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ESCRITURA RERRATIFICADORA DE CONVENÇÃO REGULADORA DO CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO RESIDENCIAL, SITUADO NA AV. DA PAZ Nº 2.222, DENOMINADO "EDIFÍCIO SANTA IZABEL", NA FORMA ABAIXO:

DAS ÁREAS COMUNS

Art. 1º - Constituem-se áreas e partes comuns do edifício, indivisíveis e inalienáveis destacadamente da respectiva unidade, além do terreno e das demais já expressamente enumeradas no § 2º do artigo 1.331 do Código Civil.

DA FINALIDADE

Art. 2º - O edifício tem finalidade exclusivamente residencial, vedada qualquer outra forma de uso das unidades autônomas e das áreas comuns, exceto a fachada que pode ser utilizada para afixação de letreiro de propaganda desde que haja remuneração ao condomínio.

Art. 3º - Em caso de alienação, promessas de alienação, cessões de posse ou de constituição de direitos reais sobre quaisquer unidades integrantes do Edifício ficam desde logo obrigados os novos adquirentes, quer do direito ao uso, quer do domínio pleno, à exata observância de todos os dispositivos constantes desta Convenção e do Regulamento Interno, ainda que nenhuma menção a eles tenha sido feita no instrumento disciplinador das aludidas operações imobiliárias.

DOS BOXES DE GARAGEM

Art. 4º - É vedada a alienação ou qualquer forma de cessão de posse de áreas de uso comum ou de parte acessória das unidades autônomas para pessoa estranha ao condomínio.

Parágrafo único - Por expressa previsão legal, contida no § 1º do artigo 1.331 do Código Civil, é permitida a alienação ou cessão de posse dos boxes de garagem para terceiros, integrantes do condomínio.

DA ADMINISTRAÇÃO DO CONDOMÍNIO

Art. 5º - A administração do condomínio ficará a cargo de um Síndico, que poderá ser escolhido entre condôminos ou ser pessoa estranha, física ou jurídica.

Art. 6º - O Síndico será escolhido em assembléia geral, convocada na forma abaixo, e seu mandato terá a duração de dois (2) anos, prorrogável por igual período.

Art. 7º - Ao Síndico compete a representação judicial e extra-judicial ao condomínio.

Art. 8º - O Síndico poderá contratar e demitir empregados que sejam necessários ao condomínio, autorizar despesas incluídas no orçamento, efetuar pagamento, abrir e movimentar contas em bancos.

Parágrafo único - Despesas não incluídas no orçamento do edifício ou que extrapolem o valor das cotas normais de contribuição condominial, somente poderão ser feitas uma vez autorizadas em assembléia geral com convocação expressa para esta finalidade.

Art. 9º - O Síndico prestará contas mensalmente ao Conselho Fiscal, que será formado por três condôminos e eleitos em assembléia geral.

Parágrafo único - Independentemente da prestação de contas ao Conselho Fiscal, cada condômino poderá exigir melhores esclarecimentos e a apresentação dos comprovantes das contas.

Art. 10 - O Síndico poderá ser destituído em assembléia convocada expressamente para tal fim.

Art. 11 - O Síndico terá direito a uma remuneração no valor de um salário mínimo e não será isento da sua conta condominial quando for condômino.

Art. 12 - Compete ao Síndico:

a) organizar o quadro de pessoas encarregado da execução dos serviços comuns do prédio, definindo, através do regimento disciplinador interno, deveres, atribuições específicas e, consoante o orçamento anual aprovado pela Assembléia, os respectivos níveis de remuneração;

b) Elaborar e submeter à aprovação da Assembléia a previsão das despesas gerais condominiais a serem realizadas no exercício posterior, acompanhadas estas de parecer emitido pelo Conselho Consultivo;

c) Pessoalmente, por profissional ou escritório especializado terceirizado, promover a cobrança, inclusive por via judicial, das quotas-partes ordinárias ou avulsas das despesas do condomínio, bem como de multas e juros de mora, nos casos de inadimplemento, podendo ainda efetuar protestos das dívidas de condomínio, na forma da Lei nº 9.492, de 10/09/97, bem como inclusão dos inadimplentes nos órgãos de proteção ao crédito;

d) Apresentar demonstrativos trimestrais das despesas extraordinárias levadas a efeito do período, apresentando ao Conselho Consultivo, ou qualquer condomínio, sempre que solicitado, os comprovantes respectivos;

e) Realizar concorrência ou tomadas de preços para execução de serviços não incluídos nos de conservação normal de prédio;

f) Adquirir materiais necessários às tarefas de limpeza, manutenção e conservação do conjunto de instalações do edifício, não havendo necessidade de prévia manifestação do Conselho Fiscal ou dos condôminos, desde que o valor dos materiais não ultrapasse a quantia de RS 3.000,00 (três mil reais), reajustada anualmente pelo IGPM ou outro índice que vier a substituí-lo;

g) Em casos extremos, e visando à salvaguarda do bem comum, ordenar a realização de quaisquer consertos e reparos imprescindíveis, independente de prévia manifestação do Conselho Fiscal ou dos condôminos;

