MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO COORDENAÇÃO-GERAL DE REGISTRO SINDICAL

Brasília

© 2001 – Ministério do Trabalho e Emprego É permitida a reprodução parcial ou total desta obra desde que citada a fonte. Tiragem: exemplares Edição e Distribuição: Secretaria de Relações no Trabalho – SRT Esplanada dos Ministérios – Bloco “F”, Edifício-Sede, 4º Andar, Sala 449 Fones: (0xx61) 226-8899 / 321-9630 Fax: (0xx61) 226-1456 CEP: 70059-900 – Brasília – DF

Impresso no Brasil/Printed in Brazil

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Biblioteca. Seção de Processos Técnicos – MTE

SUMÁRIO
Apresentação .............................................................................................. 5 Agradecimento ........................................................................................... 7 Mensagem .................................................................................................. 9 Breve Histórico ......................................................................................... 11 Competência ............................................................................................ 13 Condições para o Registro ......................................................................... 15 Pedido de Registro de Sindicato no MTE .................................................... 17 Pedido de Registro de Federação ............................................................... 20 Pedido de Registro de Confederação .......................................................... 21 Impugnação .............................................................................................. 22 Legislação Pertinente Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000 ....................................................... 31 Portaria nº 376, de 23 de maio de 2000 ..................................................... 35 Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000 ..................................................... 37 Portaria nº 310, de 5 de abril de 2001 ........................................................ 38 Portaria nº 01, de 3 de maio de 2001 ......................................................... 39 Portaria nº 896, de 14 de julho de 1993 ..................................................... 40 Legislação Anterior em Ordem Cronológica Instrução Normativa nº 05, de 15 de fevereiro de 1990 ............................... 42 Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990 .................................. 44 Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991 .................................. 46 Instrução Normativa nº 02, de 1º de setembro de 1992 ............................... 50 Instrução Normativa nº 03, de 10 de agosto de 1994 .................................. 52 Portaria nº 85, de 27 de janeiro de 1997 .................................................... 73 Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997 .................................... 75 Portaria nº 570, de 17 de julho de 1997 ..................................................... 80

Instrução Normativa nº 02, de 28 de agosto de 1997 .................................. 82 Portaria nº 738, de 28 de agosto de 199 ..................................................... 84 Portaria nº 02, de 25 de novembro de 1997 ................................................ 85 Portaria nº 02, de 29 de setembro de 1998 ................................................. 86 Instrução Normativa nº 01, de 10 de fevereiro de 1999 ............................... 87 Portaria nº 349, de 11 de maio de 2000 ...................................................... 89 Portaria nº 374, de 23 de maio de 2000 ...................................................... 90 Portaria nº 611, de 10 de agosto de 2000 .................................................... 91 Modelos Edital de Convocação para Fundação de Sindicato .................................... 92 Edital de Convocação para Alteração Estatutária ....................................... 92 Edital de Convocação para Ratificação da Fundação da Entidade .............. 93 Carta Sindical ........................................................................................... 94 Certidão ................................................................................................... 95 Guia de Depósito ...................................................................................... 96 Requerimento para Pedido de Alteração Estatutária .................................... 97 Requerimento para Pedido de Registro Sindical .......................................... 98

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APRESENTAÇÃO
A representação sindical constitui um direito fundamental dos trabalhadores e empregadores, acolhido no art. 8º da Constituição Federal. Com a publicação deste Manual, o Ministério do Trabalho e Emprego está cumprindo seu papel institucional de informar estes atores sociais a respeito das normas e procedimentos relativos ao Registro de Entidades Sindicais. Facilitar o acesso dos cidadãos às regras atinentes ao processo de constituição de representação sindical significa contribuir para o diálogo social e o desenvolvimento das forças produtivas de nosso País. FRANCISCO DORNELLES Ministro do Trabalho e Emprego

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AGRADECIMENTO
Fortalecer os canais de comunicação do Ministério do Trabalho e Emprego com a sociedade e, mais especificamente, com seus cidadãos-clientes. Este é o principal objetivo que norteou a decisão de revisar e atualizar a primeira versão do Manual de Procedimentos para Registro Sindical, publicado em 1997. Com esta publicação, conclui-se uma etapa do processo de fortalecimento das relações entre este Ministério e seu público mais importante: os trabalhadores e empregadores, que dela poderão fazer uso para um melhor exercício de seu legítimo direito de constituir representação sindical. Aos quadros do Ministério do Trabalho e Emprego, meus agradecimentos pela dedicação com que têm exercido as atividades de Registro Sindical. PAULO JOBIM FILHO Secretário-Executivo

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MENSAGEM
Editamos, em 1997, o Manual de Procedimentos para Registro Sindical, o qual constituiu grande avanço para o esclarecimento das inúmeras dúvidas no que tange às regras procedimentais. Com o advento de reiteradas decisões judiciais, em especial, do Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal, fez-se mister a edição de nova Portaria Ministerial, a de nº 343, o que ensejou a atualização deste Manual, trazendo, agora, com maior nitidez, não só a legislação regulamentadora do assunto, bem como a análise das situações mais freqüentes e inerentes ao tema. Este Manual propiciará a agilização dos processos que aqui tramitam, buscando a legitimação necessária da condição de entidade jurídica sindical, participando, efetivamente, de forma legal e harmonônica, desse processo de representação sindical. Agradeço à equipe de auditores-fiscais do trabalho, formada por Carlos Pimentel de Matos Júnior, Inês Resende Ferreira, Rubens Silveira Taveira e Vânia Elita Teixeira Abreu, que, sob a supervisão do Coordenador-Geral de Registro Sindical, Luiz Alberto Matos dos Santos, revisaram este Manual. MURILO DUARTE DE OLIVEIRA Secretário de Relações do Trabalho

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BREVE HISTÓRICO
Diz a Constituição Federal de 1988 que é livre a associação profissional ou sindical, não podendo a lei exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, sendo vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical (art. 8º, inciso I). Assim, embora vede ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical, o texto constitucional estabelece a possibilidade de exigência legal do registro no órgão competente, não indicando o órgão destinado a efetuá-lo. Inicialmente, o Ministério do Trabalho e Emprego entendeu não ser competente para efetuar o Registro Sindical, por considerar que esse comportamento implicaria interferência do Poder Público na organização sindical. Entretanto, o Superior Tribunal de Justiça reconheceu a competência do Ministério do Trabalho e Emprego, no Mandado de Segurança-29/DF, ensejando a expedição da Instrução Normativa nº 05, de 15 de fevereiro de 1990, seguida da Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990. Este ato administrativo foi, contudo, revogado pela Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991, alterada pela Instrução Normativa nº 02, de 01 de setembro de 1992, donde se concluía que a inscrição do estatuto do sindicato deveria ser feita em cartório, até que a matéria fosse regulamentada, sob pena de interferência do Poder Público na organização sindical. Facultava-se às entidades sindicais depositar seus estatutos no Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB, criado pelo Ministério do Trabalho e Emprego apenas para fins de cadastro, não constituindo ato concessivo de personalidade sindical.

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A reiterada jurisprudência do STJ, no entanto, reafirmava que o arquivamento não atendia ao mandamento legal, vez que este determinava o registro, cujos efeitos legais diferem do simples arquivamento de entidades. Em seguida, foi expedida a Instrução Normativa nº 03, de 10 de agosto de 1994, que, além de criar o Cadastro Nacional de Entidades Sindicais – CNES, atribuiu a competência para decidir sobre o registro de sindicatos e das correspondentes federações e confederações ao Ministro do Trabalho. A Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, também dispunha sobre Registro Sindical. O disciplinamento atual da matéria se encontra na Portaria n.º 343, de 4 de maio de 2000, que foi alterada pela Portaria n.º 376, de 23 de maio de 2000, na jurisprudência predominante dos Tribunais Superiores, na legislação pertinente em vigor e nos processos administrativos. Tais alterações se deram em virtude da necessidade de adequação do disciplinamento normativo às mais recentes decisões judiciais sobre o assunto, em que estas afastaram dúvidas relativas aos processos de Registro Sindical, alteração estatutária e impugnação.

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COMPETÊNCIA
O Ministério do Trabalho e Emprego é o órgão competente para conceder o Registro Sindical à organização representativa de categoria profissional ou econômica. Ao Ministro de Estado do Trabalho e Emprego compete praticar todos os atos relativos ao Registro Sindical. Ao Secretário-Executivo, por delegação de competência concedida pelo art. 1º da Portaria nº 310, de 5 de abril de 2001, cabe decidir os pedidos de Registro Sindical nos termos do art. 6º da Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000. Ao Secretário de Relações do Trabalho, por delegação de competência, concedida pelo art. 2º da Portaria nº 310, de 5 de abril de 2001, cabe decidir as questões relativas a arquivamento, admissibilidade de impugnação e sobrestamento de pedidos de Registro Sindical, nos termos da Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000. Esse procedimento não traduz autorização prévia da autoridade competente com interferência do Poder Público na organização sindical, mas ato administrativo vinculado. Nesse sentido, estabelece o Supremo Tribunal Federal que tal ato serve tão-somente à verificação de pressupostos legais. Trata-se de atividade atributiva de personalidade jurídica sindical, o que não implica interferência do Poder Público na organização sindical, inexistindo inconstitucionalidade nessa diretriz. O registro torna pública a existência da entidade, revestindo-a de personalidade jurídica sindical. A competência do Ministério do Trabalho e Emprego para o registro de entidades sindicais é uma decorrência natural da manutenção do sistema da unicidade sindical, que visa impedir que mais de um sindi-

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cato represente o mesmo grupo profissional na mesma base territorial, cumprindo a este Ministério, conforme entendimento do STF, “ ..... zelar pela observância do princípio da unicidade sindical em atuação conjunta com os terceiros interessados. “. (AGRRE 207910/SP – DJ 26.6.98)

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CONDIÇÕES PARA O REGISTRO
1. Pedido
O interessado em obter o Registro Sindical de organização representativa de categoria profissional ou econômica deverá requerê-lo junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Este pedido poderá ser formulado conforme modelo de requerimento em anexo (ver em modelos).* Muito embora seja assegurado a todos o direito de requerer Registro Sindical, cumpre ressaltar que:

“Se existe pedido de Registro Sindical neste Ministério, pendente de acordo extrajudicial ou de decisão judicial, não há que se falar em outro pedido de registro. Se há impugnação ou pendência judicial, o solicitante deverá comprovar a desistência de ambas. Se há ação judicial em curso, este Ministério deverá abster-se de qualquer manifestação e aguardar a decisão judicial, não sendo cabível qualquer outro pedido de registro” (Parecer/CJ/MTb nº 659/97).

2. Encaminhamento
O pedido de Registro Sindical, instruído com todos os documentos necessários, que serão, a seguir, relacionados, deverá ser encaminhado ao Ministro de Estado do Trabalho e Emprego: • por via postal, com Aviso de Recebimento – AR, à Esplanada dos Ministérios, Bloco F, Térreo, CEP 70.059-902, Brasília – DF; • ou entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego, no mesmo endereço. Do referido pedido, deverá obrigatoriamente constar o endereço do requerente interessado no Registro Sindical, caso aquele não tenha

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sido formulado, conforme modelo de requerimento em anexo (ver em modelos).*

3. Instrução
A Secretaria de Relações do Trabalho tem o prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data do protocolo do pedido, para verificar a instrução do processo de Registro Sindical, publicar este pedido no DOU ou notificar o requerente, por meio de Aviso de Recebimento – AR, a cumprir exigência(s). Para cumprir a(s) exigência(s), o notificado tem o prazo de 30 (trinta) dias, contado da data de juntada aos autos do Aviso de Recebimento. Se não cumpri-la(s) no prazo assinalado, o seu pedido será considerado inepto e, conseqüentemente, arquivado, conforme determina o § 3º do art. 4º da Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000. Com o cumprimento da exigência por parte do requerente, restabelece-se para a Secretaria de Relações do Trabalho o prazo para a instrução do processo, que se reiniciará a partir da data da juntada aos autos do(s) documento(s) saneador(es). Ressalte-se que o Registro Sindical é ato administrativo vinculado, subordinado apenas à verificação de pressupostos legais, e não de autorização ou de reconhecimento discricionário ( MI – 144/SP, STF ), o que determina, como pressuposto básico para a organização sindical, a representação por categorias (art. 511, da CLT).

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PEDIDO DE REGISTRO DE SINDICATO NO MTE
Documentos Necessários
O pedido de Registro Sindical, dirigido ao Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, deverá ser acompanhado dos seguintes documentos originais ou devidamente autenticados: 1. Edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade, publicado obrigatoriamente com antecedência mínima de 10 (dez) dias de sua realização, prazo que será majorado para 30 (trinta) dias, quando a entidade interessada tiver base territorial interestadual ou nacional, nos seguintes veículos de comunicação impressa: • em jornal de grande circulação no estado ou estados abrangidos pela pretensa base territorial, e, também, se houver, em jornal de circulação no município ou região da pretendida base territorial; • Diário Oficial do(s) estado(s) ou da União. Cumpre ressaltar que o edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade deve ser publicado em jornal diário de grande circulação no estado ou estados abrangidos pela pretensa base territorial, e, também, se houver, em jornal de comprovada circulação no município ou região da pretendida base territorial, bem como no Diário Oficial dos estados ou da União, devendo ser publicados simultaneamente, já que o objetivo da publicidade do ato é permitir que os interessados se manifestem sobre a pauta da assembléia. Lembramos, ainda, que alguns editais de convocação apresentados em processos de Registro Sindical contêm irregularidades, as quais listamos em tópico específico (ver em modelos) deste Manual. Portanto,

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deve o requerente evitar tais erros, tendo em vista a possibilidade de indeferimento do pedido perante este Ministério. 2. Ata da assembléia geral de fundação da entidade, original ou cópia autenticada em cartório, conforme determina o art. 2º da Portaria nº 343 do MTE. 3. Estatuto social, original ou cópia autenticada em cartório, aprovado pela assembléia geral de fundação, que deverá indicar os elementos identificadores da representação pretendida, especialmente: • a categoria ou categorias representadas; • a base territorial. Insta observar que o art. 8º, inciso II, da Constituição Federal de 1988, expressamente dispõe ser “vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um município”. Já o art. 511 e parágrafos da Consolidação das Leis Trabalhistas trazem a definição de categoria econômica e profissional para fins de associação. Assim, o interessado em obter o Registro Sindical deverá conjugar tais dispositivos, em conjunto com a Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000, para afastar-se da pretensão de representar grupo que não constitua a categoria profissional ou econômica. 4. Recibo de depósito, original ou cópia autenticada, em favor da Coordenação-Geral de Logística e Administração – CGLA/MTE (conta corrente nº 170500-8, do Banco do Brasil; Agência nº 3602-1, identificado sob o código-dv/finalidade nº 38001800001001-4), correspondente ao recolhimento do valor relativo ao custo da publicação do pedido no DOU, fixado na Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000, em R$118,24 (cento e dezoito reais e vinte e quatro centavos). (Ver em modelos.) É de se observar, ainda, que o Estado não intervirá sobre a conveniência ou oportunidade, por exemplo, do desmembramento ou da desfiliação (formas de fundação de um novo sindicato), cabendo aos

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próprios interessados definir a base territorial, que não pode ser inferior a um município. Tal orientação é extraída de decisões reiteradas do Supremo Tribunal Federal e Superior Tribunal de Justiça, fundadas no princípio da liberdade sindical, garantido no art. 8º da Carta Magna.

