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APRESENTAÇÃO DA EQUIPE

José Benedito Rocha Aragão Presidente CONSID


Erika Ismerim Seixas Secretaria Executiva

XXXXXXXXX Prefeito Municipal de XXXXXXXXXXX


NOME DO SECRETÁRIO (A) Secretário (a) de Meio Ambiente
NOME DO SECRETÁRIO (A) Secretário (a) de Educação

Berenice Lima Peres Coordenadora do Projeto Vozes

TÉCNICOS
Gustavo Ornelas Oliveira Educador Ambiental
Sandra Carla Reis de Oliveira Educadora Ambiental

ESTAGIÁRIO (A) RESPONSÁVEL


SEU NOME CURSO - INSTITUIÇÃO

ESTAGIÁRIOS
Ângelo Gabriel Conceição Silva Lic. Ciências Biológicas - UNEB
Isaque Xavier Dias Lic. Artes Visuais - UFOB
Enirceh Pereira Bac. Medicina Veterinária - UFOB
Layane Silva Souza Lic. Pedagogia - UNEB
Leideday Pereira Bac. Eng. Agronômica - UNEB
Maria Fernanda Borges Bacharelado em Humanidades -
UFOB
Maianne Gomes dos Santos Bac. Eng. Sanitária Ambiental - UFOB
Virna Benevolo Freitas Bacharelado em Humanidades -
UFOB

REPRESENTANTES MUNICIPAIS

XXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXXX
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX

PROFESSORES CONSORCIADOS
APRESENTAÇÃO

Apresentamos o Plano de Comunicação e Mobilização Social do Muncipio


de XXXXXXXXXXX elaborado como Produto do Projeto Vozes - Programa
Consorciado de Educação Ambiental referente ao Contrato de Rateio Nº
xxxx/2021, em Cooperação Técnica ACT NºXXX com UNEB – Universidade
Estadual do Estado da Bahia- Campus 9 e Cooperação Técnica ACT NºXXX
com UFOB - Universidade Federal do Oeste da Bahia.

Erika Ismerin Seixas


Secretaria Executiva
CONSID

Berenice Peres
Coordenadora
PROJETO VOZES
SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO DO PROJETO VOZES:.................................................................


1 JUSTIFICATIVA:...........................................................................................
2 METODOLOGIA: ..........................................................................................
2.1 CALENDÁRIO DE EVENTOS E AÇÕES OCORRIDAS
2.2 COMPOSIÇÃO DOS COLETIVOS:
2.3 OFICINA DIAGNÓSTICA:
3 CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO.........................................................
3.1 DADOS GERAIS ATÉ O 14 DA PLANILHA VOZES:...........................................
3.2 DADOS CARTOGRAFICOS
3.3 EMPREGO E RENDA
3.4 ROTAS E DISTANCIAS:
3.5 HISTÓRIA DO MUNICÍPIO:..................................................................................
3.6 SITUAÇÃO AMB7ENTAL DO MUNICÍPIO:..........................................................
3..6.1 ACONTECIMENTOS AMBIENTAIS MARCANTES:........................................
3.6.2 CONFLITOS AMBIENTAIS:
3.6.3 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL: (SISMUMA)..........................................................
3.6.4 COLETIVO SOCIOAMBIENTAL DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL.........
4.0 INFRAESTRUTURA DE APOIO A COMUNIDADE............................................
4.1 SAÚDE
4.2 ASSISTENCIA SOCIAL
4.3 EDUCAÇÃO
4.4 SANEAMENTO BÁSICO
4.4.1 DRENAGEM
4.4.2 ABASTECIMENTO DE ÁGUA
4.4.3 ESGOTAMENTO SANITÁRIO
4.4.4 RESÍDUOS SÓLIDOS
4.5 SERVIÇOS
5.0 ATORES SOCIAIS:
5.1 ESTRUTURA PÚBLICA
5.2 ATORES ESTRATÉGICOS
6.0 DENIFIÇÃO DE SETORES PARA A REALIZAÇÃO DE EVENTOS
6.1 SETORIZAÇÃO DO MUNICÍPIO:
6.2 INFRAESTRUTURA E LOGISTICA NOS SETORES
6.3 ESTRATEGIAS LOCAIS DE COMUNICAÇÃO/ DIVULGAÇÃO
7.0 REGISTROS FOTOGRÁFICOS
8. ANEXOS
9. REFERENCIAS

LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Eventos realizados durante a elaboração do PROJETO VOZES22
Figura 2: Reuniões de acompanhamento de elaboração do PROJETO VOZES23
Figura 3: Oficinas técnicas (reuniões técnicas) de elaboração do PROJETO
VOZES26
Figura 4: Oficina técnica de validação do diagnóstico do PROJETO VOZES29
Figura 5: Audiência pública do PROJETO VOZES33
Figura 6: Canal de ouvidoria do PROJETO VOZES38
Figura 7: Forma de registro e acompanhamento das solicitações enviadas pelo
Canal de Ouvidoria do PROJETO VOZES38
Figura 8: Logomarca do PROJETO VOZES39
Figura 9: Convite dos eventos de participação social do PROJETO VOZES40
Figura 10: Lista de presença dos eventos de mobilização e participação
social do PROJETO VOZES41
Figura 11: Registro de atividades dos eventos de mobilização e participação
social do PROJETO VOZES42
Figura 12: Cartaz para divulgações online em mídias sociais43
Figura 13: Cartaz para divulgações online em portais eletrônicos44
Figura 14: Cartaz para divulgações online da Oficina Técnica de Validação do
Diagnóstico em mídias sociais45
Figura 15: Cartaz para divulgações online da Oficina Técnica de Validação do
Diagnóstico em portais eletrônicos46
Figura 16: Cartaz para divulgações online da Audiência Pública de
Aprovação do PROJETO VOZES em mídias sociais47
Figura 17: Cartaz para divulgações online da Audiência Pública de
Aprovação do PROJETO VOZES em portais eletrônicos48
OBS: FAZER REFERÊNCIA CUZADA
LISTA DE TABELAS

Tabela 1: Atores sociais identificados envolvidos na elaboração PROJETO


VOZES15
Tabela 2:Programação da Reunião de Acompanhamento da Etapa I.24
Tabela 3: Sugestão da programação da Reunião de Acompanhamento da Etapa
II25
Tabela 4: Sugestão da programação da Reunião de Acompanhamento da Etapa
IV. 25 Tabela 5: Sugestão para a programação das Oficinas Técnicas (Reuniões
Técnicas). 27
Tabela 6: Sugestão para Oficina Técnica de Validação do Diagnóstico.31
Tabela 7: Sugestão para a Audiência Pública de Aprovação do PROJETO
VOZES34
Tabela 8: Canais de comunicação para divulgação permanente do PROJETO
VOZES36
Tabela 9: Agenda de atividades de mobilização e participação social.49
OBS: ADICIONAR REFERÊNCIA CRUZADA
LISTA DE SIGLAS

EA Educação Ambiental
CONSID Consórcio Multifinalitário do Oeste da Bahia
EPI Equipamento de Proteção Individual
TAC Termo de Ajustamento de Conduta
MP/BA Ministério Público da Bahia
PERS Plano Estadual de Resíduos Sólidos
PIGIRS Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
PNRS Política Nacional de Resíduos Sólidos
BA Bahia
RCC Resíduos Sólidos da Construção Civil
RSA Resíduos Sólidos Agrossilvopastoris
RSAN Resíduos Sólidos dos Serviços Públicos de Saneamento
Básico
RSI Resíduos Sólidos Industriais
RSM Resíduos Sólidos de Mineração
RSS Resíduos Sólidos dos Serviços de Saúde
RST Resíduos Sólidos dos Serviços de Transporte
RSU Resíduos Sólidos Urbanos
SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto
EMBASA Empresa Baiana de Água e Esgoto
SEDUR Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano
TCE/BA Tribunal de Contas do Estado da Bahia
TR Termo de Referência
1 APRESENTAÇÃO

O Consid - Consorcio Multifinalitário do Oeste da Bahia tem 21 municípios


filiados dos quais (10) dez aderiram ao Projeto Vozes, são eles: Angical, Baianópolis,
Barra, Barreiras, Buritirama, Cotegipe, Formosa do Rio Preto, Mansidão, Santa Rita de
Cássia, Tabocas do Brejo Velho.

O projeto está baseado na construção do programa de educação ambiental do


Oeste da Bahia através de formações através de auto diagnose e na elaboração de
projetos validados pela política Nacional e Estadual de educação ambiental com ênfase
no Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, de forma participativa
e hibrida devido as condições atuais de pandemia (COVID-19). O PROGRAMA
COMUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE DA BAHIA, oferece diretrizes
para elaboração de projetos de educação ambiental em atendimento não só as
condicionantes dos processos de licenciamento ambiental, como de outras ações de
incentivo a prática da Educação Ambiental, multiplicando educadores ambientais
capazes de replicar suas formações e implementara as ações de educação ambiental em
seus municípios.

O Projeto Vozes iniciou sua construção técnico metodológica no seio do Comitê


de Bacia Hidrográfica do Rio Grande – CBHG pelos idos de 2011 e para atender as
demandas dos municípios que por volta de 2014 assinaram TACs -Termos de Ajuste de
Conduta em Educação Ambiental junto ao Ministério Público passou por adequações,
referentes tanto as questões do número de participantes, segmentação regional, obtenção
de custeio, terminando por adequar-se também as questões de distanciamento social
promovidas pela Pandemia da COVID 19 20/22 que nos últimos anos valorizou os
encontros pelas redes sociais como forma de contato válido para as questões de
comunicação e mobilização social necessários aos projetos que incluem Controle Social
em sua metodologia, o que por conceito, é o caso de quaisquer projeto no âmbito da
educação ambiental.

