maneira, o significado da qualidade foi
gradualmente alterado para uma perspectiva “focada no cliente”. As empresas,
portanto, comprometeram-se a satisfazer as necessidades e expectativas dos
clientes e seu objetivo era perseguir a satisfação e a lealdade destes.
As empresas também desenvolveram uma série de métodos para descobrir
as necessidades e expectativas dos clientes. Para este fim, realizaram-se
entrevistas em profundidade com os clientes, levantamentos de clientes e pesquisas
de mercado.

A qualidade é sobre:

 Saber o que se quer fazer e como se deseja fazê-lo;


 Aprender com o que se faz;
 Usar o que se aprende para desenvolver sua organização e seus serviços;
 Buscar alcançar uma melhoria contínua;
 Satisfazer os acionistas – e também diferentes pessoas e grupos com
interesses na organização.

É possível ter controle de qualidade sem garantia de qualidade. (BASTOS, Aderson


et al., 2007)

Conforme (BASTOS, Aderson et al., 2007) as informações a seguir ajudam a


diferenciar controle de qualidade e garantia de qualidade:

O controle de qualidade:

 Está relacionado a um produto ou serviço específico;


 Verifica se um produto ou serviço específico tem um atributo específico;
 Identifica defeitos com o propósito principal de corrigi-los;
 É responsabilidade da equipe/do funcionário.

Pág. 3
A garantia de qualidade

 Ajuda a estabelecer processos;


 Determina programas de medida para avaliar processos;
 Identifica fraquezas em processos e os aperfeiçoa;
 É uma responsabilidade de gerenciamento;
 Está relacionada com todos os produtos que serão gerados por um processo;
 Avalia se o controle de qualidade está funcionando.

As empresas podem criar uma reputação de qualidade obtendo credibilidade


com um padrão de qualidade reconhecido, como ISO 9001, publicado pela
Organização Internacional de Normalização.

Os principais documentos desta série são:

ISO 9000: Diretrizes para seleção e uso


ISO 9002: Modelo de Sistemas de Qualidade para garantia de qualidade em design,
desenvolvimento, produção e manutenção
ISO 9003: Modelo de Sistemas de Qualidade para garantia de qualidade na
inspeção e teste final
ISO 10011: Diretrizes para auditoria de sistemas de qualidade
ISO 10012: Requisitos de garantia de qualidade para equipamentos de medição
ISO 10013: Diretrizes para o desenvolvimento de manuais de qualidade

Como padrões, a ISO 9000 é um dos mais reconhecidos no mundo. A ISO


9000 é um padrão de gerenciamento de qualidade que apresenta diretrizes
destinadas a aumentar a eficiência do negócio e a satisfação do cliente. O objetivo
da ISO 9000 é incorporar um sistema de gerenciamento de qualidade dentro de uma
organização, aumentar a produtividade, reduzir custos desnecessários e garantir
qualidade de processos e produtos.

Pág. 4
3. A QUALIDADE DE SOFTWARE

Para Sommerville (2007, p.426), para se garantir a qualidade do software, é


necessário definir padrões a serem seguidos ao se implantar um processo de
desenvolvimento de software. Existem dois tipos de padrões que podem ser
implantados como parte do processo na garantia de qualidade:

I. Padrões de produto. Onde são aplicados padrões ao produto de software em


desenvolvimento. Incluindo padrões de documentos, como a estrutura de
documentos de requisitos; e, padrões de codificação, estes padrões definem
como uma linguagem de programação deverá ser usada.
II. Padrões de processo. Definem o processo em si. Devem ser seguidos
durante o desenvolvimento do software. Podem definir, por exemplo,
processos de especificação, projeto e validação, e uma descrição dos
documentos que devem ser escritos ao longo dos processos.