Pedido de Alteração Estatutária
Ao pedido de alteração estatutária aplicam-se todas as regras que, apresentadas até o presente momento, devam ser, necessariamente, observadas para o requerimento de Registro Sindical. Entenda-se como alteração estatutária qualquer modificação de representação pretendida pela entidade sindical na denominação, na base territorial ou na categoria. O pedido poderá ser formulado, conforme o modelo de requerimento específico em anexo (ver em modelos). Observa-se erro freqüente na convocação de assembléia para decidir a alteração estatutária quando se convocam somente associados, e não a categoria, omitindo-se, ainda, a nova base territorial.

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PEDIDO DE REGISTRO DE FEDERAÇÃO
Documentos Necessários
No pedido de Registro de Federação, deverão constar: 1. Cópias, originais ou autenticadas em cartório, do respectivo estatuto e das atas da assembléia de cada sindicato constituinte da federação, das quais constarão a expressa autorização para a fundação da nova entidade e para a respectiva filiação à mesma, observando-se, no que se lhe aplicar, o exposto no item intitulado “Pedido de Registro de Sindicato”; e ao que determina o art. 534 da CLT. 2. Recibo de depósito, original ou cópia autenticada em cartório, em favor da Coordenação-Geral de Logística e Administração – CGLA/MTE (conta corrente nº 170500-8, do Banco do Brasil; Agência nº 3602-1, identificado sob o código-dv/finalidade nº 38001800001001-4), correspondente ao recolhimento do valor relativo ao custo da publicação do pedido no DOU, fixado na Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000, em R$118,24 (cento e dezoito reais e vinte e quatro centavos). (Ver em modelos.)

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PEDIDO DE REGISTRO DE CONFEDERAÇÃO
Documentos Necessários
O interessado em obter o Registro de Confederação deverá juntar ao pedido: 1. As cópias, originais ou autenticadas em cartório, do respectivo estatuto social e das atas da assembléia do Conselho de Representantes de cada federação, das quais constarão a expressa autorização para a fundação da nova entidade e para a respectiva filiação à mesma, observando-se a Portaria nº 343 e ao que determina o art. 535 da CLT. 2. Recibo de depósito, original ou cópia autenticada em cartório, em favor da Coordenação-Geral de Logística e Administração – CGLA/ MTE (conta corrente nº 170500-8, do Banco do Brasil; Agência nº 36021, identificado sob o código-dv/finalidade nº 38001800001001-4), correspondente ao recolhimento do valor relativo ao custo da publicação do pedido no DOU, fixado na Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000, em R$118,24 (cento e dezoito reais e vinte e quatro centavos).

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IMPUGNAÇÃO
1. Cabimento
A impugnação pode ser apresentada pela entidade sindical de mesmo grau, cuja representação da categoria profissional ou econômica coincida, no todo ou em parte, com a do requerente, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contado da data da publicação do pedido de registro no DOU. A publicidade do pedido se impõe para dar conhecimento do mesmo às entidades sindicais existentes que tenham interesse em impugná-lo. As impugnações que forem conhecidas serão dirimidas pela via consensual ou por intermédio do Poder Judiciário.

2. Encaminhamento
A impugnação deve ser formulada mediante requerimento, acompanhado dos documentos relacionados a seguir e entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego – Esplanada dos Ministérios – Bloco “F” – Térreo – Brasília – DF, sendo vedada, terminantemente, a sua remessa por via postal.

3. Documentação Necessária
Os documentos que devem instruir a impugnação são: 3.1. Comprovante de Registro do Sindicato impugnante no Ministério do Trabalho e Emprego (cópia de carta sindical ou certidão de registro/MTE). 3.2. Recibo de depósito, original ou fotocópia autenticada, em favor da Coordenação-Geral de Logística e Administração – CGLA/MTE (conta corrente nº 170500-8, do Banco do Brasil; Agência nº 3602-1, identificado sob o código-dv/finalidade nº

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38001800001001-4), correspondente ao recolhimento do valor relativo ao custo da publicação de cada impugnação no DOU, fixado na Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000, em R$59,12 (cinqüenta e nove reais e doze centavos).

4. Exame de Admissibilidade
A Secretaria de Relações do Trabalho terá o prazo de 15 (quinze) dias, contado do término do prazo para apresentação da impugnação, para proceder ao exame de admissibilidade e submeter ao Ministro de Estado do Trabalho e Emprego a proposta de decisão. O exame da admissibilidade da impugnação compreende a análise dos seguintes elementos: 4.1. A tempestividade do pedido, ou seja, a sua apresentação no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados da data da publicação do pedido de registro, prazo este considerado conforme determina o art. 125 do Código Civil Brasileiro. 4.2. A representatividade do impugnante. Nota: Somente poderá apresentar impugnação a entidade sindical do mesmo grau, cuja representatividade, ou seja, base e categoria coincidam, no todo ou em parte, com a do requerente, para “evitar as impugnações meramente protelatórias ou destituídas de fundamento ” (Parecer CJ/MTb nº 659/97, c/c a Portaria nº 343, de 4.5.2000). 4.3. A comprovação do registro do impugnante no Ministério do Trabalho e Emprego. Nota: Aceita-se, relativamente ao período de 3 de novembro de 1988 a 19 de fevereiro de 1990, o Registro da Entidade Sindical impugnante feito em Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas, uma vez que nesse período não havia no Ministério do Trabalho e Emprego normas vigentes que dispunham sobre o Registro Sindical.

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4.4. A comprovação do recolhimento da importância correspondente ao custo da publicação no DOU, por meio do recibo de depósito, em favor da Coordenação-Geral de Logística e Administração – CGLA/MTE (conta corrente nº 170500-8, do Banco do Brasil; Agência nº 3602-1, identificado sob o código-dv/ finalidade nº 38001800001001-4). correspondente ao recolhimento do valor relativo ao custo de publicação de cada impugnação no DOU, fixado pela Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000, em R$59,12 (cinqüenta e nove reais e doze centavos).

5. Acolhimento da Impugnação
No caso de a impugnação ser conhecida, o Registro não será concedido, devendo as partes interessadas solucionarem o conflito consensualmente ou por intermédio do Poder Judiciário (art. 7º, caput, da Portaria nº 343/2000). Até que o Ministério do Trabalho e Emprego receba a notificação do inteiro teor do acordo ou da sentença judicial final que decidir a controvérsia, o pedido de registro ficará sobrestado (o parágrafo único do art. 7º da Portaria nº 343/2000). Se a solução do conflito for por acordo e a desistência vier assinada por representante que não seja o mesmo da época do pedido de impugnação, a sua assinatura deverá ser reconhecida em cartório ou ser acompanhada de ata, autenticada, de posse da atual diretoria. Se do acordo resultar exclusão de categoria ou base territorial, o impugnado deverá promover nova assembléia, na forma que determina a Portaria nº 343/00, para ratificação do acordo realizado e protocolar essa nova documentação. Não sendo interpostas as impugnações ou quando estas não forem conhecidas, ou ainda, após o recebimento de notificação de acordo ou decisão judicial final, a Secretaria de Relações do Trabalho submeterá ao Ministro de Estado a proposta de concessão de registro.

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Outros Requerimentos
Em todo e qualquer requerimento, assim como na juntada de documentos, dos processos em andamento, os interessados deverão indicar o nome da entidade e o número do protocolo do seu Processo de Registro ou dados referentes a sua carta sindical. O requerimento de documentos oficiais deverá ser feito pelo presidente da entidade, ou por pessoa expressamente autorizada pelo mesmo, por meio de procuração ou declaração, e entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego – Esplanada dos Ministérios, Bloco “F”, Térreo, Brasília – DF. A Certidão de Registro Sindical de processos em trâmite é expedida, rotineiramente, após a publicação da concessão do registro, não necessitando de requerimento do interessado. No que se refere à entrega de documentos pela Secretaria de Relações do Trabalho, a mesma somente poderá ser feita ao interessado ou à(s) pessoa(s) expressamente autorizada(s) pelas entidades requerentes.

Publicação do Registro
A Secretaria de Relações do Trabalho providenciará a publicação no DOU dos atos relativos a sobrestamento, arquivamento, admissibilidade de impugnação e registro, no prazo de até 30 (trinta) dias da lavratura do ato respectivo.

Expedição de Certidão de Registro Sindical
Os processos em trâmite, após a segunda publicação no DOU, onde há concessão do respectivo registro, já têm expedidas suas certidões, independentemente de requerimento do interessado. Se o registro, no entanto, ocorreu sob a vigência de normas anteriores, o interessado deverá requerer a sua certidão.

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Todas as atuais certidões são expedidas com prazo de validade de 2 (dois) anos (Portaria nº 01, de 3.5.2001), tendo em vista que os constantes registros por desmembramento modificam a representação da entidade mais antiga, assim como decisões judiciais supervenientes, alteram a situação de regularidade da mesma no CNES. Não havendo alterações posteriores nos respectivos registros, é expedida nova certidão.

Conversão de Arquivamentos em Registros
Os “arquivamentos de pedidos de registros”, efetuados com base na Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990, e na Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991, foram convertidos pela Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, em registros, nos casos em que não havia pendência, judicial ou extrajudicial, de solução de conflito de interesses.

Processos em Curso
A Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000, aplica-se a todos os processos em curso no Ministério do Trabalho e Emprego. Somente os atos praticados no processo de pedido de Registro Sindical, em observância ao disposto nas instruções normativas anteriores, anexas ao presente Manual, que já estavam concluídos, perfeitos e acabados, quando foi expedida a Portaria nº343/00, de 4 de maio de 2000, não serão revistos e/ou interpretados segundo esse novo instrumento.

Problemas mais Comuns Verificados quanto à Instrução dos Processos de Pedido de Registro de Fundação e de Alteração Estatutária de Sindicatos
O principal motivo de retardamento dos processos de pedido de registro de fundação e de alteração estatutária das entidades sindicais é quanto à inadequação da documentação que instrui o pedido. Exemplificamos aqui os erros mais freqüentes detectados em análise dos processos acima mencionados:

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I – o edital não convoca toda(s) a(s) categoria(s) descrita(s) no estatuto para aprovar a fundação da entidade; II – em caso de extensão da base, o edital não convoca todos os municípios para os quais pretende estender a base; III – em caso de extensão da representação, a entidade sindical não convoca a categoria ou categorias às quais pretende representar; IV – o edital convoca só os associados ou apenas aqueles quites com obrigações sociais ou com a tesouraria, quando deveria convocar toda(s) a(s) categoria(s), pois sindicato no sistema de unicidade sindical representa todos os integrantes da categoria; V – o edital convoca uma determinada categoria, e o estatuto aprovado inclui categorias não convocadas no edital; VI – o edital convoca a categoria de uma determinada base territorial e inclui no estatuto municípios que não foram convocados por meio do mesmo instrumento; VII – o interessado inclui no edital de convocação e no estatuto da entidade sindical, localidades (municípios criados e não instalados, distritos, vilas) que não são municípios, ou seja, não constam da lista oficial publicada no DOU pelo IBGE; VIII – o interessado publica o edital no DOE ou DOU e apenas no jornal de circulação regional, não publicando no jornal de circulação estadual; IX – encaminha cópias incompletas (sem a identificação do jornal e/ou da data de circulação do mesmo), ilegíveis e sem autenticação; X – encaminha o edital com a matéria recortada e montada; XI – os editais não obedecem ao prazo mínimo estabelecido na Portaria nº 343/00, entre a publicação do edital e a realização da assembléia; XII – o interessado convoca a categoria para aprovar a alteração da denominação usando a nova denominação, antes da aprovação da assembléia;

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XIII – o interessado não indica no seu pedido de registro de alteração estatutária a origem da entidade no Ministério, se detém carta sindical ou registro anterior.

Problemas mais Comuns Verificados Quanto à Instrução dos Processos de Pedido de Registro de Fundação de Federação ou Confederação
O principal motivo de retenção de processo de pedido de registro de fundação de federação ou confederação são os seguintes: I – o interessado não encaminha os editais e as atas dos sindicatos fundadores da Federação, com a autorização expressa da categoria para a fundação da mesma e a sua filiação, de acordo com o art. 2º da Portaria nº 343/00; II – o interessado não informa a origem dos sindicatos ou das federações fundadoras da federação ou confederação, respectivamente; III – não encaminha os editais e a ata do Conselho de Representantes de cada federação, constituinte da confederação, em que conste expressamente autorização para a sua fundação e a sua filiação; IV – sindicatos ou federações fundadores das novas entidades, não estão registrados neste Ministério.

