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Computador STC (NG5-DR2)
Computador
STC (NG5-DR2)
ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO DR. BERNARDINO MACHADO Aluno nº4 do curso EFA 2010-2011 António Manuel
ESCOLA SECUNDÁRIA C/3º CICLO DR. BERNARDINO MACHADO
Aluno nº4 do curso EFA 2010-2011
António Manuel Leitão Pedrosa

Índice:

Sociedade

2

Alguns exemplos de formação em TIC mais comuns

2

Tecnologia

3

História do Windows

3

História do Linux

4

História do MAC

5

Ciência

10

Tecnologia CRT

10

Tecnologia TFT-LCD

11

Tecnologia OLED

12

Tecnologia 3D

12

O que é a tecnologia 3D?

13

Como funciona a tecnologia 3D?

13

Os prós e os contras da tecnologia 3D

14

O que é necessário para ver TV em 3D?

14

Os óculos 3D

15

O mercado actual

15

1

Sociedade

Hoje em dia com a evolução das TIC, qualquer pessoa tem que ter conhecimentos básicos das Tecnologias da Informação e da Comunicação tanto a nível do lazer, como profissional.

Com a evolução diária das TIC o ser humano vai ter que investir algum do seu tempo da sua vida nessa aprendizagem, para assim d`essa forma poder fazer parte da evolução dessa sociedade tecnológica.

Para isso terá de recorrer a vários tipos de formação:

Através do apoio de familiares e amigos.

No trabalho com os colegas.

Acções de formação profissional TIC.

Cursos pós-laborais.

Ensino recorrente para adultos.

Cursos através de livros, CDs, ou em DVDs.

Etc.

Alguns exemplos de formação em TIC mais comuns:

 Etc. Alguns exemplos de formação em TIC mais comuns:  - Word é uma aplicação

- Word é uma aplicação muito poderosa que tem como função em processar, criar e editar folhas de texto.

função em processar, criar e editar folhas de texto.  - Excel é um aplicativo muito

-

Excel

é

um

aplicativo

muito

usado

em

todo

o

mundo

nomeadamente em escritórios. Tem a função de processar folhas de cálculo.

Tem a função de processar folhas de cálculo.  - Access é um dos programas de

- Access é um dos programas de bancos de dados mais usados. Muito útil para uso em geral, não é, porém, recomendado para bancos de dados de grande porte, pois sobrecarrega o sistema devido ao alto tráfego de informações na rede.

o sistema devido ao alto tráfego de informações na rede.  - PowerPoint é uma aplicação

- PowerPoint é uma aplicação que permite o design de apresentações sejam estas de texto ou gráficos. Tem um vasto conjunto de ferramentas, nomeadamente a inserção de som, imagens, efeitos automáticos e formatação de vários elementos.

efeitos automáticos e formatação de vários elementos.  - Publisher é uma aplicação utilizada para a

- Publisher é uma aplicação utilizada para a criação de calendários, cartões-de-visita, calendários, boletins, etiquetas, folhetos, catálogos, convites, páginas Web, etc.

 - Outlook é utilizado para gerir uma lista de contactos, tarefas, mensagens de correio electrónico,

- Outlook é utilizado para gerir uma lista de contactos, tarefas, mensagens de correio electrónico, agenda e outras informações.

Tecnologia

História do Windows

e outras informações. Tecnologia História do Windows Antes do lançamento do Windows, sistema operacional mais

Antes do lançamento do Windows, sistema operacional mais utilizado no mundo, os softwares eram bem diferentes do que vemos hoje em dia. Não havia janelas, papéis de parede, efeitos e nem rato, tudo era feito a partir de linhas de comando muito feias esteticamente e relativamente complicadas.

Tudo começou a mudar quando em 1981, a Microsoft iniciou o desenvolvimento de um Gerenciador de Interface (Windows), possibilitando o uso do rato numa interface cheia de janelas. Este foi um novo passo para o mundo da informática, pois o desenvolvimento do Windows deu o início a uma nova geração de sistemas que possuíam interface gráfica, nos quais os usuários viam o que desejavam e simplesmente clicavam.

