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nº 20 Ano III - Outubro/Novembro de 2004 Tecnologia Emerson: de ponta a ponta na
nº 20 Ano III - Outubro/Novembro de 2004
nº 20
Ano III - Outubro/Novembro de 2004

Tecnologia Emerson: de ponta a ponta na cadeia do frio

Incorporados ao sistema de refrigeração, os produtos Emerson garantem a conservação dos alimentos resfriados e congelados

a conservação dos alimentos resfriados e congelados Expositores contam com a tecnologia Emerson condensação da

Expositores contam com a tecnologia Emerson

condensação da ordem de –10ºC. A Emerson tambem possui pro- dutos da Emerson Flow Controls, como válvulas de controle de vazão com capacidades variáveis, válvulas de esfera, protetores de sistemas e dispositivos de con- trole e segurança que promovem confiabilidade e economia de energia ao sistema. Para a Emerson, a qualidade da refrige- ração é fundamental para a quali- dade de vida e como Política da Qualidade assume o compromisso de fornecer produtos que atendam à expectativa dos clientes, melho- rando-os continuamente.

A tecnologia Emerson está pre- sente em toda a cadeia de produ- ção e distribuição de produtos re- frigerados. Quem vai ao supermer- cado à procura de carnes, laticí- nios e verduras sempre acaba en- contrando uma solução de Emer- son Climate Technologies. Os compressores Copeland Discus da Emerson podem ser encontrados nos tipos alternativos Semi-herméticos de 1⁄4 a 15 Hp para sistemas que requerem ampla gama de capacidades e tempe- ratura de evaporação, podendo operar a até –40ºC e apresentam a maior eficiência, proporcionando elevada redução de energia elétri-

ca; e os do tipo alterna- tivos discus com capaci- dades nominais entre 3 e 40 Hp. Mais de 380 supermer- cados no Brasil utilizam a tecnologia Copeland Scroll. A liderança global exige uma grande diversificação de produtos para uma ampla gama de usuários e

aplicações. Por esse fato, a Emerson Climate Technologies oferece 13 famílias de

produtos Copeland, entre eles os compressores Compliant Scroll de 2 a 15 Hp, que foram desenhados e construídos exclusiva- mente para aplicações em refrigeração, disponíveis para todas as faixas de temperaturas, podendo operar com temperatura de evaporação da ordem de –40ºC, além de estar aprovado para operar com baixas temperaturas de

de –40ºC, além de estar aprovado para operar com baixas temperaturas de Compressores com tecnologia EVI,

Compressores com tecnologia EVI, da Copeland

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Técnica
Técnica

Compressores Scroll

Injeção de líquido e de vapor

(que irá regular a quantidade que será injetada) e uma válvula solenóide (que

que será injetada) e uma válvula solenóide (que Scroll fixo e orbital A injeção de líqui-

Scroll fixo e orbital

A

injeção de líqui-

deverá estar fechada quando o com-

do ou vapor é um

pressor estiver parado). Algumas

método usado pa-

vezes podemos fazer em vez de

ra

melhorar o ren-

Injeção de Líquido, a Injeção de Vapor

dimento dos com-

a

qual é recomendada principalmente

pressores Scroll

para aplicações com R-404A. A

em refrigeração.

economia de energia resultante pode

Isto se faz neces- sário quando temos um grande dife- rencial entre as pressões de sucção e de descarga, ou seja, uma grande rela- ção de compressão. Esta injeção de refrigerante cria uma condição interna ao compressor semelhante a um sis- tema de compressão dupla (booster). Com isto podemos dizer que a injeção de refrigerante é indicada para sis- temas com baixas temperaturas de evaporação. Veja esquema da Figura 1 com as faixas de temperatura onde é indicada a Injeção de Líquido. O esquema de inje- ção de líquido usa- do em um Scroll de refrigeração consiste em se adicionar uma tubulação da li- nha de líquido até o compressor. Nesta tubulação deve ha- ver um tubo capilar

O Scroll chega a ter melhor desempenho do que um semi-hermético de alta eficiência

desempenho do que um semi-hermético de alta eficiência ser de até 16%. Neste tipo de sistema

ser de até 16%. Neste tipo de sistema temos um trocador de calor adicional para subresfriar o líquido.

É importante ressaltar que apenas

uma pequena quantidade de refrige- rante é removida, o que não compro- mete em nada o rendimento do sis- tema; além do mais com esta injeção há um melhor deslocamento volu-

métrico do compressor. O refrigerante

é injetado no compressor Scroll no

estado de vapor saturado devido a passagem pelo tu- bo capilar. A quan- tidade de refrige- rante injetada é pre- cisamente ajustada pela diferença

entre a pressão do condensador e a

pressão no interior do Scroll (no ponto de injeção), bem como pelo diâmetro do tubo capilar.