Procedimentos para Concessão/Alteração do Código Sindical
Com a segunda publicação no DOU, efetivando a concessão do registro, a nova entidade receberá certidão comprobatória de sua regularidade expedita pela Secretaria de Relações do Trabalho, estando a mesma apta a requerer o código sindical, conforme dispõe a Portaria nº 896, de 14 de julho de 1993. Antes da Constituição Federal de 1988, a Comissão de Enquadramento Sindical fazia a vinculação da nova entidade a outra imediatamente superior, determinando o seu posicionamento dentro do quadro anexo ao art. 577 da CLT. Em decorrência da liberdade sindical, garantida pela atual Constituição, foi extinta a referida comissão, ces-

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sando a competência deste Ministério para fazer o enquadramento sindical oficial. Assim, o representante legal da entidade deverá protocolizar, no MTE, o requerimento de código sindical, instruído com cópia de sua carta sindical ou de sua Certidão de Registro, declarando a sua filiação à entidade de grau imediatamente superior, ou informar expressamente a sua não-filiação. Dessa forma, o sindicato manifesta-se em relação à federação, e esta em relação à confederação. A entidade de grau superior, indicada pelo requerente, deverá possuir carta sindical ou registro neste Ministério, devendo constar no requerimento os seus dados (número do processo de registro ou número de livro e página da carta sindical). No caso de alteração de filiação, a entidade deverá juntar, além dos documentos acima referidos, a ata da assembléia da categoria que decidiu pela desfiliação/filiação. Preenchidos os requisitos acima, a Secretaria de Relações do Trabalho expedirá ofício à Caixa Econômica Federal – CAIXA autorizando o referido código sindical. O interessado, de posse da informação do número do ofício autorizativo de seu código, procurará a gerência da CAIXA local, onde detiver a sua conta corrente, e solicitará a mesma que lhe informe o número de seu código sindical.

Contribuição Sindical Urbana
Têm os sindicatos, como maior fonte de receitas, a contribuição sindical, anteriormente denominada de imposto sindical. Com fundamento jurídico atual na Constituição Federal de 1988 (art. 8º, parte final do inciso IV c/c o art. 149), em que esta recepcionou os arts. 578 a 610 da CLT, tem a contribuição sindical natureza jurídica tributária, não se confundindo com a contribuição confederativa (art. 8º, IV, primeira parte da CF/88), nem com a contribuição assistencial (art. 513,

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alínea “e”, da CLT), e, muito menos, não podemos confundi-la com a mensalidade dos sócios do sindicato (art. 548, alínea “b”, da CLT). É, portanto, compulsória e imposta a todas àquelas pessoas previstas na CLT como sujeito passivo, quer seja empregado, quer seja empregador, quer seja a atividade urbana, quer seja a atividade rural. Sua obrigatoriedade impõe-se, também, aos empregados autônomos e profissionais liberais.

Informações sobre o Andamento de Processo
O requerente poderá obter informações sobre o andamento do processo de concessão de Registro Sindical por meio dos telefones (0xx61) 317-6222 ou 317-6258, bastando, para isso, fornecer o número do protocolo do pedido, ou por consulta pela Internet, na página deste Ministério, observando as seguintes instruções: 1. Acessar o endereço: http://.www.mte.gov.br. 2. Clicar em: CONSULTA ENTIDADE SINDICAL ou em SERVIÇOS. 3. Digitar o número do processo de registro sem o ponto e barra, com os quatro dígitos do ano. Ex. 460000088552001, e, em seguida, clicar em PROCURAR. 3.1. Se o interessado for impugnante poderá acessar a consulta pelo número do protocolo de sua impugnação. 3.2. Se houver acordo de desistência de impugnação, o acesso poderá ser feito, também, pelo número do protocolo. 3.3. Outros números de protocolo, tais como: juntada de documentos, pedidos de certidões, de código sindical, solicitação de informações, etc. não estão cadastrados nesta base de dados e não permitem o acesso a consultas. 4. No resultado da pesquisa, aparecerá o andamento do processo acompanhado de legenda explicativa.

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LEGISLAÇÃO PERTINENTE
PORTARIA Nº 343, DE 4 DE MAIO DE 2000, COM REDAÇÃO DA PORTARIA Nº 376, DE 23 DE MAIO DE 2000
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, RESOLVE: Art. 1º O pedido de Registro Sindical, dirigido ao Ministro de Estado do Trabalho e Emprego, indicará o endereço completo do requerente e será: I – remetido por via postal, com Aviso de Recebimento – AR à Esplanada dos Ministérios, Bloco “F”, Térreo, CEP: 70059-902, Brasília – DF; ou II – entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego, no mesmo endereço. Art. 2º O pedido de Registro Sindical será instruído com os seguintes documentos autênticos: I – edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade, publicado com antecedência mínima de 10 (dez) dias de sua realização, prazo que será majorado para 30 (trinta) dias, quando a entidade interessada tiver base territorial interestadual ou nacional, nos seguintes veículos de comunicação impressa: (*) a) em jornal diário de grande circulação no estado ou estados abrangidos pela pretensa base territorial, e, também, se houver em jornal de circulação no município ou região da pretendida base territorial; b) no DO dos estados ou da União.

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II – ata da assembléia geral a que se refere o inciso anterior; III – cópia do estatuto social, aprovado pela assembléia geral, que deverá conter os elementos identificadores da representação pretendida, em especial: a) a categoria ou categorias representadas, nos termos do art. 511 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT; b) a base territorial. IV – recibo de depósito, em favor do Ministério do Trabalho e Emprego, relativo ao recolhimento da importância correspondente ao custo das publicações no DOU, cujo valor será indicado em portaria ministerial. Art. 3º O pedido de registro de federação e de confederação será instruído com cópias autenticadas do respectivo estatuto e das atas da assembléia de cada sindicato constituinte da federação ou do Conselho de Representantes de cada federação constituinte da confederação, das quais constarão a expressa autorização para a fundação da nova entidade e para a respectiva filiação a ela, aplicando-se, no que couber, o prescrito no artigo anterior. Art. 4º A Secretaria de Relações do Trabalho terá o prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data de protocolo do pedido, para verificar a instrução do processo e publicar o pedido de registro no DOU ou notificar o requerente, mediante AR, a cumprir e eventuais exigências. § 1º Na análise do pedido, examinar-se-á, preliminarmente, se o requerente atende, quanto à representatividade, ao disposto nos arts. 511, 534 e 535, caput, da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, conforme o caso, sob pena de arquivamento. § 2º O requerente terá o prazo de 30 (trinta) dias para cumprir a(s) exigência(s), contado da data de juntada aos autos do comprovante de entrega do Aviso de Recebimento. § 3º Decorrido o prazo de que trata o § 2º, sem que o requerente tenha cumprido a(s) exigência(s), o pedido será declarado inepto e, a seguir, arquivado.

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Art. 5º A entidade sindical de mesmo grau, cuja representatividade coincida, no todo ou em parte, com a do requerente, terá o prazo de 30 (trinta) dias para apresentar impugnação, contado da data da publicação de que trata o caput do artigo anterior. (*) § 1º A impugnação será feita mediante requerimento entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego, vedada a interposição por via postal, e será instruída com os documentos a seguir indicados: (*) a) comprovante de registro do impugnante no Ministério do Trabalho e Emprego; b) recibo de depósito, em favor do Ministério do Trabalho e Emprego, relativo ao recolhimento da importância correspondente ao custo da publicação no DOU, cujo valor será indicado em Portaria Ministerial. § 2º (revogado); (**) Art. 6º Findo o prazo a que se refere o art. 5º, a Secretaria de Relações do Trabalho terá 15 (quinze) dias para proceder ao exame de admissibilidade das impugnações apresentadas e submeter ao Ministro de Estado a proposta de decisão. Parágrafo único. O exame de admissibilidade da impugnação restringir-se-á à tempestividade do pedido, à representatividade do impugnante, nos termos do caput do art. 5º, à comprovação de seu registro no Ministério do Trabalho e Emprego e de recolhimento do valor relativo ao custo da publicação, não cabendo a este Ministério analisar ou intervir sobre a conveniência ou oportunidade do desmembramento, desfiliação, dissociação ou situações assemelhadas. (*) Art. 7º No caso de a impugnação ser conhecida, o registro não será concedido, cabendo às partes interessadas dirimir o conflito pela via consensual ou por intermédio do Poder Judiciário. Parágrafo único. Até que o Ministério do Trabalho e Emprego seja notificado do inteiro teor do acordo ou da sentença final que decidir a controvérsia, o pedido de registro ficará sobrestado.

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Art. 7º-A No caso de não ter sido interposta impugnação ao término do prazo a que se refere o art. 5º, ou quando essa não for conhecida, ou, ainda, após o recebimento da notificação a que se refere o parágrafo único do art. 7º, a Secretaria de Relações do Trabalho submeterá ao Ministro de Estado a proposta de concessão de registro. (**) Art. 8º Aplica-se o disposto nesta Portaria, no que couber, aos pedidos de modificação da representação, tais como alteração da(s) categoria(s) representada(s) ou da base territorial abrangida, desmembramento, fusão e outros. Art. 9º A Secretaria de Relações do Trabalho providenciará a publicação, no DOU, dos atos relativos a sobrestamento, arquivamento, admissibilidade de impugnação e registro, no prazo de até 30 (trinta) dias da lavratura do ato. Art. 10. Esta Portaria se aplica a todos os processos em curso neste Ministério. Art. 11. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. 1997. Art. 12. Revoga-se a Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de FRANCISCO DORNELLES

(*) Alteração na redação feita pela portaria nº 376, publicada no DOU de 24.5.00, seção I, p. 15. (**) Acréscimo ou revogação feita pela portaria nº 376, publicada no DOU de 24.5.00, seção I, p.15.

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PORTARIA Nº 376, DE 23 DE MAIO DE 2000
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO Interino, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista a Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000, RESOLVE: Art. 1º O inciso I do art. 2º da Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 2º............................................................................................ ........................................................................................................ I – edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade, publicado com antecedência mínima de 10 (dez) dias de sua realização, prazo que será majorado para 30 (trinta) dias quando a entidade interessada tiver base territorial interestadual ou nacional, nos seguintes veículos de comunicação impressa:” (NR) Art. 2º O art. 5º da Portaria nº 343, de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação, revogando-se o seu § 2º: “Art. 5º A entidade sindical de mesmo grau, cuja representatividade coincida, no todo ou em parte, com a do requerente, terá o prazo de 30 (trinta) dias para apresentar impugnação, contado da data da publicação de que trata o caput do artigo anterior.” §1º A impugnação será feita mediante requerimento, entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho e Emprego, vedada a interposição por via postal, e será instruída com os documentos a seguir indicados: ................................................................................................’(NR) §2º (Revogado)”

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Art. 3º O parágrafo único do art. 6º da Portaria nº 343, de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 6º ............................................................................................ ......................................................................................................... Parágrafo único. O exame de admissibilidade da impugnação restringir-se-á à tempestividade do pedido, à representatividade do impugnante, nos termos do caput do art. 5º, à comprovação de seu registro no Ministério do Trabalho e Emprego e de recolhimento do valor relativo ao custo da publicação, não cabendo a este Ministério analisar ou intervir sobre a conveniência ou a oportunidade do desmembramento, desfiliação, dissociação ou situações assemelhadas.” (NR) (Fls. 02 da Portaria nº 376, de 23 de maio 2000) Art. 3º A Portaria nº 343, de 2000, passa a vigorar acrescido do seguinte artigo: “Art. 7º-A No caso de não ter sido interposta impugnação ao término do prazo a que se refere o art. 5º, ou quando essa não for conhecida, ou, ainda, após o recebimento da notificação a que se refere o parágrafo único do art. 7º, a Secretaria de Relações do Trabalho submeterá ao Ministro de Estado a proposta de concessão de registro.” (NR) Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PAULO JOBIM FILHO

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PORTARIA Nº 375, DE 23 DE MAIO DE 2000
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO INTERINO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista a Portaria Ministerial nº 343 de 4 de maio de 2000, RESOLVE: Art. 1º Fixar os valores relativos ao custo das publicações de que tratam o art. 2º, IV, art. 5º § 1º e art. 9º da Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000, na seguinte forma: I – em R$118,24 (cento e dezoito reais e vinte e quatro centavos), referentes à publicação do pedido de registro, que equivalerá a 8 (oito) espaços do gabarito da Imprensa Nacional; II – em R$59,12 (cinqüenta e nove reais e doze centavos), referentes à publicação de cada impugnação, que equivalerá a 4 (quatro) espaços do gabarito da Imprensa Nacional. III – em R$59,12 (cinqüenta e nove reais e doze centavos), referentes à publicação da concessão do registro, que equivalerá a 4 (quatro) espaços do gabarito da Imprensa Nacional. Parágrafo único. Os depósitos serão feitos em favor da Coordenação-Geral de Logística e Administração – CGLA/MTE, conta corrente nº 170500-8, Agência nº 3602-1, do Banco do Brasil, identificados sob o código-dv/finalidade nº 38001800001001-4. Art. 3º Esta Portaria se aplica a todos os processos em curso neste Ministério, referentes a pedidos de Registro Sindical. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º Revoga-se a Portaria nº 570, de 17 de julho de 1997. PAULO JOBIM FILHO

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PORTARIA Nº 310, DE 5 DE ABRIL DE 2001
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, e tendo em vista o disposto na Portaria/MTE n º 343, de 4 de maio de 2000, RESOLVE: Art. 1º Delegar competência ao Secretário-Executivo para decidir os pedidos de Registro Sindical, nos termos do art. 6º da Portaria MTE n º 343, de 4 de maio de 2000. Art. 2º Delegar competência ao Secretário de Relações do Trabalho para decidir as questões relativas a arquivamento, admissibilidade de impugnação e sobrestamento de pedido de Registro Sindical, nos termos da Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000. Art. 3º Convalidar todos os atos referentes ao Registro Sindical praticados pelo Secretário-Executivo ou por quem o tenha substituído no período compreendido entre 11 de agosto de 2000 e a publicação desta Portaria. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5º Revogam-se as Portarias nos 349, de 11 de maio de 2000, e 611, de 10 de agosto de 2000. FRANCISCO DORNELLES

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PORTARIA Nº 01, DE 3 DE MAIO DE 2001
O SECRETÁRIO DAS RELAÇÕES DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere a Portaria nº 765, de 11 de outubro de 2000, RESOLVE: Art. 1º Aprovar o novo modelo de Certidão de Registro Sindical, na forma do anexo I. (*) Art. 2º Estabelecer a validade de 2(dois) anos para a referida Certidão, devendo a mesma ser renovada findo este prazo. Art. 3º A entidade sindical, antes de 5 de outubro de 1988, permanece com a sua representação atestada por meio de carta sindical expedida à época. Art. 4º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MURILO DUARTE DE OLIVEIRA

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PORTARIA Nº 896, DE 14 DE JULHO DE 1993
Dispõe sobre o fornecimento do Código de Entidade Sindical para fins de arrecadação e distribuição da contribuição sindical, prevista na Consolidação das Leis de Trabalho – CLT. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 913 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovado pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, considerando que a Constituição Federal proibiu a interferência e a intervenção do Estado na organização sindical, e atribuiu aos trabalhadores e empregadores interessados a competência para definir o âmbito da representação da categoria e a respectiva base territorial (art. 8º, incisos I e II); considerando que, em fase deste preceito constitucional, cessou a competência do Ministério do Trabalho para reconhecer entidades sindicais e proceder ao respectivo enquadramento, razão pela qual foi extinta a Comissão de Enquadramento Sindical; considerando que a Caixa Econômica Federal continua sendo o órgão que mantém o controle operacional de arrecadação e distribuição da contribuição sindical, de acordo com os arts. 586, 588 e 589 da Consolidação das Leis do Trabalho, RESOLVE: Art. 1º O Ministério do Trabalho informará à Caixa Econômica Federal, nos 60 (sessenta) dias posteriores à publicação do despacho de inclusão no Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB, a relação das entidades não impugnadas, para que sejam a estas fornecidos os respectivos códigos de arrecadação da contribuição sindical. Parágrafo único. A Caixa Econômica Federal estruturará o código da entidade sindical e o informará à parte interessada.