h) Manter entendimentos com órgãos governamentais em qualquer dos seus desdobramentos, assim como empresas concessionárias da exploração de serviços públicos para efeito de encaminhamento e solução de quaisquer questões vinculadas à administração do Condomínio;

i) Receber, pagar, dar quitação e firmar recibos em nome do Condomínio, abrir, movimentar e encerrar contas bancárias, podendo emitir ou endossar cheques, depositando as importâncias recebidas em pagamento e praticando os demais atos correlatos e acessórios;

j) Efetuar o seguro da edificação, fazendo consignar na respectiva apólice o valor previsto para reconstrução das partes seguradas do Edifício no caso de sua destruição total ou parcial, resultante de eventuais sinistros;

k) Ter sob sua guarda e transmitir ao seu sucessor, conforme relação a ser incluída do texto da Ata da Assembléia Geral que eleger o novo Síndico, os livros de Atas da Assembléia Geral,

presença de Condôminos, Registros de Empregados, Registros de Ocorrências, Sugestões e Reclamações, Pareceres do Conselho Fiscal, e outros, além da coletânea de documentos vinculados ao Condomínio, tais como certidão do título aquisitivo do terreno sobre o edifício, registros, averbações, transcrições, projeto completo das edificações, incluindo arquitetura, escritura, instalações hidráulicas e de esgoto e especificações;

l) Convocar as Assembléias e resolver, segundo o seu melhor critério, os casos omissos, sempre que possível com a anuência do Conselho Fiscal, notificando ou advertindo, por escrito ou verbalmente, o condômino infrator de qualquer dos dispositivos consubstanciados na Convenção ou no Regulamento Interno, com aplicação de multa cabível à adoção dessa medida, ficando expressamente pactuado, todavia, que das decisões do Síndico caba: recurso para a Assembléia Geral, a ser convocada para fim previsto, pelo condômino interessado;

m) Cumprir a fazer cumprir as decisões que emanem das Assembléias Gerais;

n) Resolver casos omissos;

o) Baixar regulamentos de utilização e funcionamento de instalações e dependências de uso comum.

Art.13 - O Síndico, o subsíndico e os Membros do Conselho Fiscal poderão ser destituídos de suas funções pelo quorum de 2/3 (dois terços) dos votos representativos da totalidade das frações ideais, decisão a ser tomada em Assembléia Geral Extraordinária do Condomínio que, para esse fim específico, poderá ser convocada por condôminos que representem um quarto das frações ideais.

Art.14- No caso de morte, desaparecimento, renúncia ou destituição do Síndico, assumirá o cargo o subsíndico, cujo mandato compreenderá o tempo restante do ex-síndico, expirando na data prefixada para a realização da Assembléia Geral Ordinária anual do Condomínio.

Art. 15 - O Subsíndico substituirá o Síndico nos seus impedimentos eventuais ou em caso de afastamento definitivo.

Art. 16 - Das decisões do Síndico caberá recurso à Assembléia Geral, convocada pelo interessado. Ratificada a decisão do Síndico, pagará o recorrente às despesas acarretadas com a convocação e realização da Assembléia. Revogada ou rejeitada sua decisão, as despesas correrão por conta do Condomínio.

Das Atribuições do Conselho Fiscal:

Art. 17 - Ao Conselho Fiscal compete:

a) assessorar o Síndico no trato e solução dos assuntos condominiais;

b) autorizar o Síndico a efetuar despesas não especificamente previstas no orçamento aprovado pela Assembléia Geral Ordinária, nos seguintes casos:

b.01) para a aquisição de materiais necessários às tarefas de limpeza, manutenção e conservação do conjunto de instalações do edifício, desde que o valor dos materiais não ultrapasse a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), reajustada anualmente pelo IGPM ou outro índice que vier a substituí-lo;

b.02) em casos extremos, e visando à salvaguarda do bem comum, autorizar a realização de quaisquer consertos e reparos imprescindíveis, independentemente de valor.

c)

emitir parecer conclusivo sobre as contas do Síndico, conferindo-as, aprovando-as ou impugnando-

as, no todo ou em parte;

d) fiscalizar a execução de quaisquer obras a serem realizadas nas partes comuns do prédio;

e) denunciar erros, irregularidades ou fraudes que chegarem ao seu conhecimento, sugerindo as

medidas saneadoras que julgarem adequadas;

f) convocar a Assembléia Geral Ordinária se o Síndico retardar por mais de 30 (trinta) dias a sua

convocação e a Extraordinária sempre que ocorrerem motivos que justifiquem a adoção dessa providência.

g) por solicitação do Síndico, intervir em impasse criado entre condôminos, visando a solucioná-lo;

h) emitir parecer sobre normas e regulamentos internos elaborados pelo Síndico.

DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS

Art. 18 - A Assembléia Geral é, por definição, o órgão soberano do condomínio, representando a soma de todos os condôminos, e reunir-se-á ordinariamente uma vez por ano, no mês de novembro e, extraordinariamente, sempre que houver necessidade, por convocação do Síndico, do Conselho Fiscal ou de condôminos que representem no mínimo um quarto (1/4) das frações ideais, cabendo ao Síndico, ou quem na ocasião que lhe faça às vezes, indicar o local, dia e hora para sua realização.

Art. 19- As assembléias gerais poderão ser presenciais ou virtuais.

Art. 20 - Constituem atribuições específicas e indelegáveis da reunião da Assembléia Geral Ordinária, a ser realizada anualmente no mês de novembro:

a) julgar as contas pertinentes ao exercício já vencido e fixar o orçamento das despesas do exercício

posterior. Caso a Assembléia Geral não chegue a aprovar o orçamento para o exercício posterior, prevalecerá o valor total do orçamento anterior devidamente corrigido pela aplicação dos índices nas variação do IGPM ou índice que a venha substituir, tomando-se como base de cálculo o índice do mês anterior ao da Assembléia Geral que fixou o orçamento anterior;

b) eleger o Síndico, o subsíndico e os membros do Conselho Fiscal, quando expirados os seus

mandatos.

Art. 21 - Constituem atribuições específicas da reunião da Assembléia Geral Extraordinária:

a) - Autorizar alteração da Convenção de Condomínio por maioria que represente no mínimo 2/3 (dois

terços) dos condôminos e a alteração do Regulamento Interno, por maioria simples dos condôminos presentes à Assembléia;

b) - Autorizar a realização de obras, reparos e aquisição de materiais, bem como a contratação de

empresa especializada na gestão de assuntos condominiais;

c) - Tomar conhecimento das reclamações eventualmente formuladas pêlos condôminos, adotando,

quando procedente, as medidas corretivas adequadas;

d) - Discutir e deliberar quanto às matérias constantes da Ordem do Dia da Assembléia, bem como

examinar os assuntos de interesse geral;

e) - Conhecer e deliberar a propósito dos casos omissos, bem como a respeito de quaisquer questões

que interessem à Administração do Condomínio e, ainda, apreciar atos praticados pelo Síndico.

Art. 22 - As reuniões serão dirigidas por urna mesa, presidida pelo condômino que a maioria dos presentes houver por bem indicar para o exercício desse cargo transitório, cabendo ao presidente assim eleito indicar um condômino de sua livre escolha para secretariá-lo.

Parágrafo único. As funções de presidente e secretário das reuniões, por deliberação da assembléia, poderão ser exercidas por profissionais especialmente contratados pelo condomínio

Art. 23 - A convocação será feita por edital a ser afixado em quadro mural do edifício ou no sítio eletrônico do condomínio por um período não inferior a cinco (5) dias quando presenciais e não inferior a vinte e quatro (24) horas quando virtuais.

Art. 24 - O condômino que não residir no edifício deverá ser comunicado diretamente da realização da assembléia geral, com antecedência mínima de cinco (5) dias, mediante meio que possibilite a prova do recebimento, podendo ser utilizado para tal fim o A.R. postal, notificação pessoal ou por serviço registral, ou qualquer outra forma idônea.

Parágrafo único. A assembléia não poderá deliberar se todos os condôminos não forem convocados para a reunião.

Art. 25 - As decisões da assembléia geral obrigam a todos, presentes ou não, e constarão das respectivas Atas lavradas no livro próprio pelo Secretário da mesa incumbido de dirigir e coordenar os trabalhos da reunião, após o que serão assinadas pelo Presidente e pelo secretário, cabendo ao Síndico, no máximo até os oito (8) dias subseqüentes à realização da Assembléia, remeter cópias do citado documento a todos os condôminos, pelos mesmos meios de comunicação previstos no artigo 23.

Art. 26 - Fica expressamente pactuado ainda que, decorridos 15 dias do pedido de convocação, se não se reunir a Assembléia para o exercício de qualquer um dos poderes que lhe são conferidos pela Lei ou por esta Convenção, incumbirá ao Juiz decidir a respeito, mediante requerimento de qualquer condômino.

DOS VOTOS

Art. 27 - Nas decisões das Assembléias Gerais, quer sejam elas ordinárias ou extraordinárias, a cada unidade autônoma corresponderá um voto, podendo qualquer condômino fazer-se representar na reunião por procurador bastante, com amplos poderes para praticar, em seu nome, em todos os atos que se façam necessários, devendo o original do instrumento de mandato, com prazo máximo de validade de dois (dois) anos, ser depositado nas mãos do presidente da reunião, antes de instalar-se a Assembléia. As procurações ficarão obrigatoriamente arquivadas pelo Síndico, com os documentos relativos à realização da Assembléia.

Art. 28 - Se a unidade autônoma pertencer a mais de uma pessoa, física ou jurídica, deverá ser designado uma delas para, com mandato especial, representar todas as demais perante o Condomínio, sob pena de suspensão temporária do exercício dos direitos e prerrogativas asseguradas aos condôminos, pela presente Convenção.