O controle de qualidade foi introduzido para detectar e corrigir problemas ao


longo da linha de produção para evitar a produção de produtos defeituosos. Bem
como nos processos de criação de um software, o controle de qualidade se dá início
nos primórdios da criação do software, com a criação de requisitos, e sucedem até a
aplicação de testes e implantação do sistema.
Posto que, manter a qualidade no desenvolvimento de softwares se torna um
desafio a muitos gestores. Ao tempo que o sistema é atualizado se torna
indispensável ter atenção ardilosa para não acarretar erros posteriores das
funcionalidades recém-criadas ou fazer com que uma função preexistente detenha
seu funcionamento.
Para reduzir esses riscos, inserir o controle de qualidade no desenvolvimento
de um software, com certeza, é o melhor a se fazer. Além de diminuir a possibilidade
de existir erros, a redução de custos também é um notório benefício para se adotar
esta estratégia.
Entre as práticas que ajudam a manter a qualidade no desenvolvimento de
softwares estão testes constantes da ferramenta, revisão de códigos e a

Pág. 5
organização de uma equipe voltada para descobrir possíveis problemas nos
sistemas e processos.

Como implementar o controle de qualidade:


Execute testes constantes - os testes automatizados de unidade, por
exemplo, são os mais utilizados. Feitos por meio de código, essas avaliações são
criadas pelos desenvolvedores para testar funcionalidades desenvolvidas. O testes
devem ser executados de novo logo que uma nova alteração for feita.

Possua uma equipe capacitada - Para o controle de qualidade no


desenvolvimento de softwares ser verdadeiramente eficiente, é considerável não
apenas corrigir os bugs que surgem no decorrer do programa, mas é preciso, ainda
ter uma equipe de qualidade com funcionários que sejam capazes para poder
garantir a usabilidade do sistema tal como sua consistência.
Esse pessoal deverá atuar nos testes dos softwares de forma regular e
frequente para verificar se há algum tipo de falha, visto que esses testes são a
melhor forma de garantir que a qualidade dos sistemas continuará intacta.

Crie indicadores para avaliar - outro passo importante para garantir a


qualidade no desenvolvimento de um software é fazer um investimento na criação
de indicadores para acompanhar as entregas e o trabalho da equipe de
desenvolvimento.
A criação desses critérios permite que seja identificados alguns pontos fortes
(tais estes que devem ser mantidos ou até mesmo aprimorados) e os pontos fracos
(que necessitam mais atenção). Um bom exemplo de acompanhamento que pode
ser feito é realizar a verificação dos erros gerais ocorridos durante a criação do
software.
Ter um sistema que funciona de modo correto é essencial para o sucesso do
projeto, visto que, a qualidade de um software está diretamente ligada a qualidade
dos processos utilizados em seu desenvolvimento.

Pág. 6
Implementar técnicas de controle de qualidade na criação de um softwares
pode trazer inúmeras vantagens para que o faz. Um dos benefícios adquiridos é a
redução dos gastos, pois ao precaver e constatar prováveis falhas é possível corrigi-
las a tempo evitando que maiores danos e custos sejam causados futuramente.

4. CUSTO DA QUALIDADE DE SOFTWARE

Para que um software adquira qualidade, existem diversos modelos de


construção do programa que variam de acordo com as necessidades do cliente,
estes, tem como objetivo diminuir problemas futuros e consequentemente gastos
desnecessários tanto para o usuário, quanto para o produtor.
Todos os processos na construção de um software geram custos da
qualidade, afinal, tempo é dinheiro. E para que se tenha um maior lucro é necessário
que este setor faça seu papel.
Os custos da qualidade são divididos em três elementos: o custo de falha, o
custo de prevenção e o custo de avaliação.

4.1. CUSTO DE PREVENÇÃO

Este custo ocorre antes da criação do produto, ele engloba custos com
treinamento, ferramentas, melhoria de projeto e planejamento de qualidade.
É visto como um investimento, pois evita problemas indesejáveis futuros.
Neste elemento, o projeto inicialmente tem uma alta despesa, mas o retorno
vem a médio e longo prazo.

4.2. CUSTO DE AVALIAÇÃO

É um custo gerado para testes do software assim que construído e antes de


ser entregue ao cliente. Serve para detectar bugs no software, incluir scripts de
rotina e teste, confecção de documentos necessários, previsões e inspeções.