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Art. 2º Os conflitos intersindicais que surgirem, relativos à contribuição sindical, serão dirimidos pelos interessados, por via consensual ou judicial. Art. 3º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, revogando-se os itens 5, 6, 7 e 8, da Portaria nº 3.504, de 29 de dezembro de 1978. WALTER BARELLI

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LEGISLAÇÃO ANTERIOR EM ORDEM CRONOLÓGICA
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 05, DE 15 DE FEVEREIRO DE 1990
(Revogada expressamente pela Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990) Dispõe sobre o registro de entidades sindicais. A MINISTRA DE ESTADO DO TRABALHO, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pelo art. 87, II da Constituição Federal, considerando dar cumprimento à decisão no Mandado de Segurança nº 29/DF do Egrégio Superior Tribunal de Justiça sobre registro de entidades sindicais que determinou ao Ministro do Trabalho: “que examine o pedido de registro dos sindicatos que lhe forem submetidos e, à vista dos elementos apresentados, defira-os ou indefira-os, com vistas ao controle do atendimento do disposto no art. 8º inciso II da Constituição Federal”, fica determinado o processamento dos pedidos das entidades sindicais para efeito do registro previsto no art. 8º inciso I da Carta Magna e, para tanto, RESOLVE: I – o pedido de registro será instruído com: a) requerimento dirigido à Ministra do Trabalho, especificando se a entidade já obteve registro em cartório e código junto à Caixa Econômica Federal para efeito do recolhimento da contribuição sindical; b) ata da assembléia de constituição; c) cópia dos estatutos;

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d) declaração do requerente para o efeito do disposto no art. 8º inciso II da Constituição Federal indicando a base territorial que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados. II – o pedido deverá esclarecer se se trata de criação de sindicato novo ou, nos termos previstos na CLT art. 571, de desdobramento, de descentralização de categorias, de criação de categorias diferenciadas previstas no art. 511, § 3º da CLT, ou de categorias de empresas industriais do tipo artesanal de acordo com o art. 574 do mesmo diploma legal; III – faculta-se aos sindicatos, que após a Constituição Federal de 1988 se constituíram por meio de registro em Cartório de Pessoas Jurídicas ou Cartório de Títulos e Documentos, apresentarem seus pedidos para efeito de convalidação, que serão processados nos termos desta Instrução; IV – os pedidos de registro de entidade sindical protocolizados no Ministério do Trabalho, ou nos seus órgãos regionais, deverão ser processados de acordo com esta Instrução Normativa; V – sendo atribuição da Ministra do Trabalho tão-somente a concessão do registro de entidades sindicais em caráter provisório, até que lei disponha de outra forma, as controvérsias surgidas desse ato devem ser dirimidas entre os diretamente interessados pelo Poder Judiciário. DOROTHEA WERNECK

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 09, DE 21 DE MARÇO DE 1990
(Revogada expressamente pela Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991) O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 87, inciso II, da Constituição Federal, considerando a falta de regulamentação legal para efetuar o registro de que fala o art. 8º inciso I da Constituição Federal, bem como a ausência de expressa competência legal do Ministério do Trabalho e da Previdência Social, criado pela Medida Provisória nº 150 de 15 de março de 1990; considerando a extinção do cargo de Ministro do Trabalho, conforme art. 25 da Medida Provisória nº 150/90, RESOLVE: I – é criado, em caráter provisório, o Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras, no Ministério do Trabalho e da Previdência Social, vinculado à Secretaria Nacional do Trabalho; II – o pedido de arquivo deverá ser dirigido ao Ministro de Estado do Trabalho e da Previdência Social mediante requerimento, competindo à entidade requerente satisfazer os requisitos constitucionais, especialmente: a) apresentação de ata da assembléia de constituição; b) cópia dos estatutos; c) declaração do requerente para efeito do disposto no art. 8º, inciso II, da Constituição Federal, indicando a base territorial que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados; d) esclarecimento se se trata de criação de Sindicato novo ou, nos termos previstos pela CLT art. 571, de desdobramento, de

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descentralização de categorias, de criação de categorias diferenciadas previstas no art. 511 § 3º da CLT, ou de categorias de empresas industriais do tipo artesanal, de acordo com o art. 574 do mesmo diploma legal; e) apresentação de Certidão do Registro da criação da Entidade, passada por Cartório; f) apresentação, se houver, do código junto à Caixa Econômica Federal. III – a partir da publicação no DOU dos pedidos de arquivamento de entidades sindicais, terão os terceiros interessados o prazo de 7(sete) dias para apresentarem impugnação perante a Secretaria Nacional do Trabalho/ MTPS; IV – ficam submetidos a esta Instrução Normativa todos os registros expedidos pelo Ministério do Trabalho sob a égide da Instrução Normativa ora revogada; V – para fins de adequação dos registros realizados sob o comando da Instrução Normativa nº 05/90, a publicação da relação anexa ( publicada do DOU do dia 22 de março de 1990, Seção I, pág. 5.857) abre prazo, conforme disposto no item III, para a impugnação; VI – as controvérsias surgidas pela ocorrência de impugnação devem ser dirimidas entre os diretamente interessados pelo Poder Judiciário; VII – na ocorrência de impugnação, os autos do pedido serão entregues ao requerente, independentemente de translado, e cópias aos impugnantes; VIII – esta Instrução Normativa entra em vigor nesta data, revogando a Instrução Normativa nº 05, de 15 de fevereiro de 1990. ANTÔNIO MAGRI

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 27 DE AGOSTO DE 1991
(Alterada pela instrução Normativa nº 02, de 1º de setembro de 1992) Dispõe sobre o Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, considerando que a Constituição Federal/88 proíbe a interferência e a intervenção do Estado na organização sindical, mas ressalva que as entidades sindicais devem ser registradas no órgão competente, o qual não foi ainda definido por lei; considerando que o egrégio Superior Tribunal de Justiça por jurisprudência predominante vem decidindo que não pode o Poder Público estabelecer condições ou restrições para a criação de associação sindical e que, na ausência de lei complementar, o registro competente é o das pessoas jurídicas (MS 189-DF, MS 362-DF e MS 435-DF, dentre outros); considerando, ainda, que o egrégio Superior Tribunal de Justiça fixou jurisprudência no sentido de que o depósito de atos constitutivos de associações sindicais, no Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras -AESB, deste Ministério, não tem caráter autorizativo de funcionamento, nem significa interferência vedada na Constituição, e que, havendo impugnação de terceiros interessados, deverão as partes dirimir a controvérsia em juízo (MS 362-DF, MS 448-DF, MS 457-DF, MS 458-DF, MS 474-DF e outros); considerando que, pela Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990, foi criado neste Ministério, em caráter provisório, com fina-

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lidade meramente cadastral, o Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB, até que a lei viesse a regulamentar a matéria e estabelecer em definitivo o procedimento para constituição desses órgãos representativos; considerando, finalmente, a necessidade de esclarecer e de aperfeiçoar o processamento dos pedidos de arquivamento e impugnação de entidades sindicais no AESB, RESOLVE: Art. 1º A entidade sindical interessada em ser incluída no Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB deverá dirigir requerimento neste sentido ao Ministro de Estado do Trabalho e da Previdência Social, indicando a categoria que pretenda representar e os municípios que comporão sua respectiva base territorial. Art. 2º O requerimento será instruído com os seguintes documentos autênticos, sob pena de indeferimento: a) edital de convocação da categoria para a criação da entidade sindical ou a alteração de seu estatuto social, publicado em jornal de circulação na base territorial; b) ata da assembléia geral que aprovou a fundação da entidade sindical ou a alteração de seu estatuto social; c) estatuto social; d) comprovante fornecido pelo respectivo cartório de que o estatuto social ou sua alteração foram inscritos no Registro Civil de Pessoas Jurídicas. Art. 3º Após instruído com os documentos autênticos referidos no art. 2º, o requerimento deverá ser: a) remetido por via postal ao endereço Esplanada dos Ministérios, Bloco F, CEP 70.040 – Brasília/DF; ou b) protocolizado no Protocolo Geral deste Ministério, no mesmo endereço.

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Art. 4º Após verificada a perfeita instrução do processo, o Secretário Nacional do Trabalho determinará a inclusão da entidade requerente no AESB, mediante despacho publicado no DOU. Parágrafo único. A inclusão de entidade sindical no AESB não constitui ato concessivo de personalidade jurídica, ou de caráter homologatório, nem se destina a conferir ao requerente legitimidade para representar a categoria. É ato meramente cadastral, para o fim de tornar pública a existência da entidade e servir como fonte unificada de dados a que os interessados poderão recorrer como elemento documental para dirimir suas controvérsias, por si mesmas ou junto ao Poder Judiciário. Art. 5º. A entidade sindical, cuja categoria e base territorial sejam coincidentes com as de entidade sindical incluída no AESB, poderá impugnar o arquivamento desta, no prazo de 7 (sete) dias, a contar da data da publicação no DOU do despacho a que se refere o artigo anterior. § 1º A impugnação poderá ser feita mediante requerimento ao Ministro de Estado do Trabalho e da Previdência Social, veiculado por um dos seguintes meios: a) fac-símile (0xx61) 226-1456, telex (0xx61) 1504 ou telegrama, desde que contenham firma reconhecida e esta circunstância seja reproduzida na transmissão do documento; b) remetido por via postal ao endereço Esplanada dos Ministérios, Bloco F, CEP 70.040 – Brasília – DF; ou c) protocolizado no Protocolo Geral deste Ministério, no mesmo endereço. § 2º A tempestividade da impugnação será verificada pela data de recebimento do fac-símile, do telex ou telegrama, pela data da postagem ou da protocolização do requerimento. § 3º A contagem do prazo referido no art. 5º será feita como previsto no art. 125 do Código Civil, excluindo o dia da publicação e incluindo o dia do vencimento. Se este cair em dia feriado, considerar-se-á prorrogado o prazo até o primeiro dia útil que se seguir.

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Art. 6º O Secretário Nacional do Trabalho, observadas as condições mencionadas no artigo anterior, por despacho publicado no DOU, dará a conhecer a impugnação para que as partes interessadas tomem conhecimento do conflito de interesses e procurem dirimi-lo pela via consensual ou por intermédio do Poder Judiciário. § 1º As entidades sindicais em litígio serão mantidas no AESB até que a Secretaria Nacional do Trabalho seja notificada do inteiro teor do acordo ou da sentença final que decidir a controvérsia. § 2º A Secretaria Nacional do Trabalho determinará a averbação do acordo ou sentença no AESB, para que produza os devidos efeitos. Art. 7º Esta Instrução Normativa se aplicará a todos os processos em curso neste Ministério. Art. 8º Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data da sua publicação, revogando-se a Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990. ANTÔNIO MAGRI

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 1º DE SETEMBRO DE 1992
(Revogada tacitamente pela Instrução Normativa nº 03, de 10 de agosto de 1994) Altera a Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991, que dispõe sobre o Arquivo de Entidades Sindicais Brasileiras – AESB. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E DA ADMINISTRAÇÃO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, considerando que a Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991, estabeleceu no art. 2º, letra “a”), que o requerimento para inclusão no AESB deve ser instruído com “o edital de convocação da categoria para a criação da entidade sindical ou a alteração de seu estatuto social, publicado em jornal de circulação na base territorial”; considerando que em inúmeros municípios do País não há edição de jornal, de modo que os interessados possam cumprir a exigência prevista no art. 2º, letra “a”), da mencionada Instrução Normativa; considerando, finalmente, a necessidade de aperfeiçoar o processamento dos pedidos de arquivamento no AESB, RESOLVE: Art. 1º É acrescentado ao art. 2º, da Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991, o seguinte parágrafo único: “Art. 2º ........................................................................................... a) .................................................................................................... Parágrafo único. Excepcionalmente, a publicação do edital de convocação da categoria, previsto na letra “a” deste artigo, poderá ser

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substituída pela afixação do mesmo nos principais órgãos públicos de cada município abrangido pela representação territorial da entidade sindical, desde que não exista órgão local de imprensa.” Art. 2º Esta Instrução Normativa entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. JOÃO MELLÃO NETO

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03, DE 10 DE AGOSTO DE 1994
(Revogada expressamente pela Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997) Dispõe sobre Registro Sindical. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, no exercício da competência prevista no art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição Federal, e para dar integral cumprimento ao Acórdão prolatado pelo Superior Tribunal de Justiça, no Mandado de Segurança nº 29-DF. Considerando que o sindicalismo brasileiro, ao longo do último meio século de história mais expressiva, apresenta 5 (cinco) constantes que indicam seus pontos fundamentais de definição de perfil: a unicidade, enquadramento, a base territorial, o registro e o sistema confederativo que, acolhidos pela legislação, compõem realidade extensa e intensamente praticada. Com menção expressa desde a Constituição de 1934 e com rumo que pouco se alterou a partir do início dos anos 40, passando pela democrática Lei Magna de 1946 e pelos dois documentos constitucionais do regime militar – 1967 e 1969 – o sindicalismo ganhou significativo espaço na Lex Legum de 1988. Nesta, aqueles pilares tiveram menção e até conceito, ganhando ênfase só alcançada na lei ordinária. A unicidade, pelos cuidados e pela exaustiva amplitude do conceito, evidencia que é o centro em torno do qual gravitam os demais pontos de amarração que, com propriedade, podem ser chamados pontos cardeais. Não fora ela, os demais poderiam ser convenientes ou aconselháveis, mas perderiam a condição de indispensáveis. Para que a unicidade, na extensão definida, possa ser eficiente, o enquadramento, a base territorial, o registro e o sistema confederativo apresentam-se como exigências necessárias.