A injeção de vapor apresenta ou-

tras peculiaridades associadas ao ga-

nho de eficiência: o aumento da capa- cidade é maior a temperaturas de eva- poração mais baixas e a temperaturas de condensação mais altas. Isto está de acordo com os requerimentos da maioria dos sistemas de refrigeração.

O sistema de injeção de refrigeran-

te pode ser desligado através do fe-

Figura 1 - Injeção Refrigerante - Faixa de Operação - R22 Condições: 18,3°C – Retorno
Figura 1 - Injeção Refrigerante - Faixa de Operação - R22
Condições: 18,3°C – Retorno de Vapor, 0°C Subcooling, 35°C de Temperatura Ambiente
70
Injeção de Líquido
60
50
Injeção de Vapor
40
ou Líquido
Sem Injeção
30
20
10
0
-50
-40
-30
-20
-10
0
10
20
Temp. de Evaporação ºC
Temp. de Condensação ºC

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chamento da válvula solenóide, o que permite uma possibilidade de modula- ção, ou seja, aumentar ou diminuir a capacidade em função da demanda. Além do mais, como já foi dito, a inje- ção de vapor também proporciona a habilidade de estender a faixa de ope- ração do compressor sem causar da- nos e ainda reduzir as temperaturas de descarga com o refrigerante injetado. Baseado no mesmo princípio de in- jeção podemos estender a faixa de o- peração de um compressor a tempe- raturas mais baixas de evaporação, sem que o objetivo principal seja o aumento da capacidade do sistema, utilizando uma injeção de vapor. Neste caso também ligamos um tubo da li- nha de líquido ao compressor, porém sem passá-la por um trocador de calor auxiliar. Seguimos usando aqui um tu- bo capilar e uma solenóide para cortar a injeção quando o compressor esti- ver parado. Um outro método em lugar de um tubo capilar para o controle da injeção é uma válvula controlada pela temperatura da descarga neste caso, a conexão vai da linha de líquido a uma válvula controlada pela temperatura. A válvula ou o tubo capilar são unidos ao ponto de injeção do compressor. Co- mo no processo que envolve ganho de capacidade, a massa de refrigerante que serve a injeção está diretamente relacionada com a diferencial de pres- são entre o condensador e o ponto intermediário do Scroll.

Modulação

Há vários métodos para efetuar a modulação de um compressor. Um método já discutido é a injeção de va- por. Outras alternativas comuns são:

velocidade variável, modulação mecâ- nica e sucção variável. A modulação através do uso de ve- locidade variável requer o uso de um motor trifásico de indução além de um regulador que se una ao sistema de tal forma que possa ajustar a velocidade do motor com precisão para alcançar os requerimentos de capacidade (de- manda do sistema), visto que a capa- cidade é diretamente proporcional a

Técnica
Técnica

velocidade do motor. Isso é conseguido através do uso de um variador de fre- qüência. IMPORTANTE: no caso dos compressores Scroll da Copeland a fre- qüência mínima de operação deverá ser de 40 Hz. Esta é necessária para garan- tir as condições mínimas de lubrificação do compressor que neste caso é efetu- ada por meio da força centrífuga. A modulação mecânica pode ocorrer separando o Scroll fixo e o orbital na di- reção axial. Isto gera uma rota de fuga que diminui a capacidade do compres- sor, sendo a diminuição da capacidade proporcional a duração da separação. Esta separação se obtém fisicamente com o uso de um pistão dentro de uma tampa sobre o ponto de descarga (alta pressão). A tampa tem um volume adi- cional que atua como a câmara de um pistão, ficando uma pequena distância entre o pistão e a parte superior de sua câmara. Sob circunstâncias normais, a pressão acima e abaixo do pistão se i- gualam através de uma pequena passa- gem no próprio pistão. Quando se re- quer modulação da capacidade, há uma grande liberação de pressão fora do tu- bo que se localiza sobre a área do pis- tão, escapando a linha de sucção que se abre através de uma válvula solenóde. A medida que a pressão sobre o pistão

Figura 2 - Injeção Refrigerante Scroll Orbital Pontos para Injeção de Refrigerante Scroll fixo Viabilização
Figura 2 - Injeção Refrigerante
Scroll Orbital
Pontos para Injeção de
Refrigerante
Scroll fixo
Viabilização da aplicação em BT; injeção no
meio do processo ou trajeto de compressão;
não há perda de performance
Figura 3 – Válvula Dinâmica de Descarga Apresenta menor diferencial de pressão do que a
Figura 3 – Válvula Dinâmica
de Descarga
Apresenta menor diferencial de pressão do
que a válvula dos semi-herméticos

diminui, ele é empurrado até acima da câmara estendida, esta ação levanta o Scroll fixo causando a separação e a

conseqüente fuga, além disso reduzindo

o fluxo de massa e a capacidade.