Pesquisas realizadas tanto pela SEMA como pelo próprio MP-Ministério Público
iniciadas em 2009, tem sido recorrente em garantir que a legislação baiana de Educação
Ambiental lei 12.056 de 07 de janeiro de 2011 não foi implantada de modo satisfatório
em nosso território. Queixam-se os municípios de falta de verbas, de técnicos treinados,
de funcionários experientes, de conhecimento sobre a pauta e de desinteresse por parte
dos políticos locais em garantir a implementação de tal legislação.

Assim o projeto Vozes pretende contribuir para o solucionamento da baixa taxa


de implantação da política na região com a construção de um programa de educação
ambiental do Oeste da Bahia que, através de formações baseadas em auto diagnose e
auto avaliação possa nutrir as estruturas de meio ambiente e de educação de projetos
continuados de educação ambiental sempre validados pela política Nacional e Estadual
de educação ambienta elencando ações de incentivo à prática da Educação Ambiental,
multiplicando educadores ambientais capazes de replicar suas formações e implementar
de forma efetiva a educação ambiental em seus municípios além de oferecer diretrizes
seguras para elaboração de projetos de educação ambiental em atendimento não só as
condicionantes dos processos de licenciamento ambiental como as demandas indicadas
por um TERMO DE Referencia para projetos de EA que será elaborado para cada um
dos municípios envolvidos com o projeto vozes.

O trabalho incessante do CONSID, buscando atender as demandas ambientais


que emergem dos municípios, seja por imposição de TACs assinados junto ao MP seja
por modificações da legislação federal, fez com que a região fosse agraciada com um
Projeto Piloto fruto de uma Parceria do PNUD e da SEDUR para a elaboração do Plano
Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, de forma participativa e hibrida
e consorciada com o Projeto Vozes.

No decorrer do projeto tanto a criação de coletivos gestores, tanto a nível de cada


município como a nível regional, bem como a participação de professores parceiros das
duas universidades públicas com atuação na região – UFOB e UNEB permitem que
possam acontecer momentos formativos e reuniões para a representações das
comunidades de cada município, onde, representações de órgãos e entidades, ongs,
sindicatos, comunidades tradicionais, educadores, catadores de material reciclável,
representantes de usuários e produtores possam participar pelo fato de se sentirem auto
convocados para o compromisso com a implementação da Educação Ambiental.

Neste projeto o Plano de Comunicação e Mobilização Social foi concebido como


uma peça importante para o diagnóstico socio econômico ambiental e cultural de cada
município. Os planos foram concebidos de modo participativo, hibrido, utilizando
ferramentas diversas e foi aprovado durante uma ampla oficina de educação ambiental
que além de validar o plano se propôs a oferecer ferramentas de pré-diagnose aos os
representantes mobilizados pelo município.

As divulgações de eventos, reuniões e formações são feitas com antecedência,


através de cards e panfletos elaborados por designer, distribuídos nas plataformas
digitais, como o Instagram do projeto e os grupos de Whathzap. Todas as etapas do
projeto são documentadas, tanto através de relatórios bimestrais, e arquivadas em drive
virtual.

Ao final do Projeto Vozes haverá um encontro de Educação Ambiental onde


todos os municípios irão compartilhar suas experiências.

A construção do programa se deu inicialmente com uma reunião presencial em


cada município para explicar o que seria e como o projeto Vozes iria ser guiado e em
sequência houve a criação de grupos de WhatsApp, chamados Diapasão e Clave, o
primeiro, adicionou ao coletivo representações do projeto vozes e professores da UFOB
e da UNEB, os estagiários e educadores ambientais, além, das representações indicadas
pelos municípios para compor o grupo, esse grupo tem a atribuição de participar de
encontros e formações para tomadas de decisão. O segundo grupo foi criado para cada
município, onde, foi incluída a sociedade civil, representações de entidades, ongs,
sindicatos, comunidades tradicionais, educadores, representantes da prefeitura, catadores
de material reciclável, enfim, todos aqueles que acreditam que o tema “educação
ambiental” é importante e deve ser debatido.

No decorrer do projeto irão acontecer momentos formativos e reuniões para a


população e para os representantes indicados por cada município com o intuito de
instigar e mobilizar a todos para aderir e disseminar a proposta do projeto Vozes. Esses
encontros podem acontecer tanto, no modo presencial, respeitando as regras de
distanciamento e higienização das mãos, como no modo virtual.

Para coleta de dados foi disponibilizado em cada município um formulário criado


pelo Vozes, referentes aos aspectos socioeconômicos, ambientais e culturais. O
questionário referente a gestão de Resíduos Sólidos, aplicado no mesmo período, foi
disponibilizado pela ENVEX, empresa que está realizando momentos formativos sobre a
construção do PIGIRS, curso oferecido aos colaboradores do CONSID que estão
trabalhando no setor do projeto Vozes, no setor do GAC-Gestão Ambiental
compartilhada e para os representantes indicados pelo município.

Para a construção do produto I (Plano de Mobilização e Comunicação Social),


haverá uma formação no CONSID entre a equipe do Vozes, do GAC e os 2
representantes de cada município, esse encontro tem a finalidade de instruir o pessoal e
organizar a logística para o encontro que será realizado presencialmente em cada
município, com representações de diversos setores e segmentos, nesse encontro serão
escolhidas pessoas para compor a equipe que construirá o Plano de Mobilização e
Comunicação Social.

As divulgações de eventos, reuniões e formações serão feitas com antecedência,


através de cards e panfletos elaborados por um designer, distribuídos nas plataformas
digitais, como o Instagram do projeto e os grupos diapasão e clave. Todas as etapas do
projeto serão documentadas, através de relatórios bimestrais que deverão ser
encaminhados ao Ministério Público, o Projeto Vozes enviaria um e o Município enviará
outro relatório. Ao final dos processos formativos, das escolhas de representantes para
ajudar na elaboração do plano e consequentemente no término do plano, haverá um
grande encontro de Educação Ambiental entre todos os municípios.

O Projeto Vozes pretende implementar a Gestão da Educação Ambiental nos


municípios consorciados ao CONSID instrumentalizando-os com Minuta para a
implantação da Lei Municipal de Educação Ambiental e com um Termo de Referência
Municipal de Educação Ambiental que além de validar o produto final do Projeto Vozes
- o PROGRAMA COMUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE DA BAHIA
propicie a continuidade das ações em prol da educação ambiental independente do
governo que conduza os destinos do município.

O projeto Vozes será conduzido de modo participativo e híbrido devido a


pandemia, oferecendo diretrizes na elaboração de projetos de educação ambiental em
atendimento aos TACS assinados pelos municípios junto ao Ministério Público bem
como as condicionantes dos processos de licenciamento ambiental permitindo ações de
incentivo à prática da Educação Ambiental e a multiplicação de educadores ambientais
tornando-os capazes de replicar suas formações e replicar as ações de educação
ambiental em seus municípios.

O Projeto Vozes pretende ainda formatar município a município um capítulo


especial de Educação Ambiental para Gestão de Resíduos Sólidos.

2. Objetivos:

 Formatar o Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia com


base nas indicações obtidas na realização das oficinas formativas nos distintos
municípios da região.
 Entregar para aprovação na Câmara dos Vereadores de cada município a Minuta
da Lei da Educação Ambiental e minuta de um Termo de Referência Municipal
de Educação Ambiental instrumentalizando o município para que homologue a
sua política municipal de educação ambiental.
 Desenvolver neste Programa um Capítulo Especial para Educação Ambiental na
Gestão de Resíduos Sólidos específico para cada município e construído no
âmbito de cada município
 Promover a vitalização dos Conselhos de Meio Ambiente e Educação Ambiental
dos Municípios, se houverem, fortalecendo Coletivos Educadores para ações
multiplicadoras e catalizadoras em cada um dos municípios participantes além de
incentivar a criação do Conselho Interinstitucional de Educação Ambiental do
Oeste da Bahia.
 Realizar o I Encontro de Educação Ambiental do Oeste da Bahia para
homologação do Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia,
oferecendo oportunidade de intercambio e troca de experiências.
 Criar um Banco de Projetos de Cunho Sócio Ambiental no âmbito do CONSID e
seus municípios associados.
 Registrar e publicizar os resultados das atividades de cada uma das etapas do
Projeto Vozes democratizando o acesso as informações através de publicações
nas redes sociais e da impressão de documento final a ser chamado de Partitura
que relate a experiencia de execução do Projeto Vozes.
 Os documentos produzidos pelo Projeto Vozes serão disponibilizados na internet
e serão produzidos pen drives com todos os arquivos para distribuição junto aos
organismos municipais.

3 - Responsabilidades Institucionais:

3.1 - Prefeituras Consorciadas:

 Estar adimplente junto ao Consórcio Intermunicipal do Oeste da Bahia.


 Cumprir com as obrigações financeiras acordadas no Plano de Rateio do Projeto
Vozes.
 Garantir apoio técnico institucional e logístico por meio dos órgãos e estruturas
municipais para a realização dos processos de mobilização, comunicação e
formação previstos no Projeto Vozes e demais encontros agendados pelos
Coletivos Educadores.
 Providenciar deslocamentos, hospedagem e alimentação para os componentes
indicados em cada um dos municípios como membros dos Coletivos Educadores
do Projeto Vozes.
 Garantir a produção e entrega de documentação além do cumprimento dos prazos
necessários para a elaboração do Plano Comum de Educação Ambiental e dos
documentos de cunho municipal previstos no Projeto Vozes.
 Acompanhar, supervisionar e fiscalizar a execução deste convênio.