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Considerando que a unicidade tem, pelas mãos do conceito constitucional (art. 8º, II), tudo que precisa para transitar da hipótese da norma ao concreto da realidade, e que a definitio legis salta da Lei Suprema pronta e acabada para reger a vida sindical. À conta do amplo conceito que a entroniza constitucionalmente, a unicidade está bem armada para desempenhar sua função na vida do sindicalismo. As controvérsias que qualificaram as discussões na Assembléia Nacional Constituinte desapareceram com a vitória lastreada no texto do inciso II, do art. 8º. Contudo, o registro e seus consectários – enquadramento e base territorial – tornaram-se objeto de controvérsias. Daí resultou não a paralisação que seria de se esperar, mas autêntica corrida à criação e registro de sindicatos cartorários. E a unicidade passou inegavelmente a ser agredida. Considerando que todo sindicato é associação, mas que nem toda associação é sindicato e que essa distinção é fundamental para o trabalho de esclarecimento capaz de afastar confusão responsável por danos irreparáveis ao sindicalismo. A Constituição atual, seguindo as anteriores, distingue e distancia a associação civil da sindical. No Capítulo I, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos, reserva os incisos XVII a XXI, do art. 5º, à disciplina das associações civis. Das associações sindicais cuida, detida e detalhadamente, no art. 8º, dentro do Capítulo II, que dispõe sobre os direitos sociais. Considerando que onde a lei distingue, especialmente a Constituição, é de rigor a sucumbência interpretativa. A distinção não é de graça, nem foi plantada inconseqüentemente. Resulta da natureza das coisas, esse imperativo sobre o qual foi edificado o direito natural, onde, com tanto brilho, pontifica São Thomaz de Aquino. A sindical é a mais espontânea das associações. Por isso, as leis mais modernas garantem-lhe tratamento especial recheado de privilégios: receita, quando não compulsória, cercada de garantias; representação ex

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lege da categoria, com abrangência sobre direitos e interesses, individuais e coletivos; direito – poder de participar nas negociações coletivas de trabalho; garantia de estabilidade aos membros de sua diretoria, desde a candidatura; zoneamento para ocupação do território, com garantia de monopólio da representação por precedência. Para ter tudo que a Constituição lhe outorga e a legislação lhe assegura, inclusive privilégio de nome ou designação (CLT, arts. 561 e 562), o mínimo que se lhe poderia exigir seria registro especial, distinto do regime aberto e simplesmente formal da associação civil. A verdadeira igualdade consiste no tratamento desigual aos desiguais. Considerando que para reduzir ao mínimo as indispensáveis limitações que o Estado Democrático de Direito impõe, inclusive à liberdade sindical, o inciso I do art. 8º, após vedar, à própria lei, dispor sobre a fundação de sindicato, faz ressalva quanto ao registro. No jogo redacional exigido para bem conceituar o que pode no interior do que não pode, a Lei Suprema acabou enevoando o que teria que ser transparência cristalina. Em cima da cláusula “ressalvado o registro no órgão competente”, estabeleceram-se arenas doutrinárias e jurisprudenciais, com debates, discussões e discórdias que, muitas vezes, lembram fogueiras de mais calor do que luz. A incandescência foi tão grande que instaurou, em órgãos do Judiciário, gigantesco conflito positivo de jurisdição. O Poder Legislativo tentou regulamentação que morreu pouco adiante do nascedouro, ensarilhando armas diante das pressões multilaterais, que acabaram mais freio do que motor. Considerando que este Ministério, mesmo obrigado à resposta clara e limpa apta a dar integral cumprimento ao Acórdão prolatado no Mandado de Segurança nº 29-DF, do Superior Tribunal de Justiça, preferiu ficar aquém do mínimo indispensável com as Instruções Normativas que, após várias alterações, estão consolidadas no texto da vigente nº 01, de 27 de agosto de 1991.

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A indecisão, que sempre se agrava com a meia-decisão, vem jogando para o futuro herança cada vez menos suportável, dado que o quadro da vida sindical deteriora-se progressivamente. As divergências doutrinárias, com discussões que se renovam, devem ter limites curtos na área do Executivo, um poder caracterizado pela ação que se exerce sobre o concreto. Considerando que já está ultrapassada a hora undécima para resolver o problema, e a relativa pacificação jurisprudencial constitui base suficiente para o Ministério compor solução, a esta chegamos através da fórmula expressa nesta Instrução, decidindo e adotando a solução que deveria ter sido a resposta do Ministério ao Acórdão prolatado no MS 29-DF. De qualquer modo, o atraso ainda pode ter contabilização positiva, pois o enriquecimento cultural permitido pela evolução doutrinária e jurisprudencial facilita equacionar a fórmula resolutiva e autoriza afiançá-la legal e legítima. Evidenciadas as notórias diferenças que distinguem e até extremam as associações civis e sindicais, a conclusão inevitável é a de que o registro delas não deve ser o mesmo. Até para a pessoa natural, cuja existência é tutelada antes do próprio nascimento, o registro constitui condição sine qua non do ser em estar. Considerando que é da essência essencialíssima da pessoa jurídica o registro como condição existencial, com todos os atributos que a qualificam e identificam, desde a associação filantrópica até a sociedade anônima. Para a entidade sindical, o registro tem toda a importância que o caracteriza em termos gerais, computados acréscimos significativos: é que o registro pressupõe unicidade com seus consectários, representação, base territorial e localização no sistema confederativo. O sindicato nasce para representar categoria preexistente e inorganizada em determinada área territorial, armado de poderes para fixar e receber contribuições.

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Considerando que somente o non senso exacerbado permitiria aceitar que o simples registro formal no Registro de Pessoas Jurídicas Civis ou, no ainda mais impróprio Registro de Títulos e Documentos, pudesse ser a certidão de nascimento da entidade sindical dotada de todos os atributos que a distinguem, qualificam e identificam como expressão de pessoa jurídica sindical. Embora toda promiscuidade seja desgraça, ou promessa de o ser, mal exponenciado seria o que metesse no mesmo saco, pela origem do registro, sindicatos e associações civis. Considerando que a solução consubstanciada nesta Instrução tem assentamento básico em julgados que se multiplicam nos Tribunais Superiores, com ênfase para o guardião da Lei Maior, o Supremo Tribunal Federal. No Superior Tribunal de Justiça que, inclusive, detém precedência cronológica, o Acórdão prolatado no Mandado de Segurança nº 29DF, relator Ministro Miguel Ferrante, instaurou o problema que ainda corre atrás de solução satisfatória. Considerando que a citada decisão, depois de referir-se à “persistência, no campo da legislação de regência, das regras legais anteriores que não discrepam da nova realidade constitucional, antes dão-lhe embasamento e operatividade”, proclama a “atribuição residual do Ministério do Trabalho para promover o Registro Sindical, enquanto lei ordinária não vier dispor de outra forma”, com atuação restrita, no caso, à verificação da observância ou não da ressalva constitucional que veda a existência de organização sindical da mesma categoria profissional em idêntica base territorial”. Para responder, sem corresponder, à determinação de cumprimento da ordem judicial, daí resultante, o Ministério do Trabalho, ainda muito envolvido e bastante dominado pelo sentimento emocional de que a liberdade sindical não admitiria qualquer embaraço, baixou a Instrução Normativa nº 05, de 15 de fevereiro de 1990, logo substituída pela Instrução Normativa nº 09, de 21 de março de 1990, e depois pela Instrução Normativa nº 01, de 27de agosto de 1991. O Arquivo das Entidades

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Sindicais Brasileiras, simples arquivo à altura semântica da palavra, destituído de qualquer efeito ou eficácia no orbe jurídico, ao invés de resolver o problema, agrava-o. Enquanto isso, a jurisprudência, que se desenvolve à jusante daquele Acórdão do Superior Tribunal de Justiça, ganha corpo e vai tomando conta da consciência jurídica do País, com reflexo decisivo na doutrina. O Arquivo Sindical, que só nasceu arquivo para prevenir a reação que o registro poderia trazer, já exibe todos os sinais de incapacidade para preservar o princípio constitucional da unicidade sindical. Considerando que no Superior Tribunal de Justiça outros julgados engrossaram a tese sustentada no MS nº 29-DF. Considerando que a jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho evoluiu no mesmo sentido e que a tese que a expressa está exposta no nosso voto proferido no RO-DC-7774/90.7 – Ac.SDC-502/91, cujos trechos básicos vamos transcrever adiante: “A Constituição vigente não autorizou a criação arbitrária e aleatória de sindicatos. É opinião geralmente aceita que, enquanto não for promulgada lei ordinária (Const. Federal, art. 8º, I, ab initio), prevalece o entendimento de que tem aplicação a teoria da recepção, segundo a qual os dispositivos da legislação anterior à edição da Carta Magna permanecem em vigor naquilo que não colidem com ela. Dá-se, assim, uma novação, o que significa que as normas ordinárias são recepcionadas pela nova ordem constitucional e submetidas a seu novo fundamento de validade (Cf. Celso Ribeiro Bastos, in Comentários à Constituição do Brasil, Vol. 1, São Paulo, 1988, pág. 367). Isto quer dizer que o Título V, da CLT (Da Organização Sindical) mantém-se vigente naqueles dispositivos que não contrariam o art. 8º, da nova Lei Maior. Neste ponto, parece-me oportuno tecer alguns comentários sobre o problema do registro dos sindicatos no órgão competente: a) desaparecendo o reconhecimento, o sindicato passa a existir legalmente após o registro dos estatutos no órgão próprio. Isto significa que o art. 520 consolidado está parcialmente revogado,

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quer quanto à carga de reconhecimento assinada pelo Ministro do Trabalho, quer no que tange à existência da associação profissional como etapa prévia à criação do sindicato, mas permanece vigente no que pertine à necessidade de conferirse ao sindicato uma base territorial específica; b) todavia, à falta de lei ordinária, onde registrar-se o sindicato? A resposta deve levar em conta a natureza do sindicato, que não se enquadraria entre as associações civis e, muito menos, entre as sociedades comerciais, constituindo-se numa associação específica. Ademais, o sindicato é extremamente complexo. Cada categoria, ou conjunto de categorias conexas ou similares, pode ter o seu sindicato e se não houver mapeamento prévio das atividades ou categorias e das bases territoriais, os sindicatos de maior representatividade irão prevalecer sobre os mais fracos; c) os registros de pessoas jurídicas, civis ou comerciais não estão preparados para o Registro Sindical. Não estão, nem devem estar. O legislador constituinte, aliás, teve consciência disso, tanto que endereçou o registro a órgão competente, sem determiná-lo; d) órgão competente melhor aparelhado é, sem dúvida, o Ministério do Trabalho e da Previdência Social. Considerando que a decisão mais abrangente dentro da jurisprudência vitoriosa é a do Supremo Tribunal Federal – Tribunal Pleno – no Mandado de Injunção nº 1448-SP – Relator Ministro Sepúlveda Pertence, cuja ementa, em sua segunda parte, estabelece: “– Liberdade e unicidade sindical e competência para o registro de entidades sindicais (CF, art. 8º, I e II); recepção, em termos, da competência do Ministério do Trabalho, sem prejuízo da possibilidade de a lei vir a criar regime diverso. 1. O que é inerente à nova concepção constitucional positiva de liberdade sindical é, não a inexistência do registro público – o que é reclamado, no sistema brasileiro, para o aperfeiçoamento

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da constituição de toda e qualquer pessoa jurídica de direito privado –, mas, a teor do art. 8º, I, do texto fundamental, ‘que a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato’: o decisivo, para que se resguardem as liberdades constitucionais de associação civil ou de associação sindical, é, pois, que se trate efetivamente de simples registro – ato vinculado, subordinado apenas à verificação dos pressupostos legais -, e não de autorização ou de reconhecimento discricionários. 2. A diferença entre o novo sistema, de simples registro, em relação ao antigo, de outorga discricionária do reconhecimento sindical não resulta de caber o registro dos sindicatos ao Ministério do Trabalho ou a outro ofício de registro público. 3. Ao registro das entidades sindicais inere a função de garantia da imposição de unicidade – esta, sim, a mais importante das limitações constitucionais ao princípio da liberdade sindical. 4. A função de salvaguarda da unicidade sindical induz a sediar, ‘si et in quantum’, a competência para o registro das entidades sindicais no Ministério do Trabalho, detentor do acervo das informações imprescindíveis ao seu desempenho. 5. O temor compreensível – subjacente à manifestação dos que se opõem à solução –, de que o hábito vicioso dos tempos passados tenda a persistir, na tentativa, consciente ou não, de fazer da competência para o ato formal e vinculado do registro, pretexto para a sobrevivência do controle ministerial asfixiante sobre a organização sindical, que a Constituição quer proscrever – enquanto não optar o legislador por disciplina nova do Registro Sindical –, há de ser obviado pelo controle jurisdicional de ilegalidade e do abuso de poder, incluída a omissão ou o retardamento indevidos da autoridade competente.” Considerando que o Ministro Relator, em exaustivo trabalho, vasculhou doutrina e jurisprudência, compondo voto de muita lucidez, cujas passagens de maior interesse para o tema é imperativo transcrever:

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“33. Mas – aqui, o ponto essencial –, depender a aquisição da personalidade jurídica de um sindicato de um registro público, ou seja, estatal, nem traduz exigência de autorização do Estado para sua fundação, nem afronta, por si só, de qualquer modo, a liberdade de associação sindical, assim como jamais se entendeu que afetasse a liberdade de associação civil, também assegurada pela Constituição.” “35. Autorização e registro são institutos inconfundíveis. O decisivo, para que se resguardem as liberdades constitucionais de associação civil ou de associação sindical, é, pois, que se trate efetivamente de simples registro – ato vinculado, subordinado apenas à verificação de pressupostos legais -, e não de autorização ou de reconhecimento discricionários. 36. Aí é que verdadeiramente se situa a inovação substancial e libertadora do novo sistema, de simples registro, em relação ao antigo, de outorga discricionária do reconhecimento, instrumentalizado na carta sindical: essa diferença, contudo, não resulta de caber ao Ministério do Trabalho ou ao registro civil a competência para registrar sindicatos.” “43. Essa função de garantia da unicidade sindical que, a meu ver, inere à competência para o registro da constituição das entidades sindicais, é que se induz a sediar essa última, si e in quantum, no Ministério do Trabalho e não no Registro Civil comum. 44. É patente, com efeito, que a incumbência de garantia da unicidade sindical supera, prática e juridicamente, as forças do ofício do registro civil de pessoas jurídicas: se a lei futura decidir cometer-lhe a tarefa, a fim de exorcizar a lembrança dos tempos de manipulação do movimento sindical pelo Ministério do Trabalho, não bastará transferir-lhe nominalmente a competência, mas será necessário dotá-la, não apenas do instrumental de informações sobre o quadro sindical preexistente, mas também de poderes para solver, em sede administrativa, eventuais conflitos, dos quais, hoje, não municia a Lei de Registros Públicos.