Art. 29 - Salvo quando exigido quorum especial, as deliberações da assembléia serão tomadas por maioria simples, com presença mínima, em primeira convocação, de metade mais um dos condôminos, e, em segunda convocação, com qualquer número, devendo a última realizar-se apôs haver transcorrido o intervalo mínimo de 30 minutos entre ambas.

Parágrafo único. Os votos nas assembléias virtuais obedeceram ao caput deste artigo, porém será obrigatória a primeira convocação, podendo-se deliberar somente em segunda convocação, e será considerado o voto tácito pelo silêncio, desde que todos os condôminos tenham sido convocados de forma regular para a assembléia respectiva.

QUORUM QUALIFICADO

Art. 30 - A regra de votação á baseada na maioria simples dos presentes, salvo os casos expressamente previstos em lei ou nesta convenção.

§1º. É exigido o voto que represente metade mais um das frações ideais para a eleição de Comissão de 3 (três) condôminos quando ocorrer sinistro total ou que destrua mais de 2/3 (dois terço) do edifício,

ou que ameace ruína, em assembléia especialmente convocada para este fim.

§2º. Será exigida a aprovação de, no mínimo 2/3 do número total de condôminos para as seguintes

deliberações:

I - alteração de dispositivos desta Convenção;

II - destituição do sindico, subsíndico e/ou membros do Conselho Fiscal;

III - não-reedificação do Edifício em caso de incêndio ou sinistro que importe a sua destruição total;

IV - realização de inovações no Edifício.

§3º. Será exigido o voto unânime dos condôminos para as seguintes deliberações, podendo ser computados tão-somente para este fim, inclusive, votos dos co-proprietários que eventualmente, estejam em atraso com suas contas condominiais;

I - mudança na destinação da edificação e da unidade autônoma;

II - matéria que altere o direito de propriedade dos condôminos;

III - modificações na estrutura, fachada e aspecto arquitetônico do Edifício;

IV - autorizar a instalação de aparelhos de ar-condicionado em locais diversos daqueles especificamente determinados no projeto;

V -

condôminos.

construções nas partes comuns,

suscetíveis de

prejudicar

a

utilização,

§4º. A realização de obras no condomínio depende:

por qualquer dos

I - se voluptuárias, de voto de dois terços dos condôminos;

II - se úteis, de voto da maioria dos condôminos.

§5º. Na hipótese dos §§2º e 3º do presente artigo é obrigatória a formação de uma comissão de cinco (5) condôminos para confeccionarem as propostas das matérias que acarretem alteração e/ou

modificação;

§6º. O quórum de aprovação e as eleições de comissões especiais referido nos parágrafos anteriores poderão ser observados por Assembléia Virtual devidamente convocada para tal fim;

§7º. Caso haja a opção referenciada no §6º, será necessária, para a validade dos votos tácitos, a notificação, por qualquer forma idônea, de todos os condôminos quanto à decisão final, para que manifeste qualquer discordância por escrito, num prazo máximo de cinco (5) dias da notificação, hipótese em que o voto do discordante passará a ser explícito.

Art. 31 - Ressalvada a hipótese em que seja exigida legalmente ou por esta convenção a unanimidade

de votos dos condôminos ou ainda por deliberação da Assembléia Geral, não poderão os condôminos

em débito com o condomínio participar de quaisquer deliberações da Assembléia e, se a despeito da vedação aqui formalmente inscrita, nelas porventura vierem a votar, serão suas manifestações e seus

respectivos votos considerados nulos, pleno jure, sem que aos condôminos inadimplentes assista o direito de formular reclamações de qualquer espécie.

DAS COBRANÇAS E PENALIDADES

Art. 32 - Os proprietários e possuidores das unidades concorrerão para as despesas ordinárias e extraordinárias do condomínio de forma solidária, rateadas proporcionalmente à fração ideal de cada condômino e cobradas mensalmente.

Art. 33 - São consideradas despesas de responsabilidade de todos condôminos, para fins de rateio:

a) impostos, taxas e tributos, federais ou estaduais, que incidem direta ou indiretamente sobre o

imóvel, considerada como tal a sua unidade orgânica;

b) despesas de consumo de luz, força, água e gás, relativas às partes de uso comum do edifício;

c) prêmios de seguros de incêndio e de responsabilidade civil do Condomínio;

d) despesas com funcionamento, reparação, conservação, renovação ou substituição de elevados,

compactadores, bombas de recalque, exaustores, sistema de esgoto, elétrico e hidráulico e respectivo

componentes, bem como equipamentos e instalações outras;

e) despesas de desinfecção, desratização, desinfetização e limpeza do edifício;

f) remuneração da empresa incumbida de administrar os serviços de condomínio e pagamentos de

salários do pessoal do prédio, acrescidos estes de contribuições previdenciárias, seguro e todos os demais encargos trabalhistas, segundo a legislação que rege a matéria;

g) despesas decorrentes de consertos realizados nas partes comuns do edifício, ou quaisquer outras

obras que, no interesse coletivo, decidam os condôminos levar a efeito no imóvel;

h) despesas extraordinárias aprovadas pela Assembléia Geral;

i) despesas decorrentes da manutenção e funcionamento de áreas e equipamentos de interesses

comuns.