3.2- CONSÓRCIO INTERMUNICIPAL DO OESTE DA BAHIA -


CONSID:

 Contratar e/ou estabelecer convênios, acordos técnicos e parcerias para fornecer


Técnicos com capacitação para executar o Projeto Vozes em todas as suas etapas,
elaborar pareceres e relatórios, auxiliando os coletivos Educadores a definir
conteúdos formativos além de acompanhar as oficinas realizadas junto aos
municípios, coordenar a redação dos resultados dessas oficinas e seus registros.
 Elaborar um Programa de Educação Ambiental Comum para Oeste da Bahia e
um TDR – Termo de Referência em Educação Municipal.
 Mapear e cadastrar as experiências socioambientais voltadas para a
sustentabilidade nos municípios consorciados, bem como as comunidades
tradicionais localizados durante execução do projeto, como agenda anexa ao
produto definido como Portifólio.
 Coordenar discussões para o aprimoramento da compreensão e caracterização da
Educação Ambiental existente no âmbito dos municípios consorciados na busca
de formar o núcleo do Conselho Interinstitucional da Educação Ambiental do
Oeste da Bahia.
 Disponibilizar estrutura física (sala com ar condicionado e mobiliário) para
execução dos trabalhos bem como equipamentos de apoio logístico como sinal de
internet, telefonia, impressoras, scanners para apoio às atividades dos técnicos do
Projeto Vozes.
 Organizar em parceria com cada município, oficinas formativas em diagnose e
elaboração de projetos e programas através de metodologias participativas e
híbridas, que forneçam as diretrizes para a construção dos produtos propostos.
 Viabilizar a manutenção e seguro automotivo para os veículos previstos no
projeto.

4. Metodologia:
As Prefeituras após assinarem plano de Adesão ao Projeto Vozes serão agrupadas
por afinidade e proximidade geográfica em grupos de 2 ou 3 prefeituras e irão indicar
dois nomes do quadro profissional do Município (sendo um concursado) que irão
auxiliar a equipe de coordenação do Projeto Vozes a elaborar o Plano de Mobilização a
ser executado em cada cidade participante.
A equipe do Consid visita cada um dos municípios para avaliar a aplicabilidade
do Plano de Mobilização elaborado e realiza primeiro passo de mobilização definindo na
primeira plenária o nome dos membros do coletivo municipal que irão auxiliar a
coordenação do projeto Vozes na elaboração dos produtos com ênfase municipal:
Capitulo Especial de EA na gestão de resíduos sólidos, Termo de Referencia de
Educação Ambiental Municipal. Um técnico de comunicação social com expertise em
redes sociais é indicado em cada município.
Os grupos de trabalho remoto são montados e se iniciam as discussões e debates
para indicação dos temas necessários as formações vindouras.
A primeira formação acontece a nível do grupo de coordenação geral na cidade
de Barreiras com 3 pessoas de cada município participantes.
Após processo de auto diagnose e autoformação esse grupo se prepara para
auxiliar e coordenar os próximos passos formativos em cada município.
Acontecem em um dos municípios das duplas já definidos uma oficina de
diagnose com o número de participantes considerado viável devido a pandemia. Numa
segunda etapa uma oficina de produção de planos projetos e programas acontece no
outro município da dupla. Sempre respeitando o número máximo de participantes
definidos como seguros para os espaços físicos disponíveis.
A equipe técnica do Projeto Vozes realiza supervisão presencial na formatação
dos produtos específicos de cada município.
O I Encontro Regional de Educação Ambiental poderá acontecer de forma online
caso ainda não seja segura sua realização presencial por causa da pandemia.
A equipe do Projeto Vozes volta a cada município para aprovar na Câmara a Lei
da Educação ambiental e o termo de referência para projetos em EA elaborado.
2 JUSTIFICATIVA:

A Educação Ambiental - EA tem sido apontada como o caminho para o


enfrentamento destes ambientais desse século (Loureiro 2012), envolta em leis
e métodos que enfocam a ação integrada entre as esferas de poder, sempre
com caráter permanente e continuado na formação individual e coletiva, assim
posto por ser a EA sistêmica, replicável e de fácil capilaridade propondo ações
claras que validem o pluralismo de ideias, a ênfase à ética socioambiental e ao
diálogo em processos educadores como bens comuns, marcados por
compromissos individuais e coletivos.

É desse modo que se pensa a construção participativa do


Programa Consorciado de Educação Ambiental do Oeste da Bahia com ênfase
na elaboração municipal de um capítulo especial para a Educação Ambiental na
Gestão de Resíduos Sólidos propondo ainda municiar cada cidade com um
Termo de Referência de Educação Ambiental e a região com o Conselho
Interinstitucional de Educação Ambiental. Tendo como base nessa elaboração
os processos auto formativos em diagnose e elaboração de projetos e
programas que os municípios da região irão vivenciar de modo colaborativo,
hibrido – presencial e digital tanto de forma assíncronas como de forma
síncrona.

A promulgação da Lei da Educação Ambiental Nº 12.056 em 2011,


constituiu um exemplo do que se pode obter com esforço participativo, uma vez
que foi resultado das reflexões e do levantamento de prioridades que surgiram a
partir de 26 consultas sobre sua Minuta e da qual participaram mais de 5000
pessoas em todo o estado da Bahia.

Existe um esforço do Ministério Público na implementação dessa lei. Em


parceria com a Sema em 2010 o MP inicia uma série de pesquisas e
diagnósticos da situação da educação ambiental em todo o estado da Bahia.
Ainda em 2014 as prefeituras regionais firmam Termos de Compromisso e
Ajustamento de Conduta - TAC – garantindo que fossem promovidas ações no
sentido de viabilizar a EA em seus municípios. Neste sentido o contrato
102/2013, com a Floram Engenharia e Meio Ambiente Ltda garante uma
Consultoria para Elaboração e Execução de Diagnósticos e realização de
Relatórios Técnicos acerca da Situação da Gestão Ambiental em 54 municípios
baianos situados na Bacia do Rio São Francisco, o que forneceu base segura
para o estabelecimento dos TACs assinados pelas Prefeituras do Oeste da
Bahia com o Ministério Público em meados de 2014.

Tais TACs geraram inquéritos que estão entrando em período de


execução nestes dois anos próximos pois são raros os municípios que possuem
conhecimento, infra estrutura, orçamento e servidores aptos para executar
essas ações.

As pesquisas realizadas pelo Ministério Público permitem observar que a


educação ambiental que acontece, quando acontece, se dá pontualmente
através de Projetos Pedagógicos de escolas sob coordenação de professores
sensíveis a questão ambiental. As poucas pesquisas realizadas na região neste
sentido dão conta de que, o grau de insatisfação de professores e alunos
durante estas ações é muito grande, devido à falta de conhecimentos e a
desmotivação provocada pela falta de estímulos e recursos para gestão de
projetos continuados em educação ambiental;

A emergência das questões relacionadas a Saneamento e Gestão de


Resíduos Sólidos numa região que produz em torno de 663,12 ton/dia segundo
dados levantados pela SEDUR – Secretaria de Desenvolvimento Urbano da
Bahia - torna a região um ambiente profícuo pra o estabelecimento de um Plano
Integrado de Desenvolvimento Urbano do Oeste Baiano que entende que a
Gestão de Resíduos Sólidos só terá êxito se for conduzida regionalmente, dado
aos custos, escalas e dificuldades de implantação das soluções individuais
entendendo que a Educação Ambiental é um ponto imprescindível na
exequibilidade desta gestão ainda em atendimento tanto aos TACs de Gestão
de Resíduos Sólidos que todos os municípios da região têm assinados com o
MP, datados de 2014. Outro aspecto é a necessidade de consonância com o
marco legal da Lei Nº 14026 de 24 de dezembro de 2020 que torna desejável o
planejamento e a gestão consorciados dos resíduos sólidos.

Estas ações apontam a necessidade de que os municípios regionais se


comprometam com a questão da educação ambiental e que a instituição de
programas e projetos respeitem as características e peculiaridades de cada
município.

Existem carências básicas que se replicam em toda a região: Faltam


planos, programas, projetos e técnicos; faltam assessorias especializadas;
faltam recursos; a maioria das prefeituras não tem Conselho de Meio Ambiente
e poucas Secretarias de Educação incluem a Educação Ambiental nos PPP das
escolas municipais. Além disso os órgãos de meio ambiente reclamam de falta
de diálogo com as outras secretarias municipais para estabelecimento de
políticas transversais. É fato que praticamente todas as cidades não tem
Programas de Educação Ambiental. Existe uma reclamação geral da falta de
projetos para ações continuadas de educação ambiental no âmbito das cidades
da região e em consequência desses aspectos existe necessidade de promover
a formação de educadores ambientais por toda a região.

Observa-se também que, na questão do licenciamento ambiental, Gestão


Ambiental Compartilhada – GAC - quer sejam direcionados às empresas,
indústrias ou produtores, vem tratando a questão da educação ambiental,
enquanto condicionante, sempre de modo teórico, pouco específico e,
dificilmente embasado em diagnoses locais e ações participativas. Isso quando
realmente acontecem.

Os levantamentos realizados tanto pela Câmara Técnica de Educação


Ambiental do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Grande - CTEA do
CBHGRANDE como pelos Grupos de Trabalho de Educomunicação do mesmo
Comitê entre os anos de 2012 e 2015 puderam observar, que a presença das
rádios comunitárias e/ou comerciais, bem como a atuação das “Pastorais” são
importantes fatores de agregação e que tem um elevado potencial para o
estabelecimento de “redes de parceria”. Estes organismos apresentam
disponibilidade para atuar como multiplicadores de educação ambiental, bem
como tem afinidade e interesses em se integrar à projetos dessa natureza e que
demonstraram interesse em desenvolver parceria para execução de projetos
em educomunicação, tanto na Região de Planejamento de Gestão de Águas -
RPGA do Rio Grande, como na RPGA do Corrente, Serra Dourada e Brejo
Velho.