A família Windows, como é denominada pela Microsoft, começa com o Windows 1.0, 2.0, 3.1, 3.1, 3.11, Windows 95, Windows NT, Windows 98, Windows ME, Windows 2000, Windows XP, Windows Vista e o mais recente Windows 7. As primeiras versões do Windows, em 1983, eram vendidas em uma caixa com quatro disquetes, demorava uma grande quantidade de tempo para instalar e o espaço total do sistema ocupava apenas 1 Mb.

A Microsoft elaborou várias versões de cada sistema, destinadas a diversas aplicações, como no uso doméstico ou empresarial, por exemplo. As versões “Home” (destinadas ao uso doméstico) são desenvolvidas com uma programação de nível um pouco mais baixo, às vezes algumas remodelações de sistemas anteriores, tornando-os eficientes, porém pouco estáveis e seguros. Já as versões “Professional” (uso empresarial) são feitas a partir do “zero” e possuem uma alta estabilidade, funcionalidade e segurança.

Aproximadamente 95% dos computadores de todo o mundo executam o sistema operacional Windows.

Hoje em dia com a evolução tecnológica e com a chegada do maravilhoso Windows 7, a interacção ser humano com as TIC tornou-se muito mais rápida e intuitiva, tanto a nível gráfico como a nível sonoro, visto suportar praticamente todos os programas disponibilizados na actualidade, sendo tudo isto possível com um portátil, ou PC de secretaria de média gama (entre os 400€ e 500€).

História do Linux

média gama (entre os 400€ e 500€) . História do Linux do departamento de Ciência da

do

departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsínquia, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Usenet.

O

kernel

Linux

foi,

originalmente,

escrito

por

Linus

Torvalds

Linus Torvalds começou o desenvolvimento do kernel como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andrew S. Tanenbaum. Limitou-se a criar, nas suas próprias palavras, “um Minix melhor que o Minix” (“a better Minix than Minix”).

O Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador de um site Finlandês

Em 1991, Linus Torvalds anunciou a primeira versão “oficial” do kernel Linux, versão 0.02. Desde então muitos programadores têm respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o sistema operacional que é hoje. No início era utilizado por programadores ou só por quem tinha conhecimentos, usavam linhas de comando. Hoje isso mudou, existem diversas empresas que criam os seus ambientes gráficos, as distribuições são cada vez mais amigáveis de forma que uma pessoa com poucos conhecimentos consegue usar o Linux. Hoje o Linux é um sistema estável e consegue reconhecer todos os periféricos sem a necessidade de se instalar os drivers de som, vídeo, modem, rede, entre outros.

A arquitectura de sistemas Linux é um kernel monolítico. Isto significa

que as funções do kernel (agendamento de processos, gerenciamento de memória, operações de entrada e saída, acesso ao sistema de arquivos) são

executadas no espaço do kernel.

As distribuições do Linux ou GNU/Linux começaram a receber uma popularidade limitada desde a segunda metade dos anos 90, como uma grande alternativa livre para os sistemas operacionais Microsoft Windows e Mac OS, principalmente por parte de escolas. O sistema tornou-se popular no mercado de Desktops e servidores, principalmente para a Web e servidores de bancos de dados.

No decorrer do tempo, várias distribuições surgiram e desapareceram, cada qual com sua característica. Algumas distribuições são maiores e outras menores, dependendo do número de aplicações e sua finalidade.

Existem várias versões do Linux como o Caixa Mágica, Debian, Dual OS, Fedora, Freedows, Kurumin, Mandriva, Satux, Slackware, SuSE e Ubuntu são algumas das distribuições mais utilizadas actualmente.