Art.34 - As despesas extraordinárias de emergência somente poderão ser realizadas sendo observadas as condições do art. 12, alienas f e g e art. 17, alíneas b, b01 e b02;

Parágrafo único. Poderá o Síndico assinar prazo ao Conselho para concessão da vênia, avocando a si a decisão caso o Conselho Fiscal não se manifeste tempestivamente, quando os valores a ser pagos ultrapassarem o teto de três (3) mil reais, com reajuste anual pelo IGPM ou índice que vier a substituí- lo.

Art. 35 - São impostas as seguintes penalidades:

a) - O condômino que não pagar a sua contribuição na data do vencimento ficará sujeito ao pagamento

de uma multa de 2% sobre o valor da contribuição, mais a atualização monetária, conforme o manual de orientação de procedimentos de cálculos do Conselho da Justiça Federal, Capítulo 4, item 4.2.1 com SELIC, e juros de 1% ao mês, mais vinte por cento (20%) sob o valor total do débito devidamente corrigido e atualizado, a título de honorários advocatícios, no caso de cobrança judicial.

b) - O condômino que descumprir qualquer dos deveres estabelecidos nesta Convenção, Regimento

Interno, Portarias do Síndico, exceto o atraso das contribuições condominiais, pagará multa de até 10 (dez) vezes o valor de suas contribuições mensais, a critério do síndico, independentemente das perdas e danos que se apurarem.

c)

- O condômino, ou possuidor, que não cumprir reiteradamente com os seus deveres perante o

condomínio poderá ser constrangido a pagar multa correspondente até ao quíntuplo do valor atribuído

à contribuição para as despesas condominiais, conforme a gravidade das faltas e a reiteração, independentemente das perdas e danos que se apurarem.

§1º Considera-se reiteração a prática ou omissão do ato pelo mínimo de três vezes, consecutivas ou alternadas, ao longo de até doze meses.

§2º Entre os deveres punidos com esta penalidade encontra-se a falta de pagamento das contribuições condominiais, pela terceira vez consecutiva ou alternada, ao longo do período de até doze meses.

d) - O condômino, ou possuidor que, por seu reiterado comportamento anti-social, gerar incompatibilidade de convivência com os demais condôminos ou possuidores, poderá ser constrangido

a pagar multa em quantia correspondente até o décuplo do valor atribuído à contribuição para as despesas condominiais.

§ 1º Esta penalidade poderá ser aplicada reiteradamente até que cessem as atitudes objeto da punição.

§ 2º No caso de a penalidade estabelecida no item anterior, ainda que aplicada reiteradamente, não for

suficiente para cessar o comportamento anti-social, ou pelos transtornos insuportáveis causados pelas atitudes do faltoso, poderão os condôminos deliberar a expulsão do condômino ou possuidor do convívio dos demais, a ser requerida ao juízo competente.

e) - Pela multas impostas e quaisquer outras penalidades impostas pelo síndico, caberá recurso do

interessado para a Assembléia Geral.

f) - O condômino perderá o direito de representação de voto nas reuniões das Assembléias Gerais,

podendo comparecer, mas sem poder votar, em caso de não estar quite com suas obrigações pecuniárias, inclusive multa, ou qualquer outra penalidade, exceto nas hipóteses em que o quorum

exigido for a unanimidade dos condôminos ou assim o determinar a Assembléia Geral.

Art. 36 - A tolerância do Síndico para com a impontualidade na satisfação de quaisquer prestações de caráter pecuniário previstas nesta Convenção e, bem assim, a sua eventual transigência no que tange ao tempestivo e cabal cumprimento dos deveres que se acham definidos, não implicarão, em nenhuma hipótese, o reconhecimento, expresso ou tático, de haver-se operado novação ou alteração do complexo de normas que regem o condomínio, cujos dispositivos, a despeito da ocorrência de qualquer uma das situações aqui enunciadas, permanecerão íntegras e válidas para todos os seus efeitos, devendo como tais serem fielmente observadas pelos condôminos.

Art. 37. A renúncia de qualquer dos condôminos aos seus direitos em caso algum valerá como escusa para exonerá-lo de seus encargos.

Art. 38. As despesas com a remoção de coisas e objetos jogados ou depositados em partes comuns serão cobradas do proprietário da unidade que estiver em causa, podendo ainda o Síndico cobrar armazenamento e devendo impor multa de acordo com o que dispõe esta Convenção.

Art. 39. Todas as instalações internas de água, lua, gás, eletricidade e esgoto de cada unidade serão reparados à custa do respectivo proprietário.

Art. 40. Quando o estrago se der na linha tronco e não for causado por qualquer co-proprietário ou seu inquilino, dependente ou visitante, ou não sendo possível determinar seu causador, os reparos serão mandados executar pelo Síndico e correrão por conta de todos os co-proprietários daquela linha tronco.