O CONSID se propõe viabilizar a gestação de um movimento contínuo


formador e educador com a participação dos distintos atores regionais
estabelecendo uma capilaridade mensurável, viva e mutante em educação
ambiental por todo oeste da Bahia e estabelecendo parcerias com
universidades, ONGs, OSCs, poderes públicos estaduais e federais além da
iniciativa privada, respeitando a história de trabalho coletivo das prefeituras do
Oeste da Bahia e do CONSID.

O Projeto Vozes busca realizar ações que consolidem o trabalho já


inicializado por estas instancias de política pública consolidando o diálogo entre
os diferentes atores sociais interessados em EA presentes na região, através da
formação de coletivos orientadores que possam agir como multiplicadores da
experiência auto formativa no âmbito de cada município da região.

3 OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

O projeto Vozes pretende implementar a gestão da educação ambiental


entre os municípios consorciados que aderirem ao Projeto. São consorciados os
municípios de Angical, Baianópolis, Barra, Barreiras, Buritirama, Brejolândia,
Catolândia, Correntina, Cotegipe, Cristópolis, Formosa do Rio Preto, Mansidão,
Muquém do São Francisco, Riachão das Neves, São Desidério, Santana, Santa
Rita de Cássia, Muquém do São Francisco, Tabocas do Brejo Velho e
Wanderley. O projeto pretende agir em atendimento aos TACs - Termos de
Ajustamento de Conduta em Educação Ambiental assinados pelas prefeituras
do Oeste da Bahia no ano de 2014 junto ao Ministério Público onde fica
indicada a instrumentalização das Prefeituras, através de suas Secretarias,
Diretorias ou Superintendências de Meio Ambiente com uma Minuta para a
implantação da Lei Municipal de Educação Ambiental e de um Termo de
Referência Municipal de Educação Ambiental que validam o PROGRAMA
COMUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE DA BAHIA construído de
modo participativo e também híbrido devido a pandemia, oferecendo diretrizes
na elaboração de projetos de educação ambiental em atendimento não só as
condicionantes dos processos de licenciamento ambiental como de outras
ações de incentivo a prática da Educação Ambiental a nível dos municípios,
multiplicando educadores ambientais capazes de replicar suas formações e
implementarar as ações de educação ambiental em seus municípios.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Formatar o Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da


Bahia e um Termo de Referência em Educação Ambiental com base nas
indicações obtidas na realização das oficinas formativas nos distintos
municípios da região.
 Desenvolver neste Programa um Capítulo Especial para Educação
Ambiental na Gestão de Resíduos Sólidos específico para cada
município.
 Promover a vitalização dos Conselhos de Meio Ambiente e Educação
Ambiental dos Municípios, se houverem, fortalecendo Coletivos
Educadores para ações multiplicadoras e catalizadoras em cada um dos
municípios participantes além de incentivar a criação do Conselho
Interinstitucional de Educação Ambiental do Oeste da Bahia.
 Entregar para aprovação na Câmara dos Vereadores de cada município
a Minuta da Lei da Educação Ambiental e minuta de um Termo de
Referência Municipal de Educação Ambiental instrumentalizando o
município para que homologue a sua política municipal de educação
ambiental.
 Realizar o I Encontro de Educação Ambiental do Oeste da Bahia para
homologação do Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da
Bahia, oferecendo oportunidade de intercambio e troca de experiências.
 Registrar e publicizar os resultados das atividades de cada uma das
etapas do Projeto Vozes democratizando o acesso as informações em
cada um dos municípios envolvidos através de publicações nas redes
sociais e da impressão de documento final a ser chamado de Partitura
que relate a experiencia de execução do Projeto Vozes além de produzir
pen drives com todos os arquivos produzidos ao longo do projeto para
distribuição junto aos municípios.

3.3 RESPONSABILIDADES INSTITUCIONAIS

3.3.1 Prefeituras Consorciadas

 Estar adimplente junto ao Consórcio Intermunicipal do Oeste da Bahia,


 Cumprir com as obrigações financeiras previstas no Plano de Rateio do
Projeto Vozes.
 Garantir apoio técnico institucional e logístico por meio dos órgãos e
estruturas municipais para a realização dos processos de mobilização,
comunicação e formação previstos no Projeto Vozes e demais encontros
agendados pelos Coletivos Educadores.
 Providenciar deslocamentos, hospedagem e alimentação para os
componentes indicados em cada um dos municípios como membros dos
Coletivos Educadores do Projeto Vozes.
 Garantir a produção e entrega de documentação além do cumprimento
dos prazos necessários para a elaboração do Plano Comum de
Educação Ambiental e dos documentos de cunho municipal previstos no
Projeto Vozes.

 Acompanhar, supervisionar e fiscalizar a execução deste convênio.

3.3.2 Consórcio Multifinalitário do Oeste da Bahia - CONSID

 Contratar e/ou estabelecer convênios, acordos técnicos e parcerias para


fornecer Técnicos com capacitação para executar o Projeto Vozes em
todas as suas etapas, elaborar pareceres e relatórios, auxiliando os
coletivos Educadores a definir conteúdos formativos além de
acompanhar as oficinas realizadas junto aos municípios, coordenar a
redação dos resultados dessas oficinas e seus registros.
 Elaborar um Programa de Educação Ambiental Comum para Oeste da
Bahia e um TDR – Termo de Referencia em Educação Municipal.
 Mapear e cadastrar as experiências socioambientais voltadas para a
sustentabilidade nos municípios consorciados, bem como as
comunidades tradicionais localizados durante execução do projeto, como
agenda anexa ao produto conhecido como Portifólio.
 Coordenar discussões para o aprimoramento da compreensão e
caracterização da Educação Ambiental existente no âmbito dos
municípios consorciados na busca de formar o núcleo do Conselho
Interinstitucional da Educação Ambiental do Oeste da Bahia.
 Disponibilizar estrutura física (sala com ar condicionado e mobiliário)
para execução dos trabalhos bem como equipamentos como:
computador, GPS, câmera fotográfica, papel A4, impressora e todos os
itens necessários para apoio às atividades dos técnicos do consórcio, no
cumprimento do objeto aqui definido
 Organizar em parceria com cada município, oficinas formativas em
diagnose, projetos e programas onde, através de metodologias
participativas, os temas elencados forneçam as diretrizes para a
construção dos produtos propostos contemplando assim os princípios da
gestão ambiental participativa que norteiam os conceitos atuais da
educação ambiental
 Viabilizar a manutenção, seguro automotivo para o veículo previsto no
projeto.

Planetariamente enfrentamos conflitos ocasionados pelo aquecimento


global, fome, miséria, falta de água, guerras, poluições e mais recentemente
pandemias, de modo que é preciso enfrentar os desafios em busca de acordos
que permitam um modo sustentável de vida. Um deles é relacionado à
governabilidade e à governança dos recursos naturais, outro voltado à inclusão de
cada um, nos mais diversos territórios, nos diálogos sobre direitos e deveres,
responsabilidades, necessidades e possibilidades de atuar junto às tomadas de
decisões que vão garantir a melhoria dessas condições.

A Educação Ambiental - EA tem sido apontada como o caminho para o


enfrentamento destes desafios (Loureiro 2012), envolta em leis e métodos que
enfocam a ação integrada entre as esferas de poder, sempre com caráter
permanente e continuado na formação individual e coletiva, assim posto por ser a
EA sistêmica, replicável e de fácil capilaridade propondo ações claras para
Coletivos Educadores, OSCs, Usuários dos recursos ambientais e sociais e
mesmo junto aos poderes públicos em suas estratégias de governança.

Nesse âmbito, o pluralismo de ideias, a ênfase à ética socioambiental e


ao diálogo em processos educadores são bens comuns, marcados por
compromissos individuais e coletivos. É desse modo que se pensa a construção
participativa do Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia
com ênfase na elaboração municipal de um capítulo especial para a Educação
Ambiental na Gestão de Resíduos Sólidos propondo ainda municiar cada cidade
com um Termo de Referência de Educação Ambiental e a região com o
Conselho Interinstitucional de Educação Ambiental. Tendo como base nessa
elaboração os processos auto formativos em diagnose e elaboração de projetos
e programas que os municípios da região irão vivenciar de modo colaborativo,
hibrido – presencial e digital em atendimento a política de EA do Estado da
Bahia.
A promulgação da Lei da Educação Ambiental Nº 12.056 em 2011,
constituiu um exemplo do que se pode obter com esforço participativo, uma vez
que foi resultado das reflexões e do levantamento de prioridades que surgiram a
partir de 26 consultas sobre sua Minuta e da qual participaram mais de 5000
pessoas em todo o estado da Bahia.

Existe um esforço do Ministério Público na implementação dessa lei. Em


parceria com a Sema em 2010 o MP inicia uma série de pesquisas e
diagnósticos da situação da educação ambiental em todo o estado da Bahia e
embora tenha expedido a todas as prefeituras regionais Termos de Compromisso
e Ajustamento de Conduta - TAC – exigindo que fossem promovidas ações no
sentido de viabilizar a EA em seus municípios, são raros os municípios que
possuem conhecimento, infra estrutura, orçamento e servidores aptos para
executar essas ações.