Pág. 7
4.3. CUSTO DE FALHA

São custos gerados pela necessidade de reparo do software, estes ocorrem


por erros e falhas no produto que já foi entregue ao cliente, também inclui a
utilização da equipe help desk e o reparo de danos causados pelo defeito.

Somando estes três elementos, mais o custo da construção do software,


teremos então o custo total de produção.
A equipe de qualidade deve identificar os gastos destes três elementos, e agir
para minimizar custos de falha, que impacta diretamente no custo total de produção
do software.

5. VANTAGENS DA QUALIDADE DE SOFTWARE

 Redução de defeitos: O controle de qualidade de software reúne um


conjunto de atividades que visam evitar que produtos defeituosos
sejam entregues aos clientes, causando resultados negativos e
contratempos desnecessários.
 Aumento da confiabilidade: Contribuir para que os sistemas não
apresentem falhas durante a sua utilização, por meio de testes,
aumentando a confiabilidade de seus produtos.
 Redução de custos: São implementados testes de software em
etapas, para que os problemas não sejam encontrados tardiamente,
evitando um custo de retrabalho.
 Maior produtividade: Uma equipe de desenvolvedores devem se
complementar, todos devem buscar formas de reduzir o retrabalho e
aumentar sua produtividade.
 Satisfação dos clientes: Evitar com que produtos com bugs sejam
entregues aos clientes, aumentando a confiabilidade do cliente.

Pág. 8
6. NORMAS E MODELOS DA QUALIDADE DE SOFTWARE

Existem diversas normas de modelos que visam a qualidade de software,


mas as principais são: ISO 9000-3, CMMI, MPS.BR.
A ISO 9000-3 define a qualidade como sendo o grau no qual um conjunto de
características inerentes satisfaz aos requisitos, ou seja, pode-se afirmar que se
algum produto ou serviço atende aos requisitos especificados, este mesmo produto
ou serviço possui a qualidade desejada.
A ISO é uma diretriz desenvolvida para a organização na aplicação da isso
9001 na aquisição, fornecimento, operação e manutenção de software e serviços de
suporte relacionados.
A norma CMMI é um modelo de referência que contem praticas necessárias a
maturidade em disciplinas específicas. O modelo é gerenciado pelo instituto CMMI.
O CMMI foi baseado nas melhores práticas para desenvolvimento e
manutenção de produtos. Há uma ênfase tanto em engenharia de sistemas quanto
em engenharia de software, e há uma integração necessária para o
desenvolvimento e a manutenção. Ele está dividido em 5 níveis de maturidade que
atestam, o grau de evolução em que uma organização se encontra. Além disso, tem
por objetivo principal funcionar como um guia para a melhoria dos processos da
organização, considerando para isto atividades como o gerenciamento do
desenvolvimento de software, prazos e custos previamente estabelecidos. O objetivo
maior, considerando o CMMI e seus diferentes conceitos, está justamente na
produção de software com maior qualidade e menos propenso a erros.

A norma MPS.BR é um modelo de qualidade de processo criado em 2003


pela softex para melhorar a capacidade de desenvolvimento de software nas
empresas brasileiras.

MPS.br
O Modelo de Referência MR-MPS-SW (MPS para Software) tem como base
técnica a NBR ISO/IEC 12.207:2009 Engenharia de Sistemas e Software

Pág. 9
— Processos de Ciclo de Vida de Software e o CMMI-DEV®. Este modelo está
descrito no Guia Geral MPS de Software.
A ISO 12.207 define uma estrutura e terminologias comuns para processos de
ciclo de vida de software. A estrutura contém processos, atividades e tarefas que
serão realizados durante o fornecimento, desenvolvimento, operação, manutenção e
descontinuidade dos produtos de software, assim como durante a aquisição de um
produto ou serviço.

O CMMI ® (Capability Maturity Model ® Integration – Modelo Integrado de


Maturidade e de Capacidade) é um modelo de maturidade para melhoria de
processo, gerido pelo CMMI Institute®, para o desenvolvimento de produtos e
serviços.
Esse modelo define as melhores práticas associadas as atividades de
desenvolvimento e de manutenção do ciclo de vida do produto, desde a concepção
até a entrega e manutenção.