O método de sucção variável é simi- lar em conceito ao do esquema de mo- dulação mecânica. Neste caso, em lu-

gar de criar separação forçada entre espirais para diminuir o fluxo de massa

e a capacidade, a massa de sucção ini-

cial diminui liberando ou dando saída a uma porcentagem do gás da bolsa ini- cial de sucção. Tal liberação é controla- da por uma válvula solenóide e uma passagem que vai até a bolsa de suc- ção. O efeito final da eliminação de uma porcentagem do gás da bolsa inicial de sucção é a redução na capacidade.

Diferenças do desenho no scroll para refrigeração e ar condicionado

Devido ao fato de que os compres- sores Scroll de refrigeração operam sobre mais amplas variações de tem- peraturas e relações de compressão, há algumas diferenças de desenho

entre estes e os Scroll para ar con- dicionado. A temperatura de descarga

e as baixas temperaturas de evapora-

ção levam a ter taxas de compressão altas que podem causar aumento da tensão sobre os elementos internos. Isto também pode afetar a câmara de descarga, gerando um fluxo de retorno até o Scroll que afetaria o consumo de energia significativamente, já que pro- duziria a recompressão de uma porção do gás de descarga. Outra modifi- cação é o uso de uma válvula dinâmica de descarga para controlar o refluxo.

Esta válvula foi desenhada para reduzir

o refluxo sem criar restrições ou obs-

truções adicionais e se combina com uma cavidade de dimensões reduzidas para as condições de baixas tempera- turas de evaporação e o fluxo massa menor resultante. Veja a Figura 3.

Rendimento e nível do ruído

Existem dois métodos para enten- der as comparações de rendimento entre compressores: eficiência volu- métrica e eficiência isoentrópica. As definições são explicadas a seguir:

3

Os compressores Scroll têm uma vantagem inerente de 5 a 10% de rendimento acima do rendimento dos compressores rotativos a pistão. Isto se manifesta por uma redução das fugas de gás e das perdas de fluxo, sendo que um compressor Scroll em geral quase não apresenta fuga de gás quando comparado com uma máquina rotativa. Além disso, para um compressor rotativo estas folgas aumentarão com o tempo, a medida que seus componentes se desgas- tam. Os compressores Scroll mantém sua capacidade de vedação durante o funcionamento normal, já que as partes emparelhadas se desgastam juntas em seu encaixe, isto é, há o acoplamento entre elas com o uso. Para os Scroll de ar condicionado, as perdas de fluído também se reduzem. Outro efeito da válvula de descar- ga é a diminuição da recompressão do gás, o que produz uma menor tro- ca de calor entre o gás da descarga e da sucção, ajudando a criar uma curva plana da eficiência volumétrica. Os compressores Scroll funcionam geralmente melhor em aplicações de refrigeração que alguns compressores semi-herméticos. Para algumas apli- cações com baixas temperaturas de evaporação (-25C), é recomendado verificar a eficiência volumétrica e comparar a mesma com os compres- sores Semi-Herméticos da Copeland modelo Discus. A injeção de vapor pode usar-se para melhorar o compressor Scroll e o rendimento do sistema, ao proporcio- nar ao líquido maior sub-resfriamento. Esta melhora pode igualar a elevada eficiência dos compressores semi-her- méticos nas mesmas condições de operação. A mais baixas temperatura de condensação, as vantagens ine- rentes das baixas fugas de gás e per- das de fluído permitem ao Scroll um desempenho melhor até do que um semi-hermético de alta eficiência. Para as aplicações de ar condicio- nado, os compressores Scroll ofere- cem outras importantes vantagens, ao reduzir os níveis de ruído e vibra- ção. Com a ausência das válvulas di- nâmicas e com um processo de fluxo quase contínuo, há uma contribuição mínima das pulsações do gás ao ruí-

Técnica
Técnica
Técnica O Scroll já está preparado para o uso de fluidos alternativos do do compressor. Nos