Art. 41. Quando for provado que o estrago verificado nas linhas tronco foi causado por qualquer proprietário ou seu inquilino, dependente ou visitante, os reparos serão mandados executar pelo Síndico, correndo as despesas por conta do proprietário.

Art. 42. Os casos omissos serão resolvidos pela Assembléia Geral ou pelo Síndico no limite de suas atribuições.

REGIMENTO INTERNO

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art.1º - Compete ao Síndico, a superintendência do condomínio, sua administração geral, fazendo cumprir o disposto neste Regimento Interno.

Art.2º - Compete ao empregado ocupante da função de Zelador cuidar da segurança e limpeza de todas as suas dependências e equivalentes, supervisionar os demais empregados do Condomínio, a regularidade de todos os serviços, assegurando a comodidade dos moradores, ficando autorizado a tomar as providências cabíveis para fazer cumprir o presente regimento, devendo registrar as ocorrências no livro respectivo e comunicar as infrações ao Síndico, para adoção das medidas necessárias.

Art.3º - Compete ao empregado ocupante da função de Porteiro e Vigia Noturno, se for o caso:

a) manter o serviço permanente de portaria e exercer a vigilância contínua do condomínio, impedindo

o ingresso de pessoas estranhas;

b) identificar os visitantes que deverão informar o nome da pessoa que procuram, e, seu acesso à unidade autônoma, só será permitido após a anuência dos moradores;

c) ligar e desligar as luzes das partes comuns;

d) contribuir para a manutenção da ordem e segurança.

Art.4º - Sendo os moradores interessados diretos pelo bom nome do condomínio e qualidade do ambiente, cabe aos mesmos, registrar no livro de ocorrências, localizado na portaria, qualquer irregularidade notada comunicando-a ao Zelador e este ao Síndico.

Art.5º - A fim de serem evitados incidentes entre moradores ou terceiros que freqüentam o condomínio, é aconselhável que os moradores não façam reclamações entre si, mas sim ao Zelador, e por escrito no livro de ocorrências.

Art.6º - O Zelador fiscalizará a entrada e saída de qualquer volume e móveis portados por estranhos exigindo, se for o caso, ordem por escrito.

Art.7º - Os apartamentos do condomínio se destinam exclusivamente a residência familiar, não podendo ser utilizado para fins comerciais.

Art.8º - A menos que haja ordem expressa do Síndico, o Zelador não aceitará chaves de apartamentos em casos de mudança dos moradores.

Art.9º - O morador que por descuido, omissão ou conveniência provocar aumento das despesas comuns pagará o excesso a que der causa.

Art.10 - As cartas e os volumes entregues no condomínio serão recebidos diariamente pelo porteiro, cabendo ao Zelador a responsabilidade da distribuição com urgência.

Art.11 - O serviço de entrada e saída de móveis, volumes, caixote, enfim de tudo aquilo que não for portátil só poderá ser feito pelo elevador de serviço, se houver, em horário previamente determinado, afixado em mural, devidamente comunicado ao Zelador que acompanhará a entrega.

Art.12 - Os animais devem ser transportados somente pelo elevador de serviço, se houver, sempre presos em coleiras, e levados diretamente para a rua, evitando, desta maneira, que façam suas necessidades nas áreas comuns do prédio.

Art.13 - Toda e qualquer encomenda portátil deve ser retirada pelo morador na portaria.

Art.14 - Prestadores de serviço somente poderão adentrar no prédio portando crachá próprio do condomínio ou após prévia identificação pela portaria.

Art.15 - A saída de prestador de serviço do apartamento deve ser precedida de aviso à portaria pelo morador sempre que possível.

Art.16- Todos os empregados do condomínio deverão portar identificação.

Art.17 - O Zelador poderá providenciar a retirada, das áreas de lazer, de qualquer pessoa que, comprovadamente, não mantenha a conduta compatível com o bom senso, respeito e moral, e desrespeite os princípios básicos de higiene, sem prejuízo da adoção de medidas necessárias cabíveis para o fiel cumprimento deste Regimento.

PROIBIÇÕES NO INTERESSE COMUM

Art.18 - Alterar, prejudicar ou danificar qualquer das partes do condomínio, suas dependências e instalações comuns.

Art.19º - Colocar anúncios, cartazes, inscrições, etc., em qualquer dependência do condomínio sem prévia autorização por escrito do Síndico.

Art.20 - Instalar, nos apartamentos, sem a devida autorização, aparelhos de ar condicionado, exaustor ou similar na parte de alvenaria ou concreto, da fachada do condomínio.

Art.21 - Instalar novas ligações de água, energia elétrica, antenas externas de televisão e rádio.

Art.22 - Usar caixa acústica, rádios, vitrolas, TV, instrumentos musicais em níveis que causem incomodo aos demais moradores. Das 22:00 às 7:00 horas da manhã, deverá ser observado a lei do silêncio.