História do MAC

1978

-

Steve

Jobs

utilizadas actualmente. História do MAC 1978 - Steve Jobs faz a primeira proposta computador de última

faz

a

primeira

proposta

computador de última geração.

para

desenvolver

um

1979 - Um projecto de pesquisa para um novo computador de baixo

custo começa sob a batuta de Jef Raskin, director de publicações e review de novos produtos da Apple é chamado de projecto Macintosh. (Raskin deixaria

a Apple em 1982, antes de o Mac ser lançado).

Steve Jobs e outros empregados da Apple visitam o Xerox PARC, onde são apresentados a uma série de tecnologias de última geração, incluindo o Xerox Alto, um computador pessoal com interface gráfica, mouse e programação orientada a objectos.

1980 - O Apple Lisa tem especificações e funções semelhantes àquelas

vistas no PARC.

1981 - O PC da IBM é lançado. A Apple dá boas-vindas ao mercado de

computação pessoal.

1983 - O Apple Lisa é lançado por US$9.995, mas cai para US$6.995 até

o final do ano. As divisões Lisa e Mac são combinadas. No meio de Dezembro, o marketing da Apple lança o hoje famoso comercial para TV de 1984 no fim da transmissão de um mercado em Idaho para se qualificar para os prémios de publicidade desse ano. Só foi veiculado mais uma vez, no intervalo do Super Bowl de 1984.

1984 - O Mac é lançado por US$ 2.495.

O Apple Lisa 2 é lançado por US$3.495. O programa “Test drive a Mac” é lançado, permitindo que usuários ficassem com um Mac em casa durante 24 horas. Por mais que a ideia seja

inovadora e única, o programa falha, pois há poucos Macs disponíveis e muitos deles não voltam às lojas em perfeitas condições.

1985 - Depois de uma disputa de poder entre o CEO da Apple John

Sculley, na qual Steve Jobs é excluído de responsabilidades operacionais, Jobs

demite-se da Apple e funda a NeXT Inc. O Lisa é descontinuado. Alguns modelos são convertidos e vendidos como Mac XL.

A Microsoft licencia algumas tecnologias do Mac para desenvolver Office

para Mac. Mais tarde nesse ano, a empresa lança o Windows 1.01.

1987 - Apple lança o Mac II, o primeiro Mac a abster-se do formato

tudo-em-um e a ter displays coloridos. Junto com o Mac II, a Apple lança o Mac SE com o clássico design tudo-em-um. Ambas as máquinas estreiam a inclusão de slots de expansão em Macs.

O número de usuários de Mac alcança 1 milhão.

1988 - Windows 2.03 é lançado. A Apple processa a Microsoft por

similaridades entre o Windows e o Mac OS. A Microsoft contra processa, citando o acordo entre as companhias de 1985, e uma prolongada batalha judicial se segue, enquanto a Microsoft continua a desenvolver o Windows. A Microsoft vai prevalecer tanto a nível federal quanto nas apelações, culminando

com a rejeição, por parte da Suprema Corte dos EUA, ao recurso final da Apple no início de 1995.

1989 - A Xerox processa a Apple porque o Mac e Lisa usam elementos

de interface originalmente concebidos no PARC. O processo é retirado um ano

depois.

Modelos restantes do Lisa são enterrados Logan, Utah.

num aterro sanitário em

Os Macintosh Portable são apresentados. Pesando quase 7 quilos e originalmente vendidos sem iluminação no monitor, o Portable mal faz jus ao nome de portátil e vende mal.

1991 - Tendo aprendido com os defeitos do Portable, a Apple lança o PowerBook 100, seu primeiro Notebook.

1992 - A linha PowerBook Duo de subnotebooks é introduzida, junto

com as estações Duo Dock que reproduziam muitas entradas comuns que foram deixadas de lado nos Duos para economizar espaço e diminuir o peso.

Um projecto da parceria Apple/Novell conhecido com Star Trek, que tinha como propósito unir o Mac OS ao hardware Intel, obtém sucesso com o lançamento de uma prova inicial de conceito. O projecto é abandonado no ano seguinte.

1993 - A Apple apresenta os primeiros modelos de Power Macintosh,

que começaram a transição dos processadores Motorola 689x0 para os novos chips Power PC.