Nivel de maturidade da CMMI

1) Inicial: O processo é caracterizado como sendo imprevisível e


ocasionalmente caótico. Poucos processos são definidos e o sucesso depende de
esforços individuais e, muitas vezes, heroicos.

2) Gerenciado: Processos básicos de gerenciamento de projeto são


estabelecidos para controle de custos, prazos e escopo. A disciplina de processo
permite repetir sucessos de projetos anteriores em aplicações similares.

3) Definido: Um processo composto por atividades de gerenciamento e


engenharia, é documentado, padronizado e integrado em um processo padrão da
organização. Todos os projetos utilizam uma versão aprovada e adaptada do
processo organizacional para desenvolvimento e manutenção de produtos e
serviços tecnológicos.

Pág. 10
4) Quantitativamente Gerenciado: Métricas detalhadas dos processos e dos
projetos são coletadas. Tanto os processos como os projetos são quantitativamente
compreendidos e controlados.

5) Em otimização: A melhoria contínua do processo é estabelecida por meio


de sua avaliação quantitativa, e da implantação planejada e controlada de
tecnologias e ideias inovadoras

Modelos e Características de Qualidade de Software

Existem algumas outras ISO utilizadas como a ISO 12207 que é a norma  que
define processo de Engenharia de Software, atividades e tarefas que são
associados com os processos do ciclo de vida do software desde sua concepção até
a retirada/descontinuação do software

A norma internacional ISO/IEC 12207 tem como objetivo principal estabelecer


uma estrutura comum para os processos de ciclo de vida e de desenvolvimento
de softwares visando ajudar as organizações a compreenderem todos
os componentes presentes na aquisição, desenvolvimento e fornecimento de
software e, assim, conseguirem firmar contratos e executarem projetos de forma
mais eficaz.

Padrões Internacionais de Qualidade de Software

 ISO 9126
 ISO 15504
 ISO/IEC 25010

ISO 9126

Descreve um modelo de qualidade do produto de software, composto de duas


partes: a) qualidade interna e qualidade externa e b) qualidade em uso. A primeira
parte do modelo especifica seis características para qualidade interna e externa, as

Pág. 11
quais são por sua vez subdivididas em subcaracterísticas. Estas subcaracterísticas
são manifestadas externamente, quando o software é utilizado como parte de um
sistema computacional, e são resultantes de atributos internos do software. Esta
parte da NBR ISO/IEC 9126 não apresenta o modelo de qualidade interna e externa
além do nível de subcaracterísticas.

ISO 15504

Propõe uma estrutura para realização de avaliações de processos em


organizações. A mesma pode ser aplicada em empresas que buscam uma melhoria
e performance interna ou terceiros que utilizam a prestação de serviços e
fornecimento de produtos.

Se o objetivo for a melhoria de processos, a organização pode realizar a


avaliação gerando um perfil dos processos que será usado para a elaboração de um
plano de melhorias. A análise dos resultados identifica os pontos fortes, os pontos
fracos e os riscos inerentes aos processos. No segundo caso, a empresa tem o
objetivo de avaliar um fornecedor em potencial, obtendo o seu perfil de capacidade. 

ISO/IEC 25010

É uma norma ISO para qualidade de produto de software. Ela define modelos
de avaliação da qualidade de software e sistemas. Elas substituiu a norma ISO/IEC
9126, onde adicionou as características de qualidade que todos os softwares devem
ter, de forma a alcançar um nível muito alto de qualidade no software que será
entregue. Ela compreende 8 características de qualidade, são elas: Adequação
funcional, Eficiência de desempenho, compatibilidade, usabilidade, confiabilidade,
segurança, manutenção e portabilidade.