Mais recentemente o Ministério Público através do contrato 102/2013, com


a Floram Engenharia e Meio Ambiente Ltda propicia uma Consultoria para
Elaboração e Execução de Diagnósticos e realização de Relatórios Técnicos
acerca da Situação da Gestão Ambiental em 54 municípios baianos situados na
Bacia do Rio São Francisco, o que forneceu base segura para o estabelecimento
dos TACs assinados pelas Prefeituras do Oeste da Bahia com o Ministério
Público em meados de 2014. Tais TACs geraram inquéritos que estão entrando
em período de execução nestes dois anos próximos.

A emergência das questões relacionadas a Saneamento e Gestão de


Resíduos Sólidos numa região que produz em torno de 663,12 ton/dia segundo
dados levantados pela SEDUR – Secretaria de Desenvolvimento Urbano da
Bahia - torna a região um ambiente profícuo pra o estabelecimento de um Plano
Integrado de Desenvolvimento Urbano do Oeste Baiano que entende que a
Gestão de Resíduos Sólidos só terá êxito se for conduzida regionalmente, dado
aos custos, escalas e dificuldades de implantação das soluções individuais
entendendo que a Educação Ambiental é um ponto imprescindível na
exequibilidade desta gestão ainda em atendimento tanto aos TACs de Gestão de
Resíduos Sólidos que todos os municípios da região têm assinados com o MP,
datados de 2014. Outro aspecto é a necessidade de consonância com o marco
legal da Lei Nº 14026 de 24 de dezembro de 2020 que torna desejável o
planejamento e a gestão consorciados dos resíduos sólidos.

Estas ações apontam a necessidade de que os municípios regionais se


comprometam com a questão da educação ambiental e que a instituição de
programas e projetos respeitem as características e peculiaridades de cada
município.

Existem carências básicas que se replicam em toda a região: Faltam


planos, programas, projetos e técnicos; faltam assessorias especializadas; faltam
recursos; a maioria das prefeituras não tem Conselho de Meio Ambiente e
poucas Secretarias de Educação incluem a Educação Ambiental nos PPP das
escolas municipais. Além disso os órgãos de meio ambiente reclamam de falta
de diálogo com as outras secretarias municipais para estabelecimento de
políticas transversais. É fato que praticamente todas as cidades não tem
Programas de Educação Ambiental. Existe uma reclamação geral da falta de
projetos para ações continuadas de educação ambiental no âmbito das cidades
da região e em consequência desses aspectos existe necessidade de promover
a formação de educadores ambientais por toda a região.

As pesquisas realizadas pelo Ministério Público permitem observar que a


educação ambiental que acontece, quando acontece, se dá pontualmente através
de Projetos Pedagógicos de escolas sob coordenação de professores sensíveis a
questão ambiental. As poucas pesquisas realizadas na região neste sentido dão
conta de que, o grau de insatisfação de professores e alunos durante estas ações
é muito grande, devido à falta de conhecimentos e a desmotivação provocada
pela falta de estímulos e recursos para gestão de projetos continuados em
educação ambiental.

Observa-se também que, na questão do licenciamento ambiental, Gestão


Ambiental Compartilhada – GAC - quer sejam direcionados às empresas,
indústrias ou produtores, vem tratando a questão da educação ambiental,
enquanto condicionante, sempre de modo teórico, pouco específico e, dificilmente
embasado em diagnoses locais e ações participativas. Isso quando realmente
acontecem.

Os levantamentos realizados tanto pela Câmara Técnica de Educação


Ambiental do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Grande - CTEA do
CBHGRANDE como pelos Grupos de Trabalho de Educomunicação do mesmo
Comitê entre os anos de 2012 e 2015 puderam observar, que a presença das
rádios comunitárias e/ou comerciais, bem como a atuação das “Pastorais” são
importantes fatores de agregação e que tem um elevado potencial para o
estabelecimento de “redes de parceria”. Estes organismos apresentam
disponibilidade para atuar como multiplicadores de educação ambiental, bem
como tem afinidade e interesses em se integrar à projetos dessa natureza e que
demonstraram interesse em desenvolver parceria para execução de projetos em
educomunicação, tanto na Região de Planejamento de Gestão de Águas - RPGA
do Rio Grande, como na RPGA do Corrente, Serra Dourada e Brejo Velho.

O CONSID se propõe viabilizar a gestação de um movimento contínuo


formador e educador com a participação dos distintos atores regionais
estabelecendo uma capilaridade mensurável, viva e mutante em educação
ambiental por todo oeste da Bahia e estabelecendo parcerias com universidades,
ONGs, OSCs, poderes públicos estaduais e federais além da iniciativa privada,
respeitando a história de trabalho coletivo das prefeituras do Oeste da Bahia e do
CONSID.

O Projeto Vozes busca realizar ações que consolidem o trabalho já


inicializado por estas instancias de política pública consolidando o diálogo entre
os diferentes atores sociais interessados em EA presentes na região, através da
formação de coletivos orientadores que possam agir como multiplicadores da
experiência auto formativa no âmbito de cada município da região.

Anexo 1

Tabela das Recomendações e Indicações do Relatório Conclusivo da


Floram nos municípios do Oeste da Bahia
4 ESTRATÉGIAS DE AÇÃO

4.1 PLANO DE MOBILIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL

A mobilização social tem três momentos, e será executado estabelecendo


parcerias em cada município entre os conselhos de meio ambiente instituídos,
pessoas do quadro funcional de cada prefeitura e indicações realizadas nos
encontros presenciais que inicializam o processo de construção do projeto Vozes:
Essas pessoas passam a compor o que convencionaremos chamar: Coletivos
Educadores:

O primeiro Grupo, Coletivo Pauta, é a formação inicial composta por:

01 Coordenador do Projeto VOZES

02 Educadores para grupos de 5 a 6 cidades

01 Comunidador / Divulgadores

01 pessoa indicada do quadro oficial de funcionários de cad município


participante

01 indicação pessoal de cada um dos prefeitos participantes

XX Professores da UFOB

XX Professores da UNEB

Após a formação oficial o grupo vai se auto gerir e definir seus membros
efetivos bem como suas atribuições e o grupo passa a se chamar coletivo
Diapasão com ingresso de mais representantes definidos na plenária de
mobilização realizada em cada município.

O segundo coletivo é formado no âmbito de cada um dos municípios

Coletivo CLAVE

O1 Educador do Projetos Vozes


01 Comunicador Divulgador indicado no âmbito de cada municipio

02 Representantes já pertencentes ao Coletivo Pauta

XX indicações da sociedade civil eleitos na plenária de mobilização

01 representante da sec. de Educação

01 representante da sec de Saude

01 representante da sec de meio ambiente, agricultura, desenvolvimento

O terceiro grupo, coletivo Diapasão é formado pelos participantes dos


municípios escolhidos durante o processo auto formativo que antecede as
formações em diagnose e planos projetos e programas nos grupos de dois ou três
municípios sempre com supervisão e apoio do da Coordenação do CONSID

O número de participantes ds etapas de mobilização e formação serão


definidos pela área física oferecida por cada município de modo que garante
distanciamento de 1,5 metros entre as pessoas que irão participar de modo
presencial da formação. As formações também terão uma modalidade online.

4.1.1 Acordos Prévios

Nos meses que antecedem a realização da Apresentação do Projeto Vozes


uma série de esforços deve ser realizado pela equipe do CONSID junto ao
Ministério Público, dos Órgãos Estaduais de Meio Ambiente e Educação,
Universidades e Prefeituras Municipais e SEMA no sentido de atender os TACs
de Educação Ambiental assinados junto ao Ministério Público garantindo uma
readequação desses a partir da execução do Projeto Vozes e garantir apoio
técnico para a realização do projeto.

Para cumprir a pauta de visitações às cidades membros do CONSID e


buscando otimizar recursos busca-se otimizar os agendamentos que permitam o
cumprimento do cronograma de viagem apresentado - ANEXO 2 – Planilha de
deslocamento - de modo que no primeiro momento de mobilização o coordenador
do Projeto Vozes viaja efetivamente com Motorista e Personal web por todos os
municípios a região.

A nível de contemplar visitações julgadas necessárias comunidades


tradicionais, tribos e quilombolas possíveis de serem acessados, foi calculado um
acréscimo de 40% sobre a quilometragem apurada no roteiro sede a sede
anexado.

ANEXO 2 -TABELA DE MOBILIZAÇÂO SEDE A SEDE

4.1.2 Apresentação do Projeto Vozes em Reunião com Prefeituras


Consorciados e Convidados na Sede do CONSID

A primeira reunião coletiva deverá ser organizada pelo CONSID em


sintonia com o MP – Ministério Público com os prefeitos e respectivas equipes de
gestão de educação e meio ambiente dos municípios consorciados, além de
colaboradores e órgãos públicos definidos como apoio ao projeto na etapa
anterior. Nesta oportunidade o Projeto Vozes será apresentado, discutido e
acrescido das contribuições dos presentes onde explanações do MP, do CONSID
e da coordenação do Projeto apresentam a proposta de renegociação dos TACs –
Termos de Ajuste de Conduta entre Ministério Público e as Prefeituras do Oeste
Baiano a partir da adesão ao Projeto Vozes.

A cada prefeitura caberá o momento de abrigar uma etapa da formação


quando então exercerão o papel de anfitriões. Assim nessa reunião os municípios
definem o local para as formações e o número de participantes que cada
município deverá encaminhar para as Oficinas Formativas uma vez que os custos
com transporte, hospedagem e alimentação dos representantes de cada
município correm por conta da prefeitura local, bem como a logística e
infraestrutura das reuniões que ocorrerem em sua cidade. As prefeituras serão
agrupadas de duas em duas ou em até três municípios por proximidade física e
afinidade.