1994 - Primeiro de um punhado de Macs compatíveis com DOS, surge o

Quadra 610. Inclui uma segunda placa-mãe e componentes para torná-lo capaz de usar DOS e versões antigas de Windows.

A Apple anuncia planos de licenciar o Mac OS para determinados

fabricantes de clones de Mac. (A Apple mantém controle sobre grande parte do hardware criado pelos licenciados)

Copland,

codinome

para

a

primeira

tentativa

de

um

novo

sistema

operacional para substituir o envelhecido Mac OS, é anunciado.

Como parte do Mac OS System 7.5, a Apple inclui o Mac Easy Open e PC Exchange, ferramentas para troca de arquivos e disquetes com PCs usuários de DOS ou Windows.

1995 - A Power Computing lança os primeiros clones de Mac: suas

linhas Power, PowerWave e PowerCurve.

1996 - O PowerBook 1400 torna-se o primeiro notebook Mac a ser

vendido com um drive óptico interno, graças a uma baia de expansão removível.

A Apple congela o desenvolvimento do Copland e começa a busca de

empresas com sistemas operacionais de última geração em desenvolvimento para comprar. A Be Inc., fundada pelo ex-executivo da Apple Jean-Louis Gassée, e o seu BeOS parece ser a melhor opção.

1997 - Modelos do Power Mac G3 são lançados, tornando-se os primeiros Macs baseados no processador PowerPC G3, que foi produzido para que a Apple usasse nos seus Macs.

O “Twentieth Anniversary Mac” é lançado para celebrar o vigésimo aniversário da Apple. Com design tudo-em-um, é pioneiro no uso de LCDs planos para Macs de mesa. É vendido a US$ 7.500; o preço depois cai significativamente.

A Apple compra a NeXT para poder usar o sistema operacional OpenStep da NeXT como base para um futuro sistema operacional de última geração. O acordo também traz Steve Jobs de volta à Apple, primeiro como conselheiro, depois como CEO interino. Posteriormente terá o título de forma permanente.

Rhapsody, codinome para o substituto de última-geração do Mac OS criado sobre o OpenStep da NeXT, é lançado para desenvolvedores.

A Apple lança o Mac OS 8, nome originalmente direccionado para o

Copland. Uma vez que os acordos de licença para clones são presos ao Mac OS

7.x, isso significa o fim da era dos clones.

1998 - O iMac é lançado e se torna um pilar na linha da Apple. É o

primeiro Mac a oferecer entradas USB e o primeiro a remover o SCSI e a porta serial proprietária da Apple.

A Umax descontinua os últimos clones de Mac dos anos 90: a linha

SuperMac.

1999 - O PowerMac G3 Blue & White é apresentado. Seu design em

torre inclui um fecho de fácil abertura que faz dele o Mac mais simples para fazer upgrades ou reparos até hoje. O design (ou variações dele) serão vistos em todos os Mac em torre daqui para frente.

O primeiro iBook é mostrado com um design

apropriado para mercados educacionais.

colorido e irregular,

A primeira versão o Mac OS X Server é lançada, ostentando muitas

tecnologias escondidas que serão parte do Mac OS X, bem como diversas novas tecnologias de servidores, incluindo QuickTime Streaming Server e NetBoot.

2000 - O Power Mac G4 Cube é lançado. Com um incomum design em

cubo, falta de opções de expansão e iniciais US$ 1.799, não vende bem.

A Apple lança o beta público do Mac OS X, a única vez em que a Apple fez

um pré-lançamento disponível para o público. A jogada permite que a empresa responda a críticas do público (como a retirada do menu Apple) na versão final do Mac OS X.

2001 - A Apple abre as suas primeiras lojas de varejo para alcançar

directamente os consumidores.

O PowerBook G4 introduz o case de metal que tem sido usado em

Notebooks avançados da Apple desde então (mesmo que a escolha de metal

mude de titânio para alumínio em 2003).