Pág. 12
7. CONCLUSÃO

A Qualidade de software é bastante condizente com a sua perspectiva, é o


conjunto de etapas a ser seguido para atingir um nível satisfatório do software diante
o usuário e máquina. A qualidade de software, processo de segmentação obrigatória
com seguimento de uma linha técnica da engenharia de software. Padrão proposto
para trazer uma boa metodologia explicativa e conceitual. Com traços e metas a ser
elaborada para determinado projeto a ser proposto perante o cliente através da
engenharia de software

Pág. 13
8. REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA

KALB, Diogo Fritzen. APLICABILIDADE DA QUALIDADE DE SOFTWARE: ESTUDO


DE CASO COM NÍVEL G DO MPS.BR EM UMA EMPRESA DE PEQUENO PORTE
[2014]. Disponível em:<http://www.anutricionista.com/receitas-para-
hipertensos.html> Acesso em: 8 Maio 2020.

DA SILVA, José Romilton A. R.. GESTÃO DA QUALIDADE: Estudo conceitual


[2016]. Disponível
em:<https://repositorio.uniceub.br/jspui/bitstream/123456789/702/2/20179274.pdf>
Acesso em: 8 Maio 2020.

MARCONDES, José Sérgio. Conceito de Qualidade: Definições e Dimensões da


Qualidade [SEM DATA]. Disponível em:
<https://gestaodesegurancaprivada.com.br/conceito-de-qualidade/> Acessado em: 8
Maio 2020

SILVA, Simone Vasconcelos, QUALIDADE DE SOFTWARE – UMA ABORDAGEM


BASEADA NA SATISFAÇÃO DO USUÁRIO [2003]. Disponível em: <
http://www.uenf.br/Uenf/Downloads/POS-ENGPRODUCAO_2397_1213624178.pdf>
Acessado em: 8 Maio 2020

BALTHAZAR, Glauber da Rocha, Visão Geral da Qualidade de Software [2007].


Disponível em: <http://re.granbery.edu.br/artigos/MjUw.pdf> Acessado em: 8 Maio
2020

SILVA, Prof. Kátia Lopes, QUALIDADE DE SOFTWARE [2007]. Disponível em: <tp://
www.facom.ufu.br/~bacala/QS/apostila_QS_Katia.pdf> Acessado em: 8 Maio 2020

CAMPOS, Fábio Martins, Qualidade, Qualidade de Software e Garantia da


Qualidade de Software são as mesmas coisas? [SEM DATA]. Disponível em: <http://

Pág. 14
www.linhadecodigo.com.br/artigo/1712/qualidade-qualidade-de-software-e-garantia-
da-qualidade-de-software-sao-as-mesmas-coisas.aspx> Acessado em: 8 Maio 2020

PAIVA, Thiago Gabriel G. da S., O que foi a crise do software e o início da


Engenharia de Software [2016]. Disponível em:
<https://cienciacomputacao.com.br/tecnologia/o-que-foi-a-crise-do-software-e-o-
inicio-da-engenharia-de-software/> Acessado em: 8 de Maio 2020

BAUMGARTNER, Cristiano, Conheça 5 benefícios da gestão e do controle da


qualidade de software [2019]. Disponível em:
<https://www.testingcompany.com.br/blog/5-beneficios-da-gestao-e-controle-da-
qualidade-de-software/> Acessado em: 8 Maio 2020

Blog Tecnológica, Entenda a importância da qualidade no desenvolvimento de


software [2016]. Disponívek em: <https://blog.teclogica.com.br/entenda-importancia-
da-qualidade-no-desenvolvimento-de-softwares/> Acessado em: 8 Maio 2020

RAPCHAN, Francisco, A NORMA ISO 9000-3 [SEM DATA]. Disponível em:


<http://www.geocities.ws/chicorapchan/artigos/9000-3.pdf> Acessado em: 8 Maio
2020

ROCHA, Felipe Lira, Resumo sobre normas de qualidade: 9000-3, CMM, CMMI
[2012]. Disponível em: <https://felipelirarocha.wordpress.com/2012/04/15/resumo-
sobre-normas-de-qualidade-iso-9000-3-cmm-cmmi/> Acessado em: 8 Maio 2020

Pág. 15

Você também pode gostar