Os prefeitos que aderirem ao projeto terão a incumbência de indicar 02


(duas) pessoas, uma do quadro funcional do município e outra representante de
qualquer segmento social bem como a data em que se reunirão na sede do
CONSID para cumprir pauta de trabalho específica e autodeterminada. Essas
pessoas terão custos de viagem, hospedagem e alimentação custeados pela
Prefeitura que representam no exercício dessas funções.

A pessoas indicadas poderão, ou não, fazer parte do Coletivo Diapasão a


ser constituído durante a execução do Projeto Vozes, embora no primeiro
momento terão função de apoiar à organização da Reunião Mobilizadora em cada
município que aderir ao Projeto

Os nomes dos indicados devem ser informados ao CONSID no momento


da reunião ou por ofício do Gabinete até 15 dias após esse primeiro encontro e
vão compor o que convencionamos chamar de Coletivo Pauta.

Os custos com as etapas de alcance regional serão rateados com os


municípios que aderirem ao Projeto, em Forma de Cotas de Adesão dos contratos
de RATEIOS.

Após a finalização dos acordos efetuados durante esta primeira reunião os


Gestores Municipais deverão oficializar sua adesão assinando o CONTRATO DE
RATEIO DO PROJETO VOZES permitindo que o consórcio faça as adequações
necessárias ao orçamento e metodologias aqui propostas em vista da quantidade
de prefeituras que aderirem ao Projeto.

4.1.3 Coletivo PAUTA Elabora Plano de Mobilização e Comunicação na


sede do CONSID

As duas pessoas indicadas por cada Prefeitura e a equipe Coordenadora


do Projeto Vozes com seus convidados e colaboradores passam por um processo
de auto diagnose e auto educação enquanto realizam a definição e logística das
etapas vindouras do projeto.

Os encontros vão acontecer no CONSID em data comunicada a cada


participante com 10 (dez) dias de antecedência e deverão ter a duração de três
dias. Cada grupo vai elaborar a própria pauta de trabalho de acordo com suas
necessidades tendo como base os modelos fornecidos pelo Projeto Vozes.
O grupo tem a função de elaborar o cronograma de visitação bem como a
checagem da capacidade logística de cada um dos locais indicados como
propícios a realização da Reunião Municipal de Mobilização e mesmo das
Oficinas Formativas. Cabe a Coordenação do Projeto Vozes a definição final
sobre estes locais.

Esse grupo vai desenvolver o Plano de Comunicação e Mobilização Social


de cada município com base nos modelos apresentados pelo Projeto Vozes e
deverá garantir a representatividade possível junto a grupos envolvidos com
educação ambiental no município sejam eles de ordem cultural, sócio ambiental,
pastorais, sindicatos, associações, rádios comunitárias, representantes dos
territórios de identidade, comunidades tradicionais, quilombolas e grupos
indígenas, ribeirinhos, fundos de pasto, famílias agrícolas e outros, indicando a
logística necessária para a realização da Reunião Mobilizadora em seus
municípios, os mecanismos de acolhimento, hospedagem, transporte,
alimentação dos participantes.

O grupo poderá indicar pessoas que considera importantes para atuar


como pontos focais no processo de mobilização.

O grupo terá ainda a responsabilidade de eleger ao final do processo 10


pessoas dentre o grupo que irá integrar o núcleo de Produção de documentos e
orientações identificado como Coletivo Diapasão.

O grupo também define as funções individuais e redige o TERMO DE


COMPROMISSO DO COLETIVO EDUCADOR que cada participante irá assinar.

4.1.4 Reunião Mobilizadora nos Municípios

Essa etapa se refere a execução dos Planos de Mobilização e


Comunicação Social.

O coordenador do Projeto Vozes conduzirá a reunião agendada em cada


um dos municípios durante a etapa anterior. As visitas aos locais onde poderão
ocorrer as oficinas formativas elencadas pode ocorrer nesta etapa ou depois e
tem a função de verificar as instalações dos locais, sua infraestrutura e
capacidade, se for necessário. A organização desta visitação e reunião será
responsabilidade das duas representações definidas por cada Prefeitura e será
apoiada pelos técnicos do CONSID.

O esquema de divulgação e comunicação criado no Plano de Mobilização e


Comunicação elaborado na etapa anterior deverá ser executado buscando a
maior representatividade possível das diferentes regiões do município,
assegurando-se ainda a presença dos membros do Conselho de Meio Ambiente e
de Educação do Município em questão.

Essa reunião vai indicar o método de seleção e os nomes das pessoas que
participarão do processo formativo nos municípios polo, ou seja, os membros do
Coletivo Educador, respeitando o limite de participação definido nas primeiras
etapas do projeto. Essa assembleia vai eleger ainda 01 pessoa para
complementar o Coletivo Clave que vai atuar no município para elaborar o Termo
de Referência Municipal em Educação Ambiental com orientação e colaboração
dos membros do Coletivo VOZES e quantas pessoas julgar necessário para
execução das tarefas propostas

Um grupo de pessoas será definido nessa reunião de acordo com numero


de pessoas determinado por cada prefeitura e assinará o TERMO DE
COMPROMISSO COLETIVO VOZES junto ao CONSID e ao Município e serão
contatadas, em tempo hábil, para receber orientações sobre os passos que vão
garantir a participação nas oficinas formativas em diagnose e formação nos
Municípios Polo, onde os custos de hospedagem, alimentação e transporte serão
custeados pela prefeitura que elas representam. Algumas dessas pessoas podem
vir a ser convidadas pela Coordenação do Projeto Vozes para compor o Coletivo
Diapasão que terá atribuições mais especificas na formação, produção de
conteúdo, avaliação, revisão, definição de eventos, comunicação e mobilização
social e necessita de mais mobilidade e disponibilidade que os outros para atuar
junto às várias etapas do Projeto Vozes.
Os membros dos Coletivos Educadores podem ser substituídos ou
trocados de função durante a execução do Projeto Vozes tanto por solicitação da
coordenação do Projeto ou do CONSID, como por definição dos coletivos ou
ainda por necessidade pessoal do membro em questão. A substituição é definida
por mecanismo de livre escolha pela Coordenação do Projeto Vozes. Toda e
qualquer indicação ou definição em caso de conflitos cabe exclusivamente a
diretoria do CONSID.

4.1.5 Divulgação

As reuniões públicas serão divulgadas através de trabalho publicitário


realizado junto aos veículos de comunicação da região, promovendo a ampla
divulgação do Projeto Vozes e buscando mobilizar apoios e participantes para as
etapas formativas que se seguirão. Assim a distribuição de releases que se segue
aos contatos com a imprensa local, acontece nos dois primeiros meses e a partir
de então, mantendo uma periodicidade praticamente trimestral até a
intensificação ao final do projeto, deste modo, mantendo a comunidade informada
do andamento da Construção do Plano Comum de Educação Ambiental do Oeste
da Bahia.

Todos estes contatos produzidos serão incorporados a agenda institucional


da CONSID atualizando os dados e ampliando os cadastros já existentes. Estes
contatos pessoais e institucionais executados durante esta etapa do projeto
inicializam também a elaboração de outro produto: CADASTRO DE
EDUCADORES AMBIENTAIS DO CONSID. Esse cadastramento se inicia na
primeira ação do Projeto Vozes e será entregue a CONSID ao final do Projeto na
ocasião da homologação do PLANO COMUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO
OESTE DA BAHIA.

4.1.6 Coletivo Educador Diapasão e Cardápios Formativos

O grupo que convencionamos chamar Coletivo Diapasão, foi composto


pelas pessoas indicadas ao longo das etapas de mobilização e vai coordenar as
ações formativas que serão desenvolvidas, primeiro no seio do próprio grupo, e
depois, junto aos coletivos educadores dos Municípios Polo.

O Coletivo Diapasão vai elencar um cardápio de autoformação para


garantir que as lacunas de conhecimento do grupo indicadas pela autodiagnose
sejam sanadas, afinando os instrumentos de trabalho e permitindo que os
princípios, diretrizes e objetivos do Plano Comum de Educação Ambiental do
Oeste da Bahia estejam orientados pela Política Nacional de Educação Ambiental
(PNEA), pelo Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA), e pela com a
Política Estadual de Educação Ambiental do Estado da Bahia.

Esse Coletivo também vai oferecer apoio a redação de todos os


documentos que vão orientar o processo de aprendizagem em questão, inclusive
às ferramentas didáticas a serem aplicadas tanto nas Oficinas Formativas como
junto aos coletivos Clave dos Municípios que atuarão na elaboração do Termo de
Referência Municipal de Educação Ambiental.

Assim é uma fase de auto regulação interna, onde se iniciam os processos


de auto diagnose e de elaboração dos processos auto formativos. Assim cabe ao
Coletivo Diapasão:

Realizar reuniões periódicas em busca de dados secundários que possam


dar sustentação teórica ao Plano Comum de Educação Ambiental do Oeste da
Bahia, buscando identificar as lacunas de entendimento/conhecimentos a serem
supridas.

Elaborar coletivamente um Cardápio de Aprendizagem – em que cada ator


social possa oferecer sua contribuição – tendo em vista o aprimoramento dos
membros desse Coletivo na elaboração dos Produtos esperados do Projeto
Vozes em cada uma de suas fases formativas tanto no seio do próprio Coletivo
Diapasão, nos Coletivos Clave construídos junto a cada Município Participante.