O Scroll já está preparado para o uso de fluidos alternativos

do do compressor. Nos compressores rotativos, grandes pulsações do gás ocorrem contra a carcaça, o qual proporciona ruído adicional. Nos com- pressores Scroll, a maior contribuição de ruídos é o contato mecânico entre os elementos. De uma maneira geral um compressor Scroll é em média cer- ca de 3 a 8 dBA mais silencioso do que um compressor semi-hermético do mesmo tamanho. A vibração associada a um com- pressor Scroll é geralmente baixa. O processo do fluxo contínuo baixa signi- ficativamente a vibração de torção experimentada pelo compressor. Com- binando esta vibração de baixa torção com o uso de contrapesos dinamica- mente balanceados que compensam a rotação interna dos elementos, pode-se alcançar níveis de vibração estáveis de menos de 50 microns.

Considerações da aplicação

Tal como se estabeleceu previamen- te, os compressores Scroll são muito utilizados em ar condicionado e refri- geração. Embora não é a intenção deste documento considerar todas as possíveis aplicações, há certos pontos importantes a considerar quando se desenha um sistema. Como proteção

da temperatura, geralmente se reco- menda usar um termostato na linha de descarga que pare o compressor antes que a temperatura de descarga ultra- passe certos limites. Alguns modelos de compressores trazem um dispositivo interno de controle de temperatura de descarga como padrão. Os compressores Scroll são fabrica- dos com proteção interna do motor ou com módulo de proteção de controle externo. Os módulos de controle exter- nos normalmente atuam com base na variação da resistência de uma cadeia de termistores localizada no motor, a qual pode estar em série ou em parale- lo. Os compressores Scroll também podem ter aplicação em uma variedade de unidades de múltiplos compresso- res, como os tandem (2 compressores em paralelo) e os sistemas paralelos. Uma consideração importante quando se usa o Scroll nestes tipos de aplica- ções é o sistema de lubrificação. Os desenhos típicos em tandem incluem tubos de equalização de óleo para manter os níveis do óleo apropriados. Para as aplicações dos sistemas para- lelos, se usam geralmente dispositivos eletrônicos de controle do nível de óleo. Em ambos os casos, certas consider- ações de desenho do sistema, como o tamanho do separador de óleo, reci- pientes de óleo, válvulas de corte do fluxo de óleo de retorno quando o compressor não está operan- do podem proporcionar proteção extra e vida adicional aos compressores instalados. Uma conside- ração adicional no desenho de sis-

temas é o uso de filtros para eliminar impurezas e umidade que não deveri- am, mas podem estar presentes e, assim, consequentemente, melhorar a vida dos compressores.

Futuro do scroll e dos refrigerantes alternativos

Baseando-se no êxito do compres- sor Scroll na última década, o futuro deste tipo de compressor em toda a sua faixa de capacidade é promissor. O rendimento do Scroll e seu baixo nível de ruído tem demonstrado que é supe- rior a outras tecnologias em ar condi- cionado e, por apresentar melhoras de eficiência adicionais, também em refri- geração. O Scroll é comparável ou mesmo superior aos compressores semi-herméticos de alta eficiência. Estes compressores oferecem várias opções na modulação da capacidade e em esquemas mais efi- cientes de injeção de vapor, que podem aumentar sua eficiência e do sistema. Isto é cada vez mais impor- tante para cumprir com os requeri- mentos futuros de conservação de energia. Além disso, os compressores Scroll já estão preparados para o uso de novos refrigerantes, como o R-410A. Inclusive, foi verificado que alguns no- vos fluidos apresentam maior eficiência isoentrópica e são mais silen- ciosos. Estes compressores desenhados para os novos blends mostram ser tão con- fiáveis como os atuais com- pressores para uso com R-22.

fiáveis como os atuais com- pressores para uso com R-22. Figura 4 - Compressores Scroll podem

Figura 4 - Compressores Scroll podem ser aplicados em unidades como os tandem e sistemas paralelos

Escritório: Av. Embaixador Macedo Soares, 10.735 1º andar - São Paulo - SP - CEP:

Escritório: Av. Embaixador Macedo Soares, 10.735 1º andar - São Paulo - SP - CEP: 05095-035 Tel.: (11) 3618-6655 - Fax: (11) 3618-6677 Site: www.emersonclimate.com E-mail: emerson@emersonclimate.com.br

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Uma publicação bimestral da Emerson Climate Technologies para seus clientes e colaboradores, editada pela RPA Serviços Editoriais Ltda. EPP. Tiragem: 10.000 exemplares. Jornalista responsável: Ana Paula Basile Pinheiro.

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