Art.23 - Estender, secar roupas e bater tapetes ou outras peças nas janelas, portas ou qualquer outro local de área comum, inclusive nos corredores e áreas de serviços.

Art.24 - Limpar as janelas de tal modo que a água escorra pelas paredes, sujando e caindo sobre as janelas de baixo.

Art.25 - Colocar qualquer objeto nos parapeitos das áreas externas, nas janelas, varanda que possam, ao cair, causar danos a pessoas e objetos.

Art.26 - Transgredir, no interior do condomínio, as devidas regras de urbanidade e respeito mútuo, educação e prudência.

Art.27 - Desobedecer qualquer decisão, ordem ou instrução regular do Síndico e/ou da Assembléia Geral, se for o caso.

Art.28 - Causar aglomeração, vozerio ou tumulto em qualquer parte do condomínio inclusive no interior das unidades autônomas.

Art.29 - Fazer churrasco com churrasqueira a carvão no interior dos apartamentos. Art.30 - Utilizar empregados do condomínio para serviços particulares, dentro dos seus horários de trabalho.

Art.31 - Usar os elevadores com cargas superiores à sua capacidade nominal.

Art.32 - Mudar a cor da pintura das partes externas.

Art.33 - Permitir a entrada de vendedores, pedintes ou pessoas com fim de angariar donativos, sem a devida autorização do morador interessado, que se responsabilizará por qualquer problema que vier a

ocorrer.

Art.34 - Depositar objetos ou outros materiais em qualquer das áreas comuns. Os materiais assim depositados serão removidos pelo Zelador e somente serão devolvidos após o infrator pagar a multa, além dos danos que por ventura ocasionar.

Art.35 - Ter ou usar instalações ou material susceptível que de qualquer forma possa afetar a saúde, segurança e tranqüilidade ou que possam acarretar ricos para os demais moradores.

Art.36 - Fazer uso de fogão que não seja de gás ou eletricidade, sendo vedado terminantemente o emprego de outros tipos.

Art.37 - Atirar pelas janelas, nas escadarias, elevadores e demais dependências comuns do condomínio, fragmentos de lixo, papéis, pontas de cigarros ou quaisquer outros objetos.

Art.38 - O acesso no elevador social de entregadores em geral sem prévia consulta ao Zelador.

Art.39 - Guardar ou depositar explosivos e inflamáveis de uso não residencial em qualquer dependência do condomínio.

Art.40- Fumar nos elevadores.

Art.41- Manter as portas dos apartamentos abertas quando da preparação de alimentos.

Art.42 - Reformas (somente mediante autorização do Síndico) nos apartamentos ou no condomínio, que causem barulho, de segunda à sexta-feira, das 17:00 às 8:00 horas, salvo casos de emergência devidamente justificados.

Parágrafo Único - Excetuam-se da proibição contida no caput do presente ARTIGO, instalações de pequena monta nos apartamentos, aos sábados, das 9:00 às 13:00 horas, desde que não interfira na tranqüilidade e sossego dos demais moradores do condomínio.

Art.43 - Crianças brincar no pavimento térreo no horário das 22:00 às 8:00 horas.

Art.44 - Abandonar o carrinho de compras, após seu uso, fora de seus locais determinados (elevador de serviços e espaço garagem).

Art.45 - Permanecer junto à guarita em conversas com os porteiros bem como utilizar o seu interfone.

Art.46 - A entrada de entregadores em geral no condomínio, sem a autorização do Porteiro após interfonar para o morador.

Art.47 - Estacionar bicicletas na parte frontal do condomínio, junto a guarita

.

Art.48 - Utilizar funcionários do condomínio para levar encomendas aos apartamentos, dentro de seus horários de trabalhos.

Art.49 - Permanecer com animais nas áreas comuns do condomínio sem coleira e transitar com os mesmos pelo elevador social, quando em funcionamento o elevador de serviço.

GARAGENS

Art.50- A garagem destina-se à guarda de carros, utilitários e veículos de locomoção dos moradores.

Art.51- Os carros deverão ser estacionados de modo a ocupar apenas 01 (uma) vaga nas faixas limitadoras.

Art.52 - É proibido estacionar em frente às portas principais e nas áreas de circulação.

Art.53- É proibido a guarda ou depósito de móveis e utensílios, ferramentas e outros objetos.

Art.54 - Só serão permitidos pequenos reparos, desde que necessários e que não obstruam outra vaga ou área de circulação.

Art.55 - É permitida a lavagem de carros em local apropriado a ser determinado pelo Condomínio.

Art.56 - É proibido qualquer tipo de brincadeira nas garagens (carrinhos, bicicletas, patins, skates, etc.).

Art.57 - É proibido alugar ou sublocar a pessoas não moradoras do prédio a vaga ou vagas de garagem.

Art.58- A velocidade máxima permitida é de 05 Km p/hora.

Art.59 - A entrada de automóveis de prestadores de serviços somente será permitida para cargas e descargas, sendo terminantemente proibido permanecerem estacionados nas garagens.

Art.60 - É proibida a entrada ou saída de pedestres pela garagem, salvo em casos de emergência.