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45. Daí se extrai, a meu ver, a opção, nos quadros da ordem préconstitucional, pela recepção, sob a Constituição nova, da competência legal do Ministério do Trabalho para o registro de entidades sindicais. 46. Detentor do cadastro geral das organizações sindicais já constituídas, o Ministério do Trabalho dispõe, assim, do instrumental de informações imprescindíveis ao registro, que pressupõe, como visto, a salvaguarda do princípio da unicidade.” “51. Não importa que, para que se tornem aplicáveis sob a nova ordem fundamental, os preceitos da CLT, pertinentes ao Registro Sindical, hajam de sofrer, além da eventual ablação dos textos com ela incompatíveis, reinterpretação adequadora à Constituição (Xavier de Albuquerque, ob. cit., “LTr” 53-11/1275). O direito ordinário pré-constitucional, como observa Jorge Miranda (Manual de Direito Constitucional, 1983, II/243), é recriado ou novado pela superveniência de uma nova Constituição, que tem ‘de o penetrar, de o impregnar dos seus valores, de o modular e, se necessário, de o transformar’. A reinterpretação adequadora à nova Constituição é condição necessária da recepção de todo o direito ordinário pré-constitucional, que, com ela, se possa compatibilizar, a qual, de sua vez, é um imperativo da continuidade da ordem jurídica, malgrado as mutações constitucionais.” “57. O problema de identificar o ‘órgão competente’ para o registro dos sindicatos não é de hierarquia constitucional: se hoje estou em que se há de recorrer ao direito preexistente, é porque não há lei sindical posterior à Constituição e quiçá de melhor inspiração. 58. Penso mesmo que a lei futura, com proveito para a democratização e a autonomia do sistema sindical, pode e deve avançar no sentido de confiar à autogestão das entidades que o compõem, tudo quanto for possível delegar-lhes no registro, no controle da unicidade e na solução de eventuais conflitos. 59. São passos, no entanto, que só o legislador pode dar. Até que os dê, a recepção do direito pré-constitucional, adequável e ade-

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quado à ordem nova, é a solução jurídica, no ordenamento jurídico vigente, que viabiliza o exercício da liberdade sindical.” Considerando que embora mais fácil e rápido teria sido sintetizar o douto julgado, impusemo-nos a obrigação de transcrever suas passagens mais significativas por várias razões. A primeira é de homenagem a quem compõe tanto, tão bem e com tanta correção, jurídica e literal. Ademais, a versão para a síntese, em trabalhos desse porte, corre risco maior do traduttore tradittore. De outro lado, ninguém diria melhor do que está dito como expressão – síntese da doutrina sobre a matéria. Finalmente, nos termos em que está colocado, o voto evidencia, com riqueza inigualável, a inadimplência ministerial que vem respondendo com menos o que pode e deve atender com mais. Do mais recente julgado que rege o tema (Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 831-5-DF-Supremo Tribunal Federal – Pleno – Relator Ministro Marco Aurélio), o longo e erudito voto do Ministro Celso de Mello, com esclarecimentos de inestimável valia, reclama a transcrição das considerações mais incisivas: “Sem o registro no órgão estatal competente – que ainda continua a ser o Ministério do Trabalho (grifo nosso), circunstância esta que confere maior efetividade ao princípio da unicidade sindical, posto que permite a um órgão estatal tecnicamente aparelhado a possibilidade de realizar fiscalização mais intensa sobre a integridade desse postulado fundamental da organização sindical –, torna-se inviável a aquisição, pelo interessado, da personalidade jurídica de natureza sindical. Sem a integral realização desse procedimento – que não se confunde com a vedada e proscrita tutela estatal para efeito de fundação de Sindicato –, a entidade, ainda que registrada no Registro Civil das Pessoas Jurídicas, não terá caráter sindical, desvestindo-se de qualquer validade, para esse específico efeito de direito, a concretização do registro meramente civil.” Considerando que, em síntese e na essência, o respaldo que garante sustentação jurídica ao registro do sindicato no Ministério do

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Trabalho reside no consenso que se forma e se firma de que a CLT em inúmeros de seus preceitos que dispõem sobre a organização sindical, especialmente art. 558, foi recepcionada pela Constituição. A tese finca raízes na doutrina da permanência ou da continuidade do direito à “recepção”. Considerando que a nova ordem jurídica, mesmo quando instalada por força da revolução, não passa sobre o direito existente como tufão que não deixa pedra sobre pedra. Inclusive porque o direito, na parte sustentada pela tradição, hábitos e costumes, tem, não raro, mais força do que o direito legislado. Considerando que os estudiosos, na busca de argumentos para viabilizar a tese da recepção, chegam a convocar a hermenêutica da reinterpretação das normas existentes, de modo a redescobrir ou reinventar ângulos reveladores da compatibilidade com as inovações constitucionais. Tanto esforço não é preciso, inclusive por dar a impressão aos menos avisados de que se trataria de autêntica ressurreição. No clássico “The Interpretation of Statutes”, de Peter Benson Maxwell, cuja primeira edição é de 1875, Chapter IX – “Exceptional Construction, Section 5 – Modification of the language to meet the intention”, encontra-se a seguinte primorosa lição do que poderíamos designar a mais moderna receita de hermenêutica construtiva: “Onde a linguagem do estatuto, no significado ordinário da construção gramatical, conduz a manifesta contradição com o aparente propósito do ato, ou a alguma inconveniência, absurdo ou injustiça, presumivelmente não pretendidos, construção interpretativa pode ser feita para modificar o significado não usual a determinadas palavras, alterando sua colocação, rejeitando-as conjuntamente, ou interpolando outras palavras, sob a influência de irresistível convicção de que o legislador não poderia ter pretendido o que as palavras significam, na certeza de que as modificações assim feitas são meras correções de carência de linguagem aptas a revelar o sentido correto.”

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Considerando que, ademais e principalmente, nos domínios da hermenêutica, sopram novos ventos que impõem novos rumos. O direito se torna menos castelo da norma, baixando-se a ponte que o liberta para chegar à realidade, esta convertida em centro das considerações com força capaz de guiar as decisões. Theodor Vehweg restaurou a tópica, reendereçando a interpretação jurídica ao problema que o direito precisa resolver concretamente. O pensamento jurídico é tópico, proclama aquele mestre. Na Constituição, o método tópico-concretista assume importância maior, dado que ela, quase sempre, é colcha de retalhos costurada em função de armistícios entre correntes políticas antagônicas. A Constituição, ao contrário do direito civil, não tem história, nem filosofia e, muito menos, doutrina. Ela é um navio que recebe e transporta todos os tipos de carga, tudo em função de interesses, conveniências e sentimentos da época de sua feitura. Suas normas são mais recados políticos e ideológicos do que colocações jurídicas. Mesmo quando sistematizada, nela as contradições correm soltas. Considerando que a liberdade constitucionalmente outorgada ao sindicato não pode e não deve ser entendida como expressão autoritária da norma a que a realidade tem que se submeter, mesmo que a submissão importe soterramento. Considerando que o registro e seus consectários enquadramento e base territorial constituem conditio sine qua non à observância da unicidade, que a própria Lei Suprema impõe à base de definição acima de qualquer dúvida, e atento a que, por força da realidade, só a manutenção daquele pelo Ministério do Trabalho se apresenta capaz de resolver a equação constitucional e garantir-lhe solvência jurídica, o que se impõe, com todas as forças do bom senso e da melhor lógica, é a interpretação que considera recepcionados os preceitos da CLT que dispõem sobre Registro Sindical, especialmente o art. 558. A bibliografia brasileira sobre sindicalismo é pobre. Os estudiosos de direito do trabalho, ao comentarem a CLT, é que abordam a organização sindical.

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Considerando que o advento da Constituição de 1988, com a bandeira da liberdade sindical do art. 8º, I, excitou o interesse pela matéria. Multiplicaram-se os artigos em revistas e jornais. Um dos mais completos resultou de erudito parecer do Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Jurista Xavier de Albuquerque, publicado na Revista “LTr”, vol. 53, nº II, nov./89, sob o título “Liberdade Sindical – Registro Sindical – Enquadramento Sindical”. Nesse estudo, uma notável exibição de talento e cultura, o autor passa em revista os principais trabalhos escritos pós-Constituição com o propósito de examinar e traduzir hermeneuticamente a vasta mensagem que se aperta na síntese de seu art. 8º. Com maestria, segurança e tranqüilidade, conclui que o Ministério do Trabalho continua a sede própria para o Registro Sindical até que, se for o caso, lei nova forneça o endereço do “órgão competente” referido na ressalva constante do art. 8º, I. Considerando que as inúmeras citações desse Parecer pelo Relator e demais Ministros que concorreram para a formulação do Acórdão prolatado no MS nº 29 – DF – Superior Tribunal de Justiça – evidenciam sua importância na composição da tese vitoriosa. O debate doutrinário, com imediato reflexo nas decisões dos tribunais, que caracterizou o imediato pós-Constituição, perdeu em calor o que ganhou em luz. Considerando que o importante não é apenas ter olhos de ver e sensibilidade de sentir o novo quadro jurídico estável que, com amplo assentamento jurisprudencial e vigoroso respeito doutrinário, substitui o tumulto que se seguiu à promulgação da Lei Maior de 1988. O importante será a rápida substituição da fórmula concebida para a realidade anterior e, assim mesmo dela devedora, por outra ajustada ao novo quadro. Enquanto o Ministério do Trabalho, com a Instrução Normativa nº 01/91, refere-se a arquivo com declarado propósito de ostentar neutralidade, os julgados que tratam da matéria fixam-se em registro, salientando os efeitos jurídicos deste, em especial, o de atribuir, à pessoa jurídica, personalidade sindical.

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Não devemos, e até mesmo não podemos, ficar progressivamente aquém da realidade que deu vigoroso salto no período de vigência da Instrução Normativa nº 01/91. Considerando que se o sindicalismo fosse realidade social menor, o bastante para justificar mais displicência do que atenção, cometeríamos grave erro de avaliação colocando-o, como estamos fazendo, na agenda prioritária das preocupações da Pasta, com o propósito de transformação radical na forma e na substância do tratamento que o Governo lhe dispensa. A associação sindical já nasceu revolução no sistema associativo do mundo civilizado. Reunindo condições para unir patrões de um lado e empregados de outro, com a finalidade de buscar o confronto para encontrar o entendimento capaz da paz social, o sindicato é uma das constantes na história da civilização dos séculos recentes. Desde a mais convincente democracia – a inglesa – até a mais extremada ditadura – a stanilista –, o sindicato se apresenta força bem situada no centro dos grandes acontecimentos. Considerando que no Brasil, se não bastasse a menção constitucional desde 1934, a rica e vistosa estrutura que lhe dedica a Constituição de 1988 seria suficiente para evidenciar sua transcendência. Não são poucos os que, à base dos poderes e privilégios outorgados pelo art. 8º da Constituição, concluem que o sindicalismo não fica longe de estar Estado dentro do Estado. Exagero à parte, a conclusão tem o mérito de alertar os que têm atribuições relacionadas à matéria sindical sobre a extensão da conseqüente responsabilidade. É preciso dar, a seus problemas, respostas inteiras, capazes de convencer no plano da lógica e de resolver no terra-a-terra do concreto. Considerando que os julgados dos Tribunais Superiores autorizam, pressupõem e mesmo determinam o Registro Sindical no Ministério do Trabalho. O fundamental é substituir o arquivo, manifestação de passividade, pelo registro, uma tomada de posição no sentido de garantir, às en-

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tidades sindicais, um sistema de controle apto a garantir eficácia ao condicionamento constitucional, basicamente à unicidade. Considerando que para evitar qualquer atropelamento da liberdade pela intervenção ou interferência do Estado, adotamos a fórmula de instrução do processo de registro à base de informações do próprio sindicalismo, via sistema confederativo consagrado pelo art. 8º, IV. O Ministério volta a ser a sede do registro, atuando mais como árbitro que recebe e interpreta dados para efetivar o ato como resultado de cuidadora apuração da vontade sindical. Superada a fase sob domínio de exagerada devoção à liberdade sindical, cumpre dar-lhe condições de ser efetivada objetiva, pragmática e utilmente. Considerando que a neutralidade jurídica tão invocada no Arquivo AESB não pode eternizar a castração do sistema, que se torna de fácil abordagem pelo aventureirismo interessado em invadir o sindicato, não para servi-lo, mas para dele se servir. Considerando que o equívoco que se formou à sombra do primeiro impacto das inovações trazidas pela Constituição, permitiu que se armasse interpretação de terra arrasada em cima do direito existente. Considerando que da perplexidade assustada, que tomou conta do sindicalismo, aproveitaram-se interessados na derrubada de situações consolidadas e espertos ansiosos por espaços vazios que lhes consentissem assentamentos sindicais. Considerando que a tese que corria desenvolta, comemorando a morte do Registro Sindical no Ministério do Trabalho, o único apto a conceder personalidade jurídica de natureza sindical, ensejou que se instaurasse o clima de pré-anarquia de que tem se valido os que desejam tomar conta do mundo sindical por meio do autêntico “vale-tudo”. Considerando que a jurisprudência lúcida e corajosa, sustentada por doutrina de cabeças luminares da cultura excepcional, autoriza e até impõe o retorno ao caminho certo, ajustado seu processamento de maneira a não permitir práticas que representem intervenção ou interferência do poder público. Alcançar tal objetivo é simples e fácil, tanto