1. Participar de oficinas de criação e elaboração de Material Didático,


Modelos e Cadastros a serem utilizados durante as etapas
formativas do Projeto Vozes.
2. Elaborar o Cardápio de Formação em Diagnose a ser aplicado junto
aos coletivos educadores emergentes nos Municípios Polo
escolhidos.
3. Elaborar o Cardápio de Formação em Elaboração de Programas e
Projetos a ser aplicado junto aos coletivos educadores emergentes
nos Municípios Polo
4. Participar das oficinas de Auto avaliação a serem realizadas em
cada uma das etapas dos processos de Formação.

4.1.7 Auto-Formação

As oficinas de auto formação dos Coletivos Diapasão serão realizadas em


três momentos consecutivos, com intervalos de quinze dias entre eles, de modo
que possam adquirir a consistência necessária para o desenvolvimento da
aprendizagem. Serão realizadas nos locais indicados na reunião preparatória.
Basicamente serão duas reuniões de auto diagnose e uma reunião de avaliação.
Tanto para estas como para as outras reuniões, além dos custos de transporte
hospedagem e alimentação dos membros convidados foi pensada uma pequena
verba para a realização de dois lanches por dia. Esse grupo vai conhecer o
Projeto Vozes e através de metodologias participativas vai identificar as
habilidades, competências e experiências bem como as lacunas de conhecimento
que deverão ser sanadas por medidas tomadas pelo próprio grupo de modo a
garantir que os representantes de cada município possam arcar com a
responsabilidade de afinar as atividades das reuniões mobilizadoras em cada um
dos municípios polo eleitos, bem como pautar o passo a passo para obtenção dos
produtos esperados desse Projeto junto a cada município.

A formação buscará afinar as concepções de Educação Ambiental, de meio


ambiente, de controle social, recursos hídricos, saneamento, gestão de resíduos
sólidos, gestão compartilhada, aquecimento global, entre outros temas julgados
importantes pelo Coletivo de acordo com os conceitos levantados durante a fase
de auto diagnose.

Ao final do processo auto formativo o Coletivo Diapasão passa por uma


atividade de auto avaliação que decidirá se o processo deve ser repetido ou se o
grupo se encontra em condições de seguir adiante e iniciar o trabalho de
elaboração da etapa formativa junto aos Municípios.

As atividades de auto diagnose do Coletivo Educador Diapasão devem


afinar conceitos comuns entre temas julgados importantes pelo grupo, em busca
da formatação de um Cardápio de Conteúdo que prepare o coletivo para atuar
como catalizador junto as cidades elencadas nas etapas formativas em
diagnostico, projetos e programas. Deve sanar as dificuldades de método, e/ou
conhecimento dos profissionais que vão definir eixos, metas e princípios para as
fases formativas do Projeto Vozes.

A proposta é oferecer atividades que permitam que esses membros


vivenciem experimentos em diagnose participativa capacitando-os a analisar a
realidade socioambiental de suas comunidades e coletivos de atuação enquanto
aprendem técnicas e metodologias para lidar com esses dados, sua
sistematização e utilização posterior na elaboração de projetos de Educação
Ambiental que atendam as demandas levantadas, garantindo diretrizes
metodológicas para elaboração do Programa de Educação Ambiental do oeste da
Bahia.

4.1.8 Cardápio Formativo para Oficinas de Diagnóstico

Os itens do Cardápio Formativo para as oficinas de diagnostico serão


acordados levando em conta os conhecimentos considerados necessários para a
capacitação dos grupos a serem criados nas cidades polos. O conteúdo didáticos
será copilado, selecionado, identificado, adaptado levando em consideração os
monitores indicados e as necessidades elencadas em cada uma das regiões
socioambientais enfocadas com objetivo de garantir que as futuras ações de
educação ambientais possam ser embasadas em diagnoses consistentes que
possam retratar de modo claro e didático a realidade do grupo a ser trabalhado
garantindo além da sistematização dos dados levantados, sua análise e o
mapeamento de ações e experiências e sua divulgação.

Assim o coletivo diapasão seleciona, sistematiza, cria, organiza e elabora


de acordo com suas capacidades o material didático a ser utilizado nesta etapa
formativa levando em consideração também o aspecto participativo e inclusivo do
processo educativo que vem sendo desencadeado junto ao Coletivo Clave que de
modo independente mas catalisado pela metodologia aprendida junto aos
membros do Coletivo Diapasão vem atuando na elaboração do Capítulo Especial
de EA para Gestão de Resíduos Sólidos de cada município.

4.1.9 Cardápio Formativo para Oficinas de Programas e Projetos

Os itens do Cardápio Formativo para as oficinas de diagnóstico serão


acordados levando em conta os conhecimentos considerados necessários para a
capacitação dos grupos a serem criados nos Municípios polos. O conteúdo
didático será copilado, selecionado, identificado, adaptado levando em
consideração os monitores indicados e o diagnóstico identificado nas oficinas
anteriores com objetivo de garantir que os projetos e programas construídos a
partir da elaboração do Plano Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia
além de garantir a diversidade de modo equitativo entre as diversas regiões
municipais atentem para os requisitos de economicidade e sustentabilidade
observando a relação entre a magnitude dos recursos empenhados e o retorno
sócio ambiental proporcionado garantindo aspectos como continuidade
capacidade de realização e conformidade a legislação ambiental preparando
ainda o Coletivo Clave para a finalizar a redação do Capítulo Especial de EA para
Gestão de Resíduos Sólidos em cada a ser construído ao final do Projeto Vozes e
preferencialmente indicando projetos que alimentem um Banco de Projetos
iniciado em cada município e partilhado com toda a região através do CONSID.

4.1.10 Oficina de Diagnóstico nos Municípios Polo

Os municípios para abrigar as oficinas formativas vão vivenciar duas


etapas metodológicas a partir do esforço de mobilização nas etapas anteriores do
Projeto Vozes.

Todo o cardápio formativo a ser oferecido aos Coletivos Educadores será


preparado e discutido no seio do Coletivo Diapasão, bem como, todo o material
pedagógico a ser empregado nestas formações será organizado pelo CONSID
em consonância com as indicações do Coletivo Diapasão e os Planos de
Mobilização e Comunicação já desenvolvidos pelos grupos de trabalho.

4.1.11 Atividades Formativas em Diagnose

Os preparativos para a concretização das atividades formativas em


diagnose iniciados na fase anterior ganham materialidade. Todas as ações serão
executadas para garantir transporte, hospedagem, alimentação e acolhimento
para os participantes que chegarem à cada uma das Cidades Polo. Tudo
providenciado com a antecedência necessária para que o processo seja
harmônico e tranquilo.

Após o acolhimento do grupo, a equipe selecionada pelo Coletivo Diapasão


inicia a apresentação do Projeto Vozes e relata o andamento da elaboração do
Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia e do modelo do
Termo de Referência Municipal de Educação Ambiental vivenciado pelo coletivo
até aquele momento. São explicados os motivos que levaram o Coletivo Diapasão
a determinar a didática a ser aplicada junto ao grupo e os participantes são
convidados a vivenciarem uma série de técnicas de diagnose que serão
teoricamente explicadas enquanto vivenciadas.

Momentos de aula expositiva e aula prática serão intercalados durante os


dois dias de trabalho. Os trabalhos terão momentos de lanche, a que
convencionamos chamar de CAFÉ COM PETA, um pela manhã e outro pela
tarde, e estão determinadas pausas de no mínimo uma hora e meia para os
almoços. Após o jantar o grupo estará livre para se dedicar a qualquer atividade
que desejar se tiver sido opção desse grupo formativo o pernoite no local de
aprendizagem.

Ao final do segundo dia, após o almoço, o grupo será convidado a iniciar


uma série de exercícios de auto avaliação do processo vivenciado até ali. O
resultado desta auto avaliação vai compor um capítulo da avaliação final do
Projeto Vozes. Um relatório final será redigido em conjunto com o Coletivo Clave
de cada uma das cidades envolvidas sob coordenação dos professores e seus
estagiários. O mesmo processo se repetirá em cada uma das cidades-pólo

4.1.12 Atividades Formativas em Programas e Projetos

O segundo encontro formativo acontece em torno de trinta dias do primeiro.


Após o acolhimento do grupo, a equipe selecionada pelo Coletivo Diapasão relata
o andamento da elaboração do Programa Comum de Educação Ambiental do
Oeste da Bahia e do Termo Municipal de Referência em Educação Ambiental
vivenciado pelos coletivos até aquele momento e apresenta o diagnóstico
construído coletivamente no último encontro e sistematizado pelo coletivo
Diapasão.

São explicados os motivos que levaram o Coletivo Diapasão a determinar a


didática a ser aplicada junto ao grupo e os participantes são convidados a
vivenciarem uma série de técnicas de elaboração de programas e projetos tendo
como base o diagnóstico elaborado. Espera-se que em cada cidade, além de
finalizar os Termos de Referência Municipal em Educação Ambiental, os coletivos
Clave, possam elaborar um, ou mais, projetos de educação ambiental para
compor o Banco de Projetos que será parte integrante do PROGRAMA COMUM
DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE DA BAHIA.

Momentos de aula expositiva, aula prática e trabalhos em grupos serão


intercalados durante os dois dias de trabalho. Os lanches, convencionados em
serem chamados de Café com Peta, um pela manhã e outro pela tarde, e as
pausas de no mínimo uma hora e meia para os almoços serão mantidas. Após o
jantar o grupo estará livre para se dedicar a qualquer atividade que desejar se
tiver sido opção desse grupo formativo o pernoite no local de aprendizagem.