A segunda geração de iBooks com um case mais tradicional de plástico

branco é lançada, um design que é largamente mantido até hoje nos Notebook

mais baratos e simples.

O Mac OS X é lançado. Seguido pelo Mac OS X 10.1 mais tarde no mesmo

ano. O Windows XP também sai nesse ano.

O

iPod é lançado, primeiro como um média player exclusivo para Mac.

O

primeiro iMac de ecrã plano é apresentado com um design de braço de

rotação que lembra muito um abajur de mesa.

2002 - É lançado o Mac OS X 10.2, tornando-se a versão de Mac OS mais usada até hoje.

2003 - A Apple apresenta o Xserve, o seu primeiro servidor em rack.

Surge o Mac Os X 10.3 Panther, oferecendo suporte para acesso nativo a arquivos e impressões de Windows.

A Apple lança a câmara digital iSight. Originalmente um dispositivo

externo, o iSight passa a ser construído acima dos displays de notebooks e iMacs.

O eMac é lançado. Originalmente para educação, o Mac tudo-em-um é

vendido ao público e torna-se o último Mac com monitor CRT.

O PowerBook G4 de 17 polegadas é lançado como o primeiro Notebook

desse tamanho no mundo.

2005 - Mac Os X 10.4 Tiger é lançado em eventos lotados nas lojas da

Apple.

O Mac Mini é introduzido como uma máquina desktop compacta de

baixo custo. Com conceito similar ao G4 Cube, é muito menor e muito mais barato (consequentemente mais popular).

2006 - O primeiro Mac a usar processadores Intel é introduzido na

Macworld Expo em Janeiro. Os primeiros Macs com Intel disponíveis são o iMac e MacBook Pro, mas a Apple completa a transição de todos os produtos da linha Mac para Intel antes do fim do ano.

Também debutando nesse ano estão o Boot Camp beta da Apple, e ferramentas de virtualização da Parallels e VMware, que permitem usuários Mac a usarem Windows em hardware Apple.

2007 - O iPhone e AppleTV, ambos usando versões do Mac OS X,

chegam às lojas. Enquanto o iPhone se torna um hit imediato, a AppleTV segue

como um “hobby” para a companhia e luta para desenvolver um séquito maior.

O Mac OS X 10.5 Leopard chega às prateleiras, vendendo mais de 2

milhões de cópias no primeiro fim-de-semana. Assim como no Tiger, as lojas da

Apple abrigam eventos especiais de lançamento.

2008 - O MacBook Air torna-se o mais fino e leve Notebook a ser

produzido.

O iPhone ganha uma versão 3G, que é lançada em mais de 70 países.

A Apple lança uma nova linha de modelos de MacBook com cases feitos de um bloco único de alumínio. Os novos MacBooks também apresentam trackpads multitouch sem botões.

2009 - A Apple lança um Macbook Pro de 17” com corpo monobloco na

Macworld Expo de Janeiro, na sua última participação no evento - que não

contou com a presença de Steve Jobs, afastado da companhia até Junho para tratamento de saúde.

As bases do projecto Macintosh surgiram no início de 1954 com Jef Van

Dam, que imaginou um computador fácil de utilizar e barato para grandes

empresas. Suas ideias foram repertoriadas no O Livro do Macintosh.

Ciência

TECNOLOGIA CRT

no “ O Livro do Macintosh ” . Ciência TECNOLOGIA CRT Catodic Ray Tube , os

Catodic Ray Tube, os monitores de raios catódicos, ou seja, que utilizam tubo de imagem, que ainda são os mais comuns actualmente. Os monitores CRT utilizam uma tecnologia descoberta ainda no início do século, mas ao mesmo tempo incorporaram tantos avanços que é impossível não se surpreender com o nível de qualidade que alcançaram.

