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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP

INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – ICS


CURSO DE ENFERMAGEM – CÂMPUS ASSIS

ALUNOS – RA

Assis
2021
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM E LABORATORIAL: INFECCÇÃO
HOSPITALAR

Trabalho apresentado ao Curso de Enfermagem


da Universidade Paulista (UNIP), como
instrumento para avaliação da disciplina de
Atividades Práticas Supervisionadas, orientado
pelo Prof. José Aparecido Alves de Oliveira.

Assis
2021
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO...........................................................................................................4

2.Principais causas de infecção....................................................................................

2.1 Infecção não prevenies............................................................................................

2.2 Infecção evitáveis.............................................................................................


2.3 Como ocorre o IH................................................................................................
1. INTRODUÇÃO

A infeção relacionada à Assistência em saúde (IRAS) ou infecção hospitalar


como é popularmente conhecida, é estabelecida quando qualquer infecção é obtida
em âmbito hospitalar, ou seja, quando ela é adquirida depois que um paciente deu
entrada na unidade e já se encontra em estado de internação, ou após a alta, porém
ela só é considerada uma infecção hospitalar quando for referente a internação ou
algum procedimento realizado no hospital.

São infecções causadas principalmente pelos agentes microbianos, que se


desenvolvem em pacientes hospitalares com imunidade suprimida, antes de
confirmar a infecção e dar o diagnostico, os médicos fazem uma analise para
verificar se o individuo não chegou à unidade no período de incubação do agente
causador da doença e só assim dar inicio ao tratamento da infecção.

Quando é adquirida, a infecção hospitalar pode levar o paciente a ter alguns


efeitos colaterais que serão causados pela condução do tratamento, ou chegar até
mesmo ser necessária uma intervenção cirúrgica correndo o risco de retardar a sua
acomodação na unidade de saúde.

Os causadores dessa enfermidade são os microrganismos, como as bactérias


os protozoários e os fungos. Eles estão presentes em todo o ambiente hospitalar,
porém são seres que a olho nu não podem ser vistos. Por esse motivo há uma
facilidade de contagio muito mais grande, pois, existem muitas bactérias
encontradas nas UTI em superfícies como: colchões, equipamentos médicos, e
celulares, esses microrganismos são muitos resistentes as limpezas diárias, o
ambiente de terapia intensiva (UTI) deveria ser um local mais protegido contra essas
bactérias e microrganismos, para proteger a saúde dos pacientes, mas não
podemos conter mesmo se cuidando o máximo possível.

O Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da


Universidade de São Paulo (FMRP-USP), centro de referência no atendimento
médico na região eles identificaram 138 gêneros de bactérias na UTI de adultos e
160 na UTI pediátrica do HC.

Os microrganismos foram encontrados em colchões, grades da cama,

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móveis, teclados de computadores e aparelhos como bombas de inalação,
respiradores e telefones celulares das equipes médicas.

Mesmo com as higienizações as bactérias ainda sobrevivem, pois elas são


muitos resistentes, e elas podem sempre vir tanto com visitantes, assistência medica
e enfermeiro.

As bactérias nem sempre é um risco para pacientes saudáveis que estão com
a imunidade boa, mas as bactérias prejudicam muito os pacientes que estão na UTI,
internados debilitados, pois os riscos de infecções microbianas são 10 vezes maior.

As cadeias de causalidades, os agentes agressores interagem com o


organismo para decretar um processo infeccioso ou manter a homeostase
(capacidade de reação de cada organismo).

 Desequilíbrio entre o mecanismo de defesa do hospedeiro e a microbiota


normal do homem.
 Procedimentos invasivos
 Variação da quantidade microbiana(geralmente induzida pelo uso de
antibióticos)
 Desnutrição, deficiência imunológicas
 Uso de medicamentos (alguns)
 Extremos de idades

As maioria das IH se manifestarão em pacientes gravemente enfermos que


são submetidos a procedimento invasivos, Alguns IH são evitáveis, outras não.

2.3 INFECÇÕES NÃO PREVENÍVEIS

Ocorrem em pacientes imunologicamente comprometidos, despeitando as


preocupações adotadas.

2.4 INFECÇÕES EVITÁVEIS

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Trinta por cento cabe aos agentes de saúde (enfermeiros) ros cuidados
responsável e ético perante as técnicas dos distintos tratamentos, Apesar dos
avanços científicos, a IH continua sendo uma insegurança para os pacientes
hospitalizados, esse imasse colabora com a eliminação de custos e prolongamento
da permanência na internação além do aumento das taxas de morbimortalidade.

2.5 CONTROLE DA IH

Constitui um dos parâmetros para garantir a qualidade do cuidado prestado,


na elaboração de programas com este objetivo, além da organização hospitalar,
devemos examinar as características e finalidade do hospital, tipo de gerenciamento,
assistência clientela, bem como, os aspectos relacionados á infra-estrutura’’
A IH se trata de um fenômeno histórico e social, tendo que, muitos
profissionais optam e escolhem as práticas assistência moldadas principalmente nos
procedimentos invasivos (tanto no diagnósticos, quanto na terapêutica). Ocorrente a
isso, essas infecção não devem ser consideram como biológicas ou universal.
A administração e divisão no ambiente hospitalar é de extrema importância na
colaboração para evitar as Ih através de uma estrutura organizacional que envolve
politicas governamentais, institucionais e administrativas.
Além das relações interpessoais e intersetoriais juntamente com a
normatização do trabalho, é importante ressaltar a conscientização dos profissionais
perante as medidas de controle e serviços ao paciente, A epidemiologia,
identificação de nervos microrganismos, ressurgência de outros e a resistência aos
antimicrobianos também merecem grandes enfoque para o combate a infecção
hospitalar.
O controle hospitalar foi evoluindo ao longo dos anos como uma pratica em
todos os estabelecimentos da área da saúde, não apenas no ambiente hospitalar.
A IH vai além dos conhecimentos atuais, situando-se em dimensões
complexas que continuam a evoluir juntamente com o cuidar a saúde moderna.
Sendo assim, a IH é um evento histórico social e não apenas biológico que
requer investimentos científicos, tecnológicos e humanos para medidas de controle,
qualidade e cuidado prestado pela Enfermagem.

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2. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Artigos científicos
RIBEIRO, L. F. et al. Microbial community profiling in intensive care units expose
limitations in current sanitary standards. Frontiers in Public Health. v. 7, a240, p. 1-
12. 28 ago. 2019.
OBERAUNER, L. et al. The ignored diversity: complex bacterial communities in
intensive care units revealed by 16S pyrosequencing. Scientific Reports. v. 3, n.
1413, p. 1-12. 11 mar. 2013.
SOARES, M. A. et al. Microrganismos multirresistentes nas mãos de profissionais de
saúde em unidades de terapia intensiva. Revista de Epidemiologia e Controle de
Infecção. v. 9, n. 3, p. 1-12. jul.-set. 2019.

Ministério da Saúde (BR). Portaria n° 2616 de 13 de maio de 1998. Regulamenta as


ações de controle de infecção hospitalar no país. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, 15 maio 1998. Seção I.        
Weber DJ, Rutala WA. Environmental issues and nosocomial infections. In: Wenzel
RP. Prevention and control of nosocomial infections.Baltimore: Willians &
Wilkins;1997. p.491-514.     
enferm. vol.14 no.2 Florianópolis Apr./June 2005
https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-
07072005000200013&script=sci_arttext&tlng=pt

https://revistapesquisa.fapesp.br/bacterias-em-uti/

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