Ao final do segundo dia, após o almoço, o grupo será convidado a iniciar


uma série de exercícios de auto avaliação do processo vivenciado até ali. O
resultado desta auto avaliação vai ajudar a compor o capítulo de avaliação final
do Projeto Vozes. Um relatório final será redigido em conjunto com o Coletivo
Clave de cada uma das cidades envolvidas sob coordenação dos professores e
seus estagiários. O mesmo processo se repetirá em cada uma das cidades-pólo
Da Logística

A coordenação do Projeto Vozes vai cuidar para que sejam garantidas ao


menos 2 vagas para povos indígenas e 2 vagas para comunidades tradicionais
em cada um dos grupos de até 50 pessoas selecionados para participar das
atividades formativas, levando em consideração as 2 pessoas indicadas pela
prefeitura que compõe o Coletivo Clave na primeira fase de mobilização do
Projeto. As vagas restantes, serão preferencialmente distribuídas de modo
paritário entre os municípios buscando contemplar a também paridade entre
representantes do poder público, dos usuários de recursos naturais para
produção de riqueza e da sociedade civil organizada,

Em caso do número de inscritos ultrapassar as cinquenta vagas


determinadas pelo projeto, e houver necessidade de preterir candidatos, serão
consideradas priorizadas a participação de representantes da sociedade civil, de
ONGs com mais de 2 anos de atividade, de pessoas mais velhas e de
professores.

Após a sistematização dessas indicações os interessados após assinarem


o TERMO DE COMPROMISSO serão contatados e informados dos detalhes de
cada uma das etapas formativas programadas, bem como dos procedimentos que
garantirão transporte, hospedagem e alimentação para sua participação em cada
uma das etapas Formativas referentes a sua responsabilidade.

Concomitantemente com essas ações, em cada uma das Cidades polo


serão efetuados os contratos que garantirão a infraestrutura necessária para
realização da etapa formativa, como local, meio de transporte, hotel, restaurante,
receptivo, equipamentos.

O registro e as listas de presença serão conduzidos por membros do


próprio grupo e serão condição inegociável para emissão dos certificados de
conclusão, que só serão emitidos com 100 % de participação em cada uma das
etapas formativas;
É importante observar que algumas previsões de custos podem sofrer
alterações em base do tamanho dos grupos e distância entre as cidades polo
elencadas. Desse modo, pode haver necessidade de substituir serviços prestados
via pessoas jurídicas por pessoas físicas, bem como os custos apresentados
sofrerem alterações para mais ou para menos. Fique claro que também aqui a
prestação de contas desejada não sofrerá comprometimento.

4.1.13 Registro e Publicização dos Resultados

Todas as etapas do Projeto serão documentadas, utilizando todas as


mídias disponíveis na região. Relatórios parciais serão elaborados pela
Coordenação do Projeto pelo CONSID ao final de cada etapa após o processo
auto avaliativo e deverão ser disponibilizados no site, assim o site deverá ser o
elemento de ligação entre todas as mídias e a garantia da partilha pública de
dados e resultados.

A atualização no site do CONSID deverá ser iniciada a partir da primeira


reunião do projeto com conteúdo produzido em colaboração com os primeiros
nomes indicados para compor o Coletivo Educador Clave e Coletivo Educador
Diapasão. A atualização fica sob responsabilidade da equipe do CONSID.

Todas as metodologias produzidas durante as etapas do Projeto Vozes,


serão registradas produzindo documento que será compartilhado no site do
CONSID gerando memória pedagógica, doravante conhecido como Partitura.

Busca-se estabelecer um fluxo de informações constante entre os grupos


de whatsZap criados e o Coletivo diapasão bem como a coordenação do
CONSID, utilizando como veículo de ligação o site do CONSID, de modo que ele
possa acolher a produção criativa de todos os Coletivos Clave nas regiões-polo.

O site do CONSID também abrigará um fórum de debates sobre as


experiências vividas, buscando ainda assegurar parcerias na distribuição,
divulgação e democratização das informações geradas, e na troca de links com
os sites regionais que de algum modo se associem ao projeto.
Estas parceiras serão desejadas, e espera-se que sejam incentivadas pela
criação de grupos de WhatsApp e outros grupos de interesse nas redes sociais
estabelecendo orientações para grupos de ação que circulem no entorno dos
projetos nascidos em cada um dos municípios atingidos.

Um Diário de Bordo, relatório geral ou registro histórico, será produzido


com o nome de Partitura do Projeto Vozes garantindo que as experiências vividas
na execução do projeto possam ser partilhadas com todos os interessados. A
organização desta Partitura está a cargo da coordenação do Projeto Vozes.

Cada município vai gerar um relatório geral que ficará a cargo do Coletivos
Clave e partes desses relatórios irão compor o Diário de Bordo proposto.

Será elaborada um arquivo para impressão gráfica contendo o Projeto


Vozes, o Partitura Geral do Projeto Vozes e o Programa Comum de Educação
Ambiental do Oeste da Bahia, contendo fotos e experiências exitosas. Serão
impressas 100 cópias numa primeira edição.

O material pedagógico produzido, registros fotográficos, o Relatório Geral


do Município, TDR de Educação Municipal e o capitulo de Educação Ambiental
para a Gestão dos Resíduos Sólidos produzida em formato PDF bem como os
Planos de Comunicação e Mobilização desenvolvidos serão organizados em
forma de arquivo digital e entregue a Prefeitura Municipal. Todo material será
disponibilizado para download no site do CONSID.

A execução do projeto vai gerar uma apresentação Power Point a ser


partilhada durante Encontro de Educação Ambiental em outras situações e
eventos a ocorrer depois disso.

Dessa forma fica garantido que a relatoria de cada uma das etapas do
Projeto Vozes construída sempre de modo o mais participativo possível possa
inspirar outros produtos ou projetos a partir da experiência de criação do
Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia.

Espera-se, ainda, que este projeto seja objeto de produções acadêmicas


como teses, dissertações e monografias e que a efervescência socioambiental
que ele produzir engendre papers e artigos publicados no âmbito regional,
estadual e nacional.

5 PLANO COMUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE DA BAHIA

As vivências previstas nos processos de auto diagnose e auto formação


prepararam o Coletivo Diapasão para iniciar encontros sistemáticos que darão
início a redação do PLANO COMUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE
DA BAHIA. Os encontros planejados para acontecer na sede do CONSID cria
condições para o amadurecimento técnico e prepara o grupo para sistematizar e
analisar os dados obtidos. Esse grupo prepara o passo a passo metodológico e
prepara o modelo dos documentos a serem utilizados que vão apoiar as etapas
formativas vivenciadas pelos coletivos educadores tanto nos municípios polo onde
diagnose, projetos e programas serão trabalhados, como em cada um dos
municípios participantes que através de seu Coletivo Clave conduz a elaboração
tanto do capítulo especial de Educação Ambiental para a Gestão de Resíduos
sólidos como a TDR Municipal de educação Ambiental com base em experiências
vivenciadas nos momentos formativos comuns.

Os grupos tem momentos auto avaliativos previstos e caso julguem


necessário podem conceder a si mesmos mais reuniões de modo que possam
organizar a conclusão dos trabalhos.

5.1 ENCONTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO OESTE DA BAHIA

O I Encontro de Educação Ambiental é o momento de prestar contas a


sociedade do que está sendo produzido em Educação Ambiental durante o
projeto vozes e o momento de homologação do Programa Comum de Educação
Ambiental e do TDR do Município e acontece ao final do projeto na sede
municipal, permitindo que não só as experiências vividas pelo Projeto Vozes,
como as ações de outras instâncias e instituições em ação na cidade possam ser
reconhecidas, compreendidas, partilhadas, visando o conhecimento das práticas
locais, suas dificuldades de implantação e resultados.
O encontro então é a etapa avaliativa do Projeto que busca oferecer um
momento de integração entre os grupos emergentes e possibilitar que estes se
conheçam e troquem experiências nas etapas vencidas para elaboração dos
produtos de caráter municipal do Projeto Vozes, ou seja, Capitulo Especial de
Educação Ambiental para Resíduos Sólidos e TDR Municipal de Educação
Ambiental.

O Encontro pretende também informar e partilhar a criação de um Banco


de Projetos estará a disposição como fonte contínua de motivação e orientação
para os condicionantes determinados pelas licenças ambientais e ambientalistas
de toda a região.

O encontro terá duração de 6 horas e todos os procedimentos já aplicados


para garantir o transporte, hospedagem, alimentação e acolhimento para os
participantes já eleitos nas cidades participantes visa oportunizar a revisão de
conceitos através de palestra de ao menos um nome referência da Educação
Ambiental Brasileira.

5.1.1 Entrega final do Programa de Educação Ambiental do Oeste da Bahia

Após a realização do Encontro, o CONSID e o Coletivo Diapasão terão três


meses para finalizar a redação dos Produtos do Projeto Vozes. Esta atividade
será desenvolvida através de tantas reuniões quantas sejam necessárias com
cada um dos grupos de trabalho constituídos, de modo a preparar os documentos
para a encaminhamento na Câmara dos Vereadores para aprovação da Política
de Educação Ambiental do município durante uma Reunião Extraordinária
solicitada para tal fim:

Cabe ao CONSID a realização dessa uma Reunião com ampla divulgação.


O Projeto terá sido concluído e todo o material produzido será disponibilizado no
site do CONSID. Cada Prefeitura e a cada Câmara de Vereadores receberá uma
´Cópia impressa do Portfólio contendo todos os produtos do Projeto Vozes

Produtos a serem entregues

Termos de Compromisso
Cadastro de Educadores Ambientais do CONSID

Partitura – Relatório Geral do Projeto Vozes

Portfólio

Modelo de Lei da Educação Ambiental do Município

Termo de Referência Municipal de Educação Ambiental

Programa Comum de Educação Ambiental do Oeste da Bahia

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