O princípio de funcionamento de um monitor CRT é usar um canhão de electrões, montado na parte de trás do tubo de imagem para acender as células de fósforo que compõe a imagem. O canhão emite electrões, que possuem carga negativa. Para atraí-los até a parte frontal do tubo é utilizada uma cinta metálica chamada de ânodo, que é carregada com cargas positivas.

chamada de ânodo, que é carregada com cargas positivas. O canhão bombardeia uma a uma as

O canhão bombardeia uma a uma as células de fósforos, sempre da

esquerda para a direita e de cima para baixo. Ao bombardear a última célula ele volta à posição inicial e recomeça a varredura. O número de vezes por segundo que o canhão é capaz de bombardear a tela é chamado de taxa de actualização.

Para que a imagem seja sólida o suficiente para não causar danos aos olhos a taxa de actualização deve ser de pelo menos 75 Hz (75 vezes por segundo).

Com menos que isto surge o flicker, que ocorre devido à perda de luminosidade das células de fósforo do monitor. Usando uma taxa de renovação de menos de 75Hz, o tempo que o feixe de electrões demora para passar é muito longo, fazendo com que células percam parte do seu brilho, sendo reacendidas bruscamente na próxima passagem do feixe de electrões. Isto faz com que as células pisquem, tornando a imagem instável. Esta instabilidade, além de desconfortável, faz muito mal aos olhos. Uma taxa de actualização de 75 Hz é considerada o mínimo para manter a saúde dos seus olhos, mas o ideal é utilizar 85 Hz ou mais.

A taxa de actualização do monitor depende da resolução utilizada. Um

monitor de 15 polegadas recente é geralmente capaz de manter 85 Hz a 800x600 ou 75 Hz a 1024x768. Um monitor de 17 polegadas já é capaz de manter 85 Hz a 1024x768, enquanto alguns monitores de 17, como os da linha Flatron são capazes de manter 85 Hz a 1280 x 1024.

Um detalhe importante é que todos os monitores de CRT são analógicos, já que sinais eléctricos de diferentes intensidades controlam o movimento e a potência do feixe de electrões do monitor. Os monitores de LCD e outras tecnologias, como os OLED são totalmente digitais, já não possuem mais o problema do flicker, mas em compensação são bem mais caros.

TECNOLOGIA TFT LCD

compensação são bem mais caros. TECNOLOGIA TFT – LCD Existem actualmente duas tecnologias de fabricação de

Existem actualmente duas tecnologias de fabricação de ecrãs de LCD, conhecidas como matriz passiva (DSTN) e matriz activa (TFT). Os ecrãs de matriz passiva apresentam um ângulo de visão mais restrito, e um tempo maior é necessário para a imagem ser actualizada. Enquanto num monitor CRT, um ponto demora cerca de 15 a 20 milissegundos para mudar de cor, num monitor LCD de matriz passiva são necessários entre 150 e 250 milissegundos.

É por isso que é tão difícil ver o cursor do rato num ecrã de um Notebook

antigo, ou mesmo rodar programas ou jogos que demandem mudanças rápidas

de imagem de uma forma aceitável. A própria imagem nestes monitores

apresenta uma qualidade inferior, devido ao baixo contraste. Felizmente os monitores de matriz passiva são encontrados apenas em equipamentos antigos, não sendo mais fabricados actualmente. Os LCDs de matriz ativa, usados actualmente, já apresentam uma qualidade muito superior, com um tempo de actualização de imagem mais próximo do dos monitores CRT, entre 40 e 50 milissegundos. Isto significa entre 20 e 25 quadros por segundo, o que já é suficiente para assistir a um filme em DVD por exemplo, apesar de ainda atrapalhar um pouco nos jogos de acção, onde a imagem é alterada muito rapidamente. Os monitores de matriz activa também têm um maior ângulo de visão e contraste maiores, além de serem mais finos e leves.

TECNOLOGIA OLED

maiores, além de serem mais finos e leves. TECNOLOGIA OLED Organic Light Emitting Diode ou díodo

Organic Light Emitting Diode ou díodo orgânico emissor de luz. Esta tecnologia promete ecrãs planos muito mais finos, leves e baratas que os atuais ecrãs de LCD. A ideia é usar díodos orgânicos, compostos por moléculas de carbono que emitem luz ao receberem uma carga eléctrica. A vantagem é que ao contrário dos díodos tradicionais, estas moléculas podem ser directamente aplicadas sobre a superfície do ecrã, usando algum método de impressão. Acrescentados os filamentos metálicos que conduzem os impulsos eléctricos a cada célula, está pronta uma tela a um custo extremamente baixo.