LIXO

Art.61 - O lixo deve ser acondicionado em sacos plásticos devidamente fechados para que não haja vazamento e colocado na lixeira correspondente.

Art.62 - Entulhos provenientes de reformas deverão ser imediatamente removidos, em recipientes apropriados, para fora do condomínio, sem deixar vestígios nos halls, elevadores e garagem.

INDENIZAÇÃO POR DANOS CAUSADOS/ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE

Art.63 - Os moradores serão responsáveis pelos danos e ou prejuízos que eles, pessoalmente, seus dependentes, prepostos, acompanhantes e seus eventuais visitantes, causarem aos demais moradores, a qualquer área, instalações ou equipamentos do condomínio, ficando obrigados a indenizar o Condomínio ou ao prejudicado.

Art.64 - A massa condominial, por si ou seu preposto, não assume responsabilidade por:

a) acidentes ou danos de ordem pessoal ou material, decorrentes de qualquer natureza, de que sejam

vítimas dentro dos apartamentos, moradores, seus dependentes, serviçais, visitas e convidados, bem

como extravios, quebras ou danos de instalações ou objetos confiados a empregados do condomínio;

b) furtos e roubos de que sejam vítimas dentro dos apartamentos, moradores, locatários e terceiros, em

quaisquer circunstâncias ou ocasiões;

c) interrupção eventual que se verificar no condomínio, em qualquer ocasião, do serviço de eletricidade, água, gás, telefone e elevador, por causas que independam da vontade do condomínio.

MUDANÇAS

Art.65 - Só serão permitidas mudanças se comunicadas antecipadamente, mínimo de 24 horas, ao Zelador.

Art.66 - A entrada ou saída deverá ser realizada exclusivamente pelo elevador de serviço (se houver), ou escadas e somente no horário das 07:00 horas às 18:00.

Art.67 - Os moradores assumirão inteira responsabilidade por acidentes de qualquer espécie causados às áreas, equipamentos e dependências comuns do condomínio.

Art.68 - Ficam proibidas as mudanças aos sábados, domingos e feriados, excepcionando-se autorização do Síndico.

PENALIDADES

Art.69 - Qualquer morador que por si ou seus dependentes e empregados infringir qualquer dispositivo deste regimento ficará sujeito ao pagamento de multa fixada pelo Síndico, tantas vezes quantas forem as infrações.

Art.70 - Conforme Convenção do Condomínio, as multas aplicadas e não pagas serão cobradas judicialmente, acrescidas de todos os encargos e despesas cabíveis.

Art.71 - Os casos omissos serão resolvidos pelo Síndico, ouvindo, quando necessário, o Conselho Consultivo.

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art.72 - O presente instrumento faz parte integrante e complementar da Convenção de Condomínio do Empreendimento, devendo ser levada a conhecimento de todos os moradores, a fim de que não se escusem de cumprir as normas nele contidas.

Art.73 - Todas as pessoas, condôminos, arrendatários e ocupantes, a qualquer título, que residem no Condomínio, suas famílias e empregados, são obrigados a cumprir, respeitar e fiscalizar a observância das disposições desta Convenção, que só poderá ser alterada no todo ou em parte, desde que assim fique resolvido, a qualquer tempo, por decisão dos Condôminos em Assembléia Geral Extraordinária, tomada pelo mesmo número de votos previstos para a alteração desta Convenção, devendo as modificações constar de escritura pública ou instrumento particular devidamente registrado.

Art.74 - Em caso de venda, doação, legado, usufruto, cessão de direitos, locação ou qualquer forma legal de transação, que importe na transferência da propriedade, ou da posse de suas respectivas unidades autônoma, os adquirentes, quer da propriedade, quer da posse, ficam automaticamente obrigados à observância de todos os dispositivos desta Convenção, ainda que nenhuma referência a esta cláusula seja feita no contrato público ou particular, pelo qual se efetive a transferência e aquisição da propriedade ou da posse.

Art.75 - Os ocupantes a qualquer título, que não sejam proprietários, promitentes compradores, cessionários ou promitentes cessionários dos direitos pertinentes às unidades autônomas, não terão, perante o Condomínio, qualquer representação, salvo os arrendatários e locatários nas decisões da Assembléia que envolvam despesas ordinárias do Condomínio. Art.76 - As disposições desta convenção, na íntegra ou parcialmente, poderão ser afixadas nas áreas comuns do Condomínio e em outros locais, a critério do síndico.

Art.77 - Os casos omissos serão resolvidos em assembléia geral, pela utilização das normas gerais reguladoras da matéria e pela aplicação dos princípios comuns à administração de condomínios.

Maceió – AL, 20 de junho de 2011.

Comissão proponente:

ROSALINA GONÇALVES – síndica ap. 301

ANTONIO PIMENTEL CAVALCANTE – ap. 603

MARCELO MRTINELLI, ap 302

MAURO GONÇALVES DE LIMA, ap. 402

GERACIMO GONÇALVES BENTO, ap 804

Testemunhas: