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EXAMES CONTRASTADOS DOS

SISTEMA DIGESTÓRIO

Profª Olivaneide da Silva Frazão


Biomédica habilitada em Análises Clínicas e Imagineologia
Pós Graduanda em Citologia Clínica-UNEF
Mestranda em Biociência-UNIVASF
CRBM: 9223

Senhor do Bonfim, 2021


INTRODUÇÃO

O sistema digestório encontra-se, em


sua maior parte, no abdome;

É constituído pelo tubo digestivo e


alguns órgãos acessórios e tem, como
função primordial, a digestão e
absorção de nutrientes dos alimentos
ingeridos e eliminação de produtos
sólidos do catabolismo.
INTRODUÇÃO

O trato gastrointestinal (TGI),


anatomicamente, consiste em um longo tubo
oco que se estende desde a boca até o ânus.

Os alimentos e os líquidos que são ingeridos


não se tornam parte do meio interno, até que
tenham sido devidamente degradados e
absorvidos pelas paredes do intestino e
conduzidos pelo sistema circulatório ou pelos
canais linfáticos.
INTRODUÇÃO

A parede do TGI é basicamente um tubo composto por cinco camadas, que são:

1. Camada mucosa interna;


2. Camada submucosa, constituída por tecido conjuntivo;
3. Camada de musculatura lisa circular
4. Musculatura lisa longitudinal, que funcionam para propulsionar seu conteúdo na
direção proximal e distal.
5. Há ainda o peritônio externo, com duas camadas, que abriga e impede a fricção
entre os segmentos do intestino em contínuo movimento.
INTRODUÇÃO

 A maioria dos exames radiológicos do sistema digestório necessitam de meios de


contraste para que se tenha uma boa visibilidade das estruturas de interesse.
 As únicas regiões do TGI que podem ser vistas em radiografias comuns, sem o
auxílio de meios de contraste radiopaco, são:

1. O fundo do estômago com presença de bolha gástrica, sendo a imagem vista a


partir do posicionamento do usuário em ortostase.
2. Porções do intestino grosso, devido à presença de ar nas alças intestinais, bem
como bolo fecal que ali se acumula.
INTRODUÇÃO

 Os exames que são frequentemente utilizados para visibilização das estruturas do


TGI e que utilizam o sulfato de bário são:

1. Seriografia de Esôfago, Estômago e Duodeno (SEED)


2. Trânsito Intestinal
3. Enema Baritado ou Enema Opaco
ESOFAGOGRAFIA

 Esofagografia é o exame contrastado da faringe e dos três segmentos que


compõem o tubo esofágico normal. São eles o esôfago cervical, torácico e
abdominal.

 Este exame é composto por uma série de radiografias da região com o objetivo de
observar:
• - Funcionalidade da região orofaríngea;
• - Morfologia do tubo esofágico;
• - Mobilidade esofágica;
• - Superfície da mucosa esofágica;
• - A junção gastroesofágica.
ESOFAGOGRAFIA

 Condução do Exame

1. É importante executar a anamnese, verificando se o usuário está em jejum e


realizou adequadamente a dieta recomendada.

2. Observar, na requisição, as indicações para o exame - e se há alguma


contraindicação.

3. Geralmente o médico radiologista define se o exame será com simples ou duplo


contraste. Recomenda-se que o exame seja realizado com duplo contraste para
estudar a parede esofagiana e sua mucosa, se o usuário for colaborativo.
ESOFAGOGRAFIA

4. A esofagografia pode ser realizada sem a utilização da fluoroscopia.


No entanto, é importante ressaltar que a fluoroscopia, além de possibilitar ao médico radiologista a
avaliação da motilidade esofágica em tempo real, proporciona uma melhor precisão na aquisição de
imagens do que em locais que não possuam esse equipamento.

5. Antes de iniciar, remover elementos que possam gerar artefatos na imagem e


fornecer ao usuário uma vestimenta apropriada.

6. Inicia-se o procedimento com o usuário em ortostase. Solicitar que o mesmo


ingira o meio de contraste, mas não engula. Este só deve ser deglutido no momento
em que for solicitado a fazê-lo.
ESOFAGOGRAFIA

7. Caso o usuário não tenha condições de realizar o exame em ortostase, o mesmo


poderá ser realizado em decúbito, elevando a cabeça do usuário para que ele possa
receber o contraste.

8. O meio de contraste utilizado é geralmente o sulfato de bário. O contraste iodado


é recomendado somente quando houver suspeita de perfuração esofágica.
ESOFAGOGRAFIA
 Sequência radiográfica

As incidências de rotina para visibilização do esôfago e que possibilitam a


identificação de alterações morfofuncionais (morfologia, distúrbios funcionais e
lesões orgânicas) da estrutura - e seus objetivos, são:

1. Incidência AP - Radiografia dos segmentos esofágicos


Radiografia em AP com o objetivo de observar as seguintes estruturas:
- Base da língua
- Pregas glosso-epiglóticas ou valéculas
- Seios piriformes
- Esfíncter cricofaríngeo
- Parede da faringe
- Epiglote
- Vestíbulo
ESOFAGOGRAFIA

Nessa incidência anteroposterior


(Figura 1), o usuário se encontra em
ortostase (posição anatômica). A região
anatômica de interesse coincide com o
centro do receptor de imagem. Eleva-se
o mento e posiciona-se a coluna
cervical ereta. O feixe central deve
incidir perpendicularmente ao nível da
quarta vértebra cervical.
ESOFAGOGRAFIA
 A deglutição do meio de contraste pode ser observada na fluoroscopia e a aquisição da
imagem ocorrerá no momento em que se verificar a presença do meio de contraste na
região de interesse.

Deve-se orientar o usuário para que ele não se movimente e não respire durante a captura
da imagem.
 Se a fluoroscopia for utilizada, é possível obter, em um único receptor de imagem,
sequências radiográficas.

 O receptor de imagem deve ser selecionado de acordo com a estrutura.

Geralmente utiliza-se o formato 24 cm x 30 cm, realizando duas aquisições longitudinais,


pegando o esôfago distal e proximal.
ESOFAGOGRAFIA

2. Incidência Lateral - Radiografia dos segmentos esofágicos


Radiografia em lateral com o objetivo de observar as seguintes estruturas:

- Base da língua
- Esfíncter cricofaríngeo
- Parede da faringe
- Epiglote
- Fossas nasais
- Véu do paladar prolongado pela úvula.
- Vestíbulo
ESOFAGOGRAFIA

Nessa incidência lateral (Figura 2), o


usuário também se encontra em
ortostase (posição anatômica).
Alinhar o Plano Médio Coronal
(PMC) do usuário com o receptor de
imagem. O feixe central deve incidir
perpendicularmente ao nível da
quarta vértebra cervical.
ESOFAGOGRAFIA

 A deglutição do meio de contraste pode ser observada na fluoroscopia e a


aquisição da imagem ocorrerá no momento em que se verificar a presença do meio
de contraste na região de interesse.

Deve-se orientar o usuário para que ele não se movimente e não respire durante a
captura da imagem.

 O receptor de imagem deve ser selecionado de acordo com a estrutura; de modo


geral utiliza-se o formato 24 cm x 30 cm, no sentido longitudinal.
ESOFAGOGRAFIA

3. Incidência Oblíqua - Radiografia dos segmentos esofágicos

São observados todos os segmentos do esôfago.


Se a anatomia se apresentar normal na região da junção esofagogástrica, o ângulo de
His é evidenciado na incidência obliqua posterior direita (OPD).
ESOFAGOGRAFIA

O usuário em ortostase, posicionado


obliquamente (Figura 3). O feixe central deve
incidir perpendicularmente ao nível da sexta
vértebra torácica, aproximadamente a 7 cm
abaixo da incisura jugular e coincidir com o
centro do receptor de imagem.
ESOFAGOGRAFIA
 Fornecer mais contraste ao usuário. Orientá-lo para que repita o procedimento da
deglutição e do não mover-se durante a captura da imagem.

 O erro mais comum ao posicionar o usuário durante a esofagografia é não


dissociar a estrutura do esôfago com a coluna vertebral, ou seja, não o rotacionar
suficientemente para o lado esquerdo.

Todas as imagens adquiridas durante o exame devem ser organizadas e


apresentadas ao médico radiologista, responsável pelo setor, antes de liberar o
usuário.

 Poderão ser solicitadas incidências complementares de acordo com


especificações médicas. Como por exemplo, incidência utilizando o método
Trendelenberg, que é indicado no estudo de refluxo para pequenas hérnias de
hiato.
SERIOGRAFIA DO ESÔFAGO, ESTÔMAGO
E DUODENO (SEED)
 A seriografia, como o próprio nome diz, é uma série de radiografias que tem
como objetivo avaliar a região do tratogastrointestinal alto (esôfago, estômago e
duodeno).

 Por meio desta avaliação será possível descartar suspeitas de afecções ou


comprová-las.

 Comumente, este exame é indicado para identificar causas de disfagias, sejam


elas por deglutição de corpo estranho, hérnia de hiato, carcinoma, entre outras.
CONDUÇÃO DO EXAME

 Reproduzir o exame de esofagografia com a complementação das imagens das


regiões anatômicas do estômago e duodeno.
ESÔFAGO
ESÔFAGO
ESÔFAGO
ESTÔMAGO

 O estômago pode apresentar variações de tipos morfológicos. Pode ser vertical,


horizontal ou em cascata.

 Devido a esta variação anatômica evite pré-definir um sentido para o receptor de


imagem.

 O objetivo das sequências radiográficas é observar todas as porções que


compõem o estômago. São elas a cárdia, fundo do estômago, corpo do estômago,
antro e piloro
ESTÔMAGO
ESTÔMAGO

 Usuário em posição de Fowler (Figura 7). Orientar o usuário para deglutir o


contraste.

 A imagem é capturada no momento em que o meio de contraste estiver sendo


visibilizado no interior do estômago e a alça duodenal em seu arco.

 O feixe central incide perpendicularmente ao nível da primeira vértebra lombar.

 O receptor de imagem indicado é o formato 24 cm x 30 cm.

 Solicitar ao usuário para interromper o processo respiratório.


ESTÔMAGO
ESTÔMAGO
 A mesa na posição de Fowler ou posição neutra, com o usuário em lateral
esquerda (Figura 8), para evitar a progressão do meio de contraste para o duodeno.

 Imagem capturada no momento em que o meio de contraste estiver no interior do


estômago, sendo visibilizada toda a sua estrutura, assim como o duodeno.

O espaço retrogástrico é visualizado.

 O feixe central incide no nível da primeira vértebra lombar, sendo o plano médio
coronal observado.

O receptor de imagem indicado é o formato 24 cm x 30 cm. Solicitar ao usuário


para interromper o processo respiratório.
ESTÔMAGO
ESTÔMAGO

 A mesa em posição neutra (sem inclinação) com o usuário em decúbito ventral


obliquado (Figura 9) de 40° a 70° deixando o lado direito mais próximo ao
receptor de imagem, para evidenciar o corpo do estômago e a grande curvatura.

O feixe central incide no nível da primeira vértebra lombar. O receptor de imagem


indicado é o formato 24 cm x 30 cm.

 Solicitar ao usuário para interromper o processo respiratório.


ESTÔMAGO
ESTÔMAGO

 A mesa sem inclinação com usuário em decúbito dorsal obliquado (Figura 10) de
40° a 70° deixando o lado esquerdo mais próximo ao receptor de imagem, para
evidenciar toda extensão do estômago e o duodeno.

 Uma incidência do bulbo duodenal deve ser conseguida, sem superposição do


piloro.

O feixe central, ao nível da primeira vértebra lombar, incide com a área de


interesse no centro do receptor de imagem no formato 24 cm x 30 cm.

 Solicitar ao usuário para interromper o processo respiratório.


DUODENO

 O bulbo
duodenal deve ser
visibilizado sem
superposição do
piloro.
DUODENO

 A mesa sem inclinação com usuário em decúbito dorsal obliquado (Figura 11) de
40° a 70° deixando o lado esquerdo mais próximo ao receptor de imagem, para
evidenciar toda extensão do estômago e o duodeno.

 O feixe central, ao nível da primeira vértebra lombar, incide com a área de


interesse no centro do receptor de imagem no formato 24 cm x 30 cm.

 Solicitar ao usuário para interromper o processo respiratório.


TRÂNSITO INTESTINAL

 O trânsito intestinal é o exame radiológico que tem por objetivo visibilizar a


região do intestino delgado, forma e função, além de identificar patologias que
interferem com o trânsito intestinal do usuário.

 Este exame se inicia com a SEED para documentar a trajetória do meio de


contraste.

 De modo geral é executado em equipamentos de radiologia convencional, onde


uma sequência radiográfica da região abdominal é executada.
TRÂNSITO INTESTINAL

 Recomenda-se a utilização da fluoroscopia quando for necessária a compressão,


que auxilia na dissociação de estruturas de determinada região.

 Não é possível precisar o tempo da duração deste exame, pois dependerá da


motilidade do intestino de cada usuário.

 Porém, em condições normais, estima-se que o exame tenha duração de 2 a 3


horas.
TRÂNSITO INTESTINAL

 A sequência radiográfica dependerá exclusivamente da indicação para o exame,


bem como do organismo do usuário.

 É importante que, nas imagens, sejam identificadas as seguintes estruturas:


- A passagem do meio de contraste do estômago para o duodeno;
- A região muscular que compreende o ligamento de Treiz;
- A região do Jejuno
- Porção terminal do Íleo (válvula íleocecal)
TRÂNSITO INTESTINAL

 Condução do exame:

Radiografia simples de abdome. (AP)

Com o objetivo de observar a região anatômica que será estudada, avaliando se o


preparo farmacológico e dietético foi devidamente realizado, observar alterações
patológicas evidentes como calcificações, além de possibilitar a definição de
parâmetros técnicos.
TRÂNSITO INTESTINAL
TRÂNSITO INTESTINAL
 Nessa incidência o usuário se encontra em decúbito dorsal (Figura 12), com o
eixo y dos feixes de radiação, coincidente com o plano médio sagital que se
encontra alinhado com a linha central da mesa, e o eixo x cruzando nas cristas
ilíacas e coincidindo com o centro do receptor de imagem.

As pernas ficarão levemente abduzidas e os braços deverão estar relaxados ao


lado do corpo.

 O feixe central deverá estar a 1 m de distância foco receptor de imagem.

O receptor de imagem deve ser selecionado de acordo com o biotipo do usuário.

De modo geral, é usado o formato, 35 cm x 43 cm, no sentido longitudinal.


TRÂNSITO INTESTINAL

 O feixe central deverá estar a 1 m de distância foco receptor de


imagem.

 O receptor de imagem deve ser selecionado de acordo com o biotipo


do usuário.

 De modo geral, é usado o formato, 35 cm x 43 cm, no sentido


longitudinal.
TRÂNSITO INTESTINAL

 A radiografia deve ser executada no processo expiratório; solicitar para que o


usuário respire fundo e solte todo o ar e pare o processo respiratório na expiração
para que só então, os feixes de raios X sejam disparados e seja obtida a imagem.

Com a radiografia em mãos, solicitar ao médico radiologista autorização para


iníciar a rotina do procedimento com uso do contraste.
TRÂNSITO INTESTINAL

 Radiografia AP de abdome, pós-ingestão de contraste

 Oferecer o sulfato de bário para o usuário, aproximadamente 500 mls.

 Reproduzir o posicionamento do abdome (Figura 13) após 30 min contados a


partir da ingestão.
TRÂNSITO INTESTINAL
TRÂNSITO INTESTINAL

 Sugere-se que a base inferior do receptor de imagem esteja na altura das cristas
ilíacas para que seja inclusa na imagem a passagem do contraste entre o estômago
e a primeira porção do intestino delgado;

 Portanto o feixe central estará no nível de L1, que coincidirá com o centro do
receptor de imagem.

 O formato 35 cm x 43 cm é o indicado.
TRÂNSITO INTESTINAL

 Radiografia PA de abdome

Incidência com o objetivo de observar a região do intestino delgado, já contrastada,


e mais próxima do receptor de imagem. De modo geral, realizada 1 hora após o
início do exame.
TRÂNSITO INTESTINAL
TRÂNSITO INTESTINAL
 O usuário deve ser posicionado em decúbito ventral (Figura 14). Oferecer apoio
para a região da cabeça.

 As pernas deverão estar levemente abduzidas e os braços deverão estar relaxados


ao lado do corpo.

 A distância foco receptor de imagem de 1 m.

O eixo y dos feixes de radiação coincide com o plano médio sagital, que se
encontra alinhado com a linha central da mesa, e o eixo x, cruzando nas cristas
ilíacas, coincide com o centro do receptor de imagem.

Este no formato 35 cm x 43 cm fica disposto no sentido longitudinal.


TRÂNSITO INTESTINAL

 A radiografia deve ser executada no processo expiratório;

 É solicitado ao usuário para que respire fundo e solte todo o ar e que o mesmo pare o
processo respiratório na expiração para que, só então, os raios X sejam disparados e a
imagem seja obtida.

O médico radiologista poderá solicitar o que chamamos na prática de radiografia tardia,


imagem obtida após 24 horas do início do exame, para observar se há resíduos do meio de
contraste.

 Os princípios de proteção radiológica e a rotina do local de trabalho devem ser


respeitados.
ENEMA OPACO

 Enema opaco é o exame radiológico cujo foco principal é a visibilização do


intestino grosso e para isso faz-se necessário o uso do sulfato de bário como meio
de contraste.

 Os profissionais das técnicas radiológicas podem utilizar as técnicas do simples e


do duplo contraste, de acordo com a solicitação médica.

 Técnica conhecida na prática como duplo contraste é a técnica de expansão do


cólon, em que para realizar o exame, insufla-se ar no interior do intestino deixando
a mucosa com resquícios do sulfato de bário, denominada de “Técnica de
Malmo”.
ENEMA OPACO

 A duração do exame dependerá da colaboração do usuário.

 É necessário que nas imagens sejam identificadas as seguintes estruturas:

 Ceco, Cólon ascendente evidenciando a flexura hepática, Cólon transverso


evidenciando a flexura esplênica. Cólon descendente, Cólon sigmoide e Reto.
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
 Nessa incidência o usuário se encontra em decúbito dorsal (Figura 15), com o
eixo y dos feixes de radiação, coincidente com o plano médio sagital que se
encontra alinhado com a linha central da mesa, e o eixo x cruzando nas crístas
ilíacas e coincidindo com o centro do receptor de imagem.

 As pernas ficarão levemente abduzidas e os braços deverão estar relaxados ao


lado do corpo.

 O feixe central deverá estar a 1 m de distância foco receptor de imagem. O


receptor de imagem deve ser selecionado de acordo com o biotipo do usuário.

 De modo geral, é usado o formato, 35 cm x 43 cm, no sentido longitudinal.


ENEMA OPACO

 A radiografia deve ser executada no processo expiratório;

 Solicitar para que o usuário respire fundo e solte todo o ar e pare o processo
respiratório na expiração para que só então, os feixes de raios X sejam disparados
e seja obtida a imagem.

 Com a radiografia em mãos, solicitar ao médico radiologista autorização para


iniciar a rotina.
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO
ENEMA OPACO

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