Inicialmente os OLEDs foram usados em telemóveis, palmtops e outros aparelhos com ecrãs pequenas e de baixa densidade, agora já fazem parte dos PC portáteis, TVs digitais e monitores de PC etc.

Tecnologia 3D

e de baixa densidade, agora já fazem parte dos PC portáteis, TVs digitais e monitores de

A tecnologia a três dimensões (3D) é uma das inovações tecnológicas

mais sonantes dos últimos tempos no que às TVs diz respeito e prepara-se agora para saltar do grande ecrã para o conforto de todos os lares.

O que é a tecnologia 3D?

A tecnologia 3D é um dos reflexos do desenvolvimento da ciência e da

técnica no mundo moderno. Surgiu com a promessa de revolucionar a forma de ver TV e essa promessa é hoje uma certeza. A pequena caixa mágica é actualmente um gigante tecnológico que interage com o utilizador, o que faz com que o mundo caminhe a passos largos para uma nova era tecnológica em que o homem e a máquina são envolvidos num só. Com ou sem óculos especiais, os utilizadores vão poder usufruir de experiências únicas e adquirir novas sensações, graças ao realismo que o 3D apresenta. As imagens saltam da TV e entram pela casa adentro, o que significa que a vossa sala de estar será tomada de assalto pela revolução tecnológica e, consequentemente, ganhará uma nova decoração.

As imagens 3D são imagens de duas dimensões executadas de forma a proporcionarem a ilusão de terem três dimensões, o que faz com que as realidades sejam mais envolventes e isso afecta as emoção e sensações de quem as vê.

A tecnologia 3D tem já provas dadas, pois filmes como Avatar de James

Cameron (o filme mais rentável de sempre) ou Alice no País das Maravilhas de Tim Burton, foram e continuam a ser autênticos sucessos de bilheteira, o que constitui um bom prenúncio para o que pode advir da TV em 3D.

Preparem-se para o futuro e deliciem-se com as imagens tridimensionais do seu desporto, filme ou novela preferida que a “nova” TV lhe oferece.

Como funciona a tecnologia 3D?

A tecnologia 3D tem um funcionamento muito singular porque a terceira dimensão não existe, trata-se apenas da ilusão da mente e isso só é possível graças a um fenómeno chamado de estereoscopia que projecta uma imagem em dois pontos de observação diferentes. A captação de imagens em 3D assemelha- se à forma como o olho do homem tira a “fotografia” da paisagem envolvente da realidade, pois o olho esquerdo tem uma perspectiva diferente daquela que é oferecida pelo olho direito.

Podem fazer um teste: tapem o olho direito e fixem um determinado objecto durante alguns segundos; depois, tapem o esquerdo e focalizem o mesmo objecto. Verificarão, que o objecto parece mudar de posição. Partindo deste princípio, e com a ajuda de determinado software, a tecnologia 3D

enquadra as duas perspectivas e reduz as oscilações da imagem, deixando a sua composição mais realista e, ao mesmo tempo, é criada a ilusão de profundidade.

Após a passagem da TV a preto e branco para a TV a cores, seguido de todos os melhoramentos feitos nos formatos, som, tamanho e qualidade de imagens, como nos casos dos LCDs e Plasmas e depois da aproximação do home theater ao cinema, o 3D representa a TV do futuro e isso é uma marca histórica.

Os prós e os contras da tecnologia 3D

A convicção geral, quer dos fabricantes quer dos utilizadores em geral é a de que a TV em 3D vem tomar conta de todas as salas de estar de todas as casas. E, como tal, acarretam consigo aspectos positivos e negativos. Dos aspectos positivos, destacam-se os seguintes:

O realismo das imagens;

Novas experiências e sensações para todos os utilizadores;

A envolvência do utilizador com o ecrã;

A possibilidade de navegar numa “outra dimensão”;

Arma mais eficaz no combate à pirataria.