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mais que tendo a Constituição consagrado o sistema confederativo da representação sindical respectiva, deixa claro o endereço do mecanismo que pode ser adotado para coadjuvar os procedimentos necessários ao registro, com prévio enquadramento e localização territorial, garantida a unicidade. Considerando que em nosso regime de Poderes “independentes e harmônicos entre si” a quintessência reside em cada um fazer o que pode e cumprir o que deve, ambas as tarefas na plenitude, sem as reduções que, não raro, comprometem mais do que a negativa do cumprimento. Considerando que o Acórdão prolatado pelo Superior Tribunal de Justiça, no Mandado de Segurança nº 29-DF, depois de referir-se à “persistência, no campo da legislação de regência das regras legais anteriores que não discrepam da nova realidade constitucional, antes dão-lhe embasamento e operatividade”, proclama a “atribuição residual do Ministério do Trabalho para promover o Registro Sindical, enquanto lei ordinária não vier dispor de outra forma”, com “atuação restrita, no caso, à verificação da observância ou não da ressalva constitucional que veda a existência de organização sindical da mesma categoria profissional em idêntica base territorial”. Considerando que os princípios da unicidade sindical (inciso II) e da liberdade sindical (inciso I), consagrados com tanta ênfase no art. 8º da Lei Suprema, exigem que a interpretação os compatibilize de modo a viabilizar a aplicação dos dois sem prejuízo a qualquer um. Considerando que tanto a unicidade quanto a liberdade não podem operar em sistema de auto-aplicação indiscriminada. Considerando que, à luz da doutrina dos poderes implícitos, toda vez que a lei determina um fim, os meios necessários à sua realização, se não estiverem explícitos é porque, indispensavelmente, estão implícitos à espera da interpretação capaz de dar-lhes cumprimento. Considerando que o lastro da mencionada decisão judicial reside no princípio da continuidade do direito e das instituições, tantas vezes invocado na fundamentação dos votos que dão legitimidade ao julgado.

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Considerando que o quadro que se apresenta hoje autoriza e impõe revisão da Instrução Normativa nº 01, de 27 de agosto de 1991, para reapresentá-la segundo fórmula capaz de dar pleno cumprimento à decisão do Judiciário. Considerando que a essência da liberdade para ser livre em nível do concreto da vida passa pela técnica de ajustamento às limitações que a convivência de institutos exige, como é o caso da liberdade sindical frente à unicidade sindical, ambas consagradas, com igual ênfase, pelo art. 8º da Lei Maior. Considerando que para compor o mencionado ajustamento com a ambição de alcançar o máximo de funcionalidade com o mínimo de atrito, faz-se necessário utilizar todas as disponibilidades constitucionais, em realce as que, potencialmente, se apresentam no “sistema confederativo da representação sindical respectivo” referido no inciso IV do art. 8º da Constituição. Considerando a desordem que se estabeleceu com os depósitos indiscriminados da fundação de sindicatos, comprometendo o princípio da unicidade sindical. Considerando que a Carta Magna veda a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica. Considerando também e fundamentalmente que o Supremo Tribunal Federal, na sua composição plena, decidiu que o art. 558 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi, em parte, recepcionado pela nova ordem constitucional, autorizando a efetivação, no âmbito do Ministério do Trabalho, do competente Registro Sindical (Acórdão de 3 de agosto de 1992 no MI-1448); Considerando, como ponderou essa decisão, que a Constituição proíbe a exigência de autorização do Estado para a fundação de sindicato e não o seu registro no órgão competente, o qual corresponde a mero ato administrativo vinculado, subordinado apenas à verificação de pressupostos legais.

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Considerando, ainda, que a Suprema Corte já afirmara a plena vigência do art. 511 da CLT, que define as categorias econômicas e profissionais, e do art. 570, que trata da formação de sindicatos por categorias específicas ou por agrupamento de categorias similares ou conexas (Acórdão em Sessão Plenária de 17 de outubro de 1991, no RMS nº 21.005.1), RESOLVE: Art. 1º Compete ao Ministro de Estado do Trabalho decidir sobre o registro de sindicatos e das correspondentes federações e confederações, na conformidade do que dispõem a Constituição Federal e as leis vigentes, vedada qualquer alteração dos respectivos estatutos. Art. 2º A Secretaria de Relações do Trabalho organizará o “Cadastro Nacional das Entidades Sindicais”, com os estatutos das entidades registradas e a especificação: I – das categorias ou profissões representadas pelos sindicatos e respectivas bases territoriais; II – dos grupos de categorias correspondentes às federações; III – dos ramos econômicos ou profissionais concernentes às confederações nacionais. Art. 3º O pedido de registro de sindicato será instruído com os seguintes documentos, impassíveis de apreciação pelo Ministério do Trabalho: I – edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade, publicado em jornal de comprovada circulação na pretendida base territorial, bem como no Diário Oficial do estado, onde se realizará a assembléia; II – ata da assembléia geral a que se refere o inciso anterior; III – cópia do estatuto aprovado pela assembléia geral, que deverá conter os elementos necessários à representação pretendida e, em especial: a) a categoria ou categorias representadas;

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b) a base territorial; c) os órgãos de administração, sua composição, duração dos mandatos, regras para eleição dos seus membros e critérios de substituição; d) fontes de receita e normas de controle das despesas, inclusive prestação de contas. § 1º Para efeito do registro, as profissões liberais são equiparadas a categorias profissionais diferenciadas. § 2º Na hipótese de sindicato a ser formado por dissociação de categorias ou desmembramento de categoria, a assembléia geral reunirá somente os associados integrantes do grupo que pretender constituir o novo sindicato. § 3º Aplica-se o disposto neste artigo, no que couber, aos pedidos de alteração do estatuto do sindicato. Art. 4º O pedido de registro de federação e de confederação será instruído com o respectivo estatuto e cópias autenticadas das atas da assembléia de cada sindicato ou do Conselho de Representantes de cada federação, das quais constarão a expressa autorização para constituir a nova entidade e a ela filiar-se, aplicando-se, no que couber, o prescrito no artigo anterior. Art. 5º O requerimento visando ao Registro Sindical será entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho, admitida, em qualquer caso, a remessa postal registrada com “Aviso de Recepção”. Art. 6º Protocolizado o requerimento, o pedido de registro será imediatamente publicado no DOU, correndo as despesas por conta do interessado, abrindo-se o prazo de 15 (quinze) dias para impugnação por sindicato cuja representatividade coincida, no todo ou em parte, com a do requerente. Parágrafo único. A impugnação poderá ser também apresentada por qualquer entidade sindical, federação ou correspondente confederação do mesmo plano econômico ou profissional.

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Art. 7º O Ministro de Estado do Trabalho mandará ouvir a Confederação do ramo econômico ou profissional competente envolvido que terá o prazo de 25 (vinte e cinco) dias para opinar sobre os seguintes aspectos: a) observância da unicidade sindical; b) regularidade e autenticidade da representação. Art. 8º O Ministro de Estado do Trabalho fundamentará a decisão que indeferir Registro Sindical ou que deferir a impugnação, baseandose no pronunciamento do órgão sindical ou qualquer outro elemento de apreciação legal pertinente. Parágrafo único. Se a impugnação for em termo desfavorável, que não permita o registro, o pedido será pré-anotado para o fim exclusivo de precedência até que as causas impeditivas sejam afastadas por acordo entre as partes ou por decisão judicial. Art. 9º Esta Instrução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. MARCELO PIMENTEL

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PORTARIA Nº 85, DE 27 DE JANEIRO DE 1997
(Revogada expressamente pela Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997) Dispõe sobre a criação da Comissão Consultiva do Registro Sindical. O Ministro de Estado do Trabalho, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, II, da Constituição Federal/88, RESOLVE: Art. 1º Instituir, no âmbito da Secretaria de Relações do Trabalho, a Comissão Consultiva do Registro Sindical. Art. 2º Compete à Comissão Consultiva do Registro Sindical opinar sobre a legitimidade das impugnações aos pedidos de Registro Sindical, de que trata o art. 6º da Instrução Normativa nº 03, de 10 de agosto de 1994, e sobre a observância da unicidade sindical, nos termos do art. 8º, II, da Constituição Federal. Art. 3º A Comissão Consultiva do Registro Sindical terá a seguinte composição: I – quatro representantes dos trabalhadores; II – quatro representantes dos empregadores; III – quatro representantes governamentais. § 1º A presidência da Comissão Consultiva do Registro Sindical será exercida pelo Secretário de Relações do Trabalho. § 2º Os membros da Comissão Consultiva do Registro Sindical serão livremente designados pelo Ministro de Estado do Trabalho. § 3º Para cada membro efetivo da Comissão será nomeado um suplente, que o substituirá nos casos de ausência ou impedimento.

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§ 4º Será de dois anos o mandato dos membros da Comissão, sendo a participação considerada serviço relevante e não remunerado. Art. 4º A Comissão aprovará o seu Regimento Interno, no qual estarão contidas as normas de seu funcionamento. Art. 5º A Secretaria de Relações do Trabalho prestará apoio administrativo ao funcionamento da Comissão. Art. 6º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PAULO PAIVA

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 17 DE JULHO DE 1997
(Revogada expressamente pela Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000) Dispõe sobre o Registro Sindical. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, considerando o disposto no art. 8º, inciso I, da Constituição Federal; considerando que o egrégio Supremo Tribunal Federal, ao interpretar a norma inscrita no art. 8º, item I, da Constituição Federal, firmou orientação no sentido de que o Registro Sindical no Ministério do Trabalho constitui“ – ato vinculado, subordinado apenas à verificação de pressupostos legais, e não de autorização ou de reconhecimento discricionários” ( MI-144/SP, Tribunal Pleno; ADIMC – 1121/RS, Tribunal Pleno); considerando que o Registro Sindical é ato meramente cadastral, para o fim de tornar pública a existência da entidade e servir como fonte unificada de dados a que os interessados poderão recorrer como elemento documental para dirimir suas controvérsias, por si mesmas ou junto ao Poder Judiciário (RE 35875-2/SP; MS 1045-DF); considerando que a reiterada jurisprudência fixada pelo egrégio Superior Tribunal de Justiça entende que “o princípio da unicidade não significa exigir apenas um sindicato representativo de categoria profissional, com base territorial delimitada, mas de impedir que mais de um sindicato represente o mesmo grupo profissional”, sendo “vedado ao Estado intervir sobre a conveniência ou oportunidade do desmembramento ou desfiliação” (RE-74986/SP; RE-40267/SP; RE38726/RJ; MS-1703/DF), RESOLVE:

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Art. 1º Delegar competência ao Secretário de Relações do Trabalho, para praticar todos os atos relativos ao Registro Sindical, na conformidade desta Instrução Normativa. Art. 2º O pedido de Registro Sindical, dirigido ao Secretário de Relações do Trabalho, indicará o endereço do requerente e será: I – remetido por via postal, com Aviso de Recebimento à Esplanada dos Ministérios, Bloco F; térreo, CEP 70.059-903, Brasília – DF; ou, II – entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho, no mesmo endereço. Art. 3º O pedido de registro de sindicato será instruído com os seguintes documentos autênticos: I – edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade; publicado em jornal diário de grande circulação no estado e, também, se houver, em jornal de circulação no município ou região da pretendida base territorial, bem como no Diário Oficial do estado; II – ata da assembléia geral a que se refere o inciso anterior; II – cópia do estatuto social, aprovado pela assembléia geral que deverá conter os elementos identificadores da representação pretendida, em especial: a) a categoria ou categorias representadas; b) a base territorial. IV – recibo de depósito, em favor do Ministério do Trabalho, relativo ao recolhimento da importância correspondente ao custo das publicações no DOU, cujo valor será indicado em Portaria Ministerial. Parágrafo único. Aplica-se o disposto neste artigo, no que couber, aos pedidos de modificação da representação, tais como desmembramento, fusão e outros. Art. 4º O pedido de registro de federação e de confederação será instruído com cópias autenticadas do respectivo estatuto e das atas da assembléia de cada sindicato ou do Conselho de Representantes de

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cada federação, das quais constarão a expressa autorização para constituir a nova entidade e a ela filiar-se, aplicando-se, no que couber, o prescrito no artigo anterior. Art. 5º O Secretário de Relações do Trabalho terá o prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data de protocolo do pedido, para verificar a instrução do processo; de acordo com o art. 3º desta Instrução Normativa, publicar o pedido de registro no DOU ou notificar o interessado, mediante Aviso de Recebimento – AR, a cumprir a exigência. § 1º O interessado terá o prazo de 30 (trinta) dias para cumprir a exigência, contado da data de juntada aos autos do comprovante de entrega do Aviso de Recebimento. § 2º Decorrido o prazo de que trata o § 1º, sem que o interessado tenha cumprido a exigência, o pedido será declarado inepto e, a seguir, arquivado. Art. 6º O sindicato, cuja representatividade coincida, no todo ou em parte, com a do requerente, terá o prazo de 30 (trinta) dias para apresentar impugnação, contado da data da publicação de que trata o caput do artigo anterior. Parágrafo único. A impugnação será feita mediante requerimento, instruído com os documentos a seguir indicados e entregue no Protocolo Geral do Ministério do Trabalho: a) comprovante de registro do impugnante no Ministério do Trabalho; b) recibo de depósito, em favor do Ministério do Trabalho, relativo ao recolhimento da importância correspondente ao custo da publicação no DOU, cujo valor será indicado em Portaria Ministerial. Art. 7º Havendo impugnação, o Secretário de Relações do Trabalho, no prazo de 10 (dez) dias, a contar da data da sua protocolização, mandará ouvir a confederação do ramo econômico ou profissional competente envolvido sobre os seguintes aspectos:

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a) observância da unicidade sindical; b) regularidade e autenticidade da representação. § 1º A confederação terá o prazo de 25 (vinte e cinco) dias para se manifestar, contados da data de recepção do Aviso de Recebimento. § 2º Decorrido o prazo de que trata o § 1º sem que a confederação interessada tenha se manifestado, a Secretaria de Relações do Trabalho certificará o fato nos autos e dará prosseguimento ao processo. Art. 8º Findo o prazo a que se refere o § 1º do art. 7º, o Secretário de Relações do Trabalho terá 15 (quinze) dias para proceder ao exame de admissibilidade e fazer publicar, no DOU, o despacho de conhecimento, ou não, da impugnação. § 1º O exame de admissibilidade da impugnação restringir-se-á à tempestividade do pedido, à representatividade do impugnante, nos termos do caput do art. 6º, à comprovação de seu registro no Ministério do Trabalho e de recolhimento do valor relativo ao custo da publicação. § 2º No caso de a impugnação ser conhecida, caberá às partes interessadas dirimir o conflito pela via consensual ou por intermédio do Poder Judiciário. Art. 9º Até que o Secretário de Relações do Trabalho seja notificado do inteiro teor do acordo ou da sentença final que decidir a controvérsia, o pedido de registro será pré-anotado para o fim exclusivo de precedência. Art. 10. Decorrido o prazo mencionado no art. 6º, sem que tenha sido interposta impugnação, ou quando esta não for conhecida, ou, ainda, após o recebimento da notificação a que se refere o art. 9º, o Secretário de Relações do Trabalho terá 30 (trinta) dias para publicar o registro no DOU. Art. 11. Ficam convertidos em registros os arquivamentos efetuados com base nas Instruções Normativas nº 09, de 21 de março de 1990, e nº 01, de 27 de setembro de 1991, desde que, em relação a eles, não haja pendência, judicial ou extrajudicial, de solução de conflito de interesses.

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Art.12. Esta Instrução Normativa se aplica a todos os processos em curso neste Ministério. Art. 13. Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. Art. 14. Revoga-se a Instrução Normativa nº 03, de 10 de agosto de 1994, e a Portaria nº 85, de 27 de janeiro de 1997. PAULO PAIVA

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PORTARIA Nº 570, DE 17 DE JULHO DE 1997
(Revogada expressamente pela Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000) O MINISTRO DO ESTADO DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal/88, RESOLVE: Art. 1º Fixar os valores relativos ao custo das publicações de que tratam o art. 3º, IV, art. 6º, parágrafo único e art. 9º da Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, na forma abaixo: I – em R$118,24 ( cento de dezoito reais e vinte e quatro centavos) referentes ao pedido de registro, equivalente a 8 (oito) espaços do gabarito da Imprensa Nacional; II – em R$59,12 ( cinqüenta e nove reais e doze centavos) referentes a cada impugnante, equivalente a quatro espaços do gabarito da Imprensa Nacional. Parágrafo único. Os depósitos serão feitos em favor do Ministério do Trabalho, conta corrente nº 55.592.001-1 do Banco do Brasil; Agência nº 1503-2 – Itamaraty. Art. 2º Nos processos em curso, o interessado deverá juntar aos autos o recibo de depósito do valor relativo ao custo das publicações pendentes, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da data de início de vigência desta Portaria. § 1º Decorrido o prazo de que trata o caput deste artigo, sem que o interessado tenha cumprido a exigência, o pedido será declarado deserto e, a seguir, arquivado. § 2º Nos processos, pendentes apenas da publicação do despacho de deferimento do registro, de que trata o art. 9º da Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, fixa-se em R$59,12 (cinqüenta

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e nove reais e doze centavos) o valor relativo ao custo da respectiva publicação, equivalente a 4 (quatro) espaços do gabarito da Imprensa Nacional. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PAULO PAIVA

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 28 DE AGOSTO DE 1997
(Revogada tacitamente pela Portaria nº 343, de 4 de maio de 2000) O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal/88, RESOLVE: Art. 1º Incluir na Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, o art. 7º, com a seguinte redação, renumerando-se o atual art. 7º para art 8º e assim sucessivamente: “Art. 7º Havendo impugnação, o Secretário de Relações do Trabalho, no prazo de 10 (dez) dias, a contar da data da sua protocolização, mandará ouvir a confederação do ramo econômico ou profissional competente envolvido sobre os seguintes aspectos: a) observância da unicidade sindical; b) regularidade e autenticidade da representação. § 1º A confederação terá o prazo de 25 (vinte e cinco) dias para se manifestar, contados da data de recepção do Aviso de Recebimento. § 2º Decorrido o prazo de que trata o § 1º sem que a confederação interessada tenha se manifestado, a Secretaria de Relações do Trabalho certificará o fato nos autos e dará prosseguimento ao processo.” Art. 2º Os arts. 8º e 10 passam a vigorar com a seguinte redação: “ Art. 8º Findo o prazo a que se refere o § 1º do art. 7º, o Secretário de Relações do Trabalho terá 15 (quinze) dias para proceder ao exame de admissibilidade e fazer publicar o registro no DOU. § 1º.................................................................................................. .......................................................................................................”

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“Art. 10º. Decorrido o prazo mencionado no art. 6º, sem que tenha sido interposta impugnação, ou quando esta não for conhecida, ou, ainda, após o recebimento da notificação a que se refere o art. 9º, o Secretário de Relações do Trabalho terá 30 (trinta) dias para publicar o registro no DOU.” Art. 3º Republique-se no DOU o texto da Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, com as alterações decorrentes desta Instrução Normativa. Art. 4º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. PAULO PAIVA

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PORTARIA Nº 738, DE 28 DE AGOSTO DE 1997
O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso IV, da Constituição Federal/88, considerando a necessidade de definir as questões suscitadas quanto à competência para a prática dos atos referentes ao Registro Sindical, RESOLVE: Art. 1º Convalidar todos os atos referentes ao Registro Sindical, praticados na conformidade da Instrução Normativa nº 03, de 10 de agosto de 1994, pelo Secretário de Relações do Trabalho, ou por quem o substituiu em seus impedimentos e ausências, no período compreendido entre 1º de janeiro de 1995 e 23 de julho de 1997. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PAULO PAIVA

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PORTARIA Nº 02, DE 25 DE NOVEMBRO DE 1997
Dispõe sobre o prazo para o pagamento de taxas nos processos de pedido de Registro Sindical. A SECRETÁRIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO INTERINA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1º da Instrução Normativa nº 01, do Ministro do Trabalho, de 17 de julho de 1997, RESOLVE: Art. 1º Conceder novo prazo, até 10 de dezembro de 1997, para que os interessados cumpram, mediante o protocolo, no Ministério do Trabalho, do recibo de depósito, o disposto no art. 2º da Portaria nº 570, do Ministro do Trabalho, de 17 de julho de 1997. Parágrafo único. Vencido o prazo estabelecido acima, os processos que não atenderem à exigência do caput deste artigo serão declarados desertos e, a seguir, arquivados. Art. 2º Ficam convalidados todos os atos relativos ao Registro Sindical praticados até esta data. Art. 3º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. MARIA LÚCIA DI IÓRIO ANDRADE

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PORTARIA Nº 02, DE 29 de SETEMBRO DE 1998
(Revogada tacitamente pela Portaria nº 375, de 23 de maio de 2000) Dispõe sobre os dados bancários referentes às custas de publicações de pedidos de Registro Sindical na Imprensa Oficial depositadas em conta única do Ministério do Trabalho. O SECRETÁRIO DE RELAÇÕES DO TRABALHO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 1º da Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, do Ministro do Trabalho. considerando que será extinta a partir de 1º de outubro de 1998, conta tipo “C” nº 55.592.001-1, deste Ministério, junto ao Banco do Brasil, Agência nº 1503-2 – Itamaraty, RESOLVE: Art. 1º Alterar os dados constantes do parágrafo único da Portaria nº 570, de 17 de julho de 1997, publicada no DOU, de 23 de julho de 1997, Seção I, página 15.847, cujos depósitos deverão ser feitos em favor da Coordenação-Geral de Serviços Gerais – CGS/GMTb, conta corrente única nº 170500-8, do Banco do Brasil, Agência nº 3602-1, Depósito Identificador nº 38001800001001-4. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. JOÃO CARLOS ALEXIM

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INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1999
(Revogada tacitamente pela Portaria nº 343, de 4 de março de 2001, que revogou a IN, de 17 de julho de 1997) Altera os arts. 3º e 10 da Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, que dispõe sobre o Registro Sindical. O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, inciso II, da Constituição Federal, RESOLVE: Art. 1º Alterar os arts. 3º, inciso I, e 10 da Instrução Normativa nº 01, de 17 de julho de 1997, que passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 3º ........................................................................................... ......................................................................................................... I – edital de convocação dos membros da categoria para a assembléia geral de fundação da entidade; publicado em jornal diário de grande circulação no estado e, também, se houver, em jornal de circulação no município ou região da pretendida base territorial, bem como no DOU ou do estado; ...................................................................................................” (NR) “Art. 70º Decorrido o prazo mencionado no art. 6º, sem que tenha sido interposta impugnação, ou quando esta não for conhecida, ou, ainda, após o recebimento da notificação a que se refere o art. 9º, o Secretário de Relações do Trabalho submeterá os autos ao Ministro de Estado e providenciará, no prazo de 30 (trinta) dias a publicação do ato que deferir o registro no DOU” (NR)

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Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO DORNELLES

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

PORTARIA Nº 349, DE 11 DE MAIO DE 2000
(Revogada pela Portaria nº 310, de 5 de abril de 2001) O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso de sua competência legal, e tendo em vista o disposto na Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000, RESOLVE: Art. 1º Delegar competência ao Secretário-Executivo para praticar atos relativos ao Registro Sindical, previstos no art. 6º da Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000. Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Fica revogado o art. 1º da Portaria MTE nº 289, de 12 de maio de 1999. FRANCISCO DORNELLES

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

PORTARIA Nº 374, DE 23 DE MAIO DE 2000
(Revogada tacitamente pela Portaria nº 310, de 5 de abril de 2000) O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO Interino, no uso de sua competência legal, e tendo em vista o disposto nos arts. 11 e 12 do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, na Medida Provisória nº 1999-17, de 11 de abril de 2000, no Decreto nº 3.129, de 9 de agosto de 1999, e na Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000, RESOLVE: Art. 1º O art. 1º da Portaria nº 349, de 4 de maio de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Delegar competência ao Secretário-Executivo para praticar atos relativos ao Registro Sindical, previstos no art. 9º da Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000.” (NR) Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. PAULO JOBIM FILHO

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

PORTARIA Nº 611, DE 10 DE AGOSTO DE 2000
(Revogada pela Portaria nº 310, de 5 de abril de 2001) O MINISTRO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, no uso de sua competência legal, e tendo em vista o disposto na Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000, alterada pela Portaria MTE nº 376, de 23 de maio de 2000, RESOLVE: Art. 1º O art. 1º da Portaria nº 349, de 4 de maio de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 1º Delegar competência ao Secretário de Relações do Trabalho para praticar atos relativos a sobrestamento, arquivamento e admissibilidade de impugnação a pedido de Registro Sindical, previstos no art. 9º da Portaria MTE nº 343, de 4 de maio de 2000. (NR)” Art. 2º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. FRANCISCO DORNELLES

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

MODELOS

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA FUNDAÇÃO DE SINDICATO
A Comissão pró-fundação do Sindicato ______________________, convoca todos os membros da categoria (descrever a categoria ou categorias pretendidas) do(s) município(s) (descrever os municípios) ou estado(s), para Assembléia Geral Extraordinária de aprovação da fundação da referida entidade, a ser realizada às ____________horas do dia _________, no endereço _________________(Portaria nº 343/00).

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA
O Sindicato ___________________________ , com endereço na ______________________________ , convoca todos os membros da categoria (descrever a categoria ou categorias) do(s) município(s) (descrever os municípios) ou estado(s) para Assembléia Geral Extraordinária de ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA da entidade, (esclarecer qual a alteração pretendida: se extensão de base, qual a base?; se é extensão de representação, que categorias? Ou alteração de denominação), a realizar-se às _______horas do dia __________________________ no endereço _____________________________.

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA RATIFICAÇÃO DA FUNDAÇÃO DA ENTIDADE
A entidade sindical________________________, com endereço na ______________ , convoca todos os membros (descrever a categoria ou categorias) do(s) município(s) (descrever os municípios) ou estado(s) para Assembléia Geral Extraordinária, para RATIFICAR a fundação da entidade (descrever qual a ratificação pretendida), a ser realizada às _________ horas do dia __________, no endereço ________________ (Portaria nº 343/00). É de se observar, finalmente, que no caso de ratificação de alteração estatutária: O interessado deverá esclarecer no edital de convocação qual a ratificação pretendida (extensão de base, exclusão de base, extensão de representação ou exclusão de representação ou alteração de denominação etc.).

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

para as entidade constituídas até 1988.

CARTA SINDICAL,

será fotografado na gráfica

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE RELAÇÕES DO TRABALHO COORDENAÇÃO-GERAL DE REGISTRO SINDICAL

C E R T I D Ã O

**********O SECRETÁRIO DE RELAÇÕES DO TRABALHO, no uso de suas atribuições e com fundamento na Portaria nº 343/00, CERTIFICA para fins de direito que, consta no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais – CNES, o registro sindical, referente ao processo de nº ________.___/__, do(a) ______, representante da categoria_______ , com abrangência XXXX e base territorial no(s) ________s, concedido por despacho publicado no DOU em 2 de maio de 2000, seção I, p. 12. A presente certidão tem validade de 2(dois) anos a contar da data de sua expedição, devendo a mesma ser renovada após este período. Eu, Luiz Alberto Matos dos Santos, ___________________, CoordenadorGeral de Registro Sindical, a conferi. Brasília, 2 de maio de 2001

MURILO DUARTE DE OLIVEIRA Secretário de Relações do Trabalho

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GUIA DE DEPÓSITO

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

Para pedidos de registro sindical, de concessão de registro, de impugnação, de desistência, e outras publicações, conforme Portaria nº 375/00, de 24 de maio de 2000.

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

será fotografado na gráfica

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MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO SINDICAL

será fotografado na gráfica

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