No que concerne aos contras da tecnologia 3D para a TV, distinguem-se os demais:

O tamanho dos óculos 3D. O tamanho é “standard” e ficam grandes em muitas pessoas;

Para quem utiliza óculos é incomodativo ter dois pares na cara;

Os óculos 3D são cansativos e pesados para os olhos;

Os óculos 3D podem agravar problemas de visão existentes, assim como dores de cabeça e insónias;

Os poucos conteúdos que para já são desenvolvidos em 3D;

As crianças, idosos, grávidas e pessoas epilépticas são pessoas mais susceptíveis de terem problemas de saúde e devem evitar a utilização da tecnologia 3D. Assim como as pessoas com problemas alcoólicos também devem evitar ver a TV em 3D pois pode conduzir a perturbações no cérebro;

Os preços dos equipamentos ainda são elevados.

O que é necessário para ver TV em 3D?

Para conseguir ver a TV em 3D é necessária a reunião de determinados requisitos:

Uma TV em 3D com um sinalizador que envia sinais para os óculos 3D para que as imagens em 3D sejam perceptíveis. As TVs em 2D não têm qualquer tipo de sinalizador e algumas TVs não oferecem os óculos 3D, o que por si só significa uma compra suplementar;

Um cabo HDMI 1.4 que liga o leitor Blu-Ray ou a box à TV para que a transmissão de conteúdos seja possível;

Para os discos 3D em Blu-Ray é preciso ter um leitor Blu-Ray que consiga descodificar os dígitos 3D que se encontram nesse mesmo disco e, consequentemente, enviá-los para a TV para que estes possam ser difundidos;

Os óculos 3D. No futuro, possivelmente os óculos não serão precisos para ver TV em 3D, contudo, neste momento é uma obrigatoriedade.

Os óculos 3D

Para que consigam ver TV em 3D é necessário terem óculos 3D específicos. Podem optar por: óculos anáglifos, ativos, e os óculos polarizados que são passivos. Os óculos anáglifos: permitem a visualização de uma imagem 3D com um filtro vermelho na lente esquerda, ou verde na lente direita. Contudo, esta técnica tem caído em desuso porque diminui a qualidade das cores e causa dores de cabeça, náuseas e tonturas a quem assiste;

Os óculos activos: representam o sistema mais complexo e dispendioso no que se refere à visualização de TV em 3D. Graças à sincronização dos óculos com a TV, cada olho vê a imagem correspondente que lhe é enviada. É como que os olhos estivessem a piscar constantemente, pois cada um está a ser estimulado e recebe a sua própria imagem, o que se traduz num todo harmonioso, daí o conceito de “ative shutter”;

Os óculos polarizados: são os que mantêm as cores originais, ainda que ocorra uma certa perda de luminosidade. Cada imagem 3D é projectada com uma polaridade diferente e às vezes utilizam-se dois projectores em simultâneo, isso faz com que uma lente filtre as ondas polarizadas na vertical e a outra na horizontal. Hoje em dia e para ver TV é o sistema mais económico para uma qualidade de imagem 3D aceitável.

É de realçar que já foram efetuados testes para a visualização de TV em 3D sem os óculos 3D, através dos ecrãs de cristal líquido, no entanto, os custos são ainda proibitivos e ainda existe um longo caminho a percorrer nesta área e muito trabalho pela frente.

O mercado actual

A TV em 3D já há muito deixou de ser um projecto e actualmente as principais marcas acotovelam-se entre elas com o intuito de dar o melhor serviço aos seus clientes e ter o domínio do mercado neste segmento específico.

Ninguém quer ficar fora da corrida ou parado no tempo e, dessa forma, graças à oferta do mercado actual já é possível ver TV em 3D descansadamente no conforto do lar.